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22 Apr 16:00

poisoned-apple: - Styling by LEONID GUREVICH for GLASSbook //...









poisoned-apple:

- Styling by LEONID GUREVICH for GLASSbook // DOE DEERE photographed by JASON SETIAWAN -
23 Apr 11:00

Bebês não são racistas, mas são egoístas

by Leonardo Monasterio
Eu acho que a mídia, os pesquisadores, ou ambos interpretaram os experimentos de forma equivocada. O experimento mostrou que os bebês preferem as pessoas que dividem os brinquedos de forma igualitária. Agora, se o experimentador  favorece os membros da mesma cor do bebê, ele esquece a justiça e brinca com a pessoa não-igualitária.
Ora, pense como o bebê. Por que inicialmente ele prefere a divisão igualitária? Na falta de mais informação, ele joga maximin e quer evitar o azar de ficar com poucos brinquedos.
Agora, quando ele enfrenta o pesquisador que favorece a sua cor, ele pensa "Maldito racista! Ah, mas dane-se: ele já deu sinais de que gosta de gente parecida comigo, vou tentar me dar bem também. Vou pegar um brinquedos desse preconceituoso."
Um possível teste: repetir o experimento, mas com um experimentador que favoreça os ursinhos de pelúcia. Garanto que o bebê vai evitar o pesquisador "especista".
23 Apr 12:55

What Happens When You Do Something The Other Doesn’t Like

by DOGHOUSE DIARIES

What Happens When You Do Something The Other Doesn't Like

This comic was created after performing a longitudinal study with a sample size of 2.

23 Apr 19:00

Entenda a forma positiva e a negativa de ver o acordo entre o Fatah e o Hamas

by Gustavo Chacra

O anúncio de um acordo  entre o Fatah e o Hamas na Palestina pode ser visto de uma forma positiva e de uma negativa.

Forma positiva

 Os palestinos finalmente se uniram. Gaza não será mais politicamente separada da Cisjordânia. Isto é, um acordo com de paz, se fosse assinado pelo presidente Mahmoud Abbas, do Fatah, seria assinado com todos os palestinos. Em breve, também deve haver eleições. Além disso, não houve o desmantelamento da Autoridade Palestina, como Abbas havia ameaçado. Os palestinos passariam a pedir a cidadania israelense, colocando em risco a maioria judaica em Israel, caso esta fosse concedida, ou a democracia, se não fosse

Para completar, o Hamas pode ter moderado a sua posição em relação a Israel e não o Fatah radicalizado a sua. No anúncio, ninguém falou em pegar em armas para uma nova Intifada. Quem sabe, o Fatah até atue para conter os ataques de foguetes contra o sul de Israel. Juntos também podem trabalhar para combater a Al Qaeda (inimiga de ambos) que começa a avançar em Gaza

Forma negativa

O acordo de paz entrou em colapso definitivamente com este anúncio. Israel não aceitará negociar com o Hamas se este não abdicar de suas armas e claramente aceitar a existência de Israel. Líderes do grupo já indicaram aceitar dois Estados, mas nunca fizeram uma declaração formal neste sentido e tampouco alteraram a sua carta de fundação. Na prática, não aceita a existência de Israel (assim como membros da coalizão de governo israelense não aceitam a existência da Palestina).

Em segundo lugar, os palestinos enfrentarão enormes dificuldades inclusive para conseguir manter a ajuda financeira americana, uma vez que o Hamas é classificado como terrorista pelos EUA

Terceiro, a sociedade israelense foi alvo de dezenas de atentados terroristas cometidos pelo Hamas, com centenas de mortos. Foram explosões de homens bomba em boates, ônibus e restaurantes, matando civis, incluindo crianças, indiscriminadamente. É um trauma. Certamente, até mesmo moderados israelenses verão a decisão de Abbas como um distanciamento da paz e uma opção pelo confronto

Para completar, vozes anti-Palestina nos EUA e em Israel se fortalecerão pois agora fica mais fácil atacar os palestinos. Afinal, era complicado atacar Abbas. Mas, com o Hamas, voltarão a associar os palestinos ao terrorismo

Minha Conclusão?

