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02 Jan 00:04

Ian Barwick: A Foreign Data Wrapper (FDW) for Firebird

Well I've finally fulfilled one of my 2013 New Year's resolutions, which was to write some kind of foreign data wrapper , so with no further ado here is the initial implementation . It is basically working but is still very much in the proof-of-concept/unstable/may-eat-your-data stage. Having said that, if anyone has a practical use for this I'd be very interested to hear about it - my main motivation for creating this FDW is to learn more about PostgreSQL internals.

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31 Dec 21:27

Japan: These are the most sold cameras in 2013.

by admin

BCNranking publsihed the exact Japanese camera sales number for the whole 2013. Mirrorless interchangeable camera market share is 40% (DSLR has therefore 60%). Within the Mirrorless world Olympus takes the lead with 29.1% followed by Sony 26.4%, 14.2%, Panasonic, Ricoh imaging 9.8%, 9.34% Nikon, Canon 9.25 percent.

That said the Olympus E-M1 and the Panasonic GX7 and Gm1 have come to market very late. And at least in USA the Olympus E-M1 seems to sell very well according to Amazon US ranking (click here to see the list).

P:S:: New Years deal: Plenty of Gold Box deals on Tripods ongoing right now at Amazon US.

30 Dec 20:50

Chromebooks Seize Big Chunk of Commercial PC Market; Microsoft Strikes Back

by samzenpus
Nerval's Lobster writes "According to research firm NPD Group, Chromebooks—which run Chrome OS, Google's PC operating system—accounted for 21 percent of all commercial notebook sales in 2013, up from a 'negligible' percentage in 2012. On a broader level, Chromebooks seized 8 percent of all commercial tablet and PC sales through November, a significant increase from the one-tenth of one percent claimed the previous year. Roughly 1.76 million Chromebooks and Android tablets flowed through commercial channels between January and November, an increase from 400,000 units in 2012. Tepid sales of Windows PCs created an opening for alternative operating systems, according to Stephen Baker, vice president of industry analysis for NPD: 'As businesses upgrade from older machines and operating systems in the year ahead, the long-term trend is clearly towards greater hardware diversity, which all manufacturers will need to embrace in order to continue to grow.' But are Chromebooks an existential threat to those rival PC platforms? Microsoft seems to think so, having launched a series of vicious attack ads that denigrate Chrome OS as ineffectual for daily needs. And it's easy to see why Microsoft is freaked out, considering how Dell and Hewlett-Packard—two longtime Windows OEMs—have added Chromebooks to their portfolio."

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30 Dec 19:23

Meus desejos para 2014

by Norma
Que eu tenha mais um salto na melhora da enxaqueca, pois ainda preciso;

Que mudanças no meu estilo de vida - exercícios, alimentação saudável e mergulhos frequentes - sejam firmadas e tragam resultados que reflitam na saúde (principalmente memória e agilidade mental) e no peso (uns dez quilinhos a menos!);

Que eu me torne mais organizada com coisas e ideias, mais firme nos objetivos diários, mais focada nas tarefas;

Que mais pecados meus e de André sejam descobertos e combatidos;

Que minha influência na internet seja mais conforme a vontade de Deus;

Que eu e André tenhamos um boost de santidade e intimidade;

Que a tal onda conservadora que vem crescendo no meio cristão resista à tentação de copiar a esquerda em seus estratagemas (inundar o judiciário de processos, fazer ad hominem em vez de argumentar, perder a linha em público, lançar mão do totalitarismo da vítima) e demonstre mais maturidade intelectual, emocional e espiritual;

Que as eleições não deem vitória ao PT (essa é difícil, eu sei);

Que mais brasileiros se arrependam de seus pecados (desonestidade, irresponsabilidade, violência, cobiça, indolência, lascívia) e busquem o Deus verdadeiro;

Que a igreja se desembarace cada vez mais da influência do paganismo, da teologia da prosperidade e da teologia da libertação;

Que mais livros reformados sejam lidos, escritos, debatidos (orem por mim!);

Que mais cristãos estejam dispostos a estudar de tudo e a analisar seriamente as cosmovisões não-cristãs, sem concessões ao relativismo, ao pragmatismo e à superficialidade;

Que reformados e demais cristãos preocupados com a ortodoxia reconheçam quando se expressarem de um modo rabugento e irado, arrependam-se e aprendam a refletir a beleza e o amor de Deus, na internet e fora dela;

Que surjam mais bons músicos, pintores, escritores, poetas e amantes da boa cultura que desejem glorificar a Deus fazendo ou divulgando arte de qualidade, mas sem recorrer à heterodoxia ou à destrutividade pós-moderna para serem criativos;

Que o Brasil seja mais salgado e iluminado pela igreja fiel;

Que nosso país comece a se libertar de seu maior flagelo: a violência, que se alimenta de uma política indolente e corrupta;

Que mais cristãos sejam criativos e intrépidos para a abertura de instituições de ensino, associações, grupos de discussão, grupos de estudo etc., com um espírito de missão entusiástico e bem orientado;

E, finalmente, que Paulo Ghiraldelli não seja estuprado, mas sim visitado pela maravilhosa graça de Deus (oremos por ele!).

Feliz 2014! :-)
30 Dec 12:03

43rumors readers wife creates a bag for the Panasonic pancake :)

by admin

43rumors readers Andras sent me that message:

I changed my gear from 5d+40mm 2.8+50mm 1.4 to a used gf1+20mm+14mm+oly kit lens. the 5d had a wonderful IQ and i loved full frame, but it was just way to big to carry around. and very aggressive for street shooting. i make way more and better pics with the 43 setup. but at a bar i lost my lens bag. so i asked my girlfriend who makes shoes and bags to make a replacement. totally dedicated to the pana 20mm. i think it looks awesome.

pics by me if you are interested:
http://www.flickr.com/photos/pentakx/

Cool!

28 Dec 17:59

Um leninista no Supremo Tribunal Federal

by giinternet

Abaixo, segue trecho da minha coluna na Folha desta sexta.
*
Lênin chegou ao STF pela via cartorial. O ministro Luís Roberto Barroso concedeu uma impressionante entrevista à Folha de domingo. Afirmou: “Em tese, não considero inconstitucional em toda e qualquer hipótese a doação [a campanhas eleitorais] por empresa”. Ele, no entanto, votou pelo acolhimento de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) que, se vitoriosa, impedirá as doações de pessoas jurídicas a candidatos e partidos. Ocorre que decisões do STF têm a força de uma tese! O ministro está dizendo que a Constituição, ao contrário do seu voto, não veta essa modalidade de contribuição. Ele declarou inconstitucional o que sabe não ser. É intelectualmente escandaloso!

Tivesse uma câmera na mão, Barroso seria cineasta, já que não lhe faltam más ideias na cabeça. Ele nos diz qual é a sua restrição: “[a doação] não tem nada a ver com ideologia. [As empresas] doam ou por medo, ou porque são achacadas ou porque querem favores”. É? Fosse por ideologia, seria uma ação virtuosa? Será que o PT d’antanho teria conseguido se financiar caso as empresas fizessem uma triagem puramente ideológica? E se vigesse o financiamento público? O partido teria deixado de ser nanico?

Só houve alternância no poder –do PSDB para o PT– porque doações não foram feitas por ideologia. De resto, gente achacada, com medo ou em busca de favores não assina recibo. Pior será o modelo do ministro. Se achaque houver, não deixará nem pistas. Eis Barroso, que agora tem uma nova causa: descriminalizar as drogas. Entendo. Quando o assunto é maconha e cocaína, ele acha que a proibição induz ao crime; quando é doação eleitoral, ele acha que a proibição induz à virtude.
(…)
Para ler a íntegra, clique aqui

28 Dec 03:54

Sherlock Holmes Finally In the Public Domain In the US

by timothy
ferrisoxide.com writes "As reported on the Australian ABC news website, film-makers in the US are finally free to work on Sherlock Holmes stories without paying a licencing free to the estate of Sir Arthur Conan Doyle after a ruling by Judge Ruben Castillo. A quirk of U.S. copyright law kept 10 stories out of the public domain, on the basis that these stories where continuously developed. In his ruling Judge Castillo opined that only the "story elements" in the short stories published after 1923 were protected and that everything else in the Holmes canon was "free for public use" — including the characters of Holmes and Watson. Holmes scholar Leslie Klinger, who challenged the estate, celebrated the ruling. 'Sherlock Holmes belongs to the world,' Mr Klinger said in a statement posted on his Free Sherlock website. IANAL, but the ruling of Judge Castillo that "adopting Conan Doyle's position would be to extend impermissibly the copyright of certain character elements of Holmes and Watson beyond their statutory period," is surely going to have implications across U.S. copyright law. Mark Twain must be twisting and writhing in his grave."

