
A conexão com o servidor GATO foi perdida. Deseja tentar novamente?

A conexão com o servidor GATO foi perdida. Deseja tentar novamente?

Só quem tem cachorro ou gato em casa sabe o quanto é difícil sair e deixar o amiguinho sozinho. Pensando nisso, foi criado PetBot, um dispositivo que busca financiamento em Indiegogo e que tem como objetivo, justamente, acalmar o dono de animaizinhos de estimação, mostrando o que estes fazem em casa quando nos ausentamos.
PetBot permite ver, interagir e se comunicar com o animal de estimação. No momento, os criadores do projeto trabalham para que possa funcionar corretamente com cães e gatos, embora, segundo eles, também irá funcionar com coelho.
Vale destacar que o gadget possui tecnologia de reconhecimento facial, por isso, consegue enviar selfies do nosso cãozinho ou gato sempre que ele se aproximar do equipamento. Para isso, o dispositivo chama a atenção do animal ao detectar que o mesmo se encontra dentro do campo de visão.
PetBot chama a atenção do animal através de gravações de nossa voz, ou seja, nossa voz pede que ele se aproxime, então, é tirada uma foto do animal, que recebemos de forma automática em nosso smartphone. Claro, quem quiser pode ainda compartilhar as imagens, facilmente, em redes sociais, como Facebook, Twitter, Pinterest e Instagram.
Outra característica do gadget que merece destaque é poder reconhecer se nosso animalzinho chora ou late em nossa ausência, nos enviando alertas sempre que isso acontece. Ou seja, através do streaming de vídeo ao vivo da câmera do dispositivo, podemos saber o que, realmente, acontece quando sai de casa.
E não é só isso, é possível agradar o animal com comida, conforme poderá ver no vídeo abaixo.
Vale destacar que, no momento, faltam 40 dias para que a campanha de crowdfunding chegue ao fim, e até momento, os responsáveis pelo produto já conseguiram arrecadar mais 20.000 dos 80.000 dólares necessários para dar vida a PetBot, ou seja, em só seis dias conseguiram uma boa parte da quantia necessária. O dispositivo será comercializado por mais ou menos 250 dólares, embora, no momento pode ser adquirido por 149 dólares.
Veja abaixo o vídeo de apresentação de PetBot:
Link: Indiegogo.
Veja também:
Cleiton RibeiroKrl que loko, alguem tem algum amigo no japao?

Um ovo com supresas muito parecido com o nosso Kinder Ovo é fabricado pela empresa Furuta no Japão. Dentre outras categorias como Disney, temos os mais desejados que são as miniaturas do Super Mário. E o melhor de tudo: temos isso anualmente.
O post Veja o que vem em um Kinder Ovo vendido no Japão apareceu primeiro em Sedentário & Hiperativo.

Se depois de analisar a lista de 300 cursos online gratuitos que começam em setembro, e tantos outros espalhados pela web, você quiser criar seu próprio curso administrado por você mesmo, saiba que isso já é possível e de uma forma super simples, pelo menos, é o que promete wiquo.com.
WiQuo é uma plataforma que permite criar e compartilhar cursos on-line de qualquer parte do mundo, oferecendo, para isso, uma interface amigável, muito simples de usar, sendo possível criar o curso em poucos passos:

Como pode ver, só é preciso enviar o tema, com os arquivos correspondentes, configurar os testes, e publicar o curso, e tudo isso de forma completamente gratuita.
Para utilizar a plataforma, aconselham a fazer um curso já publicado em sua plataforma, o qual ensina como fazer os cursos utilizando a ferramenta.
Os testes a serem configurados podem ser do tipo múltipla escolha ou escrito, e todas as aulas podem ser gravadas para que os alunos possam assisti-las a qualquer hora. São oferecidas apresentações online que podem ser feitas ali mesmo, e ferramentas de gestão de alunos, assim como, fóruns para trocar idéias e opiniões.
No momento, não há opção para ganhar dinheiro com a plataforma, porém, certamente, isso já está sendo pensado para breve.
Veja também:
Cleiton RibeiroEmbora Menache não revele o ganho financeiro em sinergias, disse que essas empresas têm menores margens que a Linx e que o objetivo é nivelar tudo em patamar superior. É realmente adeus chopeira e mesa de bilhar

