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26 Dec 14:47

Android recomended apps 1

by bspcn
22 Dec 14:13

Photography Cheatsheets

by bspcn

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Focus

More Focus

More tips!

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F-stops

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Shutter

Histogram

Shooting faces

LIghting

First photograph a girl you like..

…then her body…

..naturally the wedding next..

..and the kids that come afterwards!

Scenery

Action

Macro

Your Rights!

25 Nov 00:00

New Study

When the results are published, no one will be sure whether to report on them again.
23 Nov 22:02

É ZERO, mesmo?

by Jose Carlos Souto
Uma das grandes vantagens da comida de verdade é a ausência de rótulos.

Mas os rótulos não servem para nos deixar mais seguros? Para sabermos exatamente o que estamos comendo. NÃO. Como já escrevi em outra postagem sobre o assunto, os rótulos são peças de ficção com o objetivo explícito de lhe passar a perna. Comida de verdade não tem rótulo e, portanto, não mente.

Você sabe que um ovo tem proteína e gordura. Você sabe que uma batata tem montes de carboidratos. Você sabe que abacaxi tem açúcar. Mas você não faz ideia do que está dentro de uma embalagem, e a lei permite que o fabricante esconda a informação. De que forma?

1) Na tabela de Informações Nutricionais, qualquer coisa que pese menos do que 0,5g pode, por lei, ser considerada como ZERO
2) As informações nutricionais referem-se a UMA PORÇÃO, e não à totalidade da embalagem
3) O fabricante determina o que é uma porção.

Vamos a um exemplo. Toda a margarina (essa abominação) contém gorduras trans - é o produto natural da hidrogenação parcial dos óleos vegetais (o FDA está finalmente considerando bani-las nos EUA). Então, como é possível que haja margarinas no mercado anunciando conter ZERO de gordura trans?? É MUITO fácil!!

Digamos que 100g de margarina contenham 4,9g de gordura trans. Como eu faço para poder dizer que é ZERO, sem mudar nada na fórmula do produto?? Simples! Basta eu definir que uma PORÇÃO de margarina são DEZ gramas.

Se 100g contém 4,9g de gordura trans, 10g contém 0,49g de gordura trans. A a lei permite arredondar este valor para ZERO (afinal, é menos de 0,5g). Não é lindo?

O creme de leite de latinha, por exemplo, que alega ter ZERO gramas de carboidrato, será que tem mesmo? Um leitor deste blog ligou para o fabricante e descobriu que uma lata tem 9g de carboidratos. Então, porque o rótulo diz ZERO? Porque a porção a que o rótulo se refere é de 15 gramas, enquanto a lata de 395g de produto. E isso dá menos de 0,5g por porção.

E tem mais.

A legislação permite escrever ZERO açúcar no rótulo de um produto, independentemente do efeito que este produto possa ter no açúcar no sangue de um diabético (ou de você que quer perder peso). Como é que é?? Isso mesmo. Veja como.

Há várias substâncias que podem elevar a glicose no sangue e que não são, tecnicamente, açúcar. Nosso velho AMIDO é o exemplo mais óbvio (por isso não comemos farinhas em uma dieta low carb). Mas fique atento para 2 outros componentes:


A maltodextrina é um polímero de glicose. É rapidamente absorvida e eleva a glicose no sangue de forma extremamente rápida. É tão eficiente nisso, que é usada como suplemento por fisiculturistas que desejam um grande pico de insulina para aumentar o anabolismo. E a indústria coloca isso onde? Em um produto destinado a DIABÉTICOS!

Eis o que ocorre. Maltodextrina, tecnicamente, não é açúcar. Tudo bem, transforma-se em açúcar em segundos após entrar na sua boca mas, por lei, não é açúcar. O açúcar não serve apenas para adoçar. Ele serve para dar textura nas receitas, para da o "ponto". Ou seja, você não pode simplesmente pegar uma receita que pede 4 colheres de sopa de açúcar e trocar por 20 gotas de sucralose. Pode até ser que adoce tanto quanto, mas vai desandar, não terá a textura correta.

Então, para suprir esta deficiência, a indústria resolve fazer um adoçante de forno e fogão. Desses que você adapta a receita com facilidade, pois pode usar a mesma quantidade do adoçante. Por exemplo, se a receita original pede 4 colheres de sopa de açúcar, você usa 4 colheres de sopa do adoçante de forno e fogão.

