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Bug Grinch ameaça sistemas Linux e por tabela, o Android
Estamos chegando ao fim do ano e as empesas de segurança da informação não descansam, ainda mais porque as vendas online aumentam muito nessa época e por causa disso, é importante monitorar quais sistemas são mais ou menos seguros e consertar as falhas mais graves.
E foi assim que a Alert Logic encontrou uma falha grave no kernel do Linux, que devido à época foi merecidamente chamado de “Grinch”: trata-se de uma vulnerabilidade grave encontrada nas profundezas do código do Linux que afeta todos os sistemas baseados em seu kernel – e o Android não é exceção.
De acordo com a empresa, o Grinch permite acesso total e irrestrito ao sistema através do novo sistema de autorização, que permite uma escala de privilégios através do Wheel, um grupo de usuários privilegiados com acesso a comandos mais restritos e controlam o comando su. Se valendo dessa falha um invasor pode conseguir acesso root à máquina e a partir daí, promover o caos: instalar programas espiões, acessar dados pessoais e transformar o PC – ou o smartphone Android – num zumbi.
De acordo com o diretor da pesquisa Stephen Coty, a Alert Logic não encontrou até o momento nenhum método que utilize essa falha, mas isso não é motivo para levar o Grinch levianamente: segundo a companhia de segurança o bug é tão severo quanto o Shellshock, ou mesmo o Heartbleed. É só parar para pensar: quem hoje em dia não usa servidores Linux? Praticamente todas as grandes empresas, incluindo serviços de nuvem da Amazon e Microsoft são baseados no pinguim. Quase 65% de todos os servidores web são baseados em Unix/Linux, sem mencionar toda a plataforma Android.
A Red Hat já foi notificada, visto que a empresa já abriu uma ocorrência para o bug. Ainda assim, por ser uma falha profunda é algo que a equipe de desenvolvimento do kernel do Linux (LKML) terá que dar atenção de forma urgente. Embora ainda não haja uma correção, a Alert Logic diz que companhias podem utilizar contramedidas para monitorar as ações de usuários e ficar de olho no que acontece, esperando que nenhum acesso indevido seja feito aos servidores.
Fonte: AL.
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Começa a promoção de fim de ano do Steam

E como muitos já imaginavam que aconteceria, teve início há pouco a tão aguardada promoção de fim de ano do Steam, época em que aproveitaremos para comprar vários jogos por preços bem mais baixos que o normal, mas ainda assim gastaremos muito mais dinheiro do que desejaríamos.
Como sempre, é natural nos empolgarmos ao ver vários títulos que nos interessam por valores que não pagariam uma refeição em alguma grande lanchonete, mas a melhor coisa que podemos fazer é tentar manter a calma e esperar que o título entre na rotação diária ou mesmo entre aqueles que serão trocados a cada 12 horas.
Falando então sobre esta leva inicial de descontos, os maiores destaques vão para o Metal Gear V Solid: Ground Zeroes, que embora tenha recebido um desconto de “apenas” 33%, não podemos ignorar o fato de que o jogo só passou a ser vendido hoje no serviço de distribuição, então para quem estava ansioso para jogá-lo, os R$ 24,78 cobrados parece um bom negócio (o Metal Gear Rising: Revengeance está saindo por R$ 9,99).
Outro que me surpreendeu positivamente foi o Microsoft Flight Simulator X, que embora tenha aparecido por cerca de R$ 50, como eu havia previsto, está saindo com 85% de desconto, nos custando apenas R$ 9,19, uma verdadeira pechincha. Eu também citaria o Injustice: Gods Among Us por R$ 9,24; o excelente State of Decay por R$ 8,74 ou ainda o Dark Souls II por R$ 31,44.
Contudo, caso nenhum desses jogos lhe chamem a atenção, lembre-se que a campanha durará até o dia 2 de janeiro, então serão duas semanas de muitas ofertas e a quantidade de títulos que você poderá adquirir só dependerá do quão cheios estarão seus bolsos.
