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30 Nov 17:30

13-11-12

by Laerte

30 Nov 17:29

10-11-12

by Laerte

30 Nov 17:28

Two Years

Adam Victor Brandizzi

Triste/fofo/feliz.

She won the first half of all our chemo Scrabble games, but then her IV drugs started kicking in and I *dominated*.
30 Nov 17:24

The Rules Do Not Apply

The Rules Do Not Apply

Submitted by: Unknown (via Sofa Pizza)

Tagged: gifs , kids , lift the system , kmfdm , the rules do not apply Share on Facebook
29 Nov 12:58

close enough



close enough

29 Nov 12:10

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28 Nov 21:12

keatonstrombergs: i asked my manager to write me a letter of recommendation for national honors...

keatonstrombergs:

i asked my manager to write me a letter of recommendation for national honors society and he handed me this

28 Nov 20:30

The Global Brain Trade

Quantos cientistas chegam e quantos saem do Brasil?

worldbank:

Which countries have the most foreign scientists, and which ones suffer from the worst brain drain? To answer these questions, researchers at the  National Bureau of Economic Research in Massachusetts conducted a Web-based survey of over 17 000 published scientists in 16 countries.

— via the IEEE Spectrum

28 Nov 17:34

CONHECENDO O SUDOESTE - BUTEKO 101

by Borboleta Roxa
Adam Victor Brandizzi

Ao bater o olho, eu li "BUKAKE 101". Deve ser aquele negócio de lermos a silhueta das palavras. Viu gente? Evite usar apenas caixa alta.

Na última sexta fui num happy hour com colegas do trabalho. O local escolhido, por ser perto do trab, foi um local chamado Buteko 101, localizado na quadra 101 do Sudoeste.
Eu gostei muito do lugar. Fisicamente, nada de especial, mas tudo que nos foi servido estava bom. Como eu iria dar aula depois (achei muito triste o happy ter sido marcado pra 'aquele' dia, pois era uma aula de reposição, ou seja, com todas as sextas possíveis para marcar o happy, marcaram logo pro dia em que eu ia dar aula), tive que ir meio correndo e não pude beber nada alcoólico, mas enfim, não ia deixar de participar.
Enfim, eu pedi suco de acerola, que estava bem cremoso, embora fosse de polpa; não tava aquela coisa aguada que costumam ser sucos de polpa por aí. Como precisava comer algo rápido e com “sustança”, resolvi pedir um caldo. Nas opções havia caldo de camarão, que estava só 2 reais mais caro que os demais. Resolvi experimentar e não me arrependi. Tava MUITO bom!
O pessoal pediu chopp, que chegou em canecas que estavam brancas de tão embaçadas. Um colega disse que tava até com "dó" de tomar de tão trincando que tava o chopp; ou seja, super aprovado. O pessoal pediu também carne de sol com mandioca. Eu não sou de carne vermelha, então experimentei a mandioca. Tava crocante por fora e desmanchando por dentro. Uma delícia. 
Foi uma experiência muito boa ir a este bar. Eu super recomendo.  
28 Nov 17:33

free-parking: Images from The Book of Kells, ca. 800









free-parking:

Images from The Book of Kells, ca. 800

28 Nov 02:05

Allegory of Vanity (detail) Antonio de Pereda ca. 1632-36



Allegory of Vanity (detail) Antonio de Pereda ca. 1632-36

25 Nov 21:49

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25 Nov 21:49

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25 Nov 21:49

The Makapansgat Pebble

by Greg Ross

makapansgat pebble

Nearly 3 million years ago, an ancestor of modern humans picked this pebble out of a slow-flowing stream in southern Africa and carried it at least 4 kilometers to a cave, where it was discovered by Wilfred Eizman in 1925.

Why would the creature have done this? Possibly because it recognized a face in the natural markings on the pebble's surface. If so, this is the earliest evidence of an aesthetic sense in human heritage.

25 Nov 18:16

This Is Getting Out of Hand

25 Nov 03:47

We're in Love. We Just Want to be Together. What's Wrong With That?