EUA, Israel e Palestina desistiram do processo de paz. Os americanos avaliam que os dois lados não são sérios. Os israelenses não confiam nos palestinos e estão seguros mesmo sem acordo graças a medidas unilaterais. Os palestinos não têm mais nada a perder porque acham que o atual status quo não tem como piorar, apostando no isolamento israelense através do BDS

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Guga Chacra, comentarista de política internacional do Estadão e do programa Globo News Em Pauta em Nova York, é mestre em Relações Internacionais pela Universidade Columbia. Já foi correspondente do jornal O Estado de S. Paulo no Oriente Médio e em NY. No passado, trabalhou como correspondente da Folha em Buenos Aires

Comentários islamofóbicos, antissemitas, anticristãos e antiárabes ou que coloquem um povo ou uma religião como superiores não serão publicados. Tampouco ataques entre leitores ou contra o blogueiro. Pessoas que insistirem em ataques pessoais não terão mais seus comentários publicados. Não é permitido postar vídeo. Todos os posts devem ter relação com algum dos temas acima. O blog está aberto a discussões educadas e com pontos de vista diferentes. Os comentários dos leitores não refletem a opinião do jornalista

Acompanhe também meus comentários no Globo News Em Pauta, na Rádio Estadão, na TV Estadão, no Estadão Noite no tablet, no Twitter @gugachacra , no Facebook Guga Chacra (me adicionem como seguidor), no Instagram e no Google Plus. Escrevam para mim no gugachacra at outlook.com. Leiam também o blog do Ariel Palacios

23 Apr 23:12

reblog-gif: ♥ Funny Gif Blog ♥

24 Apr 03:47

Guia dos 99 anos do Genocídio Armênio, vergonhosamente não reconhecido pelo Brasil

by Gustavo Chacra

Reino Armênio da Cilícia

Rotas de deportação, praticamente o único destino final era Der Zor (círculo branco abaixo)
Reino de Tigran, o Grande – Maior extensão da Armênia já alcançada

Nesta quinta-feira, sia 24 de abril, marca os 99 anos do início do Genocídio Armênio, um dos quatro genocídios do século 20 – os outros três são o Holocausto, Camboja e Ruanda. Países como França, Alemanha, Itália, Líbano, Argentina, Uruguai e Chile reconhecem o genocídio armênio, assim como 43 Estados americanos, o Estado de São Paulo, Paraná e Ceará.

O Brasil, de forma vergonhosa, nojenta e humilhante, não reconhece o genocídio. Imaginem se Fernando Henrique Cardoso, Lula ou Dilma não reconhecessem o Holocausto ou o genocídio em Ruanda? Basta lembrar de Mahmoud Ahmadinejad, ex-presidente do Irã. E não é apenas o Brasil.

Os Estados Unidos tampouco reconhecem oficialmente, apesar de avanços na Câmara e no Senado. O presidente Barack Obama, quando era senador, reconhecia e criticava George W. Bush por não reconhecer o genocídio. Depois de se eleger presidente, seguiu sem o reconhecimento.

Israel é outro país que surpreendentemente não reconhece o genocídio armênio. Afinal, o povo judeu foi vítima do Holocausto e judeus ao redor do mundo reconhecem o genocídio armênio. Por que o governo israelense não faz o mesmo?

O argumento destes países seria as relações com a Turquia. No caso dos EUA, os turcos são membros da OTAN e estão uma das nações mais estrategicamente localizadas do planeta. O problema é que outros integrantes da OTAN, como Alemanha e França, reconhecem o genocídio.

Israel teria o argumento de a Turquia ser o seu principal parceiro militar em uma região repleta de inimigos. Mas este argumento também não se sustenta, já que o Líbano, um minúsculo país, reconhece o genocídio e mantém boas relações com a Turquia.

E o Brasil? Relações com a Turquia? Até que ponto, uma vez que argentinos, uruguaios e chilenos não tiveram problemas ao fazer o reconhecimento.

O governo turco não reconhece o genocídio, mas admite que centenas de milhares morreram. A diferença, de acordo com a Turquia, é que teria sido em consequência da guerra.

