O lançamento global está dividido em várias partes até cobrir completamente o mundo todo nos próximos meses.
A solução gratuita oferecerá aos usuários funcionalidades de proteção básica, de modo que não competirá com suas soluções pagas, as quais integram funções adicionais como controle parental, controle de pagamentos online e sistema de conexão segura mediante VPN.
A nova solução, também, oferecerá proteção para arquivos locais, para as mensagens de email e mensagens instantâneas, e para o tráfego web. Além disso, também é uma versão mais rápida, portanto, consome menos recursos que as versões pagas.
O download da versão gratuita está disponível no site oficial da empresa. .
A equipe de pesquisa da Disney está utilizando todo o potencial da Inteligência Artificial para prever o interesse de uma plateia em determinados filmes.
A ideia é utilizar a tecnologia de reconhecimento facial para escanear os rostos dos usuários e analisar suas expressões faciais, com o objetivo de detectar suas emoções durante o filme.
Para realizar esse projeto, a equipe da Disney Research preparou o cenário para gravar as reações de uma plateia, de diferentes perspectivas, durante 150 projeções. Como resultado desta exposição, esperam desenvolver uma extensa base de dados de 16 milhões de expressões faciais, para alimentar as redes neuronais.
No estudo compartilhado aqui, mencionam alguns detalhes do algoritmo utilizado, e seu potencial frente a diferentes cenários.
Por exemplo, analisando as expressões faciais de uma pessoa por uns 10 minutos, pode prever as emoções que serão manifestadas durante o transcorrer do filme.
É possível, por exemplo, através de diferentes perspectivas, saber se as emoções demonstradas em um tipo de cena são de entusiasmo, apatia ou aborrecimento.
Apesar da interação com o terminal no Linux não ser mais algo obrigatório para usar as distribuições há muito tempo, o terminal é a ferramenta preferida de usuários mais avançados, especialmente profissionais na área e esse interesse acabou gerando inúmeras ferramentas interessantes, hoje você vai conhecer uma delas.
É comum pensarmos em "Google Chrome", "Firefox", "Opera", "Safari", e outros, quando falamos em "navegadores de internet", porém, o que esses softwares mais complexos fazem, podem ser feito de forma simplista (é claro) através do terminal Linux.
Curiosamente existem várias opções para se navegar na internet ou pesquisar no Google usando o terminal, como Lynx e o Googler, o primeiro um navegador, o segundo, uma ferramenta para fazer pesquisas, porém, eu vou te apresentar o links2, uma navegador em modo texto, que dos que eu conheço, é o que eu considero mais fácil de se utilizar.
Pesquisando na internet com o links2
O primeiro passo é instalar a ferramenta. O link2 está nos repositórios padrões das distros, no Ubuntu, Debian, derivados e semelhantes, você pode instalá-lo facilmente usando o comando:
sudo apt install links2
Uma vez instalado, o funcionamento é simples, basta informar ao links2, qual o site que você deseja acessar, como por exemplo o Google. No terminal digite:
links2 www.google.com
Ao fazer isso você acessará o Google e poderá usar o teclado para navegar entre todas as opções do site de forma relativamente simples e claro, fazer pesquisas:
Dá até pra ler os posts do blog:
O links2 tem também vários menus para facilitar o seu acesso ao recursos do navegador, ao pressionar a tecla "ESC" você terá acesso ao menu do navegador, por ele você pode ir para uma site em específico, basta digitar o endereço desejado:
É uma ótima ferramenta para quem passa o dia no terminal ou se vê numa situação onde apenas o terminal está disponível.
Faça um teste e brinque um pouco com ele, tenho certeza de que vai achar interessante! :)
Ajude o blog compartilhando este artigo e até a próxima!
real historia;
string sender = "Rafael Parise";
Chefe: Alonso, preciso que você coloque um campo "nacionalidade" no cadastro de usuários.
Alonso: Ok, pode deixar.
(30 min depois...)
Alonso: Terminei aqui de colocar o campo, pode olhar?
Programador: Peraí... Tá, o campo tá aqui, mas ele não tá pegando nem salvando dados no banco...
Alonso: Mas ninguém falou que precisava fazer isso!
Programador: PLOFT!
--
Camiseta: Persista os dados, não os erros
Fazer levantamento de dados como estes é algo bem problemático e não há como considerar um N amostral grande demais, mas com os dados que colhemos, é possível ter uma ideia de qual o comportamento dos nossos leitores quanto a utilização das distros Linux no dia a dia e seus gostos.
Uma das coisas que eu acho que toda pesquisa deveria ter logo no seu anúncio é indicar as suas limitações, afinal, não existe pesquisa estatística absoluta, por isso vou dedicar um tempo aqui escrevendo como a pesquisa foi feita e o seu alcance, certo? Quero aproveitar para agradecer a todos que participaram, especialmente ao blog do Edivaldo e ao Linux Descomplicado, que ajudaram no processo de divulgação.
Do que se trata esta pesquisa?
Esta pesquisa levou (literalmente) dois anos para ser feita e compilada e reflete primariamente as opiniões e gostos dos nossos leitores sobre os tópicos questionados.
A pesquisa coletou dados em duas fases entre 2016 e 2017. Isso aconteceu porque nós queríamos um comparativo do público nestes dois momentos e saber se o público mudou de opinião neste período.
O mundo Linux é muito dinâmico e opiniões podem mudar de um ano para o outro.
Sabendo que a maior parte não reajustaria sua resposta caso mudasse de gosto ao longo do tempo, então refizemos exatamente as mesmas perguntas em dois períodos do ano, cada uma com cerca de 2 meses de tempo para coleta de dados.
Em 2016 tivemos 4.671 participantes, já em 2017 tivemos exatamente 3.300, uma queda na participação da pesquisa, mas que ainda nos permite ter um amostral considerável do público.
Por que esses números são importantes?
Além de ser curioso e nós sempre gostarmos de saber o que a maioria gosta, este tipo de dado ajuda muito os produtores de conteúdo a saber quais são os tópicos mais apreciados pelos leitores do blog, assim o conteúdo pode ser melhor direcionado e é possível identificar padrões de crescimento de interesse em determinados assuntos olhando estes dados.
Por que estes números são relevantes?
Os dados são especialmente importantes para nós que trabalhamos no blog Diolinux e até mesmo para nossos parceiros que ajudaram na divulgação das enquetes, como comentei, mas os dados podem ser considerados relevantes em uma ótica um pouco maior, especialmente nacional.
O Diolinux é acessado por muitos países regularmente, abaixo você pode ver o mapa de acessos global de Junho de 2017, como podemos ver pela densidade, o Brasil é certamente o país que mais acessa o conteúdo, por isso podemos considerar como uma, ainda que pequena, amostra nacional.
Em números isso representa uma grande quantidade de pessoas de um público engajado com o tipo de conteúdo que é publicado por aqui, abaixo você vê um print dos últimos três meses do Google Analytics do blog no quesito audiência:
E para entender melhor a relevância em popularidade para os dados exibidos, ainda temos o ranking Alexa do blog que aponta que estamos quase entre os mil sites mais acessados do Brasil no dia de hoje, e entre os 34 mil do mundo.
