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13 Jan 22:08

BBBIZARRO 15

by admin
Cesar.xtx

Muito tempo livre.... Huauuaua

A Globo anunciou os 13 (só 13?) participantes do “Big Brother Brasil 15″.

Como não poderia deixar de ser, trazemos a vocês mais uma edição do tradicional e original BBBizarro. Se você gostou, curta e compartilhe AQUI. E se tem sugestões, mande-as para a nossa segunda edição.

BBBizarro 15

Críticas?  Sugestões? Comentários? Clique AQUI

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13 Jan 18:12

Revolta Desnecessária

Cesar.xtx

Gravitando foi ótemo...



Deixa as meninas gravitarem, poxa!

13 Jan 00:56

Doctor Who – Cama Retrátil Inspirada na TARDIS

by Redação Garotas Nerds
Cesar.xtx

Want it!!!!

Se você tem um cômodo pequeno em casa e gostaria de aproveitá-lo melhor para receber as visitas, a blogueira Stubbs, do blog The Stubby Thumb, tem a solução perfeita pra você! É só apostar na mesma tecnologia usada pelo Senhor do Tempo: maior por dentro!

TARDIS

A blogueira Stubbs estava exatamente nesta situação. Ela tem um cômodo pequeno em casa que usa para trabalhar e para seus hobbies, mas também precisava de um espaço para hospedar suas visitas. Então, para conseguir unir essas duas coisas, ela decidiu que o melhor a se fazer era colocar uma cama retrátil no cômodo. Como as camas que ela encontrou eram muito caras, a solução dela foi a melhor e mais incrível possível: fazer uma com suas próprias mãos e, já que ela ia se dar a esse trabalho, então faria ainda inspirada em uma TARDIS! Nem precisamos dizer o quanto essa ideia foi genial, né?

Ela comprou um kit com as peças necessárias e um DVD explicativo sobre fazer sua própria cama retrátil, cortou as madeiras, pintou e o resultado não poderia ter ficado melhor! Fica essa dica para os fãs de Doctor Who de plantão que também precisam aproveitar melhor o espaço de casa. ;)

Confira abaixo mais um pouco da cama retrátil inspirada na TARDIS:

TARDIS

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08 Jan 15:56

Novo SSD da Samsung ultrapassa os 2 GB/s e consome pouquíssima energia

by Paulo Higa
Cesar.xtx

QUEROOOOOOOO!!!!!!!!!!

Seu próximo notebook poderá ter uma memória flash extremamente rápida: a Samsung começou a produzir em massa o SM951, um SSD com interface PCI Express que alcança taxas de transferência de 2.150 MB/s, bem mais que os cerca de 500 MB/s de um SSD SATA comum. Apesar da velocidade maior, o consumo de energia está menor, o que deve ajudar a aumentar a autonomia dos portáteis.

samsung-ssd-951

O SM951 é um sucessor do XP941, usado em computadores como o Mac Pro lançado no final de 2013. O XP941 consumia 50 miliwatts em standby, enquanto o novo SM951 consome míseros 2 miliwatts, uma redução de quase 97%. Qual o segredo? A Samsung está usando um novo modo de energia, o L1.2, que desliga todos os circuitos de alta velocidade quando a máquina não está em uso.

A velocidade de leitura fica em 2.150 MB/s, enquanto a escrita chega a igualmente impressionantes 1.550 MB/s quando o SSD está conectado a um slot PCI Express 3.0 — com o padrão 2.0, as taxas caem para 1.600 MB/s e 1.350 MB/s, respectivamente, o que ainda é uma marca muito boa. A capacidade de operações aleatórias de leituras chega a 130.000 por segundo (IOPS).

O novo SSD da Samsung, que estará disponível em versões de 128 GB, 256 GB e 512 GB, já está sendo produzido em massa. Os primeiros notebooks e desktops com a nova memória devem ser lançados nos próximos meses. De acordo com a Samsung, o SM951 foi projetado para ter uma vida útil até 73 TB de escrita — mas, como vimos, esse número pode ser bem maior na prática.

Novo SSD da Samsung ultrapassa os 2 GB/s e consome pouquíssima energia








07 Jan 16:51

A História Revelada 5

Cesar.xtx

HAUHAUAHUA que bunitinho


Esses gatos só protegem os humanos por interesse, e tenho dito!

06 Jan 16:44

Este é o T1, primeiro SSD externo da Samsung

by Emerson Alecrim
Cesar.xtx

Chegar aqui com o preço > 8000

HDs externos são bastante populares. SSDs externos, não. Mas a Samsung está disposta a descobrir se o nicho tem potencial, razão pela qual anunciou, na CES 2015, a sua primeira unidade do tipo: o Portable SSD T1.

Portable SSD T1

O dispositivo não chega a ter o tamanho de um pendrive, mas é mesmo compacto, como o nome sugere: suas dimensões são de 71 mm x 9,2 mm x 53,2 mm. Seu peso é de apenas 30 gramas. Dá para transportá-lo confortavelmente até mesmo no bolso da camisa, consequentemente.

Muito mais que a portabilidade, o que justifica a aquisição de um dispositivo como este é a taxa de transferência de dados. O Portable SSD T1 utiliza o mesmo tipo de chip V-NAND que equipa o bem avaliado SSD 850 EVO da própria Samsung. Esta característica ajuda o modelo a atingir até 450 MB/s (megabytes por segundo) nas operações de leitura e escrita.

Portable SSD T1

Para tanto, o usuário precisa utilizar a interface USB 3.0 da unidade que, como esperado, também se encarrega da alimentação elétrica. É possível ainda conectar o T1 a uma porta USB 2.0, mas a comunicação ficará limitada à velocidade máxima desta (cerca de 60 MB/s), obviamente.

A Samsung também destaca a segurança do SSD. Os dados armazenados podem ser protegidos com criptografia AES 256 bits e senha. São detalhes importantíssimos, afinal, estamos falando de um dispositivo que pode ser transportado com facilidade e, portanto, está mais suscetível a perda ou furto.

O Portable SSD T1 começa a ser vendido nos Estados Unidos no próximo dia 20 com as seguintes capacidades: 250 GB, 500 GB e 1 TB. Os preços, de US$ 179, US$ 299 e US$ 599, respectivamente, são razoáveis se considerarmos a portabilidade da linha.

Ainda não há informação sobre lançamento do T1 no Brasil.

Com informações: Mashable

Este é o T1, primeiro SSD externo da Samsung








06 Jan 15:58

Correios têm aplicativo oficial para você rastrear suas encomendas

by Paulo Higa

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Sem avisar ninguém, os Correios lançaram um aplicativo oficial para você acompanhar a situação das suas encomendas pelo smartphone ou tablet. O SRO Mobile, disponível gratuitamente para Android, funciona como a maioria dos aplicativos de terceiros que já existiam: você cadastra o código de 13 dígitos e ele passará a notificá-lo automaticamente quando houver alterações.

A interface do SRO Mobile não é das mais bonitas, mas é bem funcional e traz informações que normalmente não estão disponíveis nos outros aplicativos: é possível descobrir facilmente o tipo de envio, como PAC, Sedex ou Sedex a cobrar, bem como o peso da encomenda e se o pacote foi enviado com aviso de recebimento (AR) e mão própria (MP).

