Shared posts

09 Oct 18:50

E a Cosa é… Nostra!

by Álvaro "Jamil" Freitas

Conheço o João Paulo Francisconi (a.k.a. Nume Finório) há alguns anos. Sempre foi um rapaz muito criativo, muito curioso e sagaz, com um quê de uma honestidade e simplicidade brutais.

Mal sabia eu que ele era um membro da Cosa Nostra.

Quieto no canto dele, trazendo sangue novo para o RPG nacional dia após dia, com outros colegas que ele corajosamente nomeia no primeiro projeto do seu estúdio, ele surpreendeu pela qualidade do primeiro produto – que só está em versão de playtest por enquanto! Deve ser a crise…

O press release do jogo explica tudo com muito mais eloquência do que eu seria capaz:

Estúdio brasileiro prepara Cosa Nostra, um jogo narrativista sobre a Máfia

Cosa Nostra é um jogo narrativo sobre a Máfia. Nele, os jogadores controlam uma organização criminosa e criam uma história memorável de ambição, violência e glamour na América dos anos 30.

Criado pelo Estúdio V, Cosa Nostra será lançado através de uma campanha de financiamento coletivo prevista para começar em janeiro de 2013. Até lá, o estúdio pretende trabalhar numa extensa campanha de playtest durante os próximos dois meses e o feedback da comunidade é essencial para o sucesso do projeto. Sendo assim, reunimos de forma simplificada nesta versão Beta:

· Todas as regras necessárias para o jogo;
· Breve resumo da história da máfia siciliana, desde sua origem em terras italianas à suas ramificações em solo norte americano;
· Uma descrição da hierarquia e tradições da Cosa Nostra;
· Dicas de narrativa para iniciantes.

Faça parte da Cosa Nostra e ajude a contar histórias sobre pessoas importantes que acabam, em algum momento de suas vidas, acordando com cabeças de cavalo em suas camas!

Não sou exatamente um jogador experiente em termos de jogos narrativistas (mentira). Meus primeiros contatos com eles já vão de anos, com pequenas pérolas indies como My Life With Master e Polaris, emprestados anos atrás por um amigo. Claro, conforme os anos se passaram, fui incluindo outros na lista como o genial Dogs in the Vineyard e com a ascensão do gênero no Brasil, belezinhas como o Violentina, Espírito do Século e The Shotgun Diaries.

cosanostra2 E a Cosa é... Nostra!

Cosa Nostra não fica devendo nada a nenhum deles. A qualidade do material de playtest já é bem alta – o que dá um gostinho e uma vontade de saber como vai ficar o material final. Bem diagramado, fácil de ler, talvez um pouco resumido demais – mas claro, esse é o ponto de uma versão resumida, de playtest. Pra não ficar só nos elogios, tem alguns errinhso de digitação (risos) e um único comentário “corretivo”: na página 9, fala-se em “descendência puramente siciliana” quando obviamente o sentido é de se possuir uma ascendência puramente siciliana. Descendência são seus filhos e netos, galera, não confundam!

Se você se interessou, faça-se um favor e acesse a loja da Editora Retropunk, que está hospedando a versão de playtest do jogo. Experimente. E aí (se você tiver coragem) fale com Don Francisconi sobre o que você achou. Ou aqui nos comentários mesmo. De um jeito ou de outro ele vai ficar sabendo…

Imagem: Divulgação / Estúdio V

09 Oct 18:42

Oppa oppa! Deadpool Style no Marvel Now!

by Coveiro ¤X¤
*Atenção! Informações inéditas no Brasil e EUA!
Photobucket

Se você vive neste planeta, já deve saber exatamente o que é essa mania mundial que derrubou Michel Teló (Aew!) e toca em todos os lugares no momento, o Gangnam Syle, dança koreana bem divertida que simula passos de country e critica os novos ricos de determinada região daquele país. E se você é fã de Marvel, já deve ter visto a versão em video do mesmo clip protagonizado por um irreverente cosplay de Deadpool, não? Bom, a Marvel também viu e resolveu fazer sua homenagem a essa nova febre.



Oppa

A capa acima é uma versão variante da primeira dos Vingadores de Hickman e Opena, e Deadpool não perdôo nem esse momento único. Atravessou na frente do Capitão América pra fazer a já épica dancinha deste novo século.
Essa capa acaba se juntando a uma outra que já publicamos aqui no site, com jargão "Deadpool is not unimpressed", que faz menção a outro meme atual da internet referente a ginasta americana que foi prata nas últimas olimpíadas, mas mesmo com tal feito mostrou uma cara de decepção por apenas levar o segundo lugar.
Unimpressed

Clique aqui e veja a referência original!

