Imagine a cena: em 25 de janeiro, os Illuminati estarão em São Paulo para conquistar a cidade e instaurar uma Nova Ordem Mundial. Como inibir tamanha audácia e conspiração, bem no dia de aniversário da metrópole?
Para salvar São Paulo e garantir o feriado, a missão é ir até a FNAC Pinheiros e virar herói em Illuminati – sala de jogo de fuga rápida do Escape Hotel especialmente montada na livraria em comemoração aos 463 anos de São Paulo.
O jogo dura 15 minutos e a entrada é gratuita, com distribuição de senhas às 10h e às 16h para grupos de 2 a quatro pessoas. A FNAC Pinheiros fica na Praça dos Omaguás, 34.
Também tem gângster e Conde Drácula Já para quem for ao Escape Hotel, a casa oferece os escape rooms mais imersivos e maneiros da cidade. As opções são Loira do Banheiro, Cena do Crime, Drácula e O Templo,para equipes de 3 a 7 pessoas. Para times maiores, de 6 a 12 jogadores, a pedida é A Máfia, que mistura jogos de fuga e de tabuleiro em uma disputa visceral de gângsters pela cidade de São Paulo.
Os jogos são pagos (R$ 79 por participante) e tem duração de uma hora. Crianças de 8 a 11 anos devem estar acompanhadas de um adulto.
O Escape Hotel fica na Avenida Pedroso de Moraes 832, em Pinheiros/Vila Madalena. Reservas podem ser feitas pelo site www.escapehotel.com.br
SERVIÇO Aniversário de São Paulo | Escape Hotel Quando: 25 de janeiro de 2017
Sala Illuminati – Jogo gratuito de 15 minutos, com retirada de senha Onde: FNAC Pinheiros Endereço: Praça dos Omaguás 34
Salas A Máfia, Drácula, Cena do Crime, O Templo e Loira do Banheiro – Jogos pagos, com duração de uma hora Onde: Escape Hotel Endereço: Avenida Pedroso de Moraes 832 Reservas : www.escapehotel.com.br
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) do Brasil confirmou hoje a licitação para compra de 12 iMacs, o computador All in One da Apple, pela "bagatela" de 339 mil reais. São cerca de 28 mil reais por computador.
Parece que a crise financeira é só pra gente mesmo, o povo! Enquanto isso... o que você faria com 339 mil reais? Quitaria todas as suas dúvidas e quem sabe até compraria uma apartamento? Um carro? Talvez uma dezena de carros?
Algumas pessoas preferem comprar 12 computadores.
Os produtos da Apple tem muita qualidade, todos sabemos, mas no Brasil os preços são surreais, ainda assim, se você, COM O SEU DINHEIRO, decidir comprar um deles, eu não tenho o direito de falar muito, mas quando um órgão público usa o NOSSO dinheiro de impostos (que não são poucos) para gastar de uma forma que qualquer pessoa que entenda um mínimo de informática sabe que é completamente desnecessária, aí nós temos um GRANDE problema meu amigo.
O preços exorbitantes incluem a garantia estendida de 36 meses para os dispositivos. A configuração escolhida pelo STJ contempla um Intel Core i7 quad-core de 4.0 GHz, 32 GB de memória RAM DDR3 e SSD de 256 GB. Além disso, eles possuem tela Retina de 27 polegadas e resolução 5K, assim como GPU AMD Radeon R9 M395X com 4 GB de Vram.
Se você pegar os 339 mil propostos e dividir por 12, você vai ver que cada máquina sai por 28 mil reais. O mais curioso é que a máquina mais cara que a Apple vende em seu site nos modelos de iMac custa "apenas" 17 mil, porém, de fato ela é inferior a este modelo pretendido pelo STJ. Acredito que ela tenha alguns adicionais, como uma placa de vídeo com mais memória, além do suporte estendido e os acessórios....
Ah é! Esqueci de comentar, além dos iMacs, a licitação cobre também um Magic Mouse 2 e um Magic Keyboard para cada computador, afinal de contas, por que usar um teclado e mouse mais "barato"? Tipo um da Razer, né? (a que ponto chegamos?)
Agora vem a melhor parte...
A "justificativa" para comprar um iMac com tela retina com resolução 5k é: "os iMac possuem melhor performance na edição de imagens em alta resolução".
E espera que a licitação para comprar o Photoshop para editar as imagens em alta resolução ainda nem saiu. 😒
Será que só eu sou o gênio que percebeu que você consegue editar imagens com uma máquina muito, MAS MUITO, menos poderosa do que isso? Você conhece alguém (fora da Pixar) que consegue usar 32 GB de RAM para editar uma imagem? Amigo... nem que estivesse jogando BF1 ao mesmo tempo!
Fora isso... o dinheiro, é o nosso dinheiro! Dinheiro nosso sendo gasto com algo que é possível resolver sem custo algum usando Linux! Ou mesmo gastando MUITO menos usando Windows. Não tenho nada contra a Apple, o problema nem está nela, neste aspecto ao menos, tirando os valores, mas será que o mínimo a se fazer numa situação como esta não seria estudar a solução mais barata e eficaz para contornar a situação?
Só sei que precisamos de um "Lava Bits" nesse país, ou no mínimo alguém mais consciente no ramo da tecnologia, já chega o nosso "querido" Kassab querendo limitar a internet.Pode ter certeza que tem muita grana sendo gasta com licenças com coisas que poderiam ser resolvidas de outra forma.
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Rede alcança meta do ano e deve chegar a mil pontos de venda no primeiro semestre de 2017
Com o compromisso de chegar a mil lojas até maio de 2017, as Farmácias Pague Menos encerraram 2016 com 952...
