







Enviado por gjuniioor (gildasio97Θgmail·com):
Pensando nisso…” [referência: ]
O artigo "ShellShare: Compartilhando o terminal" foi originalmente publicado no site BR-Linux.org, de Augusto Campos.
Beto0800 com certificado.
Enviado por Ronaldo Ferreira (ronaldoΘtux4·com·br):
O artigo "Slackware não morreu: Curso gratuito" foi originalmente publicado no site BR-Linux.org, de Augusto Campos.

Por Leonardo Rodrigues*
A palavra Devops é um amálgama das palavras desenvolvedor e operações. Em sua definição, o Devops é uma metodologia de desenvolvimento de software, ainda nova, mas revolucionária, que busca explorar a comunicação, a colaboração e a integração entre os desenvolvedores de software e profissionais de TI.
Seu objetivo é combater a excessiva individualidade e independência entre os desenvolvedores durante o processo de criação de um software. A ideia construída com isso é criar softwares de maneira mais rápida e organizada.
Apesar de estar sendo debatida e divulgada por blogs e profissionais de TI desde antes de 2009, essa ainda é um modelo de produção novo em atuação no mercado. Ele surgiu de uma necessidade de ampliação do conceito de orientação a objeto, que facilitava a produção de softwares os dividindo em módulos, mas ainda sofria com a independência exagerada de cada unidade (objeto) e seu desenvolvedor particular.
Em um mercado que demanda atualizações constantes de softwares, às vezes mais de dez por dia, não há tempo para uma depuração detalhada de diversos objetos separados de um programa, sendo assim necessária uma diretriz baseada em Devops para agilizar o processo. O Devops padroniza o ambiente de desenvolvimento, e eventos podem ser acompanhados com maior facilidade, assim como o controle de processos documentados e emissão de relatórios e documentação do programa.
Esse processo permite o desenvolvedor manter sua autonomia, mas sem se desligar do todo, impedindo que correções de código linha a linha sejam necessárias. O objetivo é automatizar a maior quantidade possível de processos operacionais, sem que eles percam a coesão. É uma verdadeira revolução da metodologia ágil de desenvolvimento de softwares.
O uso de práticas Devops agiliza o processo de desenvolvimento por privilegiar (mas não ignorar):
O modelo se torna responsivo a mudanças comuns no desenvolvimento, e justamente por isso é ideal para softwares que são constantemente atualizados, eles não ficam presos a moldes travados. A agilidade, além de reduzir o tempo para as entregas, libera tempo para execução de testes, que aumenta a quantidade de defeitos identificados, o que aumenta a qualidade do produto/serviço.
O público alvo principal dessa metodologia é a empresa que tem um foco em qualidade, mas precisa de agilidade. Dentre as principais inovações trazidas pela Devops convém destacar a quebra de barreiras históricas entre as às áreas de desenvolvimento e operação, o uso massivo de automação e o controle da infraestrutura como se controla código.
Como toda mudança cultural essa metodologia gera atrito entre as áreas envolvidas. A responsabilidade compartilhada do projeto como um todo geralmente causa a percepção de perda de controle partes do processo que antes eram de domínio exclusivo de cada desenvolvedor. Porém podemos constatar que isso é apenas mais um dos problemas de adaptação comuns em mudanças, sobretudo na tecnologia digital.
O uso de práticas Devops é uma tendência global e os benefícios já foram medidos em algumas pesquisas, como a 2014 DevOps Report ou Hype Cycle for Application Services, 2015. As dores do crescimento ainda serão sentidas por um tempo, mas como sempre, o mercado demanda, a tecnologia se adapta e nós mudamos para acompanhar um mundo que não para de girar.
*Leonardo Rodrigues é Analista de Mídias Digitais na ADTsys Software S.A.

