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22 Aug 11:35

Estilo, Orwell, Eclesiastes e o acaso

by Drunkeynesian
Finalmente estou lendo o clássico Elements of Style. Essa passagem é de lá, e vale pelo insight, pelo Orwell e pela bela passagem da Bíblia sobre o acaso (no livro estava em duas colunas, então o que aparece lá como "left" aqui é o primeiro trecho): To show what happens when strong writing is deprived of its vigor, George Orwell once took a passage from the Bible and drained it of its blood.
22 Aug 11:33

Peronistas entram em ritmo de pós-kirchnerismo

by Ariel Palacios

“Pingüinos” (Pinguins, denominação dos kirchneristas, por causa da origem patagônica do defunto ex-presidente Néstor Kirchner, que era “El Pingüino”) começam êxodo gradual rumo a novas lideranças peronistas não-kirchneristas (ou ex-kirchneristas…e também os kirchneristas diet). Fluxo começou após a derrota do governo nas eleições primárias de 12 de agosto. Os analistas indicam que a presidente Cristina Kirchner perderia aliados a granel nos próximos dois meses, até as eleições parlamentares de outubro. “Rajemos, muchachos” poderia ser um equivalente a “‘zimbora, rapaziada”.

Prefeitos, governadores e parlamentares do Partido Justicialista (Peronista) que respaldavam a presidente Cristina Kirchner – e antes dela, seu marido e antecessor, o ex-presidente Néstor Kirchner – começaram a emitir sinais de diáspora ao longo dos últimos dias. No domingo dia 12 à noite a abertura das urnas das eleições primárias simultâneas e obrigatórias constituiu um duro golpe ao governo, já que os resultados indicaram que as forças kirchneristas (uma sublegenda do peronismo) obtiveram em todo o país apenas 26% dos votos, o mais baixo desempenho eleitoral em uma década de kirchnerismo. Os diversos partidos da oposição, em conjunto (entre eles, o peronismo dissidente), reuniram 74% dos votos.

Diversos líderes kirchneristas indicaram que o governo de Cristina está com graves problemas e admitem que a população está irritada. “Foi uma enorme surra. O povo está zangado”, afirmou o ex-prefeito de José C.Paz, Mario Ishii, kirchnerista e um dos “barões da Grande Buenos Aires”, denominação dos caudilhos que abasteciam o kirchnerismo com os votos dos empobrecidos municípios ao redor da capital argentina.

Discretamente, em off, diversos governadores kirchneristas criticam as ações da presidente Cristina, enquanto que seus assessores iniciam contatos com representantes do peronismo dissidente, de olho em uma sobrevivência política mais além de outubro, quando serão realizadas as eleições parlamentares que definirão o mapa do poder dos próximos dois anos.

“Se o barco afunda por teimosia do piloto, vamos procurar os botes salva-vidas”, me disse um assessor de um senador kirchnerista do norte do país, ao confirmar que os tempos “pós-kirchneristas” estão começando. Depois, sorri irônico e diz: “não somos a orquestra do Titanic para tocar até o mortal final….”.

Cartum de James Brennan sobre pingüins e o Titanic

SEM TERCEIRA EDIÇÃO - A presidente Cristina Kirchner tem pela frente um cenário no qual será impossível reformar a constituição nacional, já que, se o resultado das primárias for replicado nas eleições de outubro, o governo não obterá os dois terços do Parlamento. Esse é o patamar imprescindível para reformar a constituição nacional e, assim, tentar implementar o artigo que permitiria reeleições presidenciais indefinidas, plano denominado “Cristina eterna”.

A dois anos do fim de seu mandato, os analistas afirmam que o clima, daqui para a frente, será o de “fim de ciclo”. Diversos políticos já falam em “pós-kirchnerismo”.

O filósofo Ricardo Foster, líder dos intelectuais kirchneristas e candidato governista a deputado, admitiu que “ficou claro definitivamente que não haverá chances de mudança constitucional para permitir uma segunda reeleição”.

