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28 Aug 14:21

Aceitando o próprio tesão

by Mari

G0y, highsexual, bro job e boner test são todas expressões surgidas nos últimos meses para falar de práticas sexuais entre dois homens que não se consideram gays. A princípio isso pode causar estranhamento (e risos diante de nomes tão bobinhos), mas a ideia está longe de ser nova.

Nos anos 40 o maravilhoso Doutor Alfred Kinsey criou uma escala, conhecida como Escala Kinsey, para definir o comportamento sexual das pessoas ao longo da vida. A escala serviu de base (e se modificou ao longo dos anos) para um dos maiores estudos sobre sexualidade humana já realizados.

escala-kinsey

A grande descoberta da pesquisa coordenada pelo Kinsey foi que a maioria da população estava entre o nível 1 e o nível 5 da escala, ou seja, com uma preferência sexual predominante, mas não “restrita”. Isso quer dizer que, ainda que consideremos ser hetero o padrão sexual, o espectro bi estava estatísticamente mais presente.

Obviamente que as descobertas, publicadas nos livros Sexual Behavior in the Human Male (1948) e Sexual Behavior in the Human Female (1953), chocaram muito a sociedade conservadora da época, o que acabou destruindo a carreira e a vida pessoal do Kinsey (tem um filme de 2004 sobre ele, pra quem se interessou).

A galera que fez a pesquisa

E esse isolamento do Kinsey serve como um indicativo de que a maneira como lidamos com a nossa sexualidade aos olhos do outro está diretamente relacionada com as possibilidades geradas pelo momento e pela construção social que nos rodeia. Quando, como no caso dele, não é possível sequer questionar a heteronormatividade, a sexualidade humana é levada para a clandestinidade.

Ou seja, a informação pode ser libertadora mas não é contagiosa. Ninguém vai sair pegando pessoas do mesmo sexo, se não quiser, apenas porque o mundo tem menos ódio. Da mesma forma, a ideia de que o material chamado “Escola Sem Homofobia” (e apelidado toscamente de “kit gay”) transformaria alguém em gay é, obviamente, só muito babaca. Mas, sim, poderia criar abertura para que mais pessoas vivessem sua sexualidade diboinha.

Claro que só isso não basta. Especialmente para nós, mulheres, que não somos contempladas com o branding do tesão (note que g0y, highsexual, bro job e boner test são todos sobre homens). E não somos porque existe uma falsa ideia de que temos mais liberdade para experimentar quando, na realidade, nossa sexualidade é tida como um tipo de entretenimento, algo que está à serviço dos homens. O que é especialmente duro para mulheres bi, como diz a Jamile Nunes nesse texto foda da Jarid.

Como mulher, a sociedade constantemente põe dificuldades em nossas sexualidades. Mas especificamente com bissexuais, somos ainda mais objetificadas e vistas como isca para aventuras sexuais por homens héteros. Além disso, existem mais desculpas para invalidar minha sexualidade, como o fato de que supostamente me declaro bissexual só para ‘chamar a atenção’ de outros caras, ou porque está ‘na moda’ ou é ‘moderno

bi

Mas nem tudo está perdido. Uma pesquisa feita com habitantes do Reino Unido e recém lançada pelo YouGov mostra que, talvez, a pesquisa do Kinsey estivesse no rumo certo. Baseada na Escala ali de cima, ela traz números difíceis de imaginar em lugares onde a informação é controlada, como na Rússia, onde é proibida a “distribuição de informação direcionada para criar relações sexuais não tradicionais”.

bisexuality

*verde para completamente hetero ou gay *roxo para vários graus de bi

No gráfico é possível notar que, entre os mais jovens existe um quase equilíbrio entre quem se identifica como puramente hetero ou gay e quem se identifica como no espectro bi. Quanto maior a idade das pessoas, mais aumenta essa diferença. Ou seja, tanto lugares quanto momentos com mais acesso à informação possibilitam desenvolvimentos sexuais mais saudáveis, como o próprio YouGov esclarece:

Claro que essas figuras não medem bissexualidade ativa – no todo, 89% da população se define como hetero – mas te colocar no nível 1 da escala permite a possibilidade de experiências e sentimentos com pessoas do mesmo sexo. Mais que tudo, isso indica o aumento de uma abordagem mais mente aberta em relação a sexualidade.