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Quando uma encomenda estiver disponível para retirada em uma agência dos Correios ou centro de distribuição, o SRO Mobile mostrará o endereço completo do local e um mapa com o melhor caminho para chegar até lá. Isto pode ser útil quando sua compra internacional for tributada ou se você mora em uma área de risco ou difícil acesso.

O SRO Mobile pode ser baixado gratuitamente no Google Play e funciona com smartphones e tablets com Android 3.0 ou superior.

Dica do Rodrigo Konther no Twitter. Obrigado!

Correios têm aplicativo oficial para você rastrear suas encomendas








06 Jan 00:59

Tira Saporra Daqui!

Cesar.xtx

HUAHUAHUAHAUAH

O ano inteiro o rapaz aguentou, mas tudo tem limite

06 Jan 00:52

ANTES DE VIRAR MODA

by Ygor

Paul

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02 Jan 15:20

Como viveremos — ou não — em 2015 (segundo Back to the Future 2)

by Carlos Cardoso
Cesar.xtx

Foda....

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Teeeeecnicamente De Volta Para o Futuro ainda se passa no futuro, então temos até outubro para nos adequarmos ao previsto no filme, ou então podemos fazer como o Jucelino e prever o passado. De qualquer jeito…

Em 1989 finalmente chegava aos cinemas a prometida continuação de De Volta Para o Futuro, um dos raríssimos filmes perfeitos. Passado em 1985, somos levados até o distante ano de 2015, 30 anos no futuro, equidistante do 1955 do filme anterior.

Na época 2015 era muito, muito distante. Eu sei, eu estava lá. Meninos, eu vi. Agora, quando chegamos no futuro, vamos destrinchar o filme e entender onde eles acertaram e onde eles erraram em suas previsões. Pegue sua Pepsi Perfect e me acompanhe…

1 — QR Codes

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Segundo Back to the Future 2 em 2015 em vez de simples números e letras, que todo mundo e qualquer computador entende, utilizaremos horrendos códigos de barra para atrapalhar nossa vida.

2 — Mídia Física é lixo

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O filme é até gentil, hoje em dia LaserDiscs nem no lixo a gente acha mais, no máximo em museus, mas as vendas de CDs e DVDs estão indo pro ralo, com Netflix só Blu-ray se sustenta, visto que mesmo na civilização não é todo mundo que tem banda pra segurar Full HD, e os extras ainda compensam.

3 — A Extinção das Câmeras Digitais

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Só gente esquisita, que vive no passado continua usando câmeras digitais dedicadas…

4 — Câmeras com Megazoom

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Só quem já mexeu num Lumia 1020 sabe a maravilha que é ter 42 megapixels à disposição, permitindo que você amplie e investigue as paisagens naturais à sua volta. Viva o futuro!

5 — Nike que acende

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Não chega nem a ser novidade, foram lançados em 2011.

6 — Os perigos do silicone

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Em tempos de hidrogel, ex-vice miss bumbum e similares, é bom ver que BTTF 2 já alertava contra as cirurgias estéticas feitas sem os devidos cuidado…

7 — A ainda existência da mídia impressa

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Em BTTF 2 jornais ainda existem. Pior, não são sequer espécies ameaçadas, se segurando à beira do abismo fugindo da extinção inevitável. No USA Today que aparece no filme há várias informações e matérias improváveis, como a visita da Rainha Diana aos EUA, “A” Presidente da república e, a mais inverossímil de todas, ele ser o número 1 nos EUA e ter 3 bilhões de leitores no mundo.

Hoje o USA Today tem circulação diária da versão impressa na casa de 1,08 milhão de cópias.

8 — Orelhões ainda existem em 2015

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Eu entendo no Brasil, afinal os usuários das nossas operadoras de celular precisam de uma forma de se comunicar e os travestis precisam de um lugar para colar seus anúncios, mas nos EUA?

9 — Postos de atendimento usando robôs

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Robôs com braços mecânicos serpenteantes? Onde foi mesmo que eu vi isso?

10 — A praga do cinema 3D e das continuações

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Essa eles acertaram na lata. Não só o 3D se tornou uma praga, incomodando todo mundo que gosta de cinema, como todo filme agora é continuação de alguma coisa. Igual aos floquinhos escritores de literatura fantástica, que só pensam em trilogias, se o filme não virar franquia, não rola. Avatar, Transformers e Velozes e Furiosos que o digam.

Por outro lado Max Spielberg parece não ter uma carreira lá muito promissora. Felizmente o SyFy e seus Sharknados apareceu para garantir a produção de filmes peixosos de qualidade duvidosa.

11 — Macs Classic serão antiguidades

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Outro acerto. Hoje em dia só catando bastante, e mesmo assim custa uma baba.

12 — O pessoal da maromba mamando seus Wheys

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Convenhamos, o que mais tem é sujeito pedindo whey, soy latte, açaí e o escambau, e se colocarem um bar temático com ferro pro pessoal puxar, fará um sucesso danado. E por falar em bar temático…

13 — Lanchonetes saudosistas

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Isso sempre existiu, não dá pra dizer que BTTF 2 fez uma grande previsão, visto que temos o excelente The Fifties, a parte meio deprimente é que o que era piada hoje é realidade, sem pesquisar muito dá pra achar lanchonetes temáticas dos Anos 80.

14 — Terrorismo Islâmico

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A gente anda anda anda e não sai do lugar. Quando não é um Ayatollah pra atolar, é um maluco turista no ISIS.

15 — Miley Cyrus

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Apenas isso. Foram proféticos.

16 — Wearables e smartphones gigantescos

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Outra em cima do lance. Em 2015 todo fabricante estará empurrando um relógio inteligente, cada um maior e mais cheio de recursos (inúteis). Os celulares por sua vez também são maravilhosamente poderosos, mas imensos. Não importa se é um Lumião ou um iPhone 6+, compre um tablet, caceta.

17 — Ainda não teremos nos livrado do Fusca

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De longe a maior atrocidade cometida por Hitler, dizem que era a acusação principal de seu caso em Nuremberg, se fosse levado a julgamento. Prometido como grande Carro Popular, os trabalhadores alemães tinham que participar de um consórcio, onde no final de 50 pagamentos semanais de 5 marcos teriam direito a um fusca.

Problema 1: qualquer falha em um desses pagamentos e você perdia todo o dinheiro investido. Problema 2: a fábrica que Hitler abriu pra produzir Fuscas foi alterada para produzir blindados para a guerra.

Essa abominação foi produzida até 2003, e mesmo 12 anos depois ainda podem ser vistos nas esquinas e na pista da esquerda da maioria das rodovias.

18 — Drones

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Imprensa usando drones para cobrir notícias. Ok, essa nem é engraçadinha, foi uma previsão bem legal. Em 2013 noticiamos sobre jornalistas usando drones, e isso tende a se tornar cada vez mais comum. Bola dentro, BTTF.