Uma última dica que eu gostaria de deixar é justamente em relação aos gastos. Para evitar gastar mais do que deveria, há algum tempo eu tenho estipulado um valor máximo para gastar nesses promoções. Isso me tem feito pensar bem sobre o que adquirirei e embora no final eu sempre deixe passar algo que queria, ao menos sei que logo outra grande promoção chegará e assim poderei matar a vontade.
Sugestões dadas, boas compras, e boas festas para todos!
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Isso me torna um mau pai?

E se não parar de chorar vou botar sal na sua mamadeira, tá achando que a vida é fácil?
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Os outdoors eletrônicos acabam de ficar mais inteligentes
BetoAi sim..
As propagandas eletrônicas já estão em circulação há um tempo, com a intenção de substituir as tradicionais, mas, algumas diferenças à parte, não houve mudanças muito significativas deste meio publicitário. Com essas informações em mente, a empresa americana Pecabu teve a ideia de alterar radicalmente o funcionamento de outdoors.
“Propagandas digitais nas ruas são, em sua maioria, bem estúpidas. Não há feedbacks, mensurações, público-alvo ou resultados. A publicidade online está matando o mercado de propagandas externas”, diz Rob Smith, o CEO da empresa. Smith se refere à capacidade de mostrar os produtos certos para as pessoas em anúncios online, baseando-se em sua navegação na internet.
The 5 Most Popular Front-end Frameworks Compared
There’s a deluge of CSS front-end frameworks available nowadays. But the number of really good ones can be narrowed down to just a few. In this article, I’ll compare what I think are the five best front-end frameworks available today.
Each framework has its own strengths and weaknesses, and specific areas of application, allowing you to choose based on the needs of a specific project. For example, if your project is simple, there’s no need to use a complex framework. Also, many of the options are modular, allowing you to use only the components you need, or even mix components from different front-end frameworks.
The front-end frameworks I’m going to explore are presented based on their GitHub popularity, beginning with the most popular, which is, of course, Bootstrap.
Note that some of the information below will go out of date in the coming weeks and months – such as GitHub stars and version numbers – so be aware of this if you’re reading this article long after the publication date. Also note that the framework sizes are the minified sizes of the necessary CSS and JavaScript files.
1. Bootstrap
Bootstrap is the undisputed leader among the available front-end frameworks today. Given its huge popularity, which is still growing every day, you can be sure that this wonderful toolkit won’t fail you, or leave you alone on your way to building successful websites.

- Creators: Mark Otto and Jacob Thornton.
- Released: 2011
- Current version: 4.0
- Popularity: 121,374 stars on GitHub
- Description: “Sleek, intuitive, and powerful front-end framework for faster and easier web development.”
- Core concepts/principles: RWD and mobile first.
- Framework size: 578 KB (precompiled zip folder)
- Preprocessor: Sass
- Responsive: Yes
- Modular: Yes
- Starting templates/layouts: Yes
- Icon set: Not included
- Extras/Add-ons: None bundled, but many third-party plugins are available.
- Unique components: Jumbotron, Card
- Documentation: Excellent
- Customization: Option for separate files for Grid system and Reboot, easy customization with Sass; no online customizer
- Browser support: Latest releases of Firefox, Chrome, Safari, IE810-11-Microsoft Edge.
- License: MIT
Notes on Bootstrap
The main strength of Bootstrap is its huge popularity. Technically, it’s not necessarily better than the others in the list, but it offers many more resources (articles and tutorials, third-party plugins and extensions, theme builders, and so on) than the other four front-end frameworks combined. In short, Bootstrap is everywhere. And this is the main reason people continue to choose it.
Note: By saying “unique components”, I mean that they’re unique compared only to the front-end frameworks mentioned in this list.
2. Foundation by ZURB
Foundation is the second big player in this front-end framework comparison. With a solid company like ZURB backing it, this framework has a truly strong … well … foundation. After all, Foundation is used on many big websites including Facebook, Mozilla, Ebay, Yahoo! and National Geographic, to name a few.

