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Also the first rule of Prius club (pic)
Toda Poesia. Paulo Leminski. pág. 22

Toda Poesia. Paulo Leminski. pág. 22
Dave Grohl e Krist Novoselic no Tonight Show

Hoje acontece a cerimônia que coloca o Nirvana no Rock and Roll Hall of Fame. Por conta disso, Dave Grohl e Krist Novoselic passaram no Tonight Show para relembrar um pouco a história da banda.
Falaram:
- da importância de lembrar os vintes anos sem Kurt Cobain
- Krist conta da época que conheceu Kurt no colégio
- o estouro repentino: eles tinham um disco de ouro e tocavam em lugares pequenos indo de van
- contam sobre tocar com Paul McCartney
- e Dave fala quando pediu que a banda destruísse sua bateria só para ganhar uma nova
Disney Princess Batman
This Batman as a Disney Princess cosplay by Sunday Cosplay was inspired an awesome drawing..(Read...)
More Mesmerizing GIFs by Bill Domonkos
A few months back we introduced the awesome GIF art by Bill Domonkos, and today we catch up with the Hungarian visual artist to see his most recent works. And not suprisingly they are just as brilliant if not more than his previous creations.













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Guy Builds Full Set Of Iron Man Armor Out Of Cardboard
This is the full set of wearable Iron Man armor 20-year old Kai-Xiang Xhong from Taiwan built..(Read...)
The picture before the picture

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profissa
O Levante Popular Escrachou o Capitão Ubirajara
Desmoralizar, esculhambar, zoar, desmascarar, humilhar, ridicularizar, espinafrar. O relógio aponta cinco horas da matina, o céu está escuro e cerca de 50 pessoas aguardam em frente ao Sindicato dos Advogados, no centro de São Paulo. Hoje, o objetivo é um só: ir até a casa de Aparecido Laertes Calandra, ex-delegado nos tempos de ditadura brasileira, dar-lhe um saudoso e intrépido bom dia para lembrá-lo das acusações de tortura, homicídio e abusos sexuais correspondentes à época em que ele era conhecido como capitão Ubirajara e comandava os interrogatórios do DOI-CODI SP, o temido calabouço dos presos políticos. Assim como o cinquentenário do golpe de 64 ressuscitou a Marcha da Família com Deus, a memória de torturados, mortos e desaparecidos também foi resgatada.

O céu escuro lá fora e a galera reunida dentro do Sindicato dos Advogados recebendo as instruções pro escracho.
O “escracho” foi organizado pelo Levante Popular da Juventude, movimento social conduzido por uma molecada afiadíssima, que, de forma cautelosa, só revelou o “personagem-alvo” do dia em cima da hora, por motivos de segurança. Pegamos carona no ônibus deles e durante o trajeto recebemos um panfleto com uma breve sinopse da provável atuação de Ubirajara nos anos de chumbo.
O ex-militar, hoje um senhorzinho de cabelos grisalhos, mora em uma vila residencial no bairro Vila Carioca. E foi bem em frente ao portão que a galera deu o bom dia microfonado, carinhosamente chamando-o de torturador, safado, criminoso e estuprador, espalhando panfletos pelas casas da região e anunciando para a comunidade local todas as terríveis acusações recebidas por ele até então — que, diga-se, não apareceu para um oizinho.
Enquanto o escracho comia solto, dei uma volta para conversar com os vizinhos — completamente atônitos com toda aquela movimentação às seis da manhã. Cileide e Nanci, moradoras da mesma rua que Calandra há anos, acharam as pichações desnecessárias e absurdas. “Isso é baderna, isso é bagunça, sacanagem. Ele é um senhor. É mentira que ele matou gente. Nunca tivemos problema com esse homem. É uma pessoa muito educada, tranquila. Passa e diz ‘bom dia’”, bradavam. Mas um homem que papeava com elas, João Carlos, contemporizava. “Acho que ele deve ser espinafrado mesmo. Ele briga até com o cachorro da esquina. Aparentemente, é um desequilibrado. Mas pichar é vandalismo.”

