Uma dica para a sua próxima potencial cantada:

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Uma dica para a sua próxima potencial cantada:

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Na mitologia Marvel Mjölnir é uma das armas mais poderosas do Universo. Forjado por anões com/no núcleo de uma estrela, é feito com o mítico metal Uru, que lhe confere propriedades como capacidade de abrir portais interdimensionais, conjurar raios e outros fenômenos climáticos, voar e retornar automaticamente para seu dono quando arremessado.
A principal característica é descrita em uma inscrição: “Aquele que empunhar este martelo, se for digno possuirá os poderes de Thor”. Pouquíssimas criaturas do Universo são capazes de empunhar Mjolnir, o Capitão América é uma delas, como ele quase descobriu na divertida cena em Vingadores — Era de Ultron.
Agora um sujeito resolveu fazer seu próprio Mjolnir, mas na falta de Uru, anões e magia/tecnologia asgardiana, usou um bom e velho Arduíno.
O sujeito construiu um Mjolnir com um eletroímã, baterias de no-break, um sensor de digitais disfarçado e ficou brincando de desafiar as pessoas na rua a erguê-lo. Deixou bastante gente com pulga atrás da orelha.
Sufficiently Advanced — Real Mjolnir (Electromagnet, Fingerprint Scanner)
Pessoalmente eu jamais cairia nessa. Eu me conheço, sei que não teria chance nenhuma, pra quê tentar?
Fonte: Digital Trends.
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Certo dia navegando pelo Netflix vi que o serviço tinha recebido a série Gotham e como estava procurando algo novo para assistir, resolvi dar uma chance à história que se passa na época em que Bruce Wayne ainda era uma criança.
A ideia de contar a origem dos inimigos do Batman e de como a cidade os encarava sem a proteção do herói me prendeu e se quase todo o resto já não tivesse sido o suficiente para me agradar, um acontecimento do início da segunda temporada certamente o faria.
Mas antes de dar minha opinião sobre o que foi mostrado na série até então, eu preciso deixar dois avisos. O primeiro é que não sou um grande conhecedor dos quadrinhos, logo estou desconsiderando quase que completamente o que já foi mostrado por lá e segundo e mais importante, o que direi a seguir está carregado de spoilers tanto da primeira quanto da segunda temporada. Então, se você não está acompanhando a série, recomendo parar de ler por aqui.
Bom, tudo começou no 16º capítulo da primeira temporada, quando fomos apresentados ao jovem Jerome Valeska. Tendo sido criado no circo e logo se mostrando um psicopata, o moleque rapidamente teve sua imagem associada ao Coringa, personagem que considero o melhor vilão já criado para as histórias em quadrinho.
Brilhantemente interpretado por Cameron Monaghan, o impacto ao ver a revelação de que ele havia matado a própria mãe foi imenso e naquele instante eu não tive dúvidas: a equipe responsável pela série havia encontrado um excelente ator para viver o principal rival do Batman no seu início de sua carreira, tarefa que se tornou bastante complicada depois do que o Heath Ledger nos mostrou.

Então ficamos um tempo sem ouvir falar no assustador Jerome e veio a segunda temporada. Nela vimos o garoto ingressar no The Maniax, uma espécie de Esquadrão Suicida, e a cada momento o personagem ganhava mais traços do Coringa, com toda a sua insanidade sendo posta à mesa, como por exemplo na fantástica cena da roleta russa. Porém, havia algumas coisas que me incomodavam.
Além de estar ansioso para saber se e como o personagem ganharia a cicatriz na boca, não me agradava termos um nome e um passado para o vilão, mas numa reviravolta que julgo brilhante, no terceiro episódio os roteiristas decidiram matar Jerome. Seria aquele o fim do Coringa? Pelo contrário! Nascia ali o Coringa como um conceito, uma praga com potencial para se espalhar por toda Gotham e como bem disse o Cardoso em uma conversa, como o Batman poderia enfrentar algo assim?
O mais fantástico nessa solução encontrada por eles é que ela vai de encontro a aquilo que vimos em O Cavaleiro das Trevas de Christopher Nolan, quando o vilão deixa claro que sua única intenção é causar o caos,
despertar a loucura em cada habitante da cidade e ao se colocar como o primeiro hospedeiro desse “vírus”, o demente Jerome seria o início de um arco que colocaria o Coringa não como uma pessoa, mas como uma entidade.
Isso fica claro no momento em que vemos diversas pessoas espalhadas por Gotham repetindo a risada maligna que o personagem dava em seus crimes, assim como no comentário de Bruno Heller de que em algum momento provavelmente veremos uma mulher assumindo o papel do vilão (Barbara?!) e é por isso que considero a morte de Jerome algo tão fantástico.
Além disso, depois de ver o final deste episódio me dei conta de que todas as vezes em que Cameron Monaghan gargalhava eu — mesmo que inconscientemente — esboçava um sorriso, assim como vimos acontecer com os moradores daquela fictícia cidade, e isso me fez pensar no quão plausível foi o que a série nos mostrou, me fazendo chegar a conclusão de que no fundo, #SomosTodosCoringa.
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“Muitas pessoas se perguntam: ‘o que é o blues?’ Eu ouço um monte de gente dizendo ‘o blues, o blues’, mas eu vou te dizer o que o blues é. Quando você não tem nenhum dinheiro, você tem o blues. Quando você não tem dinheiro para pagar o aluguel de casa, você ainda tem o blues. Muitos povos gritam 'Eu não gosto de nenhum blues’, mas quando você não tem nenhum dinheiro, e não pode pagar o seu aluguel de casa e não pode comprá-lo sem comida, você tem a maldita certeza que tem o blues. Se você não tem nenhum dinheiro você tem o blues, porque você está pensando mal. Isso mesmo. Toda vez que você está pensando mal, você está pensando sobre o blues ”– Howlin‘ Wolf.
