
Dogs’ brains have gotten larger and they’ve have gotten smarter relative to cats largely because dogs are more social.

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Junto com as perguntas sobre como a arma do Duck Hunt funcionava, uma das questões que nós mais recebemos é por que pisar numa pecinha de lego machuca tanto. Então, é hora de responder. Como você deve saber, pisar num tijolinho desses aí da foto é quase como receber uma facada com veneno de vespa bem no pé. De fato, é um perigo inerente a ter uma criança existindo em sua casa.
Nós não sabemos quem foi a primeira pessoa a pisar num bloquinho de Lego e amaldiçoar Kirk Kristiansen por “pegar emprestada” a ideia das pecinhas dos “tijolos de construção auto-travantes Kiddicraft”. Mesmo assim, nós conseguimos responder a pergunta sobre por que pisar num desses negocinhos dói muito mais do que passar por cima de outros itens comuns da sua casa. A resposta está parcialmente em como nossos pés são sensíveis a pressão, dor e a praticamente tudo.
As solas dos nossos pés são uma das áreas mais sensíveis do corpo humano, junto com coisas como lábios, genitais, olhos e mãos, em termos de quão suscetíveis a dor e ao toque todas elas são. Se você está se perguntando por que nossos pés precisam ser tão sensíveis, é porque estão constantemente trabalhando para manter o nosso equilíbrio, e a informação dos nervos deles são vitais para permitir que o cérebro se ajuste e evite que nos esborrachemos no chão.
Mas por que a queixa maior é contra o Lego e não contra outros itens? Quer dizer, pisar em qualquer coisa dura e pontiaguda vai doer, então por que só as pecinhas parecem ser mencionadas tão frequentemente? Bem, de acordo com a Lego, são tantos os bloquinhos espalhados pelo mundo que cada ser humano poderia ter 83 deles. Então, é bem provável que você acabe entrando em contato com algum deles e, ao contrário de outros objetos cortantes, as pessoas não se preocupam em tirá-los do chão; geralmente as crianças brincam ali mesmo. Tão importante quanto isso é o fato de que, ao contrário de outros objetos, um tijolinho de Lego pode suportar 4.240 Newtons de força antes de deformar.
Isto que dizer que cada coisinha dessas aguenta até 432 kg antes de atingir o ponto de quebrar. Então, quando você pisa sobre uma pecinha numa superfície relativamente sólida, não tem para onde a força que você exerceu ir a não ser de volta para seu pé e para o monte de nervos que ele possui. Isto é agravado pelo fato de que os bloquinhos têm pequenas saliências e cantos relativamente cortantes, e as solas do seus pés estão sujeitas a forças que podem ser iguais a cerca de nove vezes o peso do seu corpo quando você se move — mesmo andar lentamente pode produzir impactos iguais ao dobro do seu peso.
Por exemplo, um tijolinho 2×2 tem uma área de superfície de aproximadamente 2,25 cm² (por questão de simplificação, desprezaremos os pinos, que com certeza não melhoram as coisas para o seu pé). Digamos que uma pessoa de 75 kg (ou 734 Newtons) pise nele.
Agora, lembre-se que a pressão num objeto é dada pela força aplicada dividida pela área pela qual ela se espalha (P = F/A). Então, mesmo que a pessoa se apoie no Lego com um pé só, ao invés de estar com a perna acelerando para baixo como ocorre numa caminhada, isto nos dá 734 N/0,000225 m² = cerca de 3.262.222 pascais de pressão! Como parâmetro, isto é quase 32 vezes a pressão atmosférica, aplicada de uma vez só contra uma das mais sensíveis regiões do corpo.
Claro, parte do resto do seu pé vai ajudar a suportar um pouco dele no chão, retirando um pouco da pressão. Por outro lado, seu pé estará exercendo uma força muito maior que só seu peso, piorando bastante as coisas (como mencionamos, mesmo andando devagar, a força de impacto pode chegar facilmente ao dobro do seu peso, e isso só piora se você estiver andando rapidamente). Todos estes cálculos são aproximações grosseiras, mas demonstram bem como pisar num negocinho desses pode gerar uma força relativamente grande na área de contato.