Cristina Kirchner foi eleita pela primeira vez em 2007, quando era primeira dama. Seu marido, Néstor Kirchner, colocou a máquina do Estado para fazer sua campanha. A presidente, que herdou quase todos os ministros do marido, foi reeleita em 2011. O mandato termina em 2015.

A analista de opinião pública Mariel Fornoni, da consultoria Management & Fit, me disse que os projetos de reeleição “vão a pique” com este resultado. “Antigamente, quando as coisas iam mal para Cristina, ela geralmente redobrava a aposta e insistia em um projeto. Mas agora não existe nem consenso dentro do peronismo para mudar a constituição sequer o apoio da opinião pública”.

O sociólogo e analista político Carlos Fara me comentou que “o plano ‘Cristina Eterna’ fica totalmente arquivado, por mais que ela tente ressuscitar o assunto, não haverá condição para isso”. Segundo Fara, a presidente Cristina comandou a campanha “como se fosse um plebiscito sobre sua gestão”.

Sem chances de terceira edição para Cristina Kirchner. O plano de mudança de reforma da carta magna para permitir um terceiro mandato fica arquivado. Se bem que no peronismo, nunca se sabe

Os analistas indicam que os expoentes do pós-kirchnerismo são duas figuras que tornaram-se referentes na província de Buenos Aires, território político crucial para definir uma eleição, já que aglutina 38% do eleitorado e 40% do PIB argentino.

Um deles é o governador da província de Buenos Aires, Daniel Scioli, considerado um kirchnerista “diet” que, perante a impossibilidade de uma nova candidatura presidencial de Cristina Kirchner, seria o escolhido do governo – a contragosto – para a sucessão em 2015.

O outro é Sergio Massa, ex-chefe do gabinete de ministros de Cristina e atual prefeito do município de Tigre. Há poucos meses Massa rompeu com o kirchnerismo, passando para o peronismo dissidente.

O prefeito, de 41 anos, tornou-se a estrela das eleições primárias do domingo passado ao derrotar o candidato de Cristina, Martín Insaurralde. Massa obteve 35% dos votos, enquanto que Insaurralde ficou com 29%.

Novas pesquisas indicam que Massa contaria com 39,9% das intenções de voto para as eleições parlamentares de outubro. No entanto, Insaurralde teria uma leve queda, para 28,8%.

“La Cámpora”, denominação da juventude kirchnerista, emitiu um comunicado no qual afirmam que não darão “nem um passo para trás” após a derrota nas urnas. Segundo os integrantes desta organização, cujo líder formal é Máximo Kirchner, filho do ex-presidente Néstor Kirchner (2003-2007), a oposição “está brindando com champanhe de forma antecipada” e exibindo um “triunfalismo obsceno”.

CREPÚSCULO - “O crepúsculo de um líder no peronismo começa quando confluem dois fenômenos: a derrota em uma eleição e a impossibilidade de se manter no cargo por razões constitucionais. Esses dois fatores confluem agora”, declarou Fara.

No entanto, Fara considera que o pós-kirchnerismo começou a tornar-se uma realidade desde que as pesquisas indicavam há um ano a queda da aprovação da presidente Cristina. “Isso agora ficou expresso de forma política nas eleições primárias. Em função desse contexto é de se esperar que agora surja uma expressão política dentro do próprio kirchnerismo que interpretará a demanda social”, explica.

EMPRESÁRIOS - O presidente da União Industrial Argentina (UIA), Héctor Méndez, afirmou que a derrota eleitoral sofrida pela presidente Cristina nas eleições primárias é a consequência de “vários problemas” do governo. Segundo Méndez, é preciso que a presidente Cristina “veja que a realidade é diferente da sua”.

O líder industrial, em um tom pouco frequente para a UIA – entidade que ao longo da última década teve boas relações com o governo Kirchner – afirmou que, caso a presidente Cristina “faça correções (na política econômica), terá mais votos. Se não fizer correções, terá menos votos” nas eleições parlamentares de outubro.

Uma pesquisa da consultoria OPSM indicou que 92,3% dos entrevistados querem mudanças na política econômica. Destes, 31% consideram que a presidente deve introduzir “algumas mudanças”. Outros 32,5% afirmam que deverá fazer “mudanças profundas”, enquanto que 28,8% sustentam que o governo deve implementar “uma mudança total no rumo”.