We're in Love. We Just Want to be Together. What's Wrong With That? Sam Shakusky & Suzy Bishop are the new Romeo & Juliet.

Submitted by: Unknown

Tagged: school , toddlers , runaways , newspaper Share on Facebook
25 Nov 03:47

Camille Vivier [via Le Journal De La Photographie]

23 Nov 19:02

Lit

by Greg Ross

Eunoia, by the Canadian poet Christian Bök, uses only one vowel per chapter:

Awkward grammar appals a craftsman. A Dada bard as daft as Tzara damns stagnant art and scrawls an alpha (a slapdash arc and a backward zag) that mars all stanzas and jams all ballads (what a scandal). A madcap vandal crafts a small black ankh -- a hand-stamp that can stamp a wax pad and at last plant a mark that sparks an ars magna (an abstract art that charts a phrasal anagram). A pagan skald chants a dark saga (a Mahabharata), as a papal cabal blackballs all annals and tracts, all dramas and psalms: Kant and Kafka, Max and Marat. A law as harsh as a fatwa bans all paragraphs that lack an A as a standard hallmark.

Mark Dunn's 2001 epistolary novel Ella Minnow Pea is set on an island that successively bans letters of the alphabet. Its discourse begins with "Thank you for the lovely postcards" and dwindles to "No, mon, no! Nooooooooo!"

Vladimir Nabokov's 1938 novel The Gift ends with the main character, a writer, resolving to write a book about his experiences in the novel, thus promoting himself from a character to the author.

In Norman Mailer's short story "The Notebook," a writer's girlfriend accuses him of being only an observer, not a participant in life. This gives him an idea, which he scribbles into his notebook: Writer accused of being observer, not participant in life by girl. Gets idea he must put in notebook. Does so, and brings the quarrel to a head. Girl breaks relationship over this. The girl breaks up with him over this.

The first story in John Barth's Lost in the Funhouse is a strip of paper: One side bears the words ONCE UPON A TIME THERE, the other WAS A STORY THAT BEGAN. The reader is instructed to cut this out and fashion it into a Möbius strip that reads "Once upon a time there was a story that began 'Once upon a time there was a story that began "Once upon a time there was a story that began ..."'"

"It's short on character, it's short on plot, but above all, it's short," Barth told an interviewer. "And it does remind us of the infinite imbeddedness of the narrative impulse in human consciousness."

In Jean-Louis Bailly's 1990 novel La Dispersion des cendres, an embittered mystery writer publishes a sensational novel whose cover bears the warning IF YOU BUY THIS BOOK, YOU ARE A MURDERER. IF YOU READ IT, YOU WILL KNOW WHY. When the royalties reach a certain sum, they automatically send into action an assassin who shoots the writer.

Who done it? You did! "As cause and instrument of the murder, fully aware of perpetrating it, the reader -- or at least the buyer -- is in every sense the guilty party."

(Thanks, Harold.)

23 Nov 18:59

Comentário em "Não Reconciliados"

by noreply@blogger.com (Philipe Maciel)
Adam Victor Brandizzi

Concordo com o comentário final Philipe, dá para perceber isso. Acho, porém, como comento, que não é tão difícil escapar disso nas instâncias individuais.

Por http://suspensao.blog.br/juizo/:

***

Olá, Philipe.

Curiosamente, não tenho essa sensação. Ao menos, quando converso com pessoas que discordam frontalmente de mim, elas se mostram tolerantes, interessadas e com boa vontade. No final, as conversas são instrutivas e acabamos até encontrando pontos em comum; raramente mudamos para o "outro lado", mas a ideia de "outro lado" em si se torna menos rígida.

É bem verdade que isso demanda algum esforço, há sempre posições que nos causam incômodo. Entretanto, minha impressão é que, se contenho meus impulsos de responder sarcasticamente ou julgar que meu ponto é autoevidente, o feedback é muito positivo.

