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Conheça o Cabana Bay, um resort inspirado no estilo dos anos 50
Uma coisa que você não sabia sobre a Terra
Hoje você acordou e jamais imaginaria que seu mundo cairia e sua mente iria bugar vendo um blog de humor. Mas a vida, ela é uma vadia…
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A Terra não é perfeitamente redonda, ela é toda irregular e cheia de calombos.

Eu não queria ter visto isso. Mas já que vi resolvi compartilhar e fazer o mundo de vocês perder o sentido também.
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Tocha das Olimpíadas Rio 2016
Feita de alumínio e resina reciclada, a tocha olímpica de 2016 pesa pouco mais de 1 kg e tem 63,5 cm de altura quando fechada e 69 cm quando expandida. O formato triangular dela é feito para representar os três valores olímpicos – respeito, excelência e amizade. A tocha começa oficialmente a correr em maio do ano que vem, e as chamas devem viajar 16.000 km no ar e mais 20.000 km em estradas e ruas de cidades brasileiras, conforme ela percorre o caminho da Grécia ao Rio.
Detona Ralph 2 está confirmado e poderá ter Mario, Luigi e Link no elenco
Betoao ai sim!
Durante uma entrevista no Galway Film Fleadh – um festival internacional da indústria cinematográfica –, o ator John C. Reilly confirmou que assinou o contrato para a animação Detona Ralph 2. Para os que não sabem, o Reilly foi quem interpretou a voz do protagonista da produção, Ralph, um vilão que tenta mudar a sua programação e se tornar uma “pessoa boa”.
Detona Ralph foi oficialmente lançado em 2012, tendo um orçamento de US$ 165 milhões e faturado US$ 471 milhões. No Brasil, a voz do protagonista foi interpretada pelo também ator Tiago Abravanel, neto do empresário e apresentador Silvio Santos.
Você pode continuar fotografando a Europa — por enquanto
BetoO.o
Vocês já tiveram a curiosidade de ler a Lei de Direitos Autorais brasileira? A Lei 9.610 de 1998 é muito legal. Ela é o guia para você que produz material intelectual. Seja fotografia, texto, pintura, música ou teatro. Ela protege aquilo que nos é mais importante, nosso trabalho. Ela também dita algumas regras interessantes para o cotidiano fotográfico. Por exemplo, o artigo 48 diz que obras situadas permanentemente em logradouros públicos podem ser representadas livremente por meio de desenhos, pinturas, fotografias e procedimentos audiovisuais. Ou seja, esculturas e fachadas de prédio que se encontram em logradouro público podem ser fotografados sem a necessidade de autorização. Claro que aqui podemos entrar na discussão sobre o que define um logradouro público, mas fica para a próxima. Portanto, conhecer a Lei de Direitos Autorais é meio caminho andado para evitar problemas.
Nos acostumamos a taxar o Brasil como um país atrasado em relação aos irmãos europeus, mas fiquem sabendo que nossa legislação é uma das mais avançadas do mundo nessa área. Querem um exemplo? Vejam o rolo que aconteceu na União Europeia nos últimos dias e que o resultado só foi definido ontem. Em alguns países europeus existe o conceito de liberdade de panorama. Ou seja, você pode fazer uma foto de monumentos famosos sem a necessidade de autorização e pode utilizá-las, inclusive, para fins comerciais. Não são todos os países que adotam essa política, mas uma proposta que foi votada ontem previa que isso acabasse em toda a Europa. A justificativa era que, já que as fotos estavam sendo utilizadas para fins comerciais, o fotógrafo seria obrigado a pedir autorização a todos os detentores de direitos autorias dos edifícios e esculturas que aparecessem nas fotos.
Ou seja, isso iria inviabilizar quase 100% das fotos panorâmicas nos países europeus. Objetos como a London Eye não poderiam mais ser representados em fotos sem a permissão dos detentores dos direitos autorais e, possivelmente, o pagamento de uma taxa. A comunidade fotográfica se organizou e um abaixo assinado online contra a aprovação da proposta chegou até a marca de 540 mil assinaturas. Na votação de ontem (09/07), apenas 41 dos 751 membros do parlamento europeu votou por manter a proposta de proibir fotos de monumentos e fachadas em todos os países da Europa. Porém, o contrário também não foi possível. Alguns tentaram modificar a lei para que a liberdade de panorama fosse estendida a todos os países da Europa, mas a proposta não passou. Isso quer dizer que os países ficam livres para proibir esse tipo de fotografia em seus territórios.
Vejam abaixo o mapa de liberdade de panorama na Europa.
Por enquanto, nas palavras da deputada alemã Julia Reda, “a maioria dos europeus continuará a ser capaz de postar selfies online e ver fotos de edifícios famosos na Wikipedia sem a oneração dos direitos autorais”. Que continue assim por muito tempo.
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Microsoft aprasenta na Comic-Con exclusiva trilha sonora em vinil de Battletoads
Betovesh!
A Microsoft irá comemorar a história da desenvolvedora Rare com o lançamento do Rare Replay ainda este ano, uma coleção de 30 jogos produzidos pela empresa nas últimas décadas. Entre eles Banjo-Kazooie, Jet Force Gemini, Conker e Battletoads. Mas a Microsoft está fazendo ainda mais para comemorar .
A empresa mostrou dois novos itens para Comic-Con em San Diego: uma trilha sonora de Battletoads em vinil, ilustrado com uma exclusiva (e belíssima) artwork; e um cartaz comemorativo do 30º aniversário da Rare.
![[IMG]](http://www.ew.com/sites/default/files/1436287600/BATTLETOADS-SDCC-02.jpg)
![[IMG]](http://www.ew.com/sites/default/files/1436287600/BATTLETOADS-SDCC-04.jpg)
![[IMG]](http://www.ew.com/sites/default/files/1436287600/BATTLETOADS-SDCC-01.jpg)
A trila de Battletoads em vinil estará disponível ao público em breve. A edição traz a trilha sonora de David Wise , e a arte fica a cargo de Nick Gazin. 300 exemplares estarão disponível no show por US$ 25 cada.
Medindo 18 x 24 polegadas, a impressão do cartaz será toda feita a mão, num total de 400 exemplares para a Comic-Con. Cada um vai custar $50. A iam8bit anunciou que uma edição em material impresso será produzida para a venda ao público.
Será que isso são pistas para a concretização do remake de Battletoads na GamesCom, em agosto?
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Beautifully Detailed Illustrations Created From Spilled Coffee, Wine and Chocolate
Italian artist Giula Bernadelli takes playing with one’s food to a whole new level when she creates beautifully detailed and delicate illustrations using spilled coffee, wine and chocolate. Bernadelli recently spoke with Huffington Post France about how she gets her inspiration.
I never plan my work in advance, I’m just my instinct based on what I’m doing. For example, when I drink coffee, I reflect on the nuances that I could create if I was flipping in the table. …At breakfast, I can imagine the footprints left by the cat who would have walked into the jam.
images via Giula Bernadelli
via Huffington Post France, My Modern Met
Amazon passa a vender miniaturas de games impressas em 3D
Betovesh olha isto Dark!
Através de uma parceria com a Sandboxr, a Amazon anunciou um serviço que deverá fazer a alegria de muitos apaixonados por games, que é a possibilidade de criarmos figuras customizadas impressas em 3D e baseadas em personagens dos jogos Smite, Primal Carnage e Infinity Blade.
Oferecendo até o momento cerca de 40 personagens, os interessados poderão usar um pequeno aplicativo executado através do próprio navegador para escolher a posição, tamanho, acessórios e a base que serão utilizados na impressão, permitindo assim que as peças sejam produzidas da maneira que o comprador desejar, mesmo não podendo ser considerado algo exclusivo.
Com um acabamento muito bonito, algo que poderá afastar possíveis compradores é o preço das miniaturas, que vai de US$ 30 até US$ 90, mas a menos que eu tenha feito algo errado aqui em um teste, o envio pode ser feito para o Brasil e o mais inacreditável, sem cobrança de frete.
“Existe muita paixão e entusiasmo na cultura gamer, assim como nas impressões 3D e ao combinar esses dois mundos e permitir que os consumidores projetem e personalizem seus personagens favoritos de games, nós podemos trazer os entusiastas para mais perto dos jogos que amam,” explicou Steve Johnson, diretor da Amazon Marketplace.
Com o mercado de impressões 3D tendo crescido 70% no ano passado e gerando mais de US$ 3 bilhões em vendas, muitas empresas estão apostando nesse setor e além de produtos personalizados que vão desde estas miniaturas de games até jóias, na Amazon já é possível encontrar materiais para serem utilizados neste tipo de impressora.
Com a possível popularização das impressoras 3D, a esperança é de que as peças criadas com elas se tornem cada vez mais baratas, mas enquanto a maioria de nós não tem a possibilidade de ter uma delas em casa, o jeito é comemorar iniciativas como esta, que nos permite ter bonequinhos de games por preços razoavelmente acessíveis. Eu só espero que a loja aumente a oferta de títulos atendidos.
3D Systems — Sandboxr takes video games beyond the screen with the power of 3D printing
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Pau de Selfie para Jornalistas
BetoO.o
Pau de Selfie é uma invenção tipo conta ilimitada no LoL, algo criado para quem não tem amigos, e no geral é reconfortante ver que não só estão sendo proibidos em locais públicos como nem Thor tem simpatia por paus de selfie.
Só que o Solocam é diferente.
A proposta, como descrita neste projeto do IndieGoGo, é prover uma solução completa para jornalistas em campo. Ele consta de um microfone estéreo de alta qualidade Bluetooth, um suporte com giro de 180 graus e botões de controle.
O app que acompanha o equipamento permite que você use o celular como teleprompter, karaokê (eu sei, eu sei), suba direto para YouTube ou mesmo faça streaming em tempo real. Veja o vídeo:
benny goldstein — Solocam – A Studio in the palm of your hand!
Claro que não vai substituir as equipes da CNN, mas pode ser excelente para videocasters, jornalistas independentes e similares. A dinâmica da imagem fica completamente diferente de um tripé fixo.
Ele permite até que você mude a câmera, entre a frontal e a traseira.
A versão mais simples está orçada em US$ 49,00. A megapower deluxe edition 3000, com adaptadores pra GoPro, suportes extras, adaptadores estéreo e até espelho personalizado sai a US$ 499,00.
Fonte: Tech Crunch.
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Formula E Championship Posters

