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18 Sep 13:26

Escócia pode perder seus pandas em caso de vitória do ‘sim’

by Felipe Corazza
Panda Tian Tian chegou ao zoológico de Edimburgo em 2011 (Foto: Rob McDougall/Divulgação)

Panda Tian Tian chegou ao zoológico de Edimburgo em 2011 (Foto: Rob McDougall/Divulgação)

Uma das consequências menos óbvias – porém, mais interessantes – do plebiscito sobre a separação escocesa da Grã-Bretanha pode recair sobre o zoológico de Edimburgo e duas de suas principais atrações: os pandas Tian Tian e Yang Guang (apelidados de Sweetie e Sunshine ao chegarem às terras britânicas).

Emprestados pela China à Grã-Bretanha como parte da “diplomacia dos pandas” adotada há tempos por Pequim, os animais virariam parte de um “impasse diplomático” no caso de uma vitória do “sim” à independência na votação que acontece hoje.

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Sweetie e Sunshine chegaram a Edimburgo em 2011 como “presentes” do governo chinês aos britânicos. Na verdade, não são exatamente presentes. O acordo,  similar ao adotado pelos chineses com outros países, prevê um prazo de 10 anos e pagamentos anuais de empréstimo a um centro de preservação dos animais na China. A esperança britânica é a de que o casal de pandas consiga procriar em cativeiro – algo raríssimo.

O Partido Nacional Escocês, do premiê independentista Alex Salmond, defende que o acordo com a China, apesar da coroa britânica, foi assinado pela Real Sociedade Zoológica da Escócia, portanto, não haveria qualquer chance de perder os animais em caso de secessão. Mas líderes unionistas, desde 2012, questionam tal posição e dizem que há, sim, o risco de que os britânicos exijam seus pandas de volta.

Quem quiser acompanhar ao vivo o que Sunshine e Sweetie andam fazendo neste dia crucial para a Escócia, pode visitar a página do zoológico de Edimburgo que oferece uma câmera ao vivo do ambiente em que os animais estão. Pelo menos no horário em que este post foi escrito, nenhum dos dois aparentava grande interesse pela briga.

18 Sep 01:01

Memórias de carca-me

by brunomaron

memorias


Arquivado em:cara a cara
18 Sep 05:00

Crianças protegidas e inseguras

Durante a minha infância, quanto tempo eu passava sem a supervisão de um adulto?

Grosso modo, dos sete aos 12 anos, eu ia para escola sozinho, de "tramway". Pegava o bondinho a três quadras de casa, e a escola era a segunda parada: digamos que o conjunto levasse meia hora.

A volta da escola era a pé, com os amigos, brincando e conversando. Não levava menos de uma hora; eu chegava sempre atrasado para o almoço, mas isso era tolerado. Nos dias em que a escola se estendia até a tarde, a volta era mais longa: parávamos para brincar nas quadras de escombros dos bombardeios de 1943.

Eram lugares proibidos e perigosos; havia bombas não explodidas (é o que diziam), estruturas periclitantes e ratos, muitos ratos. Duvido que meus pais não soubessem: afinal, a cidade não tinha recuperado seus parquinhos e gramados –no lugar desses, havia os escombros. Nestes dias, então, a volta durava duas horas.

Uma vez em casa, eu me instalava à minha mesa de trabalho e estudava, direto, até o jantar. Claro, havia adultos no apartamento, mas, até o fim do dia, ninguém sequer entrava no meu quarto, nunca –ninguém, por exemplo, tentava saber o que eu estava lendo. Só na hora do jantar, minha mãe aparecia para verificar (por cima) se eu tinha terminado meus deveres. Eu ficava portanto sem adultos entre quatro e seis horas, a cada tarde.

No sábado, a partir dos oito anos, eu saía depois do almoço e voltava à noite –ia para o cineclube da escola, onde ficava por duas sessões seguidas.

Conclusão, eu ficava sem supervisão adulta sete horas por dia: uma média baixa, pois a maioria dos meus colegas dispunha do domingo (que eu passava obrigatoriamente com meus pais).

Claro, a diferença cultural entre Europa e Brasil se reflete na maneira de criar os filhos: na Europa, de qualquer criança, espera-se que, na medida do possível e antes de mais nada, ela "se vire". Mas, além dessa diferença cultural, os tempos mudaram.

Num artigo na revista "The Atlantic" de abril, Hanna Rosin lembra que, nos EUA, em 1971, 80% das crianças de oito anos iam para escola sozinhos. Em 1990, só 9% pareciam ser considerados capazes dessa "ousadia". Não temos os números de hoje, mas, se a tendência tiver continuado, não deve haver mais ninguém ou quase.

Agora, olhe ao seu redor e faça a conta: seus filhos, enteados, sobrinhos, quanto tempo eles passam efetivamente sem a supervisão de um adulto? Na classe média, entre motoristas, babás, professores particulares, repetidores, terapeutas, ortodontistas e bedéis onipresentes nos recreios, será que esse tempo existe?

A resposta tradicional a essa observação é que o mundo se tornou mais perigoso: haveria mais adultos mal intencionados, mais riscos –é preciso proteger as crianças. Pois é, Rosin lembra que, neste tempo, a taxa de acidentes sofridos por crianças não mudou.

Ou seja, o aumento do tempo de supervisão adulta e as novas regras de segurança (formais ou caseiras –nos equipamentos dos parquinhos, nas escolas, em casa etc.) certamente salvaram algumas vidas, mas não alteraram a estatística.

O que aumentou neste período, segundo Rosin, não foi a segurança, mas as fobias das crianças, que ficaram com medo dos comportamentos que lhes foram proibidos. Ou seja, as crianças não podem mais subir numa árvore; o número de acidentes em que uma criança cai de uma árvore não muda, mas aumenta o número de crianças que tem medo de alturas.

Não encorajo ninguém a, de repente, autorizar suas crianças a circular sozinhas e se aventurar por penhascos. Provavelmente, elas não saberiam o que fazer com essa liberdade inesperada.

Mas vale a pena se perguntar: se o mundo não é mais perigoso do que já foi, o que aconteceu? Por que nos tornamos supervisores compulsivos de nossas crianças?

Pois bem, o mundo não é mais hostil do que já foi, mas nossa confiança nele diminuiu, e talvez compensemos nossa falta de confiança protegendo nossas crianças da hostilidade que nós enxergamos no mundo.

Nota: como era previsível, proteger excessivamente nossas crianças as torna mais desconfiadas –não mais seguras. Se quiséssemos que nossas crianças fossem confiantes, seria preciso que elas fossem mais autônomas.

Regra sobre a qual valeria a pena voltar: a autonomia produz confiança, a proteção, ao contrário, produz insegurança.

27 Aug 15:12

Why Legal Pot is Better Than the Ice Bucket Challenge for ALS

by Nick Gillespie

The ice bucket challenge has raised a huge amount of awareness for Amyotrophic Lateral Sclerosis (ALS) or "Lou Gehrig's Disease," which affects about 30,000 Americans.

Writing in The Hill, Andrew Gargano talks about an existing, effective way to ameliorate the disease's devastating symptoms: Medical marijuana.

A number of studies have shown that cannabis functions in many ways that are beneficial to those with ALS, from serving as an analgesic to acting as a soothing muscle relaxant. Cannabis also functions as a saliva reducer, and so it has the ability to reduce symptoms of uncontrollable drooling that is common among those with ALS. Additionally, cannabis has been found successful in use as an antidepressant, results which have also been confirmed by an anonymous, self-reported survey of ALS patients conducted by the the MDA/ALS Center at the University of Washington.

Most importantly, however, is that a 2010 study found that cannabis offered anti-oxidative, anti-inflammatory, and neuroprotective effects when tested on laboratory mice. The researchers found that cannabis slowed the progression of the disease and prolonged cell survival, ultimately concluding that “it is reasonable to think that cannabis might significantly slow the progression of ALS, potentially extending life expectancy and substantially reducing the overall burden of the disease.”

While this information may seem incredibly relieving to anyone who suffers from ALS, only 34 percent of Americans live in the 23 states, and the District of Columbia, that currently recognize the important medical uses of cannabis.

Read the whole thing.

Hat Tip: Students for Liberty Twitter feed.

16 Sep 20:30

College students learning COBOL make more money

September 15, 2014, 10:32 AM

I had the great pleasure of speaking with Professor Leon Kappelman, Ph.D. He is the Director Emeritus, Information Systems Research Center in the Information Technology and Decision Sciences Department (ITDS) at the College of Business, University of North Texas (UNT).

Just by chance, Prof. Kappelman saw my ITworld blog titled COBOL will Outlive Us All and contacted me to tell me about a joint venture that UNT has with IBM and how his graduates get high-paying jobs with major US corporations that have COBOL based applications running within their data centers.

He said that many years ago they took COBOL out of the department’s Business Computer Information Systems (BCIS) curriculum because it was thought of as an outdated technology. Then, a few years ago they added it back in as two one semester electives at the suggestion of their advisory committee. As you may expect, this class teaches the full cast of characters needed to be a successful COBOL programmer including the IBM mainframe operating system, Job Control Language (JCL) and, of course the COBOL programming language.

Leon went on to say, that offering COBOL at the university was a win-win for everyone concerned. First, and most important, it was a win for the students who took the elective. Their average salary upon graduation was approximately $10,000 higher than their peer BCIS graduates who didn’t take the electives. Second, it was a win for the university’s corporate business partners because they had the ability to hire highly qualified college graduates who were willing and able to program in COBOL. It was also a win for IBM, who is helping create the next generation of COBOL programmers. Lastly, it was a win for the university by successfully maximizing the career skills and, thus the marketability of its students.

I asked Leon why he thought these students did so well financially upon graduation. He said to me that there are simply not enough people in the profession who have these skills and skill scarcity drives higher salaries. I then asked if he knew what career directions these students could go if they began their careers programming in a legacy technology. He reminded me that COBOL was not their only technical skill, they were trained in state-of-the-art programming technologies like Java and .NET, industry database technologies and all the other subjects that warrant a degree in BCIS, COBOL was just another arrow in their quiver.