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27 Dec 23:52

Pavel Stehule: new PostgreSQL extension - plpgsql_check

Three years ago I worked on complex project, that was written in PL/pgSQL almost. I wrote a regress tests, but these tests was not able to find all errors due missing coverage some paths. So I wrote simple extension, that ensured a plan preparation for all embedded SQL on start. This extension helps me to find 99% bugs. I cleaned this extension and I published it as plpgsql_lint. As a plpgsql developer I am sure, so this functionality is missing in core, so I started in core implementation. Two years later I am still on start. I didn't find how to merge a requested functionality with current code cleanly (so committers will be happy) - probably we have to do some significant plpgsql refactoring first. And now is clean, so this code will not be in prepared release PostgreSQL 9.4. Although a code is not enough for committers, it can be useful for common plpgsql developers.

I started new github project - plpgsql_check. It is plpgsql_lint (next generation). plpgsql_lint checked functions on start. plpgsql_check is coming with plpgsql_check_function. You can check any plpgsql function without execution. It can be joined with event trigger and you can ensure a extended check after function creating.

examples:
postgres=# LOAD 'plpgsql';
LOAD
postgres=# CREATE EXTENSION plpgsql_check;
LOAD
postgres=# CREATE TABLE t1(a int, b int);
CREATE TABLE

postgres=#
CREATE OR REPLACE FUNCTION public.f1()
RETURNS void
LANGUAGE plpgsql
AS $function$
DECLARE r record;
BEGIN
FOR r IN SELECT * FROM t1
LOOP
RAISE NOTICE '%', r.c; -- there is bug - table t1 missing "c" column
END LOOP;
END;
$function$;

CREATE FUNCTION

postgres=# select f1(); -- execution doesn't find a bug due empty table t1
f1
────

(1 row)

postgres=# \x
Expanded display is on.
postgres=# select * from plpgsql_check_function_tb('f1()');
─[ RECORD 1 ]───────────────────────────
functionid │ f1
lineno │ 6
statement │ RAISE
sqlstate │ 42703
message │ record "r" has no field "c"
detail │ [null]
hint │ [null]
level │ error
position │ 0
query │ [null]

postgres=# \sf+ f1
CREATE OR REPLACE FUNCTION public.f1()
RETURNS void
LANGUAGE plpgsql
1 AS $function$
2 DECLARE r record;
3 BEGIN
4 FOR r IN SELECT * FROM t1
5 LOOP
6 RAISE NOTICE '%', r.c; -- there is bug - table t1 missing "c" column
7 END LOOP;
8 END;
9 $function$

select * from plpgsql_check_function('f1()', fatal_errors := false);
plpgsql_check_function
------------------------------------------------------------------------
error:42703:4:SQL statement:column "c" of relation "t1" does not exist
Query: update t1 set c = 30
-- ^
error:42P01:7:RAISE:missing FROM-clause entry for table "r"
Query: SELECT r.c
-- ^
error:42601:7:RAISE:too few parameters specified for RAISE
(7 rows)

postgres=# select * from plpgsql_check_function('fx()', format:='xml');
plpgsql_check_function
────────────────────────────────────────────────────────────────
<function oid="16400"> ↵
<issue> ↵
<level>error</level> ↵
<sqlstate>42P01</Sqlstate> ↵
<message>relation "foo111" does not exist</Message> ↵
<stmt lineno="3">RETURN</Stmt> ↵
<query position="23">SELECT (select a from foo111)</Query>↵
</Issue> ↵
</Function>
(1 row)
27 Dec 21:59

Power-Loss-Protected SSDs Tested: Only Intel S3500 Passes

by Soulskill
lkcl writes "After the reports on SSD reliability and after experiencing a costly 50% failure rate on over 200 remote-deployed OCZ Vertex SSDs, a degree of paranoia set in where I work. I was asked to carry out SSD analysis with some very specific criteria: budget below £100, size greater than 16Gbytes and Power-loss protection mandatory. This was almost an impossible task: after months of searching the shortlist was very short indeed. There was only one drive that survived the torturing: the Intel S3500. After more than 6,500 power-cycles over several days of heavy sustained random writes, not a single byte of data was lost. Crucial M4: failed. Toshiba THNSNH060GCS: failed. Innodisk 3MP SATA Slim: failed. OCZ: failed hard. Only the end-of-lifed Intel 320 and its newer replacement, the S3500, survived unscathed. The conclusion: if you care about data even when power could be unreliable, only buy Intel SSDs." Relatedly, don't expect SSDs to become cheaper than HDDs any time soon.

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25 Dec 11:36

Christmas Lights

Merry Christmas from xkcd!
24 Dec 18:43

Tuesday, December 24, 2013

Rose is Rose by Don Wimmer and Pat Brady for December 24, 2013
20 Dec 18:49

Joshua Tolley: Database federation performance showdown

Flickr user garryknight

The PostgreSQL Foreign Data Wrapper has gotten a fair bit of attention since its release in PostgreSQL version 9.3. Although it does much the same thing the dblink contrib module has long done, it is simpler to implement for most tasks and reuses the same foreign data wrapper infrastructure employed by several other contrib modules. It allows users to "federate" distinct PostgreSQL databases; that is, it allows them to work in combination as though they were one database. This topic of database federation has interested me for some time -- I wrote about it a couple years ago -- and when postgres_fdw came out I wanted to see how it compared to the solution I used back then.

First, some background. The key sticking point of database federation that I'm focused on is transaction management. Transactions group a series of steps, so either they all complete in proper sequence, or none of them does. While lots of databases, and other technologies like messaging servers, can handle transactions that involve only one service (one database or one messaging server instance, for example), federation aims to allow transactions to span multiple services. If, for instance, given a transaction involving multiple databases, one database fails to commit, all the other databases in the transaction roll back automatically. See my post linked above for a more detailed example and implementation details. In that post I talked about the Bitronix transaction manager, whose job is to coordinate the different databases and other services in a transaction, and make sure they all commit or roll back correctly, even in the face of system failures and other misbehavior. There are other standalone transaction managers available. I used Bitronix simply because a knowledgeable friend recommended it, and it proved sufficient for the testing I had in mind.

So much for introduction. I wanted to see how Bitronix compared to postgres_fdw, and to get started I took the simple sequence of queries used by default by pgbench, and created a test database with pgbench, and then made three identical copies of it (named, of course, athos, porthos, aramis, and dartagnan -- I wasn't energetic enough to include the apostrophe in the name of the fourth database). The plan was to federate athos and porthos with Bitronix, and aramis and dartagnan with postgres_fdw. More precisely, the pgbench test schema consists of a
small set of tables representing a simple banking scenario. In its default benchmark, pgbench selects from, inserts into, and updates these tables with a few simple queries, shown below. Like pgbench, my test script replaces identifiers starting with a ":" character with values selected randomly for each iteration.

