Rafael Bernard Rodrigues Araújo
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Lenovo é pega pré-carregando malware em seus notebooks
O quanto você confia em um hardware recém-tirado da caixa? A lógica diz que qualquer dispositivo mobile, desde que possua procedência confiável deveria ser absolutamente seguro em seus primeiros minutos de utilização, sejam smartphones ou notebooks, antes de atocharmos todo tipo de software suspeito neles, conscientemente ou não. Certo?
Errado. A comunidade constatou não tem muito tempo que a Lenovo está pré-carregando um perigoso malware em alguns notebooks, e suspeita-se que toda a sua linha está comprometida.
O movimento da Lenovo foi descoberto em setembro: usuários começaram a notar que os resultados de busca vinham com sugestões patrocinadas, como ocorre quando seu PC está infectado. O caso é que isso acontecia com máquinas novas, sem que praticamente nada fosse instalado.
O malware em questão, chamado VisualDiscovery (desenvolvido por uma empresa chamada Superfish) injeta ads nas buscas e em alguns sites, mostrando se tratar de um adware/spyware safado como tantos outros. Pré-carregado no sistema, a Lenovo se limitou a dizer que “o usuário pode não concordar com os termos de serviço”, dando a entender que ele pode ser desativado.
Entretanto este é apenas um dos aspectos do tal malware: a comunidade descobriu também que ele instala seu próprio certificado de autoridade auto assinado, que lhe permite se intrometer em conexões seguras como transações bancárias. Em resumo, ele permite ataques do tipo man-in-the-middle, em que um hacker pode capturar dados dos navegadores sem que as duas partes percebam.
A Lenovo entrou na defensiva, dizendo que parou de incluir o software da Superfish em suas máquinas mas que isso seria apenas “temporário”, até a empresa se adequar e parar de exibir pop-ups; nada foi dito a respeito das outras falhas de segurança.
O software da Superfish é descrito como um malware perigoso por softwares antivírus, e na minha opinião a Lenovo deve ter levado uma grana e tanto para instalar algo tão pernicioso em sua linha de notebooks. Especula-se que todos os dispositivos estejam sujeitos ao malware, embora apenas screenshots tenham sido publicados até agora.
Em tempo: a falha parece afetar apenas o Internet Explorer e o Google Chrome, já o Firefox estaria blindado contra ataques man-in-the-middle por manter sua própria loja de certificados.
Fonte: TNW.
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HTTP/2 – Atualização do protocolo base da internet

HTTP é o protocolo de comunicação base usado para a internet funcionar. O nome é Hypertext Transfer Protocol. Olha só a palavra Hypertext aparecendo de novo. Onde mais você encontra ela? Isso! Exato! Na sigla HTML: HyperText Markup Language. O HTTP é o protocolo que troca ou faz a transferência de hipertextos.
Eu não vou explicar aqui o que é um Hipertexto porque eu sei que você já sabe. Mas a grande novidade é que durante os últimos 16 anos nós usamos uma mesma versão desse protocolo e agora a galera do IETF HTTP Working Group soltou a atualização, chamada de HTTP/2!
O HTTP/2 não é uma reescrita completa do protocolo, tanto que os métodos e códigos de status continuam os mesmos. O foco foi em performance. Especificamente para diminuir a latência percebida pelo usuário final, redes e a melhora do uso de recursos do servidor. Eles dizem que o objetivo principal é usar uma única conexão entre o browser e o website!
O ponto principal do HTTP/1.1 era que ele permitia que o seu site fosse comprimido pelos servidores e depois descomprimidos pelos computadores. Isso resolve uma série de problemas de tamanho em uma época onde conexão era muito restrita. A versão 1.1 do protocolo permitiu que a internet continuasse crescendo, resolvendo o uso de dados em grandes quantidades pelos websites.
A versão 2 tem quase o mesmo propósito. O principal problema resolvido agora é que o browser faz várias requisições de arquivos para o servidor montar seu websitio. Todo mundo aqui usa CSS, JS, imagens, vídeos, fonts e diversas outras coisinhas para fazer websites bonitos e agradáveis. Isso carrega demais as páginas e significa mais requisições entre browser e servidor.
O ponto é que o browser só consegue fazer uma requisição por vez, por servidor. Essas requisições demoram para serem feitas, principalmente quando há CSS ou JS bloqueantes. Por isso que muita gente, principalmente grandes websites, baixam imagens, JS, CSS etc de diferentes servidores. E aqui se forma o problema. Conforme isso vai acontecendo, a carga na rede, como um todo, aumenta bastante e vários outros serviços começam a engasgar.
O que muda então é o seguinte: enquanto hoje o browser faz uma requisição para ter uma resposta, ele vai fazer uma requisição e conseguirá ter várias respostas de uma vez. Isso quer dizer que ele pode falar com o servidor uma vez e pedir tudo o que tem direito. Isso é muito importante e um grande avanço.
Isso não quer dizer que você vai desistir da performance do seu site, pelo contrário, você vai ter tempo para melhorar a performance de outros pontos, por exemplo, o processamento do computador ao montar sua página, uso de memória etc.
O Mark Nottingham, chairman do IETF, fez um post em seu blog no dia 18 de Fevereiro explicando o lançamento e dando mais detalhes.
Uma curiosidade interessante é que eles usaram o GitHub para definir as especificações, testes etc. Veja a especificação aqui.
Se tiver perguntas, o pessoal do IETF criou um FAQ bastante extenso explicando uma série de perguntar pertinentes.
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Este artigo foi escrito por Diego Eis.
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Shumway, projeto do Firefox para executar Flash sem precisar instalá-lo

Flash segue sendo um pesadelo na Internet moderna.
Ter que instalar uma extensão para poder ver conteúdo multimídia não é uma coisa tão agradável, e menos ainda quando se trata de um software que demonstrou em várias ocasiões que pode gerar problemas de segurança, que consome muita memória, que requer atualizações constantemente…. Flash deveria ter sido eliminado há muito tempo (HTML5 colaborou muito para isso), porém, enquanto houver conteúdo em flash dentro da Internet, parece que continuará sendo preciso.
E digo “parece” porque Mozilla, responsável por Firefox, está trabalhando em Shumway, um projeto já instalado em sua versão Nightly que permite executar vídeos e animações realizadas em flash sem necessidade de ter que instalar a extensão de Adobe.
Embora no momento só funcione executando uma página em flash dentro da Amazon, a ideia é seguir trabalhando para torná-lo cada vez mais compatível com todas as animações existentes por aí. Google já trocou por padrão o reprodutor flash de seus vídeos, agora funcionam em HTML5, porém, são milhões os sites que não podem ser visualizados por causa desta insana dependência.
Na nota indicam que no momento só funciona com Windows “modernos” e Mac, por isso que não podemos testá-lo de um Linux nem Windows XP, e também no site do projeto deixam claro que usam HTML5, ou seja, não chega a ser nenhuma novidade, apenas estão explorando a construção de um representante fiel e eficiente para o formato de arquivo SWF.
Artigo escrito no br.wwwhatsnew.com
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Veja também:
4 ferramentas indispensáveis para e-mail marketing
Para se aproximar de seus clientes e manter com eles um relacionamento de qualidade, cada vez mais as empresas no mundo todo têm apostado em estratégias de e-mail marketing, aprimorando-as constantemente através de testes A/B, verificando quais são os melhores dias e horários para o envio dos e-mails e testando a reação dos usuários a cada tipo de conteúdo.
Porém, além de contar com uma ferramenta específica, que permita segmentar a sua base de dados, medir os seus resultados e realizar testes periodicamente, existem ainda outros utilitários que podem complementar a sua estratégia de e-mail marketing. Quer conhecer alguns deles? Então continue lendo o nosso artigo de hoje!
Puts Mail
As estatísticas comprovam a importância de um bom layout na web, o que significa que o sucesso da sua campanha de e-mail marketing pode estar diretamente relacionada ao visual das suas mensagens. O Puts Mail é uma ferramenta complementar que faz testes para verificar como o seu e-mail vai chegar à caixa de entrada da sua base de clientes. Ele testa o formato para vários tamanhos de tela e garante que as suas mensagens cheguem configuradas e com o design que você planejou!
Litmus
Assim como o Puts Mail, o Litmus é uma ferramenta de testes, mas um pouco diferente. Com ele, você pode:
- Visualizar como as suas mensagens aparecerão nas telas de diferentes aparelhos (inclusive em modelos específicos);
- Contar com um editor para deixar o layout dos seus e-mails com a cara da sua empresa;
- Verificar se seus e-mails estão sendo barrados por filtros de spam;
- Ver o que aconteceu com as mensagens depois que elas foram entregues;
- Checar como as landing pages dentro dos seus e-mails vão aparecer em diferentes navegadores (Explorer, Firefox, Chrome, etc.);
- E ainda testar o visual dos seus e-mails transacionais.
Vale lembrar ainda que o Litmus se integra ao seu sistema de envio de e-mail marketing.
Inkbrush
Essa é uma ferramenta pensada especialmente para o design do seu e-mail marketing. Ela permite customizar com minúcia o layout das suas mensagens, inclusive com suporte do Photoshop. O Inkbrush também conta com exportação direta dos seus e-mails para a sua ferramenta de envio ou download do HTML das mensagens.
Mail Tester
O Mail Tester é uma página que funciona em quinze idiomas diferentes e permite verificar gratuitamente o nível de spam da sua campanha de e-mail marketing. Para isso, basta enviar uma mensagem para o endereço disponibilizado no site e, em seguida, verificar a sua pontuação.
Todas essas ferramentas podem te ajudar a otimizar o seu e-mail marketing, porém, é preciso se lembrar de que nenhuma delas será de grande utilidade se você não contar com um bom sistema de envios, que te permita segmentar a sua lista de contatos e acompanhar em tempo real a performance da sua campanha.
E você, já tinha ouvido falar ou utiliza alguma destas ferramentas? Ficou com alguma dúvida sobre como elas podem otimizar seu e-mail marketing? Deixe um comentário e divida com a gente suas experiências e opiniões!
O que faz o Ubuntu diferente do Debian?
Em 2014 o Ubuntu celebrou 10 anos de vida. Muitos sabem que ele é baseado em outra grande e excelente distro Linux: a Debian. A década deste sistema operacional, que começou com o apelido Utopic Unicorn, imprimiu algumas importantes mudanças na sua experiência com os usuários.
