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22 Jan 14:41

The More You Knerd: If you’re not a nerd, don’t call yourself one [PSA]

by Geeks are Sexy

A PSA from the Portland Nerd Council (Portlandia): If you’re not a nerd, don’t call yourself one.

[Via LS]

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22 Jan 14:38

Meet the Flesh & Blood Model of “Cyberpunk 2077″!

by Lauren Berkley
Renato Cerqueira

Meio NSFW.

Last week, I posted the teaser trailer for the upcoming, open world RPG game “Cyberpunk 2077.”

Here it is again:

This week, I bring you the real-life model used to portray the cybernetic “Psycho” woman in the trailer, along with concept art and behind-the-scenes production stills of how she was transformed into the video game character.

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[Via Nerd Reactor]

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22 Jan 13:07

O mal é a falta de atenção

by Alex Castro

Amiga falando do irmão com quem divide um apartamento:

“Ai, não sei o que fazer. Meu irmão é uma pessoa boa, linda, incrível, tolerante, generosa, etc etc. Mas não lava a louça! Sai da mesa e deixa a louça toda lá, como se ela fosse magicamente se lavar sozinha, e quem tem que lavar tudo sou eu!”

Mas não acredito em gente boa e generosa que não lava a louça.

Maria Helena Vieira da Silva

Não cometer genocídio é facil

No nosso dia a dia, não temos muitas oportunidades práticas de ativamente não-estuprar, não-roubar, não-torturar, não-cometer-genocídio, etc.

Não-matar não é uma daquelas decisões conscientes que tomo todos os dias e das quais posso (ou não) me orgulhar – assim como, digamos, ir malhar ou não repetir o prato são duas decisões que tomo todos os dias a um custo pessoal considerável.

Ou seja, não posso me considerar bom somente porque nunca matei, roubei, mutilei, joguei judeus no forno ou comprei escravos em Luanda.

Do mesmo modo, nada é mais fácil do que ser bom (e generoso e justo e honesto e até heroico!) naquelas dramáticas situações hipotéticas do futuro que nunca acontecerão:

Sim, se minha avózinha precisar de um rim… eu dou! Sim, se eu estivesse em uma naufrágio, só entraria no bote depois de todas as criancinhas estarem acomodadas! Sim, se você engravidar por estarmos transando sem preservativo por insistência minha, eu assumo a filho! Agora, vamos, vamos, abre essas pernas, vai!

Maria Helena Vieira da Silva

Ser bom é não humilhar o garçom

Quando sair com alguém, ignore a maneira como ela te trata (afinal, vocês são amigos, namorados, colegas, iguais, etc) mas preste atenção em como ela trata as pessoas (que acha que estão) abaixo dela.

A moça que se abre toda em decotes e gentilezas para você e quase unha os olhos da garçonete que derrubou o café não é uma pessoa boa; ela é uma pessoa que quer dar.

O moço que se pavoneia todo pra se mostrar másculo e elegante, mas quase dá porrada no garçom que derrubou o café não é uma pessoa boa; ele é uma pessoa que quer te comer.

Na melhor das hipóteses, é uma pessoa boa à beira de um ataque de nervos, o que na prática dá na mesma.

A facada dói igual.

Maria Helena Vieira da Silva

O mal é a falta de empatia

Não sou religioso. Não acredito em metafísica.

O mal existe apenas como um comportamento humano. O mal é um contínuo de ações no qual podemos nos mover de um extremo a outro e, até mesmo, sair.

O mal é a falta de empatia. O mal são os olhos cegos e os ouvidos moucos. O mal é a desatenção e o auto-centramento. O mal é aquilo que sinceramente não te ocorre, que realmente não enxergou, que jura que não ouviu, que não sabe como foi esquecer.

O que é um batedor de carteiras comparado ao honesto pai de família que não enxerga nada a sua volta? Que não vê sua esposa insatisfeita e desesperada, seus filhos confusos e autodestrutivos, seu sócio abrindo a garrafa de uísque cada vez mais cedo?

O mal não é puxar a Anne Frank do sótão: o mal é cruzar todo dia pelo seu porteiro com o braço engessado e nunca perguntar, nunca se preocupar, nunca nem reparar.

O mal não é ser dono de uma fazenda com duzentos escravos: o mal é ser contra uma nova estação do metrô porque vai destruir as arvorezinhas da sua praça e nunca te ocorrer das centenas de milhares de trabalhadores que não têm carro, passam horas e horas em ônibus e terão suas vidas significativamente melhoradas por uma nova estação.

O mal não é a Estrela da Morte explodir Aldebarã: o mal é você relaxar do seu longo dia de trabalho curtindo um filme, depois de um belo jantar feito pela sua irmã, e nunca lhe passar pela cabeça que ela teve um dia igualmente longo de trabalho, ainda por cima fez o jantar e agora está sozinha tirando a mesa e lavando a louça, e ainda perdendo a chance de ver o filme!

Maria Helena Vieira da Silva

O mal é a falta de atenção

Você, já na defensiva ao ler um texto tão moralista, responde:

“Perdão, eu sou tão distraído, estou com a cabeça cheia de coisa, não lembrei mesmo…”

Mas a “distração” que te faz esquecer não é o que te justifica, entende? É o que te condena!

Você não é uma pessoa boa que tem péssima memória e é muito distraída. Sua péssima memória e sua extrema distração são sintomas de seu profundo desinteresse por tudo que não diga respeito a você.

Duvido que esqueça os nomes dos vice-presidentes da empresa que vão decidir sua próxima promoção. Duvido que esqueça o endereço daquela loira gostosa que te deu mole na praia.

Você esquece é de lavar louça (“puxa, fiquei aqui distraído do filme, esqueci totalmente da louça, agora ela já lavou, amanhã ajudo!”). Você esquece é de assinar o livro de ouro dos porteiros (“putz, com essa correria de natal, nem lembrei, mas tudo bem, ano que vem dou em dobro!”).

É muito fácil nos absolvermos. Em nossa cabeça, somos sempre os protagonistas do filme da nossa vida. Tudo o que fazemos é sempre justificado.

Se dirigimos perigosamente e alguém nos xinga, ainda nos achamos no direito de ficar chateados ou revoltados:

“Porra, ele não vê que estou com pressa? Respeito as leis do trânsito todo dia, mas hoje tenho aquela reunião importantíssima!”

