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10 Mar 17:43

The Secret Diary of Lizzie Bennet cover reveal.

by Bernie Su
Isabel

fica a dica pro meu aniversário =P

SDofLBDCoverAhead of its Twitter Fiction Campaign reactivating the accounts of Lizzie Bennet, Lydia Bennet and more;  Touchstone Books and Pemberley Digital reveal the cover of The Secret Diary of Lizzie Bennet.

More details about the book can be found here.

The book will be published on July 1st, 2014 and is available for pre-order  through the following outlets

 

HARDCOVER: 

Amazon  BN  IndieBound

E-BOOK:

a-kindle-logo-rgb-lg  iBookstore  nook_logo_branding

Available soon from Touchstone, an imprint of Simon & Schuster.

10 Mar 17:41

Meet Jabba the cat



Meet Jabba the cat

10 Mar 12:24

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10 Mar 12:09

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10 Mar 12:09

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10 Mar 12:07

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10 Mar 12:06

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07 Mar 14:01

You’re welcome Math geeks



You’re welcome Math geeks

07 Mar 11:25

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07 Mar 11:09

Oscar 2014: Comentários

by Vinicius Volcof
Isabel

sério que ele errou o principal prêmio?

Domingo, 2 de março de 2014. No Brasil, domingo de carnaval, de desfile na Sapucaí e Bloco da Preta. Em Los Angeles e no mundo cinéfilo, dia da entrega dos 86° Academy Awards, no Dolby Theatre. E os Oscars foram para:

Filme: 12 Anos de Escravidão
Direção:
 Alfonso Cuarón (Gravidade)
Ator: Matthew McConaughey (Clube de Compras Dallas)
Atriz: Cate Blanchett (Blue Jasmine) 
Ator coadjuvante: 
Jared Leto (Clube de Compras Dallas)
Atriz coadjuvante:
 Lupita Nyong’o (12 Anos de Escravidão)
Roteiro original:
  Spike Jonze (Ela) 
Roteiro adaptado:
 John Ridley (12 Anos de Escravidão) 
Animação:
 Frozen – Uma Aventura Congelante
Filme estrangeiro:
 A Grande Beleza (Itália)
Trilha sonora:
 Gravidade
Canção original:
“Let it go” (Frozen – Uma Aventura Congelante)
Fotografia: Gravidade
Figurino: 
O Grande Gatsby 
Documentário: 
A Um Passo do Estrelato
Curta de documentário: The Lady in Number 6
Edição: 
Gravidade
Maquiagem e Cabelo:
 Clube de Compras Dallas
Design de Produção:
 O Grande Gatsby 
Curta de animação: 
Mr. Hublot (França) 
Curta-metragem: 
Helium 
Edição de som: 
Gravidade 
Mixagem de som: 
Gravidade 
Efeitos visuais: 
Gravidade

Num dia chuvoso em Los Angeles, os brasileiros novamente ficaram de fora. O Som ao Redor, de Kleber Mendonça Filho, não conseguiu um lugar entre os estrangeiros e a brasileira mais bem posicionada na premiação foi Camila Alves, mulher de Matthew McConaughey, o merecido Melhor Ator do ano por seu estupendo papel em Clube de Compras Dallas.

Ellen DeGeneres voltou à função de apresentadora depois de sete anos, mas seus esforços e empatia com a plateia (diferente de Seth McFarlane no ano passado, persona non grata de praticamente todo mundo) não evitaram a estafa de uma cerimônia de três horas e com excessivas incursões comerciais. Ainda assim, ela criou momentos históricos, como a tão comentada selfie1 com os famosos que foi retwettada mais de 3 milhões (!!!) de vezes, “quebrando” o Twitter por alguns minutos. Outro momento de pura descontração foi quando Ellen pediu pizza para os convidados famintos. Nomes como Martin Scorsese, Meryl Streep, Jared Leto e até o Han-Solo-Harrison-Ford devoraram seus pedaços.

Bateu fominha ao longo das 3 horas de cerimônia? Vamos pedir uma pizza!

Bateu fominha ao longo das 3 horas de cerimônia? Vamos pedir uma pizza!

À parte disso, Ellen teve um monólogo inicial bem menos inventivo do que dos outros anos, o que fez a cerimônia começar fria e demorar a engatar (os prêmios só começaram a sair em sucessão lá pelos 46 minutos de programa). O cenário desse ano também deixou a desejar, com poucas variações e enfeitado por estatuetas de diversos tamanhos que pareciam balões infláveis. Outra quebra de ritmo foi a homenagem aos heróis do Cinema, com montagens desconjuntadas, as incursões ao longo do show foram longas, enfadonhas e terminaram sem um propósito maior. Já a homenagem a O Mágico de Oz (1939) contou com a apresentação de uma deslocada Pink e a presença de Liza Minelli, filha da atriz Judy Garland (1922-1969). Por algum motivo, o Oscar também quis ressuscitar nomes da Era de Ouro, como a botocada Kim Novak, de Um Corpo que Cai (1958) e Sidney Poitier, de No Calor da Noite (1967), primeiro negro a ganhar o Oscar de Melhor Ator.

Captura de tela 2014-03-03 21.04.37

Ellen repete o bom trabalho de 2007 com incursões tecnológicas, sem piadas ofensivas e conquistando a empatia do público.