O processo de instalação do Ubuntu
Este foi um dos principais diferenciais nas primeiras versões, mas está longe de ser o único. Tudo o que a Canonical desejava era oferecer um processo de instalação mais fácil aos seus usuários e clientes.
Hoje, até mesmo o Debian está mais fácil de instalar do que àquela época — mesmo em modo texto. A minha opinião pessoal, contudo, é de que nada supera o netinstall do Debian — mesmo em modo texto.
Uma vez instalado, o Ubuntu mostrava um tema em tom marrom e não era muito mais do que uma réplica do Debian.
A popularidade do Ubuntu
Neste período, não só a popularidade do Ubuntu subiu, como a do Debian também.
Embora muitos usuários Debian tenham migrado para Ubuntu, também houve o fluxo contrário — houve pessoas (e ainda há) que decidiram experimentar e conhecer o Debian. Destes últimos, muitos não se arrependeram.
À época do lançamento do Ubuntu, a distro mais popular era o Mandrake, hoje chamada Mandriva — fruto da fusão ente duas grandes distribuições: Mandrake (francesa) e Conectiva (brasileira).
O instalador gráfico do Ubuntu se aperfeiçoou e o próprio ambiente de trabalho incorporou recursos gráficos mais atraentes aos novatos.
O Ubuntu já teve um foco maior em usuários Windows, chegando a ter um software chamado Wubi, que permitia instalar a distro em modo dual-boot — e era integrado ao sistema operacional de Redmond.
A versão de Junho de 2006 trouxe o compromisso de suporte prolongado — Long Term Supportou LTS.
As distro LTS desobrigavam os usuários a usar novas versões a cada 6 meses, uma vez que ofereciam maior estabilidade, junto com o suporte, por mais tempo.
Atualmente, as versões LTS, trazem suporte de 5 anos aos usuários — o que as torna indicadas para ambientes corporativos, usuários que precisam de estabilidade etc.
As versões intermediárias são voltadas a quem prefere novidades.
O novo visual do Ubuntu 10.04 distanciou-o significativamente do Debian e trouxe o Ubuntu Software Center pro centro das atenções.
As PPAs
Além dos repositórios oficiais, o Ubuntu introduziu a possibilidade de usuários oferecerem repositórios pessoais a outros usuários, de onde poderiam baixar e instalar seus pacotes de programas — as PPAs ou Personal Package Archives. Isto foi um grande incentivo para desenvolvedores independentes.
Quando algum aplicativo ou pacote se torna muito popular, é comum a Canonical integrar sua versão mais estável ao seu repositório oficial. O Ubuntu 11.04, trouxe o Unity pros palcos, com o objetivo de adaptar gradativamente o sistema a novos hardwares, como tabletes, phablets, smartphones netbooks etc. Esta mudança foi grande e gerou debates inflamados — alguns contra, outros a favor.
O coração ainda é Debian
Mesmo com tantas diferenças visuais e, por que não dizer, filosóficas — algumas coisas não mudaram. O Ubuntu é Debian, por dentro. Muitos dos pacotes disponíveis para baixar, instalar e rodar no Ubuntu, são oriundos dos repositórios instáveis do Debian. A metodologia de instalação e gestão de softwares continua a mesma entre as duas distribuições.
Só mesmo a interface com o usuário é que é dramaticamente diferente entre as duas.
Fica, aqui a sugestão para experimentar o Debian, se você for usuário do Ubuntu, e vice-versa.
Mensagem do anunciante:
Acesse e conheça as oportunidades para empresas de software. Torne-se Parceiro de Software Intel®
Direto do Brasil que dá certo: o KC-390 faz seu primeiro vôo
Todo brasileiro nasce otimista, mas com o tempo acabamos perdendo a fé. São tantos escândalos, tantas mesquinharias, tanta Lei de Gérson, tanto “entuba”, tanto “assim tá bom, não precisa caprichar” que nos desiludimos, normalmente por volta dos 6 meses de idade.
Mesmo assim, agindo escondido, de forma quase subversiva há um Brasil que se recusa a aderir ao Pacto da Mediocridade, há um Brasil que não acredita em Paulo Freire, um Brasil que quer ser o melhor no que faz, e briga por isso. É o Brasil do Ayrton Senna, é o Brasil da Embrapa, da Fiocruz, o Brasil do LNLS, é o Brasil da Embraer.
Pelo menos na parte AERO da tecnologia Aeroespacial nós mandamos muito bem, como você pode ver na foto acima. Eu sei você viu muitas imagens parecidas, mas essa é a primeira vez em que o KC-390 voa de verdade, sem ser CGI.
É um momento importantíssimo no desenvolvimento de qualquer avião. Nenhum simulador, nenhum conjunto de cálculos ou tabela de performances teóricas substitui o ar na asa.
Por isso tudo folgo em comunicar que o KC-390 fez seu vôo inaugural, e muito bem!
Embraer — Decolagem / Take Off KC-390 (Teaser)
A FAB já encomendou 28 unidades, que vão substituir os turbo-hélices Hércules e Búfalo, servindo como transportes, com capacidade para 23 toneladas, tanques para reabastecimento aéreo, unidades de ação rápida para brigadas paraquedistas e, se ouvirem minha sugestão, vetores de ataque ao solo, com a versão AC390.
Parabéns para a equipe da Embraer, são profissionais que estão fazendo o Brasil ser conhecido lá fora, sem ser por causa de bunda ou técnicas de depilação íntima.
Fonte: Embraer, uai.
ATUALIZAÇÃO: o Wagner nos comentários nos indicou um vídeo mais completo. Apreciem abaixo:
Alexandre Galante — KC 390 First Flight – Primeiro voo
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New year, new features
It’s been a busy quarter for us at Bitbucket. As you may have noticed, Bitbucket is faster than ever, and even more reliable for our human users, cloning agents, and even for our robot friends who reach on behalf of CI systems and other integrations.
We also have a bunch of new features that have launched recently. Here’s a recap:
Merged pull requests in compare view
It’s often useful to see the pull request history when comparing a branch to master, or between tags. In this way you could see all the features (and fixes) that have been pushed from, say ‘staging’ to ‘deployed’ versions of your application, shown as a list of pull requests.
A tab called ‘Merged Pull Requests’ now appears alongside the familiar ‘Diff’ and ‘Commits’ tabs on all Compare and Branch results to list any pull requests that have been merged into the source, and you can now examine each of these pull requests with a single click.
Introducing ‘Omnibar’
Sometimes you just can’t be bothered with your mouse. For the power users of Bitbucket, we’ve created the Omnibar, a one-stop shop for finding the things you want and taking action on them without ever having to leave your keyboard. Your repositories, pull requests, and issues are just a few keystrokes away. Just hit the period key to reveal Omnibar.
Ignore whitespace in diffs via URL
Depending on language and coder style, sometimes you do care about whitespace in diffs. But sometimes whitespace differences just clutter up the diff. Bitbucket now gives you the option to ignore whitespace in diffs.
Whenever you’re on a Bitbucket page showing a diff, you can add “w=1″ to the query string in the URL to force the diff engine to ignore whitespace when comparing lines. On reload, differences in the files where a given line has only unmatched whitespace will not be shown.
Custom tab size via URL
So, how wide should a tab be? It’s a matter of taste, and, if the discussions on our team are any example, of religious conviction. Now you can set all tabs in Bitbucket code displays to the width you believe is best by adding a “ts” query param to the URL and reloading the page.
For example, adding “ts=4″ to the query string of a URL will set the tab size to 4 spaces for all code on that page. The feature is currently supported in Chrome, Firefox, and Safari, but not Internet Explorer due to CSS limitations there.
Emoji Auto-complete
Sometimes, code comments, wiki pages, and readmes are just crying out for emoji. But who can remember ‘Face With Stuck-Out Tongue And Tightly-Closed Eyes?’ (表情(いー))
The many (many) emoji Unicode has to offer can now be entered in Bitbucket by ‘type-ahead’ when you type a ‘:’ followed by any part of the emoji description string (followed by a brief pause then pausing a bit). For example: typing ‘:ast’ will autosuggest a number of matching emoji including ‘:astonished:’ with the astonished face emoticon shown for your selection, ‘train’ will return all sorts of train emoticons.
Improved emoji
And, now, your emoji on Bitbucket are in high-res.
Bitbucket now supports the so-called ‘twemoji’ set used by Twitter and others, which cover the entire Unicode space with emoji in scalable, resolution-independent vectors. Previously, we were using a stagnant set of .png file emoji that simply scaled to twice their source size on high-dpi (including ‘retina’) screens, and didn’t map perfectly with modern Unicode characters. We render our new emoji set as native DOM images, and they look great in all modern browsers, including IE9.
Adobe processa Forever 21 por uso de software pirata
Eu ministro aula para fotógrafos iniciantes desde 2008. Comecei nas Oficinas Culturais do Estado de São Paulo em cursos oferecidos gratuitamente. Umas das constantes, com o crescimento da fotografia digital, foi a questão da edição das imagens. Todos os melhores softwares são pagos e, mesmo oferecendo opões gratuitas, os alunos não abriam mão de ter um Photoshop pirata instalado em seus computadores. A maior parte dos fotógrafos reclama muito quando alguém utiliza uma foto sua de modo indevido, mas não acha errado trabalhar com software pirata. A desculpa é sempre a mesma: “o software é muito caro”. Hoje a questão do preço mudou. Ter uma licença do Photoshop CC e do Lightroom CC custa a bagatela de R$ 22,00 (preço da mensalidade no Brasil). Embora manter os melhores softwares de edição de imagem de forma legal custe o mesmo que um lanche e um refrigerante, ainda tem gente que se aventura pelos domínios do lado negro.
Agora vem uma notícia bacana lá da terra do Tio Sam. Embora esse seja um caso corporativo, não deixa de ser interessante. Se grandes empresas tentam resolver sua situação com o típico jeitinho brasileiro, imagine o usuário doméstico.
No dia 29 de janeiro, a Adobe entrou com um processo no Tribunal Distrital da Califórnia contra a rede de lojas de roupas Forever 21. A acusação é muito simples: a Adobe garante que a Forever 21 levou a cabo 63 casos diferentes de utilização de software pirata com diversas cópias do Photoshop, Acrobat e Illustrator. E, para piorar a situação, a Autodesk e Corel se juntaram ao processo alegando utilização de cópias piratas do Autodesk, Winzip e PaintShop Pro. Ainda segundo o processo, a Forever 21 continuou a se utilizar das versões piratas dos softwares mesmo depois de ter sido contactada pela Adobe.