Não interessa o que seja: ou fizemos o certo (e o mundo tem que ver reconhecer e nos premiar, senão é muita injustiça) ou fizemos o errado, mas por um motivo totalmente válido (e o mundo tem que reconhecer e nos entender, senão é muita injustiça).

O que estou propondo é o oposto: qualquer comportamento seu que precise ser justificado ou racionalizado já está por definição errado.

Mais ainda: talvez você não seja uma pessoa boa.

Já pensou nisso?

Maria Helena Vieira da Silva

Então, o que é ser bom?

Um exemplo.

Lavar metade da louça junto com a sua irmã (pois lhe seria intolerável sentar pra ver um filme sabendo que ela está lavando toda a louça sozinha) significa sim perder cinco minutos do filme, mas você não conseguiria viver consigo mesmo sendo o tipo de pessoa que não faria isso.

(Aliás, bróder mesmo é quem vai na minha casa e lava a louça. O resto é visita.)

Porém, o exemplo acima não é um exemplo de “ser bom”, mas simplesmente de “não ser escroto” – duas coisas radicalmente diferentes.

Parte do problema é esse: estamos tão pouco acostumados a fazer o que tem que ser feito que ficamos até orgulhosos.

Parece até que lavar a louça ou ir malhar na academia são grandes conquistas. Que não são coisas que fazemos para nós mesmos, para cuidar de nosso corpo e de nosso espaço.

Ser bom não é somente limpar o próprio cu. Isso apenas te impede de incomodar os outros com seu cheiro de merda.

Maria Helena Vieira da Silva

Talvez fosse o caso de derrubar tudo

Minha ex-mulher é de uma pequena e próspera cidade no interior da Amazônia. Veio morar comigo no Rio e se deparou, pela primeira vez, com a população de rua em nossas calçadas.

Nunca amei tanto minha ex-esposa quanto naqueles momentos em que a mera visão de uma criança de rua já era o suficiente para levá-la às lágrimas.

Sabe por quê? Porque é.

Imagine qualquer criança que você conhece naquela mesma situação e você vai imediatamente entender o horror.

Com o tempo, para não enlouquecer, para poder funcionar como ser humano, minha ex-esposa foi criando a mesma couraça de insensibilidade social que quase todos os cariocas e paulistanos já trazem do berço.

É uma educação do olhar: você se treina para não ver, para não se importar, para não se horrorizar.

Hoje, tento desmontar minha couraça.

Se precisamos ser monstros insensíveis para funcionar em sociedade, talvez essa sociedade é que não devesse funcionar.

Talvez fosse o caso de derrubar e fazer outra.

Maria Helena Vieira da Silva

O que vocês vão fazer com essas palavras

Algumas pessoas leem textos como esse e ficam indignados. Pensam que me considero melhor que eles. Que me acho santo. Que estou lhes dizendo o que fazer.

Não percebem que o dedo que aponto é na direção da minha própria cara. Quem precisa lavar mais a louça sou eu.

Do alto do meu galopante egocentrismo, estou sempre escrevendo só pra mim. Repetindo as coisas que eu preciso ouvir. Tentando me tornar menos pior.

Mas, na verdade, que importa se sou um santo ou um hipócrita? Um cagador de regras ou um vaidoso egoísta? Faz diferença?

Sou irrelevante.

Já minhas palavras, essas podem ser relevantes ou não, dependendo de quem as lê e do que fazem com ela.

Eu sou um fingidor, mas vocês não precisam ser.

O mal não é uma condição imanente, existencial, metafísica. O mal é um comportamento.

Então, basta começar a lavar a louça. Um dia de cada vez.

Maria Helena Vieira da Silva

* * *

As ilustrações desse texto são obras da artista portuguesa Maria Helena Vieira da Silva (1908-92), atualmente em exposição no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.

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21 Jan 21:48

Science Explains Why We'll Probably Never Be Able To Respawn in Real Life

by Ivan Marin
Renato Cerqueira

O artigo já é bom, mas a parte de comentários é sensacional!
Entra num ponto em que sempre acabo discutindo com as pessoas, sobre consciência, teletransporte e etc. Must read!

Click here to read Science Explains Why We'll Probably Never Be Able To Respawn in Real Life You're running out of ammo, the last medikit you saw was three towns behind, and that nice guy shooting at you just got a sniper to help him out. More »


21 Jan 15:53

Chega desse Bananão lazarento onde os jovens só querem saber de...



Chega desse Bananão lazarento onde os jovens só querem saber de postar suas vidas no facebook, tô indo almoçar.

18 Jan 16:04

Comic: Sportz

by tycho@penny-arcade.com (Tycho)
18 Jan 16:03

Log Scale

Knuth Paper-Stack Notation: Write down the number on pages. Stack them. If the stack is too tall to fit in the room, write down the number of pages it would take to write down the number. THAT number won't fit in the room? Repeat. When a stack fits, write the number of iterations on a card. Pin it to the stack.
18 Jan 15:31

Com o pé nas costas

by ProgramadorREAL

Com o pé nas costas

18 Jan 15:30

[os russos atacam novamente]

by .
Renato Cerqueira

ahahahaha #euri

morri. beijos.
amor compartilhado pelo livreiro daniel aliano 

cenário: do lado de fora da livraria, uma bela tarde de sol. do lado de dentro, livreira está milagrosamente parada no terminal de consulta no meio da loucura que quem é livreiro já conhece: uma propsta jk, 50 anos em 5. para quebrar o gelo, eis que chega a freguesa do dia, e ela chega chegando:

freguesa: boa tarde, você tem 'crime e castigo' em inglês?

(pra ajudar, só consta um exemplar no sistema. bóra procurar o danado, então. depois de dez minutos de procura frenética e muitos 'só um instante que eu já te ajudo', nada do livro)

livreira: olha, moça, tá muito difícil de encontrar, pois só temos um exemplar... não pode ser em português? a tradução desta edição está excelente.

freguesa (irredutível): não!, quero ler em inglês.

livreira: e a senhora não gostaria de fazer uma encomenda? chega na terça-feira (era sábado).

freguesa (mimimi): não, quero ler hoje!

