Alvaro Freitas
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4 meninas africanas criam gerador movido a urina
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Duro-Aina Adebola, Akindele Abiola, Faleke Oluwatoyin, de 14 anos e Bello Eniola, de 15 anos. Você não faz a menor ideia de quem sejam, talvez perceba que são africanas pelo nome, mas garanto: elas fizeram nessa pouca idade bem mais do que a maioria das pessoas fazem em suas vidas inteiras. Elas desenvolveram um gerador de eletricidade movido a urina. Nada de xixi no banho, isso sim é ser criativo.
O Make Faire Africa busca mostrar invenções e soluções que lidam com problemas que exigem resolução imediata e tenta propagar as que realmente funcionam. O gerador elétrico movido a urina funciona assim:
- A urina é colocada numa célula eletrolítica, que quebra a ureia em nitrogênio, água e hidrogênio.
- O hidrogênio vai para um filtro de purificação de água, depois para um cilindro de gás.
- O cilindro de gás empurra o hidrogênio para outro cilindro contendo bórax líquido, que é usado para remover a umidade do hidrogênio.
- O hidrogênio purificado é colocado no gerador.
- 1 litro de urina rende 6h de eletricidade.
Incrível, ou não? Isso sim é que é tentar mudar e melhorar o mundo. E o mais importante: conseguir. A REAL necessidade é que motiva as pessoas. Incrível.
Via - Vi no Facebook do @gravz
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Códigos de barra no Japão
Aqui no Japão para deixar as embalagens ainda mais diferentes, alguns artistas estão fazendo códigos de barra criativos e que são impressos em alguns produtos, o Jagariko, um salgadinho muito famoso por aqui, sempre estampa esses códigos de barra que são verdadeiras artes, veja o que é possível fazer com o que pareciam ser apenas linhas pretas retas!
















Nota: No terceiro quadro a frase correta do portão deveria ser...