Embasada e definida a grandiosidade e pequenez da nossa pesquisa, vamos a ela propriamente dita, tenho certeza que você vai achar interessante:
Como ler a pesquisa?
Os dados numéricos apresentados devem ser lidos em formato percentual, entretanto, como as questões eram de múltipla escolha e mais de uma reposta poderia ser marcada caso o usuário se encaixasse em mais de uma situação, os números nunca fecharão 100%, eles apenas representam quantos por cento dos votantes (lembre, em 2016 tivemos 4.671 e em 2017, foram 3.300 participantes) marcaram determinada opção. Existem pessoas que costumam usar mais de uma distros ou interface por exemplo.
Outro ponto importante para se comentar é sobre a faixa de corte da pesquisa. Existia a opção de cadastrar uma alternativa não presente, isso acabou gerando a inclusão de dezenas de distros e opções, algumas sem fazer tanto sentido até, infelizmente, por isso, qualquer dado abaixo de 1% não será representado, salvo algumas pequenas exceções. Então se determinada distro ou interface não aparecer, é porque provavelmente ela pontuou menos de 1%. Isso também serve para não deixar os gráficos mais longos do que já estão.
Em alguns gráficos você encontra também a estatística de "Outros" que é somatória de todos os % abaixo de 1%, ou uma estimativa próxima.
Resultados da pequisa entre usuários Linux leitores do blog
Vamos começar a ver os dados coletados e compilados em ordem, também acrescentei gráficos para facilitar o entendimento. Lembre que os valores são os percentuais da quantidade total de votos e você pode clicar nas imagens para ver elas em tamanho maior, ou baixá-las para ver no seu computador ou Smartphone.
1 - Qual a sua interface gráfica preferida (independente da distribuição)
Resultado de 2016:
Resultado de 2017:
2 - Em qual distro você utiliza a interface assinalada?
Resultado de 2016:
Resultado de 2017:
3 - Como você usa o seu computador?
Resultado de 2016:
Resultado de 2017:
4 - Onde você costuma usar alguma distro Linux?
Resultado de 2016:
Resultado de 2017:
Perguntas Extras!
Na pesquisa de 2017, além destas quatro perguntas iguais as de 2016 que você viu, nós incluímos mais duas que são extremamente importantes pra gente e curiosas para vocês, eu suponho.
A pesquisa de 2017 foi feita depois da Canonical anunciar a retirada do Unity como interface padrão do Ubuntu e a volta para o GNOME. É interessante para todos nós termos uma noção do que as pessoas, especialmente as que usam Ubuntu e que são grande parte do público do Diolinux, pretendem fazer em relação a isso. Se pretendem mudar de distro, se pretendem mudar de interface, ou o que mais for. Isso nos ajuda a entender também o impacto que a decisão da empresa causou nos usuários.
Sem o Unity como padrão no Ubuntu, que interface você pretende utilizar?
Essa pergunta teve 3.128 respostas
Aqui temos algumas obervações interessantes a fazer. Esta era uma pergunta não obrigatória, ou seja, somente as pessoas que usam Ubuntu e pretendem tomar alguma decisão sobre isso é que deveriam responder em tese.
Podemos ver que a maior parte pretende ficar com o que o Ubuntu oferecer por padrão, no caso, o GNOME Shell. Todas as interfaces mostradas depois podem ser obtidas através dos repositórios ou flavors oficiais do Ubuntu, entretanto, algumas pessoas podem ter dado a entender que pretendem mudar de distro.
Para usar o Deepin será necessário, pelo menos atualmente, ou mudar para o Deepin Linux ou para o Manjaro Deepin, para usar o Pantheon, a alternativa principal e praticamente única é o elementary OS, baseado no Ubuntu, mas com interface diferente.
Temos também o Cinnamon, que pode ser instalado no Ubuntu, mas que não possui uma flavor oficial, e sim uma derivação, o Linux Mint. Por outro lado, tivemos algumas pessoas, 7,2% dos votantes dessa questão, que ainda pretendem ficar com o Unity que estiver no repositório do Ubuntu, instalando por conta própria, pelo menos enquanto não temos uma versão oficial do Ubuntu com Unity.
A outra pergunta afeta diretamente o conteúdo do canal e do blog especialmente, confesso que até fiquei surpreso, de forma positiva, quando vi o resultado. Isso mostra o quanto as pessoas, pelo menos as que frequentam o blog, em geral estão interessadas em conhecimento e não tem preconceitos com sistemas operacionais, pelo menos boa parte. Acho que já é uma evolução, não? :)
Cada gráfico e pergunta merece um detalhamento maior, por isso vou fazer um vídeo no canal para poder explicar melhor cada resultado e dar a minha opinião sobre todos estes dados. Fico feliz que depois de dois anos nós temos dados consistentes e embasados no nosso público para poder mostrar, isso também nos ajuda a entender o que o público procura e gosta.
Você agora pode participar através dos comentários do blog e dizer o que você achou da pesquisa, quais dados você achou interessante e que talvez tenham te surpreendido e por que. Participe, depois eu posso colocar os melhores comentários no vídeo com a minha análise.
Aguardem o vídeo e até a próxima!
_____________________________________________________________________________ Viu algum erro ou gostaria de adicionar alguma sugestão a essa matéria? Colabore, clique aqui.
Muito bom, nunca é tarde para inovar e empreender.
“Na primeira vez, eu me emocionei ao ver a tela funcionar com o programa que eu criei”, declarou Masako Wakamiya, 82 anos, revelando uma alegria quase infantil quando fala de sua paixão pela informática.
Desde que se aposentou, esta ex-bancária se diverte com um PC e, mais recentemente, um Mac e um smartphone. A mulher que viveu nos anos 60, 70 e 80 o auge do Japão como potência tecnológica, foi este ano a participante mais veterana na conferência dos desenvolvedores da Apple.
Masako Wakamiya é a criadora do programa lúdico para iPhone “Hinadan”, inspirado no tradicional Festival de Bonecas Hina Matsuri.
Todo 3 de março, os japoneses expõem em uma plataforma de vários níveis bonecas que representam os membros da corte imperial do período Heian (séculos IX a XII) em suas casas, escolas e qualquer outro lugar onde haja meninas.
O palco em forma de escada se instala dias antes de 3 de março e se desmonta nessa mesma noite porque senão, segundo a crença popular, as meninas do lugar podem ficam solteiras quando crescerem.
Em “Hinadan”, o jogador tem que colocar as bonecas (“o imperador”, “a imperatriz”, etc.) no lugar correto. Não há limite de tempo, porque isso seria muito estressante para os idosos, explica Masako Wakamiya, ajoelhada em um tatame em frente à uma tela no seu apartamento de Fujisawa, na periferia de Tóquio.
Seu primeiro encontro com a informática foi no início dos anos 1990. “Nessa época trocava mensagens através do sistema BBS”, precursor dos fóruns modernos, lembra a octogenária.
Do ábaco ao Skype
Quando se começou a desenvolver os smartphones, Masako Wakamiya pensou que não havia aplicativos suficientes para os idosos. Falou com desenvolvedores, sem sucesso. Até que um conhecido lhe perguntou: “Por que você mesma não faz isso?”, conta.