(resignada, livreira continua a busca, afinal era um dostô! depois de mais alguns minutos e uma boa investigação, encontro o livro no setor de administração e levo triunfante para a freguesa)

freguesa: ai, menina, que maravilha! que bom que você encontrou! sabe, fiquei tentada quando você me falou dessa tal tradução, mas eu acho que é sempre bom ler os clássicos no original, né?

manual prático de bons modos em livrarias: verdade.
18 Jan 15:21

What the last 500,000,000 check-ins look like! (And what they show about the future of Foursquare)

by Foursquare

Everyday, millions of people around the world open up our app to discover amazing places around them. They check in at new restaurants that are opening up in their neighborhoods, their favorite dive bars for happy hour, and cozy local bookstores that are still going strong. With every check-in, people are recording all the places they love to go. Plotted out as half a billion points on a map, they start to look pretty amazing:

map

Click here to take a closer look at the map. It’s particularly neat when you start zooming in, because it really shows the life of cities across the world – you can see city centers (Moscow looks like a spider!), perfectly outlined islands like Oahu, the thin line of the Golden Gate Bridge, the walking paths of Central Park, and even the airport runways at Atlanta’s International Airport and the ferry routes in Istanbul.

At Foursquare, those half billion points (generated from check-ins over the last three months) are also at the heart of three important things we’re doing as a company:

1. Creating amazing personalized recommendations
What makes Foursquare Explore so powerful is that all those check-ins you see aren’t just single points – they’re links between all the other places people have been, too. For example, when we see that a bunch of locals tend to check in to the same tucked-away taqueria after going to a nearby theater, they’re helping us understand the relationship between those two places. So, when someone new to the neighborhood is leaving that theater, Explore can recommend amazing tacos they might otherwise have missed out on.

And when we add check-ins from you, your friends, and people with similar tastes to the mix, our suggestions become even more personalized. If we see that you and your friends check in at breweries and beer gardens often, we know the perfect bars to recommend when you land in a new city, because we know where aficionados like you tend to go. We like to think of it as our version of Google PageRank for the real world – we’re working to understand the billions of invisible connections between places so we can make amazing recommendations.

2. Building a powerful location layer for the world
Those points are also an amazing visualization of the ever-expanding, ever-improving database of tens of millions of places that powers Foursquare Explore. It illustrates why, when you open up the app, no matter where you are in the world, you can discover rich information about all the places around you.

Because our location database is based on millions of check-ins every day, it’s incredibly reliable and up-to-date. That’s why everyone from Instagram and Bing to Flickr, Quora, Path, Soundtracking, Evernote, Garmin, and thousands of other developers use our location information to power their apps. Over 100 million people a month see Foursquare’s location information through our partners.

3. Connecting people with the places they visit
Part of understanding where people go is helping them connect with the places they love. If you like a cafe in your neighborhood, or a boutique shoe store, we want to build tools so they can keep you up to date with their latest menu items, shipments, and sales. And if you’re looking for a museum to go to this weekend, we want them to be able to share their latest exhibits and special admission hours with you. Through our tools for businesses, we want to help you strengthen your connections with local merchants, and help you discover ones we think you’ll love.

We have a lot planned for the coming months. Want to see what we’re building? Download Foursquare here.

17 Jan 13:33

I Have A Complicated Relationship With Sleep, But That's Not Uncommon If You Like Games or Tech

by Patricia Hernandez
Click here to read I Have A Complicated Relationship With Sleep, But That's Not Uncommon If You Like Games or Tech I can tell you exactly when it all started—two years ago, on a December night, at the behest of an online pal who was surprised that I'd never stayed up all night before. That was the night that I ruined whatever semblance of a normal sleeping schedule I had before, instead adopting something that includes a number of power naps. More »


17 Jan 11:03

Gotta Catch Them All Ages, Part 2

by admin

(Movie Theater | Bloomington, IN, USA)

(A customer in her sixties comes in to buy a ticket. She’s wearing a sweatshirt that has the Pokémon Magikarp saying, ‘I swear to God, when I evolve, I’m going to kill you all.’)

Me: “Do you like Pokémon?”

Customer: *offended* “Pokémon?! No! Why?”

Me: “Well, that’s a Pokémon on your sweatshirt. It’s an awful one, but it evolves into one that’s totally awesome!”

Customer: “This is a Pokémon? I thought this was a statement about atheism!”

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Gotta Catch Them All Ages

16 Jan 15:24

Baixar filmes, músicas e séries não é roubo. Não acredite no discurso do medo da indústria do entretenimento

by Marco Gomes

Nota do autor: Este texto não é sobre a (i)legalidade da pirataria e a ética do download de conteúdo, é um alerta contra o discurso do medo pregado pela Indústria do Entretenimento que investiu anos, e muito dinheiro, divulgando que comprar DVD pirata seria crime de roubo (não é). Para saber o amparo legal ao direito autoral e distribuição de conteúdo, veja o Artigo 184 do Código Penal.

* * *

Ao contrário do que pregam as gravadoras, distribuidoras e demais integrantes da indústria do entretenimento, duplicar propriedade intelectual de terceiros sem autorização pode ser outro crime, mas não é Roubo, conforme definido no art. 157 do Código Penal.

Roubo é o ato de subtrair coisa móvel alheia, para si ou para outrem, mediante grave ameaça ou violência (art. 157 do Código Penal Brasileiro). Um bem digital não é “coisa móvel”, o proprietário original não fica sem o produto dele quando você o copia para seu computador. No ato de cópia ou download, o detentor original da obra continua com o bem dele, e você passa a ter uma cópia idêntica.

Motivos de irem para a cadeia: “assassinato”; “estupro”; “copiou uma imagem”

O assunto foi recentemente levantado por Marcel no post “Só Pirateia quem quer” no blog Meio Bit. O artigo levanta pontos interessantes e traz à tona uma discussão muito importante, mas parte de uma premissa falsa logo no primeiro parágrafo:

“Durante muitos anos, os preços absurdos de jogos, música, filmes e softwares foram a justificativa de quem pirateia para validar um comportamento que trata-se apenas de roubo de propriedade intelectual. Roubo é roubo, não importa se é uma laranja na feira ou um aplicativo de um dólar.”

Como vimos no primeiro parágrafo do texto, roubo é subtrair um bem móvel usando violência. Eu nunca soube de nenhum caso de download em que o “pirata” tenha colocado uma arma na cabeça do artista. Portanto, não é roubo. Nunca foi, e por definição, não vai ser.

Jesus, o primeiro pirata de conteúdo da história

A mídia digital permite algo inédito: que um produto (música, filme, texto, foto) seja duplicado perfeitamente e que o detentor original continue com o bem dele, enquanto quem copiou tem uma duplicação exata que pode repassar a terceiros sem perda de qualidade.