E ser mais mente aberta está diretamente relacionado com a maneira como lidamos socialmente com a sexualidade (a nossa e a do outro). Com não condenar nem julgar comportamentos saudáveis baseados, somente, na nossa própria ignorância.

12 Aug 23:54

E se ao invés de Uber tivesse uma alternativa aberta, tipo um OpenTaxi?

by Lond

Curto a idéia do Uber: pagamentos pelo aplicativo, motoristas avaliados e essas coisas que meio que permeam a internet hoje em dia. Mas não curto a empresa, suas técnicas estão longe de ser “legais”: [The latest Uber scandal, explained] [Uber Driver Deemed Employee By California Labor Commission] [I was an undercover Uber driver]

E tem mais um ponto: eu sou a favor dos taxis serem agenciados pelo estado. Acho que taxi, como um transporte público que integra a malha de transportes do estado, também tem que ter suas concessões como parte do planejamento do estado de alguma maneira.

E aí eu andei pensando, e se a gente tivesse a união entre as duas coisas? Senta que lá vem viagem.

Imagina uma mistura entre Uber e EasyTaxi de código aberto. Esse software, que teria seu código disponível pra ser auditado por qualquer um, faria esse papel de controlar a frota e também teria aplicativos para as plataformas de modo que fosse possível chamar taxis por dentro dele, além de efetuar pagamentos também por dentro do aplicativo.

O ideal seria o software ser gerenciado (em termos de custos de manutenção pra manter tudo funcionando) em um esquema de cooperativa entre os taxistas participantes (ou ainda, aproveitando o que já existe, seria coordenado pelo sindicato dos taxistas de cada lugar).

Os custos do sistema seriam um custo fixo para o taxista (que seria pelo custo da infraestrutura) e um custo que viria do gateway de pagamento sendo escolhido pelo sindicato que estivesse mantendo aquela “versão” do aplicativo. Todo o dinheiro da corrida, tirando o custo do pagamento, iria para o bolso do taxista.

Para melhorar, o ideal seria que tivesse alguma maneira (boletos, cartões pré-pagos?) para que quem não tivesse cartão de crédito também pudesse pagar pelo aplicativo.

Todos os dados do sistema estariam disponíveis para serem auditados publicamente, tanto pelo estado, quanto pelos usuários. O estado fica mais eficiente sabendo quanto os taxistas estão ficando ociosos e a duração das suas corridas, e o usuário pode ficar mais em cima de problemas acontecendo nos taxis.

Ao fim de cada corrida, o usuário avaliaria o taxista e no caso de uma nota abaixo da média, informaria os problemas que seriam acumulados no perfil do taxista para uma auditoria posterior.

Claro que tem alguns problemas a serem resolvidos nessa idéia: será que ser gerenciado por cada cooperativa é uma coisa eficiente? Ou será que era melhor fazer uma fundação (tipo a Free Software Foundation) que ficasse responsável pela implementação e manutenção do sistema?

Acho que seria um caminho melhor e mais próximo do que eu acho ideal, mais próximo da socialização do uber. [Socialize Uber]

12 Aug 23:53

The very first time you are handed access to production

by sharhalakis

by @uaiHebert

05 Aug 22:49

If coders were football players

by CommitStrip

05 Aug 15:38

Engineer Creates Endless Slinky Stairway [Video]

by Geeks are Sexy

From Matthias Wandle:

This project started with some idle chatter with some guys I used to work with. Eric had this idea for a “slinky machine”, which would essentially become an escalator on which a slinky continuously descends. Years passed and I occasionally teased Eric about it. Eventually, I figured he’d never build it and it was fair game for me to do it.