Nota: No terceiro quadro a frase correta do portão deveria ser “Lasciate ogni speranza, voi ch’entrate” .
Lady Gaga, o fiasco dos ingressos e umas perguntas importantes
Maior fenômeno pop recente, a extravagante cantora americana Lady Gaga chega com sua monumental The Born This Way Tour ao Brasil nesta
semana, em sua primeira visita ao país. O grande circo de Gaga, que será
acompanhado pelos seus famosos e visualmente barulhentos Little
Monsters, como ela chama seus fãs mais ardorosos, aporta no Rio sexta
dia 9, passa por São Paulo no domingo e acaba em Porto Alegre, na terça 13. Uma
turnê gigante dessa, de uma artista popular dessa, a esta hora deve
estar com todos os ingressos esgotados, certo? Errado. E muito pelo contrário.Há um certo “Lady Gaga fiasco” para definir a performance em vendas das entradas para o superaguardado show da Lady Gaga, tanto no Brasil como em toda a América Latina. Difícil arrancar palavras oficiais nesse sentido, mas uns números curiosíssimos das vendas de ingressos para as apresentações em estádios da cantora nova-iorquina circulam pela internet e são espantosos, se forem verdade:
- até sexta-feira passada, para o show de São Paulo, a maior cidade do país e a que mais compra ingressos, tinham sido vendidos apenas pouco mais de 33.000 ingressos dos 65.552 disponíveis. Praticamente a metade da carga apenas. E dizem que em Porto Alegre a porcentagem é menor
- o show deste sábado passado na Costa Rica, o último antes da entrada da turnê da cantora pela América do Sul (ela toca em Bogotá, Colômbia, amanhã), vendeu de ingressos cerca de 21.000 para uma capacidade de 38.000 pessoas
- em Lima, Peru, a performance de vendas é ainda pior. Tudo bem que o show é “só” no dia 23, mas até neste sábado, para um local onde cabem 52 mil pessoas (Estádio San Marcos), apenas 13 mil entradas foram adquiridas
- sem desembocar em números, falam que as vendas para os shows na Colômbia e Argentina (nesta, imediatamente depois do Brasil) estão bem fracas, com menos da metade dos ingressos vendidos
Tal numeralha preocupante para os produtores latinos que arriscaram trazer um dos mais bombásticos shows para a região deve ser verdadeira, dada a correria atrás de aliviar o prejuízo, que deu na grande “liquidação” dos ingressos. Em apenas uma rápida coletânea das ações mercadológicas para vender os ingressos para a turnê da Lady Gaga vemos que:
- para o show de São Paulo, compre um e leve outro grátis. A campanha está nos jornais. Leve um ingresso e as lojas Riachuelo, patrocinadora do show, te dá outro. Até outubro, principalmente para Lady Gaga e Madonna (dezembro), a produtora de shows Time4Fun estava vendendo ingressos em até 10 vezes sem juros no cartão de crédito. O parcelamento era estendido a outros concertos trazidos pela empresa, como Linkin Park (outubro) e Joss Stone (novembro). No site Peixe Urbano, estão vendendo ingressos de inteira (R$ 350) pelo preço de meia (R$ 175)
- nas últimas semanas de outubro, os tickets para a apresentação de Lady Gaga amanhã em Bogotá tiveram seus preços rebaixados a menos que a metade do valor pela produtora local do concerto, a Ocesa Colômbia. De 382 pesos colombianos, as entradas passaram a custar 147, quase 240 pesos colombianos a menos que o preço inicial. A redução causou grande protesto para os que tinha pago preço cheio, que no fim, além de serem reembolsados por uma quantia em dinheiro vão poder, com seu ingresso cheio, levar grátis um acompanhante no mesmo setor que assistirá ao show
- em Lima, no Peru, no momento a promo de ingressos para Lady Gaga está na base de um ingresso grátis para quem compra três com o cartão de crédito oficial do show (Ripley)
Imprensa: não sei no caso brasileiro, mas pelo menos na Costa Rica (sábado) e na Colômbia (amanhã) os jornalistas credenciados não poderão entrar com câmeras fotográficas profissionais nem de vídeo. Nem para registrar o palco, nem para clicar nenhuma foto das dependências do estádio onde Lady Gaga vai cantar. Imagens, só as providas por celulares da galera.
Internet: e, claro, essas promoções para os ingressos da Lady Gaga no Brasil caíram na graça do povo do Twitter/Facebook. Até um Tumblr-zoeira já apareceu, o Achei o Ingresso da Gaga
PARA ENTENDER
Lady Gaga é o maior fenômeno recente do showbis mundial, mas experimenta um baixíssimo número de ingressos vendidos no Brasil em particular e na América Latina no geral. Em um perfil dela que li numa grande revista de moda atual, a publicação afirma que a cantora, nos últimos anos, deu sobrevida à MTV chacoalhando a estética dos videoclipes e é, numa só pessoa, (1) um catálogo de moda ambulante, (2) uma revolução em padrões estéticos, (3) a bagunceira dos conceitos de beleza, das unhas dos pés ao cabelo, e (4) o ser que surgiu para inovar e chocar numa época que a figura mais “ousada” da música era a Christina Aguilera. Sem contar que sua presença pode ser sentida de alguma forma, em alguma perspectiva, na definição de carreira da nova ou nem tão nova geração de cantoras atuais da música pop, tipo Rihanna, tipo Lana Del Rey.
Então qual a razão desse destacável baixo público para seus shows na América Latina, em países em que ela visita pela primeira vez?
PERGUNTAS PERTINENTES
- É uma reação do público ao valor do ingresso?
- A construção do “mito Lady Gaga” foi supervalorizada na América Latina ou é a cantora certa em seu momento errado a aparecer no Brasil, ou na região?
- Há uma excessiva demanda de shows por aqui, grandes concertos já não são tão novidades na área e de alguma forma estamos cansados (e sem dinheiro) para acompanhar tudo o que aparece?
- É um problema econômico geral (dizem que a Madonna também está vendendo bem abaixo do esperado)?
- Tudo isso junto e misturado?
Qualquer que seja a resposta, desconfio que a Lady Gaga vai ter mais uma importância na cena pop atual: a de redefinir tamanhos e política de ingressos para grandes shows internacionais em países emergentes como o Brasil. Vamos acompanhar 2013.
PS: Última coisa sobre os ingressos em 10x. Mário Henrique Simonsen, ministro da Fazenda do governo Geisel, certa vez disse “quando a população compra até cebola a prestações, alguma coisa vai mal”.
(matéria publicada na Popload, blog do jornalista Lúcio Ribeiro)
(Nota do editor: antes de comentar e falar alguma coisa sobre gostar ou não da música de Lady Gaga, lembre-se que a questão aqui é muito maior. Se um show de uma artista pop deste tamanho enfrente este tipo de problema, isso tem reflexos em TODO o mercado de shows, inclusive nas bandas de rock e metal que você tanto adora. Portanto, pense um pouco antes de comentar qualquer besteira)
Iron Maiden e a subliminaridade de Brave New World
Sou um grande fã do Iron Maiden. Cresci ouvindo suas músicas, tenho todos os seus discos, gosto de pesquisar e ler sobre o grupo, e, passados 27 anos do meu primeiro contato com a banda, ela continua sendo uma parte importante da minha vida. Por isso, resolvi escrever sobre algo que sempre esteve na minha cabeça, e que acho que também faz parte do pensamento de uma parcela considerável de fãs do Maiden.Mas, para começar a nossa conversa, é preciso voltar um pouco no tempo. Ainda lembro da repercussão negativa dos shows da turnê brasileira do grupo em 1998, que acabaria se tornando a última com Blaze Bayley. O Iron Maiden tocou em algumas cidades brasileiras, e o show no Rio de Janeiro ficou marcado pelo fato de a banda abandonar o palco e não voltar para o bis após o guitarrista Janick Gers ter sido atingido por um objeto. Esse acontecimento foi, na verdade, a gota d'água de uma tour que deixou claro, definitivamente, que Blaze Bayley não era o vocalista adequado para o Iron Maiden. A questão nem era a qualidade ou não da sua voz, mas sim o fato de que o seu timbre, mais grave, não casava com as músicas do Maiden, originalmente concebidas para os tons mais altos de Bruce Dickinson. O controverso álbum The X Factor, lançado em 1995, é a prova disso, com um direcionamento mais sombrio que os anteriores, mas que acabou não sendo mantido no disco seguinte, Virtual XI, lançado em 1998. Pessoalmente, considero Virtual XI o álbum mais fraco de todo o catálogo do Maiden, com composições ruins, refrões repetidos à exaustão e uma sonoridade genérica. Apenas duas de suas canções, “Futureal” e “The Clansman”, são dignas de nota.