Bem, o que nos resta falar? Ah, sim, dos prêmios:

Sob muitos aspectos o Oscar 2014 sagrou-se como o mais justo dos últimos anos – se é que justiça se aplica ao mundo do lobby das premiações. À parte das ausências imperdoáveis, das quais trataremos mais adiante, se no ano passado tivemos a excrescência da vitória de Jennifer Lawrence (O Lado Bom da Vida) sobre Emmanuela Riva (Amour) e Jessica Chastain (A Hora mais Escura) em Melhor Atriz, esse ano desceu mais redondo com Cate Blanchett ganhando por sua fabulosa Jasmine. Em seu discurso, a atriz alfinetou a relutância da indústria em escalar protagonistas mulheres, justificando baixa bilheteria.

Lupita Nyong’o (foto abaixo) também levou o merecido troféu de Atriz Coadjuvante, numa categoria em que a única à altura era June Squibb, hilária em Nebraska, que aos 84 anos, se vencesse, seria a mais velha a levar o Oscar. Lupita, em seu discurso: “Sei que a alegria atual de minha vida se dá pelo sofrimento que muitos tiveram” – dedicando o prêmio à verdadeira escrava Patsey, do livro de Solomon Northup. Vale lembrarmos da ausência de Scarlett Johansson, que merecia a indicação por seu trabalho vocal em Ela, a alma do filme. A Academia erra ao pensar que atuar só é possível com o uso do corpo, exemplo disso, para ficar apenas em um trabalho lendário, é James Earl Jones dando voz a Darth Vader, em Star Wars.

Captura de tela 2014-03-03 13.51.03

A linda Lupita com seu carequinha dourado

Jared Leto foi de Jesus Cristo à cerimônia e conseguiu o milagre de ver a Academia premiando um cantor em categoria de atuação. O único à sua altura era Jonah Hill, por O Lobo de Wall Street. Além do prêmio, Jared virou meme na internet por seu visual e em seu discurso lembrou as 36 milhões de vítimas da AIDS.

Jared-Jesus

Jared-Jesus

Esse também foi o Oscar com as melhores produções em muitos anos. Mesmo com a audiência em baixa e o faturamento reduzido a índices alarmantes, excetuando o apenas mediano Philomena, de Stephen Frears, considero os outros oito longas indicados a Melhor Filme produções de altíssimo valor.

Trapaça, aquele exagero de David O. Russell, que despontava, como disse o crítico Rodrigo Fonseca no evento dos Melhores Filmes de 2013 do CCBB- Rio, como o “quindim de iaiá” da crítica nesse ano, merecidamente saiu sem nenhum prêmio, apesar das pomposas 10 indicações. O mesmo aconteceu com O Lobo de Wall Streep, zero de cinco, e nesse caso as derrotas pareces mais injustiças. Numa conta rápida, Gravidade aparece como o grande vencedor, com 7 estatuetas, sobretudo prêmios técnicos pelas inovações – mas se também levasse o prêmio principal não seria imerecido. Já em termos qualitativos, 12 Anos de Escravidão sagrou-se o grande campeão, com o Oscar de Melhor Filme. Se há dúvidas de que 12 Anos… tenha sido o melhor filme do ano, não há, porém, de que trata-se do mais importante, um dos poucos em Hollywood a discutir a escravidão americana, somado ao ineditismo de ter um diretor negro (embora inglês e não descendente de escravos). Em seu discurso, Steve McQueen dedicou “aos 21 milhões que ainda vivem na escravidão hoje em dia”.

Alfonso Cuarón: seu bom trabalho e anos de desenvolvimento de inovações técnicas foram premiados com prêmios importantes

Alfonso Cuarón: suas inovações técnicas renderam prêmios importantes, incluindo a de Melhor Diretor

Para seu próprio mal, a Academia deixou fora das indicações nomes importantes que fizeram sentir suas ausências: Tom Hanks foi esquecido por seu Capitão Phillips, assim como Robert Redford, que surpreendeu em Até o Fim. George Clooney fugiu, com seu Caçadores de Obras-Primas, das premiações desse ano (talvez por medo da concorrência?) e não foi nem prestigiar as indicações de Gravidade, assim como os irmãos Coen com Inside Llewys Davis – nomes que sempre estiveram na lista dos queridinhos da premiação. Paul Greengrass, diretor de Capitão Phillips, e Michael B. Jordan, ator de Frutivale Station, são as injustiças desse ano, completamente obliterados. Essas ausências justificam-se parcialmente pela quantidade de novos membros da Academia, que esse ano até trocou de presidente, agora com Cheryl Boone, a primeira afro-estadunidense no cargo.

Já entre os estrangeiros, não foi surpresa a vitória de A Grande Beleza, o 11° prêmio da Itália, que com 28 indicações havia ganhado seu último Oscar por A Vida é Bela, de Roberto Benigni, que bateu Central do Brasil, de Walter Salles, em 1998. Mesmo tendo a Itália como favorita desde que levou o Globo de Ouro, em janeiro, ainda mantinha certas esperanças por A Caça, aquela porrada no estômago de Thomas Vinterberg. Em seu discurso, Paolo Sorrentino (que dirigiu uma das sequencias de Rio, Eu Te Amo, ainda a ser lançado) agradeceu suas inspirações: “Fellini, Scorsese e Diego Armando Maradona” (???). Essa categoria, aliás, foi a de mais alto nível da noite, tendo em Alabama Monroe, da Bélgica e Omar, da Palestina, concorrentes duros e que merecem registro – mas que deixou de fora o polêmico e ótimo Azul é a Cor Mais Quente, da França.

Paolo Sorrentino recebe o 11° Oscar da Itália. Um dia seremos nós...

