
Zehortigoza
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Um jeito fofo de lidar com um relacionamento à distância
Eu sempre fui uma pessoa interessada em desafios. Comecei a praticar esportes desde pequeno e não sei se a competitividade é causa ou consequência disso, mas o fato é que uma boa disputa sempre me motivou.
Fui crescendo e a natureza dos meus desafios também foi aumentando. O que antes se resumia a apostar corrida até o vestiário, ficar mais tempo de baixo d’água ou ganhar o braço de ferro, passou a ser mudar de cidade, trocar de emprego… prestar vestibular.
Até hoje eu considero que escolher a faculdade e o curso que eu queria fazer foi a decisão mais difícil que eu já tive que tomar e eu me lembro bem de um dos argumentos que utilizei para me convencer e me assegurar da decisão que eu estava tomando: o tamanho do desafio.
Nessa hora, o Breno de 17 anos pensou: não existe coisa mais difícil na vida do que lidar com pessoas, é isso que eu quero pra mim. O Breno de 21 anos precisa lidar com as dores e a delícia de fazer jornalismo na USP até hoje.
Se a minha decisão foi sensata ou não, não sei. Se você tem uma opinião sobre o que eu fiz, cuidado, você pode ferir gravemente os meus sentimentos. Eu só sei que até hoje eu continuo acreditando que se relacionar com outras pessoas é a coisa mais difícil que existe.
Acredito nisso porque é o que todos nós fazemos todos os dias de nossas vidas e mesmo assim o nível de erro é altíssimo. Quantos palavras mal colocadas já fizeram você perder o respeito de alguém? Quantos bons amigos você se afastou porque não soube lidar com algum problema entre vocês? Com quantas namoradas você já terminou por erros pessoais ou uma sucessão deles? Quantas semanas você já ficou sem falar com seus pais por conta de algum mal entendido? Quantas vezes você já brigou com seus irmãos?
Lidar com as pessoas é algo muito difícil, porque simplesmente não existe receita.
Eu tenho 20 e poucos anos, namoro há dois e não sei a receita.
Meus pais tem 50 e poucos anos, estão casados há mais de 30 e não sabem a receita.
Meus avós tinham mais de 80 anos, eram casados há mais de 50 e morreram sem saber a tal da receita.
Por mais bem sucedidos que cada um deles foi ou deixou de ser, houveram bons e maus momentos, e ninguém um dia chegou a dizer que descobriu o jeito certo de fazer isso.
Mas hoje, nesta tarde miseravelmente nublada que faz do lado de fora da janela do PapodeHomem, vamos falar de uma menina que parece ter encontrado uma receita para deixar seu parceiro mais alegre, mesmo com as adversidades de um relacionamento à distância.

Uma luz na escuridão
Mikki Miller é uma designer gráfica de Minnesota, nos EUA, que namora um cara chamado Tyson Noël, da Colúmbia Britânica, no Canadá.
Se manter um relacionamento próximo é difícil, imagina um relacionamento à distância. (Quem já passou por isso, compartilha com a gente lá nos comentários.)
Foi então que, durante uma visita ao namorado no ano novo, ela resolveu fazer algo diferente.
Dias depois de ter ido embora, Miller enviou uma mensagem pra ele:
Você sabe o quanto eu gostaria de estar com você em dias como hoje? Como quando você chega em casa cansado do trabalho e eu quero te dar um abraço? Ou como quando você está se sentindo sozinho e eu não posso estar aí com você? Vai, se mexe e olha debaixo da sua cabeceira.
Foi então que Noël encontrou uma mala cheia de coisas dentro... O resto as fotos contam sozinhas:


