A idosa, que durante décadas contou com um “soroban” (ábaco japonês), se apoiou em livros e pediu conselhos a um amigo que já tinha desenvolvido aplicativos, com quem se comunicava por Skype.
Foi tudo muito rápido. Desenvolvido entre 2016 e o início de 2017, “Hinadan” foi aceito pela Apple e lançado em fevereiro, pouco antes do Hina Matsuri.
“Escrever as linhas de código foi difícil”, reconhece antes de destacar a simplicidade das ferramentas recentes, que considera “muito boas para descobrir as falhas” nos programas.
“Quando se envelhece, se perde muitas coisas: o marido, o salário, o cabelo, a visão… Há muitos ‘menos’. Mas quando se aprende algo, a programar ou a tocar piano, são ‘mais’. O que não sabíamos fazer até ontem, hoje dominamos. É uma motivação”, se entusiasma.
Ocupada demais para envelhecer
Wakamiya acaba de voltar dos Estados Unidos e da Rússia, e se prepara para ir a uma conferência em Sapporo, no norte do Japão.
A empreendedora, cujo aplicativo foi baixado 42.000 vezes, foi a convidada especial do diretor-executivo da Apple na Conferência Mundial de Desenvolvedores que foi realizada na Califórnia no início de junho.
“Falei com Tim Cook sobre aspectos muito concretos. Ele me perguntou o que eu tinha feito para garantir que as pessoas mais velhas pudessem usar o aplicativo. Expliquei que levei em conta o fato de que os idosos perdem a audiência e a visão, e seus dedos podem não funcionar tão bem”, conta.
“Ele me elogiou. Me disse que eu era uma fonte de inspiração para ele”, diz com orgulho.
Em “Hinadan”, as respostas geram sons muito diferentes e acompanhados na tela pelas palavras “erro” ou “certo”, e não é necessário arrastar a boneca com o dedo, mas clicar no lugar escolhido.
O sucesso deu ainda mais energia a Masako-san, que prevê versões do seu aplicativo em inglês, chinês e francês. “Quero aprender as bases da programação, porque até agora só estudei os elementos necessários para criar o Hinadan”.
O objetivo: “Desenvolver outros aplicativos que possam entreter os mais velhos e transmitir aos jovens a cultura e a tradição dos idosos”, afirma, lamentando que sua agenda não lhe deixe muito tempo para mergulhar nos manuais de desenvolvimento que colocou ao lado do seu computador.
“Quando você termina sua vida profissional, seria bom voltar à escola. A maioria dos idosos abandonam a ideia de aprender, mas isso não é bom só para eles mas também para a economia do país”, diz Wakamiya, que começou a tocar piano aos 75 anos e é membro de várias associações para promover a informática entre os idosos.
“Estou tão ocupada todos os dias que não tenho tempo para descobrir se tenho alguma doença”, diz risonha.
Em 31/12/2016 eu passei na Droga Raia da Alfonso Bovero, que fica em frente ao Pão de Açucar. Estamos na Zona Oeste de São Paulo, um bairro classe média.
Essa é a dita cuja que lançou a moda.
Peguei o que fui buscar e passei no caixa. Lá, a atendente me recepcionou:
– Informe seu CPF, por favor.
Não notou nada?
Claro que não, que cabeça a minha! Deixe-me contextualizar melhor.
O governo estadual de São Paulo instituiu um programa de rebate de impostos. De maneira resumida, funciona assim: ao fazer qualquer compra, você registra o cupom fiscal no seu CPF. Quando esse cupom é processado pela Secretaria da Fazenda do Estado, um pouco dos impostos dessa nota são computados para você. Daí, em certas épocas do ano você pode sacar esse crédito e levar o dinheiro embora, para usar como bem entender.
A coisa se espalhou e agora outros estados e até cidades adotaram uma prática semelhante. Eu sei que existe um programa análogo, por exemplo, na cidade do Rio de Janeiro, na prefeitura de São Paulo, em Brasília e no Paraná.
Vai daí que, pela cidade inteira, o tempo todo, ouvimos os caixas perguntando:
Deseja informar seu CPF?
O que aconteceu naquela véspera de ano novo foi uma sutil mas perceptiva mudança na pergunta. Até então era dito:
Deseja informar seu CPF?
Naquele dia me disseram:
Informe seu CPF, por favor.
Ali! Notaram? Eles trocaram o deseja? por informe!.
Isso significa que passaram a forçar a coleta do CPF. Eu não tinha mais a opção, não queriam saber se eu queria ou não: informe!
Como eu já sou macaco velho de BI, que entre outras coisas testemunhou o nascimento do Cartão Mais, do Pão de Açucar, eu fiquei de orelhas em pé na hora que o verbo habitual não deu as caras.
Só que além de macaco velho, eu sou um cientista, com o péssimo hábito de só acreditar em fatos confirmados.
E eu confirmei isso: perguntei à caixa se ela havia recebido uma orientação, recentemente, para requisitar o CPF do cliente, ao invés de simplesmente perguntar se ele desejava informar o CPF para nota. A reação foi inesperada: com um sorriso de satisfação (porque alguém notou que ela estava fazendo algo novo ou certo?), ela afirmou que sim, que agora eles estavam registrando o CPF de todos os clientes, mesmo os que não queriam reembolso de impostos.
Ah, era muito para mim! Eu precisava saber mais!
“Porquê?”, eu perguntei. “Para contar quantos clientes passam na loja todo dia.”, foi a resposta. “Afinal”, ela continuou, “não dá para contar a quantidade de visitantes apenas pela quantidade de vendas, pois um cliente pode voltar várias vezes no mesmo dia.”
Eita preula! A mulher sabia mais de BI que muita gente da área!
Traduzindo: não apenas pediram a ela para fazer isso, e obviamente deram a fórmula – quais palavras usar, a frase exata – mas também explicaram a ela o por quê disso.
Venda por Cliente, por Dia, por Loja…
Te lembra alguma coisa?
Fa-Fe-Fi-Fo-Fum! Sinto Cheiro de Data Minum!
Tá, não rimou, mas vocês lembraram da música do gigante Willie, do Mickey e o Pé de Feijão. :-)
Fifi? Eu não conheço nenhuma Fifi…
Apenas se uma empresa ignorar o valor dessa informação é que ela vai deixar de coletar esses dados. Qualquer empresa que se preocupe em crescer e/ou faturar mais vai querer conhecer melhor sua clientela, como ela se comporta e o que pode ser feito para fidelizá-la, para fazer com que ela prefira ir comprar ali e não do outro lado da rua.
Esse é, talvez, o caso mais clássico de BI. Eu escrevi um post sobre ele, que você pode conhecer clicando aqui.
Conclusão obrigatória: tem que haver ali um trabalho de BI em andamento, já sendo implantando.
O que me leva a concluir isso é que eu não fiz uma pergunta fechada, do tipo que ela poderia ter respondido com sim ou não, e boas. Eu perguntei porquê e ela foi exata: para contar quantos clientes passam pela loja, por dia. Se fosse por algum outro motivo, fiscal por exemplo, dificilmente teriam dito algo a ela.