[Matthias Wandel | Via LS]

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04 Aug 13:37

A Very Common Coder’s Youthful Mistake

by CommitStrip

31 Jul 02:54

Trying the code multiple times, hoping it will eventually work

by sharhalakis

by @uaiHebert

28 Jul 19:45

Joining the live pool

by sharhalakis

by DsUllman

28 Jul 00:48

Totally overwhelmed

by CommitStrip
Renato Cerqueira

Queria eu ter estar fazendo umas coisas tão maneiras ahahahah

27 Jul 17:15

Mas eu não sou machista!

by Clara

A reação dos homens quando uma mina aponta machismo em alguma coisa que fizeram/disseram é quase sempre a mesma.

EEEEEUUU? EU NÃO SOU MACHISTA!

E exemplificam exaustivamente seus nobres atos de não-machismo, tipo “fui criado numa casa apenas com mulheres” (spoiler: isso não quer dizer nada), “acredito na liberdade sexual das mulheres” (como se isso não os beneficiasse, rs) ou qualquer outra coisa do tipo.

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Pois bem, tenho uma novidade: não é porque você deixou de ser machista em algum momento que está imune pra sempre. O machismo é a norma, é o filtro com que a sociedade (ai, a sociedade) percebe nossos comportamentos. Por isso é “normal” um cara pegar todas, mas uma mulher que é dona de sua vida sexual vira vagabunda, ou, nas palavras daqueles que “não são machistas, mas”, estão emulando o pior do homem, como se nossas vontades estivessem atreladas ao que eles são. Isso é machismo também, viu? E ter atitudes e pensamentos machistas não significa que você é uma pessoa horrível que merece apanhar na rua, mas que você está reproduzindo o que nossa sociedade tem como norma e que está na hora de prestar atenção nisso pra não repetir. É um longo processo de desconstrução. Vai ser chato. Mas tem que acontecer.

Eu sou branca. Vivo prestando muita atenção pra não ter nenhum comportamento racista contra pessoa alguma. Mas tenho a consciência de que já tive. Porque racismo também é a norma e, diferente de quando se trata de machismo, o sistema me beneficia e estou em uma posição privilegiada. Ou seja: eu não sofro racismo. Não, gente, não existe racismo contra brancos, não existe racismo reverso, parem de se constranger com essa ideia.

Morro de vergonha? Morro de vergonha. Quero desaparecer quando penso que, há tempos, tirei onda do cabelo de uma mulher porque estava com raiva dela. Eu podia ter falado QUALQUER outra coisa, mas fui falar do cabelo crespo. Fui o que? Isso mesmo, racista. E é pensando nisso que eu consigo me policiar pra NUNCA MAIS reproduzir esse horror.

Seria fantástico se os homens que querem apoiar o feminismo, em vez de ficarem negando o machismo, nos escutassem, revissem e morressem de vergonha de seus comportamentos para, quem sabe, conseguirem começar a mudar alguma coisa. A primeira coisa a fazer pra resolver um problema é admitir que ele existe. Sei que é difícil, pois isso envolve abrir mão do bom e velho privilégio, mas boto fé que não seja impossível. Já vi muito homem ecoando discurso feminista dizendo “mas isso não é feminismo, isso é bom senso” ou coisa parecida. É feminismo sim, lindo, e se você não só concorda como defende já é um passinho a mais na caminhada da sua desconstrução.

E antes que alguém chegue falando “afff estão falando de macho de novo”: eu acho sim importante falar com os homens.  Mulher alguma é obrigada nem a conviver, nem a conversar, nem a aceitar, nem a explicar nada, mas eu, particularmente, não vejo como uma sociedade pode mudar sem incluir os homens no processo de mudança. Se o cara aprende, muda e para de infernizar a vida da irmã, da namorada, da vizinha, são as mulheres que vão se beneficiar disso. Nós.

Digamos que fosse possível empoderar todas as mulheres. Todas. Faríamos o que com os homens, caso eles não fizessem parte do processo de mudança? Isolamento? Prisão? Morte?

Tem muitos homens que eu admiro e não por seus posicionamentos em relação ao feminismo, e fico bem feliz quando vejo que estão abertos a escutar. Não quero ter que isolar os caras. Não quero ter que parar de falar com eles, parar de ler seus livros, escutar suas músicas, ignorar sua arte. Não quero. Quero que eles escutem e percebam que dizer “EU?! EU NÃO SOU MACHISTA” não ajuda em processo de mudança e não engana ninguém.