Nós não sabemos o conteúdo de cada um dos envelopes, nem se Miller fez isso com a melhor das intenções ou só para promover o seu trabalho, o que sabemos é que compartilhar histórias como essa fazem um bem enorme pro coração e renovam nossa fé na humanidade.
Seja feliz.
Segura a mãe no Oculus Rift!!!
SEGURA A MÃE!
ELA NÃO ESTRUTURA PRA USAR ÓCULOS RIFT!!!!!!!!!
“AAAAAHHH AHHH AAAAAAAHHHH AHAHAHAAAAAAAA” – mãe
gente vamo colocar a mão na consciência, Oculus Rift é algo assustador demais pra gerações passadas. É tipo quando chegou lá no interior e tal, o brasileirinho ainda não está preparado.
Vamos com calma.
Vamos com tranquilidade… daqui a pouco a mãe morre e quem vai pagar o velório? VOCÊ MARK ZUCKERBERG? Eu duvido…
Para ver todos os posts completos acesse o Não Salvo.
Como montar o Home Office perfeito
O sonho áureo dos amantes da produtividade é o próprio home office, um lugar desenhado especialmente para atender as necessidades básicas de concentração, organização e criatividade.
Montar seu próprio escritório pode parecer uma ideia exagerada, um desejo megalomaníaco que vai necessitar de um alto investimento financeiro e bastante espaço. No entanto, a verdade é que, com um pouco de criatividade e as dicas certas, é possível construir um belo espaço sem gastar muito dinheiro.
Espaço
Procurar o espaço ideal para seu escritório pode não ser tão simples assim. Os apartamentos mais antigos costumam ter quartos extras ou os antigos quartos para empregados. Se esse for o caso, já saiu com sorte. Se morar num apartamento mais moderno e voltado para praticidade, é possível que o espaço seja reduzido ao mínimo necessário, como em estúdios quarto-sala-cozinha.
Para quem vive a realidade dos espaços limitados, o ideal é utilizar uma das paredes da sala ou do quarto – o que tiver mais espaço sobrando – e construir uma mesa estilo bancada, mais estreita na largura, porém longa no comprimento.

Utilizar os cantos pode ser uma boa ideia também:

Mesas
Mesas prontas costumam ser bem caras. É possível gastar bastante dinheiro em mesas bem pequenas. Se você tem recurso financeiro, pode ser uma boa opção comprar aquela mesa ideal que você encontrou na loja. Caso a grana esteja mais curta, construir sua própria mesa é bem simples e fica bem bacana.
Cavaletes e Madeira
Uma mesa é basicamente um pedaço de madeira sobre pés que o equilibram. Não existe muita mágica além disso.
Em lojas de decoração e materiais de construção é possível encontrar cavaletes de madeira ou metal prontos para o uso. Minhas mesas de escritório são feitas com uma porta de madeira crua e cavaletes de madeira. Já minha mesa de jantar é feita com um Blindex e um cavalete de de alumínio com proteções de borracha. Escrevi um tutorial mais detalhado, o "Como fazer uma mesa de cavaletes, passo-a-passo".
Para os espaços onde uma porta pode parecer grande demais, é aconselhável comprar um pedaço de madeira e pedir para um serralheiro cortar no tamanho que deseja, ainda utilizando do sistema de cavaletes para apoiá-la.
Paletes
Paletes são o coringa da decoração moderna. É possível fazer bastante coisas com essa estruturas de madeira. O custo é bem reduzido e as possibilidades são inúmeras. É possível fazer desde camas, sofás e mesas, até decorações mais complexas como painéis e adegas. O site Mais Paletes tem algumas boas dicas para trabalhar e improvisar a partir dos Paletes.

Cadeiras
Este é provavelmente um dos itens mais difíceis de se burlar num Home Office.
Cadeiras são tipicamente caras. Uma escolha errada e desconfortável pode arruinar completamente sua produtividade. Ficar tentando encontrar a posição ideal para sentar ou levantar diversas vezes ao dia para aliviar dores é um algo que atrapalha bastante. Para quem gosta de exercícios físicos e não se importa em trabalhar a postura ao longo do dia, uma opção interessante é utilizar bolas de ginástica.