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12 Sep 20:45

Urna eletrônica. Transparência é segurança

Adam Victor Brandizzi

A urna é um grande avanço, mas realmente o TSE tá com poder demais.

redacaoestadao

quarta-feira 10/09/14

O Brasil é um dos únicos países cujo sistema de votação eletrônica não prevê uma forma de comprovação individual do voto. Mas há outras formas e alguns países vizinhos têm modelos bastante interessantes.

Por Silvana Batini Cesar Góes*

O comprador insere o cartão de crédito na máquina e o vendedor pergunta: “quer o comprovante do cliente”? O indivíduo hesita, mas leva o comprovante consigo. Afinal, ainda no mês passado um conhecido teve o cartão clonado. Melhor ter o papelzinho na mão.

Na urna eletrônica, digita os números de seus candidatos e sai sem nenhuma comprovação de que sua vontade foi fielmente registrada no sistema ou se sofreu alguma alteração fraudulenta. Precisa ter fé.

O Brasil é um dos únicos países cujo sistema de votação eletrônica não prevê uma forma de comprovação individual do voto. Esta previsão chegou a ser incluída na lei, mas o STF considerou-a inconstitucional, por violar a regra do voto secreto. De fato, em um país onde a venda de voto e os currais eleitorais ainda são frequentes, imaginar que um eleitor possa sair da urna com o espelho de seu voto pode, de certa forma, incentivar esta prática e garanti-la. Mas há outras formas e alguns países vizinhos têm modelos bastante interessantes.

A questão no Brasil parece simbólica. Migramos, na década de noventa, de um modelo rudimentar de votos em papel para um sistema informatizado e pioneiro. Era arrojado, seguro   e genuinamente brasileiro. Desde então, duvidar da sua confiabilidade passou a ser coisa de gente afeita a teses conspiratórias e lendas urbanas.

Os sistemas empregados nas eleições brasileiras são desenvolvidos e supervisionados pelo TSE. Submetem-se a critérios formais de controle e fiscalização por parte da OAB, do Ministério Público e dos partidos políticos. Na semana passada, por exemplo, aconteceu a Cerimônia de Assinatura Digital e Lacração dos Sistemas que rodarão nas Eleições 2014. O objetivo é dar um testemunho público da segurança e da credibilidade dos softwares que serão usados.

A dinâmica do mundo digital, todavia, parece não se encaixar em esquemas formais de controle. Por este motivo, era saudável a iniciativa que o TSE vinha mantendo de desafiar especialistas a encontrar vulnerabilidades no sistema, tal como vários países ainda fazem. Em 2012 uma equipe da UnB encontrou uma falha que poderia comprometer o sigilo da votação. Nas eleições deste ano não houve desafio.Por enquanto, não há registro de que vulnerabilidades possam comprometer o resultado das eleições. De toda sorte, exigir transparência na condução dos processos de escolha e proteção dos sistemas de votação não significa retrocesso ou alarmismo, muito menos afeição a teses conspiratórias. Também não implica em rejeitar o sistema atual. Mas compará-lo com modelos de outros países e incluir a comunidade científica na crítica pode contribuir para aperfeiçoá-lo.

A expressão da vontade popular pelo voto não pode ser um ato de fé. Não há espaço para dogmas quando se trata de soberania popular.

*Silvana Batini Cesar Góes é professora da FGV Direito Rio

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16 Sep 00:43

A Better Ice-Bucket Challenge

Adam Victor Brandizzi

O cara começa meio que acusando mas desiste de falar mal do desafio no final. Embora concorde que possa haver melhores causas (e isso é crucial de se ter em mente em políticas públicas), também é bom notar que o sucesso da campanha da ELA é resultado de um mercado de ideias. Os proponentes arranjaram um bom jeito de vender a causa, e tiveram sucesso. Acho isso válido.

This has been a summer of sustained outrage: tenth-century zealots committing unspeakable atrocities in Syria and Iraq; a season of violence and hate in Israel and Gaza; and, in Ukraine, the invasion of a sovereign nation by a power-mad autocrat. There has, however, been at least one bright spot on the human frontier: the “ice-bucket challenge,’’ which so far has raised more than a hundred million dollars for the A.L.S. Association, which supports research and care for those living with amyotrophic lateral sclerosis, better known as Lou Gehrig’s disease. Last year, the organization raised less than a quarter of that sum.

Unless you spent the summer in Antarctica, the mechanics of the challenge are no doubt familiar: dump a bucket of ice water on your head or make a donation—most people do both—and then challenge others to do it, too, and post it all on Facebook or some other social-media site. It has been a brilliant campaign, an ever-changing video chain letter, quick, easy to understand, a way to feel good about yourself while dripping, briefly, in ice water during the summer’s hottest days.

George W. Bush did it, and challenged Bill Clinton to do it, too. So did Gisele Bündchen. Matt Damon, who has long been committed to easing sanitation problems in the developing world, used toilet water. Bill Gates’s challenge was very Bill Gates: to drench himself, he designed a new contraption. According to the BBC, more than two million ice-bucket-related videos have been posted on Facebook, and twenty-eight million people have uploaded, commented on, or liked ice-bucket-related posts. Justin Bieber’s video, on Instagram, has more than a million “like”s.

It would seem churlish, then, to argue that all of this cheerful decency has been misplaced. A.L.S. is a horrible disease, causing intense suffering to its victims and to all those who love them. In a world with unlimited resources and bottomless generosity, A.L.S. research would deserve ten, even twenty times the money that it has just received. But we don’t live in such a world. And, while most people are repulsed by the idea, when we spend money on saving and prolonging some lives, we are making judgments about how much those lives (and others that we don’t try as hard to save) are worth.

Are people participating in the ice-bucket challenge because it is about A.L.S.? Let’s say that the meme had been devoted to fighting breast cancer, unsafe drinking water, Huntington’s disease, or Alzheimer’s. Would fewer people have participated? I doubt it. Once again, let me stress that I don’t think it is possible to question the good intentions of those who have anted up for A.L.S. But outcomes are another matter.

Ever since the nineteen-eighties, when ACT UP demanded (and received) increased focus on and money for AIDS treatment and research—which, until then, had been relatively neglected—medical funding in the United States has been based as much on who is lobbying for which illness as on the impact of the disease. Particularly in the age of the Internet, people often confuse what is right with what is popular or “viral.” Richard Posner made this point best, in “Economic Analysis of Law.” “The true utterance,’’ he wrote, is like the “brand of beer that commands ninety-five percent of the market and the false brand only five percent.”

But does it? Every life has equal value, but every cause does not. It’s estimated that A.L.S. kills more than a hundred thousand people a year, worldwide. Malaria kills at least five times that many; a million people die from tuberculosis. It should also be noted that people with TB or malaria can be treated, and cured, for a small fraction of the cost of treating somebody with A.L.S. As the philosopher William MacAskill recently wrote, “All people have an equal right to a happy, flourishing life; but some ways of spending money help more people, and help them to a greater extent, than others. This means we need to have a conversation about what the most effective ways of donating are.”

That is a conversation that almost nobody wants to have. In 1993, the World Bank came up with a new way for public-health officials to calculate the relationship between disability and the value of life. In the bank’s annual development report, economists focussed, for the first time, on the concept of the “disability-adjusted life year,” or DALY, a measure that has come to serve as the standard for how to assess the burden of a disease. Previously, the impact of an illness—cancer, the common cold, and everything in between—had usually been evaluated on the basis of how likely it was to kill you.

But life without good health also carries enormous costs for individuals, families, and societies. The disability-adjusted life year combines years of potential life lost owing to premature death with years of productive life lost to disability. Blindness is an example of a health problem that, while not fatal, can dramatically reduce one’s quality of life or ability to function within society. Alzheimer’s disease is another. (And so, of course, is A.L.S., a degenerative disease that destroys motor neurons and robs its sufferers of voluntary muscle movement, sometimes over years, often virtually paralyzing them before they die.)

The DALY metric has flaws, but it does make rough comparisons possible. The drug Riluzole, for example, slows the symptoms of A.L.S. and, on average, extends a patient’s life by three months. In the United States, that costs about fifty thousand dollars and would provide, by the World Bank’s standards, one disability-adjusted life year. Yet, as MacAskill points out, if we spent the same fifty thousand dollars on bed nets to prevent malaria, it would buy five hundred times as many life years by preventing the deaths of children.

By all means, keep dumping those buckets on your heads, and keep writing the checks. Occasionally, though, it might be worth sending them to an organization that fights malaria, or some other disease that threatens the lives of tens of million of people each year. The videos, the icy screams, and the crazy challenges will be just as much fun.

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17 Sep 13:52

Bible-pushing Christians open the door for Satanic activity books in Florida schools

The Satanic Children's Big Book of Activities ( The Satanic Temple)

The Satanic Temple has responded to an Orange County, Florida decision to disseminate religious materials in public school by creating complementary materials that espouse the philosophy and practice of Satanism.

Last month, a Florida judge ruled that if the Orange County school district allowed Christian groups to disseminate Bibles and Christian-oriented religious materials in its schools, it would also have to allow atheist groups to do the same.

David Williamson of the Central Florida Free Thought Community — who recently fought against Brevard County’s attempt to ban atheists from offering invocations at public meetings — sued the district over its initial unwillingness to allow atheist literature with titles like “Jesus Is Dead” and “Why I Am Not a Muslim” in the schools.

A judge dismissed that case after the school board decided to allow the materials.

The Satanic Temple took advantage of this decision, deciding to flood Orange County schools with a pamphlet entitled The Satanic Children’s Big Book of Activities that contains kid-friendly Satanic lessons.

“These bullies are mad and afraid of things they don’t understand,” the instructions on the word-jumble reads. “Help Damian use inclusive language to defuse the situation.

The spokesman for the Satanic Temple, Lucien Greaves, explained that his organization “would never seek to establish a precedent of disseminating our religious materials in public schools because we believe our constitutional values are better served by respecting a strong separation of Church and State.”

