
Shit shit shit shit
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Quando Você Está Mascando Chiclete e a Professora Te Olha
BetoSempre
Os 10 Mandamentos Do FPS

Já pensou que o "cheira saco" é a forma mais pura de piorar o dia de alguém simplesmente sem motivo aparente, apenas pra humilhar alguém...e isso é lindo!
Homem mais forte do mundo bate recorde ao levantar meia tonelada

Real-Life Marge Simpson Is Eeexxxcellent
BetoTem louca pra td rs

Marge Simpson in real life makes your Springfield fantasy come true
Artist and photographer Alexander Khokhlov melts minds with his recent project that brings Homer's wife to life. Khokhlov's "Art of Face" collection features models with intricate make-up designed to play tricks on the eyes.
For Marge, on top of the impressive make-up tricks forming her exaggerated eyes and skin tone, Khokhlov created the iconic blue bouffant with painted flowers. The overall effect is equally jarring and beautiful
This will probably inspire a slew of live-action pitches, but for now we'll just think about upping our cosplay game. Read more...
More about Viral Videos, Art, Photography, The Simpsons, and TvNeném, da dupla Pepê e Neném, vai ter Neném
Da série: Notícias que vão mudar o mundo!

Neném, da dupla Pepê e Neném, vai ter Neném que vai ser chamar Neném filha!
O melhor da notícia são os comentários #19

hauahuahauhauahauhauahauhauhauaa
Ninja do Photoshop – Walter White explodindo posto de gasolina
Assistam a edição de imagem que um garoto fez com o Senhor White do Breaking Bad, explodindo um posto de gasolina. Achei muito foda! Esse é mestre do photoshop!
O trailer completo de O Destino de Júpiter, novo filme dos criadores de Matrix, é incrível
Betoao lasqueira
Ok. Uau. Após algumas imagens mostrando um pouco de O Destino de Júpiter, agora pudemos ver o trailer completo, e é como a perfeição da ficção científica. Uma batalha pela Terra, naves espaciais, máquinas monstruosas, mundos alienígenas, superpoderes, os Wachowskis. Aparentemente tudo isso estará no filme.
Não sabemos se o filme será tão bom assim quando for lançado (está previsto para 7 de agosto no Brasil), mas o trailer certamente é bastante promissor e sensacional. Meio que faz com que eu perdoe os Wachowski pelos dois últimos filmes da trilogia Matrix.
Você pode até dançar bem…
BetoO//
Mas nunca vai chegar aos pés desse tiozinho…
MARCO CIVIL DO CORTE DE CABELO
BetoWhata hell!! ahuihauia

MARCO CIVIL DO CORTE DE CABELO
A World Where Outdoor Advertising is Replaced by Classical Paintings









In this fun series of photos from the streets of Milan and Paris, artist Etienne Lavie imagines what the world might be like if invasive street advertisements were replaced with classical paintings. If instead of waiting for the bus next to a back-lit ad for a new car, you were given the opportunity to stare at Marco d’ Oggiono’s The Three Archangels. Lavie has shared very little about the tongue-in-cheek project titled “OMG who stole my ads?,” but art triumphing over consumerism in an urban utopia is pretty clear message. You can see much more of the series here. (via Colossal Submissions)
Esquecendo As Coisas Em Casa
BetoPuta que pariu!!!