Paolo Sorrentino recebe o 11° Oscar da Itália. Um dia seremos nós…

Surpresa talvez tenha sido a derrota de O Ato de Matar em Documentário, filme com produção executiva de Werner Herzog com uma proposta bem violenta, mas que viu seu prêmio parar nas mãos de A Um Passo do Estrelato, sobre o trabalho das backup singers (ou cantoras de apoio).

As apresentações das quatro canções originais foram mornas, sem o requinte cênico de outros anos. Pharell cantou sua animada “Happy”, de Meu Malvado Favorito 2; o U2 prestou homenagem a Nelson Mandela, com “Ordinary Love”, de Mandela – Long Walk to Freedom; e Karen O cantou sua delicada “The Moon Song”, de Ela. Mas o prêmio foi para a arrebatadora “Let it Go”, de Frozen – Uma Aventura Congelante, do casal Kristen Anderson-Lopez e Robert Lopez (este último, uns dos poucos a completarem o circuito de ouro dos prêmios, tendo vencido o Grammy, o Emmy, o Tony e o Oscar).

Nos quesitos técnicos, Catherine Martin subiu ao palco nas duas vezes em que O Grande Gatsby foi premiado. Mulher do diretor Baz Luhrmann, ela levou os prêmios de Design de Produção e Figurino, competindo nessa última com o sóbrio trabalho de 12 Anos de Escravidão é a Academia preferindo, mais uma vez, algo mais espalhafatoso. Mas a sobriedade atingiu os jurados quando Melhor Maquiagem foi para Clube de Compras Dallas, ao invés dos carregados O Cavaleiro Solitário e Jackass: Vovô Sem Vergonha, talvez por medo do que a turma de John Knoxville pudesse fazer com a estatueta. Para finalizar, Thomas Newman perdeu pela 12° vez (!) o prêmio de Trilha Sonora original, dessa vez para Steven Price, de Gravidade, tornando um dos candidatos com o pior aproveitamento (Meryl perdeu 15 vezes, mas ganhou três; Walt Disney perdeu levou 22 vezes, mais três honorários, dentre 60 indicações).

A sessão In Memorian foi uma das mais longas e sofridas da história do prêmio, apresentada por Glenn Close, que arrematou: “Perdemos muitos esse ano, mas por causa de seus grandes filmes, eles viverão para sempre”. Começando com James Gandolfini, o eterno Tony Soprano e terminando com Phillip Seymour Hoffman, obliterou-se, contudo, Alan Resnais, cineasta francês que morreu no dia da premiação, mas surpreendeu os brasileiros ao lembrar de Eduardo Coutinho.

In Memorian: a Academia lembrou de um dos maiores documentaristas da história

In Memorian: a Academia surpreendeu ao lembrar do nosso maior documentarista

Em três horas e meia de apresentação o 86° Academy Awards entregou 24 prêmios, colocando novos nomes na história do Cinema. Se para nós, brasileiros, ainda não foi a vez de trazer o carequinha dourado para casa, podemos nos contentar com a companhia de Leonardo DiCaprio, que mobilizou até uma corrente de orações online mas, pela quinta vez, saiu do Dolby sem prêmio. Vem, Leo, vem chorar aqui com a gente.

Poor Leo

Poor Leo, oramos por você

  1. Post dedicado aos amigos do JT, que assistiram à cerimônia comigo e fizeram uma versão própria da selfie, veja aqui
06 Mar 17:59

We boys are so caring!



We boys are so caring!

06 Mar 11:44

grelca: pushthemovement: She really did ordered pizza...



grelca:

pushthemovement:

She really did ordered pizza lmao

that’s amazing.

06 Mar 11:38

Confucius say…



Confucius say…

06 Mar 11:30

Photo



06 Mar 11:29

Source




Source

06 Mar 11:13

songoffall: Throneopoly!



songoffall:

Throneopoly!

06 Mar 11:08

OSCAR 2014 - o que teve?

by Thiago Pasqualotto

Na 86ª edição do Oscar, "12 anos de escravidão" recebeu o prêmio de Melhor Filme e "Gravidade" levou sete estatuetas em festa morna.

Se você estava pulando carnaval e perdeu o Oscar, agora a gente conta O QUE TEVE? de mais relevante na principal premiação de Hollywood.

Teve Sandrão que arrasou no azulão.


Teve Julinha que se redimiu depois do vestido de secretaria executiva no Globo de Ouro. Aprendeu que, na moda, menos é mais e acertou! 


E Meryl Streep aderiu a moda da ostentação, mostrou sua carteira cheia de notas para os populares que estavam no tapete vermelho abanando para as celebridades. 


Teve Jared Leto que virou sensação nas redes sociais quando surgiu travestido de Jesus.


Teve Lady Gaga que surpreendeu ao não aparecer vestida de camisinha, feto humano ou com qualquer tipo de fantasia grotesca que lhe é peculiar. Tá bonita? Não! Mas podia ser bem pior, né?


E teve Kerry Washington que customizou um lençol e prendeu com grampo de cabelo. Sério, alguém precisa deter esta mulher!  


Teve Cate Blanchett que, além de linda, loira e bem vestida... tombou Judi Dench e Meryl Streep e levou o Oscar de melhor atriz pra casa.


 Teve Lupita Cinderella Nyong'o, a sensação do red carpet e a nova queridinha do pedaço.


E teve a grande atriz brasileira com 40 anos de TV Globo e amada pelo povão, Susana Vieira.


Opa, esse susto foi no Carnaval, confundi! voltando...

Vera Fisher saiu carregada, a manguaça tava boa!


