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26 Mar 10:11

Cat facts. [x]



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25 Mar 17:35

Movies According to Tumblr (21 Pics)

25 Mar 10:45

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25 Mar 10:44

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24 Mar 13:37

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24 Mar 13:34

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24 Mar 13:23

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24 Mar 10:48

Freira se apresenta no The Voice Itália e surpreende jurados

Daquelas coisas que só acontecem em reality show musical... Eis que estava passeando pelo twitter quando a @kahmarx mandou um vídeo de uma apresentação no The Voice Italiano. 

Gente, sério, não é a melhor apresentação do mundo, mas é algo totalmente inusitado. Uma freira nas Blind Auditions do The Voice Italiano deixou todos os jurados chocados e o público foi à loucura! 

Certeza que o Papa curtiu essa apresentação, hein!

21 Mar 18:53

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21 Mar 11:42

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21 Mar 11:33

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21 Mar 11:28

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20 Mar 11:45

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20 Mar 11:24

Escala de Ódio: O Aprendiz - Celebridades

by Thiago Pasqualotto

​A TV Record divulgou a lista com os 15 participantes do reality show Aprendiz Celebridades. Nesta temporada, a atração terá personalidades ""famosas"" de diversos segmentos.

E agora está na hora do nosso momento preferido aqui no blog: medir o quanto iremos amar e/ou odiar cada um dos concorrentes.

Nome:
Alexia Dechamps


Função:
Atriz

O que vai fazer:
Participar do programa na esperança da Record chamar para fazer alguma novela depois.

Por que vamos odiar:
Porque sempre que eu escuto o nome dela imagino um prato de comida, tipo Quiche Alexia com Escargots Dechamps.

Numa escala de 1 a 5 CDs do Justus, quanto iremos odiar:

Nome:
Nahim


Função:
Cantor do tempo da nossa avó.

O que vai fazer:
Ser eliminado na primeira ou segunda semana.  

Por que vamos odiar:
Vai cantar músicas que ninguém conhece e ficar babando cada vez que uma participante colocar um biquíni. 

Numa escala de 1 a 5 CDs do Justus, quanto iremos odiar:

Nome:
Ana Moser


Função:
Ex-jogadora de vôlei e não gosta de condicionador.

O que vai fazer:
Cover da Mônica da série Família Dinossauros.


Por que vamos odiar:
Difícil eu odiar uma pessoa que fez parte da geração que trouxe a primeira medalha olímpica para o voleibol feminino.  

Numa escala de 1 a 5 CDs do Justus, quanto iremos odiar:

Nome:
Christiano Cochrane


Função:
Ator e filho da Marília Gabi Gabriela.

O que vai fazer:
Fará bate-bola jogo rápido na sala de reunião: "Um amor? Um sonho? Um arrependimento? Roberto Justus por Roberto Justus?"  

Por que vamos odiar:
Se ele contar os podres do Reynaldo Gianecchini já tô amando!

Numa escala de 1 a 5 CDs do Justus, quanto iremos odiar:

Nome:
Maria Cândida


Função:
Trabalhava com o Gugu, mas não pegava sabonetes. 

O que vai fazer:
Tem cara de barraqueira mandona.  

Por que vamos odiar:
Porque eu preferia a Silvana Kieling diretamente do helicóptero do Gugu.

Numa escala de 1 a 5 CDs do Justus, quanto iremos odiar:
 

Nome:
Kid Vinil 


Função:
Cantor e DJ

O que vai fazer:
Vai ser aquele tiozão que perdeu a noção do tempo e ainda se acha jovem e descolado.

Por que vamos odiar:
Cada vez que eu olhar para a cara dele vou imaginar a Marina Ruy Barbosa nua. Isso deveria ser uma coisa boa, mas...

Numa escala de 1 a 5 CDs do Justus, quanto iremos odiar:
  

Nome:
Michele Birkheuer


Função:
Irmã da Letícia Birkheuer.

O que vai fazer:
Tentar formar casal pra se dar bem no jogo.

Por que vamos odiar:
Tem cara de sonsa que vai chorar na primeira bronca do Justus. Dá-lhe lenço! 

Numa escala de 1 a 5 CDs do Justus, quanto iremos odiar:
  

Nome:
Nico Puig


Função:
Ator.

O que vai fazer:
Assim como Alexia, vai participar do programa na esperança da Record chamar para fazer alguma novela depois.

