Desenharam uma amarelinha de giz em uma calçada movimentada e a reação dos pedestres é exatamente o que a gente imagina que aconteceu: eles pularam amarelinha com um pé só sim! E isso é maravilhoso:
House Of Cards é uma série que fala sobre poder e domínio, e no meio disso, temos uma intriga política com um homem disposto a tudo pra se manter no topo. Esse jogo envolve corrupção, compra de silêncio, troca de favores e até assassinatos. E mesmo que Barack Obama tenha declarado que a Casa Branca não é tão movimentada assim, nós sabemos que essas coisas não acontecem apenas na ficção.
E nada melhor pra divulgar as novas temporadas de House Of Cards que surfar na crise política do Brasil, que se tornou involuntariamente a maior peça viral de marketing da Netflix. Tudo graças as coincidências entre o retorno de Frank Underwood e grandes bombas na política nacional.
Na estreia da terceira temporada, Dilma havia acabado de assumir seu segundo mandado sob fortes protestos e começavam as manifestações pedindo seu impeachment. Foi a primeira cutucada do twitter oficial da série:
In brazilian portuguese, they don’t say “impeachment”, they say “se inspirar no Francis Underwood” and i think that’s beautiful.
Imagina a pessoa acordar hoje do coma em que estava desde 2001 e ver o que mudou no mundo. E isso é só o início, precisaria de um longo powerpoint pra ilustrar todas as mudanças…
Espera… isso não é bem uma escultura, é muito mais que isso. Trata-se de uma impressionante combinação de tecnologia, ilusão de ótica, formas, movimentos e sincronia.
Eu fico só imaginando o quão complexo não deve ser programar uma apresentação como essa. coisa de alienígenas, certeza.
Vários adolescentes aparecem enfileirados em um paradão, em seguida um policial desfere um jato de spray de pimenta em seus rostos.
Se a cena tivesse sido registrada pela Coreia do Norte, eu diria que seria apenas uma leve punição para jovens delinquentes, entretanto, a cena foi registrada em uma escola em Barberton, Ohio, mais precisamente com alunos da disciplina de Ciência Criminal e Tecnologia. A ideia era demonstrar na prática o efeito causado por um jato de pimenta.
Eu acho que os alunos não curtiram muito a experiência. Acho!
Você já pensou em gravar na pele algum som marcante em sua vida, e poder reproduzi-lo quando quiser através de um aplicativo? Parece loucura, mas é a mais nova invenção de um tatuador americano.
São as Sound Wave Tattos (Tatuagens de ondas sonoras): são desenhos das variações das ondas sonoras de um determinado áudio e que, através do seu smartphone, pode ser “tocada” a hora que se quiser.
A criação do tatuador Nate Siggard, de Los Angeles, permite que a risada de um filho, a voz de alguém que se ama, um trecho de uma música ou qualquer outro áudio permaneça pra sempre em sua pele e em seus ouvidos.
A ideia é criar parcerias com tatuadores do mundo todo, para que se tornem oficialmente artistas das ondas sonoras, e que as tatuagens de áudio possam ser feitas em qualquer lugar.
Além de bonitas estética e simbolicamente, as Sound Wave Tattoos podem soar literalmente como música para nossos ouvidos.
O aplicativo ainda não está disponível, mas a Skin Motion, responsável pela invenção, pretende lançá-lo em junho.
Quem é amante de café às vezes encontra certas dificuldades para fazer por questões de praticidade e quantidade. Um cafézinho a tarde durante o expediente vem a calhar, mas café solúvel e aqueles de máquinas nunca batem o sabor de um passado na hora com cheirinho de casa de avó, não é?
A marca Café Jurerê lançou algo que pode revolucionar a sua vida: o Fast Coffee! São sachês individuais de café que é coado no próprio saquinho. Basta ter uma caneca e água quente para fazer essa maravilha.
Cada caixinha vem com 10 unidades e é vendida no site da marca por R$23,90.
Muitas pessoas se perguntam como o Nazismo pode ter prosperado tanto a luz do mundo sem que ninguém percebesse quais eram os reais objetivos de Hitler. Onde estava a indignação com seu discurso? Onde estava a população quando ele pregava o extermínio de raças? Onde estavam todos? Não foi de repente, não foi um momento de loucura. Foi planejado durante anos. Mas será possível que algo assim volte a acontecer? Será que nós, hoje, estamos diante de sinais idênticos aos que ocorreram não apenas na Alemanha nazista, mas em todas as atrocidades cometidas pela humanidade?
E ao invés de fazermos algo, estamos nos fingindo de cegos ou pior, concordando com tais sinais?