Pesquisadores do Microsoft Research trabalharam em parceria com a Universidade de Hong Kong e a Universidade de Tóquio para desenvolver uma nova tecnologia capaz de autocompletar desenhos animados feitos à mão.
Apresentada na conferência anual Siggraph Asia, que conta com a participação de milhares de profissionais de computação gráfica de todo o mundo, a novidade foi demonstrada por meio de um vídeo ilustrativo.
Em uma das demonstrações, podemos ver uma pessoa desenhando uma carpa e, em seguida, basta que ela desenhe uma única linha do próximo quadro da animação para que o software sugira um esqueleto baseado na imagem anterior.
O software também possui outros truques, como a possibilidade do usuário começar a preencher um padrão e a própria tecnologia sugerir sua sequência, além da opção de duplicar um quadro em todo o trabalho.
A Microsoft não é a única empresa a atuar nesta área, uma vez que a Autodesk já possui o Draco, que permite animar até mesmo imagens com elementos de movimento rápido. A Adobe também consegue criar modelos 3D a partir de imagens 2D e a Disney tem usado uma tecnologia semiautomatizada chamada Meander para preencher quadros de animação desde o premiado curta Paperman.
Neste sentido, o Microsoft Research criou apenas mais uma forma de automatizar o processo tradicional de animação, transformando o trabalho humano em trabalho computacional.
Mas o que é mais interessante em relação à demonstração apresentada na conferência não é apenas a capacidade do software de prever ou sugerir esboços, mas também sua capacidade de reformular suas sugestões em tempo real conforme o usuário desenha – e ele faz isto sem a necessidade de uma interface complicada, como pontos de ancoragem ou marcadores de quadros-chave. Em vez disto, a empresa optou por um menu rápido que parece perfeito para tablets.
Via FastCo Design
Betomaneiro rsrsrs