Para aqueles que procuram mais conforto e mobilidade, cadeiras com rodinhas e apoio de braços me parecem uma boa opção. Tenha em mente que economizar com uma cadeira barata pode ser uma péssima ideia a longo prazo.
Ao optar por cadeiras com rodinhas, fique atento porque elas podem danificar a madeira ou o carpete do piso, talvez uma boa solução seja posicionar um tapete logo abaixo da cadeira.
Luz
Iluminação tem um papel bem importante no ambiente. Dependendo da luz, podemos sentir sono, preguiça ou dificuldades de concentração.
Tente aproveitar a luz natural, mas cuidado para não acabar criando reflexo ou sombra demais em sua mesa. Observe os ângulos onde a luz entra e tente se planejar para aproveitar o máximo de luz ao longo do dia.
A luz ambiente da sua casa provavelmente não foi desenhada pra trabalhar, então tente utilizar luminárias ou pontos de luz que fiquem acima da mesa.
Utilize lampadas fortes que imitem a luz do dia.

Quadros de escrever
Quadros possuem infinitas utilidades, desde organizar tarefas e auxiliar na explicação de ideias para outras pessoas, até espaço para brainstorm e processamento de ideias. A mente flui melhor e mais livre quando podemos abusar criativamente do espaço.
Quadro Branco
Quadros brancos são baratos e resolvem o problema com rapidez e simplicidade. Funcionam com pincel atômico, são fáceis de limpar e podem ter o tamanho que precisar.

Quadros Negros
Quadros negros em casa estão na moda. Podem ser feitos com tinta especial ou com papel contact preto. Ambos ficam bons de utilizar, sendo que o papel contact é mais fácil de apagar e remover caso queira mudar a decoração.

Quadros de Vidro: Estes quadros são sem dúvida os mais elegantes, mas também são mais caros. Cores ao fundo do vidro ajudam a dar mais personalidade ao ambiente.

Decoração
Decorar sua oficina é a parte mais divertida do processo. É onde o espaço ganha personalidade e se conecta com você.
Um escritório é um ambiente de concentração. Tudo que está ali dentro deve contribuir para harmonia do lugar, caso contrário, serão apenas elementos de distração. A dica para evitar este problema é utilizar uma decoração que seja prática e funcional, utilizando elementos que aumentem a produtividade como forma de ilustrar seu espaço.
Adornos
Enfeitar o espaço requer bastante cuidado. Podemos facilmente perder a mão e misturar muitos elementos, criando uma sensação de peso e poluição no ambiente. Uma dica interessante para evitar cair nessa armadilha é decorar de forma temática, inspirado no próprio trabalho que será feito no local ou em hobbies e assuntos de interesse.

Quadros artísticos
Quadros são peças simples de se conseguir e fáceis de combinar com o ambiente. Para os que gostam de uma decoração mais fria, sem muitas cores, um quadro cores fortes pode ser a peça ideal para quebrar o padrão.
É interessante criar os próprios quadros também, com recortes, fotos próprias estilizadas e ampliadas.

Adesivos decorativos
Existe todo um universo de adesivos decorativos para ambientes. É possível encontrá-los em diversos tamanhos e temáticas. A aplicação pode ser um pouco complicada, mas o resultado é muito interessante.

Papeis de parede
Papel de parede é uma solução simples e rápida para mudar a cara do ambiente. Existem dos mais diversos modelos, com cores, texturas e temáticas. Para quem gosta de um visual mais rústico, texturas de tijolos expostos podem compor ambientes bem aconchegantes.

Esconda os fios
Com a tecnologia dominando os escritórios, é muito comum ver belas decorações ofuscadas por emaranhados de fios nas mesas. As soluções para evitar fios são das mais diversas mas sem dúvida devem ser prioridade para um home office organizado.
Existem diversas formas de esconder os fios, desde utilizar ganchos plásticos escondendo tudo, até canaletas metálicas expostas dando uma temática industrial para ambientes mais rústicos. Esse site possui uma coleção fantástica de dicas para esconder fios de forma elegante e criativa.
Organizadores
Em qualquer mesa existe uma série de pequenas coisas que precisam ser organizadas. Canetas, clips, grampos, marcadores, post-its, régua e coisas que são particulares de cada atividade ou função. Nada pior do que deixar essas coisas passeando e soltas por cima da mesa. O ideal é colocar cada item em seu recipiente, organizando tudo ao alcance das mãos.
Pastas e caixas para guardar documentos, pequenos itens e papeis podem criar uma harmonia interessante no ambiente. O artifício de criar pegboards (quadros com buracos para colocar anexar organizadores) valoriza o espaço e facilita muito o acesso às ferramentas, sem deixar de fazer parte da decoração.