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Volta e meia recomendamos algumas das melhores ferramentas relacionadas com o mundo da Internet. Agora, portanto, chegou a vez de mostrar uma que pode ser muito útil para quem se dedica ao mundo do desenvolvimento web. Se trata de CSSSViewer, uma extensão para Google Chrome com a qual visualizar as propriedades CSS de qualquer página.
Tal qual outras ferramentas similares, o uso de CSSViewer é bem simples. Para ativar a extensão só é preciso clicar no seu ícone e passar o cursor sobre o elemento que queremos inspecionar na página em que nos encontramos. Desta forma obteremos o resultado como o que aparece na imagem acima.
Apesar de sua simplicidade, pode ser bem útil naquelas horas em que queremos algumas informações como fontes e cores. Por último, aproveitamos para destacar que CSSViewer é uma ferramenta open-source, por isso, podemos consultar o código fonte da mesma através de GitHub.
real historia;
string sender = "Kenely";
Chefe: Programador, dá uma olhada nessa tela de login, está muito lenta. O Alonso foi o último a mexer nela...
(Depois...)
Programador: Alonso, por que essa função de cálculo de preço médio está sendo chamada no login?
Alonso: Ah, o chefe falou que isso tem que ser calculado diariamente e essa é a única tela que a gente sabe que vão acessar todos os dias...
Programador: PLOFT!
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Camiseta: Sério? O que eu te fiz?
The next time you and your friends want to see who can chug beer (or a non-alcoholic beverage for the younger crowd) the fastest, you may want to try building your own Cider Racer 2600–an electronic racing platform and timer for competitive drinking.
Created by YouTuber “MonkeyBOX Entertainment” for an annual Christmas party, the project consists of a broken Atari 2600 retrofitted with an Arduino Mega, two 4-digit 7-segment displays, some LEDs, wires, and other miscellaneous parts. A pair of custom coasters were constructed using force-sensitive resistors, soft springs, rubber actuators, and three layers of CNC-cut materials: acrylic bottom plate, brushed aluminum center, and acrylic spacer to make it level with top of the old gaming console.
In drag race mode, two drinks are placed on the Cider Racer 2600’s pressure-sensing coasters. When ready to get things underway, both competitors press a red button on the side, prompting LEDs begin to countdown from red to green as if they were cars waiting at the starting line. Time is shown on a 7-segment display above each coaster, which stops as soon as someone puts down their empty glass. The winner’s time will then flash.
The clock can be cleared using the Atari’s old ‘game reset’ switch. But that’s not all. The Cider Racer 2600 is capable of detecting false starts and if a drink is placed back prematurely. You can read more about the project in the video’s description below, and check out its popular reddit thread here.
Está aí uma coisa que não vejo muitas pessoas dando a devida atenção, mas acredito cada vez mais que essa seja uma daquelas linhas invisíveis que separam uma experiência “Ok” de uma experiência “Wow”.
Nesse artigo abordarei o tema especialmente no contexto mobile, que hoje é uma plataforma amplamente difundida e estabelecida, mas que ainda trilha um caminho aberto para inovação.
Bom, vamos começar colocando todos na mesma página.
O que são microinterações?
As microinterações transformam tarefas simples em experiências significativas, através de pequenas interações. Estamos falando sobre aqueles detalhes que fazem a diferença e que muitas vezes são passadas despercebidas, de tão simples, por quem as usam.
Microinteractions are the functional, interactive details of a product, and details, as Charles Eames famously said, aren’t just the details; they are the design. Details can make engaging with the product easier, more pleasurable — even if we don’t consciously remember them.
Você pode não perceber mas elas estão sempre presentes em nosso dia-a-dia e não é de hoje que as microinterações tem como objetivo tornar nossas vidas um pouco mais fáceis e agradáveis. Algumas são bem importantes, mas como estão tão presentes em nosso cotidiano, acabamos não dando conta dos benefícios que nos trazem. O som do “tic-tac” quando ligamos a seta do carro, o botão que pára o despertador, quando a torradeira faz o “tlin” e seu pão está no ponto, o interruptor que liga a lâmpada da sala, a luz vermelha piscando no semáforo para pedestres, todas elas também podem ser consideradas microinterações.
Microinterações do dia-a-dia
Microinterações ≠ Funcionalidades
Microinterações se diferem das funcionalidades basicamente por seu tamanho e escopo. Enquanto as funcionalidades tendem a ser mais complexas, durar mais tempo, ter múltiplos casos de uso e exigir uma certa carga cognitiva, as microinterações são simples, breves e quase não exige esforço. Podemos ter um player de música, por exemplo, como funcionalidade e o controle do volume seria uma microinteração.
Se as funcionalidades e recursos dão corpo a um produto, estão nas microinterações as oportunidades de moldar as nuances que podem torná-lo único e com uma assinatura própria, como o “like” do Facebook.
Porque os pequenos detalhes importam
Uma das coisas que mais admiro na web é como ela pode nos surpreender através de pequenos detalhes. Quando surge um novo tipo de microinteração e a experiência com ela é positiva, há grande chance de logo mais se tornar um padrão e exemplo de boa prática. Palavras de Don Norman:
The “micro” in “microinteractions” implies it is about the small things. Small? Yes. Unimportant? Absolutely not! Microinteractions is about those critical details that make the difference between a friendly experience and traumatic anxiety.
Quem se lembra da primeira vez quando entrou no Google e começou a digitar no campo de busca, e de repente, ele te dava sugestões para autocompletar o texto? Depois disso ele ainda previu o nosso erro de digitação e nos deparamos com a mensagem “Você quis dizer” no resultado de busca. Ou ainda, quando nós íamos mandar aquele email e o Gmail nos avisou que esquecemos de anexar algum arquivo. Parecia mágica!
