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14 Nov 22:28

The wisdom of Alex Tabarrok

by Tyler Cowen

Alex did not reproduce this passage from his essay on on-line education, so I will did (and Reihan Salaam did):

Productivity in education has lagged productivity in other sectors of the economy because teaching is so labor intensive. Where exactly in the typical classroom is there room for investment, let alone productivity improvement? More chalk? Prior to online education, the bottleneck though which productivity improvements had to pass was the teacher, and we know that improving teacher productivity is very difficult, which is why teaching methods haven’t changed in millennia. Online education vastly increases the potential for productivity increases because it greatly increases the size of the potential market. Bigger markets increase the incentive to research and develop new products (coincidentally the very topic of my TED talk.) A tool used to improve online education–an interface, an algorithm, a new teaching method–can be applied very widely, potentially world-wide, thus greatly increasing the incentive to invest in the education sector, perhaps the most important sector of the 21st century economy.

Here are some budges forward on the accreditation of MOOCs.

Addendum: Here are interesting comments from Joshua Gans.

14 Nov 22:27

What does equilibrium look like for the book business?

by Tyler Cowen

Adam Davidson offers some interesting remarks.  My take is a little more radical.  I expect two or three major publishers, with stacked names (“Penguin Random House”), and they will be owned by Google, Apple, Amazon, and possibly Facebook, or their successors, which perhaps would make it “Apple Penguin Random House.”  Those companies have lots of cash, amazing marketing penetration, potential synergies with marketing content they own, and very strong desires to remain focal in the eyes of their customer base.  They could buy up a major publisher without running solvency risk.  For instance Amazon revenues are about twelve times those of a merged Penguin Random House and arguably that gap will grow.

There is no hurry, as the tech companies are waiting to buy the content companies, including the booksellers, on the cheap.  Furthermore, the acquirers don’t see it as their mission to make the previous business models of those content companies work.  They will wait.

Did I mention that the tech companies will own some on-line education too?  EduTexts embedded in iPads will be a bigger deal than it is today, and other forms of on-line or App-based content will be given away for free, or cheaply, to sell texts and learning materials through electronic delivery.

Much of the book market will be a loss leader to support the focality of massively profitable web portals and EduTexts and related offerings.

There is this funny thing called antitrust law, but I think these companies are popular enough, and associated closely enough with cool products — and sometimes cheap products — to get away with this.

13 Nov 11:55

A falácia da falsa discriminação

by Carlos Orsi
Muita coisa já foi escrita sobre o artigo de JR Guzzo, publicado na edição desta semana da revista Veja, argumentando, em linhas gerais, que as estratégias e demandas do movimento gay acabam atraindo sobre os homossexuais exatamente o mesmo opróbio e a mesma antipatia do público que o movimento deveria lutar para destruir.

Não há nada de obviamente errado (ou certo) nessa proposição. Supondo que Guzzo esteja correto, não seria a primeira vez que, no afã de combater uma injustiça, um grupo acaba perpetrando outras. Mas a proposição, em si, deve cair ou se sustentar com base em evidências (que o artigo não apresenta, exceto por um dois casos em que o adjetivo "homofóbico" parece ter sido usado de modo injusto) e argumentos, e é na parte argumentativa que eu gostaria de me concentrar, porque tenho a impressão de que o preclaro articulista inventou um novo tipo de falácia.

Quem acompanha o blog sabe que ciência, lógica e retórica são temas caros por aqui, então, antes de entrar na questão da falácia propriamente dita -- que estou tentado a batizar de Vinculação de Veja ou, talvez, Gambito de Guzzo -- uma palavrinha sobre a ciência do artigo: lá no começo, o autor cita, como exemplo da Lei das Consequências Indesejadas, a derivação das panelas antiaderentes a partir do Projeto Apollo. Bem, péssimo exemplo, porque falso. O teflon foi inventado em 1941, mais de 20 anos antes do primeiro desembarque na Lua; na verdade, 20 anos antes de o governo dos EUA decidir mandar um homem à Lua. Um pecado menor, na publicação que deu ao mundo o boimate e a "solução final" para o enigma do Santo Sudário, mas que merece registro, ainda que breve.