Dan Matutina strikes again with another awesome project where he illustrates for the Qualcomm Posters of the FIA Formula E Championship 2014-2015. The design direction was to use the country’s flag as the starting point for each poster. The flag elements are present in every layout without being too obvious.
For more from Dan Matutina visit twistedfork.me and .behance.net/twistedfork.
Concept Art by Darek Zabrocki

Darek Zabrocki is a concept artist and illustrator for Video Games and Movies with a list of incredible clients, such as Sony Guerrilla Games, Ubisoft, Blur, Sega/Creative Assembly, Axis Animation, Big Point, Wizards of the Coast. When I saw one of his illustrations I had to save for a future post here on Abduzeedo and today I am sharing a little bit of his work.
For more information check out http://www.darekzabrocki.com/
Nosso trabalho é desenhar cada vez menos interfaces
BetoMuito bom!
Coloca seu cargo no Linkedin como “UX Designer”, mas adora desenhar uma interface? Bom, seus dias de pixel-pushing podem estar contados.
Não, calma. O mundo ainda vai continuar precisando de interfaces por um bom tempo. Sempre haverá aquele bom e velho brief na sua mesa de “empresa X precisa redesenhar o seu site” ou “empresa Y quer criar um novo mobile app”.
As empresas ainda vão continuar querendo “possuir” ou “ser donas” de interfaces por um bom tempo.
As pessoas é que não vão mais querer usá-las tanto assim…
Fator 1:
O Fim dos Apps (como os conhecemos hoje)
A primeira coisa que você faz quando você pega seu celular na mão? Deslizar o dedo para baixo no topo da tela para ver as notificações. Ato esse que se repete dezenas (ou centenas) de vezes durante o dia.
As pessoas não querem mais saber das interfaces dos apps em si. Elas querem saber do conteúdo e das notificações que partem dos apps.
Pensar em apps como o “destino final” da experiência do usuário no celular é um modelo que começa a ficar para trás.
Você passa meses desenhando uma interface bonitona de app de previsão do tempo. Toda animada, interativa, dinâmica. Uma obra de arte:

Mas o que você, usuário, precisa realmente saber?
É essa frase aqui que aparece no notification center do iOS:

“Tempo nublado. Máxima de 15ºC. Garoa hoje à noite com mínima de 7ºC.”
Você não precisa de uma interface maravilhosa para ver a previsão do tempo.
Você precisa é ser avisado 5 minutos antes de começar a chover.
É disso que você precisa. E para isso não precisa de cor, de pixel, de flat design vs. skeuomorfismo, de pixel-perfect, de photoshop vs. sketch – de nada disso.
Muito mais importante que isso é ser avisado no momento certo, com o mínimo de esforço cognitivo possível, do que realmente importa para você:
- Começa a chover daqui 5 minutos. (preciso comprar um guarda-chuva)
- No seu ponto de destino está 5ºC mais frio do que agora. (preciso pegar minha blusa ao descer do carro)
- O céu continuará aberto pelas próximas 2 horas. (posso tirar umas boas fotos para o instagram)
E o mesmo exemplo se aplica não só para previsão do tempo – mas também para o aviso de que seu táxi já chegou, de que seu vôo está atrasado, de que entrou um depósito na sua conta corrente.
Desenhar as notificações e as ações que acontecem dentro delas é uma parte cada vez mais importante de UX. Profissionais de UX precisarão gastar a mesma quantidade de tempo (se não mais!) pensando nos contextos de uso, nas notificações e em todas as ações que acontecem FORA do app, do que na interface do app em si.
Pensar em sistemas de interação, não em telas.
Para ler mais sobre esse assunto: The End of Apps As We Know Them >
Fator 2:
A Inteligência Artificial e as Experiências Pró-Ativas
Há alguns anos, o Google Now revolucionou a forma como designers pensam a experiência do usuário. Já escrevemos sobre esse assunto aqui no ano passado.
Ao invés da interface ser um controle, que tal se ela fosse pró-ativa e adivinhasse o que o usuário precisa naquele exato momento, ou antes mesmo dele precisar?

Eu sei que você comprou uma passagem para hoje, então aqui está.
O próprio design dos sistemas operacionais já está mudando para acompanhar essa tendência das experiências pró-ativas. Recentemente tanto o iOS quanto o Android começaram a permitir que os usuários respondessem mensagens pelo próprio Notification Center:

Respondendo uma mensagem de texto da própria central de notificações
E, há pouco tempo, Android e iOS anunciaram suas próprias versões do “App Killer”: o Google Now on Tap e as previsões do iOS.
Nesse novo cenário, o usuário não precisa mais entrar em cada um dos apps para saber o que está acontecendo neles.
O conteúdo sai do aplicativo e é exibido em newsfeeds, painéis e outras interfaces que partem do próprio sistema operacional. Uma camada que vive acima de todos os apps, e não dentro deles.


O foco é na Inteligência Artificial (IA) e não na User Interface (UI).
Novamente, o designer do aplicativo não precisa criar uma interface 100% original para que a experiência aconteça. Ele precisa sim é pensar no conteúdo que sairá do aplicativo e passará a viver em todos esses paineis, notificações, alertas e controles pró-ativos oferecidos pelo próprio sistema operacional.
E os apps vão deixando de ser interfaces (front-end), e vão passando a ser muito mais motores e serviços (back-end) que fazem a vida dos usuários melhor.
Fator 3:
A Internet das Coisas
Esse parece ser (finalmente) o ano onde a Internet das Coisas começa a se popularizar. Dizem que em algum momento do futuro breve o seu carro vai conversar com a sua geladeira, sua fechadura vai conversar com seu vaso sanitário – e você vai ficar no meio dessas conversas todas, mudo.
A primeira leva de “produtos conectados” ainda confia muito nas interfaces como forma de controlar os aparelhos ao seu redor.
Já escrevemos em outro post sobre o exemplo das fechaduras inteligentes (olha a Internet das Coisas aí) da Lockitron.
A primeira versão do aplicativo mobile que acompanha a fechadura?
Um botão gigante pra você trancar e destrancar a porta:

E o fluxo do usuário era mais ou menos esse aqui:

Já a segunda versão do mesmo produto?
Zero interface:

Pelo menos para a grande maioria dos casos, você sequer precisa tirar o seu telefone do bolso para abrir a porta.
Zero pixels, zero interface, zero controles. Nada visual para colocar no dribbble ou no seu portfólio.
É claro que essas mudanças todas descritas aqui neste artigo levam tempo para acontecer. Anos, vários deles. E claro que os exemplos aqui citados são propositalmente exagerados, para alertar para um fato muito mais simples do que parece: as pessoas estão cansando de interfaces. Depois do ápice do “não desgrudar os olhos do smartphone nem por um segundo”, as pessoas estão começando a entender que o melhor valor que o digital pode trazer é permitir que sua vida seja melhor no mundo físico. Lançaram até smartwatches para tentar reduzir o tempo que a gente fica com olhos colados em telas.
Para os designers, o que isso significa são menos interfaces, menos pixels, menos layouts – mas não necessariamente menos Design (com D maiúsculo). Cada uma das notificações, mensagens e alertas usados como exemplo nesse post precisaram ser pensadas por alguém. E pensar esse “sistema de design” também é desenhar.
E você, UX Designer – está pronto para abandonar de vez os pixels?
GoPro anuncia a pequena câmera cúbica Hero4 Session

Nova câmera cúbica da GoPro, Hero4 Session (crédito: Engadget)
Essa é para você que pratica esportes radicais como andar pelas ruas do Brasil ostentando uma Hornet. A GoPro anuncia o quinto membro de sua linha de câmeras esportivas: trata-se da Hero4 Session.