Você sempre quis ouvir blues e não sabia por onde começar? Nós lemos o seu pensamento e fizemos uma seleção com 30 das músicas mais clássicas da história do blues pra que você possa conhecer melhor o gênero. Senta aí, aumenta o volume e deixe o ritmo te levar...
O blues tem suas origens nas plantações do século 19 no sul dos EUA, onde os escravos cantavam músicas de trabalho enquanto se matavam de trabalhar sob o sol quente. Quando os afroamericanos aprenderam a tocar instrumentos europeus, o violão se tornou um acompanhamento popular para a cantoria cheia de sentimentos e levou ao desenvolvimento do estilo.

É caracterizado por uma progressão específica de acordes – geralmente a progressão twelve-bar –, assim como pelas blue notes [N.T.: às vezes chamada em português de "nota fora", embora o termo em inglês seja bem mais utilizado]. Uma blue note é uma nota cantada ou tocada com um timbre ligeiramente mais baixo do que o da escala maior, o que faz com que a nota tenha um som distintivamente triste e melancólico. [N.T.: A própria palavra "blues", em inglês, é sinônimo de melancolia.]

O gênero musical é considerado, junto com o jazz, o pai do rock, hip-hop, música latina e etc. A lista de estilos, músicos, e artistas em geral influenciados pelo blues se perde de vista.
Delta Blues – um dos mais antigos estilos da música blues. Foi originado na região do delta do Rio Mississippi, nos Estados Unidos, que se estende de Memphis, Tennessee a norte, a Vicksburg, Mississippi no sul, e do Rio Mississippi a oeste ao Rio Yazoo a leste;
Boogie Blues –uma forma de movimento rítmico, advindo originariamente das raízes do blues. Caracteriza-se pelo movimento sincopado e cadencial, orientado pela simplicidade de compasso. Dentre as várias lendas que cercam o blues, diz-se que o boogie origina-se na tentativa do guitarrista em imitar a cadência de um trem em movimento.
Vamos à lista:
Pra começar, um blues clássico e casca grossa.
Descrito por Eric Clapton como "o músico de blues mais importante que já viveu", Johnson foi um lendário e polêmico cantor de Delta Blues. Há várias versões populares para sua morte: envenenado pelo uísque servido por um dono de bar enciumado, que haveria morrido de sífilis, e que havia sido assassinado com arma de fogo. Seu certificado de óbito cita apenas "No Doctor" (sem médico) como causa da morte.
Outro mito popular recorrente sugere que Johnson vendeu sua alma ao diabo na encruzilhada das rodovias 61 e 49 em Clarksdale, Mississippi, em troca da proeza para tocar guitarra. Este mito foi difundido principalmente por Son House, e ganhou força devido às letras de algumas de suas músicas, como "Crossroad Blues".
Curtiu? Então vá ouvir “Love In Vain”.
Muddy Waters teve um importante papel na ploliferação do Delta Blues pelo mundo, chegando a influenciar artistas como Mick Jagger, Eric Clapton e Jimmy Page. “Manish Boy” é a versão de Waters do hit “I’m a Man” de Bo Didley. A música logo tornou-se um clássico do rock e foi regravada, mais tarde, pelo Rolling Stones.
Curtiu? Então vá ouvir “You Don’t Have To Go”.
Howlin' Wolf está entre os artistas mais eletrizantes da história do blues. Sua figura imponente era condizente com a música que fazia. Um feroz e encorpado cantor, de vocal áspero e rouco. Nas palavras do historiador Bob Santelli, “Wolf agiu por um blues potente, tornando-se a encarnação viva de suas forças mais poderosas”. “Spoonful” é uma ótima amostra da força do blues de Wold.
Curtiu? Então vá ouvir “Change My Way”.
Era humanamente impossível não sacudir pelo menos uma parte do corpo ao ouvir e ver John Lee Hooker em ação. Seu carisma era tamanho que até mesmo suas canções mais fracas chamavam a atenção. O legítimo criador do Boogie Blues usava sua voz rouca, seu dedilhado esquisitíssimo e seus pés batucantes para criar canções sensacionais, vide “Baby Please Don’t Go”.
Curtiu? Então vá ouvir “Boom Boom”.
Gosta de gaita? Então ouça Sonny Boy Williamsom, o homem que colocou a gaita como instrumento de primeira grandeza no blues. Com uma carreira longa o suficiente a ponto de ter tocado com Robert Johnson e outros ícones do blues, “o rei da gaita” entrou para a história com seu blues cadenciado e de letras provocantes, além, é claro, de seus incríveis solos de gaita.
Curtiu? Então vá ouvir “I’m a Lonely Man”.
Este é Son House: o homem que foi a maior influência de Robert Johnson e Muddy Waters. House foi um músico atuante e influente dos anos 20 e 30, passou as décadas de 40 e 50 praticamente no anonimato e ressurgiu nos anos 60 para o mundo da música. Músicos como Jimi Hendrix, Eric Clapton, Keith Richards e Jimmy Page assistiram seus shows nos anos 60. Inspirou as obras de Jimi Hendrix, Cream, Rolling Stones e Led Zeppelin. Son House é naturalmente o elo entre o Delta Blues e o Blues moderno, sendo, por si só, a evolução do Blues em pessoa.
Curtiu? Então vá ouvir “Death Letter”.
Compôs dezenas de canções blues que renderam incontáveis covers. Diz a lenda que ele levou um tirou de espingarda na barriga e sobreviveu, por isso o apelido "Lead Belly" – que significa "Barriga de Chumbo". Seu instrumento era o violão de 12 cordas. “Where Did You Sleep Last Night?” foi regrava, mais tarde, por Doc Watson, Mark Lanegan, Nirvana, Dolly Parton e muitos outros artista. [N.T.: a versão do Nirvana ficou incrível.]