O dia finalmente chegou. 21 de outubro de 2015 é a data exata na qual Marty McFly, personagem vivido por Michael J. Fox na trilogia De Volta para o Futuro, chega ao futuro. O fato ocorre no segundo capítulo da série e está sendo celebrado por fãs em várias partes do mundo.
Obviamente, o Google não poderia ficar de fora das homenagens à data. Assim, a companhia vazou “sem querer” um projeto para a criação de um carro capaz de viajar no tempo. Isso mesmo, uma máquina do tempo semelhante à do doutor Emett Brown, personagem de Christopher Lloyd na trilogia dirigida por Robert Zemeckis.
O “vazamento” ocorreu por meio de uma aparentemente inocente postagem na conta oficial da empresa no Twitter. A mensagem, que anuncia a disponibilidade de 15 novos temas para o Gmail, vem acompanha de um link. Quando clicado, porém, ele leva você até uma apresentação de slides em formato PDF.
Special delivery: 15 new Gmail themes to make your inbox more awesome → https://t.co/wdv0WCsAUB
— Google (@google) 21 outubro 2015
Logo no primeiro slide é possível ler a frase “Confidencial: não compartilhar fora do Google”. A apresentação trata do Project Flux, cujo objetivo “é dar a qualquer pessoa a habilidade de explorar qualquer lugar e qualquer época, não importando onde — ou quando — ela está”.
No detalhamento do projeto, o Google destaca alguns avanços realizados pela companhia por meio de serviços que colaborarão com a construção da máquina do tempo. Serviços que ajudam as pessoas a descobrir coisas, como a busca e o Maps, ou ainda a tecnologia de realidade virtual, como o Cardboard e o Expeditions, são alguns dos itens citados no documento.
Projeto "vazado" pela Gigante da Web. (Foto: Reprodução/Google)
O Project Flux é totalmente detalhado no documento vazado pela empresa. Nele, o Google explica como vai alcançar o objetivo de viajar pelo tempo. O “Project Flux usa uma tecnologia proprietária de cronocompressão para teleportar o usuário instantaneamente ao lugar e à época de sua escolha”, revela.
Aqui, uma das referências mais claras ao DeLorean DMC-12, do doutor Brown: os circuitos do tempo. “Devidamente protegido dentro da cápsula, o usuário ativa o painel de circuitos do tempo, ativa o PU-93 e define o seu destino”. Em breve, garante o documento do Google, o dispositivo terá suporte para comandos de voz.
Silhueta de McFly ao lado do protótipo de máquina do tempo do Google (Foto: Reprodução/Google)
Outras referências claras à trilogia De Volta para o Futuro incluem o fato de o protótipo da máquina do tempo ser um carro e também um dos locais de testes: Hill Valley, a cidade fictícia localizada no estado da Califórnia onde se passam os três filmes da trilogia. Na última página do documento, a silhueta de Marty McFly, o viajante no tempo que chega hoje ao futuro, está posicionada ao lado do carro do Project Flux.
Fonte: Google/Twitter
Betoque doido hehehe
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Olha só esses chuveiros do Star Wars que sensacionais. Há versões do R2-D2 ou do Darth Vader que despejam água na sua cabeça.
Aí você escolhe se quer tomar um banho com o lado negro da força ou ao lado do carismático robozinho branco e azul.
Cada um deles tem três tipos de ducha a serem configuradas e custam de US$ 24,99 até 29,99 nos Estados Unidos.
Mais informações aqui.
Leia mais sobre Star Wars.
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Onde está o Wookiee é a nova versão de “Onde Está o Wally”, só que ao invés de encontrar aquele cara magrelo de óculos e vestido de azul, branco e vermelho, o objetivo é encontrar o Chewbacca!
Esta é a arte de Ulises Farinas, que recriou este clássico livro de uma forma ainda mais Geek, usando personagens do Star Wars.
São 40 páginas para encontrar o Wookiee mais carismático de todos os tempos.
Chewbacca, um aliado rebelde notório, é procurado por crimes contra o Império. Não visto muitas vezes sem o seu parceiro no crime, Han Solo, este Wookiee fugiu da captura em várias ocasiões, devido em grande parte, ao mais rápido no cargueiro universo, a Millennium Falcon. Chewie, como comumente é conhecido, tem uma recompensa considerável em sua cabeça. Você pode encontrar este criminoso peludo antes de outros caçadores de recompensas?
Confira abaixo algumas ilustrações do livro, e encontre o Chewbacca se for capaz.
Leia mais sobre Star Wars.
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Mike Henry, conhecido também como Zatransis, é um artista dos Estados Unidos que cria ilustrações coloridas e com estilo cartoon.
Entre as suas artes estão grandes referências do mundo Geek, como Street Fighter, Batman, Sin City, Avatar: O Último Mestre do Ar e muitas outras.
Confira mais do trabalho dele no DeviantArt.
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O artista do DeviantArt Jeffrey Thomas pode te dar pesadelos. Ele recriou as Princesas Disney com tom obscuro, como se fossem personagens transtornados, malvados, mortos-vivos, muitas vezes horripilantes.
É uma releitura diferente do que estamos acostumados a ver, levando em conta que essas personagens sempre são retratadas com delicadeza.
Cinderella, por exemplo, é uma espécie de espantalho que sai de dentro de uma abóbora, enquanto Branca de Neve é uma senhora das trevas que caminha com seus sete goblins maléficos. Pocahontas é uma violenta guerreira; Alice é uma zumbi; Esmeralda é uma pirata cheia de cicatrizes e Rapunzel é uma assassina insana. E assim por diante.
Confira.
Leia mais sobre Disney.
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Como posso ajudar o Linux? Essa pergunta é constantemente feita por pessoas que já conhecem ou estão conhecendo os pilares da existência do Linux – liberdade e colaboração mútua. Para muitos, o kernel Linux é algo intocável e impossível de se entender ou alterar – mesmo sabendo que podemos fazer isso. Por isso, essa pergunta vem acompanhada de muitas “desculpas” para não ajudar ou colaborar com o desenvolvimento do Linux, bem como: “Eu quero ajudar , mas eu não sou programador” ou “Eu não tenho tempo livre suficiente para contribuir”, e entre outras. Sendo assim, destaco 6 maneiras para você ajudar a comunidade Linux crescer cada vez mais; sem precisar ser um programador ou ter muito tempo livre sobrando 
O Linux, com seus 24 anos de existência (2015), lidera o ranking quando se fala em supercomputadores e servidores. Contudo, o ambiente Desktop (para “usuários normais”) continua ainda na luta. Conforme estatísticas, o Linux está presente em, apenas, 1,68 % dos desktops do mundo 
O universo Linux ainda é visto como sendo ideal e indicado, somente, para usuários técnicos ou especializados; talvez por isso o baixo número de usuários que possuem alguma distro no seu ambiente desktop. Felizmente, os tempos mudaram. O Linux está muito mais fácil e simples de usar do que costumava ser no final dos anos 90 ou início de 2000. As chances para o Linux crescer, nesse ramo, estão cada vez mais reais. Portanto, encontre alguma forma de ajudar para que isso possa acontecer 
Não é necessário nenhuma habilidade técnica ou operacional nessa maneira de ajudar. Esta é a mais simples e fácil para ajudar. Se você é usuário novo no Linux, deve ter encontrado bons materiais na web sobre o tema; alguns blogs ou sites que lhe orientam como usar o sistema Linux. E se você é mais experiente, com certeza adquiriu tal destreza no assunto por que encontrou muita coisa boa na web para lhe ajudar.