O panfleto que recebemos durante o trajeto contando a história do ex-delegado Calandra.
Insatisfeitos com o portão da vila impedindo a passagem até a casa do ex-delegado, a galera não pensou duas vezes e deu aquela arrebentadinha na fechadura — o que provocou a ira dos moradores da vila. “Eu tô puto da vida. Moro aqui há 30 anos. Quem vai pagar o portão quebrado? Será que a pessoa não tem chance de se arrepender? Não existe segunda chance?”, dizia Roberto, um senhor de bigode que olhava fundo para as câmeras que o cercavam — inclusive a nossa. Mas em nenhum momento o inconformismo dos vizinhos atrapalhou o escracho e a casa de Calandra ganhou pichações como “torturador”, “assassino”, lambe-lambes e uma faixa clamando por verdade e justiça.
“É importante que o povo vá para a rua. E que a partir da memória dos nossos mortos e desaparecidos, consigamos fazer justiça”, disse Luiza Troccoli, estudante de letras da USP e integrante do Levante Popular. Thiago Barison de Oliveira, advogado presente no ato para amparar os manifestantes, reforçou o objetivo. “O que resolve é consciência, luta, ação. Fazer isso é fazer justiça. A revisão da Lei de Anistia é uma forma de completar a democracia. Esses caras não merecem nada a não ser o escracho.”
A indignação causada pela impunidade aos agentes da ditadura brasileira tem seus fundamentos. Na América Latina, países como Argentina, Chile e Uruguai condenaram militares por violar os direitos humanos. No Brasil, mesmo com a Comissão da Verdade, a coisa anda devagar, os documentos estão arquivados, não existem respostas sobre desaparecidos e ninguém, absolutamente ninguém, foi punido. Parece muito mais fácil achincalhar estudante que pede justiça do que condenar supostos assassinos que usam o passar dos anos e os fios brancos na cabeça a seu favor.
Siga a Débora Lopes no Twitter (@deboralopes) e veja mais fotos e vídeos do Felipe Larozza aqui.
New “Rap Quotes” from Jay Shells
Since first launching his “Rap Quotes” project last year, Jay Shells has posted a total of 68 site-specific street signs in New York and also traveled to the west coast to put up 45 signs in LA. And over the weekend, Shells installed a total of 21 new signs throughout NYC quoting the likes of Slick Rick, Masta Ace, Rakim, Busta Rhymes, GZA, and many more. Thankfully, Animal was on hand again to capture the action.
Shells will be heading back to LA soon to post 26 more signs for his upcoming show at Gallery 1988 East which opens on April 25th. “Hip Hop music/culture has played such a huge roll in my life and artwork, so having those two worlds combine with this project is amazing,” he says. And this summer he’s planning to hit Philly, followed by Atlanta in the Fall. “Hoping for the Bay Area, Houston, Chicago and New Orleans in 2015.”















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Quentin Tarantino, Bruce Willis, Maria de Medeiros and Lawrence Bender
This hills are alive with the sound of high rate of fire submachine guns (pic)
April 1st Or Everyday (pic)
Os movimentos são sexys?
Quisera eu ter a fé de quem participa de um movimento para qualquer coisa. Movimento para mudar o preço da passagem de ônibus. Para acabar com a Copa. Para trazer de volta o feudalismo (sem illuminatis, por favor). Movimento pela coxinha com legumes. Hoje em dia é tudo movimento, parece até a infinita highway.
Mas as pessoas estão realmente andando? Não no sentido literal da coisa, porque sim, continuamos andando para ir para o trabalho, para casa ou nessas marchas com ou sem família. Exceto pelo Stephen Hawking e alguns outros, o mundo continua caminhando A pergunta é: as pessoas estão indo para algum lugar?
Vivemos a Era das discussões, diria o Hobsbawn. Hoje em dia tudo é discutido, tudo é falado, os movimentos nascem, crescem e aderem ao mundo social e político, filosófico e artístico, ficando danados, letrados, inteligentes e sabidos em questão de segundos. Mas fica sempre aquela sensação de que não temos a menor ideia do que estamos falando. De que entramos em uns sites meio idiotas e de lá tiramos conclusões mais imbecis ainda, escrita por gente que as vezes caminha do lado certo, outras vezes do lado errado. E tem gente que até não caminha, se você for discutir física e usar alguma coisa do Hawking, por exemplo. Os futuristas ficam nessa de que a informação está cada vez mais na palma da mão e que em poucos anos seremos capazes de imprimir argumentos em impressoras 3D e quiçá atirá-los na cara dos “inimigos” (aos quais às vezes desejamos vida longa, em outras os odiamos por gostarem de funk). E se nós calmássemos de fuck down como dizem os gringos e por alguns instantes olhássemos e pensássemos EITA CARALHO QUE TAL EU FICAR QUIETO?
O assunto merece discussão. Quem sabe até um movimento sobre. No qual as pessoas caminhariam. Menos eu, que virei o louco da magrela.


