É de imaginar que novas besteiras do Mercenário Tagarela venham por aí. Alguém já chuta qual outro meme que ele vai inventar de plagiar nas capas agora?

Coveiro Saiba Mais aqui!!
09 Oct 18:33

Information is Worthless

by kathryn

By Alexander Berger

This afternoon I was listening to NPR: All Things Considered coverage of the teacher strike in Chicago and I noticed something missing. The story covered the issues at hand (pay cuts and a new method for evaluating teacher performance), the two sides of the debate (The mayor of chicago and the teachers union), and the possible political implications for Obama (Chicago being his hometown and all) but completely failed to get any input from those affected most: the students.

This is not a one-time oversight. It is part of a larger problem in the way education is managed in America,. Education is seen as a path for stodgy academics to design, and kids to follow without question. While this may have worked to fill jobs of the past, today many teachers haven’t even heard of the jobs many middle-schoolers will be doing when they graduate. In a report titled “The Shape of Jobs to Come Fast Future, an organization dedicated to the Identification and analysis of future trends, “highlighted examples of the kinds of jobs, careers and professions that could result from advances in science and technology in the period from 2010 to 2030”. A few of the jobs they found are likely going to materialize as key professions are Nano Medic, Bodypart Maker, and Memory Augmentation Specialist.  These aren’t jobs you can learn about in school today.  There are already 3 million US jobs that can’t be filled because there aren’t enough people possessing the skills necessary to do them. This is a massive failing of the education system and that gap will only widen if our schools stay stuck in a 20’th century paradigm.

Education should be about empowering students to adapt and innovate in an ever changing world, not memorizing terms or formulas for a test. Recently I came across a catchy business event titled “Ideas Are Worthless” and I think the same could be applied to education.

Information is worthless, or at least highly overrated. There is so much raw information in the world today, spending middle and high school memorizing random snippets of it seems incredibly useless for most students. While collecting information in their heads may be great for academics, the majority of students need to learn how to interpret the world around them, solve problems, think critically and independently, communicate effectively, and it definitely wouldn’t hurt if they knew how to program a computer.

While I don’t believe that middle school teachers need to be preparing their students to be nano medics (although that sounds really cool) it is time we realize that our current education model is clunky, slow, inefficient, and completely removed from reality. The future is here, and we are not ready.

If you liked this post check out Alexander’s blog at www.alexanderberger.me

08 Oct 16:56

fingertips-fresh-sardines

by Adriano Petrich
fingertips-fresh-sardines
08 Oct 16:53

Assista a vídeos pornô no Pornhub para doar dinheiro à pesquisa do câncer da mama

by Casey Chan

Assistir pornografia nunca fez você se sentir tão bem: o Pornhub anunciou que vai doar dinheiro para cada vídeo pornô na categoria “peitos” que os usuários assistirem no mês de outubro.

As doações vão para a pesquisa do câncer de mama – uma ótima causa para se apoiar.

Eis os detalhes:

Ei, todos nós adoramos peitos! Por isso, neste mês de outubro, o Pornhub vai doar 1 centavo para cada 30 vídeos vistos em nossas categorias “peito grande” e “peito pequeno”. Quanto mais vídeos vistos, maior será a nossa doação a uma instituição de caridade voltada para a pesquisa do câncer de mama.

Essa não é a primeira vez que o PornHub procura conscientizar usuários sobre o câncer de mama, então parece que esta é mais do que uma ótima desculpa para ver vídeos de peitos.

Enfim, você já sabe aonde ir. Não seja tímido e faça a sua parte: [PornHub via BuzzFeed]


08 Oct 16:52

Microsoft

Facebook, Apple, and Google all got away with their monopolist power grabs because they don't have any 'S's in their names for critics to snarkily replace with '$'s.
07 Oct 17:00

How to Steal a Space Shuttle

by Jason Major

For two days, from October 12 to 13, the shuttle Endeavour will be transported along 12 miles of road on the final leg of its journey to the California Science Center. During that time the orbiter will be the most publicly exposed as it’s ever been, a national treasure on the streets of LA. While this will of course be a well-orchestrated undertaking with the security of not only Endeavour but citizens and spectators being of utmost priority, one might be prompted to speculate: what if someone tried to steal the space shuttle?