Curtiu? Então vá ouvir “Take This Hammer”.
Conhecido como o “rei da guitarra slide” [N.T.: forma de tocar guitarra em que se utiliza no dedo anular ou minimo um pequeno tubo oco e cilíndrico], Elmore tinha um estilo único no instrumento, e ficou conhecido pelo uso de amplificação em volumes elevados e por sua voz comovente.
Curtiu? Então vá ouvir “I Held My Baby Last Night”.
Chamado por muito de “a ponte entre o blues e rock and roll”, Buddy Guy é conhecido como um dos expoentes do Blues de Chicago e, pela guitarra marcante, foi uma das principais influências para Jimi Hendrix.
Curtiu? Então vá ouvir “What Kind Of Woman Is This”.
John Smith Hurt passou a maior parte de sua juventude tocando músicas antigas para seus amigos, em bailes e ganhando a vida como trabalhador braçal em fazendas da região na década de 1920. “Mississipi” foi acrescentado, mais tarde, ao seu nome para alavancar as vendas. Sua influência afetou diversos outros gêneros musicais, como o country e o bluegrass.
Gostou? Então vá ouvir “Payday”.
Também natural do Mississipi, Tommy foi um dos mais influentes guitarristas do Blues. “Canned Heat Blues” é uma canção sobre um alcoólatra que tomou Sterno – um combustível com uma mistura tóxica de etanol e metanol, que quando combinado com líquidos, como água, era chamado “calor enlatado”.
Curtiu? Então vá ouvir “Cool Drink Of Water Blues”.
Outro expoente do Blues de Chigago, Johnny tinha uma voz potente e solos de guitarra marcantes.
Curtiu? Então vá ouvir “Trouble’s All I See”.
Mesmo após ficar parcialmente cego, Bo continuou a trabalhar na agricultura e a compor influentes canções para o blues.
Curtiu? Então vá ouvir “Pin in Your Cushion”.
Começou a sentir falta de uma mulher na lista? Não se preocupe, Helen Humes está aqui. Helen despontaria em sua carreira cantando jazz, mas foi no blues em que ela começou a chamar atenção; sua voz poderosa ajudou a formar e a definir o balanço vocal das próximas gerações do blues e jazz.
Curtiu? Então vá ouvir “Million Dollar Secret”.
“Parchman Farm Blues” foi escrita na prisão de Parchman Farm, onde Bukka cumpria pena por matar um homem [N.T.: Bukka White alegou legítima defesa, mas foi condenado mesmo assim].
Curtiu? Então vá ouvir “Strange Place Blues”.
Num gênero musical dominado pelos negros, qual seria a chance de um texano vesgo e albino fazer sucesso? Acontece que, Johnny Winter tinha, com toda certeza, a alma de uma verdadeiro bluesman. Exímio guitarrista, quebrou todos os paradigmas do blues com seus solos poderosos.
Curtiu? Então vá ouvir “Life Is Hard”.
Já que estamos falando de guitarristas brancos e texanos, impossível deixar de fora um dos maiores guitarristas que já se viu. Steve Ray e sua guitarra levaram o blues a um patamar mais swingado, com linhas de baixo mais marcantes, aproximando-o, assim, ao Rock. Morreu em 1990, em um acidente de helicóptero que também pôs fim à vida de integrantes da equipe de Eric Clapton.
Curtiu? Então vá ouvir “Crossfire”.
B.B. – Blues Bloy – e “Lucille” – nome carinhoso que dava a suas guitarras – marcaram para sempre a história do blues. Dono de uma discografia irretocável, influenciou guitarristas como Eric Clapton e Hendrix. King morreu na madrugada de 15 de maio de 2015, enquanto dormia, aos 89 anos. Era apreciado por seus solos, nos quais, ao contrário de muitos guitarristas, preferia usar poucas notas. Certa vez, teria dito: "posso fazer uma nota valer por mil". Alguém discorda de King?
Curtiu? Então vá ouvir “Rock Me Baby”.
Embora tenha gravado muitos discos, Albert King nunca recebeu o crédito que merecia por conta de sua excelência como bluesman e como guitarrista. A união entre a guitarra cortante de King e a base segura e cheia de molho funky de sua banda a propiciou uma discografia tão matadora quanto clássica, com músicas, posteriormente, regravadas por Clapton, Gary Moore, Free e Rory Gallagher.
Curtiu? Então vá ouvir “Oh Pretty Woman”.
O famoso grupo de Delta Blues possuiu diversas formações, onde algumas lendas se juntaram ao grupo, tais como: Bo Carter, Charlie McCoy e Sam Chatmon. Gravada em 1930, esta canção foi regravada por diversos artistas, como Frank Sinatra, Bob Dylan e Cream. [N.T.: a versão de Jack White ficou incrível].
Curtiu? Então vá ouvir “I've Got Blood In My Eyes For You”.
Que tal um blues britânico? “Blues Breakers With Eric Clapton” foi o disco que catapultou Eric Clapton – então apenas um integrante da banda de John Mayall – à categoria de “deus” para a juventude britânica na segunda metade dos anos 60. Lançado entre o período em que o guitarrista abandonou o Yardbirds e montou o Cream, este álbum até hoje é considerado o melhor disco de blues britânico de todos os tempos e o resultado da proverbial presença de Mayall dentro do cenário musical inglês. “All Your Love” é uma faixa em que já podemos notar que Clapton se sobressaía à banda.
Curtiu? Então vá ouvir “It Ain’t Right”.
Dixon era um dos compositores mais famosos do Delta Blues. Escreveu para lendas como Howlin’ Wolf e Little Walter. “Back Door Man” foi escrita para Howlin’ Wolf e regravada pelo The Doors.
Curtiu? Então vá ouvir “I Can’t Quit You, Baby”.