Oppa, errei novamente...

Para a tristeza de Jennifer Aniston (não, eu não supero isso), Angelina Jolie apareceu em um look lindo e com um Brad Pitt como acessório. 


Leo DiCaprio ~ com sorriso mais amarelo que Roberto Carlos pedindo Friboi em restaurante ~ ao perder sua sonhada estatueta de melhor ator para Matthew McConaughey.


Antenada com o planeta e apoiando a sustentabilidade, Anne Hathaway ousou com um vestido de lacres de latinha de refrigerante.


Lacrou, Anne!


E tudo estava indo muito bem para Jennifer Lawrence, vestido ok, cabelo ok, cara de sedutora ok, até que...


Humilde, imitou o gesto do Papa João Paulo II e beijou o chão.


Mas um dos melhores momentos da noite (o resto deu sono) foi quando Ellen DeGeneres saiu distribuindo pizza para a platéia.


Festa boa é festa com fartura, me passa um pedaço, Júlia!

06 Mar 11:08

Oscar 2014: O dia seguinte

by Anica
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Ok, aqui estou eu de novo com minha caneca de café, lutando contra o sono e pensando se realmente valeu a pena dormir tão tarde. Não entenda mal: todo mundo para quem eu torcia ganhou, quem eu torcia contra voltou de mãos abanando e Ellen esteve bem na apresentação. O problema é que foi tão previsível e sem graça. Sei lá, a cerimônia do ano passado não foi muito diferente mas lembro de ter me divertido muito mais enquanto assistia, isso desde o tapete vermelho, que neste ano contou basicamente com dois momentos: Jennifer Lawrence tropeçando mais uma vez (ganhando comentários divididos entre “ha, ha essa jen!” e “haja vontade de aparecer”, o que dá uma boa dica de como a imagem dela ficou desgastada em um ano) e o Benedict Cumberbatch fazendo isso:

cumberbatch

Ah, tá, teve a piada do Jared Leto como Jesus. Ok, de repente eu que estava com sono desde o começo da cerimônia, então desconsiderem qualquer comentário mais ranzinza. Falando no Jared Leto, foi a escolha óbvia (e merecida) para melhor ator coadjuvante – sei que fiquei devendo um post sobre O Clube de Compras Dallas, mas resumo minha opinião aqui: teria sido perfeito não fossem as cenas meio “romance de sessão da tarde” entre Woodroof e a médica. Ouvi comentários (maldosos) de que só faltava a personagem de Leto ser judia para completar o que seria o tipo de personagem para quem sempre dão prêmios, mas sério, assistam ao filme e vejam o que ele fez com o Rayon. É lindo. Tem uma cena em especial que eu acho que vou demorar para esquecer, em que ele sabe que vai morrer e está na frente do espelho se maquiando que olha, você tem que ser muito insensível para achar que foi só a perda (absurda) de peso ou alguns esteriótipos que deram esse prêmio para o Leto. Discurso dele foi total self-service, chegou uma hora que achei até que ele ia falar meu nome, há.

Aí depois de começar com um prêmio mais “importante” vem aquela trilha de musicais, homenagens e prêmios técnicos e a Ellen teve que rebolar para manter a audiência acordada. Vou ser bem sincera: comparada com o McFarlane ano passado, achei melhor. Deu umas boas cutucadas logo no início (como naquela falando sobre 12 anos de escravidão: “We should get started. It’s going to be an exciting night. Anything can happen, so many different possibilities. Possibility No. 1: 12 Years a Slave wins best picture. Possibility No. 2: You’re all racists. And now please welcome our first white presenter, Anne Hathaway”, e aí teve a selfie que bateu o recorde de tweet mais retweetado, a pizza para a galera… enfim, ela deu um jeito de mesmo com uma apresentação meio morna conseguir agradar e oferecer alguns momentos marcantes (ou vocês acham que as pessoas vão esquecer tão rápido do Brad Pitt comendo na festa no melhor estilo gente como a gente?):

Só faltou o guaraná dolly
Só faltou o guaraná dolly

Então voltando para a questão da previsibilidade da premiação este ano. Eu fiquei meio surpresa com a quantidade de posts admirados com os prêmios para Gravidade, considerando as premiações anteriores ao Oscar (Globo de Ouro, sindicatos), era meio certo que Gravidade ficaria com vários técnicos e que Cuarón era favoritíssimo para o Oscar de diretor. Não vou nem entrar em grandes comentários sobre o pessoal odiando o filme no twitter sem nem ter assistido, numa vibe meio André Forastieri com 12 anos de escravidão. Sério, vão ver. Tecnicamente ele é realmente impecável e não à toa levou todos aqueles prêmios.

Mas aí quando temos várias confirmações dos favoritismos, acaba que parte da graça da noite fica por conta dos discursos mesmo. Este ano acho que as mulheres fizeram bonito. Chorei horrores com o discurso da Lupita Nyong’o:

It doesn’t escape me for one moment that so much joy in my life is thanks to so much pain in someone else’s. And so I want to salute the spirit of Patsey for her guidance. And for Solomon, thank you for telling her story and your own.”

To the aspirational way she rounded things off… 

When I look down at this golden statue, may it remind me and every little child that no matter where you’re from, your dreams are valid. Thank you.

E a Cate deu uma bela cutucada na indústria, ao lembrar que as pessoas assistem a filmes com mulheres. “The world is round, people!“. Não era discurso, mas gostei bastante da homenagem que o Bill Murray fez para o Harold Ramis – pode até ser parte do roteiro, mas pareceu dar ares de imprevisível para a noite, como já dito, bastante previsível.