Eu escrevi o rascunho desse post em janeiro de 2017. Eu achei muita nóia minha, que eu estava vendo coisas, e resolvi botar o assunto para dormir enquanto tentava conseguir mais informações, algo que corroborasse minhas pirações.
Bom, eu decidi completar este post justamente por que eu consegui. Melhor dizendo, eu não consegui: conseguiram para mim. De uma hora para outra começaram a pulular situações iguais por todo canto: na hora de pagar não me perguntavam mais se eu queria, mas sim me pediam meu CPF. E não apenas em outras lojas da Droga Raia, mas em outras cadeias de farmácias e de outros tipos de loja!
O melhor de todos foi o que eu ouvi em uma Kalunga: “porque estamos pedindo o CPF? Ah, meu chefe falou que é porque senão não podemos efetuar trocas”. Não é, não.. Só que o chefe deve ter achado tão difícil explicar que deixou por isso mesmo. :-D
Conclusão
De repente, virou moda pedir o CPF. Aliás, pelo que este artigo de maio de 2016 fala, parece que virou um traço cultural. Talvez os lojistas nem estejam usando ou entendendo o que está acontecendo direito, mas sabem que é importante fazê-lo.
Eu vejo dois aspectos positivos nessa tendência:
O serviço que nos é prestado por todas essas empresas tende a ficar melhor. Ao longo do tempo, os esforços em sabermos quem somos e como nos atender melhor vai redundar em maior qualidade na nossa experiência de compra, em nossas interações comerciais. Isso é bom para nós, consumidores;
Até hoje ainda é difícil falar de BI em qualquer empresa e escapar da dobradinha base de dados–ferramenta de visualização. Uma mudança cultural, que perpasse a nossa sociedade, vai abrir espaço para conversar sobre assuntos mais especializados, sobre temas mais sofisticados. Isso é excelente, porque atua para expandir o mercado de BI e as oportunidades. Uma coisa obrigatória que vem com a identificação do cliente é um Armazém de Dados. Se alguém estava em dúvida sobre sua necessidade, isso vai ajudar a reduzi-las, quiçá eliminá-las.
1: Pão de Açucar, 2: Drogaria São Paulo, 3: Droga Raia.
E cá entre nós, já não era sem tempo de isso começar a acontecer! Afinal, levou uns 15 anos para o conceito do Cartão Mais atravessar a rua e chegar na farmácia! Como é que ainda existe quem não se preocupe com sua clientela?!
Uso bastante essa tática para acessar roteadores ou equipamentos na rede local do server.
A dica de hoje é bem interessante. Na verdade é mais um dos life hacks que podem ser executados através de uma conexão SSH. Há bastante tempo eu fiz um post exemplificando como criar um simples túnel utilizando SSH para acessar recursos bloqueados na rede local, esse post aqui, recomendo que leia ele também. Hoje vamos criar um túnel HTTP utilizando Socks, para que seja possível acessar a internet a partir do seu navegador através do seu servidor SSH. Coisas muito úteis pra quando se estuda em uma faculdade com filtro de internet.
Para executar o processo, será necessário um servidor com SSH previamente configurado. Eu tenho uma instância na AWS dedicada pra isso que eu só paro nas férias (rs), mas pode ser qualquer máquina. Devemos realizar uma conexão SSH silenciosa nessa máquina em Backgroud apontando uma porta para escutar nossa conexão. É através dela que vamos fazer nosso tunelamento HTTP.
$ ssh matheus@123.312.12.21 -D 7777 -f -C -q -N
Onde:
-D 8080 : A porta que a conexão SSH será criada. -f : Faz o processo rodar em Backgroud. Parâmetro opcional -C : Habilita a compressão SSH. Legal para internet lenta, tipo faculdade. -q : Quiet mode. -N : Parâmetro que diz que nenhum comando será enviado nessa sessão. (O -f solicita isso)
Configuração do Firefox
No firefox, vá nas opções de REDE
Selecione:
Configuração manual de proxy
APENAS em SOCKS coloque o endereço de localhost 127.0.0.1 e a porta que definimos que iremos escutar, no caso 7777
Selecione a opção "SOCKS v5"
Selecione a opção "Proxy DNS ao usar SOCKES v5"
Feche as configurações e acesse algum site que te entregue seu IP atual de dois navegadores, o nosso Firefox de Proxy e o Chrome por exemplo. Dica.
Utilizo bastante mapas mentais para organizar ideias
O uso de ferramentas para trabalhar com mapas mentais pode vir a ser super útil em várias situações, principalmente se levarmos em conta seu potencial na hora de nos ajudar a memorizar informação e repesentá-la de uma forma bem visual. Veja abaixo duas intuitivas ferramentas para criar mapas mentais no navegador.
Sem dúvida, uma das vantagens mais interessantes sobre Bubbl.us é sua interface bem simples, que nos permite começar a criar mapas mentais sem precisar ter que superar uma curva de aprendizagem alta. Além disso, a ferramenta pode ser de utilidade quando quisermos contar com a colaboração de outras pessoas, já que permite que vários usuários trabalhem em um mesmo projeto. Tal como pode ver na imagem, os mapas mentais criados com Bubbl.us possuem um visual bastante atraente.
Quem procura por uma alternativa simples na hora de criar mapas mentais desde o navegador, é possível que MindMapFree seja uma das melhores opções que podemos encontrar na Internet. Partindo de uma ideia central, MindMapFree nos permite adicionar tantas ramificações conforme precisamos para dar forma ao projeto em que estamos trabalhando. Por último, aproveitamos para destacar a possibilidade de trocar a fonte e inclusive, a cor das diferentes ramificações. Totalmente recomendada.
As vezes, onde você menos espera, a internet surpreende. O Yahoo Respostas já foi o grande fornecedor de informações de uma geração inteira. Hoje, apesar de morto, ainda consegue mitar de leve…
Dos videogames para o mundo de Hot Wheelsa coleção de carrinhos inspirado no icônico jogo do Mario Bros. Hot Wheels, em parceria com a Nintendo, desenvolveu oito carrinhos tematizados com os principais personagens do jogo. Todos os oito itens são supercoloridos e contam com a pintura das figuras nas laterais dos veículos.
Os irmãos Mario e Luigi inspiraram dois automóveis diferentes. Enquanto Mario decorou com sua imagem o clássico Bread Box, Luigi estampa o esportivo Ryura LX. A Princesa Peach, donzela do jogo, empresta seu charme para o carrinho Bully Goat na cor amarela, que ganhou detalhes em rosa e calota com filete vermelho. Já o simpático cogumelo Toad imprime sua foto na lataria do futurista Vandetta.
A linha dos carrinhos temáticos fica completa com o Rei Koopa, que ilustra o robusto Cruise Bruiser, com tons caracteristicos de seu personagem, e o dinossauro Yoshi inspira o potente Flathead Fury. Já Wario, que é o antigo inimigo do Mario Bros, estampa um veículo 4×4 irado do modelo RD-08 e o gorila Donkey Kong é homenageado com uma Super Van vermelha.
A embalagem dos carrinhos se transforma em cartas colecionáveis que, colocadas lado a lado, formam um incrível cenário de jogo que deixará a aventura do Super Mario Bros e Hot Wheels ainda mais divertida.