Isso não existe no mundo físico, sob a luz da qual a humanidade criou todas as suas leis e costumes nos últimos 4 mil anos (ou mais). Não estamos acostumados a este modelo de cópia perfeita sem perda. E vamos precisar aprender como lidar com esta nova economia.

“Vocês nos aceitam ou nos criminalizam. Nos mostram para o mundo ou nos mandam para o underground. Vocês só não conseguem nos parar.” Larry Lessig

A indústria do entretenimento, que explora artistas e produtores de conteúdo como músicos, cineastas, atores e autores, não estava preparada para uma mudança tão brusca em seu mercado. Com a invenção e o crescimento da Internet e das tecnologias de download e compartilhamento de arquivos, ficou clara a completa ineficiência de distribuidoras de DVDs e produtoras de discos. Por exemplo, a tecnologia passou a permitir que artistas vendam suas criações diretamente para o público, sem intermediários ineficientes e meios físicos irrelevantes para o consumo da obra.

Ao ter todas as estruturas abaladas pela facilidade de cópia e distribuição trazida pela Internet, os integrantes ineficientes da indústria precisaram erguer seus escudos, cometendo inúmeros equívocos no processo. O primeiro erro foi de demonizar a distribuição digital em vez de abraçá-la como uma ferramenta de crescimento.

Anúncio contra a pirataria


Link Youtube

Notem que o comercial propaga exatamente o mesmo equívoco do Marcel, igualando download ou compra de filme pirata no camelô ao roubo de carros. Aliás, até mesmo o roubo de carro mostrado no comercial sequer é um roubo, mas um furto (se o proprietário não está no sendo ameaçado, não é roubo). Algo tão básico que sequer deveria ter passado pelos departamentos jurídicos de tais corporações. Mais uma vez: copiar um filme, música, livro, não pode ser roubo se não houver subtração de bem móvel, se não houver ameaça ou violência.

Algumas empresas, como NetflixSpotifyAmazonSteamAppleSony (PS3) e Microsoft (X-Box), conseguiram criar mecanismos e modelos de negócios mais resistentes à pirataria, entregando entretenimento a preços atrativos, com vantagens sobre os downloads ilegais. Foi necessário quase uma década de sofrimento com a dita “pirataria digital” para as primeiras empresas surgirem com modelos alternativos atrativos, mas elas provaram que é possível. Quem entrega um produto melhor que o camelô, leva vantagem na preferência do consumidor.

Vamos mostrar para a indústria do entretenimento que não acreditamos em qualquer coisa que nos disserem. Não aceite a definição de “roubo” que tentam impor a quem duplica filmes, séries e música. E como uma resposta ética e efetiva, prefira ser cliente de empresas que entendem a nova economia, que entregam serviços e produtos melhores que os dinossauros da indústria do entretenimento e também melhores que a dita “pirataria”.

Quinto Andar – Melô do Piratão


Link Youtube

“Esse é o melô da pirataria.
Junte-se a nós na campanha a favor da pirataria
porque o sanguessugas da indústria fonográfica,
estão matando a música brasileira.
A indústria, precisa dos músicos,
mas os músicos, não precisam da indústria.
A indústria, pode acabar, mas a música
vai continuar pra sempre
” (letra completa)

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15 Jan 20:10

Entre HQs, coisa pra criança e a morte da morte

by Felipe Franco

O que são histórias em quadrinhos?

Segundo o o oráculo do ensinamento, o bastião da verdade:

“Banda desenhada, BD, história aos quadradinhos (português europeu) ou história em quadrinhos, quadrinhos, gibi, HQ, revistinha (português brasileiro) é uma forma de arte que conjuga texto e imagens com o objectivo de narrar histórias dos mais variados géneros e estilos. São, em geral, publicadas no formato de revistas, livros ou em tiras publicadas em revistas e jornais. Também é conhecida por arte sequencial e narrativa figurada.”

Wikipédia

Mas a tudo isso pode ser resumido em um único termo: nona arte.

Por muito tempo os gibis foram estigmatizados por aqui como “coisa de criança”, isso porque a maior referência nacional em quadrinhos, o mestre Mauricio de Souza, sempre teve como foco a molecada. Mas já sabemos disso porque já falamos disso aqui no PapodeHomem.

Mas a molecada se moldou com a truma da Mônica virou um bando de gente que continua gostando de HQs e, hoje, temos muitos brasileiros virando referência na gringa. Temos os gêmeos Bá e Mon ganhando zilhões de prêmios com o fodástico Daytripper, o gênio Lourenço Mutarelli e suas várias obras de arte, tanto nas HQs como em literatura, cinema e até em peça de teatro. Rafael Grampá, que este ano vai ser o primeiro Brasileiro desenhar e escrever nada menos que o Batman, Rafael Albuquerque, em parceria com o fodão Stephen King, ganhando o Eisner Award - o Oscar dos quadrinhos – com o Vampiro americano.

Esses são só alguns exemplos dos mais badalados autores e desenhistas que mais aparecem para o grande público, mas a verdade é que existe um mercado ainda maior, que muita gente não conhece, com muita gente boa aparecendo. Tanto em webcomics (já listamos os mais fodões várias e várias vezes) quanto no mercado impresso, todo mês tem um lançamento diferente totalmente nacional.

Pra quem ainda não conseguiu entrar na imersão dos quadrinhos, apareceu na internet uma ótima opção para entender melhor a porra toda. O cineasta Edson Oda e o ilustrador João Pinheiro criaram um curta-metragem que tem uma história em quadrinhos como principal fonte visual, mas que ganha proporções maiores misturado técnicas de origami, colagem e stop motion que, tudo junto, forma um material animal chamado Malaria, um Faroeste que conta a história do um pistoleiro que foi contratado para matar a morte.

Dá só uma olhada nisso:


Link Vimeo

Ao ler uma bela HQ, é mais ou menos isso o que acontece na sua cabeça. Os criadores apenas evidenciaram toda a explosão de criações que cada um pode ter ao consumir a nona arte. Agora que temos o exemplo, basta ir mais longe. Compre uma HQ.

Agora me diz: você ainda acha que histórias em quadrinhos são coisas pra criança?

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14 Jan 18:48

The Exceptional Beauty of Doom 3's Source Code

by by Shawn McGrath
Renato Cerqueira

Uma leitura muito boa pra quem é programador C++. Existem dezenas de bons artigos sobre estilo de código, boas práticas, mas esse lida bastante com C++ em específico, achei bom :)

Click here to read The Exceptional Beauty of <em>Doom 3</em>'s Source Code This is a story about Doom 3's source code and how beautiful it is. Yes, beautiful. Allow me to explain. More »


14 Jan 18:17

De portas abertas, conto

by Alex Castro

Amanda e eu nos conhecemos na boate. Não dentro: na porta.