Mas precisa ser algo que tenha as mesmas propriedades químicas do açúcar - que tenha a mesma textura, que caramelize ao ser assado, etc. E a solução é... usar açúcar, é claro! Mas um açúcar que, por lei, possa ficar escondido. Entra aí a MALTODEXTRINA. Ela é açúcar (segundos após sua ingestão), mas o fabricante pode colocar no rótulo ZERO açúcar. Como a maltodextrina não tem gosto, eles então acrescentam adoçantes artificiais à mistura para que seja doce. É o pior de todos os mundos: você está usando açúcar (maltodextrina), com todos os malefícios que isso pode lhe trazer, mas o gosto é de adoçante, ou seja, nem mesmo o benefício do sabor você recebe em troca!

Já vi vários pacientes que permaneciam com triglicerídeos elevados após um período em low carb (um marcador de que há açúcar escondido) e, quando perguntei, descobri que estavam fazendo todo o tipo de guloseimas usando essa coisa na receita.

O que fazer??

Troque isso:

 
Por isso:

Esta segunda foto é composta por comida de verdade. Que não quer lhe enganar e não precisa de rótulos. Nem tudo nessa foto é low carb. Mas você sabe, só de olhar, o que é e o que não é.
15 Nov 00:00

Shoot for the Moon

Shoot for the Moon. If you miss, you'll end up co-orbiting the Sun alongside Earth, living out your days alone in the void within sight of the lush, welcoming home you left behind.
11 Nov 00:00

Simple Answers

Joao Baltazar

CRASSE.

'Will [     ] allow us to better understand each other and thus make war undesirable?' is one that pops up whenever we invent a new communication medium.
28 Oct 00:00

Headlines

1916: 'PHYSICIST DAD' TURNS HIS ATTENTION TO GRAVITY, AND YOU WON'T BELIEVE WHAT HE FINDS. [PICS] [NSFW]
27 Oct 14:02

Documentário australiano legendado - parte 1 - espetacular!

by Jose Carlos Souto
A comunidade low carb do twitter estava em polvorosa esta semana em virtude de um programa da TV australiana: Catalyst, uma produção semanal que aplica o jornalismo investigativo a questões científicas.

E não era para menos! O programa foi a fundo na investigação das origens do mito de que o consumo de gordura saturada causa doença cardiovascular, das consequências não antecipadas que resultaram do consumo excessivo de carboidratos e no papel que isto teve em produzir nossa atual epidemia de obesidade, síndrome metabólica e diabetes.

A excelente Maryanne Demasi, jornalista e PhD em medicina, conseguiu inclusive colocar a Associação Australiana do Coração em uma saia justa, quando exigiu que os mesmos fornecessem as evidências que embasam suas recomendações de cortar a gordura, e eles não conseguiram :-)

Dra Maryanne Demasi


Sem mais delongas, segue o programa legendado por mim. Esta é a parte 1. A parte 2 vai ao ar no próximo dia 31/10/2013.


04 Oct 00:00

Tall Infographics

'Big Data' doesn't just mean increasing the font size.
25 Sep 14:41

Putting it all together. Here is a handy guide for the guys out there.. complete with ANOTHER Trinity diagram!

by bspcn
20 Sep 00:00

Mess

'Sorry, I left out my glass of water from last night.' OH GOD I APPARENTLY LIVE IN A GARBAGE PIT.
19 Aug 02:46

30 Most Rewatchable Movies of the Modern Era

by bspcn

Cant Hardly Wait

Mean Girls

Grosse Point Blank

Oceans 11

Clueless

The Wedding Singer

Caddyshack

Empire Records

Galaxy Quest

Dodgeball

Star Wars

There’s Something About Mary

Big Trouble In Little China

Anchorman

The Incredibles

Stand By Me

Dirty Dancing

Groundhog Day

Happy Gilmore

Tommy Boy

Shaun of The Dead

The Breakfast Club

The Big Lebowski

Raiders Of The Lost Ark

Office Space

Ferris Buellers Day Off

Back To The Future

Ghostbusters

Die Hard

The Princess Bride

 

11 Sep 00:00

Reassuring

'At least humans are better at quietly amusing ourselves, oblivious to our pending obsolescence' thought the human, as a nearby Dell Inspiron contentedly displayed the same bouncing geometric shape screensaver it had been running for years.
09 Sep 00:00

Unquote

I guess it's a saying from the Old Country.
05 Sep 01:50

O mais alto nível de evidência científica

by Jose Carlos Souto
As evidências científicas não nascem todas iguais. Com o objetivo de tornar a prática da medicina o mais científica possível, foi criada a Medicina Baseada em Evidências. Já tratei superficialmente deste tema em outra postagem. Mas me parece um bom momento para explicar um pouco melhor o conceito de Níveis de Evidência.

