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20 Oct 18:08

Broadening HSTS to secure more of the Web

by Aaron Stein
Posted by Ben McIlwain, Google Registry
The security of the Web is of the utmost importance to Google. One of the most powerful tools in the Web security toolbox is ensuring that connections to websites are encrypted using HTTPS, which prevents Web traffic from being intercepted, altered, or misdirected in transit. We have taken many actions to make the use of HTTPS more widespread, both within Google and on the larger Internet.

We began in 2010 by defaulting to HTTPS for Gmail and starting the transition to encrypted search by default. In 2014, we started encouraging other websites to use HTTPS by giving secure sites a ranking boost in Google Search. In 2016, we became a platinum sponsor of Let’s Encrypt, a service that provides simple and free SSL certificates. Earlier this year we announced that Chrome will start displaying warnings on insecure sites, and we recently introduced fully managed SSL certificates in App Engine. And today we’re proud to announce that we are beginning to use another tool in our toolbox, the HTTPS Strict Transport Security (HSTS) preload list, in a new and more impactful way.

The HSTS preload list is built in to all major browsers (Chrome, Firefox, Safari, Internet Explorer/Edge, and Opera). It consists of a list of hostnames for which browsers automatically enforce HTTPS-secured connections. For example, gmail.com is on the list, which means that the aforementioned browsers will never make insecure connections to Gmail; if the user types http://gmail.com, the browser first changes it to https://gmail.com before sending the request. This provides greater security because the browser never loads an http-to-https redirect page, which could be intercepted.

The HSTS preload list can contain individual domains or subdomains and even top-level domains (TLDs), which are added through the HSTS website. The TLD is the last part of the domain name, e.g., .com, .net, or .org. Google operates 45 TLDs, including .google, .how, and .soy. In 2015 we created the first secure TLD when we added .google to the HSTS preload list, and we are now rolling out HSTS for a larger number of our TLDs, starting with .foo and .dev.

The use of TLD-level HSTS allows such namespaces to be secure by default. Registrants receive guaranteed protection for themselves and their users simply by choosing a secure TLD for their website and configuring an SSL certificate, without having to add individual domains or subdomains to the HSTS preload list. Moreover, since it typically takes months between adding a domain name to the list and browser upgrades reaching a majority of users, using an already-secured TLD provides immediate protection rather than eventual protection. Adding an entire TLD to the HSTS preload list is also more efficient, as it secures all domains under that TLD without the overhead of having to include all those domains individually.

We hope to make some of these secure TLDs available for registration soon, and would like to see TLD-wide HSTS become the security standard for new TLDs.

Updated 2017-10-06: To clear up some confusion in the responses to this post, we are not rolling out HSTS to Google's previously launched open TLDs (.how, .soy, and .みんな).
19 Oct 18:47

Gotas de Orvalho (120)

by Maria de Luca

Orvalho do céu para os que buscam o Senhor!

O Espírito Santo é o único que torna real em sua vida tudo o que Jesus fez por você.

(Oswald Chambers)

Assim como toda a Palavra de Deus é dada por Seu Espírito, assim também cada palavra dela precisa ser-nos interpretada pelo mesmo Espírito.

(Andrew Murray)

O fruto do Espírito não é emocionalismo nem ortodoxia: é caráter.

(G. B. Duncan)

Sem o Espírito de Deus não podemos fazer nada, a não ser acrescentar pecado sobre pecado.

(John Wesley)

A compreensão adequada das Escrituras só ocorre por meio do Espírito Santo.

(Martinho Lutero)

Se de fato o Espírito Santo nos guia, Ele o faz de acordo com as Escrituras, nunca de maneira contrária a elas.

(George Muller)

Grande parte de seu trabalho de oração deve ser implorar ao Todo-Poderoso que lhe dê medida maior do Espírito Santo.

(Walter Chantry)

12 Oct 12:39

O perigo de escolher o bom e não o melhor

by Maria de Luca

“Concedeu-lhes o que pediram, mas fez definhar-lhes a alma” (Sl 106.15).

O evangelho coloca diante de nós Cristo e seu Reino em contraste com o mundo e suas atrações. Insta conosco para escolher. De fato, toda sua influência é direcionada para mostrar que a escolha é inevitável. Mas, quando a vontade faz sua escolha eterna e abre sua vida ao reinado e governo do Salvador, somente o primeiro passo na vida cristã foi dado. Existe diante de nós todo um caminho de peregrinação que teremos de percorrer com paciência na companhia de nosso Senhor.

E, no decorrer deste caminho, sempre rondando nossos passos, existe a cilada sutil de se escolher um bem menor. Pois a vida é uma longa série de escolhas, escolhas que precisam ser feitas diariamente, entre aquilo que é supremo e superior e aquilo que é secundário, entre o que agrada a si mesmo e o que agrada a Deus.

O perigo mais comum não é o que muitos imaginam: desviar-se e cair no pecado. É antes a tentação que aparece com freqüência alarmante de escolher o bom em vez do melhor, de escolher algo que tem inúmeros pontos a favor, mas não é a vontade explícita de Deus para nós.

Quando nos comprometemos a qualquer outro curso de vida, que não seja de absoluta fidelidade ao bem superior, estamos nos posicionando lamentavelmente fora do contato vivo com Deus, que às vezes pode conceder-nos nossos desejos e, ao mesmo tempo, deixar nossa alma definhar-se.

Israel, a quem este texto em Salmos se refere, foi um forte exemplo disso. O propósito de Deus para a nação era que não tivesse um soberano terreno; Ele mesmo seria seu Senhor e seu Rei. Israel seria exemplo e modelo ao mundo inteiro. Mas Israel se rebelou. O povo queria ser igual, e não diferente, às outras nações. Pediram um rei para guiá-los à batalha; queriam um monarca com toda a pompa e todo o esplendor.

Mesmo assim, Deus não os deixou a seus próprios desejos nem os rejeitou. Com efeito, Deus disse a Samuel: “Muito bem; nomeie um rei para eles; não estão escolhendo o melhor, e vou permitir que tenham o bem inferior escolhido por eles mesmos. É a única maneira de mostrar-lhes a tolice do que estão fazendo.”

A história subseqüente da nação mostrou realmente o perigo de se escolher um bem inferior. Israel tinha uma posição geográfica crucial e visada por todos os povos que levantavam impérios. Desta forma, era mais importante ainda que estivesse sob a proteção de Deus. Mas escolheu um caminho diferente, e qual foi o resultado? Desastre após desastre em guerras e conquistas por outros povos. A terra foi dilacerada por dissensões e agitações e, por fim, o povo foi retirado e levado ao cativeiro.

Se essas ilustrações de um princípio de vida puderem servir de alguma forma para nós, certamente seria para mostrar a ênfase que Deus dá às escolhas que são feitas em cada crise moral e espiritual. É comum dizer que nossas escolhas atestam nosso caráter e que a direção a que a mente da pessoa se volta involuntariamente mostra que tipo de pessoa é. A seriedade da vida é que cada dia somos testados a respeito dos fundamentos e inspirações vitais de nosso ser.

Há momentos em que somos tentados a seguir rumos em que ganho material e vantagem pessoal estão em primeiro lugar. Somos tentados a garantir para nós mesmos vantagens atuais, e a colocar conforto, facilidade e prosperidade como nossos objetivos principais. Perguntamos: “Não podemos tirar proveito máximo dos dois reinos?”

O perigo é, ao tentar conciliar as duas coisas, escolhermos o bem inferior. E, se isto acontecer, Deus não nos abandonará, pois Ele nunca faz isso. Mas Ele permite que a escolha inferior corrija nossa vontade própria e nos conduza de volta ao lugar de obediência de todo coração a Ele.

A escolha de um bem inferior pode resultar no abafamento de nossos instintos mais espirituais, na perda de uma comunhão mais íntima com Deus e na ausência daquela divina parceria de poder em que Deus fortalece e usa as pessoas para Sua glória.

É sempre um grande desafio de fé compreender o que é o melhor de Deus, mas, quando o reconhecemos, isso traz a exigência imediata de uma resposta. Seguir a luz divina que vem para nos guiar e submeter todas as nossas escolhas à vontade de Deus são os testes mais severos que a vida nos reserva. Mas feliz de fato é o homem cuja coragem não hesita, cujos ideais não são renegados, na hora de sua provação.

Nossa vida presente e o treinamento que temos aqui são apenas uma preparação para o serviço eterno. A escolha de um bem inferior sempre resultará no empobrecimento da influência presente, pois, se um homem quiser exercer influência superior, ele deve viver em função das coisas superiores.

Sabemos de pais que se dizem cristãos, mas cuja escolha de um bem inferior se reflete na vida insatisfatória de seus filhos. Em vez de buscarem primeiro o reino de Deus, a perspectiva de sua vida no lar é influenciada em grande medida pelo mundo, pelas convenções da sociedade, não pelas convicções do coração. E seus filhos tomaram uma medida muito inferior de Deus por causa dessa imagem distorcida que os pais refletiram.

O Exemplo de Nosso Senhor

Nem tudo é desalento, porém. Para nos aliviar no meio de todas essas advertências, temos sempre presente a inspiração da própria vida do Senhor, na qual encontramos o mais forte apelo ao nosso coração para escolher o mais alto. Pois, ao lermos o registro de Sua vida, nos dias de Sua carne, vemo-Lo como aquele que sempre, coerentemente, escolhia o melhor de Deus. “Desci do céu, não para fazer a Minha própria vontade, e, sim, a vontade Daquele que Me enviou” (Jo 6.38). “O Filho do homem […] não veio para ser servido, mas para servir” (Mt 20.28).

E, no fim de Sua vida, quando o cálice estava cheio, amargo e pesado, ouvimo-Lo no Jardim, ainda fiel ao propósito governante de Sua vida redentora: “Todavia não seja o que Eu quero, mas o que Tu queres” (Mc 14.36). E, escolhendo o melhor de Deus, Ele bebeu o cálice até o fim.

Para os homens hoje, o melhor de Deus se expressa no chamado de Cristo: Segue-Me. Segui-Lo corajosa, coerente e lealmente é escolher a melhor e mais alta de todas as alternativas da vida.

___

J. Stuart Holden era um pregador anglicano e um dos palestrantes regulares das famosas Conferências Keswick na Inglaterra no início do século 20.

17 Sep 19:47

Bruce Momjian: Partitioning in Postgres 10 and Beyond

Postgres 10 is adding partitioning syntax to Postgres. This ends the previous Frankenstein-style partitioning setup of having to configure child tables, CHECK constraints, and triggers or rules.

You would think that the partitioning feature is now complete. Oh, no! It seems there are now more partitioning enhancement requests than we had before adding the syntax. I knew there would be new optimizations once there was a canonical representation of partitions in the backend, but I didn't expect this feature-request growth.

Ottawa's PGCon conference had a talk about partitioning, but the major partition feature list was created during its unconference. The good news is that Amit Langote recorded all the requests. I expect it will be a few years until we can say we are done improving partitioning in Postgres.