Asus acaba de apresentar sua solução para quem quer levar um PC com Windows 10 no bolso.
Se trata de Asus VivoStick, dispositivo que se conecta via HDMI em qualquer televisão ou monitor compatível para ter imediatamente um Windows 10 disponível.
Conta com WiFI, 2 gigas de RAM, 32 gigas de espaço, um processador Intel Cherry Trail, duas portas USB e conexão de fone de ouvido, por isso, não espere, claro, uma potência enorme, porém, sob um preço bem acessível: 129 dólares.
É o concorrente direto de Intel Compute Stick (de fato, tanto o processador como o motor gráfico é da Intel), uma aposta a mais para ter um PC pequeno (mede 138 x 34 x 15 mm) e super rápido (pesa 70 gramas) em qualquer lugar.
Certamente, será preciso conectar um teclado e um mouse, embora, para isso contem tanto com as portas USB como com Bluetooth 4.0.
No momento, não foram divulgadas datas, porém, está sendo aguardado para antes do fim do ano.
Veja também:
Boa notícia para usuários que não aguentam mais visitar páginas, mesmo com o rótulo de “Mobile-Friendly” (bem visualizados através de dispositivos móveis) e volta e meia se deparam com um anúncio enorme, até mesmo em tela cheia, cobrindo o conteúdo e sugerindo que se instale a app do site, algo mais ou menos assim:

Pois é, esse problema pode estar chegando ao fim, pois, a partir de 1 de novembro, quem tiver uma página e usar qualquer tipo de promoção de apps em tela cheia, em vez de discretos banners que não ocultem o conteúdo do site, perderá o rótulo de “amigável para móveis”, ou seja, será afetado nos resultados do Google.
As razões são super simples: a usabilidade do site se vê prejudicada em todas as páginas que apresentam tal promoção, pois não são poucos os usuários que se frustram esperando ver o que precisam, mas, em vez disso, se deparam com banners, nada sutis e bem-vindos.
Além do mais, vale ressaltar que já existem muitas opções de ferramentas para implementar banners discretos e talvez até mais efetivos tanto em Chrome (com os Native App Install Banners) assim como em Safari (Smart Banners), com resultados como os que podemos ver abaixo:

Enfim, já foi atualizada a ferramenta que o Google oferece para comprovar se o seu site pode ser considerado como “Mobile-Friendly” pelo buscador, logo, se não aparecer tal rótulo, apesar de até ter um elegante design responsive, seu site começará a ver seu posicionamento afetado e o motivo pode ser esse, o uso indevido de banners.
Quem estiver nessa situação, já sabe, o prazo para fazer as devidas mudanças vai até 1 de novembro.
Mais informações: Google Webmaster Central Blog
Veja também:
No começo da semana publiquei um vídeo monstrando uma engenhoca chamada de super drone humano, com 54 motores, que conseguia levantar uma pessoa perfeitamente. Agora, eis que aparece algo ainda melhor e com uma idéia parecida. Conheça a “prancha com hélice” da Omni Hoverboards:
Esses caras conseguiram bater o recorde ao voar 275 metros com esse brinquedinho.
Um cara do fórum Assembler Games (sempre eles, representando), insatisfeito com as soluções atuais de modchips para o PSX (que normalmente usam PICs, dispositivos relativamente complexos de se programar), resolveu criar uma nova solução simples e limpa para execução de backups e importados no PSX.
Nasce assim então o PsNee, um modchip simples que utiliza um ATTiny45 como seu core principal e é programado em utilizando “Arduino C”, com código todo comentado.

O código é excelente para se aprender sobre Arduino e a proteção do PSX em questão. Apesar de simples, o modchip é funcional e ainda pode ser programado facilmente via USB (no caso, utilizando uma placa host como um Arduino mesmo) ou via AVRDude se você tiver as manhas. Além disso, todo o tópico do release do PsNee é uma leitura recomendadíssima (como todos os tópicos técnicos do Assembler Games) para quem tem curiosidade em saber mais sobre o funcionamento de modificações no Playstation 1, seja qual for o modelo.
No mais, para quem se interessou o PsNee pode ser baixado nesse link.
A essa altura você já deve ter ouvido falar da tal Google Design Sprint: um processo de design “express” onde um grupo de pessoas se reúne por 5 dias para responder questões críticas de negócios através de design, prototipagem e teste das ideias com os usuários.
O processo foi desenvolvido e anunciado pela Google Ventures, um braço do Google focado em testar e acelerar ideias que ainda estão em estágio inicial de desenvolvimento.
A principal vantagem desse processo de 5 dias em relação a tantas outras metodologias que existem por aí é que ele pega um atalho bastante vantajoso: ao invés de esperar para lançar um MVP (Minimum Viable Product) para descobrir se a ideia é boa ou não, processo esse que pode tomar vários meses, o Design Sprint foca especificamente na validação da ideia com usuários e encurta o processo para 40 horas de trabalho.

