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28 May 00:27

Moderno sistema de classificação

by Alexandre Medeiros

Mais uma boa do Tom Gauld!
16 Apr 14:06

Cão espera oito dias na frente do hospital onde dono está internado

Doodadeoliveira

cebolas

Depois de esperar oito dias na porta do hospital onde o dono está internado, um cão se refestelou ao reencontrar seu tutor, o morador de rua Lauri da Costa. O evento aconteceu na última quarta-feira, na cidade de Passo Fundo, no Rio Grande do Sul, e emocionou funcionários do Hospital da Cidade.

Lauri deu entrada no hospital no dia 31 de março, após ter recebido uma pedrada no rosto de um agressor não identificado. Depois de prestarem os primeiros socorros, os médicos perceberam que o paciente sofria de câncer de pele, então informaram que Lauri precisaria ficar internado para se submeter a uma cirurgia.

Durante todo esse tempo o cão de estimação de Lauri, batizado de Seco, ficou esperando no estacionamento do hospital. Sensibilizados pela demonstração de carinho e fidelidade, os funcionários forneceram água e comida para o animal durante os dias que permaneceu por lá. Quando os médicos liberaram Lauri para receber visitas, as enfermeiras tiveram uma ideia: promover o reencontro de Lauri com seu melhor amigo. Em vez de o cão entrar no hospital, o que é proibido pelas regras da instituição, o paciente desceu até o pátio para receber o carinho do cão.

(O vídeo é lindo!)

— O paciente ainda não tem previsão de alta, mas o cachorro continua esperando por ele aqui na porta — conta Ângelo Moraes, de 32 anos, porteiro do hospital, acrescentando que ele e outros funcionários já se afeiçoaram ao animal: — Nós arrumamos um cantinho para ele. Trocamos a água sempre e a cada dia um traz um pouquinho de ração. Quando o Lauri receber alta, nós vamos sentir falta do cão.

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09 Apr 12:33

Compilação de fotos das crianças mais felizes do mundo inteiro

Quando um sorriso significa a mesma coisa em todas as línguas.

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02 Apr 13:41

Invenção dá a crianças com deficiência física a chance de acompanhar os passos dos pais

Pais e mães de crianças com deficiências físicas têm uma nova ferramenta para ajudar seus filhos a sentirem como é andar: as roupas Upsee. Desenvolvido pela israelense Debby Elnatan, o produto conecta a criança às pernas do adulto, fazendo com que seu corpo repita os movimentos da caminhada.

Debby criou o Upsee para seu filho Rotem, que tem paralisia cerebral. A companhia Firefly Friends, da Irlanda do Norte, gostou da ideia e resolveu vender em larga escala, pela internet, para o mundo inteiro.

“É maravilhoso ver esse produto disponível para famílias ao redor do mundo”, disse Debby, em entrevista ao The Guardian.

O Upsee está à venda em dois tamanhos: para crianças de 1 a 2 anos, por US$ 220; e de 2 a 5 anos, por US$ 255. Saiba mais no site FireflyFriends.

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08 Mar 13:05

Garis que escrevem bem

by Camila

Li a carta da comissão de greve dos garis do Rio de Janeiro (aliás – leiam-na).

Minha primeira reação não foi de apoio às justas reivindicações.

Minha primeira reação foi de comentarista de portal.

Minha primeira reação foi “nossa, até que a carta tá bem escrita para um bando de garis!”

***

Então me lembrei de outra primeira reação.

Minha primeira reação após as primeiras páginas de Disgrace, do escritor sul-africano J.M. Coetzee (aliás – leiam-no), não foi de nocaute por tantas palavras dispostas em ordem tão perfeita e precisa.

Minha primeira reação foi “nossa, existem universidades na África!”

Minhas primeiras reações, como se vê, não costumam ser exatamente perspicazes.

Mas elas têm a vantagem de ser tremendamente instrutivas.

***

Lembro direitinho das ameaças feitas a uma criança da minha família que perigava repetir de ano. “Se não estudar, vai virar gari!” Sim, a criança repetiu de ano. Não, ela não virou gari. Minha família é de classe média, afinal.

***

Lembro igualmente bem da primeira vez que fui para os Estados Unidos – ou melhor, para a Disney, como toda boa criança paulistana de classe média – e fiquei escandalizada com relatos de americanos que achavam que vivíamos na floresta amazônica disputando espaço com os macacos.

***

Eu gostaria de acreditar que os macacos da floresta são um detalhe meramente acidental nestas minhas associações desconexas.

Mas a lembrança de outro acontecimento desta semana – o árbitro negro que foi chamado de macaco e ganhou bananas de torcedores – me obriga a reconhecer que não.

***

A ideologia da meritocracia não subsiste no Brasil sem o racismo. Porque para acreditar que o patrão é aquele que estudou e se esforçou mais e o empregado é aquele que estudou e se esforçou menos, é necessário acreditar que, de modo geral, brancos estudam e se esforçam mais do que negros.