Quem ouviu os b-sides dos singles lançados pelo Iron Maiden nesse período, ou algum bootleg gravado na época, percebe sem maior esforço a absoluta incapacidade de Blaze em interpretar as canções da era Dickinson. A versão ao vivo de “The Evil That Men Do” presente no single de “Futureal”, por exemplo, é constrangedora. O mesmo vale para as tentativas de Bayley em cantar sons como “The Trooper” e “Hallowed Be Thy Name”, notórias marcas pessoais de Bruce. Mais tarde, ao sair do Maiden, Blaze Bayley encontraria uma sonoridade adequada à sua voz nos bons discos de sua carreira solo, principalmente na ótima estreia com Silicon Messiah (2000).
A verdade era que, passados já alguns anos com Blaze no Maiden, a sua situação havia ficado insustentável. O público da banda havia caído drasticamente. A crítica não engoliu os álbuns com o novo vocalista, principalmente Virtual XI. E o Iron Maiden, que sempre esteve na linha de frente do heavy metal ditando os caminhos do estilo, passava por uma fase onde beirava a irrelevância. Tudo isso refletiu no clima interno do conjunto. Janick surtou com o objeto lançado contra si no show no Rio de Janeiro e no camarim colocou Steve Harris na parede, dizendo que era ele ou Blaze. O baterista Nicko McBrain também já havia demonstrado a sua insatisfação com a fase vivida pela banda para Steve e Rod Smallwood, empresário do grupo. Até mesmo o calmo e passivo Dave Murray, um dos caras mais gente boa do show business, não escondia de ninguém o seu desgosto com os rumos do conjunto.
Os shows no Brasil foram os últimos da tour de Virtual XI. Após eles, a banda entrou em recesso, curtindo merecidas férias. Foi nessa época que a figura sempre forte do empresário Rod Smalwood entrou em cena. Rod, dono de opiniões sempre diretas e persuasivas – a revista inglesa Classic Rock, ao se referir a Rod, Steve e Bruce, classifica o trio como “o grosseirão, o cabeça-dura e o tagarela” -, chamou Steve Harris para uma reunião e disse, sem meias palavras, que era preciso trazer Bruce Dickinson de volta. Steve, como era de se esperar, respondeu que não, que a relação com Bruce era complicada e que não gostaria de tê-lo de volta no grupo. Mas aí a coisa virou briga de gente grande: de um lado um dos empresários mais respeitados e fortes do show business, famoso por seu aparentemente infinito poder de convencer qualquer pessoa a concordar com suas ideias, e do outro a mente criativa responsável por transformar o Iron Maiden em uma das maiores e mais importantes bandas da história do heavy metal. Após uma longa conversa, Rod provou para Steve que o retorno de Bruce era necessário, e a banda então marcou uma reunião.
Ao mesmo tempo, os rumores sobre um possível retorno de Bruce Dickinson ao grupo só aumentavam. Fóruns e sites por toda a internet alimentavam rumores e mais rumores sobre o assunto, mas ninguém tinha uma posição clara sobre o que estava realmente acontecendo. Essa falação toda chegou até à própria banda solo de Bruce. Roy Z, seu guitarrista, produtor e principal parceiro em álbuns como Accident of Birth (1997) e The Chemical Wedding (1998), chamou Dickinson para um papo e bateu a real: “Bruce, nós gravamos ótimos discos, mas todo mundo sabe que o seu lugar é no Maiden!”. O vocalista não teve outra resposta para Roy a não ser concordar com a sua afirmação.
Após contatos preliminares e sondagens de ambos os lados, Rod Smallwood convocou Steve Harris, Dave Murray, Janick Gers, Nicko McBrain e Bruce Dickinson para uma reunião em sua casa. Todos sentaram na sala de Rod, e a reunião, que era para ser longa, acabou sendo surpreendentemente curta, com Steve pedindo a palavra e dizendo: “Eu não concordo com a volta de Bruce ao Iron Maiden, mas essa é a coisa certa a ser feita”. Todos apertaram as mãos, trocaram abraços e foram comemorar o retorno do vocalista em um pub próximo à mansão de Rod. Lá, embalados por rodadas e mais rodadas de bebibas, tiveram a ideia de chamar de volta também o guitarrista Adrian Smith, que havia saído em 1990 e estava tocando com Bruce em sua banda solo. O mundo ficou sabendo da notícia através de um comunicado oficial dia 11 de fevereiro de 1999, e o resto é história.
E é justamente nesse ponto que eu quero chegar. O agora sexteto saiu em uma turnê mundial batizada Eddie Hunter Tour, onde tocou diversos clássicos de seus anos dourados com a nova formação com três guitarristas e trancou-se em estúdio para compor o tão aguardado álbum de retorno. Brave New World chegou às lojas de todo o mundo no dia 29 de maio de 2000 e atendeu as expectativas tanto dos fãs quanto da crítica com composições fortes e inspiradas, que recolocaram o Iron Maiden automaticamente no lugar de onde nunca deveria ter saído: o Olimpo do heavy metal.
Mas o que me chamou a atenção desde a primeira vez que ouvi o disco é o fato de ele, na minha percepção, conter diversas mensagens - subliminares ou não - espalhadas por suas letras, dando margem à interpretações variadas por parte dos fãs. Vamos a elas:
- a história já começa no título, Brave New World, fazendo uma alusão direta ao “admirável mundo novo” que estava começando para a banda e para os seus fãs com o retorno de Bruce Dickinson e Adrian Smith
- o refrão da primeira faixa, “The Wicker Man”, traz Bruce cantando a frase “your time will come” - sua hora chegará – repetidamente, como que preparando os fãs de todo o mundo para o tão aguardado retorno do grupo
- a emocionante “Blood Brothers”, composta por Steve Harris para o seu pai, pode ser interpretada como uma reafirmação dos laços de sangue que unem a banda e seus fãs, em uma das relações mais fortes e apaixonantes do universo musical, e também os próprios músicos uns aos outros, já que juntos são muito maiores do que separados, como ficou claro durante os anos em que Bruce e Adrian estiveram longe do grupo e, mais recentemente, quando Steve se aventurou em seu primeiro álbum solo, British Lion, com resultados abaixo do esperado pela maioria
- a faixa “The Mercenary”, uma das mais pesadas do álbum, tem um título que pode ser interpretado como uma indireta a Bruce Dickinson, que quando saiu do Maiden deu várias declarações a respeito do grupo e do próprio heavy metal, chegando até mesmo a renegar o estilo, mas que agora estava de volta à banda que o fez famoso em todo o planeta
- a frase “the dream is true” presente em “Dream of Mirrors” exemplifica o que os fãs do grupo sentiram ao saberem da volta de Bruce e Adrian: o sonho havia se tornado realidade
- “The Fallen Angel” pode ser uma alusão ao próprio grupo, que alcançou o topo, caiu ao chão e agora preparava-se para alçar um novo e duradouro vôo, como uma fênix renascida
- “Out of the Silent Planet” pode ser entendida como uma brincadeira com o fato de as plateias da banda terem se reduzido muito durante o período com Blaze, e, com o simples anúncio do retorno de Bruce e Adrian, o grupo começou a lotar arenas novamente em todo o mundo, saindo, assim, do “planeta silencioso” em que se encontrava
- e, finalmente, o encerramento do álbum com a estupenda “The Thin Line Between Love and Hate” - a tênue linha entre o amor e o ódio -, alusão direta à relação de Steve Harris e Bruce Dickinson, os dois pilares do Iron Maiden, donos de personalidades fortes e líderes natos, que se admiram na mesma proporção que se odeiam, e que sabem que são mais fortes juntos do que trilhando caminhos separados.
É claro que todas essas interpretações são baseadas apenas na minha opinião e são extremamente pessoais, mas, como disse antes, desde a primeira vez que ouvi o disco esses detalhes me chamaram a atenção. Alguns podem ser verdadeiros, outros podem ser apenas suposições e viagens de um fã, mas queria compartilhar isso com vocês.
Após Brave New World o Maiden gravou mais três álbuns de estúdio – Dance of Death (2003), A Matter of Life and Death (2006) e The Final Frontier (2010) -, um quarteto de discos ao vivo – Rock in Rio (2002), Death on the Road (2005), Flight 666: The Original Soundtrack (2009) e En Vivo! (2012) -, lançou três coletâneas – Edward the Great (2002), Somewhere Back in Time – The Best of 1980-1989 (2008) e From Fear to Eternity – The Best of 1990-2010 (2011) – e seis DVDs – Rock in Rio (2002), Visions of the Beast: The Complete Video History (2003), The History of Iron Maiden, Part 1: The Early Days (2004), Death on the Road (2005), Flight 666: The Film (2009) e En Vivo! (2012) -, solidificando a sua posição como uma das maiores bandas de heavy metal do mundo e gozando uma popularidade atual que rivaliza com a alcançada durante a década de oitenta – basta ver os números do último álbum do grupo, The Final Frontier, que alcançou o número 1 em nada mais nada menos que 28 países, incluindo o Brasil.
Rod Smallwood estava certo, não é mesmo, Steve?
Our differences unite us
Alvaro FreitasCaiu um circo no meu olho aqui dsclp