Veja, qualquer pedaço de informação pode se constituir em evidência para guiar uma conduta médica. No entanto, um relato de um caso isolado não pode se sobrepor a um experimento com milhares de pessoas. Assim, há uma hierarquia das evidências - das mais modestas, às mais sólidas. Abaixo, vamos repassar rapidamente os níveis de evidência, do mais baixo ao mais alto - do menos confiável, ao mais confiável.


  • A evidência que tem menor valor é a opinião pessoal. Afinal, opinião todo mundo tem, e o papel aceita qualquer coisa. Quando, porém, não há outros dados na literatura médica, aceita-se a opinião de um especialista como uma evidência provisória.
  • A seguir, vêm os relatos de caso. Consistem no relato de uma série de casos, a fim de que se possam extrair dados estatísticos sobre determinada doença/circunstância. Qual a idade média das pessoas com aquela doença, qual o sexo e a etnia das pessoas?
  • A seguir, vêm os estudos de caso-controle, nos quais o investigador pega um grupo de pessoas com determinada doença e compara com outro grupo de pessoas que não tenham a doença.
  • A seguir, vêm os estudos de coorte, na qual se obtém dados (exames, questionários, etc) de um grande número de pessoas, e os acompanha por vários anos a fim de identificar quem desenvolve doenças, de forma a identificar possível fatores de risco no passado.
  • A seguir, vem o ensaio clínico randomizado, o padrão-ouro da evidência em medicina, no qual um grande número de pessoas é "randomizada" (isto é, sorteada) para dois ou mais grupos; em geral, um grupo é submetido a uma intervenção (um remédio, uma dieta), e o outro grupo serve como controle. O sorteio garante que os grupos sejam semelhantes entre si em TUDO, exceto na variável sendo testada. Este é o único tipo de estudo capaz de sugerir fortemente relações de causa e efeito. É este o grau de evidência dos estudos que provam que a redução da gordura na dieta não traz benefício (clique aqui).
  • Por fim, no topo da cadeia alimentar da evidência científica, vem a revisão sistemática de ensaios clínicos randomizados. Afinal, por puro acaso, um ensaio clínico randomizado pode achar um resultado que não seja real - uma flutuação estatística aleatória. Mas quando você tem, digamos, DEZ ensaios clínicos randomizados que tratam sobre o mesmo tema, uma revisão sistemática e metanálise pode combinar matematicamente os dados de TODOS eles, o que empresta a esta análise um peso superior ao dos estudos isolados. Por este motivo, a revisão sistemática epitomiza o mais alto nível de evidência científica.

O quadro abaixo, retirado do site do Ministério da Saúde (portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/tabela_nivel_evidencia.pdf), resume o que acabei de explicar:


Níveis de Evidência Científica segundo a Classificação do Oxford Centre for Evidence-Based Medicine

Pois bem. Como podem ver no quadro acima, o mais alto nível de evidência científica é o 1A, a revisão sistemática de ensaios clínicos randomizados.

Então, é com tudo isso em mente que divulgo aqui o seguinte artigo:

Systematic review and meta-analysis of clinical trials of the effects of low carbohydrate diets on cardiovascular risk factors
Obes Rev. 2012 Nov;13(11):1048–66.

Revisão sistemática e metanálise de ensaios clínicos sobre os efeitos de dietas de baixo carboidrato sobre os fatores de risco cardiovascular

Segue o resumo do artigo:

Tradução:

Uma revisão sistemática e metanálise foi conduzida para estudar os efeitos de uma dieta low carb em perda de peso e fatores de risco cardiovascular. Um total de 23 publicações, correspondendo a 17 estudos clínicos, foram identificados. A metanálise desenvolvida sobre dados de 1.141 pacientes mostrou que uma dieta low carb está associada a um decréscimo significativo do peso corporal, índice de massa corporal, circunferência abdominal, pressão arterial sistólica e diastólica, triglicerídeos, glicose, hemoglobina glicada, insulina e proteína C reativa (PCR), além de um aumento no HDL. O colesterol LDL e a creatinina não mudaram significativamente.
Uma dieta low carb demonstrou ter efeitos favoráveis sobre o peso e sobre os maiores fatores de risco cardiovascular. Os efeitos a longo prazo não são conhecidos.

Eu espero que não tenha escapado ao leitor o fato de que isto é uma revisão sistemática de ensaios clínicos randomizados. Este é, na medicina, o maior nível de evidência possível, o nível 1A. 

Ou seja, não estamos mais, em 2013, em época de discutir se "low carb vai entupir suas artérias" ou outros comentários igualmente primitivos. No século 21, a discussão é travada baseada em evidências, cuja hierarquia é bem definida.