Hero4 Session (crédito: GoPro)
A GoPro Hero4 Session é pequena câmera em forma de cubo (uns 4 cm de aresta) que é a prova d’água e permite a gravação de vídeos em 1440p (4:3) a 30 frames por segundo. Quer maior fluidez nos movimentos e/ou efeitos de slow motion?
Basta diminuir a resolução: na lista de formatos temos 60 frames por segundo em 1080p (16:9), 100 fps em 720p e até 120 fps em resolução WVGA (848 × 480 pixels).
Com relação ao áudio temos dois microfones mono e nada de suporte a algum externo. Isso pode ser chato no caso de precisar colocar a Hero4 Session numa caixa estanque para mergulhos mais profundos ou outro suporte que atrapalhe a captação de áudio.

A velha e boa Hero4 e a nova GoPro Hero4 Session (crédito: The Verge)
A pequenina GoPro Hero4 Session parece ser simples de usar: você basicamente tem apenas dois botões físicos no corpo cúbico. O botão principal é o de gravar, vermelho, na parte superior e ao lado de um minúsculo LCD. O outro botão liga ou desliga a conectividade sem fio (Wi-Fi).
Com o botão vermelho você liga o aparelhinho e já começa a filmar. Apertando novamente, a gravação é encerrada e o Hero4 Session desliga. As duas outras conexões físicas são o micro-USB para carregar a bateria não-removível de 3,23 Wh e o slot para cartões micro-SD.

Todos os botões e conexões da Hero4 Session (crédito: Engadget)
O tio Laguna acha que a Hero4 Session é a resposta da GoPro para a Polaroid Cube: ambas tentam ser a menor câmera esportiva no mercado. Só temos um porém: preço.
Enquanto a Polaroid Cube custa meros US$ 99 lá na civilização, uma GoPro Hero4 Session não sai por menos de US$ 399 na loja oficial. A qualidade de imagem desta deve ser bem melhor até pelas opções de gravação com taxas de frames maiores, mas justificaria a diferença de 300 dólares?
GoPro — HERO4 Session: So small. So stoked.
A quem encomendar, o envio das câmeras Hero4 Session começa dia 12 de julho.
Fonte: The Verge.
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Instagram está habilitando a visualização de fotos em 1080 pixels
Quando o Instagram surgiu eu não fiquei muito animado com a ideia. Quando entrei para dar uma olhada vi um monte de fotos com filtros estranhos e com as mais esquisitas temáticas. Meio que deixei esquecido no fundo do baú mental. Um tempo depois voltei a dar uma olhada. Percebi que tinha muita gente fazendo fotografia de qualidade por lá e que a ferramenta poderia ser utilizada como uma forma de exercício fotográfico. Sim, exercício. Fotografar é igual a escrever. Para ser bom é necessário treinar diariamente. Escritores dizem que é necessário escrever uma página por dia sobre qualquer assunto. Fazer uma foto por dia, de qualquer assunto, também é uma boa pedida. Já que os celulares se tornaram onipresentes em nossa vida, então o mais certo seria utilizar esse pequeno aparelho para treinar.
Porém, uma coisa sempre me deixou chateado com relação a fotografia mobile: a baixa resolução das imagens. Baixa resolução quer dizer que não existe muitas possibilidades de impressão, e para mim fotografia boa é fotografia no papel. O próprio Instagram exibe a imagem em uma resolução muito baixa, apenas 640 × 640 pixels (essa era a resolução de minha primeira câmera digital, a Sony Mavica). É uma resolução ótima para visualizar no celular, mas péssima para qualquer tipo de outro uso. Levando em conta que a maioria dos smartphones também está evoluindo em relação a sua resolução de tela, então 640 pixels é muito pobre. Porém, isso está em vias de mudar.
O The Verge descobriu que nesta última semana os servidores do Instagram estão armazenando as imagens enviadas ao serviço com a resolução de 1080 × 1080 pixels. Sim, um bom upgrade na possibilidade de visualização desta imagem. As fotografias enviadas ainda estão sendo visualizadas em 640 pixels tanto na internet quanto no celular, mas já estão armazenadas na nova resolução.
Depois que o The Verge lançou essa descoberta um porta voz do Instagram anunciou que gradualmente estão implementando a visualização de 1080 pixels para iOS e Android. Ou seja, alguns de vocês já podem estar vendo as imagens com uma qualidade melhor em seu celular. Infelizmente, segundo esse porta voz, no computador as imagens vão continuar com a baixa resolução. O foco da empresa é nos celulares.
Bem, já é uma melhora significativa.
Fonte: Petapixel.
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Microsoft oferece US$ 500 mil para pesquisadores desenvolverem para o HoloLens
BetoAi dark rs
A Microsoft está disposta a fazer do HoloLens algo muito mais do que um simples brinquedo de realidade virtual. É um dos projetos mais antigos do time de pesquisas chefiado por Alex Kipman, e foi dele que nasceu o Kinect e não o contrário.
Assim sendo ele será um aparelho de ponta voltado não só para entusiastas mas para gente que brinca a sério, como a NASA por exemplo. Assim como ocorreu com o Kinect, utilizá-lo apenas em games ou em vídeo-chamadas é um tremendo desperdício de potencial e a Microsoft sabe disso. Portanto é natural que a companhia invista pesado a fim de trazer acadêmicos para a plataforma.
Redmond anunciou nesta semana um programa de financiamento que fornecerá o HoloLens para profissionais interessados em “criar novas experiências que irão contribuir para o avanço nas áreas de produtividade, colaboração e inovação”: ohololens projeto financiamento a programa pretende selecionar ao menos cinco projetos entre os diversos inscritos no programa, dando prioridade àqueles focados em novas ferramentas de ensino, visualização de dados, desenvolvimento de ferramentas colaborativas e arte interativa. Nada de games, nada de apps bobinhos de RA, nada de perfumaria. É desejo da Microsoft fazer com que o HoloLens seja um gadget que utilize todo o seu poder de fogo e assim sendo, as propostas devem abordar algo útil à sociedade em geral.
O programa está aberto apenas a pesquisadores que trabalhem em institutos dos EUA reconhecidos e sem fins lucrativo, ou em universidades. Os projetos acadêmicos selecionados receberão dois devkits do HoloLens e um financiamento de US$ 100 mil.
Além de provar que podem cumprir a proposta, os acadêmicos serão estimulados pela Microsoft para montar um plano de aquisição de fundos de outras fontes. Por fim, os pesquisadores vão ter que publicar o que fizerem. Propostas incompletas ou que requeiram um budget além dos 100 mil dólares serão descartadas sumariamente. Não há espaço para amadores ou charlatões.
As inscrições ficarão abertas até o dia 05 de setembro e os vencedores serão anunciados em 06 de outubro. Se você se enquadra nas exigências pode se inscrever aqui.
Fonte: Microsoft.
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it8bit: Mad Max: Fury Road - Pixel VehiclesCreated by Misha...
Video: Bully Chicken Steals Cat’s Lunch
BetoGalo wins rs
This House Hidden In A Cliff Has Amazingly Terrifying Views Of The Sea
Two Greek architects have created a striking house design called ‘Casa Brutale’ that perfectly complements the powerful concrete style known as brutalism – they’ve embedded their luxury brutalist home into a cliff, creating a severe yet inviting structure with an at once beautiful and terrifying view.
Architects Laertis Antonios Ando Vassiliou and Pantelis Kampouropoulos, who formed OPA Works together, envisioned the building concept as a “poetic homage to pure Brutalism.” The roof-top pool (at ground level) and underground walls help insulate the building and keep it cool.
There’s clearly something about cliffs that excites architects’ imaginations, because the architects at Modscape Concept also created an amazing cliff-face house concept.
More info: opaworks.com | Facebook (h/t: designyoutrust, demilked)