Para completar, semanas atrás, rebeldes da oposição síria entraram na vila armênia de Kassab e expulsaram e mataram seus moradores. Os armênios da Síria, por serem cristãos, costumam apoiar o regime laico de Bashar al Assad, temendo o radicalismo islâmico da oposição, que tem apoio da Turquia e países do Golfo.

Para esclarecer melhor o Genocídio Armênio, fiz esta entrevista com o professor de armênio da USP Sarkis Sarkisian, um dos maiores especialistas no assunto no Brasil

Por que os armênios, ao fugirem do genocídio, se sentiram mais próximos dos cristãos libaneses e sírios, se estabelecendo em Burj Hamoud, Aleppo e outras áreas, em vez de buscar abrigo dos armênios do Império Russo?

A Armênia ficou dividida entre o Império Russo e Otomano até a queda destes com a Primeira Guerra Mundial. A parte russa é a região histórica armênia, no planalto armênio – região do Monte Ararat, de onde se liga as origens do povo. Os armênios da Armênia turca se estabeleceram primeiramente na região costeira da Cilícia. Eles foram para esta área quando os turcos seljúcidas invadiram a região histórica Armênia em 1071, quando ocorreu a queda da última dinastia em território ancestral armênio e parte do povo se refugiou na Cilícia.

Nessa região, estabeleceram um reino que durou até 1375. Posteriormente, foi anexado ao Império Otomano. Toda essa explicação para situar que a Armênia turca foi a mais sofrida pelo genocídio, sendo que a parte mais ao leste sentiu as reações um pouco depois e também encontrava-se mais sob o avanço russo.

Os armênios já haviam se estabelecido na Terra Santa desde os primórdios do cristianismo e nos países da região também. O que ocorreu no genocídio foi que as deportações tinham como ponto final os desertos da Síria, o mais famoso Der Zor. Muitos campos de órfãos e refugiados foram estabelecidos na Síria, como primeiro destino dessa diáspora, depois que foram se reestabelecer em outros países como França, EUA e etc.

Os armênios foram os fundadores de Burj Hamud (Líbano) e a comunidade é muito grande lá justamente por conta desses refugiados do genocídio. Em Aleppo (Síria), a situação é similar, com um agravante de que fora parte da Armênia entre 95 e 55 a.C. pelo maior rei armênio, Tigran, o Grande e ainda da proximidade que existia com o Reino da Cilícia.

Muitos armênios do leste se refugiaram e lutaram ao lado do Império Russo e depois muitos até tentaram retornar à pátria-mãe na breve República Armênia de 1918 a 1920.

 

2) Qual seria o número mais correto de mortos no genocídio? Qual o tamanho da comunidade armênia no Brasil? Argentina, França e Líbano são alguns dos países que reconhecem o genocídio. Israel e EUA argumentam as relações com a Turquia para não reconhecer. E no Brasil?

Sobre o número é realmente muito contestado por diversas fontes. No entanto, há um consenso dos historiadores que tenha sido por volta de 1,5 milhão, número considerado por Eric Hobsbawn e adotado em diversas organizações como pelas Nações Unidas e Parlamento Europeu.

O Brasil não era um destino inicial dos refugiados. Quando não tinham a França e outros países com comunidades já estabelecidas, almejavam a América (EUA), e muitos acabavam chegando aqui por acaso, inclusive sem mesmo saber onde tinham aportado. A maioria desembarcou em Santos, mas também muitos entraram pelo Rio de Janeiro e pelo Sul do país.

Comunidades pequenas e famílias se estabeleceram em várias cidades do interior de São Paulo, como Jaú, São José do Rio Preto, Casa Branca, Catanduva e etc e no Mato Grosso (do governador Pedro Pedrossian, atriz Aracy Balabanian e geógrafo Armen Mamigonian, seu irmão materno), Rio, Ceará, Paraná, Rio Grande do Sul. A comunidade da cidade de São Paulo prevalece como a maior, mas em Osasco na região de Presidente Altino os armênios possuem uma forte presença, inclusive tendo um armênio como primeiro prefeito da cidade Hrant Sanazar.