Just last week, 10-year-old Sophia Bailey-Klugh wrote and illustrated an endearing letter to U. S. President Barack Obama and, as the daughter of a gay couple, thanked him for supporting same-sex marriage. She then asked for advice on how to respond to those who saw such a thing as "gross and weird." Her letter, and the reply she soon received, can be seen below.
Note: Obama's response has since been verified as genuine by an official spokesperson.
Transcripts follow each letter.
(Source: Huffington Post; Image of Obama via)

Transcript
Dear Barack Obama,
It's Sophia Bailey Klugh. Your friend who invited you to dinner. You don't remember okay that's fine. But I just wanted to tell you that I am so glad you agree that two men can love each other because I have two dads and they love each other. But at school kids think that it's gross and weird but it really hurts my heart and feelings. So I come to you because you are my hero. If you were me and you had two dads that loved each other, and kids at school teased you about it, what would you do?
Please respond!
I just wanted to say you really inspire me, and I hope you win on being the president. You would totally make the world a better place.
Your friend Sophia
P.S. Please tell your daughters Hi for me!

Transcript
President Barack Obama
November 1, 2012
Miss Sophia Bailey-Klugh
Dear Sophia,
Thank you for writing me such a thoughtful letter about your family. Reading it made me proud to be your president and even more hopeful about the future of our nation.
In America, no two families look the same. We celebrate this diversity. And we recognize that whether you have two dads or one mom what matters above all is the love we show one another. You are very fortunate to have two parents who care deeply for you. They are lucky to have such an exceptional daughter in you.
Our differences unite us. You and I are blessed to live in a country where we are born equal no matter what we look like on the outside, where we grow up, or who our parents are. A good rule is to treat others the way you hope they will treat you. Remind your friends at school about this rule if they say something that hurts your feelings.
Thanks again for taking the time to write to me. I'm honored to have your support and inspired by your compassion. I'm sorry I couldn't make it to dinner, but I'll be sure to tell Sasha and Malia you say hello.
Sincerely,
(Signed, 'Barack Obama')
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Só o PCC ameaça São Paulo?
Alvaro FreitasSobre o comportamento da mídia nessa história: "Também informa-se sobre parte das mortes praticadas pela PM — seria impossível escondê-las por completo. No entanto, aceita-se, sempre sem investigação jornalística alguma, a versão da polícia: morreram “em confronto”, depois de terem reagido."