Tente imaginar um futuro distópico onde os Estados Unidos não existem mais, mas sim um país dividido por uma Guerra Civil. No vácuo de poder, um regime totalitário chamado República de Gilead prospera. Ali a religião é quem domina e dita as regras. Mulheres são propriedades do Estado, e separadas em castas, servem para funções específicas, como gerar filhos para homens poderosos, já que uma epidemia de infertilidade varreu o mundo.
Em estupros diários, essas mulheres são submetidas ao que chamam de “cerimônia”. Elas não passam de escravas, se vestem como se estivessem em uma era puritana do século XVII, são proibidas de ler, e suas atividades são restritas a servirem como propriedade de seus senhores e frequentar uma espécie de culto religioso. Mas esse mundo absurdo que deixaria qualquer “pessoa de bem” aterrorizada, aconteceu de repente? Algum meteoro caiu, destruiu tudo, e foi assim que a raça humana se reergueu?
Nada disso. The Handmaid’s Tale, série original do serviço de straming Hulu, e já candidada a uma das melhores e mais provocadoras de 2017, nos apresenta essa distopia que foi acontecendo aos poucos, aos olhos do mundo, e portanto, ninguém apareceu do nada tirando todos os direitos das mulheres. É uma terrível analogia ao nossos tempos. Será que os sinais estão claros ou, novamente, estamos cegos ou concordando com eles?
Baseado no livro de mesmo nome (no Brasil, O Conto da Aia) publicado em 1984 por Margaret Atwood, The Handmaid’s Tale foi adaptada para a “tv” por Bruce Miller, também showrunner da série The 100. Coube a Elisabeth Moss, a eterna Peggy Olson de Mad Men, assumir a pele de Offred, uma aia reprodutora, cujo nome já expõe sua condição: “Offred = Of Fred = De Fred“, o nome do homem a que ela pertence, tal qual uma televisão ou carro. Sua atuação é magistral e carregada de um peso dramático que nós já esperávamos de um talento assim.
É impossível, portanto, não traçar um paralelo entre ambas as séries. Em Mad Men, Peggy surgia como um vírus da revolução feminista: dona de si mesmo, segura, independente e batendo de frente com a mentalidade patriarcal. Na América dos anos 60, a mulher não conquistava cargos importantes com a mesma frequência que os homens, bons salários eram exceção incômoda para os patrões, ou era admirada por suas qualidades além da estética. Espera… anos 60? Pois é.
Olhar para a “distopia” de The Handmaid’s Tale ficou mais fácil agora. E se as coisas seguissem “evoluindo”? E se os sinais não forem notados? A série não deixa de questionar essas possibilidades ao mesclar a narrativa principal com flashbacks mostrando como tudo começou. Como um simples resfriado evoluiu até se tornar um câncer. A série não é uma ode contra a religião ou a figura do homem, longe disso, mas seu tom de denúncia pode soar incômodo para alguns.
E isso é bom, afinal, é preciso algum tapa na cara de vez em quando.
O Suzuki Vitara é uma caminhonete que vendeu bastante nos anos 90, mas hoje esse modelo 96 caiu no limbo e quase ninguém compra, ainda mais nas Europas onde só tem carrão delícia.
Então, um cara pra vender um carro desses precisa caprichar no anúncio. Pois bem…
Acredito que o comercial esteja valendo mais que o próprio carro. Não sei se ele vai vender o carro, mas o emprego na área da publicidade pelo resto da vida tá garantido.
Em 2015, durante uma entrevista a Vice, um dos fundadores do Pirate Bay, o sueco Peter Sunde, jogou a toalha: “Eu desisto“, admitindo que tinha perdido uma guerra contra o “capitalismo”. Um dos sites mais famosos da internet é o pesadelo da indústria do entretenimento, que nos últimos anos, vem vencendo todas as batalhas contra a pirataria. Agora, até mesmo o pessoal que costuma legendar filmes e séries estão sofrendo os primeiros ataques.
É uma questão de tempo até o Torrent sumir da internet ou, como diria o personagem de Jeff Goldblum em Jurassic Park, “a vida sempre encontra um jeito“? Mas que atire a primeira pedra aquele que nunca baixou um Torrent sequer, e já que, pro bem ou pro mal, ele faz parte da cultura pop, que tal entender um pouco melhor as extensões desses arquivos?
Conversei com o Vinícius Colares, um cinéfilo defensor do Episódio I de Star Wars, e pedi que ele me explicasse os motivos por trás de cada extensão. Pois bem, aqui estão:
OS PIRATA.