Por que vamos odiar:
Quem já viu a G Magazine dele sabe que não vai odiar.


Numa escala de 1 a 5 CDs do Justus, quanto iremos odiar:

Nome:
Priscila Machado


Função:
Ex-Miss Brasil

O que vai fazer:
Se atrasar para as provas porque estará fazendo babyliss.

Por que vamos odiar:
Já namorou o Bruno Delucca, não odeio, pago uma consulta médica em um oftalmo. 

Numa escala de 1 a 5 CDs do Justus, quanto iremos odiar:

Nome:
Moço do comercial das Havaianas. 


Função:
Roubar o número de telefone da Cléo Pires em comercial de chinelo.

O que vai fazer:
Roubar o número de telefone das participantes bonitas. 

Por que vamos odiar:
Não vai roubar o meu. :( 

Numa escala de 1 a 5 CDs do Justus, quanto iremos odiar:

Nome:
Andréa Nóbrega


Função:
Ex-mulher do Carlos Alberto de Nóbrega 

O que vai fazer:
Falar frases do tipo "Tô de olho no sinhô" e tomar banho de champa. #SaudadeMulheresRicas


Por que vamos odiar:
Porque preferimos ela em Mulheres Ricas brigando com a Val e a Cozete.

Numa escala de 1 a 5 CDs do Justus, quanto iremos odiar:

Nome:
Raul Boesel


Função:
Ex-piloto de Fórmula Indy.

O que vai fazer:
Desconheço, não vejo corrida desde que o Ayrton Senna morreu.

Por que vamos odiar:
Sei lá.

Numa escala de 1 a 5 CDs do Justus, quanto iremos odiar:

Nome:
Mônica Carvalho


Função:
Atriz

O que vai fazer:
Dançar nua como na abertura de Mulheres de Areia.


Por que vamos odiar:
Vou cantarolar "Sexy Iemanja" do Pepeu Gomes toda vez que ela aparecer na TV.

Numa escala de 1 a 5 CDs do Justus, quanto iremos odiar:

Nome:
Amon Lima. Exclui o Lucas e o pai da Família Lima e é um desses aí... 


Função:
Cunhado da Sandy.

O que vai fazer:
Encher o saco de todo mundo com um violino.

Por que vamos odiar:
Porque nunca vamos descobrir qual dos 3 membros da Família Lima ele é.

Numa escala de 1 a 5 CDs do Justus, quanto iremos odiar:
Nome:
Beth Szafir


Função:
Socialite e vó da Sasha.

O que vai fazer:
Julgar a cafonice da Andréa, fingir que nunca viu a G do Nico e recomendar cremes de cabelo para a Ana.

Por que vamos odiar:
Odiar? Já tô amando Beth falando mal da Xuxa em rede nacional.


Numa escala de 1 a 5 CDs do Justus, quanto iremos odiar:

E você, amou ou odiou? Conta pra gente AQUI.
19 Mar 16:14

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17 Mar 14:43

My 2 year old daughter was talking to her toys the other day and randomly said "Bad wolf." I asked her who the bad wolf was, and she giggled and said, "Silly mommy. You bad wolf!" I'm officially terrified.

17 Mar 12:46

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17 Mar 12:43

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17 Mar 12:26

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17 Mar 12:14

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17 Mar 12:12

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14 Mar 19:34

Photographed by Natalie Boog [website] [h/t: beben-eleben]





















Photographed by Natalie Boog [website]

[h/t: beben-eleben]

14 Mar 18:18

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14 Mar 15:33

finalproblem: On eBay: Mrs. Hudson teaches you to dancercise to...

by mediocreomens




finalproblem:

On eBay: Mrs. Hudson teaches you to dancercise to Stayin’ Alive and Whodunit.

Great Sherlockian Christmas present or GREATEST Sherlockian Christmas present?