Então, respondendo à questão, a razão pela qual pisar numa pecinha de Lego dói tanto é a combinação de quão sensíveis são os nervos dos nossos pés, quanta força nossos pés exercem no chão ao andarmos, e o fato de os tijolinhos serem extremamente rígidos e, de certa maneira, pontiagudos, além de pequenos, o que faz com que a força seja concentrada numa pequena área de seu pé. Que Deus proteja sua alma caso você pise numa pecinha de Lego num chão duro e não num tapete. Ai.
Bônus:
Karl Smallwood escreve para o popular site de fatos interessantes TodayIFoundOut.com. Para assinar a newsletter Daily Knowledge, clique aqui ou curta a página dele no Facebook.
Imagem de destaque por Jeremy Page em licença Creative Commons.
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Essa imagem que você está vendo foi o ápice da Abertura da Copa. Mostrando que não só o Brasil é capaz de organizar eventos de nível mundial, mas também acreditamos e investimos em ciência e tecnologia. Nem de longe é uma solução, mas uma prova de conceito, uma demonstração da pesquisa feita pelo neurocientista Miguel Nicolelis e sua equipe da Duke University.
Eles conseguiram desenvolver sistemas de biofeedback que permitiam a macacos controlar com o cérebro membros robóticos, e recentemente chegaram a recuperar o sentido do tato. A pesquisa apresentada, fruto de uma promessa de quatro anos, foi cumprida: um paraplégico, vestindo um exoesqueleto deu o chute inicial da Copa do Mundo.
Isso, claro, se você acreditar nas palavras de Nicolelis, pois todo mundo que viu a abertura da Copa, cortesia da Tia Mariângeles e a turma de Arte & Artesanato da 5ª Série da Escola Municipal Tancredo Neves, achou que o trabalho de Nicolelis estava mais para Flash do que Homem de Ferro.
Vendido (e comprado) como ponto-alto da abertura da Copa, o Exoesqueleto se resumiu a isto:
Isso mesmo. Tela dividida. Galvão Bueno narrava a IMPORTANTÍSSIMA chegada do ônibus com a Seleção Brasileira enquanto ignorava a demonstração tecnológica de um dos raros brasileiros que não se destaca com os pés ou com a bunda. Não é exagero. Em tela dividida foram TRÊS SEGUNDOS, sem nenhuma menção, para em seguida cortar para o ônibus.
A Ciência foi colocada literalmente para escanteio. A apresentação ficou restrita ao canto do gramado. A justificativa da FIFA? O Exoesqueleto era muito pesado e iria danificar o gramado delicado criado pela vó. Claro, com certeza um exoesqueleto pesa muito mais do que um palco-bola com motores. Pombas, a bunda da Jennifer Lopez pesa mais que o exoesqueleto e não foi proibida de acompanhar a dona pelo gramado.
No Twitter comentaram que a apresentação fez sentido, mostrou a exata atenção que o Brasil dá a Ciência e Tecnologia.
Por isso, meninos e meninas, que nosso programa espacial tem datilógrafos. Quase nada fazemos e quando fazemos, não valorizamos. O piloto de provas do exoesqueleto estava usando um lenço cedido pela família de Santos Dumont, um gesto simbólico unindo invenções e inventores separados por mais de 100 anos. Mas isso não interessa, melhor ver uma bosta de um ônibus.
Isso me faz ver o quanto estamos atrasados. Nas Olimpíadas nos EUA, em 1984, o mundo se deslumbrou ao ver um homem voar.
30 anos depois não conseguimos ver um homem andar.
Leia também aqui no MB:
Leia no Contraditorium:
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Luiz H.Pizza <3
You are my pizza, my only pizza
You fill my belly, when skies are grey
You’ll never know how much I love you
Please don’t take my pizza away~
ʅ( ◔౪◔)ʃ