“However,” he continued, “if a public school board is going to allow religious pamphlets and full Bibles to be distributed to students — as is the case in Orange County, Florida — we think the responsible thing to do is to ensure that these students are given access to a variety of differing religious opinions, as opposed to standing idly by while one religious voice dominates the discourse and delivers propaganda to youth.”

The Satanic Temple made headlines earlier this year when it successfully petitioned the state of Oklahoma to allow it to erect a goat-headed Baphomet statue adjacent to a display of the Ten Commandments.

Greaves made it clear that, in both cases, his organization is only responding to provocations by the Christian community.

““Even as we prefer public policies respecting secularism, we feel that opportunities — such as this — to establish an equal voice for contrasting religious opinions in the public square, tend to favor marginalized, lesser-known, and alternative religions,” he said.

“I am quite certain that all of the children in these Florida schools are already aware of the Christian religion and it’s Bible, and this might be the first exposure these children have to the actual practice of Satanism. We think many students will be very curious to see what we offer.”

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16 Sep 20:30

Josh Haberman: What every computer programmer should know about floating point, part 1

Adam Victor Brandizzi

Cara, nunca visualizei tão bem os números de ponto flutante.

The subject of floating-point numbers can strike vague uncertainty into all but the hardiest of programmers. The first time a programmer gets bitten by the fact that 0.1 + 0.2 is not quite equal to 0.3, the whole thing can seem like an inscrutable mess where nothing behaves like it should.

But lying amidst all of this seeming insanity are a lot of things that make perfect sense if you think about them in the right way. There is an existing article called What Every Computer Scientist Should Know About Floating-Point Arithmetic, but it is very math-heavy and focuses on subtle issues that face data scientists and CPU designers. This article ("What every computer programmer should know...) is aimed at the general population of programmers. I'm focusing on simple and practical results that you can use to build your intuition for how to think about floating-point numbers.

As a practical guide I'm concerning myself only with the IEEE 754 floating point formats single (float) and double that are implemented on current CPUs and that most programmers will come into contact with, and not other topics like decimal floating point, arbitrary precision, etc. Also my goal is to build intuition and show the shapes of things, not prove theorems, so my math may not be fully precise all the time. That said, I don't want to be misleading, so please let me know of any material errors!

Articles like this one are often written in a style that is designed to make you question everything you thought you knew about the subject, but I want to do the opposite: I want to give you confidence that floating-point numbers actually make sense. So to kick things off, I'm going to start with some good news.

Integers are exact! As long as they're not too big.

It's true that 0.1 + 0.2 != 0.3. But this lack of exactness does not apply to integer values! As long as they are small enough, floating point numbers can represent integers exactly.
1.0 == integer(1) (exactly)
5.0 == integer(5) (exactly)
2.0 == integer(2) (exactly)
This exactness also extends to operations over integer values:
1.0 + 2.0 == 3.0 (exactly)
5.0 - 1.0 == 4.0 (exactly)
2.0 * 3.0 == 6.0 (exactly)
Mathematical operations like these will give you exact results as long as all of the values are integers smaller than \(2^{53}\) (for double) or \(2^{24}\) (for float).

So if you're in a language like JavaScript that has no integer types (all numbers are double-precision floating point), and you have an application that wants to do precise integer arithmetic, you can treat JS numbers as 53-bit integers, and everything will be perfectly exact. Though of course if you do something inherently non-integral, like 8.0 / 7.0, this exactness guarantee doesn't apply.

And what if you exceed \(2^{53}\) for a double, or \(2^{24}\) for a float? Will that give you strange dreaded numbers like 16777220.99999999 when you really wanted 16777221?

No — again for integers the news is much less dire. Between \(2^{24}\) and \(2^{25}\) a float can exactly represent half of the integers: specifically the even integers. So any mathematical operation that would have resulted in an odd number in this range will instead be rounded to one of the even numbers around it. But the result will still be an integer.

For example, let's add:
    16,777,216 (2^24)
  +          5
  ------------
    16,777,221 (exact result)
    16,777,220 (rounded to nearest representable float)
You can generally think of floating point operations this way. It's as if they computed exactly the correct answer with infinite precision, but then rounded the result to the nearest representable value. It's not implemented this way of course (putting infinite precision arithmetic in silicon would be expensive), but the results are generally the same as if it had.

We can also represent this concept visually, using a number line:


The green line represents the addition and the red line represents the rounding to the nearest representable value. The tick marks above the number line indicate which numbers are representable and which are not; because these values are in the range \([2^{24}, 2^{25}]\), only the even numbers are representable as float.

This model can also explain why adding two numbers that differ wildly in magnitude can make the smaller one get lost completely:

    16,777,216
  +          0.0001
  -----------------
    16,777,216.0001 (exact result)
    16,777.216      (rounded to nearest representable float)
Or in the number line model:



The smaller number was not nearly big enough to get close to the next largest representable value (16777218), so the rounding caused the smaller value to get lost completely.

This rounding behavior also explains the answer to question number 4 in Ridiculous Fish's excellent article Will It Optimize? It's tempting to have floating-point anxiety and think that transforming (float)x * 2.0f into (float)x + (float)x must be imprecise somehow, but in fact it's perfectly safe. The same rule applies as our previous examples: compute the exact result with infinite precision and then round to the nearest representable number. Since the x + x and x * 2 are mathematically exactly the same, they will also get rounded to exactly the same value.

So far we've discovered that a float can represent:

  • all integers \([0, 2^{24}]\) exactly
  • half of integers \([2^{24}, 2^{25}]\) exactly (the even ones)

Why is this? Why do things change at \(2^{24}\)?

It turns out that this is part of a bigger pattern, which is that floating-point numbers are more precise the closer they are to zero. We can visualize this pattern again with a number line. This illustration isn't a real floating-point format (it has only two bits of precision, much less than float or double) but it follows the same pattern as real floating-point formats:


This diagram gets to the essence of the relationship between floating point values and integers. Up to a certain point (4 in this case), there are multiple floating point values per integer, representing numbers between the integers. Then at a certain point (here between 4 and 8) the set of floating point and integer values are the same. Once you get larger than that, the floating point values skip some integer values.

We can diagram this relationship to get a better sense and intuition for what numbers floats can represent compared to integers:



This plot is just a continuation of what we've said already. The green dots are boring and only appear for reference: they are saying that no matter how large or small your values are for an integer representation like int32, they can represent exactly one value per integer. That's a complicated way of saying that integer representations exactly represent the integers.

But where it gets interesting is when we compare integers to floats, which appear as red dots. The green and red dots intersect at \(2^{24}\); we've already identified this as the largest value for which floats can represent every integer. If we go larger than this, to \(2^{25}\), then floats can represent half of all integers, (\(2^{-1}\) on the graph), which again is what we have said already.

The graph shows that the trend continues in both directions. For values in the range \([2^{25}, 2^{26}]\), floats can represent 1/4 of all integers (the ones divisible by 4). And if we go smaller, in the range \([2^{23}, 2^{24}]\), floats can represent 2 values per integer. This means that in addition to the integers themselves, a float can represent one value in between each integer, that being \(x.5\) for any integer \(x\).

So the closer you get to zero, the more values a float can stuff between consecutive integers. If you extrapolate this all the way to 1, we see that float can represent \(2^{23}\) unique values between 1 and 2. (Between 0 and 1 the story is more complicated).

Range and Precision

I want to revisit this diagram from before, which depicts a floating-point representation with two bits of precision:


A useful observation in this diagram is that there are always 4 floating-point values between consecutive powers of two. For each increasing power of two, the number of integers doubles but the number of floating-point values is constant.

This is also true for float (\(2^{23}\) values per power of two) and double (\(2^{52}\) values per power of two). For any two powers-of-two that are in range, there will always be a constant number of values in between them.

This gets to the heart of how range and precision work for floating-point values. The concepts of range and precision can be applied to any numeric type; comparing and contrasting how integers and floating-point values differ with respect to range and precision will give us a deep intuition for how floating-point works.

Range/precision for integers and fixed-point numbers


For an integer format, the range and precision are straightforward. Given an integer format with \(n\) bits:
  • every value is precise to the nearest integer, regardless of the magnitude of the value.
  • range is always \(2^{n}\) between the highest and lowest value (for unsigned types the lowest value is 0 and for signed types the lowest value is \(-(2^{n-1})\)).
If we depict this visually, it looks something like:



If you ever come across fixed point math, for example the fixed-point support in the Allegro game programming library, fixed point has a similar range/precision analysis as integers. Fixed-point is a numerical representation similar to integers, except that each value is multiplied by a constant scaling factor to get its true value. For example, for a 1/16 scaling factor:

integers equivalent fixed point value
1 1 * 1/16 = 0.0625
2 2 * 1/16 = 0.125
3 3 * 1/16 = 0.1875
4 4 * 1/16 = 0.25
... ...
16 16 * 1/16 = 1
... ...

Like integers, fixed point values have a constant precision regardless of magnitude. But instead of a constant precision of 1, the precision is based on the scaling factor. Here is a visual depiction of a 32-bit fixed point value that uses a 1/16 (\(1/2^{4}\)) scaling factor. Compared with a 32-bit integer, it has 16x the precision, but only 1/16 the range:

The fixed-point scaling factor is usually a fractional power of two in (ie. \(1/2^{n}\) for some \(n\)), since this makes it possible to use simple bit shifts for conversion. In this case we can say that \(n\) bits of the value are dedicated to the fraction.



The more bits you spend on the integer part, the greater the range. The more bits you spend on the fractional part, the greater the precision. We can graph this relationship: given a scaling factor, what is the resulting range and precision?


Looking at the first value on the left, for scaling factor \(2^{-16}\) (ie. dedicating 16 bits to the fraction), we get a precision of \(2^{16}\) values per integer, but a range of only \(2^{16}\). Increasing the scaling factor increases the range but decreases the precision.

At scaling factor \(2^{0} = 1\) where the two lines meet, the precision is 1 value per integer and the range is \(2^{32}\) — this is exactly the same as a regular 32-bit integer. In this way, you can think of regular integer types as a generalization of fixed point. And we can even use positive scaling factors: for example with a scaling factor of 2, we can double the range but can only represent half the integers in that range (the even integers).