Paraisópolis, Zona Sul, um dos bairros mais atingidos pelas ações da polícia: 37 presos (7 menores) em dois dias
Breve dossiê revela: onda de assassinatos que apavora Estado foi iniciada e radicalizada pela PM. Governo Alckmin omite-se. Mídia silencia
Por Antonio Martins
I.
Ao descrever, num ensaio recente (breve em português, em Outras Palavras), a situação tormentosa vivida pela Grécia, o jornalista Paul Mason, da BBC, recorre à história da Alemanha, às portas do nazismo. Só uma sucessão de erros crassos, mostra ele, pôde permitir que Hitler chegasse ao poder. Mas havia algo sórdido por trás destes enganos. Embora não fosse conscientemente partidária do terror, a maior parte das elites alemãs desejava o autoritarismo, pois já não conseguia tolerar o ambiente democrático da república de Weimar.
As circunstâncias são distintas: não há risco de fascismo no cenário brasileiro atual. Mas é inevitável lembrar de Mason, e de sua observação sobre a aristocracia alemã, quando se analisa a espiral de violência que atormenta São Paulo há cinco meses. Em guerra com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), parte da Polícia Militar está envolvida numa onda de assassinatos que já fez dezenas de vítimas, elevou em quase 100% o índice de homicídios no Estado e aterroriza as periferias.
Pior: a escalada foi iniciada (e é mantida e aprofundada) por integrantes da própria PM, a força que deveria garantir a segurança e o cumprimento da lei no Estado. Mas apesar de inúmeras evidências, o governo do Estado não age para refrear tal atitude. E a mídia omite, ao tratar da onda de mortes, a participação e responsabilidade evidentes da polícia. É como se tivessem interesse em manter, em São Paulo, um corpo armado, imune à lei e ao olhar da opinião pública, capaz de se impor à sociedade e diretamente subordinado a um governador cujos laços com a direita conservadora são nítidos.
Para ocultar o papel de parte da PM na avalanche de brutalidade, a mídia criou um padrão de cobertura. As mortes de autoria do PCC são noticiadas, corretamente, como assassinatos de PMs. Informa-se que o número de crimes deste tipo cresce de modo acelerado — já são 90 vítimas, este ano. Mas se associa a insegurança que passou a dominar o Estado apenas a estes atos. Também informa-se sobre parte das mortes praticadas pela PM — seria impossível escondê-las por completo. No entanto, aceita-se, sempre sem investigação jornalística alguma, a versão da polícia: morreram “em confronto”, depois de terem reagido.
Este estratagema permite silenciar sobre três fatos essenciais e gravíssimos: a) parte da PM abandonou seu compromisso com a lei e a ordem pública e passou a agir à moda de um grupo criminoso, colocando em risco a população e a grande maioria dos próprios policiais, honestos e interessados em cumprir seu papel; b) diante desta subversão do papel da PM, o comando da corporação e o governo do Estado estão, ao menos, omissos; c) procura-se preservar este estado, evitando, recorrentemente, caracterizar a atitude do setor criminoso da polícia e, muito menos, puni-lo.
II.
Algumas iniciativas permitiram, nos últimos dias, começar a quebrar a cortina de silêncios e omissões. O jornalista Bob Fernandes, editor-chefe do Terra Magazine, sustentou, num comentário corajoso, em noticiário da TV Gazeta, que havia algo além do crime organizado, por trás da onda de assassinatos. “Rompeu-se um pacto entre polícia militar e PCC”, frisou Fernandes — e atribuiu a esta ruptura tanto a “guerra” entre os dois grupos como a espiral de morte que se seguiu. “Criminosos matam de um lado? Vem a resposta: alguns, quase sempre em motos, com munição de uso exclusivo de forças policiais, dão o troco e também matam.”
A fala do editor do Terra Magazine teve o mérito de romper o consenso que a mídia fabricava, até então, em torno de uma explicação inconsistente. Mas a que se referiria ele, ao mencionar, em linguagem quase enigmática, a ruptura de um pacto?
Uma das pistas, para encontrar a resposta, é seguir o fio da meada da onda criminosa. Quando ela teria começado? Por quais motivos? Entre o final de maio e o presente, os jornais estão fartos de notícias sobre os assassinatos, sempre no padrão descrito acima. Mas não é difícil encontrar um ponto de inflexão, o momento a partir do qual o cenário se transforma.
Ele situa-se precisamente em 29 de maio. Nesta data, quando ainda não adotava a confirmação sem checagem das versões da Polícia Militar, O Estado de S. Paulo registra um massacre. Seis pessoas foram mortas pela ROTA, uma unidade da PM conhecida pela truculência. Estavam num estacionamento, próximo à favela da Taquatira, Zona Leste da capital. Foram vítimas de um comando constituído por 26 policiais. A própria PM afirmou, na ocasião, que eram integrantes do PCC. Alegou-se que estariam reunidas (num estacionamento?) para “traçar um plano de resgate de um preso”. Segundo as primeiras versões, teriam “atirado contra os policiais”. Apesar de numerosas (segundo a PM, 14 pessoas, das quais três foram capturadas e cinco fugiram), e “fortemente armadas”, nenhum soldado sequer se feriu.
Esta versão fantasiosa foi desmentida logo em seguida. Pouco depois da ação policial, um dos mortos “em confronto” seria executado a sangue frio, por parte dos PMs que haviam participado da operação. Os assassinos agiram em pleno acostamento da rodovia Ayrton Senna, e em área habitada. Uma testemunha presenciou o crime e o denunciou, enquanto acontecia, pelo telefone 190. A sensação de impunidade dos assassinos levou-os a ser fotografados pela próprias câmeras de vigilância da estrada. Nove dos 26 policiais foram presos, horas depois. Destes, seis foram soltos em dois dias. Três — apenas os que teriam praticado diretamente a execução — permaneceram detidos. Não é possível encontrar, nos jornais, informações sobre sua situação atual.
Atingido, o PCC reagiu recorrendo, embora em escala limitada, ao método que marcou sua atuação em 2006. Na região de Cidade Tiradentes, uma das mais pobres da cidade e local de moradia de um dos mortos, o grupo obrigou a população a um toque de recolher no dia do enterro do comparsa, 31 de maio. Tiveram de fechar as portas, entre outras, as escolas municipais Adoniran Barbosa e Wladimir Herzog… Mas, também repetindo o que fizera em 2006, a facção não se limitou a isso. Começaria, logo em seguida, a longa série de assassinatos de policiais militares.
No ano passado, 47 PMs paulistas foram mortos, em serviço ou suas folgas. Não é um número excepcional, para uma corporação que reúne quase 100 mil soldados, exerce atividade de risco e vive sob tensão permanente (o índice anual de suicídios é muito próximo ao das vítimas de homicídio). Em 2012, tudo mudou. Até o incidente fatídico de 29/5, haviam sido contabilizadas 29 mortes de PMs — pouco acima da média registrada no ano anterior. Entre 29/5 e 4/11, os ataques disparam. São 61 novos assassinatos, em apenas cinco meses. Há casos dramáticos: uma policial morta diante de sua filha; um garoto assassinado apenas por ser filho de policial, ocasiões em que as próprias bases da PM são atacadas. Inúmeros relatos narram a situação de pânico vivida por milhares de soldados honestos, cuja vida foi subitamente colocada em risco numa “guerra” provocada por uma minoria.
Mas aos poucos — e aqui começa um dos pontos mais obscuros de todo o episódio –, a PM parece inclinar-se em favor de sua banda violenta. Além de ter provocado o PCC à luta no final de maio, num ataque cujo caráter criminoso está demonstrado, a polícia paulista empenhou-se, nos meses seguintes, em tornar a disputa cada vez mais sangrenta e mais letal para a população civil.
Alguns episódios são emblemáticos desta tendência e da barbárie produzida por ela. Em 10 de outubro, por exemplo, um soldado de 36 anos foi executado em Taboão da Serra, oeste da Grande São Paulo. Dois homens dispararam seis tiros em seu corpo. Nas horas seguintes, no mesmo município, nove pessoas foram assassinadas. Duas delas foram vítimas da ROTA — execuções, segundo testemunhas. As sete outras, em circunstâncias nunca esclarecidas, mas muito assemelhadas às descritas por Bob Fernandes, em seu comentário recente. Poucos dias antes, na Baixada Santista, um outro episódio, em condições muito semelhantes, deixou, em cinco dias, um rastro de quinze mortos. Em nenhum destes casos houve investigações sobre o comportamento dos policiais — nem por parte de seus pares, nem da mídia…
A esta altura é perturbador, porém inevitável, traçar um paralelo. Radicalizar ao máximo a guerra contra o PCC; afogar o “inimigo” em sangue, sem se importar com o risco de atingir a população como um todo, foi a estratégia que prevaleceu na PM em 2006, quando a força enfrentou pela primeira vez o grupo criminoso. Entre 12 e 20 de maio daquele ano, mais de 500 pessoas foram assassinadas em chacinas e execuções na capital, região metropolitana, interior e litoral de São Paulo. A grande maioria não tinha relação alguma com o PCC, como denunciam, desde então, as Mães de Maio. Adotou-se aparentemente a ideia de que deflagrar terror indiscriminado contra a população forçaria o grupo criminoso a recuar, temeroso de perder apoio de suas bases sociais.
III.
Um personagem destacado é comum aos episódios de 2006 e aos de hoje: o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. Não estava diretamente à frente do Palácio dos Bandeirantes, durante a primeira rebelião do PCC (deixara o posto um mês antes, para concorrer à presidência da República). Mas havia governado o Estado nos seis anos anteriores e executara uma política de segurança considerada ao mesmo tempo brutal e ineficiente. Sua ligação com os acontecimentos ficou patente ao abandonar, de modo abrupto, uma entrevista em que jornalistas britânicos (ao contrário da grande mídia brasileira) questionaram-no sobre o ocorrido.
Apontado como membro da organização ultra-direitista Opus Dei, até mesmo por integrantes de seu partido (o PSDB), Alckmin é visto, por parte da elite brasileira, como uma liderança importante a preservar. As declarações que tem dado, desde maio, em favor das posições mais belicosas e agressivas, no interior da PM, são eloquentes.
Falta muito a apurar, na trilha tenebrosa e caótica para a qual descambou a segurança (?) pública em São Paulo, desde maio. Por que, após uma tentativa fugaz de investigar ações ilegais e criminosas de parte de seus integrantes, a PM desistiu do esforço? Que levou a imprensa — que também denunciou a truculência, num primeiro momento — a silenciar e a repetir, desde junho, uma versão insustentável? Um setor de policiais especialmente violento terá conseguido impor sua postura? De que forma estarão envolvidos o governador e a imprensa?
O certo é que, para interromper a escalada sangrenta, a sociedade precisa agir — o quanto antes.
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Instruções de segurança da Air New Zeland baseadas em O Hobbit!
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Amiguinhos, meus olhos quase suaram de emoção ao ver esta coisa magnífica. Sabe aqueles vídeos de instruções de segurança que as companhias aéreas apresentam minutos antes da decolagem? Pois é, a Air New Zeland produziu um vídeo destes, completamente caracterizado em O Hobbit. Meus olhos quase não acreditaram quando viram Sauron colocando o iPhone em modo avião ou Gandalf sendo proibido de fumar seu cachimbo. Vale cada segundo, é uma verdadeira pérola!
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1,000 Needles Cactuar Fruit Tequila T-Shirtby Josh Legendre -...