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16 Sep 15:43

OFÍCIO

by noreply@blogger.com (Luiz Amalfi)
OFÍCIO – Este termo tem a ver com o governo da igreja – a administração da assembleia (1 Tim. 3:1, 10, 13). É algo que é realizado exclusivamente na esfera local da assembleia. Não há na Escritura algo como um governo central nacional ou mundial colocado sobre as assembleias.

A Bíblia ensina que há dois desses ofícios administrativos no governo da igreja:

o    Um bispo (Atos 14:23; 20:17-35; 1 Timóteo 3:1-7; 5:17-18; Tito 1:5-9; Heb. 13:7, 17, 24; 1 Pedro 5:1-4; Rev. 1:20).

o    Um diácono [ministro] (Atos 6: 3; 1 Tim. 3: 8-13).


Os bispos são aqueles que "tomam a iniciativa"na direção da assembleia local em seus assuntos administrativos e estão particularmente ocupados com o estado espiritual do rebanho (1 Tessalonicenses 5:12-13; Heb. 13:7, 17, 24; 1 Cor. 16:15-18; 1 Tim. 5:17 – Trad. J.N. Darby). A versão inglesa King James refere-se a esses homens como "os que têm o domínio sobre vós", mas essa expressão pode levar a um mal entendimento e transmitir a ideia equivocada de que exista uma casta especial de homens que estão "sobre" o rebanho, ou seja. O clero. A tradução correta seria: "Aqueles que tomam a iniciativa entre vós". Isso mostra que eles não devem ter "domínio" sobre o rebanho (1 Pedro 5:3). Este trabalho não se refere necessariamente à condução no ensino ou na pregação pública, mas aos assuntos administrativos da assembleia. Confundir estas duas coisas é entender mal a diferença entre dom e ofício, que são duas esferas distintas na casa de Deus. Alguns dos que tomam essa iniciativa podem não ensinar publicamente, mas são muito bons e úteis quando o podem fazer (1 Tim. 5:17). Esses homens devem conhecer os princípios da Palavra de Deus e poder colocá-los para que a assembleia possa entender o curso de ação que Deus tomaria em algum um assunto particular (Tito 1:9).

        Há três palavras usadas nas epístolas para descrever esses guias na assembleia local:

o    Em primeiro lugar, "anciãos" (Presbuteroi). Isso se refere aos avançados em idade e implica maturidade e experiência em assuntos espirituais (Atos 14:23; 15:6; 20:17; Fl 1:1; 1 Timóteo 5:17-19; 1 Pedro 5:1-4). No entanto, nem todos os homens idosos na assembleia necessariamente assumem o papel dos guias (1 Tim. 5:1; Tito 2:1-2).

o    Em segundo lugar, "bispos" (Episkopoi). Isso se refere ao trabalho que eles fazem – pastoreando o rebanho (Atos 20:28; 1 ​​Pedro 5:2), vigiando as almas (Atos 20:31; Heb 13:17), e admoestando (1 Tessalonicenses 5:12).

o    Em terceiro lugar, eles são chamados de "pastores [guias]" (Hegoumenos). Isso se refere à sua capacidade espiritual de liderar e guiar os santos (Heb 13:7, 17, 24).


Estas não são três posições diferentes na assembleia, mas sim três aspectos de um trabalho que esses homens fazem. Isso pode ser visto da maneira pela qual o Espírito de Deus usa esses termos de forma intercambiável. (Compare Atos 20:17 com 20:28, e Tito 1:5 com 1:7). No livro de Apocalipse, aqueles que estão neste papel são chamados de "estrelas" e também como "o anjo da igreja que está em  [local]"(Apocalipse 1-3). Como "estrelas", eles devem testemunhar da verdade de Deus (os princípios de Sua Palavra) como portadores da luz na assembleia local, fornecendo luz sobre vários assuntos que a assembleia pode se confrontar. Isso é ilustrado em Atos 15. Depois de ouvir o problema que estava preocupando a assembleia, Pedro e Tiago forneceram luz espiritual sobre o assunto. Tiago aplicou um princípio da Palavra de Deus e deu seu julgamento quanto ao que ele acreditava que o Senhor queria que eles fizessem (v. 15-21). Como "o anjo da igreja", eles agem como mensageiros para trazer a mente de Deus na assembleia na realização da ação. Isso também está ilustrado nos versículos 23-29.

Hoje não há qualquer nomeação oficial de anciãos/bispos/guias para este trabalho, como havia na Igreja primitiva (Atos 14:23; Tito 1:5), porque não há apóstolos (ou delegados pelos apóstolos) na Terra para ordená-los. Isso não significa que o trabalho de supervisão não possa continuar hoje. O Espírito de Deus ainda está levantando homens para fazer este trabalho (Atos 20:28). Esses homens não se nomeiam para esse papel, nem são nomeados pela assembleia, como é frequentemente o caso na Igreja hoje. Estes homens certamente seriam aqueles que um apóstolo ordenaria se estivesse aqui hoje. A assembleia os conhecerá pelo cuidado dedicado dos santos, pelo seu conhecimento dos princípios bíblicos e pelo seu sadio julgamento – e deve reconhecê-los como tais, mesmo que não tenham sido nomeados oficialmente.

No discurso de despedida de Paulo para os anciãos de Éfeso, ele deu uma descrição do caráter e do trabalho de um ancião/bispo/guia, usando a si mesmo como exemplo (Atos 20:17-35). Ele cuidadosamente delineou o que eles devem ser:

o    Consistente (vs. 18)

o    Humilde (vs. 19).

o    Compassivo (vs. 19).

o    Perseverante (vs. 19).

o    Fiel (vs. 20).

o    Comprometido (v. 21-24).

o    Energético (v. 24-27).


      Então ele descreveu o que eles devem fazer:

o    Pastorear o rebanho (vs. 28).

o    Vigiar contra dois perigos sempre presentes: de lobos que entram e homens atraíndo discípulos após si mesmos (v. 29-31).

o    Usar os recursos que Deus deu para essa obra: a oração e a Palavra de Deus (vs. 32).

o    Estar envolvido em um ministério de dar em um sentido prático (v. 33-35).


O segundo ofício administrativo na assembleia local é o de um "diácono". Isso diz respeito ao trabalho de atendimento aos assuntos temporais da assembleia – coisas materiais, assuntos financeiras, etc. (Atos 6:3; 1 Timóteo 3:8-13). A palavra "diácono" significa "servo" e pode ser traduzida como "ministro". Como exemplo, quando Barnabé e Paulo saíram na sua primeira jornada missionária, "tinham também a João como cooperador" (Atos 13:5). A palavra "ministro" neste caso pode ser traduzida como "servo" ou "cooperador", e refere-se ao mesmo tipo de trabalho. Por isso, João Marcos ajudou Barnabé e Paulo em coisas temporais no campo missionário. No caso do diácono em 1 Timóteo 3, no entanto, está em conexão com coisas temporais que pertencem à assembleia local.

Atos 6:1-5 ilustra isso. Uma necessidade prática de administrar coisas temporais surgiu na assembleia em Jerusalém. Os apóstolos naquela assembleia disseram: "Não é razoável que nós deixemos a palavra de Deus e sirvamos às mesas". A palavra "servir" aqui tem a mesma raiz da palavra "diácono". Certos homens, portanto, foram nomeados para cuidar do "ministério diário" (ou distribuição de fundos) e "servir mesas", para que os apóstolos estivem livres para continuar seu trabalho de ministério da Palavra.

É triste dizer que a Igreja hoje tirou do termo "ministro"o seu significado e uso bíblico e o conectou à posição criada pelo homem de um clérigo com títulos oficiais de "Ministro" e "Pastor". O lugar e o trabalho de um ministro foram convertidos em uma posição proeminente de pregação e ensino na Igreja – muitas vezes com uma equipe de pessoas que ajudam o pregador. Na Escritura, é exatamente o contrário; Um ministro é um servo daqueles que pregam e ensinam! (Atos 13:5; Rom. 16:1)

Uma diferença notável nas qualificações de um bispo e um diácono é que não há menção de que o diácono seja "apto para ensinar". Diz que ele deve manter "o mistério da fé", o que indica que ele deve conhecer a verdade – como todos os santos devem – mas não há nenhuma menção a ele sendo apto ensinar ou pregar. Outra diferença notável entre estes dois ofícios é que, enquanto os bispos não devem ser escolhidos pela assembleia para o seu trabalho, a assembleia escolhe seus diáconos. Mais uma vez, isso é visto em Atos 6. Os apóstolos instruíram a assembleia em Jerusalém para escolher os homens que eles achavam que eram mais adequados para esse trabalho. Há sabedoria nisso: quem melhor conhece o caráter dessas pessoas do que aqueles que andam com comunhão com eles diariamente? Deve também notar-se que, mesmo após a assembleia ter escolhido esses homens, ela não os ordenou, porque a assembleia (naquele tempo ou agora) não tem poder de ordenação. A assembleia trouxe aqueles a quem escolhera aos apóstolos que os nomearam oficialmente para aquele ofício. Um exemplo desse trabalho pode ser visto no "irmão" que tinha boa reputação por sua confiabilidade sendo "escolhido das igrejas"para ajudar nas questões da coleta e trazê-la aos santos pobres em Jerusalém (2 Coríntios 8:18-19).


Se este trabalho temporal é realizado de forma fiel, o diácono/ministro ganhará oportunidades em outras áreas de serviço – particularmente no testemunho verbal do evangelho (1 Timóteo 3:13). A vida bem ordenada e o trabalho fiel de um diácono/ministro na casa de Deus torna-se um testemunho para todos os que estão em sua volta de que ele é um em quem se pode confiar. Isso está ilustrado nas vidas de Estevão e Filipe em Atos 7-8. Esses homens eram diáconos na assembleia em Jerusalém (Atos 6:5), e tendo feito seus trabalhos fielmente, se tornaram ousados na fé e testemunharam do Senhor diante do Sinédrio (Atos 7) e na cidade de Samaria (Atos 8). Estevão tinha um dom de ensino, e Filipe era um evangelista dotado (Atos 21:8). Mas isso não significa que todos os diáconos tenham dons públicos.

16 Sep 01:22

Gotas de Orvalho (117)

by Maria de Luca

Orvalho do céu para os que buscam o Senhor!

Nunca pense que você encontrará mel no pote, se Deus escreveu “veneno” no rótulo.

(William Gurnall)

Nosso senso de pecado é diretamente proporcional a nossa proximidade de Deus.

(Thomas D. Bernard)

O pecado carrega em si dois castigos: vergonha e medo.

(Edward Marbury)

A culpa se relaciona com o pecado assim como a queimadura se relaciona com a brasa.

(Augusto H. Strong)

Não podemos pensar despreocupadamente no pecado se pensarmos honestamente em seus resultados.

(David C. Potter)

Não entendo como um homem pode ser um verdadeiro crente, se o pecado não é para ele o maior fardo, a maior tristeza, o maior problema.

(John Owen)

O pecado é um desafio à justiça de Deus, um roubo a Sua misericórdia, um zombar de Sua paciência, um desprezo a Seu poder e um desdém a Seu amor.

