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17 Oct 19:09

Exclusivo: ouça aqui (e baixe!) o Jeito Felindie | Tributo ao Raça Negra

by Yuri de Castro
ivan

THIS!!!!!

É dia das crianças, mas a inocência parece ser nossa. Uma das justificativas do Fita Bruta acolher este tributo ao Raça Negra é que acreditamos que buscar e perseguir uma voz atual e urbana não é uma exclusividade de artistas que  se encaixam em um rótulo (errôneo e insuficiente) denominado indie-rockJeito Felindie, idealizado e produzido pelo jornalista Jorge Wagner, é a aproximação de mundos que, não raramente, são classificados como inconciliáveis e hierárquicos. Não é verdade. É música pop em sua essência. Não é  apenas memória afetiva, tampouco ironia. É apenas uma das muitas leituras possíveis da obra de um grande grupo brasileiro.

OUÇA A NOSSA ENTREVISTA SOBRE O “JEITO FELINDIE”

São doze artistas querendo provar que cada uma dessas músicas, que marcaram uma década, poderia estar naturalmente em seus repertórios (se já não estão, de forma indireta). Durante as prévias que soltamos antes deste lançamento, a reação quase em uníssono de quem se mostrava ansioso pelo projeto em sua íntegra denunciava como quase nada aqui parecia ser ao acaso. Do folk do curitibano Giancarlo Rufatto ao ultra pop-rock da carioca Vivian Benford, passando pelo garage-rock dos paranaenses do Nevilton, pelo pagode em eletro-swing do Minha Pequena Soundsystem, pelo pop-setentista de Lulina e Nana, pelo quase gospel-pop-jazz da Orquestra Superpopular, pelo pop-folk de Harmada e Radioviernes, passando ainda pelo reggae-samba-rock do Amplexos e chegando no soft-rock de LetuceJeito Felindie é sobretudo uma homenagem a Luiz Carlos, Fabinho Cesar, Fena, Fernando Monstrinho, Irupê, Fininho, Edson Café, Gabu e Paulinho, mas é também nossa tentativa de consolidar em outros meios e outras áreas o que buscamos diariamente em cada resenha crítica que publicamos neste site: tratar música pop como algo capaz de ser múltiplo e, de preferência, pertinente.

LEIA O QUE JÁ FALAMOS NA IMPRENSA SOBRE O TRIBUTO

Ouça no player abaixo (ou baixe) as 12 faixas e fique à vontade para espalhar — use a nostalgia como desculpa — a obviedade destes caminhos que nos levaram até Jeito Felindie. Até o próximo.

DOWNLOAD Jeito Felindie | Tributo Ao Raça Negra

Videoclipe Bônus:

17 Oct 15:46

Ogden Nash

"Middle age is when you've met so many people that every new person you meet reminds you of someone else."
17 Oct 13:25

Neeeeura

by noreply@blogger.com (calote)
10 Oct 20:07

Sakamoto, outro monstro pra você prender: A Sandy

by Cardoso
ivan

#Carlos falando mal do #Leonardo...

Ontem quase não acreditei quando vi a Polêmica do Dia™ no Twitter. O sakamoto, aquele japonês nefasto do Uol que odeia capitalismo e ostentação, tira foto com guerrilheiro marxista mas posta de Macbook e iPhone, resolver romper os limites entre ficção e realidade.

Em um texto com título “Que tal processar Tufão pela Lei Maria da Penha?” ele destilou toneladas de masturbação sociológica explicando como é errado aplaudir o tapa que Tufão deu na Carminha, em Avenida Brasil.

Ou seja: Ele não conseguiu distinguir a sensação de júbilo que se tem ao ver o vilão receber o que merece, da misoginia e CRIME de quem realmente bate em mulher.

Sakamoto igualou Murilo Benício a Guilherme de Pádua.

Sakamoto transformou em MONSTROS quem assiste Dexter e fica feliz quando ele escapa das garras da Justiça. Pense bem; torcemos por um ASSASSINO EM SÉRIE PSICOPATA, nada menos. Quem gosta de Sopranos? Apóia a máfia. Breaking Bad? Os fãs da série fazem festas servindo metaanfetamina fake, o “herói” é um professor de química que resolveu produzir drogas.

E nem vou falar de Weeds.

O Deputado Protógenes, que como bom comunista apesar de ter iPhone e iPad não se deu ao trabalho de assistir ao trailer de TED antes de levar o filho de 11 anos para ver um filme de um ursinho maconheiro AO MENOS entende que aquilo ali é ficção. O sakamoto nem isso.

Neste post o Nerd Pai comenta de uma antiga rima infantil, “O Cravo Brigou Com a Rosa”, e como, do ponto de vista do Sakamoto, é uma clara violência, ou como diriam em Polícia 24h, Charlie 4, desinteligência entre casal com vias de fato.

