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03 Oct 13:07

Gasolina vai subir ainda neste ano, segundo Ministro da Fazenda

by Leonardo Contesini
Luiz H.

:(

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O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta semana que os preços da gasolina vão subir ainda neste ano. Ele já havia sinalizado a possiblidade do reajuste em outras duas ocasiões — em agosto e em setembro — mas agora foi direto ao ponto.

Em entrevista ao portal G1, Mantega voltou a mencionar os aumentos anuais da gasolina e que o reajuste depende apenas da decisão da Petrobrás — embora a empresa viesse pressionando o governo por um reajuste já há alguns meses.

Quem resolve o preço da gasolina é a Petrobras. Temos uma certa regularidade. Nos últimos anos, sempre teve aumento. Um ou dois. É um setor privilegiado. A maioria dos segmentos teve reajuste de preços uma vez por ano, e não duas vezes por ano. Ano passado teve dois aumentos. Então, esse ano não será diferente. Vai ter aumento. Ano passado teve aumento em novembro. Quando houver a decisão, haverá um aumento. Não cabe a mim decidir isso” — Guido Mantega em entrevista ao G1.

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Segundo a Petrobrás o reajuste é necessário devido à defasagem dos preços praticados internamente em relação ao mercado mundial. Ela compra combustíveis a preço de mercado mas é obrigada a revendê-lo por um preço inferior, que é controlado pelo governo, que manteve os preços artificialmente baixos para tentar conter a inflação no país, prejudicando as contas da Petrobrás — justamente em uma época de escândalos envolvendo a petrolífera.

O preço da gasolina foi reajustado pela última vez em novembro de 2013, e sofreu um aumento médio de 4% na gasolina nas refinarias, que representou um aumento médio de 3% para o consumidor final.

Para evitar a defasagem e o consequente prejuízo às contas da estatal, a Petrobras pediu ao seu conselho administrativo — que é presidido por Mantega — uma política de reajustes automáticos e periódicos baseado nos valores do mercado internacional, mas foi rejeitado pelo governo pois poderia aumentar a inflação. Por este mesmo motivo o governo estuda aumentar o percentual de álcool anidro na gasolina.

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Com o aumento confirmado por Mantega, especula-se que a alta virá em novembro e poderá chegar a 6% nas refinarias e entre 4% e 5% nas bombas. A Reuters ainda estima que um novo reajuste poderá acontecer em 2015, podendo chegar a 15% nas refinarias e 10% para o consumidor final.

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02 Oct 17:52

A Antártida está perdendo tanto gelo que isso está afetando o campo gravitacional da Terra

by Andrew Tarantola

O aumento do nível do mar fazendo com que cidades costeiras sejam inundadas parece ser o menor dos problemas advindos do aquecimento global. De acordo com um novo relatório da Agência Espacial Europeia, a perda da camada de neve ao longo da plataforma de gelo da Antártica está modificando o campo gravitacional da Terra.

Durante os últimos quatro anos, o satélite GOCE da ESA deu a volta ao mundo, mapeando o campo gravitacional da Terra em detalhes sem precedentes. E entre 2009 e 2013, revelou o GOCE, o derretimento da camada de gelo da Antártida aumentou o suficiente para diminuir a gravidade da região.

Foi uma queda pequena, então não é como se pinguins começassem a flutuar no espaço, mas é mais um exemplo de como o aquecimento global rapidamente muda a dinâmica planetária.

E essa descoberta se apoia em outras informações de diversos satélites científicos. O satélite Grace, dos EUA e Alemanha, detectou os mesmos distúrbios gravitacionais – com uma resolução muito mais grosseira – por mais de uma década e o CryoSat, da ESA, descobriu que a taxa de perda da camada de gelo da Antártida triplica a cada ano desde 2009, e tem feito o continente encolher 125 quilômetros cúbicos por ano desde 2011. Nesta velocidade, pesquisadores temem que o colapso e dissolução da nossa calota polar do sul tenha se tornado irreversível. [ESA via Mother Jones]

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02 Oct 17:26

Audi TT Sportback Concept é o TT quatro portas que a gente sempre quis — mas não sabia

by Dalmo Hernandes
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Em 2015, o Audi TT vai ganhar sua terceira geração, e o cupê se juntará ao VW Golf MK7 e ao Audi A3 como um dos primeiros modelos a usar a nova plataforma modular MQB do Grupo Volkswagen. E a Audi já parece querer expandir a família —ao menos é o que nos diz o conceito Audi TT Sportback, uma versão de quatro portas do TT. E, sabem o que mais? A gente curtiu!