(John Bunyan)

13 Sep 20:38

Gotas de Orvalho (116)

by Maria de Luca

Pecado é o grande mal e a arma de bloqueio para toda a nossa felicidade, é a razão para toda a miséria de todo o homem, tanto aqui quanto depois. Retire-se todo o pecado da vida do homem e nada mais o poderá ferir, pois a morte espiritual, a morte carnal e a morte eterna são seu único salário.

O fim de toda a aflição é a descoberta dos nossos pecados, desde que nos levem aos pés do Salvador. Vamos então, como o filho pródigo, voltar ao nosso Pai. Logo acharemos paz e descanso para a nossa alma.

A tua oração eliminará o teu pecado por completo, pondo-lhe fim, ou então o teu pecado dará um fim à tua oração.

Nada tem como impedir uma alma de se poder aproximar de Cristo, com exceção dum amor fútil pelas coisas que o mundo oferece. E até que uma alma esteja inteiramente liberta de tal monstruosidade, nunca poderá ter nela mesma um grande amor por Deus.

Todo aquele que se deleita com as realezas deste grande mundo pensa muito pouco, pois um dia aquilo a que admirou será testemunha veloz contra ele.

O Senhor usa a dor da tribulação para ter como separar o trigo da palha que carregou o trigo até ali.

É naqueles momentos de maior aflição que desvendamos muitas coisas acerca do real amor de Deus.

Não será qualquer tipo de sofrimento que faz um mártir, mas apenas o sofrer porque se é verdadeiro e se está em plena conformidade com a Palavra de Deus. Isto é, não apenas sofrer de forma justa, mas pela justiça; não apenas pela verdade, mas por amor à verdade; nunca apenas pela Palavra de Deus, mas de acordo com ela: dar testemunho, com a santidade, com a humildade, no mesmo espírito de mansidão que a própria Palavra de Deus requer de nós.

Cristo é o supremo desejo das nações, a alegria dos anjos e o deleite do Pai; quão grande deve ser a consolação da alma que O possuir pela eternidade afora!

Se você tiver muita curiosidade para saber tudo sobre a verdadeira essência da visão celestial, minha resposta para você será apenas que viva uma vida santa e chegue-se bem perto do Senhor para ver!

 


John Bunyan nasceu na Inglaterra da era puritana em 1628, numa cidadezinha rural chamada Bedford. Alguns anos depois de sua conversão, ficou viúvo e sua esposa deixou-lhe quatro filhos, sendo uma delas cega. Ele se casou novamente com uma mulher muito piedosa, Elizabeth, que foi sua companheira e ajudadora o resto da vida. Tornou-se pastor de uma congregação batista e, a partir da década de 1660, com o retorno da monarquia e a proibição do ministério de pregação leiga e não conformista, Bunyan foi encarcerado em inúmeras oportunidades. A soma do tempo em que Bunyan passou na prisão totaliza 12 anos.  Em cada oportunidade de sair da prisão, prometia que voltaria a pregar.  E voltava à prisão.  Seus dias de encarceramento foram de muitas incertezas e dificuldades.

Foi na prisão que Bunyan escreveu sua obra-prima, O Peregrino, e sua autobiografia, Graça abundante ao principal dos pecadores. O Peregrino só perde para a Bíblia em número de exemplares vendidos e influência nos círculos cristãos mais conservadores. Mas Bunyan produziu muitas obras e escritos. Segundo o historiador Christopher Hill, ele escreveu cerca de 60 obras!

A morte de John Bunyan ocorreu em 31 de agosto de 1688.

Fonte da imagem

 

09 Sep 21:54

Gotas de Orvalho (115)

by Maria de Luca

Orvalho do céu para os que buscam o Senhor!

Creiamos mais na Palavra e no poder de Deus do que em nossas emoções e experiências. A nossa Rocha é Cristo, e não é a Rocha que oscila nas marés, mas o mar.

(Samuel Rutherford)

A única função da fé é receber o que a graça oferece.

(John Stott)

Seria muito bom se nos libertássemos da ideia de que fé é uma questão de heroísmo espiritual, que apenas alguns cristãos seletos conseguem ter. Existem os heróis da fé, é verdade; mas a fé não é apenas para heróis. É uma questão de maturidade espiritual; é para adultos em Cristo.

(P. T. Forsyth)

Antes de a fé e a obediência se tornarem atos do homem, elas são dádivas de Deus.

(R. B. Kuiper)

A fé tem duas mãos: com uma arranca sua própria justiça e a joga fora; com a outra, ela se reveste da justiça de Cristo.

(William Gurnall)

A fé em Jesus ri das impossibilidades.

(C. T Studd)

Nossa fé é provada real e verdadeiramente apenas quando estamos em conflitos muito difíceis, quando o próprio inferno parece estar aberto para nos engolir.

(João Calvino)

25 Aug 23:11

Canonical Design Team: Vanilla Framework has a new website

We’re happy to announce the long overdue Vanilla Framework website, where you can find all the relevant links and resources needed to start using Vanilla.

 

vanillaframework.io homepageThe homepage of vanillaframework.io

 

When you visit the new site, you will also see the new Vanilla logo, which follows the same visual principles as other logos within the Ubuntu family, like Juju, MAAS and Landscape.

We wanted to make sure that the Vanilla site showcased what you can do with the framework, so we kept it nice and clean, using only Vanilla patterns.

We plan on extending it to include more information about Vanilla and how it works, how to prototype using Vanilla, and the design principles that are behind it, so keep tuned.

And remember you can follow Vanilla on Twitter, ask questions on Slack and file new pattern proposals and issues on GitHub.

15 Aug 21:00

JUSTIFICAÇÃO

by noreply@blogger.com (Luiz Amalfi)
JUSTIFICAÇÃO - A justificação tem a ver com uma pessoa sendo liberada de todas as acusações de pecado que foram imputadas contra ela, por ser colocada em uma nova posição diante de Deus em Cristo, pela qual ela não é mais vista por Deus como um pecador. A pessoa é "reconhecida"ou "constituída" justa na mente de Deus, e assim sua legitima posição no céu é modificada (Romanos 4:4-5; 5:19). O Concise Bible Dictionary afirma: "A palavra "justificação" pode ​​ser interpretada como a opinião formada na mente de Deus em relação ao crente, em vista da ordem de coisas onde Cristo é a Cabeça. Essa opinião tem sua expressão em Cristo mesmo, e suas consequências são vistas em Romanos 5" (p.446).

Há duas partes da justificação – uma negativa e outra positiva:

O lado negativo tem a ver com o crente ser limpo "de todas as coisas" - isto é, das acusações de pecado (Atos 13:39).

O lado positivo tem a ver com o crente ser colocado em uma nova posição diante de Deus ("justificado em Cristo" – Gál 2:17), onde nenhuma outra acusação pode ser trazida contra ele. ("Em Cristo" é um termo técnico usado no ministério de Paulo para indicar que o crente está na posição de Cristo diante de Deus). Assim, o crente não está apenas em uma nova posição, mas está ali em uma condição totalmente nova, tendo uma nova vida que é sem pecado. Isso é chamado de "justificação de vida" (Romanos 5:18).

W. Kelly disse: "O tão importante tema da justificação foi agora totalmente tratado, tanto do lado do sangue de Cristo derramado em expiação como o de Sua ressurreição, sendo realizado pela morte no poder de Deus; Isto é, tanto negativamente quanto positivamente – suportando todas as consequências de nossos pecados e manifestando o novo estado no qual Ele está diante de Deus" (Notes of the Epistle to the Romans, pág. 56).

J. N. Darby disse: "Há duas partes da justificação – "dos pecados" e "da vida", a primeira, a limpeza de meu antigo estado; E o segundo, colocando-me numa nova posição diante de Deus" (Collected Writings, vol. 21, p. 193). Ele também disse: "Justificação da vida", esta era uma nova posição do homem. Ainda não a glória ou a ressurreição com Cristo e a união com Ele, mas uma nova posição e postura. Não apenas a limpeza dos pecados pelos quais um homem era culpado em conexão com sua posição antiga, mas uma nova posição na vida, a justificação da vida (Collected Writings, vol. 13, p.206).

F. B. Hole disse: "A justificação, como é colocada diante de nós na Escritura, implica mais do que a benção negativa de sermos completa e justamente libertados da condenação [julgamento] sob a qual nós estávamos. Envolve nossa posição perante Deus em Cristo, em uma justiça que é positiva e divina (The GreatSalvation, p.14).

O grande resultado de sermos justificados é que Deus já não nos vê como antes (como pecadores), porque agora estamos em uma nova posição diante dEle. Isso é ilustrado em figura em Números 23. Balaão profetizou a respeito do povo de Deus do ponto de vista de Deus ("do cume das penhas"), tipificando assim o que a obra de Cristo na cruz faria dos cristãos por meio da justificação (vs. 9). Desse ponto de vista, Deus não viu Israel como eles realmente estavam – no deserto, no que diz respeito ao seu estado – que era em todos os tipos de pecados. Balaão disse: Deus "não viu iniquidade em Israel, nem contemplou maldade em Jacó" (vs. 21). O profeta não estava querendo dizer que Deus fosse cego; Ele estava falando sob o poder do Espírito sobre o que Israel era posicionalmente diante de Deus, e tipicamente do que somos posicionalmentediante de Deus por meio da obra consumada de Cristo. Assim, nas epístolas de Paulo, a justificação tem a ver com a posiçãodo crente perante Deus, e não o seu estado. É um ato declaratório de Deus pelo qual um pecador ímpio é "imputado" (considerado) como  justo (Romanos 4:5).

Existem oito expressões diferentes em relação à justificação na Escritura, cada uma demonstrando um aspecto diferente. Elas são:

o    Justificado pela graça - a fonte (Rom. 3:24).

o    Justificado pela - os meios de apropriação (Romanos 3:28).

o    Justificado pelo sangue - o preço (Romanos 5: 9).

o    Justificação da vida - uma nova condição (Romanos 5:18).

o    Justificado do pecado - uma dispensa honorável desse mestre (Romanos 6:7).

o    Justificado por Deus - Aquele que faz o reconhecimento (Romanos 8:33).

o    Justificado em Cristo - a nova posição de aceitação (Gálatas 2:17).

o    Justificado pelas obras - a evidência manifestada na vida do crente de ser considerado justo diante de Deus (Tiago 2:21, 24).


Alguns dizem que justificado significa "justo como se nunca tivesse pecado". No entanto, esta definição está muito aquém da verdade da justificação. Se estivesse correta, a justificação colocaria os crentes no terreno da inocência, igual ao de Adão no Jardim do Éden antes de pecar. Adão caiu daquela posição, e isso significa que se nós fôssemos colocados ali, existe uma possibilidade muito real de que iríamos cair também. Então, seríamos pecadores sob julgamento novamente! Porém a justificação nos coloca em um lugar muito mais elevado do que o da inocência. Como mencionado, nossa posição diante de Deus como justificados é no próprio lugar de aceitação e favor em que Cristo está diante de Deus, porque somos "justificados em Cristo" (Gálatas 2:17), e estamos lá com uma vida que não pode pecar ("Justificação da vida" - Romanos 5:17). Não há possibilidade de o crente cair desse lugar.