Presidente Cristina Kurchner exibe “Cristinita”, boneca de pano que retrata a presidente. Está à venda na lojinha do Museu Bicentenário, nos fundos da Casa Rosada. Segundo o presidente da UIA é preciso que a presidente Cristina “veja que a realidade é diferente da sua”.

SINDICATOS – O caminhoneiro Hugo Moyano, secretário-geral da Confederação Geral do Trabalho (CGT), a maior central sindical da Argentina, ameaçou o governo Kirchner de declarar respaldo a Sergio Massa.

Moyano, que admitiu uma aproximação a Massa, novo inimigo de Cristina, afirmou em referência ao kirchnerismo: “este modelo está esgotado”. O sindicalista entrou em rota de colisão com a presidente Cristina Kirchner em meados do ano passado. Há poucos dias afirmou que o governo começava a ter “cheiro de copo de leite”, em irônica alusão à flor branca usada nos velórios e funerais.

Mas os sindicalistas aliados da presidente Cristina também começam a emitir sinais de que poderiam afastar-se do governo. O líder dos taxistas, Omar Viviani, declarou com pragmatismo – e com ambiguidade – que “nas eleições presidenciais de 2015 os sindicatos respaldarão aqueles que ganhem”.

E para encerrar, um pouco de Astor Piazzolla: “Soledad” (Solidão):

hirschfeldfarrago3PERFIL: Ariel Palacios fez o Master de Jornalismo do jornal El País (Madri) em 1993. Desde 1995 é o correspondente de O Estado de S.Paulo em Buenos Aires. Além da Argentina, também cobre o Uruguai, Paraguai e Chile. Ele foi correspondente da rádio CBN (1996-1997) e da rádio Eldorado (1997-2005). Ariel também é correspondente do canal de notícias Globo News desde 1996.

Em 2009 “Os Hermanos recebeu o prêmio de melhor blog do Estadão (prêmio compartilhado com o blogueiro Gustavo Chacra).

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22 Aug 00:34

Cutest dog shaming photo?

by wannasmile

The little guy on the bottom right. Love him.
tumblr_mru0ht5JMX1s5lg4ho1_400
via HumorTrain

22 Aug 00:34

Photo



22 Aug 00:33

just-art: drawing by Stephanie Fields

22 Aug 00:33

DIG IT: Bus stops in Canada. (via)



DIG IT: Bus stops in Canada.


(via)

21 Aug 14:25

Preferred Chat System

If you call my regular number, it just goes to my pager.
21 Aug 14:23

Grátis: Manual de sobrevivência na universidade

by Leonardo Monasterio
Adam Victor Brandizzi

Esse livrinho é muito divertido, recomendo. Voaram lá!

De graça, só hoje, na Amazon.br e na Amazon.com em versão revista para Kindle.
21 Aug 09:29

How to Develop a Successful Product

by Scott Meyer

As always, thanks for using my Amazon Affiliate links (USUKCanada).

21 Aug 09:27

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20 Aug 21:16

Adam Makes It Awkward

by admin
Adam Victor Brandizzi

Não sou eu. Sério.

:P

20 Aug 21:14

Photo



20 Aug 19:58

GIF de gatinho!



GIF de gatinho!

20 Aug 19:57

Qual a posição de cada país no conflito do Egito?

by Gustavo Chacra

A disputa pelo poder no Egito, se levarmos em conta apenas questões domésticas, está dividida entre secularistas, de um lado, e religiosos, do outro. Um cenário bem similar ao da Síria. Os generais, hoje, não se diferem muito de Bashar al Assad internamente. Claro, diferentemente do líder sírio, não são tão protetores dos cristãos e de minorias religiosas. E a oposição egípcia não tem a presença da Al Qaeda, como ocorre na Síria, onde os seguidores da organização terrorista crescem entre os rebeldes.

No cenário externo, porém, não se pode dizer que nações religiosas apoiam a Irmandade e países laicos estão com os militares do Egito. A situação é bem mais complexa, assim como também ocorre na Síria.

