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21 Oct 23:42

Névoa

by Mari B.

Há dias em que a gente não sabe direito porque está fazendo o que está fazendo.

Há dias em que não se tem certeza se está fazendo mesmo o que se gosta, se quer continuar.

Há dias em que não se sabe o que se quer, não se sabe o que precisa.

Há dias em que as coisas parecem perder o sabor, e tudo o que se quer é ir correndo para casa e ficar na cama, apagando as luzes, os sons, pausar o mundo e desligar tudo o que vem de fora.

Todos temos dias assim e tudo bem com isso.Deve fazer parte de ser adulto. 
21 Oct 17:14

Before there was Ikea, we had inflatable furniture

by Paula Zargaj-Reynolds

How mod.

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Found at James Vaughan.

21 Oct 17:13

It still works!

by Paula Zargaj-Reynolds

This weekend, I found this old Orange Crush clock on the side of a building on Main Street in Friendship, Maine. 

Old orange crush sign

Click here for more vintage Orange Crush goodness.

17 Oct 22:06

Eben Upton responde sobre o futuro do Raspberry Pi, USB-C, RAM, SATA, Gigabit, SD e mais

by Augusto Campos
A turma do Slashdot captou uma série de perguntas feitas pelos leitores do site e foram repassadas à Eben Upton. Lembrando que a fundação costuma ser uma caixinha de surpresas, então algumas afirmações podem ser divergentes do seu real futuro. Levando em conta as devidas respostas, organizei os seguintes pontos sobre o Raspberry Pi.

Enviado por EverPi (contatoΘeverpi·net)

O artigo "Eben Upton responde sobre o futuro do Raspberry Pi, USB-C, RAM, SATA, Gigabit, SD e mais" foi originalmente publicado no site BR-Linux.org, de Augusto Campos.

17 Oct 22:06

Usando o Consul – parte 3

by Augusto Campos
Após a segunda parte temos um cluster montado com a ajuda do Vagrant, composto de quatro máquinas virtuais (ou nós) e com um serviço (web, usando o Lighttpd) configurado. Já é o suficiente para permitir a descoberta de serviços, mas ainda falta alguma coisa. Nesta parte serão feitos alguns ajustes nos nós do cluster como adição de criptografia (que será feita em lote através do Vagrant), inclusão das verificações (health checks) e, claro, a ativação da interface web para facilitar algumas tarefas.

Enviado por Giovanni Nunes (giovanni·nunesΘgmail·com)

O artigo "Usando o Consul – parte 3" foi originalmente publicado no site BR-Linux.org, de Augusto Campos.

15 Oct 20:06

Faça pipoca caramelada em casa, é fácil e divertido!

by Marcelo Katsuki

Eu adoro pipoca caramelada, em especial a que acompanha o café ao final das refeições no Miya. Outro dia, o Flávio Miyamura, chef da casa, até me explicou como fazer. Mas sem as medidas exatas, acabei fazendo uma meleca, rs.

Ontem ele me presenteou com um pacote de pipocas e a receita! Até vi onde errei: deixei a calda caramelizar pouco, por isso ficou tudo melado. Agora, com a receita em mãos, ficou fácil! Bora preparar pipoca caramelada no Dia das Crianças? É divertido!

 

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Pipoca caramelada
Chef Flávio Miyamura (restaurante Miya)
Rendimento: 10 porções

Para fazer a pipoca
– 150 g de milho para pipoca
– 50 ml de óleo de canola

Para fazer o caramelo
– 200 g de açúcar
– 100 ml de água
– 01 colher de sopa de glucose de milho
– 01 colher de chá de bicarbonato de sódio

Modo de preparo:
Coloque o óleo em uma panela média e leve ao fogo médio. Adicione o milho para pipoca e tampe a panela. Mexa de vez em quando para que o óleo envolva todos os grãos. Quando começar a estourar, mexa mais uma vez a panela com a tampa fechada e tome cuidado para não queimar. Assim que a quantidade de estouros diminuir, abaixe o fogo e espere até que não haja mais barulho por uns 3 segundos. Abra e retire da panela imediatamente, reserve.

Para fazer o caramelo, coloque o açúcar, a água e a glucose de milho em uma panela, de preferência uma de fundo triplo. Leve ao fogo médio e espere reduzir até a metade sem mexer, para não açucarar. Passado este tempo, abaixe o fogo e preste atenção nas bordas da panela para quando a calda começar a escurecer desligue o fogo, coloque o bicarbonato de sódio e misture. O caramelo vai começar a borbulhar e crescer daí acrescente as pipocas já feitas, misture com cuidado para envolver toda a pipoca e não quebrá-la. Espalhe em uma assadeira e espere esfriar para servir.

Fotos: Marcelo Katsuki/Folhapress
15 Oct 09:51

A Sociedade do Cansaço. Byung-Chul Han (via @carol_delgado)...



A Sociedade do Cansaço. Byung-Chul Han (via @carol_delgado) #grifeinumlivro

15 Oct 09:49

Jack Nicholson

by ThisIsNotPorn

Jack Nicholson getting pumped up for the iconic ax scene in The ShiningJack Nicholson getting pumped up for the iconic ax scene in The Shining.

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11 Oct 16:36

Orientação a objetos em Ruby, o básico

by Augusto Campos
Eu acreditava já ter escrito isto mas procurei e descobri justamente o contrário. Então, vamos lá. Diferente da versão 5 do Perl e do PHP a linguagem Ruby já foi criada com o paradigma da orientação a objetos implementado o que afeta diretamente a estrutura da linguagem, o modo como trabalhamos com variáveis etc.

Enviado por Giovanni Nunes (giovanni·nunesΘgmail·com)

O artigo "Orientação a objetos em Ruby, o básico" foi originalmente publicado no site BR-Linux.org, de Augusto Campos.

08 Oct 10:18

Seems to me, this young woman needs a pedicure more than another pair of shoes.

by Paula Zargaj-Reynolds

This sexist* ad is probably from the 1930s. Here are the first two paragraphs of copy:

He was a highly eligible bachelor. And she had made swift progress till that awful day when she slipped getting out of the roadster. Her ankle twisted. She screamed. In a second he had jerked off her shoe — and stocking. With a sinking heart she watched his fingers test her ankle, saw that he was staring at her foot with its twisted toes and stumpy nails, swollen arch and calloused feet. Her feet were terrible!

He was very nice, those days while her ankle mended... But that was really the end... During the summer she read of his engagement to a Baltimore girl.

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* This ad would be considered sexist because it implies young women are obsessed with snaring a man.

Found here.

08 Oct 10:18

Splashy ad from the 80s

by Paula Zargaj-Reynolds

1982 ad for Lipton flavored teas:

1982 tea

07 Oct 23:52

porra Bruno!



porra Bruno!

07 Oct 18:51

A Tempestade. William Shakespeare (via Caroline Trzcinski)...



A Tempestade. William Shakespeare (via Caroline Trzcinski) #grifeinumlivro

07 Oct 18:08

RENÉ GRUAU (2)

by M.A.

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07 Oct 12:12

Internet Ilimitada – Parte 1

by Clara Gomes

bdj-160825-web

07 Oct 12:12

Ativismo Online

by Clara Gomes

bdj-160824-web

06 Oct 21:44

Geração Brasil’s prodigious coder on a scene where he shows his...



Geração Brasil’s prodigious coder on a scene where he shows his skills in a job interview.

tag reads “INTRODUCTION TO C PROGRAMMING”
06 Oct 11:46

RENÉ GRUAU

by M.A.

renegruau

06 Oct 09:42

A PONTE DOS JESUÍTAS

by noreply@blogger.com (André Luis Mansur)


Construída em 1752, a Ponte dos Jesuítas é um dos mais importantes e bem preservados símbolos da arquitetura colonial do Rio de Janeiro. Também conhecida como Ponte do Guandu, ela não é uma ponte comum, e sim um ponte-comporta, já que através dos seus arcos era usada para regular a passagem das águas do Rio Guandu, que hoje não passam mais por ali, e também desviá-las para o Rio Itaguaí através de um canal artificial. Com 50 metros de extensão e seis de largura, ela também servia como passagem dos tropeiros que circulavam pelo "sertão carioca", levando mantimentos e outros produtos pelas muitas fazendas da região.



Seu piso é formado por sólidas lajes, no calçamento conhecido como pé de moleque, muito usado em Paraty e o terror dos saltos altos das mulheres. Os quatro arcos, revestidos internamente com pedra, eram chamados de "óculos", e os padres, por meio de comportas de madeira, controlavam a água para evitar enchentes que destruíam as plantações, matavam o rebanho e inundavam as casas. Feita de cantaria e construída na administração do padre Pedro Fernandes, grande empreendedor da fazenda, a ponte é ornamentada por oito colunas de granito com capitéis (parte superior de uma coluna ou pilastra) em forma de pinhas portuguesas. Na parte central, entre belas esculturas barrocas, há um bloco em mármore lioz, onde se vê um brasão com o símbolo da Companhia de Jesus (IHS) e a data de 1752, além da seguinte inscrição em latim:

Flecte genu, tanto sub nomine, flecte viator
Hic etiam reflua flectitur amnis agua

Que, traduzida para o português, diz o seguinte:

Dobra o joelho sob tão grande nome, viajante
Aqui também se dobra o rio oem água refluente



A ponte fez parte do amplo trabalho dos jesuítas de controle das águas, drenagem e irrigação da ampla área da Fazenda de Santa Cruz, repleta de pântanos e terrenos alagadiços em geral, sempre sujeitos a inundações. Dois padres foram mandados para estudar na Holanda, que enfrentava os mesmos problemas, para aprender os procedimentos corretos. Foram feitos mapas hidrográficos por toda a região, e os vales, morros e elevações em geral, foram estudados. Os jesuítas concluíram que os leitos dos rios deveriam ser contidos nos pontos de inundação, com as pontes-comportas, aberturas de valas e canais para o escoamento das águas, solucionando o problema de enchentes e secas e tornando a Fazenda de Santa Cruz uma das mais produtivas do Brasil.



Com a canalização do Guandu, cujas águas abastecem a população da cidade, a ponte perdeu sua função original, mantendo, no entanto, a importância histórica e arquitetônica, tanto que seu tombamento foi um dos primeiros do país, em 1938, quando o governo de Getúlio Vargas criou a Diretoria do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, hoje o mais instituto de preservação do patrimônio, o Iphan (só mudando o "diretoria" para "instituto"). Infelizmente a ponte sofreu degradação de pessoas que retiraram partes de sua estrutura para algum tipo de obra, inclusive com a derrubada de duas colunas, mas os constantes trabalhos de recuperação (principalmente os de 2007, feitos pela prefeitura do Rio de Janeiro) e a conscientização da população local estão dando a este importante monumento da cidade o seu real valor. A Ponte dos Jesuítas fica na Estrada do Curtume.

- Fotos tiradas por Ronaldo Morais em 1984. Hoje a ponte está bem conservada.
06 Oct 00:00

Sem Paes na TV e experiência de Cabral, PMDB viu poder afogar no Rio

by Leandro Mazzini

A cúpula do PMDB bate cabeça para entender como perdeu a segunda maior prefeitura do País, com a ‘máquina na mão’ no Rio de Janeiro (prefeitura e Estado) e Brasília e o sucesso da Olimpíada tendo Eduardo Paes como anfitrião.

Não foi só o ‘sem-jeito’ candidato Pedro Paulo Carvalho e o bordão ‘bateu na mulher’.

Para caciques no Congresso, o partido e o comando da campanha erraram ao afastar do candidato o prefeito Paes – o garoto propaganda da cidade – e não consultar os mais experientes.

O ex-governador Sérgio Cabral só foi procurado nos últimos dias da campanha, quando mais nada poderia fazer.

Cabral vive um estratégico período sabático fora da política, mas foi ele quem tirou Paes do PSDB e o elegeu prefeito, e foi quem fez o sucessor Luiz Fernando Pezão no Governo.

A eleição interrompeu vitoriosa série de conquistas do marqueteiro Renato Pereira, que elegeu Cabral e Paes (duas vezes) e Pezão. Mas agora teve a mais estrondosa derrota.

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02 Oct 17:07

Stephen King

by ThisIsNotPorn

4 year old Stephen King4 year old Stephen King.

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02 Oct 17:06

Stephen King responding to Mad Magazine

by ThisIsNotPorn

Stephen King’s response to Mad Magazine’s parody of The ShiningStephen King’s response to Mad Magazine’s parody of The Shining.

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02 Oct 17:06

Stanley Kubrick and Malcolm McDowell

by ThisIsNotPorn

Stanley Kubrick and Malcolm McDowell on the set of A Clockwork OrangeStanley Kubrick and Malcolm McDowell on the set of A Clockwork Orange.

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02 Oct 17:06

Ozzy Osbourne

by ThisIsNotPorn

Ozzy Osbourne at the Regent Sounds Studios during the recording of Paranoid, 1970Ozzy Osbourne at the Regent Sounds Studios during the recording of Paranoid, 1970.
Photo by Chris Walter.

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01 Oct 10:08

Olhando o passado: A criação das orelhas de Spock

by Ralph Pinheiro

spock-orelhasPara o falecido ator Leonard Nimoy, as orelhas de Spock foram uma fonte tanto de aborrecimento quanto de diversão. É creditado ao artista Fred Phillips a concepção das orelhas pontudas do famoso Vulcano para o primeiro piloto original “The Cage”. Mas na verdade, após várias tentativas fracassadas Philips pediu auxílio a outro colega para moldar uma adequada ao ator. Tudo isso foi comentado por Gene Roddenberry em seu livro “Making of Star Trek”.

Fred Phillip era, na época, o supervisor de maquiagem da série “The Outer Limits”, quando foi contratado para a supervisão de maquiagem de Jornada. Ele projetou os Klingons originais, os romulanos e todos os outros primeiros aliens da série original. Mas seu desafio principal foi dar forma as orelhas de um personagem alienígena especial.

“Tivemos que tentar um monte de diferentes tipos de orelhas no Leonard para obter aquelas certas, que pareciam reais. Fizemos muito grandes, muito planas, também muito pontudas, e assim por diante. Então, Leonard ficou por quatro ou cinco dias em uma linha de produção e tentou esses diferentes tipos de orelhas. Nós, então, fizemos uma filmagem de teste e visualizamos no dia seguinte na sala de projeção”, disse Gene Roddenberry no livro “Making of Star Trek” (1968).

Pelo tempo que levou para encontrar as orelhas certas, algumas piadas foram feitas entre a equipe de produção sobre o projeto de maquiagem alienígena. Eventualmente, até mesmo Leonard Nimoy começou a duvidar se era certo começar assim.

“Neste momento, Spock estava começando a olhar para ele como se estivesse fazendo uma aberração com as orelhas. Ele acabou por dizer, ‘Eu decidi que não quero o papel”.

“Bem, depois de tudo o que tinha atravessado, e faltando apenas alguns dias antes das filmagens começarem, estava certo de Spock poder ser um papel significativo e desafiador. Agora veio o problema de Leonard querer estar fora disso. Tivemos que argumentar por pelo menos meia hora. Eu estava tentando desesperadamente convencer Leonard de que há dignidade em Spock e para o ator se retratar. Mas tinha havido muitos comentários e observações sobre as orelhas pontudas. Nimoy não estava convencido”, disse o criador da série.

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“Finalmente a única coisa que eu poderia pensar em dizer a ele foi: “Leonard, olha, acredite em mim. Eu faço esta promessa a você. Se pelo 13º episódio, você ainda não gostar das orelhas, eu, pessoalmente, vou escrever um script em que você vai começar um procedimento cirúrgico e voltar ao normal.  Ele olhou para mim por um minuto e, em seguida, praticamente caiu no chão de tanto rir. De repente, as orelhas tinham sido colocadas de volta na perspectiva correta. E esse foi o fim do problema.”

Mas o problema não tinha acabado ainda. Havia a aplicação da maquiagem adequada ao personagem. Isso foi retratado pelo produtor Bob Justman que recordou o processo complicado no livro de Herbert F. Solow, “Star Trek Sketchbook” (1997).

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“A teoria era que, uma vez dos moldes serem feitos, as orelhas duplicadas podiam ser guardadas quando necessário e coladas sobre as orelhas de Leonard. É mais fácil falar do que fazer. Uma vez que algumas tinham sido meticulosamente anexadas e coloridas para combinar com o resto da tez amarelada de Spock, e quando foram removidas (um processo demorado e doloroso para Leonard, uma vez que foram fixadas com cola Spirit e removidas somente com o uso de solvente forte), não podiam ser salvas para usar na próxima vez. Então, novo dia, novas orelhas. E a borracha que estava sendo usada não era confiável. O laboratório de maquiagem tinha que lançar orelha após orelha até que um bom conjunto foi feito. Mais tarde, quando a série foi filmada, Charles Schramm do departamento de maquiagem da MGM iria usar uma fórmula de látex melhorado em uma base de linha de montagem”.

Ele ainda levava uma hora e meia todos os dias, antes de filmar, para aplicar as orelhas. Justman lembrou no livro “The Making of Star Trek” como ele brincava com o problema.

“Antes de começarmos a segunda temporada, eu disse para Leonard que eu poderia resolver o problema das orelhas durante toda a segunda temporada. Eu disse, ‘Leonard, eu acho que tenho a resposta para o problema da orelha. Você vai ser capaz de salvar todo esse tempo na maquiagem. não ficará mais desconfortável, não mais sentirá dor, sem mais problemas. Você pode simplesmente pegar a composição regular e tudo será perfeito’. E ele diz: “Sim, o que é Bob?” E eu disse: ‘Nós vamos enviá-lo para um cirurgião plástico e vamos apontar suas orelhas. Quando a série estiver acabada, nós vamos pagar para colocá-las de volta ao normal!” Eu quase convenci Leonard de que seria muito mais fácil e muito menos doloroso. Quanto mais eu falava, mais ele começava a ouvir e meio que acenava com a cabeça. Você quase podia ouvir o pensamento passando por sua mente, “Quem sabe … possivelmente seria muito melhor … “. Naquele momento eu não poderia manter a cara séria por mais tempo e comecei a rir, foi quando Leonard percebeu e começou a rir, também”.

A segunda etapa foi a criação das sobrancelhas Vulcanas, características de Spock. Isso exigiu que Phillips raspasse as metades externas das sobrancelhas reais de Nimoy durante cada sessão de maquiagem. Phillips preenchia as novas sobrancelhas com um lápis de sobrancelha, então pintava sobre essas linhas com goma Spirit. A goma Spirit foi usada para prender comprimentos curtos de pêlo de iaque (ruminante da Ásia), que Phillips cortava a partir de longas mechas estocadas, misturando os pequenos tufos com o que restava das sobrancelhas de Nimoy. A fase final do processo envolvia aplicar maquiagem base e adicionar sombreamento para garantir que os contornos de sombra seriam vistos, mesmo sob as luzes brilhantes do cenário.

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Quando a série começou a produção, o uso das orelhas pontudas de Spock era motivo de grande controvérsia entre a equipe de produção e a rede de televisão.

“Em 1965, o Departamento de Vendas da NBC estava preocupado”, lembrou Herb Solow, executivo da Desilu naquele período. “Era como se eles acreditassem que, depois de Satanás ter sido expulso do Jardim do Éden, ele foi reencarnado no ator Leonard Nimoy e lançado como oficial de ciências Spock, um orelhudo aguçado, e ‘satânico’ Vulcano alienígena com sobrancelhas arqueadas”. A NBC temia que seus anunciantes e estações locais fossem alvos de uma reação religiosa protestando contra este “diabo encarnado”.

“Levou várias semanas para descobrirmos que o Departamento de Vendas da NBC tinha disfarçado as orelhas de Spock”, diz Solow.

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A NBC tinha enviado uma atraente brochura de vendas da série a suas afiliadas e anunciantes. Um exame minucioso mostrou, porém, que um artista que trabalha para o Departamento de Vendas da NBC tinha retocado as orelhas pontudas de Spock por redondas em todas as fotografias.

A fim de aplacar o medo da rede, que estava defendendo fortemente o uso de orelhas regulares e sobrancelhas sobre o personagem Spock – um movimento que teria prejudicado gravemente o conceito de que um alienígena estava servindo a bordo da Enterprise – a equipe de produção decidiu “contar a NBC o que eles queriam ouvir” ao concordarem em reduzir significativamente a visibilidade de Spock na série para as primeiras treze semanas, enquanto na verdade, a produção prosseguiria sem limitações sobre o uso do primeiro oficial Vulcano.

“Os primeiros quatro episódios que foram ao ar destacaram o Sr. Spock em diferentes graus”, disse Solow. “Mas no momento em que o quinto episódio ficou pronto para ir o ar, a ‘Spockmania’ já tinha entrado em erupção e uma campanha anti-Spock da NBC chegou a um impasse. A sala de expedição da Desilu ficou abarrotada com enormes sacos de cartas de fãs, a maioria dos quais foi dirigida ao Sr. Spock.”

Além da trabalhar nos 78 episódios da série original, Fred Phillip também fez a maquiagem para Star Trek: The Motion Picture (1979). Foi ele o responsável pelo corte de cabelo da atriz Persis Kambatta (Ilia). Por seu trabalho em The Motion Picture, Phillips recebeu em 1980 a indicação ao Saturn Award como Melhor Maquiagem.

Ele chegou a ser convidado para criar maquiagem para Star Trek: A Ira de Khan em 1982, mas aos 74 anos, sua visão já era muito fraca, então ele recusou a oferta.

cabelo

Fonte: ForgottenTrek

01 Oct 00:05

chrispandres: #Baphopet - Sam the dog loves #Baphomet ! So...



chrispandres:

#Baphopet - Sam the dog loves #Baphomet ! So should you :) come visit the new @thesatanictemple international headquarters in Salem,MA ………….. #Baphomet @thisisnotstrout #halloween #salemorbust #666 #luciengreaves #salemartgallery #markjporter

30 Sep 13:15

Charlotte the Cavalier King Charles Spaniel

by Dogs

Charlotte the Cavalier King Charles Spaniel

This is Miss Charlotte Rose Blasier, a 1-year-old female Cavalier King Charles Spaniel from Weldon's, Colorado. Charlotte likes to pal around with my female cat her name is Wildcat. Photo sent by  Loretta. 

24 Sep 21:34

Starbucks lança bebidas Sabor Churros

by Vitor Hugo
Starbucks lança bebidas sabor Churros!

Agora em setembro a famosa rede de cafés americana Starbucks lança em edição limitada bebidas inspiradas num dos doces mais comuns nas feiras brasileiras: churros! Seguindo na mesma linha de incorporar sabores locais como já aconteceu com brigadeiro, doce de leite e pão de queijo.

As versões chegam na foram de Churros Frappuccino®, Churros Latte e Espresso Churros. Como outras receitas inspiradas do doce, utilizam doce de leite e canela para dar o ar de churros.

Churros Frappuccino®, Churros Latte e Espresso Churros.

Divulgação / Starbucks

Churros Frappuccino®: bebida gelada com sabor doce de leite, é batido com café e gelo e finalizado com chantilly e canela em pó. Preço sugerido: a partir de R$13,50 (tall).

Churros Latte: com café espresso, leite vaporizado e espuma, acrescido de essência de doce de leite e canela. Preço sugerido: a partir de R$10,50 (short).

Espresso Churros: espresso com essência de doce de leite ganha cobertura de chantilly e canela em pó, acompanhado de um minicookie ou minibrigadeiro. Preço sugerido: R$6,90.

É interessante esta absorção de sabores locais e conhecidos do público. Há algum tempo atrás houve o boom de tudo com sabor de churros, talvez o timming tenha sido perdido. O que acham?

Fiquei com vontade de experimentar, espero conseguir ir antes de acabar esta edição.

Confira o artigo em: Starbucks lança bebidas Sabor Churros via PratoFundo.

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23 Sep 14:57

Encantos da Amazônia em mostra na A CASA museu do objeto brasileiro

by Rede Sirius



Cores exuberantes, formas originais e lirismo compõem a mostra "Imagens da Amazônia - brinquedos de Abaetetuba", que inaugura dia 27 de setembro, às 19h, na A CASA museu do objeto brasileiro. A exposição reúne três mil peças representativas da cultura ribeirinha do estado do Pará, tradicionalmente comercializadas durante celebração religiosa do Círio de Nazaré, em Belém.

São barquinhos, canoas, pássaros, cobras, pescadores, palhaços, dançarinos entre outros, confeccionados com a fibra do miriti, palmeira nativa da região de áreas alagadiças, como várzeas e igarapés, também apelidada de isopor da Amazônia.

“Os brinquedos de miriti são únicos, expressam uma visualidade muito própria dos artesãos que os produzem, seu cotidiano, ambiente e valores. Criados e recriados a cada ano, esses objetos rompem a fronteira regional e, sob forma de souvenir, ímã, móbile, quadro e vários outros elementos de decoração, vêm expandindo a sua presença pelo território nacional”, afirma o curador Ricardo Gomes Lima, diretor do Departamento Cultural da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

Entre os participantes da mostra estão artistas das associações Miritong e Asamab, responsáveis pela transmissão das técnicas artesanais às novas gerações, garantindo a perpetuação dessa prática nos dias atuais. Durante a exibição, painéis fotográficos vão retratar o processo de feitura das peças repletas de criatividade e estilo, assim como revelar o caráter de sustentabilidade que envolve a atividade.

"Imagens da Amazônia - brinquedos de Abaetetuba" fica aberta para visitação das 11h às 18h, até o dia 4 de novembro, na A CASA museu do objeto brasileiro, localizada na Avenida Pedroso de Morais, 1234, no bairro de Pinheiros, São Paulo.

Exposição “Imagens da Amazônia – brinquedos de Abaetetuba”
Curadoria: Ricardo Gomes Lima
Local: A CASA museu do objeto brasileiro
Inauguração: 27 de setembro de 2016 às 19h
Visitação: até 4 de novembro de 2016
Horário: terça-feira a domingo das 10 às 18h
Endereço: Avenida Pedroso de Morais, 1234 – Pinheiros – São Paulo.
Telefone: (11) 3814 9711

www.acasa.org.br

Rosana Rocha
Mtb - 16.980
Comunicação Social
Decult/SR-3/UERJ
(21) 2334-0938
(21) 98752-1028

Enviado por Marcos Vasconcelos via Rosana Rocha.
23 Sep 13:30

Saluti

by Paula Zargaj-Reynolds

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