10 Aug 23:19

Gotas de Orvalho (112)

by Maria de Luca

Orvalho do céu para os que buscam o Senhor!

O amor arde como fogo, e sobrevive à base de calor. O ar que a verdadeira experiência cristã respira e o pão de que ela se alimenta são feitos de chama. E ela suporta qualquer coisa, menos uma chama fraca. E quando a atmosfera que a cerca é fria ou morna, morre congelada ou à míngua. Não há oração verdadeira sem chamas.

(E. M. Bounds)

O homem que mobiliza a igreja para orar está dando a maior contribuição para a história da evangelização do mundo.

(Andrew Murray)

Se você se entrega à oração estribado no seu poder, nada obterá; então, apresente a Deus sua fraqueza, e você prevalecerá. Não há melhor argumento ante o amor divino que a fraqueza e a dor; nada pode prevalecer de tal maneira com o grande coração de Deus como o seu coração desmaiado.

(Charles H. Spurgeon)

Aquele que deseja algo de Deus precisa aproximar-se dele de mãos vazias.

(Robert Cunningham)

A oração é um escudo para a alma, um sacrifício a Deus e um açoite para Satanás.

(John Bunyan)

Assim como o negócio dos alfaiates é fazer roupas, e o negócio dos sapateiros é remendar sapatos, o negócio dos cristãos é orar.

(Martinho Lutero)

Oração não é eloqüência, mas seriedade; não uma definição de incapacidade, mas a sensação dessa incapacidade.

(Hannah More)

08 Aug 21:35

Ler a Bíblia e orar todas as manhãs

by Francisco Nunes

“Faze-me ouvir a Tua benignidade pela manhã, pois em Ti confio; faze-me saber o caminho que devo seguir, pois a Ti elevo minha alma” (Sl 143.8).

Se nos dispusermos cada manhã a buscar a presença do Senhor, certamente conheceremos a pura alegria de ouvir Sua misericórdia e nossa alma será refrescada, alimentada, animada e fortalecida para enfrentar cada necessidade ou prova do dia.
Além disso, nossas orações da manhã sempre deveriam ter como meta pedir a direção de Deus para o dia que começa. Todo crente deve ser consciente de que sua própria sabedoria está distante de ser suficiente para guiá-lo, mesmo nas menores coisas. Alguns pensam que Deus não se interessa por nossas coisas de menor importância, mas isso é um erro. Ele se interessa por todos os detalhes da vida de um crente, e deveríamos entregar-nos totalmente a Ele a fim de pedir Sua direção em todas as áreas. Depois de termos feito isso – com honestidade, naturalmente –, não precisaremos nos preocupar com cada detalhe, pois teremos a segurança de que Deus responderá guiando-nos como Ele deseja.
A oração é a expressão de uma verdadeira confiança, e Deus espera também que meditemos em Sua Palavra, pois por ela aprendemos realmente qual é Sua vontade. Se não lhe damos importância, deixamos a única fonte real de instrução que Ele nos dá. Mesmo que não saibamos compreender as instruções em detalhes para nossa caminhada diária, seremos impregnados dos princípios de Sua Palavra de tal modo que não teremos muita dificuldade em discernir Sua vontade nos assuntos comuns.

16 Jul 19:07

Ansiedade

by Francisco Nunes

Não há ansiedade quando há fé.

“Não estejais inquietos por coisa alguma” (Fp 4.6).

A ansiedade é tão claramente proibida por Deus como é o roubo. Isso exige uma cuidadosa reflexão e um claro entendimento de nossa parte, a fim de não nos desculparmos por considerá-la uma simples “fraqueza”. Quanto mais estivermos convencidos da pecaminosidade da ansiedade, mais cedo perceberemos que ela desonra grandemente a Deus, e haveremos de “lutar contra” esse pecado (Hb 12.4). Mas como lutar contra o pecado da ansiedade?

Primeiro, supliquemos ao Espirito Santo que nos conceda uma convicção mais profunda da enormidade desse pecado. Segundo, façamos disso assunto de oração específica e séria, a fim de sermos libertados desse mal. Terceiro, fiquemos atentos ao começo da ansiedade e, tão logo estejamos conscientes da perturbação da mente, tão logo detectemos algum pensamento de incredulidade, elevemos o coração a Deus, suplicando-Lhe libertação desse pecado.

O melhor antídoto para a ansiedade é meditar com freqüência na bondade de Deus, em Seu poder e em Sua suficiência. Quando o santo consegue perceber confiantemente que o Senhor é seu pastor, forçosamente ele conclui: “Nada me faltará!” (Sl 23.1).

No texto de Filipenses, imediatamente após a exortação “Não estejais inquietos por coisa alguma”, lemos: “Antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplica, com ações de graças”. Não há nada grande demais nem pequeno demais para ser apresentado a Deus e lançado sobre Ele. A expressão “com ações de graças” é da maior importância; contudo, é o exato ponto em que muitas vezes falhamos. Ela significa que, antes de recebermos a resposta da parte de Deus, nós Lhe agradecemos por essa resposta. É uma confiança infantil, na expectativa de que o Pai será gracioso.

“Por isso, vos digo: não andeis cuidadosos quanto a vossa vida, pelo que haveis de comer ou pelo que haveis de beber; nem quanto ao vosso corpo pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o mantimento, e o corpo mais do que vestuário? […] Buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas” (Mt 6.25,33).

07 Jul 22:08

Wildcard Certificates Coming January 2018

Let’s Encrypt will begin issuing wildcard certificates in January of 2018. Wildcard certificates are a commonly requested feature and we understand that there are some use cases where they make HTTPS deployment easier. Our hope is that offering wildcards will help to accelerate the Web’s progress towards 100% HTTPS.

Let’s Encrypt is currently securing 47 million domains via our fully automated DV certificate issuance and management API. This has contributed heavily to the Web going from 40% to 58% encrypted page loads since Let’s Encrypt’s service became available in December 2015. If you’re excited about wildcard availability and our mission to get to a 100% encrypted Web, we ask that you contribute to our summer fundraising campaign.

A wildcard certificate can secure any number of subdomains of a base domain (e.g. *.example.com). This allows administrators to use a single certificate and key pair for a domain and all of its subdomains, which can make HTTPS deployment significantly easier.

Wildcard certificates will be offered free of charge via our upcoming ACME v2 API endpoint. We will initially only support base domain validation via DNS for wildcard certificates, but may explore additional validation options over time. We encourage people to ask any questions they might have about wildcard certificate support on our community forums.

We decided to announce this exciting development during our summer fundraising campaign because we are a nonprofit that exists thanks to the generous support of the community that uses our services. If you’d like to support a more secure and privacy-respecting Web, donate today!

We’d like to thank our community and our sponsors for making everything we’ve done possible. If your company or organization is able to sponsor Let’s Encrypt please email us at sponsor@letsencrypt.org.

07 Jul 19:58

poemas

by Francisco Nunes

Prefiro o ridículo de escrever poemas
ao ridículo de não escrevê-los.

(Wislawa Szymborska)

01 Jul 18:19

ESPERANÇA

by noreply@blogger.com (Luiz Amalfi)
ESPERANÇA - Na Escritura, esperança não é usada da mesma maneira que no idioma comum – a linguagem de hoje. Usamos a palavra em nossos dias para nos referir a algo que gostaríamos de ver acontecer, mas não temos garantia de que isso aconteça. Na Bíblia, a esperança é uma certeza adiada; Ela tem expectativa conectada com segurança.

Em Romanos 5:2, Paulo fala da "esperança da glória de Deus", que tem a ver com a futura glorificação do crente na vinda do Senhor (o Arrebatamento). É algo que o crente espera com certeza. Isso definitivamente acontecerá – apenas não sabemos quando. Esse fim glorioso de estar com Cristo e de ser como Cristo é a esperança do Cristão. Quando primeiro cremos no evangelho e recebemos o Senhor Jesus Cristo como nosso Salvador, fomos colocados na esperança de nossa final glorificação. Paulo se refere a isso em Romanos 8:24, afirmando que "em esperança somos salvos".  Isso significa que quando inicialmente cremos em Cristo como nosso Salvador, foi com a ideia de obtermos este último aspecto da redenção. Assim, quando fomos "salvos", foi "em esperança" da realidade completa e final que está vindo.


Conhecendo o glorioso futuro que nos espera, somos sustentados no caminho, porque o que esperamos é firme e seguro. Em esperança fomos salvos, e em seu poder vivemos. Isso nos dá "paciência" para esperá-lo (Romanos 8:25). Foi dito que a e a esperança são bons companheiros de viagem para o cristão em seu caminho pelo deserto neste mundo, e isso é verdade. Mas na vinda do Senhor (Arrebatamento), nos separaremos desses companheiros e entraremos no céu com o Senhor, onde o amor permanecerá exclusivo. Não precisaremos de fé e esperança lá.

19 Jun 14:54

Leo Hsu and Regina Obe: Dollar-quoting for escaping single quotes

PostgreSQL has a feature called dollar-quoting, which allows you to include a body of text without escaping the single quotes. This feature has existed for quite some time. You've probably seen this in action when defining functions for example:

CREATE OR REPLACE FUNCTION hello_world(param_your_name text)
RETURNS text AS
$$
SELECT 'Hello world. My name is ' || param_your_name || '.';
$$
language sql STRICT;

Which is easier to read, than the equivalent escape quoted function:


CREATE OR REPLACE FUNCTION hello_world(param_your_name text)
RETURNS text AS
'
SELECT ''Hello world. My name is '' || param_your_name || ''.'';
'
language sql STRICT;

Continue reading "Dollar-quoting for escaping single quotes"
14 Jun 15:07

Gotas de Orvalho (105)

by Maria de Luca

Orvalho do céu para os que buscam o Senhor!

É lá na cruz que posso ver
a Tua glória e perfeição.
Olhando as trevas, posso crer
em Teu amor e compaixão.

(Edward Denny)

Não há nenhum náufrago perdido no mais profundo mar de iniqüidade que o profundo amor de Deus não possa alcançar e remir.

(John Henry Jowett)

Nossos grandes problemas são pequenos para o infinito poder de Deus, mas nossos pequenos problemas são grandes para Seu amor de Pai.

(Donald Grey Barnhouse)

O amor de Deus é sempre sobrenatural, sempre um milagre, sempre a última coisa que poderíamos merecer.

(Robert Horn)

Deus deixa depressa Sua ira, mas nunca se arrepende de Seu amor.

(Charles H. Spurgeon)

A única base do amor de Deus é Seu próprio amor.

(Thomas Brooks)

É por termos essa percepção tão superficial do amor de Deus que temos essa percepção tão defeituosa sobre Seu modo de lidar conosco. Interpretamos cegamente os símbolos de Sua providência porque lemos muito imperfeitamente o que está gravado em Seu coração.

(Otávio Winslow)

A morte de Jesus foi a abertura e o esvaziamento de todo o coração de Deus; foi a exuberância do oceano de infinita misericórdia que anelou e desejou por uma saída; foi Deus mostrando como poderia amar um pobre e culpado pecador.