The key takeaway from our analysis of integers and fixed point is that we can trade off range and precision, but given a scaling factor the precision is always constant, regardless of how big or small the values are.

Range/precision for floating-point numbers


Like fixed-point, floating-point representations let you trade-off range and precision. But unlike fixed point or integers, the precision is proportional to the size of the value.

Floating-point numbers divide the representation into the exponent and the significand (the latter is also called the mantissa or coefficient). The number of bits dedicated to the exponent dictates the range, and the number of bits dedicated to the significand determines the precision.



We will discuss the precise meanings of the exponent and significand in the next installment, but for now we will just discuss the general patterns of range and precision.

Range works a little bit differently in floating-point than in fixed point or integers. Have you ever noticed that FLT_MIN and DBL_MIN in C are not negative numbers like INT_MIN and LONG_MIN? Instead they are very small positive numbers:
#define FLT_MIN     1.17549435E-38F
#define DBL_MIN     2.2250738585072014E-308
Why is this?

The answer is that floating point numbers, because they are based on exponents, can never actually reach zero or negative numbers "natively". Every time you decrease the exponent you get closer to zero but you can never actually reach it. So the smallest number you can reach is FLT_MIN for float and DBL_MIN for double. (denormalized numbers can go smaller, but they are considered special-case and are not always enabled. FLT_MIN and DBL_MIN are the smallest normalized numbers.)

You may protest that float and double can clearly represent zero and negative numbers, and this is true, but only because they are special-cased. There is a sign bit that indicates a negative number when set.


And when the exponent and significand are both zero, this is special-cased to be the value zero. (If the exponent is zero but the significand is non-zero, this is a denormalized number; a special topic for another day.)


Put these two special cases together and you can see why positive zero and negative zero are two distinct values (though they compare equal).

Because floating-point numbers are based on exponents, and can never truly reach zero, the range is defined not as an absolute number, but as a ratio between the largest and smallest representable value. That range ratio is entirely determined by the number of bits alloted to the exponent.

If there are \(n\) bits in the exponent, the ratio of the largest to the smallest value is roughly \(2^{2^{n}}\). Because the \(n\)-bit number can represent \(2^{n}\) distinct values, and since those values are themselves exponents we raise 2 to that value.

We can use this formula to determine that float has a range ratio of roughly \(2^{256}\), and double has a range ratio of roughly \(2^{2048}\). (In practice the ranges are not quite this big, because IEEE floating point reserves a few exponents for zero and NaN).

This alone doesn't say what the largest and smallest values actually are, because the format designer gets to choose what the smallest value is. If FLT_MIN had been chosen as \(2^0\ = 1\), then the largest representable value would be \(2^{256} \approx 10^{77}\).

But instead FLT_MIN was chosen as \(2^{-126} \approx 10^{-37}\), and FLT_MAX is \(\approx 2^{128} \approx 3.4 \times 10^{38}\). This gives a true range ratio of \(\approx 2^{254}\), which roughly lines up with our previous analysis that yielded \(2^{256}\) (reality is a bit smaller because two exponents are stolen for special cases: zero and NaN/infinity).

What about precision? We have said several times that the precision of a floating-point value is proportional to its magnitude. So instead of saying that the number is precise to the nearest integer (like we do for integer formats), we say that a floating-point value is precise to \(X\%\) of its value. Using our sample from before of an imaginary floating point format with a two-bit significand, we can see:


So at the low end of each power of two, the precision is always 25% of the value. And at the high end it looks more like:


So for a two-bit significand, the precision is always between 12.5% and 25% of the value. We can generalize this and say that for an \(n\)-bit significand, the precision is between \(1/2^{n}\) and \(1/(2^{n+1})\) of the value (ie. between \(\frac{100}{2^{n}}\%\) and \(\frac{100}{2^{n+1}}\%\) of the value. But since \(1/2^{n}\) is the worst case, we'll talk about that because that's the figure you can count on.

We have finally explored enough to be able to fully compare/contrast fixed-point and integer values with floating point!

range precision
fixed point
and
integer
scalar (high - low)
\(2^{n} \times \text{scaling factor}\)
absolute/constant
equal to the scaling factor
floating point ratio (high / low)
\(2^{2^{e}}\)
relative (X%)
\(\frac{100}{2^{n}} \%\) (worst case)

If we apply these formulas to single-precision floating point vs. 32-bit unsigned integers, we get:

range precision
integer \(2^{32}\) 1
floating point \(2^{256} / 1\) 0.00001% (worst case)

Practical trade-offs between fixed/floating point

Let's step back for a second and contemplate what all this really means, for us humans here in real life as opposed to abstract-math-land.

Say you're representing lengths in kilometers. If you choose a 32-bit integer, the shortest length you can measure is 1 kilometer, and the longest length you can measure is 4,294,967,296 km (measured from the Sun this is somewhere between Neptune and Pluto).

On the other hand, if you choose a single-precision float, the shortest length you can measure is \(10^{-26}\) nanometers — a length so small that a single atom's radius is \(10^{24}\) times greater. And the longest length you can measure is \(10^{25}\) light years.

The float's range is almost unimaginably wider than the int32. And what's more, the float is also more accurate until we reach the magic inflection point of \(2^{24}\) that we have mentioned several times in this article.

So if you choose int32 over float, you are giving up an unimaginable amount of range, and precision in the range \([0, 2^{24}]\), all to get better precision in the range \([2^{24}, 2^{32}]\). In other words, the int32's sole benefit is that it lets you talk about distances greater than 16 million km to kilometer precision. But how many instruments are even that accurate?

So why does anyone use fixed point or integer representations?

To turn things around, think about time_t. time_t is a type defined to represent the number of seconds since the epoch of 1970-01-01 00:00 UTC. It has traditionally been defined as a 32-bit signed integer (which means that it will overflow in the year 2038). Imagine that a 32-bit single-precision float had been chosen instead.

With a float time_t, there would be no overflow until the year 5395141535403007094485264579465 AD, long after the Sun has swallowed up the Earth as a Red Giant, and turned into a Black Dwarf. However! With this scheme the granularity of timekeeping would get worse and worse the farther we got from 1970. Unlike the int32 which gives second granularity all the way until 2038, with a float time_t we would already in 2014 be down to a precision of 128 seconds — far too coarse to be useful.

So clearly floating point and fixed point / integers all have a place. Integers are still ideal for when you are counting things, like iterations of a loop, or for situations like a time counter where you really do want a constant precision over its range. Integer results can also be more predictable since the precision doesn't vary based on magnitude. For example, integers will always hold the identity x + 1 - 1 == x, as long as x doesn't overflow. The same can't be said for floating point.

Conclusion

There is more still to cover, but this article has grown too long already. I hope this has helped build your intuition for how floating point numbers work. In the next article(s) in the series, we'll cover: the precise way in which the value is calculated from exponent and significand, fractional floating point numbers, and the subtleties of printing floating-point numbers.
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16 Sep 22:56

Will It Optimize?

Adam Victor Brandizzi

Errei todos :(

Will It Optimize?

July 23rd, 2010

See how well you know (or can anticipate) gcc's optimizer. For each question, the left box contains some code, while the right box contains code that purports to do the same thing, but that illustrates a particular optimization. Will gcc apply that optimization? Put another way, will the code on the left be as fast as the code on the right, when compiled with an optimizing gcc?

I used a pretty ancient gcc 4.2.1 for these tests. If newer versions have different behavior, please leave a comment.

Beware: not all proposed optimizations are actually valid!

1. Recursion elimination

Can GCC replace recursive functions with a loop?

int factorial(int x) {
   if (x > 1) return x * factorial(x-1);
   else return 1;
}
int factorial(int x) {
   int result = 1;
   while (x > 1) result *= x--;
   return result;
}
2. Loop-invariant strlen()

Will GCC hoist out strlen()?

unsigned sum(const unsigned char *s) {
   unsigned result = 0;
   for (size_t i=0; i < strlen(s); i++) {
      result += s[i];
   }
   return result;
}
unsigned sum(const unsigned char *s) {
   unsigned result = 0;
   size_t length = strlen(s);
   for (size_t i=0; i < length; i++) {
      result += s[i];
   }
   return result;
}
3. Multiplication by 2 to addition - integer

Will GCC transform an integer multiplication by 2 to addition?

int double_it(int x) {
   return x * 2;
}
int double_it(int x) {
   return x + x;
}
4. Multiplication by 2 to addition - floating point

Will GCC transform a floating point multiplication by 2 to addition?

float double_it(float x) {
   return x * 2.0f;
}
float double_it(float x) {
   return x + x;
}
5. Division by 2 to right shift

Will GCC transform an integer division by 2 to a right shift?

int halve_it(int x) {
   return x / 2;
}
int halve_it(int x) {
   return x >> 1;
}
6. If-else chains to switch statements

Will GCC apply the same optimizations to if-else chains as it does to switch statements?

void function(int x) {
   if (x == 0) f0();
   else if (x == 1) f1();
   else if (x == 2) f2();
   else if (x == 3) f3();
   else if (x == 4) f4();
   else if (x == 5) f5();
}
void function(int x) {
   switch (x) {
      case 0: f0(); break;
      case 1: f1(); break;
      case 2: f2(); break;
      case 3: f3(); break;
      case 4: f4(); break;
      case 5: f5(); break;
   }
}
Summing up

It is tempting to think of compiler optimizations as reducing the constant in your program's big-O complexity, and nothing else. They aren't supposed to be able to make your program asymptotically faster, or affect its output.

However, as we saw, they really can reduce the asymptotic complexity in space (question 1) and time (question 2). They can also affect calculated results (discussion of question 4) and maybe even whether your program goes into an infinite loop (see here).

On the flip side, several "obvious" optimizations are subtly incorrect and so will not be performed by the compiler, especially when they involve floating point. If your floating point code is demonstrably a bottleneck and you don't need exact precision or care about special FP values, you may be able to realize a speedup by doing some optimizations manually. However, untying the compiler's hands through options like -ffast-math is probably a better idea, and then only for the affected files, since these flags have a global impact.