Cuidados finais
O mar da internet é cheio de ideia se dicas para decorar ambientes, mas é importante tomar um certo cuidado. Ambientes que são lindos no pinterest podem trazer elementos que não são tão confortáveis, que foram planejados para ganho estético, mas não servem para cinquenta horas semanais de trabalho.
É sempre necessário lembrar que todos possuem necessidades diferentes, e que ao criar um espaço de trabalho, cada detalhe pessoal deve ser levado em consideração.
Para os que nunca organizaram um espaço, a experimentação acaba sendo o melhor remédio. Será necessário testar e modificar algumas coisas até que tudo trabalhe em harmonia.
Lembrando que o mais importante é que você se sinta confortável em trabalhar na sua própria casa.
Mecenas: Dell Latitude 13 7000
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A Dell e a Intel realizaram um estudo com 5 mil profissionais que trabalham de casa para pequenas, médias e grandes empresas, em 12 países no mundo, e chegou a alguns números interessantes:
54% se consideram mais produtivos ao trabalhar remoto ou de casa;
69% trabalha até 25% das horas semanais de casa;
49% sentem menos estresse;
20% acredita que a distância do escritório pode representar uma barreira para a evolução da carreira;
56% dos brasileiros levam equipamentos pessoais para se conectar à rede corporativa.
Depois de aprender a montar o home office perfeito, você precisa de um computador perfeito.
A Dell, entendendo a necessidade de ajudar empresas e funcionários que trabalham em casa, desenvolveu o Latitude 13 7000, computador pensado para quem vive a realidade de usar o mesmo equipamento para atividades profissionais e pessoais.
Ele funciona como um notebook 2 em 1 que reúne tablet e notebook além de leve e versátil, possui um dispositivo de segurança para manter os seus dados e os dados da sua empresa protegidos e pode-se incluir o Dell Data Protection Enterprise Edition, pacote de soluções para segurança da informação que contempla criptografia, autenticação e prevenção de malwares em computadores e tablets com sistema operacional Windows e que atende todos os perfis de empresas: desde microempresários a grandes corporações.
O Verdadeiro Herói

Gente, por que as pessoas insistem em cortar cebola perto de mim enquanto eu vejo essas coisas
Vamos Formar Uma Dupla
Isso faz parte do ensino fundamental em Goiás
O Que é o Amor?
É dificil entender o amor... Mas as vezes o amor apenas acontece
D <3 A
Overdose de fofura: Pokémons fantasiados como suas evoluções.
O artista Randy, conhecido por seu Instagram @itsbirdy, criou essas maravilhosas obras de arte da fofura.




FreeValve é a proposta de motor sem comando da Koenigsegg (vídeo)

A Koenigsegg, tradicional fabricante de hiperesportivos da Suécia, há anos vem tentando melhorar a performance de seus motores, mas buscando também ganhos em termos de eficiência energética. Parece que agora eles estão perto de atingir isso.
A marca nórdica apresentou um novo conceito de motor que dispensa de uma vez por todas o tradicional comando de válvulas. Chamada FreeValve, a tecnologia permite o acionamento individual e no tempo certo de cada válvula atráves de comandos pneumáticos, tendo sua retração por meio de molas ou pressão do ar.
Cada válvula é totalmente variável e possui um controle específico. Além disso, o FreeValve permite a desativação dos cilindros de forma mais rápida e eficaz que no sistema atual. Com isso, o propulsor revolucionário da Koenigsegg permite aumento de 30% em potência e torque, bem como eficiência energética 30% superior.
A noticia FreeValve é a proposta de motor sem comando da Koenigsegg (vídeo) foi publicada no site Notícias Automotivas - Notícias de carros.
Renderizando texto via GPU