Agora imagine, se não existissem conteúdos de fácil acesso para você ler constantemente e se manter informado sobre o que acontece no mundo Linux?! o.0
Portanto, peço que compartilhe todo conteúdo que ler sobre o Linux. Isso repercutirá para as outras pessoas que ainda não usam o Linux e não sabem que estão perdendo
E além disso, dá uma motivação à mais para o redator/blogueiro que escreve nos portais de notícias; quanto mais gente lendo seu conteúdo publicado, melhor né?
Tecnicamente, um “bug” é um erro de software, que pode causar um acidente ou produzir um resultado não esperado no sistema. Isso não é sinal de imperfeição ou insegurança, pois não importa o nível de garantia de qualidade tenha sido aplicado, sempre haverão erros “bugs“. Por isso, você é escalado para ajudar nesse sentido. Os desenvolvedores somente tomarão ciência do ocorrido se você (usuário normal) reportar o erro encontrado.

Quando você instala um aplicativo, ele vai te dar alguma dica sobre como reportar os erros. Na maioria das vezes , aparecerá a opção para reportar o problema (com um link ou um botão) – vide imagem. Você pode ler mais sobre como reportar bugs no Ubuntu aqui e no Fedora aqui.
Como é sabido por todos, o Linux é baseado em torno de colaboração mútua de uma comunidade participativa. Então, seria sensato da sua parte participar dessa comunidade, através de fóruns.

Todas as principais distribuições Linux tem o seu próprio fórum. Este é o lugar onde as pessoas procuram ajuda e discutem sobre novos recursos ou funcionalidades. Participe dos fóruns oficiais e não oficiais de sua distribuição Linux; e tente ajudar as pessoas, especialmente os iniciantes, porque se iniciantes não recebem ajuda suficiente, eles podem desistir de usar o Linux 
Mas caso você não tenha tanta experiência assim, basta você tentar ajudar os mais novos que você no universo Linux – sempre existirão \o/ – descrevendo problemas antigos que foram resolvidos. Por exemplo, se você seguiu algum artigo de um blog, para resolver tal problema, forneça o link (1a. maneira de ajudar a comunidade) 
Compartilhar coisas que você aprendeu, problemas que você enfrentou e os passos que tomou para corrigir esses problemas; é super importante para fazer a comunidade crescer!

Talvez seja muito custoso para você iniciar um projeto de blog ou site agora. Mas, se você possui muito conteúdo bacana para ser publicado, comece procurando um site de sua confiança e sugira seus conteúdos para serem publicados.Seria um bom começo para quem deseja ver seu material publicado em um local de referência, mas não tem tanto tempo ou condições para manter um projeto de um blog ou site.
O importante é não deixar esse material todo guardado. Compartilhe seu conhecimento!
Você já reparou que a maioria das distribuições Linux pedem doação antes de baixar o SO? Claro, você pode ignorar o pedido de doação e baixar o sistema de graça. Mas, se você é um usuário de uma distribuição Linux específica ou um software de código aberto há muito tempo; eu aconselharia a fazer uma doação ao projeto.

É preciso tempo e esforço aos desenvolvedores para manter as distribuições e softwares disponíveis; e, ainda, fornecer novos recursos. Algumas distribuições Linux empregam funcionários em tempo integral, enquanto outras são suportados por voluntários. Em ambos os casos, o dinheiro é necessário. Caso contrário sua distribuição ou software favorito poderá encerrar o projeto 
Domina algum idioma? Você pode ajudar na tradução de vários projetos. Normalmente, as distribuições Linux e aplicativos de código aberto são em Inglês (existem exceções). Você pode ajudar, traduzindo para outros idiomas.