CAM
Filmado de dentro da sala do cinema de alguma poltrona com filmadora geralmente de qualidade duvidosa, por que câmeras boas são grandes e chamam atenção demais, portanto, qualidade muito baixa, as vezes a imagem está inclinada, pessoas são vistas levantando das poltronas. Geralmente a fonte é de algum país asiático e o som pode ser gravado em outras sessões pelo mundo e depois sincronizado.
Telesync ou TS
Também gravado do cinema, na maioria das vezes direto da cabine de projeção por algum funcionário que nunca vai ter a foto no quadro de funcionário do mês e por isso entrega imagem com um pouco mais de qualidade, a fonte do áudio também é de um pouco melhor qualidade, pela distância do público (o que evita a captação de risos ou gritos da platéia, por exemplo) ou por serem extraídas de poltronas com fones de ouvido para deficientes auditivos que alguns existentes em algumas salas de cinema. Geralmente semeadores de torrents no formato tem apenas um versão em CAMrip e mentem para você dizendo tratar de TS.
WEBrip
Quando a fonte do vídeo é extraída da gravação direta de algum serviço de streaming como Netflix, a gravação é feita da mesma maneira que gravam a tela do computador para tutoriais de youtube. Por mais que a fonte original tenha boa qualidade, a velocidade dos quadros geralmente pode apresentar defeitos provenientes da gravação. É o mesmo que HDrip, a nomenclatura vai variar de acordo com a preferência de quem está semeando.
WEBdl
A fonte também é proveniente da internet, só que com melhor qualidade porque é ripado de um arquivo baixado, exemplo, filmes alugados de serviços como o Google Play que você pode baixar para assistir, por isso a qualidade é melhor, semelhante a de um blu-rayrip.
Blurayrip, BDrip
A fonte é o disco original do filme, o que garante a melhor qualidade de som e imagem.
DVDrip
O mesmo do BDrip, mas com a fonte sendo o DVD que garante no máximo resolução em 480p.
WP – Workprint
É um arquivo inacabado do filme vazado antes da estreia, uma “cópia de trabalho”, os WPs mais famosos foram os de Tropa de Elite, que vazou com uma montagem preliminar diferente da final lançada nos cinemas e virou uma febre e o de X-Men Origens – Wolverine que vazou inclusive com algumas cenas sem efeitos especiais finalizados, com tela verde. São raros.
WEBrip KORSUB
Lembram do formato R5 na época do DVD? É mais ou menos o mesmo, recapitulando o caso do R5 (“R5” vem de Região 5, região dos dvds russos), foi uma forma de evitar a pirataria na Rússia, o público russo se nega a gastar dinheiro com cinema então os estúdios lançavam dvds básicos em embalagens simples apenas com o filme dublado em russo, bem antes do lançamento em home vídeo no resto do mundo e a um preço em conta, assim os russos compravam o R5 ao invés de Camrips nos camelôs de lá. Por isso a imagem era boa para o padrão dvd e o áudio era ruim, pois como as cópias só tinham dublagem em russo, os piratas sincronizavam a imagem boa do R5 com o áudio ruim captado em alguma sala de cinema na América.
O caso do Korsub (Korean Subtitles) é semelhante, os filmes hollywoodianos não fazem muito sucesso lá, para se ter uma ideia O Despertar da Força estreou em segundo lugar nos cinema coreanos, a galera de lá prefere as produções nacionais (excepcionais por sinal), então uma forma de conseguir uma fatia do mercado e vender os filmes estrangeiros, foi adiantar a estreia em home vídeo em relação a outros mercados. Para dificultar a pirataria no resto do mundo, as legendas coreanas já vem embutidas. Por isso os primeiros rips com qualidade boa que você encontra na internet, são sempre “korsubs” e apenas 1 ou 2 meses depois que saem em web-dl ou bdrip.
HDTV
Ripado de exibição em televisão em formato HD. Mais comum em séries de TV ou em filmes antigos nunca lançados em Blu-ray.
VHSrip
Ripado das antigas fitas VHS.
DVDscr ou Screeners
Ripado de cópias enviadas para críticos e votantes de festivais de cinema, por isso geralmente vem com a frase “for your consideration” ou com uma tarja escondendo a frase.
Espero que tenha sido útil.
E não se esqueça: pirataria é crime.
Você já deve ter visto algumas garrafas e copos em formato de crânio. Mas caso não tenha visto, pode clicar aqui para dar uma olhadinha. Admirado com essas garrafas, o artista escocês Nigel resolveu reconstruir o rosto por trás desses crânios.
