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31 Oct 17:00

Como um engenheiro ganhou 1,25 milhão de milhas aéreas comprando pudim

by Karl Smallwood

Milhas aéreas são incríveis. Elas podem ser usadas para voos ou estadias gratuitas em hotéis, e, se você tiver sorte, também podem gerar ódio e desprezo de todos com quem você entra em contato e precisam pagar o preço inteiro quando viajam. O rei das viagens virtualmente gratuitas é David Phillips, um engenheiro civil que também é professor da Universidade da Califórnia.

David ganhou destaque na mídia quando conseguiu converter cerca de 12.150 potes de pudim de chocolate Healthy Choice em um milhão de Milhas Aéreas. Desde então, David e sua família estão viajando pelo mundo por quase nada.

Como ele conseguiu fazer isso? Bem, antes de mais nada, precisamos explicar que tipo de homem David Phillips é; ele é o tipo de cara que lê todos os mínimos detalhes impressos em fontes minúsculas nas coisas. O tipo de cara que aprendeu a contar cartas para nunca ser enganado em um cassino. Phillips já disse que poderia ter se tornado um jogador profissional de cartas se não fosse pela fumaça de cigarro. Sim, este cara – segundo ele mesmo – poderia ser um jogador de cartas milionário, mas ele aprecia mais o ar fresco do que o cheiro desagradável do sucesso.

Seu mais famoso empreendimento foi em 1999, quando ele descobriu que a Healthy Choice estava fazendo uma promoção em sua seção de pratos congelados. A oferta era a seguinte: a cada 10 códigos de barras dos produtos da empresa enviados por uma pessoa, ela ganharia 500 Milhas Aéreas. No entanto, a empresa estipulou que os primeiros clientes a resgatarem os pontos das ofertas no primeiro mês receberiam o prêmio em dobro, ou seja, a compra de 10 dos seus produtos renderia 1.000 milhas aéreas.

Ao entender os detalhes da promoção, David vasculhou supermercados próximos à sua casa para ver qual produto oferecido tinha o melhor potencial de retorno. Depois de um trabalho bem chato, ele encontrou o que estava procurando – uma rede de supermercados que vendia cada pote individual de pudim de chocolate por US$ 0,25 cada. Isso significava que com US$ 2,50 ele conseguiria 1.000 milhas aéreas.

Percebendo o incrível retorno que ele estava para receber, David visitou todas as lojas da rede em um dia e comprou todos os potes de pudim Healthy Choice que encontrou.

Você provavelmente está pensando agora que um sujeito entrando em diversas lojas e pedindo para comprar todos os pudins Healthy Choice disponíveis, até no estoque, é um pouco suspeito, e se alguém questionou o que ele estava fazendo, e, se soubessem da história, também iam querer entrar na jogada, certo? David aparentemente imaginava isso e, enquanto comprava os pudins, disse às pessoas que estava fazendo isso para estocar para o ano 2000 que estava chegando.

Ao todo, David gastou cerca de US$ 3.000 em pudim, o que parece muito, mas não é quando você pensa que o valor total em dólar em milhas que ele estava para receber superava US$ 150.000. No entanto, antes disso, ele ainda precisava enviar todos aqueles códigos de barras.

De acordo com David, sua esposa ficou com bolhas de tanto descolar centenas de adesivos, e seus filhos e colegas de trabalho cresceram fisicamente e ficaram doentes de tanto comer pasta de chocolate. Além disso, ele duvidou se seria capaz de destacar todos aqueles códigos de barras a tempo de se qualificar para a primeira parte da promoção – a que garantia as milhas aéreas em dobro.

Foi aí que ele teve outra ideia – por que fazer sua esposa e filhos sofrerem quando ele poderia pedir para outras pessoas trabalharem para ele?

David entrou em contato com o Exército da Salvação local com uma oferta; se eles oferecessem um punhado de voluntários para ajudar a retirar os códigos de barras dos pudins, ele doaria todos os pudins para eles. Mas eis a parte bonita: isso foi considerado uma doação de caridade, que permitiu que David tivesse US$ 800 em deduções fiscais no fim do ano.

Os benefícios do esquema de David não pararam por aí. Após enviar os códigos de barras e receber de volta as 1.280.000 milhas (ele conseguiu algumas além do que conseguiria só com os pudins porque também comprou sopas a 90 centavos antes de perceber que esse método era para perdedores), ele agora tinha oficialmente mais de um milhão de milhas, o que dava a ele um acesso vitalício a algo chamado “Clube de Vantagens American Airlines”, rendendo a ele e a sua família voos incríveis para o resto da vida deles.

Mas não chegamos na melhor parte ainda. David provavelmente nunca vai ficar sem milhas porque ainda ganha milhas a uma velocidade 5x maior do que gasta, além de viajar frequentemente, graças a vários programas de incentivo que ele sempre está de olho para conseguir explorar do jeito que fez com o esquema do pudim. Hoje, ele tem mais de 4 milhões de milhas em suas várias contas e já voou para mais de 20 países e tirou diversas férias nesse tempo.