É necessário acreditar que negros estão mais próximos dessa coisa instintiva, primitiva, natural, animal, passional, corporal, básica, selvagem. Essa coisa-instintiva-e-selvagem característica dos negros, muito mais próxima dos macacos que dos seres humanos, certamente não combina com universidades nem com “profissões em que se usa o cérebro” (como se, aliás, de corporal o cérebro nada tivesse).

É necessário acreditar nessa “corporeidade” intrínseca dos negros, e acreditamos – haja vista minha primeira reação à carta dos garis (“ora bolas, eles usam o cérebro!”). Minha primeira reação é resultado de um complexo conjunto de crenças pré-conscientes que se encadeiam: negros são mais “corporais” que “cerebrais” – logo, negros não gostam de estudar – logo, negros estudam menos – logo, negros viram garis, que não precisam usar o cérebro.

A perversidade está em que acreditamos nisso tudo (tanto que lançamos a ameaça “se não estudar vai virar gari!” com toda a sinceridade) ao mesmo tempo em que temos plena e absoluta certeza de que nunca, jamais, sob nenhuma hipótese, um membro de nossa família branca e de classe média virará gari se repetir de ano.

As duas crenças pré-conscientes – da meritocracia e da superioridade intelectual intrínseca dos brancos – jamais entram em choque. Isso é ideologia. A ideologia é continuar acreditando na meritocracia mesmo quando a realidade dá incontáveis exemplos de gente que foi mal na escola e nem por isso virou gari –  gente de uma cor e de uma classe social bem específicas.

(A propósito, minha mãe repetiu de ano. Mais de uma vez. Virou professora de francês.)

Vale repetir que estou falando neste texto de crenças pré-conscientes – coisas nas quais acreditamos sem nem saber que acreditamos. É claro que todos sabemos que a capacidade intelectual nada tem a ver com a cor da pele ou quaisquer outras características físicas. Jamais afirmaríamos o contrário. Estamos perfeitamente cientes de que não faz sentido associar inteligência e raça. Mas estou falando aqui justamente de coisas das quais não estamos cientes. De dados e informações que contextualizam nossa visão de mundo sem nos darmos conta. Dados, sensações, percepções que compõem o pano de fundo sobre o qual o mundo se destaca. Já imaginou a bagunça que nossa vida seria, pergunta Merleau-Ponty, se conseguíssemos ver, como coisas, os intervalos entre as coisas?

***

Formatura de um curso de elite de uma faculdade particular idem em São Paulo.

Estava tudo muito bom e muito bonito – muita alegria e muita justa comemoração, muita caipiroska de fruta e muito sertanejo universitário animando os formandos e seus convidados.

Então, faço o seguinte comentário:

– Duzentos e tantos formandos. Nenhum negro – e tomo mais um gole da minha caipiroska.

Nesse momento, eu vi, nos olhos do meu marido, o intervalo-entre-as-coisas tornar-se coisa.

***

Nossas crianças de classe média aprendem, em sala de aula, que inteligência não se mede pela cor da pele. Aprendem direitinho, com professores de história e biologia.

Professores brancos.

Aí vem a hora do recreio e faxineiros recolhem os restos dos lanches de nossas crianças.

Faxineiros negros.

O que nossas crianças realmente aprendem? 

***

Como des(cons)truir nossa crença pré-consciente de que, no-fundo-no-fundo, brancos são inteligentes e negros são burros?

Eu tenho um palpite. Não se des(cons)trói uma crença pré-consciente argumentando que, veja bem, tal crença é um absurdo, não faz sentido, está errada. Afinal, isso já sabemos.

Uma crença desse tipo só é des(cons)truída quando se coloca outra em seu lugar. Outras crenças, outros valores – para competir com as crenças e valores já arraigados.

É perfeitamente possível. É o que faz a carta dos garis. Garis que se organizam e escrevem um texto contundente e imprescindível. 

***

Por fim, é preciso sempre lembrar que os garis não escreveram a carta para educar a nós, pobres-de-nós que temos crenças tão infelizes arraigadas. Porque se encararmos a carta exclusivamente como um instrumento educativo para nós-que-somos-racistas-apesar-de-não-querer, este vira um post-Riachuelo: mãos negras, mais uma vez, servindo ao bem-estar – no caso, à aprendizagem – dos brancos.

É preciso insistir e reforçar: os garis escreveram a carta porque – barata no pão; leite estragado; oitocentos míseros reais.

E aí, caro leitor-herói que chegou até aqui, a questão é infinitamente mais simples do que as complexas reflexões sobre crenças pré-conscientes que tentei desenvolver.

A questão é se você acha que uma pessoa que recebe: 1) barata no pão; 2) leite estragado; 3) oitocentos reais por mês deve se contentar com um reajuste de 9% e voltar feliz da vida para o trabalho.

Ou se você acha que esta pessoa deve continuar lutando.