E quanto ao benefício ao longo prazo? Ninguém sabe. Por que ninguém sabe? Porque, em virtude da desinformação e do preconceito, as entidades patrocinadoras deste tipo de estudo nunca incluíram um braço low carb nos seus grandes estudos prospectivos e randomizados de longa duração (como o WHI ou o MRFIT).

Assim, temos a seguinte situação:

Sabemos COM CERTEZA que low fat não é bom no longo prazo (esta já foi testada em estudos prospectivos e randomizados e fracassou SEMPRE).

No contexto evolutivo, uma faz sentido e a outra não. Nos estudos de até 3 anos de duração, low carb é SEMPRE melhor no que diz respeito aos fatores de risco cardiovasculares, perda de peso, etc, em mais de 18 estudos prospectivos randomizados (veja aqui, e aqui).

Com base nisso, temos duas opções:

Opção A (baixa gordura, alto carboidrato) - é uma novidade introduzida em 1977, acreditava-se que era bom, foi testada no longo prazo e não mostrou benefício, e sua introdução coincidiu com uma epidemia de obesidade e diabetes sem precedente, e há mecanismos fisiopatológicos que poderiam explicar este efeito. Além disso, estudo prospectivo e randomizado recente mostrou que mata 30% mais do que uma dieta com mais gordura.

Opção B (baixo carboidrato, alta gordura) - é a forma com a qual a humanidade sempre se alimentou durante a evolução da espécie (cerca de 2.500.000 anos), mas a partir de 1977 passou a ser condenada sem que houvesse estudos nesse sentido. Os estudos foram conduzidos e não confirmaram as suspeitas de que fosse ruim. Em todos os estudos comparativos com a opção A, há melhora em relação a perda de peso e fatores de risco cardiovascular. Nunca foi formalmente testada no longo prazo (exceto, talvez, por 2,5 milhões de anos).

A - sabe-se que não ajuda, e há evidências de que prejudique;
B - sabe-se que é benéfica no curto prazo, apenas não foi testada no longo prazo, mas vem sendo praticada há 2,5 milhões de anos.


Eu opto por B (low carb, paleo). E você?
02 Sep 00:00

Bee Orchid

Joao Baltazar

Mouseover :)

In sixty million years aliens will know humans only by a fuzzy clip of a woman in an Axe commercial.
28 Aug 20:45

O café que mata a fome

by Jose Carlos Souto
Quase todo mundo gosta de um bom café. Muitos em nosso meio gostam de café com leite. Nos EUA, é muito comum tomar café com "creme". O tal creme costuma ser nata e leite, em proporção de 50% cada um - uma delícia (costumava, pois agora eles têm "creme low fat", uma abominação feita de produtos químicos e soja).

Pois bem, vai aí mais uma dica: café com nata.

1) coloque uma quantidade GENEROSA de nata em uma xícara;

2) pré-aqueça a nata, para não beber café frio; vai ficar bem líquida, como se fosse leite;
3) Despeje o café por cima da nata derretida
4) Pronto: fica espumoso, encorpado, cremoso...


O café com nata é uma iguaria, mas pode cumprir outra funções além de ser gostoso.

Se você beber um ou dois destes de manhã cedo, pode tranquilamente pular o café da manhã e ficar sem NENHUMA fome até o almoço.

E para vocês, brasileiros sem nata (desnatados)? O café pode ser feito com manteiga - sim, manteiga! Para isso, basta derreter a manteiga completamente, e misturar com o café. Agora, para a manteiga produza um resultado espumoso como a foto acima, precisa bater no liquidificador. Um pouco mais de sujeira, mas é por uma boa causa.

A ideia do café com manteiga não é minha. Quem divulgou isso foi o David Asprey - que recomenda derreter mais da metade do tablete de manteiga no processo. Eu, quando uso manteiga, uso "apenas" 1/4 do tablete. O Asprey sugere esta estratégia dentro do contexto do jejum intermitente - ao invés de ficar completamente em jejum, bebendo apenas líquidos não calóricos, a pessoa beberia o café com manteiga, mataria a fome e, como a gordura é absolutamente neutra do ponto de vista hormonal (não altera a insulina, ao contrário dos carboidratos e das proteínas), manteria a cetose do jejum noturno. Bem, o interessante é que a ideia original também não é dele! No livro do Dr. Atkins, há um capítulo sobre o que fazer em caso de platôs de perda de peso. A sugestão do Dr. Atkins? "Fat Fast", ou "jejum com gordura". O sujeito realmente estava a frente do seu tempo!