And lastly, this isn't meant to be a prescriptive post, but we all know why micro-optimizing is usually a mistake: it wastes your time, it's easy to screw up (see question 5), and it typically produces no measurable speedup.

Code smart, and be safe out there!

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17 Sep 11:00

Por que ninguém fala dos cristãos falangistas libaneses inspirados por Hitler?

by Gustavo Chacra

É comum afirmarem que o Mufti de Jerusalém, palestino, foi aliado de Hitler, como hoje escreveu um articulista na Folha. Mas raramente lembram que Pierre Gemayel, um dos líderes cristãos libaneses na primeira metade do século 20, visitou a Alemanha Nazista nas Olimpíadas de 1936 e, de tão impressionado com Hitler, voltou ao Líbano e criou um partido, o Kataeb (Falange, em árabe), de ideologia fascista e antissemita. Gemayel nunca escondeu sua admiração por Hitler e educou seus filhos com esta ideologia.

Nos anos 1980, Israel, ao invadir o Líbano, se aliou justamente a estes falangistas inspirados por Hitler, comandados por Bashir Gemayel e acusados pela mortes de uma série de outros líderes cristãos das famílias Frngieh e Chamoun, com ideologias bem mais moderados. Em parte, mesmo sendo cristãos, os falangistas foram responsáveis pelo enfraquecimento do cristianismo no Líbano.

A aliança entre Israel e os falangistas libaneses, que idolatravam Hitler e possuíam uma saudação nazista entre seus membros, culminou no massacre de Sabra e Shatila, o maior em um mesmo dia na história recente do Mundo Árabe – supera Bashar al Assad, o ISIS e mesmo o regime do Marechal Sissi, em segundo lugar. Calcula-se que até 3 mil palestinos morreram muitas vezes cortados em pedaços pelos milicianos falangistas cristãos há exatos 32 anos nestes campos em Beirute cercados e controlados por Israel. Os EUA e mesmo e até a Justiça de Israel condenaram Ariel Sharon pelo envolvimento indireto no massacre. A ação ocorreu depois da morte de Bashir em atentado atribuído aos palestinos – nunca ficou provado quem seriam os responsáveis.

Anos depois, no norte do Líbano, em um carro com falangistas libaneses, eu e um amigo meu americano judeu perguntamos a eles se preferiam sunitas ou xiitas – “São todos péssimos”, responderam. E os palestinos, perguntamos – “São como vírus”. Dos israelenses vocês gostam? “Judeus são franguinhos fracos. Precisam dez deles super bem armados para dar um soldado cristão libanês”. Nem dos cristãos armênios vocês gostam? “Armênio diz que é libanês quando estamos paz, mas quando começa a guerra vem dizer que são armênios”

Não custa lembrar que 1) tenho origem cristã libanesa e 2) os falangistas eram populares entre os cristãos, mas não representavam de forma alguma o pensamento do cristianismo libanês e 3) hoje a Falange ainda existe, mas perdeu bastante força

Não sei como faz para publicar comentários. Portanto pediria que comentem no meu Facebook (Guga Chacra)  e no Twitter (@gugachacra), aberto para seguidores

Guga Chacra, comentarista de política internacional do Estadão e do programa Globo News Em Pauta em Nova York, é mestre em Relações Internacionais pela Universidade Columbia. Já foi correspondente do jornal O Estado de S. Paulo no Oriente Médio e em NY. No passado, trabalhou como correspondente da Folha em Buenos Aires

Comentários islamofóbicos, antissemitas, anticristãos e antiárabes ou que coloquem um povo ou uma religião como superiores não serão publicados. Tampouco são permitidos ataques entre leitores ou contra o blogueiro. Pessoas que insistirem em ataques pessoais não terão mais seus comentários publicados. Não é permitido postar vídeo. Todos os posts devem ter relação com algum dos temas acima. O blog está aberto a discussões educadas e com pontos de vista diferentes. Os comentários dos leitores não refletem a opinião do jornalista

Acompanhe também meus comentários no Globo News Em Pauta, na Rádio Estadão, na TV Estadão, no Estadão Noite no tablet, no Twitter @gugachacra , no Facebook Guga Chacra (me adicionem como seguidor), no Instagram e no Google Plus. Escrevam para mim no gugacha

16 Sep 22:35

In a Word

by Greg Ross

tongue-shot
n. speaking or talking distance, voice-range

Inhabitants of La Gomera, a small mountainous island in the Canary group, use a whistled language called the Silbo to communicate over great distances. “This is a form of telephony inferior to ours as regards range, but superior to it in so far as the only apparatus required is a sound set of teeth and a good pair of lungs,” noted Glasgow University phoneticist André Classe in New Scientist in 1958. “The normal carrying power is up to about four kilometres when conditions are good, over twice as much in the case of an exceptional whistler operating under the most favourable circumstances.”

17 Sep 06:16

Day Job

by Greg Ross

https://en.wikipedia.org/wiki/File:Wallace_Stevens.jpg

Despite being a Pulitzer Prize-winning poet, Wallace Stevens held down a full-time career as an insurance lawyer. He took a job at the Hartford Accident and Indemnity Company in 1916, at age 36, and worked there until his death in 1955.

He composed his poems on hour-long walks that he took during his lunch break, stopping periodically to scribble lines on the half-dozen or so envelopes that were always in his pockets. He would also pause occasionally at work to record fragments of poems, which he kept filed in the lower right-hand drawer of his desk. Then he would hand the collected fragments to his secretary for typing.

He was promoted to vice president in 1934 but declined all further opportunities for advancement. His colleagues knew of his poetry, but he avoided talking about it, and he earned a reputation as “the grindingest guy … in executive row”: Working diligently and largely alone, he came to be considered “the dean of surety-claims men in the whole country” and “absolutely the diamond in the tiara” of his company.

“I find that having a job is one of the best things in the world that could happen to me,” he once wrote. “It introduces discipline and regularity into one’s life. I am just as free as I want to be and of course I have nothing to worry about about money.”

17 Sep 01:28

UK company working on a Hoverbike

16 Sep 10:00

Assembleia mais sucateada do país não tem telefone fixo nem computador

ESTÊVÃO BERTONI, DE MACEIÓ (AL)

Telefonar para a Assembleia Legislativa de Alagoas é impossível, pois linhas fixas na Casa não há. Para acompanhar o andamento de processos, só com muita paciência. Tudo ali é feito a mão.

Palco de recentes escândalos de desvios de verba nos últimos anos, a Casa é única entre os Legislativos do país.

Por mês, recebe cerca de R$ 12 milhões do Estado. Desse total, de R$ 8.000 a R$ 10 mil vão para a compra de material, segundo o presidente, Fernando Toledo (PSDB).

Assembleia Legislativa de Alagoas

Mesmo assim, de acordo com servidores, falta material de escritório. Há setores que promovem vaquinhas para limpar o ar-condicionado.

Toledo nega os problemas e afirma que nunca houve tantos avanços como em sua gestão (leia abaixo).

O blog visitou a Assembleia alagoana no mês passado e constatou a maior parte dos problemas apontados por funcionários.

Pelas mesas, há poucos objetos. A reportagem não viu mais do que cinco computadores. Quase todas as portas ficam trancadas e só um banheiro é aberto ao público.

Nos arquivos, as pastas ficam esparramadas pelo chão, e os documentos, amontados em caixas de papelão.

Eduardo Fernandes, 54, servidor há mais de 30 anos, diz acreditar que a assembleia seja a última repartição pública no Brasil a abandonar a máquina de escrever. Uma IBM elétrica só deixou de ser utilizada no protocolo porque quebrou há alguns meses. Agora, é tudo feito a mão.

A situação é tão crítica que, no mês passado, a equipe do expediente levou duas empregadas para fazer uma faxina geral, afirma Fernandes, diretor de apoio legislativo e presidente da associação de servidores.

Os poucos computadores, doados por um deputado, não são ligados em rede e apresentam defeitos.

“As leis daqui ainda são feitas nos livros. Quando me ligam de Brasília para saber uma informação, respondo que não tenho como passar.”

TELEFONES POR CONTA PRÓPRIA

Alguns deputados decidiram transferir linhas fixas que já possuíam para os gabinetes. As contas são pagas pelos próprios parlamentares. A reportagem encontrou telefone fixo nos gabinetes de três deles: Judson Cabral (PT), Ronaldo Medeiros (PT) e Joãozinho Pereira (PSDB).

“Se o mínimo que a gente precisa não tem, imagine creche, plano de saúde, auxílio transporte. A Assembleia vive se arrastando”, afirma Luciano Vieira, presidente do sindicato dos funcionários.

A insatisfação atinge os deputados. “É uma assembleia sucateada, sem agilidade. O processo de tramitação não é informatizado. É uma via crucis”, diz Judson Cabral (PT).

O deputado João Henrique Caldas (SD) denunciou a existência de uma “biblioteca fantasma”, que recebeu R$ 1 milhão, mas está deserta, como a reportagem constatou.

Em 2013, o deputado abriu as contas da Casa, que expôs problemas como pagamento de R$ 7 milhões a 66 beneficiários do Bolsa Família e a existência de mortos na folha de pessoal. A Mesa Diretora foi afastada por 70 dias e responde a três ações ainda não julgadas.

“Com o dinheiro que tem, era para ser uma das Assembleias mais modernas. É uma Casa que, se fechasse, não iria fazer diferença para o povo alagoano”, afirma Caldas.

Sérgio Jucá, procurador-geral de Justiça de Alagoas, diz que falta “decência” ao Legislativo estadual.

Ele diz que, em retaliação às apurações da Promotoria sobre as denúncias, a Assembleia reduziu neste ano de R$ 13 milhões para R$ 2 milhões a proposta do Ministério Público para despesas próprias de custeio. Toledo nega.

Dos 27 deputados estaduais de Alagoas, 19 vão tentar a reeleição, cinco podem ser substituídos por parentes, um não registrou candidatura e dois anunciaram que vão deixar a vida pública.