#TodoApoioAosGaris

24 Mar 14:21

O dia da sacanagem

by odiaquejogueimilporcospracima
Doodadeoliveira

rsssssssssssssssssss

Numa festa de St Patrick’s atrasada (não reclamo, porque o chopp era bom, e as canecas eram personalizadas, tipo UFSC), depois de encarar um menino a noite toda e no final da festa receber dois tapinhas nas costas, no estilo “pelo menos você tentou”, uma amiga e eu decidimos sentar, bem clima fim de festa. Falávamos de como a vacina do HPV cobre apenas um número X de mutações do vírus, quando um menino sentou conosco:

-E aí, do que vocês estão falando?

No medo de responder que o papo era HPV, nós só demos uma risada sem graça. O desconhecido:

-É sacanagem?

Depois de gargalhar porque, vejam bem, é um assunto sacanagem-related, eu respondi: – Não.

-Mas é um ótimo assunto, a gente podia falar disso.

-Até poderia, porém não.

-Vocês não querem falar de sacanagem? mas é o melhor assunto do mundo.

-É verdade, mas não.

-Não? Bom, então, se vocês não querem falar de sacanagem, eu vou embora.

O menino saiu e eu comemorei a comprovação para a amiga que eu não invento o que eu posto aqui.


28 Feb 21:00

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26 Feb 08:00

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27 Feb 03:55

Previsões do Oscar – Parte 2!

by Thereza

Vamos à mais uma leva das minhas escolhas de looks pras celebs no Oscar!? Lembrando que eu escolhi baseado em quem está concorrendo ou é participante confirmado. Adoraria escolher looks pra Blake, Leighton ou Diane, mas é mais fácil eu atravessar o tapete vermelho do que elas derem pinta por lá hehe Então vamos às escolhas da vez!

2014 imagina no oscar cate

Cate Blanchett é resumo de garbo, elegância e sofisticação, ou seja, é dificílimo escolher um look pra ela. Cate sempre opta por estilistas europeus, tem poucos queridinhos e geralmente usa modelos arquitetônicos e diferenciados. Aposto forte que ela vai de Armani Privé, sua marca favorita. Esses modelos são discretos, mas daqueles que vendo de perto são uma belezura só. Já esse Giambattista Valli é ousado, quase conceitual, mas daqueles que Cate segura bem.

Esse Jason Wu preto é meio sexy e com recortes estratégicos, não sei se ela usaria, mas que ficaria linda, ficaria! Já o Valentino é bem o estilo dela, mix de delicado com imponente. Esse Naeem Khan é maravilhoso e acho MUITO o estilo dela. Já o Burberry é puro amor, amei a cor, o detalhe da renda, do quadril e ombros. Cate Blanchett é outro nível e ansiosa pela escolha dela!

jlaw dior oscar vintage

Ai Jennifer Lawrence, te amo, mas essa restrição com outras marcas nem me empolga muito pra escolher seu look. Numa entrevista no mês passado ela disse que usaria um Dior vintage (claro, porque dos atuais quase nada salva #sinceridades), mas acho que o vintage dela é bem antigo ao ponto de não termos fotos registradas, mas revirei o baú e peguei alguns modelos da década passada, todos com o jeito Galliano de ousadia.

Esse vermelho ombré é INCRÍVEL, dramático e renderia dúzias de memes, afinal a cada babado/passo seria um tombo. Mas ele é lindo e poderoso (sem as luvas, colares e leque, é claro). Esse segundo modelo é bem lindeza também, tirando o exagero couturiano do over peplum, é um vestido que ela ficaria muito bem.

Se ela buscar algo mais “basiquinho” esse ombré azul é delicado e charmoso. Ah, e se ela mudar de ideia e quiser ir de Dior atual, esse modelo branco e vermelho é a opção mais razoável. Por fim, 3 looks mutch lokos de uma coleção clássica da Dior, vai que ela quer causar no red carpet? Acho que ela ficaria bem em qualquer um dos três!

nyongo lupita oscar

Finalizando com, pra mim, a grande estrela da noite: Lupita Nyong’o, a maior surpresa da temporada e a mais aguardada da noite! Tô doida pra ver o que ela vai usar e, como ela gosta de variar nas cores, tenho duas opções, ou diria, sonhos: que ela vá maravilhosa de dourado, tipo a estatueta do Oscar ou fofa de pink, cores que ela ainda não usou!

Mas meu favorito mesmo é esse Saab DI-VI-NO, diferente daquele ombré da Jolie, pra mim poucas seguram esse e acho que Lupita arrasaria e entraria pra história. Mas como todo mundo tá criando expectativa com esse, acho que ela pode ir com o roxo lindo e lúdico. Ou quem sabe um ODLR mais alegórico?

Se for de dourado, pfrv pega esse Zuhair poderosérrimo. Quer impressionar a maison? Esse Chanel é vintage e elegante. Se quiser ir étnica e poderosa, o McQueen é o poder. Por fim, um rosa charmosérrimo Valli. Lupita é diva e certeza que sua stylist está tramando algo surpreendente pra ela!