Eu pastoreava uma matilha de amigos, todos pavlovianamente vestidinhos no melhor estilo da estação, e só eu de roupas coloridas. Amanda nos relanceou um olhar e sentenciou: todos entram, menos o aloha. Camisa florida aqui, nunca.

Eles escorraçaram-se para dentro e eu não ranqueei um segundo olhar de Amanda. Resignado, carreguei minhas frustrações para casa.

Correram algumas semanas e a tribo decidiu, num supetão, voltar à boate. Como sempre, eu estava fantasiado de eu-mesmo e carimbei: aquela ruiva vai me deixar na porta de novo. Eles me tranqüilizaram: imagina!, se eu fosse barrado, iríamos todos para outro lugar, e muito melhor!

Amanda me farejou de longe e não tirou as narinas de mim. O pessoal pressentiu: a ruiva da porta está toda aberta pra você. Assentamos mais de hora na fila e Amanda sempre me desviando olhares sonegados. Quando chegou nossa vez, chicoteou: os amiguinhos com estilo, entram, o camisa-florida, fica. E não me olhou mais.

Os amiguinhos, aqueles putos, nem tossiram: tinham esbarrado com a Alicinha na fila, combinaram de se esbarrar mais lá dentro, e você viu a bunda da Alicinha hoje?, não podiam deixar a bunda da Alicinha na mão!, e entraram. Eu, mais uma vez, me deportei de volta pra casa.

No mês seguinte, meus mui-amigos planejaram com antecedência uma nova ida à boate. Eu não queria participar, mas houve pressão. Aparentemente, a bunda da Alicinha estaria lá. Por sorte, tia Eulália morrera no ano anterior e eu tinha algumas roupas escuras no armário.

Depois da hora ritual de fila, os suplicantes chegaram diante do oráculo. Os olhos de Amanda sussurraram, discretíssimos, que me reconheciam, mas o resto de seu corpo preferiu não se comprometer. Fez um gesto soberbo e ganhamos entrada, sem burocracias.

Tirando o bundão da Alicinha – realmente fenomenal, mas melhor apreciado diariamente, de nove às onze, no posto seis – a boate era a estampa de qualquer outra: escura, ensurdecedora, emaranhada, esfumaçada.

E, por entre a fumaça, logo vi o cabelo malagueta de Amanda marchando com diligência, olhando para o escuro, estalando os saltos. Pensei: está à minha espreita! Mas não: ventou por minha mesa duas vezes e não fez nada. Por fim, fez. Ocupou a cadeira à minha frente e desferiu: eu não devia ter te deixado entrar. Você nessas roupas é a profanação de um lugar sagrado. E a culpa é minha. Daqui a duas horas, o movimento some e eu estou liberada. Me espere aqui e vamos entrar em um lugar muito melhor. E entramos.

a porta.

Nossos dois anos de casamento foram delirantemente felizes, até o dia em que eu estava tomando banho e ouvi, por entre a água, o som da chave na fechadura. Só Amanda tinha a chave. Fechei a água e chamei: Amanda? Ela uivou: sou eu, sou eu, abre a porta, por favor, me deixa entrar. Tudo bem?, eu quis saber, ainda no chuveiro. A essa hora, ela deveria estar no trabalho. E por que sua chave não funcionava? A resposta veio num estalo: abre essa porta agora, rápido.

Pinguei pelo banheiro, correndo, mal encostando a toalha no corpo, tocou o telefone e nem atendi, mas a secretária atendeu:

Alô? Tem alguém em casa?, implorou a voz. Era Norma, colega de trabalho de Amanda. Atende, por favor, suplicou e, então, desabou: meu deus, não sei o que fazer, a Amanda, ela, nós estávamos tentando entrar no ônibus, o motorista não parou, ela foi correr atrás, tentou pular pela porta aberta e o motorista fechou a porta na hora, ela ficou com o braço preso, foi sendo arrastada, meu deus, meu deus!, e eu, já enxuto, me aproximei do telefone, mas não atendi, olhei a porta, mas não abri, coloquei a mão sobre a secretária e senti sua vibração: eu corri atrás do ônibus, não acredito que estou contando isso para uma secretária, você não está aí?, não sei o que fazer, eu corri atrás do ônibus, vi a Amanda sendo arrastada pela rua, ela gritou o tempo todo, eu também, os passageiros gritaram, mas o motorista não parava, não parava, até que parou, parou e fugiu, estou aqui do lado do corpo, preciso de voc-clique.

No silêncio, ouvi a respiração canina de Amanda do outro lado e caminhei até lá. O som do meu celular tocando chamou sua atenção e ela se achegou à porta, me deixa entrar, por favor, eu preciso entrar, eu preciso te ver, e passou os dedos sensualmente em volta do olho mágico, como se alisando meu rosto, aqueles dedos de unhas longas e negras que sempre me excitaram.

Acariciei a maçaneta, que soluçou mecanicamente ao meu toque. Amanda eriçou as orelhas e ganiu: por favor, eu não quero ir embora, você prometeu que iríamos ficar juntos pra sempre, que me protegeria e me acompanharia, não pode me largar aqui fora, eu te peço.

Me espalmei contra a porta como uma lagartixa e fiquei apreciando Amanda, registrando cada poro, cada pestana, sentindo ainda o aroma cítrico do seu sabonete de limão, embalado pelo som impotente da chave na fechadura, chorando lágrimas secas.

Algum tempo depois, sumiu. Só fui vê-la de novo quando reconheci o corpo.

* * *

"Onde perdemos tudo", contos de Alex Castro

Onde perdemos tudo, livro de contos de Alex Castro

O conto “De portas abertas” faz parte do meu livro Onde perdemos tudo. São cinco contos unidos pelo tema comum de perda: perda de amizades, perda de amores, perda da vida. Compre aqui.

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11 Jan 15:19

Marceneiro De Mão Cheia



De grana
aShuaShuaHSuAHusHASuAHushAUshAUShUShUAHsuAHsuHSuHUShAUShUAShuAHsuaHsuHs

10 Jan 19:46

Vale a pena ficar rico?

by Fabio Bracht

Muita gente dá o sangue, o suor e as lágrimas em busca do objetivo de vida de ser rico. Rico. Com R maiúsculo.