A Custom Remote-Controlled Quadcopter That Looks Like Snoopy Flying on His Doghouse for San Diego Comic-Con
R/C builder Otto Dieffenbach of Flyguy Promotions recently built a custom remote-controlled quadcopter that looks like Snoopy, Charlie Brown‘s pet dog for the Peanuts comic strips, flying around on his doghouse for the 2015 San Diego Comic-Con International. Dieffenbach was inspired to make his “World War I Flying Ace” version of Snoopy by the trailer for The Peanuts Movie, an upcoming 3D computer-animated film scheduled to hit theaters on November 6, 2015.
photos via Otto Dieffenbach
Microsoft Worldwide Telescope agora é Open Source
Quando foi lançado lá em 2008 o Microsoft Worldwide Telescope fez Robert Scobble chorar. Com razão. É uma ferramenta agregadora de informações astronômicas, com dados de dezenas de missões, sondas, observatórios, satélites, tudo.
Você pode explorar o Universo, com imagens reais, em diversas faixas do espectro, acompanhar eventos históricos… é literalmente um universo a explorar.
Agora ficou melhor ainda. Seguindo com a determinação de nosso indiano favorito em transformar a Microsoft em uma Empresa Legal™, o Microsoft Worldwide Telescope foi transformado num projeto Open Source. Quem quer programa em .NET e tem interesse em fuçar como algo com esse grau de complexidade é programado, não poderia haver melhor notícia.
Para baixar o Worldwide Telescope;
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Anki Overdrive — Autorama 2.0, tipo Fómula E, mas mais divertida
Eu não vou negar que Autorama era um brinquedo muito legal, a gente ia pra casa do amigo rico e passava o sábado inteiro recolocando carrinho na pista, mas em termos de efeitos visuais o máximo que se conseguia era colocar BomBril no bigode do carro e botar fogo no tapete.
As corridas sempre terminavam em briga, a porcaria do contador mecânico de voltas nunca funcionava, e pra piorar depois que a gente pegava o macete fazia o carro sair de traseira na curva e jogar o amigo pra fora da pista.
Normalmente essas reminiscências não me deixam saudosista, mas desta vez estou me sentindo tão velho que na próxima festa a fantasia me embrulharei de celofane amarelo: vou de mosquito jurássico em âmbar. A culpa é do Anki Overdrive.
Imagine um Autorama com menos trilhos que a malha ferroviária brasileira. É o Anki.
A idéia é colocar vários carros (em um dos vídeos há 12) em uma pista montada com encaixe magnético. Como não há transferência de energia, não há o maldito mau contato que colocava todo mundo de quatro apertando encaixes.
Os carrinhos são controlados por smartphones, mas são inteligentes. Eles andam sozinhos, não saem da pista. Você controla aceleração, freio, direção mas se soltar o controle, ele assume.
O Anki Overdrive não é um simples jogo de corrida, é um jogo de combate, e aí ele se torna um verdadeiro videogame. Cada carro tem armas especiais, como lança-chamas, raios-tratores, lasers, etc. Você atira, e se o carro inimigo estiver na mira, é afetado.
À medida que você joga, seu carro se torna melhor, as armas ganham upgrades e a Inteligência Artificial aprende com seus movimentos. Ah sim, se você quiser pode configurar carros 100% autônomos, que não só vão correr como vão batalhar com você.
É possível fazer pistas não-contínuas, com saltos e bifurcações. Você monta do jeito que quiser, os carros fazem uma volta lenta pra escanear e memorizar o traçado, e pronto.
O kit inicial, com dois carros e peças para montar 8 pistas diferentes começa a ser vendido em setembro por US$ 149,99. Veja o vídeo:
FamilyGamerTV — Let’s Play Anki Overdrive – King of the Hill
Fonte: Tech Crunch.
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15 luminárias com design fascinante
Luminárias são objetos que normalmente passam desapercebidos aos nossos olhos, mas elas também podem ser o centro das atenções em um ambiente, tudo depende do seu design.
Você provavelmente nunca pensou e decorar um ambiente de acordo com uma luminária, pendente ou abajur, mas depois dessa lista os seus conceitos vão mudar. Separamos 15 lindas peças que merecem toda a atenção e destaque possíveis!
1. Luminária Vintage
Chamada de Contraband Book Lamp, essa luminária vintage é formada por um antigo livro e uma lâmpada de estilo antigo, presa na sua capa. O conjunto é vendido pela Theory11 e é composto por 2 livros antigos, um com a lâmpada e outro com um compartimento secreto onde se encontra um baralho.