Atualmente, podemos dividir assim os países em relação ao conflito no Egito

 A favor dos militares – Arábia Saudita, Síria, Israel, Emirados Árabes e Kuwait

 A favor da Irmandade – Turquia, Qatar e Tunísia

 Neutros – EUA, União Europeia, Líbano, China e Irã

Portanto, os países ultra religiosos do Oriente Médio, como os Emirados Árabes, Kuwait e Arábia Saudita, onde existe apartheid contra as mulheres, defendem os militares. Nestes países tampouco existe democracia. Israel, uma das raras democracias da região, se aliou a estas monarquias absolutistas a favor do regime do general Sisi. Já a Turquia, com uma tradição mais secular, prefere a Irmandade. Por que?

Porque a Irmandade adota o islã político, onde existiria um espaço para democracia dentro do islamismo, como vimos na organização disputando as eleições no ano passado. Arábia Saudita, Kuwait e Emirados Árabes são infinitamente mais religiosos e conservadores do que a Irmandade. Seus cidadãos também. Portanto não existe o risco de um regime laico, comandado por militares.

Mas, se a democracia desse certo com a Irmandade no Egito, a população saudita, por exemplo, veria no islã político uma alternativa para acabar com a monarquia absolutista dos Saud, mantendo, ao mesmo tempo, tradições religiosas mais conservadoras.

A Turquia, do governo Erdogan, por sua vez, via na Irmandade uma possibilidade de organizações próximas do AKP assumirem o poder e o islã político se tornar uma alternativa clara ao secularismo, sem a necessidade de abdicar totalmente da democracia. Além disso, Erdogan, premiê turco, por nunca ter tolerado os militares de seu país, não suporta os do Egito– na verdade, os egípcios são piores.

Israel, como escrevi ontem, equivocadamente acha que sua segurança estará garantida com os militares. Deveria manter a neutralidade, como fez corretamente no conflito sírio. Afinal, como sabemos, havia coordenação com Bashar al Assad na fronteira das colinas do Golã, até pouco tempo a mais segura de Israel graças à ajuda do líder sírio.

Falando em Síria, por que eles estão com os militares? Porque Morsy era um dos maiores adversários de Assad. A Irmandade também apoia a oposição síria. Agora, Assad vê sua narrativa, de defesa dos cristãos e de minorias religiosas contra o extremismo islâmico, ganhar força também no Egito – sempre lembrando que os militares egípcios jamais foram defensores dos cristãos, diferentemente de Assad e de Saddam Hussein, que sempre protegeram os seguidores do cristianismo em seus países.

A Tunísia, claro, está a favor da Irmandade por ter um partido no poder similar, o Enhada. O Irã não gosta de ambos. Os EUA acham os dois péssimos, embora preferissem trabalhar com a Irmandade. E o Qatar? Quebro a minha cabeça, mas não sei dizer. A Rússia pende para os militares por ser a favor tudo que seja contra o extremismo islâmico e, de alguma forma, favoreça os cristãos árabes, ainda que sua relação com os coptas não seja tão próxima como a com os cristãos ortodoxos da Síria. E a China continuará fazendo negócios com quem estiver no poder.

Guga Chacra, comentarista de política internacional do Estadão e do programa Globo News Em Pauta em Nova York, é mestre em Relações Internacionais pela Universidade Columbia. Já foi correspondente do jornal O Estado de S. Paulo no Oriente Médio e em NY. No passado, trabalhou como correspondente da Folha em Buenos Aires

Comentários islamofóbicos, antisemitas e antiárabes ou que coloquem um povo ou uma religião como superiores não serão publicados. Tampouco ataques entre leitores ou contra o blogueiro. Pessoas que insistirem em ataques pessoais não terão mais seus comentários publicados. Não é permitido postar vídeo. Todos os posts devem ter relação com algum dos temas acima. O blog está aberto a discussões educadas e com pontos de vista diferentes. Os comentários dos leitores não refletem a opinião do jornalista