Obviamente, o resultado gastronômico será melhor quanto melhor forem os ingredientes. Dá para fazer com manteiga genérica e café solúvel? Claro que dá. Mas com nata derretida e café expresso - vira a alegria da sua manhã (ou tarde!).
20 Aug 01:25

Comida de gente grande.

by Jose Carlos Souto
Quando eu era pequeno, não existiam essas casas de festas que inflacionam os aniversários de nossos filhos. Aniversário de criança era algo que se fazia em casa. Servia-se todo o tipo de guloseima, regada a refrigerante. E todas essas coisas eram vistas como o que eram: guloseimas, para consumo APENAS naquele dia, e naquela circunstância. Afinal, era o aniversário do júnior. E mesmo assim, isso era na mesa das crianças. Porque a mesa dos adultos era diferente, mas sofisticada. Havia água e bebidas alcoólicas, petiscos característicos de um coquetel, torta fria, etc. As pessoas bebiam, fumavam e beliscavam estes petiscos. Era o mundo dos adultos, nos anos 1970.

*****

Algum tempo atrás, registrei o lanche que é servido na sala dos médicos no bloco cirúrgico de um grande hospital da cidade. Vejam: isto é o que é considerado um lanche saudável, em um ambiente frequentado exclusivamente por cirurgiões e anestesistas:



É o pesadelo nutricional. Exclusivamente carboidratos, e dos piores tipos: farinha de trigo refinada, açúcar adicionado, recheios com gordura vegetal hidrogenada (gordura trans) - se os americanos tivessem jogado isso no Vietnam, teriam ganho a guerra.

Não há esperança de que isso mude num futuro próximo, em um ambiente frequentado por centenas de médicos com grande fé na pirâmide alimentar. O segredo é tentarmos influenciar as pessoas uma a uma, em círculos mais restritos (amigos, família, ambientes de trabalho menores). À medida que os resultados tornam-se evidentes, a ideia vai-se espalhando.

Há locais em que podemos exercer uma influência positiva. Locais menores, nos quais o número de colegas é suficientemente pequeno para que possamos produzir uma mudança de hábitos.

A foto abaixo é de uma clínica de diagnóstico na qual trabalho fazendo exames. O lanche dos funcionários era algo semelhante à foto acima. Após uma palestra que dei na semana passada para os colegas interessados, qual não foi minha surpresa com o lanche da tarde de hoje?


O pessoal acabou com esse prato em questão de 15 minutos - e todos ficaram com a maravilhosa sensação de saciedade e paladar que comida de verdade proporciona. E alguns colegas que não haviam participado da palestra também se interessaram - nada como um exemplo prático para despertar a curiosidade.

Comparando as duas fotos, me ocorreu uma coisa: a indústria alimentícia conseguiu dois grandes feitos:

1) conseguiu estabelecer na cabeça das pessoas que crianças podem e devem comer porcarias totais, todos os dias. Biscoitos recheados, por exemplo. Não daríamos isso ao nosso cachorro, por receio de que lhe fizesse mal. Mas damos às crianças. Provavelmente, nossas crianças estariam bem mais seguras comendo a ração do cachorro;

2) conseguiu convencer os ADULTOS a comer comida de criança. Sim, pois quando eu era pequeno, as guloseimas mostradas na primeira foto eram consumidas apenas em festas de aniversário. Ninguém comia isso todos os dias. E foi isso que pensei, quando vi o prato da foto de baixo: "isto é comida de gente grande", poderia ser servida em um coquetel com um bom espumante.

A indústria alimentícia conseguiu transformar a alimentação das crianças em uma eterna festa de aniversário, para em seguida infantilizar a todos nós - todos estão liberados para beber refrigerante todos os dias, comer biscoitos recheados, barras de chocolate e pacotes de balas no ambiente de trabalho sem nenhum constrangimento - isto causaria estranhamento até um passado recente.

Talvez nos falte, no fundo, apenas isso: crescer. Comer comida de adulto, comer como "gente grande" - comida de verdade.

19 Aug 15:55

Bill Burr on marriage

18 Aug 19:24

Netflix Dating

14 Aug 16:35

Leo’s not the only one guys

by bspcn
15 Aug 07:01

World Record

by Doug
21 Jul 05:31

Some really awesome Pixar moments

by bspcn

The Incredibles — Edna Mode’s ”No capes” speech

Brad Bird’s The Incredibles marked a turning point for Pixar. It was the studio’s first feature with an all-human cast, its first PG rating, and — at 115 minutes — easily its longest picture to date. The film also represented the studio’s first stab at darker, edgier comedy, and no scene shows this off better than Edna Mode’s tirade against superhero capes. Did that heroine just get sucked into a jet turbine? In a Pixar movie? As Edna would put it, this scene was bold. And hilarious.

