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Atiraram o pau no gráfico

Estávamos muito tocados ainda com os resultados da pesquisa, que eram muito provocadores, e agora muito insatisfeitos com a divulgação dos erros. A confiança e respeito ao IPEA, construídos em 50 anos, podem ter sido muito abalados pelo episódio. Isso mostra a responsabilidade que há ao divulgar pesquisas e análises.
Apontaram-se vários erros, dentre eles:
- Erros de construção do instrumento (questões elaboradas)
- Erros de amostragem (escolha de entrevistados)
- Erros de processo de análise (falha de checagem e troca de dados)
- Erros de divulgação (demora a partir da data das entrevistas)
São erros dos quais podemos sempre aprender e aprimorar nossa habilidade de lidar com dados.
É por isso que, aqui no Atirei, a gente convida a todos para aprendermos juntos. Aprender a ter cuidados ao fazer e divulgar análises e também a fazer uma crítica construtiva quando recebemos informações com dados e gráficos. Vamos em frente!
Até
Roberto
ramember: There is a statue of Joffrey in the middle of...


There is a statue of Joffrey in the middle of Auckland, New Zealand??? And if you tweet with #bringdowntheking it will tighten the rope to bring down the statue???!!?!??!?!?
Descubra onde estão os turistas na sua cidade!
sevensinsdeeper: The Augmented Reality TARDIS: It’s Bigger On...
The Augmented Reality TARDIS: It’s Bigger On The Inside
This amazing Whovian built a wooden Tardis that is literally bigger on the inside! With help of an augmented reality app, that is. Now, that’s talent!
Glamdring no Trono de Ferro?
Olhos atentos e um bocado de paciência identificaram uma particularidade bastante interessante no Trono de Ferro, da série de TV “A Guerra dos Tronos”, produzida e apresentada pela HBO. Série baseado, claro, na série de livros de fantasia épica As Crônicas de Gelo e Fogo, escrita pelo norte-americano George R. R. Martin. E o que isso tem a ver com você, fã de Tolkien?
Repare na imagem abaixo, será Glamdring ali no Trono de Ferro? O que ela estaria fazendo ali?
Outra imagem:
(Claro que tudo não passa de um easter egg, uma brincadeira dos produtores da série)
Abaixo, mais informações sobre o Trono de Ferro e sobre a Glamdring, pra ninguém ficar
O Trono de Ferro
O Trono de Ferro é o assento dos Reis dos Sete Reinos, e também é habitualmente utilizado como um recurso de metonímia para se referir à autoridade do rei. Sentado nele, o Rei realiza audiências e aplica justiça, e outros indivíduos atuando em seu nome, como sua Mão ou o Regente, podem sentar no Trono em sua audência. A cadeira em si é dura e fria, com muitas bordas afiadas.
O Trono foi construído por Aegon I Targaryen, o primeiro Rei dos Sete Reinos. Aegon, o Conquistador ordenou a construção de um Trono com as espadas fundidas dos inimigos que venceu, mas não daqueles que se renderam honoravelmente (como a Casa Stark e Casa Arryn); supostamente, mil lâminas foram utilizadas, aquecidas pelo fogo soprado pelo dragão Balerion; a forja levou cinquenta e nove dias.
O Trono de Ferro é uma monstruosidade de espetos, bordas afiadas e metal torcido. É desconfortável, e o encosto é de aço com pontas afiadas, tornando recostar-se impossível. Aegon I assim ordenou que fosse feito, dizendo que um Rei nunca deveria sentar-se facilmente. Aerys II, o Rei Louco, sempre cortava-se quando nele sentado, e diz-se que o Trono já causou a morte de várias pessoas.
Glamdring
Glamdring (“Martelo do Inimigo”, em Sindarin) é uma espada que aparece em O Hobbit, O Senhor dos Anéis e nos Contos Inacabados e que pertenceu a Turgon. Era chamada de “Batedora” pelos Orcs das Montanhas nebulosos, e brilhava com um tom azul quando haviam orcs próximos.
Gandalf toma posse da mesma após encontrá-la no tesouro dos três Trolls, em O Hobbit (no mesmo momento em que Ferroada é encontrada) e a carregou em suas jornadas pela Terra-média com Bilbo Bolseiro e com a Sociedade do Anel, e após os eventos em O Senhor dos Anéis, foi colocada em segurança no tesouro de Minas Tirith.