(Otávio Winslow)

10 Jun 20:33

Aleksander Alekseev: Full Text Search in PostgreSQL (Slides)

Recently I've been invited to the RIT 2017 (Russian Internet Technologies) conference that took place this week in Skolkovo (a place near Moscow) to tell how to use full text search in PostgreSQL. Here are the slides:

My colleagues Oleg Bartunov and Alexander Korotkov also have been invited. Oleg's talk …

08 Jun 22:06

Bruce Momjian: Double Buffering Blues

Postgres does all heap and index page operations in a shared memory area called shared buffers. Data is read into shared buffers by requesting 8k blocks from the kernel, which will either satisfy reads from the kernel cache or retrieve them from storage devices. Writes from shared buffers are sent to the kernel, which are eventually written to permanent storage. The write-ahead log (WAL) allows writes to be performed asynchronously; this is illustrated in this presentation.

New users are often surprised that Postgres uses the kernel cache for reads and writes, but there are advantages. While the shared buffer size is fixed at server start, the kernel cache is resized based on the amount of unused memory in the system. This blog post explains how to determine the size of the Linux kernel cache.

Many database systems use direct I/O to read and write data, which bypasses the kernel cache. This has two advantages:

  • Avoids the double-copy of data from storage to the kernel cache and then from the kernel cache to shared buffers
  • Avoids double buffering (storing) of data in the kernel cache and shared buffers

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06 Jun 19:42

Minha filhinha tem pesadelos com monstros. Pode ser influencia demoniaca?

by noreply@blogger.com (Mario Persona)


https://youtu.be/MXC7j1lUQWw

Esqueça querer enxergar tudo como se o diabo estivesse por detrás. Na verdade ele está por detrás de tudo, porque afinal tudo o que há no mundo não procede de Deus, mas do mundo, e sabemos que Satanás é seu príncipe. Mas isso não significa que devemos ficar ocupados com o inimigo quando temos habitando em nós um Amigo, o Espírito Santo, aquele que é maior que o mundo.

Crianças são facilmente impressionáveis e muitos pais não percebem que são os verdadeiros culpados por isso. Explico. Quando eu era criança o máximo de violência que passava na TV Philco preto e branco da sala da casa de meus pais era o Zorro e seu amigo índio Tonto. Eles lutavam com os bandidos, mas o chapéu sempre permanecia na cabeça de todos, menos na de Tonto que tinha uma pena e não usava chapéu. Quando o Zorro atirava, ele só acertava a mão do bandido para seu revólver cair. Só isso. Ninguém se machucava, ninguém morria, ninguém se assustava. Até nos desenhos do Tom e Jerry, hoje considerados politicamente incorretos, a violência era natural. Eram cabeçadas, socos no nariz, tropeções etc., coisas perfeitamente normais na vida de uma criança saudável.

Mas hoje os filmes e desenhos "para crianças" não são naturais. São violentos, mágicos e aterrorizantes. Assisti com meus netos um desenho da Disney que parecia ter tudo de inocente, com uma coelhinha policial perseguindo os bandidos. O mais novo não dormiu à noite e teve pesadelos, e só então fui parar para analisar o quanto havia de terror naquele desenho feito para crianças.

As crianças ainda não estão preparadas para filtrar o que é realidade e o que é ficção, e se no Zorro o soco era de um punho humano, no desenho moderno ele vem de um misterioso poder mágico gerado nas trevas ou por algum alienígena querendo destruir o planeta com armas de raios. Uma criança sabe se defender de um soco, mas como fazer se este vier de uma "varinha de condão" ou de um canhão de prótons?

Portanto, se você não quiser que seus filhinhos acordem assustados com pesadelos, tenha o trabalho de filtrar o que eles veem quando estão acordados. Enquanto tem muito pastor por aí pregando contra desenhos da Disney que têm alguma imagem obscena escondida em algum lugar, a maioria não percebe que o problema não está nas obscenidades humanas naturais, mas nos terrores mágicos e sobrenaturais. Faz lembrar o menino cuja mãe abriu a porta do quarto enquanto ele via um filme impróprio. O garoto logo tranquilizou a mãe: "Não se preocupe, mãe, não tem cena de nudez. Estou vendo 'O psicopata da motosserra'".

Que existe um esforço do inimigo de assustar e prender a mente infantil para seus propósitos, não há dúvida. Ou você não reparou que as crianças estão aprendendo cada vez mais a gostar do dragão?

Veja também:
http://www.respondi.com.br/2012/07/o-diabo-pode-influenciar-criancas.html

por Mario Persona

Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)
31 May 17:13

CHEIO DO ESPÍRITO

by noreply@blogger.com (Luiz Amalfi)
CHEIO DO ESPÍRITO - Este termo tem a ver com o estado do crente e, portanto, algo mais do que receber "o dom do Espírito Santo" pelo qual somos habitados por Ele (Atos 2:38; 8:15-17; 10:45; 19:2; 2 Cor. 1:21-22, Gálatas 3:2, Ef 1:13, 4:30, 1 Tessalonicenses 4:8, etc.). Estar "cheio do Espírito" (Ef 5:18, Atos 2:4, 4:31, 6:3, 7:55, 9:17, 11:24, etc.) tem a ver com dar o controle total de nossas vidas ao Espírito em um sentido prático.

Uma ilustração dada por H. P. Barker torna clara esta distinção. Ele disse. "Um visitante em sua casa não a ocupa. Ele está restrito à parte da casa à qual você o introduziu. Se, no entanto, você colocar sua casa inteira à sua disposição, e der-lhe a chave de cada quarto e armário, ele então controlará todo o lugar. Não é que ele tenha vindo para fazer isto, mas agora, por seu ato de entrega, ele está lá em completo controle. Assim também é com o Espírito Santo. Muitas vezes O restringimos a certas partes de nossa experiência e vida, mas Ele deseja ter total controle, para nos possuir inteiramente para os interesses de Cristo. Quando entregamos ao Seu controle, toda a nossa casa, então Ele está num indisputado comando dela e, nesse sentido, nos enche" (The HolySpirit Here Today, p. 77).

Assim, o crente recebe o Espírito Santo uma vez em sua vida crendo no Senhor Jesus Cristo. Quando este Hóspede divino faz dele Sua residência, Ele nunca o deixa, pois o crente é com Ele "selados para o dia" da sua "redenção" final – que é quando o Senhor vem no arrebatamento (Ef 4:30; João 14:16 – "para sempre"). Mas o crente pode ser enchido muitas vezes. Isto é porque nosso estado é como a maré vazante, e podemos não estar sempre rendidos ao Espírito como deveríamos. Sendo este o caso, não há nas Escrituras exortações aos Cristãos para serem "selados"ou "ungidos" com o Espírito. Esses termos têm a ver com a presença permanente do Espírito no crente. E como os Cristãos são crentes, já receberam o Espírito. Há, no entanto, exortações nas Escrituras para serem "cheios" do Espírito.

Bem podemos perguntar: "Como é que um Cristão se enche do Espírito?" As passagens seguintes, que falam do “encher”, nos dão a resposta:


o   Em Atos 2:1-4, dedicando-se aos interesses do Senhor.

o   Em Atos 4:31, ocupando-se com a oração e a leitura da Palavra de Deus.

o   Em Atos 6:3 e Atos 11:22-24, servindo aos outros em nome do Senhor.

o   Em Atos 7:55, testemunhando de Cristo.

o   Em Efésios 5:18-21, regozijando-se no Senhor com canto e ações de graças.


Porém, para que possamos ser preenchidos, precisamos primeiro ser esvaziados de tudo o que é incompatível com o Senhor. Muitas vezes há coisas na vida dos crentes que não têm direito de estarem ali, e elas impedem o Espírito. Consequentemente, Ele não os enche. Podem ser pensamentos impuros, motivos indignos, desejos cobiçosos, interesses e ambições egoístas, etc. Essas coisas certamente precisam ser lançadas fora e a grande questão é: "Como fazer isso"? A resposta é: "Sob o princípio da substituição". H.P. Barker deu a conveniente ilustração sobre este ponto. Ele disse: "Suponha que eu tenha em minha mão um copo, aparentemente vazio. Na verdade, ele está cheio de ar. Como posso esvaziá-lo do ar? Não por agitá-lo freneticamente com a boca para baixo, nem limpando-o com um pano. Ele é esvaziado por simplesmente estar parado em uma mesa ao passo que é enchido com água. Eu o esvazio de ar enchendo-o com água." (The Holy Spirit Here Today, pg 78). É o mesmo que ser cheio do Espírito; quando coisas e atividades Cristãs ocupam nossos pensamentos e nossas vidas, aquelas outras coisas não terão lugar nela. Se tentarmos forçar a estarmos cheios do Espírito de outra maneira, a vida cristã vai se tornar uma coisa legalista e, afinal, desmoronará por falta de energia para continuar nelas.


Estar cheio do Espírito Santo tem muito a ver com se entregar às reivindicações de Cristo e ao Hóspede divino interior. Nossas vontades são a principal acusada. Outra ilustração de H. P. Barker nos ajuda a compreender este ponto. Na Alemanha há muitos anos, um magnífico órgão de tubos de renome mundial foi construído em uma grande catedral. Um dia houve um visitante que veio à catedral e perguntou se ele poderia tocar o órgão. O zelador disse ao visitante que não lhe era permitido deixar estranhos tocarem o instrumento. O visitante insistiu, e, finalmente, depois de muita persuasão, o zelador permitiu-lhe sentar-se no órgão. Imediatamente, a música mais deslumbrante fluía daquele órgão e enchia a catedral. O zelador ficou atônito e parou imóvel, admirado, enquanto ouvia os maravilhosos sons que reverberavam pela construção. Após o visitante ter tocado por algum tempo e estando prestes a sair, o zelador veio até ele e perguntou: "Quem é você?" Ele respondeu: "Mendelssohn" – Era o próprio grande compositor! Então o zelador ficou constrangido e disse: "Imagine só; estava eu aqui impedindo você, um homem tão eminente e de tal habilidade, e o maior compositor na Europa, de tocar este órgão! Estou envergonhado de mim mesmo". Muito mais excelente do que qualquer compositor humano famoso, o Espírito de Deus entrou em nossos corações quando fomos salvos. Mas temos nós, como aquele zelador, proibido o Compositor divino de sentar-Se ao painel de controle de nossas vidas para criar, por assim dizer, "uma belíssima música" para a glória de Deus?

30 May 06:42

How Page Loading Speed Affects SEO

by James Barnes

Page loading speed is the total length of time that it takes for a website to load completely. With regard to effective SEO, page loading speed is crucial. If your website does not load quickly, visitors to your site are likely to leave rather than wait for it to load, and search engines will penalise your site’s rank if it performs poorly. Page loading speed affects more than SEO. A website that loads quickly will experience both a better conversion rate and a better user experience (UX), thereby making it more likely that visitors will continue to visit your site.

In its guidance to webmasters, Google explains how important page loading speed is for SEO. While Google considers a lot of factors in determining where a site ranks in a search, if your site loads significantly slower than your competition, your site will receive a lower ranking. Google allocates a relatively short amount of time to crawl and index a page, analyse the results, and rank the site. If your website loads slowly, Google will not have sufficient time to review your entire site and will base its ranking on only a partial view. The shortened review could have a very adverse impact on your search rank and the amount of organic traffic that you receive.