Praticamente apenas São Paulo e Osasco têm comunidade estruturada mesmo, com alguma associação que congrega esses armênios. No Rio apesar de ter uma comunidade considerável, não possui igreja nem clube atualmente, no passado, reuniam-se em igrejas de outras denominações e tinham até um religioso ordenado para lá, clube chegou a existir um centro comunitário, mas atualmente não existe mais.

Os números da comunidade no Brasil são incertos, pois depende de como consideramos quem é armênio. Armênios imigrantes praticamente não temos muitos, tivemos apenas uma grande onda entre os anos 1920-1930 por aí e depois alguns outros que vieram após a Segunda Guerra Mundial de países como Síria, Líbano e Palestina. Estamos já na quarta (bisnetos) para quinta (tataranetos) geração de armênio-brasileiros. Por este motivo, muito da identidade se perdeu nessas gerações mais recentes, se considerarmos todos, provavelmente algo em torno de 80 a 100 mil no máximo. O número mais aceito, inclusive pelos órgãos oficiais como o Ministério das Relações Exteriores e do Governo Armênio  é de 40 a 50 mil no máximo.

Por que armênios costumam ter “ian” no sobrenome?

O ‘ian’ é um sufixo relativamente novo entre os armênios. Acredita-se que os armênios adotaram essa marca distintiva no século VI d.C. A Armênia encontrava-se sob domínio árabe. Nesse período os armênios sofriam com pesados tributos do califado e também estavam divididos entre árabes e os bizantinos. O descontentamento popular fez com que a nobreza armênia então assumisse a causa se rebelando contra os árabes.

 Em 705, o governador árabe Muhammad ibn Marwan convocou os príncipes armênios para uma reunião em Nakhichevan e quando todos estavam reunidos foram trancados em igrejas e queimados vivos. Os armênios então perderam quase toda classe dirigente e se viram perdidos em meio a subjugação estrangeira, em consequência disso teriam começado a adotar o sufixo -ian como traço identitário comum.

O ‘ian’ é uma particula que designa o genitivo singular em persa e tem a função de pertencimento/posse. Considerando que os sobrenomes armênios nem sempre possuem origem armênia e podem ser divididos em 4 categorias: derivados de topônimos, ofícios, características físicas ou apelidos e os patronímicos, temos respectivamente, por exemplo: Behesnilian ou Besnilian (da cidade de Besni, em armênio Behesni); Kardachian (do ofício que esculpe pedra: em armênio քար /kar/ = pedra e a raiz դաշ /dach/ = esculpir) e Boyadjian (do pintor, do turco boyacı /boyadjü); Topalian (de ser aleijado, do turco topal), Kevorkian (de Kevork, Jorge em armênio: Գէորգ) e Nersessian (de Nerses, em armênio Ներսէս).

Apesar de raros atualmente, existem ainda sobrenomes armênios de origem bem remotas e relacionados a antiguidade e nobreza armênia como os sufixados em -uni, -unts e -iants: Ardzuni (Արծրունի), Rchduni (Ռշտունի); Pagunts (Բակունց) e Krikoriants (Գրիգորեանց).

Sobre a ausência do -ian em alguns sobrenomes armênios pode ser justificado por duas razões principais: para esconder a identidade armênia por conta do genocídio e posteriormente pelo trauma, inclusive ainda negando a identidade e adotando sobrenomes estrangeiros, e também para adaptarem melhor aos países em que se estabeleceram, como por exemplo na Rússia, adotaram o -ov (Kasparov) e na própria Turquia ou tiraram ou trocaram pelo -oğlu, típico de sobrenomes turcos que possui o mesmo sentido do ian armênio (Sahakian – Sahakoğlu).

Alguns casos famosos são como o de Charles Aznavour (Shahnour Vaghinagh Aznavourian), Andre Agassi (Agassian), Antônio Kandir (Kandirian), Hrant Dink (Dinkian). Leon Cakoff (Leon Chadarevian, adotou o pseudônimo durante a ditadura).