O Trono de Ferro
O Trono de Ferro é o assento dos Reis dos Sete Reinos, e também é habitualmente utilizado como um recurso de metonímia para se referir à autoridade do rei. Sentado nele, o Rei realiza audiências e aplica justiça, e outros indivíduos atuando em seu nome, como sua Mão ou o Regente, podem sentar no Trono em sua audência. A cadeira em si é dura e fria, com muitas bordas afiadas.
O Trono foi construído por Aegon I Targaryen, o primeiro Rei dos Sete Reinos. Aegon, o Conquistador ordenou a construção de um Trono com as espadas fundidas dos inimigos que venceu, mas não daqueles que se renderam honoravelmente (como a Casa Stark e Casa Arryn); supostamente, mil lâminas foram utilizadas, aquecidas pelo fogo soprado pelo dragão Balerion; a forja levou cinquenta e nove dias.
O Trono de Ferro é uma monstruosidade de espetos, bordas afiadas e metal torcido. É desconfortável, e o encosto é de aço com pontas afiadas, tornando recostar-se impossível. Aegon I assim ordenou que fosse feito, dizendo que um Rei nunca deveria sentar-se facilmente. Aerys II, o Rei Louco, sempre cortava-se quando nele sentado, e diz-se que o Trono já causou a morte de várias pessoas.
Os Anões de O Hobbit cantando “Beat It” de Michael Jackson
Sim, é isso mesmo. Os Anões de O Hobbit cantando “Beat It” de Michael Jackson (e você vai gostar!)
Para os mais curiosos, a letra de “Beat It” (e não é que casa com os Anões de O Hobbit?)
They told him don’t you ever come around here
Don’t want to see your face, you better disappear
The fire’s in their eyes and their words are really clear
So beat it, just beat itYou better run, you better do what you can
Don’t want to see no blood, don’t be a macho man
You want to be tough, better do what you can
So beat it, but you want to be badJust beat it, beat it, beat it, beat it
No one wants to be defeated
Showin’ how funky and strong is your fight
It doesn’t matter who’s wrong or right
Just beat it, beat it
Just beat it, beat it
Just beat it, beat it
Just beat it, beat itThey’re out to get you, better leave while you can
Don’t want to be a boy, you want to be a man
You want to stay alive, better do what you can
So beat it, just beat itYou have to show them that you’re really not scared
You’re playin’ with your life, this ain’t no truth or dare
They’ll kick you, then they beat you,
Then they’ll tell you it’s fair
So beat it, but you want to be badJust beat it, beat it, beat it, beat it
No one wants to be defeated
Showin’ how funky and strong is your fight
It doesn’t matter who’s wrong or rightJust beat it, beat it, beat it, beat it
No one wants to be defeated
Showin’ how funky and strong is your fight
It doesn’t matter who’s wrong or rightJust beat it, beat it, beat it, beat it
No one wants to be defeated
Showin’ how funky and strong is your fight
It doesn’t matter who’s wrong or right
Just beat it, beat it
Beat it, beat it, beat itNo one wants to be defeated
Showin’ how funky and strong is your fight
It doesn’t matter who’s wrong or who’s rightJust beat it, beat it, beat it, beat it
No one wants to be defeated
Showin’ how funky and strong is your fight
It doesn’t matter who’s wrong or rightJust beat it, beat it, beat it, beat it
No one wants to be defeated
Showin’ how funky and strong is your fight
It doesn’t matter who’s wrong or right
Just beat it, beat it
Beat it, beat it, beat it
Mark Gatiss Teases a Jane Austen Doctor Who Episode, Had Better Follow Through Or I’ll Cry
“It is a truth universally acknowledged, that a science fiction show with a tendency to include historical authors, must be in want of a Jane Austen episode.1) The Mary Sue gets all of the points for the single best lede I have ever read in my entire life.
2) OH MY GOD SO EXCITED.
3) I second their demand that Jane Austen not fall in love with the Doctor. I’d add that the Doctor must not kiss her without her consent. I don’t care how excited he is or what clever thing Jane Austen has done to save his life. DON’T DO IT.
We’re watching, Gatiss. It’s Jane Austen. Don’t fuck up.
Crítica: ‘Nebraska’
A primeira coisa que chama a atenção em Nebraska é o vazio. Mesmo nos closes há sempre um espaço não preenchido, uma falta que circunda o rosto do personagem colocado em primeiro plano. Nos planos abertos tudo é espaço, vazio, e um personagem pequeno e solitário na parte inferior da tela. Falta som ambiente ao filme, o silêncio soa artificial, opressor, vazio.