A Audi é uma das fabricantes que mais nos agraciam com conceitos durante a temporada de salões internacionais, mas poucos acabam se tornando carros de produção. O pior é que eles costumam ser bem legais, como o quattro Concept (com”q” minúsculo, mesmo), apresentado na mesma Paris há exatos quatro anos e que nos foi prometido como carro de produção, mas jamais chegou às ruas.

Só que a maioria dos conceitos da Audi sempre parece muito próxima da produção, e por isso é difícil determinar o destino deles antes que a Audi anuncie seus planos (ou a ausência deles). No caso do TT Sportback esta característica é ainda mais acentuada — as proporções estão mais condizentes com as de um carro de rua, e dá para acreditar quase sem medo de errar em uma versão de produção, ou ao menos deduzir que a probabilidade é maior do que a dos dois conceitos anteriores, o TT Shooting Brake e o TT Off Road.

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Para quem não lembra: TT Shooting Brake à esquerda, TT Offroad à direita

O que a Audi fez foi, em essência, construir um TT de quatro portas sobre uma plataforma com dimensões aumentadas em quase todos os sentidos: com 4,47 m de comprimento, 1,89 m de largura e 1,38 m de altura, o TT Sportback é 29 cm mais longo e 6 cm mais alto, embora seja 3 cm mais baixo. O entre-eixos também é 12 cm maior que o do TT cupê 2015 — o que significa que os quatro ocupantes do carro terão muito espaço para se acomodar em seus bancos individuais.

Quando a Audi diz “Sportback”, significa que o carro é um hatch de quatro portas um pouco mais longo que o normal (A3 Sportback) ou então um “cupê de quatro portas”, com o perfil fastback, quatro portas como um sedã, e tampa do porta-malas que inclui o vidro traseiro como um hatchback (A5 e A7 Sportback). Sim, é confuso.

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A dianteira é praticamente idêntica à do TT Coupe — uma das maiores diferenças é o logotipo da Audi, que fica na grade e não acima dela —, bem como a silhueta. A traseira, porém, lembra mais o Audi A3 sedã com uma dose de experimentalismo. No fim das contas, algo no TT Sportback faz esta abordagem “sedã-cupê-hatchback” dar mais certo — de fato, o imaginamos nos showrooms das concessionárias sem muitas alterações. Mas especulações à parte, vamos aos fatos.

Este é um conceito funcional, com um motor 2.0 TFSI como o do Golf GTI, mas calibrado para render 400 cv e 45,9 mkgf de torque, exatamente como no Golf R400 (outro que ainda temos esperança, mesmo que pequena, de ver nas ruas). Em vez do câmbio DSG de seis marchas do Golf, porém, o Audi TT Sportback traz a transmissão de sete marchas com dupla embreagem S-Tronic. De acordo com a Audi, o conjunto é capaz de levar o carro de 0 a 100 km/h em 3,9 segundos.

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O interior também aparenta estar muito próximo da versão final, visto que é praticamente idêntico ao do Audi TT 2015 — do design do painel ao  Virtual Cockpit, que consiste em uma grande tela multimídia no lugar do cluster tradicional de instrumentos (e que também elimina a tela no console central).

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Como já dissemos, a Audi não anunciou planos para a produção em série do TT Shooting Brake — mas não nos surpreenderíamos se ele fosse aprovado. Só não contaríamos com o motor de 400 cv…

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02 Oct 16:17

titillate-me: by duong quoc dinh

Luiz H.

Mini mamilos

02 Oct 13:41

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Luiz H.

O que é melhor do que um par de peitos? Dois pares!