19 — Canal de Paisagens

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Ao invés da paisagem horrorosa de Hilldale, aquele buraco, os McFly tinham na janela uma projeção de paisagens bonitas e relaxantes, era o Canal de Paisagens. Agora o melhor: não dá nem pra dizer que foi uma previsão, pois em 1987 foi fundada a Landscape TV, um canal especializado em… paisagens. Certo, não projetam na sua janela, mas são um screensaver e tanto pra sua TV…

20 — Aceitação de pessoas transgêneras

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Embora ainda esteja longe de ser ideal, o mundo de 2015, como previsto em BTTF 2 está bem mais amistoso para membros da comunidade GLSBT+. Uma mulher trans foi eleita mulher do ano pela Revista Time, e as pessoas, ao menos as com mais de 5 neurônios estão se esforçando para entender a complexidade entre gênero, sexo e tantos componentes complexos com os quais a criatura humana se identifica.

21 — Uber e taxis piratas metendo a faca

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O Uber é aquela mega-startup de táxis de legalidade questionável onde particulares vendem corridas, ficando à margem do fisco. Fora isso o Uber é adepto de práticas moralmente questionáveis — aumentar as tarifas durante a virada do ano — e práticas moralmente canalhas como aumentar as tarifas durante o ataque terrorista em Sidney.

BTTF sem-querer previu bem o Uber, com o taxista do filme…

22 — A sua televisão

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Um porrilhão de canais, uma TV gigantesca, nada de interessante passando. Onde já vi isso? Ah sim, na sala de quase todo mundo. Marty Jr usa controle de voz, o que é pitoresco, pois as SmartTVs vendidas no Brasil já trazem esse recurso. Xbox idem. A curiosidade é que os canais em BTTF são todos 4:3, ao contrário do padrão widescreen atual. Também não aparentam ser em HD.

23 — Porções cada vez menores

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Ok no filme essa é a pizza antes de ser reidratada, no 2015 da vida real essa é a pizza tamanho final na maioria dos restaurantes. Nem falo da onda gourmet. Se a tendência continuar logo teremos pizzas tão pequenas que não terão nem 360 graus de circunferência.

24 — Oculus Rift

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Como assim? Um equipamento de realidade virtual, acoplado com o sistema de comunicações da casa, que permite atender telefonemas, ver filmes, ler textos?

Só deve ser ficção. Ou um Oculus Rift, se um dia sair de beta. A única certeza é que não será da JVC, marca que em BTTF 2 é onipresente mas que hoje em dia está longe de ser considerada inovadora. Aliás até me espantei ao pesquisar e descobrir que ainda existe.

25 — Michael J. Fox e Lea Thompson

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O Universo foi cruel com Michael J. Fox, sua carreira e sua qualidade de vida foram afetadas profundamente pelo Mal de Parkinson, mas isso não o impediu de fazer grandes trabalhos, manter uma atitude positiva e aparecer bem na fita do lado da esposa, Tracy Pollan, aquele mulherão.

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Convenhamos a realidade de 2014 está bem melhor que a ficção de 2015.

A Lea Thompson idem, e antes que alguém reclame dizendo que ela é a MÃE de Marty McFly então em 2015 estaria bem mais velha, vamos comparar com a Lorraine do 1985 alternativo, cheia de upgrades cortesia Biff Tannen:

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Essa é a Lea Thompson real, 53, numa foto em outubro de 2014.

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E isso é tudo que tenho a dizer sobre o caso.

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26 — Skype em SmartTVs

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É algo que todo fabricante tenta empurrar, sem entender que ninguém quer ser pego de cueca no sofá, praticando posições dignas do Kama Sutra enquanto tentar operar aquela unha encravada do dedão, apenas para receber uma chamada dos sogros na TV da sala.

Mesmo assim o recurso existe, tudo quanto é TV mais inteligente que um comentarista de portal já está conectada e é só usar.

27 — err… fax?

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Muito provavelmente Marty trabalhava em um cartório associado à tal empresa do japonês. Sim, piadas à parte ainda existe muita gente que usa fax, para desespero de quem terá que inevitavelmente redigitar a informação.

Conclusão

BTTF 2 não é, de modo algum um tratado de futurologia, é uma brincadeira com carros voadores, hoverboards (não coloquei as 247.823.498 hoverboards magnéticas, todo mundo já viu essas porcarias em 2014) e que como toda tentativa, séria ou não de prever o futuro, falha.

Há computadores por toda parte, mas eles não fazem nada. Não há redes sociais, a internet em 1989 ainda era algo que ninguém conhecia. É natural que o 2015 de BTTF 2 não tenha URLs, sites, hashtags.

A multidão em volta da turma do Griff quando estão sendo presos é fundamentalmente diferente do 2015 real: não há ninguém tirando fotos com celulares. Eles sequer existem. Telefones públicos sim, em uma densidade inimaginável hoje em dia.

Em outras coisas acertaram direitinho. As policiais escaneando as digitais da Jennifer e consultando uma base dados é uma das cenas mais reais do filme, exceto que nos EUA gente de bem não está nos bancos de dados, somente criminosos. A polícia de lá rotineiramente usa scanners portáteis, iguais aos de NCIS. Curiosamente no Brasil eles seriam mais úteis, já que todo cidadão, do bem ou do mal tocou piano em algum momento.

Algumas coisas é seguro afirmar: nunca teremos carros voadores, os riscos envolvidos são grandes demais. De resto, a outra grande tecnologia do filme, o Mr Fusion, está atrasada. Assim como o Ano do Linux no Desktop é YEAR(NOW())+1, a Fusão Nuclear Controlada é uma meta alcançável, um problema que será resolvido sem falta em YEAR(NOW())+20.

Fora isso a grande e deprimente conclusão é perceber que isto:

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É completamente inútil. Quem viu o filme em 1989 pensou seriamente em vender a mãe para colocar a mão nesse livro. Hoje ele não vale o papel em que foi impresso. Parabéns, você está velho.

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31 Dec 20:48

Quem desenhou esse gato aqui?

by Joe

Pode passar 120 anos, essa brincadeira nunca vai deixar de ser engraçada. NUNCA!

30 Dec 16:31

Otakismo – O fenômeno kawaii: por que o Japão é o ‘Império da fofura’?

by otakismo2
Cesar.xtx

interessante a Reportagem

Otakismo KawaiiMoe moe kyun!

“Assim como Disney romantizou a natureza em relação à sociedade industrial, os japoneses romantizaram a infância em detrimento da idade adulta. Por idolatrar a infância e seus resquícios, os jovens japoneses implicitamente amaldiçoaram seus futuros como indivíduos adultos na sociedade” (Sharon Kinsella)

No Japão, a atração pelo kawaii (可愛い, lê-se cauaí) é uma força neo-romântica onipresente e poderosa. Os japoneses nascem e crescem observando uma paisagem saturada de algodão doce. Publicidade, mascotes, displays digitais, embalagens… Tudo está contaminado pela estética kawaii. O Japão de “Império dos Sentidos” rapidamente se converteu em “Império do Kawaii”. Mas afinal, o que significa isso? Traduzir conceitos do japonês é sempre uma tarefa ingrata. “Cute” ou “bonitinho” apenas resvalam a superfície do termo. São necessários parágrafos para explicar o real significado dessa palavra no imaginário japonês, com a certeza de não esgotá-la. Não há léxico correspondente nas línguas ocidentais. Neste texto procuro definir de modo profundo o significado do termo, introduzir o estudo de caso da Hello Kitty, rastrear brevemente sua história, e amarrar isso tudo a partir de algumas explicações sociológicas a respeito de sua disseminação na sociedade japonesa.

DEFINIÇÃO: O QUE SIGNIFICA “KAWAII”?