Slow page loading also adversely impacts your UX. About 40% of desktop users will abandon a site if it takes more than three seconds to fully load, and a whopping 72% of mobile users will abandon a website if it takes more than five seconds to load. If many potential visitors are abandoning your site before they actually view a single page, you are undermining any other SEO strategies that you may have implemented.

There are many reasons why your site may load slowly. Even if your site code is clean and well written, these factors could be slowing down your site:

  • Complicated themes. Special graphics may make your site look attractive, but this is one of the main reasons why websites load slowly. Before you go live with special graphics, conduct A/B testing to see what their implementation would do to your page loading time.
  • Unresponsive plug-ins. If you have not optimised the plug-ins that you use on your site, your site’s performance will suffer. Always optimise your plug-ins, and be sure that you only use plug-ins that are essential for your site.
  • Embedded media. Including video clips on your site can certainly make it look more attractive to visitors, but it is also an excellent way to slow down your site. Consider providing your visitors with links to video content rather than embedding it.
  • Inexpensive web hosts. The adage is true – you get what you pay for. Sure, you want to keep your operating costs down, but often an inexpensive web host provides a low quality service and can contribute to slow page loading times.
  • Excessive redirects. Too many redirects can slow down your website and can become especially problematic for mobile visitors to your site.

Improving your page loading speed is an excellent SEO technique that both your customers and search engines will appreciate.  Using a tool such as StatusCake page speed monitoring enables you to find out exactly where those roadblocks are that are slowing down your page loading.

25 May 18:50

São tão vastos os Teus campos, ó amado Boaz celestial!

by Francisco Nunes

Os vastos campos do Senhor

Não sei ao certo há quanto tempo este blogue existe. Seu início se deu, com certeza, há mais de 20 anos, quando, ainda preso a uma seita cristã exclusivista, comecei a conhecer a rica herança espiritual dada pelo Senhor a Seu Corpo por meio de muitos e muitos filhos.

Conforme eu conhecia autores e suas obras, mais fascinado eu ficava… com o Senhor! Quão rico Ele é! Quão insondáveis são Suas riquezas! Quão vastos são Seus campos! Quão limitados são, mesmo os mais fiéis servos, para colher os frutos, para recolher as respigas! E quanta profundidade, quanta revelação, quanto alimento há no pouco que do Senhor conhecemos! “Eis que isto são apenas as orlas dos Seus caminhos; e quão pouco é o que temos ouvido Dele!” (Jó 26.14).

Angustiado com a limitação, com a pobreza a que meus irmãos eram submetidos, como eu, naquele ambiente, comecei a divulgar frases, pequenos trechos, capítulos de livros desses autores até então desconhecidos, pelo menos para mim. E aquele pouquinho do sabor de favos de mel começou a me aclarar os olhos (cf. 1Sm 14.27)! E isso foi o embrião do Campos de Boaz.

Em algum momento, criei uma página na internet. Recordo que passei pelos falecidos GeoCities e Multiply; mexi com HTML, apesar de minha completa inaptidão técnica. (E eu encontrava mais e mais preciosidades que precisavam ser conhecidas por outros sedentos.) Mais tarde, abriguei o blogue em um domínio que me pertencia; a seguir, passei-o para outro. No meio desse processo todo, conheci o Rafael, um mais que irmão, profissional da área, que me ajudou a tornar o Campos um pouco menos amador. Identificando-se com o objetivo que eu tinha, o Rafa assumiu papel importante nos bastidores. Por fim, no ano passado, Campos de Boaz passou a ter seu próprio domínio.

A tarefa era grande demais para ser realizada sozinho, mesmo com a ajuda especializado do Rafa. Graças ao Senhor, paralelamente a esse desenvolvimento técnico, Ele trouxe ainda outros cooperadores, como Maria, editora, Hannah, a artista, e os demais respigadores, que têm cooperado na produção de conteúdo e em sua publicação. Todos com o mesmo objetivo do início: levar ao povo do Senhor um pouco das muitas riquezas que Ele espalhou em Seus campos ao longo dos séculos. Todos trabalhando voluntariamente, por amor ao Senhor e a Seu povo, nesse singelo serviço.

Quem visita o Campos regularmente, ou quem é assinante, percebeu que ele está diferente. Na quarta-feira 9 de maio, depois de horas de trabalho, que culminaram muitas horas anteriores (eu, leigamente, imaginava ser coisa bem simples fazer um blogue bonito), conseguimos colocá-lo no ar. (Obrigado a todos que participaram, obrigado a cônjuges e filhos pela paciência e apoio.)

Adotamos novo tema, procurando com ele atender melhor aos que acessam por dispositivos móveis. Pensamos em uma identidade visual, para dar mais harmonia ao blogue e todas as suas partes.

Também teremos novidades ao longo do ano. Além de iniciarmos novas seções, pretendemos lançar dois livros gratuitos, em formato digital. Também planejamos o início da publicação, no segundo semestre, de um devocional que será enviado por e-mail diariamente, mas também será encontrado aqui, em nossa página no Facebook e no perfil no Twitter (outra novidade. Em breve, estaremos em outras redes sociais). Depois de completarmos sua tradução, o devocional será distribuído gratuitamente, em formato digital.

Em breve, a equipe receberá mais dois voluntários para a tradução. Apesar das limitações de todos, desejamos, com isso, ampliar o número de publicações inéditas no blogue.

Reconhecemos nossa incapacidade, nossa insuficiência, nossa inconstância. Mas temos o desejo de que o Senhor abençoe os poucos pães e peixes que Lhe apresentemos a fim de que uma parcela da multidão faminta que O segue seja saciada.

Se você tiver sugestões ou pensa que pode contribuir de alguma forma (contamos, claro, com suas orações!), escreva para contato(a)camposdeboaz.com ou deixe um comentário.

Ao Senhor, unicamente, toda a glória!

Grande abraço!

25 May 17:49

Marco Trevisan (Treviño): Ubuntu goes GNOME, theming stays. Let’s test (and tune) it!

Hi guys! Again… Long time, no see you :-).

As you surely know, in the past weeks Ubuntu took the hard decision of stopping the development of Unity desktop environment, focusing again in shipping GNOME as default DE, and joining the upstream efforts.

While, in a personal note, after more than 6 years of involvement in the Unity development, this is a little heartbreaking, I also think that given the situation this is the right decision, and I’m quite excited to be able to work even closer to the whole opensource community!

Most of the aspects of the future Ubuntu desktop have to be defined yet, and I guess you know that there’s a survey going on I encourage you to participate in order to make your voice count…

One important aspect of this, is the visual appearance, and the Ubuntu Desktop team has decided that the default themes for Ubuntu 17.10 will continue to be the ones you always loved! Right now some work is being done to make sure Ambiance and Radiance look and work good in GNOME Shell.

In the past days I’ve released a  new version of ‘light-themes‘ to fix several theming problems in GNOME Shell.


This is already quite an improvement, but we can’t fix bugs we don’t know about… So this is where you can help make Ubuntu better!

Get Started

If you haven’t already, here’s how I recommend you get started.
Install the latest Ubuntu 17.10 daily image (if not going wild and trying this in 17.04).
After installing it, install gnome-shell.
Install gnome-tweak-tool if you want an easy way to change themes.
On the login screen, switch your session to GNOME and log in.

Report Bugs

Run this command to report bugs with Ambiance or Radiance:

ubuntu-bug light-themes

Attach a screenshot to the Launchpad issue.

Other info

Ubuntu’s default icon theme is ubuntu-mono-dark (or -light if you switch to Radiance) but most of Ubuntu’s customized icons are provided by humanity-icon-theme.

Helping with Themes development

If you want to help with the theming itself, you’re very welcome. Gtk themes are nowadays using CSS, so I’m pretty sure that any Web designer out there can help with them (these are the supported properties).

All you have to do, is simply use the Gtk Inspector that can be launched from any Gtk3 app, and write some CSS rules and see how they get applied on the fly. Once you’re happy with your solution, you can just create a MP for the Ubuntu Themes.

Let’s keep ubuntu, look ubuntu!

PS: thanks to Jeremy Bicha for the help in this post.

24 May 00:49

Gotas de Orvalho (101)

by Maria de Luca

Orvalho do céu para os que buscam o Senhor!

O fim destinado ao homem não é felicidade nem saúde, mas, sim, santidade. O único objetivo de Deus é a produção de santos.

(Oswald Chambers)

Pela justificação de Cristo, os crentes passam legalmente a ter vida; pela santificação são tornados espiritualmente vivos; pela primeira, recebem o direito à glória; pela segunda, são tornados dignos da glória.

(George Whitefield)

Um estado de salvação é um estado de santidade. As duas coisas são inseparáveis: porque a salvação não é só a redenção da pena do pecado, mas também livramento de seu poder.

(Charles Hodge)

Santos sem santidade são a tragédia do cristianismo.

(A. W. Tozer)

Quem tem uma visão superficial da salvação deprecia a doutrina da santificação.

(John F. MacArthur Jr.)

Nossa santificação não depende de mudanças ou obras, mas em fazer essas coisas por causa de Deus quando geralmente fazemos por nossa causa. Meu tempo de trabalho não é diferente do meu tempo de oração. A oração nada mais é do que o senso da presença de Deus.

(Irmão Lourenço)

Muitas vezes, eu oro: “Senhor, faze-me tão santo quanto pode ser um pecador perdoado”.

(Robert Murray M’Cheyne)

Salvar

24 May 00:38

exemplo

by Francisco Nunes

Nada é mais perigoso que um bom conselho acompanhado de um mau exemplo.

(Madame de Sablé)

24 May 00:13

aprender

by Francisco Nunes

Estou sempre disposto a aprender, mas nem sempre gosto que me ensinem.

(Winston Churchill)

23 May 18:58

Bruxaria, macumba e feitiçaria funcionam?

by noreply@blogger.com (Mario Persona)


https://youtu.be/TcfdxW4Q14g

Trabalhei numa empresa onde a secretária que dava suporte ao meu setor era "Mãe de Santo" e dona de uma loja de artigos de religiões afro-brasileiras. Conversávamos bastante, eu falando do evangelho, ela explicando como funcionavam seus "trabalhos". Um dia ela até me pediu conselho do que dizer a um amigo que queria se suicidar. Talvez tenha funcionado em parte o que falei para ela passar ao amigo, pois não tive notícia de sua morte, mas também não tive notícia de sua conversão.

Não sou nenhum especialista em religiões espíritas, sejam as consideradas "do bem" ou as "do mal". No fundo todas elas têm uma mesma origem, os "principados e potestades... os dominadores deste mundo tenebroso... as forças espirituais do mal, nas regiões celestes." (Ef 6:12). Aquela secretária me explicou que essas feitiçarias realmente aconteciam e tinham poder, e acredito nisso.