Esquecer a genital então...e que fique claro que isso foi uma dica de leve dele pra não fazer mais isso.
Charles Joughin – O bêbado do Titanic
BetoO álcool fazendo milagres rs
A incrível história de Charles Joughin que sobreviveu a tragédia do Titanic, graças a quantidade de álcool que havia bebido.
Charles era o Padeiro-Chefe do navio e estava de folga em sua cabine na noite em que o navio bateu em um iceberg e afundou.
Ele ficou encarregado de enviar suprimentos para o barco salva-vidas o qual ele mesmo se recusou a subir e sair do navio.
Segundo seu relato, ele ainda estava no deck quando o navio quebrou e começou a afundar, ele se agarrou a uma grade e conseguiu escalar até o topo do casco onde vivenciou o afundamento do navio como se estivesse descendo de um grande elevador.
Após isso ele ainda teria ficado duas horas nas águas congeladas remando até ser encontrado por um barco, o qual estava com lotado e permaneceu na água segurando a mão do cozinheiro Izaac Maynard até a chegada de uma nova embarcação.
Os relatos apontam que Charles Joughin conseguiu sobreviver ao gelo, graças ao alto índice de álcool em seu sangue. Enquanto centenas morreram em minutos.
Sommelier de cerveja, uma carreira promissora e sem precisar de diploma universitário
Sommelier de cerveja, é possível beber e ser um especialista na bebida e ainda ter uma boa fonte de renda.
Entenda melhor como funciona essa carreira:
As vagas de especialista em cerveja surgiram quando cervejarias e importadoras perceberam que com mais informação, as pessoas começaram a buscar produtos diferentes e especiais.
O sommelier de cerveja tem que saber desde a produção até o relacionamento com clientes e vagas não faltam.
1 – Cervejaria: “Degustar a bebida é só uma parte do trabalho“, diz o especialista. Aqui, o profissional elabora e faz análises sensoriais das receitas junto com o mestre cervejeiro e testa os lotes para conferir a qualidade da bebida. Além do setor técnico, quem atua na área comercial pode treinar as equipes de vendas, sugerindo as melhores opções de cerveja para bares, restaurantes…
2 - Importadora: É o sommelier que escolhe quais rótulos de cervejas internacionais trazer para o Brasil. “É preciso viajar e escolher as cervejas que estão de acordo com o paladar do brasileiro“, afirma Rodrigues. Aqui você também pode capacitar equipes de venda.
3. Distribuidora: O especialista em cerveja escolhe as opções mais interessantes para os seus clientes, que podem ser bares, restaurantes, supermercados…
4. Bares, restaurantes, empórios, hotéis: Nesses locais, o sommelier de cerveja precisa:
· Controlar o estoque de garrafas.
· Escolher as bebidas de acordo com o perfil do estabelecimento.
· Cuidar do armazenamento das bebidas para manter a qualidade.
· Apresentar a carta de cervejas aos clientes e indicar qual é a melhor loira e o copo ideal para harmonizar a bebida com o prato que eles escolheram.
5 – Consultoria: Nem sempre um restaurante pode ter um sommelier exclusivo, então, que tal prestar consultoria? Nesse caso, a pessoa fica responsável por entender o gosto do cliente, elaborar a carta de cervejas, negociar com os distribuidores e até treinar a equipe. “O trabalho costuma durar um mês e meio e cobra-se de R$ 3* mil a R$ 4* mil por consultoria“, afirma Rodrigues.
· A carreira de sommelier de cerveja é nova e promissora, segundo Rodrigues. “Quem abraçar a carreira desde cedo vai colher os frutos. Tem demanda do mercado“, diz.
· Trabalhar experimentando cervejas pode ser muito prazeroso, mas tudo é feito com muita moderação e responsabilidade, óbvio. “Bastam apenas 50 ml de cerveja para degustar“, explica.
· O lema dos sommeliers é “beba menos, beba melhor“. A ideia é fazer os consumidores apreciarem a bebida e não se empanturrarem com várias latas.
· Ao contrário dos sommeliers de vinho, as especialistas de cerveja podem usar um uniforme mais descontraído. ”Mas tudo vai depender do local de trabalho“, ressalta o especialista.
O primeiro sommelier de cerveja brasileiro formado é, na verdade, uma sommelier, Kathia Zanatta. “Temos um ponto a nosso favor: nossa memória sensorial é mais rica que a deles, porque, desde pequenas, estamos mais expostas a aromas (perfumes, cremes…) e a sabores, por causa da culinária“, completa Kathia.
A profissão não exige diploma universitário, mas exige vários cursos na área.
Cerveja Zumbi, feita com cérebro de cabra de verdade
BetoThe Walking dead...
Walker Stout, a cerveja Zumbi criada por uma cervejaria da Filadélfia em homenagem a série “The Walking Dead”.
A cerveja é composta por trigo, aveia, cevada em flocos, cramberry e cérebros de cabra defumados (sim é isso mesmo que você leu) e tem 7,2% de teor alcoólico.
Os cérebros são usados pra dar um gosto e aroma mais defumado na cerveja e o cramberry servirá para dar um tom sanguinolento.
Foto: Divulgação Dock Street Brewery)
A princípio a cerveja poderá ser degustada no bar da cervejaria no dia 30/03, onde será transmitida o encerramento da quarta temporada da série The Walking Dead.
E aí, você encara?
A internet das coisas e a volta às origens em UX