A Adobe acusa a Forever 21 de violação de direitos autorais dolosa, intencional e de forma maliciosa. As empresas de software pedem agora na justiça que seja decretado uma injunção para compensação por perdas financeiras, custos judiciais e danos adicionais. Ninguém sabe como, mas a Adobe juntou ao processo documentos detalhados de todas as 63 violações de direitos autorais com números de inscrição e datas de instalação dos softwares. Isso nos faz pensar se a Adobe realmente não tem acesso a cada versão pirata do Photoshop instalada pelo mundo. Segundo o The Verge, muitas empresas começaram a utilizar a versão pirata do software quando a Adobe moveu suas operações para a Nuvem em 2013 e passou a vender pacotes de utilização com pagamento mensal. Por outro lado, a Adobe possui um intensa campanha incentivando empregados a denunciarem seus empregadores por utilização de software pirata.
Por mais que alguns tenham torcido o nariz para a versão Creative Cloud do Photoshop e Lightroom, eu fiquei muito feliz. Pela primeira vez tive a oportunidade de utilizar a última versão do software e ter acesso a todos os seus benefícios.
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Veja quais são os cargos que possuem os maiores salários de TI
Novidades:
A área de TI, já a algum tempo, desperta interesse por vários profissionais e estudantes tanto pelo boom tecnológico que vivemos tanto pela remuneração que, apesar de não ser regulamentada, ainda apresenta um bom retorno financeiro, todavia não são todos os cargos que pagam bem. Confiram abaixo os cargos que pagam os maiores salários de TI.
Os dados abaixo foram apresentados pela Catho (plataforma online com classificados de empregos e currículos) onde são listados os 15 cargos com os maiores salários de TI.
No topo da lista, o cargo de Administrador de Banco de Dados (DBA) pode chegar a um salário médio de quase 6 mil reais, enquanto isso, o Analista de Processamento de Dados ganha remuneração média de 4 mil reais.
Na 47ª edição da Pesquisa Salarial e de Benefícios que a empresa realiza, 497 mil profissionais foram entrevistados em 1580 cidades brasileiras.
Além do ranking, especialistas do site de recrutamento também apontam alguns itens que podem ajudar a conquistar uma remuneração mais alta. Fluência em idiomas, qualificações, mestrados e doutorados podem fazer com que o profissional ganhe até 74,7% a mais do que quem possui apenas a formação superior.
De acordo com a pesquisa, um Desenvolvedor Web com mestrado ou doutorado pode chegar a ganhar mais de 10 mil reais.
Já quem trabalha em Processamento de Dados pode ter o salário dobrado simplesmente por saber falar outra língua.
O domínio da língua inglesa é fundamental
Confira o ranking completo com os 15 cargos mais bem pagos em TI:
Portanto se você está querendo entrar na área de TI ou quer se especializar em alguma área específica, tenha em mente que uma boa graduação além de domínio da língua inglesa são fundamentais para o sucesso na área de TI. Uma dica importante é tirar o maior número de certificações possíveis, ITIL, COBIT, CCNA, LPI, Oracle, etc. Isto é muito bem visto pelo mercado e com certeza você será mais valorizado financeiramente.
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Mais tropeços na regência
Como comentei em artigo anterior, há muita gente tropeçando na regência dos verbos. Na linguagem informal oral, isso passa batido, não causa muito mal-estar. Mas quando o erro está escrito, e escrito por quem tem obrigação de escrever corretamente, a coisa muda de figura.
Vejam mais dois exemplos de cochilada com a regência.
A Abril errou bem feio aqui. Um das formas corretas, que respeita a regência do verbo, é: “Veja a música da cantora cuja letra muita gente confunde”. Ou: “Veja a letra da música da cantora que causa confusão em muita gente”.
Você sugere outra?
Mais um exemplo. Na verdade, são dois no mesmo texto, provando que o autor acredita ser essa forma correta de escrever.
No artigo do UOL, sobre a possibilidade de celular ser infectado via carregador, o redator escorrega feio na regência. Forma correta? “Cuja procedência você desconheça”, ou: “De procedência desconhecida”.
Regência verbal é uma área pantanosa, que exige atenção e estudo. Não confie no ouvido, pois muito provavelmente ele esteja acostumado com as formas equivocadas vistas nestes dois artigos. E se você acha que isso não é muito importante, saiba: no último concurso público para escrevente da Justição de SP, a primeira questão da prova era de… regência verbal. E envolvendo uma frase exatamente como a mencionada no artigo anterior.
Era assim: devia-se completar a frase, tirada de uma tirinha: “Eu queria que o mundo fosse um lugar ________ todo mundo fosse igual.” E uma das alternativas, obviamente, era “que”. De acordo com o Yahoo e com aquela vaga de emprego, essa seria a certa. A alternativa correta, é claro, era “em que”.
Você tem dúvida sobre a regência de algum verbo? Tropeça com freqüência em alguma? Desabafe conosco nos comentários.
Abraço.
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Plano de leitura bíblica de 30 dias para novos convertidos
A importância do e-mail no rastreamento de IPs na Internet
Artigo feito com a colaboração de Fernando Neves*
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A identificação inequívoca de um usuário é um ponto essencial na análise forense computacional. Para que se possa atribuir responsabilidade e autoria de um ilícito a uma determinada pessoa, ou mesmo a grupo de pessoas, não é possível restarem dúvidas quanto à questão da identidade.
Porém, em um mundo virtualizado, no qual os usuários dispõem de inúmeros recursos para manutenção de total anonimato (como o TOR – The Onion Router -, software livre que dificulta o rastreamento e a interceptação de informações trafegadas em rede), rastrear uma identidade de forma consistente tornou-se um grande desafio para os peritos e investigadores forenses.
Mesmo no meio corporativo, em ambientes que, normalmente, possuem grande aparato tecnológico para a segurança da informação, um “simples” compartilhamento de senha entre usuários pode desencadear um evento desastroso, o qual, por si só, já demandaria uma análise pericial profunda. Nesses casos, as enormes dificuldades de rastreamento do verdadeiro responsável podem, em algumas situações, até inviabilizar sua identificação pela perícia.
Para ilustrar essa problemática forense, vamos tomar como base um caso prático e baseado em fatos reais, em que um gerente de uma grande empresa recebeu diversos e-mails com ameaças baseadas em calúnias e difamações de sua vida pessoal e profissional. O remetente, nesse caso, utilizava-se de uma conta de e-mail falsa para suas atividades ilícitas. Com a técnica apelidada de “e-mail binado”, os investigadores conseguiram identificar os dados do criminoso.
É importante salientar que o cenário, os fatos e todos os dados encontram-se completamente distorcidos, sem qualquer relação direta com a real ocorrência.
Caso prático – rastreando identidade com um e-mail binado
Em março/2013, o diretor de TI de uma grande companhia de alimentos começou a receber e-mails de um remetente anônimo na tentativa de chantageá-lo. Tratava-se de e-mails caluniosos, que supostamente denunciavam fatos profissionais e pessoais constrangedores desse diretor. O remetente ordenava que o diretor solicitasse a própria demissão da companhia; caso contrário, todos os “fatos” seriam levados a público.
A reação do diretor foi a de meramente ignorar o que julgava se tratar de uma “brincadeira sem graça”. Como eram fatos infundados, simplesmente não fez questão de levar a conhecimento de ninguém. Mesmo recebendo e-mails do caluniador quase que diariamente, a atitude foi sempre a mesma: desprezar as mensagens.
Passado o prazo limite informado pelo caluniador no e-mail, o “Sr. Silva”, como este assinava, realmente cumpriu sua promessa. Iniciou um ataque, disparando informações caluniosas e difamando o diretor não apenas para todos os e-mails internos da empresa, mas também para o e-mail particular da esposa do diretor. O assunto ganhou os corredores, seu casamento ficou em crise e a situação, cada vez mais insustentável. Mesmo sem qualquer prova das acusações, o remetente dos e-mails despejava mensagens diárias caluniando o diretor de TI. Dessa forma, o assunto foi escalonado pela Presidência da empresa à Auditoria Interna, para tratamento da ocorrência.
Delegado um especialista forense computacional para a ocorrência, verificou-se, em primeiro lugar, que se tratava de um serviço de webmail russo. Em contato com o administrador do serviço, não se obteve qualquer resposta.
O segundo passo foi analisar as informações de cabeçalho dos e-mails recebidos, para identificar o endereço IP do remetente das mensagens. A informação não poderia ser mais insatisfatória, pois o endereço IP levava a um servidor de proxy anônimo da Ucrânia.
Nesse momento, sabia-se da complexidade e da falta de celeridade ao se optar por um trâmite jurídico para tentativa de obtenção do endereço IP do Brasil, fosse junto ao serviço de webmail Russo, ou mesmo junto ao serviço de proxy na Ucrânia. Muito provavelmente, anos se passariam até um desfecho, o qual já se esperava que não conduzisse às informações necessárias dos servidores estrangeiros.
Usando o conhecimento de casos como esse, onde a técnica do “e-mail binado” funcionou com sucesso, o especialista forense decidiu adotá-la.
Com a utilização do serviço de e-mail registrado da RPost, serviço de mensagem eletrônica que registra todo o trajeto de links e servidores percorridos pelo documento, desde a origem até o destino, trazendo informações exatas sobre o instante do envio e a chegada da notificação ao e-mail do destinatário, uma estratégia foi traçada.
Tal como o proxy anônimo usado, o método do envio de um e-mail binado consiste em se utilizar a funcionalidade de comprovação de envio e leitura da mensagem, presente na solução, para “aguçar” a curiosidade do criminoso enviando um simples e-mail e aguardando a sua LEITURA.
Na maioria das vezes, há um cuidado redobrado no envio de e-mails dessa natureza, mas como não se espera que o simples abrir de um e-mail na caixa de entrada possa revelar uma informação de rastreamento, nem sempre a cautela em utilizar o proxy anônimo para leitura pelos criminosos ocorre.
E felizmente, neste caso, o criminoso mordeu a isca e leu o e-mail, sendo possível obter um endereço de IP brasileiro: pudemos observar que o assunto e o conteúdo do e-mail foram um simples “OK”. O criminoso não foi “induzido” à leitura, mas o fez por sua própria vontade e curiosidade.
Vale ressaltar que o envio de um e-mail do tipo, com confirmação de recebimento e leitura, não infringe qualquer lei: pode-se dizer que se trata do equivalente, em meio virtual, ao envio de uma correspondência registrada e com AR (Aviso de Recebimento pelos Correios), ou mesmo de uma notificação extrajudicial enviada por meio de um cartório.