- Creators: ZURB
- Released: 2011
- Current version:6
- Popularity: 26,956 stars on GitHub
- Description: “The most advanced responsive front-end framework in the world”
- Core concepts/principles: RWD, mobile first, semantic
- Framework size: 197.5 KB
- Preprocessors: Sass
- Responsive: Yes
- Modular: Yes
- Starting templates/layouts: Yes
- Icon set: Foundation Icon Fonts
- Extras/Add-ons: Yes
- Unique components: Icon Bar, Clearing Lightbox, Flex Video, Keystrokes, Joyride, Pricing Tables
- Documentation: Good, with many additional resources available.
- Customization: Basic GUI customizer
- Browser support: Chrome, Firefox, Safari, IE9+; iOS, Android, Windows Phone 7+
- License: MIT
Notes on Foundation
Foundation is a truly professional front-end framework with business support, training, and consulting offered. It also provides many resources to help you learn and use the framework faster and easier.
3. Semantic UI
Semantic UI is an ongoing effort to make building websites much more semantic. It utilizes natural language principles, thus making the code much more readable and understandable.

- Creator: Jack Lukic
- Released: 2013
- Current version: 2.2
- Popularity: 39,364 stars on GitHub
- Description: “A UI component framework based around useful principles from natural language”
- Core concepts/principles: Semantic, tag ambivalence, responsive
- Framework size: 806 KB
- Preprocessors: Less
- Responsive: Yes
- Modular: Yes
- Starting templates/layouts: Yes, some basic starter templates are offered
- Icon set: Font Awesome
- Extras/Add-ons: No
- Unique components: Divider, Flag, Rail, Reveal, Step, Advertisement, Card, Feed, Item, Statistic, Dimmer, Rating, Shape
- Documentation: Very good, offering very well-organized documentation, plus a separate website that offers guides for getting started, customizing and creating themes
- Customization: No GUI customizer, only manual customization
- Browser support: Firefox, Chrome, Safari, IE10+ (IE9 with browser prefix only), Android 4, Blackberry 10
- License: MIT
Notes on Semantic UI
Semantic is the most innovative and full-featured front-end framework among those discussed here. The overall structure of the framework and the naming conventions, in terms of clear logic and semantics of its classes, also surpasses the others.
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A magia de um vida loka
BetoNão sei porque mas estas coisas me lembra o manolo Renato haiuhaui
Saca o estilo do rapaz. Por um instante jurei que fosse aparecer um roupão roxo e alguns cordões de ouro…
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Algo inexplicável em Guardiões da Galaxia
BetoNossa.. nem tinha pensado nisto ¬¬

Quero ver os ateus explicarem essa!!
Via: Fail Wars
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Nunca desista dos seus sonhos
Depois dessa eu me trancava no quarto só pra chorar em posição fetal sem ser julgado
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Todoist’s productivity tools arrive on your wrist with Android Wear support
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BetoEdes passando por uma situação difícil rrsrs

She Hears A Nintendo Theme Once, Then Makes Beautiful Music
BetoO.o²
Sonya Belousova is one of today's most accomplished young composers and pianists. Watch her demonstrate her skill by listening to a series of Nintendo themes — most for the first time ever — and then coming up with gorgeous arrangements on the spot.
I can pick out a tune on just about any instrument you mut in front of me, but what Sonya of PlayerPianoMusic.com does in this video, a few weeks old but currently making the Reddit rounds, is some sort of dark melodic sorcery.
While the themes from games like Kid Icarus, Castlevania, Duck Tales and Mega Man are ingrained in the collective gamer consciousness, Russian-born Belousova is hearing most of these for the first time, save the original Super Mario Bros. music.
Her Duck Tales moon theme arrangement literally brought a tear to my eye.
The video was put together as a reward for one of Player Piano Music's Indiegogo campaign. Good man, Oliver.