Bom, sobre o prêmio do Matthew McConaughey, como comentei no post do esquenta, ele era favorito porque está em um período espetacular mesmo, então não pensem que só o Woodroof de Dallas levou esse Oscar, embora eu ainda ache que ele fez um ótimo trabalho neste filme. De novo, faltou o post sobre ele, mas preste atenção em como o McConaughey consegue enfatizar bem a diferença entre ser sábio e ser inteligente: ele no fundo é um ignorante (a começar pela homofobia), mas isso não faz dele uma pessoa que saiba tirar o melhor das oportunidades. E se você continua na dúvida, faça como eu fiz: assista Clube de Compras Dallas e depois veja um episódio de True Detective. É impressionante a diferença de uma personagem para outra, e de como ele dá conta disso. Então eu sei que o pessoal que torcia para o DiCaprio ficou chateado e tudo o mais, mas esse não era o ano dele. Se não fosse o McConaughey, daria Chiwetel Ejiofor.

Ano passado as gurias combinaram as cores, este ano foram os caras
Ano passado as gurias combinaram as cores, este ano foram os caras

E foi meio que isso. Ótimo Her ter levado melhor roteiro original, e eu sei que não é comum (ou é, né, ano passado também aconteceu isso) prêmio de melhor direção e melhor filme não coincidirem , mas achei ótimo o reconhecimento ao 12 anos de escravidão, as únicas apresentações musicais que prestei atenção foram a de The Moon Song e Let it Go. Resumindo: tudo ok, mas tão ok que acabou ficando sem sal. Para quem perdeu, já tem lista do Total Film e do BuzzFeed com os melhores momentos. Acho que o fato de a lista do Total Film ser tão curta já dá para entender o que quero dizer com a falta de graça da cerimônia deste ano. E segue o listão dos vencedores:

Melhor filme: “12 Anos de escravidão”, de Steve McQueen

Melhor diretor: Alfonso Cuarón – “Gravidade”

Melhor atriz: Cate Blanchett – “Blue Jasmine”

Melhor ator: Matthew McConaughey – “Clube de Compras Dallas”

Melhor ator coajuvante: Jared Leto – “Clube de compras Dallas”

Melhor atriz coadjuvante: Lupita Nyong’o – “12 anos de escravidão”

Melhor roteiro original: Spike Jonze – “Ela”

Melhor roteiro adaptado: John Ridley – “12 anos de escravidão”

Melhor animação: “Frozen – Uma aventura congelante”

Melhor filme estrangeiro: “A grande beleza”, de Paolo Sorrentino

Melhor documentário: “A um passo do estrelato”, de Morgan Neville

Melhor documentário em curta metragem: “The lady in number 6″, Malcolm Clarke

Melhor curta-metragem: “Helium”, Anders Walter

Melhor curta de animação: “Mr. Hublot”, Laurent Witz e Alexandre Espigares

Melhor trilha sonora: Steven Price – “Gravidade”

Melhor canção original: “Let it go”, de Kristen Anderson-Lopez e Robert Lopez, por “Frozen – uma aventura congelante”

Melhor edição de som: Glenn Freemantle – “Gravidade”

Melhor mixagem som: Skip Lievsay, Niv Adiri, Christopher Benstead e Chris Munro – “Gravidade”

Melhor direção de arte: Catherine Martin e Beverley Dunn – “O Grande Gatsby”

Melhor fotografia: Emmanuel Lubezki – “Gravidade”

Melhor maquiagem: Adruitha Lee e Robin Mathews – “Clube de Compras Dallas”

Melhor figurino: Catherine Martin – “O Grande Gatsby”

Melhor montagem: Alfonso Cuarón e Mark Sanger – “Gravidade”

Melhores efeitos visuais: Tim Webber, Chris Lawrence, Dave Shirk e Neil Corbould – “Gravidade”

E para fechar, melhores tweets da noite:

Matthew McConaughey is wearing my tux from 1995: pic.twitter.com/QjlICrezhm

— Dorsey Shaw (@dorseyshaw) March 3, 2014

just arrived on the oscars red carpet pic.twitter.com/j1VUXcYWAH

— Ezra Koenig (@arzE) March 2, 2014

OH SHIT JESUS JUST WON HIMSELF AN OSCAR SUCK IT ATHEISTS wait that's Jared Leto? Oh. Ohhhhh. #fakeoscars

— Chuck Wendig (@ChuckWendig) March 3, 2014

Mais 2 meses com Let it go na cabeça agora. Parabéns a todos os envolvidos.

— Gabriela Ventura (@venturieta) March 3, 2014

GALADRIEL ACABOU DE GANHAR MAIS UMA DECORAÇÃO LÁ PRO PALÁCIO DELA EM LOTHLÓRIEN, E VAI AGRADECER CELEBORN, VAMOS OBSERVAR

— Hello stranger (@Nadynne) March 3, 2014

Trapaça vai entrar com recurso no STJD.

— Eduardo Vasques (@evasques) March 3, 2014

Imagining McConaughey's True Detective character responding to his Oscar speech.

— Elizabeth Spiers (@espiers) March 3, 2014

RT @leonardodicaprio Hello Darkness My Old Friend pic.twitter.com/OBeem7ECZq

— Garoto Mickey (@Andres40ff) March 3, 2014

Trivia: Amy Adams também foi indicada cinco vezes e nunca ganhou, como DiCaprio, mas não é tão divertido zoar #OSCARALHO

— Vivian Macedo (@vihvs) March 3, 2014

06 Mar 11:07

tastefullyoffensive: 2014 Best Picture Oscar Nominees as Pie...











tastefullyoffensive:

2014 Best Picture Oscar Nominees as Pie Charts [more]

06 Mar 11:07

My life will never be the same… It’s the right way!