Ao demonstrar impunidade a rima estaria (do ponto de vista sakamoteano) incentivando a violência, pois o cravo saiu ferido, mas a rosa, despedaçada.

Eu iria além. Sakamoto, meu herói, prenda a Sandy e Jr (como alguns fãs chamam). Veja você, como essa dupla promoveu a violência contra a mulher, o conceito arcaico de legítima defesa da honra, e em última análise, o próprio patriarcado!

Veja a letra desta música:

O que que você foi fazer no mato, Maria Chiquinha?
O que foi fazer no mato?

Eu precisava cortar lenha, Genaro, meu bem
Eu precisava cortar lenha

Quem é que tava lá com você, Maria Chiquinha?
Quem é que tava lá com você?

Era filha de Sádona, Genaro, meu bem
Era filha de Sádona

Eu nunca vi mulher de culote, Maria Chiquinha
Eu nunca vi mulher de culote

Era a saia dela amarrada nas pernas, Genaro, meu bem
Era a saia dela amarrada nas pernas

Eu nunca vi mulher de bigode, Maria Chiquinha
Eu nunca vi mulher de bigode

Ela tava comendo jamelão, Genaro, meu bem
Ela tava comendo jamelão

No mês de setembro não dá jamelão, Maria Chiquinha
No mês de setembro não dá jamelão

Foi uns que deu fora do tempo, Genaro, meu bem
Foi uns que deu fora do tempo

Então vai buscar uns que eu quero ver, Maria Chiquinha
Então vai buscar uns que eu quero ver

Os passarinhos comeram tudo, Genaro, meu bem
Os passarinhos comeram tudo

Então eu vou te cortar a cabeça, Maria Chiquinha
Então eu vou te cortar a cabeça

Que cocê vai fazer com o resto, Genaro, meu bem?
Que cocê vai fazer com o resto?

O resto? Pode deixar que eu aproveito

Isso mesmo que você leu! Não só a mulher, flagrada em uma situação de provável adultério, é completamente submissa, mesmo quando o homem determina seu cruel destino “então eu vou te cortar a cabeça” como nem a dignidade de um enterro cristão ela é merecedora.

Em uma insinuação clara de necrofilia, o homem diz que irá “aproveitar” o corpo sem vida da esposa.

Aí eu pergunto: TODO MUNDO QUE CRESCEU CANTANDO ISSO, alguém aqui se tornou assassino necrófilo?

Ficção é ficção, como Freud falou, às vezes um charuto é só um charuto. E se o charuto estiver enfiado no rabo, retire-o, ao invés de despejar suas frustrações em artigos sem pé-nem-cabeça tentando enquadrar personagens de ficção.



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ivan

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by Andrício de Souza
ivan

Caneta bic. =)


08 Oct 20:58

O caso Cabana: hora de ouvir o outro lado

by rosana
ivan

Post do papo de homem por tabela...

Há alguns dias publiquei um post chamado "Será que vamos passar de ano?" Um dos temas do post era um caso envolvendo uma garota que foi exposta e ofendida num fórum fechado chamado A Cabana, que fica hospedado no site Papo de Homem.  Como o caso envolve depoimentos de várias pessoas, relações pessoais e afetivas, opiniões de terceiros e a imagem de um site onde várias pessoas escrevem, toda tentativa de opinar sem conhecer ou, pelo menos, ouvir todos os envolvidos, é leviana.

Fui ouvir o outro lado, o lado do Guilherme, do Papo de Homem. Tenho tanto medo do radicalismo e do fanatismo como tenho medo do machismo e da injustiça. Também tenho pavor do julgamento impulsivo, aquele que crucifica antes de entender, que pune antes de conhecer, que forma milícias perigosas que pretendem fazer justiça com as próprias mãos ou os próprios mouses. Muitas vezes me pego embarcando nesse impulso perigoso que nos conduz à empatia pela pessoa mais fraca e mais vitimizada.

Aí eu me lembro da lição aprendida com o filme Crash, cujo roteiro brilhante nos esfrega na cara o quanto somos precipitados ao julgar a tudo e a todos. Numa cena você está morrendo de pena do pobre velhinho e, na outra, você descobre que o pobre velhinho é um traficante de escravos que mantém seres humanos em condições inaceitáveis.

O ser humano é muito complexo o que torna as relações ainda mais difíceis de serem compreendidas de forma plena. Sem contar que, em privado e em público, agimos de forma muito diferente, basta dizer que todo mundo teria medo de ter suas DMs expostas na timeline. Enquanto estamos aqui tentando entender, posts são apagados, reescritos, pessoas mudam de ideia, de versão, de lado.

Assim, além do que eu já li e publiquei acho correto trazer para este mesmo espaço um esclarecimento por parte de um envolvido diretamente.