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Kawaii é um conceito amplo, ele permeia o bonitinho, pequenininho, simples, mesmo tolo. É algo pueril, que remete à infância. A apreciação do kawaii celebra comportamentos sociais e aparência física que tendem à doçura, adorabilidade, genuinidade, inocência, pureza, gentileza, vulnerabilidade, fraqueza, carência e inexperiência. Mais do que aparência, tem a ver com empatia e comportamento. O significado do termo é ambíguo e seu uso, variado. É empregado para descrever pessoas, objetos, plantas, animais ou modos de agir. Kawaii é também um modo de falar, um estilo de vida, um comportamento jovem. Exato, o kawaii não se expressa apenas no design, nas artes plásticas, na publicidade e nos produtos de consumo – que vão de material escolar a produtos bancários -, mas é testemunhado na conduta e mesmo na sexualidade dos nipônicos. Um cachorro fofinho? É kawaii. Uma menina tímida? Kawaii. Uma personagem de mangá atrapalhada? Kawaii. Um chapéu bonito? Kawaii. Um sorvete de tutti-frutti? Kawaii. Com o tempo os japoneses estão abrindo cada vez mais o leque de possibilidade de uso do termo.

Meninas de comportamento kawaii aparentam (não necessariamente possuem!) a maioria dessas características: passividade, vulnerabilidade, carência, desamparo, impotência e inexperiência. São doces, GENUÍNAS – essa palavra é importante -, reservadas, obedientes e irresponsáveis.  Em casos mais sérios, entortam os joelhos, fazem biquinho, olham de baixo para cima desnorteadas, batem o pé e falam com voz doce, beirando a tolice. Mesmo no colégio, onde são forçadas ao processo de padronização com os uniformes de marinheira, dão um toque infantilizado numa presilha, num modo de amarrotar a meia.

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Diferente da “beleza”, caracterizada pela “raridade”, “distância” e “inacessibilidade”, o “kawaii” é interpretado pelos apreciadores como “próximo”, “cotidiano” e “material”. Ele atrai afeição em vez de admiração. O kawaii rejeita pedestais, por isso os membros de grupos femininos como AKB48 e Morning Musume são escolhidos a dedo para aparentar como garotas ordinárias que poderiam estar sentadas ao nosso lado na escola. Dentes tortos e franjinha são festejados. O kawaii também é mutável e possui nichos. Nos anos 80, por exemplo, ele era puramente infantil. Na década de 90 passou a ser mais andrógino e cômico, atualmente ele é mais “street fashion”. Há subdivisões, casos do erokawaii, busukawaii, kimokawaii, mas nisso não me alongarei. Na cultura kawaii, o lado mais perverso da infância também é emulado em casos extremos, como a automutilação. De modo geral, é o oposto do usualmente praticado pela indústria cultural dos EUA e a noção de “diva”, e em parte pelas agências de K-pop na Coreia do Sul.

A atração pelo infantilismo é transcultural e já explicada pela Psicologia Evolutiva. A atenção antes dada à proteção da prole saudável hoje é expressa pela afeição por eles, já que não precisamos mais escondê-los de ursos e cobras nas cavernas. Estudos sugerem que observar traços desproporcionais capazes de remeter à lembrança de bebês, mesmo em coisas ou vidas inumanas, estimulam a mesma região cerebral responsiva ao sexo, alimentos saborosos e drogas viciantes. Os americanos de fato criaram o Snoopy e os coreanos a Pucca, personagens essencialmente kawaii. No Japão, todavia, a proporção é outra. O bonitinho não é restrito às crianças. Exemplifico:

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O Partido Comunista de Nagoya adotou uma girafa kawaii como logo nas eleições nacionais de 1993. As poderosas Forças de Autodefesa do Japão usam uma mascote kawaii chamado Prince Pickles para promover suas atividades, assim como quase todas as províncias possuem suas mascotes. O Partido Conservador usa as meninas do AKB48 para propagandear política em Tóquio. Bancos e seguradoras vendem serviços financeiros sob esta estética. Mecanismos kawaii são usados em placas informativas de assuntos sérios (risco de incêndio ou cartazes de busca de terroristas), protestos contra as bases militares americanas, ou mesmo em situações de repugnância, como em casos de estupro de menores.

“Usados sem hesitação por adultos e crianças, em espaços públicos e privados, antes mesmo de nos darmos conta, esses personagens se tornaram parte de nossa paisagem diária. Pode-se encontrá-los, por exemplo, impressos em cadernetas de movimentação bancária, em passes de trem, e, como indica a presença normal e aparentemente natural de bichinhos de pelúcia em estações policiais, eles se incorporaram à vida diária do Japão de um modo que seria inimaginável em outros países” (Fundação Japão)

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Existem infinitas estampas kawaii em preservativos usados no ato sexual (foto acima), último momento no qual um ocidental gostaria de transparecer infantilidade. Na pornografia japonesa, mulheres mais velhas invariavelmente emulam o comportamento de meninas inábeis e ingênuas, enquanto os animes, mangás e jogos eletrônicos eróticos com freqüência ilustram crianças claramente pré-púberes praticando atos sexuais (tolerado pela legislação do Japão). O uso irrestrito na publicidade é evidência da penetração dessa estética na sociedade, pois a propaganda tende a adotar discursos, valores e trends já consagrados pelo status quo vigente. E nada melhor para exemplificar a divulgação do conceito kawaii que ela, a Kitty-chan.

ESTUDO DE CASO:
A MARCA BILIONÁRIA CHAMADA HELLO KITTY

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 “Tamanha é a simplicidade da concepção desta personagem, que chega a ser difícil descrever a Hello Kitty. Seu desenho é tão básico, tão sem efeito de volume, que qualquer criança é capaz de desenhá-la. Kitty é uma gatinha branca, de pequenos olhos, sem boca, e com um laço do lado direito da cabeça. Foi com tal aparência zen que ela conquistou o mundo, e permitiu que a empresa Sanrio construísse um império internacional” (Cristiane Sato)

Kitty-chan é uma gata antropomorfizada criada em 1960 pela designer Yuko Shimizu, então funcionária da japonesa Sanrio, com o objetivo de estampar artigos de papelaria. Hoje a marca Hello Kitty movimenta US$7 bilhões de dólares anualmente em mais de 110 países, com dezenas de milhares de produtos licenciados (fora a pirataria). Apesar de conhecida apenas pela Kitty-chan no Ocidente, a Sanrio possui mais de 450 personagens, muitos deles populares no Japão, como Chococat, Keroppi, Tuxedo Sam, Pochacco, My Melody e Badtz-Maru. Entre os produtos licenciados, além dos óbvios cadernos, existem: parques temáticos, cafeterias, carros, jornal, preservativos e bebidas alcoólicas.  Detalhe: diferente dos personagens Disney, não havia gibi, desenho animado ou filme para alavancar o sucesso dela. Ela construiu essa fama global com a sua imagem estática nos produtos.

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Como uma personagem embasbacante de tão simples, virou um Embaixador – literalmente, pois ela foi Embaixatriz da Unicef em 1983 – bilionário da cultura japonesa? Personagens kawaii possuem ingredientes fundamentais. Devem ser fofos, pequenos, tingidos em tons pastel, arredondados, macios, leves, amáveis, preferencialmente mamíferos, sem apêndices ou orifícios corporais (nariz, braço), inseguros, perdidos, desesperançados. Confeccionados em materiais simples e infantis, como pelúcia ou plástico. Desenvolvidos sob encomenda para emular as pessoas mais fracas da sociedade.