Mas, à falácia. Defendendo a ideia de que o veto legal ao casamento de pessoas de mesmo sexo não configura discriminação, Guzzo sai-se com os seguintes exemplos:

Homossexuais se consideram discriminados, por exemplo, por não poder doar sangue. Mas a doação de sangue não é um direito ilimitado - também são proibidas de doar pessoas com mais de 65 anos ou que tenham uma história clínica de diabetes, hepatite ou cardiopatias.

A mesma estrutura de, com o perdão da palavra, raciocínio se repete pouco mais adiante:
Um homem também não pode se casar com uma cabra, por exemplo; pode até ter uma relação estável com ela, mas não pode se casar. Não pode se casar com a própria mãe. ou com uma irmã. filha, ou neta, e vice-versa. Não poder se casar com uma menor de 16 anos sem autorização dos pais. e se fizer sexo com uma menor de 14 anos estará cometendo um crime.

A rationale é, por fim, enunciada a seguir:

Que discriminação haveria contra eles, então, se o casamento tem restrições para todos?

As reações iradas ao artigo vêm se concentrando no grotesco das comparações -- com pedofilia, bestialismo, incesto -- mas há algo de perverso não apenas nos exemplos escolhidos, e sim na estrutura do pensamento. Vamos imaginar, por um momento, um clone de Guzzo escrevendo numa revista da Arábia Saudita contra alguns direitos que as mulheres da monarquia árabe vêm reivindicando, como o de guiar automóveis:
Mulheres se consideram discriminadas, por exemplo, por não poder dirigir. Mas a condução de veículos automotores não é um direito ilimitado - também são proibidas de dirigir pessoas embriagadas, menores de idade, deficientes visuais e reprovados em exame psicotécnico.
Ou, voltando ao início do século 20, vejamos um precursor de Guzzo argumentando que a proibição do voto feminino não é discriminatória:
Um homem também não pode votar numa cabra, por exemplo; pode até admirar suas políticas públicas, mas não pode votar. 
Levando à mesma conclusão de 2012:
Que discriminação haveria contra elas, então, se o voto tem restrições para todos?
Creio que a estrutura da falácia já ficou bem clara. Ela consiste em argumentar que, se um grupo A sofre restrição no acesso a um bem ou direito que não é estendido de forma completa, absoluta e irrestrita aos demais setores da sociedade, não há razão para que o grupo A se considere discriminado. Ou, inversamente: só é legítimo denunciar como discriminatória uma restrição imposta a um determinado grupo A se apenas este grupo, e somente ele dentro de toda a sociedade, sofrer com a restrição.
A aceitação da falácia levaria à conclusão de que, num Estado confessional onde o exercício de cargos públicos fica restrito aos praticantes de uma determinada religião -- digamos, o islamismo -- não existe discriminação contra cristãos porque, afinal, judeus, budistas e ateus também são proibidos de trabalhar para o governo. Não sei se a mesma direita cristã conservadora que tanto ama a revista Veja engoliria esta.
O Gambito de Guzzo tira seu tênue verniz de plausibilidade de uma manobra de naturalização da cultura -- se é "normal" e "natural" que certas pessoas não tenham acesso a isto ou aquilo, do que é que elas estão reclamando? -- e de uma ofuscação deliberada do que deveria ser o cerne do debate: qual a justificativa para a restrição? Faz sentido que bêbados não possam dirigir, mas por que mulheres? Faz sentido que menores de 16 anos não possam se casar, mas por que gays?
Num determinado ponto do artigo há uma tentativa lamentável de tratar da questão da justificativa:
Mas a sua ligação [entre gays] não é um casamento - não gera filhos, nem uma família, nem laços de parentesco.