My life will never be the same… It’s the right way!

06 Mar 11:07

The 8 Types of ‘Star Wars’ Fans [dorkly]











The 8 Types of ‘Star Wars’ Fans [dorkly]

06 Mar 11:06

Encontre o Erro: Em Família - o retorno de Shirley!

by Thiago Pasqualotto
A entrada de Vivianne Pasmanter com o retorno da personagem Shirley soou como uma luz no final do túnel para a novela Em Família. Helena Lemmertz e Luiza Marquezine que se cuidem, a vilã já roubou a novela pra ela.

Aperte o play e vem conferir o resumão com a gente:


Tudo começou com os figurantes armando um escândalo durante o vôo:


( ) o ator André Gonçalves está no mesmo avião.
( ) descobriram que a companhia aérea só oferece amendoim e água.
(x) viram uma cobra no corredor.


É então que nossa Shirley aparece colocando ordem na classe econômica. Quem nunca colocou a sua cobra de estimação na bolsa, passou pelo raio X do aeroporto e foi viajar?


Super normal ser melhor amigo de uma cobra e levar ela para passear as vezes, né? 


Enquanto isso, dona Chica do Vale nem liga para a confusão com as idades na novela e continua seu romance com o Roy da Família Dinossauro.


Voltando para Shirley, a vilã finalmente chega ao Brasil e vai direto para Goiânia, relembrar os bons tempos de infância, onde tentou salvar a novela da chatice, deixando Helena se afogar.


Entre uma recordação e outra, Shirley encontra o pai do Laerte que morreu entediado assistindo as longas cenas de sapataria entre Marina e Clara na novela enquanto pescava. 


- PESCANDO OU DORMINDO? TCHYBUM!

Shirley corre para avisar Laerte e os dois passam 2 minutos e 36 segundos do capítulo tomando banho de chuva e andando com o conversível aberto porque o defunto, segundo o filho, gosta de chuva hahahahahahaha muito fácil quando não é no seu carro, né queridinho. 


Um morto e um carro perdido depois... Shirley reúne a família na sala para entregar umas lembrancinhas.

- PARA O PAPAI UM CASACO.


- PARA O MEU FILHÃO ESTE RELÓGIO MARA!


- PARA A MINHA NORA MANU GAVASSI TROUXE UM CD DA SANDY PARA APRENDER COMO IMITAR DIREITO. isso eu inventei!


- E PARA A MINHA FILHOTA UM VESTIDO GGG. isso é verdade!


- SERÁ QUE VAI SERVIR, FILHA?
- EU PERDI 3 QUILOS, MÃE!
- SE PERDEU, JÁ ACHOU! 


Shirley e Bárbara is the new Carminha e Agatha!

E continuem ligadinhos, os próximos capítulos prometem mais mudanças do que a cicatriz mutante no rosto do Humberto Martins!


Encontrou algum erro na novela e quer comentar? 
Corre AQUI.
06 Mar 11:06

tastefullyoffensive: [joyoftech]

27 Feb 11:03

Now You Know (Source)

27 Feb 11:02

Now You Know (Source)

26 Feb 10:34

Palpites e pitacos para Oscar 2014

by Colaborador Posfácio
Isabel

Tisf!

por Tiago Franceschini

É chegado o momento bastante esperado por muitos cinéfilos ao redor do mundo: a noite do Oscar. Goste ou não, o prêmio se consolidou, ao longo dos seus mais de 80 anos, como o principal da enorme indústria de cinema e, sendo assim, engendrou em um processo de abarcar cada vez mais membros, de diferentes nacionalidades e idades, em busca de maior legitimidade.

Por essa nova leva de membros relativamente mais jovens/outros países, é que se explicou, por exemplo, a não indicação de Tom Hanks (Capitão Phillips) ou Robert Redford (Até o Fim) para Melhor Ator, ao passo que Christian Bale (Trapaça) conseguiu a sua. Ou mesmo as 5 indicações para um filme como Ela, incluindo Melhor Filme, impensável há alguns anos.

Sendo assim, vamos ao nosso exercício de previsão para palpitarmos sobre os prováveis ganhadores, lembrando que a festa será dia 2 de março, no nosso domingo de Carnaval.

 

Melhor Filme

Concorrem nessa categoria nove filmes: Trapaça, Capitão Phillips, Clube de Compras Dallas, Gravidade, Ela, Nebraska, Philomena, 12 Anos de Escravidão e O Lobo de Wall Street. Ao que tudo indica, neste ano deverá ocorrer novamente o descasamento entre Melhor Filme e Melhor Direção. Ano passado isso ocorreu (e com a ressalva de que o diretor de Argo, Ben Affleck, nem chegou ser indicado a Melhor Direção). A última vez em que o descasamento ocorreu por dois anos seguidos foi nas cerimônias de 1952 (Sinfonia de Paris levou Melhor Filme, mas George Stevens levou Direção por Um Lugar ao Sol) e 1953 (O Maior Espetáculo da Terra ganhou Melhor Filme, mas John Ford levou seu quarto e último Oscar de Direção por Depois do Vendaval).

Quem deve ganhar?