UPDATE pgbench_accounts SET abalance = abalance + :delta WHERE aid = :aid;
SELECT abalance FROM pgbench_accounts WHERE aid = :aid;
UPDATE pgbench_tellers SET tbalance = tbalance + :delta WHERE tid = :tid;
UPDATE pgbench_branches SET bbalance = bbalance + :delta WHERE bid = :bid;
INSERT INTO pgbench_history (tid, bid, aid, delta, mtime) VALUES (:tid, :bid, :aid, :delta, CURRENT_TIMESTAMP);

I decided to configure my test as though pgbench's "accounts" table was in one database, and the "tellers", "branches", and "history" tables were in another. For the Bitronix test I can simply connect to both databases and ignore the tables that aren't applicable, but for testing postgres_fdw I need to set up dartagnan's pgbench_accounts table as a foreign table in the aramis database, like this:

aramis=# drop table pgbench_accounts;
DROP TABLE
aramis=# create server dartagnan foreign data wrapper postgres_fdw options (dbname 'dartagnan');
CREATE SERVER
aramis=# create user mapping for josh server dartagnan options (user 'josh');
CREATE USER MAPPING
aramis=# create foreign table pgbench_accounts (aid integer not null, bid integer, abalance integer, filler character(84)) server dartagnan;
CREATE FOREIGN TABLE

The test script I wrote has two modes: Bitronix mode, and postgres_fdw mode. For each, it repeats the pgbench test queries a fixed number of times, grouping a certain number of these iterations into a single transaction. It then changes the number of iterations per transaction, and repeats the test. In the end, it gave me the following results, which I found very interesting:

The results show that for small transactions, postgres_fdw performs much better. But when the transactions get large, Bitronix catches up and takes the lead. The graph shows a curve that may be part of an interesting trend, but it didn't seem worthwhile to test larger numbers of iterations per single transaction, because the larger transactions in the test are already very large compared to typical real-life workloads. It's difficult to see exactly what's going on in the center of the graph; here's a log rescaling of the data to make it clear what the numbers are up to.

All in all, it doesn't surprise me that postgres_fdw would be faster than Bitronix for small and medium-sized transactions. Being more tightly coupled to PostgreSQL, it has a faster path to get done what it wants to do, and in particular, isn't restricted to using two-phase commit, which is generally considered slow. I was surprised, however, to see that Bitronix managed to catch up for very large transactions.

20 Dec 17:00

De como José Dirceu virou um negro, e Joaquim Barbosa, o seu feitor. Quem assegura isso é um deputado petista… negro!

by giinternet
Este negro — Edison Santos — disse com todas as letras que...

Este negro — Edison Santos — disse com todas as letras que…

... este outro negro não é seu "irmão" porque usou o chicote...

… este outro negro não é seu “irmão” porque usou o chicote…

... contra este negro. Logo, Barbosa é mesmo um feitor!

… contra este negro. Logo, Barbosa é mesmo um feitor!

A Central Única dos Trabalhadores promoveu nesta quinta, no Rio, uma daquelas manifestações indecorosas de apoio aos mensaleiros a que volta e meia se dedica. Exige a libertação dos presos. Só vai acontecer se Dilma resolver indultá-los. A Constituição lhe dá esse poder, mas não creio que a Soberana a tanto se atrevesse. Se ela pode ter José Dirceu preso, por que iria querer soltá-lo, não é mesmo? Coisas formidáveis foram ditas lá. A personagem da noite foi o deputado negro Edson Santos (PT-RJ), ministro da Igualdade Racial no governo Lula.

Numa manifestação de fato estupefaciente, ele afirmou, segundo informa a Folha:
“Negros que usam o chicote para bater em outros negros não são meus irmãos. O Joaquim Barbosa não é meu irmão”.

Como entender a frase? Bem, comecemos pelo óbvio. O deputado petista está bravo com as decisões tomadas por Barbosa no julgamento do mensalão. Até tive a curiosidade de rever a lista dos condenados e dos presos. Não há nenhum negro no grupo. Assim, Santos certamente não se referia à cor da pele dos brutos — incluindo, evidentemente, a de José Dirceu. O “negro” da sua fala é uma metáfora e, na expressão mais perversa, uma metonímia.

Para o deputado, “negro” é a palavra que designa a vítima da injustiça, da exclusão, da opressão. Assim, na sua cabeça ao menos, José Dirceu, na escala dos martírios, foi promovido da condição de corrupto e quadrilheiro, crimes pelos quais Barbosa o condenou, à de… “negro”. Santos está associando a discriminação de que são alvos as pessoas com essa cor de pele àquela que o ex-ministro sofreria hoje (???). E quem é o seu algoz, o seu feitor, o seu capitão do mato? Ninguém menos do que Joaquim Barbosa.

Escrevo há muito tempo neste blog sobre o que defini como “racismo de segundo grau”, muito mais sofisticado do que a discriminação pura e simples, bronca, brucutu, ignorante — que é aquela do sujeito que não suporta “o outro” porque diferente dele, seja preto, amarelo, vermelho e, claro!, a depender do grupo, branco. Esse racismo meio visceral, que nasce da ignorância, acredito, é mais fácil de combater. Eu confio no valor da educação e no peso dos fatos.

Há um outro racismo, este mais sutil, que pretende deitar um olhar caridoso sobre a diferença. É muito influente na nossa imprensa. Mistura-se, não raro, com o racialismo e pode ser cultivado por brancos e negros. Esse racismo consiste em ver o mundo segundo o filtro da cor da pele. Qualquer que seja a manifestação social, o primeiro recorte que interessa é o da cor da pele. Seria ela o fato gerador de qualquer fenômeno social. Nesta quinta, no STF, por exemplo, ao defender a descriminação da maconha, o ministro Luís Roberto Barroso observou que a maioria dos pequenos traficantes presos é composta de pretos e pobres. A expressão desse racismo sutil transforma qualquer ocorrência social numa questão de pele — ainda que seu intuito seja “salvar” e proteger os negros.

O racismo que chamo de “segundo grau” é outra coisa. Consiste em estabelecer um conjunto de valores, de crenças e de escolhas a que um negro estaria sujeito porque negro. Assim, ele já nasceria menos livre para fazer as suas opções porque necessariamente atrelado a uma pauta — pauta esta que não nasceria de escolhas políticas, mas cairia, como diria certo barbudo, da “árvore dos acontecimentos”. Tome-se o caso das cotas: um branco poderia defendê-la ou não — afinal, ele é branco! Já um negro não teria escapatória.

Mais: esse racismo de segundo grau quer transformar o negro não apenas num defensor da, vá lá, “causa de sua gente”. Nada disso! O “negro”, nesse caso, é metáfora, mas é também metonímia: ele é uma parte que tem de simbolizar o “todo” das opressões. Assim, para que um “negro indivíduo” ganhe o direito de ser um “negro coletivo”, ele tem de abraçar as demandas de sua “raça”, mas também as outras: não só as das ditas minorias como também as dos partidos de esquerda. Nesse sentido, um negro autêntico, respeitável, um negro “negro”, tem de ser também de esquerda.

Ora, se Joaquim Barbosa se negou a ceder às exigências do partido que exerce a hegemonia no terreno das esquerdas e se teve uma atuação importante para mandar os mensaleiros companheiros para a cadeia, então teria agido como traidor, mero “negro indivíduo” — quando o certo seria ser um “negro coletivo”.

Santos, assim, procura cassar as credenciais de “negro” de Joaquim Barbosa. Para o agora deputado, só uma escolha de Barbosa era aceitável — e, pois, escolha ele não tinha: cabia-lhe inocentar o “negro” José Dirceu. Em vez disso, segundo o deputado petista, o ministro pegou o “chicote”.

Chefe da Papuda
Ah, sim: Santos informou que tudo vai bem na Papuda. Dirceu, diz ele, já está organizado a festa de Natal — segundo se entende, com outros presos. Não tem jeito. Este homem nasceu para o comando. Já foi o chefão do Planalto. Agora é o chefão da Papuda.