Muito melhor saber se a ideia vai funcionar ou não ANTES de ter que passar pelo trabalho todo de desenvolvê-la por completo, certo?
Antes de começar o Design Sprint, você precisa escolher o problema a ser resolvido. Quando estiverem todos alinhados, reúna o time em uma sala, bloqueie o calendário de todo mundo e garanta alguns materiais básicos para usar naquela semana (post-its, caneta, papel, etc.).

No primeiro dia da Sprint, seu time vai exteriorizar tudo o que eles sabem sobre a ideia. A expertise normalmente está espalhada em várias cabeças diferentes, e ter certeza que todo mundo está começando alinhado é fundamental para o sucesso do programa. Desenvolvedores sabem de coisas que os designers não sabem, os stakeholders sabem de coisas que os product managers não sabem – e assim por diante. Para facilitar esse processo de “unpack”, você pode propor atividades mais específicas para o grupo (expressar a voz do consumidor, desconstruir o produto atual, definir as métricas de sucesso, etc.).
No segundo dia, todo mundo rabiscando as ideias. As pessoas vão trabalhar individualmente colocando as soluções para aquele problema/ideia no papel. A ideia é conseguir colocar o máximo possível no papel, sem muita discussão em grupo no começo. Depois que todo mundo rabiscou, é hora do grupo todo ir olhando para cada um dos sketches e discutindo como aquilo poderia funcionar. No fim, existe um sistema estruturado para criticar o trabalho e votar nas melhores soluções – tudo feito muito democraticamente.
Na quarta-feira, vocês já terão pelo menos uma dúzia de ideias para escolherem. O que é ótimo, mas é também um problema – já que vocês não conseguem prototipar 12 ideias em um dia só. Então o objetivo do terceiro dia é simplesmente filtrar as ideias, refiná-las, e no fim do dia escolher uma única ideia que vocês irão prototipar.

Quinta-feira é o dia de prototipar. É preciso ser ridiculamente produtivo, então é importante aqui escolher ferramentas de prototipagem com as quais vocês já estejam habituados a trabalhar rapidamente. Também é importante planejar todas as atividades do dia logo cedo, incluindo quem faz o quê e de que hora a que hora. A ideia é montar um protótipo daquela ideia até o fim do dia.
Sexta-feira é dia de mostrar os protótipos para os potenciais usuários do produto, em sessões individuais. O produto é apresentado para o usuário, ele interage com algumas telas e vai dando feedback em tempo real sobre o que gosta e o que não gosta. No fim do dia vocês se reúnem para discutir o feedback que receberam dos usuários e decidir se a ideia sobrevive ou não.
O Google Design Sprint é uma ótima ideia para agilizar o trabalho de times de design e conseguir validar ideias antes que muito tempo ou dinheiro sejam investidos nela. Mas o interessante é observar também o porquê da ideia do Design Sprint ter surgido em primeiro lugar.
Conta Jake Knapp, criador e evangelista do Design Sprint, que ele costumava usar sessões de brainstorm em grupo lá no Google para gerar ideias e soluções para determinado problema. “Brainstorms são divertidos, as pessoas terminam o dia cansadas mas animadas, donas de uma pilha de post-its cheio de ideias para resolver o problema. Mas as ideias que surgiam dessas sessões de brainstorm nunca iam a lugar nenhum. Não é que estivéssemos tendo ideias ruins – a maioria das ideias era boa, na verdade. Mas o problema é que as melhores ideias vinham surgindo de outro lugar que não ali.”