Por outro lado, percebo que há um aumento de hostilidades em alguns contextos. É até meio bobo falar isso, mas o exemplo maior é o Facebook. Toda semana alguém que conheço briga com algum amigo de verdade, das antigas, por algo compartilhado. Faz sentido: o FB cria um péssimo hábito de subscrevermo-nos a posições com as quais quase concordamos, ou às teses opostas às que defendemos, mas que não são nossas teses de qualquer forma:

- Não é nem que eu queira que deem tiro na nuca de bandidos, mas a violência tá tão grande, né? Vou curtir essa foto aqui, então.

- Não gostei do governo anterior (qualquer que seja, onde quer que seja) mas esse é tão corrupto, né? Vou compartilhar esse texto, que, veja bem, é meio grosseiro e impreciso, não concordo com tudo, mas poxa, é tanta corrupção.

- Cada um que siga sua religião, claro, mas olha, alguns tentam me impô-la. Poxa, vou compartilhar essa montagem; ok, é meio politicamente incorreta mas todos os meus amigos têm senso de humor. Como iriam se ofender?

Assim, as pessoas vão cada vez mais defendendo posições cada vez mais extremas, de maneiras cada vez mais mal-educadas e ofensivas. Note que isto é um direito delas, claro - ninguém tem o direito de não ser ofendido - mas elas sequer sabem que estão fazendo isso. Na ignorância do que fazem, vão perdendo amigos, sofrendo em discussões e se convencendo de posições cada vez mais extremas.

Isto não é novidade: parece-me mais a massificação de um problema antigo, porque sempre recomendamos aquele cara que "olha, não concordo com tudo, mas ele apresenta questões importantes" ou "ok, não é que eu concorde sempre, mas ele balanceia o debate" ou talvez "exagera um pouco, mas nesses tempos é importante que alguém defenda o outro lado". Isto é, recomendamos gente com a qual não concordamos em detalhes-chave e, ao fazer isso (e nos apontarem que fizemos), concordamos um pouco mais com nosso recomendado.

No Facebook mesmo, estou evitando curtir ou compartilhar o que quer que seja; se a minha concordância não for absoluta, ipsis literis, eu não recomendo. No contexto mais amplo, estou tentando sempre explicar e contextualizar meus pontos. Hoje nem curto muito meu blog, mas ele é importante porque lá é que tenho a chance de explicar o que penso sem ser enquadrado em categorias que me impuseram sem eu ver. Estou com mais de quarenta rascunhos que nunca termino, porque sempre reavalio se me fiz claro, se compreendi o ponto do outro e o abordei adequadamente, se fui educado, tolerante e aberto.

Enfim, é isso. Todas as vezes em que me dei ao pesado trabalho de ser honesto e aberto o aparentemente irreconciliável se dissipou em minha frente, eu aprendi mais, meu opositor aprendeu mais etc. E olha, eu não sou nem honesto nem aberto nem educado. Já me peguei sendo muito babaca, e não sobrou solução além de pedir perdão.

Sei, naturalmente, que sua experiência é diferente da minha por definição :) mas achei válido compartilhar minha experiência. No final, acho que temos experiências bem semelhantes, mas perspectivas diferentes; comparar as perspectivas pode ser uma outra experiência bem interessante.

Até!

***

Motivação do post original: minha percepção subjetiva (pleonasmo?) de que estamos nos tornando aos poucos um país de petralhas (e seus asseclas) versus um país de tucanalhas (e seus asseclas), de ricos contra pobres, de Veja x Carta Capital, de nós contra eles. E, o pior: sem diálogo. Sem diálogo, não há reconciliação.

A internet facilita essa percepção, seja ela verdadeira ou não: é muito mais fácil topar só com pessoas da mesma opinião online do que na "vida real". E assim fica muito conveniente, lúdico até, construir os espantalhos "deles", que são os idiotas, os corruptos, os vendidos, etc.