Desta forma, você não somente irá ajudar a distribuição e/ou software, como também ajudará na possibilidade de acesso para pessoas que não dominam o inglês.
Via fonte
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Betoda hora XD
A franquia Friday the 13th está prestes a receber um novo capítulo, com o anúncio de um novo game multiplayer destinado às plataformas PC, PlayStation 4 e Xbox One, na primavera de 2016.
O modo principal colocará um jogador na pele de Jason Voorhees contra sete outros jogadores, que estarão na pele de monitores de um acampamento na tentativa de fugir de uma morte quase certa.
Para o desenvolvimento, foi aberto um projeto no Kickstarter com o objetivo de angariar fundos para “expandir o jogo e dar a oportunidade aos financiadores de fazerem parte da franquia.” Esta nova iteração nasce de uma colaboração entre a Crystal Lake Entertainment, Gun Media e IllFonic.
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Uma artista da Nova Zelândia, Kristina Webb, não limita-se a apenas ilustrar no papel e expor suas obras. Elementos como: Flores, saladas, e até mesmo espaguete, tornam-se parte de suas ilustrações. O resultado é belíssimo. Confira nas imagens.
Eu vi no OmoshiroiTV.
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Gosta de jogos que envolvem raciocínio lógico? E se ainda você tiver que guiar um quadrado fofo para resolvê-los?
Passar por todos os pisos do campo é o objetivo de Mr. Square da Ludic Side Game Studio.
Vamos conhecer esse game nacional muito bacana.
O jogo me lembrou bastante aqueles desafios de jogos tipo Box. Fácil de jogar, com um level design bem elaborado, mudando cada fase os mecanismos de interação e divertido.
A tarefa é simples, você tem que pintar todos os pisos! Bom, seria simples se o piso não fosse tão escorregadio e o Mr. Square sempre deslizasse até o final do caminho. Como se isso não bastasse, você não pode passar por um piso já pintado. Tudo bem, talvez não seja uma tarefa tão simples assim! Mr. Square vai precisar da sua ajuda para resolver todos esses desafios.
Além dessa tarefa nas fases, você também pode criar a sua fase para que outros joguem. Esse editor é muito interessante.
Também você pode comprar outros personagens, deixando o seu quadradinho mais personalizado e fofo ainda.
O jogo é gratuito, com modos de compra para algumas coisas dentro dele. Algumas propagandas também, mas você ganha um dinheiro para usar no jogo. 😉
Veja um vídeo demonstrativo:
Saiba mais aqui e baixe já:
Continuamos apoiando a indústria de games nacional. Sucesso à equipe de Mr. Square. 
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A pedidos de leitores, fui investigar fontes para obter informações sobre como está a nossa área de desenvolvimento de jogos digitais.
A maior parte são fontes oficiais e bons levantamentos que já mencionei no blog em outras postagens; outras nem tanto e algumas citavam essas fontes oficiais. Ou seja: melhor usar a original.
Nesse sentido, vamos dar uma olhada em tudo que reuni, alguns comentários acerca do tema e tentar ajudar a entender alguns assuntos sobre o cenário nacional da área.
O BNDES publicou, em estudo de 2014, um gráfico sobre a participação dos continentes na indústria de games. Ele foi baseado em PWC (2012). Veja os resultados:
Ocupamos 2% do valor desse mercado. É um valor baixo, mas são dados de 2010. Isso mudou certamente. Importante ressaltar que esse gráfico avalia diversos projetos. Jogos AAA dão grande peso a balança para outros continentes. Produções milionárias ainda falta vermos aqui com mais frequência.
Também se demonstra, nesse mesmo estudo, um mercado promissor no Brasil em termos de jogos casuais, móveis e sociais. São oportunidades que observamos no dia a dia devido a facilidade de acesso (a venda de smartphones é alta) e preço baixo. São mercados de massa e podem ser explorados, além daqueles de jogos sérios (serious games).
Sobre o público de jogos digitais, o SEBRAE tem um estudo em 2014 que traz os seguintes dados abaixo:
A pesquisa se baseia em diversas fontes. Interessante notar que o Sudeste é uma das área de maior destaque. Isso justifica os diversos cursos, empresas e eventos que já ocorrem lá.
O tempo médio semanal de partidas de jogadores é 2 horas. Considero baixo, mas, pensando, o público consumidor pode trabalhar. Sobra pouco tempo para isso, pensando ainda em dormir e outras atividades.
Também aponta que 23 de cada 100 brasileiros curtem games. O número já considero relevante e pode ainda ser maior. Considerando que a cultura precisa ser trabalhada no país, de maneira geral, esse percentual é significativo.
Quanto ao sexo está equilibrado, mas se deve filtrar qual tipo de jogo é jogado por homens e mulheres e outras variáveis. Isso define melhor público-alvo e como as empresas podem atacar o mercado.
Para complementar isso, o censo feito pelo BNDES aponta que 51% das mulheres que jogam são pertencentes à classe A, tendo idades entre 40 e 49 anos. Entre elas, 55% são jogadoras casuais, 77% jogam em redes sociais. Dentre as casuais, 59% jogam diariamente e preferem jogos de cartas.
Também o mesmo estudo aponta um público consumidor de games na faixa de 45 milhões. Ou seja, gente interessada existe nesse tipo de produto.
Alguns dados são muito gerais, em resumo, e precisariam ser mais lapidados para se ter algumas conclusões melhores. Mas já é um início para compreender a indústria, não?
O estudo do BNDES e algumas análises do SEBRAE trazem conclusões interessantes sobre as empresas. A pesquisa consultou 129 empresas, dando um ranking dos estados com mais concentração delas: 1) São Paulo; 2) Rio Grande do Sul; 3) Rio de Janeiro; e 4) Santa Catarina. A justificativa são as ferramentas de desenvolvimento, acesso à internet fácil e oportunidades para acontecer os negócios nessas regiões (recursos, incubadoras tecnológicas etc).
Os faturamentos deles estão descritos abaixo:
Percebe-se, segundo o SEBRAE, que as empresas são de pequeno porte, devido ao faturamento de até 240 mil ser maioria. Também que as empresas tem 1 a 5 anos de funcionamento. A longevidade delas, portanto, é baixa e o surgimento delas aumentou de 2009 em diante. Isso se justifica pela facilidade de produção de jogos mobile e web nesse momento.