12 anos de escravidão. O filme “importante” da temporada ganhou o Globo de Ouro de Melhor Filme de Drama e empatou com Gravidade nos prêmios dos Sindicatos dos Produtores, que é a associação com o segundo maior peso no cômputo geral dos votantes – depois da dos atores – e por isso, as chances são grandes. Também levou o BAFTA, o Oscar inglês, de Melhor Filme, o que pode influenciar os votantes. Aqui vale uma ressalva: se o filme ganhar, Brad Pitt, como produtor, levará seu primeiro Oscar.

Quem vem na cola

Gravidade. Fazia anos que o prêmio de Melhor Filme não era tão disputado como agora. O empate no Sindicato dos Produtores, o primeiro da história da associação, dá a dimensão da corrida apertada que está sendo este ano. Gravidade deve fazer bonito nos prêmios técnicos, o que lhe deve conferir o título de maior ganhador da noite em número de Oscars.

Porém, o prêmio de elenco do Sindicato dos Atores (equivalente a Melhor Filme) foi pra Trapaça e isso não deve ser desprezado. Portanto, o prêmio deverá sair dessa tríade.

 

Melhor Direção

Os indicados foram Alfonso Cuarón (Gravidade), Steve McQueen (12 Anos de Escravidão), David O. Russell (Trapaça), Martin Scorsese (O Lobo de Wall Street) e Alexander Payne (Nebraska). Os dois primeiros debutam na categoria. Martin Scorsese, depois de várias indicações, levou por Os Infiltrados.

Quem deve ganhar?

Alfonso Cuarón (Gravidade). Parece improvável o diretor mexicano não ganhar esse prêmio. Ele já levou o Globo de Ouro, o BAFTA e o Sindicato dos Diretores, o que lhe confere uma vantagem significativa diante dos outros.

Quem vem na cola

Steve McQueen (12 Anos de Escravidão), que já ganhou o prêmio de alguns círculos de críticos, pode ser uma grata surpresa em uma noite em que seu filme deve levar o prêmio máximo.

 

Melhor Ator

Os indicados foram Christian Bale (Trapaça), Bruce Dern (Nebraska), Leonardo DiCaprio (O Lobo de Wall Street), Chiwetel Ejiofor (12 Anos de Escravidão) e Matthew McConaughey (Clube de Compras Dallas). Christian Bale já ganhou um Oscar de Ator Coadjuvante por O Vencedor, que é do mesmo diretor de Trapaça. Bruce Dern chega à sua segunda indicação ao Oscar depois de 35 anos e levou Cannes com o papel em Nebraska. DiCaprio ganha sua quarta indicação de atuação. Ejiofor e McConaughey debutam nas indicações.

Quem deve ganhar?

Matthew McConaughey (Clube de compras Dallas). Levou o Globo de Ouro de Ator de Drama e o prêmio do Sindicato dos Atores na categoria e deve confirmar o favoritismo. A transformação física impressionante também deverá pesar a seu favor.

Quem vem na cola

Chiwetel Ejiofor (12 Anos de Escravidão). Foi um dos grandes nomes de atuação no começo da temporada, ganhando vários prêmios de importantes círculos de críticos. Levou o BAFTA na categoria, que McConaughey não disputou por conta de datas de lançamento. Não se descarta DiCaprio (O lobo de Wall Street), que levou o Globo de Ouro de Ator de Comédia ou Musical e ultimamente tem ganho adeptos fervorosos na internet. Porém, ele sequer chegou a concorrer ao prêmio do Sindicato dos Atores, o que é um sinal de poucos adeptos de sua candidatura na principal associação votante do Oscar.

 

Melhor Atriz

As indicadas foram Amy Adams (Trapaça), Cate Blanchett (Blue Jasmine), Sandra Bullock (Gravidade), Judi Dench (Philomena) e Meryl Streep (Álbum de Família). Com exceção da Amy Adams, que chega à sua quinta indicação (a primeira como Atriz Principal), todas as demais já ganharam Oscar.

Quem deve ganhar?

Cate Blanchett (Blue Jasmine). Ganhou praticamente todos principais prêmios da temporada: o Globo de Ouro de Atriz de Drama, o Sindicato dos Atores, o BAFTA, os círculos de críticos de Nova York, Londres, Los Angeles e por aí vai. A polêmica em torno da acusação de pedofilia ao Woody Allen não deve prejudicá-la, mas aumentará o interesse pelo seu discurso de agradecimento.

Quem vem na cola

Se existe alguém na cola seria Sandra Bullock (Gravidade). Gravidade deve sair com o maior número de Oscars na noite e muitos dizem que sua atuação é a melhor de sua carreira. Pesa contra sua possível vitória o fato de já ter ganho um Oscar de Melhor Atriz recentemente, um segundo prêmio tão cedo poderá ser visto como exagero. Amy Adams (Trapaça) também pode ser uma opção; ganhou o Globo de Ouro de Atriz de Comédia ou Musical e o filme parece ter agradado os votantes.

 

Melhor Ator Coadjuvante

Os indicados foram Barkhad Abdi (Capitão Phillips), Bradley Cooper (Trapaça), Jonah Hill (O Lobo de Wall Street), Michael Fassbender (12 Anos de Escravidão), Jared Leto (Clube de Compras Dallas). Abdi, Fassbender e Leto concorrem pela primeira vez. Jonah Hill chega à sua segunda indicação como coadjuvante e Bradley Cooper à sua primeira como coadjuvante, após ter concorrido ano passado como Ator Principal.

Quem deve ganhar?