Acompanhe também meus comentários no Globo News Em Pauta, na Rádio Estadão, na TV Estadão, no Estadão Noite no tablet, no Twitter @gugachacra , no Facebook Guga Chacra (me adicionem como seguidor), no Instagram e no Google Plus. Escrevam para mim no  gugachacra at outlook.com. Leiam também o blog do Ariel Palacios

20 Aug 19:55

Lost World by Akiko Miyazaki



Lost World by Akiko Miyazaki

20 Aug 19:55

heyfrankie: ONE GIANT SIZE SHIT BITCH BEAR



heyfrankie:

ONE GIANT SIZE SHIT BITCH BEAR

20 Aug 16:29

fer1972: Good morning!



fer1972:

Good morning!

20 Aug 16:28

It Wasn’t Supposed To End Like This

20 Aug 16:28

best friends



best friends

20 Aug 13:04

therhumboogie: The Arte Sella, looks to be one of the most...





















therhumboogie:

The Arte Sella, looks to be one of the most magical, fairytale woodlands in the world. Since 1986 this astounding destination in the Sella Valley in Italy has been dotting the landscape with the amazing works of over 200 contemporary artists from all over the world. A future holiday destination for sure!

20 Aug 12:06

Siberia, Part six

by gabriellebell

Here are the previous episodes, if you don’t feel like slogging through all those diary pages. (For which I was nominated an Ignatz, along with and by some of the greatest creators!)

http://gabriellebell.com/2013/04/15/siberia-part-one/

http://gabriellebell.com/2013/04/29/siberia-part-two/

http://gabriellebell.com/2013/05/13/siberia-part-three/

http://gabriellebell.com/2013/05/27/siberia-part-four/

http://gabriellebell.com/2013/06/24/siberia-part-five/

siberia6


20 Aug 11:51

What's Missing in Amazon Art

image

The problem with Amazon.com selling fine art is not that art cannot be commodified. It’s that in cache markets, the layers of exclusivity and middlemen are what allow product to be priced and commodified in the first place.

Read The Blog Post Here »

20 Aug 11:30

The Get Rich Quick Internet Scheme That Works

It’s controlling the supply of available domain names.

Read The Blog Post Here »

20 Aug 01:21

“Is Psychology Science?” Is The Wrong Question

by Neuroskeptic

This week, there’s been lots of discussion over whether psychology is a science.

This is an ill-posed question.

“Science” is a term which has evolved over time. It was once a synonym for “knowledge” and referred to any field of formal study.

It now covers a subset of these, namely physics, chemistry, and biology… except maybe the more psychological bits of biology… maybe mathematics… and geography? Economics? Don’t even go there…

The boundaries are rather blurry.

While ‘science’ can be a convenient term, those kinds of study called ‘science’ have nothing essential that sets them apart from the rest:

There is no special ‘scientific method’ that sets ‘science’ apart. Different branches of science use different methods to uncover the truth.

Theoretical physics, organic chemistry, and evolutionary biology have nothing in common beyond the fact that they study something. And nor should they.

All attempts to prescribe (or even describe) a single ‘scientific method’, or a list of criteria for being science, have failed. Scientists don’t find them useful in practice. scientists study things and adapt their methods to the nature of the questions asked.

*

So “Is Psychology Science?” is not a good question. The answer depends on what you mean by the word ‘science’. That’s a semantic issue.

But facts are facts. So a better question to ask of psychology is: “is it true?” – or rather “how true is it?” Few fields are 100% true or false.

I think that most people are in fact asking about truth when they ask ‘Is It Science?’. But in that phrase, the sensible question of truth is mixed up with a vague jumble of less sensible questions such as (most often) ‘is it mathematical?’ or ‘is it systematic?’

What these questions tend to amount to is “Is it physics?’ Psychology is not physics, but neither is anything in biology, and even chemistry is on doubtful ground. Darwinism certainly doesn’t measure up to physics standards, but only creationists care about that. Those are not good standards to apply generally.

I’m not suggesting that all fields are equally valid and can be left to ‘police themselves’. Astrology, for example, is rubbish, because it consists of claims both implausible (given the rest of science) and empirically groundless.