A onda de gadgets nostálgicos continua forte, e o mais novo produto a se aproveitar dessa saudade dos anos 80/90 é um mouse compatível com o Super Nintendo.
O Hyper Click, da Hyperkin, mantém o “icônico esquema de cores retrô” do mouse original, mas agora é óptico — você não precisará retirar uma bolinha para limpá-la após algum tempo de uso. O cabo tem 1,80 m.
O mouse é compatível com títulos como Mario Paint, Doom e Wolfenstein 3D — a lista completa está aqui — e promete ser “perfeito para desenhar, comandar tropas ou bombardear inimigos”. O vídeo abaixo mostra o mouse original sendo usado em diversos jogos:
Vale notar que o novo acessório não é compatível com o SNES Classic Edition, versão de relançamento do Super Nintendo.
O Hyper Click está em pré-venda na Amazon por US$ 20, com entrega apenas para os EUA; seu lançamento está previsto para 6 de julho.
O portal Terra encerrou suas atividades na maioria dos países em que atua, mas vai continuar funcionando no Brasil. A operação brasileira foi comprada pela Telefônica Brasil por R$ 250 milhões.
A aquisição foi feita pela Telefônica Data, uma subsidiária da Telefônica Brasil que explora serviços de valor adicionado, como soluções empresariais de manutenção de equipamentos, elaboração de projetos e assistência técnica de redes. A compra não depende da aprovação por órgãos regulatórios, nem muda a estrutura acionária da Telefônica, de acordo com o Valor.
Por que o Terra Brasil está sendo comprado? Segundo a Telefônica, a aquisição pode alavancar o negócio de publicidade das empresas, e os serviços digitais agregam valor imediato à carteira de clientes. O portal tem contratos publicitários e oferece vários serviços, como hospedagem de sites, backup, antivírus, curso de inglês e música por streaming.
Na Argentina, Chile, Colômbia, Espanha, Estados Unidos, México e Peru, o Terra descontinuou seus serviços de notícias, e-mail e bate-papo no dia 30 de junho. Soluções corporativas passaram a ser oferecidas por operadoras do grupo Telefônica.
Notícias de que o Terra estaria encerrando suas operações em todo o mundo foram publicadas de forma equivocada por alguns veículos na semana passada. Procurada pelo Tecnoblog, a assessoria de imprensa do Terra Brasil não confirmava a informação, que dizia se tratar de rumor.
O Super Nintendo está de volta! Depois de fazer bastante sucesso com uma versão em miniatura do NES, a Nintendo revelou nesta segunda-feira (26) que vai relançar o sucessor de 16 bits. Ele chega ao mercado americano em setembro, com 21 games clássicos na memória, incluindo, obviamente, nomes como Super Mario World, Super Mario Kart e The Legend of Zelda: A Link to the Past.
A lista de games dispensa comentários para qualquer um que viveu na década de 90:
Contra III: The Alien Wars
Donkey Kong Country
EarthBound
Final Fantasy III
F-Zero
Kirby Super Star
Kirby’s Dream Course
The Legend of Zelda: A Link to the Past
Mega Man X
Secret of Mana
Star Fox
Star Fox 2 (eita!)
Street Fighter II Turbo: Hyper Fighting
Super Castlevania IV
Super Ghouls ’n Ghosts
Super Mario Kart
Super Mario RPG: Legend of the Seven Stars
Super Mario World
Super Metroid
Super Punch-Out
Yoshi’s Island
A novidade da lista é Star Fox 2, que nunca foi lançado, embora ROMs inacabadas em japonês tenham vazado na internet. O jogo estava previsto para chegar às lojas em 1995, mas foi cancelado devido à proximidade com o lançamento do Nintendo 64. Quem imaginaria que o game ressurgiria mais de 20 anos depois?
O SNES Classic Edition será lançado em 29 de setembro nos Estados Unidos, com preço sugerido de US$ 79,99. Ele virá com um cabo HDMI, um adaptador de tomada USB e dois controles inclusos na caixa. Estou jogando dinheiro na tela e nada acontece.
Vez ou outra, a Microsoft sofre algum vazamento relacionado ao Windows, e isso voltou a ocorrer recentemente. A empresa confirma que parte do código-fonte do Windows 10 circulou no BetaArchive; ele foi removido.
O BetaArchive é um repositório de builds antigas do Windows e macOS, além de jogos. Andrew Whyman, dono do site, diz que os dados vazados somavam 1,2 GB de tamanho.
O código-fonte incluía arquivos relacionados a drivers do Windows 10 para USB, armazenamento e Wi-Fi; compilações da versão “Redstone 2”, lançada este ano como o Creators Update; versões do sistema para processadores ARM; mais o kit para montar imagens do Windows 10 Mobile para smartphones.
Esses dados são confidenciais, porém são compartilhados com fabricantes, empresas, governos e outros parceiros que licenciam o Windows 10 através da iniciativa Shared Source.
Será que isso representa um problema de segurança para usuários do Windows 10? Como aponta o Ars Technica, provavelmente não. Algo semelhante já aconteceu em 2004, quando foi vazado o código-fonte do Windows 2000, e isso não levou a uma enxurrada de exploits.
Ainda assim, isso pode ser uma dor de cabeça para a Microsoft. Em março, o Ars Technica recebeu um relato não-confirmado de que os sistemas da empresa com builds do Windows foram hackeados.
E, na última semana, dois homens foram detidos no Reino Unido após serem investigados por acessarem a rede da Microsoft sem autorização. Eles teriam invadido os sistemas da empresa entre janeiro e março; o código-fonte vazado chegou ao BetaArchive no final de março. Whyman, do BetaArchive, acredita que os dois incidentes não são relacionados.
Os dados vazados já não estão mais no repositório; Whyman diz ao The Verge que “nós removemos o arquivo sob nossa própria decisão”, sem solicitação da Microsoft.
real historia;
string sender = "Eduardo Maia";
Chefe: Ok, agora é só você revisar o contrato e assinar no x vermelho...
Programador: Hmmm... Ok... Está quase tudo certo... Só a minha função...
Programador: Eu não sou "Analista de Cinemas"...
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Camiseta: Talvez se eu trabalhasse na Netflix
Pessoal do Windão vai ao delírio qdo isso acontece com o linux.
Estamos realmente passando por uma epidemia de ransomwares: depois do WannaCry se espalhar pelo mundo, forçando a Microsoft a atualizar até o Windows XP, uma empresa de hospedagem de sites da Coreia do Sul teve seus arquivos sequestrados por um malware desenvolvido para Linux. A praga afetou 153 servidores e tirou do ar mais de 3,4 mil sites de clientes.
O ransomware em questão é o Erebus, que foi originalmente criado para Windows, mas recebeu modificações para funcionar no Linux. Ele atacou a Nayana Internet no dia 12 de junho e, inicialmente, pedia 5 bilhões de wons (aproximadamente R$ 14,5 milhões) em bitcoins para recuperar os dados. Depois de negociações com os criminosos, o valor do resgate caiu para 1,2 bilhão de wons (R$ 3,5 milhões).