Skip James gravou algumas canções para Paramount em 1931, mas não foi totalmente pago para este trabalho, e as vendas caíram rapidamente, devido à grande depressão nos EUA. Então, em meados dos anos 60, o colecionador de blues, John Fahey, o descobriu um hospital do Mississippi. Uma coisa levou a outra e ele acabou tocando no Festival de Folk de Newport. Então, passou a gravar algumas das melhores músicas de sua carreira, como “Crow Jane”.
Curtiu? Então vá ouvir “Devil Got My Woman”.
Escrita por Muddy Waters, cuja versão foi apropriadamente escolhida pela revista Rolling Stone como o número 459 em sua lista das 500 melhores músicas de todos os tempos em 2004.
Curtiu? Então vá ouvir “That's No Way To Get Along”.
Patton é conhecido, por muitos, como o “pai do Delta Blues”. Nasceu em Mississipi, perto de Edwards, mas viveu grande parte de sua vida em Sunflower County, no Delta do Mississipi. Várias fontes dizem que nasceu em 1891, mas ainda há dúvidas sobre isso. Em 1900, entretanto, sua família viajou 160 km ao norte para a lendária Dockery Plantation, uma fazenda perto de Ruleville, Mississipi. Foi lá que John Lee Hooker e Howlin' Wolf aprenderam com Patton. Também foi nessa região que Robert Johnson tocou sua primeira guitarra. O violão que Patton utilizava era um Stromberg-Voisinet.
Curtiu? Então vá ouvir “Shake It And Break It”.
Walker é conhecido como o pioneiro na utilização de guitarra elétrica no Blues – motivo pelo qual, por si só, já seria o suficiente para considerá-lo uma lenda. Mas sua influência ultrapassou a sua música; T-Bone Walker foi o herói de infância de Jimi Hendrix - que procurou de alguma forma imitá-lo ao longo de sua vida.
Curtiu? Então vá ouvir “Roots of Blues”.
Mais uma mulher na lista. Gladys era da Filadélfia e foi manchete nos primeiros trinta anos de Ubangi Clube do Harlem, onde ela foi apoiada por uma linha de coro de drag queens . Ela se vestiu com roupas masculinas (incluindo uma assinatura smoking e cartola), tocava piano, e cantou suas próprias letras obscenas para músicas populares da época rosnando profundamente com a sua voz enquanto flertava escandalosamente com as mulheres na platéia.
Curtiu? Então ouça “Worried Blues”.
Em setembro de 1963 quatro estudantes negros foram mortos quando uma bomba explodiu durante uma missa na 16th Street Baptist Church em Birmingham, Alabama. Martin Luther King chamou Birmingham "de longe a pior cidade para as relações raciais na América", e John Coltrane escreveu uma música de protesto chamada “Alabama”. Em março de 1965 manifestantes dos direitos civis foram brutalmente agredido por agentes estaduais e deputados, causando ferimentos graves aos que protestavam. Mais tarde, em 1965, JB Lenoir gravava este hino anti-racista ardente.
Curtiu? Então vá ouvir “Feelin’ Good”.
Uma das vozes femininas mais poderosas da história do blues fez de Big Mama Thornton um ícone popular na década de 50.
Curtiu? Então vá ouvir “Let’s Go Get Stoned”.
Considerado como o 53º melhor guitarrista de todos os tempos pelo revista Rolling Stone, Rush é canhoto e usa a guitarra para destros virada ao contrário, sem trocar o encordoamento. Com isso, a corda mais fina (E) fica em cima, e os bends têm que ser realizados para baixo, contribuindo para seu som distinto. Influenciou diretamente outros famosos guitarristas, como Clapton, Peter Gray e Steve Ray Vaughan.
Curtiu? Então vá ouvir “So Many Roads”.
Começo bem, depois só me fodo, depois a merda tá feita e não tem mais choro


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Ontem foi apresentado um brinquedinho muito interessante para os Lumias 950 e 950 XL: o Display Dock, que nada mais é que uma caixinha com uma conexão HDMI, uma DisplayPort, 3 USBs 3.0 e 2 USB-C.
Quando conectados com o celular você roda os aplicativos do Windows 10 em tela cheia, Full HD 1.920 × 1.080 pixels a 60 fps. Com direito a usar HDs externos, pendrives, etc. Mouse e Teclado? Bluetooth, claro.
Levando-se em conta que uma CPU octacore a 2 GHz é mais do que a maioria tem rodando em casa, não duvido que ao invés de sair comprando computador pros filhos, muita gente não invista em um kit dock + monitor + teclado + mouse.
Para empresas também é algo muito eficiente, em vez de dar computadores para todo mundo que trabalha na rua, você disponibiliza estações onde o sujeito pluga o celular e trabalha confortável.
Infelizmente ainda não há informações de quando e quanto, mas veja o vídeo com o figuraça Bryan Roper demonstrando o dock. Ah sim, você pode usar o telefone normalmente enquanto está trabalhando no segundo monitor.
Leia também:
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1- Nesta foto, você pode ver todos os homens que gostam de discutir a relação e limpar a casa:
2. Estes homens por exemplo, não gostam de cerveja, churrasco e futebol com os amigos
3. Já neste imagem, você encontra tanto pessoas famosas, quanto anônimos que não gostariam de fazer sexo com duas mulheres ao mesmo tempo.
4. Centenas de homens que são fãs de filmes de comédia romântica se encontraram nesta escadaria.
5. Milhões de homens que não assistem pornografia se encontraram nesta cidade em julho deste ano.
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by @uaiHebert

by misterjposts
O Google realizou um evento nesta terça-feira em San Francisco onde anunciou uma série de novidades. Falaram do Android, de novos smartphones, novos Chromecasts, um novo tablet… enfim, teve de tudo um pouco. Vamos dar uma olhada no que foi exibido:
Nexus 5X e Nexus 6P
As primeiras novidades apresentadas no evento foram os novos aparelhos da linha Nexus, os primeiros a rodarem o Android 6.0 Marshmallow a chegarem ao mercado. Desta vez o Google incumbiu duas empresas diferentes com os projetos, a LG ficou responsável pelo Nexus 5X enquanto a Huawei foi encarregada de desenvolver o Nexus 6P.