Jared Leto (Clube de Compras Dallas). Ganhou o Globo de Ouro e o Sindicato dos Atores na categoria, além de prêmios dos mais importantes círculos de críticos americanos.

Quem vem na cola

Barkhad Abdi (Capitão Phillips). Ganhou o BAFTA na categoria, mas, assim como Matthew McConaughey, Jared Leto não concorreu.

 

Melhor Atriz Coadjuvante

As indicadas foram Sally Hawkins (Blue Jasmine), Julia Roberts (Álbum de Família), Lupita Nyong’o (12 Anos de Escravidão), Jennifer Lawrence (Trapaça) e June Squibb (Nebraska). Sally Hawkins, Lupita e June recebem suas primeiras indicações ao Oscar. Julia Roberts e Jennifer Lawrence já ganharam como Atriz Principal.

Quem deve ganhar?

Lupita Nyong’o (12 Anos de Escravidão). Ganhou o Sindicato dos Atores na categoria, o que a coloca em ligeira vantagem. Além disso, seria uma vitória em categoria de atuação para um filme que deve ganhar o prêmio principal da noite.

Quem vem na cola

Jennifer Lawrence (Trapaça). Além de ter ganho o Globo de Ouro na categoria, levou o BAFTA, o que pode influenciar os votantes. Porém, como já ganhou o prêmio de Atriz ano passado, talvez o colegiado ache exagero um segundo prêmio tão cedo.

 

Melhor Roteiro Original

Os indicados foram Eric Warren Singer e David O. Russell (Trapaça), Woody Allen (Blue Jasmine), Spike Jonze (Ela), Bob Nelson (Nebraska) e Craig Borten e Melisa Wallack (Clube de Compras Dallas). Woody Allen já levou três vezes o Oscar na mesma categoria. O restante debuta na categoria (David. O. Russell foi indicado como roteirista pela adaptação de O lado bom da vida).

Quem deve ganhar?

Spike Jonze (Ela). Ganhou o Globo de Ouro e o prêmio do Sindicato dos Roteiristas na categoria de roteiro original. Não se deve esquecer que Spike Jonze está com três indicações neste Oscar: além de roteirista, concorre como letrista pela canção de Ela e como produtor pelo mesmo filme, o que lhe confere grande visibilidade.

Quem vem na cola

Eric Warren Singer e David O. Russell (Trapaça). O filme tem 10 indicações ao Oscar e poderá converter em prêmio essa categoria, o único das mais importantes às quais concorre, de acordo com nossa previsão. Ganhou o BAFTA na categoria, em que Ela não concorreu.

 

Melhor Roteiro Adaptado

Os indicados foram Richard Linklater, Julie Delpy e Ethan Hawke (Antes da Meia-noite), Billy Ray (Capitão Phillips), Steve Coogan e Jeff Pope (Philomena), John Ridley (12 Anos de Escravidão) e Terence Winter (O Lobo de Wall Street). Com exceção de Richard Linklater, Julie Delpy e Ethan Hawke, que já haviam sido indicados pelo roteiro do filme anterior, Antes do Pôr-do-sol, todos os outros debutam na categoria.

Quem deve ganhar?

John Ridley (12 Anos de Escravidão). Aqui vai uma ressalva: o filme não foi indicado no Sindicato dos Roteiristas, pelas restrições impostas. Porém, considerando que John Ridley levou o prêmio de alguns círculos de críticos e que o filme deve levar o Oscar de Melhor Filme, a aposta é que o roteiro também saia vencedor.

Quem vem na cola

Billy Ray (Capitão Phillips). Ganhou o prêmio no Sindicato dos Roteiristas, na categoria adaptada (onde John Ridley não concorreu), o que pode influenciar os votantes. Não se descarta a vitória de Terence Winter (O Lobo de Wall Street), veterano da TV americana por séries como Boardwalk Empire e Sopranos.

 

Melhor Animação

Os indicados foram Os Croods, Meu Malvado Favorito 2, Ernest et Célestine, Frozen: Uma aventura congelante e Vidas ao Vento.

Quem deve ganhar?

Frozen: Uma aventura congelante. O filme levou o Globo de Ouro, o BAFTA e o Sindicato dos Produtores na categoria. Além disso, ganhou o principal prêmio do Annie Awards, o mais importante da animação.

Quem vem na cola

Vidas ao Vento. Ganhou o prêmio de alguns círculos de críticos, concorreu ao Globo de Ouro como Melhor Filme Estrangeiro representando o Japão e levou roteiro no Annie Awards. Talvez seja o derradeiro filme do mestre da animação Hayao Miyazaki, que já venceu o Oscar de animação por A viagem de Chihiro, e por tudo isso, pode suplantar o favoritismo de Frozen.

 

Melhor Filme Estrangeiro

Os indicados foram Alabama Monroe (Bélgica), A Imagem que Falta (Camboja), A Caça (Dinamarca), A Grande Beleza (Itália) e Omar (Palestina).

Quem deve ganhar?

A Grande Beleza. O filme do italiano Paolo Sorrentino ganhou o Globo de Ouro e o BAFTA, o que lhe confere certa vantagem em uma categoria que costuma reservar surpresas e derrubar favoritos.

Quem vem na cola

A Caça. O filme do dinamarquês Thomas Vinterberg, conhecido do público por Festa de Família e pelo movimento Dogma 95, deu a Mads Mikkelsen o prêmio de ator em Cannes, o que pode dar mais visibilidade ao filme. No entanto, o belga Alabama Monroe repercutiu bem na imprensa americana e ganhou alguns prêmios em Berlim ano passado.

25 Feb 18:44

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