2. Esculturas em côcos
Esse lindo efeito que parece uma renda é dado por furos feitos no côco. Isso mesmo, os desenhos são cuidadosamente esculpidos no côco, em uma variedade de estampas. O artista dessas lindezas, chamadas de Nymphs é Vainius Kubilius.

3. Luminária Silueta
Uma luminária em formato de lâmpada. A peça do designer Mark Parsons, chamada de ‘Silhouette Lamp’ é simples e elegante. Perfeita para quem gosta do estilo minimalista.

4. Luminária Cachorro
Perfeita para os amantes de animais. Não tem como não dar um sorriso ao ver essa peça que senta e praticamente pede para brincar! Design de Elizabeth Zimmerer e Márton Lente, a luminária recebe o nome de Luminose.

5. Um poço de luz
Utilizando o conceito do antigo poço de água, você muda a intensidade da luz conforme desce ou sobe a lâmpada. A idéia genial é do Studio MEJD.

6. Um pedaço de madeira
Essa peça se disfarça na mobília quando apagada e quando acessa a sua simplicidade lhe dá muito charme. Usando sensores, a luminária - projeto é de HCWD - se apaga quando deitada e acende ao ser colocada em pé.

7. Luminária fofa
Além da sua fofura estética, essa luminária é remodelável, podendo se ajustar à diversos usos. O design é de Simon Frambach.

8. Luminária para plantas
Além de funcionar como uma luminária comum, a Milo da Lightovo foi pensada para ajudar as plantas a florescerem. A sua lâmpada e temperatura de cor são tudo o que as plantas precisam para crescerem lindas e fortes.

9. Um lápis gigante
Todos os designers e arquitetos vão querer ter uma dessa. Chamada de HB Pencil Lamp, essa luminária é divertida, linda e onde quer que seja colocada será sempre o centro das atenções. Projeto de Michael & George.

10. Uma tempestade na sua sala
Essa luminária foi além dos limites da criatividade. Além de ser uma imitação perfeita de uma nuvem, a luminária interativa detecta movimentos e simula uma tempestade. O seu designer Richard Clarkson não parou por aí, a sua iluminação e sons podem ser controlados via Bluetooth. Uau!

Veja como ela funciona:

11. Livros
Essa luminária em formato de livros dá um efeito Harry Potter para qualquer casa. Tivemos o prazer de ver essa lindeza ao vivo na Maison & Objet Americas em maio desse ano (veja a cobertura completa do evento aqui), e a peça não deixa a desejar. O projeto é de Max Gunawan e foi batizada de Lumio.

12. Animais de papel
Os designers Maik Perfahl e Wolfgang List criam lindas luminárias esculturas em 3D. Feitas de papel, podem ser encontradas em diferentes formatos entre eles gatos, raposas e pinguins.

13. Tocos Iluminados
Tocos de madeira com rasgos se transformaram em lindas luminárias. Rústico e orgânico as peças são perfeitas para a iluminação e decoração da área externa. Projeto de Duncan Meerding.

14. Ilusão de ótica
Essas peças são chapadas ou 3D? A criacão do Studio Cheha encanta pela ilusão de ótica de suas peças. Em diferentes formatos, as luminárias chapadas enganam qualquer um com a sua volumetria.

15. Brincando de empilhar
Peças de madeira em diferentes formados são empilhadas para formar essa luminária. Além de relembrar um brinquedo antigo de infância, a luminária encanta por ser interativa, brincando com a posição das peças e você muda o efeito da luz.

Um GIF animado diz mais do que mil palavras:

Fontes: 1 / 2 / 3 / 4 / 5 / 6 / 7 / 8 / 9 / 10 / 11 / 12 / 13 / 14 / 15
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Como Seriam As Capas De CD's e Discos Famosos Vistas Por Tras
Nunca tinha pensado nessa perspectiva de visão na capa de um CD/Disco, muito foda.
Temos que pegar!

FODA-SE! CUZÃO! LAZARENTO! CHUPENGOLE! SEU MERDINHA! BLLEAAAGHHHH
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Gamurs, mais uma rede social para gamers
E aí, pronto para fazer parte de mais uma rede social? Pois é, eu não o culpo se não estiver, mas há quem acredite que o mundo ainda não oferece opções suficientes para nos conectarmos (ui!) com os outros e assim nasceu a Gamurs.
Criada por Riad Chikhani, um jovem de 20 anos que conseguiu US$ 385 mil para iniciar a plataforma, o site tem como principal objetivo oferecer uma nova maneira dos gamers interagirem entre si, compartilhando conquistas, notícias, vídeos e até streaming ao vivo.
Ao nos cadastrarmos na Gamurs teremos a possibilidade de ligarmos nossa conta a de outros serviços, entre eles o Twitter, YouTube, Twitch, Steam, Xbox Live, PlayStation Network e Battle.net, sendo uma boa maneira de termos num único lugar todas as informações referentes a estas redes.
“Uma das coisas que nos diferencia das empresas existentes é que nós temos uma abordagem única ao desenvolvimento de produto,” explicou Dean Jacobson, chefe de marketing da nova rede. “Qualquer coisa que construímos e lançamos é feita somente através de incontáveis interações com os membros, pesquisas e conversas. Nós garantimos que as funções serão úteis através de aprendizado validado — ou invalidado.”
Se tal atenção a opinião dos usuários será mantida, teremos que esperar para ver, mas por enquanto o Gamurs parece um serviço interessante, com uma interface bonita, mas sem oferecer algo muito diferente do que já nos acostumamos a ver em serviços como o Playfire ou o Raptr.
Mesmo sem muita esperança de que a rede social venha a se tornar um gigantesco sucesso, criei uma conta por lá, então se quiser me adicionar, fique à vontade. Só não tenha certeza se frequentarei o lugar.
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O código fonte deste “jogo” cabe em um único tweet