Após a abertura de um inquérito policial, para a quebra do sigilo do endereço IP brasileiro obtido, esta foi autorizada judicialmente, e o provedor de acesso informou os dados cadastrais relacionados ao endereço na data/horário da abertura do e-mail binado:
O usuário identificado batia com o cadastro de colaboradores da empresa: era um Gerente Geral da área de TI. Depois de identificado, ele confessou ter enviado os e-mails de calúnia, pois esperava que, com a saída do diretor, iria ele mesmo assumir o cargo que aguardava há muitos anos, sem sucesso. O desfecho, no entanto, foi muito diferente do que esperava: munida das evidências, a empresa optou pela demissão do Gerente Geral por Justa Causa, além de ele sofrer um processo criminal e cível por parte do diretor de TI, completamente prejudicado com a calúnia e difamação.
Pode-se perceber que com a utilização de métodos como esse, além do conhecimento técnico e jurídico, é de suma importância na ciência forense computacional um fator às vezes esquecido: a criatividade.
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Fernando Neves – Tem mais de 25 anos de experiência em gestão de negócios em empresas multinacionais. Construiu e executou nas empresas de tecnologia privadas e públicas, atuando como CEO, vice-presidente de desenvolvimento de negócios internacionais e consultor de grandes empresas corporativas em os EUA, Europa e América Latina. Ele atuou por vários anos como membro do Conselho Executivo do parceiro de negócios Lotus / IBM. Neves, um nativo do Brasil, possui graduação de Bacharel em Informática pela Faculdade de Tecnologia de São Paulo (FATEC) no Brasil e é formado em vários programas executivos na Escola MIT Sloan-of Business. Neves gasta seu tempo livre no mar, mergulho e windsurf.
Quem diria Leonardo da Vinci agora salva aviões
Leonardo da Vinci, além de pegador e aventureiro, conforme aprendi naquele documentário Da Vinci’s Demons, era um grande inventor, mas a realidade é que basicamente nada do que ele criou foi construído. Uma das teorias pop mais populares diz que ele era um viajante do tempo, o que justificaria seus projetos futuristas.
Entre todos os que ele criou um dos poucos que teria dado certo é o pára-quedas. Incontáveis vidas foram salvas por esse equipamento, novos esportes foram criados e a própria guerra mudou. Curiosamente sua invenção precede o avião em várias centenas de anos, mas mesmo assim a grande maioria dos pilotos não sabe saltar de pára-quedas.
Ele também não é útil quando você está em um 747, e mesmo em um F18 você precisa de um assento ejetor para escapar com segurança. Então, gente em aviões pequenos, as maiores vítimas de acidentes, continuam sem opção, certo?
Errado. Em 1982 um sujeito chamado Boris Popov apresentou um pára-quedas para uso em ultraleves. Em 1998, em parceria com a Cirrus Design mostraram um conjunto onde em caso de emergência um foguete é acionado, puxando o conjunto do pára-quedas, ele é inflado e o avião desce suavemente rumo ao chão.
“Ah, mas se já existe assento ejetor…”
Existe, custa uns US$ 2 milhões e você ainda tem que saber usar um pára-quedas. No caso dos equipamentos da BRS, basta ficar sentado e Newton faz o resto.
Esses pára-quedas já salvaram muita gente também. A última foi um sujeito de 28 anos pilotando um monomotor Cirrus SR22 indo da Califórnia para Maui, no Hawaii. Uma viagem de 4 mil quilômetros sobre o Pacífico. Como a autonomia do bicho é de uns 2 mil km, ele deve ter atulhado o avião de combustível, tanto que não teve espaço pra levar seus conhecimentos de navegação.
Isso mesmo, o sujeito se perdeu, pediu socorro e quando contactou a Guarda Costeira descobriu que ficaria sem combustível umas 230 milhas antes de chegar em Maui. A Guarda Costeira então direcionou o sujeito para encontrar um navio de cruzeiro que estava na região. Ao mesmo tempo mandaram um Hércules C130 para acompanhar tudo.
O avião ficou sem combustível como previsto e o sujeito foi inteligente a ponto de decidir que não era bom tentar um pouso na água. Acionou o pára-quedas, planou até o mar, com a porta já aberta, inflou um botinho e ficou esperando o escaler do navio chegar.
Depois disso foi só relaxar por dois dias até o Hawaii, aí só então cairá a ficha de que ele perdeu um avião de US$ 600 mil.
O melhor? Tudo foi filmado pelo pessoal do Hercules, veja que coisa linda a tecnologia em ação:
The Aviationist — Coast Guard C-130 films small plane saved by parachute before ditching off Hawaii
Historicamente aviões pequenos são muito mais perigosos do que os comerciais, mas tecnologias como esses pára-quedas estão mudando isso. Convenhamos é um senhor avanço, em comparação com a época onde tudo que o piloto podia fazer era rezar, atitude aliás não muito recomendada.
Fonte: HN.
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DevOps não está matando os desenvolvedores, mas sim a produtividade deles
O DevOps não está matando os desenvolvedores – pelo menos não todos os desenvolvedores que conheço. Mas está matando o desenvolvimento, ou a maneira como a maioria de nós pensa em como devemos construir e entregar software. O Agile carregou a arma. O DevOps está puxando o gatilho.
Fluxo em vez de entrega
A mudança radical está acontecendo na maneira como o software é desenvolvido e entregue. Os projetos de desenvolvimento de software em cascata de grande escala deram lugar à entrega em fases e abordagens em espiral, e depois a equipes menores que entregam código de trabalho em caixas de tempo utilizando Scrum ou outros métodos Agile iterativos. Agora as pessoas estão passando de Scrum para Kanban, e um fluxo contínuo de entrega de uma peça por vez, com implementação imediata e contínua de código para produção em DevOps.
A escala e o foco do desenvolvimento continuam diminuindo e o mesmo acontece com o prazo para a tomada de decisões e para executar o trabalho. Fases, marcos e revisões de projeto para sprints e reviews de Sprint para controles Lean além de limites WIP e a otimização de nível de tarefa. O tamanho das entregas: do que uma equipe de projeto pode entregar em um ano para o que uma equipe Scrum pode fazer em um mês ou uma semana, para como um desenvolvedor individual pode começar a trabalhar na produção em alguns dias ou algumas horas.
A definição de “Feito” e “Software Funcionando” muda de algo que é codificado, testado e pronto para demonstração, para algo que está trabalhando na produção – agora (“Concluído Significa Lançado“).
A entrega contínua e a implementação contínua substituem a integração contínua. A implementação rápida para produção não deixa tempo para testes ou para testadores manuais, o que significa que os desenvolvedores são responsáveis pela captura de todos os próprios erros antes que o código alcance a produção – ou fazer testes na produção e tentar detectar os problemas quando eles acontecem (também conhecido como “Monitoring as Testing“).
Porque o DevOps aproxima muito mais os desenvolvedores da produção, riscos operacionais tornam-se mais importantes do que os riscos do projeto, e as métricas operacionais tornam-se mais importantes do que as métricas do projeto. O funcionamento do sistema e o tempo de ciclo para produção substituem o valor agregado ou a velocidade. O estresse de alcançar os prazos é substituído pelo estresse de combater incêndios na produção e estar de plantão.
DevOps não é sobre a entrega de um projeto ou mesmo fornecer recursos. Trata-se de minimizar o tempo necessário e maximizar o fluxo do trabalho para a produção, reconhecer e eliminar o trabalho sucata e os atrasos e transferir, aumentar a confiabilidade do sistema e reduzir os custos operacionais, a construção de loops de feedback da produção para etapas do desenvolvimento, da padronização e automatização o máximo possível. É mais sobre o controle de fabricação do que processo de engenharia.
DevOps também mata produtividade do desenvolvedor
DevOps também mata a produtividade do desenvolvedor.
Se você tentar medir a produtividade do desenvolvedor por LOC, pontos de função, pontos de recurso, Story Points, velocidade ou alguma outra medida do quanto de código é escrito, menos codificação é feita, porque os desenvolvedores estão gastando mais tempo em trabalhos ops e lidando com interrupções, e menos tempo escrevendo código.
Tempo de aprendizado sobre a infraestrutura e plataforma e compreensão sobre sua configuração, certificando-se de que é a configuração correta. Construir pipelines de distribuição contínua e implementação contínua e mantê-los em funcionamento. Ajudar ops a investigar e a resolver problemas, respondendo às solicitações urgentes de clientes e às perguntas, olhando para problemas de desempenho, monitorando o sistema para certificar-se de que ele está funcionando corretamente, ajudando a realizar experiências A/B, forçando alterações e correções… tudo rouba tempo do desenvolvimento e impede que eles pensem sobre requisitos, design, codificação e testes (o trabalho para o qual os desenvolvedores são treinados e são bons em fazer).
O impacto de interrupções e multitarefas
Você não pode proteger os desenvolvedores de interrupções e alterações nas prioridades em DevOps, mesmo que utilize Kanban com limites WIP estritos, e você não quer. Os desenvolvedores precisam ser responsivos às operações e aos clientes, reagir aos comentários de produção, mergulhar nos problemas e ajudar a detectar e a resolver falhas o mais rápido possível. Isso significa que todos, especialmente os seus colaboradores mais talentosos, precisam estar disponíveis para ops na maioria do tempo, se não o tempo todo.
Os desenvolvedores se juntam aos ops de plantão após o horário, o que significa carregar um pager após o dia de trabalho. E o tempo desperdiçado em ligações de suporte para problemas que acabam não sendo problemas reais, longas noites e fins de semana no combate a incêndios e rastreamento de problemas de produção e ajudando a recuperar de falhas, chegando cansado no dia seguinte para passar mais tempo esgotado em incidente e testes de falhas e recuperação de avanço e roll-back e participando de pós-mortem e sessões de análise de causa raiz quando algo dá errado e a falha ou roll-forward ou roll-back não funciona.
Você não pode planejar as interrupções e os problemas operacionais, o que significa que os desenvolvedores vão perder seus compromissos com mais frequência. Então, por que assumir compromissos? Por que se preocupar com planejamento ou estimativa? Use a priorização just-in-time, em vez de se concentrar na coisa mais importante que os ops ou o cliente precisam no momento, e entregue o mais rápido possível – a não ser que algo mais importante venha à tona e se antecipe a isso.