No fim, para um custo inicial de US$ 3000 (ou pouco mais de US$ 2000 se você considerar a dedução fiscal), e alguns outros acordos parecidos que ele se aproveitou para melhorar seus números, David nunca mais precisar pagar por outro voo pelo resto da sua vida. Um gênio.


Karl Smallwood escreve para o popular site de fatos interessantes TodayIFoundOut.com. Para assinar a newsletter Daily Knowledge, clique aqui ou curta a página dele no Facebook.




31 Oct 16:50

Esta animação deixa as ideias de Stephen Hawking mais fáceis de entender

by Felipe Ventura

Stephen Hawking: cosmólogo, físico teórico, e um cara inteligente. Um gênio, na verdade. Talvez seja o melhor cérebro entre nós, seres humanos. Mas boa parte de suas ideias não é fácil de se entender, especialmente para quem tem cérebros menos capazes.

Esta animação, feita pelo Guardian como parte da série “Made Simple”, explica as noções básicas de algumas das ideias de Hawking sobre buracos negros, singularidade, radiação Hawking e mais.

Comecemos pelo buraco negro, um objeto com gravidade tão forte que nada pode escapar dele, nem mesmo a luz. Se o buraco negro engole tudo o que vê pela frente, o que há no centro dele?

Hawking responde: lá dentro, você encontra a singularidade. O que é isso? Bem, como tanta matéria é espremida em tão pouco espaço, a força da gravidade se torna infinita. Por isso, tudo é esmagado em um ponto de densidade infinita. Esse ponto é a singularidade.

hawking animacao 2

Já sabemos o que há dentro de um buraco negro. Agora vamos descobrir o que há em seu redor: o que acontece nas bordas de um buraco negro?

Para entender isso, é preciso entender que o vácuo não é vazio: segundo a teoria quântica, nele surgem pares de partícula e antipartícula que então desaparecem do nada.

Isso também acontece ao redor do buraco negro: surgem pares de matéria e antimatéria. Mas, como ele possui uma gravidade extremamente forte, ele puxa a antipartícula para dentro de si. Enquanto isso, as partículas conseguem escapar – e são chamadas de radiação Hawking.

As antipartículas que entram têm energia negativa, e por isso fazem o buraco negro perder massa. Por isso, aos poucos, ele encolhe e depois desaparece. Mas, em seus momentos finais, o buraco negro cria uma grande explosão – um “big bang” – com a energia de um milhão de bombas nucleares.

OK, mas como isso deixou Stephen Hawking tão famoso? Ora, ele mostrou que, em certo ponto, tudo em nosso universo estava espremido em uma singularidade. Ela explodiu no Big Bang, formando galáxias, estrelas, planetas e você.

Depois desse vídeo, você conseguiu ficar um pouco mais inteligente? [YouTube via Brain Pickings]




30 Oct 18:56

Este arquivo online coleciona “GIFs” animados do século XIX

by Kelsey Campbell-Dollaghan

Richard Balzer, um americano de 69 anos, criou um museu online marcante das primeiras animações e brinquedos ópticos dos séculos XVIII e XIX: fenacistoscópios, praxinoscópios, zootropos e mais!

De acordo com o Verge, o processo de transformar uma coleção de objetos físicos efêmeros em um arquivo online foi difícil. Balzer trabalhou com um animador durante anos para digitalizar apenas uma parte da coleção, acumulada ao longo de quatro décadas em mercados de pulgas e antiquários de todo o mundo.

Esses arquivos digitais já estão disponíveis, em forma de GIF, em um excelente Tumblr dedicado ao tema – visite-o aqui.

O arquivo da Balzer possui de tudo, indo até ao mais bizarro: crianças saltando na boca de leões em um zootropo de 1870; um carrasco sorridente decapitando Satanás; e coisas do tipo. Aparentemente, os GIFs reúnem tudo de estranho há muito mais tempo do que a gente imaginava…

Visite o museu online aqui: [Dick Balzer Museum via Verge]

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29 Oct 18:08

A melhor fantasia de Halloween transforma luz em algo incrível

by Felipe Ventura

No ano retrasado, a melhor fantasia de Halloween exigia dois iPads. No ano passado, só precisava de um smartphone. Este ano, ela precisa de apenas uma coisa: luz.

Sim, o dia das bruxas só acontece na semana que vem, mas esta fantasia aqui já conquistou a internet. Afinal, nada vai superar o maravilhoso traje LED que esta menina de quase 2 anos está usando.

É incrível ver como aqueles bonecos feitos de rabisco ganham vida em algo tão simples, porém engenhoso. É a melhor forma de passar uma noite de Halloween. O que me deixa a dúvida: qual seria a melhor forma de passar um dia de Cosme e Damião? [YouTube via Charlie White]

baby halloween




25 Oct 19:07

14 fotos tiradas com a primeira câmera do mundo para amadores, há 120 anos

by Kelsey Campbell-Dollaghan

A Kodak não quer mais saber de fotografia, mas há 120 anos, ela foi a primeira a oferecer aos consumidores uma oportunidade de testar – e até mesmo ter – uma câmera.