Ter um monte de grana. Poder entrar no restaurante que quiser e mandar vir o vinho mais caro, sem nem olhar o preço. Ir da casa da cidade à casa de campo de helicóptero. E da casa de campo à casa de praia de iate.

Dizer “foda-se, tá aqui o meu dinheiro” para todos os problemas. Se tiver que sofrer, que seja numa Ferrari ou a caminho de Paris. Ou Dubai. Eu acho que prefiro Dubai.

Mas o lance é: raramente vemos alguém que chegou nesse ponto falando abertamente, sem ostentação, sobre como é a sua vida. É tão boa quanto nos parece? Está tudo tão bacana quanto você achava que seria? O sangue, o suor e as lágrimas valeram a pena?

Dá pra reclamar?

Há um site chamado Quora, que é basicamente um Yahoo!Respostas frequentado apenas por pessoas inteligentes. Diversas perguntas interessantíssimas são postadas lá todos os dias, e frequentemente com respostas ainda melhores. A pergunta do título deste texto foi feita recentemente, e o teor das respostas foi esse:

“Ser rico é melhor que não ser rico, mas definitivamente não é tão bom quanto você imagina”

A resposta mais votada pelos usuários foi essa:

Eu enriqueci $15M [milhões de dólares] quando tinha 20 e poucos anos, depois de vender uma empresa de internet. Conversei com muitas pessoas sobre essa pergunta, e pensei muito sobre como permanecer a mesma pessoa que eu era depois de ganhar tanto dinheiro.

A resposta é um pouco complicada.

Primeiro, uma das únicas coisas realmente boas de ser rico é que você não precisa mais se preocupar com dinheiro tanto quanto antes. Ainda há algumas coisas que você não pode comprar (e você gostaria de poder), mas a maior parte das despesas pode ser feita sem se preocupar com o preço. Isso é definitivamente ótimo, sem dúvida.

Mas ser rico tem lá os seus problemas. Você deve estar pensando que eu estou reclamando de barriga cheia, e esse é exatamente um dos problemas. Você não pode mais reclamar de nada, nunca. A maioria das pessoas imagina que ser rico é atingir o nirvana, por isso você não pode mais ter nenhuma necessidade humana ou frustrações ao olhos públicos.

Você ainda é apenas um ser humano como qualquer outro, mas as pessoas não te tratam mais assim.

Outro problema: a maioria das pessoas quer algo de você, e pode ser bem difícil sacar se alguém está sendo bacana contigo porque gosta de você ou porque está atrás do seu dinheiro. Se você ainda não for casado, boa sorte tentando descobrir (ou vivendo com a dúvida) se a outra pessoa te ama ou ama o seu dinheiro.

Isso sem falar dos amigos e família. Talvez a sua relação com eles não azede de uma vez, mas provavelmente ficará mais difícil. Eles podem começar a ficar estranhos e te tratar diferente. Podem pedir dinheiro emprestado (má ideia: se for para ajudar, que seja como um presente). No Natal, eles passam a não gostar dos seus presentes como antes. Eles pensam que só porque você é rico, vai dar algo caríssimo, depois se decepcionam. Você começa a precisar decidir o que é caro demais ou de menos em se tratando dos seus pais, e, numa boa, é bem chato.

Some tudo isso, e o resultado é um certo senso de isolamento.

(…)

A próxima coisa que você precisa entender sobre dinheiro é o seguinte: todas as coisas que você se imagina comprando só têm valor para você porque você não pode tê-las (ao menos não sem trabalhar muito duro). Talvez você sonhe com um Audi topo de linha – quando você puder comprar um numa boa, não vai significar tanto.

Tudo é relativo, e não há muito que você possa fazer a esse respeito. Sim, no primeiro mês em que você estiver dirigindo um Audi, ou comendo em restaurantes caros, você vai adorar. Mas aí você se acostuma. E então você começa a querer o que está lá na frente.

Você redefine suas expectativas, e tudo abaixo daquele nível se torna desinteressante de novo.

Isso acontece com todo mundo. Boas pessoas conseguem manter uma certa perspectiva, lutar contra isso e manter os pés no chão. As piores, reclamam e cometem atos aleatórios de babaquice. Mas lembre-se disso: aconteceria com você também, mesmo que você talvez ache que não. Confie em mim.

A maior parte das pessoas têm a ilusão de que, se tivessem mais dinheiro, as suas vidas seriam melhores, e elas seriam mais felizes. Aí elas ficam ricas, isso não acontece, e elas entram em crises sérias.

Se você está ao menos na classe média, tem todas as oportunidades de fazer da sua vida o que quiser. Se você não está feliz agora, não vai ser o dinheiro que vai te fazer ficar.

Rico ou não, vá fazer da sua vida o que quiser que ela seja, sem usar dinheiro (ou falta dele) como desculpa. Saia, se envolva, seja ativo, corra atrás da sua paixão e faça uma diferença.

Se você entende inglês (e deveria), recomendo fortemente que clique aqui e veja todas as respostas. Há várias, uma mais interessante que a outra, variando de “me tornei mais infeliz por causa do dinheiro” a “claro que vale a pena. Eu nunca vi um rico querendo voltar a ser pobre”.

E você, o que acha? Seria incrível se algum leitor do PdH em próspera situação financeira pudesse dar um relato sincero e sem bullshit sobre a sua experiência de ter todo o dinheiro que precisa.

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09 Jan 13:39

Not My Problem

Renato Cerqueira

ahahahahah tá explicado :)

Not My Problem
09 Jan 13:30

When your house is burning down, you should brush your teeth

by Matthew Inman
When your house is burning down, you should brush your teeth

20 years ago today my house burned downed, so I wrote a comic about it

View
08 Jan 02:30

Santa Vs Jason

by admin
Renato Cerqueira

Caralho, Genius auehuaehuae

(Fast Food, Restaurant | Campbellton, NB, Canada)

(Our restaurant is promoting several new products for the holidays, and the lobby and seating area are festively decorated. Two young women walk in with bags of Christmas wrap and the like. My manager and I overhear them having a brief conversation.)

Customer #1: “So, I guess Christmas falls on a Friday this year.”

Customer #2: “Oh my God. I really hope it’s not on the 13th!”

Customer #1: “Really, right? That would suck. Let me check the calendar on my phone to make sure.”

Customer #2: “Good idea! I’m celebrating the night before if it is!”