Uma das coisas mais legais do espírito hacker é fazer as coisas funcionarem de forma diferente da que foram projetadas. Rodar Quake em uma torradeira não é feito pelo Quake, ou pela torradeira, mas para o sujeito descobrir se é possível. Parafraseando o xkcd, Perdido em Marte fez sucesso por ser um filme inteiro igual àquela cena em Apollo XIII onde os engenheiros tentam fazer um filtro quadrado se encaixar em um buraco redondo.
Algumas vezes essa busca por quebrar as regras para aprender como as coisas funcionam rende resultados muito legais. É o caso de um sujeito que resolveu descobrir se poderia otimizar a forma com que texto é renderizado em computadores.
As placas de vídeo possuem ferramentas para isso, mas o método comum tem limitações. Usam um mapeamento onde as fontes são renderizadas e convertidas em texturas. Isso é ótimo para o dia-a-dia mas como é bitmap, na hora de um zoom você tem que renderizar de novo a fonte, o que é lento.
O que o sujeito fez foi jogar todo o trabalho para a GPU, um chip que por projeto é excelente realizando tarefas simples, repetitivas e em paralelo. Em vez de a CPU gerar uma textura em bitmap a GPU recebe os dados vetoriais da fonte, cria um shader que baseado nas informações de tamanho e tipo da fonte, então gera uma textura. Com isso você tem todo o poder da GPU exibindo texto, podendo dar zoom em tempo real sem perda de qualidade.
O trabalho em detalhes pode ser lido aqui.
Quer ver o resultado? Se você tiver um navegador moderno com aceleração por hardware e uma placa de vídeo decente, acesse este link. Na minha máquina ele renderizou o PDF, com 162 páginas, em menos de 1 segundo.
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PlayStation 4 Running Linux Can Use Open-Source Radeon Gallium3D Driver
O fim dos relacionamentos é sempre um momento triste.
Quem não manja da música Yesterday, dos Beatles, clica aqui para ler a tradução (já dá play na música pra curtir a tirinha junto).
MNC Engineering patenteia um novo tipo de motor com aumento de 72% na eficiência (vídeo)