Sob uma perspectiva técnica, um design minimalista, sem detalhes ou relevo, facilita a reprodução industrial a custo baixo. O minimalismo é importante na criação de um personagem kawaii. Deve-se excluir tudo o que é descartável na transmissão da amabilidade do personagem. Braços, boca, pescoço, qualquer coisa que dilua aspectos kawaii. Reduz o desnecessário para estourar aquele traço simples e redondinho que faz as japonesas suspirarem “kawaaaaaiiii”, naquele misto de derretimento e desejo de posse. Pensando por uma ótica de mercado, menos é mais. A Hello Kitty tem de caber até na presilha de cabelo. Os caras entendem de design…

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Alguns analistas superficialmente acusam uma “completa apropriação de estéticas ocidentais” enquanto ignoram o que realmente aconteceu: uma simbiose Japão-Oeste. A Hello Kitty, apesar de ter inspirações artísticas ocidentais, está enraizada com os dois pés no conceito japonês de Muhyo-Kyara, ou seja, de “personagem sem expressão”. Em contraste às afirmativas mascotes ocidentais, de expressões fortes, esse conceito prega feições inexpressivas capazes de levar a pessoa que se relaciona com o personagem a projetar suas próprias emoções nele. Por exemplo, a ginasial japonesa que não consegue dormir por não ter seus sentimentos correspondidos pelo amado pode se consolar com a ‘compreensiva’ Kitty-chan. Já numa segunda tentativa, dessa vez exitosa, ela poderá compartilhar sua alegria com a mesma pelúcia, a ‘amiga de todas as horas’. A Sanrio, segundo Sato, recebeu uma carta de uma garota com câncer. Nela, ela explicava que gostava da (inexpressiva) Kitty-chan por considerá-la ‘doce e afetuosa’ e por ela ser ‘alguém com quem se podia conversar’. A simplicidade ímpar da Hello Kitty encerra em si mesma uma profundidade difícil de intelectualizar, mas muito fácil de sentir.

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Mas… de onde veio a força do kawaii? Por que a onipresença no Japão? No afã de compreender essa questão, primeiro é preciso mapear rapidamente a história do século XX no Japão, depois penetrar na mentalidade cultural que moldou a nação japonesa (confucionismo, zen-budismo, etc.), onde eu precisarei ser um pouco mais acadêmico. Essa análise é surpreendente e você só verá aqui, no Chuva de Nanquim!

DIFUSÃO DO KAWAII NO JAPÃO:
UMA BREVÍSSIMA HISTÓRIA

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“Na raiz dessa afeição há uma sensibilidade estética tradicional e singular que é traduzida por meio de uma receptividade e predileção pela planicidade, abreviação, simbolismo e simplificação. É intrigante pensar que possa efetivamente haver uma base histórica comum entre a sensibilidade da Era Edo (1603-1868), que estava preocupada com os aspectos plano e raso do Ukiyo-e [xilogravura japonesa], e a do japonês contemporâneo, que vê os personagens de anime e mangá como entidades surpreendentemente reais” (Hiroyuki Aihara)

 A histórica afinidade japonesa pelo bonitinho pode ser monitorada por suas manifestações artísticas. Na literatura, há mais de um milênio, Sei Shonagon descreveu com clareza esse paladar pelo frágil no livro Makura no Soshi. O mesmo pode ser observado na literatura moderna do século XX, em livros do genial Osamu Dazai. O conceito Kawaii contém em si similaridades com a tradição visual japonesa, de acordo com Peek, caso do ukiyo-e, plano e sem profundidade. Além disso, dialoga diretamente com as sensibilidades  do povo japonês. Esse olhar kawaii enxerga trejeitos positivos em objetos ordinários (baratos, industriais, plásticos) ou de beleza questionável (dentes tortos ou coluna levemente vergada que humanizam a mulher), assim como o antigo conceito japonês de mono no aware cobra uma sensibilidade de apreciação em relação às coisas efêmeras, imperfeitas, simples e transitórias da vida, uma herança do pensamento zen-budista. A estética kawaii com bidimensionalidade estaria em comunhão com a sensibilidade estética japonesa tradicional.

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Entretanto o kawaii propriamente dito foi criado no fim da Era Meiji (1868-1912) e início do Perído Taisho (1912-1926), dentro da shoujo bunka (“cultura das garotas”), ou seja, quando as mulheres do Japão passaram a absorver conteúdo ocidental e a interpretá-los a partir das lentes do repertório estético-cultural japonês. Esse choque Leste-Oeste encontrou uma atmosfera político-cultural favorável a sua proliferação.

Com a ocupação do Japão pelos EUA no fim da Segunda Guerra, os produtos comerciais americanos rechearam o Japão e influenciaram a produção cultural e industrial dos asiáticos. As garotas do país de modo paulatino e espontâneo abraçaram as criações infantilizadas de ambos (mais para frente explicarei as razões mais aceitas para isso). Para a loucura dos professores, elas inventaram uma incompreensível forma de escrever, com adoção de estrangeirismos, desenvolvimento de traços arredondados e inclusão aleatória de emojis no texto cursivo. A língua oral também foi afetada, Kakkoii, por exemplo, passou a ser pronunciado propositalmente errado como katchoii, dicção de um bebê incapaz de dizer a palavra corretamente. Uniformes escolares viraram item de guarda-roupa mesmo após a formatura.

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As empresas japonesas perceberam esse momento e, sabendo do poder de compra das japonesas, adotaram essa estética como norte corporativo. Apesar da cultura kawaii não ter sido criada pelo universo business, foi por ele logo descoberta e rapidamente assimilada no início do boom consumista dos anos 70 – o auge da economia japonesa. Anualmente as japonesas gastam US$15 bilhões em cosméticos, sendo que US$2,5 bilhões são desembolsados por alunas ginasiais. O mercado abraçou a ideia e lojas como a 6% doki doki fizeram fortunas. Companhias aéreas pintaram a fuselagem de aviões 747 com temas de Pokémon e Mickey. Propagandas, embalagens, mangás, games, softwares de design incorporaram a estética. A Sanrio, detentora da marca Hello Kitty, já negociou seus personagens com mais de 20 instituições bancárias incapazes de diferenciar suas ofertas.