12 Mar 13:20

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12 Mar 11:08

Crítica: Robocop – o jeitinho brasileiro de ver Hollywood

by Vinicius Volcof

Muitos têm dito que o novo Robocop é um blockbuster hollywoodiano vestido de verde e amarelo, especialmente seu próprio diretor, José Padilha, em eventos de divulgação e entrevistas, como à revista Veja1: “Robocop não é meu primeiro filme americano. É o primeiro filme brasileiro de Hollywood”. Seria mesmo? Será que as inovações trazidas por Padilha e sua equipe de técnicos brasileiros realmente fazem desse projeto de US$ 140 milhões da MGM-Sony um filme para chamar de nosso? Vamos refletir sobre alguns pontos…

Começando pelo começo: Robocop é uma refilmagem do clássico de ficção de 1987, escrito por Edward Neumeier e Michael Miner e dirigido por Paul Venhoever, pioneiro em muitas técnicas de efeitos visuais, sobretudo na robótica. O filme original levou o Oscar de 1988 por Efeitos Sonoros e não causa embaraço se revisto atualmente, mesmo diante dos avanços tecnológicos e do CGI. Acima disso, tornou-se personagem icônico, herói e um dos brinquedos prediletos dos infantes da época, inclusive deste que vos escreve.

A proposta do filme original era cutucar a mão pesada do governo de Ronald Reagan (1981-89), período de avanço irrefreável do capitalismo e suas consequências, que vão da decadência social causada pela distribuição de renda desigual à militarização das policias metropolitanas. Para isso, melhor cenário seria impensável: Detroit, demonstrando sensibilidade visionária dos autores que escolheram uma cidade que hoje está oficialmente falida2 e vê a escalada do crime e do desemprego.

Dezessete anos (e duas continuações que não deram muito certo) depois, um carioca, físico por formação, documentarista de mão cheia e diretor dos sucessos internacionais Tropa de Elite 1 e 2, decide ressuscitar Alex Murphy, o policial robô, com diferentes propostas para esse admirável mundo novo de drones, crise do capitalismo, levante das minorias e revoltas populares.

O que de bom poderia sair disso? Ora, muita coisa! Para começar, o novo Robocop abraça uma característica marcante da atualidade: a globalização. Se o Alex Murphy original fora Peter Weller, estadunidense de Wisconsin, agora quem o encarna é o suíço Joel Kinnaman; sua esposa é a australiana Abbie Cornish; e a primeira sequência do longa se passa em Teerã, Irã, onde drones (uma versão repaginada dos ED-209 criados por Venhoever) da OmniCorp fazem uma intimidadora averiguação dos civis, até serem atacados por homens bombas – tudo isso televisionado, ao vivo, pelo programa The Kovak Element, do jornalista Pat Kovak (um excelente Samuel L. Jackson).

A partir daí notam-se alguns elementos que, se não característicos do Brasil, são marcas do diretor: a ação que se desenvolve em zonas periféricas; dá-se destaque ao ponto de vista (às vezes manipulador) da mídia; além de uma câmera soltinha e com ângulos muito semelhantes à Tropa.

Alguns acreditam que é melhor não comparar o filme original e sua refilmagem. Como eu não gosto de refilmagens, achando que na maioria das vezes a justificativa da renovação tecnológica tira muitos pontos positivos e é desrespeitosa com a obra original, vou seguir pela outra corrente e comparar, sim, o filme de Venhoeven e o de Padilha: são realizadores com estilos e propostas diferentes, mas que de parecido têm visões claras e críticas sobre seus mundos. Ambos carregam questões sociais centrais, mas Venhoeven aborda isso – não só em Robocop, mas em outras boas obras como O Vingador do Futuro (1990), da qual já tratamos aqui, e Instinto Selvagem (1992) – tendo a violência como catarse. Já Padilha, embora violento, não podemos negar, inclusive há quem o considera “fascista” pela agressividade de seu Capitão Nascimento, soma o requinte da Filosofia da Mente, da qual é entusiasta. O diretor inclusive revelou ter brigado muito com os produtores para incluir pequenas referências a essa área em seu filme, conseguindo inserir os principais filósofos dessa corrente de forma subliminar, nos nomes de alguns personagens (p.ex. Dennett e Sellars).

Assim vemos as diferenças entre eles: Venhoeven, nesse sentido, é muito mais violento do que Padilha, nos apresentando cenas verdadeiramente assustadoras. Já o brasileiro optou por adicionar profundidade a Alex, coisa rara em filme-pipoca, com cenas metafóricas ou existenciais, como quando o protagonista (ou o que sobre dele) se vê diante de um espelho. Mas essas escolhas, contudo, foram feitas em detrimento de algumas das mais maravilhosas passagens da obra original, como as de Robocop combatendo o crime pela cidade, destruindo uma loja de conveniência ou explodindo um posto de gasolina, arrematando com: “Thanks for your cooperation” (“Obrigado pela cooperação”).