É claro que um cara que, ao ser confrontado, em vez de pensar “existem mulheres que discordam de mim, vou escutar” sai correndo em círculos de cuecas dizendo “feminazis histéricas não entenderam nada!!!” não está querendo conversar, e com esses eu não quero diálogo mesmo. Não existe diálogo mediante ofensa, né? Pra haver diálogo tem que todo mundo estar aberto a ouvir e, neste caso, admitir cagadas.

Estou sonhando alto? Talvez. Mas quero pensar que o que fazemos realmente surte algum efeito e que as próximas gerações não sofram tanto com isso quanto nós.

27 Jul 13:09

The Last //TODO

by Oliver Widder
24 Jul 22:17

Freeheld - Official Trailer

by Trailers

This first trailer for Freeheld was just released today by Lionsgate. It will open in theaters on October 2nd, 2015. Freeheld stars Steve Carell, Ellen Page and 2015 Academy Award winner for best actress, Julianne Moore.

New Jersey police lieutenant, Laurel Hester, and her registered domestic partner, Stacie Andree, both battle to secure Hester's pension benefits when she is diagnosed with terminal cancer.

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Release: 2 October 2015
Genre: Biography | Drama | Romance
Cast: Julianne Moore, Ellen Page, Steve Carell
Director: Peter Sollett
Writer: Ron Nyswaner
Studio: Lionsgate
23 Jul 16:23

Marvel Superheroes and Villains as Dogs [Gallery]

by Geeks are Sexy

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In this fun series of illustrations, Twin Cities-based artist Josh Lynch re-imagined various Marvel superheroes and villains as dogs, and I have to admit, each race of dog totally fits with the character it represents.

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[Source: Josh Lynch on Behance]

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22 Jul 22:42

Spectre - Official Trailer

by Trailers
Renato Cerqueira

Christopher Waltz! :D

This trailer for Spectre was released today by Sony Pictures. Daniel Craig will be James Bond for the fourth time. Spectre also stars Christoph Waltz, Ralph Fiennes, Monica Bellucci and Léa Seydoux under the direction of Sam Mendes. Spectre promises to be another big success for the Bond franchise.

A cryptic message from Bond's past sends him on a trail to uncover a sinister organization. While M battles political forces to keep the secret service alive, Bond peels back the layers of deceit to reveal the terrible truth behind SPECTRE.

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Release: 6 November 2015
Genre: Action | Adventure | Thriller
Cast: Daniel Craig, Christoph Waltz, Ralph Fiennes, Monica Bellucci
Director: Sam Mendes
Writer: John Logan (screenplay), Neal Purvis, Robert Wade
Studio: Sony Pictures
22 Jul 13:15

deep-dark-fears: A submission from cryokineticwolfies to deep...



deep-dark-fears:

A submission from cryokineticwolfies to deep dark fears.

I’m re-blogging this one because it won an award from the Society of Illustrators. The medal just came in the mail today! You can see it in New York til the 25th!

20 Jul 13:22

When you miss the last deployment step

by sharhalakis

by @uaiHebert

16 Jul 14:22

A Brief History of Flash

by CommitStrip

14 Jul 16:55

When a bug you fixed gets re-introduced

by sharhalakis

by Jacob

12 Jul 21:36

Sweet N64 Table Has N64 Inside Table

by Luke Plunkett

Considering my only memories of playing the N64 were of playing in large groups and eating a ton of shitty food, this custom console build seems very practical.

Read more...










07 Jul 14:13

A fear submitted by Avalon to Deep Dark Fears. Thank you! The...



A fear submitted by Avalon to Deep Dark Fears. Thank you! The new Deep Dark Fears book is available now at Amazon, B&N, IndieBound, iBooks, Google Books, your local bookstore, and wherever books are sold!

07 Jul 01:23

The Fist Bump [Comic]

by Geeks are Sexy
07 Jul 01:20

Awesome Mashup Cake: If Tim Burton Designed Mario [Pics]

by Geeks are Sexy

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Check out this amazing wedding cake by the Little Cherry Cake Company mashing up the world of Super Mario and The Nightmare Before Christmas.