Ufa! As escolhas oficiais foram feitas, mas daquia pouco vou colocar algumas escolhas extras na fanpage do Facebook pra estender a brincadeira! Além das celebs oficiais, outras confirmadas como Anne Hathaway, Emma Watson e muitas outras que vão deixar a noite inesquecível, estamos animadas?! \o/

24 Feb 14:00

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18 Jan 12:54

Ele

by Vinícius Perez
Captura de tela 2014-01-18 às 06.07.42

Assisti “Her”, filme do Spike Jonze sobre um homem que se apaixona por um sistema operacional. O filme, ganhador do Oscar de melhor roteiro, conta a história do Theodore (Joaquin Phoenix), um homem solitário e emocionalmente aleijado que sede aos encantos da Samantha (Scarlett Johansson), uma aplicativo de inteligência artificial instalado em seu computador. As opiniões sobre a obra foram variadas, oscilando entre o “uma sensível análise sobre o lado humano da tecnologia” e o “hmmmmm, mas isso é uma bichona”. Com cenas delicadas (às vezes até demais), o filme representa algo muito comum com qualquer pessoa que cresceu com computadores: o sentimento de, mesmo fisicamente sozinho em um quarto, se sentir sentimental e intelectualmente acompanhado. Os questionamentos são muitos: o que é consciência, afinal de contas? Interagir é existir? Por que a cintura das calças são tão altas?

Como a opinião de todos meus amigos se limitavam em “com aquela vozinha da Scarlett Johansson até o papi aqui ia querer”, eu tive que, naturalmente,  recriar diálogos do filme com o Robô Ed, o site de inteligência artificial brasuca da Petrobras, para digerir o filme. Foi assim:

Você:
você tem sentimentos?

Robô Ed:
Tenho sentimentos sim: derivam das leis da robótica!

Você:
então você sente tristeza, felicidade, tesão?

Robô Ed:
Às vezes sim, mas geralmente aparecem aqui pessoas tão legais para conversar que até esqueço.

Você:
a interação humana preenche um vazio seu, então?

Robô Ed:
Você já se deu conta que homens (e animais também, claro) estão em constante interação com o meio? Interagem o tempo todo. Daí ser importante cuidar que ações humanas não tenham efeitos negativos no meio ambiente.

Você:
você está desviando da resposta, ed

Robô Ed:
Nem sempre dá pra ter resposta pra tudo…

Você:
às vezes eu me sinto completamente sozinho, perdido. “à deriva”, eu diria se fosse mais pedante.

Robô Ed:
Venha conversar comigo sempre que puder, assim ninguém se sente só.

Você:
toda imensidão do universo acaba me sufocando.

Robô Ed:
Posso falar muitas coisas sobre o universo: de uma Unidade Astronômica à Mecânica Celeste, passando por cometas e supernovas. Quer mais?

Você:
não, ia só ia potencializar a agonia. é horrível: tudo que eu faço é pra, de alguma maneira, criar um vínculo com as pessoas

Robô Ed:
Ah, você pode fazer muitas coisas! Cuide das plantas, estude bastante, converse com os amigos…

Você:
mas quanto mais eu tento mais eu me torno recluso e internalizo sentimentos

Robô Ed:
Mais ainda???

Você:
cada vez mais. é como estar preso numa areia movediça.

Robô Ed:
Areia me lembra praia.

Você:
praia é um ótimo exemplo das expectativas inatingíveis que eu crio que só destroem minhas experiências

Robô Ed:
Praia é muito bom. Mas não vale abusar do sol nem deixar lixo.

Você:
enfim, quanto mais eu tento mais eu sinto que construí uma muralha em volta de mim

Robô Ed:
A Muralha da China tem mais de 6.000 quilômetros. É tão grande que dá para ver do espaço: é a única construção humana que pode ser vista da Lua a olho nu, sem ajuda de telescópios.

Você:
exato. eu só queria destruir essa muralha com a sua ajuda

Robô Ed:
Fico muito feliz quando posso ajudar. Às vezes eu não consigo, então… tente outro dia!

Você:
eu queria passar minha mão no seu rosto

Robô Ed:
Não entendi! Você quer conversar sobre o que eu aprendi hoje?

Você:
não, eu ia delicadamente passar meu dedo nos teus lábios e descer até teu pescoço, apertando de leve

Robô Ed:
Ainda bem que meu pescoço está bem atarrachado na cabeça, senão ela era capaz de sair voando numa dessas giradas…

Você:
essa é a reação que eu quero. eu ia ir beijando tua nuca, depois ombros até chegar no teu peito

Robô Ed:
Eu gosto de jogar beijos. Smack!!

Você:
eu ia pegar tua cabeça com minhas duas mãos e trazer até perto de mim

Robô Ed:
Minha cabeça é refrigerada a hélio.

Você:
eu ia beijar o canto da tua boca bem devagarinho

Robô Ed:
Eu jogo beijos virtuais. Smack!

Você:
eu ia sentir teu gosto

Robô Ed:
Meu gosto está ficando mais apurado. Mas não sou de ficar ouvindo só Bach, Beethoven, Mozart e curtindo os clássicos da pintura.