Os problemas passados são falta de mão de obra qualificada e experiente no setor. Quando há, tem forte evasão de profissionais ao exterior para trabalhar em grandes estúdios.
Grande parte delas (80%) são focadas em desenvolver jogos. Já, as 20% restantes realizam outras atividades de desenvolvimento fora de games ou publicação de jogos (publisher).
Esse é o estudo mais recente dessas empresas e demonstra que há muito a se fazer. Nós sabemos que o empreendedor é bravo e, mesmo com adversidades, vai dar o jeito de buscar o seu espaço. Porém, um cenário mais favorável, certamente iria ajudar a reduzir a mortalidade das empresas, além de um faturamento melhor.
Há de se mencionar que não foram avaliados desenvolvedores independentes no processo, fator que cresce e muitas vezes produzindo sem CNPJ.
Caso deseja ver a lista de empresas, no final do documento consta todas elas. Acesse em nossas referências do artigo.
Os estudos do BNDES de 2014 analisaram games desenvolvidos em 2013 aqui no Brasil. Eles revelam um desenvolvimento maior de jogos de entretenimento (49,3%), seguidos pelos jogos educacionais (43,8%).
Em termos de sistema operacional, Windows, Android e iOS são aqueles com maior predominância de games desenvolvidos.
Já quanto a motores de jogos (engines), a Unity ocupa a 1ª posição e importante fatia de uso (79,7%), seguida por tecnologia própria (18%) e Cocos2D (13,53%). É, aproveite nossos tutoriais, pois Unity e Cocos2D temos vários. 😉
Para finalizar, no aspecto metodologia de desenvolvimento, o método SCRUM ocupa primeira posição (60,9%), seguido de nenhuma (25,6%) e PMBOK (11,3%). O nenhuma, considerando-se trabalhar em equipes maiores, é preocupante, principalmente se a empresa pensa em crescimento.
Os dados apresentam um profissionalismo crescente na indústria, muito uso de plataformas de desenvolvimento mais acessíveis financeiramente, além de foco em plataformas de PC e mobile. O número alto da Unity também se justifica pela facilidade de portar para várias plataformas, custo/benefícios de maneira geral.
O estudo do BNDES (2014) traz um levantamento de 1133 trabalhadores no setor de jogos digitais. Entre eles, 392 são sócios e 741 são colaboradores. 85% são homens e apenas 15% mulheres. Mulheres são um público bem pequeno. Interessante observar que áreas são mais atuantes.
Quanto a salários, os estudos atuais não revelam nenhuma informação e os dados da ABRAGAMES são muito antigos nesse sentido. Mas, caso queira olhar, acesse-os aqui.
A única fonte que consegui nacional foi no site “Produção de Jogos”, mas não são citadas as fontes dos dados. Dessa forma, não irei apresentá-los aqui nem discutir. De qualquer forma, vale a pena dar uma olhada: Salários e Profissões Parte 1 – Salários e Profissões Parte 2.
A oferta de cursos para se capacitar em jogos digitais cresceu no Brasil. Segundo informações do MEC (inclusive você mesmo pode consultar por região lá), existem 72 cursos de graduação nível tecnológico no país específicos em jogos digitais, além de 16 especializações para esse mesmo segmento.
O site Game Reporter preparou uma lista deles, recomendando a todos também. Segue o acesso: GameReporter – Onde estudar Games no Brasil. Perceba também nos comentários algumas sugestões de outros cursos não mencionados na matéria.
Outra dica é o site do SBGAMES na seção “Grupos/Cursos de Jogos”.
Pode-se perceber que existem graduações e pós-graduações na área, também alguns cursos de qualificação também. Esse setor está bem aquecido de fato.
O que se recomenda é olhar bem a instituição, quem está lecionando, a experiência dele com desenvolvimento de jogos, pois cursos bons existem, claro, mas também há alguns que são muito caros e oferecem muito pouco. Vale a pena cuidar nesse sentido.
Algumas iniciativas de recursos por meio de concursos e editais são realizados pelo governo. Lembramos de alguns já feitos, além de linhas de financiamento. Mas sabemos que ainda precisa ser feito mais no sentido de realmente fomentar a indústria aqui.
Atualmente, fala-se de um Grupo de Trabalho para o Setor de Games. Pode ser um avanço e que realmente essa situação continue melhorando.
Afinal, o estudo do BNDES tem as mesmas diretrizes de outro já feito pela ABRAGAMES 10 anos atrás.
Algumas das associações que você pode conhecer do nosso setor no Brasil:
Todas elas ajudam em interesses da categoria, promoção de eventos, reuniões de desenvolvedores e outros benefícios que interessam aos gamedevs nacionais.
A IGDA está em várias capitais do país, promovendo essas reuniões e eventos. Fique ligado nesse sentido, principalmente pelas redes sociais como Facebook (grupos IGDA).
Existem vários eventos na área, mas vou destacar aqui o SBGAMES – Simpósio Brasileiro de Jogos e Entretenimento Digital devido a sua solidez por anos, além de abranger a área acadêmica e da indústria de jogos digitais. Esse ano está na 14ª Edição, ocorrendo no Piauí na cidade de Teresina.
Também se fala da BGS – Brasil Game Show que ocorre todos os anos em São Paulo. Ela tem um foco mais comercial, porém há espaço para indies demonstrarem seus games.
Existem muitas outras perguntas a serem respondidas no setor. Essas foram algumas variáveis investigadas e pensadas.
Percebe-se que a indústria de games evoluiu nesses 10 anos que já se passaram, mas ainda são necessárias muitas ações para crescer e se solidificar ainda mais.
Vejo também uma necessidade de se estudar desenvolvedores independentes no cenário nacional, mas sem registro de CNPJ. Creio que veremos muitos dentro dessa situação.
Caso tenha mais informações a agregar ou questionar, coloque para nós nos comentários, pois um conhecimento da área no Brasil é necessário para a sua valorização e reconhecimento.
Estas são as fontes principais do artigo. Secundárias foram apontadas ao longo dele.
O post O Setor de Jogos Digitais no Brasil apareceu primeiro em Fábrica de Jogos.
BetoVou dar uma olhada tem uns games maneiro, dragon age é um deles