Segundo Jake, as melhores ideias tendem a vir de indivíduos, não de grupos. Grupos têm uma dinâmica onde não necessariamente as melhores ideias sobrevivem, mas as ideias que são melhores vendidas ou contadas com mais empolgação. Outro problema dos brainstorm é que espera-se que as ideias sejam eleitas por consenso – mas consenso nem sempre escolhe as ideias mais corajosas ou as mais íntegras. Consenso costuma escolher o caminho mais fácil de aceitar.
Um outro ponto positivo do Design Sprint é a limitação de tempo. Sim, pode parecer contraditório (menos tempo para fazer o trabalho geralmente significa mais sofrimento), mas ao mesmo tempo essa restrição deixa os membros do time mais motivados por terem sempre a sensação de estarem movendo rapidamente. Burocracia é uma palavra que tem que passar longe da sua empresa, caso você esteja pensando em organizar um desses Design Sprints com o seu time.
Veja abaixo a explicação completa do Design Sprint, pelo seu próprio criador, Jake Knapp:
oca.telemetry.microsoft.com.nsatc.net
pre.footprintpredict.com
reports.wes.df.telemetry.microsoft.com
vortex.data.microsoft.com
vortex-win.data.microsoft.com
telecommand.telemetry.microsoft.com
telecommand.telemetry.microsoft.com.nsatc.net
oca.telemetry.microsoft.com
oca.telemetry.microsoft.com.nsatc.net
sqm.telemetry.microsoft.com
sqm.telemetry.microsoft.com.nsatc.netdf.telemetry.microsoft.com
reports.wes.df.telemetry.microsoft.com
cs1.wpc.v0cdn.net
vortex-sandbox.data.microsoft.com
pre.footprintpredict.com
oca.telemetry.microsoft.com
oca.telemetry.microsoft.com.nsatc.net
vortex-sandbox.data.microsoft.com
i1.services.social.microsoft.com
i1.services.social.microsoft.com.nsatc.net
pre.footprintpredict.comTudo o que é falado no Microfone é automaticamente transmitido para:
reports.wes.df.telemetry.microsoft.com
df.telemetry.microsoft.com
oca.telemetry.microsoft.com
oca.telemetry.microsoft.com.nsatc.net
vortex-sandbox.data.microsoft.com
pre.footprintpredict.com
i1.services.social.microsoft.com
i1.services.social.microsoft.com.nsatc.net
telemetry.appex.bing.net
telemetry.urs.microsoft.com
cs1.wpc.v0cdn.net
statsfe1.ws.microsoft.com
Cleiton RibeiroHhuhuaha, que loko, ta com tempo sobrando ai não Brake?
Depois que criaram os drones, diversos inventores de fundo de quintal começaram a modificar os equipamentos para tentar fazer algo diferente. Os malucos do vídeo abaixo, por exemplo, resolveram pegar 54 motores para tentar fazer um super drone, capaz de levantar um homem. Veja só:
Até que funcionou, hein!
No começo o cara tava com medo, mas depois até voou legal.
Cleiton Ribeiroo.O
real historia;
string sender;
sender = "/dev/urandom";
(Na hora do almoço…)
P.A.: Blá Blá Blá Design Patterns Blá Blá Blá …
Programadora: Pô, gente, é hora do almoço… Vamos parar de falar sobre trabalho?
Programador: Bom, nenhum sistema lá da empresa usa design patterns, então, tecnicamente, não estamos falando de trabalho!
—
Camiseta: ɘႱoʜ oƨƨɘvɒ ob iƚƨɘV
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O artigo Review: Asus Zenfone 2 – Peso pesado a preço de peso pena. faz parte do conteúdo do Byte Que Eu Gosto! - Nerd, Geek, Dicas, Cinema, Games e mais!.
Quando chegou ao Brasil com seus smartphones, a Asus sofreu com a desconfiança. Muita gente sequer imaginava que a empresa produzia telefones, Asus por aqui sempre foi sinônimo de hardware para computadores, principalmente placas-mãe e de vídeo. Como seria sua chegada a um mercado tão concorrido e saturado? A estratégia da empresa foi fornecer produtos com bom acabamento, hardware potente e preço abaixo da concorrência, proporcionando bom custo x benefício. Ela tenta repetir a fórmula com o Zenfone 2, um brutamontes em todos os sentidos, por dentro e por fora. E o preço? Certamente abaixo do que se poderia esperar por um aparelho tão robusto.
Já havia passado minhas impressões iniciais do Zenfone 2 aqui nesse post. Mas agora, vamos ao que interessa. O tal do Zenfone 2 é mesmo isso tudo que andam falando por aí? Vale a pena investir o seu dinheiro nesse aparelho? Acompanhe o review e veja o que nós achamos.
O design do Zenfone 2 é bastante elegante e sóbrio. Mudou um pouco em relação aos Zenfones 5 e 6, tornando-se mais arredondado e confortável. O aparelho é gigantesco, com tela de 5’5″ mas que com as bordas bastante largas o deixa com um tamanho maior que o esperado. A tela é excelente e além de resolução fullhd, possui uma densidade de pixels bem maior que a do iPhone 6, apenas para comparação. A proporção tamanho x tela também é melhor e chega a quase 71% no Zenfone 2.
No conteúdo da caixa, o Zenfone 2 traz um carregador inteligente que permite carregamento em alta velocidade. Isso significa mais bateria em menos tempo de carga, excelente pra quando você está de saída e só tem aqueles 5 minutinhos pra carregar o celular um pouco mais. Para quem curte ouvir música, infelizmente ele não vem com fone de ouvido de fábrica, mas isso não chega a ser um problema.