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Na condição de país coletivista, o Japão tende a fomentar mais a geração de ‘coqueluches culturais’ porque todos querem e precisam fazer parte de um grupo. A conformidade faz parte da adesão à estética. Mas será que só questões mercadológicas dariam conta de explicar a singularidade do caso japonês? Acredita-se que não…

“O consumo de muitos produtos de estilo bonitinho, com poderosas propriedades de indução emocional, pode ironicamente disfarçar e compensar a grande alienação dos indivíduos em relação às outras pessoas na sociedade contemporânea” (Sharon Kinsella)

O QUE ESTÁ ESCONDIDO NAS SOMBRAS DA HELLO KITTY

Analistas feministas não tardaram a acusar no conceito kawaii uma ferramenta patriarcal do Japão para manter a mulher subjugada, conformada com os valores antigos no mundo moderno. Afinal, a fêmea atraente seria aquela passiva, obediente e imatura. Novos estudos culturais de visões menos paradigmáticas estão sugerindo exatamente o oposto: a cultura kawaii é uma rebelião juvenil, uma recusa de cooperação aos valores sociais vigentes e à realidade japonesa (não que não exista uma disparidade de gêneros no Japão, apenas que essa explicação sozinha não dá conta da realidade). Sua popularização revela um escapismo passivo e consciente em relação às expectativas da sociedade e dos distintos papéis de gênero, muito mais marcantes no Japão que no Ocidente. A ala masculina demonstra o mesmo mal-estar de outros modos, como os hikikomori, majoritariamente homens. Vamos explicar isso com calma. Em um livro clássico da antropologia americana sobre o Japão (hoje contestado em alguns pontos, mas a meu ver ainda real em outros tantos), Ruth Benedict afirma:

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“[o arco da vida no Japão] É uma grande curva em U pouco acentuada, com a máxima liberdade e indulgência concedidas aos bebês e aos velhos. As restrições são lentamente aumentadas após a primeira infância, até que a satisfação da própria vontade atinge uma baixa logo antes e depois do casamento. Nesta linha prossegue por muitos anos, durante o vigor da mocidade, ascendendo gradualmente o arco de novo até que, após os sessenta, homens e mulheres acham-se tão desimpedidos pela vergonha quanto as criancinhas. Nos Estados Unidos viramos de cabeça para baixo esta curva. As disciplinas severas são dirigidas para a criança e aos poucos relaxadas, à medida que esta cresce em força, até passar a dirigir a própria vida ao arranjar um emprego que lhe garanta a subsistência e constituir lar próprio. O vigor da mocidade para nós [americanos] coincide com o ponto alto de liberdade e iniciativa. As restrições começam a aparecer quando os homens perdem o domínio, a energia, ou se tornam dependentes. É difícil para os americanos sequer imaginar uma vida arranjada de acordo com o padrão japonês. Parece-nos fugir em face da realidade.” (Ruth Benedict)

Envelhecer para o japonês não parece muito saudável: o homem estudará e trabalhará incontáveis horas, incluso horas extras e as culturais idas ao bar após o expediente (essenciais para garantir as desejadas promoções profissionais). A mulher não possui perspectivas de trabalho e está destinada ao papel de dona de casa com marido ausente. Jovens japoneses prestes a entrar na vida adulta, em sua maioria, classificam essa nova fase da vida como um período desanimador, árido demais. Temem mais que tudo o peso das responsabilidades com a família, sociedade, espaço público e política. Possuem uma visão muito nebulosa tanto do futuro quanto da sociedade japonesa. A vida adulta, diferente do Ocidente, não é vista como um período de liberdade e emancipação pessoal, muito pelo contrário, a fase é vista como décadas de claustro que limita as potências individuais apaga os sonhos e força o indivíduo a aceitar o destino imposto por outrém. Em pesquisas no Japão, a população atribuiu à vida adulta valores fundamentalmente vistos como negativos: solidão, responsabilidade, falta de tempo livre, excesso de trabalho, desaparecimento dos sonhos.

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O que dá suporte à cultura kawaii é a noção romântica da infância como período puro, intocável, sem maldade. Yuuko Yamaguchi, gerente geral do departamento de character-design da Sanrio, diz que a estética kawaii cristaliza a vontade do japonês de nunca querer crescer, de permanecer no estágio infantil, de não abrir mão da candura, uma vez que a vida de adulto no Japão, mais do que em qualquer outra cultura, é um tempo extremamente penoso, de muitas responsabilidades e pressões (um país do tamanho do Mato Grosso do Sul, sem recursos naturais, que por muito tempo foi a 2ª maior economia do mundo).

“Maturidade, que no Ocidente tem sido associada à autoridade e direitos individuais, ainda tende a ser pensada de acordo com o modelo confuciano no Japão moderno. Ou seja, a maturidade é geralmente vista como a capacidade de cooperar bem dentro de um grupo, aceitar compromissos, cumprir obrigações com os pais e funcionários, e assim por diante” (Sharon Kinsella)

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Essa infantilização da aparência que causa espanto no ocidente é justamente o que atrai o japonês. A criança, o assexuado ou a virgem é livre de responsabilidades e papeis sociais complexos e exigentes. Um adulto que, numa sociedade coletivista, se entrega aos seus desejos e fraquezas pode ser visto como moralmente fraco e egoísta. A cultura kawaii representa a vontade de criar uma sociedade horizontalmente estruturada, mais amigável e guiada pelas emoções, em detrimento da ânsia racional, expansionista, hierarquizada e baseada no poder que caracterizou o Japão do passado.

A sociedade e a família japonesa, tendo consciência do espinhoso cotidiano dos adultos japoneses, consideram a infância um momento da vida absolutamente idealizado, portanto permitem aos seus rebentos momentos de felicidade idílica antes que eles cresçam e encarem o quase desumano estilo de vida japonês. Cria-se um ciclo vicioso, onde algumas crianças, após uma infância artificialmente açucarada, sucumbem quando encaram a dura realidade da vida adulta, e, sofrendo síndrome de Peter Pan, consideram que ser adulto é intolerável, criando para seus próprios filhos a mesma tenda idílica para que eles aproveitem os únicos anos da vida que supostamente valem à pena. A ideia de que o comportamento kawaii é natural da pessoa, foi suprimido pelos deveres sociais e urge achar rachadura por onde pode liberar a tensão.

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Diferente do uso da insinuação sexual por parte da juventude ocidental como meio de afirmação de maturidade que elas ainda não possuem (Miley Cyrus, Vanessa Hudgens), os jovens japoneses caminham no sentido oposto, enfatizando sua imaturidade e incapacidade de lidar com as responsabilidades da vida adulta, mesmo quando já as possuem. Meninas querem casar por amor, e não mais por compromisso. Adultos querem a ‘pureza perdida’. Políticos desejam de afastar do passado expansionista do país, a oposição quer condenar o status quo. Cada um encontra um uso particular para a mesma estética.

“Comportamento infantilizado foi considerado genuíno e puro [pelos entrevistados japoneses] – o que implica que as experiências e relações sociais adquiridas após a maturidade foram consideradas como formadoras de uma falsa superfície externa (…) embora, ironicamente, o bonitinho seja extremamente artificial e estilizado” (Sharon Kinsella)

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Muitos intelectuais que estudam o Japão chamam a atmosfera kawaii do pós-guerra de uma contracultura passiva e paradoxal. Passiva porque, apesar de rejeitar o status quo, não tem a menor intenção de desconstruir o sistema social e colocar algo diferente no lugar, apenas pede que não solicitem sua colaboração. Os adeptos dessa cultura, em maior ou menor grau, são críticos da autodisciplina, da tolerância ao destino e das condições severas impostas pelo jogo social (que, faço questão de ressaltar, podem ser extremas no Japão). Paradoxal porque mantém estreitos laços estéticos e comerciais com a cultura que parece rejeitar. Como afirma Kinsella, negam a “falsidade do convívio social”, mas adotam como expressão da “pureza” algo ainda mais artificialmente arquitetado, idiossincrasias naturais de um termo tão abrangente.  É necessário também deixar claro que essa postura não é consciente. Ninguém ou praticamente ninguém no Japão adota traquejos infantis com essa lucidez. Não é um ato político dessa juventude, longe disso, até porque eles estão muito mais para a alienação absoluta do que para uma consciência superior. É uma tentativa de compreensão de uma postura comportamental abstrata.