Que é uma outra falácia, esta clássica, a do petitio principii, que consiste em presumir o que se deseja demonstrar. O que o autor faz, nessa linha, é simplesmente definir as palavras "casamento", "família" e "parentesco" de modo que elas signifiquem o que ele deseja -- coisas predicadas necessariamente numa união heterossexual que gera filhos naturais. 
Esta talvez seja a definição preferida do Vaticano, quem sabe até seja usada hoje na lei brasileira, mas, no primeiro caso, a coisa é irrelevante (Estado laico, lembra?); no segundo, bolas, é exatamente de mudanças na lei que estamos falando, certo?
12 Nov 12:54

Não, Obama não vai construir uma base lunar

by Carlos Cardoso

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Com a vitória de Brack Obama sobre as forças do mal representadas por Mitt Romney o mundo foi salvo, o aquecimento global acabou, gays e cabras podem se casar livremente e a economia americana voltou a crescer. Dizem até que Obama vai finalmente cumprir as promessas de campanha do 1o Mandato.

Junto com essa onda de otimismo veio a história de que a NASA voltaria a seus tempos áureos, e culminando tudo, estabeleceria uma nova presença na Lua.

Aos poucos a história foi crescendo, e agora vários sites falam de uma “Base Lunar”.

Infelizmente não é assim que a banda toca.

 

A verdade é que a tecnologia para estabelecer uma base lunar não existe. Não que seja inalcançável, só depende de dinheiro, dinheiro que não existe. A proposta real é bem mais modesta, envolve a criação de uma estação espacial.

babylon5

Menos.

A proposta é criar um habitat para uma tripulação de 3 ou 4 astronautas, acoplada a uma cápsula Orion, que só começará a voar em testes não-tripulados em 2014. Esse habitat seria uma base para avaliar a permanência a longo prazo de humanos no espaço, e seria colocada no ponto Lagrange 2.

nasa-habitat-modules

Os pontos Lagrange foram calculados em 1771 por um cidadão de nome (surpresa) Lagrange. São 5 posições entre dois corpos em órbita mútua nas quais um terceiro corpo permaneceria “estático”, com as forças gravitacionais se anulando. Imagine um satélite geoestacionário, com a rotação equivalendo a 24h, mas aplicado a 3 corpos.

São o melhor ponto para uma estação espacial, economizando propelente para correções de órbita.

O ponto que nos interessa é o L2, situado a 60 mil quilômetros da Lua:

lagrange_points_earth_vs_moon

Será a maior distância que humanos já estiveram de seu planeta Natal, demandará muita tecnologia, sistemas redundantes a rodo e acima de tudo coragem, pois se algo der errado NADA poderá ser feito pra ajudar esses caras, mas é um posto avançado, não uma Base Lunar.

A mídia é implacável, e o público hoje anda MUITO chato. Quando a NASA transmitiu ao vivo o incrível pouso da Curiosity, assim que o robô transmitiu os primeiros thumbnails para indicar que tudo havia corrido bem, milhares e milhares de idiotas começaram a xingar muito no Twitter, explicações de que aquelas primeiras imagens eram minúsculas propositalmente eram afogadas em um mar de recalque e frustração.

Exploração espacial se dá a passos lentos, o caminho mais certo para o desastre é apressar os cronogramas. Que o diga o desastre da Apollo I. Uma base lunar seria ótimo, uma viagem a Marte mais ainda, mas é preferível que isso seja feito quando houver segurança. Segurança essa que será conquistada com o aprendizado em missões como esse Posto Avançado, que não é nada não é nada, é muito mais distante do que o que temos hoje, quando os humanos mais distantes da Terra estão a uma distância menor do que Rio-São Paulo.



11 Nov 22:05

"Gay marriage legalized on the same day as marijuana makes perfect biblical sense. Leviticus 20:13:..."

“Gay marriage legalized on the same day as marijuana makes perfect biblical sense. Leviticus 20:13: ‘A man who lays with another man should be stoned.’ Our interpretation has just been wrong for all these years.”

- George Takei (via knowhomo)
11 Nov 17:01

Uma Sugestão para a Copa do Mundo no Brasil

by Blog do Adolfo
Albener Pessoa

A propria pergunta ja tem a resposta:
Para que gastar dinheiro publico em 12 sedes?
Justamente porque eh dinheiro publico ...