O SwiftKey é muito provavelmente o teclado inteligente preferido dos usuários de Android, principalmente pelo recurso de previsão de palavras (algo que a Apple sabiamente vai incorporar em breve ao iOS 8) e por causa disso, era um dos líderes da lista de apps pagos do robozinho numa realidade em que piratear o arquivo. apk é uma constante. Só que agora a empresa deciciu mudar de estratégia: a parte de agora o app se torna gratuito para todo s os usuários em caráter definitivo.
A razão que levou a SwiftKey tornar o app gratuito foi explicada pelo CMO Joe Braidwood: a companhia vai passar a investir no design, ganhando dinheiro com temas para o teclado virtual. Para isso a mais recente atualização introduziu a Swift Store, uma loja onde você poderá comprar um tema único por um dólar ou um pack com cinco estilos por US$ 4. Além disso um novo teclado padrão chamado Nickel foi introduzido para substituir o Cobalt, além do suporte a mais de 800 emojis (que também são suportados pela previsão do SwiftKey). Por fim, a previsão e o modo SwiftKey Flow receberam aprimoramentos e mais línguas foram introduzidas no banco de dados.
Quem ainda não possui o SwiftKey pode baixá-lo gratuitamente aqui. Quem já o havia adquirido anteriormente poderá resgatar um pacote com dez temas como forma de agradecimento.
Fonte: PA.
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Parece estranho, mas o mineral mais abundante na Terra só ganhou um nome na semana passada, graças a um meteorito com um século de idade. O que? Como? Por que demorou tanto? Foram vários os motivos que fizeram com que a bridgmanite demorasse tanto tempo para receber um nome.
A primeira coisa que você deve saber é que, além da foto que abre esse post, você nunca viu a bridgmanite. O mineral anteriormente era chamado de silicato de perovskita e só existe em altas temperaturas e pressões no manto inferior da Terra, onde nenhum humano ou escavadeira se atreve a chegar. Isso é entre 660 e 2800 km abaixo da superfície da Terra. Mesmo que testes em laboratório e modelos apontaram a sua existência, geólogos nunca conseguiram ver a bridgmanite ou caracterizar a sua estrutura.
Entra em jogo um meteorito. Meteoros que colidiram com objetos no espaço e então caíram na Terra sobreviveram a temperaturas e pressões intensas – não muito diferente do que ocorre na crosta da Terra. Assim como diamantes, que podem se formar tanto no manto da Terra quanto por causa de uma colisão de meteorito.
Então uma equipe de mineralogistas decidiu estudar o meteorito Tenham, que caiu na Austrália em 1879. Especificamente, eles observaram as “veias induzidas pelo choque de fusão”, as cicatrizes das colisões violentas do passado do meteorito. Usando uma técnica chamada difração de raios x com luz síncrotron, que dispara raios-X poderosos em uma amostra, a equipe caracterizou a composição molecular do mineral (MgSiO3) e sua estrutura.
Mas ainda assim, se sabíamos sobre ele, por que não demos um nome? Acontece que a Associação Mineralógica Internacional, responsável por minerais, só permite que eles recebam nomes após sua estrutura ser conhecida. Então finalmente conseguimos isso: a bridgmanite, em homenagem ao físico Percy Bridgman, que ganhou um prêmio Nobel por estudos em física de alta pressão. Esperamos um bom tempo para isso, mas parece que chegamos a um nome apropriado. [GeoSpace]
Foto: Chi Ma via AGU
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Luiz H.Ques beleza.

The “cheerleader effect”, the theory that girls look more attractive in groups, is scientifically proven

“Teen Spirit” was a real deodorant - one of Kurt Cobain’s friends spray painted “Kurt Smells Like Teen Spirit” on his wall because Kurt’s then-girlfriend wore Teen Spirit, which led to the title of the 1991 Nirvana hit song.

Clint Eastwood was in a plane which crashed into the sea. He and the pilot escaped the sinking aircraft and swam 3 miles to safety.

Neil deGrasse Tyson was a undefeated high school wrestling captain and wrestled for Harvard.

A man bought a house next to his ex-wife so he could install a giant middle finger statue for her to see everyday
Wait. So if guys are expected to have a lot of sex with a lot of women, but girls are expected to be as pure as possible so they won’t be sluts… then who are the guys supposed to be sleeping with? Dead people? Ghosts? Watermelons? Each other?