Não se sabe como o Erebus atacou os servidores, mas a Trend Micro especula que o ransomware se aproveitou de algum exploit no kernel, no Apache ou no PHP, que estão desatualizados na Nayana: a versão do PHP é a 5.1.4, lançada em 2006. Uma falha no kernel do Linux, conhecida como Dirty Cow, permitia que um usuário comum obtivesse permissões de root e ficou sem correção entre 2007 e 2016.
O ransomware criptografa os dados do servidor e cria um arquivo chamado _DECRYPT_FILE.txt com as instruções de recuperação e um código de identificação da máquina sequestrada. Aparentemente, a variante do Erebus foi pensada para servidores web, já que afeta o diretório /var/www (onde normalmente são guardados os arquivos dos sites) e os arquivos ibdata, do banco de dados MySQL.
O resgate será pago em três parcelas, à medida que a Nayana consegue recuperar os arquivos. Duas já foram pagas, mas a empresa ainda está tendo problemas com alguns servidores de banco de dados; a última deve ser acertada somente quando essas máquinas voltarem a funcionar. O valor pode ser um recorde: mesmo o WannaCry só arrecadou R$ 170 mil em um final de semana.
A Intel tentou (muito) competir com o Raspberry Pi, tanto que desenvolveu pelo menos três módulos de computação voltados para a internet das coisas, batizados de Joule, Edison e Galileo. No entanto, sem dar muitas explicações, a empresa reorganizou sua linha de kits de desenvolvimento e cancelou os produtos.
O Joule era o mais potente de todos — por ser tão caro, nem dá para chamá-lo de concorrente direto do Raspberry Pi. Custando a partir de US$ 335, ele tinha processador quad-core Intel Atom de 64 bits, até 4 GB de memória LPDDR4, armazenamento de até 16 GB e conexões Wi-Fi 802.11ac e Bluetooth 4.2. Foi projetado para ajudar na criação de robôs e drones com reconhecimento de objetos.
Já o Edison e o Galileo eram mais simples. O primeiro é basicamente um Raspberry Pi, mas com processador dual-core Intel Atom x86 em vez de ARM e preço maior (US$ 50, contra US$ 35 do concorrente). Por sua vez, o Galileo, criado para estudantes, makers e entusiastas de eletrônicos, era uma placa com o minúsculo chip Intel Quark; ele tinha 256 MB de RAM, rodava Linux e custava US$ 80.
Os três computadores não poderão mais ser encomendados a partir de 16 de setembro, e os envios serão definitivamente encerrados em 16 de dezembro. Ainda assim, a Intel vai continuar no mercado com o MinnowBoard 3, que será uma plataforma de baixo custo (nas palavras da Intel) equipada com os processadores da empresa; ele chegará ao mercado até o final do ano.
Foi com a frase “a AMD voltou para ficar” que Mark Papermaster, vice-presidente de tecnologia e engenharia, anunciou a linha Epyc (antes conhecida pelo codinome Naples) durante um evento no Texas realizado na terça-feira (20). Estamos falando de um processador para servidores que, na versão mais poderosa, conta com assombrosos 32 núcleos.
A linha Epyc é composta por nove chips divididos em quatro categorias. A primeira e mais básica (mas ainda assim bastante poderosa) conta apenas com o Epyc 7251, processador de oito núcleos e 16 threads, além de TDP de 120 W.
Já a segunda categoria tem três processadores Epyc de 16 núcleos e 32 threads. Na terceira, estão dois chips com 24 núcleos e 48 threads. Em ambas, o TDP varia entre 155 W e 170 W, havendo também um chip de 24 núcleos com TDP de 180 W.
Na categoria mais parruda, com três processadores, está o Epyc 7601, o mais avançado de toda a linha. O chip tem 32 núcleos, 64 threads, frequência de 2,2 GHz (3,2 GHz em boost) e 180 W para o TDP.
Poder de fogo há de sobra aqui. A AMD afirma que o Epyc 7601 consegue ter até 75% mais desempenho que um Intel Xeon E5-2699A V4 (de 22 núcleos e 44 threads) em operações de ponto flutuante. Aliás, a comparação com a Intel aconteceu várias vezes no decorrer do evento: a AMD quis deixar bem claro que a nova linha vem para enfrentar os chips Xeon sem medo.
Todos os novos processadores suportam até oito canais de memória DDR4 de 2.666 MHz (total de até 2 TB de RAM por CPU) e até 128 pistas de PCI Express 3.0. Assim como os chips Ryzen, os processadores Epyc possuem como base a arquitetura Zen e contam com processo de fabricação FinFET de 14 nanômetros.
Levemos em conta também que os chips Epyc conseguem trabalhar em modo de soquete duplo, o que significa que o servidor pode contar com o dobro de recursos. A AMD chama atenção ainda para uma tecnologia de criptografia de memória baseada em hardware que é invisível ao sistema operacional, de modo que nenhum software precise ser alterado para uso do recurso.
No quesito eficiência energética, a AMD afirma que os novos chips não decepcionam. Eles contam, por exemplo, com um mecanismo de regulagem dinâmica que faz cada núcleo trabalhar com uma combinação de frequência e voltagem baseada na demanda de processamento — sensores de temperatura se comunicam com o sistema de gestão de energia para que a carga de trabalho seja distribuída de maneira otimizada entre os núcleos.
Oficialmente, os preços da linha Epyc variam entre US$ 400 e US$ 4.000, mas provavelmente esses valores podem ser reduzidos nas negociações com a AMD baseadas em volumes de compra. Várias gigantes do setor já confirmaram intenção de lançar servidores com os novos chips, entre elas, Asus, Dell, Gigabyte, HP e Lenovo.
O brinquedo que virou febre no mundo e se popularizou rapidamente no Brasil chamou a atenção do Google. Agora, até o buscador tem um fidget spinner próprio: basta pesquisar por “spinner” e um brinquedo virtual de três pontas surge no navegador para você girá-lo indefinidamente.
O fidget spinner é um brinquedo de mão feito de plástico ou metal que possui três extremidades e gira em alta velocidade sobre um rolamento central. Ele foi criado na década de 1990 para ajudar pessoas com autismo, déficit de atenção ou ansiedade, mas se tornou popular entre crianças e adolescentes no começo deste ano.
Na prática, o fidget spinner funciona como um brinquedo de “liberação de energia” para situações de estresse ou ansiedade — quando as pessoas ficam apertando botões de canetas, batucando na mesa ou fazendo alguma ação repetitiva. No Brasil, modelos simples são encontrados até em bancas de jornal por preços entre R$ 20 e 40.
A novidade do Google foi descoberta por usuários do Reddit e por enquanto parece funcionar apenas na versão em inglês; caso o fidget spinner não esteja aparecendo na sua busca, acesse esta página e troque o idioma do Google. Tem até um seletor para alternar entre fidget spinner e uma roda giratória com 20 números.
Competindo com UXPin e InVision, Presentator nasce para oferecer uma alternativa gratuita e de código aberto em sua categoria.
Se trata de uma plataforma que podemos usar para colaborar com outras pessoas na hora de trabalhar com design, embora, neste caso, só ofereça a opção de realizar apresentações, não de criar protótipos nem rascunhos de aplicativos.