01 Oct 18:34

Move Fast and Break Things

I was almost fired from a job driving the hearse in funeral processions, but then the funeral home realized how much business I was creating for them.
01 Oct 18:22

One of the steps to self love and recovery is doing things that...



One of the steps to self love and recovery is doing things that make you feel attractive and proud of yourself
I feel extra cute and good about myself and i think it’s only gonna get better

01 Oct 18:22

I know im spamming you all but i honestly don’t care :D...



I know im spamming you all but i honestly don’t care :D and neither should you

01 Oct 18:22

Time to conclude this vanity fair and go make a pizza :D



Time to conclude this vanity fair and go make a pizza :D

30 Sep 17:25

Um réquiem para o Orkut

by Nadiajda Ferreira

Você se lembra da última vez que acessou a sua conta no Orkut? Com a onda de nostalgia que se apossou da internet brasileira desde que o Google anunciou que a rede social só estaria disponível até hoje, provavelmente a sua resposta para essa pergunta é afirmativa.

Eu não consigo entrar no meu Orkut desde 2012. Quando o Google resolveu que era necessário um endereço Gmail para usar a conta, eu tentei fazer a migração, mas alguma coisa deu errado. Eu recebia e-mails da rede social no meu Gmail, mas o login só podia ser feito com meu Yahoo velho de guerra. Um belo dia o Orkut me pediu uma confirmação via e-mail para fazer o login e como meu vergonhoso endereço de e-mail pré-adolescente já estava morto e enterrado havia anos, foi ali que o Orkut morreu para mim.

>>> No futuro, tudo será orkutizado. Porque o Orkut inventou as multidões

Obviamente, isso não impediu que eu fosse tomada de um ataque de nostalgia quando anunciaram o fim da rede social que viu boa parte das minhas pagações de mico na internet. O fim do Orkut foi revelado na esteira daquela onda de criar eventos falsos no Facebook e eu não pensei duas vezes: fui lá e fiz o Mutirão para printar o Orkut inteiro até setembro.

Quase 6.500 malucos “participaram” do evento e eu gastei algumas horas da minha vida respondendo mensagens de tiazinhas que perguntavam como era que ia funcionar. Tentei explicar para elas que se tratava apenas de uma zueirinha e que não existia um evento de verdade, que a gente meio que não ia conseguir printar o site inteiro. Também tive que explicar o que é printar. Várias delas ficaram magoadas, me disseram que fizeram muitas amizades no Orkut e que eu não deveria ficar brincando assim com os sentimentos dos outros. Daí você vê o que foi a influência da rede social rosa e azul-calcinha nesse Brasilzão véio sem porteira.

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Imagem via Unidos pelo Orkut

Os funcionários do Google podem usar o tempo livre no trabalho para criar projetos paralelos e foi assim que Orkut Büyükkökten, engenheiro turco do Google, acabou criando uma rede social que viria a ter 70 milhões de usuários – metade deles brasileiros. Não é pouco, ainda mais levando em consideração que na era de ouro de Orkut os smartphones estavam apenas engatinhando, computadores estavam começando a deixar de ser artigo de luxo nas casas comuns e laptops ainda eram muito caros.

Ah, como éramos inocentes na época do Orkut. Ainda me lembro de como as pessoas ficaram genuinamente felizes quando passou a ser possível upar mais que uma dúzia de fotos – quase sempre fotos horrorosas tiradas com câmeras digitais de qualidade duvidosa. Também havia todo um esforço de marketing pessoal na hora de criar o texto do perfil ou escolher uma frase de efeito para colocar ali e impressionar… bom, quem a gente queria impressionar com nossos perfis de Orkut? Eu realmente não sei. Como eu já disse, era uma rede social azul-calcinha, não era exatamente a coisa mais respeitável do mundo (e reparem que o Facebook é só um pouco menos azul-calcinha que o Orkut).

O Orkut era como um grande fórum, onde as comunidades eram os tópicos que, por sua vez, tinham subtópicos repletos de dedicação mal direcionada, tretas sem fim e, acredite quem quiser, compilações importantes de informações se você soubesse procurar direitinho. Acho que só quem era jovenzinho na época do boom do Orkut, e teve ali seus primeiros contatos com o melhor e o pior da internet, consegue entender do fundo do coração o que essa rede social.