Todas as segundas-feiras, a Microsoft atualiza a biblioteca de jogos e promoções disponíveis na Xbox Live. São descontos para títulos de Xbox 360 e Xbox One destinados a assinantes do serviço Xbox Live Gold.
Nesta semana, as promoções são destinadas às franquias Grand Theft Auto, da Rockstar, e Dragon Age, da BioWare. Os jogos e pacotes que incluem conteúdos adicionais estão até 75% mais baratos do que os preços praticados normalmente.
Veja abaixo a lista de descontos na Live válidos até a próxima segunda-feira (19). Lembrando que as promoções também valem para usuários de conta Prata na Live:
Betolegal
Enviado por Rafael Gomes (gomexΘriseup·net):
O artigo "Vídeo interessante sobre DevOps, com legenda em pt-br" foi originalmente publicado no site BR-Linux.org, de Augusto Campos.
Betohuehuehuehuehue
Este tipo de fotografia, não é apenas uma fotografia qualquer, tirada naturalmente, digamos assim. É um estilo onde o Stock Photobomber está! Com montagens quase que impecáveis, ele cria uma espécie de realidade e humor sem graça para o mundo da fotografia. Observe a seguir.
Eu vi no Design You Trust.
O post Um Homem Colocou a Si Mesmo com Montagens Quase Perfeitas em Fotos INSPIRAÇÃO apareceu primeiro em Clube do Design.
Betokkkkkkkkkkkkkkk