Por fim, existe atualmente a diferença entre -ian e -yan  que a grosso modo foi criado pela transliteração dos sobrenomes armênios após uma reforma ortográfica em 1922 conduzida na língua armênia oriental (falada na Armênia) que a ocidental (falada na maior parte da diáspora) não adotou. O ditongo եա (ե=e + ա=a e tem o som de /ia/ sendo o /i/ semivogal), antes comum as duas variantes do idioma, passou a ser escrito como յա (յ=y + ա=a) no oriental. Assim sendo, distingui-se, na maior parte das vezes, sobrenomes armênios em -yan como originários da Armênia e os -ian da diáspora.
Eventos da semana

Quarta-feira 23 de abril – Evento organizado pelas Lojas Maçônicas de judeus e armênios:
https://www.facebook.com/events/653442821395429/?ref=2&ref_dashboard_filter=upcoming

Quinta-feira 24 de abril – Manifestação em frente ao Consulado Turco em São Paulo:
https://www.facebook.com/events/240393319498386/?ref=2&ref_dashboard_filter=upcoming

Sexta-feira – Evento por Kessab com filme e debate no Clube Armênio:
https://www.facebook.com/events/1487490564797941/?ref=2&ref_dashboard_filter=upcoming

Domingo 27 de abril – Missa nas Igrejas Armênias de São Paulo (Evangélica, Católica e Apostólica) e procissão até o monumento do Genocídio Armênio localizado na Praça Armênia em São Paulo, na Estação Armênia do Metrô.
Segunda-feira 28 de abril – Ato Solene em Homenagem ao Povo Armênio

 Adendo do Sarkis – O Curso de Armênio na USP completou 50 anos em 2013 e desde sua fundação permanece sendo o único centro de estudos do gênero em toda América Latina. Atualmente um grande projeto de catalogação e preservação da memória armênia no Brasil está sendo conduzido pelo LEER em parceira com o curso: Armênios: genocídio, imigração e memória (nos mesmos moldes do já criado ArqShoah - www.arqshoah.com.br).

Esse trabalho visa então criar um Museu Virtual do Genocídio e Imigração, com documentos, entrevistas, fotografias, cartas, notícias e etc. a respeito da presença armênia no país.
Para a semana do 24 de abril, iremos realizar um cinedebate na USP com 4 filmes que tratam do Genocídio, cujo cartaz envio anexado ao e-mail juntamente com um folder do projeto (um pouco desatualizado por ter sido impresso há um ano atrás) e abaixo os links do curso de armênio e do LEER.

www.letrasorientais.fflch.usp.br/armenio (Site do Curso de Armênio: no menu do lado esquerdo poderá visualizar a produção acadêmica e breve histórico da Área).
www.usp.br/leer - Laboratório no qual o projeto está vinculado (os dados do projeto estão sendo inseridos pela atualização do site)”

 

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Guga Chacra, comentarista de política internacional do Estadão e do programa Globo News Em Pauta em Nova York, é mestre em Relações Internacionais pela Universidade Columbia. Já foi correspondente do jornal O Estado de S. Paulo no Oriente Médio e em NY. No passado, trabalhou como correspondente da Folha em Buenos Aires

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23 Apr 18:15

Pasadena: dúvidas permanecem porque versões são diferentes

by Míriam Leitão

O depoimento da presidente da Petrobras, Graça Foster, ao Congresso está marcado para o dia 30, e a oposição conseguiu aprovar um convite para que Gabrielli, ex-presidente da empresa, e Nestor Cerveró, ex-diretor internacional, falem sobre Pasadena....

Leia mais

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23 Apr 02:39

Nos reímos, pero en realidad no hace ninguna gracia por @MariAnoRajoy12


23 Apr 14:11

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23 Apr 02:35

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Adam Victor Brandizzi

"I have to go, my people needs me"

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23 Apr 04:00

April 23, 2014


Another favorite comic up up over at The Nib:

23 Apr 10:00

Boycotting the Arts and Academia

by Leah Libresco
Adam Victor Brandizzi

Confesso que eu normalmente estaria do outro lado da argumentação, mas o texto me convidou a refletir sobre isso...

The Russians are withdrawing. Not from Crimea and Eastern Ukraine, but from Washington D.C. where the Woolly Mammoth Theatre has just canceled its festival of four plays from Moscow. As the political climate chilled, the Moscow Cultural Ministry decided to pull its funds from the festival, and Woolly Mammoth was unable to make up the difference.