This entry passed through the Full-Text RSS service - if this is your content and you're reading it on someone else's site, please read the FAQ at fivefilters.org/content-only/faq.php#publishers.
Want something else to read? How about 'Grievous Censorship' By The Guardian: Israel, Gaza And The Termination Of Nafeez Ahmed's Blog
São Francisco e Nova York estão em alta resolução no Google Maps e Earth
A Google começou a liberar imagens em alta resolução para os mapas 3D do Maps e do Earth. Os primeiros lugares contemplados são Nova York e São Francisco. Isso quer dizer que há mais detalhes quando se olha para essas localidades através das ferramentas.
Mais cidades receberão o mesmo tratamento a partir de 2015. Apesar do avanço, essas ainda não são as fotos do Worldview-3 Satellite, que promete capturar imagens do espaço em uma resolução sem precedentes para uso civil.
iPhone 6S pode chegar em abril e iPhone 7 em setembro, aponta rumor
Um rumor apontado pelo jornal International Business Times indica que, em 2015, a Apple deverá lançar dois smartphones no mesmo ano. A publicação aponta o início da produção do chip A9 de 64 bits pela Samsung para sustentar a afirmação.
O primeiro deles, provavelmente o iPhone 6S, será apresentado no outono do ano que vem. Já o iPhone 7 deve chegar em setembro. Se for verdade, será a primeira vez que a Apple lançará duas versões do seu principal smartphone no mesmo ano (desconsiderando a versão 5C, que era uma linha diferente).
Pelo visto teremos um client web do WhatsApp em breve
Embora não fosse a ideia original, muita gente utiliza o WhatsApp para coordenar projetos, organizar grupos de estudo e para outras aplicações menos ligadas à sua principal função, que é ser um Messenger instantâneo para bate-papo. Por isso muita gente gostaria que ele tivesse uma versão que pudesse ser executada em desktops, livre da restrição de ter que amarrá-lo ao SIM card: isso impede que ele seja instalado em aplicações desktop como o BlueStacks por exemplo, destinada a rodar apps Android no computador.
Só que de as informações que andaram pipocando nos últimos dias se confirmarem, o WhatsApp poderá ganhar uma versão web em breve.
O primeiro indício desse movimento da startup que hoje pertence ao Facebook veio de Pavel Durov, líder do time responsável pelo Telegram. Em entrevista, ele disse que embora a base instalada do WhatsApp seja bem maior, sua equipe andou crescendo no olho nas funcionalidades de seu app, principalmente encriptação ponta-a-ponta e sincronização entre os apps mobile e o client web. Tanto é que segundo o ele o WhatsApp tentou tomar seu desenvolvedor web.
Agora surge uma evidência mais contundente: o site AndroidWorld.nl descobriu referências no código da versão 2.11.471 do app para Android (entretanto é importante notar que não se trata da última versão) apontando para a existência de um “WhatsApp web”, com strings indicando início e fim de sessão, bem como status e última atividade de usuários.
De acordo com o pessoal do WhatsAPI, a autenticação web ainda dependerá do smartphone: através do OAuth será enviada uma requisição para o app em seu dispositivo mobile, e somente após a confirmação o usuário será autorizado a utilizar o WhatsApp em seu desktop. O site já estaria encaminhado, visto que atualmente ele exige uma conta do Google para login.
Embora não seja o cenário ideal (há ferramentas melhores para isso), utilizar o desktop para conversas pelo WhatsApp pode ser uma mão na roda e tanto para muita gente. Resta saber quando a empresa vai divulgar a novidade ou se o fará de fato, já que as referências sumiram na versão mais nova do app; claro, pode ser um movimento para esconder o que andar fazendo, mas nunca se sabe.
Fonte: VB.
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Update oficial do Windows 7 se comporta como um malware
Embora muita gente critique (com razão) o Windows, em todos esses anos nesta indústria vital eu nunca tive maiores problemas com ele. Só que convenhamos, quando ele cisma de aporrinhar nossas vidas sai de baixo, os bugs não costumam ser modestos.