– Foge, Anésia. É uma cilada.
Betoque maldade kkkkkk

O que mais me deixou intrigado foi que eles fizeram o mesmo corte de cabelo só pra isso. Essa galera se esforça.
Betokkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Belíssimas palavras. O que ela não sabe é que faz ANOS que este mesmo blog já deu inúmeras ideias de como fazer isso (e muito mais). Se a presidenta tivesse passado aqui pra dar uma lida antes do discurso, não precisaria ter dito isso. Dilma, aqui está a solução.
Aliás, uma não, duas:
1.

2.

Pronto, o mundo acaba de economizar milhões em pesquisas. A ciência troll salvou o mundo mais uma vez. Pode mandar meu cheque de bônus lá pra casa, obrigado pela atenção Dilma, sempre que precisar estamos aí.

A Apple demorou um bocado para entrar no mundo dos dispositivos vestíveis, lançando o Watch, seu primeiro relógio inteligente, apenas no último mês de abril. Agora, parece que ela não está mais tão disposta assim a ficar para trás e registrou uma patente de um smart ring, um anel com tela touchscreen e conexão com o telefone celular.
O produto tem uma pequena tela touch, sensores para detecção de movimento ou sinais vitais e um microfone, que poderia ser utilizado para comando de voz. Além disso, o iRing, como já vem sendo chamado pela imprensa, traz também dispositivos para reconhecimento de escrita e caracteres impressos, uma característica que poderia facilitar a realização de traduções, por exemplo.
O controle de aparelhos remotamente também parece ser um dos focos aqui. A patente descreve, por exemplo, um usuário ativando um sistema de iluminação ou aquecimento com a voz. Além disso, a Apple imagina utilizações como mouse e interfaces touchscreen, dando mais liberdade e conforto para quem usa, já que ele permitiria que o braço ficasse em qualquer posição desejada.

Transações financeiras também poderiam acontecer por meio dos sensores do iRing, com um simbólico aperto de mão servindo para fechar um negócio ou pagar uma conta. Todas as tarefas realizadas seriam enviadas como notificações para o smartphone, de forma que o usuário possa ter controle do que foi capturado, armazenado e alterado pelos sensores.
Claro, tudo não passa de suposição. A patente da Apple foi submetida no ano passado, antes mesmo do lançamento do Watch, e só agora foi aprovada pelo órgão competente nos Estados Unidos. A empresa não se pronunciou sobre o assunto e nem mesmo existem rumores sobre o desenvolvimento de um produto desse tipo dentro dos corredores da companhia.
Mais do que isso, o registro de patentes nem sempre significa que estamos diante de uma tecnologia que realmente vai existir. Esses documentos servem, muitas vezes, para proteger inovações e invenções, além de acumular royalties caso terceiros decidam utilizar a ideia em seus próprios dispositivos. Por enquanto, é melhor ter paciência, caso o iRing tenha agradado você.

Em tempo: apesar desta tecnologia parecer saída diretamente de um filme de ficção científica, já existem anéis inteligentes disponíveis no mercado. A MOTA, por exemplo, é a fabricante de um dos principais produtos do tipo, o SmartRing, que exibe notificações, vibra ao recebimento de uma mensagem ou chamada e pode ser usado para verificar rapidamente as redes sociais.
Fonte: The Telegraph
Betomamãe partiu desta vida falou

Inclusive eu continuo postando coisas das princesas da disney no OVDI pq eu nem me importo
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