O Sachsida é e sempre foi contra a realização da Copa do Mundo no Brasil. Mesmo hoje, acredito ser melhor para o Brasil desistir da realização da Copa. Isso mesmo, se dependesse de mim mandava um FAX pra FIFA dizendo: “Antes de construirmos estádios precisamos construir escolas, hospitais, creches, infra-estrutura, etc. Sendo assim, estamos desistindo de realizar a Copa do Mundo de 2014”.

Dado que o governo parece não aceitar essa sugestão, dou então uma segunda dica: VAMOS REDUZIR O NÚMERO DE SEDES DE 12 PARA 8!!! A Copa do Mundo de 2010, na África do Sul, foi realizada com 8 sedes. Então para que gastar dinheiro público em 12 sedes? Por que investir em 12 estádios se podemos fazer a Copa com apenas 8?

A Copa do Mundo de 2014 no Brasil é uma má idéia. Não faz o menor sentido do ponto de vista econômico um país pobre gastar recursos públicos, que fazem falta em outras áreas, na construção de estádios que não serão usados após a Copa. Mas, dado que a Copa vai ser realizada aqui, então vamos ao menos reduzir o desperdício de recursos públicos!!! A maneira mais evidente de fazer isso é reduzindo o número de cidades sede de 12 para 8.
11 Nov 13:23

Comic for November 11, 2012


11 Nov 01:16

When do they care?

Submitted by: tayav
Posted at: 2012-11-08 19:48:55
See full post and comment: http://9gag.com/gag/5797698


10 Nov 21:05

Raspberry Pi gets RISC OS, can now play Elite

by Brian Benchoff

The processor in the Raspberry Pi – an ARM11 built by Broadcom – actually has a long and storied history. Much as how the Intel i7 in a top-of-the-line desktop can still run code written for the original IBM PC, the ARM chip in the Raspberry Pi is also based on decades-old technology.

The first ARM-based computer was the Acorn Archimedes, a mid-80s computer with 512kB of RAM and no hard drive. The Archimedes ran RISC OS, a very nice graphical operating system written explicitly for the ARM architecture. RISC OS is now available for the Raspberry Pi, finally bridging the gap between educational computers from 1987 and 2012.

Of course, a very much updated version of 25-year-old operating system running on a Raspberry Pi doesn’t mean much without a ‘killer app,’ does it? For the original Acorn Archimedes the killer app – and one of the best video games of the 80s – was Elite, a space trading and combat game that featured vector-style ships. [Pete Taylor] downloaded the Raspi RISC OS image and got Elite running using an Archimedes emulator and, of course, the Archimedes port of Elite.

It’s a pretty neat development if you’re in to alternative OSes and one of the best space-based games ever made. Well worth a download, at the very least.


Filed under: Raspberry Pi


10 Nov 21:03

Hardsync – DDR Reimagined for the C64

by Jeremy Cook

hardsync

For those of you that like to play dance games, but [DDR] for the [PS2] uses too modern hardware for your tastes, [Hardsync] may be for you. Although the chiptune-style music coming out of the [C64] may not appeal to everyone, one would have to imagine that a game like this could have been a huge hit 30 years ago.

As for the hardware itself, it does indeed use one PS2 element, the dance mat. It’s hooked into one of the C64 joystick ports. In this case, the cable was cut, but it would also be possible to make a non-destructive adapter for it so as not to interfere with any future PS2 fun.

The program is made so that fellow retro-dancers can make their own songs. Each song is a discreet file, and can be reconfigured to your own personal mix. Be sure to check out the video after the break of this old-school dance machine in use after the break!


Filed under: computer hacks, digital audio hacks


10 Nov 19:29

CSI: Cachaça?

by Carlos Cardoso

Um dos instrumentos de lógica mais usados é a chamada Navalha de Occam. Ela diz que “entidades não devem ser multiplicadas desnecessariamente”, o que pode ser traduzido como uma diretriz onde quando diante de duas soluções igualmente satisfatórias para um problema, a solução mais simples será, usualmente, a correta.

Em alguns casos entretanto mesmo a explicação mais simples é extremamente complexa. Como mostra o exemplo de uma loja de bebidas em Burnsville, Minnesota. Os proprietários chegaram uma manhã e descobriram um princípio de incêndio sem nenhuma causa aparente.