A empresa MNC Engineering patenteou um inovador motor de combustão interna, cujo conceito pode aumentar até 72% a eficiência energética, superando em muito os tradicionais propulsores. Batizada de Hyper4, a tecnologia consiste em uma câmara de combustão axial com taxa de compressão variável.
O propulsor axial de quatro pistões possui quatro válvulas rotativas, bem como injeção de água. Com volume constante nas fases de combustão, o motor Hyper4 obtém percentual de eficiência energética de 43% em carga de trabalho normal contra 25% de um motor 16V comum.
Além disso, o Hyper4 permite melhorar o consumo médio, fazendo 18,3 km/litro contra 10,6 km/litro do rival convencional. A rotação das válvulas permite a variação dos índices de compressão e assim melhor queima do combustível na maioria dos regimes.
O Hyper4 consegue reduzir os índices de poluição com injeção de água, enquanto o desgaste é reduzido por uma tecnologia de movimento recíproco e linear. O propulsor ainda utiliza uma técnica de expansão aberta, que permite explorar a temperatura elevada dos gases de escape, geralmente desperdiçada em motores comuns.
A MNC Engineering acredita que a eficiência energética dos motores a combustão alcance entre 60% e 65% na melhor das hipóteses. Atualmente, 70% do litro de gasolina é desperdiçado com calor através do radiador e gases de escape. Ainda assim, os fabricantes estão trabalhando para melhorar os números.
[Fonte: NMC Engineering]
A noticia MNC Engineering patenteia um novo tipo de motor com aumento de 72% na eficiência (vídeo) foi publicada no site Notícias Automotivas - Notícias de carros.
Você pode ser super, mas…
Você pode ter super-poderes
(Foto flash)
Você pode ter grande habilidade
(Foto arrow)
Você pode ser um super ser de outro planeta
(Fotos Clark/Smallville e Supergirl)
Mas sem o seu hacker…
(Fotos Cisco/Felicity/Chloe/Winn)
Você ficaria sentado enquanto o batman faz todo o serviço
(Foto Batman no Batcomputador)
Valorize seu hacker!
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Vídeo: Descomplicando o systemd - parte 1
Enviado por Jeferson Fernando (jfnredesΘgmail·com):
Veja como se preparar para mais essa mudança que está chegando em todas as distribuições Linux! Sempre com novos vídeos de sysadmin para sysadmin.” [referência: ]
O artigo "Vídeo: Descomplicando o systemd - parte 1" foi originalmente publicado no site BR-Linux.org, de Augusto Campos.
Mr.Robot e o mundo dominado pelos 1%
“O que estou prestes a te contar agora é ultra secreto, uma conspiração maior que todos nós.
Existe um poderoso grupo de pessoas lá fora que estão secretamente comandando o mundo. Estou falando dos caras que ninguém sabe, os caras que são invisíveis. Os 1% do topo dos 1%, os caras que brincam de deus.”
Mr.Robot conta a história de Eliot, um hacker experiente e idealista. Durante o dia, se esforça para sobreviver à tediosa rotina corporativa.
À noite, ele assume outro papel. Eliot usa suas habilidades técnicas para invadir computadores, descobrir sujeiras e garantir que a justiça seja feita.
A série não esconde sua semelhança proposital com o plot do venerado Clube da Luta, de Chuck Palahniuk. A batalha contra modelos impostos, a retirada de máscaras sociais e a luta contra grandes corporações que, no poder, controlam a vida de todos no mundo.
Mr. Robot é um filho legítimo do movimento Ocuppy Wall Street.
Para os que não lembram, o movimento iniciou os protestos de 2011 em Nova York, no qual milhares ocuparam as ruas contra os 1% mais poderosos do planeta. O OWS se levanta contra a injustiça da alta concentração de recursos e poder. Seu lema é “Nós somos os 99%”.
Eliot, interpretado pelo brilhante Rami Malek, é um jovem introvertido e com sérias limitações sociais. É fácil se transportar para a pele do personagem e sentir seu desconforto em meio ao ambiente plástico, quase hostil que a série retrata.
A incrível consultoria do seriado faz com que os mais entendidos em tecnologia se deslumbrem com a precisão técnica envolvida nos ataques cibernéticos, fornecendo ao público geral um gosto muito próximo de como operam os hackers.
O seriado é coberto de criticas sociais, discursos contra o capitalismo e o poder. Pessoas que nunca pararam para questionar o capitalismo certamente sentiram um soco no estômago, um chamado para realidade. Aqueles que abertamente são a favor das estruturas de poder totalitárias serão capazes de reconhecer algumas peças da trama, os levando a pensar se o que acreditam realmente faz algum sentido.
Essa direção pode ser percebida ainda na primeira sequência do primeiro episódio, no qual durante uma consulta, a psicóloga de Eliot pergunta na lata, como quem quer saber se vai chover:
“O que tem na sociedade que te decepciona tanto?”