1,000 Needles Cactuar Fruit Tequila T-Shirt
by Josh Legendre - $26.59
One cactuar, two cactuar, three cactuar, four. Five cactuar, six cactuar, seven cactuar, floor.
Largo Treze
Um dia destes eu tive a oportunidade de folhear uma longa reportagem sobre a cidade de São Paulo em uma revista americana dos anos 50. A matéria em si não tinha nada de excepcional: repetia aqueles velhos chavões sobre o vertiginoso progresso da cidade que mais cresce no mundo, e era ilustrada com fotos de arranha-céus e avenidas.
Mas entre as fotos, teve uma que me chamou a atenção. A legenda em inglês explica que “uma velha igreja e uma rua de paralelepípedos no subúrbio mostram São Paulo como era antigamente”.
Fiquei curioso para saber qual “subúrbio” era esse da foto. Como não conseguia identificar a igreja, recorri ao Gilberto Calixto Rios, que conhece a cidade muito melhor do que eu. O Gilberto reconheceu na hora: é a matriz de Santo Amaro, no Largo 13 de Maio.
A igreja continua igualzinha até hoje, mas o entorno mudou bastante.
A primeira foto é da Saturday Evening Post Magazine de 8 de outubro de 1955. A segunda é reproduzida do Google Street View.
“I am no man”: For Zelda-playing daughter, dad gives Link a sex change
A selection of text modified to address Mike Hoye's daughter.
Mike Hoye
Why did small business owner and gamer dad Mike Hoye spend the last few weeks hand-tweaking the text in The Legend of Zelda: The Wind Waker so that the main character was referred to as a girl instead of a boy? As he put it, “I’m not having my daughter growing up thinking girls don’t get to be the hero.”
Hoye and his three-and-a-half year old daughter Maya have recently been playing Wind Waker together, but Hoye was bothered by the fact that even players who change the protagonist's name to something other than "Link"—which the game allows—always get addressed as though they are male. The main character is always referred to with words like “master,” “my lad,” and “swordsman.” Because Hoye's daughter can't yet read, Hoye has been reading the on-screen dialogue aloud to her and diligently transliterating the gendered language from male to female on the fly as they traverse the game's Great Sea together.
To make this process smoother, Hoye eventually decided to hack away at the actual text of the story, producing a female-oriented version by altering the game's data files. According to his blog post on the project, Hoye took a GameCube disk image (.GCM) of Wind Waker and dug into it with a hex editor. He changed all story text and dialogue by hand, then tested his work by playing the game file in the Dolphin GameCube emulator.
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November 08, 2012

Just a reminder that you should totally check out our facebook page where we post comics and I say things of an amusing nature.
Also, wanted to give a thank you to Kai for helping with the special effects on the forthcoming space project.
Viagens próximas à velocidade da luz matariam seres humanos rapidamente
Alvaro FreitasMetade da velocidade da luz ainda é uma velocidade aceitável para expansão interestelar, desde que não haja muita preocupação com voltar pra 'casa'.
Todo mundo acha que seria legal viajar na velocidade da luz, motivo pelo qual cientistas devotam suas vidas em busca de respostas e faz a NASA tentar desenvolver sua própria dobra espacial. Calma lá, amigão: acontece que viagens espaciais super rápidas seriam fatais.
Um paper publicado na Natural Science joga na mesa da viagem à velocidade da luz um pouco do chato senso comum. Para percorrer grandes distâncias sem perder tempo, as pessoas precisariam viajar perto da velocidade da luz. Fazendo isso, elas cobririam grandes distâncias muito rapidamente e, graças a peculiaridades da relatividade, teriam a sensação de que se passaram apenas alguns poucos minutos graças a um efeito chamado dilatação do tempo que espreme a percepção temporal.
O problema é que viajar perto da velocidade da luz gera alguns outros efeitos também. Na Natural Science, Edelstein e Edelstein dizem que o hidrogênio em qualquer aeronave capaz de viajar na velocidade da luz também a impediria de fazer a viagem a essa velocidade. Eles explicam:
“Infelizmente, na medida em que a velocidade da nave se aproximasse da da luz, o hidrogênio H interestelar, embora presente a uma densidade próxima de 1,9 atom/cm3, se transformaria em radiação intensa que rapidamente mataria os passageiros e destruiria os instrumentos eletrônicos. Além disso, a perda de energia da radiação ionizante passando pela parte externa da nave representaria um crescente aumento no calor que necessitaria grandes despejos de energia para resfriar a nave.”
Em outras palavras, viaje próximo à velocidade da luz e você será bombardeado por tanta radiação que morreria rapidinho. Mesmo que ainda seja possível criar uma nave capaz de viajar a velocidades próximas à da luz, ela não seria capaz de transportar pessoas.
Em vez disso, existe um limite de velocidade natural imposto por níveis seguros de radiação devido ao hidrogênio, o que significa que seres humanos não podem viajar a mais do que metade da velocidade da luz a menos que eles queiram uma morte rápida, imediata. Droga. [Natural Science. Foto por Reha Mark/Shutterstock]
Desempregado, pedreiro mantém biblioteca de 40 mil livros com a ajuda de amigos

Depois de um dia de trabalho, Evando encontrou uma pilha de cerca de 50 livros. Ao levar os livros para casa, surgiu a ideia de criar uma biblioteca comunitária
Felipe Martins, no UOL
Uma das maiores felicidades do pedreiro Evando dos Santos, 52, é a biblioteca comunitária Tobias Barreto de Meneses. Fruto do seu esforço pessoal, a instituição tem mais de 40 mil livros.
No entanto, a biblioteca virou uma dor de cabeça constante. A realidade de Evando é levantar cedo todos os dias para receber as pessoas e manter limpo o espaço. Tudo sozinho. Semanalmente ele lava os 280 metros quadrados do prédio dividido em três andares.
Para os custos com água e energia elétrica Evando conta com a ajuda financeira de amigos e da mulher, Maria José, companheira em seu sonho. “Eu me contagiei pelo entusiasmo do Evando. Eu era alérgica à poeira, mas essa alegria dele me fez não sentir mais nada. A biblioteca é um presente de Deus para nós”, afirmou.
Evando lamenta não ter dinheiro para enviar 3500 livros para a construção de bibliotecas comunitárias no interior da Bahia e de Pernambuco. Ou para oferecer cursos gratuitos utilizando as duas salas de aula, com 50 lugares cada uma.
Mas o homem de “intelecto lapidado”, como ele costuma dizer, não desiste do projeto. “Às vezes eu quero desanimar. Sem dinheiro, desempregado, mais duro que um coco. Mais uma voz me vem na memória e me diz ‘levanta!’ Eu, um nada, fiquei uma hora na casa do maior arquiteto do mundo, Oscar Niemeyer. Lembro da minha mãe, das medalhas. Homenageado pela Academia Brasileira de Letras pela escritora Nélida Piñon. Aí eu sacudo a poeira e, como uma águia, renovo as forças e fico a voar no mundo das ideias, criando, inventando e indo para a prática”, definiu.
Sem “burrocracia”
Criada em 1998, na Vila da Penha, subúrbio do rio de Janeiro, a Biblioteca Comunitária Tobias Barreto de Meneses tem mais de 40 mil livros e funciona em um prédio próprio, desenhado pelo renomado arquiteto Oscar Niemeyer.
Nessa biblioteca, as regras para o empréstimo são simples: o leitor preenche um cadastro e pode ficar com o volume pelo tempo que achar necessário. “Se a pessoa não devolve o livro é porque precisa”, diz Evando dos Santos.
Cheio de orgulho, Evando diz que esse era seu sonho: uma biblioteca sem “burrocracia”, funcionando de domingo à domingo. Segundo ele, com livros que não se encontram na Biblioteca Nacional. Exemplo disso é uma gramática da língua bunda que era a falada pelos escravos.
fotos: Luciano Belford/Divulgação