Só uma pessoa jovem, de alma pura e tonta de inocência conseguiu experimentar de verdade a essência do Orkut: o desespero de ter um amigo burro ou sacana que aceitou um depoimento inaceitável, levar a sério o “sem scrap no add”, passar horas discutindo com desconhecidos num tópico e tremer de raiva ao ser chamado de n00bão, aprender os rudimentos do tiopês e fazer grandes investigações sobre os assuntos mais sem noção, contando com a ajuda de outras pessoas que tinham os mesmos gostos fora da casinha. Desde já, saudades pureza do coração jovem e saudades Orkut.

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Imagem via Orkut – Back-up

Para mim, a coisa mais legal do Orkut é que você tinha que pegar a sua enxada virtual e carpir uns lotes se quisesse conteúdo, informação e interações. As coisas não apareciam na sua timeline (até porque não tinha timeline) e era você que ia caçar sarna para se coçar e procurar o que fosse do seu interesse. Era menos mamão com açúcar do que as redes sociais de hoje, mas também criava grupos mais coesos e informações mais compartimentalizadas, então acho que sofríamos bem menos dos males de excesso de informações não requisitadas.

É o fim da festa, a música ruim já começou, mas o Orkut não vai sumir completamente da face da Terra. Você poderá baixar os dados do seu perfil, como fotos e escritos para guardar de recordação, até setembro de 2016 – basta seguir estas instruções. E as comunidades públicas e suas discussões continuarão guardados num acervo para consulta: segundo o Estadão, são mais de 51 milhões de comunidades com um bilhão de interações.

Mesmo assim, a era do Orkut – esse marco da história da internet brasileira – acaba aqui. Por isso, guardamos algumas lembranças dessa rede social, para termos quantas crises de nostalgia forem necessárias:

Divulgação

Imagem inicial via David Miraut/Flickr

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30 Sep 17:09

Planet of the apes

by Chris

planet of the apes

30 Sep 14:16

[cylonapplepie] (Image)

30 Sep 14:15

°*×💠🐱💠*×°



°*×💠🐱💠*×°

30 Sep 14:14

Im poorly but at least i still look good :D



Im poorly but at least i still look good :D

30 Sep 14:13

Photo



29 Sep 01:12

minazarei: asperatus cloud x IT’S LIKE WATCHING THE WAVES...

Luiz H.

Wow *-*



minazarei:

asperatus cloud x

IT’S LIKE WATCHING THE WAVES ABOVE YOU FROM THE BOTTOM OF THE OCEAN

29 Sep 01:04

Photo

Luiz H.

Uaus



29 Sep 01:03

Photo



26 Sep 23:09

taylorswift: When I haven’t been on Tumblr all day I’m like:



taylorswift:

When I haven’t been on Tumblr all day I’m like:

26 Sep 23:09

brbjellyfishing: babe can i show you my d*ck 

brbjellyfishing:

babe can i show you my d*ck 

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26 Sep 23:08

BendGate — novo recurso torna seu iPhone 6 Plus um concorrente do LG G Flex

by Emanuel Laguna
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iPhone 6 Dali Edition (Crédito: @PhoneDesigner)

Todo ano a mesma coisa: uma nova geração do iPhone é lançada e chovem testes e mais testes para saber se os novos aparelhos agüentam toda e qualquer pancada possível.

O que surpreendeu na recém lançada oitava geração dos smartphones Apple, além do 1º e exclusivo drop test acidental numa das filas de lançamento em frente à Apple Store australiana, foi o caso do iPhone 6 Plus entortado. #BendGate

Unbox Therapy — iPhone 6 Plus Bend Test

A história por trás do vídeo acima é o seguinte: alguns usuários do iPhone 6 Plus, ao se sentarem com o enorme smartphone dentro do bolso das calças, notaram que o aparelho entorta um pouco em determinado ponto.

O vlogger foi ver o quanto de força aplicada pelos dedões de ambas as mãos seria necessária para entortar o iPhone 6 Plus de vez e ela é aparentemente bem menor que o esforço necessário para tentar entortar o Galaxy Note 3 que, mesmo sendo feito de plástico, não conseguiu virar um LG G Flex.