Google Nexus — Introducing the Nexus 5X
O Nexus 5X é um sucessor direto do Nexus 5. Seu design é um híbrido deste e do Nexus 6, mas com um corpo plástico a fim de manter o preço mais atraente. Por dentro porém o bichinho continua potente: SoC Qualcomm Snapdragon 808, hexa-core 64 bits com clock de até 2 GHz, GPU Adreno 418, 2 GB de RAM, modelos de 16 ou 32 GB de espaço interno, display de 5,2 polegadas com resolução Full HD (424 ppi), câmera principal de 12,3 megapixels com Flash LED duplo e abertura f/2,0 capaz de filmar em 4K a 120 fps, câmera frontal com 5 MP, redes 4G/LTE, Bluetooth 4.2 e NFC, bateria de 2.700 mAh e conector USB-C. Ele custará US$ 379 e US$ 429, dependendo de quanto espaço interno você desejar.
Google Nexus — Introducing the Nexus 6P
Já o Nexus 6P é um produto mais premium, sendo o primeiro da família a contar com um case metálico. Ele possui tela de 5,7″ com resolução Quad HD (515 ppi), SoC Snapdragon 810, o octa-core 64 bits top da Qualcomm mas aqui em sua versão revisada (que reduz os problemas de superaquecimento), 3 GB de RAM, versões com 32, 64 ou 128 GB de espaço interno, câmera principal de 12,3 MP com abertura f/2,0 e Flash LED duplo, câmera frontal com 8 MP, 4G, Bluetooth 4.2, bateria de 3.450 mAh, e conector USB-C.
Ambos os aparelhos introduzem o Nexus Imprint, o sensor biométrico proprietário do Google. A empresa garante que ele é super-rápido, realizando leituras de digitais em até 600 milissegundos. Ele está sendo apresentado com um feature-chave do sistema Android Pay mas também será utilizado para bloquear o aparelho com segurança, além de permitir novas formas de autenticação em apps. Os modelos de 32, 64 e 128 GB custarão US$ 499, US$ 549 e US$ 649 respectivamente.
Tanto o Nexus 5X quanto o 6P serão vendidos através da Google Store a partir de outubro, e incialmente estará disponível nos Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Irlanda e Japão. Não há previsão de quando ou se eles chegarão ao Brasil; tudo dependerá das estratégias da LG e Huawei para o nosso mercado.
Android 6.0 Marshmallow
Com a chegada dos novos Nexus o Google oficializou o lançamento do Android 6.0 Marshmallow. A nova versão do sistema operacional será liberada via OTA na próxima semana para todos os donos de Nexus 5, 6, 7 (versão 2013) e 9. Todos os demais dependem das estratégias de fabricantes e operadoras e é quase certo que só veremos atualizações a partir de 2016, assim como é pouco provável vermos novos aparelhos Android sendo lançados até o fim do ano já com o novo sabor do SO.
Como dito antes o Android 6.0 se foca menos em alterações no design e mais em segurança e privacidade, bem como um melhor gerenciamento de energia. Entre as novidades estão um controle fino das permissões dos apps, entregando ao usuário o poder de bloquear qualquer coisa que ele não deseje que um programa faça.
Play Música e Google Fotos mais sociais
O Google também deu uma mexida em alguns de seus aplicativos. O Play Música por exemplo ganhou um plano familiar, que permite que uma mesma conta seja compartilhada por até seis pessoas. Cada membro terá um perfil personalizado e desta forma, o pai de família que gosta de ouvir rock das antigas não será surpreendido por uma faixa do Justin Bieber no meio de sua playlist por causa da sua filha; o app saberá os gostos pessoais de cada um. O plano custará US$ 14,99 por mês nos Estados Unidos e em breve chegará ao Brasil.
Já o Google Fotos recebeu um tratamento para se tornar mais sociável. Será possível criar um álbum compartilhado, onde várias pessoas em diversos dispositivos poderão alimentar com suas próprias fotos. Basta um usuário criar o álbum e convidar os amigos. Isso é útil num evento ou numa viagem em grupo, em que todas as fotos dos participantes ficam salvas todas em um só lugar. É possível também convidar usuários como “espectadores”, que serão notificados sempre que alguém subir uma foto nova.
Novos Chromecasts, para áudio e vídeo
Dois anos depois, o Chromecast também recebeu uma atualização. Além do novo visual (eu não curti, ficou com cara de penduricalho já que ele agora ficará pendurado obrigatoriamente pelo cabo) a nova versão agora é compatível com Wi-Fi 802.11ac, funcionando na faixa entre 2,4 GHz e 5 GHz. Resultado? Ele ficou mais rápido e ganhou o recurso Fast Play, que permite aos desenvolvedores introduzir pré-carregamento de conteúdo reduzindo o tempo de espera.
Como funciona? Ao iniciar um aplicativo e jogá-lo no Chromecast o software tentará adivinhar o que o usuário pretende assistir (o Netflix é bom nisso), e começará a baixar o vídeo em questão. Assim, quando você clicar no play ele será executado de cara, ao invés de aguardar o início do download como ocorre hoje.
A nova versão do Chromecast também permite finalmente jogar seus games na sua TV. Assim, o smartphone se torna um controle e segunda tela enquanto você acompanha a ação diretamente na tela grande. E por fim, o Chromecast passa a contar com suporte a Facebook e Flickr, além de ter seu app totalmente remodelado tanto no Android quanto no iOS. Agora ele sugere conteúdo e indica os serviços em que você encontrará aquele filme ou série, e conta também com busca por voz.