Segundo ela, os trabalhos geralmente eram feitos para agradar os demônios ou aplacar sua ira, a fim de deixar o fiel dessas religiões sossegado ou ganhar benefícios como saúde, sorte no amor e prosperidade. Hoje alguns chamados cristãos fazem “trabalhos” e oferendas — azeite, sal, velas, lenços, incenso etc. — visando as mesmas coisas. Mas a secretária explicou que também eram feitos trabalhos para prejudicar alguém, seja no sentido de conseguir tirar da outra pessoa essas coisas, ou simplesmente eliminar alguma competição.

Quando você estuda história da humanidade aprende que boa parte da informação que temos dos povos do passado é por causa de seus cultos a demônios. Templos, ídolos, objetos estão espalhados pelos sítios arqueológicos, museus e universidades denunciando o quanto o ser humano é idólatra e adorador de demônios. Quando Deus separou Israel para ser seu povo particular, deu a eles a Lei e deixou claro que deveriam ser distintos dos outros povos, que ofereciam "os seus sacrifícios aos demônios, com os quais eles se prostituem" (Lv 17:7).

A idolatria é vista como prostituição, pois aquele que a pratica, ao invés de buscar a Deus está se vendendo ao diabo em troca de algum benefício. A doutrina dos apóstolos é bem clara em condenar a idolatria, e Paulo explica "que as coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam aos demônios, e não a Deus. E não quero que sejais participantes com os demônios." (1 Co 10:20).

No livro de Êxodo temos uma gama de trabalhos realizados com poder satânico pela magia dos magos de Faraó. Do capítulo 7 ao 12 os magos repetem todos os sinais de Deus, exceto aquele que exigia poder para criar vida, transformar o pó em piolhos. Criar vida a partir do pó da morte é um poder que só Deus possui. "E fizeram assim; e Arão estendeu a sua mão com a sua vara, e feriu o pó da terra, e havia muitos piolhos nos homens e no gado; todo o pó da terra se tornou em piolhos em toda a terra do Egito. E os magos fizeram também assim com os seus encantamentos para produzir piolhos, mas não puderam" (Êx 8:17-18).

Não sei como a popularidade de Faraó e seus magos podia ter continuado depois de tudo aquilo, porque eles em nada beneficiaram o povo do Egito. Ao repetir as pragas enviadas por Deus através de Moisés. os magos só multiplicavam o sofrimento dos egípcios. Imagine um país que tem sua principal cidade bombardeada pelo inimigo e metade dela é destruída. Aí o governo do país atacado, para não ficar por baixo, decide mostrar que possui o mesmo poder e simplesmente destrói o que sobrou da cidade. Faz sentido? É claro que não, mas apesar de seus ‘modus operandi’ Satanás continua tendo uma grande torcida espalhada pelo mundo. O que a maioria não sabe é que ele e seus asseclas jogam com camisas de diferentes times, mas por baixo é sempre o mesmo.

Alguns cristãos acreditam que o diabo tenha poder de fazer coisas incríveis, mas sempre no sentido de fazer o mal, nunca o bem. Agarrando-se a esta frágil interpretação e dizendo que não existe nenhuma cura na Bíblia operada por Satanás, acabam se colocando ingenuamente nas mãos de demônios, caso estes manifestem algum poder de curar, como se aquilo viesse de Deus. Esses cristãos, geralmente pentecostais, se esquecem de um detalhe: Uma cura não precisa ser necessariamente um bem. Se Hitler tivesse sido milagrosamente curado de um tiro na testa antes de começar sua escalada genocida, acaso a cura teria sido para o bem ou para o mal? Mas existe sim cura feita pelo poder do diabo. Veja em Apocalipse:

"E a besta que vi era semelhante ao leopardo, e os seus pés como os de urso, e a sua boca como a de leão; e o dragão deu-lhe o seu poder, e o seu trono, e grande poderio. E vi uma das suas cabeças como ferida de morte, e a sua chaga mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou após a besta... E vi subir da terra outra besta, e tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro; e falava como o dragão. E exerce todo o poder da primeira besta na sua presença, e faz que a terra e os que nela habitam adorem a primeira besta, cuja chaga mortal fora curada. E faz grandes sinais, de maneira que até fogo faz descer do céu à terra, à vista dos homens. E engana os que habitam na terra com sinais que lhe foi permitido que fizesse em presença da besta, dizendo aos que habitam na terra que fizessem uma imagem à besta que recebera a ferida da espada e vivia." (Ap 13:2-3, 11-14)

Seria ingenuidade achar que Satanás, que foi capaz de transportar Jesus fisicamente do deserto a um alto monte e ao pináculo do templo de Jerusalém, fosse incapaz de curar quando isto pudesse servir a seus intentos de desviar o olhar das pessoas de Cristo para mantê-las ocupadas com sinais. Muitos dos que seguiam a Cristo estavam meramente interessados em seus milagres, e seriam os mesmos que mais tarde gritariam “Crucifica! Crucifica!”. “muitos, vendo os sinais que fazia, creram no seu nome. “Mas o mesmo Jesus não confiava neles, porque a todos conhecia” (Jo 2:23-24).

Hoje multidões lotam as chamadas "igrejas"  de pregadores de milagres e prosperidade, ávidas por assistir ou obter alguma cura ou sinal. Não é a Cristo que buscam, e sim sinais e poderes miraculosos. Boa parte dessa gente está sendo treinada e preparada para aplaudir aquele que fará descer fogo "do céu à terra, à vista dos homens" para enganar "os que habitam na terra com sinais". Muito do que existe por aí chamado de "culto cristão" nada mais é do que um ensaio do que será o fã clube do anticristo.

Os "trabalhos" de feitiçaria, que foram a razão de sua dúvida, não podem atingir um salvo por Cristo, a não ser que Deus permita como forma de ensinar-lhe alguma lição. Às vezes nos esquecemos de que Satanás e suas hostes, mesmo sendo seres caídos, continuam obrigados a obedecer a Deus. Não existe coisa alguma no Universo que possa resistir ao poder e autoridade do Senhor. Por isso diz na passagem de Apocalipse que o anticristo irá enganar "com sinais que lhe foi permitido que fizesse". Sem a permissão de Deus ele não poderia mover uma palha.

Antes que me pergunte qual a razão de Deus permitir que o diabo faça o mal, a resposta é simples: Deus é Deus e tem propósitos e desígnios que desconhecemos. Seu filho de dois anos entende tudo o que você faz? Não. Adianta explicar para ele? Não, porque existem coisas que estão além de sua compreensão. Então entenda que Deus é soberano e não adianta alguma de suas criaturas — homens ou anjos — resmungar, protestar ou espernear, que Deus continuará sendo Deus.

O diabo teve permissão de Deus para tocar em Jó e em tudo o que tinha, exceto matá-lo, como você pode aprender dos primeiros dois capítulos daquele livro. Ao longo de todos os outros capítulos vemos um Jó confuso e desapontado com tudo que veio sobre si, porque não sabia a quem atribuir todo aquele mal. Afinal, ele nunca leu os dois primeiros capítulos de seu próprio livro para saber que Deus tinha permitido que o diabo fosse um instrumento para o bem de Jó. No final ele aprendeu a lição que precisava aprender e Deus subiu em seu conceito: "Bem sei que tudo podes, e nenhum dos teus planos pode ser frustrado... Na verdade, falei do que não entendia; coisas maravilhosas demais para mim, coisas que eu não conhecia... Eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te veem." (Jó 42:2-5). Se alguém perguntasse a Jó se estaria disposto a passar por tudo aquilo outra vez, ele certamente diria que sim. Pedro explica como funciona:

"Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo que, segundo a sua grande misericórdia, nos gerou de novo para uma viva esperança, pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos, para uma herança incorruptível, incontaminável, e que não se pode murchar, guardada nos céus para vós, que mediante a fé estais guardados na virtude de Deus para a salvação, já prestes para se revelar no último tempo, em que vós grandemente vos alegrais, ainda que agora importa, sendo necessário, que estejais por um pouco contristados com várias tentações, para que a prova da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro que perece e é provado pelo fogo, se ache em louvor, e honra, e glória, na revelação de Jesus Cristo; ao qual, não o havendo visto, amais; no qual, não o vendo agora, mas crendo, vos alegrais com gozo inefável e glorioso; alcançando o fim da vossa fé, a salvação das vossas almas." (1 Pe 1:3-9).

Outro que vemos afligido por um espírito maligno enviado por Deus para este propósito foi o Rei Saul. "E o Espírito do Senhor se retirou de Saul, e atormentava-o um espírito mau da parte do Senhor. Então os criados de Saul lhe disseram: Eis que agora o espírito mau da parte de Deus te atormenta" (1 Sm 16:14-15). Lembre-se de que nessa época ainda não existia a Igreja, fundada em Atos 2, e as pessoas não eram seladas e habitadas permanentemente pelo Espírito Santo, como são hoje os salvos por Cristo. Deus colocou temporariamente o seu Espírito em Saul para capacitá-lo a reinar, mas em função de sua desobediência e rebelião, "o Espírito do Senhor se retirou de Saul" e foi substituído por um espírito maligno por ordem de Deus.

Esta possibilidade existe para um crente hoje? Não de perder o Espírito Santo ou ser possuído por um espírito maligno, pois o Senhor prometeu: "Eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre" (Jo 14:16). Mas um crente pode perder a vida por ação de Satanás, o chamado "pecado para morte" (1 Jo 5:16), "para que o espírito seja salvo no dia do Senhor Jesus" (1 Co 5:5).

Um crente também pode ser influenciado pelo diabo ou por espíritos malignos quando isso for necessário para ser disciplinado. Vemos isso claramente quando Pedro falou algo que não vinha de si mesmo, mas de Satanás, e foi repreendido por Jesus: "[Jesus] voltando-se, disse a Pedro: Para trás de mim, Satanás, que me serves de escândalo; porque não compreendes as coisas que são de Deus, mas só as que são dos homens." (Mt 16:23).

Deus usou Satanás para colocar um espinho na carne de Paulo, provavelmente uma doença crônica, para afligi-lo e não deixar que se orgulhasse das revelações que havia recebido. Se não fosse por essa permissão de Deus para que sofresse nas mãos do diabo, o apóstolo jamais teria aprendido lições tão importantes, como humildade e o valor da fraqueza própria, além da importância de orações não respondidas. Ele próprio escreve:

"E, para que não me exaltasse pela excelência das revelações, foi-me dado um espinho na carne, a saber, um mensageiro de Satanás para me esbofetear, a fim de não me exaltar. Acerca do qual três vezes orei ao Senhor para que se desviasse de mim. E disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo. Por isso sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias por amor de Cristo. Porque quando estou fraco então sou forte." (2 Co 12:7-10).

Com base no que poderia ter acontecido ao homem de 1 Coríntios 5, podemos deduzir que Deus permitiu ao diabo matar Ananias e Safira por mentirem ao Espírito Santo. Pedro lhe diz: "Ananias, por que encheu Satanás o teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo, e retivesses parte do preço da herdade?... Não mentiste aos homens, mas a Deus. E Ananias, ouvindo estas palavras, caiu e expirou... E, passando um espaço quase de três horas, entrou também sua mulher, não sabendo o que havia acontecido... Então Pedro lhe disse: Por que é que entre vós vos concertastes para tentar o Espírito do Senhor?... E logo caiu aos seus pés, e expirou. E, entrando os moços, acharam-na morta, e a sepultaram junto de seu marido." (A 5:7-10).