Bem, entortar um iPhone nas calças não é algo novo.

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No início de 2013, vários compradores do então recém lançado iPhone 5 se queixavam sobre o smartphone se curvar quando colocado no bolso traseiro das calças. Tudo bem que o Galaxy Note 3 tem sim seu mérito em não curvar-se facilmente e o iPhone 6 Plus seria a estreia da Apple no ramo dos smartphones com telas enormes, com diagonais acima das 5 polegadas, mas devemos levar em consideração outros aspectos.

Por que o iPhone 6 Plus entorta e o Galaxy Note 3 não?

O chassis do iPhone 6 Plus é feito de uma finíssima chapa de aço envolta pela tela de vidro e pela carcaça de alumínio, sendo este um material bastante maleável mas que não retorna à posição original quando dobrado. Enfim, se você tem uma espessura menor aliada a uma superfície maior, digamos que o torque para curvar um smartphone assim é menor. Azar da Apple e sua economia para maximizar os lucros no hardware. Saudoso iPhone 5S.

Bom, o chassis do Galaxy Note 3 também é metálico, mas é uma finíssima camada de aço envolta por um sanduíche de plástico. Isso inclui a tela e a carcaça. O plástico utilizado na carcaça dos Samsung é um material flexível que, quando dobrado, volta à uma posição bastante próxima à original de fábrica. Lembro que tal flexibilidade tem limites e o Note 3 não é o G Flex, ou seja, não possui materiais igualmente flexíveis aos do LG na tela, bateria e outros componentes. Mesmo o Galaxy Note 3 tendo melhor resistência à torção que o iPhone 6 Plus, não é recomendável colocá-lo no bolso da calça, principalmente no bolso traseiro.

O tio Laguna espera que a Apple reforce a construção da versão Plus do próximo iPhone ou então que sejam lançadas novas calças cujos bolsos sejam aprovados pela Maçã. Se bem que a entrada da empresa no ramo fashion dos relógios me deu outra ideia:

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A necessaire oficial da Apple para o iPhone 6 Plus (da Satchel?). Nunca pensei que o Porchat a Pourchet fosse voltar à moda. #sqn

É, o Woz abandonou cedo demais o Android.

ATUALIZAÇÃO 1 (às 17:30 do dia 24/09): o amigo Matheus Gonçalves consultou uma loja da Apple lá na civilização e a garantia da Apple cobre iPhone 6 e iPhone 6 Plus que foram entortados.

ATUALIZAÇÃO 2 (às 17:30 do dia 25/09): o amigo Rodrigo Ghedin confirmou que apenas 9 clientes da Apple conseguiram entortar no bolso seus smartphones iPhone 6 Plus, exigindo a garantia da Apple nos EUA. Os aparelhos tortos teriam defeito de fabricação.

ALERT: Apple says only 9 customers have complained to the company about bent iPhones. (via @jonfortt)

— CNBC Tech (@CNBCtech) September 25, 2014

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26 Sep 20:15

Melhor de 3 – 11

by ricardo

selfie

Veja a todas as outra tira e vote nas próximas escolhas do melhor de 3, toda sexta lá no patreon

26 Sep 14:44

art-is-art-is-art: The Old Town in Warsaw at Night, Jozef...

Luiz H.

Que bonito.



art-is-art-is-art:

The Old Town in Warsaw at Night, Jozef Pankiewicz


26 Sep 03:15

Budweiser usa cachorro e final inesperado para mostrar que álcool e direção não combinam

by Dalmo Hernandes
Luiz H.

;_;

bud-dog

Claro, não é preciso que uma campanha nos lembre todos os dias que dirigir depois de consumir bebidas álcoolicas é uma péssima ideia — mas daí a todo mundo realmente parar de fazê-lo ainda há uma boa distância. Por isso, governos e empresas do mundo todo sempre criam novas campanhas de conscientização, que tentam mostrar os riscos e consequências de dirigir embriagado — não raro de forma chocante.