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Robocop de 1987, com Peter Weller, Venhoever tinha um violência assustadora que Padilha não consegue atingir.

Do personagem central, perde-se pouco, mas são detalhes que fazem do novo Murphy menos icônico que o original. Entre eles, a roupa preta. Ok, não sejamos tão implicantes, deixemos a equipe de arte brincar um pouco, mas a substituição, feita em prol da verossimilhança e da agilidade, não deu muito certo. Outro problema aparece com a trilha sonora, dirigida pelo brasileiro Pedro Bromfman, que pelo mau uso matou a impactante música tema do policial, de autoria Oliver Harper.

Na trama, estamos em 2028 e o policial Alex Murphy sofre um atentado em frente à sua residência. Ele é “salvo” pela OminCorp, de Raymond Sellars (Michael Keaton, numa versão de Steve Jobs), cuja equipe médica é liderada pelo Dr. Dennett (Gary Oldman, sempre ótimo como coadjuvante de heróis mascarados). Em troca disso, transforma-se num ciberpolicial, cuja consciência pode ser alterada de acordo com os interesses da companhia e lacrado numa vestimenta de aço que praticamente tem vida própria. Na verdade, muito pouco sobra para o Robocop e o valioso destaque do filme está em mostrar que esse personagem tem muito pouco de herói – se uma referência à Tropa de Elite pode ser feita, Robocop é o “aspira” que quer tirar a roupa preta, mas não pode.

A OminiCorp serve como critica à perigosa ganância da indústria bélica, sobretudo diante de governos enfraquecidos. Já através do jornalista de extrema direita Pat Novak critica-se uma personagem muito comum na TV americana (e não nos enganemos, no Brasil também): o pundits, jornalistas populistas que fingem dizer grandes verdades, revelar conceitos extraordinários ou se fazerem de porta-voz da população, mas que na verdade tudo o que entregam são “dois ou três clichês rastaqueras”3 – inspiração direta nos boçais da FoxNews, como o jurássico Billy O’Reilly. Pat, querendo justificar o uso de drones em território americano, chega a soltar a pérola: “Por que a América é tão robofóbica?!”

Assim, José Padilha e os brasileiros que ele arrastou para Hollywood (como Lula Carvalho na direção de fotografia e Daniel Rezende na edição), desenharam um remake muito mais profundo que uma assistida preguiçosa pode capturar. Um filme pensado em camadas, honestamente filosofado e que reserva até, vejam só, duas ou três boas cenas de ação. Certamente não se trata de um filme brasileiro, mas sim de um filme do mundo. Menos estiloso e inovador que o original de Venhoeven, mas pelo menos sem aquela vergonhosa papinha de neném da qual o protagonista se alimentava do filme original.

)

  1. Revista Veja n° 2359, de 5 de fevereiro de 2014
  2. Mais sobre a falência de Detroit em Terra Economia.
  3. Sobre os pundits, em Carta Capital, n° 787, de 19 fevereiro de 2014.
12 Mar 10:42

18 Things That Actually Happened

12 Mar 10:40

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11 Mar 12:47

Empresário de Roberto Carlos tenta “apagar incêndio” e defendê-lo das críticas

by freipert

Desde que estreou como garoto-propaganda da Friboi, incentivando o consumo de carne, Roberto Carlos tem sido massacrado pelo público.

O cantor, que antes era vegetariano, tem sido motivo de revolta por dar a entender que voltou a comer carne só para faturar o cachê milionário do comercial de TV que gravou.

O empresário de Roberto, Dody Sirena, resolveu vir a público para tentar acalmar os ânimos e melhorar a imagem de seu cliente:

"Roberto Carlos nunca foi vegetariano, apenas não comeu carne vermelha durante muitos anos. Desde 2005, Roberto Carlos investe em gado, fato amplamente divulgado pela imprensa, com objetivo de produção de carne de qualidade. Em 2006, ele começou a falar em voltar a comer carne e de fato voltou".

Então, tá...

 

Leia mais:

Roberto Carlos censura perguntas

Garçom de comercial de carne tem mais carisma que Roberto Carlos

Convite a Roberto Carlos para fazer propaganda foi um tiro no pé

O post Empresário de Roberto Carlos tenta “apagar incêndio” e defendê-lo das críticas apareceu primeiro em Blog da Fabíola Reipert.

11 Mar 10:53

booturtle: Chewbacca and Friends by Cuije Photo [website |...















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