À medida que os desenvolvedores aceitam mais tarefas e responsabilidades de suporte, multitarefas e alternância de tarefas – e as interrupções e as ineficiência que vêm com eles – aumenta-se a fragmentação do tempo destruindo a concentração. Isso tem um impacto imediato na produtividade e um de longo prazo sobre a capacidade das pessoas para pensar e resolver problemas.
Até mesmo o próprio loop de feedback da implementação contínua é uma interrupção no fluxo de um desenvolvedor.
Depois que um desenvolvedor verifica o código, executar os testes unitários em funcionamento na integração contínua deveria ser rápido, levando alguns segundos ou minutos para que eles possam seguir em frente com o seu trabalho. Mas para implementar imediatamente na produção significa executar por meio de um conjunto mais amplo de testes de integração e de sistemas e outras verificações na distribuição contínua (mais testes e mais verificações levam mais tempo), então execute as etapas até a implementação, e então faça o monitoramento da produção para se certificar de que tudo funcionou corretamente, e vá fundo se alguma coisa der errado. Mesmo que a maioria das etapas seja automatizada e otimizada, tudo isso tira tempo e atenção do desenvolvedor para trabalhar no código.
Otimizar o fluxo de trabalho dentro e fora das operações significa sacrificar o fluxo do desenvolvedor, e retardar o trabalho de desenvolvimento.
Expectativas, métricas e incentivos têm que mudar
No DevOps, a maneira como os desenvolvedores (e ops) trabalham e a maneira como eles precisam ser gerenciados mudam. Também é fundamental mudar as expectativas, as métricas e os incentivos para os desenvolvedores.
O sucesso de DevOps é medido por métricas operacionais de TI, e não pelo cumprimento das metas de entrega escopo do projeto, cronograma e custo, nem pelo cumprimento das metas de lançamento ou compromissos Sprint, ou até mesmo o cumprimento das metas de design de produtos.
- Quão rápido o time pode responder às mudanças e aos problemas importantes: alterar tempo de entrega e tempo de ciclo para produção em vez de entregar milestones ou velocidade
- Quantas vezes eles forçam as alterações para a produção (que ainda é a métrica com a qual a maioria das pessoas está mais animada – quantas vezes por dia, hora ou minuto Etsy, Netflix ou Amazon implementam mudanças)
- Quantas vezes eles cometem erros – Taxa de mudança/erro
- A confiabilidade do sistema e o tempo de atividade – MTBF e especialmente MTTD e MTTR
- Custo da mudança – Operações gerais e os custos de suporte
DevOps é mais sobre Ops do que Dev
À medida que mais softwares são entregues mais cedo e com mais frequência para a produção, o desenvolvimento se transforma em manutenção. O gerenciamento de projetos é substituído pelo gerenciamento de incidentes e de tarefas. O planejamento de horizontes fica muito mais curto – ou o planejamento é substituído por priorização da fila e triagem just-in-time.
Com a infraestrutura como código, Ops se tornam desenvolvedores, projetando e codificando infraestrutura e mudanças de infraestrutura, pensando pensando sobre a reutilização e a facilidade de leitura, duplicação e refatoração, a dívida técnica, a capacidade de teste e a construção em TDD para implementar TDI (Test Driven Infrastructure). Eles se tornam mais e mais Agile, fazendo pequenas mudanças com mais frequência, mais tempo de programação e menos em trabalho burocrático.
E os desenvolvedores começam a trabalhar mais como ops, assumindo responsabilidades de operações e suporte, colocando riscos operacionais em primeiro lugar, preocupando-se com a infraestrutura, construindo ferramentas de operações, encontrando formas de equilibrar as demandas imediatas de curto prazo para apoio operacional com objetivos de projeto de longo prazo.
Nada disso será uma surpresa para quem já vem trabalhando em um negócio online há algum tempo. Uma vez que você oferece um sistema e os clientes começam a usá-lo, as prioridades mudam, tudo sobre a maneira como você trabalha e plano têm que mudar também.
Essa forma de trabalhar não é, necessariamente, melhor ou pior para os desenvolvedores. Mas é fundamentalmente diferente de como muitos desenvolvedores pensam e trabalham hoje. É mais frenético e baseado em interrupções. Ao mesmo tempo, é mais disciplinado e mais improdutivo. Mais transparente. Exige mais responsabilidade e prestação de contas. É menos sobre desenvolvimento e mais sobre o lançamento, a implementação, as operações e o apoio.
Os desenvolvedores – e seus gestores – precisarão se acostumar a fazer parte do panorama geral de executá-lo, o que é muito mais do que projetar aplicativos, escrever e entregar o código. Esse pode ser o futuro do desenvolvimento de software. Mas nem todos os desenvolvedores vão gostar, ou ser bom no que fazem.
***
Artigo traduzido pela Redação iMasters, com autorização do autor. Publicado originalmente em http://swreflections.blogspot.com.br/2014/07/develops-isnt-killing-developers-but-it.html
Vulnerabilidade séria é encontrada - e consertada - na Glibc
Hora do upgrade! Juntamente com o kernel, a libc é uma parte fundamental do software básico dos computadores com Unix e derivados, e a GNU libc é uma versão popular entre as distribuições Linux, o que aumenta a atenção necessária a este bug, em especial para quem tem computadores ou outros aparelhos expostos à Internet e que não possam receber upgrade imediato.
O bug pode ser explorado por meio das funções gethostbyname() e gethostbyname2(), usadas pela maioria dos programas que trabalham com endereços de hosts - incluindo navegadores, clientes de e-mail, comunicadores instantâneos, servidores diversos, etc.
Por meio do bug é possível fazer executar código arbitrário, que rodará com a permissão do software que estiver sendo explorado. (via beta.slashdot.org - “Serious Network Function Vulnerability Found In Glibc - Slashdot”)
O artigo "Vulnerabilidade séria é encontrada - e consertada - na Glibc" foi originalmente publicado no site BR-Linux.org, de Augusto Campos.
Tem que aprender desde cedo né?
Hubert 'depesz' Lubaczewski: Waiting for 9.5 – Use abbreviated keys for faster sorting of text datums.
dúvida
As dúvidas são mais cruéis do que as duras verdades.
(Moliére)
Send to KindleConselho às mulheres casadas (1)
Se você não tem nada de bom para falar sobre o casamento, cale a boca!

Uns 20 anos atrás conheci dois jovens cristãos; vou chamá-los de Débora e de Moreira (nunca gravei o nome dele). Formavam um daqueles casais de capa de revista de moda, de anúncio de chinelo Havaianas, de comercial de plano de saúde: eram ambos lindos. Ela tinha longos cabelos loiros cacheados, um sorriso contagiante, era simpática ao máximo, cristã séria, nem um pouco exibida por sua beleza. Ele era um cara alto, de ombros largos, um sorriso branquíssimo, amplo, quase infantil de tão sincero, cabelos pretos bem arrumadinhos.
Não lembro exatamente em que ocasião os conheci, mas sei que fui próximo de ambos, principalmente dela, que conviveu mais comigo e com minha esposa a ponto de me chamar de pai. Pois lá estávamos, em uma grande conferência cristã. E lá eles entenderam ser de Deus o que já sentiam um pelo outro, e Moreira pediu a Débora em casamento.
Um dia ou dois depois disso, Débora nos procurou chorando, falando em terminar tudo com o Moreira. Perguntei a razão. “O que as pessoas estão falando! A Sílvia, esposa do presbítero Daniel, me disse que teve um sonho e que isso não é de Deus. E ela é minha amiga! Outras irmãs me disseram que hoje é tudo assim, cheio de amor, porque eu tô bonita, com tudo em cima, mas é só casar, ficar gorda, ter filhos, que a paixão toda vai acabar. Que o Moreira tá bonitão agora, mas é só casar que fica barrigudo, não tem mais carinho, só exigência.” Então, com os olhos vermelhos de chorar, me perguntou: “Será que todo casamento é assim?”
(Eu não recordo as palavras exatas ditas, mas o que ela me disse tinha exatamente esse teor.)
Fiquei furioso! Pensei em distribuir uns murros e uns puxões de cabelo neemiásticos (Ne 13.25) entre aquelas aves agoureiras. Mas preferi, com minha esposa, consolar a Débora.
“Será que todo casamento é assim?”
“Filha, ignore absolutamente o que essas frustradas estão falando. As casadas, por não viverem um casamento decente, satisfatório, por não se empenharem em ter um bom ambiente conjugal, por acharem que é assim mesmo, não conseguem ver um casal feliz sem achar que terá de terminar como elas. As solteiras estão, na verdade, doidinhas pra casar… com o Moreira! Você escolheu o cara; você acha que elas iam deixar barato? O Moreira deve estar ouvindo a mesma coisa por parte daqueles cretinos que estavam de olho em você. Estão torcendo pra vocês dois terminarem pra terem alguma chance. Débora, ignore essas pessoas que não têm um bom casamento porque não querem, porque não se submetem à orientação da Bíblia, porque não dependem do Senhor e de Sua graça, porque não fazem a lição de casa e querem só o bom resultado. Case e esfregue na cara delas, por anos a fio, que é possível, sim, ter um casamento constantemente cheio de alegria, prazer, satisfação mútua, respeito, carinho, doçura.”
(Eu não recordo as palavras exatas ditas, mas o que eu lhe disse tinha exatamente esse teor.)
Eles casaram. Infelizmente, o casamento não durou muito, pois Moreira não obedeceu à ordem bíblica de deixar pãe e mãe: permitiu que sua mãe se intrometesse na vida deles, a tal ponto que tiveram de se divorciar. A essa época, eu já havia perdido o contato com eles e não pude ajudá-los de modo algum. Só fiquei sabendo de tudo muitos anos depois. Mas mesmo isso confirma o que eu havia dito a ela: quem não se submete à orientação bíblica tem um casamento frustrado. Ou arruinado.
Com tristeza eu observo que aquilo que Débora sofreu acontece constantemente hoje em dia entre cristãos. Nada muda: mulheres frustradas com o casamento, em alguma área, em alguma medida, não suportam ver namorados ou recém-casados se acarinhando, se mimamdo, servindo-se mutuamente, sentindo prazer e alegria na presença um do outro, chamando-se de apelidos carinhosos, que logo precisam desfilar sua “experiência” na forma de alertas: “Isso só dura até chegarem os filhos! Ih, isso é fogo de recém-casado! Ainda estão na lua-de-mel, é? Cuidado, hein! Ele tá te explorando, querendo que você faça tudo pra ele. Não seja boba, não. Dê-se valor, minha filha!” E daí para baixo.