É óbvio dizer que Nebraska é, então, um filme sobre o vazio. Sobre aquilo que falta e que os personagens passam o filme, e possivelmente a vida, tentando repor. Mas há muito pouco de óbvio no longa de Alexander Payne.
Payne é um diretor curioso: é autor de filmes pequenos, despretensiosos, muitas vezes de uma leveza singela e que, estranhamente, sempre chegam às grandes premiações. Foi o caso de Sideways e Os Descendentes. Raramente são favoritos, mas de forma quieta, quase oposta às grandes campanhas que dominam a temporada de prêmios, impõem-se como notáveis.
Nebraska é o menor, mais discreto e melhor desses três filmes. Filmado em preto e branco, ele acompanha a curta, e falha, viagem que David Grant e seu pai empreendem de Montana a Nebraska. Woody Grant, um velho alcóolatra e com Alzheimer, recebe uma carta claramente falsa lhe dizendo que ganhou um milhão de dólares, e David, contrariado pela mãe e o irmão consideravelmente mais sensatos, decide levá-lo.
O maior mérito do filme é não transformar uma tentativa obviamente patética em grande metáfora sentimental. David sabe perfeitamente que não é sobre o prêmio, é sobre um homem velho e sem qualquer perspectiva, mas que precisa continuar por aqui mais alguns anos, enquanto tudo se torna irremediavelmente tedioso e vazio. Ele fala isso mais de uma vez e confessa que tudo que está fazendo é distrair o pai por alguns dias. Não espera receber uma revelação, consertar a relação estremecida ao longo dos anos ou mudar de vida. Apenas não consegue ser frio suficiente para negar o pedido de um velho doente.
Nebraska não é um filme sobre grandes segredos familiares, grandes brigas e grandes reconciliações. É sobre pequenas informações esquecidas, desentendimentos crônicos e um momento de conexão. Sobre o material real da vida familiar, sobre as sutilezas que se acumulam nas pessoas e tornam as famílias o que são.
Não há um único momento de revelação, mas narrativas que se acumulam e vão se encaixando, devagar, com delicadeza. O quadro completo nunca é pintado, os personagens nunca são desnudados diante do espectador, mas ao final do filme a sensação é de conhecê-los profundamente, ou ao menos, de ter intuído suas personalidades.
Esse recurso, mais do que enriquecer um roteiro simples, respeita o espectador e a humanidade dos personagens. Payne acredita na sensibilidade daquele que o assiste, na possibilidade de seu espectador montar histórias na sua cabeça, de imaginar, raciocinar. É um tipo de respeito raro no cinema hollywoodiano atual. Ele também faz um filme sobre seres humanos, nada admiráveis, nada especiais, sem tragédias maiores do que a de milhares de pessoas. Os conflitos são pequenos, mas profundamente doloridos, como os de qualquer um.
Humanidade e sutileza também são as chave das atuações de Nebraska. Bruce Dern entrega uma interpretação que é toda contenção, desencontro entre vitalidade interna e decaimento do corpo. Existe algo de selvagem em seu Woody Grant, na fala e no olhar de um homem que mal consegue se mexer. Em contraponto a seu marido preso em si mesmo, June Squibb é expansiva, brilhante, carismática e engraçada. Por trás da velha Kate Grant é possível enxergar que talvez ela não esteja exagerando ao dizer que 40 anos atrás todo homem da cidade queria levá-la para cama.
A sombra do passado que se pode ver no presente é outro tema do filme: a guerra da Coreia nos veteranos, a crise econômica em um país que já foi “a terra das oportunidades”. Ao presente falta algo, alguma coisa foi perdida pelo caminho e os personagens mal percebem isso, estão todos vivendo em planos compostos de grandes espaços vazios.
A fotografia preto e branca altamente contrastada realça essa ideia dos lugares de sombra, de vida empalidecida , de onde toda cor foi retirada. Entretanto, são belíssimos os planos de Payne e o jogo de luzes que os acompanha. De forma controlada, minimalista, Nebraska tem uma estética que faz lembrar mestres do preto e branco como Sven Nykvist e por que o monocromático pode ser tão útil a filmes que são apenas o estudo de rostos e almas.
Pois Nebraska é isso, o estudo de rostos e almas. Mas rostos e almas pequenos, comuns, ordinários e que nem por isso rendem um filme menos fascinante.































