Toy Story — Buzz Lightyear proves he can fly

In 1995, Toy Story introduced audiences to the brave new world of computer-animated features, and we didn’t have to wait very long for the film to offer its first ”wow” moment. When challenged by Woody to prove he can fly, Buzz Lightyear climbs a bedpost, delivers one of recent cinema’s most iconic lines — ”To infinity and beyond!” — and proceeds to get very lucky as he bounces and glides across Andy’s bedroom. Notice how much fun the animators had with this scene, particularly with their shot selections. That first-person viewpoint on the Hot Wheels track blew my 10-year-old mind at the time. It still does.

Toy Story 2 — Jessie’s song, ”When She Loved Me”

The first time Pixar broke your heart was with this simple Oscar-nominated song written by Randy Newman and sung by Sarah McLachlan. Chronicling the multi-year friendship between Jessie the cowgirl doll and her owner, Emily, the tune ends with a poignant shot of Jessie abandoned in a donations box. Pixar trusted that children wouldn’t fidget during this melancholy and deliberately paced flashback. And due to the scene’s success, we received some even more affecting moments later on, such as our next entry.

Monsters, Inc. — Sulley revisits Boo

Less can be more, as the just-about-perfect ending to Monsters, Inc. demonstrates. Mike Wazowski has reconstructed the door to Boo’s room, and Sulley slowly opens it to see if his 2-year-old pal is waiting inside. Sulley quietly calls out, ”Boo?” Then we hear Boo respond, ”Kitty!” Sulley’s face lights up with joy, and fade to black. Director Pete Docter wisely resisted the urge to show the two characters embracing one another. We don’t need to see them reunited — it’s enough simply to know that they will be.

Finding Nemo — Riding the East Australian Current

Where to begin? Crush the sea turtle — who’s voiced by Nemo director Andrew Stanton and reminds me of an aquatic Jeff Lebowski — may be the coolest animated character around. Thomas Newman’s calypso-infused score is a thing of beauty. And that wild ride through the EAC makes my Six Flags roller coasters seem dinky by comparison. Righteous, indeed.

Toy Story 3 — Andy’s toys hold hands while bracing for death

While this scene may have caused nightmares for the youngest of moviegoers, it brought tears to many people’s eyes. Andy’s toys find themselves in a landfill incinerator, seconds away from death. ”What do we do?” cries Jessie to Buzz, who, after a brief pause, gently extends his hand to the cowgirl. One by one, the toys grab hold of one another. They realize that if this is going to be their final moments alive, at least they’ll meet their fate together. Any other movie would have had the characters scream for their lives until they were rescued, but Pixar used this as an opportunity to contemplate how one goes about accepting death.

Monsters, Inc. — The Door Vault chase

One of the selling points of computer animation is its ability to massively replicate characters and objects. We got a dose of that capability with the hundreds-strong ant colony in A Bug’s Life. But it was Monsters, Inc.‘s chase sequence among thousands of moving doors that really showed off the medium’s cloning prowess.

Ratatouille — Anton Ego eats the title dish

Something as simple as the sound of an instrument, a smell in the air, or the taste of food can resurrect a memory you had forgotten was even there. Elitist food critic Anton Ego (deliciously voiced by Peter O’Toole) is teleported to his rural childhood simply by taking a bite from a ”peasant dish” of ratatouille. It’s an insightful moment that made every adult in my theater laugh with recognition. And Ego’s subsequent review, which exalts the discovery and defense of the ”new,” could have just as easily been about Ratatouille itself.

Up — Carl and Ellie’s ”married life” montage

Many of Pixar’s greatest moments rely not on snappy dialogue, but on a harmonious relationship between visuals and music. That couldn’t be truer of this breathtaking montage, which — in the span of four wordless minutes — recounts Carl and Ellie’s marriage as they grow old together. ”I’ll never forget sitting in a meeting when [director] Pete Docter and [co-director] Bob Peterson were reading the first treatment of Up,” Pixar honcho John Lasseter told EW. ”Bob read the beginning of the film, and I had tears rolling down my face.” Toss in Michael Giacchino’s Oscar-winning score, and just try not to be moved.