08 Jan 02:09

Homeless Is Where The Heart Is

by admin

(Subway | Atlanta, GA, USA)

(I am taking the local subway home after work. Most of the subway customers/passengers are dressed as typical office workers except for one man across from me, who is very shabby looking—dirty patch-work clothes, hair dirty and scraggly, beard wild and unkempt—and has a large, filthy shopping bag full of what looks like all of his worldly possessions, including blankets, dirty yellow pillows and an old desk lamp. Everybody on the train is deliberately trying to look away from him, save one well-dressed man. As the train moves through the stations, the well-dressed man switches seats to be closer to the old man and strikes up a conversation.)

Well-Dressed Young Man: *amiably and loudly* “What a fine day it is today! How are you today, sir?”

Ragged-Looking Old Man: *just as amiably and loudly* “I’m doing great, just great. Hope you are, too! Got a lot to do, not enough hours in the day to get it done!”

Young Man: “That’s what I thought. You look like a respectable, busy kind of guy! Like the kind of guy who has some good business going on!”

Old Man: “Why, yeah I am! I’m a bid’ness man! Got some projects I’m takin’ care of! I’m sorry I ain’t at my best. I left my bud’ness suit at home, you see! But I’m still out here takin’ care of m’projects!”

Young Man: “Yes, like I said, I’ve got a keen eye for the entrepreneurial types, and you seem the kind of guy who has a lot of good business going on! And I think you’d make a wise investment!”

(By now, I’m openly watching these two talk like they’re a couple of old business partners. The rest of the train, though still trying not to be obvious, is stealing glances, and everybody’s stopped what they were doing so they can hear.)

Young Man: *still amiably* “I think I’d like to help fund one of your projects! Would $60 be enough to start?”

Old Man: *also still amiably* “Why, yeah sir, it would! I thin’ I can put the money to proper use in m’projects! Thank yah for your help!”

(The young man pulls out and hands $60 in cash to the old man.)

Young Man: “Pleasure doing business! By the way, it looks like you’ve misplaced your jacket.”

(It is winter, and the old man only has a shirt on.)

Old Man: “Yeah, like I said, it’s at home with my business suit.” *laughs* “Like I say, you caught me when I was just going out to look around and do some shopping.” *holds up bag*

Young Man: *chuckles* “Yeah, I’m going to do some shopping when I get home, myself. Well, I wouldn’t want the man who’s project I’m funding to get sick before he has a chance to make use of my investment! That’s bad business! Here, you can borrow my jacket until you can get home to get yours.”

(The young man takes off his suit jacket—easily worth $200—and hands it to the old man.)

Old Man: “Thank ya’ again, sir! And again, I’ll put that money to good use, don’t you worry!”

Young Man: “I’m sure you will, and I’m looking forward to the results! A pleasure doing business, and have a good day.”

(The old man gets off at the next stop. The young man’s stop and mine were the same, and as he rushed off to get out of the cold and home, I ran to catch up. As we walked, I told him that I’ve never seen anyone do anything like that before, and that he’s shown me the true path of generosity. I’ve not seen either of them since, but after that day, I’ve made sure that no matter how bad times get for me, I always reserve at least $50 and a few volunteer hours for charity a month, and a little bit of extra cash on hand for those I come across who need it most!)

07 Jan 17:03

Comic for January 7, 2013

07 Jan 15:09

Carga

Carga
03 Jan 19:40

Tocando música para pegar mulher: a ciência por trás das PANTY DROPPERS, as canções mais eficientes

by Izzy Nobre

Olá turma. Você sabia que, proporcionalmente falando, existe mais metal dentro de você do que do seu computador? Isso não é verdade, mas nada que que você fale com absoluta confiança e propriedade será questionado pelos seus amigos. Se você dominar esta habilidade, será conhecido como o grande intelectual do grupo — por mais que você tenha largado os estudos na quarta série e carimbe o dedão sempre que precisa assinar o próprio nome.

Como você talvez saiba por causa de meus vlogs, eu meio que coleciono guitarras. Tenho três, além de um violão. Quando vim para o Canadá, um dos meus grandes sonhos era colecionar guitarras, e é algo que eu realizei.

Só que tem um problema — este desejo era o fruto de um contexto bastante diferente. Sem videogames, sem internet banda larga conectada 24 horas por dia, desempregado e  solteiro, literalmente todo o meu tempo livre era investido em tocar (guitarra).

Hoje, com as malditas distrações modernas (especialmente a internet), acabo negligenciando meus instrumentos. Faz meses que não pego nas minhas guitarras, e faz literalmente anos desde a época em que eu praticava diariamente, com empenho. Estão LITERALMENTE empoeirando!

Mas como comecei na música?

Minha mãe tocava na igreja, então meu primeiro veículo de aprendizado musical era um violão da Yamaha (com detestáveis cordas de nylon) e um livrinho — que ela mesma fez, usando o Word e boa parte das folhas A4 do meu pai — com cantigas evangélicas. Eram as únicas músicas que eu realmente reconhecia, graças a uma infância vivida dentro de igrejas. Peguei o violão, o livro, e saí aprendendo o básico da parada. Acordes simples, dedilhado, essas coisas.

Graças a esse contato com a música, no meu último ano do colegial (e os primeiros da faculdade), eu fazia parte da seleta sociedade de tocadores de violão. Em 2001, quando eu estava no último ano do ensino médio, ganhei uma guitarra (bem fuleira até mas fazer o que) da minha namorada da época. Entrei pra uma bandinha na época e tudo, a famosa “bandinha que nunca vai a lugar nenhum” como era obrigatório.

E com isso conheci o submundo dos malucos que aprendem a tocar guitarra com a única intenção de saborear o máximo possível de coleguinhas de sala. Havia inclusive uma lista específica de músicas mais eficientes em atingir este objetivo; as estratégias das quais (ou seja, que músicas funcionariam mais eficientemente contra quais minas) era algo tão elaborado e bem documentado que colocaria um almanaque de truques e dicas de Pokemon no chinelo. “Mete um Oasis na Fernandinha que é super effective!”

E isso aí não ficavam só na etapa teórica, não: muitos de nós provamos a validade das hipóteses empiricamente. E para isso, empregávamos o que os gringos chamam de PANTY DROPPERS.

Panty dropper” significa, literalmente, “derrubador de calcinhas”. Tradicionalmente, o termo “panty dropper” refere-se aos drinks com maiores chances de levar uma mulher à sua cama.