19 Dec 19:34

Free Software Foundation Endorses a "Truly Free" Laptop

by timothy
An anonymous reader writes "The Free Software Foundation announced today the first laptop they have been able to certify as-is that respects the user's freedoms. The laptop is free down to using Coreboot in place of a proprietary BIOS. The OS shipped on the laptop is Trisquel, the Ubuntu derived Linux OS that removes all traces of proprietary firmware, patented formats, etc. The only issue though for new customers is this endorsed laptop comes down to being a refurbished 2006 ThinkPad X60 with single or dual-core Intel CPU, 1GB+ of RAM, 60GB+ HDD, and a 1024x768 12.1-inch screen, while costing $320+ USD (200 GBP). The FSF-certified refurbished laptops are only offered for sale through the Gluglug UK shop. Are these outdated specs worth your privacy and freedom?"

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19 Dec 15:19

Why Charles Stross Wants Bitcoin To Die In a Fire

by timothy
Hugh Pickens DOT Com writes "SF writer Charles Stross writes on his blog that like all currency systems, Bitcoin comes with an implicit political agenda attached and although our current global system is pretty crap, Bitcoin is worse. For starters, BtC is inherently deflationary. There is an upper limit on the number of bitcoins that can ever be created so the cost of generating new Bitcoins rises over time, and the value of Bitcoins rise relative to the available goods and services in the market. Libertarians love it because it pushes the same buttons as their gold fetish and it doesn't look like a "Fiat currency". You can visualize it as some kind of scarce precious data resource, sort of a digital equivalent of gold. However there are a number of huge down-sides to Bitcoin says Stross: Mining BtC has a carbon footprint from hell as they get more computationally expensive to generate, electricity consumption soars; Bitcoin mining software is now being distributed as malware because using someone else's computer to mine BitCoins is easier than buying a farm of your own mining hardware; Bitcoin's utter lack of regulation permits really hideous markets to emerge, in commodities like assassination and drugs and child pornography; and finally Bitcoin is inherently damaging to the fabric of civil society because it is pretty much designed for tax evasion. "BitCoin looks like it was designed as a weapon intended to damage central banking and money issuing banks, with a Libertarian political agenda in mind—to damage states ability to collect tax and monitor their citizens financial transactions," concludes Stross. "The current banking industry and late-period capitalism may suck, but replacing it with Bitcoin would be like swapping out a hangnail for Fournier's gangrene.""

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19 Dec 00:58

Congresso reage à tentativa de golpe cartorial que Dias Toffoli quis dar no financiamento de campanha

by giinternet

Denunciei aqui na manhã desta quarta-feira o golpezinho cartorial que o ministro Dias Toffoli tentou dar durante a votação de uma mera resolução no TSE. O ministro quis usar o expediente para, simplesmente, excluir uma batelada de empresas da lista de possíveis doadoras de campanha. E a sua proposta inicial era ainda mais abrangente.

Toffoli tentou, em suma, resolver pela via cartorial o que é, obviamente, assunto do Congresso. Pior ainda: a questão do financiamento de campanha está sendo votada no STF. Ele não quis esperar. Essa agenda tem nome: financiamento público de campanha. E essa tese tem paternidade. PT! Pois bem, conforme informam Laryssa Borges e Marcella Mattos na VEJA.com, o Congresso reagiu. Leiam texto.

Os presidentes do Senado e da Câmara, Renan Calheiros (PMDB-AL) e Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), se manifestaram contrários à intervenção do STF (Dida Sampaio/AE e Beto Barata). Após o futuro presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro José Antonio Dias Toffoli, levar para o plenário da Corte a discussão sobre restrições para empresas financiarem campanhas eleitorais e partidos políticos, a cúpula do Congresso Nacional reagiu nesta quarta-feira e reclamou de “intromissão” do Judiciário em temas do Legislativo.

“Quem recebeu a delegação do povo para legislar foi o Congresso Nacional, não o STF e não o TSE. Só o Congresso pode fazer as leis. É importante que o Supremo saiba disso e que o TSE também”, disse o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). “É uma coisa invasiva com a qual o Congresso não vai e não pode concordar”, completou.

“A questão de reforma política e eleitoral na sua integralidade é de competência do Poder Legislativo. Acho que os Poderes têm de se respeitar reciprocamente. O Judiciário é importante no seu papel de interpretação das leis, mas quem tem legitimidade de fazer a lei, atribuição constitucional, são todos aqui eleitos pelo voto popular”, afirmou o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN).

Reação
Em retaliação, os parlamentares também articulam a votação de projetos que afetam as atribuições e o dia a dia do STF, como os que tratam de limitação do mandato dos ministros ou que mudam a forma de escolha dos magistrados – hoje, o presidente da República indica o ministro, que é sabatinado no Senado.

No início do ano, outro projeto contra o STF avançou no Congresso: a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara aprovou uma emenda constitucional que submete parte das decisões do Supremo ao crivo do Legislativo. Pelo texto, ações diretas de inconstitucionalidade (ADI) teriam de ser analisadas pelo Legislativo, e as súmulas vinculantes (mecanismo editado pelo STF que deve ser seguido por todas as instâncias do Judiciário) também seriam submetidas ao Parlamento antes de entrar em vigor.

Na última semana o Supremo começou a julgar se é constitucional ou não que empresas doem para partidos políticos e para candidatos. Os debates foram interrompidos por um pedido de vista do ministro Teori Zavascki. Até agora, quatro ministros – Luiz Fux, Joaquim Barbosa, Luís Roberto Barroso e Dias Toffoli – declararam ser favoráveis a restrições de doações por empresas. No TSE, uma proposta de resolução apresentada por Toffoli buscava proibir doações de empresas que, de algum modo, têm capital estrangeiro. A ideia original do magistrado, aliás, incluía vetar doações de companhias com capital em Bolsa e das que tomaram empréstimos de bancos públicos. Um pedido de vista do ministro Gilmar Mendes parou o julgamento no TSE.

 

18 Dec 21:55

Agora só resta a Haddad apelar à bancada do PT no STF

by giinternet

Agora só resta ao prefeito Fernando Haddad apelar à bancada petista do STF!!! “Isso existe, Reinaldo?” Ô se existe! É o bolivarianismo à moda PT. Adiante! O Superior Tribunal de Justiça (STJ) disse “não” ao recurso da Prefeitura de São Paulo e manteve a liminar do Tribunal de Justiça de São Paulo que suspendeu o reajuste do IPTU na capital. O TJ acatou o pedido de liminar em duas Ações Diretas de Inconstitucionalidade, movidas, respectivamente, pelo PSDB e pela Fiesp.

O partido e a federação alegaram que o reajuste aprovado pela Câmara dos Vereadores — de até 20% para imóveis residenciais e 35% para imóveis comerciais — fere o princípio da “razoabilidade”; no caso, vai além da capacidade contributiva dos pagadores do imposto. Também foi acatado o argumento de que a aprovação desrespeitou o rito da Câmara, o que é verdade.

A saída, então, é a Prefeitura recorrer ao STF. Se perder também nessa instância — e a votação só deve acontecer no ano que vem —, não restará outra saída que não votar um novo projeto na Câmara dos Vereadores — nesse caso, terá de respeitar o trâmite normal da Casa, e, obviamente, o índice de reajuste do imposto terá de ser menor.

Essa história do IPTU na cidade é uma impressionante comédia de erros. Em primeiro lugar, é preciso que fique claro que a Câmara é, sim, livre para decidir a forma como encaminha as votações. Uma vez decidida, é obrigada a seguir os procedimentos que ela própria escolheu. Ou a Justiça será fatalmente acionada. Em segundo lugar, um governante não é livre para aumentar um imposto ou taxa segundo o que lhe dá na telha. É preciso ter um critério que seja reconhecido como razoável e justo.

Vamos ver o que dirá o STF. Esse é o tipo de batalha, para lembrar aqueles trocadilhos marinescos, em que “se perde ganhando e se ganha perdendo”. Vale dizer: se o Supremo derrubar a liminar, e Haddad puder aplicar o reajuste, pior pra ele.