Querida irmã casada, vou dizer de novo: se você não tiver nada de bom para falar do casamento, cale a boca! Não peque com a boca (Mt 12.34), não amaldiçoe o relacionamento dos outros, não envenene quem está vivendo o que você gostaria de estar vivendo, mas não quer. Sim, você não quer! (Sei que há as responsabilidades de seu marido, mas falo com ele depois. Estou falando com você agora.) Deus abençoa abundantemente aqueles que se submetem a Sua vontade, que dependem Dele, que fazem o que lhes é exigido. E isso inclui um bom casamento.
Querida irmã casada, vou dizer de novo: se você não tiver nada de bom para falar do casamento, cale a boca!
Paulo escreveu algumas coisas interessantes a Tito, seu cooperador. Ele menciona a “sã doutrina” (1.9) e alerta para aqueles que, em lugar da sã doutrina, ensinam o que não convém (v. 11). Ele diz destes: “Aos quais convém tapar a boca” (v. 11a). No capítulo 2, ele ordena a Tito: “Tu, porém, fala o que convém à sã doutrina” (v. 1). Talvez você esperasse, a seguir, que o apóstolo mencionasse coisas como soteriologia, escatologia, discussão sobre a Trindade divina, mas não é o que ele faz. “As mulheres idosas, semelhantemente, que sejam sérias no seu viver, como convém a santas, não caluniadoras, não dadas a muito vinho, mestras no bem; para que ensinem as mulheres novas a serem prudentes, a amarem seu marido, a amarem seus filhos, a serem moderadas, castas, boas donas de casa, sujeitas a seu marido, a fim de que a palavra de Deus não seja blasfemada” (vv. 3-5; grifos acrescentados).
Leu com atenção? A mulher que já é casada deve ensinar as que casaram há pouco tempo. Se você alegar que a orientação de Paulo é para mulheres idosas e você não se encaixa na categoria, eu lhe pergunto: se você hoje é incapaz de ser um exemplo para as mais novas e continuar alimentando suas frustrações no casamento, será que vai ser diferente quando for mais velha?
Leia com atenção! Amor é coisa que se ensina! E você só pode ensinar o que aprendeu, o que pratica. Como você ama seu marido? Queixando-se dele sempre? Falando mal dele pelas costas? Revelando seus segredos para outras mulheres? Desrespeitando-o diante dos filhos? Ignorando a opinião e a orientação dele? Fazendo greve de sexo como reprimenda por qualquer mágoa não resolvida? É isso que você tem a ensinar àquela mulher ainda apaixonada pelo marido? É assim que você espera que ela proceda futuramente?
Como você ama seus filhos? Apenas dando-lhes presentes? Comprando-lhes o mais cedo possível um celular ou um tablet? Levando-os para a Disney? Mas se você os culpa por terem estragado seu corpo, sua vida sexual com seu marido, suas noites de descanso… Isso é amor? Será que sua atitude com os filhos não é um altissonante recado para as casadas jovens: “Muito cuidado para não procriarem! Vocês vão destruir seu casamento!”?
Amor é coisa que se ensina!
Você leu com atenção? O que você ensina com suas atitudes pode ornar a doutrina de Deus ou pode fazer com que sua Palavra seja blasfemada (vv. 10,5). Seus comentários ácidos, desencorajadores, frutos de sua frustração, blasfemam da Palavra de Deus, a qual dá perfeitas e práticas instruções para um casamento feliz. Sua vida de casamento frustrada está dizendo a todos que a Bíblia mente, que aquilo que ela promete não é realizável, que não passa de um ideal inalcançável. Se você não o tem é porque ainda não fez tudo que devia, não lutou até o sangue contra o pecado (Hb 12.4) da falta de perdão, da falta de submissão, da falta de busca pelo poder do Espírito, da falta de alimentar-se espiritualmente, da falta de alimentar interiormente uma boa disposição com respeito a seu marido e a seus filhos, da preguiça, da má vontade, da ira…
As jovens cristãs precisam ver e ouvir muitas mulheres casadas que, com realidade e satisfação, falem quão bom é estarem casadas, quão satisfeitas estão, quão felizes são por fazerem o que está a seu alcance para satisfazer o marido e os filhos. As jovens cristão precisam ser ajudadas a crer que o casamento não é uma instituição falida, que o sexo sem compromisso não é uma opção, que vale a pena, sim, se guardarem para seu futuro marido. E são as já casadas que podem ensinar isso a elas. Mas, para tal, devem viver o que ensinam. E viver com alegria e satisfação.
Abraço.
(Este artigo inaugura uma sub-categoria de Conselho para os pais. Se você quiser saber a razão desta série de artigos, clique aqui.)
Send to KindleO post Conselho às mulheres casadas (1) apareceu primeiro em Campos de Boaz.
January 17, 2015

Realizing I hardly ever post anything in this blog. Probably nobody checks it much any more. Penguins penguins penguins penguins penguins.
Darkmail – Serviço de e-mail seguro português
Singular ou plural?
Encontrei um artigo hoje pela manhã no blog Livros só mudam pessoas, que o copiou da revista Bula. O texto traz o seguinte título:
Alguma coisa está estranha, não? Na primeira parte da frase, ninguém é usado como termo singular: ninguém leu. Mas na segunda, ele se torna plural, o que é indicado pela forma verbal mentem. Quem explica essa transformação?
O post Singular ou plural? apareceu primeiro em Que falta faz um revisor!.
Derrepente certo, de repente errado
Nessas tabelinhas coloridas e simplistas de pitacos dicas de português (já falei mal delas aqui), há outra menção sempre presente: Derrepente é errado (ou não existe…). Essa afirmação está correta? Depende. Calma, não se escandalize. Eu explico.
No que diz respeito à grafia, sim, *derrepente é forma errada. Na imagem que ilustra este artigo, o correto seria escrever De repente. Esta é uma locução adverbial, ou seja, duas palavras que, juntas, têm a função de advérbio, modificando o verbo. De repente significa “repentinamente, de modo súbito, de um instante para outro”. O uso mais lembrado é, provavelmente, o do antigo comercial: “Se um estranho, de repente (do nada, sem aviso prévio, de súbito), lhe oferecer flores…”.
Mas há outro aspecto que precisa ser considerado para avaliar o uso correto da palavra, que é seu significado. Como dito acima, de repente só pode ser usado para indicar algo que surge, acontece subitamente, que não havia em um momento e, no outro, lá está. Se for usada de outra forma, a forma correta está, apesar disso, errada.
Veja este exemplo: “A Maria terminou tudo porque, de repente, não confiava mais em você.” A grafia está correta? 100%. Então, segundo os simplificadores do vernáculo em tabelinhas, a frase estaria correta. Só que não está. De repente não significa “vai ver que” ou “talvez”. E este é um uso muito comum, popular, ouvido mesmo em discursos solenes. Por outro lado, o sujeito que escreveu a frase da imagem acima errou a grafia, mas acertou o sentido.
Então, anote e use esta dica: não aprenda só a escrever de forma correta, mas aprenda também o significado correto das palavras que usar. Senão, mesmo acertando, você pode ainda estar cometendo um grandíssimo erro.
Abraço.
O post Derrepente certo, de repente errado apareceu primeiro em Que falta faz um revisor!.
RIP Jornalismo: desculpe Band, Obi-Wan está errado, é uma Lua sim
Toda profissão tem seu lado idealizado. Nenhum médico é como House, nenhum soldado é como Chuck Norris, nenhum advogado é como o Al Pacino, nenhum blogueiro é como a Sandra Bullock, e nenhum jornalista é como Will McAvoy. Só que mesmo assim nós insistimos em cobrar das pessoas que alardeiam os ideais de sua profissão. Blogueiro não, que não tem ideal, mas do Jornalismo.
Aquela coisa da ética, da busca pelos fatos, de confrontar os entrevistados, isso é muito legal. Triste é perceber que hoje jornalismo é uma piada, como evidenciado pela BandNews, nesta matéria aqui:
O experimento em questão é o High Definition Earth Vieweing, o melhor screensaver do Universo, como já publicamos no MeioBit. A NASA está transmitindo continuamente vídeo da Terra, de várias câmeras na Estação Espacial Internacional, em alta definição. A cada 2 minutos mais ou menos a câmera é trocada. De vez em quando a transmissão cai, por falta de cobertura (entram em área da TIM) ou quando precisam de banda extra pra algo mais útil, como subir um torrent de Gravity e apavorar todo mundo.
A BandNews, claro, não sabe nada disso. Alardeiam que um OVNI teria sido captado por uma das câmeras, e a imagem imediatamente cortada, provavelmente pelo reptiliano illuminati que controla os livefeeds da NASA. O tal vídeo? Esta bosta aqui:
Streetcap1 — Grey Object seen and Nasa HD Cam cuts off quickly. HD
UAU, NOSSA! De onde veio isso? Qual a fonte da BandNews? NASA? ESA? JPL? INPE? Neil DeGrasse Tyson? O espírito de Carl Sagan baixando no Centro Espírita do Pai Xoxó? O Datilógrafo? EU?
Não. Uma bosta chamada The Inquisitr News.
Agora vejamos… qual o mais provável? Um objeto extremamente próximo a ISS é caso de alerta máximo. Como nada foi feito em termos de procedimentos de emergência, talvez seja algo mais rotineiro. Hummm. Há algum objeto cinza redondo que surja no horizonte com regularidade? Algo que se pareça com este OVNI?
Fora a mãe de quem fez o artigo, eu diria… Que tal esta imagem?
Entendeu? Vou ampliar mais um pouco.
ENHANCE!
Exato, como você, leitor do MeioBit, inteligente e bem informado deduziu assim que leu o título, os retardados estão chilicando por causa da LUA.
“Ah, mas ela está muito pequena, a Lua é enorme!”
Com certeza, são quase 11 mil quilômetros de circunferência, mas o diâmetro angular dela varia ente 29,3 e 34,1 minutos de arco. Ou seja: um tiquinho maior que meio grau. Se você colocar cópias da Lua no Céu, lado a lado, precisará de 360 Luas alinhadas para cobrir uma linha imaginária de um horizonte ao outro.
Nós vemos a Lua como algo grande por um motivo simples: nosso cérebro é um lixo para estimar tamanhos e distâncias além de alguns metros. Sem referenciar lembramos da Lua como enorme, e as fotos com teleobjetivas ajudam na Ilusão.