Conforme a história de Evando foi ficando conhecida, as doações foram aumentando. Os livros, em maioria, eram colocados na garagem da humilde casa na Vila da Penha. Ele calcula ter reunido mais de 40 mil livros tornando a Tobias Barreto de Meneses, a maior biblioteca comunitária do país
DC comics pins Krypton to the star map
The story of Superman is so well known that I hardly need go into detail. But in case you’re some sort of commie, the idea is that he was born on the planet Krypton orbiting a far away red star, and sent to Earth while still a baby by his parents as their home planet exploded around them. Our yellow Sun somehow gives Kal-El superpowers, and he goes on to star in a series of increasingly poorly-made movies*.
I’ve often wondered exactly what kind of star Krypton orbited and where it was. Up until now all we’ve known is that it was red, and red stars come in many flavors, from dinky red dwarfs with a tenth the mass of the Sun up to massive supergiants like Betelgeuse which outweigh the Sun by dozens of times (I’ll note that a deleted scene in "Superman Returns" indicates it’s a red supergiant).
Well, that’s about to change. DC comics is releasing a new book this week – Action Comics Superman #14 – that finally reveals the answer to this stellar question. And they picked a special guest to reveal it: my old friend Neil Tyson.

Actually, ...
Minute Physics: Why E=mc² is Incomplete
Here’s another great video from the folks at Minute Physics. One of the most famous equations from one of the world’s most famous scientists is a bit more complicated than many people realize. E=mc² only describes objects with mass that aren’t moving. But what about massless particles – like light – that are moving? Check out the video for a quick explanation!
© nancy for Universe Today, 2012. | Permalink | 5 comments |
Post tags: Physics
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Falaciorum #1
Segundo o Big Bad Aurélio Daddy: Falácia s.f. Engano, ilusão, sofisma. / Filosofia. Argumento capcioso que induz a erro.
Rotineiramente somos bombardeados por raciocínios mal concluídos e argumentos esquisitos que fazem a lógica agonizar de dor. Muitas vezes não é proposital — mas muitas vezes, sim. As falácias podem ser facilmente encontradas em discursos políticos, religiosos, científicos e no Orkut.
Meu intento era disponibilizar um guia rápido de falácias que fosse fácil de memorizar e não lhe deixasse mais ser enganado facilmente. Obviamente que se eu escrevesse uma parede textual contra um fundo branco, você se recordaria de cada item tanto quanto se lembra do antepenúltimo quadro de sudoku que você não resolveu.
Então — você deve estar se perguntando — qual é a melhor maneira de desfilar as falácias e fazer com que todos se lembrem facilmente? Oras, cartas de Magic! As figurinhas, no geral, servem muito bem para esse propósito. Quem aí já colecionou as figurinhas do saudoso chocolate Surpresa e não é capaz de citar o nome popular e científico de todos os dinossauros e animais do Cerrado que já teve na infância?
Portanto, este catálogo ilustrado servirá para que você preste atenção e interprete mais criticamente os discursos a sua volta; serve também para você medir suas próprias palavras. Eu mesmo já devo ter usado umas 10^6 falácias em toda minha vida.
A lista de itens é extensa, portanto este é o alvorecer de uma série que lhe agraciará com dois personagens por tirinha (quinzenalmente ou mensalmente, dependerá do meu humor). Puxa vida, acho que mereço um chocolate Surpresa agora.
James Cameron is getting help from the Mythbusters to clear up...

James Cameron is getting help from the Mythbusters to clear up the ending to Titanic and why Jack didn’t get on.
Adam West Is Listed Under ‘Bruce Wayne’ And ‘Batman’ In The Phone Book

The only things kids have less interest in these days than the Batusi is the phone book. But that didn’t stop one Redditor, slapshotten11, from looking up Batman/The Simpsons/Family Guy star Adam West, who he lives in the “same [Idaho] valley” as, in the glorified paperweight.
Turns out, West is even cooler than we thought: the listing for West, Adam leads to “See Wayne, Bruce (Millionaire),” which leads to, “Please consult Crime Fighters in the Yellow Pages,” which leads to, “See Batman — White Pages,” which leads to, “See West, Adam.”