Para quem tem mãos pequenas, o Zenfone 2 precisa ser manuseado com cuidado, pois o tamanho pode atrapalhar um pouco. A pegada é boa e ele é bastante confortável de usar, mas nem pense em usar com apenas uma das mãos o tempo todo, mesmo quem tem mãos grandes. Algumas mudanças foram o botão do Power em cima (eu particularmente não gostei) e os botões de volume atrás, que achei estranho mas depois entendi, eles ficam exatamente onde normalmente está o seu indicador segurando o aparelho. Fica bem fácil de usar.
A Asus pegou pesado quando o assunto é hardware. Além do processador Intel Atom de 2,3Ghz, o Zenfone 2 conta com simplesmente 4GB de Ram. Isso é mais do que muitos notebooks vendidos no mercado. Tanta memória significa que você poderá usar mais aplicativos abertos ao mesmo tempo sem sofrer com engasgos. Isso se mostra claramente no dia a dia. A câmera traseira possui 13MP e a frontal 5MP.
No quesito armazenamento, o Zenfone 2 tem 16 ou 32GB de espaço, mas pode ser expandido em até 64GB com um cartão MicroSD. Isso significa que espaço também não será exatamente um problema nele, já que o investimento num cartão de memória em geral é bem baixo. Você pode encontrar facilmente um de 32GB por menos de 40 reais. Nesse modelo a bateria não é removível.