Com o código disponível en github e a versão 1.0 em presentator.io, nos permite enviar nossos próprios desenhos, obter feedback de outras pessoas, comentar em cada imagem publicada e poder controlar as versões.
O objetivo é poder registrar nossos projetos de design para que outras pessoas possam opinar, enviar novas versões e comentar livremente sem limite de conteúdo, sempre registrando as diferentes versões de cada design para ser possível voltar no tempo, ressuscitando alguma ideia do passado.
Oferece também a possibilidade de criar sistemas de interação em cada desenho enviado, adicionando links para que seja possível ir de uma tela a outra. Assim, podemos simular a navegação entre diferentes entidades, fazendo com que os clientes entendam cada elemento de nosso desenho.
Embora não tenha tantas funções como as ferramentas profissionais dedicadas a este tema, por ser opensource fará com que suas possibilidades aumentem com o tempo, por isso, estaremos atentos à sua evolução.
As dez pessoas que ainda jogam Pokémon Go (eu incluso) devem ter percebido que os ginásios do jogo estão sendo temporariamente desativados para uma grande atualização. Sim: o jogo finalmente é multiplayer de verdade e os ginásios ficaram bem mais interessantes.
Para começar, os ginásios não são mais baseados em treinamento e prestígio. Em vez de ficar batalhando para ganhar prestígio e conseguir mais lugares no ginásio ou tirar lugares do seu adversário, agora os ginásios vão ter seis espaços fixos para o time que o controla colocar seus Pokémon. E não pode haver repetição, então nada de enchê-los de Dragonite ou Blissey (ufa!).
As batalhas vão acontecer na ordem que o Pokémon foi colocado no ginásio e não são mais organizadas de forma crescente pelo CP. Ah, e agora você também pode rodar os ginásios para conseguir itens, como em PokéStops. Olha só:
Além disso, os Pokémon que estão no ginásio agora têm um “medidor de motivação”, que funciona para medir sua vida no ginásio: quanto mais ele é derrotado, mais ele perde motivação e mais ele perde CP (temporariamente) para ficar mais fácil de ser vencido. Se o seu Pokémon estiver perdendo motivação, basta dar uma Razz Berry para ele. Quando chegar a zero, seu Pokémon volta para você depois da próxima batalha perdida.
Para incentivar o pessoal a ir batalhando, agora é possível ganhar medalhas para cada ginásio que você vence. Elas podem ser reforçadas conforme você batalha ou aumenta a motivação do seu Pokémon e te dão recompensas quando subirem de nível.
Raid Battles
Esse recurso é totalmente novo e parece bem interessante. Uma Raid Battle, ainda sem tradução para o português, é uma forma cooperativa de batalhar em ginásios para vencer o Raid Boss, um Pokémon bem forte. Sério, bem forte mesmo. Olha o CP desse Alakazam na batalha:
Para entrar em uma Raid Battle, o jogo precisa ativá-la (imagino que não deve ser algo que acontece todo dia). Quando ativada, os Pokémon que estão no ginásio voltam para os seus treinadores e um ovo enorme fica no topo do ginásio com uma contagem regressiva para indicar que ela está em vigor. Assim, os treinadores entram com um Raid Pass, que você consegue no ginásio (mas só pode carregar um por vez).
Quando a contagem regressiva terminar, o Raid Boss é revelado e você e outros 20 treinadores devem derrotá-lo em até cinco minutos. Caso consigam, vocês terão a chance de capturar um Pokémon muito forte que deve aparecer depois da batalha.
Novos itens
A atualização também vai trazer novos itens para o jogo, mas que só podem ser obtidos se você vencer um Raid Boss. São estes:
Rare Candies: usados no Pokémon original para evoluir um bichinho, no Pokémon Go funcionam como um doce para qualquer Pokémon. Ou seja, se você usá-lo em um Magikarp, vai ganhar um doce de Magikarp.
Golden Razz Berry: assim como a Razz Berry normal, aumenta a chance de você pegar um Pokémon que encontrou. Mas aumenta bastante. E também pode ser usada para restaurar totalmente a motivação de um Pokémon que está no ginásio.
Technical Machines (TMs): também como no Pokémon original, você pode usar os TMs para ensinar um ataque a um Pokémon. Com os TMs do Pokémon Go, é possível ensinar um ataque normal ou um ataque carregado.
A atualização dos ginásios só estará disponível durante os próximos dias; a Niantic ainda precisa de um tempo com os ginásios desabilitados para fazer a transformação. Depois, as Raid Battles vão ser “lentamente” disponibilizadas para alguns jogadores ao longo de algumas semanas. Como um beta, os jogadores serão convidados a testar esse recurso e ao longo do tempo ele vai estar disponível para todo mundo.
A Atari, uma das maiores responsáveis pela criação da indústria moderna de videogames, está voltando. O CEO Fred Chesnais confirmou nesta sexta-feira (16), em entrevista ao VentureBeat, que a empresa está trabalhando no desenvolvimento de um novo console.
Um vídeo misterioso surgiu no YouTube no dia 8 de junho fazendo referência a um Ataribox, que supostamente seria um novo produto físico da Atari. Muita gente duvidou da veracidade do vídeo, mas Chesnais afirmou que os rumores eram verdadeiros, e que a Atari “está de volta ao mercado de hardware”.
Não foram divulgados detalhes do console. Por enquanto, sabe-se que ele será “baseado em tecnologia de PC”, o que pode significar basicamente qualquer coisa. O design ainda está sendo trabalhado e deve ser revelado no futuro. O VentureBeat especula que a Atari pode estar querendo pegar uma fatia do mercado de retrogaming, especialmente considerando o sucesso que o NES Classic Edition teve.
O videogame de maior sucesso da marca foi o Atari 2600, lançado em 1977, que vendeu mais de 30 milhões de unidades. Ele tinha um joystick com um botão vermelho e um manche. Pac-Man foi o jogo mais vendido, mas o console rodou inúmeros outros games icônicos, como Pitfall, Asteroids, Space Invaders, Mario Bros e Donkey Kong. A empresa nunca conseguiria repetir o sucesso com os futuros Atari 5200 e 7800.
A Atari entrou com pedido de proteção contra falência em 2013, quando empregava somente 40 funcionários nos Estados Unidos, mas já se recuperou. O atual CEO Fred Chesnais foi quem comprou a companhia, que atualmente foca no mercado de jogos para dispositivos móveis. Segundo ele, a Atari é hoje uma empresa lucrativa.
A Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos (CIA) usa tudo o que pode para praticar espionagem, inclusive as redes Wi-Fi dos nossos lares. É o que aponta a mais recente etapa de vazamentos do programa Vault 7. Nela, a Wikileaks relata que a entidade instalava um software de nome Cherry Blossom em diversos modelos de roteadores para interceptar dados.
De acordo com a Wikileaks, o Cherry Blossom é, na verdade, um kit de ferramentas desenvolvido em conjunto com o Instituto de Pesquisa de Stanford e que conta com várias versões, uma para cada tipo de roteador ou marca. Foram identificados kits para equipamentos da Asus, Belkin, D-Link, Linksys, Netgear, US Robotics, entre outros fabricantes. A lista completa está disponível aqui (PDF).