Uma cena impressionante ocorreu ontem em um parque na França quando um brinquedo quebrou e uma garoto ficou pendurada de cabeça para baixo por uma única cinta. Detalhe, ela ficou de cabeça para baixo em um movimento de pêndulo rente à plataforma do brinquedo.
Sabe aquelas imagens que você observa e jura que estão se movendo? Certamente você já tenha visto alguma (caso não tenha visto, olhe abaixo do vídeo nesta postagem), é verdade que nosso cérebro é “enganado’ por nossos olhos e pelo visto, não somos os únicos a cair nessa ilusão.
Muitas pessoas são amantes do sabor do café, outras pessoas tomam para dar aquela “alertada”. Independentemente de qual grupo você se encaixe, vale a pena conhecer o café mais forte do mundo!
Com o nome assustador de Death Wish Coffee e uma embalagem bastante forte, o produto tem 200% mais cafeína do que uma xícara normal. Vem ver!
A empresa norte-americana responsável por essa variedade andou 5 anos procurando um café que fosse escuro, de sabor intenso, mas também forte em cafeína. O Death Wish Coffee não mata ninguém mas, como lembra o site oficial, não é o café que você toma todas as manhãs, nem o que você encontra na cafeteria mais próxima. Este é só para os mais fortes – “considere-se avisado”.
Agora vem a notícia triste: O Brasil é o único país de onde é impossível encomendar o produto, segundo o FAQ no site. Uma pena, ia ser realmente divertido experimentar!
Segundo a descrição do vídeo, esses amigos faziam um passeio por uma região de canyons quando, em uma curva, um dos integrantes se perdeu e bateu contra o guardrail, voando morro abaixo.
Apesar de ter 10 minutos, o vídeo mostra todos os momentos desde o acidente até o contato com o amigo e, posteriormente, o resgate dos bombeiros.
O cara foi um baita amigão, hein. Ficou o tempo inteiro tentando tranquilizar e ajudar o amigo.
Tem que abrir o olho e ir com cautela, principalmente se é em uma estrada que você não tem muito conhecimento.
Em tempos em que os heróis tomaram conta do cinema é bom sempre lembrar de quem foi herói fora da telona. Não estou falando de um ser perfeito, com super força ou que voa, mas de uma pessoa comum. Um homem que mesmo com vários defeitos, inspirou milhões de pessoas pelo mundo: Ayrton Senna. Para se ter uma ideia do seu legado e da sua "força", os japoneses que trabalharam com ele na F1 o chamavam de Samurai, pois viam nele todas as características de um grande guerreiro. Após alguns anos da sua morte a Honda fez uma homenagem emocionante, utilizando o som e a velocidade (original) de Ayrton Senna. Me parece que Elvis não é o único que vive eternamente.
Hugh Jackman - vulgo Logan -, é um artista completo. Quando não está mostrando as garras sabe o que ele faz? Viaja para o Japão e mostra que é bom de dança.
Dramas de baixo orçamento com um toque de originalidade. Filmes que não são sucesso de bilheteria e tentam buscar um público que está, cada vez mais, de saco cheio de blockbusters. Com a mira ajustada na propagação dos serviços de streaming, essa é a A24, distribuidora que vem se tornando responsável por uma nova safra de filmes independentes em Hollywood.
A Bruxa, Sob a Pele, O Quarto de Jack, Ex-Machina e mais recentemente Moonlight, são alguns filmes com o selo da A24. Aliás, o vencedor do Oscar custou apenas US$ 5 milhões de dólares, um investimento simbólico comparado aos padrões, e que mostra exatamente a mentalidade da distribuidora, que vai do terror ao sci-fi, em uma bela variação de temas e gêneros.
Um drama sobre luto e amor onde um dos protagonistas é um fantasma de lençol branco. Essa é a A24
A mais nova aposta é A Ghost Story, que foi motivo de debate e discórdia durante a exibição no Festival de Sundance: há uma cena onde a protagonista passa 5 minutos comendo uma torta, sentada sozinha na cozinha… Dirigido por David Lowery (Meu amigo, o Dragão), e descrito como “uma meditação sobre o amor e o sofrimento“, A Ghost Story tem o vencedor do Oscar de Melhor Ator Casey Affleck vivendo um fantasma com a clássica aparência de lençol branco, que volta para consolar a esposa viúva (Rooney Mara).
Mas ao voltar, o fantasma descobre que está preso em fluxo temporal e terá que reviver todos os momentos que passou ao lado da esposa, ao mesmo tempo que assiste sua vida seguindo em frente sem ele. Se interessou pela história? Assista ao trailer:
Sem previsão de estreia no Brasil, A Ghost Story chega aos cinemas americanos em julho de 2017.