Eu particularmente não gosto desse uso original, já que ele insinua que você deve embriagar uma mulher para ludibria-la a dar pra você. Não gosto das implicações sociais disso. No entanto, um panty dropper musical é um pouco mais suave, já que você está conquistando uma mulher com sua sensibilidade e skill musical, e não bloqueando a comunicação sináptica de seus neurônios.

O fenômeno das canções panty droppers é algo que já foi observado científicamente, aliás, não é maluquice de blogueiro cearense não. Em 1985, ano de lançamento de Still Loving You, a França passou por um mini baby boom, e isto foi atribuído à icônica música dos Scorpions.

Como diria o Lombardi, ISTO É INCRÍVEL. Isto é, ele diria se não estivesse 7 palmos abaixo da terra e provavelmente sentado no colo do Capeta.

Estou há muito tempo por fora do contexto sexosociocultural brasileiro, então não sei quais são as panty droppers atuais da garotada. No meu tempo, no entanto, haviam três panty droppers invencíveis.

Oasis – Wonderwall

http://www.youtube.com/watch?v=6hzrDeceEKc

Em 1995, o Oasis justificou sua existência com esta música, que é simultaneamente facílima de tocar, e também extremamente eficiente como uma panty dropper naquela época.

Chris Isaak – Wicked Game

http://www.youtube.com/watch?v=UAOxCqSxRD0

Amigos, essa música é tão sexual que creio ser ilegal toca-la na presença de menores de 18 anos (e se não for, deveria ser). Toca-la expertmente — isso era importante; errar a cada dois acordes e ter que reposicionar a mão olhando pro braço do violão anulava suas propriedades panty dropísticas — numa rodinha de amigos causava um aumento de até 30% na umidade relativa do ar num raio de 10 metros, tamanha era a lubrificação instantânea de calcinhas nas redondezas.

Extreme – More Than Words

http://www.youtube.com/watch?v=UrIiLvg58SY

Os poderes dessa música são tamanhos que até quem não sabia tocar violão se aproveitava dela. Em três escolas diferentes, tive professores de inglês que trouxeram um toca-fitas pra sala e, sob a premissa de “vamos praticar nossa pronúncia, turma!”, usou a oportunidade pra fazer uma serenata cantada pras colegas de sala mais gostosas. Isso aconteceu em TRÊS colégios diferentes, com três professores diferentes, é importante ressaltar.

Você que toca guitarra: quais eram as suas panty droppers? E quais são as panty droppers contemporâneas?

03 Jan 16:22

Movie Monster High Yearbook [Pic]

by Geeks are Sexy

movie-monster

If all the famous movie monsters attended high school in the 80s; this would be a page from their yearbook.

[Source: thegreck on Deviantart.com]

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02 Jan 14:52

Game Gear e aperfeiçoamento das Publicações

by Kim Lima

O ano de 2013 mal começou e já temos mais novidades na Alvanista.

Game Gear

Adicionamos uma nova plataforma a base de jogos da Alvanista: Game Gear, o console portátil da Sega nos anos 90. Com isso, entram em cena alguns sucessos da plataforma que estavam fazendo falta na Alvanista como Shinobi, Sonic the Hedgehog: Triple Trouble, Shining Force: The Sword of Hajya e Tails Adventure.

Página do jogo Shining Force

A adição de uma nova plataforma na Alvanista é um processo feito cuidadosamente com o objetivo de manter a alta qualidade da base de jogos. Existe toda uma pesquisa em volta da nova plataforma para que as informações e capas estejam corretas e seguindo um padrão de qualidade a altura. Não existem jogos sem capas na Alvanista e a fidelidade de informação é bastante alta quando comparada a outras bases. Gradualmente, através da nossa manutenção interna da base e com a submissão de dados pelos usuários, estamos tornando a base da Alvanista a melhor base de jogos existente sem perder a consistência ou navegabilidade.

Aperfeiçoamento das Publicações

Aperfeiçoamos a tela da postagem para que ela fique com uma interface mais harmoniosa e legível. Incluímos os horários da publicação e comentários e deixamos ela muito mais interessante para compartilhamento. Viu algo interessante na Alvanista e quer mostrar aos amigos que não estão na rede? Essa é uma experiência que passou a ser muito mais agradável.

Página de uma publicação

Também aperfeiçoamos e fizemos vários ajustes na páginas da crítica para que ela ficasse mais atraente.

Página de uma crítica

Acompanhamos esses ajustes melhorando também a forma na qual a postagem é apresentada no Facebook. Agora é possível escolher a foto da postagem entre a foto do jogo em destaque, a foto do usuário ou qualquer foto presente na postagem.

Apresentação de uma publicação postada no Facebook

O mesmo foi feito para críticas e listas, permitindo até mesmo a seleção de qual capa entre os jogos melhor representa a lista.

Apresentação de uma crítica postada no Facebook

Apresentação de uma lista postada no Facebook

21 Dec 17:18

Chuck & Beans

by brian

love and worry

21 Dec 13:50

You say potato, I say Wi-Fi

by JLister

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Boeing has found a very low-tech method for testing a high-tech service: it’s used 20,000 pounds of potatoes to test Wi-Fi signals on planes.

The bizarre sounding technique was necessary because the company wants to improve its Wi-Fi to make signal strength more consistent throughout a plane without it interfering with on-board electrical systems.

Boeing has recently developed its own tools for measuring and analyzing signal levels and then adjusting the Wi-Fi connections in real time. That’s helpful because having up to 300 humans who could all be moving from their seat at various times is enough to affect signal strength across the plane. The Boeing system is designed to redirect signals as people move around to maintain a consistent strength level, in particular to avoid localized spikes.

The new technology only required around 10 hours of testing time compared to about two weeks with previous Wi-Fi set-ups. However, getting 300 people to sit in a plane for 10 hours isn’t exactly a cheap or easy task, particularly given that by definition they couldn’t rely on amusing themselves with Wi-Fi based devices.

Enter a clever solution and a painful acronym: Project SPUDS, or Synthetic Personnel Using Dielectric Substitution. It turns out that the way a pile of sacks of potatoes affects Wi-Fi signals is close enough to the human effect for testing purposes. Potatoes don’t get bored, and they are happy to repeatedly move from seat to seat, albeit it with some assistance.

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21 Dec 11:39

Instagram

I'm gonna call the cops and get Chad arrested for theft, then move all my stuff to the house across the street. Hopefully the owners there are more responsible.