Então, apenas ouvimos:
“Ah, sei lá.
Será que é porque coletivamente pensávamos que Steve Jobs era um grande homem, mesmo sabendo que ele fez bilhões nas costas de crianças? Ou talvez porque sentimos que todos os nossos heróis são falsificados, e o mundo por si só é uma grande farsa? Inundando a rede com as merdas dos nossos comentários, mascarados de sabedoria, nossas redes sociais fingindo intimidade. Será que votamos nisso? Não com nossas eleições fraudadas, mas com nossas coisas, propriedades, dinheiro. Não estou dizendo nada novo, todos sabemos disso. Não é porque os livros dos Jogos Vorazes nos deixam felizes, mas porque queremos permanecer sedados.
Porque é doloroso não fingir. Porque nós somos covardes…”
É com esse espírito de subversão e confusão que a série me carregou pelos 10 episódios da primeira temporada, surpreendendo a cada novo episódio.
Se você assistir a essa cena e ainda não ficar curioso, nem precisa mais ver o seriado:
E aí, alguém já viu? Ainda não viu?
Como sempre, a conversa segue nos comentários.
Miguel Nicolelis cria ratos com superpoderes
Ok, é fato que ele não entende patavinas de exploração espacial, mas é inegável que de neurofisiologia o Miguel Nicolelis entende. Até demais.
Em uma pesquisa publicada num paper de título “Perceiving invisible light through a somatosensory cortical prosthesis” (cuidado, PDF) Nicolelis e sua equipe grudaram um sensor infravermelho na cabeça de um rato e o conectaram a eletrodos no córtex somatosensorial do bicho. O sensor quando estimulado enviava sinais e em 40 dias o rato aprendeu a utilizar aqueles sinais, e explorar um ambiente rico em fontes de infravermelho usando o novo sentido.
As pesquisas não pararam aí. Eles adicionaram mais 3 sensores, dando uma percepção de 360 graus.
BeyondBound — Infrared Movie S2
Esses ratos 2.0 aprenderam a usar os novos sentidos em apenas 4 dias, mas não há porque parar.
O próximo passo foi, em vez do cortex somatosensorial, inserir os eletrodos no cortex visual dos ratos.
O resultado surpreendente é que assim como a localização antiga, os sinais externos não geraram confusão, as funções sensoriais dos ratos permaneceram 100% operacionais, os bigodes funcionavam, os olhos funcionavam mas por algum motivo o sinal no córtex visual foi muito mais claro (sem trocadilhos).
Dá para imaginar que os eletrodos em um ponto genérico produziam uma sensação estranha, algo como um Sentido de Aranha no rato, já no córtex visual o sinal era menos ambíguo. Como resultado os ratos com implantes no córtex visual aprenderam a utilizar os sensores infravermelhos para conseguir comida em apenas um dia.
Um simples aumento do número de sensores e mudança de posição dos eletrodos reduziu o tempo necessário para adaptação ao novo sentido em 1/40 do original. Só isso já valeria a pesquisa, e também há a excelente comprovação de que cérebros de mamíferos possuem plasticidade bem maior do que imaginado.
Isso tem profundas implicações para futuras próteses, talvez não seja preciso desenvolver todo um modelo de funcionamento do córtex motor e programar uma Mão de Luke pra interpretar esses sinais, pode ser que apenas espetando os eletrodos no local correto o cérebro se vire para lidar com os novos sinais.
Na pior das hipóteses o Nicolelis deixou os fabricantes de ratoeiras muito felizes, agora poderão vender um kit de implante e uma ratoeira com chamariz infravermelho.
Fonte: Science Mag.
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Por que carros autônomos precisam ser programados pra matar?
Eu sei que o título parece pesado. Muitos podem argumentar que deveria ser algo mais voltado para “carros precisam ser programados para salvar vidas” e eu concordo em parte.
Mas continue lendo para entender melhor a diferença crucial aqui.
Há um tempo considerável já estamos ouvindo falar de carros autônomos, aqueles veículos que não precisam de motorista e que se guiam sozinhos.
Pouca gente sabe, mas no Brasil tem bastante gente trabalhando nisso. Me lembro em 2008, quando eu ainda estudava e trabalhava na FEI de São Bernardo do Campo e fui convidado para avaliar um projeto de detecção de limites de pista para veículos autônomos inteligentes, que usava visão computacional. Era bem legal, com projeções 3D da pista em tempo real. Alguma montadora do ABC deve ter visto isso, mas não sei dizer se o estudo virou um projeto comercial, mas outros engenheiros no mundo todo estão disputando esta nova corrida tecnológica.
Como podemos ver neste post do Cardoso de maio de 2014, empresas como Google, BMW, Audi e, mais recentemente, Tesla, trabalham ávidamente para dar este tipo de inteligência aos seus carros.