A última envolve o Windows 7, que ainda é largamente utilizado: uma atualização oficial disponibilizada pela Microsoft está causando uma série de problemas por se comportar como um… malware.
O bug em questão é o update KB3004394, que foi distribuído para usuários do Windows 7 na última terça-feira – portanto só quem ainda utiliza o SO antigo e mantém as atualizações automáticas ativas estão sendo afetados em primeiro lugar. Robert Hallock, evangelista da AMD foi o primeiro a perceber que algo estranho estava acontecendo: o update impedia a atualização ou instalação dos novos drivers Catalyst Omega. Na sequência donos de placas nVidia começaram a relatar o mesmo problema, inabilidade de atualizar seus drivers.
If you are having issues installing a GFX driver, remove Microsoft update KB3004394 from your system. Broken update; prevents driver install
— Robert Hallock (@Thracks) December 12, 2014
Só que não para por aí. Diversas entradas nos fóruns da Microsoft demonstram que o update KB3004394 deixa o Windows 7 completamente doido, afetando drivers de portas USB 3.0 e mesmo o Controle de Conta do Usuário, bem como instalações futuras do Windows Update são afetados pelo bug. Entretanto, o sintoma mais preocupante tem sido a desativação do Windows Defender, o software padrão que protege o PC contra vírus e malwares.
Resumindo a história, um update oficial distribuído pela Microsoft se comporta exatamente como um malware. Redmond assumiu o modo controle de danos e tem feito pouco barulho acerca do problema, entretanto recomenda os usuários a removerem a atualização, distribuindo um patch para corrigir… o patch.
Como ainda não dá para ter certeza de que o novo patch vai corrigir a situação, o mais aconselhável é remover a atualização na unha: entre em Painel de Controle, Sistema e Segurança, Windows Update, Atualizações Instaladas. Então basta encontrar a atualização KB3004394 e desinstalá-la.
Fonte: F.
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A hilária batalha Google vs Jornais Espanhóis
BetoSalci fufu rs
A velha mídia não entende a internet. Isso vai muito além da mesquinharia da Globo em chamar o Twitter de “popular rede de microblogs”. Se uma nave alienígena começar a atirar no Cristo Redentor e 792.834.798.234 de fotos e vídeos pipocarem no YouTube e no Twitter as estações de TV vão fazer uma reunião, mandar alguém até o local, se for identificado algo estranho solicitarão uma UPJ. Ao mesmo tempo a produção tentará confirmar com 3 fontes independentes (oficiais, você lá vendo o negócio, não conta).
CASO as fontes confirmem, começarão a produzir o segmento, procurando os especialistas em ataque alienígena, aquele gordo que sempre aparece em assuntos militares e, claro, um alienígena pois precisam mostrar o outro lado.
Se o ataque for menos de 3 h antes do Jornal Nacional ou do Jornal da Globo, soltarão um alerta rápido com “mais detalhes mais tarde no Jornal Nacional”. Enquanto isso todo mundo com acesso à internet estará mais que ciente.
A acusação de que as redes sociais são superficiais é correta. É inevitável, esse é o preço que se paga pela instantaneidade. Não há competição, ou não deveria haver, o Jornalismo de qualidade existe pra organizar a bagunça depois dos 784.329.843 tweets sobre o assunto, só que a reação da velha mídia é medo, insegurança e uma inútil tentativa de adiar o inevitável.
Isso acontece com a mídia impressa de forma mais evidente, eles querem viver de assinaturas em um mundo onde informação é Commodity e ninguém com menos de 75 anos assina um jornal, físico ou online. São paywalls, usura de links, muitos são os inúteis recursos para impedir que… leitores leiam sites que vivem de anúncios e visitação.