O mesmo pode ter acontecido com Himeneu e Fileto por pregarem má doutrina. Paulo escreve: "E entre esses foram Himeneu e Alexandre, os quais entreguei a Satanás, para que aprendam a não blasfemar." (1 Tm 1:20). O homem de 1 Coríntios 5, que estava vivendo em pecado não julgado por si e pela assembleia de Corinto, teria tido o mesmo destino se não tivesse se arrependido em 2 Coríntios.

Na primeira carta Paulo escreve que ele "seja entregue a Satanás para destruição da carne, para que o espírito seja salvo no dia do Senhor Jesus." (1 Co 5:5). Porém na segunda carta temos uma pista de que ele possa ter se convertido e o apóstolo intercede por ele para que os irmãos não cometam excesso no rigor da disciplina: "Porque, se alguém me contristou, não me contristou a mim senão em parte, para vos não sobrecarregar a vós todos. Basta-lhe ao tal esta repreensão feita por muitos. De maneira que pelo contrário deveis antes perdoar-lhe e consolá-lo, para que o tal não seja de modo algum devorado de demasiada tristeza. Por isso vos rogo que confirmeis para com ele o vosso amor." (2 Co 5-8).

Em Corinto muitos tinham morrido ou estavam doentes por causa de pecado não julgado. "O que come e bebe indignamente, come e bebe para sua própria condenação, não discernindo o corpo do Senhor. Por causa disto há entre vós muitos fracos e doentes, e muitos que dormem. Porque, se nós nos julgássemos a nós mesmos, não seríamos julgados. Mas, quando somos julgados, somos repreendidos pelo Senhor, para não sermos condenados com o mundo." (1 Co 11:29-32). Aí não diz diretamente que o instrumento dessas mortes e enfermidades tivesse sido Satanás, mas já vimos que Deus pode utilizá-lo para cumprir seus propósitos de disciplina.

O poder que Pilatos tinha para julgar e condenar a Jesus vinha de Deus: "Disse-lhe, pois, Pilatos: Não me falas a mim? Não sabes tu que tenho poder para te crucificar e tenho poder para te soltar? Respondeu Jesus: Nenhum poder terias contra mim, se de cima não te fosse dado". Todavia, ainda que Deus possa usar o diabo para cumprir seus propósitos, a responsabilidade daqueles que se colocam a serviço do mal permanece, por isso Jesus completa: "Mas aquele que me entregou a ti maior pecado tem." Até mesmo Pilatos foi colocado diante do dilema entre exercer o poder de governar que tinha recebido de Deus, ou fazer a vontade do povo para ficar bem aos olhos dos homens: "Desde então Pilatos procurava soltá-lo; mas os judeus clamavam, dizendo: Se soltas este, não és amigo de César; qualquer que se faz rei é contra César." (Jo 19:10-12). Para sua desgraça Pilatos preferiu agradar ao povo.

O uso mais emblemático de Satanás que encontramos na Bíblia foi quando Judas saiu para trair Jesus antes que os outros onze desfrutassem da ceia do Senhor que seria instituída nessa ocasião. O pão, provavelmente molhado no molho de carne de cordeiro conforme o costume judaico na refeição da Páscoa, seria o sinal de Jesus: "E, molhando o bocado, o deu a Judas Iscariotes, filho de Simão. E, após o bocado, entrou nele Satanás. Disse, pois, Jesus: O que fazes, faze-o depressa... E, tendo Judas tomado o bocado, saiu logo. E era já noite." (Jo 13:26-30).

Resumindo tudo isso, bruxaria, feitiçaria, macumba e outras coisas do tipo podem sim ter efeito porque Satanás tem poder e seus anjos e demônios também. Todavia nenhum poder pode ser aplicado contra o salvo por Cristo, que é habitado pelo Espírito Santo, a não ser quando Deus quiser ensinar algo àquele filho seu, ou aos que o cercam para servir de testemunho. Qualquer que seja a situação, o objetivo final de Deus é de bênção. Infelizmente para Saul, que perdeu a influência do Espírito de Deus para ganhar uma influência demoníaca, não parece ter sido de bênção, a menos que tenha se arrependido no final antes de ser morto pelo soldado após sua frustrada tentativa de suicídio (2 Samuel 1).

Por tudo isso o salvo por Cristo jamais deveria temer feitiços e "trabalhos" feitos com o poder do diabo, porque antes de serem efetivos eles precisam passar pela aprovação de Deus. E se Deus permitir, isso será para bênção, nunca maldição. Para Jó todo o sofrimento foi de bênção, e até os filhos que perdeu ele reencontrou no céu. Para todo o gado e os bens que perdeu pela ação do diabo, Jó recebeu o dobro no final, mas para os filhos não. Ele teve o mesmo número de filhos que tinham morrido, um sinal de que seus primeiros filhos teriam sido salvos e no cômputo final de filhos ele iria reencontrá-los em dobro no céu. Pedro, Paulo e muitos outros, que passaram um cortado nas mãos do diabo por permissão de Deus, estão hoje desfrutando da presença de Cristo e nem um pouco ressentidos do que passaram aqui, pois...

"...sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito. Porque os que dantes conheceu também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos. E aos que predestinou a estes também chamou; e aos que chamou a estes também justificou; e aos que justificou a estes também glorificou. Que diremos, pois, a estas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós? Aquele que nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós, como nos não dará também com ele todas as coisas? Quem intentará acusação contra os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica. Quem é que condena? Pois é Cristo quem morreu, ou antes quem ressuscitou dentre os mortos, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós. Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada? Como está escrito: Por amor de ti somos entregues à morte todo o dia; Somos reputados como ovelhas para o matadouro. Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou. Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor." (Rm 8:28-39).

por Mario Persona

Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)
18 May 23:03

O que fazer quando descubro que agi errado?

by noreply@blogger.com (Mario Persona)


https://youtu.be/0chXnqsBkLc

Volte ao ponto em que se desviou e procure se humilhar reconhecendo seu engano. Muitas vezes na vida somos obrigados a fazer isso se quisermos recuperar nossa comunhão com Deus e voltar a dar um testemunho coerente com a fé que professamos. Às vezes teremos de engolir ofensas, baixar a cabeça e deixar o Senhor nos restaurar do jeito dele, e eventualmente tratar com aqueles que podem ter até contribuído para nossa queda.

Esta passagem de 2 Reis sempre me foi de ajuda em momentos assim:

"E disseram os filhos dos profetas a Eliseu: Eis que o lugar em que habitamos diante da tua face, nos é estreito. Vamos, pois, até ao Jordão e tomemos de lá, cada um de nós, uma viga, e façamo-nos ali um lugar para habitar. E disse ele: Ide. E disse um: Serve-te de ires com os teus servos. E disse: Eu irei. E foi com eles; e, chegando eles ao Jordão, cortaram madeira. E sucedeu que, derrubando um deles uma viga, o ferro caiu na água; e clamou, e disse: Ai, meu senhor! ele era emprestado. E disse o homem de Deus: Onde caiu? E mostrando-lhe ele o lugar, cortou um pau, e o lançou ali, e fez flutuar o ferro. E disse: Levanta-o. Então ele estendeu a sua mão e o tomou." 2 Reis 6:1-7

Os "filhos dos profetas" aparentemente não estavam satisfeitos com o que tinham recebido de Deus. Esses deviam ser discípulos que seguiam e auxiliavam um profeta em suas necessidades, aprendendo a extrair do profeta o máximo de ensino que pudessem, como era o caso aqui com Eliseu. Mas havia neste um sentimento de insatisfação que os levou a desejar um lugar mais amplo.

Podemos às vezes ficar insatisfeitos com as limitações que o Senhor permitiu e querer buscar mais espaço, maior liberdade do que aquela que o Senhor nos concedeu. Você nunca desejou se livrar de pessoas e problemas que o cercam onde você está, seja em casa, no trabalho, na escola ou entre os irmãos? Eu também. É o desejo de um espaço mais amplo, como o de querer esticar os braços para os lados viajando horas em um carro pequeno.

Mas o que os "filhos dos profetas" não sabiam era que seriam incapazes de conseguir tal façanha, pois de si mesmos nada possuíam. Se tinham alguma coisa ou reputação era graças ao profeta que eles acompanhavam. Eliseu deixa que eles façam sua própria vontade e até vai junto com eles, como um pai que deseja ver até onde seu filho consegue chegar em sua busca por independência.

Você já deve ter feito isso quando seu filho pequeno teimou que iria conseguir pedalar sem as rodinhas de apoio. Você correu ao lado pronto para ampará-lo em seu tombo. E o tombo dos filhos dos profetas foi quando eles deixaram cair o machado emprestado num rio e ficaram desesperados. Correram pedir a ajuda do profeta.

O profeta pergunta: "Onde foi que caiu?". Eles são obrigados a admitir que o que tinham nem deles era, mas emprestado, e precisam voltar até onde perderam o ferro do machado, do mesmo modo como José e Maria foram obrigados um dia a voltarem até o lugar onde tinha perdido o menino Jesus. Levaram um dia para perder e três dias para reencontrar.

"E, tendo ele já doze anos, subiram a Jerusalém, segundo o costume do dia da festa. E, regressando eles, terminados aqueles dias, ficou o menino Jesus em Jerusalém, e não o soube José, nem sua mãe. Pensando, porém, eles que viria de companhia pelo caminho, andaram caminho de um dia, e procuravam-no entre os parentes e conhecidos; e, como o não encontrassem, voltaram a Jerusalém em busca dele. E aconteceu que, passados três dias, o acharam no templo, assentado no meio dos doutores, ouvindo-os, e interrogando-os." (Lc 2:42-46).

Um dia para perder e três para reencontrar. O reencontro é sempre mais demorado e custoso que a perda. Os filhos dos profetas levam Eliseu até o lugar onde tinham perdido o ferro do machado, ou seja, voltam ao ponto onde havia ocorrido o problema. Ali o profeta joga um pedaço de pau — um madeiro — na água, e o ferro do machado flutua. Aquilo era uma figura de Cristo, da aplicação da cruz de Cristo a uma situação de erro para sermos restaurados.

Devemos voltar ao problema, ao ponto onde nos desviamos por nos sentirmos confiantes de carregar nas mãos uma verdade que nem era nossa, mas emprestada. E depois de voltar a esse ponto em que perdemos a verdade emprestada, a solução é aplicar o madeiro, a cruz de Cristo, à situação. A cruz nos fala de humilhação e morte, e só conseguimos enxergar uma situação quando deixamos morrer nosso ego. Só então estamos prontos a ser restaurados.

por Mario Persona

Mario Persona é palestrante e consultor de comunicação, marketing e desenvolvimento profissional (www.mariopersona.com.br). Não possui formação ou título eclesiástico e nem está ligado a alguma denominação religiosa, estando congregado desde 1981 somente ao Nome do Senhor Jesus. Esta mensagem originalmente não contém propaganda. Alguns sistemas de envio de email ou RSS costumam adicionar mensagens publicitárias que podem não expressar a opinião do autor.)