18 Dec 21:55

The Software Inferno

by Soulskill
CowboyRobot writes "The Software Inferno is a tale that parallels The Inferno, Part One of The Divine Comedy written by Dante Alighieri in the early 1300s. That literary masterpiece describes the condemnation and punishment faced by a variety of sinners in their hell-spent afterlives as recompense for atrocities committed during their earthly existences. The Software Inferno is a similar account, describing a journey where 'sinners against software' are encountered amidst their torment, within their assigned areas of eternal condemnation, and paying their penance. Quoting: 'CANTO 6 - HERESY: ...The countess explained that these chaotically traveling souls were strongly at variance with well-established beliefs and laws of software engineering developed by experts on the subject. Their unabashed contempt for universally accepted truths spawned decision making that wrought great damage upon software projects in their charge. Some challenged Fred Brooks' sacred counsel in futile attempts to rise above their failings by adding new people with woefully insufficient qualifications to rescue already-late projects. Others flaunted their derision by disregarding software design patterns sanctified by the Gang of Four, instead opting for inelegance of their own in attempts to solve problems whose solutions were already proven, well known, and time-honored.'"

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18 Dec 21:54

Dilma toma decisão sobre os caças: comprará o Gripen da Suécia

by giinternet

Por Gabriel Castro, na VEJA.com:
A fabricante sueca Saab fornecerá os 36 novos caças à Força Aérea Brasileira (FAB). O programa de substituição das aeronaves FX2, que envolve um orçamento de 5 bilhões de dólares, passou por diversos adiamentos nos últimos anos, mas a presidente optou pelo Gripen — a aeronave mais barata entre as três competidoras. Estavam no páreo a americana Boeing e a francesa Dassault. Mais cedo, a presidente Dilma Rousseff participou de uma cerimônia de encerramento do ano organizada pela cúpula militar. Lá, ela anunciou oficialmente que o ministro da Defesa, Celso Amorim, e o Comandante da Aeronáutica, Juniti Saito, estavam autorizados a divulgar o resultado da concorrência.

 O Gripen oferecido ao governo ainda é um projeto — não há nenhum modelo similar em operação no mundo. Suas versões mais antigas são avaliadas como mais adaptáveis e menos dispendiosas do que os similares oferecidos pela Boeing e pela Dassault. Entre os países que usam modelos Gripen estão Reino Unido, República Checa, Hungria e Tailândia, além da própria Suécia. A escolha dos caças encerra uma negociação que remonta a 1991, quando a Força Aérea Brasileira (FAB) decidiu que precisava renovar sua frota de caças. As únicas seis unidades em operação atualmente, os Mirage 2000, da Dassault, serão aposentados no dia 31 de dezembro e serão substituídos por modelos F5, enquanto o Gripen entra em processo de fabricação.

 Em 2009, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou a anunciar que o Brasil havia escolhido adquirir os caças da França. A moeda de troca era o apoio do país à entrada do Brasil no Conselho de Segurança da ONU. Tempos depois, o Ministério da Defesa negou que o governo tivesse tomado alguma decisão. Curiosamente, o então presidente francês Nicolas Sarkozy, no mesmo período, havia se negado endossar decisão do governo brasileiro de apoio ao Irã. O negócio dos caças foi desfeito em retaliação. A decisão sobre os caças ocorre pouco antes da aposentadoria do Mirage e dias depois de o presidente francês, François Hollande, vir ao Brasil acompanhado do presidente da Dassault, Eric Trappier, para se reunir com a presidente Dilma Rousseff. A compra dos caças esteve em pauta, apesar de os dois terem silenciado sobre o tema. Dilma teria aproveitado o encontro para dizer a Hollande que a compra do Rafale não ocorreria devido ao alto preço das aeronaves.

Snowden atrapalha Boeing
O tema dos caças foi preterido ao longo do governo Dilma. Nas poucas discussões consistentes sobre o tema, a favorita da presidente era Boeing. Não só a proposta de transferência de tecnologia da gigante americana havia agradado à FAB, como a vinda da empresa ao Brasil havia suscitado uma série de possibilidades de parcerias com a indústria que iam além dos F18. Segundo documentos sigilosos divulgados pelo Wikileaks, o brigadeiro Juniti Saito também havia explicitado, em 2009, a superioridade técnica da aeronave americana. Contudo, a saia-justa causada pelas denúncias do ex-técnico da CIA e da Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês) dos Estados Unidos, Edward Snowden, que revelaram práticas de espionagem do órgão a diversos governos — inclusive o brasileiro — colocaram a Boeing no fim da fila e colocaram no páreo apenas franceses e suecos.

Em entrevista ao site de VEJA, a presidente da Boeing no Brasil e ex-embaixadora, Donna Hrinak, afirmou que o F18 não só é tecnicamente superior, como também a proposta da empresa para o projeto foi aprimorada ao longo dos anos. Segundo Donna, o governo brasileiro tem toda a razão em condenar as ações da NSA, mas reafirmou que a força das relações comerciais entre Brasil e EUA vai muito além das denúncias. “É uma relação bilateral de muitos anos. Compartilhamos valores e interesses. E não podemos deixar que essa relação seja afetada por Edward Snowden”, afirmou.

18 Dec 14:48

Unreleased 1963 Beatles Tracks On Sale To Preserve Copyright

by Soulskill
Taco Cowboy writes "Back in 1963, the Beatles did some performances for the BBC and other places. The songs were recorded, but never officially released. Now, 50 years later, Apple has packaged all 59 tracks together and put them up for sale on iTunes for $40. The reason? Copyright. The copyright for unreleased works expires 50 years after the works are recorded. By releasing the 59 tracks on iTunes before the end of December, the songs will be protected under copyright law for 20 more years."

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18 Dec 14:47

Ted Nelson's Passionate Eulogy for Douglas Engelbart

by Unknown Lamer
theodp writes "Speaking at a memorial event for the legendary Douglas Engelbart at the Computer History Museum, Ted Nelson was pissed-with-a-capital-P. Nelson in effect gave two powerful eulogies — one for his friend Dr. Engelbart, who left this Earth in July, and a second for Engelbart's career, which essentially began 'dying' four decades earlier due to short-sighted organizations' failure to fund the brilliant guy who gave the world The Mother of All Demos in 1968. 'Let us never forget that Doug Engelbart was dumped by ARPA,' Nelson laments. 'Doug Engelbart was dumped by SRI, Doug Engelbart was snubbed by Xerox PARC, and for the rest of his working life he had no chance to take us further...Just as we can only guess what John Kennedy might have done, we can only guess what Doug Engelbart might have done had he not been cut down in his prime.' It's a very moving and passionate speech (despite some oddly inappropriate audience laughter). And, alas, a very sad one in a world that throws $4 billion at the likes of Snapchat and Pinterest."

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18 Dec 10:30

Não Sou Totalmente contra o Natal

by Augustus Nicodemus Lopes
Como todos os cristãos em geral, eu sou contra a secularização do Natal, o comércio que se faz em torno da data, as festas e bebedeiras que ocorrem na época. Todos sabemos que Papai Noel, árvores de Natal, guirlandas, bolinhas brilhantes e coloridas, bengalinhas de açúcar e anjinhos pendurados nas árvores, nada disso faz parte do Natal. São acréscimos culturais e pagãos feitos ao longo dos séculos e certamente não pelos verdadeiros cristãos.

Por isto, acho que não deveríamos ter nos cultos de Natal qualquer desses símbolos, desde Papai Noel até a árvore. Há quem pense diferente. Ellen White, profetiza mor do Adventismo, ensinava que se deveria ter uma árvore de Natal no culto e que a mesma poderia ser enfeitada durante a celebração.
"Deus muito Se alegraria se no Natal cada igreja tivesse uma árvore de Natal sobre a qual pendurar ofertas, grandes e pequenas, para essas casas de culto”. [1] 
Sou veementemente contra essa idéia.

Também sou contra fazer de 25 de dezembro uma espécie de dia “santo”. Para nós, há somente um dia “santo”, por assim dizer, que é o dia do Senhor, o domingo. A maioria dos cristãos esclarecidos sabe que a data 25 de dezembro foi escolhida depois do período dos apóstolos, por três razões: para substituir as celebrações pagãs da Saturnália, substituir as celebrações do solstício do inverno, quando era adorado o Sol Invicto e por ser a data de aniversário do imperador Constantino. Todos estão conscientes de que Jesus pode não ter nascido – e provavelmente não nasceu – nessa data. Ela é uma convenção apenas, aceita pela Cristandade desde tempos antigos.