A chamada ZenUI é a modificação que a Asus fez na interface tradicional do Android. Nesse caso, a customização é extrema, transformando o Android por completo. Na essência, o sistema é o mesmo, mas a aposta da Asus é entregar uma experiência de uso diferente, com melhorias e aplicativos para facilitar a vida do usuário. Isso tem pontos positivos e negativos. Eu não sou fã de muita customização. Há várias coisas inteligentes na ZenUI, mas sou bem purista e quanto menos mexido o Android, pra mim, melhor. Mas em que pese isso, o desempenho do Zenfone 2 não é comprometido pela customização. E a Asus tem feito um bom trabalho com relação a atualizações.
Um dos pontos positivos é que pelo menos visualmente, o padrão adotado pela Asus agrada aos olhos, apesar de parecer poluído em alguns momentos.
Um dos grandes trunfos do Zenfone 2. Para o usuário padrão, a câmera é até mais do que suficiente para as fotos do dia a dia. É possível fazer excelentes fotos em boas condições de luminosidade. Os 13 megapixels da câmera funcionam muito bem ao que se propõe. Assim como qualquer outro smartphone top de linha, em condições de baixa luminosidade é possível tirar fotos razoáveis dependendo da sua paciência. Abaixo você confere algumas fotos tiradas com o Zenfone 2.
Se você procura uma boa câmera em um smartphone, certamente não irá se decepcionar com as fotos produzidas pelo Zenfone 2.
A bateria tem um tamanho considerável, com 3000mAh de capacidade. Mas por ter tantos recursos e uma tela enorme, ela pode lhe deixar na mão de vez em quando. Nos testes que eu fiz, em modo hard user, era comum ficar com a bateria em torno de 10% no fim da tarde. Em uso moderado, é possível chegar a noite com carga suficiente para usar por 1 ou 2h e por no carregador antes de dormir.
O que eu costumo dizer é que a bateria não é “deal breaker” na hora de escolher um smartphone top. Todos tem durabilidade semelhante. E considerando a facilidade para recarregar, ficar sem bateria é mesmo para quem gosta de viver perigosamente. É possível recarregar no carro, no trabalho ou mesmo com uma bateria externa. A própria Asus vende a ZenPower por R$98,00 com mais de 10000mAh de carga, ou seja, são mais de 3 cargas completas no Zenfone 2. Ficar sem bateria é para os fracos.
Resumindo: a bateria dá conta do recado e ainda é possível recarregar de forma rápida com o carregador que vem com o aparelho, compensando em parte a sua durabilidade.
Dentro dos smartphones top de linha do mercado, o Zenfone 2 certamente é um dos melhores. Seus principal destaque é o hardware extremamente potente, além do preço, o que o torna medalhista no quesito custo x benefício. Há poucas opções no mercado em que se pode dizer que ao comprar você estará fazendo um negócio tão com quanto com o Zenfone 2.
Dito isso, nosso veredito é que não só compraríamos como indicamos fortemente o Zenfone 2.
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Agora, vamos falar um pouco de bicicletas, quem costuma dar suas pedaladas vai gostar de conhecer siva atom, um sistema de bateria que podemos instalar em nossa bicicleta para que gere a energia suficiente para carregar nosso celular, obtendo a mesma de acordo com nossas pedaladas.
Disponível em sivacycle.com, conta com uma bateria de 1650mah e saída USB para ser conectada a qualquer tipo de celular, embora, segundo informam, não vale para portáteis, já que não gera suficiente potência. iPhone, Android, GPS, GoPro… são muitos os dispositivos que podem ser carregados sem problemas, enquanto pedalamos, sendo, portanto, uma solução e tanto para quem utiliza a bike como transporte habitual.
siva atom está sendo vendida por 130 dólares, e são mostrados vários vídeos na seção Instalação, para mostrar como é fácil incluir na bicicleta.
Embora não seja algo assim tão inteligente, nem ofereça nenhuma tecnologia fora de série, porém, sem dúvida, é uma ótima opção e uma das poucas novidades voltadas para quem tem a bicicleta como principal meio de transporte.
Veja também:
Há algum tempo postamos aqui um vídeo de Will Dayble sobre desenhar para usuários bêbados.
Apesar de brincadeira, a mensagem que Will queria passar no vídeo é interessante:
O conceito se espalhou rapidamente por aí. Algum tempo depois, Richard Littauer (um designer apaixonado por cerveja e por usabilidade) lançou o TheUserIsDrunk.com. O serviço funciona da seguinte forma: você paga 250 dólares para que ele fique bêbado, navegue pelo site e grave tudo em vídeo.
Dá uma olhada nesse vídeo de Richard navegando bêbado pelo hubspot.com:
“I like the carousel, I like the highlights, I like the three dots, it’s hard to focus on anything else on the page, but whatever…”
Deixando todas as piadas de lado, o interessante dessa ideia é que quando o usuário está bêbado ele perde os filtros e fica muito mais sincero na hora de dar feedback sobre uma interface.
Repare no vídeo acima como ele fala que não consegue realmente entender o que o hubspot faz. Em outro momento, fala que “parece que o site é para clientes grandes que estão dispostos a gastar dinheiro em palavras que estão na moda”. Segundo o designer que solicitou o drunk user test para Richard, o que ele tinha acabado de fazer ali era apontar para o grande elefante branco que ninguém dentro da empresa tinha tido coragem de falar a respeito. O site não transmitia o real impacto que o produto oferecia para os atuais clientes e nem as características que os faziam amar o produto.

Agora troque “usuários bêbados” por “usuários bem selecionados, que sejam sinceros e não tenham medo de falar a verdade” e a coisa começa a fazer mais sentido.
Leia o artigo completo: UX insights from a drunk guy >
Cleiton RibeiroVapo

[icon color="#0078ca" size="16px" name="awesome-asterisk"] Veja o vídeo da transmissão ao vivo:
O post Veja o vídeo que mostra o atirador matando repórteres ao vivo durante uma entrevista apareceu primeiro em Sedentário & Hiperativo.
Balanço da rede aponta receita bruta de R$ 1,21 bilhão e 771 lojas em operação
Assistive Context-Aware Toolkit (ACAT) é uma tecnologia desenvolvida pela Intel para oferecer às pessoas com problemas motores e enfermidades neurais uma vía mais eficiente de comunicação, tudo graças a interfaces de computadores que combinam a simulação do teclado, a previsão de palavras à sínteses de voz tanto para a execução de funções básicas de linguagem como para permitir tarefas avançadas, o manuseio de documentos e um navegador web.