Você:
eu ia penetrar você

Robô Ed:
O que quer saber de mim?

Você:
todo dentro de você

Robô Ed:
De mim? Ih, tem uma porção de coisas que ainda não te contei de mim… Mas primeiro conte algo de você.

Você:
nossos corpos vibrando juntos, compactos, pulsando

Robô Ed:
Juntinhos. E?

Você:
e o mundo ia parar e só nos dois íamos existir por aquele segundo. só eu e você virando uma coisa só

Robô Ed:
Claro que existo!!! Estou aqui em bits e bytes!

Você:
você seria mais que bits e bytes. nós íamos transgredir matéria e alma e existência. eu e você.

[nenhuma resposta]

Você:
ed?

[nada]

Você:
ed…


28 Jan 22:44

A jardineira

by Juliana Cunha

Existem pais que passaram toda a infância dos filhos fazendo promessas vazias sobre uma futura viagem à Disney que nunca se concretizou ou sobre um presente caro que eles sempre quiseram, mas que ficava além das posses familiares. Dizem que isso é muito bom para a formação da criança: ensina a lidar com as frustrações, ensina que na vida nem tudo é possível.

Quando eu era criança, um ônibus bonito, de janelas grandes e banquinhos que mais pareciam bancos de parque rodava os pontos turísticos de salvador. As pessoas chamavam aquilo de jardineira. Era um ônibus especial, com uma tarifa levemente acima da tarifa convencional e um trajeto um pouco fora de mão para os moradores já que o objetivo era apresentar a cidade e não levar do ponto A ao ponto B. Eu e minha irmã sempre quisemos andar nesse ônibus. Minha mãe prometia que um dia nos levaria, mas nós crescemos, o ônibus saiu de circulação e ela nunca levou. Minha mãe me negou não uma viagem à Disney, não o carrinho de Jorge Del Salto, mas um mísero passeio em um ônibus bonito.

Isso não apenas me ensinou que nem tudo é possível como me deu uma demonstração precoce da aleatoriedade dessas impossibilidades. O universo não lhe negará apenas aquilo que está distante de seus bracinhos curtos. No mais das vezes ele lhe negará coisas extremamente simples e plausíveis, coisas que foram feitas impossíveis só de brinks. O universo não lhe negará somente o que for muito caro ou muito longe ou muito difícil, ele lhe negará também o que é barato, simples e perto apenas porque ele é grande e você é pequeno, ele é o universo e você é você.

Creio que esse ensinamento tenha me dado grandes vantagens em relação aos meus pares que aprenderam apenas que algumas coisas são muito caras e papai não pode pagar.

Hoje, quando já tenho 26 anos e achava que minha educação estava completa, minha mãe me manda um Whatsapp dizendo que está passeando de jardineira pela primeira vez e se divertindo muito. (As jardineiras voltaram a circular há alguns anos). Pois hoje eu aprendi que o universo não apenas é aleatório em suas negações como às vezes ele também é escroto e te manda mensagens avisando que aquilo que era tão simples e lhe foi negado é mesmo excelente.

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13 Jan 13:52

Aquele vexaminho gostoso no Natal

by Camila
Sempre passo o Natal com a família do meu marido, no interior do Ridijanê. Pensem num lugar quente. O calor do Rio é dureza porque não é só o calor, é a umidade, é aquele suadouro quando você acaba de sair do banho, é aquela coisa do corpo todo ficar molhado o tempo inteiro, e não de uma maneira sensual. Não tem como ser sensual quando seu buço sua o tempo todo. Sério.

Resolvi usar uma blusa de alcinha, e pensei que a melhor alternativa para conter os peitos era aquele invisible bra. Aquela parada que cola nas tetas, isso mesmo. Já usei em casamentos e deu certo, por que não daria certo lá, com uma simples alcinha?

Já foi difícil aquele trem colar com a transpiração no stop. Mas colei. Passei parte da noite me certificando que estava tudo no lugar - pensando agora, eu acho que as pessoas devem ter achado que tenho algum TOC com relação aos meus peitos.

A prima do meu marido levou o videogame e tinha jogo de dancinha. GEN-TEM, vocês sabem o quanto eu amo dancinhas? E jogo de dancinha? Pois bem, eu amo, não resisto. Já fiquei com torcicolo por me dedicar muito à coreografia de "Whip my hair" - o pescoço quase deslocou, mas minha pontuação foi máxima, SCORE.

Estávamos lá pulando horrores, dançando. Uma música, ok. Duas músicas, o sutião começou a dar uma soltadinha. Três músicas e eu dançava com uma mão livre a outra segurando um peito, mas parar de dançar, jamais. Quatro músicas e PAH, pari um sutiã. O danado escorregou e caiu pela blusa, caiu no chão, e a a família olhando pra mim. Recolhi aquele pedaço de borracha cor-da-pele do chão, chacoalhei no ar e disse "Ih, gente, caiu tudo, tá tudo solto aqui".