But the rubbishness of astrology has nothing to do with whether or not it is ‘science’. Astrology is – on the surface at least – actually more ‘scientific’ than other fields, such as history. It is more systematic, and more mathematical. But history is truer.

So is astrology ‘science’? You can call it that, if you like. Is astrology true? No.

Whether psychology is true, that’s the big question – and one best broken down into chunks, because it’s a big field. I am concerned that much of psychology (and other fields) is not true. My blog is full of criticisms of particular claims in  psychology.

But I’m not concerned – or interested – in whether it’s ‘science’.

The post “Is Psychology Science?” Is The Wrong Question appeared first on Neuroskeptic.

20 Aug 00:46

honkshu: by Woosra Kim.



honkshu:

by Woosra Kim.

19 Aug 22:17

fer1972: Decay and Colors: Photography by Matthias Haker









fer1972:

Decay and Colors: Photography by Matthias Haker

19 Aug 22:17

Look at these stupid assholes.









Look at these stupid assholes.

19 Aug 22:14

Times, they are changin’



Times, they are changin’

19 Aug 17:39

Dez motivos para Israel não apoiar a ditadura sanguinária do general Sisi no Egito

by Gustavo Chacra

Um dos maiores erros de Israel é defender o sanguinário regime egípcio do general Sisi, que já matou mais de mil em massacres praticamente inéditos até mesmo para os padrões do Oriente Médio em tempos de paz – antes da Guerra Civil, as forças de Bashar al Assad jamais provocaram tantas mortes.

1. Não há estabilidade no Sinai com ou sem o General Sisi -  os militares não garantem estabilidade nenhuma no Sinai. O cenário, inclusive, se deteriorou depois da chegada do general Sisi ao poder. A tendência é haver uma maior radicalização de facções jihadistas na região. Basta ver o massacre de 20 policiais hoje. Ocorreram com Sisi no poder. Além disso, com os militares de Mubarak no comando, tivemos atentados alvejando israelenses no Sinai em 2004, 2005 e 2006

2. Irmandade, e não militares, evitaram outra Guerra em Gaza - Na Faixa de Gaza, a Irmandade Muçulmana e o presidente deposto Mohammad Morsy foram melhores para Israel do que Hosni Mubarak. Por exemplo, no ano passado, negociaram uma trégua entre israelenses e o Hamas, enquanto o ex-ditador egípcio, em 2008, foi incapaz de alcançar um acordo. Mais importante, o Hamas havia moderado o tom e estava mais propenso ao diálogo por meio da Irmandade.

3. Militares sabotaram Israel várias vezes -  O regime de Mubarak, do qual o de Sisi é derivado, nunca foi favorável a Israel. Apenas cumpria o mínimo possível os acordos de paz. Inclusive, Mubarak vinha se recusando a visitar Israel e uma série de vezes entrou em choque com os israelenses. Verdade, no campo militar havia cooperação. Mas o mesmo ocorria na administração da Irmandade.

4. Militares egípcios, diferentemente dos sírios, nunca defenderam os cristãos - O regime de Mubarak, assim como o de Sisi agora, nunca defendeu os cristãos. Não dá para comparar com Assad ou Saddam Hussein, que, com seus enormes defeitos, certamente eram protetores de cristãos. Durante os anos Mubarak, os cristãos eram tratados como cidadãos de segunda classe, com muitos relegados a lixões no Cairo. Vilas cristãs no Alto Egito sempre foram deixadas de lado em programas de desenvolvimento. O regime do general Sisi, agora, não faz nada para proteger Igrejas que vem sendo queimadas. Seu objetivo é pintar a Irmandade de cristãfóbica

5. Israel deveria apoiar democracias, não ditaduras sanguinárias - o regime do general Sisi é uma ditadura sanguinária. Israel, no Oriente Médio, sempre se destacou por ser uma das raras democracias – a outra é o Líbano, mas esta possui caráter sectário (Tunísia ainda é embrionária, assim como Yemen e Líbia). Simplesmente, os israelenses passariam a ser hipócritas ao defenderem ditadores depois de experimentos democráticos.