Stephen Hawking é um dos melhores exemplos da efetividade de tal sistema, inclusive, no final do ano passado, na Intel, explicaram a fundo, até com vídeos, como ACAT vem facilitando a comunicação de tal mente científica que há anos vem usando e contribuindo para seu desenvolvimento.
Pois bem, a grande notícia do dia é que o software por trás desse sistema agora é open source, ou seja, agora qualquer um pode baixar e usar.
Está desenhado para funcionar com Microsoft Windows e diferentes componentes de hardware especializado (sensores, câmeras, botões, etc.). As instruções de download e instalação se encontram nesta página de GitHub.
Enfim, ACAT está sendo oferecida, particularmente, aos profissionais envolvidos na área da saúde que poderão tirar maior proveito. O objetivo é que o sistema possa ser expandido mediante a adição de novas interfaces, novas modalidades de detecção, enfim, que seja enriquecido com outras características”.
Mais informação: Site do projeto
Veja também:

icons8 é um site especializado em ícones de todo tipo, renovados frequentemente, o qual permite que possam ser baixados em diferentes categorias e formatos, para serem usados em projetos tanto pessoais como profissionais.
Sua licença é bastante original: Good Boy License (não tocar com as mãos sujas, nem trocar por drogas, nem fazer tatuagens com eles).
Os ícones apresentados agora fazem parte de uma coleção de 100 imagens especialmente desenhadas para aplicativos integrados com Windows 10, divulgados por Sixrevision neste arquivo zip.
Se procurar outros elementos para seus aplicativos, é só navegar pelas outras muitas categorias de icons8.com, ou acessar seu buscador, onde tem disponíveis mais de 15.000 de diversos tipos.
No momento, os elementos gráficos podem ser modificados e baixados. Por estarem em formato vetorial, podem ser obtidos em boa resolução, assim como, alterar alguns detalhes para personalizar sua aparência.
Veja também:









































Todos os anos, a Darpa Robotics lança uma competição de robótica mundial para escolher os robôs mais habilidosos do mundo.
Em 2015, a equipe sul-coreana KAIST conseguiu faturar o prêmio de 2 milhões de dólares depois que seu robô humanóide DRC Hubo desbancou mais de 22 robôs na competição.
Veja só a atuação do DRC Hubo:
Muito ninja, hein!
Robozinho inteligente.
Cleiton RibeiroBacon realmente é de Deus
Fala Batatistas, a maior surpresa que eu tive no evento Rush United em Cuiabá, foi ter recebido do leitor Ycaro o santo bacon! Obrigado Ycaro, ele ficará acima de minha cama para me proteger todos os dias! Que a grande batata te abençoe. Créditos também para a Nat que fez o modelo.
E pra quem ainda não conhece o santo Bacon… Veja a tirinha abaixo.

O que não faltam hoje em dia são ferramentas que ajudam a gerenciar projetos, desde o onipresente trello ao clássico Mantis (este último voltado à gestão de tarefas e erros), tendo para todos os gostos e necessidades, e hoje mostraremos mais uma interessante opção: Lavagna.
Programado em JAVA, Lavagna é voltado para a gestão de pequenos projetos, prometendo tanto facilidade em seu uso como em sua instalação (compatível com todas as plataformas, claro).
Com um painel de controle das atividades, permite visualizar as tarefas em estilo de quadros, como mostrado na imagem abaixo, ajudando a ter uma visão completa de todo o desenvolvimento do projeto.

Além de estatísticas e monitoramento de metas, Lavagna inclui um buscador bastante potente que ajuda a encontrar qualquer tarefa de qualquer projeto, independente de seu status, permitindo, também, a classificação com etiquetas e a identificação usando contas do google, twitter e github (mas nada de facebook).
Certamente, também tem gestão de permissões de usuário, adicionando a possibilidade de criar um perfil para o cliente final, que só visualizará a informação atualizada em tempo real.
A versão 1.0 nasceu faz 10 dias, e já lançaram a 1.0.2 para corrigir alguns erros e, claro, também permite que acompanhe seus passos em github.
Veja também: