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30 Sep 13:18

7 razões para você cozinhar em casa

by Ricardo Cobra

Tenho lido e ouvido muitos comentários de pessoas que alegam que não cozinham em casa por n motivos. Não tenho tempo, moro sozinho, cada um come em um horário, é mais caro que comer fora, sobra louça para lavar são argumentos muito utilizados por quem costuma “fugir da cozinha” de casa. Exponho aqui então, sete excelentes motivos (com comprovações), para você cozinhar na sua casa.

1) Você economiza

Ao contrário do que dizem por aí, cozinhar em casa gera uma economia enorme nas contas no final do seu mês. É verdade que no início do processo de cozinhar em casa, você tem um gasto maior para a compra dos ingredientes e dos temperos, mas para fazer o cálculo, você deve considerar o valor do ingrediente usado (e não do ingrediente comprado) e o valor gasto por pessoa.
Por exemplo, para ir a um a churrascaria a lá carte em São Paulo, você não gastará menos de R$ 90,00 por pessoa. Com esse valor na sua casa, você alimenta tranquilamente 3 ogros como eu a considerar o quilo de uma picanha de qualidade a R$ 60,00, compra-se 1,5Kg dessa picanha, que seria servida com uns 250g no restaurante.
Come-se mais e por menos dinheiro.

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2) Você aprende a respeitar seu alimento

Essa para mim é uma das maiores vantagens do processo.
Talvez pela fartura produtiva que temos no Brasil, temos também um dos maiores índices de desperdício de alimento bom para o consumo que é descartado. Esse desperdício passa por toda a cadeia produtiva do alimento, desde a plantação ao prato. Alimentos que deixam de ser colhidos, que são descartados por não estarem no “padrão”, alimentos mal manipulados e até exageros na hora de servir-se no restaurante.
Quando você aprende a manipular os alimentos, você para a entender o processo e principalmente respeitar a comida.
Como disse Alex Atala na série Chef Table da Netflix, “Em cada prato consumido, há uma morte”. Seja a morte de animais, seja a morte de vegetais. Elas acontecem e precisam ser respeitadas. É cozinhando que você cria o vínculo de respeito.

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3) Sua comida fica mais nutritiva/saborosa

Já dizia o anúncio do tempero pronto que “esse sabor delicioso é amor”. Eu acredito muito nisso, o cuidado de se preparar uma refeição para seus entes, concede à comida um sabor diferenciado e especial. Mesmo quando faltam as técnicas da alta gastronomia ou os equipamentos profissionais dos restaurantes, uma comida fresca e preparada em casa, terá uma atenção especial.
Se considerarmos nesse preparo, as necessidades especiais de algumas patologias, podemos garantir que será preparado com excelência sem os riscos de contatos indevidos com ingredientes que causem alguma alergia, por exemplo.

4) Você cria uma maior integração familiar

7-razoes_familiaEu cresci em uma casa que girava em torno da cozinha. Seja para festas que minha mãe era contratada para preparar, seja nos intermináveis sábados em que ela preparava os congelados da quinzena, seja nas festas da família (eu brinco que na minha família, a palavra festa é pensada por alguém, surgem 50 pessoas ao seu lado), a casa girava em torno da cozinha. Por mais que eu odiasse a confusão que a casa virava nesses períodos, a casa cheirava bem, todos ficavam a volta do preparo e mesmo sem ajudar quase nunca, aprendi muita coisa (mas muita mesmo), só de conviver.
Cozinhar em conjunto, com um higienizando, outro cortando, alguns arrumando, aumenta a empatia e a coesão das famílias, coloca país e filhos no mesmo patamar, aumentando muito o entendimento. Com casais, aumenta a cumplicidade e o companheirismo.
Hoje, a cozinha é para mim, o ponto de encontro. Sonho com uma casa que tenha uma cozinha de maior e mais confortável que a sala, justamente para ter essa integração.

5) Relaxa

Como assim RELAXA??? E a chance de errar? E o que vemos no Masterchef?
Quando eu era executivo de empresa e tinha problemas no trabalho, não via a hora de chegar em casa, me servir um whisky, colocar Frank Sinatra no MP3 Player e iniciar alguma preparação longa e inédita. Aliás, muitas vezes o processo iniciava com uma visita repentina ao mercado para escolher os ingredientes. Esse era o meu processo de relaxamento.
Ir para a beira da pia e focar no alimento, propicia a você um tempo para pensar, desligar e o principal: ver a transformação da matéria prima em produto. Ver um ingrediente in natura, virar um obra de arte (sim, toda comida deveria ser considerada obra de arte).
Experimente. Em um dia de stress, escolha uma receita (temos mais de 700 aqui), compre os ingredientes e sinta o processo.
AHHH, volta aqui para contar como foi.

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6) Faz você usar toda sua louça e seus eletrodomésticos

Você monta a casa, compra ou ganha aquele monte de eletrodoméstico legal, vai na loja e compra uma super faca, aquele jogo de panelas completinho… Mas e aí? Nunca usam. Ou só quando “tem visita”.
O ato de cozinhar em casa, faz com que você utilize efetivamente cada um dos utensílios da sua cozinha e com isso crie histórias e lembranças. Lembro uma vez que poderia simplesmente ter ido a um restaurante árabe, mas preparei com amigos um verdadeiro banquete, ou a vez que fiz 8 risotos diferentes, no mundialmente conhecido (entre os amigos que estavam presentes) “Rodízio de Risotos”, ou o dia que o bowl da batedeira saiu voando…

7) Estimula o cérebro

Todo mundo que cozinha com prazer acaba se apaixonando e buscando melhorar no processo. Do primeiro passo com o arroz queimado, para fazer receitas novas e mais difíceis é um pulo. Com isso, passamos a estimular nossa memória de sabores, de combinações entre ingredientes e especiarias, técnicas.
Esse estímulo pode ser usado depois para muitos outros momentos.

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23 Sep 13:29

London Underground posters

by Paula Zargaj-Reynolds

Beautiful London Underground posters from the 1920s.

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Find more at Gizmodo.

21 Sep 09:31

FAZENDA DE SANTA CRUZ: A JOIA DA COROA

by noreply@blogger.com (André Luis Mansur)

A região de Santa Cruz abrigou, do final do século XVI em diante, uma das maiores fazendas do l. No seu auge, ela chegou a atingir a cidade de Vassouras, sendo chamada, durante muito tempo, de "a joia da Coroa". Foi a principal fornecedora de gêneros alimentícios da cidade do Rio de Janeiro, cuja produção era embarcada na Baía de Sepetiba até chegar ao centro do Rio de Janeiro. Os caminhos por terra eram muito precários e até a chegada do trem, na segunda metade do século XIX, o melhor transporte pela cidade era através dos rios (naquela época, bem navegáveis, diferentes do valões de hoje em dia).

A região onde seria instalada a fazenda fazia parte da sesmaria doada a Cristóvão Monteiro, em 1567, em agradecimento por ele ter lutado contra franceses e seus aliados, os índios tupinambás (também chamados de tamoios, ´os avós, os mais antigos´), na conquista da cidade do Rio de Janeiro, dois anos antes. Sesmaria é uma palavra de origem latina que significa ´seximus´, o sexto, já que, em sua origem, era uma terra dividida entre seis pessoas. Assim, o reino português doava uma grande porção de terra a quem achasse merecedor dela, com a condição de que fosse ocupada e explorada economicamente, caso contrário, teria que ser devolvida. A de Cristóvão Monteiro abrangia boa parte da região de Guaratiba.

Após a morte de Cristóvão Monteiro, sua viúva, Marquesa Ferreira, já bastante doente, doaria, em 1589, metade das terras do casal aos jesuítas, como foi desejo de seu marido. A outra metade seria doada no ano seguinte, após a morte de Marquesa, pela filha do casal, Catarina Monteiro, e o marido, José Adorno, em troca de terras em Bertioga, São Paulo. E assim começava a história da poderosa Fazenda de Santa Cruz, que iria ampliando seus limites através da compra, ou doação, de mais terras, como em 1616, quando os jesuítas compraram terras dos herdeiros de Manuel Veloso Espinha.
Como era uma região constantemente alagada, os jesuítas teriam muito trabalho de drenagem e irrigação pela frente (alguns padres chegaram a estudar técnicas modernas na Holanda), trabalho feito pelos escravos africanos, que já começavam a ser trazidos a força em grande quantidade no final daquele século. Entre as obras realizadas, estão os canais do São Francisco, do Guandu e do Itá, e as pontes que funcionavam como represas também, entre elas a Ponte dos Jesuítas, tombada pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, construída em 1752 e um dos mais representativos símbolos da arquitetura jesuítica no Rio de Janeiro.

* Ilustração: pintura de Debret sobre a sede da fazenda (1817).

20 Sep 09:26

o omisso

by Christiana Nóvoa

,

o omisso

nunca confessa

se prefere isso

ou essa

,

não diz não nem sim

faz graça

disfarça que tá

com pressa

,

te serve um chá

de sumiço

casa e muda

de endereço

só pra não pagar

o preço

,

o omisso sempre sai

cedo

,

o omisso já vai

tarde

,

no fundo o omisso

é covarde

se enverga

morre de medo

por isso não corre

o risco

,

se enxerga

alguma injustiça

o omisso

nem se coça

pra não se indispor

com os ricos

,

se ganha o amor

de uma moça

não assume

compromisso

não morde

nem solta o osso

,

que preguiça

desse moço

,

o omisso

é meio insosso

.

 

 

 

 

 

 

 

 

18 Sep 23:01

Sem tradução

by Allan Robert P. J.


É comum encontrar palavras que não tenham tradução em outras línguas. Em italiano, por exemplo, tem “comunque” [komúnkue], que está para “de qualquer modo, de qualquer forma”. Acho divertidas as expressões “boh” [bôh] que pode ser traduzida como “sei lá” e “mah” [máh], com significados diferentes, dependendo da situação e da entonação de quem o pronuncia, demonstrando incredulidade, surpresa, pouco caso... Mas a que mais me fascina é “ovunque” [ovúnkue], que significa “em todo lugar, em qualquer lugar”. Estranho, não? Como uma palavra pode significar “em todo lugar, em qualquer lugar”? Uma antiga propaganda da Blu – a antecessora da empresa de telefonia móvel 3 – dizia: “ovunque sei, sei ovunque”, (em qualquer lugar que você estiver, vai estar em todo lugar). Achei a frase tão boa que não é a primeira vez que escrevo sobre ela.

Se a falta de correspondência entre línguas diferentes, mesmo quando a raiz é a mesma, não é uma novidade (como no caso entre português e italiano, ambas latinas) , um comportamento ou um sentimento desconhecido é mais difícil de assimilar. Às vezes, de compreender também.

Tem um sentimento italiano que ainda não consegui classificar, apesar das muitas tentativas. Não é exatamente inveja, nem vingança. Tampouco é apenas individualismo, egoísmo ou qualquer outra forma antônima da empatia. Como exemplo, uso duas cenas de agosto passado, o mês em que quase tudo fecha por aqui. Na primeira, estava no supermercado quando ouvi a senhora do caixa conversando com uma cliente. A cliente contava sobre o bronzeado adquirido na praia, dos passeios nas férias, do hotel. Quando a cliente perguntou à caixa quando ela sairia de férias, a funcionária respondeu num tom de voz bem mais alto, para que todo o supermercado pudesse ouvir:

▬ Ah, eu já fiz as minhas férias. Estive num lugar maravilhoso, muita praia, piscina e um panorama de tirar o fôlego. Não tenho que ter inveja de ninguém!!!

O segundo episódio aconteceu quando ouvia o rádio do carro. Na hora da mudança de condutores, os dois conversavam sobre férias (assunto dominante em agostos). O primeiro falava sobre as maravilhas de uma ilha no sul da Itália, da comida e da oportunidade de conhecer lugares fantásticos sem precisar viajar para fora. Quando terminou, comentou que sabia que o colega ainda não tinha saído de férias, ao que o outro respondeu que preferia tirar férias em setembro. O primeiro quis saber se tinha um motivo especial e ele respondeu:

▬ Sim, em setembro tem menos confusão, os preços são mais convenientes e as crianças voltam aos bancos de escola. Mas o maior motivo é que saindo de férias em setembro, posso gozar tranquilo imaginando as pessoas que já voltaram ao trabalho, com seus paletós e escritórios, conscientes de que estou de bermuda em algum paraíso fazendo nada!

Não é um sentimento que aparece somente nas férias, só usei os exemplos mais recentes. Tem um nome para isso? 
.
16 Sep 15:08

Isabella Rossellini

by Paula Zargaj-Reynolds

Model, actress and daughter of Ingrid Bergman, Isabella Rossellini was a spokeswoman in the 80s and 90s for Lancome cosmetics. Here are some of her ads.

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15 Sep 20:14

Anthony Hopkins and Jonathan Demme

by ThisIsNotPorn

Anthony Hopkins and director Jonathan Demme on the set of The Silence of the LambsAnthony Hopkins and director Jonathan Demme on the set of The Silence of the Lambs.

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13 Sep 21:14

Pennywise getting his “battery acid” look

by ThisIsNotPorn

Special make-up effects artist Bart Mixon touches up Tim Curry's battery acid look for ItSpecial make-up effects artist Bart Mixon touches up Tim Curry’s “battery acid” look as Pennywise for It.

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13 Sep 21:13

Extras on the set of Spartacus

by ThisIsNotPorn

Extras on the set of Spartacus assigned with numbers so that Stanley Kubrick could address them individually and give them instructionsExtras playing corpses on the set of Spartacus assigned with numbers so that Stanley Kubrick could address them individually and give them instructions.

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13 Sep 10:14

Paramount solicita que Google remova um link de download do Ubuntu por violação de copyright do filme Transformers 4

by Augusto Campos

Embora seja um óbvio equívoco, o Google atendeu à notificação enviada pelo estúdio, e removeu o link para um torrent do Ubuntu 12.04 via extratorrent.cc.

Em uma notificação enviada pelo escritório antipirataria do estúdio Paramount, é solicitado à Google a remoção de um link para download da distribuição Ubuntu por ele violar os direitos autorais do filme Transformers: Age of Extinction.

Apesar de o pedido ser claramente um equívoco, a página solicitada já foi removida dos resultados de busca. A empresa, porém, já havia dito que está determinada a prevenir abusos e equívocos.

Enviado por André Machado (andreferreiramachadoΘgmail·com)

O artigo "Paramount solicita que Google remova um link de download do Ubuntu por violação de copyright do filme Transformers 4" foi originalmente publicado no site BR-Linux.org, de Augusto Campos.

13 Sep 10:14

O comando watch: repetindo uma ação e observando o resultado

by Augusto Campos
Quantas vezes você já escreveu ls -la pressionou «Enter» e depois ficou repetindo «↑» e «Enter» até aquilo que você esperava aparecer na tela? Sabia que existe uma forma mais simples e automática de fazer a mesma coisa através do comando watch?

Enviado por Giovanni Nunes (giovanni·nunesΘgmail·com)

O artigo "O comando watch: repetindo uma ação e observando o resultado" foi originalmente publicado no site BR-Linux.org, de Augusto Campos.

11 Sep 14:21

Carrie Fisher and Mark Hamill

by ThisIsNotPorn

Carrie Fisher handing Mark Hamill a beer on the set of Star WarsCarrie Fisher handing Mark Hamill a beer on the set of Star Wars.

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10 Sep 23:38

Menina

by Alan Sommer

Tempinho...
Tem pinho?
Ela toca!

Tão menina
Aos pouquinhos
Me nina

De fininho
A moça bonita
Faz ninho
Em mim




10 Sep 11:48

Medina quis cercar servidores por peculato e desagradou Planalto

by Leandro Mazzini

O ex-Advogado Geral da União Fábio Medina Osório foi demitido porque queria fazer a limpa no Governo contra funcionários públicos federais que cometeram peculato, alvos da Operação Lava Jato.

Medina preparava uma série de ações ações de ressarcimento de danos ao erário e improbidade contra agentes públicos.

Isso atingiria em cheio muitos grãos servidores que são ligados às empreiteiras, e abriria a brecha para delações premiadas – o que pode complicar muita gente dos Governos do PT e do PMDB.

Medina Osório era da cota pessoal do chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, e desobedeceu à ordem do ministro palaciano de dar um freio no cerco.

09 Sep 17:07

Antes de Babylon 5: Straczynski e Star Trek

by Fernando Rodrigues

capa_001Em 1993, foi exibido nas TVs americanas o episódio-piloto de uma nova série de ficção-científica. Este episódio se destacava, entre outros motivos, por apresentar uma premissa baseada em uma estação espacial, e não em uma nave, como muitas de suas predecessoras. A série cativou um seleto grupo de fãs, bastante dedicados à série, que a consideram superior àquela outra série de estação espacial.

Não, não estou falando de Star Trek: Deep Space Nine. Estou falando de Babylon 5.Criada por J. Michael Straczynski, Babylon 5 foi um marco na ficção-científica televisiva. Principalmente ao longo de sua exibição, mas até hoje, muitos fãs consideram que Straczynski foi plagiado pela Paramount, uma vez que ele já havia proposto a série para o estúdio em 1989. O próprio Straczynski chegou a declarar publicamente que considera sim que os executivos da Paramount tenham influenciado Rick Berman e Michael Piller (os criadores de DS9) a situar a nova série em uma estação espacial, de modo a competir com a vindoura Babylon 5. De fato, Babylon 5 foi aprovada para produção pela Warner em novembro de 1991, enquanto DS9 foi aprovada em janeiro de 1992 – dois meses depois, portanto. Se, por um lado, Straczynski chegou a listar diversas similiaridades entre as séries, também declarou não acreditar que Berman e Piller tenham tido qualquer contato prévio com a premissa de B5.

Plágio ou não, os fãs de Babylon 5 sempre se ressentiram desta concorrência com DS9, sempre acusando o suposto plágio. Eu mesmo conheço fãs ferrenhos da série que inclusive se recusam a consumir qualquer produto ligado a Star Trek em função disso. O que a maioria dos fãs desconhece – seja de Star Trek, seja de B5 – é que Straczynski já colaborou com Star Trek.

O ano era 1991, quando comemoramos os 25 anos da franquia. Em fevereiro, chegava às bancas a edição número 16 da revista em quadrinhos Star Trek da DC Comics, que em geral mostrava as aventuras da tripulação da Enterprise após os eventos de Star Trek V, mas ocasionalmente trazia histórias passadas ao longo da missão original de 5 anos. Foi o caso desta edição 16, escrita por ninguém menos que J. Michael Straczynski.

Na trama, intitulada Worldsinger, a Enterprise chega a um planeta em seus estágios finais de destruição. A civilização que ali existia, num total de cinco bilhões de habitantes, fora realocada para outro planeta, num esforço hercúleo da Federação ao longo de três anos. Ao chegar ao planeta, a Enterprise não espera encontrar nenhum habitante. Mas é surpreendida, porém, ao detectar uma forma de vida. Ao descer à superfície, Kirk, Spock e McCoy são contatado telepaticamente pelo alienígena. Trata-se de um “Worldsinger”, que treinou a sua vida inteira para escutar a interpretar a “canção do planeta”.

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O alienígena consegue entender, por meio de seu contato telepático com o planeta, toda a história dali e da civilização que ali existira, milhões de anos retratados na canção. E está ali, justamente, para ouvir a canção final do planeta, que em poucas horas se destruirá. O problema é que ele pretende morrer junto com o planeta.
Kirk, Spock e McCoy, porém, não pretendem permitir que o alienígena cometa suicídio, e tentam por diversas formas convencê-lo a sair. O esforço, porém, é em vão. Numa última tentativa, Kirk decide acompanhá-lo até os últimos instantes do planeta, enviando Spock e McCoy de volta para a nave.

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Ao notar a morte do planeta, o alienígena pede, uma vez mais, para que Kirk parta, e permita que ele morra com o planeta. Kirk se recusa, e finalmente consegue convencê-lo a deixar o planeta com a Enterprise. A nave, então, o leva a um novo planeta, Ramedes III, onde o Worldsinger descobre um novo sentido para sua existência – conhecer a canção deste novo mundo.

É uma trama simples, mas muito poética, e faz jus a tudo o que conhecemos de Star Trek, e de Kirk em particular. Straczynski é conhecido por ser um grande roteirista (ele mesmo escreveu quase a totalidade dos episódios de Babylon 5), e fez um belo trabalho nesta edição especial da revista.

Curioso que, dois anos depois, ele seria o criador de Babylon 5, e também criaria este cisma entre fãs de ficção-científica. Mas, na sua breve passagem pela franquia de Star Trek, nos deixou este belo e poético conto.

09 Sep 17:03

Beautifully illustrated 1950s ad

by Paula Zargaj-Reynolds

I have so much love for the illustration in this 1957 ad for Dutch cheese.

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Found here.

09 Sep 14:10

A Ditadura Escancarada. Elio Gaspari (via Débora Castro)...



A Ditadura Escancarada. Elio Gaspari (via Débora Castro) #grifeinumlivro

08 Sep 12:35

Uma jornada de 50 anos

by Salvador Nogueira

imageUau. Cinquenta anos. É um número bonito, redondo, cheio de simbolismo. Para uma vida humana, ele significa que provavelmente há menos dias à frente do que os que ficaram para trás. Para um produto da cultura pop, é o marco de uma perenidade rara e especial, transgeracional. Com a chegada do 8 de setembro de 2016, Jornada nas Estrelas se torna oficialmente uma senhora.

É difícil colocar em palavras, num momento como este, o quanto eu devo da minha vida a Jornada nas Estrelas. O gosto pela ciência, a filosofia humanista, a lealdade às amizades e o senso de admiração pelo desconhecido foram valores que se enraizaram em mim acompanhando as aventuras da nave estelar Enterprise, em sua missão que era para ser de cinco anos e acabou perdurando mais de cinco décadas.

Eu devo a Jornada nas Estrelas alguns de meus mais caros amigos. E não tenho vergonha de dizer que aprendi a me conduzir na vida, como ser humano e como profissional, com as tripulações da Frota Estelar. Nos momentos pessoais mais difíceis, eu ambicionei (e nunca cheguei lá, admito) a racionalidade implacável do sr. Spock, e quando assumi pela primeira vez um cargo de chefia, foi o estilo de comando do capitão Kirk que me inspirou (e não me faltaram almirantes e comodoros pentelhos, devo admitir!). Como jornalista, não houve entrevista mais marcante que a que fiz em 2003 com Leonard Nimoy.

A Nova Geração também tem um lugar especial em meu coração. Lembro-me de ver com meu irmão na TV Manchete, num loop aparentemente infinito, os episódios da primeira temporada. E quando finalmente o segundo e terceiro anos foram comprados para exibição no Brasil, pela TV Record e pelo canal pago USA (depois Universal Channel), o horário de exibição em casa ganhou o aspecto de um ritual sagrado — algo como se prostrar na direção de Meca para agradecer pelas graças alcançadas, após tantas frustrantes reprises.

Houve também a era do escambo de fitas VHS, com gravações de qualidades as mais variáveis, mas sempre tratadas com a reverência de relíquias sagradas. Acaba de me ocorrer que, quando você é moleque, a paixão por Jornada nas Estrelas pode se aproximar muito de um fervor religioso.

Depois passa.

Ou não.

Para mim, pessoalmente, tem sido um cinquentenário muito marcante. Tive a chance de, por ocasião de um evento para os fãs promovido em 20 de maio em Los Angeles, adentrar os portões arqueados da Paramount Pictures e conhecer os antigos estúdios 9 e 10 da Desilu, onde tudo começara. Também tive a oportunidade de me debruçar sobre as cinco décadas de história da franquia, acompanhado da minha parceira de escrita Susana Alexandria (e com vários de meus melhores amigos olhando por sobre meus ombros), no recém-lançado livro Jornada nas Estrelas: O Guia da Saga. E pude encontrar tempo, em meio a um momento profissional particularmente agitado, para reencontrar meu gosto pelo trabalho voluntário, como fã, num processo de revitalização do Trek Brasilis, que completa 17 anos em mais um par de semanas e ganha novo visual para acompanhar os novos tempos.

Por todas essas coisas, é inevitável a sensação de ver um ciclo se fechando, um reflexo natural de se debruçar sobre o que já passou, que certamente está contagiando todos os nossos editores e colaboradores (como o excelente artigo sobre o fanzine Trekker Report, escrito por Fernando Penteriche, pode atestar).

E ainda assim — e esta é a mágica de Jornada nas Estrelas — estamos como nunca com os olhos vidrados pelo futuro, pois o porvir da franquia parece estar às portas de uma nova era de sucesso, com a estreia de uma nova série, Star Trek: Discovery, em janeiro de 2017. E lá vamos nós novamente.

É inevitável, portanto, que o otimismo marcante da ficção criada por Gene Roddenberry e enriquecida pelo talento de tantos outros geniais artistas ao longo dos últimos 50 anos, transborde para além das telinhas e das telonas, contagiando-os a todos com a sensação de que o futuro promete.

Que venham os próximos 50 anos! Vida longa (e próspera) a Jornada nas Estrelas!

08 Sep 09:29

Retro computing for $99

by neozeed

So I was cruising around New Capital Computer Plaza, looking for some cisco console cables, and I saw a bunch of old Xeon desktop computers for sale.  Prices were in the 250-500 USD range, which seemed pricey to me.  And keeping in mind that my desktop is already a Xeon E3-1230, it did seem kind of pointless.  But then I saw this Dell Precision 490 for about $99 USD.

Dell Precision 490

Dell Precision 490

Great, so what are the general specs?

Well the ‘nice’ thing about Dell is that they keep all their old stuff online, so looking at the specsheet we can see It’s not a bad machine for something circa 2006.  Even archive.org has the old pricing online too!

Mine came with a Xeon 5160, 8GB of ram, 250 GB disk, and an ATI HD 4850

By my calculations this machine was about $4,863 USD, and that isn’t including the after market video card, which would be about $180 USD when it was new in 2008, bringing the total MSRP on this thing to $5,043 USD!

Of course it is now 2016, and this machine is 10 years old, with an 8 year old video card.  Also of interest is that it came licensed for Windows XP x64, which was the first publicly available AMD64 OS from Microsoft.  Unlike traditional Windows XP, this 64bit version is actually built around Windows server 2003.

The computer came with a pirated copy of Windows 7, which I wanted to promptly remove.  I have an old MSDN copy of Windows XP x64 that I wanted to install, however the optical drive is broken, and I needed to install from USB.  Thankfully even though this machine is old, it can boot from USB devices.  The first step was to download WinSetupFromUSB 1.2 to get XP onto a USB stick.  Naturally once I had booted from USB, the disk controller wasn’t supported.  The BIOS screen revealed that it was a:

Serial ATA AHCI BIOS, Version iSrc 1.02.25 07222007. Copyright (c) 2003-2006 Intel Corporation. Copyright (c) 2003-2006 Dell, Inc. Controller …

This translated into the Intel iaStor product, and I was able to slipstream in the last version from 2009, 8.9.0.123 into the USB by using nlite.

I have to say that once I had removed the gratuitous pirated Chinese Windows 7, and installed XP that this machine was pretty damned snappy!  As always I updated to service pack 2.

The onboard NIC is a Broadcom NetXtreme 57xx gigabit NIC, which unlike the ‘gigabit’ nic on my newer desktop, this one actually works at 1Gb.

With Windows XP installed, I went to the AMD/ATI site, and found the download for the HD 4xxx series, and went ahead and installed Steam.

I have to say that Half-Life 2 runs GREAT.  According to it’s onboard FPS counter I was getting anywhere around 60-180 FPS.  Pretty awesome.  Fallout 3 runs pretty snappy too.  I tried Deus Ex: Human Revolution, and much to my surprise this vintage 2011 game runs on my 2006 Windows XP x64 setup.

What about the overall internet experience?  Well this being Windows XP, You are pretty limited by the traditional browsers.  Internet Explorer 6 is the default browser which to say it’s dated is an understatement.  I prefer Internet Explorer 7 over 6, but they are both so old it doesn’t matter. Internet Explorer 8 is also an option.  The last version of Google Chrome to support Windows XP was 49.0.2623.75.  Chrome 49 plays youtube just fine, Scripted Amiga is a little pokey, but does run.

And how does this thing compare to my normal desktop?  Running Geekbench 2, I get a score of 3396 vs 10864.  Now keep in mind this $99 machine only has a dual core processor, while my newer machine has a quad core + hyper threading CPU.  An interesting comparison is with the Xeon E5320 CPU, with the Dell eking out a victory.

Installing additional software was possible via Virtual Clone Drive, while I did have ISO images of stuff I’ve had physical media of in the past, a broken drive wasn’t going to help me read anything.

I didn’t activate it, but Windows 10 will run on this machine as well.  I’ll probably upgrade by getting a second JD210 heat sink (I already found another 5160 processor for $10)

It’s a great machine for sub $100.  I’d hate to have spent over $5,000 on this thing, but it’s kind of cool to see that a 10 year old machine like this can still be sort of usable.  Of course updating the software will certainly go a long way in making it really usable.

05 Sep 14:28

Aquarius

by Chico Fireman

Aquarius

Numa cena rápida de Aquarius, Clara, a personagem de Sonia Braga, depois de visitar o túmulo do marido no cemitério, observa dois coveiros retirando os restos mortais de uma cova para desocupá-la. A imagem, que apenas exemplifica uma lógica comum aos empreendimentos funerários, dura cerca de um minuto, talvez menos, mas resume boa parte do drama da própria Clara e da essência do filme de Kleber Mendonça Filho: o que está em discussão é a troca do velho pelo novo. Ou ainda, do velho pelo novo para reforçar o velho. O olhar de estranhamento da protagonista para aquela cena tem justificativa. Clara se enxergou ali. Logo ela, que sempre foi uma mulher avançada, jornalista, uma mãe que deixou os filhos com o marido durante dois anos para morar fora do país. Logo ela, que se define como “uma mistura de velhinha com criança”. No contexto de Aquarius, essa mulher moderna, que sempre soube driblar muito bem a herança secular de um Nordeste ainda preso a vícios familiares, virou uma peça de museu.

Ela é a última moradora do prédio que batiza o filme, na praia de Boa Viagem, em Recife, a “louca” que empaca os projetos da construtora que quer demolir o edifício e que impede o progresso. Como mostram os primeiros 20 minutos de filme, o edifício Aquarius é o lugar onde Clara vive há mais de 30 anos, onde seus filhos cresceram, onde ela guarda seus discos e sua história. A memória, mais uma vez, é parte intrínseca da narrativa de um filme do cineasta pernambucano, mas depois do olhar mais cruel para o passado de O Som ao Redor, desta vez, Kleber se volta para trás com nostalgia. As paredes cheias de discos aparecem em várias cenas do filme, que é costurado por músicas que parecem fazer parte da própria história do diretor. Elas emolduram essa peça de resistência de Kleber ao sistema, ao cinema fácil, à ideia de que o progresso passa pela destruição do passado. O grande trunfo do cineasta foi saber como transformar essa manifestação política numa história cheia de humanidade. Se O Som ao Redor era mais “agressivo” enquanto discurso e em suas opções de linguagem, Aquarius trabalha com humanidades.

A presença de Sonia Braga, que há quinze anos não fazia um filme brasileiro, enche de luz o filme. Literalmente. A atriz parece apaixonada pela personagem e a defende de todas as formas possíveis. Cada cena ganha um brilho diferente por causa de sua interpretação discreta, mas sempre muito forte. A resistência de sua personagem é a mesma resistência do Ocupe Estelita, movimento que condena a venda ilegal de uma área do porto do Recife para imobiliárias. Mas Clara não é uma mulher de panfletos. Sua maior ação política é manter a integridade de sua alma, que resistiu a um câncer e a tanta história. Aquarius tem começo, meio e fim mais claros do que o longa anterior de Kleber. A narrativa é muito mais tradicional e a opção por usar um elenco totalmente profissional, ao contrário de O Som ao Redor, que tinha muitos atores amadores, provavelmente vai deixar o espectador pouco afeito a experimentações mais confortável. A memória que rege a linha narrativa também ajuda a envolver o espectador. É um filme relativamente fácil de acompanhar, sem mensagens cifradas, onde o grande talento foi trazer suas discussões para o primeiro plano, de maneira direta, que convida quem assiste ao filme à ocupação.

Aquarius 2

Portanto, boa parte da polêmica em torno de Aquarius não se justifica. A discussão em torno do longa parece ter se resumido ao protesto contra o afastamento da presidenta Dilma Rousseff que a equipe do filme fez antes de sua sessão de gala no Festival de Cannes, onde o longa brasileiro participou da seleção principal, coisa que não acontecia havia oito anos. E, afinal, conseguir ser incluído num festival de renome significa ser um bom filme? Afinal, o que faz um bom filme? Sua capacidade de comunicação com o espectador, a qualidade técnica de sua produção ou os desafios que ele propõe para quem o assiste, sejam temáticas, de formato ou de linguagem? A resposta é que não existe resposta. Ou “todas as alternativas acima”. E outras tantas.

Para muitos detratores, a análise da obra começou a passar necessariamente pela postura política “do projeto” fora da tela, como se o trabalho de Kleber já não fosse suficientemente político dentro dela, uma predisposição que o diretor já demonstrava em grande parte de seus curtas e, principalmente, em seu longa anterior. O Som ao Redor lança ou afirma algumas de suas temáticas favoritas: a desordem na ocupação das grandes cidades, a especulação imobiliária, o resquício do coronelismo secular nordestino nos dias de hoje. Em Aquarius, ele apenas vai mais longe. O cinema de Kleber é um cinema político por natureza. Chamar atenção para a atitude política das ações dele e de sua equipe, como se desta vez ele tivesse ultrapassado os limites, é até ingênuo, porque ele sempre fez isso. Se a questão é fazer um filme de cunho político em vez de se centrar na “arte de contar uma história” e estes blábláblás, é preciso dar uma estudada e assistir mais filmes, sobretudo daqueles diretores que construíram carreiras de um cinema iminentemente político, como Costa-Gavras, Marco Bellocchio, Ken Loach, Spike Lee e Jafar Panahi. E tantos outros.

Arte e política são intrínsecas. Pode parecer novidade, mas todo filme tem uma postura política, desde os documentários mais engajados e literais, como O Ato de Matar, de Joshua Oppenheimer, que tem um alvo bem claro (o governo indonésio), até as comédias aparentemente mais simples, como Sócios no Amor, de Ernst Lubitsch, que em plenos anos de 1930 dá girl power para as mulheres, fala de relacionamentos a três, impõe a revolução nos mínimos detalhes. A obra de arte é um dos maiores e melhores palcos para qualquer manifestação política há mais ou menos 120 anos. Um pouco mais, talvez. Aquarius é extremamente político e crítico a um status quo pernambucano, nordestino, brasileiro e a um estado de espírito contaminado por velhas verdades e muitas dependências. Todos os envolvidos estão extremamente cientes desta postura, mas em nenhum momento a necessidade de discurso se sobrepõe à expressão artística. O filme levanta o cartaz para quem quiser ver porque tem direito de fazer isto. E Kleber Mendonça Filho soube levantar esse cartaz como poucos. Política e arte andam juntas no mundo e no cinema. E, em Aquarius, elas vivem um longo e intenso triângulo amoroso com Sonia Braga.

Aquarius EstrelinhaEstrelinhaEstrelinhaEstrelinha½
[Aquarius, Kleber Mendonça Filho, 2016]

* texto escrito originalmente para o UOL

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04 Sep 13:42

Billy Dee Williams, Irvin Kershner, Harrison Ford and Peter Mayhew

by ThisIsNotPorn

Billy Dee Williams, Irvin Kershner, Harrison Ford and Peter Mayhew on the set of The Empire Strikes BackBilly Dee Williams, Irvin Kershner, Harrison Ford and Peter Mayhew on the set of The Empire Strikes Back.

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03 Sep 10:12

o golpe

by Christiana Nóvoa

 

é golpe sim porque é baixo

golpe macho golpe sujo

indireto de direita

 

é golpe que desrespeita

os votos da maior parte

em favor do dito cujo

 

é golpe porque é covarde

é gás no olho que arde

é cassetete na nuca

 

é golpe porque machuca

 

 

 

02 Sep 17:15

Caso de sucesso: Novo laboratório de computação com Raspberry Pis no Togo

by Augusto Campos
Entre suas riquezas e conflitos o continente africano contém vários países que ainda são muito atrasados em questões tecnológicas. Com problemas de conflitos, fome, falta de água potável, muitos deles tem problemas maiores para se preocupar.

Apesar disso iniciativas tentam mudar esse cenário. Em 2014 publicamos com informações repassadas pela fundação, que Dominique Laloux havia criado o primeiro laboratório de Raspberry Pis do Togo que contém um IDH estimado em 0,484 (2014). Havia sido informado também que em 2012 ele já mantinha um projeto em Kuma Tokpli com 25 computadores comuns doados e 75% dos professores nunca haviam utilizado um computador.

O novo laboratório, também em (...)