Pesquisadora procura o código fonte do Tiny Twitch (crédito: Engadget)
Antigamente, devido até mesmo aos limites dos recursos de hardware, os desenvolvedores de jogos tinham que otimizar o código fonte e as bibliotecas de mídia para que o software ocupasse o menor espaço possível na memória secundária (armazenamento). Hoje, a oitava geração de consoles conta com Blu-ray de dupla camada (50 GB decimais) e um HD de no mínimo 500 GB para instalar os jogos. Nesse sentido, uma moleza.
De certa forma, estamos vendo algo parecido no campo mobile: a Apple recentemente permitiu que os aplicativos do iOS estejam contidos em binários de até 4 GB. Isso afetou a corrida armamentista dos smartphones, daquele que tem o melhor hardware, afinal a maioria dos desenvolvedores Android, mesmo não estando limitados aos tais 4 GB, vão poder oferecer games cada vez mais pesados em ambas as plataformas.
Na contramão desse movimento de oferecer jogos cada vez maiores e mais complexos tivemos este interessante desafio:
I challenge you to make a game whose source fits in a single tweet
— Ben Porter •ᴗ• (@eigenbom) June 27, 2015
No Twitter, o desenvolvedor australiano Ben Porter lançou um belo desafio: desenvolver um jogo cujo código fonte caiba nos 140 caracteres de um tweet. Dois dias depois, ele obteve uma bela resposta:
Well here's my attempt at @eigenbom's challenge to make a game who's source fits in 1 tweet: https://t.co/QpLOFoXnsz pic.twitter.com/CBr9UMGvh3
— Alex Yoder (@alex_yoder) June 29, 2015
<body onload=d=Date.now,t=d(s=0)><p style="float:left" onclick="(e=d(++s)-t)<15e3?style.margin=e%300+' 0 0 '+e*7%300:alert(s)">X</p></body>
— Alex Yoder (@alex_yoder) June 30, 2015
Alex Yoder, desenvolvedor norte-americano, apresentou o Tiny Twitch.
O objetivo desse software é você clicar no X que aparece aleatoriamente em qualquer lugar útil dentro do navegador. Caso você clique fora do X, aparece um alerta do JavaScript que basicamente funciona como placar, mostrando quantas vezes você conseguiu clicar no X anteriormente.
Temos basicamente um truque em HTML que funciona com os atuais navegadores. Daí a interpretar isso como um “jogo” vai da experiência de cada um. Tem gente que perde tempo com FarmVille, por que não acreditar que alguém vá conseguir se divertir com Tiny Twitch e disputar o placar com os amigos?
Para quem quiser jogar offline, basta pegar o código fonte, jogar no Bloco de Notas, renomear o arquivo como HTML e pronto. Aliás, isso seria pirataria?
Fonte: Rock, Paper, Shotgun via dica do Dori.
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Apple Music no Brasil: além de “barato”, agora também poderemos pedir música na rádio Beats 1
Ainda ontem (30/06), junto ao iOS 8.4 e Apple Music, chegou a versão 12.2 do iTunes. Tanto para o OS X quanto para o Windows.
Se você já detesta o iTunes no Windows, vai continuar odiando ainda mais: graças ao novo serviço de streaming, agora temos mais duas opções na aba Música. No caso, temos a Rádio Beats 1 e o Apple Music Connect.
Rádio Beats 1
O tio Laguna sempre foi um sujeito criado pela televisão, ele nunca entendeu o tal do rádio. Só sei a diferença técnica entre AM e FM. Talvez seja por isso que podcasts em geral não me animam muito.
Com base nisso, entendo a Rádio Beats 1 como uma espécie de podcast onde você usa o telefone para pedir que toquem uma música e você fica esperando que toquem (inter)nacionalmente a música preferida dos outros enquanto a sua não é executada. Como é de graça para usuários Apple, até injeção na testa. O que não é nada gratuito é o telefone brasileiro para fazer tal solicitação.

Nada de número 0800 no Brasil (crédito: Apple Music Tumblr)
Apple Music no Brasil
Aliás, falando em Brasil, acho que essa é a primeira vez que vejo um serviço Apple chegar no país ao mesmo tempo que na civilização: o Apple Music está cobrando dos brasileiros apenas US$ 4,99 mensais. Isso no plano individual. A assinatura do plano família (até 6 pessoas diferentes) custa US$ 7,99 mensais.
O que acho? Ainda é caro, mas competitivo ante o Spotify.
Como não sou muito fissurado em ouvir música (andar aqui em Fortaleza com fone de ouvido é implorar pra ser assaltado e no RJ você ainda é esfaqueado também), preferi dizer não ao Apple Music. Danem-se os três meses gratuitos, franquia de internet móvel é um roubo também, não compensa!
De qualquer forma, talvez algum dia eu experimente o serviço de streaming de música da Maçã. Pensando num futuro distante, ajeitei o meu perfil no Apple Music Connect. Sim, a outra nova opção do iTunes 12.2 é basicamente o sucessor do Apple Ping: uma rede social musical.
Aliás, o aplicativo Música no iOS 8.4 vive travando e funcionando de forma errática, mesmo no iPad mini 3 (!). Espero que o problema seja o grande volume de usuários acessando ao mesmo tempo esse app, remodelado com o serviço Apple Music.
Se vivo fosse, o Steve Jobs não permitiria esse tipo de imperfeição. Aliás, saiu o novo trailer do filme Steve Jobs.
Universal Pictures — Steve Jobs – Official Trailer (HD)
Sei lá, Michael Fassbender ainda não me convence como o Noah Wyle em Piratas do Vale do Silício. Espero que o ator alemão não me decepcione.
Leia também:
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A Library That Plummets into an Abyss by Susanna Hesselberg for Sculpture by the Sea

Susanna Hesselberg, “When My Father Died It Was Like a Whole Library Had Burned Down” (2015) / Photo by Claire Voon for Hyperallergic