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A estética kawaii também possui outras funções sociais secundárias e generalizadas. É um fluido lubrificante da comunicação, sobretudo quando envolve assuntos desagradáveis, ainda que isso possa ser usado de modo perigoso. Afinal, se o jovem não se interessa por política, a figura muda de cena quando o assunto é pautado pelo grupo AKB48 em Akihabara. A aparência pode se sobressair à essência. Outro uso social é a anulação do self, como uma máscara. Muitos japoneses se escondem socialmente atrás do véu socialmente aceito do ‘kawaii’ para não mostrar seu verdadeiro eu. Inclusive alguns estudos de cultura organizacional (a cultura praticada dentro das empresas) demonstram que a manifestação kawaii, no comportamento profissional ou na customização do ambiente de trabalho, é maior em empresas pequenas, onde o relacionamento e a exposição pessoal é maior (logo, precisam de maior proteção do olhar alheio), do que em grandes multinacionais, onde a tarefa de tornar as relações impessoais é toda guiada por processos e sistemas (horário, crachá, porta automática, relatórios padronizados, etc). Muitas mulheres inclusive afirmam fingir fragilidade kawaii para evitar broncas dos superiores.

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“Kawaii é mais do que os seus diplomatas (Hello Kitty, Pikachu, Sailor Moon, etc.) que resumem a perspectiva global sobre a cultura popular japonesa. Sob a superfície de seu uso superficial como uma ferramenta de capitalismo consumista, [o conceito] kawaii atua como um lubrificante social onipresente. É uma forma de expressão que permite que o indivíduo japonês, mesmo que apenas por uma pequena fração, viva fora da exigente natureza de pressões sociais de uma forma não-combativa e socialmente aceitável.” (Cameron Peek)

Por fim, a estética kawaii pode ser usada inclusive para desconstruí-la de dentro. Muitos publicitários usam esse conceito como paródia de si mesmo em suas criações, com recortes e spoofs. Nas artes plásticas, o movimento Superflat do Takashi Murakami aponta violentamente seus dedos para a obsessão pelo kawaii que impregnou por toda a cultura japonesa – ainda que ele lucre milhões de dólares com essa massificação, numa postura tão dúbia quanto a das adolescentes japonesas que rejeitam certos valores da sociedade pagando fortunas pelas válvulas de escape que ela oferece.

Escrevo pílulas sobre cultura japonesa no perfil @JapopOtakismo. Sigam!


Fontes:

Um dia na vida do Japão, o Kingdom of Characters (Hiroyuki Aihara)
Japan, Kingdom of Characters (Exposição da Fundação Japão)
Cuties in Japan (Sharon Kinsella)
Japop – O poder da cultura pop japonesa (Cristiane Sato)
Kawaii as represented in scientific research: the possibilities of kawaii cultural studies (Kyoko Koma)
Capitalizing on “cuteness”: the aesthetics of social relations in a new postwar japanese order (Leila Madge)
Kawaii Aesthetics: the role of cutiness in Japanese society
Exploring kawaii in a sample of Japanese college women: a mixed-methods study (Stephanie Klapper)
Tokyo Girls (Patrick Macias/Izumi Evers)
O Crisântemo e a Espada – Padrões da cultura japonesa (Ruth Benedict)
Japanese schoolgirls: how teenage girls made a nation cool (Shoko Ueda/Brian Ashcraft)
Expression of kawaii: gender reinforcement of youth Japanese female school children (Yuko Asano-Cavanagh)
Exploring Japanese art and aesthetics as inspiration for emotionally durable design (Pui Ying Kwan)


28 Dec 18:20

O seu ano

Cesar.xtx

HAUHAUAHUAHAUHAUA

27 Dec 02:40

Nerdcast 446 – RPG Cyberpunk 2: O Passageiro do Futuro

by Mau Faccio

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Clique na vitrine para baixar a imagem XICANTE.

Lambda lambda lambda! Hoje Alottoni, Tucano, Carlos Voltor, JP, Rex, Android e Azaghal, o grupo está junto novamente para uma nova missão, prepare-se para a segunda parte do RPG CYBERPUNK!!!

Neste podcast: Continue acompanhando as aventuras de grupo de mercenários mais suicida de 2119, enquanto eles tentam descobrir o valor do misterioso prêmio de seu assalto, em um ciberespaço sem limites de bom senso!

ALTAMENTE RECOMENDÁVEL OUVIR COM FONES DE OUVIDO

Tempo de duração:  130 min

ARTE DA VITRINE: Andrés “Amigo Imaginário” Ramos e Carlos Alexandre Lutterbach
NARRAÇÃO DA INTRODUÇÃO: Guilherme Briggs
NARRAÇÃO DA REKALL GALÁPAGOS: Portuguesa
AGRADECIMENTOS A DIEGO MORENO, PELO SUPORTE TÉCNICO DA MADRUGADA

Rekall Galápagos

ANTERIORMENTE NO ESPECIAL RPG CYBERPUNK

FEED DO NERDCAST

E-MAILS

27 Dec 02:38

Livro reúne tudo sobre Sega Mega Drive/Genesis

by Redação Garotas Nerds
Cesar.xtx

Bacana

Para todos os amantes de consoles antigos, este livro com certeza será uma relíquia e tanto! A Sega lançou o livro Sega Mega Drive/Genesis: Collected Works, que reúne milhares de informações e imagens sobre seu famoso e clássico console Mega Drive, também conhecido como Genesis, para satisfazer todas as curiosidade dos amantes desse vídeo game.

Sega Mega Drive

O livro é praticamente um “livro documentário”, que conta a história completa do Mega Drive e traz diversas imagens, algumas até bastante raras, que incluem anotações, rascunhos e diversas outras informações sobre o processo de design do console lá pelos anos 80. Além de abordar design exterior, também há notas sobre o design do hardware e informações sobre todo o pensamento por trás do funcionamento do console.

Alguns dos principais games lançados para Mega Drive também aparecem no livro e também é possível ler entrevistas com diversas personalidades por trás da criação, do desenvolvimento e de tudo relacionado ao Mega Drive. Com capa dura e cheio de imagens e informações, este livro com certeza merece entrar agora na lista de desejos de qualquer amante dos clássicos! ;)

Confira mais algumas imagens do livro abaixo:

Sega Mega Drive

Sega Mega Drive

Sega Mega Drive

Sega Mega Drive

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26 Dec 16:28

Gangs de motoqueiros perigosos

by Joe

gang

BOOOORN TO BE WIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIILD!!!

ESCONDAM-SE, ELES ESTÃO DE VOLTA À CIDADE!

26 Dec 16:24

Ozzy mandando um feliz natal pra galera

by Joe
Cesar.xtx

HAUAHUAHUAHUAHAUHAUAHUAHUAHUAHUAHUAHAUHAUHAUHAUHAUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHAUHAUAHUA

Me mandaram esse vídeo várias vezes durante essa semana que passou. Eu estava esperando o momento certo. Agora o clima natalino está completo.

22 Dec 17:12

Esses Orientais...