Microinterações para prevenção de erro humano
Outra microinteração que me marcou bastante foi quando surgiu na web o drag and drop, primeira vez visto por mim no Dropbox. Muito mais fácil e rápido fazer uploads de arquivos. Hoje é utilizado por praticamente todos os serviços de ponta.
O Drag and Drop mudou a minha vida.
O Facebook popularizou o um estilo de microinteração que já se tornou padrão por muitos sites e aplicativos que exibem a quantidade de notificações por segmento/seção. Já o Chrome apresentou o ícone de áudio para identificar a aba em que o som estava sendo originado. Pequenos detalhes que fazem a diferença.
Notificações do Facebook e status do áudio no Chrome
Microinterações no mobile
Uma das principais diferenças entre a experiência desktop e a mobile está na multiplicidade de contextos de uso: em casa, na rua, no transporte, no lazer, no esporte, em uma viagem, em praticamente em todos os lugares podemos acessar nossos smartphones. Essas máquinas que cabem na palma da mão e que, cada vez mais, vem sendo a primeira tela de muita gente, estão se tornando muito poderosas, agregando vários tipos de recursos e funcionalidades como acelerômetro, giroscópio, câmera, GPS, infravermelho, sensor biométrico etc.
O exemplo acima mostra o funcionamento de uma das primeiras microinterações nativas do mobile, trazida pela Apple, um gesture fácil de descobrir, intuitiva que provém um grande ganho de tempo e requer baixa cognição, além de prover feedback imediato o que torna o processo de atualização de uma página menos angustiante. Lembre-se que não existe tecla F5 no celular, a outra maneira convencional seria acessar o menu e pedir para atualizar, mas isso foi substituído por um simples deslizar de dedo na tela.
Junto com esta nova forma de interagir, logo vieram os novos padrões de interação para smartphones. Novamente, as mais simples, intuitivas e efetivas acabaram por ser adotados como padrão de microinteração para muitos sites e aplicativos.
Segundo Dan Saffer, a microinterações são boas para:
Cumprir uma tarefa simples;
Gerenciar uma tarefa em andamento;
Conectar dispositivos;
Interagir com pequenos pedaços de informação;
Ajustar uma configuração;
Visualizar ou criar pequenos conteúdos.
Ligar/desligar uma função ou recurso;
Por isso tudo, acredito que ainda temos um grande campo a explorar e que nós designers devemos nos esforçar para desenhar produtos bem acabados, funcionais, polidos através de microinterações que sejam realmente úteis aos usuários.
Oportunidades de melhoria
É bom a gente sempre ficar atento aos pequenos detalhes, aos momentos corriqueiros, olhar para as coisas que a gente faz sem nem pensar, pois nelas estão as melhores oportunidades para melhorar a experiência do usuário de forma simples e efetiva.
Não podemos perder a oportunidade em entregar uma experiência mobile relevante ao usuário, no contexto e no momento certo. Por isso, gostaria de dar alguns exemplos de pequenas grandes revoluções.
Como diz a primeira das heurísticas de Nielsen, o sistema deve sempre manter os usuários informados sobre o que está acontecendo através de um feedback em um tempo adequado (não poder ser demorado nem muito rápido). Este é talvez uma das mais básicas e importantes tarefas de uma boa interface: informar a seção ativa, links visitados, novo conteúdo, carregamento em andamento, dicas de interação, enfim, o usuário deve entender o que o cada elemento da interface faz ali, sem ter que explicar formalmente.
2. Conectando pessoas e serviços
À esquerda, conceito de chatbot por KiraSvitlana . À direita, Gbord por Google.
Muito mais que compartilhamento de fotos, me lembro de como era chato e penoso informar certos tipos de coisas durante uma conversa online. Hoje é muito fácil compartilhar um contato com nome, telefone e email; um restaurante com endereço, mapa e rota; pedir uma segunda via de boleto; sem ter que mudar de aplicativo ou entrar em um site específico da empresa.
Com o surgimento dos chatbots, as interfaces conversacionais tornaram os diálogos muito mais fáceis e interativos.
3. Scanners contra os processos burocráticos
Scanners da Amazon e Itaú
O site da Amazon no Safari e o aplicativo da Zappos apresentam um recurso para facilitar o registro dos dados dos cartões de crédito, apenas usando a câmera do celular para capturar as informações de forma simples. De maneira parecida os aplicativos de banco já aderiram ao scanner para capturar o código de barras de um boleto. Isso torna o processo muito mais rápido e menos burocrático, além de prevenir erros de digitação.
Preencher formulário é um processo sempre lento, chato e frequentemente frustrante. Mas existem vários recursos para minimizar essa dor pelo usuário. Uma dela é usar a validação por campo, assim o sistema pode informar na hora se há alguma coisa errada com o preenchimento dele, permitindo que o usuário corrija o mais rápido possível.
Outro recurso para dinamizar formulários é utilizar o teclado sempre atrelado ao contexto do campo, por exemplo, para o “nome” o ideal seria exibir o teclado alfabético, para “telefone” o teclado numérico, e assim por diante.
5. Predição de interações e contexto de uso
Aplicativo Waze
Não a toa que o Waze é o aplicativo de navegação mais usado pelos brasileiros em 2015. Sua interface sempre buscou a simplicidade e uma nova abordagem em termos de interatividade, principalmente se levarmos em conta os tradicionais aparelhos de GPS.