Passamos anos desenhando para web no desktop. Acompanhamos a evolução de hardware dos computadores pessoais e celebramos juntos quando descobrimos que a maioria dos usuários tinha deixado de usar resolução de tela de 800×600 e passado a usar 1024×768. Trememos de emoção com tantos pixels a mais. Vimos o crescimento na adoção dos laptops e das telas mais largas ainda. Criamos padrões de interação para a web no computador pessoal, participamos de longas discussões sobre em que situação era melhor usar menu horizontal versus menu vertical (relevantíssimo para a época), quebramos a cabeça para entender o melhor uso do parallax.
Mas tivemos longos anos para isso.
Depois veio mobile. Esfarelaram nossa zona de conforto. Tivemos que aprender sobre usabilidade em celulares, novos padrões de ergonomia, um novo léxico de gestos, tecnologias e métodos – incluindo o tão aclamado e mistificado Design Responsivo.
Tudo isso em muito menos tempo. Questão de um ou dois anos.
A cada novo ciclo, todas as fórmulas mágicas que você tinha aprendido em outros projetos já não serviam mais.
Aqui e acolá desenhávamos para TV, quiosques, carros futuristas e cinema, mas era realmente a exceção. Grandes aprendizados, especialmente porque era quase impossível copiar padrões de interação comprovadamente bem sucedidos criados por outros designers. Faça você mesmo, apanhe você mesmo, aprenda você mesmo.
A tal internet das coisas

Aí vem a Nike e lança e populariza as pulseiras inteligentes. Um botão só + um aplicativo de celular. Poucos meses depois, vem o Google e lança seus óculos inteligentes. Nenhum botão, só uma haste interativa e uma nova série de gestos e comandos de voz a serem aprendidos por designers e usuários.
No meio do caminho, centenas de outros objetos inteligentes e conectados sendo lançados em um ritmo frenético por centenas de startups ao redor do mundo, em um movimento que muitos chamam de “a internet das coisas” (the internet of things).
Cada um com um formato diferente, um tamanho diferente, um modelo de interação diferente, um contexto de uso diferente.
E o número de dispositivos continua aumentando – em questão de meses, sem apresentar o menor sinal de cansaço.
Ontem lançamos aqui na R/GA 10 novos devices conectados em uma parceria firmada com a Tech Stars aqui em NY. De guidão de bicicleta a anel inteligente – a lista é ao mesmo tempo assustadora e divertida, e os projetos bastante desafiadores.
A Contagious já está chamando essa movimentação de O Renascimento do Hardware (Renascimento, assim, com R maiúsculo), considerando o fato de que a produção de hardware passou a ser acessível a muito mais gente nos últimos anos.
Ponto e vírgula.
Decorar a matéria da prova vs. entender a matéria da prova