WALL-E — WALL-E and EVE dance together in space

Pure poetry. Again, Thomas Newman’s score clinches the deal here. The composer mixes electronic and acoustic sounds, which is appropriate because WALL-E and EVE’s waltz through space represents an instance where something artificial (robots) partakes in a human custom (dancing).
17 Jul 00:00

Social Media

The social media reaction to this asteroid announcement has been sharply negative. Care to respond?
19 Jul 00:00

Quantum Mechanics

You can also just ignore any science assertion where 'quantum mechanics' is the most complicated phrase in it.
01 Jul 18:43

9 Tips to Eat Without Guilt This Holiday Weekend

by Darya Rose

Photo by rushdi13

For many newly minted foodists, the upcoming long holiday weekend will be the first real test of your new anti-dieting healthstyle that embraces real food and enjoyment.

Although it can be a little challenging to get started, switching from a dieter’s mindset to a foodist’s mindset is fairly straightforward when we’re in the comfort of our normal lives. But when confronted with a situation where we have multiple days of sun, fun and celebration, fear of sugar, fat and binges can easily seep in.

Can we really handle all this freedom?

The answer is yes. As a foodist, you can enjoy food-filled holidays to your heart’s content. It probably won’t be the healthiest few days of your life, but that doesn’t matter. The purpose of holidays is to take a break from the rat race and enjoy friends, family, and all the other things that make life wonderful, including food.

One of the most important things to remember is that enjoying yourself isn’t what will do the most damage. Fear––of temptation, losing control, undoing progress––is your real enemy. But if you’ve been working to build a life around real food and healthy habits, a fun weekend every now and again is nothing to worry about.

A foodist knows that self-control cannot be relied on to keep us virtuous through several days of indulgence. Instead, we take measures to ensure that we can enjoy ourselves without succumbing to the triggers that cause us to go overboard, eating more than we actually want or enjoy.

These tricks will help you make value-based decisions in the face of decadence so you get everything you want out of your holiday, and nothing you don’t.

9 Tips for Enjoying a Long Holiday Weekend (With Minimal Damage)

1. Drink lots of water

When sun and alcohol are abundant, drinking plenty of water is essential. Dehydration is easily mistaken for hunger, and there’s no value in eating extra food when all you really need is a glass or two of water. Avoiding nasty hangovers and maintaining your complexion are good reasons to follow this advice too.

2. Chew, chew and chew some more

Chewing is easy to forget when there’s a smorgasbord of delicious food in front of you. I know you’re excited to eat your mom’s famous potato salad, your dad’s famous ribs, and your aunt’s incredible brownies, but keep in mind that the whole point is to actually enjoy it. Chewing helps you slow down and actually appreciate what you are eating. You may even realize that you need less than you think to be satisfied.

3. Eat the best stuff first

As I hinted in tip #2, anticipation of tastiness tends to overshadow the actual experience of eating, which often causes us to eat quickly and overeat. One way to dissipate this effect is to eat the food you anticipate the most, first. If you know you’ve already had the best bite, there’s no reason to eat more than you need.

4. Go splitsies

Portion sizes are incredibly deceptive these days. While most of us are pretty good at knowing how much we eat (i.e. how many calories we are consuming) when we eat smaller portions, we’re terrible at scaling up and tend to vastly underestimate how big larger portions really are.

While there’s no need to share everything you eat, finding a friend with which to share especially rich, calorie dense foods is a great way to indulge without accidentally putting down an extra 600 calories you would have been just as happy without.

5. Don’t forget your greens

No matter how fabulously luscious and delicious my meal, I always go out of my way to eat something fresh and green. Enjoying yourself doesn’t need to be synonymous with neglecting nutrition, and I find that I always feel better if at least some of my stomach space is occupied by lighter, more nutritious food.

6. Resist the “what-the-hell” effect

If you’ve ever dieted you’re probably familiar with the “what-the-hell” effect. This is that moment when you realize that you’ve already surpassed your intended limit on carbs, calories, or whatever, and decide to throw up your hands, lean in and just go nuts while you can. Future you can deal with the consequences.

Problem is, while your brain may work in this binary on-off mode, your body still calculates every last calorie, and binging is never as rewarding as our deprived dieter brains expect it to be. You don’t win, so don’t go there. Enjoy your food and eat as much as you need to feel satisfied and there will be nothing to regret.

7. Remember you can “have it later

If you know you’ve had enough, but the dessert table is still singing its siren song, try telling yourself you can have some later if you still want it and look for something to distract yourself for a few minutes. This trick is a sort of mental alchemy that shifts something in your mind from the super tempting “I want it, but I shouldn’t” to “I can have it, but it isn’t that important.” Psychologists have shown that this tactic can reduce cravings for a particular food for up to a week after we use it.

8. Walk it off

Since you aren’t stuck in front of your computer at the office, holidays are a great time to be less sedentary than normal. Walking, swimming and other pleasurable pastimes are a great way to offset some of the extra calories you take in over the holidays. As we saw last week, walking after a meal can even jump start your metabolism. There’s no need to go to the gym if you don’t want, but incorporating some extra fun activities can make a big difference.