This is the second controversial play cancellation this season in the nation’s capital. Theater J was forced to cancel performances of The Admission, an Israeli play modeled on Arthur Miller’s All My Sons. Like Miller’s play, The Admission focused on a family haunted by possible complicity in wartime wrongdoings.

After a sustained campaign by Citizens Opposed to Propaganda Masquerading as Art (COPMA) to shame Theater J’s donors into withdrawing their funds, The Admission had its run shortened, and the production was scaled back to a workshop, rather than a full staging. Ultimately, a local restaurant and another D.C. theater stepped in to keep the show going.

The partial victory won by COPMA is, presumably, the exact kind of tool the BDS movement (boycott, divestment, and sanctions) is hoping to bring to bear on Israel, although the two groups aim at completely different results. Like COPMA, BDS supporters aren’t confining their efforts to the business sphere but have moved on to the marketplace of ideas and culture.

In late 2013, the American Studies Association, an organization of American college and university professors, voted to boycott Israeli academic institutions. They became the second academic consortium to approve a boycott, following the Asian American Studies Association, which voted to intellectually divest in April 2013.

Conventionally, sanctions are a punitive tool of foreign policy that are intended to bring the offending country back to the bargaining table. Or, in extreme cases, to make life under the intransigent government so uncomfortable that the citizens push for regime change, whether democratically or otherwise.

An arts and academia boycott doesn’t quite fit the bill. The pain of restrictions on researchers or experimental theater companies is unlikely to trickle down to voters or up to politicians. But, even worse, when the time comes to broker some kind of détente, both sides will be worse off for losing the weak bonds of shared culture and learning. In the case of academic boycotts, the world as a whole will be worse off as researchers end up siloed and isolated from their peers, as mathematician Edward Frenkel was until he caught a lucky break.

Unfortunately, the United States has behaved just as shortsightedly as Russia during this crisis. While Moscow has held back artists, Washington has directed NASA to stop collaborating with their Russian counterparts. Extra-terrestrial blustering has been curbed a little by pragmatism; NASA is still allowed to coordinate plans for the International Space Station, and, of course, all launches of American astronauts, which will occur on Russian soil until 2017 at the earliest.

While boycotts and divestment can do good, both by putting pressure on foreign leaders and by singling out regimes on the world stage, bringing sanctions to the actual stage or to laboratories or lecture halls undermines both sides ability to understand one another and to be prepared to work together when negotiations resume.

Follow @leahlibresco

23 Apr 00:40

Por que o imposto sobre aeronaves é uma má ideia?

by Leonardo Monasterio
Adam Victor Brandizzi

Mais sobre tributação de aeronaves.

O pessoal do Economista X já respondeu, mas eu vou dar o meu pitaco.
Os números do Safatle não batem: ao invés dos 22 mil "jatinhos e helicópteros" do artigo, existem , na verdade, menos que 9 mil aeronaves de uso privados. E o número de total de jatos de qualquer uso é de 724. (Fonte: Anuário da Aviação Geral).
 O Luis Felipe (vulgo B.O.), que me chamou atenção para o artigo,  fez a conta e viu que, usando os dados do Safatle, cada aeronave teria que pagar R$363 mil por ano. Ou seja, os defensores supõe que os donos vão pagar 1/3 de milhão por ano sem pestanejar.
O ricos não são diferentes. Eles também não querem pagar impostos. E quando você tributa os muito ricos eles tem muito mais capacidade de elidir os impostos. No caso, imagino eu, bastaria registrar o avião em outro país e pronto. (Já notou quantos navios são registrados na Libéria ou no Panamá?).
Enfim, não só a base tributária é minúscula como a receita tributária será bem elástica. Essa é a receita para uma arrecadação mixuruca, que não vai pagar os custos de arrecadação.
O Safatle mirou no que viu e errou no que não viu. Eu - e a torcida do América - defendemos mais impostos diretos (e menos indiretos) e uma carga tributária mais progressiva. Ao invés de se incomodar com os jatinhos, que tal aumentar a arrecadação do ITR e IPTU?
23 Apr 06:53

Borromean Tribars

by Greg Ross

borromean tribars

Only the brilliantly inventive Lee Sallows would think of this. The figure above combines Penrose triangles with Borromean rings: Each of the triangles is an impossible object, and they’re united in a perplexing way — although the three are linked together, no two are linked.