And that one, in this instance, was Jalopnik.com‘s Jason Torchinsky. In his latest article, Jason describes in detail a method for snatching a spaceship — and a rather dramatic one at that, worthy of a Bondian supervillian (and requiring a similarly cinematic amount of funds.) However nefarious, fictitious, and unlikely, it’s nevertheless intriguing.

Now while we don’t encourage the theft of a space shuttle (or any federal property, for that matter) it’s a fun read… check it out.

Just keep an eye out for any suspicious Swiss skulking along Endeavour’s route…

(Image: NASA/Bill Ingalls)

© Jason Major for Universe Today, 2012. | Permalink | 4 comments |
Post tags: Endeavour, Jalopnik, Jason Torchinsky, LA, orbiter, shuttle

Feed enhanced by Better Feed from Ozh


07 Oct 17:00

Surreal Photos: CubeSats Launched from the Space Station

by Nancy Atkinson

Three small CubeSats are deployed from the International Space Station on October 4, 2012. Credit: NASA

Five tiny CubeSats were deployed from the International Space Station on Thursday and astronaut Chris Hadfield called the image above “surreal” on Twitter. And rightly so, as they look like a cross between Star Wars training droids and mini Borg Cubes from Star Trek. The Cubesats measure about 10 centimeters (4 inches) on a side and each will conduct a range of scientific missions, ranging from Earth observation and photography to technology demonstrations to sending LED pulses in Morse Code (which should be visible from Earth) to test out a potential type of optical communication system.

These are low-cost satellites that could be the wave of the future to enable students and smaller companies to send equipment into space. If you’re worried about these tiny sats creating more space junk, Hadfield assured that since they are very light and in such a low orbit, the Cubesat orbits will decay within a few months.
(...)
Read the rest of Surreal Photos: CubeSats Launched from the Space Station (344 words)

© nancy for Universe Today, 2012. | Permalink | 5 comments |
Post tags: CubeSat, International Space Station (ISS), Satellites

Feed enhanced by Better Feed from Ozh


06 Oct 15:34

Eu, medíocre

by ImpedCorp

“O homem é a medida de todas as coisas”, proferiu certa vez um grego com sérios problemas narcísicos. Talvez, porém, ele estivesse certo, e a conseqüência imediata de um universo apreendido a partir do antropocentrismo é que, inevitavelmente, ele não escapará de ser um universo medíocre.

Digo isso sendo, eu, um homem medíocre, com gostos medíocres, erros medíocres e sonhos medíocres (e, medíocre que sou, supondo que o mundo é um espelho da minha própria condição). Na minha mediocridade estou confortável; o que me incomoda mesmo é ter de me deslocar da minha posição de comum. O simples fato de imaginar fazer parte de algo extraordinário me assombra.

Por isso torci contra o Brasil quando da escolha da sede da Copa do Mundo. Não por ser indiferente ao futebol; acompanhei quase todos os jogos de quase todas as Copas desejando, um dia, quem sabe, conseguir um ingresso para Eslováquia x Birmânia. Argumentei que talvez não tivéssemos condições para receber um evento desse porte, seria preciso investir muito dinheiro, o que significa muito dinheiro desviado, porque sabe como é o Brasil, o que fazer com os estádios depois?, será um grande banheiro do papa, pode apostar. Mas a verdade, a inconfessável verdade, é que meu cérebro dá cambalhotas com o fato de isso tudo acontecer aqui do lado da minha casa. Sou aquela senhora que morava do lado do muro de Berlim e, tendo seu sono perturbado pela chegada de milhares de pessoas com picaretas, martelos e mãos fortes em uma fatídica noite de 1989, botou a cabeça pra fora da janela e gritou: MAS ISSO LÁ É HORA DE FAZER REFORMA?

Minha relação com o futebol também não escapa à regra geral da mediocridade. Acompanho de longe, munido de informações suficientes para poder debater a meia-cancha do Grêmio no almoço com o pessoal da firma e criticar o desempenho da Seleção, seguindo as tendências da estação. Finjo que me abalo com os fracassos do meu time e, igualmente, finjo que outras coisas não me entristecem (e esse foi um final de semana especialmente carregado de outras coisas; aqui, um plano geral:).

Pois bem.

Ontem, dava carona para um amigo depois da ImpedNua e acabei passando na frente do HPS. Viaturas demais, mau sinal. Na internet, colhi as informações necessárias para entender o que se passou: manifestantes, policiais, tatu da Copa destruído, gente ferida.