Se for verdade essa percepção, isso não acaba bem.
23 Nov 16:26

Economics: Micro stars, macro effects

ON THE face of it, economics has had a dreadful decade: it offered no prediction of the subprime or euro crises, and only bitter arguments over how to solve them. But alongside these failures, a small group of the world’s top microeconomists are quietly revolutionising the discipline. Working for big technology firms such as Google, Microsoft and eBay, they are changing the way business decisions are made and markets work.Take, for example, the challenge of keeping costs down. An important input for a company like Yahoo! is internet bandwidth, which is bought at group level and distributed via an internal market. Demand for bandwidth is quite lumpy, with peaks and troughs at different times of the day. This creates a problem: because spikes in demand must be met, firms run with costly spare capacity much of the time.This was one of the first questions that Preston McAfee, a former California Institute of Technology professor, looked at when he arrived at Yahoo! in 2007. Mr McAfee, who now works for Google, found that uses of bandwidth fall into two categories: urgent (displaying a web page) and delayable (backups...
23 Nov 16:26

Pirate economics: Bargain like a Somali

Quick, name your price SEIZURES of ships by pirates off the coast of Somalia may be down in recent months, but the interest of social scientists and economists in the country is undiminished. Because the place has been so stateless for so long, it provides a testing ground for theories about how people behave in the absence of meddlesome government. One such question is how two parties bargain when neither has good information available. Negotiations between shipowners and Somali pirates fit that description well.Economists have been interested in the free-market ways of pirates for a while. Last year a team of three published a paper drawing on data from more than 10,000 negotiations that took place from 1575 to 1739 between North African pirates on one side and monks acting for Spanish families on the other. They found that the Spanish managed to pay lower ransoms by dragging talks out. Data on the activities of present-day pirates in Somalia are more, well, patchy. To fill the gap...
23 Nov 14:50

Morsi’s Second Coup Provokes Mass Protest in Egypt

by Juan

Egypt’s president Muhammad Morsi, leader of the Muslim Brotherhood’s civil wing, the Freedom and Justice Party, issued a wide-ranging set of decrees on Thursday that greatly enhanced his power and would have led to a constitutional crisis if there were a constitution. He seems likely, in any case, to have set off substantial social turmoil, on the eve of the second anniversary of the beginning of the movement against his predecessor. He appears buoyed by the close working relationship he developed with US president Barack Obama during the Gaza crisis and by his success in facing down Israeli Prime Minister Binyamin Netanyahu on the question of an Israeli land invasion of Gaza.

Prominent Egyptian liberals and leftists denounced the decrees and pledged to go to the streets to overturn them.

Among the steps Morsi took was to fire the public prosecutor (roughly, attorney general), Mubarak holdover Abdel Meguid Mahmoud, replacing him with Talaat Ibrahim Abdallah (who is alleged to be the brother-in-law of the vice president, who is from the Brotherhood’s Freedom and Justice Party).

A constituent assembly had been appointed by the parliament before it was dissolved, but it was found illicit by the courts, which ruled that parliamentarians could not serve on it. It was therefore reformed to exclude the Freedom and Justice Party members of parliament who had tried to dominate it. This body is still hammering out a constitution, and Morsi on Thursday extended its deadline from the end of the year to the end of February.

Morsi appears to have feared that the constitutional court might dissolve the constituent assembly, which has a Muslim Brotherhood bias and from which prominent secularists, Christians and even fair-minded Muslims have increasingly resigned. This crumbling of support for the body and its work, which is said to have restricted personal freedoms *more* than the 1971 constitution, may have opened it to court action on its legitimacy. One of Morsi’s decrees therefore forbade the courts to impugn the constitution-drafting body.

The 7 decrees can be summarized as follows:

1) All officials of the Mubarak regime who were implicated in violence against protesters will be investigated yet again and possibly retried.

2) None of Morsi’s executive orders issued since June 30, 2012, can be abrogated by the courts and all suits launched against them are hereby dismissed.

3) The public prosecutor (~attorney general) will be appointed for 4 years by the judiciary.

4) The Constituent Assembly will be granted an extra 2 months to finish drafting the constitution.