Enviado por EverPi (contatoΘeverpi·net)

O artigo "Caso de sucesso: Novo laboratório de computação com Raspberry Pis no Togo" foi originalmente publicado no site BR-Linux.org, de Augusto Campos.

02 Sep 17:04

Carta de Frida Kahlo para Alejandro Arias. In: Frida Definitiva....



Carta de Frida Kahlo para Alejandro Arias. In: Frida Definitiva. Hayden Herrera (via Ligia G. Oliveira) #grifeinumlivro

02 Sep 16:42

Temer jamais

by Duas Fridas

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As Duas Fridas


02 Sep 16:40

Bem-vindo a Corruptolândia # 9

by Will Tirando

BEM-VINDO-A-CORRUPTOLÂNDIA-9

01 Sep 13:58

Quando viajar no porta-malas da Variant era curtição de criança

by Henrique Koifman

Anúncio VW Variant 1971

Quem era criança na primeira metade dos anos 1970 provavelmente conhece bem esse carro. Objeto de desejo da classe média – junto com o Corcel Belina e, mais tarde, com o Opala Caravan –, a VW Variant tinha os predicados do Fusca (mecânica confiável e de fácil manutenção, resistência à buraqueira nacional, bom valor de revenda...) e, também, espaço suficiente para levar a tranqueira de uma família em viagens. E, quando o trajeto era mais longo e adentrava a noite, quando a meninada cansava de perguntar "papai, já tá chegando?", os ainda podia se deitar sobre a (quentinha) tampa do motor para dormir – ou só para mudar a farra de lugar.

Anúncio VW Variant

 

Se era perigoso viajar ali? Bom, naquela época, os conceitos de segurança ainda eram quase rudimentares em relação ao que são hoje e mesmo o uso do cinto de segurança – embora esse já fosse um acessório obrigatório nos carros vendidos no país – era pouquíssimo difundido no Brasil. Assim, poucos pais pensavam nisso quando permitiam ou mesmo estimulavam as crianças a se alojarem, livres, leves e soltas, naquele espaço onde, quase que invariavelmente, acabavam adormecendo embalados pelo barulhinho da ventoinha e pela a dança suave de uma suspensão traseira complacente. Como vantagem competitiva, a caminhonete germanobrasileira oferecia lugar para bagagens também em um porta-malas dianteiro – o que liberava um pouco a tal tampa traseira para que prestasse serviços ocasionais como dormitório.Anúncio VW Variant

Esta Variant na cor Ocre Marajó aí abaixo foi fotografada pelo Filipe Porto, em Guapimirim para a página dos Carros do Rio que mantemos no Facebook - https://www.facebook.com/carrosdorio/

VW Variant Ocre Marajó

Anúncio VW Variant 1977

A Variant dessa primeira geraçao, com alterações estéticas na dianteira e nas lanternas traseiras, ficou no mercado entre 1969 e 1977 (ano do anúncio acima). Em 1978, ainda com o mesmo motor de 1.600 cilindradas refrigerado a ar, a VW lançaria a Variant II (abaixo), que, além das mudanças estéticas e de tamanho (maior), traria várias inovações tecnológicas – como por exemplo a suspensão dianteira do tipo McPherson, com molas helicoidais, igual a do Passat. A defasagem mecânica, no entanto, deixava o carro lento e beberrão e, apesar de seu ótimo espaço, conforto e dirigibilidade (era infinitamente melhor em estabilidade que sua antecessora), impediram que essa segunda geração atingisse o sucesso da primeira. A última Variant II foi fabricada em 1981. No ano seguinte, a marca colocaria nas lojas a Parati, versão familiar da família do Gol, com motor e tração dianteiros. Era o fim da caminha quentinha para crianças no porta-malas.

Anúncio VW Variant IIAnúncio VW Variant II

01 Sep 00:23

Debandada do PT: Dilma e Cardozo devem sair do partido

by Leandro Mazzini

A executiva do Partido dos Trabalhadores e a ex-presidente da República Dilma Rousseff terão uma reunião importante em alguns dias.

Deve ser o primeiro passo para a despedida dela da legenda. E o PT já sabe.

A surpresa é que José Eduardo Cardozo, ex-deputado e ex-ministro do partido, também deve deixar a legenda, porque pretende abrir seu escritório de advocacia em São Paulo e em Brasília. Ele não quer o PT como sobrenome – ou encosto.

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01 Sep 00:23

Temer tomou posse sem a faixa presidencial

by Leandro Mazzini

Até agora, na correria do dia mais complexo entre os três Poderes da História do País, o cerimonial da Presidência é cobrado por políticos aliados do presidente Michel Temer: cadê a faixa presidencial?

A despeito de a deposta Dilma Rousseff não participar da cerimônia de posse no Congresso Nacional, a faixa, por praxe, poderia ser entregue pelo presidente da sessão, o senador Renan Calheiros.

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01 Sep 00:22

PT projeta perda de prefeituras; Rede cresceu com desfiliações de petistas

by Leandro Mazzini

Além de projetar a redução de 30% das prefeituras nas eleições de outubro, o PT estima que já perdeu mais de 130 chefes de executivos municipais que migraram para outras siglas depois do furacão Lava Jato. A Rede foi o destino da maioria dos prefeitos que abandonaram a nau petista.

Enquanto no PT o cenário não é dos melhores para as eleições, PSDB e DEM – que quase foi dizimado – esperam ampliar seus espaços nas prefeituras.

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