Se o usuário costuma sair no mesmo horário para um mesmo destino repetidas vezes, o aplicativo automaticamente aprenderá este comportamento e oferecerá o destino logo na primeira tela. Se ele marcou um evento no Calendar ou no Facebook, o aplicativo também trará estas opções de destino, sem o ter que digitar uma letra. Quando o trânsito piora durante um percurso, o aplicativo indica o tempo estimado/decorrido que o usuário ficará preso no congestionamento, diminuindo a frustração e aumentando a sensação de controle.
O trecho abaixo foi retirado de um dos princípios do Material Design:
Motion is meaningful and appropriate, serving to focus attention and maintain continuity.
Quando um usuário navega por um site ou aplicativo, por limitações naturais de tamanho, ele frequentemente caminha de tela em tela. Esse modo de navegação pode fazer com o que o usuário se perca ou não saiba como chegou a tal lugar. A utilização de transições animadas poderá guiar visualmente o usuário (o movimento atrai naturalmente a atenção) e informar como ele pode interagir com cada elemento da interface.
7. Surpreenda com humor
Geralmente não importa se for para comunicar algo bom ou ruim: ser positivo, bem humorado é sempre um caminho bom a ser tomado, pois o humor distrai, surpreende, gera empatia e pode tornar as tarefas um pouco mais divertidas.
Conclusão
Se você ainda não está usando as microinterações em seus projetos, está perdendo uma grande oportunidade não só em melhorar a UX como também em dar um toque único aos seus produtos ou serviços.
Os exemplos acima servem para ilustrar melhor as várias maneiras de como podemos facilitar a vida do usuário e torná-los mais engajados, mas as oportunidades de melhoria são infinitas e variam de caso a caso.
Ao projetar pense no contexto de uso, como e em quais situações o seu usuário utiliza seu aplicativo, observe quais são as tarefas mais usadas, as mais chatas, as mais padronizadas pelo senso comum. Então você poderá encontrar aqueles pequenos momentos que fazem a diferença.
Donos de pequenos negócios sentiram piora de desempenho em 2016, mas acreditam em melhora para o próximo ano
Responsáveis por 52% dos empregos do país, os donos de pequenos negócios apostam em um...
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Uma...
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Os BSDs testados, e a distribuição Clear Linux, deram um banho no Debian, Ubuntu, CentOS e Fedora, nos testes de resposta a requisições TCP e UDP.
O gráfico acima mostra um dos 4 testes (variaram o protocolo e a duração), mas a ordem e a proporção foram sempre as mesmas, ou similares.
Fora isso, houve um teste (o de UDP do iPerf a 1000Mbit/s) em que todas as distribuições Linux se saíram igualmente bem, o FreeBSD ficou bem para trás, e o DragonFlyBSD nem conseguiu se classificar.
Nos demais testes, o desempenho entre todos os sistemas testados empatou.
Você se considera uma pessoa inovadora e empreendedora?
Na TOTVS acreditamos que o nosso sucesso é o sucesso dos nossos clientes! E que pessoas certas em um ambiente colaborativo são a chave para resultados impactantes. Ser um TOTVER não é só fazer parte da maior empresa de tecnologia do Brasil e da América Latina, significa também respirar inovação, criar tendências e trabalhar de um jeito + simples e + ágil.
Queremos jovens questionadores, com energia e paixão pelo que fazem e que construam junto conosco a TOTVS dos próximos anos.
Programador: Cara, sério que você tá fazendo a inscrição pro programa de trainee da Totvs?
P.A.: Tô! Sabia que eles têm vaga para techies?
Programador: É... Mas trainee... Não é a nossa cara...
P.A.: Sei não, a Totvs é uma gigante de tecnologia no Brasil e precisa de gente como nós dois...
Programador: Mas trainee... Aposto que vão ficar pedindo para ajustar o áudio do PC, consertar impressora...
P.A.: Nada, lá a gente vai poder realizar coisas novas e fazer a diferença
Programador: Tá, mas esses processos têm milhares de etapas complexas, que não fazem sentido. Mais fácil zerar o Cat Mario.
P.A.: Não, a Totvs é de T.I. E quem é de T.I. gosta de tudo mais rápido e prático. O processo vai direto ao ponto...
Programador: Que ponto?
P.A.: Encontrar gente criativa, que queira inovar sem medo de errar e que acha que a tecnologia é feita para deixar a vida das pessoas mais fácil. Cara, o que mais você quer de uma empresa?
Programador: Além disso?? Que eles sirvam muito café!
P.A.: Fechou!
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Camiseta: Insert coffee to begin
O Senado Federal aprovou ontem um termo que deve mexer com o valor de alguns serviços de streaming mais amados pelos brasileiros, como Netflix e Spotify, e para "variar", não é para melhor.
O Governo resolveu reformular o imposto sobre serviços (de qualquer natureza) através um projeto de lei, a principal medida deste novo PL é fixar uma alíquota mínima para imposto ISS, sendo assim, serviços que tecnicamente não entregam nada físico, como a Netflix e o Spotify também entram na roda.
A taxa mínima de imposto estabelecida ficou em 2%, mas não temos como saber exatamente, ao menos por enquanto, qual o valor que será passado para cada empresa. Essa medida pode causar um efeito bizarro no preço dos serviços, não somente no aumento do custo deles para a empresa e logo, para os usuários também, mas o que acontece é que esse imposto pode variar de acordo com o município, o que pode fazer com que ele tenha custos diferentes em cidades diferentes, isso poderia, em tese, fazer com que os serviços pudessem ter valores diferentes para os usuários, dependendo de onde morem. Entretanto, caso entre em vigor, o mais provável é que as empresas mantenham um único preço para todos, mesmo para aqueles que poderia pagar menos por conta da alíquota local.