Um belo dia um grupo de anciãos decidiu que o Grande Inimigo da mídia impressa era… o Google. Mais precisamente o Google News, que nada mais faz que um trabalho de agregamento de links. Preocupados com os leitores descobrindo que as notícias são todas iguais, os editores se revoltaram. Em vários países entraram com ações contra o Google, eles querem RECEBER DINHEIRO para ser indexados.
Você sabe, o Google, aquele site que DIRECIONA TRÁFEGO para outros, teria que pagar para indexar seu link jornal e mandar leitores pra lá.
Na Alemanha o lobby do 4º Poder foi tão forte que a Lei foi mudada. O Google alterou o Google News tornando-o opt-in. O site agora precisa se inscrever para ser indexado no Google News. Vários sites entraram no sistema, mas esperam em algum momento receber dinheiro.
Outros descobriram que não foi uma boa idéia. Perderam tráfego pra caramba, ao negar a indexação do conteúdo permitindo que o Google apenas listasse as manchetes.
Na Espanha a situação é pior ainda. Os jornaleiros conseguiram uma Lei de Propriedade Intelectual segundo a qual eles devem ser renumerados cada vez que seu conteúdo é indexado por sites de buscas. Ela vai entrar em vigor dia 1º de janeiro de 2015.
O Google, depois de xingar mais que o Merovíngio, avisou que a partir de amanhã fechará o Google News Espanha e removerá todos os links de jornais espanhóis das 70 edições do Google News em todo o mundo.

O Google está longe de ser bonzinho mas nas imortais palavras de Frank Underwood, “não há nada que eu despreze mais do que mesquinharia”.
Por essa a AEDE — Asociación de Editores de Periódicos Españoles não esperava. Vendo o tamanho da hagada, entraram em modo de controle de danos. Pediram socorro ao Governo, dizendo que o Google é virtual monopolista das buscas na Espanha, que todo mundo usa o serviço, que seria injusto fechar o Google News e banir os links dos sites de notícias, blá blá blá.
O porta-voz do Google para Espanha e Portugal declarou que a Lei já foi aprovada e tem data pra entrar em vigor, e que como não concordam com ela, fecharão o serviço. Ou, traduzindo:
“WE SHALL NOT PAY!”
Se o Google fizesse como vários blogs parasitas, que chupam o RSS de terceiros e repostam o conteúdo na íntegra, com direito a hotlink de imagens, eu até entenderia, mas o que esses idiotas estão fazendo é dar um tiro no pé. Dessa vez, usaram a Estrela da Morte pra isso.
Os jornaleiros estão choramingando junto ao Governo de Madrid E à União Européia:
“O fechamento do Google News não equivale ao fechamento de um serviço, mas dada sua posição dominante no mercado terá sem dúvida um impacto negativo junto aos cidadãos e empresas espanholas”
Agora, palhaços? Uai, o Google não era um malvado chupador de notícias que deveria PAGAR para usar seu precioso conteúdo? Como vocês não podem viver sem ele?
O Governo Espanhol por sua vez respondeu em modo Full Pilatos: “É uma decisão empresarial”.
Confesso que não sei qual o mais divertido, os jornais rastejando humilhados implorando pelos links ou todo mundo fechando por falta de visitação, desesperados vendo seu plano de transformar o Google em uma nova fonte de renda ir por água abaixo.
Fonte GB.
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Você Sabe Que a Noite Está Louca Quando...

...você tem um carneiro de óculos escuros no banco de trás
O futuro chegou: inventado o ônibus elétrico!
Antigamente o grande negócio era o agronegócio. Hoje é o econegócio. Tudo que é verde vende. Já vi gente ganhar fortunas sem fazer nada apenas vendendo “créditos de carbono”, e mesmo pessoas esclarecidas hippies que odeiam automóveis elogiam os motores Ecoboost, que são maravilhosos e salvam as foquinhas (coitados dos pinguins). Chame de motor turbo e aí vira coisa do capeta.
O ônibus acima é um exemplo desse excelente negócio que é vender soluções “verdes”.