Bombeiros e provavelmente a seguradora ficaram encucados, e seria um caso ótimo praqueles programas paranormais vagabundos do “History” Channel, se não fosse o vídeo de segurança:

KMSP-TV

Alguém de bom-senso examinou a gravação, entrevistou os envolvidos e descobriu a causa: Normalmente as persianas da loja são fechadas durante o final de semana, mas dessa vez alguém esqueceu. O Sol da manhã, filtrado por garrafas de vodca vagabunda, de prástico, foi concentrado por um efeito de lente.

Isso colocou fogo no papelão, derreteu as garrafas e a loja inteira só não lambeu por aquela porcaria ser mais água do que vodca.

O caso demonstra o calcanhar de Aquiles dos “pesquisadores paranormais”. Mesmo com a popularização de câmeras, celulares e iPads, o número de aparições, OVNIs, fantasmas, Nessies e pés-grandes avistados não aumentou proporcionalmente.

Já quase-atropelamentos, skatistas se esborrachando, explosões e gatos violando Leis da Física, coisas que antigamente eram quase inexistentes de forma documentada, hoje são comuns.

O caso da Vodca Incendiária é uma bela demonstração de como às vezes mesmo a explicação mais simples ainda soa improvável. Só que o Universo não assinou nenhum EULA conosco, Ele não tem que respeitar nossas noções de bom-senso. Citando Sherlock Holmes, “Uma vez que eliminamos o impossível, o que sobra, não importa quão improvável, deve ser a verdade”.

Fonte: Geekologie



10 Nov 19:24

Para Carl

by Carlos Cardoso

No dia de hoje, 78 anos atrás nascia Carl Sagan, um cientista que fez toda uma geração perceber o quanto somos pequenos, insignificantes e imensamente importantes. O quão pouco sabemos e, mesmo assim, quão deslumbrante o Universo pode ser.

pioneer

Com a placa da sonda Pioneer. Um dia pode ser uma das únicas indicações de que a Humanidade chegou a existir.

Enquanto em tantos templos era ensinado ódio e submissão, adoração e medo do desconhecido, Carl ensinada a amar a incomparável sensação do descobrimento, do aprendizado. Ele nos mostrou o quanto conseguimos em tão pouco tempo de vida enquanto espécie, e o que poderíamos vir a ser, se superássemos nossas ridículas diferenças.

Talvez o mais eloquente discurso de Sagan seja o Pálido Ponto Azul, escrito depois que, a seu pedido, a Voyager I apontou sua cámera para a Terra, fazendo uma última fotografia antes de deixar o Sistema Solar. A seis bilhões de Km de distância, tudo que fomos, toda nossa História, se resume a um pixel:

Pale_Blue_Dot

Logo depois da metade da faixa clara no alto, o pontinho claro. Somos nós.

O texto de Sagan foi brilhantemente captado por Guilherme Briggs, aquele ator, dublador e cachorro de pelúcia nas horas vagas. A interpretação mais as palavras de Carl conseguem aquilo que só a Ciência é capaz: Criar um senso de humildade sem subserviência e humilhação. Nosso tamanho diminuto não quer dizer que somos bactérias, e sim crianças.



10 Nov 19:22

Seeing Through Shower Curtains and Other Light Scattering Materials

by Kevin Murray
via Gizmodo.com... Taking a shower while secure in the knowledge that no one can see through the curtains may soon be a thing of the past. Researchers Ori Katz, Eran Small and Yaron Silberberg of the Weizmann Institute of Science, Rehovot, Israel, have developed a method for de-scattering light to form coherent images in real time.  In other words, they have found a way to look through shower curtains, frosted glass and other image-blurring materials. The technique may one day aid scientists in seeing through living tissue or around corners. (more)
And, I have found their research. ~Kevin
10 Nov 19:13

Don’t overinterpret this

by Tyler Cowen

Still, it is an interesting development:

Researchers have developed a genetically modified tomato that produces a certain peptide which will lower the plaque buildup in the arteries of mice. This could also work in humans.

Here is more, via @Harpersnotes.