Segue aqui o texto de Guilherme Valadares e Gustavo Gitti.

 

"Em tempos de comunicação hiperacelerada e pouca reflexão, foi um alívio imenso contar com o tempo e atenção da Rosana ao nos ouvir para conhecer o outro lado do recente caso envolvendo a Cabana e o próprio PapodeHomem. Está aqui o relato inicial do caso, cujo conteúdo e acusações rejeitamos em diversos pontos.
O PapodeHomem não mantém qualquer vínculo com as atitudes dos funcionários em suas vidas pessoais e relações íntimas. Em todo o processo, erros cometidos por um funcionário do PapodeHomem foram confundidos e interpretados como erros da própria empresa. Isso é inadmissível.
Agora, segue o nosso lado, em um esclarecimento tão detalhado quanto possível. O funcionário do PdH em questão já era participante da Cabana e leitor do portal antes de ser contratado. Após a contratação, sua participação na Cabana de modo algum foi alterada; não ganhou mais autoridade, tampouco se colocou como a voz de um funcionário ou da empresa. Ele seguiu em seu processo de crescimento pessoal, desvinculado do PapodeHomem.

Sobre o conteúdo do tópico em questão, como qualquer relato no fórum fechado da Cabana, nunca discutimos a vida de outras pessoas, mas nossas próprias atitudes no trabalho, nas relações, na vida em geral. Nesse caso, o envolvido focou em pedir ajuda em relação a uma atitude ruim, logo toda a conversa girou em torno dele, não em falar mal da envolvida referida apenas anonimamente. Aliás, a atitude relatada foi amplamente criticada, principalmente pelos coordenadores da Cabana. O próprio fato de ele fazer esse depoimento em um espaço como a Cabana, que já tem essa finalidade, indica que ele sabia que estava errado e queria mudar.

Portanto, foi feito um relato pessoal, em um fórum fechado, não-público, com fatos alterados para preservação de identidade e sem identificar qualquer nome. O tópico, reforçamos, foi duramente criticado pelos coordenadores da Cabana.

Em nenhum momento era a voz da Cabana ou do PdH se manifestando.

O conteúdo do tópico foi repassado por algum participante da Cabana para a envolvida. Erramos em não conseguir manter o sigilo que sempre prezamos para evitar confusões e sofrimentos. Afinal, ali é um espaço de aprendizagem, não um espaço para proteger ou proliferar preconceitos e ataques pessoais.

Sabemos agora que os pedidos que a envolvida fez por meses para retirada do tópico foram direcionados ao envolvido, que não comunicou aos coordenadores da Cabana. Assim que a coordenação da Cabana recebeu o pedido de remoção do tópico (que já estava sem atualizações há meses), no dia 13 de setembro, errou em fazer uma exigência na tentativa de proteger a privacidade de todos na Cabana. E erramos sim ao demorar 11 dias para efetuar a exclusão.

Nós reconhecemos isso e pedimos desculpas a todos.

Essa é a parte que nos cabe.

Estamos reformulando todo o funcionamento da Cabana para evitar que questões similares se repitam.

Em relação ao conteúdo do portal aberto (http://papodehomem.com.br) como um todo, reforçamos nosso compromisso em manter o mais alto padrão editorial. Se encontrar qualquer tipo de conteúdo ofensivo, nos avise imediatamente:conteudo@papodehomem.com.br

Se você acha que podemos fazer algo a mais para remediar a situação específica, por favor fale conosco:cabana@papodehomem.com.br

Esse esclarecimento está também público na home da Cabana (http://cabana.papodehomem.com.br).

Seguimos firmes em nosso trajeto de quase seis anos em tornar o PapodeHomem um veículo de credibilidade, do qual nos orgulhamos, com mais de quinhentos autores voluntários e capaz de dialogar com homens e mulheres de maneira tão ampla, direta e clara quanto possível. Esse é nosso esforço.

6 de outubro de 2012 Guilherme Valadares Gustavo Gitti "

 

 

03 Oct 19:38

A Memorable WOW Experience

09/19/2012     

The Zappos Family loves sharing WOW stories. In this WOW story Valerie shows just how empowered Zapponians are to create memorable experiences. Take five minutes to read this blog about how Valerie made one little girl's birthday very special.

The holiday season, for most, is a time for giving and sharing joy; however, one of the reasons I love working at Zappos is that it doesn’t have to be the holidays to share a little magic. 

During this particular holiday season I was working in the call center on a specialty team called the FACE Team. FACE stands for Folks Answering CEO Emails. This day was just like any other day helping Tony answer the copious amount of e-mails he receives on a daily basis.  However, one e-mail in particular will always stick with me.