So this amazing bride and groom loved both Nightmare Before Christmas and Mario and didnt know which to choose. Why choose when you can have both!?! I love it when a couple just gives me free reign with design and lets me run with crazy ideas haha.

Mario and Peach as Jack and Sally, Oogie Boogie as Yoshi, Lock, Shock and Barrel as Shy Guys and some spooky Mario characters – Boo Ghosts, Dry Bones and dark Piranha plants.

The mario landscape even features spiral hill around the back and the brides favourite – Zero.

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[Little Cherry Cake Company | Via TN]

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07 Jul 00:48

Using the right command on the wrong environment... as root

by sharhalakis

by @uaiHebert

07 Jul 00:43

What 15 Minutes Of Playing For Honor Felt Like

by Steve Bowling on Talk Amongst Yourselves, shared by Tina Amini to Kotaku

I join the fray, sword in hand. I rush into the thick of battle. Amid the chaos I spot a serious threat. I wade through the carnage to him and we began to duel. Moments later, he is dead. Two more come to avenge him. I’m nervous. I know I won’t win. That’s when I realized it—For Honor has its hooks in me.

Read more...










07 Jul 00:37

Emulator Within An Emulator Runs Almost Perfect Pokemon

by Luke Plunkett

We missed this earlier in the month, but the talented team behind the Dolphin emulator have done something very cool: they’ve got N64 games working on the GC/Wii emulator by running their virtual console versions.

Read more...










05 Jul 23:25

Don’t bother the coder

by CommitStrip



30 Jun 23:25

Coder Dilemma #6 – Choosing the right stack

by CommitStrip

30 Jun 02:46

This Heath Ledger Joker Cosplay Is Absolutely Fantastic! [Pics]

by Geeks are Sexy

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This Heath Ledger Joker cosplay is one of the best Joker cosplay I’ve seen. The resemblance between this guy and the main villain from “The Dark Knight” is so close, it’s kind of unsettling.=!

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Photography by York in a Box.
Model and Costume: Jesse Oliva

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25 Jun 13:53

Calvin and Hobbes for June 24, 2015

23 Jun 16:21

Google Computers ‘Dream’ Up Imagery

by JLister

googledream1

Google has published pictures produced by the closest thing to a computer dreaming.

The pictures come from Google’s attempts to refine image recognition. That remains a subject where computers lag far behind human beings, despite having the advantages of speed, accuracy and endurance.

The problem for computers is that their traditional approach of breaking a task down into the smallest possible components and crunching the numbers sequentially can’t compete with the human ability to intuitively and almost instantly recognize patterns and compare multiple possibilities: hence the way we can spot a friend in the street even if they have a new hairstyle or clothes we’ve never seen before.

Google, like several other organizations, has been experimenting with artificial neural networks. These try to simulate the way the brain uses a grid of neurons to create huge numbers of potential pathways and thus be able to run through multiple possibilities at once.

With images, it appears the brain solves the mystery by running through a series of steps. Google says one possibility is that the brain starts out with edges and corners to get an overall shape (which could perhaps be called jigsaw logic) , then looks for familiar shapes and patterns within the picture to get more context, then finally drills down to the fine detail.

Google has now experimented with reversing the process to look for flaws in the way its artificial neuron network detects image components. It did so by feeding in images and asking it to highlight possible examples of a particular component, then feeding that image back in to get even more exaggerated highlighting, and so on in a loop.

It turned out that with the right programming, the network could “spot” almost any pattern in an unconnected image, similar to the way people look for patterns in clouds:

googledream2

In some cases the process highlighted problems with the set-up. For example, asked to spot patterns of dumbbells, the network did so, but every resulting “dumbbell” shape also included a hand and bicep holding it. That turned out to be because Google’s network of images matching the description “dumbbell” was dominated by pictures of people using them in workouts.

The team also tried out having the network create images starting with a picture made up of entirely random noise, similar to an analog TV picture with no station tuned in. The resulting images [pictured top] were effectively created solely by the network interpreting randomness by shaping it to match the subjects that were “on its mind”, similar to one theory about how dreaming works.

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