Anunciado como revolucionário e 100% livre de emissões (se você desconsiderar as termelétricas a carvão de onde essa eletricidade vem) tem autonomia de incríveis 56 km, com tempo de recarga (dizem) de 10 minutos. Pelo menos 12 empresas já compraram o modelo, a um custo de US$ 800 mil. O dobro de um ônibus convencional.
Os números, claro, não batem. Diz o fabricante que em uma vida média de um ônibus, 12 anos, os custos de manutenção do eco-ônibus são de US$ 100 mil contra até US$ 600 mil de um ônibus convencional. Como assim? Só se com 6 anos eu jogar o ônibus fora e comprar outro.
Mesmo assim tem gente chamando o ProTerra de “futuro do transporte de massa”. Pois bem, nós do MeioBit acreditamos no futuro, e temos algumas sugestões.
Primeiro, que tal abrir mão da bateria? É pesada e 10 minutos parado é um tempo imenso para um ônibus. Nossos engenheiros aeroespaciais futuristas sugeriram uma infraestrutura de cabos, aproveitando a rede elétrica existente. No ônibus um coletor patenteado e futurista, que captaria a energia diretamente desses cabos, levando-a até os motores. Nosso departamento de computação gráfica modelou uma imagem-conceito:
Não é incrível? Mas nossos engenheiros não pararam aí.
Mesmo nossa versão otimizada pode ser mais ecológica ainda. Borracha é um recurso limitado, unidades de direção demandam manutenção. As rotas são sempre as mesmas, certo? Então que tal espalharmos uma malha de trilhos pela cidade?
Trocando os pneus dos ônibus por rodas de ferro teremos menos desgaste, os motoristas não precisarão decorar os caminhos e o equipamento todo ficará bem mais leve. Os controles seriam transformados do complicado conjunto de botões, alavancas de mudança voltante e pedais em um simples, moderno ergonômico e revolucionário acelerador/freio manual.
Em lugares de clima ameno podemos promover a redução de peso removendo as laterais do ônibus. Com isso a preocupação do motorista em abrir e fechar portas também deixaria de existir. E economizaríamos em ar-condicionado.
Viram? Mesmo uma idéia moderna e revolucionária como o Proterra pode ser melhorada. Aqui uma renderização desse conceito inédito e futurista de transporte ecológico, de emissão zero e participativo:
Agora sério: eu sei que dá dinheiro mas será que esse pessoal não vê que nem todo hype é válido? Que nem toda solução modernosa faz sentido na ponta do lápis?
Nem sempre é preciso reinventar a roda, a antiga funciona, só não é tão branquinha e bonita.
Fonte: FCO.
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Iowa vai lançar carteira de motorista de celular
Tirando os trekkers pouca gente associa Iowa com inovação. O Estado é conhecido basicamente por milho, mas dessa vez saíram na frente, propondo a… carteira de motorista de celular. Não é, infelizmente, um documento emitido após uma série de testes determinando que a pessoa tem conhecimentos básicos e está habilitada a utilizar um smartphone. Não, isso seria bom demais.
É, sim, um app para smartphones com valor legal que irá substituir em alguns casos a carteira (ou carta, se você costuma comer “dois pastel”) de motorista, documento que nos EUA é usado no lugar da carteira de identidade.
Quando o cidadão for parado pela polícia e for solicitada a carteira de motorista poderá exibir a digital. Da mesma forma embarcará em aeroportos no Estado apenas com ela, mas não é uma boa idéia, pois o aeroporto da volta pode não ser tão modernoso.
A idéia é ótima, a longo prazo economizará dinheiro gasto com segundas-vias, e mesmo que o sujeito esqueça uma certamente terá a outra no bolso. Convenhamos sair sem o celular E a carteira não é pra qualquer um.