Cesar.xtx

Muito bom

Que absurdo...

22 Dec 12:20

Como esperado, visitação dos sites de notícias espanhóis vai pra vala

by Carlos Cardoso
Cesar.xtx

Que dahora....

Simpson,_Nelson_Muntz (1)

O Alemão é o único idioma do mundo que poderia ter uma palavra como schadenfreude. É um termo que significa a sensação de satisfação quando vemos algo ruim acontecendo com outra pessoa. Não é um sentimento bonito, não é um sentimento cristão, mas eu nunca disse que era uma boa pessoa, então experimento uma schadenfreude porreta ao ver a mídia espanhola se ferrar.

Como noticiamos aqui, eles fizeram um bruta lobby para que o governo espanhol passasse Leis de direitos autorais onde sites que indexassem portais de notícias seriam obrigados a pagar pelo privilégio de mandar tráfego pra eles. O Google não gostou, avisou que ia puxar o carro.

Os sites perceberam a hagada, correram pro Governo pedindo para que o Google fosse impedido de não prestar seu serviço e ser cobrado por isso. Vendo o absurdo da situação o Governo de Madrid mandou os jornais chuparem prego, e conforme prometido e anunciando, o Google News Espanha agora cai numa página explicando a situação.

O resultado?

Nas primeiras horas a Chartbeat, uma empresa que mede tráfego web monitorou 50 sites espanhóis, indo de pequenos até grandes portais. A audiência caiu em média entre 10% e 15%, e mesmo assim são dados de clientes que aceitaram divulgar, mesmo anonimamente os valores.

Veja o gráfico, mostrando o tráfego, menos vindo de sites de buscas e mídias sociais. Às 02:30 o Google News sai do ar…

spain-links

Isso é lindo, lindo! Em azul o tráfego do dia, em verde o mesmo período uma semana atrás.

É só o começo do primeiro dia. Imagine quando todos os caches, links espalhados por aí e similares forem para o limbo.

Na Alemanha, que implementou uma legislação idiota semelhante, o tráfego dos sites caiu 40% vindo do Google e 80% vindo do Google News, que não foi fechado mas bem limitado. Os portais perceberam e partiram pra negociar.

Agora é esperar a Espanha mudar de novo a legislação e os sites voltarem rastejando implorando um linkzinho pelamordedeus.

Fonte: GO.

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19 Dec 17:09

You Shall Not Pass

Versão mestre de obras

17 Dec 20:43

Se acalma João

by Joe
Cesar.xtx

HUHAUHAUAHUAHUA, já tá traumatizado com a friendzone

calma

CALMA JOÃO, QUE ISSO CARA?

Se ela não te deu provavelmente é porque você é feio. Ou pior: feio e pobre.

Agora fica toda revoltada? Qual a necessidade disso? Aproveita a oportunidade mano…

17 Dec 20:31

Esse Vai Pro Inferno

Cesar.xtx

Maldade....


Na área VIP ainda

17 Dec 17:57

OU VAI OU RACHA

by admin

O programa “Sem Vergonha” é tão informal e despojado ao falar de sexo, que põe o “Amor e Sexo” da Globo no chinelo.

E o lema é: “Não deixe para dar amanhã, a rolada que você dá hoje”.

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16 Dec 20:35

Todas As Academias Do Mundo Na Virada Do Ano



Sempre assim, malditas promessas de ano novo

15 Dec 23:07

Os gatos mais famosos de 2014

by Redação Garotas Nerds

Todos os outros animais que nos perdoem, porque eles também são lindos e amados, mas temos que concordar que os gatos e cachorros realmente dominam a internet! Nas horas de tédio e de procrastinação, os vídeos de gatos e cães é que são os mais assistidos do YouTube, suas fotos são as mais vistas no Instagram, seus perfis os mais amados no Vine e por aí vai. E para fechar o ano de 2014 com chave de ouro, o site Bored Panda organizou uma votação entre seus visitantes para eleger os 20 gatos mais famosos da internet e o resultado é uma explosão de fofura misturada com diferenças, beleza, expressões quase humanas e todo o charme que os gatos sabem ter! ♥

Estão na lista os melhores gatos que já fizeram nossa alegria ao menos uma vez em uma tarde de tédio, como o famoso Grumpy Cat, o fofo Snoopy, o feliz Shironeko e vários outros. Confira abaixo alguns deles e para ver todo o ranking dos 20 gatos por ordem de votação, acesse a página do site Bored Panda.

Shironeko

Shironeko

Shironeko

Shironeko

Snoopy

Snoopy

Snoopy

Snoopy

Monty

Monty Cat

Monty Cat

Cole e Marmalade

Cole e Marmelade

Honey Bee

Honey Bee

Venus

Venus

Venus

Lil Bub

Lil Bub

Lil Bub

Maru

Maru

Maru

Maru

Grumpy Cat

Grumpy Cat

Grumpy Cat

Hamilton

Hamilton

Hamilton

Sam

Sam

Sam

Garfi

Garfi

Garfi

Garfi

Garfi

Fukumaru

Fukumaru

Fukumaru

Fukumaru

Banye

Banye

Banye

Colonel

Colonel

Colonel

Colonel

Nala

Nala

Nala

Nala

Kitler

Kitler

Zarathustra

Lilu

Lilu

Lilu

Lilu

Lazarus

Lazarus

Lazarus

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12 Dec 15:48

Como lidar com trollzinhos zueros da internet

by Joe
Cesar.xtx

FODA FODA FODA!!!!!

trollzinho

Amigos, que fique registrado: ISSO é “mitar”.

Cara, não importa a discussão que esteja rolando, no momento que você dirige ofensas gratuitas a alguém, você tá errado. E você é um babaca.

E como vimos aqui, grande parte dos xingadores gratuitos mal largaram as fraldas. Contar pra mãe tem sido uma solução muito usada ultimamente.

Fiquei ENCANTADO com a calma e serenidade da moça ao lidar com o babaquinha. Hoje a internet está devidamente zerada.

12 Dec 14:35

Nova versão do clipe de “We will rock you”

by Joe
Cesar.xtx

HUHAUAHUAHUAHUAHUAA

Essa nova versão conta com atores e diretores russos, por isso tudo fica mais realista e dolorido.

Dica do leitor Wesley Sangalli.

12 Dec 00:36

A gigantesca declaração da friendzone suprema

by Joe
Cesar.xtx

FriendZone lvl > 8000

declaracao

Em primeiro lugar, se você leu essa parada toda, parabéns, você provavelmente não tem mais o que fazer hoje.

E cara, eu só consigo imaginar que esse cara vive em outra realidade, porque ele realmente pensa que namora a mina. Isso é triste e ao mesmo tempo curioso. Alguém precisa fazer um TCC sobre isso.

10 Dec 22:40

Pra Hoje #02 – C* na mão

by Cesar Filho
Cesar.xtx

Foda....

çunamao

Por Cesar Filho

Eu odeio esses títulos de posts chamativos tanto quanto qualquer um, mas não achei nenhuma outra maneira de descrever o vídeo abaixo. Apenas assista e concorde.

10 Dec 12:45

Como ajudar um jogador lesionado

by Joe
Cesar.xtx

Para de mimimi kcte.... huahuahauuha

Pronto, tá novo, bora jogar e chega de frescura.