Por causa dos abusos, dos acréscimos pagãos e do desvirtuamento do sentido, muitos têm se posicionado contra as celebrações natalinas no decorrer dos séculos. Posso entender perfeitamente seus argumentos. Um bom número de seitas, por exemplo, insiste que o Natal é uma festa pagã e que todos os verdadeiros cristãos deveriam afastar-se dela.

As Testemunhas de Jeová estão entre as que atacam de maneira mais ferrenha as festividades natalinas. Num artigo intitulado "Crenças e Costumes que Desagradam a Deus" as Testemunhas de Jeová argumentam:
"Jesus não nasceu em 25 de dezembro. Ele nasceu por volta de 1° de outubro, época do ano em que os pastores mantinham seus rebanhos ao ar livre, à noite (Lucas 2:8-12). Jesus nunca ordenou que os cristãos celebrassem seu nascimento. Antes, mandou que comemorassem ou recordassem sua morte (Lucas 22.19,20)".[2] 
Todavia, considerando a rejeição aberta e agressiva que as Testemunhas de Jeová mantém contra a Encarnação e a divindade de Jesus Cristo, não se poderia esperar outra atitude deles.

Mais recentemente, igrejas e pregadores neopentecostais passaram a atacar duramente os cultos natalinos. Os argumentos são similares aos das seitas contra o Natal, só que com mais ênfase no caráter pagão-satânico do "bom velhinho". O ataque é resultado da visão dicotomizada de mundo que caracteriza muitos neopentecostais (não a todos, obviamente) e faz parte das críticas que fazem aos programas de Disney, às cartas de baralho, às mensagens satânicas subliminares em músicas de rock, etc., o que enfraquece bastante a força dos seus ataques ao Natal.

Os abusos e distorções também têm provocado reação contrária ao Natal de pastores e estudiosos reformados. Os argumentos são basicamente os mesmos empregados pelas seitas e pelos neopentecostais, sem que com isso queiramos comparar ou assemelhar esses grupos: falta de prescrição bíblica, incerteza da data exata do nascimento, origem pagã da festa e introdução de elementos pagãos ao longo do tempo.

Estou de acordo com as críticas feitas aos abusos e distorções. Todavia, acredito que precisamos jogar fora somente a água suja da banheirinha, e não o bebê. Penso que a realização de um culto a Deus em gratidão pelo nascimento de Jesus Cristo nessa época do ano, como parte do calendário de ocasiões especiais da Cristandade, se encaixa no espírito cristão reformado.

Além do que, alguns dos argumentos usados para a cessação total da realização de cultos dessa ordem não me parecem persuasivos.
         
Por exemplo, o argumento do silêncio da Bíblia, usado quanto às prescrições de comemorar o nascimento de Jesus, para mim não é definitivo. A Bíblia silencia quanto a muita coisa que é praticada nos cultos das seitas, dos neopentecostais e mesmo dos reformados. Eu sei que a celebração dos anjos e pastores na noite do nascimento de Jesus, bem como a atitude dos magos posteriormente, não são argumentos suficientes para estabelecermos cultos natalinos, mas pelo menos mostra que não é errado nos alegrarmos com o nascimento do Salvador.

Os argumentos de que os Reformadores, puritanos e presbiterianos antigos eram contra o Natal também não é final. A começar pela falibilidade das opiniões deles, especialmente em áreas onde as Escrituras não tinham muita coisa a dizer. Há muita manipulação das opiniões desses antigos heróis da fé pelos seus seguidores hoje (entre os quais me incluo, mas não na categoria de seguidor cego). Quando eles concordam, são citados. Quando discordam, são esquecidos. Aliás, não tenho certeza que Calvino era contra cultos em ocasiões especiais do calendário cristão. Ao que parece, ele era favorável.

A questão toda, ao final, é quanto ao calendário litúrgico, isto é, a validade ou não das igrejas reformadas realizarem cultos temáticos alusivos às datas tradicionais da Cristandade, como o nascimento de Jesus, sua paixão, morte e ressurreição, Pentecostes, etc. Nenhum Reformado realmente coloca 25 de dezembro como um dia santo, em mesmo pé de igualdade com o domingo. Trata-se de uma data do calendário litúrgico cristão, que pode ou não ser usado como uma ocasião propícia.

As grandes confissões reformadas consentem com o uso dessas datas. A Confissão de Fé de Westminster diz que
"... são partes do ordinário culto de Deus, além dos juramentos religiosos; votos, jejuns solenes e ações de graças em ocasiões especiais, tudo o que, em seus vários tempos e ocasiões próprias, deve ser usado de um modo santo e religioso." [3] 
A Segunda Confissão Helvética de 1566, produzida sob supervisão de Bullinger, discípulo de Calvino, declara (XXIV): "Ademais, se na liberdade cristã, as igrejas celebram de modo religioso a lembrança do nascimento do Senhor, a circuncisão, a paixão, a ressurreição e Sua ascensão ao céu, bem como o envio do Espírito Santo sobre os discípulos, damos-lhes plena aprovação".

A velha Igreja Reformada Holandesa, no famoso Sínodo de Dort (1618-1619), adotou uma ordem para a igreja que incluía a observância de vários dias do calendário cristão, inclusive o nascimento de Jesus (art. 67). Isso mostra que, no mínimo, muitos Reformados eram favoráveis à celebração de datas especiais do calendário litúrgico cristão.

Por fim, creio, também, que a celebração do Natal no calendário cristão encaixa-se perfeitamente com a celebração dos grandes eventos da redenção pela oportunidade de esclarecer a doutrina da Encarnação (João 1.1-4,14). Afinal, o que deve ser celebrado não é simplesmente o nascimento de Jesus, mas a encarnação do Verbo de Deus, a vinda do Emanuel para a libertação do seu povo. Pode-se argumentar que esta doutrina (e outras quaisquer), podem ser ensinadas e celebradas regularmente pelo povo Deus, em qualquer domingo. Mas o argumento contrário também poderia ser usado: deveríamos parar de celebrar qualquer culto que não seja no domingo?

NOTAS

[1] Review and Herald, 11 de dezembro de 1879. Citado em http://www.cacp.org.br/Natal_e_os_adventistas.htm

[2] http://www.watchtower.org/t/rq/article_11.htm

[3] Confissão de Fé de Westminster, XXI, 5.
18 Dec 10:29

Financiamento de campanha – Dias Toffoli tenta dar um golpezinho cartorial e fazer triunfar no TSE parte da proposta do PT

by giinternet

Dias Toffoli

O ministro Dias Toffoli (foto), pelo visto, quer encarnar o Poder Legislativo e valer por todo o STF — desde que conte, claro!, com uma forcinha de seus colegas. Algo de realmente formidável se deu, nesta terça, no Tribunal Superior Eleitoral, do qual ele é membro. Toffoli levou sete Instruções Normativas sobre a disputa de 2014. Eis que o companheiro decidiu, vejam que coisa, proibir empresas que, de algum modo, contem com capital estrangeiro de contribuir com campanhas eleitorais. É estupefaciente por vários motivos.

Vejam o caput e os incisos do Artigo 28 da Resolução 957, que dispõe sobre as fontes proibidas de doação. Está, a meu ver, correto.

Instrução TSE 1

 

Eis que Toffoli decide dar, com todo o respeito, o que pode ser definido como um golpe. No Parágrafo Primeiro,  estende a proibição às empresas que, de algum modo, contem com capital estrangeiro, em qualquer uma das suas formas. Vejam:

Instrução TSE 2

E olhem que essa é a versão mais amena. Originalmente, informa o site do TSE, ele queria também que estivessem impedidas de doar “empresas brasileiras com aplicação em bolsa, que podem ter capital estrangeiro; empresas com empréstimos em instituições oficiais, e as que sejam controladoras de empresas estrangeiras.”