OUTRO LADO

O presidente da Assembleia Legislativa de Alagoas, Fernando Toledo (PSDB), minimizou a falta de estrutura e material na Casa.

Segundo ele, que chegou a ser afastado do cargo no ano passado após denúncias de desvios de verba, a Mesa Diretora da Casa concluiu, por exemplo, que não há necessidade de telefones fixos.

“As pessoas acham que equipamento público é de ninguém. Chegavam contas muito altas”, diz.

A verba para a biblioteca, afirmou, foi cortada e o espaço fechou por falta de uso. “Estive conversando com outros presidentes e ninguém acessa a biblioteca de nenhum Poder”, afirma.

Toledo disse que o fechamento de banheiros é eventual. “Pode haver manutenção, mas está tudo normal.”

O presidente afirmou que há licitação em curso para informatização de setores e que “nunca na história do Parlamento alagoano houve tantos avanços” como agora.

Ele negou que a Casa tenha cortado verba do Ministério Público em retaliação a investigações em andamento.

“Foi uma avaliação técnica. Tenho relação muito boa com todos os promotores”, afirmou Toledo, que não tentará a reeleição. Seu filho Bruno Toledo (PSDB) é candidato a uma vaga na Casa.

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22 Aug 04:50

The Secret Playbook of Internet Trolls

by George Washington

Pleased to meet you
Hope you guess my name
What’s confusing you
Is the nature of my game

- The Rolling Stones

The reason that Internet trolls are effective is that people still don’t understand their game.

There are 15 commonly-used trolling tactics to disrupt, misdirect and control internet discussions.

As one interesting example, trolls start flame wars because – according to two professors – swearing and name-calling shut down our ability to think and focus.

And trolls will often spew divisive attacks so that people argue against each other, instead of bad actions and policies of the powers-that-be.   For example, trolls will:

Start a religious war whenever possible using stereotypes like “all Jews are selfish”, “all Christians are crazy” or “all Muslims are terrorists”.

Yesterday, the alternative news site Common Dreams caught a troll using scores of different user names to spew anti-Semitic bile. (Common Dreams discovered that the same troll was behind the multiple user names by tracking their IP addresses. And the troll confessed to Common Dreams.)

The troll is a “a Jewish Harvard graduate in his thirties who was irritated by the website’s discussion of issues involving Israel”.

He posted anti-Semitic diatribes – such as Hitler should have finished the job and killed all Jews – using one alias.  Then – a couple of minutes later – he’d post an attack on the first poster using a different alias, claiming that criticism of Israel is the same thing as anti-Semitism.  (Note: Holocaust survivors and Israeli ministers say it’s not.)

Why would a Jew post vile anti-Semitic comments?  Because normal people are offended by – and don’t want to be associated with – pure, naked anti-Semitism, and so they will avoid such discussions.  If the discussion was originally criticizing a specific aspect of Israeli policy, the discussion will break down, and the actual point regarding policy will be lost.

Similarly, anti-Semitic posts weaken websites by making them seem less reputable. Indeed, Common Dreams says that the troll’s anti-Semitic comments drove away many of that site’s largest donors … dealing a severe blow to its continued viability. That’s exactly what trolls spewing anti-Semitic bile are trying to do: shut down logical discussion and discredit and weaken sites which allow rational criticism of policy.

It is well-known that foreign  governments and large companies troll online. See this, this this, and this. For example, the Israeli government is paying students to post pro-Israeli comments online.

And American students are also attempting to influence internet discussion.

While the Common Dreams troll claims that he’s not sponsored by the state of Israel, government  agencies have manipulated  Internet discussion for years. This includes the use of multiple “socket puppet” aliases.  The potential for mischief is stunning.

Unless we learn their game …

16 Sep 15:00

Being Counted: Reporting My Rape at a School Under Title IX Investigation

by Katie Rose Guest Pryal

July 2014

The first thing I have to do is find out X.’s full name. I know his first and last name, but I want to have his middle name. Being able to say all three names has power. Like when I get mad at my kids and say all three names, they know they’re in deep shit.

I don’t even know how to spell X.’s first name properly—it’s a name with a couple of possible spellings. Since I figure he’ll be a practicing doctor now, I just Google him. I don’t think twice. I type his name into the search bar and Google takes me right to his home page. To the page of his plastic surgery practice in one of the wealthiest towns in the United States.

Cheesy synth-jazz plays in the background while I stare into the eyes of my rapist.

I am not prepared for this.

I am not prepared to look into his eyes after so many years. After one doctorate, one marriage, and two children. This is not something I could ever have been prepared for. I hit mute on my computer.

I hate this man. I hate that he has a plastic surgery practice. The menu for the work he does divides women into body parts like “thighs,” “face,” “breasts,” and “torso.” Women’s eyes stare at me through my screen. His homepage looks like a fucking porno site. I get his full name and shut the browser.

I type his name into the rape reporting notes that I’m preparing to bring with me to campus. The notes feel inauthentic when compared to the report of, say, an undergraduate in a moment of crisis. But I know I will fight similar battles to the young women reporting rapes after finding themselves naked in frat house broom closets or basements.

The rape reporting people on campus will want details (details I won’t have.) They will want to tell me what to do with my report (and I will have to resist them.) They will quickly form ideas about what kind of person I am the minute I walk through the door (and those ideas will likely be wrong.)

Because they will want details, I’m preparing notes. My first problem is that I don’t remember the date. Fortunately, I’m detail-obsessed. I’ve kept journals since age thirteen to record everything. So that’s the first place I look to find the date. But, for some reason, I didn’t write down much about X. raping me. I didn’t write down the date. This is very unlike me. (Note to Past Me: What were you thinking?)

No problem, though, because I also keep a detailed calendar. Like, if Adrian Monk decided to keep a calendar, he would be jealous of my calendar. He’d ask me for calendar lessons. I start flipping through my past calendars, year by year, to the calendar for 20-- … and it is gone. Fucking gone. They’re all lined up on the shelf, and that one is missing.

Now, I wouldn’t have written in the calendar “Raped by X.” on whatever day in 20--. But I would have written down when I was flying to visit a guy that I’d just started dating. The reason I was in Chapel Hill at all, instead of in Greensboro where I was attending graduate school, was to stay overnight with my sister so I could fly out of the Raleigh airport the next morning on Southwest Airlines.

In the early morning hours before that flight, X. raped me.

Read more Being Counted: Reporting My Rape at a School Under Title IX Investigation at The Toast.

16 Sep 02:37

¡Os jodéis, ateos! BWAHAHAHAHAHAHAHA...


16 Sep 14:01

Gender-Bending Kids In Afghanistan

by Andrew Sullivan

El fenómeno “Bacha Posh”, niñas afganas obligadas por sus padres a vivir como niños> http://t.co/Vv3KiMGtTB pic.twitter.com/wSaW6QTy3n

— Telecinco.es (@telecincoes) May 21, 2014

In an essay adapted from her forthcoming book, Jenny Nordberg explains why some Afghan families raise their daughters as boys:

Officially, girls like Mehran do not exist in Afghanistan, where the system of gender segregation is among the strictest in the world. But many other Afghans, too, can recall a former neighbor, a relative, a colleague, or someone in their extended family raising a daughter as a son. These children even have their own colloquialism, bacha posh, which literally translates from Dari to “dressed like a boy.”

Midwives, doctors, and nurses I’ve met from all over the provinces are more familiar with the practice than most; they have all known bacha posh to appear at clinics, escorting a mother or a sister, or as a patient who has proven to be of another birth sex than first presumed.

The health workers say that families who disguise their daughters in this way can be rich, poor, educated, or uneducated, or belong to any of Afghanistan’s many ethnic groups. The only thing that binds the bacha posh girls together is their families’ need for a son in a society that undervalues daughters and demands sons at almost any cost. They disguised their girls as boys because the family needed another income through a child who worked and girls aren’t allowed to, because the road to school was dangerous and a boy’s disguise provided some safety, or because the family lacked sons and needed to present as a complete family to the village. Often, as in Kabul, it is a combination of factors. A poor family may need a son for different reasons than a rich family, but no ethnic or geographical reasons set them apart.

16 Sep 05:00

Comic for September 16, 2014

13 Sep 13:12

A campanha que virou piada

Marcelo Rubens Paiva

sexta-feira 12/09/14

  Campanha do Sindicato dos Médicos do Estado do Ceará (SIMEC) pergunta sobre ser operado por médico ou voar com piloto depois de tais profissionais terem fumado maconha.     Virou piada na Internet. E mostra um desconhecimento de causa, o que causa estranheza por se tratar de uma instituição que deveria se pautar pela [...]

Campanha do Sindicato dos Médicos do Estado do Ceará (SIMEC) pergunta sobre ser operado por médico ou voar com piloto depois de tais profissionais terem fumado maconha.

Virou piada na Internet.

E mostra um desconhecimento de causa, o que causa estranheza por se tratar de uma instituição que deveria se pautar pela ausência de preconceitos.

A coxinha é liberada, nem por isso um comandante de avião se entope de coxinha antes de um voo.

Nem de cachaça, Rivotril, Melhoral, energéticos…

E se tais profissionais são responsáveis pelas vidas de outros, como tratam daqueles que precisam de ajuda por estarem em estados alterados?

Aqueles que defendem a liberação da maconha no campo da saúde visam a melhoria da qualidade de vida do paciente, extraem e pesquisam os benefícios da erva, pensam no controle dos riscos da substância ao tirar a penumbra em que vivem usuários e viciados, e livrar cidadãos das consequências da violência e da polícia e prisões.

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12 Sep 22:44

Fotografia quântica revolucionária é desenvolvida por brasileira

Eletrônica

Redação do Site Inovação Tecnológica - 29/08/2014

Brasileira faz demonstração histórica da física quântica
Gabriela idealizou o experimento usando o desenho de um gato entalhado em uma fina pastilha de silício - uma referência ao também famoso Gato de Schrodinger. [Imagem: Gabriela Barreto Lemos et al. - 10.1038/nature13586]

Entrelaçamento quântico

Uma física brasileira realizou uma demonstração impressionante de um dos aspectos mais bizarros e difíceis de compreender da física quântica.