De 66 votos, 63 foram à favor da nova medida e apenas 3 votos contra, deste modo agora cabe apenas ao presidente, Michel Temer, sancionar ou não o projeto.
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O Wine é um programa que permite uma camada de compatibilidade com programas Windows para os sistemas que não são da Microsoft, como as distribuições Linux e o macOS da Apple. Apesar de ser muito popular nos desktops, agora o projeto está migrando para um dos maiores cases de sucesso do Kernel Linux, o Android.
O Wine está chegando ao Android através da CodeWeavers, a empresa que desenvolve o CrossOver, um aplicativo que usa o Wine como base mas que tem licenças pagas, nós já falamos sobre ele e mostramos como ele funciona, você pode ver mais aqui.
Atualmente o suporte do Wine, ou do CrossOver, para o Android é experimental e funciona apenas em dispositivos com processadores Intel, alguns Tablets e Smartphones específicos, você pode pedir acesso a versão de testes neste endereço.
Confira uma pequena demonstração:
Em breve receberemos também a versão 2.0 do Wine que deverá trazer boas novidades e quem sabe o suporte para versões mais novas do DirectX, o que via permitir a instalação de games mais recentes através do software.
Até a próxima! _____________________________________________________________________________ Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.
Você já deve ter reparado que Hollywood gosta de representar um "hack" a algum sistema ou computador com muitas imagens que parecem algo muito complexo, de preferência cheio de "letrinhas" coloridas e telas piscando. Hoje você vai aprender a criar uma coisa assim no seu terminal.
Nos vídeos que nós fizemos sobre a série Mr. Robot, um dos comentários mais recorrentes que tivemos foi justamente sobre a verossimilhança da série e o quanto, desta forma, ela acaba agrando os profissionais da tecnologia, porém, não podemos esperar que todos os filmes e séries tenham o mesmo compromisso, muitas vezes uma tela bem desenhada e com um visual mais descritivo pode funcionar melhor para o público.
Como zoeira pouca é bobagem e o terminal Linux só não faz pizza (ou faz?), hoje vou vai aprender a "pagar de hacker" usando um comando só.
Baseado na criatividade dos hackers hollywoodianos é que foi criado um pacote chamado hollywood, ele roda vários pequenos programas no terminal de uma forma muito dinâmica e ainda toca a música do "Missão impossível" (sério!")
Para instalar no Ubuntu e derivados abra o terminal e digite:
sudo apt install hollywood
Depois de instalado basta rodar o comando "hollywood" e aproveitar o show!
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real historia;
string sender = "Fabrício Olmo Aride";
Programador: Alonso, você precisa otimizar essa procedure, ela está muito lenta...
Alonso: Tá...
(30 min depois...)
Alonso: Terminei...
Programador: Tá, deixa eu ver... Caracas, que rápido! Como você fez?
Alonso: Eu só comentei uns 3 updates, daí ficou bem rápido...
Programador: PLOFT!
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Camiseta: Rápido e fatal
A Black Friday está chegando e pode ser a chance de você comprar um item bacana que queria num preço mais atrativo. Para quem não sabe, há diversas lojas estrangeiras que mandam eletrônicos para o Brasil. Obviamente, há uma probabilidade imensa de ser taxado quando o produto chegar aqui, mas os preços são tão baixos comparados aos do Brasil, que existem excelentes opções de compra que ainda valem muito à pena. Vou citar 5 smartphones que atendem a esses requisitos:
Xiaomi Redmi Note 3 Pro: por apenas US$164,99 (aproximadamente 560 reais sem impostos) você pode comprar esse modelo, com processador Snapdragon 650, leitor de digitais, 3GB de Ram e 32GB de armazenamento, além da tela de 5,5″ FullHD e câmera traseira de 16MP.
Xiaomi Mi5S: Tela de 5,15″ FullHD, leitor de digitais, 64GB de armazenamento, processador Snapdragon 821 (o mais rápido atualmente), 3GB de Ram e câmera de 12MP. Configurações de top de linha por apenas US$319,99.
Oukitel K6000: pra você que não quer ficar sem bateria, esse smartphone é um monstro. Além ter 3GB de Ram e 32GB de armazenamento, conta com tela de 5,5″ FullHD, câmera traseira de 16MP, frontal de 8MP, sensor de digitais e uma bateria de 6000mAh. É bateria que não acaba mais. Preço? Acredite e quiser, US$149,99.
LeTV Leeco Max 2: tela enorme de 5.7″ com resolução 2K (maior que FullHD), processador snapdragon 820, 4GB de Ram e 32GB de armazenamento, bateria de 3100mAh e câmera traseira de 21MP. Configurações monstruosas por um preço que chega a ser irrisório: US$219,99.
Umi Super: tela de 5,5″ FullHD, 4GB de Ram, 32GB de armazenamento, bateria de 4000mAh, porta USB-C, leitor de digitais, câmera traseira de 13MP, processador octa-core de 2Ghz, corpo unibody em alumínio, por apenas US$174,99.
Os preços são tão em conta, que mesmo se considerarmos um imposto de 100%, são smartphones top custando até a metade de similares vendidos no Brasil com configurações idênticas. Você pode economizar uma bela grana e ter um smartphone top, ou mesmo conseguir comprar um telefone com especificações muito melhores do que o que você compraria se adquirisse aqui no Brasil. Se estiver procurando outros itens em promoção nessa Black Friday, clica aqui e aproveita!
O Vivadi Browser agora também tem um serviço de e-mail personalizado para os usuários, se você está procurando um novo serviço, ele pode ser uma boa alternativa.
Os desenvolvedores do Vivaldi Browser, que nós já tivemos o prazer de gravar uma entrevista em vídeo, estão disponibilizando para o público um serviço de e-mail muito interessante. Com um visual limpo e de fácil entendimento ele pode ser o que você está procurando em termos de serviços de e-mail.