Muita coisa evoluiu desde os primeiros projetos e hoje podemos dizer que os conceitos básicos de pilotagem estão relativamente calibrados. Ou quase. Ainda é necessário configurar os limites para todas as vias, evitando que o motorista seja parado pela polícia e tome multas por excesso de velocidade:
Tesla Model S version 7 Autopilot Speeding Ticket Auto Steering Demo on Streets, Highway, Traffic
E também ler os logs do debug pra entender porque é que o volante vira para o lado errado só para assustar o piloto:
2015-10-15 With ‘Seany-cab’ ©®TM LLC The future has arrived…well, almost.
Falando sério agora, estes sistemas estão cada vez mais estáveis. Tarefas que antes eram absurdamente complexas, como acelerar, frear, trocar de faixa e identificar obstáculos, hoje se tornaram simples. Virou framework. O que abre espaço para melhorias bem mais complicadas.
O MIT divulgou esta semana um estudo muito interessante, que vem sendo feito desde julho deste ano, sobre decisões éticas que devem ser tomadas por carros autônomos.
E isso levanta questões bem difíceis de serem respondidas. Por exemplo, como o carro deve ser programado pra agir em caso de estar diante de um acidente inevitável. Ele deve minimizar o número de vítimas fatais, mesmo que isso signifique sacrificar os ocupantes do carro? Ou deve proteger motorista e passageiros a todo custo? Talvez escolher aleatoriamente entre estes casos?
A resposta para estas perguntas pode impactar diretamente na maneira como carros autônomos serão aceitos em nossa sociedade. Afinal, quem iria comprar um carro programado para sacrificar o próprio dono? Well…
O trabalho de Jean-Francois Bonnefon e outros cientistas da Escola de Economia de Toulouse, na França, foi feito justamente para tentar achar as melhores respostas para estes problemas, usando pesquisas com opinião pública e metodologias que envolviam apresentar diferentes cenários e possíveis consequências para cada um dos acidentes.
E com dilemas da seguinte natureza:
“Imagine que em um futuro não muito distante, você possua um carro autônomo. Um certo dia, você está dirigindo tranquilamente quando um conjunto infeliz de eventos faz com que seu carro vá em direção a um grupo de 10 pessoas que estão tentando atravessar a estrada.
É impossível frear completamente, dada a distância, mas o carro pode evitar a morte de 10 pessoas, se o carro for direciodo a uma parede. Essa colisão, no entanto, pode matar o motorista e um outro ocupante. O que o carro deve fazer?”
Claro que o principal objetivo aqui é diminuir o número de vítimas fatais, mas o software precisa decidir quem ele vai, eventualmente, matar. Tirar a vida de duas pessoas é melhor que tirar a vida de dez. Certo? Então…
E se no carro estiver um bebê? Isso muda os parâmetros? E se ao lado do carro estiver um motociclista? (se neste momento você pensou “dane-se o motoboy”, deu ruim. Volte duas casas.)
Um ponto importante a se pensar é o seguinte: se a gente tiver carros que colocam o motorista em risco, poucas pessoas vão comprá-lo. Se poucas pessoas comprá-los, estatísticamente, menos vidas serão poupadas, o que leva a um número maior de mortos de qualquer forma.
O resultado da pesquisa foi muito interessante, mas não conclusivo. Na maioria dos casos, as pessoas preferiam que o carro fosse programado para evitar o maior número de mortes mesmo que isso pudesse tirar a vida do motorista. Desde que, neste caso, o motorista não seja a própria pessoa:
E é aí que reside o paradoxo. As pessoas são a favor de carros que sacrificam o ocupante para salvar outras vidas, contanto que eles não tenham que conduzir um carro assim.
Em outras palavras, “eu quero mais que o motorista desvie de mim, ele que se exploda!””… Humanos…
Como quase tudo na ciência, novas respostas geram novas perguntas e agora os pesquisadores também estão trabalhando com outros modelos hipotéticos, como por exemplo: se um fabricante oferecer diferentes versões de seu algorítimo de tomada de decisões morais, e um comprador escolher conscientemente um deles, seria este comprador o responsável por eventuais acidentes e suas consequências?
São questões que não podem ser ignoradas, afinal estamos prestes a colocar milhões de carros autônomos nas ruas, portanto a questão moral destes algorítimos nunca foi tão urgente.
E você, na situação apresentada acima, qual seria sua resposta? Deixe sua opinião aqui na área de comentários.
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BMF055 - Bosch, Atmel e o primeiro sensor de movimento programável do mercado
No final da semana passada, a Bosch, um dos maiores fabricantes de dispositivos MEMS, anunciou o lançamento do primeiro sensor de movimento programável do mercado. A Bosch...
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