Uau! Somadas essa restrições àquelas que ficaram na resolução, tem-se quase a totalidade das empresas no Brasil. Só escapariam o pequeno comércio e as empresas de fundo de quintal.

Não vou me estender, não neste post, sobre o mérito da proibição da doação de empresas privadas a campanhas eleitorais. Já sabemos quais serão as consequências óbvias se esse troço prosperar. Neste texto, o que importa é outra coisa.

1: a Constituição brasileira pôs fim à discriminação do capital estrangeiro em qualquer de suas formas — logo, enquanto a doação for permitida, criar restrições a empresas estrangeiras parece-me uma óbvia afronta à Carta;

2: esse assunto, que já é de competência do Congresso, está em debate no STF. Toffoli, como se vê, pretende substituir os 513 deputados, os 81 senadores e os 11 ministros do Supremo pelos 7 do TSE;

3: ainda que aquela barbaridade que está no STF seja aprovada, dificilmente valerá para a eleição do ano que vem; já a resolução que está sendo votada no TSE é, sim, para a disputa de 2014;

4: com base em que argumento, em que fundamento, Toffoli transforma empresas de capital estrangeiro em meros braços de seus respectivos países de origem?

O fato é que o ministro se tornou um militante do financiamento público de campanha. Isso que tentou fazer no TSE entra na categoria das manobras escandalosas. Gilmar Mendes pediu vista.

Isso tudo, embora não pareça, é o desdobramento vicioso da punição dos mensaleiros. Ancora-se na falácia de que aqueles patriotas só cometeram uma penca de crimes por causa do financiamento privado. Uma ova! O dinheiro do mensalão serviu para corromper, não para financiar campanha. Seria decente que o ministro Dias Toffoli deixasse que  PT, partido que ele conhece bem, tentasse fazer triunfar no Congresso a sua tese do financiamento público. Impor uma vontade partidária, sem contar com o apoio da sociedade, no tapetão do Judiciário é coisa de país bolivariano, doutor!

17 Dec 23:15

It’s About the Settlements, Stupid

by David P. Goldman

Jewish settlements in Judea and Samaria, the misnamed occupied territories, are not the obstacle to peace between Israelis and Palestinians. They are the acid test of peace. To argue that peace is conceivable unless the bulk of the settlements remain in place constitutes stupidity or hypocrisy. Leave aside the issue of whether Jews have the right to live in the historic homeland of the Jewish people. Ignore the fact that the settlers live overwhelmingly on what was waste land and turned into gardens, vineyards, and industries which have uplifted the lives of Palestinian Arabs more than all the aid that has passed through (or rather stuck to) the fingers of the kleptocrats of the PA. Leave aside also Israel’s requirement for defensible borders: that is a critical issue but not identical to the continued presence of settlements.

Accepting the settlements is the sine qua non of any viable peace agreement. It does Israel no good to defend Israel’s right to exist but to condemn the settlers, as does Alan Dershowitz, not to mention the leaders of liberal Jewish denominations.

I believe in land for peace. That is a tautology: In territorial disputes the two main variables always are land and peace. But that implies more land for more peace and less land for less peace. The Palestinian Arabs had an opportunity to accept an Israeli state on just 5,500 square miles of land in 1947, and refused to do so. The armistice lines of 1948 left Israel with 8,550 square miles, and the Arab side refused to accept that. In 1967 Israel took an additional 5,628 square miles of land in dispute under international law; Jordan does not claim it, and no legal Arab authority exists to claim it. It is not “illegally occupied.” It has never been adjudicated by a competent authority.

To demand the 1948 armistice lines (the so-called 1967 borders) is to refuse any penalty for refusing to make peace in the past. That is the same as refusing any peace at all. Wars end when one side accepts defeat, and abandons the hope of restoring the status quo ante by force of arms. 1947 was a catastrophe (“Nakba”) for the Palestinian Arabs, to be sure, but it was a catastrophe of their own making; until they accept at least some degree of responsibility for the catastrophe, they will not be reconciled to any peace agreement. That is precisely what Palestine’s negotiator Saeb Erekat meant when he eschewed any recognition of Israel as a Jewish nation-state because “I cannot change my narrative.” The “narrative” is that the Jews are an alien intrusion into the Muslim Middle East and eventually must be eliminated by one means or another.

17 Dec 23:10

E um blogueiro lulo-petista fez o primeiro roteiro do livro de Tuma Júnior, que compromete gravemente o… PT! Leiam o e-mail

by giinternet

Quem diria!?

Paulo Henrique Amorim, que se mostra um lulo-petista mais ortodoxo do que caixinha de Maizena (para lembrar Luis Fernando Verissimo, um “autêntico”), participou ativamente do livro de Romeu Tuma Jr., intitulado “Assassinato de Reputações – Um Crime de Estado”. O delegado acusa o governo petista de montar uma máquina para fabricar e esquentar dossiês contra adversários. O autor chega a agradecer a colaboração de Amorim e Mino Carta…

Acreditem, meus caros! Eu realmente não leio o que escrevem aqueles que se dizem “blogueiros progressistas” e afins. Vejam o quanto produzo e em quais frentes. Não tenho tempo a perder. Mas, é claro, fico sabendo, de vez em quando,  de uma coisa ou outra.

Leitores enviaram comentários para o blog afirmando que  Amorim acusou Tuma Jr. de mentiroso. Pois é… Liguei para o delegado. “Paulo Henrique Amorim diz não ter nada a ver com o livro. Acho que ele ficou com receio da reação dos petistas. Afinal, a Caixa Econômica Federal é anunciante lá no blog dele…”
— Como não tem nada a ver? Eu comecei a fazer o livro com ele.
— Mas ele já era um defensor fanático do PT, com anúncio da Caixa Econômica Federal?
— Já!
— E por que ele está dizendo isso agora?
— Sei lá. Foi ele quem fez o primeiro roteiro do livro pra mim.
— O roteiro?
— É.
— Sugeriu os casos também sobre os quais o senhor deveria escrever?
— Tudo!
— No seu livro, o Gilberto Carvalho não se sai nada bem no caso Celso Daniel.
— Foi sugestão dele. Recomendou que eu falasse do Greenhalgh também…
— É mesmo?
— Sugeriu  que eu demonstrasse o real papel do Zé Dirceu no caso Daniel Dantas; do Tarso Genro…
— Que coisa! E por que pulou fora depois?
— Sei lá. Acho que ficou com medo de perder o patrocínio da Caixa e a fama de amiguinho do governo.
— O senhor tem provas disso?
— Tenho o e-mail que ele me mandou com o roteiro.
— O senhor pode me passar?
— Claro que eu posso. Só que você apaga os endereços porque eu tenho ética.
— Apago.

Segue o e-mail. Volto em seguida.

E-mail Paulo Henrique 1

 E-mail Paulo Henrique 2

E-mail Paulo Henrique 3

Encerro
Na campanha eleitoral de 1998, Paulo Henrique Amorim comandava reportagens que acusavam Lula de pesadas irregularidades na compra de seu apartamento de cobertura em São Bernardo. Para ler mais a respeito, clique aqui. Lula ganhou até direito de resposta, como se vê no vídeo abaixo.

Amorim não gostava nada do petismo. Depois virou um lulo-petista fanático, mais precisamente, a partir de 2003. Deve ter tido seus motivos. Em 1998, Lula era da oposição. Em 2003, virou governo.

E por que ele próprio sugeriu, quando já era um “blogueiro progressista”, um roteiro que pode ferrar com a vida de muito petista graúdo caso se faça uma investigação a sério das denúncias que lá estão?