Qual o melhor tipo de menu para mobile?
Uma considerável parcela dos profissionais de UX que conheço ainda pensam que existe resposta certa para essa pergunta. Ainda pensam nesse formato “fórmula mágica”. Abrem dois ou três sites famosos para ver qual a solução que eles estão usando e esquecem de considerar as particularidades do problema que está ali, bem na frente deles. Não são todos os designers que realmente conseguem desconstruir o problema em suas mínimas partes para chegar à solução por conta própria.
Gosto de comparar com a situação de decorar a matéria para a prova ou de entender o conteúdo e o raciocínio por trás dele. No primeiro caso você simplesmente aprende a resposta para aquelas perguntas específicas que serão feitas no dia do exame; no segundo, você desenvolve um senso crítico maior e domina o assunto a ponto de ser capaz de responder qualquer tipo de pergunta que venha a surgir.
Os dois métodos garantem boas notas e estrelinha na testa, mas só um deles se sustenta a longo prazo. Nem todo mundo se dá conta disso.
O que esse Renascimento do Hardware significa para UX?
A resposta curta, arrisco dizer, é uma volta às origens.
Cada um desses dispositivos que surgem possui um formato diferente. Se você tivesse que desenhar um aplicativo para o Google Glass hoje, qual tipo de menu você usaria? Se tivesse que desenhar interações para um guidão de bicicleta, qual referência usaria? Pode buscar no Google; ainda não existe patterntap para tais fins. O que existe é o problema de design, ali, na sua frente – e um período limitado de tempo para testar soluções.

Um dos meus primeiros passos quando comecei a me aventurar no universo de usabilidade e user experience foi investigar e entender as regras universais da disciplina. Affordances, feedback, triggers, loops. Ergonomia, acessibilidade, organização de informação. Ferramentas e métodos.
Construir o alicerce antes de sair levantando paredes.
Passando por esse processo você se desescraviza das boas práticas. Você entende a matéria, não apenas decora para a prova. Se te pedirem para desenhar um site desktop ou um guidão inteligente de bibicleta, tanto faz. O raciocínio é o mesmo. O desafio é o mesmo.
Um bom UX Designer não é aquele que sabe as respostas certas – é aquele que sabe as perguntas certas. É aquele que conhece as ferramentas e métodos disponíveis e sabe qual deles usar para cada situação. É o profissional que puxa a sardinha para o lado dos usuários (o “U” de UX, lembra?) e sabe a importância de testar a solução com eles.
A tal Internet das Coisas (ou Renascimento do Hardware) é grandiosa. À primeira vista, ela novamente esfarela tudo aquilo que conhecíamos dentro da nossa zona de conforto e nos deixa desarmados de referências e atalhos. Poucos de nós têm background em design de produtos, mas mesmo assim recebemos briefings como esses e receberemos cada vez mais no futuro.
Mas quando você conhece a origem – as regras universais – e sabe brincar com elas para criar soluções variadas, o medo passa. O processo, e o aprendizado no decorrer dele, se torna uma das coisas mais divertidas e desafiadoras da profissão. Sem fórmulas mágicas. Sem copy and paste em bibliotecas de padrões já existentes.
Se você simplesmente decorou para a prova, trate de estudar novamente e fazer o exercício de “voltar às origens”. Afinal, agora as questões mudam três vezes ao dia.
Um anel que lê livros para usuários cegos
BetoMuito bom!

FingerReader é um “dispositivo vestível” que ajuda as pessoas com problemas de visão a lerem textos impressos em papel, além de ajudar na tradução de textos para outros idiomas.
A tecnologia permite que o usuário “passeie” o dedo pelo texto (como se estivesse lendo em Braile) e receba feedback em áudio das palavras que estão escritas ali. O anel inclui um recurso inteligente de identificar qual a linha que vem logo abaixo daquela que está sendo lida no momento, ajudando o usuário na hora de mudar de uma linha para outra.
Mais detalhes no vídeo abaixo:
Um dos primeiros projetos lançados pelo MIT esse ano.
Uma grande jogada futebolística

E agora os comentários dos nossos queridos amigos internautas:


Grandes palavras.




