5) No court may dissolve the Constituent Assembly or the upper house of parliament.

6) The president may take any steps he feels necessary to preserve the revolution, or national unity, or the country’s security.

7) This decree will be published in the Official Gazette.

ABC/ BBC has a video report on the Morsi decrees:

The new public prosecutor announced that he would retry Hosni Mubarak and former Interior Minister Habib Adly. Many officials appear destined by these decrees for retrial, apparently on the theory that former prosecutor Mahmoud had run interference for them. Morsi is especially interested in looking again at officials and police accused of using violence against demonstrators during the movement to overthrow Mubarak. He further pledged to pay pensions to those wounded or made disabled during the revolution.

The retrial of officials and security personnel who ordered violence against the protesters is a demand of the Egyptian masses, spearheaded by the New Left, and these steps appear to be aimed at pacifying the opposition. If so, Morsi badly misjudged how easy it would be to buy them off.

Secularists and leftists were furious at these decrees, and were especially anxious about no. 6 above, which is worrisomely vague and broad. Some called for Morsi to be impeached.

But the High Constitutional Court promptly denied that it had the prerogative of removing the president, though it seems to differ with him on whether it can dissolve the constituent assembly drafting the constitution.

Morsi’s rivals for the presidency in the first round of last May came out against these decrees. Leftist Hamdeen Sabahi, a favorite of the unions, denounced what he called an ‘unprecedented dictatorship.’ He worried that Morsi seemed poised to reinstate the Brotherhood-dominated parliament of fall, 2011, which the courts had dissolved for electoral fraud. The Brotherhood would then have two of the three branches of government without having to conduct new elections for the legislature.

The New Left organization, April 6, had typically avoided slamming the Brotherhood, fearing the Mubarak holdovers and the military much more. But on Thursday for the first time I noticed prominent April 6 leaders such as Asma Mahfouz denouncing Morsi. The New Left, the old Left, and the secularists are all calling for anti-Morsi protests in Tahrir Square on Friday.

Aljazeera English has a video report on the protest movement:

These decrees are the second time Morsi has used his electoral victory of last June to challenge holdovers from the old Mubarak regime. In mid-August, Morsi weakened the Supreme Council of the Armed Forces (SCAF) by forcing its top officers to retire (including Field Marshall Hussein Tantawi and Army Chief of Staff Sami Anan). SCAF had attempted to declare itself the de facto legislature of the country, and had issued decrees curbing Morsi’s presidential prerogatives. Morsi appears to have connived with a second tier of officers less hostile to the Muslim Brotherhood, promising them high appointments if they supported his move against Tantawi’s circle. Morsi abrogated the ‘constitutional addendum’ that SCAF had issued in June, and we’ve never heard anything more about the officer corps being the legislature.

(The parliament elected in fall of 2011 was dissolved by the Egyptian constitutional court because the Muslim Brotherhood and the Salafi fundamentalists illegally ran party candidates for the one third of seats reserved for independents, allowing them to dominate the lower house).

22 Nov 20:54

“Draw the person you thought you’d grow up to be...






Tumblr gpoy




For the fandoms...











“Draw the person you thought you’d grow up to be before you abandoned all your hopes and dreams.”


22 Nov 13:16

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21 Nov 13:40

Como tornar a gestão pública mais eficiente?

by Fernando Meneguin e Maurício Bugarin

A consolidação institucional ocorrida no país nas últimas décadas está associada ao grande esforço de criação de um marco legal capaz de proteger o cidadão e combater a corrupção no setor público. A reforma gerencial, as agências regulatórias, o novo Ministério Público, a Controladoria Geral da União, o Conselho Nacional de Justiça, a Lei da Ficha Limpa, são diferentes facetas dessa evolução institucional.

No ordenamento jurídico atual, existem leis extremamente complexas e rígidas em relação ao trato com a coisa pública, como a Lei nº 8.666, de 1993 (licitações e contratos administrativos) e a Lei nº 8.429, de 1992 (improbidade administrativa). Tais normas visam garantir a lisura na gestão pública; no entanto, elas impõem muitas amarras e restrições para os gestores públicos.