Eu não sei quais são as limitações dele em termos de armazenamento ou espaço, essas informações não foram reveladas, mas se você ficou curioso para ver a ferramenta em funcionamento, basta criar uma conta aqui.
Confira também o nosso review do navegador Vivaldi:
Até a próxima! _____________________________________________________________________________ Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.
Desenvolver para iOS, Android e Windows ao mesmo tempo dá muito trabalho: manter as várias bases de código livres de bug e de maneira sincronizada requer um esforço hercúleo. Já conversamos sobre Progressive Web Apps e chegou a hora do Xamarin! Bem, ou Chamarin, ou Zamarin. A plataforma foi adquirida pela Microsoft e ganha cada vez mais adeptos.
Participantes:
Paulo Silveira, host do hipsters, que irrita de tanto falar Xamarin com Ch.
No último dia 15, o Google apresentou uma nova ferramenta para digitalizar suas fotos antigas, aquelas reveladas que estão dentro de uma caixa velha, diretamente para o Google Photos.
Conheça o PhotoScan e aprenda a usar!
Boa! Vou ter que tirar um tempo pra fazer com as minhas!
Eu tenho trabalhado com dados suavemente flutuando através do protocolo http por um tempo e agora eu tenho esse sentimento altruísta de que eu posso contribuir com os desenvolvedores mais jovens com algumas histórias sobre os desafios que enfrentei durante a minha jornada.
Este artigo basicamente tem o objetivo de listar e discutir sobre alguns pontos importantes que sua API, possivelmente, poderia abraçar desde o início do projeto, a fim de acelerar o processo de desenvolvimento para todos em sua equipe.
Autenticação e Autorização
Se você se preocupa com quem vai acessar seus endpoints, é necessário prestar atenção sobre este tópico. Existem algumas especificações conhecidas para lidar com este assunto, principalmente JWT, OAuth e OAuth2. Estas abordagens irão abranger a maioria dos cenários em seus aplicativos, mas às vezes você será desafiado a criar um novo tipo de camada de segurança para atender algum requisito específico, neste caso, tente não reinventar a roda e adapte suas necessidades em um desses listados.
Query, Filtering, Sorting e Pagination
Assim que o seu banco de dados cresce, você vai começar a notar que alguns recursos estão demorando muito para serem recuperados. As abordagens comuns para esta situação são: armazenar em cache seus objetos (próximo tópico) e / ou criar a paginação / filtragem. Se você pode obter o seu recurso com algo como:
…seus clients serão capazes de selecionar apenas o que eles realmente precisam para processar uma página ou tela específica. É bom para dar uma certa autonomia para seus consumidores. Próximo nível deste assunto é GraphQL.
Cache
Uma boa maneira de recuperar seus recursos incrivelmente rápido é desenvolver alguma estratégia de cache. O custo de suas requisições serão menores uma vez que seus dados estarão prontos para serem consumidos em um banco de dados in-memory. Com algum esforço você pode lidar com isso usando Redis ou Memcached. Boa sorte com sua expiração de cache. Confira algumas reflexões sobre este tema com o Russian Doll Caching.
Wrappers e Summarized Fields
Às vezes, você precisará fornecer alguns campos calculados – ou quaisquer dados agregados em geral – em suas respostas e para esse cenário, posso sugerir-lhe montar algo nessa linha:
HATEOAS significa Hypermedia as the application state of the engine. É uma abordagem que permite que os clientes interpretem de forma autônima e dinâmica o estado atual de um recurso e as transições que podem ser iniciados decorrente deste mesmo estado.
Sobre o JSON acima, você pode tirar as seguintes conclusões:
Dentro do array “links” são todas as ‘transições’ possíveis com o recurso, neste caso, podem acessar o cliente que criou as ordens com o URI /orders/276/customers.
rel:auto significa que esta URI é a referência do estado atual, neste caso, a ordem com ID 276. rel, em geral, representa a relação entre a ligação com o recurso atual.
type indica o tipo de recurso que é o link em questão.
Ao padronizar seus serviços RESTful usando HATEOAS você permite que os clientes usem os recursos de maneiras mais fáceis, afinal de contas, as possibilidades de navegação entre os estados serão listadas em cada hit em seus recursos.
Conforme descrito em um post de Martin Fowler, HATEOAS em sua API é o último passo para atingir a ‘Glória de REST”, o estado da arte.
Message Queue
Aposto que você tem algumas rotas em suas APIs que são síncronas mas não precisam necessariamente ser. Alguns casos de uso para uso de fila de mensagens são: enviar e-mails após alguma ação, redimensionamento de imagem, codificação de vídeo, etc. Uma prática comum para esta situação é colocar essas ações em uma fila de mensagens para serem processadas posteriormente de forma assíncrona. Dê uma olhada na RabbitMQ ou Kafka, ambas são grandes soluções.
–
É isso aí. Pelo menos para mim estes são os principais aspectos que eu vi nos últimos anos no desenvolvimento de novos apis http/rpc/rest. Se você acha que existem alguns outros pontos importantes para mencionar, por favor deixe nos comentários e conversamos sobre
Já não gostava muito do material em sites, agora no ubuntu. o.O
Você gosta do Material Design implementado pela Google no Android e gostaria de deixar o seu desktop com uma aparência semelhante? Conheça o tema Adapta.
O Adapta é um tema que procura (com o perdão do trocadilho) adaptar o Material Design, desenvolvido originalmente pela Google, para o desktop Linux.
Ele é compatível com vários ambientes gráficos diferentes com suas respectivas versões GTK.