É a maneira mais fácil: mostrar pessoas tristes depois de perder um ente querido em um acidente — que quase sempre é exibido de relance — é o bastante para nos deixar desconfortáveis e pensar duas vezes antes de tomar uns goles e pegar o carro. Mas é possível passar a mensagem sem apelar para imagens fortes e um clima pesado. Esta campanha da Budweiser, que usa um simpático labrador para transmitir a mensagem que todos conhecemos, mas de uma forma muito mais elegante e sutil. E sem apelar.

Assista:

O cachorro cresce ao lado de seu jovem dono e os anos juntos tornam os dois são inseparáveis — vemos o cachorro em todos os lugares que o cara vai, incluindo festas com os amigos. A inspiração para isso pode ter sido do comercial Puppy Love, o mais popular entre os exibidos no intervalo do Super Bowl neste ano, que conta a história da amizade entre um labrador e um cavalo Clydesdale, com a mensagem best buds no final. Aqui, o conceito de “melhores amigos” aparece de novo — mas desta vez o amigo é um ser humano.

Contudo, em certo momento vemos o jovem sair de carro com seus amigos e um fardo de Budweiser. A partir daí o clima do comercial muda e vemos o cachorro esperando ansiosamente até o amanhecer. O rapaz não volta.

No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, 36.000 mortes no trânsito por ano têm alguma relação com o consumo de álcool — que também está ligado a 21% de todos os acidentes de trânsito. Nos EUA, todos os dias 300 mil motoristas dirigem alcoolizados, mas menos de 4.000 deles são punidos. Nos EUA, segundo a National Highway Traffic Safety Administration (NHTSA), 33.561 pessoas morreram em acidentes de trânsito em 2012 — 10.322 delas, em acidentes nos quais pelo menos um dos motoristas envolvidos havia bebido. Isto dá 31% do total de acidentes fatais.

São estas algumas das estatísticas que a campanha pretende nos trazer à mente, mesmo sem citar números — apenas dizendo de forma sutil que “para alguns (cachorros ou amigos ou parentes), a espera nunca acabou.” Só que não tem que ser assim — “mas nós podemos mudar isso” é a frase seguinte, quando a porta da sala se abre e o rapaz entra. O cachorro reage com muita empolgação e o rapaz pede desculpas. “Eu não podia dirigir para casa ontem à noite, então esperei até hoje”, ele diz enquanto a mensagem “faça um plano para chegar em casa, seus amigos contam com você” aparece na tela.

Algumas atitudes simples podem evitar que você nunca mais volte para casa, e o comercial, chamado Friends are Waiting, criado para a Budweiser pela agência de publicidade Momentum Worldwide (Puppy Love foi criação da Anomaly), consegue nos lembrar disso com rara leveza e eficiência.

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25 Sep 17:41

I was bored so i did my hair and make up but i ran out of light...



I was bored so i did my hair and make up but i ran out of light haha so heres a weird selfie :D

25 Sep 15:22

Photo

Luiz H.

Bonita.





25 Sep 13:38

Getting dressed is always a struggle





Getting dressed is always a struggle

25 Sep 13:28

fileformat: it’s 1964 I’m on a balcony smoking a really long cigarette and some lofty music is...

Luiz H.

It's 1964 and you're afraid of the future because the military regime is overthrowing the president.

fileformat:

it’s 1964 I’m on a balcony smoking a really long cigarette and some lofty music is playing I drop my martini on the floor it breaks and 5 men scramble to get me a new one

25 Sep 12:55

"I’ll never understand why funding for the arts is the first thing to get cut. Music is Math. Theatre..."

Luiz H.

The funding gets cut because the primitive capitalist mind thinks about its factories and production, forgetting everybody likes music, dance, theatre and artsy stuff when they're _not_ working.

“I’ll never understand why funding for the arts is the first thing to get cut. Music is Math. Theatre is English. Tech is science. Dance is physical education. The arts are everything.”

- Jay Armstrong Johnson (via thomasclementine)
25 Sep 12:52

“I can’t think of any better representation of beauty than...

Luiz H.

Que zói é esse



“I can’t think of any better representation of beauty than someone who is unafraid to be herself.”