(Thanks, Lee.)

23 Apr 06:00

Os ricos e o imposto do jatinho

Adam Victor Brandizzi

Compartilhei a coluna anterior, então vale compartilhar uma resposta.

Caso os donos de jatinhos e helicópteros pagassem IPVA sobre suas máquinas voadoras, os governos arrecadariam mais R$ 8 bilhões por ano, o bastante para financiar duas universidades como a USP. A tese foi apresentada ontem nesta Folha pelo colunista Vladimir Safatle, professor de filosofia da USP e pré-candidato do PSOL a governador de São Paulo. É possível voar mais longe. Com R$ 8 bilhões cobrados dos donos dos 22 mil jatinhos e helicópteros que "voam livremente pelo Brasil", segundo Safatle, daria para financiar o gasto anual de uma USP e, de troco, três Hospitais das Clínicas da USP, tido como o maior do Brasil. Leia mais (04/23/2014 - 03h00)
22 Apr 11:51

Thomas Piketty e o espírito do tempo

by Luciano Sobral

Desperto o blog da sonolência dos últimos meses para falar sobre o que todo mundo tem falado (o mundo como esse estranho lugar onde as pessoas debatem conceitos abstratos ligados a dinheiro e produção): o novo livro de Thomas Piketty, “Capital in the 21st Century”, que deve roubar de “Why Nations Fail” e “This Time Is Different” o título de obra de economia menos lida (qual o público para um trabalho acadêmico de mais de 600 páginas, traduzido do Francês, por mais que escrito de forma acessível e bem editado? Admitindo que fica bonito na estante, “CAPITAL” em letronas vermelhas na lombada) e mais comentada deste século.

Como parte do tour de lançamento da obra nos EUA, que o New York Times noticiou como “Economist Receives Rock Star Treatment”, ontem o autor parou por aqui, mais especificamente do lado da sala onde eu costumo ter a maioria das minhas aulas. Cheguei meia hora antes, com a intenção de olhar o movimento e comer algo antes de sentar; acabei, alertado por um amigo, pegando um dos últimos lugares disponíveis. A sala foi enchendo, enchendo, enchendo, enchendo, e, quando Piketty chegou, poucos minutos atrasado, havia gente em pé, a um metro da porta, esticando o pescoço para tentar ver e ouvir qualquer coisa. De fato, tratamento de rock star.

Piketty foi apresentado por Larry Summers como o autor do livro de economia que “causou mais sensação do que qualquer outro em duas décadas, abraçando uma vasta rede de informação e experiência.” A tal rede de informação foi construída em um projeto de 20 anos de pesquisa que juntou dados de declarações de renda de mais de 20 países, com séries começando, em alguns casos, no fim do século XVIII. Depois de dividir o mérito dessa base de dados com um grande time de pesquisadores, Piketty logo disse que o objetivo principal do livro é difundir o conhecimento sobre a evolução da riqueza no mundo (zhe knowledge ov evolution ov wealth) e que as recomendações de política econômica são secundárias (mais sobre isso adiante). Sua intenção era atualizar o famoso trabalho de Simon Kuznets, um dos pais do uso de métodos empíricos na economia, agora com mais dados de mais países e poder de computação infinitamente maior.

 

O restante do texto está no The Drunkeynesian.

22 Apr 18:58

The Dancing Plague

by Greg Ross

http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Dancingmania1.jpg

In July 1518, a woman named Frau Troffea stepped into a street in Strasbourg and began to dance. As onlookers gathered it became clear that she could not stop; after many hours of exertion she collapsed and slept briefly but then rose and again began the dance. After three exhausting days she was bundled into a wagon and taken to a shrine in the Vosges Mountains, but her example had had its effect. Within days more than 30 more people had begun to dance uncontrollably, and their numbers grew; according to one chronicle, within a month 400 people were dancing.