10 Nov 19:11

The culture that was Russian math departments, part II

by Tyler Cowen

There is a newly published paper by George Borjas and Kirk Doran, entitled “The Collapse of the Soviet Union and the Productivity of American Mathematicians”, here is the abstract:

It has been difficult to open up the black box of knowledge production. We use unique international data on the publications, citations, and affiliations of mathematicians to examine the impact of a large, post-1992 influx of Soviet mathematicians on the productivity of their U.S. counterparts. We find a negative productivity effect on those mathematicians whose research overlapped with that of the Soviets. We also document an increased mobility rate (to lower quality institutions and out of active publishing) and a reduced likelihood of producing “home run” papers. Although the total product of the preexisting American mathematicians shrank, the Soviet contribution to American mathematics filled in the gap. However, there is no evidence that the Soviets greatly increased the size of the “mathematics pie.” Finally, we find that there are significant international differences in the productivity effects of the collapse of the Soviet Union, and these international differences can be explained by both differences in the size of the émigré flow into the various countries and in how connected each country is to the global market for mathematical publications.

The link is here, possibly gated, there are earlier and ungated versions here.

For the pointer I thank Stuart Harty.

10 Nov 19:10

The credibility of the gold standard

by Tyler Cowen

There is a new published paper from Niall Ferguson and Moritz Schularick:

Abstract:
We ask whether developing countries reap credibility gains from submitting policy to a strict monetary rule. We look at the gold standard era, 1880-1914, to test whether adoption of a rule-based monetary framework such as the gold standard increased policy credibility, focusing on sixty independent and colonial borrowers in the London market. We challenge the traditional view that gold standard adherence was a credible commitment mechanism rewarded by financial markets with lower borrowing costs. We demonstrate that for the poor periphery – where policy credibility is a particularly acute problem – the market looked behind “the thin film of gold”.

Here is the published version, and here, here is an earlier version, all with varying degrees of gatedness.

For the pointer I thank Rob Raffety.

10 Nov 19:00

PRACAS DO BRAZIU (PARTE 2181 A 2200)

by admin

Enviadas por Leonardo Razuk, Marcos Rios, Thiago Furtado, Pedro Carvalho, Jonatha Souza, Mateus Carrilho, Danilo Lataro, Gustavo Müller, Igor Eduardo de Camillo, Ramon Costa, Gabriel Mendes, Naotto Ronaldo, André Nogueira, Vinicius Daflon, Rubens Mauro, Junior Valler, Leonardo Benarroz, Ana Glaucia e Andre Luis Barreto.

10 Nov 18:27

Comic for November 9, 2012

Albener Pessoa

Best day ever


10 Nov 18:19

09. November, 2012

10 Nov 18:17

More Work

by Doug

More Work

Here’s more PROD3000.

10 Nov 16:47

Caesar Knife Set

Submitted by: seckin92
Posted at: 2012-11-09 12:09:45
See full post and comment: http://9gag.com/gag/5802203


10 Nov 16:46

The amazingly accurate fortune cookie.

Submitted by: grayfront
Posted at: 2012-11-09 19:53:29
See full post and comment: http://9gag.com/gag/5807536


10 Nov 16:43

Tip jar at a local restaurant.

Submitted by: pwnzor39
Posted at: 2012-11-10 03:28:30
See full post and comment: http://9gag.com/gag/5808550


10 Nov 11:38

Comic for November 10, 2012


09 Nov 21:46

962 – Buteco dos Deuses 25

by Carlos Ruas

09 Nov 14:34

Comic for November 8, 2012

Albener Pessoa

Ja vi muitos "zecutivos" com quem isto poderia ter mesmo acontecido


08 Nov 23:24

06. November, 2012

Albener Pessoa

Exceto pelo "typo", seria uma boa resposta para esta pergunta cretina

08 Nov 23:06

Wednesday November 7, 2012

by admin

08 Nov 23:06

Thursday November 8, 2012

by admin
Albener Pessoa

Tempos modernos mesmo nos contos de fadas

08 Nov 23:04

Teambuilding Tip 4

by Doug

Teambuilding Tip 4

And here are the other handy tips.