6 – Irmandade não tem nada a ver com regime do Irã - diferentemente do que dizem, não havia o menor risco de o Egito virar o Irã. Primeiro, óbvio, o regime iraniano é xiita. A Irmandade, sunita. Seria como dizer que evangélicos pretendam implementar um Estado católico. Sunitas não possuem clero, como os xiitas. Não há aiatolás e muito menos um com o carisma do aiatolá Khomeini. Além disso, em nenhum momento, a Irmandade se demonstrou anti-EUA, enquanto o regime iraniano, até hoje, tem como bandeira o anti-americanismo.

Aliás, os regimes ultra-religiosos do Golfo Pérsico, como a Arábia Saudita, onde existe um Apartheid contra as mulheres e é bem mais radical do que o Irã, apoiam o regime do general Sisi, contra a Irmandade. Se houvesse uma “conspiração islâmica”, os sauditas apoiariam a Irmandade, não a ditadura secular de Sisi. Aliás, a mais secular Turquia (Erdogan, com todos os seus defeitos, é infinitamente mais liberal do que os monarcas sauditas) é aliada da Irmandade.

7. Até republicanos como McCain são contra a ditadura de Sisi -  Os senadores republicanos John McCain e Lindsay Graham, principais vozes em política externa do partido, estão irritados com a violência e a falta de respeito do general Sisi. Tentaram negociar um acordo entre os militares e a Irmandade. Líderes da organização seriam soltos em troca do fim dos protestos. As autoridades do regime egípcio rejeitaram.

8. Regimes laicos, como de Nasser, foram os maiores inimigos de Israel -  Sem dúvida, apenas para ficar claro, a Irmandade fez uma péssima administração e não respeitou instituições democráticas. Isso não significa que o regime sanguinário do general Sisi deva ser apoiado. Israel, simplesmente, não deveria se envolver. Sua preocupação precisa ser o Sinai. Diálogo na área de segurança deve ser mantido e os EUA devem ser usados para pressionar o regime de Sisi a manter a estabilidade no local.  Afinal, ser conservador e religioso não significa ser inimigo. Os maiores aliados dos EUA não mundo árabe são a Arábia Saudita, ultra-radical, e os maiores adversários são a Síria, ultra-secular. O mesmo se aplica a Israel. Ditadores laicos nem sempre são os maiores aliados. Aliás, o maior inimigo da história de Israel foi Nasser, um general laico egípcio.

9. Irmandade nunca atacou Israel - Morsy deu declarações anti-semitas no passado. Mas a Irmandade nunca cometeu atentados contra Israel. Nas últimas décadas e mesmo no poder, pregava a paz. E há generais anti-semitas, tenham certeza. Não existe relação de grau de religiosidade no Egito com anti-semitismo. No Líbano, por exemplo, as declarações mais anti-semitas que ouvi partiram da boca de cristãos, não de muçulmanos.

10. Egito pode virar uma Argélia dos anos 1990, na fronteira com Israel - A situação no Egito lembra muito a da Argélia nos anos 1990. Escreverei em outro post

Guga Chacra, comentarista de política internacional do Estadão e do programa Globo News Em Pauta em Nova York, é mestre em Relações Internacionais pela Universidade Columbia. Já foi correspondente do jornal O Estado de S. Paulo no Oriente Médio e em NY. No passado, trabalhou como correspondente da Folha em Buenos Aires

Comentários islamofóbicos, antisemitas e antiárabes ou que coloquem um povo ou uma religião como superiores não serão publicados. Tampouco ataques entre leitores ou contra o blogueiro. Pessoas que insistirem em ataques pessoais não terão mais seus comentários publicados. Não é permitido postar vídeo. Todos os posts devem ter relação com algum dos temas acima. O blog está aberto a discussões educadas e com pontos de vista diferentes. Os comentários dos leitores não refletem a opinião do jornalista

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19 Aug 17:34

Hot Dogs or Legs?

by John Farrier

(Photo: unknown)

The photoblog Hot-Dog Legs asks a simple question: are you looking at a photo of a pair of legs or a pair of hot dogs? It's often hard to tell.

Link -via David Burge