For her entry into the biannual Sculpture by the Sea in Aarhus, Denmark, Swedish artist Susanna Hesselberg installed this ominous library that plumments into the ground like a mining shaft. While visually arresting, the piece has a somewhat somber intention. Titled “When My Father Died It Was Like a Whole Library Had Burned Down,” the artwork makes reference to lyrics from Laurie Anderson’s song World Without End. The piece joins an additional 55 sculptures on display right now at the 2015 Sculpture by the Sea through July 5, 2015. (via Hyperallergic)
Marinha dos EUA paga US$ 9 milhões pra manter Windows XP funcionando
BetoO.o caracas!
Um paradoxo interessante: forças armadas gostam de se vender como bastiões de alta tecnologia, e em algumas partes são, mas no geral não há grupo mais conservador e lento na adoção de coisas novas. O F-35, avião mais avançado dos EUA começou a ser especificado em 1993 (com a união de dois programas mais antigos ainda) e só vai ser capaz de disparar os canhões em 2019.
O F-22, um caça quase de ficção científica tem um radar capaz de processar sinais a uma velocidade de incríveis 11 gigaflop/s. Uma nVidia Tesla C2050, uma placa de vídeo pra gente grande, custava US$ 2.300,00 em 2010. Ela processa dados a 515 gigaflop/s.
Se levarmos isso em conta 13 anos não é muito tempo para usar um software. Pombas, há aviões na Força Aérea dos EUA com mais de 60 anos de idade, mas software, ainda mais comercial não funciona assim. O Windows XP foi lançado em 2001, era uma peneira. Hoje ele é menos inseguro mas o pessoal do mal conhece tanto sobre ele que quando surge uma falha de segurança é algo cascudo, e você não quer que algo cascudo aconteça com seus computadores militares.
Problema: embora a Marinha dos EUA já tenha feito upgrades de seus sistemas em terra, os 100 mil computadores espalhados pela Frota ainda rodam XP, atrelados a centenas, talvez milhares de sistemas legados que precisam ser certificados, testados, alterados e em alguns casos reescritos.
A Marinha tem planos de atualizar o Windows de seus computadores até 12/7/2016, mas até lá depende de contrato de manutenção especial com a Microsoft. São US$ 9 milhões por ano. Há uma opção para estender o contrato até 8/6/2017, o que aumentaria o custo para US$ 31 milhões.
Cabe ao pessoal da Marinha decidir se vale o risco de não conseguir cumprir a meta de atualizar tudo.
O mais engraçado é saber que há gente que ainda assim vai dizer que a culpa é da Microsoft e não da Marinha, que por sua inércia imensa está 4 sistemas operacionais atrás do resto do mundo.
E por falar em resto, de resto quem se diverte nisso tudo é o Grande Líder, afinal ele é imune, como todo bom comunista, usa Mac.
Fonte: RT.
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Leap Second — hoje você ganhou um segundo a mais de vida, então aproveite enquanto pode!

Aproveite seu segundo extra de vida (crédito: Doctor Who Official)
Hoje, dia de 30 de junho, um segundo intercalar será adicionado ao fim do dia. Por causa da rotação mais lenta do planeta em relação ao tempo atômico internacional, segundos adicionais têm sido introduzidos com o passar dos anos ao fuso horário de referência, também chamado de tempo civil, o Coordinated Universal Time (UTC).
Isso quer dizer que o último minuto de hoje terá 61 segundos, ou seja: em vez de o relógio atômico do UTC passar do último segundo do dia 30 de junho (23:59:59) para o primeiro segundo (00:00:00) do dia 1º de julho, haverá entre eles o segundo 23:59:60. Ele é também chamado de Leap Second.

Cada fuso horário vai implementar o segundo adicional em uma hora diferente do dia (crédito: Wired)
A ideia não é nova: esses segundos extras são adicionados desde 1972. Entre 1972 e 1979, por exemplo, foram adicionados 9 segundos extras ao tal relógio internacional. Foi justo o período quando houve mais adições no tempo civil. No total, vinte e dois segundos adicionais foram inclusos ainda no século passado. As adições são feitas ao último segundo do dia 30 de junho e/ou 31 de dezembro.
No presente século, tivemos apenas 3 segundos adicionais: em 2005, 2008 e 2012. Logo mais teremos o quarto segundo adicional do século XXI.
Problema?
Os segundos adicionais servem para manter os relógios — e os computadores — em sincronia com a rotação da Terra. Muitos computadores estão com o software desatualizado e não estão configurados para acomodar o segundo adicional de 2015. Basicamente temos algo semelhante ao Bug do Milênio (Y2K), mas bem menos grave por estarmos razoavelmente preparados para recebê-lo.
Lá em 2012, os servidores do Reddit tiveram problemas com o segundo bissexto e aquele site caiu. A companhia aérea Qantas Airways, da Austrália, teve voos atrasados ou mesmo cancelados. E o mercado financeiro, embora bem preparado na época, também teve um ou outro problema isolado.
Este ano, algumas das bolsas de valores do mundo vão se deparar com o segundo adicional e ainda surgiu este problemão aqui:

Grécia em moratória (crédito: StareCat)
Em crise, a Grécia deixou de pagar ao Fundo Monetário Internacional (FMI) a quantia de € 1,6 bilhão de uma dívida de 2010, que venceu justo hoje. Embora o vencimento da dívida tenha sido às 19 h, vários mercados asiáticos poderão sentir o impacto especulativo em suas bolsas de valores justamente no segundo adicional.
Como os segundos extras são adicionados de forma irregular graças à imprevisível rotação do planeta, eles causam diversos outros problemas de sincronismo para a área de telecomunicações. Então há algumas propostas de simplesmente abolir tais segundos adicionais e elas serão discutidas pela International Telecommunications Union (ITU) durante a World Radiocommunication Conference, evento que ocorrerá em novembro lá na Suíça (cidade de Genebra).
Até lá, o tio Laguna torce para que o Brasil não vire uma Grécia.
Fontes: Ars Technica e BBC.
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