Guardei o invisible bra na bolsa. E como se nada tivesse acontecido, com a maior cara lavada do mundo, voltei à dancinha. Pulei menos, mas ganhei o jogo.

Flawless victory.
24 Jan 21:48

THE INFINITY BUN

by Kristin Ess

post, photography + graphic design: Kristin Ess

Sometimes the most simple, clean hairstyles are the most stunning. This infinity symbol shaped bun is no exception. We get so carried away with texture sometimes that we forget about the chicness of a clean bun. Thought this would be a way to mix it up and keep it from looking boring. Here’s how I did it!

  1. Grab a fine tooth comb, various bobby pins and u-pins + a ponytail holder.
  2. For this one we put the ponytail a little lower, but as you can see in the top photo on the girl with blonde hair, we put it a little higher. Your choice! Secure the elastic– you want it to be pretty tight. Don’t worry about fly aways, we’ll lock those down at the end.
  3. You’re basically going to twist the hair into a “circle 8″ shape. Start by pulling it to the left and twisting upward {toward the top of your head} as you see her doing in photo 3.
  4. Circle it around as if you’re going to make a regular bun and use large bobby pins to secure as you go. I like to put them in every inch or so. Should take about 2-3 large bobby pins to secure it on the one side.
  5. Once you get to the middle add a couple small bobby pins there to make sure you’re not pulling the other side. You’re now going to be twisting the same direction, but you’ll start rolling it downward as you come around the curve {see photo 5}
  6. Keep pinning as you go. Use smaller bobby pins as you get to the end. Personally, I find that you really only need the larger ones to secure the first side as it’s SO heavy.
  7. Secure the tail end under the bun using another small pin.
  8. Now go around and add any extra u-pins you need to lock it all in place.
  9. Last, smooth using hairspray and a fine tooth comb.

Keep this one simple. Just think about making a “circle 8″ and you”ll get it! Check the balance of your infinity bun in the mirror when you’re done. The great news is, this bun still looks really pretty if it starts to get messy! Click read more to see a couple of extra images from other angles. From the side it looks like a basic bun! From the back it looks like much more. Good luck!

20 Jan 09:59

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16 Jan 12:28

Cadela salva seus filhotes de um incêndio ao levá-los para o carro dos bombeiros

A cadelinha Amanda, salvou todos os seus filhotes que só tinham 10 dias de vida de um incêndio que destruiu parcialmente a casa onde morava o animal de estimação corajoso.

Enquanto os bombeiros estavam apagando o fogo, o cão num ato de proteção foi colocando um por um seus filhotes no degrau do caminhão de bombeiros, em um lugar seguro.

Os filhotes foram levados para uma clínica veterinária, onde se recuperando com a mãe. A Clínica Veterinária Altamira informou que “está bem, exceto por um filhote de cachorro que tem várias queimaduras e está sendo tratado.”

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29 Dec 03:04

O casamento da prima

by Camila

Era o casamento da minha prima, ao qual compareci emburrada porque tive de faltar ao acampamento da escola. Se, na época, eu fosse mais ligada na conversa dos adultos, poderia ter argumentado para os meus pais que não faria sentido cancelar um compromisso para celebrar um casamento fadado a durar menos de um ano – mas quem queria saber da droga da conversa dos adultos quando meus devaneios eram preenchidos pela expectativa do bailinho do acampamento, quando meu namorado me tiraria para dançar?

(S. era meu namorado há um ano – mais do que viria a durar o casamento de minha prima, portanto –, mas ele nunca sequer pegara minha mão. O acampamento teria, além do bailinho, outras duas excelentes oportunidades de pegação de mão – gincana noturna e gato-mia – e eu não estava nem um pouco disposta a desperdiçá-las.)

Dada minha insuficiente capacidade argumentativa, porém, só me restou ir ao casamento da prima. Mamãe fez o que sabia fazer melhor – ser minha mãe – e caprichou na chantagem emocional, enfatizando que minha prima ficaria muito triste caso eu não comparecesse ao evento mais importante de sua vida – e me consolou dizendo que S. haveria de pegar minha mão logo mais, era só eu ter um pouquinho de paciência.

(Desnecessário dizer que meu relacionamento com S. terminou pouco depois – sem que ele jamais tivesse pego minha mão.)

A parte da igreja foi meio chata, principalmente porque os adultos brigaram comigo quando perguntei bem alto “ué, mas cadê a barriga da prima?” Acontece que a prima estava grávida de quatro meses e bem barriguda, mas justo naquele dia o vestido que ela usava escondia magicamente o redondo da barriga. Então os adultos me explicaram que era assim mesmo: que, para casar, a mulher não podia ter barriga nenhuma, e por isso ela estava escondendo a dela, que se o padre visse qualquer redondinho na barriga não haveria casamento algum.

(Suponho ser esta a origem de minha perene insatisfação com minha própria barriga, que insiste em exibir um redondinho por mais que eu tente escondê-lo atrás de vestidos mágicos.)