Google Cast — Chromecast Audio: How to cast
E o Google resolveu também inteligentificar seu aparelho de som com o Chromecast Audio. O funcionamento é basicamente o mesmo, apenas sai a conexão HDMI e entra em seu lugar o plugue P2 estéreo, compatível com quase qualquer caixa de som, micro-system ou conjunto de áudio de automóveis. Ele possui integração com o Android Wear e será compatível inclusive com o Spotify (também no Chromecast para a TV), que fez doce por um bom tempo mas finalmente decidiu se aliar ao Google.
Ambos os Chromecasts custarão US$ 35 e chegarão às lojas de 17 países em breve.
Pixel C
Por fim, um novo tablet e o primeiro 100% fabricado pelo Google. Ele possui display de 10,2 polegadas com resolução de 2.560 × 1.800 pixels (308 ppi) e conta com um SoC Tegra X1 da NVIDIA, além de 3 GB de RAM, conector USB-C e roda Android 6.0 Marshmallow. Ele possui um teclado removível que se fica ao tablet magneticamente e é carregado via indução, uma tomada a menos. A ideia é fornecer uma experiência próxima a dos Chromebooks, Surfaces Pro e do iPad Pro, por um preço mais camarada. A versão de 32 GB de espaço interno custará US$ 499 e a de 64 GB, US$ 599. O teclado será vendido separadamente por US$ 149. Sem data de lançamento.
Aos interessados segue a conferência completa:
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Uma coisa a gente tem que reconhecer: a Nintendo sabe fazer jogos divertidos e os vende como ninguém. Os estúdios não querem desenvolver jogos para o Wii U? Não tem problema, vamos pegar nossas marcas mundialmente reconhecidas e criar jogos novos, não precisamos de ports de outras plataformas.
Isso funciona até certo ponto. É fato que o atual console de mesa da BigN é um fracasso, tanto que o tal NX vem aí. Por outro lado, títulos próprios como Super Mario 3D World, Mario Kart 8 e a nova IP Splatoon vendem como água e ainda impulsionam levemente a saída do console. Nada espetacular, mas as vendas aumentam.
A mais nova bola dentro da Nintendo atende pelo nome de Super Mario Maker. Mais do que um jogo em si, o software é uma ferramenta que transforma o jogador em game designer: você pode desenvolver suas próprias fase e dar a elas o aspecto que desejar, seja dos clássicos do Nintendo 8 bits e Super Nintendo, ou o mais moderno visto no Wii U. A partir daí você pode compartilhar sua criação no lobby do Wii U, para que qualquer um possa baixar e curtir.
Claro que muita gente está pirando com as possiblidades, já surgiram desde criações musicais (com a óbvia RickRollada sendo promovida pela Nintendo, a fase entrou no rol dos Destaques) a fases para lá de difíceis, algumas explorando um bug recentemente descoberto que torna Mario invencível (é quase certo que a BigN o corrija em breve, o que vai mandar esses estágios para o limbo — UPDATE: ela de fato o eliminou em prol de uma “jogabilidade mais prazerosa”. Nintendo sendo a Nintendo).
Só que algumas pessoas estão utilizando Super Mario Maker para criar fases um tanto perturbadoras, por assim dizer. Vejamos algumas delas:
The Cabal — Mario Maker Can Get Pretty Disturbing!
Waluigi’s Unbearable Existence talvez tenha sido a primeira do tipo a surgir. O criador da fase TheMapleBeast convida o jogador a experimentar uma crise existencial na pele da cópia distorcida do encanador verde, forçando Waluigi a aceitar que sua existência é inútil. O final é bem depressivo, por assim dizer.
Sim, o vídeo foi editado para se tornar mais dramático mas o core não, está tudo na fase.
Brina “Shagg” Lauer — Super Mario Maker level: “The Goomba: A Sad Tale of Madness” by Theorymon
O próximo se chama The Goomba: A Sad Tales of Madness. Criado por Theorymon, neste você é obrigado a se pôr na pele do pequeno Goomba, um dos inimigos mais facilmente reconhecíveis da franquia e testemunhar o destino cruel que todos eles encaram nos jogos numa versão distorcida da fase 1-1 de Super Mario Bros.
Geoff The Hero — Super Mario Maker: “Will You Save Your Son?” Geoff The Hero’s Custom Level
Por fim temos o mais perturbador de todos, Wii You Sabe Your Son? de GeoffTheHero. O autor compartilhou a fase mas é a narração do vídeo acima que torna tudo ainda mais pesado e dramático, mostrando que alguns jogadores tem mesmo muito tempo livre para pensar nesse tipo de piração. O autor pergunta ao jogador o quão longe você iria para salvar seu filho, mas o vídeo revela que nem tudo é o que parece.
Enfim, com o tempo mais fases serão compartilhadas, de divertidas a difíceis, incluindo as mais malucas e claro, as mais doentes e perturbadoras como as três acima. E caso você possua um Wii U e o game Super Mario Maker, aproveite para compartilhar suas fases nos comentários.
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Tirinha inspirada por uma sugestão de Carlos Adriano de Souza.
Quem vê cara, não vê profissão:

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Sensual, diria até que é bem provocante
A BBC sempre teve uma relação complicada com o Top Gear. Um canal de TV do governo, alinhado com a esquerda liberal européia, sem necessidade de publicidade e vivendo do imposto pago por todo cidadão britânico que possui uma televisão, não engoliam um programa que glorificava carros de luxo, fazia piada com vegetarianos, comunistas, mexicanos, outros ingleses e… basicamente todo mundo. Incluindo e principalmente eles mesmos.