9. Trust your home court habits

Still the best way to avoid the what-the-hell effect and overeating in general is understanding that no food is ever off limits as a foodist. You can eat what you want, because you have set up your life to be healthy in a way that includes holidays and indulgences. Foodists can always rely on our home court habits to get us back on course after an exceptional weekend.

What are you eating this weekend?

Originally published July 1, 2013.

12 Jul 12:00

Replace Your Car's Gear Shift with a Gaming Joystick

Replace Your Car's Gear Shift with a Gaming Joystick

If you want to add a little geeky flair to your car (and elicit laughter from anyone who rides shotgun) this quick project is a good use for an old or broken flight stick: Pop off the shift cover in your car's center console and replace it with a joystick. It may not add functionality, but it'll make driving more fun.

The project itself was easy, as the author over at GeekGreek points out. All he had to do was remove the shift grip and slide the cover down, exposing the column. The joystick (a 1991 era serial-port model) body was actually two halves that screwed together, so he opened them, removed some of the extra plastic, and put it over the column, attached them with a little epoxy, and screwed the halves back together. That was all there was to it.

Interestingly enough, the actual buttons on the top are intact and still click when you push them. As Hackaday notes, it would be pretty cool if those buttons connected to something, like the horn, the lights, or even start the engine. One of their commenters even pointed out someone who did the same thing with a Thrustmaster joystick and did connect up the buttons (see the second and third pages of the thread for photos and video) to cruise control and a few other features, so the possibilities are there. You can go cosmetic, or take it all the way and make it functional—either way, the choice is yours. Besides, it'll make an interesting story to tell the next time a friend or coworker hops in the passenger seat.

Manual Transmission for Gamers | Hackaday

10 Jul 00:00

Seashell

This is roughly equivalent to 'number of times I've picked up a seashell at the ocean' / 'number of times I've picked up a seashell', which in my case is pretty close to 1, and gets much closer if we're considering only times I didn't put it to my ear.
05 Jul 21:11

Weekly update: July 1-7

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(Image from Trending page. Source)

Last week we launched API that has been very well accepted. We’ve got lots of feedback, but more importantly there already are two wonderful apps supporting The Old Reader: gReader for Android and Feeddler for iOS. For those who are into open source and Linux, feel free to check out Liferea. And the good news is: there are several more to come (can’t wait to share them with you). We now have a separate page listing all apps, extensions and related stuff.
This week we were busy adjusting our infrastructure, fixing some bugs, and tweaking API so that more mobile apps could join the gang.

The first post-Google-Reader week has almost finished. We had been both afraid and excited about it, but it turned out not that bad. Let’s check our favorite graph of registered users:

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The first graph covers time period from March until May and should give you a picture of what The Old Reader was before, and how we had to grow to handle the first wave of soon to be Google Reader refugees. The second one is relatively recent, from May till July 5 where you can see things heating up, but still not nearly half as much as in March.

Today we had our first major outage that can be perfectly described by infamous Murphy’s law: “anything that can go wrong, will go wrong”. Because we use this amazingly cheap but somewhat unreliable hosting provider, we had some issues with our database servers. Unfortunately, it happened at 3 am (or at 5 am for another half of the team). Usually we are always oncall and keep an eye on The Old Reader for ~20 hours a day, but this fell precisely into our blind spot.

We have set up some additional notifications, so hopefully we will be alerted immediately if something like this happens again.
Because sleeping is definitely overrated and reading RSS is not.
Sorry about what happened today. We will do better.

Next, community management time! Some of your comments and suggestions can be answered in a collective way:

1. Charge for the damn thing! / What is your business model?
We are currently community-funded. You can support us using Flattr or Bitcoins. Most likely, we will bring back the PayPal button next week.

As for the future business model: we decided to go with freemium, and we are sticking to that. It’s a task of two parts: first, there are legal and administrative issues. In terms of these, we are probably that anecdotal deaf, three legged, one-eyed, and half-paralyzed dog called Lucky, but it looks like everything is nearly done. Second part is actually coding premium features and integrating with payment processing. We are still to do that.

We aim the site to be completely usable for free users, and we want paid users to get an even better experience (later improved to super awesome experience). We are gradually getting there.

2. Next Item Bookmarklet
Chas. J. Owens made one. Thank him. It requires some effort to setup, but the instructions are clear.

3. Get your shit together!
Every single moment.

Thank you for your support.

01 Jul 00:00

Realistic Criteria

I'm leaning toward fifteen. There are a lot of them.