Quanto à falsificações, não é problema. As carteiras normais já são mais que falsificadas, qualquer estudante secundarista americano conhece um cara que conhece um cara…
SE der certo será excelente, uma das grandes falhas das carteiras de motoristas em papel é que dados como endereço ficam desatualizados rápido. Com a eletrônica isso não existe.
Documentos digitais são legais, mas é preciso que todo mundo entenda como funcionam. Uma vez fui testar o Passbook da Apple, em um vôo da TAM e primeiro a menina do embarque não sabia o procedimento, teve que chamar a supervisora. Depois que entrei no avião, a decolagem atrasou, me chamaram pelo alto-falante como se eu fosse um terrorista e vieram cobrar… o cartão de embarque. É difícil ser moderno assim.
Fonte: TDMR.
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Pegadinha da Diarréia
Betoputs kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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Chinês é o novo recordista ao estacionar carro com uma única manobra
BetoGuiomar fanfarrona


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HBO prepara seu serviço de streaming livre para abril
A HBO pelo visto vai mesmo entrar com os dois pés no mercado de streaming de conteúdo, graças a seu excelente acervo. E a data para a possível estreia do que pode ser ou não uma versão desmembrada da assinatura de TV do HBO Go não poderia ser mais providencial: se tudo correr bem ele será disponibilizado em abril de 2015, junto com a estreia da próxima temporada de Game of Thrones.
A HBO já vinha considerando a possibilidade a sério há algum tempo, mais precisamente desde o naufrágio das negociações entre a 21st Century Fox e a Time Warner, dona da emissora. Desde então a cúpula do canal vem estudando novas formas de aumentar os lucros, e uma forma inteligente de capitalizar em cima de seu excelente acervo é obviamente oferecê-lo a mais gente. Claro que séries como True Blood e Boardwalk Empire estão disponíveis na Netflix, mas o público quer Game of Thrones e em menor grau The Newsroom, e ambas só podem ser vistas ou do modo tradicional ou através da HBO Go, serviço exclusivo para assinantes.
O crescimento exponencial da Netflix, Hulu e outros tem atiçado os detentores de conteúdo, mas boa parte deles preferiu partir para a criação de soluções próprias, criando a famigerada balconização, vide o que houve com Simpsons e South Park: para assistir tudo o que desejamos sem apelar para a Locadora é preciso assinar diversos serviços em separado. Claro que um guarda-chuva comum seria o cenário ideal mas isso é utopia, fato.
Voltando: é esperado que a HBO discuta os pormenores do serviço no próximo mês durante a CES 2015, principalmente preço e disponibilidade (seria eu muito ingênuo se acreditasse que ele será lançado aqui logo de cara; é quase certo que a princípio ele só esteja disponível nos Estados Unidos).
Só que o processo para colocar o projeto no ar não será dos mais tranquilos, já que a emissora decidiu abrir mão de tecnologia própria e isso gerou um belo rolo executivo: segundo a Fortune a plataforma interna chamada Project Maui foi cancelada, e ela seria o motor responsável pelo serviço de streaming. Ao invés disso a HBO assinou com a MLB Advanced e usará recursos externos. A coisa pegou tão mal que o CTO Otto Berkes pediu o boné, porque se sentiu “apunhalado pelas costas com um sorriso”, que é como ele descreve o ambiente cáustico que a Digital Products, que abrange o HBO Go se tornou.
Fonte: DT.
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Designers e clientes prejudicados pelas concorrências especulativas
Betoisto é o que mais tem... =/
Olá! Tudo bom?
Você sabe o que é uma concorrência especulativa?
Se trata de uma prática considerada antiética que é usada por alguns empresários e profissionais da área de criação. Ela gera prejuízo a inúmeros designers desavisados.
A maioria das pessoas que entram nessa prática, fazem isso por falta de entendimento da questão. Nesse vídeo falo o que é a concorrência especulativa através de uma esquete, e explico como elas são ruins para os designers e para os clientes. Tudo rapidamente, apenas 2:58 minutos.
A intenção é conscientizar o mercado. Obrigado, espero que você goste.
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