O problema é que o programa era vendido no mundo todo, tinha audiência mundial de 250 milhões de espectadores, lançou versões locais em vários países, e basicamente rendia centenas de milhões de libras pra BBC. Mesmo assim depois de um incidente onde Jeremy Clarkson socou um produtor, resolveram que não era caso de uma punição, mas de cancelamento. Fácil, quando você imprime seu próprio dinheiro.
Curiosamente não foram tão implacáveis com Jimmy Savile, DJ e apresentador da BBC que durante décadas abusou sexualmente de crianças impunemente, sendo acobertado pelos altos escalões da emissora.
Top Gear : Robin Reliant Space Shuttle Challenge – Top Gear – BBC
Sim, eles tem um programa espacial melhor do que o nosso.
Quando a notícia de que o programa seria cancelado apareceu fãs juntaram um milhão de assinaturas e entregaram na BBC com um tanque de guerra, sem resultado, comprovando a hipótese de que petições online são tão inúteis que anulam o poder de convencimento de um tanque.
Vendo a hagada que fez a BBC tentou oferecer uma baba para Richard Hammond e James May ficarem no programa. Não rolou. Tentaram negociar a volta de Clarkson, não deu, e Andy William, o produtor co-criador do programa também pediu as contas. Anunciaram um novo Top Gear com Chris Evans (não aquele) mas os fãs não perdoaram. TODOS os reviews, vídeos e posts são inundados de comentários e avaliações negativas, um vídeo típico do Top Gear no YouTube é assim:
A brigada politicamente correta enquanto isso batalha pra afundar o que restou do programa (basicamente o formato), prometendo um Top Gear mais maduro, menos ofensivo, com mais diversidade e “mais voltado para mulheres”. Estranho, 40% da audiência do programa ERA composta de mulheres, mas os executivos não devem saber disso.
Richard Hammond’s Alfa races a jet ski around Lake Como – Top Gear: Series 21 Episode 2 – BBC Two
Um Alfa Romeo vs um quadriciclo. Será?
Que os 3 apresentadores iriam acabar em um novo programa todo mundo sabia, mas restava a dúvida: aonde? O contrato dos três tinha uma cláusula de não-competição, por dois anos não poderiam ter um programa na TV inglesa. Eis que entra a internet, que não constava no contrato. Os boatos envolviam Netflix, Hulu, Google, mas no final eles fecharam com a Amazon.
Farão parte do Amazon Prime, segundo Jeremy Clarkson foi como sair de um biplano e entrar em uma nave espacial. A Amazon também tem bolsos bem mais fundos que a Netflix, e eles receberam total liberdade criativa.
Melhor ainda: fecharam um pacote de 3 temporadas, que irão ao ar em 2016, começando a ser produzidas muito, muito em breve.
As interwebs estão celebrando esse imenso CHUPA BBC, e esperando que a equipe mantenha o lema do programa: “ambicioso, mas lixo”.
The Awesome Porsche 918 – Top Gear – Series 21 – BBC
Resenha do Porsche 918 Spyder. Um híbrido, ecológico, que salva as foquinhas.
A BBC insiste no erro em achar que Top Gear é um programa de carros. Não é, é um programa COM carros onde 3 idiotas que gostam muito de carros falam sobre eles, quase de passagem. Não é um programa para você escolher seu próximo carro, é um programa para você ver uma corrida entre um skatista e um carro de rally.
Ford Fiesta Shopping Centre Chase – Top Gear – BBC
Resenha do Ford Fiesta, nenhum programa foi mais completo.
Para os fãs foi o fim de uma longa e tenebrosa noite, adiamos mais uma vez a inevitável extinção do último bastião de verdadeiros petrolheads, de gente que ama o barulho dos motores, que se preocupa mais com km/h do que com km/L. Gente que acha ofensiva a simples visão do carro do Google, com suas linhas horrendas onde beleza a performance foram removidas da equação.
Acho que nada resume mais esse sentimento do que esses dois vídeos, ambos com o Clarkson. O trailer do Forza 4…
Gamehelper — Forza Motorsport 4 – Jeremy Clarkson trailer “Endangered Species”
E este filme sobre o Aston Martin Advantage.
Aston Martin Vantage – Top Gear – BBC
Estamos vivendo o fim de uma era; Clarkson, Hammond e May são três dinossauros, nós sabemos disso, mas amamos esses patetossauros e graças à Amazon podemos dizer pro metafórico meteoro: hoje não.
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Muitas vezes, porque temos receio de falhar na tarefa e pavor de todas as autoavaliações negativas que poderiam resultar de um fracasso.
Inconscientemente, sentir-se bem consigo se torna mais importante do que atingir alguma meta.

Mas a procrastinação, certamente, dispara outros sentimentos negativos sobre nós mesmos – recriminações e ruminações por “fracassar” ao tomar uma atitude.
Em vinte anos trabalhando como psicoterapeuta, testemunhei por tantas vezes como a paralisia frente a uma tarefa ou problema pode levar a níveis cada vez mais altos de autocrítica e autodepreciação, uma espiral negativa descendente que se autoperpetua.
A maioria das técnicas de combate à procrastinação foca em maneiras de mudar o comportamento de uma pessoa: apenas comece, tome uma atitude, qualquer tipo de atitude.
Mas um estudo recente sugere uma abordagem diferente: seja gentil consigo.
Fuschia M. Sirois, da Universidade de Bishop, no Canadá, examinou se a autocompaixão – gentileza e compreensão consigo em resposta a uma dor ou erro – poderia estar relacionada a procrastinação e estresse e ao sofrimento que a procrastinação causa.
O estudo, publicado em Self and Identity, pediu a mais de 750 participantes para completar um questionário que mede os níveis de autocompaixão e seus componentes: gentileza consigo em resposta a um erro ao invés de se julgar severamente, reconhecendo que compartilha as mesmas lutas com procrastinação com muitas outras pessoas ao invés de se sentir isolado ou a única pessoa a passar por isso, percebendo de forma ampla sua situação difícil ao invés de se identificar com autoavaliações negativas.