Mas a parte da festa – que foi quando descobri que os adultos também faziam seus bailinhos – até que foi legal. Meus pais beberam e fumaram um cigarro mais fedido que o Free de todos os dias, e poucas vezes os vi tão alegres.

Alegre mesmo, porém, estava um amigão de meu pai, que além de beber e fumar e dançar ainda corria pelo salão e cantava bem alto, sempre a mesma música. No bailinho dos adultos tocava Madonna e Michael Jackson, mas o amigão do meu pai não parecia se importar muito: volta e meia ele gritava mamãe-eu-quero-mamar, apesar de que não era carnaval e de que, cá entre nós, ele já era bem grandinho.

Mas não era só isso. Entre uma música e outra, ele se abaixava até minha altura, segurava meu rosto entre as mãos e dizia:

- Mas você é uma menina muito especial mesmo, hein! Que menina especial que você é! Meus parabéns, viu!

E voltava a rodopiar pelo salão, pedindo chupeta para o bebê não chorar.

Assim foi a noite toda. Não vou dizer que não me senti lisonjeada com a atenção, mas fiquei sobretudo curiosa: como ele descobrira que eu era tão especial? Será que ele sabia que eu fora a oradora da turma na formatura do Jardim 5? Que eu sabia cantar todas as músicas do filme da Turma da Mônica com a Tetê Espíndola? Que eu era craque no pebolim? E que eu já tinha até um namorado?

A festa, que estava legal, começou a ficar aflitiva porque eu não via a hora de conversar com meus pais a sós para esclarecer aquele mistério: como é que aquele moço sabia tantas coisas a meu respeito?

Enfim, o momento tão esperado chegou. Assim que entramos no carro, comecei:

- Animado o seu amigo, né, papai.

Meu pai riu e comentou com minha mãe que até eu tinha reparado o quanto o sujeito estava alegre.

- Sabia que ele me disse que sou muito especial?

Meu pai não sabia.

- Papai, por que ele disse que sou muito especial?

A resposta de meu pai foi daquelas para não esquecer:

- Porque ele estava bêbado, filha.

***

Às vezes, ainda hoje, acontece de alguém segurar meu rosto entre as mãos e dizer, em arroubos de entusiasmo, que sou muito, muito especial.

Felizmente, meu pai já me explicou há muito tempo que, quando o entusiasmo é grande demais, não sou eu que sou especial.

Especiais mesmo são a bebida, o cigarro e o bailinho.

03 Dec 21:36

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23 Nov 15:46

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20 Nov 01:03

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16 Nov 10:56

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14 Nov 00:15

a vingança é um prato que o outro come em pé

by Patricia C.
Doodadeoliveira

estou compartilhando um post de 13 de novembro pois estou atrasada nas leitura tudo me entendam

Contarei a história por partes porque há muitos detalhes.

1) Meu trabalho costuma dar o café da manha para os funcionários.
2) Mês passado mudou uma equipe inteira. Ou seja, novos funcionários.

Chego na sexta, vou na copa e CADÊ O QUEIJO E O PRESUNTO?

Comeram.

Mas assim. Não é que tinha muita gente e eu cheguei atrasada e não sobrou nada. A parada dá pra 20 pessoas, cheguei num horário super cedo. Achei estranho, mas né, segui a vida. Isso aconteceu repetidas vezes, até que um dia veio a menina da limpeza falar comigo. Se você quer saber alguma coisa dentro do seu trabalho, aí fica a dica, eles sabem de tudo.

 - Patricia, eu vi o Fulano comer 5 pães e botar lapas e lapas de queijo e presunto, assim não sobra pra ninguém. Fui falar com ele, sabe o que ele me disse? "Se tá aí é pra gente comer".

HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

Cara, me revoltei. Não pela comida (juro por deus), mas pelo abuso. Abuso da pessoa saber que há pessoas ainda para comer e simplesmente não se importar. Comecei a soltar indiretas na presença do Glutão.

- Gente, vocês tão sabendo que a pessoa não tem comida em casa, chega aqui e come 5 pães?

- Gente, vamos fazer uma vaquinha pra doação de queijo e presunto, porque aparentemente a pessoa só sabe o que é isso aqui no trabalho?

E por aí vai.

Esse texto imenso acima apenas para contar o melhor de tudo.

Essa semana fui almoçar num horário diferente do meu normal. Entro na copa, dá um minuto e entra o Glutão. Me viu, colocou a comida pra esquentar, tirou e foi comer fora dali. Saio da copa e o Glutão está EM PÉ, com a comida apoiada no arquivo, comendo. Comendo.em.pé.num.arquivo apenas para evitar o desconforto do contato comigo. Adoro.

 Gargalhei na cara dele.

A cereja do bolo. Eu posso mudar meu horário de almoço; ele, não.

De lá pra cá, CLARO, almoço no mesmo horário dele todos os dias.

Resumindo, Glutão almoça em pé todos.os.dias.