- GNOME-Shell >= 3.22.0 (ou 3.20.1 ou 3.18.3)
- GNOME-Flashback >= 3.22.0 (ou 3.20.1 ou 3.18.2)
- Budgie-Desktop >= 10.2.7
- Cinnamon >= 3.2.0 (ou 3.0.1 ou 2.8.6)
- Unity7 >= 7.4.0
- XFce4 >= 4.12.2
- Mate >= 1.14.0 (Gtk+ 3.2x apenas)
- LXDE >= 0.99.1 (Gtk+ 2.x apenas)
Para instalar no Ubuntu você deve utilizar o seguinte PPA: ppa:tista/adapta
Quem preferir instalar usando o terminal pode fazer assim:
sudo add-apt-repository ppa:tista/adapta -y
sudo apt-get update
sudo apt install adapta-gtk-theme -y
Se quiser, você pode instalar também um conjunto de papeis de parede específico do tema com o comando:
sudo apt install adapta-backgrounds -y
Depois do tema instalado você pode usar uma ferramenta como o Unity Tweak ou o Ubuntu Tweak para fazer os ajustes e ativar o tema. Vale lembrar que o Adapta não é um tema de ícones, ele é um tema GTK, então pode ser interessante você instalar algum tema de ícones que tenha o mesmo conceito de Material Design para que tudo fique combinando, minha sugestão é o Paper Icon Theme.
real historia;
string sender = "Robson";
Programador: Ufa, terminei o relatório de erros...
P.A.: Cara, conhecendo esse nosso usuário, não tem como deixar mais simples para explicar para ele?
Programador: Olha, já coloquei até figuras... Se eu tentar deixar mais simples, vai virar um livro infantil
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Camiseta: Era uma vez um ogro terrível chamado usuário
Volta e meia falamos por aqui de óculos inteligentes como Google Glass ou os recentemente anunciados Spectacles, do Snapchat. Apesar de com o tempo o design desse tipo de dispositivo estar melhorando, são muitos os que acham que chamam muito a atenção, justamente, por não parecer um acessório de uso cotidiano. Sendo assim, Vue resolveu se adiantar e lançar seus óculos inteligentes, porém, com aspecto de óculos tradicionais.
Tal como mostra a imagem, sua vantagem é, exatamente, sua cara de óculos tradicionais. E entre suas principais características podemos citar o fato de permitir escutar música ou fazer chamadas inalambricamente, e isso graças a um sistema de condução óssea. E não é só isso, os óculos também registram nossas atividades (passos, calorias, distância, etc.).
Visando satisfazer todo tipo de usuário, os óculos Vue estarão disponíveis em várias formas e cores. E também será possível adquirir óculos com lentes para sol, sendo possível, também, usar óculos de grau.
Não resta dúvida de que este é um dispositivo super interessante, tanto que sua campanha de financiamento está sendo um sucesso, faltando 39 dias para encerrar, já havia arrecadado mais de 225.000 dos 50.000 dólares que precisavam. Já, o valor, os óculos serão comercializados por 269 dólares.
Um experimento social mostrou que, mesmo que tentamos ter controle sobre nosso cérebro, as vezes ele entra na onda de fluxo e acaba fazendo coisas por conta própria. Veja só como essa mulher reagiu a um bipe, vendo que outras pessoas levantavam ao sinal.
Hilário, mas real.
Já vi outros experimentos de fila, onde as pessoas entravam nela sem saber do que se tratava.
Chefe: Ué, onde estão os programadores??
Gerente: Estão todos lá na sala do café
Chefe: E por que não estão aqui trabalhando??
Gerente: Eles disseram que não podem mais entrar na sala depois que colocaram a placa nova na porta...
Placa na porta: PROIBIDA A ENTRADA DE PESSOAS ESTRANHAS
Este vídeo de dominós sendo derrubados e formando as imagens de Zelda The Wind Waker vai massagear o seu cérebro. São mais de 78 mil peças e a obra foi feita em 3 semanas.
A easeTV, primeiro canal online para cães e gatos do Brasil, apresentar uma nova forma de entretenimento para os animais de estimação em um canal que conta com programação exclusiva para relaxar e estimular a alimentação, atividade física, bem como melhorar a socialização do animal.
A programação da easeTV é gratuita no primeiro mês e se divide em Pet Relax, Pet Food, Pet Activity, Pet Nature, Pet with Pet e My Pet – sendo a última voltada para o envio de vídeos de animais para aparecerem no canal.
O canal traz a proposta de amenizar o longo período de espera dos animais, deixando-os mais tranquilos e entretidos durante a ausência dos tutores. Disponível para qualquer dispositivo eletrônico por meio de aplicativo ou navegador web, a easeTV foi construída sobre uma plataforma robusta, que permite acessos simultâneos ilimitados.
A assinatura está disponível exclusivamente no site e o acesso ao streaming do canal pode ser feito a partir de dois diferentes planos: básico (R$ 14,90) e PLUS (R$ 19,90). O plano PLUS agrega dois serviços adicionais, o Pet Fone, atendimento veterinário 24 horas por telefone e o Pet Clube, um clube de descontos com mais de 250 lojas em todo Brasil.
O cartão SDXC de 1 terabyte (TB) da SanDisk busca atender a crescente demanda por conteúdos de alta resolução, como 4K e 8K, a empresa continua a forçar os limites da tecnologia com soluções que oferecem suporte ao crescimento exponencial de demandas de produção com uso intenso de dados, a empresa continuar a inovar e definir o ritmo para o setor de imagem. O protótipo do cartão SD de 1 TB da SanDisk representa mais uma realização significativa como o crescimento de conteúdos de alta resolução, e aplicativos com uso intenso da capacidade como realidade virtual, vigilância por vídeo e vídeo 360.