Os participantes também reportaram os seus níveis de procrastinação e estresse.
Sirois encontrou que as pessoas inclinadas à procrastinação tinham menores níveis de autocompaixão e maiores níveis de estresse.
Uma análise mais detalhada revelou que procrastinação pode aumentar o nível de estresse – particularmente entre as pessoas que apresentam baixa autocompaixão.
De fato, os seus resultados sugerem que a autocompaixão pode cumprir um papel importante na explicação do porquê a procrastinação pode gerar tanto estresse para as pessoas: “Autojulgamentos negativos e sensação de isolamento quando se está procrastinando pode ser uma experiência estressante”, ela escreve, “que compromete o bem-estar daqueles que apresentam um comportamento crônico de procrastinação”.
Sirois sugere que intervenções que focam em aumentar a autocompaixão podem ser particularmente benéficas para reduzir o estresse associado a procrastinação porque a autocompaixão permite que a pessoa reconheça as desvantagens da procrastinação sem se identificar com emoções negativas, ruminações negativas e uma relação negativa consigo.

As pessoas mantêm uma sensação interior de bem-estar que as permite o risco de falhar e tomar uma atitude.
“A autocompaixão é uma prática adaptativa que pode… fornecer um amortecedor contra as reações negativas de eventos relevantes para a pessoa”, escreve a autora.
A implicação é que através da interrupção do elo entre procrastinação e autoimagem negativa, a autocompaixão pode nos ajudar a evitar o estresse associado com a procrastinação, libertando-nos daquela espiral descendente, e nos ajudando a melhorar o nosso comportamento.
O estudo de Sirois não prova que a falta de autocompaixão causa diretamente a procrastinação ou que a baixa autocompaixão é o que faz com que a procrastinação seja tão estressante. Enquanto esse estudo revela associações interessantes, estudos mais específicos precisam ser realizados para relacionar autocompaixão, procrastinação e estresse. Esse foi o primeiro estudo realizado para examinar o papel da autocompaixão nessa equação entre procrastinação-estresse.
Em um estudo relacionado, outros pesquisadores descobriram que pessoas que se julgam menos por suas experiências de erro ou fracasso experienciaram menos procrastinação posterior.
Sirois argumenta que porque a autocompaixão é uma postura mais global em direção aos próprios erros do que específica com relação a um único fato, isso pode ser ainda mais útil no tratamento da procrastinação.
“O curioso paradoxo é que somente quando eu me aceito, eu posso me transformar.” – Carl Rogers
As demonstrações de Sirois ressoam com estratégias que ofereci aos clientes na minha prática psicoterápica.
Eu ensino clientes a dar um tempo autocompassivo toda vez que eles se apresentam tomados por uma sensação de dor ou fracasso, seja causada pela própria pessoa ou por eventos fora de seu controle.
Baseado nos exercícios de Kristin Neff no livro Self-Compassion, o tempo autocompassivo permite a pessoa desenvolver a compreensão de que o autojulgamento é uma resposta muito humana para as várias experiências humanas, evitando assim as ações que podem disparar ainda mais o autojulgamento.
Sugiro que os clientes adotem esse tempo autocompassivo quantas vezes eles puderem, assim que se encontrarem nesses estados de mente e de pensamentos negativos automáticos que a procrastinação pode disparar, para que esse tempo se torne um recurso positivo e automático.

1. Algumas vezes no dia, pare o que estiver fazendo e se pergunte:
“O que eu estou experienciando nesse momento exato? Há algum diálogo interno negativo, culpa ou vergonha acontecendo?”
2. Ao invés de seguir com o diálogo negativo ou tentar corrigir isso interrompendo esse diálogo, simplesmente pare, coloque as mãos no centro do seu coração e diga a si mesmo(a) palavras de gentileza, como “Está tudo bem, querido(a). Isso é difícil mesmo…”.
Esse simples gesto de gentileza e cuidado consigo pode ativar o sistema fisiológico de cuidado (ao invés de ativá-lo com o a voz autocrítica), o que começa a provocar um relaxamento e a abrir seu coração e sua mente para a autoaceitação, para assim se abrir a escolhas e possibilidades.
3. Seja gentil consigo se a intenção de começar o exercício de autocompaixão como esse dispara mais autojulgamento e procrastinação. Você também pode dizer a si:
“Que eu me sinta seguro(a) nesse momento. Que eu me liberte do medo, do estresse, da ansiedade. Que eu me aceite exatamente como sou, aqui e agora. Que eu saiba que eu posso ser habilidoso(a) nessa tarefa”.
4. Então, mergulhe em um momento de tranquilidade, dando suporte a si mesmo e essa experiência, com atenção e autoaceitação, respirando em uma sensação de conforto, calma e paz interior.
5. Então, escolha fazer algo que te ajudará a sentir uma sensação de movimento em uma direção positiva. Não precisa necessariamente ser sobre a tarefa ou projeto que você vem procrastinando.
Redirecione sua atenção para algo agradável, confortante, significativo e recompensador; tire alguns momentos para expressar gratidão por aspectos positivos na sua vida antes de seguir com as tarefas do dia; converse com um bom amigo ou colega; perceba se você está construindo uma sensação de bem-estar e melhor enfrentamento com o que quer que você vá fazer a seguir.
* * *
Por fim, aguardo as percepções e experiências de vocês nos comentários.
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Leituras de aprofundamento sugeridas:
Nota editorial: texto traduzido por Carol Bertolino, que recentemente conduziu o encontro "Autocompaixão", pel'o lugar.
É, tirando o Shaka, o Shaka é o mais forte mesmo...