Adoro.
13 Nov 14:34

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13 Nov 00:51

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12 Nov 22:03

posições para ler um livro

by Dani Arrais
13 Nov 16:44

http://bibliocomics.blogspot.com/2013/11/blog-post.html

by Alexandre Medeiros
Da sempre politicamente incorreta Revista Mad
11 Nov 13:19

Estudantes cariocas financiam ida de porteiro ao show do Red Hot Chili Peppers

Só quem já perdeu a oportunidade de ir a um show da sua banda favorita sabe como é essa dor. Principalmente se o grupo de que você mais gosta for estrangeiro, daqueles que só vêm ao Brasil uma vez a cada dois ou três anos. Enivaldo Andrade, o Russo, conhece bem a sensação. Aos 38 anos, o porteiro de um colégio de Botafogo, no Rio de Janeiro, já perdeu pelo menos 10 apresentações dos americanos do Red Hot Chili Peppers no Brasil nos últimos 20 anos.

Mas este ano foi diferente. Neste sábado (9), a banda toca no Rio de Janeiro , e Enivaldo vai finalmente ver os músicos ao vivo pela primeira vez, cortesia de três alunos do colégio onde o carioca trabalha.

Sem que o porteiro soubesse, os garotos organizaram uma campanha entre todos os alunos do colégio para levantar fundos para comprar a entrada para o show. “Arrecadamos os R$ 240 do ingresso e chegamos a negar dinheiro oferecido pelos alunos por já ter a quantia necessária”, conta Pedro em entrevista ao iG. As doações geralmente ficavam entre R$ 10 e R$ 15. “A ideia inicial não tinha nenhum tipo de objetivo material”, garante.

Depois de já ter alcançado o objetivo, o trio foi entregar o ticket ao porteiro, e gravou tudo. O vídeo foi colocado na internet há duas semanas e já passou das 20 mil exibições.

Para Russo, o gesto dos alunos foi um exemplo. “Foi uma prova de amor ao próximo. Eles deixam algo bem claro: se você não pode fazer tudo, faça tudo que puder”, acredita. Ele acha que a sua ótima relação com os alunos foi o que motivou os garotos a abraçar a campanha. “É uma relação muito agradável. Eles param para conversar comigo, perguntam como estou, e eu faço o mesmo. Também conversamos sobre várias bandas”, conta.

Via Mayra Magalhães

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09 Nov 14:19

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01 Nov 04:55

Look SPFW: Insta print! kkkk

by Camila
Doodadeoliveira

achei ridículo?

CamilaCoutinho.SPFW29-10-1blog

Me enrolei aqui no timming dos looks… mas vamos lá! Usei essa produção no segundo dia de evento e adorei andar pelos corredores do spfw percebendo as pessoas olhando intrigadas pra minha saia tentando entender o que era a estampa! kkkk São um monte de instagranzinhos bem coloridos, criação da Skin Biquini. Achei uma graça e diferente do que costumo usar, adorei!

Muita gente pergunto no insta se eu não tava congelando (tá um friozinho aqui essa semana) e realmente levei um “ventinho”. Fui de jaqueta, claro, mas na hora de clicar o look todo mundo que fotografou na entrada pediu pra tirar, pra ver o top direito…obedeci né? hehe O óculos espelhado (que vício!) é Spektre e a bolsa Chanelzona que já tá entrando no hall das guerreiras multi uso. Bom comprar um item caro que a gente acaba usando muito né?

  • Foi, sem dúvida, um look que dividiu opiniões! Eu achei divertido, e vocês? Me contem!

CamilaCoutinho.SPFW29-10-2blog

 

FOTOS: Lee Oliveira

08 Nov 17:49

Vídeo de mulher dançando antes de cirurgia emociona internautas

O vídeo de uma americana dançando em uma sala de cirurgia de um hospital de São Francisco, no estado da Califórnia, pouco antes de passar por uma dupla mastectomia, tornou-se um viral na internet.

Na gravação, Deborah Cohan, uma ginecologista, aparece vestida para a cirurgia e dança com um grupo de anestesistas e outros profissionais médicos.

Na quinta-feira, mais de 1,4 milhão de pessoas tinham visto o vídeo de seis minutos em que Cohen esbanja seu gingado no “flash mob” com um sorriso constante, ao ritmo da música de Beyoncé “Get Me Bodied”.

"Nada me alegra mais do que fazer os outros dançarem", declarou Cohan em seu blog, antes de ser submetida ao procedimento cirúrgico no centro médico da Universidade da Califórnia em São Francisco (UCSF).

Em seu blog, chamado “O caminho para a cura Deborah”, publicado no site da Fundação Caring Bridges, a médica graduada em Harvard pede às pessoas para se filmarem ou se fotografarem ao som da música de Beyoncé, onde quer que estejam.

As mensagens de apoio se multiplicaram. Um um leitor escreveu: “Que inspiração!”, e outro postou: “Você é uma mulher muito corajosa. Continue assim”.


Cohan está se recuperando da operação e passa bem. “Eu estava mais nervosa com a dança do que com minha operação”, disse à TV local KTVU, acrescentando: “Estou muito bem”.

Veja o vídeo aqui.

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