Quando encontrar a mais estupenda e gigante Lua Cheia que puder, estique o dedão. você tapará a Lua com folga.
“Mas se fosse assim haveria um monte de vídeos parecidos da suposta Lua vista do espaço”
E hão. Veja este belo exemplo:
imstillucalien — May 12, moonrise time lapse from the ISS in high definition.
Aqui um melhor ainda, onde o tal “OVNI” aparentemente acompanha a ISS, esse é especialmente bom para quem não entende o conceito de paralaxe, movimento relativo e DISTÂNCIA:
isthisodd — Moon rises on ISS Live Feed
Eu não sei se a BandNews ganha por clique, não sei se o estagiário tem alguma birra em pesquisar mais de 15 s no Google, talvez seja uma organização noticiosa comandada por ufeiros. Só sei que [casoy mode on] é uma VERGONHA [/casoy mode off] você se dizer JORNALISTA e publicar esse tipo de LIXO.
Não dá para confiar em uma organização que não faz um mínimo de pesquisa, repassa matérias de tablóides, e ainda por cima comete asneiras como dizer:
“Após o corte súbito das imagens, a Agência Espacial Americana, como de costume, não explicou o que causou o suposto problema com o vídeo nem mencionou o Óvni.”
A NASA não explicou o “corte súbito”? Bem, no próprio vídeo dos ufeiros mal-caráter há um zoom onde você consegue ver parte da mensagem da NASA, exibida quando o sinal sai do ar momentaneamente. Nele eles explicam que a imagem pode sumir por perda de sinal ou durante a troca de câmeras.
Quanto ao OVNI, a NASA realmente não explicou, eles estão acostumados a lidar com gente inteligente, não retardados que não conseguem reconhecer o próprio satélite natural.
P.S.: se clicar na matéria da BandNews por favor imploro → não leia os comentários.
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Série AngularJS: Advanced Form
Olá, pessoal!
No artigo de hoje vamos ver como brincar um pouco mais com AngularJS e formulário. Com AngularJS tudo é mais simples e tudo que já faziamos pré mundo AngularJS funciona com muita naturalidade. Os exemplos mostrados aqui estão no meu Github, no repositório do workspaceAngularJS. O arquivo com o exemplo é o advancedform.html
Usando checkbox
Está precisando um checkbox para o seu formulário? É bem simples. Veja o código a seguir:
Opção 01
<div>
<label>Role</label>
<!-- the value for user.admin is set to true if checkbox is checked -->
<input type="checkbox" ng-model="user.admin">
{{user.admin}}
</div>
Opção 02
<div>
<label>User Role</label>
<!-- the value is admin for object user.role when the checkbox is checked"-->
<input type="checkbox" ng-model="user.role" ng-true-value="admin" ng-false-value="user">
{{user.role}}
</div>
Na opção 01 quando checked, o valor do bind para o nosso objeto será um boolean. Já na opção 02 queremos gravar uma string.
Criando um radio input
Para criar um radio, é bem simples também, nada de especial e o próprio explica tudo:
<label> <input type="radio" ng-model="user.sex" value="M"> Masculino </label> <label> <input type="radio" ng-model="user.sex" value="F">Feminino </label>
Quando clicamos no valor é que passamos para o objeto é M ou F.
Criando um Simples SelectOne
Vamos ver como fazer um selectone com o String:
<!-- Select input with String -->
<label>Sexo:
<select ng-model="sex">
<option value="M" ng-selected="sex=='M'">Masculino</option>
<option value="F" ng-selected="sex=='F'">Feminino</option>
</select>
Escolhida foi:{{sex}}
</label>
Observe que estamos passando string para o value o ng-selected sendo tratado como String. O resultado é conforme a seguir:
Agora, e se queremos que não seja uma string e objetos ou melhor uma lista? Então temos que usar o ng-options ao invés do ng-selected. Vamos ver:
<!-- select input with object -->
<label>Country
<select ng-model="countrySelected" ng-options="country.name for country in countries">
</select>
{{countrySelected}}
</label>
O ng-options é bem simples: informamos qual atributo queremos exibir de cada item do array. No controller criei um array assim:
$scope.countries = [
{name:'Brazil'},
{name:'Australia'},
{name:'Canadá'}
]
Observe que o select fica vazio quando carregado. Vamos colocar uma mensagem, então, dentro de <select /> coloque:
<option value="">--No Selection--</option>
Mostrando validações de erros no form
Vamos dizer que queremos validar um campo quando o usuário digitar. Podemos fazer isso facilmente, mas antes é preciso entender apenas um conceito importante que temos no Angular, que é o ngModelController.
O ngModelControler é responsável por gerenciar o data binding entre o valor passado com o model (ng-model). E assim ele faz o track com a view se é valido ou não, e se o input tem sido modificado. No exemplo a seguir vamos validar um campo e-mail, veja o código:
<form name="userInfoForm"> <!-- call my function and field will be validated--> <div class="control-group" ng-class="getCssClasses(userInfoForm.email)"> <label>E-mail</label> <!-- we must inform name for field --> <input type="email" ng-model="user.email" name="email" required> <!-- will be show only if the format is invalid--> <span ng-show="showError(userInfoForm.email, 'email')"> E-mail format is inválid. </span> <span ng-show="showError(userInfoForm.email,'required')"> E-mail is required </span> </div> </form>
Observe que no ng-show passamos o campo e o tipo de validação. Agora no controller vamos criar a função que faz o tratamento :
//check if field passed is valid or invalid
$scope.getCssClasses = function(ngModelController){
return{
error:ngModelController.$invalid && ngModelController.$dirty,
success:ngModelController.$valid && ngModelController.$dirty
};
};
$scope.showError = function(ngModelController,error){
return ngModelController.$error[error];
};
O resultado será conforme a seguir:
Informando que o campo é requerido. Agora vamos ver quando o formato do e-mail for inválido:
E quando for válido:
E para finalizar, vamos aprender a reusar componentes de formulário em outro, ou seja, composite. É bem simples.
O primeiro passo é criar o formulário que será reutilizado usando ng-template assim:
<!--creating composite reusable components--> <script type="text/ng-template" id="password-form"> <label>Password</label> <input ng-model="user.password" type="password" required> </script>
Depois é só criar o formulário normal e adicionar o composite:
<!--using composite --> <form name="form1" novalidate> <legend>User</legend> <label>username</label> <input ng-model="user.username" required> <ng-include src="'password-form'"></ng-include> </form>
Observe que apenas damos um nome para o nosso composite e no ng-include, chamamos ele.
O resultado:
Exemplo live: http://plnkr.co/edit/fW44yi
E por hoje é isso! Eu espero que tenham gostado das dicas do artigo.
Vou ficando por aqui…
Mark Shuttleworth: Smart things powered by snappy Ubuntu Core on ARM and x86
“Smart, connected things” are redefining our home, work and play, with brilliant innovation built on standard processors that have shrunk in power and price to the point where it makes sense to turn almost every “thing” into a smart thing. I’m inspired by the inventors and innovators who are creating incredible machines – from robots that might clean or move things around the house, to drones that follow us at play, to smarter homes which use energy more efficiently or more insightful security systems. Prooving the power of open source to unleash innovation, most of this stuff runs on Linux - but it’s a hugely fragmented and insecure kind of Linux. Every device has custom “firmware” that lumps together the OS and drivers and devices-specific software, and that firmware is almost never updated. So let’s fix that!
Ubuntu is right at the heart of the “internet thing” revolution, and so we are in a good position to raise the bar for security and consistency across the whole ecosystem. Ubuntu is already pervasive on devices – you’ve probably seen lots of “Ubuntu in the wild” stories, from self-driving cars to space programs and robots and the occasional airport display. I’m excited that we can help underpin the next wave of innovation while also thoughtful about the responsibility that entails. So today we’re launching snappy Ubuntu Core on a wide range of boards, chips and chipsets, because the snappy system and Ubuntu Core are perfect for distributed, connected devices that need security updates for the OS and applications but also need to be completely reliable and self-healing. Snappy is much better than package dependencies for robust, distributed devices.
Transactional updates. App store. A huge range of hardware. Branding for device manufacturers.
In this release of Ubuntu Core we’ve added a hardware abstraction layer where platform-specific kernels live. We’re working commercially with the major silicon providers to guarantee free updates to every device built on their chips and boards. We’ve added a web device manager (“webdm”) that handles first-boot and app store access through the web consistently on every device. And we’ve preserved perfect compatibility with the snappy images of Ubuntu Core available on every major cloud today. So you can start your kickstarter project with a VM on your favourite cloud and pick your processor when you’re ready to finalise the device.
If you are an inventor or a developer of apps that might run on devices, then Ubuntu Core is for you. We’re launching it with a wide range of partners on a huge range of devices. From the pervasive Beaglebone Black to the $35 Odroid-C1 (1Ghz processor, 1 GB RAM), all the way up to the biggest Xeon servers, snappy Ubuntu Core gives you a crisp, ultra-reliable base platform, with all the goodness of Ubuntu at your fingertips and total control over the way you deliver your app to your users and devices. With an app store (well, a “snapp” store) built in and access to the amazing work of thousands of communities collaborating on Github and other forums, with code for robotics and autopilots and a million other things instantly accessible, I can’t wait to see what people build.
I for one welcome the ability to install AI on my next camera-toting drone, and am glad to be able to do it in a way that will get patched automatically with fixes for future heartbleeds!
Edivaldo Brito: Flash atualizado no Linux: Tenha a versão mais recente com o Fresh Player Plugin
Se você já seguiu todos os tutorias sobre a instalação do Flash desse Blog e não conseguiu ou ficou insatisfeito com a versão desatualizada do Flash Player no Linux, tenha o Flash atualizado no Linux com o Fresh Player Plugin.
Fresh Player Plugin é um wrapper que permite que os usuários do Linux possam utilizar o Pepper Flash do Google Chrome no Firefox, Opera e outros navegadores compatíveis com NPAPI, para poder usar um Flash atualizado no Linux.
Como você provavelmente já deve saber, as últimas versões do Adobe Flash Player para Linux só estão disponíveis via Google Chrome (pois é empacotado junto com ele), enquanto outros navegadores, como o Firefox, estão presos a uma antiga versão 11.2., ou seja, nada de Flash atualizado para esses navegadores.