Vejam: eu sou medíocre. Poderia ter feito uma piada no Twitter, poderia ter me posicionado (a favor ou contra os manifestantes, a favor ou contra a polícia, em cima do muro simplesmente me achando superior a tudo isso aí), poderia simplesmente ter ignorado e seguido a minha vida. É o normal a se fazer. Tentar escapar da angústia não se implicando, ou levantar uma defesa egoísta para igualmente obturar as questões mais graves. Limitado que sou, encontraria um anteparo qualquer para deixar minha mediocridade a salvo. É por isso que não sirvo para a política.

O homem comum nunca servirá, aliás. Porque a política – esqueça as escaramuças partidárias, estamos falando da arte de governar outras pessoas, sejam elas pertencentes a um país, uma cidade ou um clube de futebol – requer pessoas melhores. Que consigam fazer leituras apuradas e tomar as decisões certas mas, mais importante, deixar seu narcisismo de lado. Permitir-se não ser a medida de todas as coisas.

Suspeito que o que ocorreu ontem, no Largo Glênio Peres, não apenas não pode ser tomado simplesmente como “mais um confronto entre manifestantes e policiais”, mas que aqueles que se esforçarem para sustentar essa redução estarão exercendo a mediocridade em sua forma mais pura. Esse conflito tem uma gênese anterior, e “gênese” é diferente de “causa”. A causa da pancadaria foi o ataque ao boneco plástico. A gênese dela está em outros lugares. Em uma polícia que não sabe exatamente a quem deve servir. Em uma subtração gradual de espaços coletivos. Na imposição de regras de uma organização sediada na Suíça sobre como os brasileiros devem se portar. Na não tão discreta invasão do privado sobre o público. Na consciência velada de que boa parte do povo terá que assistir aos jogos sediados em suas cidades através da televisão, já que não terão grana para os ingressos. E em diversos outros fatores que minha compreensão rasteira se prova incapaz de alcançar. O que eu espero do homem político é que ele alcance.

Não sei, por exemplo, se a proibição da venda de bebidas nos estádios é correta ou não. Politicamente, contudo, isso já foi estabelecido. Meio esquizofrenicamente, já que não é permitido o consumo, mas se pode fazer propaganda. Tudo bem. Homem medíocre que sou, aceito a condição. O capitalista, todavia, encontra seus caminhos. Sendo suficientemente abonado, dará um jeito de impor sua vontade – a FIFA e a Dilma até pouco tempo atrás brigavam pela manutenção ou não da lei, e a Dilma perdeu. Assim como as vendedoras de acarajé, que agora duelam com o McDonalds. E os idosos e estudantes, ainda em busca da validade da meia-entrada para os jogos.

Eu, sujeito reles, fantasiava destruir o Tatu da Copa, criatura bizarra a qual nos foi delegado o poder de escolher o nome (dentre alternativas semelhantemente esdrúxulas). Não o fiz. E não sei exatamente quais as consequências de encontrar na realidade algo que habita o plano da fantasia. Talvez fosse necessário manter a ordem – gosto de pensar nisso e esquecer o quão arbitrário e contextual é o conceito de ordem. Alguém precisou se recusar a levantar de bancos de ônibus, enfiar barras de ferro nas engrenagens das fábricas, queimar sutiãs e apanhar muito da polícia para garantir coisas que, hoje, consideramos parte da ordem.

O homem político, ao contrário, não fantasia. Ele governa. E não o faz desde seu gosto ou interesse pessoal, mas sim de sua leitura sobre a coletividade. Ele sabe que, se assassinar o boneco promocional da Copa é a repetição da queima do relógio dos 500 anos, há coisas muito mais profundas em jogo do que um simples ato de vandalismo. Que é uma mensagem menos raivosa do que magoada, e essa mensagem há tempos vem sendo sufocada – talvez porque, nas esferas relevantes, temos negociantes demais e políticos de menos.

Honestamente, não sei se a manifestação ontem era contra o governo, contra a Copa, contra a Coca-Cola e contra tudo-isso-que-está-aí ou se ela trazia o grito desesperado de pessoas que não querem compactuar com a minha mediocridade de ver as coisas acontecendo do jeito que estão, mas eu já fiz minha opção.

Vou escolher “Amijubi”.

A foto é de Ramiro Furquim/Sul21

Gustavo Mano

04 Oct 16:17

Photo