Ela tirou uma foto do desenho de um gato que nunca foi iluminado pelos fótons capturados para gerar a imagem.

Além de demonstrar os princípios da mecânica quântica, o experimento revela uma nova forma de imageamento revolucionária: uma câmera que tira fotos sem que a luz precise iluminar o objeto a ser fotografado.

Gabriela Barreto Lemos é pesquisadora da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e está atualmente fazendo pós-doutorado na Academia Austríaca de Ciências, em Viena.

Seu experimento é uma demonstração cabal do fenômeno do entrelaçamento quântico - ou emaranhamento -, segundo o qual duas partículas podem ficar de tal forma interconectadas que qualquer coisa que aconteça a uma influenciará imediatamente a outra, ainda que elas estejam a anos-luz de distância.

O entrelaçamento quântico é desafiador mesmo para as mentes mais brilhantes - Einstein desdenhou dele chamando-o de "ação fantasmagórica à distância" -, mesmo porque ele desafia o limite de velocidade universal, a velocidade da luz, uma vez que as partículas entrelaçadas parecem trocar informações instantaneamente.

Brasileira desenvolve fotografia quântica revolucionária

Imagem do experimento, mostrando os diferentes caminhos dos dois fluxos de fótons. [Imagem: Universidade de Viena]

Fotografia fantasma

Gabriela idealizou o experimento usando o desenho de um gato entalhado em uma fina pastilha de silício - uma referência ao também famoso Gato de Schrodinger.

Ela produziu pares de fótons entrelaçados e os enviou em duas direções diferentes: enquanto o primeiro fóton podia atravessar o recorte do gato e então se perder, o outro membro de cada par ia direto para um detector, sem nunca passar pelo gato, e sem ter como se comunicar com seu irmão.

A imagem foi gerada pelos fótons coletados pelo detector - aqueles que nunca poderiam ter passado pelo recorte do gato.

Confirmando as predições da teoria quântica, o gato apareceu perfeitamente na fotografia - uma imagem gerada por fótons que nunca passaram pelo objeto que foi fotografado.

Aplicações biológicas

Embora o fenômeno do entrelaçamento quântico não precisasse mais de demonstrações para se comprovar real, o experimento pode ter aplicações práticas em áreas muito diferentes, principalmente porque cada par de partículas entrelaçadas pode ser formado por fótons de energias diferentes.

Assim, um disparador de fótons pode enviar fótons de baixa energia sobre amostras biológicas muito delicadas, enquanto a imagem da amostra é gerada por fótons comuns, na faixa do visível, por uma câmera digital convencional.

Este processo é muito mais simples e direto do que as imagens fantasmas capturadas por câmeras de pixel único.

Gabriela está trabalhando na equipe do professor Anton Zeilinger, que no ano passado surpreendeu os próprios físicos demonstrando que os eventos quânticos independem do espaço e do tempo, o que foi visto com uma espécie de "fim da causalidade".

Bibliografia:

Quantum imaging with undetected photons
Gabriela Barreto Lemos, Victoria Borish, Garrett D. Cole, Sven Ramelow, Radek Lapkiewicz, Anton Zeilinger
Nature
Vol.: 512, 409-412
DOI: 10.1038/nature13586

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12 Sep 20:00

Pendulum Waves with Philip Glass



Pendulum Waves with Philip Glass

12 Sep 21:23

Neste post explico a melhor fórmula para derrotar o ISIS na Síria

by Gustavo Chacra

O melhor dos cenários para a Síria, neste momento, seria a manutenção do regime, mas com a saída de Bashar al Assad, e a inclusão de algumas figuras da oposição doméstica tradicional de Damasco. Um novo líder laico, mesmo sendo integrante do Baath ou das Forças Armadas envolvido nas ações militares, não teria sobre si o peso do nome Assad e poderia reatar as relações com a Turquia, se aproximar dos EUA, sem a necessidade de romper com Rússia, Irã e Hezbollah. Este novo líder, com o regime intacto, poderia ser armado pelos EUA e outros países para enfrentar o ISIS.

Armar grupos opositores supostamente moderados, como pretende Obama, será uma tarefa árdua e que levará muito tempo. Eles são fracos, irrelevantes, aliados da Frente Nusrah (Al Qaeda) e sem apoio popular. A chance de fracasso é enorme. Obviamente, Assad não irá sair por livre e espontânea vontade. Mas em vez de armar rebeldes, os serviços de inteligência dos EUA deveriam há tempos ter organizado um golpe de Estado para derrubá-lo em coordenação com membros das forças de segurança sírios.

Muitos comandantes militares e de milícias pró-governo sírios, sejam eles alauítas, cristãos ou sunitas, estão insatisfeitos com a performance de Assad. Sem dúvida odeiam os rebeldes do ISIS, da Frente Nusrah (Al Qaeda) e mesmo os tais moderados carpinteiros, engenheiros e padeiros, nas palavras de Obama. O regime ainda é a única forma de garantir a segurança de cristãos, alauítas e drusos. Os rebeledes, mesmo os tais moderados, cometerão genocídio se puderem. Nos tempos da Guerra Fria, um golpe provavelmente já teria ocorrido para manter o regime sem Assad. Era comum na América Latina e mesmo no Oriente Médio.

Ou, talvez, tenha havido uma tentativa em meados de 2012, quando o ministro da Defesa, o cunhado de Assad e seu irmão Maher foram alvo de um suposto atentado terrorista. Há quem diga que eles, em coordenação com países do Ocidente, planejavam dar um golpe de Estado e derrubar Bashar. Mas líder sírio, como tradicional Michael Corleone, não iria deixar seu irmãozinho “Fredo” (Maher) dar um golpe.

 Não sei como faz para publicar comentários. Portanto pediria que comentem no meu Facebook (Guga Chacra)  e no Twitter (@gugachacra), aberto para seguidores

Guga Chacra, comentarista de política internacional do Estadão e do programa Globo News Em Pauta em Nova York, é mestre em Relações Internacionais pela Universidade Columbia. Já foi correspondente do jornal O Estado de S. Paulo no Oriente Médio e em NY. No passado, trabalhou como correspondente da Folha em Buenos Aires

Comentários islamofóbicos, antissemitas, anticristãos e antiárabes ou que coloquem um povo ou uma religião como superiores não serão publicados. Tampouco são permitidos ataques entre leitores ou contra o blogueiro. Pessoas que insistirem em ataques pessoais não terão mais seus comentários publicados. Não é permitido postar vídeo. Todos os posts devem ter relação com algum dos temas acima. O blog está aberto a discussões educadas e com pontos de vista diferentes. Os comentários dos leitores não refletem a opinião do jornalista

Acompanhe também meus comentários no Globo News Em Pauta, na Rádio Estadão, na TV Estadão, no Estadão Noite no tablet, no Twitter @gugachacra , no Facebook Guga Chacra (me adicionem como seguidor), no Instagram e no Google Plus. Escrevam para mim no gugacha


15 Sep 00:00

Future Self

Maybe I haven't been to Iceland because I'm busy dealing with YOUR crummy code.
08 Sep 17:33

Afinal, quem são “os evangélicos”?

Homofóbicos, cortejados pela presidente, fundamentalistas. Massa de manobra de Silas Malafaia, conservadores, determinantes no segundo turno das eleições. De tanto que se falou sobre os evangélicos nas últimas semanas, nos jornais e nas redes sociais, talvez caiba uma pergunta: afinal, quem são “os evangélicos”?

A resposta mais honesta não poderia ser mais frustrante: os evangélicos são qualquer pessoa, todo mundo, ou, mais especificamente, ninguém. São uma abstração, uma caricatura pintada a partir do que vemos zapeando pelos canais abertos misturado ao que lemos de bizarro nos tabloides da internet com o que nosso preconceito manda reforçar. Dizer que “o voto dos evangélicos decidirá a eleição” é tão estúpido quanto dizer a obviedade de que 22,2% dos brasileiros decidirão a eleição. Dizer que “os evangélicos são preconceituosos”, significa dizer que o ser humano é preconceituoso. É não dizer nada, na verdade.

Acreditar que há uma hegemonia de pensamento, de comportamento ou de doutrina evangélica é, em parte, exatamente acreditar no que Silas Malafaia gosta de repetir, mas é, em parte, desconhecer a história. A diversidade de pensamento é a razão de existir da reforma protestante. E continuou sendo pelos séculos seguintes, quando as igrejas reformadas do século 16 deram origem ao movimento evangélico, aos pentecostais, e estes aos neopentecostais, todos microdivididos até o limite do possível, graças, novamente, à diversidade de pensamento – sobre forma de governo, vocação e pequenos e grandes pontos doutrinários. E boa parte dessas denominações não tem sequer organização central nem “presidência”, muito menos representantes possíveis, com as decisões sendo tomadas nas comunidades locais, por votação democrática.

Assim como não existe “os evangélicos” também não existe “os pentecostais”, nem “os assembleianos”: dizer que Malafaia é o “papa da Marina Silva” como disse Leonardo Boff, apenas porque ambos são membros da Assembléia de Deus, é ignorar que, por trás dos 12,3 milhões de membros detectados pelo IBGE, a denominação é rachada entre ministérios Belém, Madureira, Santos, Bom Retiro, Ipiranga, Perus e diversos outros, cada um com seu líder, sua politicagem e sua aplicação doutrinária. A Assembléia de Deus Vitória em Cristo de Malafaia, aliás, sequer pertence à Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil.

Ignorância parecida se manifesta em relação ao uso do termo “fundamentalista”, como sinônimo de “literalista”, aquele incapaz de metaforizar as verdades morais dos livros da Bíblia. A teologia cristã debate há dois mil anos sobre a observação, interpretação e aplicação dos escritos sagrados, quais são alegóricos e quais são históricos, quais são “poesias” e quais devem ser tomados ao pé da letra. O deputado Jean Wyllys, colunista da Carta Capital, do alto de alguma autoridade teológica presumida, já chegou à sua conclusão: o que não for leitura liberal, é fundamentalista e, portanto, uma ameaça às minorias oprimidas. (Liberalismo teológico é uma corrente do final do século 19 que propôs uma leitura crítica das escrituras, completamente alegorizada, negando sua autoridade sobrenatural, a existência dos milagres, e separando história e teologia).