A própria Constituição Federal, em seu art. 37, caput, expressamente dispõe que a Administração Pública, em sua atuação, está sujeita a observar o princípio da legalidade em suas atividades. Isso significa que os gestores públicos, atuando em nome da Administração Pública, só podem realizar atos devidamente respaldados em prévia determinação legal. Essa realidade é diferente para a iniciativa privada, em que os particulares dispõem de ampla liberdade para sua atuação, com a única restrição de não praticarem atos vedados em lei. Em suma, enquanto o gestor da iniciativa privada pode fazer tudo aquilo que não esteja proibido pela lei, o gestor público só pode realizar o que estiver autorizado em lei.

Além do ordenamento jurídico, há ainda o papel desempenhado pelas instituições, como o Ministério Público e a imprensa, que estão constantemente vigiando a administração pública, seja por dever de ofício, seja pela procura incessante por furos jornalísticos.

Deve-se ressaltar que o funcionamento das instituições, no qual se inclui a legislação, precisa estar corretamente calibrado de forma a contribuir com uma eficiente coordenação do sistema econômico. A definição de Douglass North, renomado autor institucionalista, deixa clara essa importância: “as instituições são as regras do jogo em uma sociedade ou, mais formalmente, são as restrições elaboradas pelos homens que dão forma à interação humana. Em consequência, elas estruturam incentivos no intercâmbio entre os homens, seja ele político, social ou econômico”.  Portanto, essas instituições, se demasiadamente frouxas podem gerar abusos de toda sorte e se excessivamente rígidas podem gerar comportamento exageradamente cauteloso por parte dos indivíduos.

Por outro lado, a eficiência no uso dos recursos públicos é cada vez mais uma exigência da sociedade. Esta espera que a prestação de serviços governamentais ocorra com qualidade, utilizando racionalmente os recursos dos contribuintes. Nesse sentido, diversos estudos têm surgido a fim de discutir a qualidade das administrações públicas.

O que se nota é que o maior controle está associado à maior rigidez institucional, o que, se por um lado, pode coibir o comportamento corrupto do gestor público, por outro lado pode também reduzir seu incentivo em adotar comportamento inovador por temer que a inovação seja considerada ilegal, comprometendo sua carreira.

Dessa maneira, torna-se fundamental estudar os incentivos gerados pelas instituições no comportamento do gestor público. Será que o excesso de fiscalização não impede soluções inovadoras do gestor correto, o que aumentaria a eficiência na administração pública? As punições advindas do ordenamento jurídico são realmente efetivas e coíbem as práticas irregulares no serviço público? Ou será que, apesar da legislação restritiva, as sanções não chegam a ser aplicadas, o que incentiva o gestor desonesto a perpetuar práticas ilegais visando o benefício privado?

Para facilitar a análise da situação, propusemos a construção de um modelo de economia dos incentivos em que os gestores pertencem a duas categorias, os funcionários de carreira e aqueles temporários em funções comissionadas. Ademais, podem ser de dois tipos, aqueles que atribuem elevada importância ao retorno social de sua gestão e aqueles que estão mais preocupados com o benefício pessoal. Cada gestor, qualquer que seja sua categoria ou seu tipo, se defronta com três possíveis formas de atuação. Pode adotar atitude burocrática, visando reduzir a probabilidade de ser questionado quanto à legalidade de suas ações. Pode ainda adotar atitude inovadora, no sentido de gerar o melhor benefício social possível, embora corra o risco de ser questionado quanto à legalidade de suas ações. Finalmente, pode investir em atividades corruptas, visando obter maior benefício privado.