The fact of the plague is well attested; a manuscript chronicle in the city’s archives reads:

There’s been a strange epidemic lately
Going amongst the folk,
So that many in their madness
Began dancing,
Which they kept up day and night,
Without interruption,
Until they fell unconscious.
Many have died of it.

The sickness lasted until early September, when it passed away just as mysteriously. A number of explanations have been put forward, including convulsion brought on by ergot, a mold that flourishes on the stalks of damp rye. The most convincing was advanced by John Waller in his 2008 book A Time to Dance, A Time to Die: He found that a series of famines had preceded the dancing plague, spreading fear and anxiety through the city, and that a Christian church legend had told that a wrathful Saint Vitus would send down plagues of compulsive dancing on anyone who angered him. The dancing, Waller believes, was a “mass psychogenic illness” brought on by this belief.

Vanderbilt epidemiologist Timothy Jones says the plague is “of immense historical value”; it “tells us much about the extraordinary supernaturalism of late medieval people, but it also reveals the extremes to which fear and irrationality can lead us.”

22 Apr 01:32

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20 Apr 02:14

"I wasn’t lucky enough to have ever found what I wanted to...



"I wasn’t lucky enough to have ever found what I wanted to do. Don’t get me wrong— I did nicely. But I never found my passion."

22 Apr 04:00

April 22, 2014


21 Apr 07:01

Easter Tryouts

by Doug

Easter Tryouts

Here are more Easter comics!

Also, a happy birthday to Pierre! Hope you have a great day!

21 Apr 20:00

skt4ng: "Bedlam" | Julia Nobis Photographed By Daniel Jackson...



skt4ng:

"Bedlam" | Julia Nobis Photographed By Daniel Jackson for Love SS 12

21 Apr 05:05

Print-only interactive visualization by The Economist

18 Apr 06:01

Ужасное крушение поезда

Выживших нет..

19 Apr 12:02

Pues menos que en Cataluña, claro por @mellamanmulo


19 Apr 16:16

Thomas Piketty e o espírito do tempo

by Drunkeynesian
Piketty ontem na Harvard Kennedy School (foto roubada da Masoomeh Khandan) Desperto o blog da sonolência dos últimos meses para falar sobre o que todo mundo tem falado (o mundo como esse estranho lugar onde as pessoas debatem conceitos abstratos ligados a dinheiro e produção): o novo livro de Thomas Piketty, "Capital in the 21st Century", que deve roubar  de "Why Nations Fail" e "This Time Is
27 Mar 06:31

w-for-wumbo: niggas-: playerprophet: ohneooo: beast-of-joy: ...





















w-for-wumbo:

niggas-:

playerprophet:

ohneooo:

beast-of-joy:

“The concept is simple. Take a blank sheet with nothing but the basic outline of a pinup girl and illustrate a unique scene around her.”

holy FUCK.

I’ll probably always reblog this cuz it’s just mind-blowing, holy cow

18 Apr 18:05

Rubbing Elbows

by Greg Ross

http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Palais_Ferstel.jpg

Vienna’s Café Central was crowded with intellectuals at the turn of the 20th century, including Freud, Lenin, the Vienna Circle of logical positivists, and endless chessplayers.

When Victor Adler made the argument that war would provoke a revolution in Russia, Leopold Berchtold replied, “And who will lead this revolution? Perhaps Mr. Bronstein sitting over there at the Café Central?”

Mr. Bronstein was Leon Trotsky.

17 Apr 18:20

Shape Reference

by Greg Ross

thomas whales

The index to the fourth edition of George Thomas’ Calculus and Analytic Geometry contains an entry for “Whales” on page 188. That page contains no reference to whales, but it does include the figure above.

http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Bessel-Hagen,Erich_1920_G%C3%B6ttingen.jpg?uselang=de

German mathematician Erich Bessel-Hagen was often teased for his protruding ears.

In 1923 his colleague Béla Kerékjártó published a book, Vorlesungen Über Topologie, whose index lists a reference to Bessel-Hagen on page 151.

That page makes no mention of Bessel-Hagen, but it does contain this figure:

2011-03-23-shape-reference-2

Is that libel?

18 Apr 20:00

Photo