With all due respect to Michael Keaton, ADAM. WEST. IS. BATMAN. (even if he does as piss poor of a job as Tobey Maguire in Spider-Man 2 of hiding his secret identity.) Also, hahaha, “Weake, Gay.” That guy probably pulled a reverse Batman, and killed his parents for giving him that name.
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O “novo” racismo brasileiro
ESTÁ EM CURSO no Brasil um revival do sentimento mais primordial da nossa nacionalidade: o ódio ao índio. Uma investida sem precedentes nos últimos 40 anos sobre as terras indígenas se avizinha, agora que a bancada ruralista passou com louvor e distinção no crucial teste de forças do Código Florestal. Porém, se contra o código o latifúndio investiu sozinho, contra os povos indígenas ele se volta em aliança com os interesses minerários e o nacional-desenvolvimentismo estatal. Todas essas forças se apressam em clamar pela “segurança nacional” e denunciar os interesses das “ONGs estrangeiras”, mas não se acanham em fazer-se acompanhar de traders do agronegócio, do capital minerário transnacional e de investidores estrangeiros. Nada contra dinheiro de fora, veja bem; só peço coerência no discurso.
A guerra ao índio é assustadora por dois motivos: primeiro, ela funciona mais ou menos na mesma lógica da Doutrina Bush, a do ataque preventivo. Ora, cento e tantas etnias detêm 13% do território amazônico, portanto, estão quase por default ocupando terras que são ou serão de interesse da agropecuária, da mineração e da expansão do nosso parque hidrelétrico (consta que o setor elétrico tem uma proposta em fermentação de criar “reservas de potenciais hídricos”, uma espécie de contraponto às reservas indígenas). Cabe, portanto, fazer o que for possível para garantir que os silvícolas não ampliem seus reclames territoriais. Ou, para usar a buzzword, é preciso garantir a “segurança jurídica”.
A segunda coisa que torna a guerra ao índio insidiosa é o fato de o lado agressor usar o recurso mais comum em qualquer guerra: desumanizar seu oponente. Já vimos isso antes aqui mesmo: na conquista, quando os portugueses justificaram o extermínio dos tupinambás pelo fato de sua língua não ter os fonemas f, l e r (“não têm Fé, nem Lei, nem Rei”); nas querelas metafísicas sobre se os índios possuíam ou não alma, o que justificaria moralmente sua escravidão (a Santa Madre Igreja em determinado momento resolveu que tinham, passando a bola para os africanos – infelizmente era tarde demais para os tupis da costa); e na imagem sedimentada ate hoje na fronteira de “índio preguiçoso”, “índio libidinoso”, “índio cachaceiro”.
Hoje, o racismo antiindígena se manifesta principal e convenientemente na negação do direito do índio à terra. Tenho ouvido de gente do “setor público” e do “setor produtivo” argumentos na seguinte linha: “Mas índio só quer tênis Nike e caminhonete último tipo! Como quer ser índio assim?” ou “Mas eles querem que construam casas de alvenaria nas aldeias [como compensação por hidrelétricas]!” ou, o mais canalha, que eu ouvi de gente do próprio Ibama em Mato Grosso uns anos atrás: “Mas a Funai plotou esses isolados aí!”
Acho que foi a Eliane Brum que colocou, brilhantemente, que esse tipo de argumento pressupõe uma linha sem gradações entre a pedra lascada e o iPad. Como se os produtos do desenvolvimento capitalista só pudessem ser entregues a nações indígenas em troca de sua indianidade – e de seu território. Como se populações rurais vulneráveis não pudessem ter acesso a carro, televisão, computador, posto de saúde e escola E AO MESMO TEMPO reservarem-se o direito de continuar sendo populações rurais. Mais do que isso, manter sua língua, seus costumes e sua religião. Ninguém está falando aqui de um idílio alencariano, do índio pelado e pintado de verde vivendo “na mais perfeita harmonia com a natureza”. Mas daí não decorre logicamente que a alternativa seja a assimilação e a destituição. Facilita se pensarmos os índios como agricultures familiares que calham de falar outras línguas.
Ah!, dirá Kátia Abreu, mas agricultor familiar não tem esse tantão de terra que os índios têm! Em seu artigo na Folha no último sábado, a senadora faz uma conta aparentemente indignada: 107,7 milhões de hectares para 517 mil índios, o que sá 206 hectares por índio, mais ou menos. Como não sei quantos hectares a senadora e seus filhos possuem, vou usar como indexador a área de uma única fazenda do meu amigo senador Blairo Maggi (PR-MT), que (vai soar estranho, mas é verdade) é uma liderança ruralista moderna e bastante progressista. Nada pessoal, senador. Mas uma única fazenda do empresário e parlamentar no nordeste de Mato Grosso tem 80 MIL hectares. Usemos esse exemplo extremo para criar um índice de latifúndio (chamemo-lo provisoriamente de “Indimaggi”). Os caiapós, que são um grupo bem fornido de terras, ocupam uma área equivalente à da Áustria entre Mato Grosso e Pará. Seu território é dividido entre 8.000 almas, o que lhes dá um Indimaggi de apenas 0,017. Ou seja, cada caiapó teria “para si”, se fosse um fazendeiro, menos de dois centésimos do que Blairo Maggi possui em uma única propriedade. Só para colocar as coisas em perspectiva.
Enfim, o assunto não se esgota aqui. Ao contrário, a guerra está apenas começando: tudo indica que amanhã, quarta-feira, o STF julgará os famosos embargos de declaração, ou seja, ações contrárias, à homologação da terra indígena Raposa-Serra do Sol. Trata-se de um ponto precioso à agenda ruralista, com garantia de barulho qualquer que seja o resultado. Prometo encontrar tempo para voltar ao assunto em outro post.
PS (02/11): Só para colocar as coisas mais em perspectiva ainda, os 206 hectares que nós assumiremos aqui serem a parte que cabe a cada índio no latifúndio Brasil equivalem a menos de dois módulos fiscais, considerando a medida máxima do módulo fiscal em municípios da Amazônia (110 ha). Estendendo esse raciocínio distributivo ao absurdo, se cada índio fosse um proprietário de terras, ele seria considerado um pequeno proprietário, não um latifundiário. Faria até jus às dispensas de reserva legal e recomposição de APP do Código Florestal.
Animated Kirby Machinery!
Click on above image to see entire GIF.
I personally don't know Robert Bensam, but he made a comment on a recent post that I couldn't ignore. I rarely take requests, but I felt a gauntlet hit my foot.
It sounded really fun to animate some Kirby Tech! A lot of my blog work is sincere adoration to classic comics, and this is one of them. I started with a cropped splash page from Fantastic Four #64. I thought about removing the dialog, but it's so classic Stan Lee/Jack Kirby, it had to stay.
It makes you wish Disney would make a straight-up Kirby-inspired FF CG movie, doesn't it?
The Etymology of “Hangover”
What George Washington and coarse French fabric have to do with the language of drunkenness.
The fringes of language have a special kind of allure, especially when it comes to the unsuspected origins of common words. That’s precisely what Mark Forsyth explores with equal parts wryness, curiosity, and erudition in The Etymologicon: A Circular Stroll Through the Hidden Connections of the English Language (public library), based on his popular language-geekery blog The Inky Fool. Among Forsyth’s fascinating, meandering stories of linguistic historicity is that of the hangover — a phenomenon encrusted with rich empirical familiarity, and even some scientific knowledge, but paltry etymological grasp.
[George Washington] had an elder half-brother and mentor called Lawrence Washington who had, in fact, been a British soldier. Specifically, he was a marine in the Royal Navy. As a recruit from the British dominions in North America, he served under Admiral Edward Vernon in the Caribbean, and was part of the force that seized a strategically important base called Guantánamo, which has some minor position in modern history.
Lawrence Washington was very attached to admiral Vernon. So loyal was he that when he went home to the family estate, which had been called Little Hunting Creek Plantation, he decided to rename it Mount Vernon. So Washington’s house was named after a British admiral.
Admiral Vernon’s naming exploits didn’t end there, though. In 1739 Vernon led the British assault on Porto Bello in what is now Panama. He had only six ships, but with lots of derring-do and British pluck, et cetera, he won a startling victory. In fact, so startling was the victory that a patriotic English farmer heard the news, dashed off to the countryside west of London, and built Portobello Farm in honour of the victory’s startlingness. Green’s Lane, which was nearby, soon became known as Portobello Lane and then Portobello Road. And that’s why the London market, now one of the largest antiques markets in the world, is called Portobello Market.
But Admiral Vernon’s naming exploits didn’t end there, either. When the seas were stormy he used to wear a thick coat made out of coarse material called grogram (from the French gros graine). So his men nicknamed him Old Grog.
British sailors used to have a daily allowance of rum. In 1740, flushed from victory at Porto Bello and perhaps under the pernicious influence of Lawrence Washington, Vernon ordered that the rum be watered down. The resulting mixture, which eventually became standard for the whole navy, was also named after Vernon. It was called grog.
If you drank too much grog you became drunk or groggy, and the meaning has slowly shifted from there to the wages of gin: a hangover.
The rest of The Etymologicon traces curious linguistic origin stories connecting concepts as seemingly unrelated as sex and bread, Medieval monks and cappuccino, sausage poison and botox, and much more.
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Ancient Greeks believed that redheads would turn into vampires...

Ancient Greeks believed that redheads would turn into vampires after they died.
model: our favorite resident redhead Hattie Watson


