Um dos itens do kit é o FlyTrap, o software que é instalado no roteador. Ele tem como base o firmware original do equipamento, mas com a adição dos recursos usados pela CIA. Quando ativado, o FlyTrap se conecta a um servidor remoto chamado CherryTree para receber comandos.
Os agentes da CIA, por sua vez, devem acessar o CherryWeb — uma espécie de painel de controle — para dar os comandos, que incluem coletar endereços IP, capturar mensagens de email, acessar a rede gerenciada pelo roteador e assim por diante. Obviamente, tudo foi planejado para que o usuário não perceba o que está acontecendo.
Para instalar o FlyTrap, a CIA tinha várias táticas. A mais recorrente era a exploração de brechas de segurança nos roteadores. Em outros casos, a agência conseguia, de alguma forma, interferir no processo de atualização do firmware. A instalação também podia ser feita manualmente por um agente.
O manual que descreve o Cherry Blossom é de agosto de 2012. Não ficou claro se a CIA continuou usando o software após esse ano ou se o transformou em um conjunto de ferramentas mais sofisticado.
Está claro apenas que a CIA não usava o Cherry Blossom para espionagem em massa. Como essa é uma operação trabalhosa — a própria agência reconhece que as frequentes atualizações de firmware e hardware dos roteadores dificultam o processo —, as ações tinham como alvo apenas indivíduos específicos.
A Wikileaks não divulgou o código-fonte do Cherry Blossom.
Parece um teclado normal quando visto de longe, mas o Microsoft Modern Keyboard tem um leitor de impressões digitais escondido em uma das teclas. Sem alarde, a empresa anunciou nesta quinta-feira (15) o acessório, que é compatível com a autenticação biométrica do Windows Hello e tem design de alumínio.
O Modern Keyboard é um teclado completo, inclusive com botões numéricos dedicados. Ele é Bluetooth e pode ser utilizado com ou sem fio; na primeira vez em que for conectado a um computador com Windows, o pareamento passa a ser automático. A bateria dura até dois meses e pode ser recarregada enquanto o acessório estiver plugado.
O design é formado por uma carcaça de alumínio, que é “praticamente indestrutível”. E o leitor de impressões digitais fica escondido no botão Windows, entre as teclas Alt e Ctrl. Você pode utilizar o sensor biométrico para fazer login no Windows 10 ou mesmo em sites por meio do Windows Hello — que também suporta reconhecimento facial e de íris.
O novo acessório é compatível com Windows, macOS, Android e iOS, e já está listado na Microsoft Store, ainda sem previsão de lançamento. Ele terá preço sugerido de US$ 129,99 no mercado americano.
Mesmo com o surgimento de concorrentes, o Spotify não parou de crescer: o serviço de música anunciou nesta quinta-feira (15) que atingiu a marca de 140 milhões de usuários ativos mensais. É um crescimento de 40% em relação a junho de 2016, quando a plataforma de streaming tinha 100 milhões de usuários.
A principal ameaça ao Spotify é o Apple Music, que foi lançado há apenas dois anos, mas já alcançou mais de 27 milhões de usuários pagantes. O Spotify não liberou números atualizados de assinantes, mas eles representam menos da metade da base: em março, o serviço independente tinha 50 milhões de usuários do Premium.
O fato do Spotify oferecer um plano gratuito é um dos motivos pelos quais o serviço ainda não é lucrativo, mesmo com quase nove anos de existência: quanto mais usuários, mais royalties o Spotify precisa pagar, e a conta não fecha apenas com anúncios. A empresa fechou 2016 com prejuízo de 349 milhões de euros (aproximadamente R$ 1,27 bilhão).
Ainda assim, parece que o Spotify vai manter seu modelo freemium por um bom tempo: “É um momento emocionante para a plataforma global de anúncios no Spotify. Lançamos nossa plataforma gratuita móvel, suportada por anúncios, há três anos, e o negócio ainda cresce rapidamente com mais de 50% de crescimento ano a ano em 2016”, diz a empresa.
A Comissão de Defesa do Consumidor (CDC) da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (13), por unanimidade, o projeto de lei 7.182/2017, que proíbe as operadoras de colocarem limites de franquia nos planos de banda larga fixa.
O texto é de autoria do senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES). Ele altera o artigo 7º da lei 12.965/2014, também conhecida como Marco Civil da Internet, que garante direitos aos usuários. Com a mudança, fica garantida a “não implementação de franquia limitada de consumo nos planos de internet banda larga fixa”. Você pode conferir o inteiro teor no site da Câmara.
O projeto recebeu parecer favorável dos deputados Chico Lopes (PCdoB-CE), Weliton Prado (PMB-MG), Ivan Valende (PSOL-SP) e Aureo (SD-RJ). Antes de ser votada no Plenário, a lei ainda precisa tramitar nas comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI) e Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC). No Senado, o texto foi aprovado em março.
Vivo, NET e Oi já estabelecem franquias nos contratos de banda larga fixa, mas estão proibidas de aplicar sanções aos usuários que ultrapassarem o limite, conforme determinado pela Anatel.
Sem alarde, proprietários de iPhone e alguns smartphones da Samsung tiveram uma nova opção em seus dispositivos, a tecnologia Wi-Fi Calling. O recurso permite que você utilize sua linha telefônica em qualquer lugar com acesso à internet, independente do sinal da operadora de celular.
A Claro não é a primeira operadora a oferecer o serviço no Brasil: a Vivo lançou o recurso no começo de 2016; logo em seguida, a Porto Seguro Conecta fez o mesmo. A Vivo oferece o serviço em iPhones e em determinados smartphones da Samsung, enquanto a Porto Seguro libera o recurso em certos aparelhos da Samsung e LG.
De acordo com o regulamento, o serviço só está disponível para clientes de planos pós-pagos. Apesar de usuários de iPhone já conseguirem ativar a novidade, o documento aponta que o serviço está disponível apenas para Galaxy S7, S7 Edge, S8 e S8+ que estiverem com softwares atualizados.
No iPhone, o nome da operadora muda para “Claro Wifi” quando a função está ativada. Nos smartphones Android, o ícone da tecnologia fica localizado próximo aos indicadores de sinal.
Outra curiosidade que o regulamento aponta é sobre a cobrança de chamadas. Normalmente, as ligações no Wi-Fi Calling são tarifadas de acordo com a área de origem da sua linha (chamadas do DDD 11 para o 31 podem sair mais caras, por exemplo). No entanto, o item 3.1.1 informa que as ligações realizadas para qualquer número, seja fixo ou móvel, serão cobradas como se fossem uma chamada local. Isso deve beneficiar os clientes de planos antigos, que ainda têm cobrança diferenciada para DDD.
Quando o Wi-Fi Calling está ativado, você deixa de utilizar a rede celular da Claro enquanto seu dispositivo está conectado a uma rede Wi-Fi, o que é útil se você está em um local com baixa recepção de sinal celular, mas tem internet por perto. Além disso, o recurso ajuda viajantes a economizarem fortunas com roaming internacional, já que é possível fazer e receber chamadas (ou SMS) sem pagar tarifa extra enquanto no Wi-Fi.
Você que usa Claro e tem smartphone compatível: já conseguiu ativar o serviço?