A gentleman e-mailed Tony to let him know about the previous weekend’s events. Every December Zappos.com sponsors the Zappos.com Rock 'n’ Roll Vegas Marathon. The marathon takes place under the neon lights on the Las Vegas strip. This gentleman went on to explain the plan was to take his daughter to see The Lion King at Mandalay Bay for her 10th birthday. For the sake of this story, we shall call her Heather. Unfortunately, due to road closures and the marathon, Heather and her dad never made the show. My heart broke for them, and I knew I had to make it up in some way. One of the things that I absolutely love about Zappos is that we are all empowered to do what we can for the customer. You don’t have to ask for permission to do the right thing for a customer. With that being said, my initial idea was to send them to a showing of The Lion King on a different day; however, the dad had a different idea in mind. He wanted to bring Heather to Zappos to take a tour.

I had just become certified to give tours of the office a few days before and hadn’t given a real tour to anyone yet. I was quite nervous to say the least. I e-mailed the gentleman back and told him I would be more than happy to give them a tour of the office. We were even having a big Holiday Hurrah party in the parking lot of the headquarters that evening if they wanted to attend. 

The big day arrived, and I couldn’t wait to meet Heather and her family. When they arrived in the lobby, I could have spotted that smile from a mile away. Heather was so excited to be here. I had a bouquet of balloons waiting for Heather to carry on the tour so everyone at Zappos would know it was her special day. The tour was a group of five, and we began our journey. As we walked through the office people were wishing Heather a happy birthday and even dishing out high fives.

When we reached the call center, we headed towards the FACE team and on one of the desks there was a birthday cake with candles and some small gifts. When Heather walked closer to the birthday cake, she read the writing on the cake aloud, “Happy Birthday Heather.” She brushed it off for a brief moment and then realized, “Wait, that’s me!” I then lit the candles, and the entire Resource Desk and the surrounding teams sang happy birthday to Heather. At that moment I realized it wasn’t about just giving a tour or trying to provide a great experience for the family; it was about bringing a little bit of humanity back into the world.

 I feel so honored and blessed to have the opportunity to be a part of this company and this particular WOW story will remain with me forever.

09/19/2012     

The Zappos Family loves sharing WOW stories. In this WOW story Valerie shows just how empowered Zapponians are to create memorable experiences. Take five minutes to read this blog about how Valerie made one little girl's birthday very special.

The holiday season, for most, is a time for giving and sharing joy; however, one of the reasons I love working at Zappos is that it doesn’t have to be the holidays to share a little magic. 

During this particular holiday season I was working in the call center on a specialty team called the FACE Team. FACE stands for Folks Answering CEO Emails. This day was just like any other day helping Tony answer the copious amount of e-mails he receives on a daily basis.  However, one e-mail in particular will always stick with me.

A gentleman e-mailed Tony to let him know about the previous weekend’s events. Every December Zappos.com sponsors the Zappos.com Rock 'n’ Roll Vegas Marathon. The marathon takes place under the neon lights on the Las Vegas strip. This gentleman went on to explain the plan was to take his daughter to see The Lion King at Mandalay Bay for her 10th birthday. For the sake of this story, we shall call her Heather. Unfortunately, due to road closures and the marathon, Heather and her dad never made the show. My heart broke for them, and I knew I had to make it up in some way. One of the things that I absolutely love about Zappos is that we are all empowered to do what we can for the customer. You don’t have to ask for permission to do the right thing for a customer. With that being said, my initial idea was to send them to a showing of The Lion King on a different day; however, the dad had a different idea in mind. He wanted to bring Heather to Zappos to take a tour.

I had just become certified to give tours of the office a few days before and hadn’t given a real tour to anyone yet. I was quite nervous to say the least. I e-mailed the gentleman back and told him I would be more than happy to give them a tour of the office. We were even having a big Holiday Hurrah party in the parking lot of the headquarters that evening if they wanted to attend. 

The big day arrived, and I couldn’t wait to meet Heather and her family. When they arrived in the lobby, I could have spotted that smile from a mile away. Heather was so excited to be here. I had a bouquet of balloons waiting for Heather to carry on the tour so everyone at Zappos would know it was her special day. The tour was a group of five, and we began our journey. As we walked through the office people were wishing Heather a happy birthday and even dishing out high fives.

When we reached the call center, we headed towards the FACE team and on one of the desks there was a birthday cake with candles and some small gifts. When Heather walked closer to the birthday cake, she read the writing on the cake aloud, “Happy Birthday Heather.” She brushed it off for a brief moment and then realized, “Wait, that’s me!” I then lit the candles, and the entire Resource Desk and the surrounding teams sang happy birthday to Heather. At that moment I realized it wasn’t about just giving a tour or trying to provide a great experience for the family; it was about bringing a little bit of humanity back into the world.

 I feel so honored and blessed to have the opportunity to be a part of this company and this particular WOW story will remain with me forever.