O que acontece é que o plug-in Adobe Flash Player que vem empacotado com o Google Chrome está na forma de um plugin PPAPI (ou Pepper Plugin API) e a Fundação Mozilla não está interessada em adicionar o suporte para ele. Por conta dessa dificuldade, Rinat Ibragimov desenvolveu o Fresh Player Plugin, uma interface que permite que os usuários do Linux possam utilizar o Pepper Flash do Google Chrome no Firefox e em outros navegadores compatíveis.
Agora, uma nova versão Fresh Player Plugin (0.2.2), acaba de ser lançado, trazendo várias melhorias e novas funcionalidades. A mudança mais importante nesta versão é, obviamente, a implementação da interface Flash DRM, no entanto, o Pepper Flash que é empacotado com o Google Chrome tem o código relacionado ao DRM desabilitado no Linux.
De acordo como o site WebUpd8 (que testou o Fresh Player Plugin com o Firefox por meses) praticamente tudo funciona, embora só tenha testado em alguns sites com Flash. Vale lembrar que de acordo com a sua página GitHub, o Fresh Player Plugin “funciona na maior parte, mas algumas APIs essenciais estão para ser implementadas”, por isso, ele pode não funcionar com alguns websites. Ainda assim, só em poder usar o Flash atualizado, já vale a pena instalar o programa.
Conheça melhor o Fresh Player Plugin
Para saber mais sobre esse programa, clique nesse link.
Antes de instalar o Fresh Player Plugin, se você ainda não tem o Chrome no seu sistema, use o tutorial abaixo. Se já tiver, desinstale e instale usando os passo do tutorial (use o item que mostra a instalação para o Ubuntu):
Como instalar o Google Chrome no Linux
Como instalar o Fresh Player Plugin e ter o Flash atualizado no Ubuntu e seus derivados
Para instalar o Fresh Player Plugin e ter o Flash atualizado, você deve fazer o seguinte:
Passo 1. Abra um terminal (no Unity use as teclas CTRL + ALT + T);
Passo 2. Se ainda não tiver, adicione o repositório do programa com este comando:
sudo add-apt-repository ppa:nilarimogard/webupd8
Passo 3. Atualize o gerenciador de pacotes com o comando:
sudo apt-get update
Passo 4. Agora use o comando abaixo para instalar o programa;
sudo apt-get install freshplayerplugin
Passo 5. Abra o Firefox, digite no campo de endereço about:plugins e tecle enter, para conferir se o plugin está instalado;
Passo 6. Para testar, acesse esse link.
Como instalar o Fresh Player Plugin e ter o Flash atualizado em outras distribuições
Usuários do Arch Linux pode instalar a última Pepper Flashr Plugin (Git) via AUR.
Para outras distribuições do Linux, será preciso compilar o programa a partir do código fonte, o que pode ser visto nesse tutorial;
Fresh Player Plugin: Pepper Flash Wrapper para o Firefox e outros navegadores compatíveis com NPAPI
Pronto! Você já está com o Flash atualizado no Linux e pode começar a testar aqueles sites que não aceitavam a versão antiga. Deixe seu comentário e diga como ficou.
Veja também:
Instalando Pepper Flash para o navegador Chromium
Via WebUpd8
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Oracle X PostgreSQL – Parte III: Vantagens do PostgreSQL
Este artigo foi escrito por telles
Parte II – Vantagens do Oracle
- Suporte: Eu sei, a Oracle possui suporte. Mas como todo suporte de software proprietário, é um monopólio. Você não tem opção. Se quiser ter acesso ao patches de correção, tem que chamar a Oracle. Se quiser que alguém decifre o que tem nos arquivos de trace binários tem de chamar a Oracle, e por aí vai. Com o PostgreSQL você pode contratar qualquer empresa que possui em seu quadro de funcionários desenvolvedores que você provavelmente estará em terreno seguro. Você pode contratar a Timbira que possui ótimos desenvolvedores do PostgreSQL na sua equipe. Se não gostar da gente, contrate outra. É só entrar no site PostgreSQL e escolher uma. E se você acha que precisa ter alguém para processar quando der tudo errado, saiba que na licença de uso da Oracle ela não se responsabiliza por dados pelo seu uso. Se quiser, vai lá e tenta processar a Oracle, boa sorte.
- Custo: Não é apenas o custo da licença do Oracle que é alta, senhores. É todo o ecossistema: suporte, cursos, certificação e tudo o mais. Alguém tem que pagar os eventos, propaganda, projetos naufragados, “verbas de representação”, aquisições e outros custos que vão muito além do desenvolvimento do software em si. Certo dia recebemos um vendedor da Oracle que demonstrou para o cliente o Exatada. O hardware (ou “a lata” como eles diziam) custava apenas alguns minhões, mas as licenças do Oracle, muitos milhões! Só para lembrar, custo com treinamento e suporte você tem com qualquer um.
- Leveza: Você consegue rodar o PostgreSQL no seu vídeo-game, ou em alta plataforma. Você escolhe. Isso confere uma flexibilidade muito grande. Muita gente instala o PostgreSQL embarcado junto com a aplicação e o cliente mal sabe que existe um banco de dados lá. Você não vai ver pessoas usando o Oracle em appliances por exemplo.
- Simplicidade: As coisas podem ser simples e intuitivas. Você instala o PostgreSQL em qualquer máquina em segundos. Se quiser compilar e enfeitar um pouco, não leva mais do que 5 minutos. Criar uma base, renomear e operações assim são quase instantâneas. Muitas vezes testei uma nova funcionalidade sem sequer ler documentação. Simplesmente funciona do jeito que você imagina que deveria funcionar. Compare o uso do psql com o SQL*Plus, e você irá concordar comigo.
- Liberdade: A licença BSD é uma das licenças mais livres que existem. Você pode inclusive fechar o código do PostgreSQL, e muitas empresas de fato o fazem. Até a Oracle pode usar o código do postgres se desejar. Assim como o Windows e o MacOS usam código do FreeBSD. A única limitação é citar de onde o código original vem. No Oracle você tem uma licença de uso. Não é qualquer um que pode usar o Oracle e não é para qualquer coisa. Você não pode sequer publicar um teste de desempenho usando Oracle sem autorização prévia. Sério.
- Particionamento: Sim, o particionamento no PostgreSQL não é simples e tem vários problemas. Mas tem vantagens em relação ao Oracle também. No Oracle, se você precisar particionar uma tabela já existente, vai ter que reconstruir isso do zero. Isso significa abrir uma boa janela de manutenção para fazer isso. O PostgreSQL consegue particionar uma tabela com o sistema em pleno voo, aos poucos e de forma bem flexível. Outra questão é na hora de fazer um expurgo de uma partição com o DROP. No Oracle você tem que desabilitar as FKs apontadas para ela antes de fazer isso.
- PLs: Praticamente todo banco de dados tem uma Procedure Language embutida. O PostgreSQL, além do C, possui o PL/pgSQL, que é baseado no PL/SQL do Oracle. Mas a brincadeira vai muito além disso, você pode usar as linguagens mais comuns como PL/Python, PL/PHP, PL/Java, PL/Perl, PL/sh ou coisas mais específicas como PL/R, PL/LOL entre outros.
- Foreign Data Wraper: A habilidade de se comunicar com o universo nunca foi tão importante. Os grandes e pesados bancos de dados deixam pouco a pouco de ser o centro da aplicação. Outras bases entram em cena e a comunicação entre aplicações é regra hoje em dia. Claro que a Oracle possui o famoso Gateway, um das raras opções do Oracle que podem ser adquiridas para quem tem uma versão Standard do Oracle. Mas o FDW se mostra uma opção mais simples, robusta e flexível. A infraestrutura existente não só permite o PostgreSQL se comunicar com praticamente qualquer coisa, como também permite que em apenas poucas horas de trabalho em C, você crie um conector novo para uma situação diferente.
- Extensibilidade: O PostgreSQL possui vários níveis de extensibilidade: Você pode criar uma nova funcionalidade e mandar para a equipe de desenvolvimento e incluir esta nova funcionalidade no código do PostgreSQL. Assim, quando uma nova versão for lançada, seu código irá vir junto. É comum algumas empresas encomendarem o desenvolvimento de novas funcionalidades e elas depois fazerem do conjunto. Dependendo do caso, esta funcionalidade pode entrar como um módulo separado e opcional, mas ainda assim distribuído em separado na pasta contrib. Estas funcionalidades são conhecidas como extensões, assim como as extensões do seu navegador. Mas qualquer um pode criar uma nova extensão e publicar no PGXN, que é uma rede de extensões para o PostgreSQL que podem ser instaladas apenas com um comando “CREATE EXTENSION”. Este é um cenário simplesmente inimaginável no Oracle. Claro, só ecossistemas baseados em Software Livre conseguem este tipo de proeza. E o PostgreSQL tem realmente uma comunidade vibrante neste sentido.
- ISO SQL: Já foi-se o tempo em que eu confiava nas decisões tomadas pelo comitê do ISO que cria as norma. No entanto, ter um padrão ruim é sempre melhor que não ter nenhum. O PostgreSQL segue bem o padrão e prima por fazê-lo o tempo todo. O Oracle foge bem disso, embora algumas coisas tenham melhorado nos últimos tempos, não é cultura dos usuários do Oracle utilizar as opções que são padrão ISO.
- Tipos de dados: Isto é uma das coisas mais inexplicáveis da Oracle em minha opinião. Não possuir tipos de dados como INTEGER ou BOOLEAN. Os formatos de data são bem confusos. O campo do tipo DATE guarda data e hora. Não existe um tipo de dada TIME. O tipo INTERVAL se subdivide em dois subtipos YEAR TO MONTH e DAY TO SECOND. O PostgreSQL possui uma infinidade de tipos, inclusive alguns muito úteis como ENUM, ARRAYs, tipos de intervalo, geométricos, HSTORE, entre outros. A Oracle possui uma variedade maior de dados dentro do PL/SQL, mas para armazenar em tabelas e utilizar em SQL puro não. Daí você já vai vendo a confusão e as limitações que isso implica.
- DDL transacional: Todo comando DDL gera um COMMIT implícito no Oracle. Isto complica muito o deploy de novos objetos e algumas rotinas mais complexas. No postgres, qualquer CREATE, DROP ou ALTER é transacional e você pode fazer um ROLLBACK à qualquer momento.
O artigo Oracle X PostgreSQL – Parte III: Vantagens do PostgreSQL apareceu primeiro em Savepoint.






