Sei lá… Tenho uma hipótese: quanto mais denúncias houver contra petistas, mais necessários se tornam os blogueiros que os defendem, entenderam? É uma espécie de lei de mercado. Deve crescer a demanda por seu “trabalho”, o que valoriza a mão de obra… Essa é, reitero, apenas uma hipótese. A outra já diz respeito a coisas como  caráter, convicção, fidelidade, lealdade etc. Aí cada um faça o seu próprio juízo. Os leitores de Amorim, havendo quem o leia, devem ficar numa crise existencial terrível: confiam no blogueiro que leem ou naquele que fez um roteiro para Romeu Tuma Jr.? 

17 Dec 16:02

Juízes denunciam caos na Papuda desde a chegada dos mensaleiros, apontam risco de rebelião em razão dos privilégios de que gozam os criminosos de pedigree e pedem afastamento

by giinternet

Pois é… O óbvio sempre se lembra de acontecer. Juízes denunciam ameaça de rebelião na Papuda? Motivo? Os privilégios de que gozam os mensaleiros — os criminosos aristocratas. Antes que chegue lá, lembro algumas coisinhas.

No debate do dia 5 deste mês, na VEJA.com, a partir dos 16min22sw, afirmei:
“Se houver uma rebelião na Papuda, o culpado é o Zé Dirceu; os culpados são os senadores que foram lá [visitar mensaleiros]; os culpados são os deputados que foram lá. São os culpados políticos por uma eventual rebelião”.

O vídeo está aí. Volto em seguida.

No dia seguinte, em post neste blog escrevi:
“Afirmei isto no debate da VEJA.com, na quinta-feira, e reitero: os companheiros mensaleiros do PT — na verdade, parece que só eles importam (ver texto abaixo) — estão fazendo um esforço brutal para provocar uma rebelião na Papuda. Se acontecer, serão eles os únicos culpados.”

Leiam, agora, o que informa Vinicius Sassini, no Globo Online. Volto depois:
Três juízes que atuam na Vara de Execuções Penais (VEP) em Brasília, responsável pelos processos das prisões dos condenados do mensalão, pediram para ser removidos da Vara em razão dos conflitos surgidos desde a chegada dos condenados ao Complexo da Papuda. Entre os motivos elencados nos pedidos, encaminhados à Vice-Presidência do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, está a iminência de ocorrer uma rebelião e uma tentativa de fuga na próxima terça-feira, dia 24, véspera de Natal.

Eles também denunciam a existência de uma suposta sabotagem por parte de agentes penitenciários com o objetivo de prejudicar a VEP. Os pedidos dos juízes foram remetidos ao primeiro vice-presidente, desembargador Sérgio Bittencourt, no último dia 9. Dois dias depois, o desembargador negou a remoção dos juízes e encaminhou à Presidência do TJ, “com urgência”, as denúncias de rebelião, fuga e sabotagem.

Os juízes escreveram no pedido de remoção que magistrados, promotores de Justiça e defensores públicos constataram a tensão no sistema prisional desde a chegada dos mensaleiros à Papuda, principalmente em razão das regalias concedidas a eles pela administração penitenciária. Entre esses privilégios estava um dia especial de visitas, as sextas-feiras, medida derrubada pelos juízes substitutos da VEP.

Situação de caos no sistema prisional
A argumentação dos juízes para serem transferidos da VEP se baseia na situação que consideram “de caos” do sistema prisional desde a chegada dos condenados do mensalão. As detenções ocorreram em 15 de novembro, e, diante dos conflitos deles com o juiz titular da VEP, Ademar Silva de Vasconcelos, os magistrados já alegavam a necessidade de remoção da Vara.

Os primeiros pedidos nesse sentido foram feitos ainda em novembro e negados pela Vice-Presidência do TJ, a quem cabe decidir sobre remoções de juízes. Há poucos dias, diante da ampliação da tensão nos presídios da Papuda, inclusive com uma suspeita de sabotagem por parte de agentes prisionais, os magistrados voltaram a pedir remoção.
(…)
Pelo menos três fontes independentes teriam alertado um dos juízes sobre a possibilidade de rebelião na véspera do Natal. A unidade onde detentos estariam arquitetando a revolta é o Centro de Detenção Provisória (CDP), que fica ao lado do Centro de Internamento e Reeducação (CIR), dentro do Complexo da Papuda. É numa cela especial do CIR onde estão presos o ex-ministro José Dirceu; o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares; o ex-tesoureiro do PL (hoje PR) Jacinto Lamas; e os ex-deputados Romeu Queiroz, Pedro Corrêa, Bispo Rodrigues, Valdemar Costa Neto e Pedro Henry. Também é dada como certa, no pedido remetido à cúpula do TJ, que os agentes tentarão uma sabotagem com a finalidade de atrapalhar a atuação da Justiça.
(…)

Voltei
Os irresponsáveis fizeram de tudo para levar o caos à Papuda. Além dos políticos que foram fazer romaria para visitar os criminosos, a Secretaria da Segurança Pública do Distrito Federal é corresponsável pela tensão porque passou a administrar um sistema de privilégios. Se o pior acontecer, os senadores e deputados petistas que foram visitar os mensaleiros devem ser escalados para negociar com os presos. 

 

16 Dec 14:44

The Business of Attention Deficit Disorder

by timothy
Hugh Pickens DOT Com writes "Alan Schwarz writes in the NYT that the rise of ADHD diagnoses and prescriptions for stimulants over the years have coincided with a remarkably successful two-decade campaign by pharmaceutical companies to publicize the syndrome and promote the pills to doctors, educators and parents. 'The numbers make it look like an epidemic. Well, it's not. It's preposterous,' says Dr. Keith Conners, a psychologist who has led the fight to legitimize attention deficit hyperactivity disorder for more than fifty years. Few dispute that classic ADHD, historically estimated to affect 5 percent of children, is a legitimate disability that impedes success at school, work and personal life. But recent data from the CDC show that the diagnosis had been made in 15 percent of high school-age children, and that the number of children on medication for the disorder had soared to 3.5 million from 600,000 in 1990." (Read on for more.)

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16 Dec 00:34

Under the Hood of SteamOS

by timothy
jones_supa writes "SteamOS has been further inspected to see what kind of technical solutions it uses. The Debian-based OS uses Linux 3.10, shipping with a heap of patches applied, with the most focus being on real-time-like features. The kernel is also using aufs and they seem to be sitting on some bug fixes for upstream on top of that. The kernel is not using the new Intel P-State driver, with the reported reason being, 'it causes issues with sound being choppy during BigPicture trailer video playback.' SteamOS is using SysVinit as its init system. The desktop is backed by X.Org server 1.12.4 and a custom desktop compositor which seems to be a 4,200-line patch on xcompmgr. Catalyst and Mesa components can be found on the system, but so far only NVIDIA is officially supported. The system boots into Big Picture Mode, but the user can drop into a GNOME desktop. Responsible for a great deal of the kernel changes, SteamOS compositor work, and other SteamOS code is Pierre-Loup A. Griffais, a.k.a. 'Plagman'. He was a NVIDIA employee dealing with their Linux support. Another Valve employee doing lots of the SteamOS system-level work is John Vert, who up until last year was a Microsoft employee since 1991. There's also other former Microsoft employees on Valve's Linux team, like Mike Sartain."

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16 Dec 00:30

Google Makes It Harder For Marketers To Collect User Data

by timothy
cagraham writes "In a seemingly minor update, Google announced that all Gmail images will now be cached on their own servers, before being displayed to users. This means that users won't have to click to download images in every email now — they'll just automatically be shown. For marketers, however, the change has serious implications. Because each user won't download the images from a third-party server, marketers won't be able to see open-rates, log IP addresses, or gather information on user location and browser type. Google says the changes are intended to enhance user privacy and security."

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14 Dec 02:21

Valve Releases Debian-Based SteamOS Beta

by timothy
An anonymous reader writes that, as promised, "Valve has put out their first SteamOS Linux operating system beta. SteamOS 1.0 'Alchemist' Beta is forked from Debian Wheezy and features its own graphics compositor along with other changes. Right now SteamOS 1.0 is only compatible with NVIDIA graphics cards and uses NVIDIA's closed-source Linux driver. SteamOS can be downloaded from here, but the server seems to be offline under the pressure."

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