Só que isso simplesmente não é verdade. Dentro da multifacetação das igrejas de tradição evangélicas, há as chamadas “inclusivas”, mas há diversas igrejas históricas, tradicionais, teologicamente ortodoxas, que acreditam nos absolutos da “sola scriptura” da Reforma Protestante, mas que têm política acolhedora e amorosa com as minorias. Algumas criaram pastorais para tratar da questão homossexual, outras trabalham para integrá-los em seus quadros leigos; ou, ainda, como disse o pastor batista Ed René Kivitz, estão mais dispostos a aprender como tratar “uma pessoa que está diante de mim dizendo ter sido rejeitado pela família, pela igreja” do que discutir a literalidade dos textos do Velho Testamento.

O panorama da questão pode ser melhor entendido em Entre a cruz e o arco-íris: A complexa relação dos cristãos com a Homoafetividade (de Marília de Camargo César, da Editora Autêntica), livro que tive a honra de editar. Nele, o pastor batista e sociólogo americano Tony Campolo, ex-conselheiro do presidente Bill Clinton, diz: “Se você vai dizer à comunidade homossexual que em nome de Jesus você a ama (...) não teria que lutar por políticas públicas que demonstrem que você as ama? Pode haver amor sem justiça? Eu luto pela justiça em favor de gays e lésbicas, porque em nome de Jesus Cristo eu os amo.” Campolo, entretanto, faz distinção entre direitos e casamento: “O governo não deve se envolver nem declarar, de forma alguma, o que é casamento, quem pode ou não se casar”, ele disse. “Governo existe para garantir os direitos das pessoas. Casamento é um sacramento da igreja – governos não devem decidir quem deve ou não receber esse sacramento.” Campolo acredita que esta será a visão dominante entre cristãos americanos “em cinco ou seis anos”.

Entre os evangélicos brasileiros, há quem pense desde já como Campolo – distinguindo união civil de casamento. Há quem pense de forma ainda mais radical: que a união civil, com implicações patrimoniais e status de família, deveria valer não apenas para casais homossexuais, mas para irmãos, primos ou quem quer que se entenda como família. Há quem defenda o acolhimento dos gays nas igrejas, mas que se reserve o celibato para eles. Quem, embora sabendo que mais da metade das famílias brasileiras já não são no formato pai-mãe-filhos, ainda luta para restabelecer esse padrão idealizado. Há, sim, quem acredite que o seu conjunto de doutrinas e o seu modo de vida são fundamentais. Há aqueles ainda que, enquanto discutimos aqui, estão mais preocupados se a melhor tradução do grego é a João Ferreira de Almeida ou a Nova Versão Internacional. E há quem acorde diariamente acreditando ser o porta-voz do “povo de Deus”, pague espaço em redes de televisão para multiplicar esse delírio (mas, a julgar pelo 1% de intenção de voto do Pastor Everaldo, somente ativistas gays e jornalistas desmotivados acreditam nesse discurso). Esses são “os evangélicos”.

Na fatídica sexta-feira em que o PSB divulgou seu programa de governo, enquanto Malafaia gritava no Twitter em CAPSLOCK furibundo, o pastor presbiteriano Marcos Botelho, postou: “Marina, que bom que vc recebeu os líderes do movimento LGBTs, receba as reivindicações com a tua coerência e discernimento de sempre e um compromisso com o estado laico que é sua bandeira. Vamos colocar uma pedra em cima dessa polarização ridícula entre gays e evangélicos que só da IBOPE para líderes políticos e pastores oportunistas.”

Botelho não representa “os evangélicos” porque não existe “os evangélicos”. Mas Marcos Botelho existe e é evangélico. Assim como existe William Lane Craig, o filósofo que convida periodicamente Richard Dawkins para um debate público, do qual este sempre se esquiva; existe o geneticista Francis Collins vencendo o William Award da Sociedade Americana de Genética Humana; existe o presidente Jimmy Carter, dando aula na escola bíblica no domingo e sendo entrevistado para a capa da Rolling Stone por Hunter Thompson na segunda-feira; existe o pastor congregacional inglês John Harvard tirando dinheiro do próprio bolso para fundar uma universidade “para a glória de Deus” nos Estados Unidos que leva seu sobrenome até hoje; existe o pastor batista Martin Luther King como o maior ativista de todos os tempos; existe o jovem paulista Marco Gomes, o “melhor profissional de marketing do mundo”, pedindo licença para “falar uma coisa sobre os evangélicos”. E existe o Feliciano, o Edir Macedo, a Aline Barros, o Thalles Roberto, o Silas Malafaia e o mercado gospel. Como existe bancada evangélica, mas existem os que lutaram pela “separação entre igreja e estado” na constituição, e existem os que acreditam que levar Jesus Cristo para a política é trabalhar não para si, mas para os menos favorecidos.

Existe o amor e existe a justiça, como existe o preconceito, o dogmatismo, o engano, o medo, a vaidade e a corrupção. Não porque somos evangélicos, mas porque somos humanos.

* Ricardo Alexandre é jornalista e escritor, radialista e blogueiro, Prêmio Jabuti 2010, ex-diretor de redação das revistas Bizz, Época São Paulo e Trip. E é membro da Igreja Batista Água Viva em Vinhedo, interior de São Paulo.
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12 Sep 18:22

Crime and Punishment

by Greg Ross

In the eyes of the law, a corporation is a person. But it’s a strangely bodiless person, which makes it tricky to punish with laws designed for human offenders.

Tired of this, federal judge Robert Doumar in 1988 sentenced Allegheny Bottling Company to three years in prison and a fine of $1 million. The company had been caught in a price-fixing scheme that cheated consumers out of at least $10 million. “Congress has not said a corporation could not be imprisoned,” Doumar said. “This court will deal with any individual who similarly disregards the law.”

How? The court decided that the essence of imprisonment is restraint, or a deprivation of liberty, and that it could restrain or immobilize a corporation — by closing the physical plant and guarding it, for example. Doumar suspended the sentence but said that if the company violated its probation he would send a U.S. Marshal to “padlock every facility Allegheny owns.”

“Some 200 years ago, the Lord Chancellor of England said, ‘You cannot expect a corporation to have a conscience when it has no soul to be damned and no body to be kicked,'” he said. “Obviously, Allegheny Bottling Company did not have a conscience.”

More recently, California resident Jonathan Frieman put a charity’s incorporation papers in his passenger seat and drove in the carpool lane, arguing that his car now had multiple occupants.

“After I explained the reason I was citing him, he explained to me that he was exempt because he was in essence a corporation,” CHP Officer Troy Dorn testified. “I explained to him I was not sure about his standing as a corporation but he could explain it later in a Marin County court.”

Jurist Frank Drago admired the novelty of Frieman’s argument but said, “I look at it a little differently. … Common sense says carrying a sheath of papers in the front seat does not relieve traffic congestion. And so I’m finding you guilty.”

12 Sep 17:17

Burger King do Japão lança hambúrguer totalmente preto

Adam Victor Brandizzi

É uma tendência pelo visto.

Divulgação

Um hambúrguer visualmente intragável (para os ocidentais) será servido pela rede Burger King no Japão. O pão, o queijo e o molho são pretos. O pão do Kuro Burger é feito de carvão de bambu, o molho leva alho, cebola e um toque de tinta de polvo. A coloração preta do queijo também é obtida a partir do carvão de bambu.

O Kuro Burger (kuro significa preto) é servido pela rede no Japão desde 2012; no ano passado, foi lançado o Kuro Ninja, com uma fatia de bacon adicional. Essa é a terceira geração dos hambúrgueres pretos, e será lançada nas versões Diamond e Pearl -- a diferença é a salada colorida.

Imagens: divulgação

De acordo com o Burger King, o Kuro Burger teve uma boa aceitação no Japão. O McDonalds já havia lançado sanduíches com fatias de pães pretos na China, em referência à filosofia "Yin-yang". Mas o queijo preto é novidade. O Kuro Burger Pearl custa o equivalente a R$ 10,40, enquanto o Diamond é vendido por R$ 14,80.

Com informações do The Independent

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Vagas de trabalho
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12 Sep 17:17

Goths and metalheads, is your heart black enough for the Indonesian Ayam Cemani Chicken?

Goths and metalheads, is your heart black enough for the Indonesian Ayam Cemani Chicken?

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The Ayam Cemani Chicken is notable for a couple of things. First of all, partially due to its rarity, especially outside of its native Indonesia, one Ayam Cemani will run you about $2,500. Second, it is clearly the chicken of Our Dark Lord and Savior Satan! The birds exhibit the genetic condition “fibromelanosis,” which renders them totally black—we’re talking feathers, skin, organs, bones, the works. Only their blood is red, albeit a very dark shade.

Frankly, I think such a cool-looking evil luxury animal could be a perfect mascot for some underwordly music subculture. Sure, chickens are not usually associated with the darkness, but stranger pairings have been made—Leather Nun doing ABBA’s “Gimme Gimme Gimme,” for example, is pretty delicious! And if you’re vegetarian, it could make a very suitable avian familiar. Check out the video below for some decidedly unholy clucking—I assume if you play the video backwards you can hear the voice of Beezlebub.
 

Yum?
 

Hail Satan.
 

Gaze into the blackness of its soul
 

 
Via Geekologie

Posted by Amber Frost
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20 Aug 20:51

"I’m embarrassed to say this, but I’ll say it....



"I’m embarrassed to say this, but I’ll say it. I’ve had a really hard time finding work, so I’ve been living with my grandmother. And she’s told me recently that she doesn’t have the money to feed me. So I’ve been eating at my friend’s house. I go over there, and I’m too embarrassed to ask for anything, but his dad always insists. He says: ‘Why aren’t you eating? Please, eat!’ This has really caused my idea of ‘family’ to widen. I’ve learned that your family can be anyone."

(Kinshasa, Democratic Republic of Congo)