A solução do modelo permite inferir que regras exageradamente rígidas tendem a fazer com que o gestor de carreira adote uma postura mais cautelosa, evitando inovar e tomar decisões que possam ser futuramente questionadas, que poderiam inclusive implicar a perda do cargo público. Esse resultado mostra tanto um aspecto positivo como um aspecto negativo. O positivo refere-se ao menor envolvimento do gestor de carreira com atividades corruptas. O aspecto negativo refere-se ao menor investimento do gestor em atividades inovadoras que poderiam gerar maior benefício social. O modelo ainda sugere que, nesse caso de regras muito rígidas, serão basicamente os gestores com posições temporárias, não servidores de carreira, que mais se arriscarão na execução de suas atividades profissionais, tanto inovando em prol do bem-estar social, para aqueles que atribuem elevado valor a essa atividade, como em atividades ilícitas visando o benefício pessoal.

Um aspecto importante capturado pelo modelo, e que reflete a realidade, é que desvios da regra legal tendem a ser tratados com a mesma severidade, caso descobertos, sendo eles motivados por corrupção, portanto nocivo à coisa pública, ou por desejo de melhorar o resultado social das políticas públicas.

Tais evidências sugerem algumas reflexões sobre a direção que devem tomar as políticas públicas. A primeira delas é que se deve pensar em maneiras para motivar o servidor de carreira, incentivando-o a tomar ações que propiciem melhoras na administração pública. Isso passa tanto pela oferecimento de treinamento adequado, quanto por uma uma maior interação entre órgãos de controle, como Controladoria-Geral, Tribunal de Contas, Ministério Público e o restante da administração pública.

Outra ideia para motivar os servidores públicos de carreira é a regulamentação da possibilidade de ascensão funcional, de atividades de nível médio para outras de nível superior, por meio de concursos internos. Os concursos públicos, em seus modelos atuais, exigem um esforço elevado de preparação, e dão pouca importância à experiência profissional acumulada.

No que diz respeito à rigidez da legislação, a principal contribuição do modelo teórico de incentivos construído é que, se por um lado, o Brasil encontra-se no caminho certo ao reforçar o controle do gasto público, por outro lado, mais abertura e flexibilização à atuação do gestor, permitindo que este comprove o resultado socialmente superior de certas condutas não previstas originalmente na norma legal, podem trazer grandes benefícios à sociedade. Inicialmente, tal flexibilização estimularia gestores honestos a inovarem sem medo de serem futuramente punidos pela inovação. Como consequência, mais gestões honestas inovando em prol do bem estar social significam melhores resultados com o mesmo orçamento, gerando, portanto, aplicação mais eficiente dos recursos públicos.

Explicitando os incentivos que definem o comportamento dos gestores públicos, abre-se caminho para o desenho de políticas públicas que tenham por objetivo tornar o serviço público mais profissional e eficiente, fazendo com que o Estado melhore seu atendimento à sociedade.

Download:

  • veja este artigo também em versão pdf (clique aqui).

———————————

Este artigo é basedo no trabalho “O Papel das Instituições nos Incentivos para a Gestão Pública”, agraciado com o primeiro lugar no Prêmio Tesouro Nacional-2012, tema Tópicos Especiais de Finanças Públicas. O estudo integral consta do Texto para Discussão nº 118, disponível no seguinte link: http://www.senado.gov.br/senado/conleg/textos_discussao.htm.

20 Nov 12:10

Comic for November 20, 2012


19 Nov 18:11

A Psychological Tip

by Greg Ross
Adam Victor Brandizzi

So is this poem the origin of the saying?

http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Pile_ou_face.png

Whenever you're called on to make up your mind
And you're hampered by not having any,
The best way to solve the dilemma, you'll find,
Is simply by flipping a penny.

No, not so that chance shall decide the affair
While you're passively standing there moping;
But the moment the penny is up in the air
You suddenly know what you're hoping.

-- Piet Hein

19 Nov 18:09

Police Dog Training FAIL

Police Dog Training FAIL

Submitted by: _C_A_T_

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19 Nov 11:36

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19 Nov 11:33

red-black-diamonds: THIS IS THAT SASSY DOG AHMAHGOD



red-black-diamonds:

THIS IS THAT SASSY DOG

AHMAHGOD