Cartões de maior capacidade aumentam as possibilidades para fotógrafos e cinegrafistas profissionais, oferecendo a eles uma capacidade ainda maior de criar mais conteúdos da mais alta qualidade, sem a interrupção da troca de cartões.
Com a crescente demanda por aplicativos como VR, poderá ser usado um cartão de 1 TB para fazer vídeos contínuos de alta qualidade. Cartões de alta capacidade permitem capturar mais sem interrupções, otimizando o fluxo de trabalho e eliminando a preocupação de poder perder um momento por ter que parar para trocar os cartões.
Temos que concordar que alguns open source ainda são complicados de serem aplicados para todos os usuários. Eu mesmo sofro um pouco com o LibreOffice.
Talvez quando eu fiz o vídeo falando sobre o assunto eu não tenha sido eloquente o suficiente para me fazer entender, mas como eu vi muitas pessoas lutando contra um espantalho, eu resolvi escrever este artigo para explicar de maneira simples o porque do Governo Federal não estar trocando Software Livre por produtos da Microsoft... Não é tão ruim quanto parece, mas também não é bom.
O notícia em si era concisa, mas como eu comentei no vídeo abaixo, muitas vezes a forma com que a informação é exposta, normalmente utilizando a normal culta do nosso querido português, especialmente em documentos oficiais, faz com que - infelizmente - boa parte da população dependa de "tradutores" e como o título "Governo vai trocar Software Livre por produtos da Microsoft" é um ótimo meio para chamar a atenção, nós temos como resultado várias pessoas que simplesmente compartilharam, ou até mesmo assinaram petições sem tomar conhecimento real sobre o que está acontecendo.
Antes de tocar no tema específico deste artigo, acho que é interessante você ver o meu vídeo para entender melhor a situação e depois voltamos ao tópico, caso contrário, você vai ficar meio perdido(a).
Na descrição deste vídeo você encontra todos os links que eu comentei logo acima. O grande problema não é o conteúdo da notícia, e sim a manchete. Sem muita demora os grandes portais de tecnologia brasileiros replicaram a notícia baseando-se exatamente no mesmo artigo no qual eu mostrei no vídeo e que usava aquele título chamativo - essa é a função do título, certo? - mas infelizmente muitas pessoas baseiam-se apenas no título dos posts e compartilham a informação de forma impulsiva, e o que é pior, passando a impressão de que a medida faz uma coisa que ela não faz.
O Governo não vai trocar o Software Livre por soluções da Microsoft!
O que não quer dizer que o que vai ser feito seja uma boa coisa também... vamos lá!
A medida que eu apresentei no vídeo acima serve apenas para facilitar a compra por órgãos que já iriam comprar produtos da Microsoft, esse dinheiro já iria ser gasto com licenças de Office, Windows e etc e tal, a diferença é que agora todos as instituições que fazem parte do SISP (mostrei quais são elas no vídeo) vão poder fazer a compra juntas para obter descontos nas licenças, ou seja, em tese eles estão economizando, se fossemos comparar com uma situação em que as licenças seriam compradas de forma individual, obviamente.
O próprio site Convergência Digital que havia publicado a matéria postou uma retificação para evitar estes mal entendidos. O Software Livre ainda é visto como preferência para qualquer implementação de tecnologia no Governo, pelo menos no papel. O que acontece é que instituições governamentais sempre utilizaram em alguma instância serviços e produtos da Microsoft e não pretendem deixar de fazer ou pretendem começar a fazer, a diferença é que agora eles estão se organizando para fazer as compras juntas à fim de ter vantagens.
Querendo ou não, esse título chamativo acabou levantando uma questão que é pouco debatida, e deixou as pessoas que defendem a utilização do Software Livre um pouco mais aguçadas. O fato de não ser efetivamente uma troca, não minimiza o fato de que ainda estão sendo gastos milhões de reais em algo que poderia ser substituído por uma tecnologia de menor custo, especialmente à longo prazo, afinal de contas, quem paga as licenças de tudo isso somos nós, com nossos impostos, é um dinheiro que não tem retorno pra gente.
A analogia do condomínio
Imagine que você mora em um condomínio com mais 50 pessoas. Um belo dia o síndico do prédio decide deliberadamente que é necessário construir/melhorar uma saída de emergência no local, para realizar o projeto ele cobra 100 reais de cada morador, sendo que ele mesmo não vai pagar, afinal, ele é o síndico e bom... ele tem poderes, foram os próprios condôminos que colocaram ele lá. Com 5 mil reais em mãos ele cria a dita saída de emergência, porém, somente ele possui a chave para ela.
Agora você mora em um condomínio que tem uma ótima segurança, saída de emergência, mas você não tem a chave dela, ainda que tenha sido obrigado a pagar por ela. Em caso de incêndio chame o síndico! Quem sabe ele chegue a tempo de não permitir que todos morram, isto é, se ele não morrer antes de chegar lá.
Não seria melhor morar em um prédio que tem a mesma saída de emergência, pagar um pouco mais cara para implementá-la inicialmente de modo que cada morador possa ter uma chave em caso de emergência? Assim, em caso de problemas qualquer um tem a chave para destrancar a saída e evitar um desastre.
Você como ser humano individual deve se sentir livre para fazer esta escolha, mas acho que a resposta é um tanto quanto óbvia, qual você preferiria?
Espero que você tenha entendi melhor a importância de ter software abertos no Governo em específico, como fez a Itália por exemplo, se você quer utilizar produtos Microsoft em seu negócio particular, é muito diferente de querer isso da administração pública, onde todos nós pagamos por eles.
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