Lançada em 1888, a Kodak No. 1 foi a primeira câmera voltada para não-profissionais. E graças a um novo conjunto de imagens do National Media Museum, agora podemos ver que tipos de fotos estes primeiros amadores tiraram.

Antes da Kodak chegar ao mercado, a fotografia era exclusiva para profissionais, que operavam suas próprias câmeras caras e muitas vezes enormes. A No. 1, por sua vez, custava apenas US$ 25 – cerca de US$ 600 em valores atuais, quase tanto quanto uma DSLR barata. Era uma câmera para as massas.

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Veja aqui mais imagens da Kodak No. 1

Ela tinha um design simples: uma pequena caixa marrom com uma lente incorporada, que o usuário apontava na direção do objeto a fotografar (não havia visor). Após retirar o protetor da lente, bastava seguir três passos: puxar um cordão na parte superior (para abrir o obturador); girar o filme usando a “chave” na parte superior; e pressionar o botão na lateral para tirar a foto.

Mas isto era antes da era de polaroides ou laboratórios fotográficos. Como obter as fotos que você tirou? A No. 1 vinha pré-carregada com negativos para 100 fotos. Após usá-los, era preciso enviar a câmera de volta para a fábrica da Kodak, que então (por US$ 10) desenvolvia as imagens circulares de 6 cm para você. Junto às imagens, a Kodak devolvia sua câmera carregada com filme para mais 100 fotos.

O slogan que o fundador da Kodak, George Eastman, deu ao seu dispositivo era: “Você aperta o botão, nós fazemos o resto”. Isto resultou nas primeiras fotos amadoras com imagens de férias, famílias e vida cotidiana na década de 1890. Pode parecer banal para nós, mas para quem estava por trás da lente, era nada menos que magia. [National Media Museum; foto por NMM]


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25 Oct 17:07

October 24, 2013


POW!
25 Oct 16:59

buzzfeed: Living a comfortable middle class lifestyle is so...

25 Oct 16:45

Photo



22 Oct 15:04

The Game of Life Select the difficulty level: Easy (Fácil) /...



The Game of Life

Select the difficulty level: Easy (Fácil) / Normal / Hard (Difícil)

[ cinismo ilustrado ]

22 Oct 14:46

Photo



22 Oct 14:45

[via]



[via]

22 Oct 14:45

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18 Oct 14:21

Sereia do asfalto

by Joe

sereia

“Não se preocupa amor, eu coloco você numa praia depois no photoshop” DELA, Marido.

17 Oct 13:33

Conheça os atores dentro das fantasias mais clássicas do cinema

by Vince Miklos

Você viu todos aqueles macacos em 2001: Uma Odisseia no Espaço um zilhão de vezes, mas já parou para pensar em quem os interpretou de fato? E o cara dentro da fantasia do Alf, ou do R2D2? É hora de conhecê-los.

Dan Richter, o macaco de 2001: Uma Odisseia no Espaço (1968, direção: Stanley Kubrick)

Dan Richter

“Richter era um mímico pobre e vagabundo quando Stanley Kubrick o tirou da obscuridade para coreografar e estrelar a marcante sequência ‘A Aurora do Homem’ em 2001: Uma Odisseia no Espaço. Determinado a não repetir a tradição banal de ‘homens em trajes de macacos,’ Kubrick procurava por caracterizações vívidas de homens-macaco pré-históricos verossímeis, para quem a descoberta de armas e da violência fosse um presságio do futuro da humanidade no espaço. Como a sequência não tem diálogos, Kubrick sentiu que mímicos poderiam expressar melhor as emoções e motivações dos homens-macaco e o rápido teste de Richter rapidamente confirmou essa ideia.”

(via Dan Richter)


Michu Meszaros, o personagem-título de ALF: O ETeimoso (1986-1990)

Michu Mezsaros

Um boneco era usado para ALF, mas em dez episódios ALF corria ou apenas andava por aí. Nessas situações, um performático húngaro de 84 cm, Michu Meszaros (1939-), estava na pele do simpático ET.

(via NY Daily News)


Bolaji Badejo, o estudante nigeriano de artes gráficas com 2,18m, xenomorfo titular em Alien (1979, direção: Ridley Scott)

Bolaji Badejo

Ele foi descoberto em um pub londrino por Peter Archer, um agente de elenco. Scott estava procurando por jogadores de baseball e testou Peter Mayhew (o Chewbacca de Star Wars) também, mas Bolaji era o melhor para o papel.

(via io9)


Peter Mayhew, Chewbacca de Star Wars III, IV, V e VI

Peter Mayhew (1)

STAR WARS CRAZE HITS DISNEY WORLD

(via Paul Eades and AP Photo/Disney/Mark Ashman)


Max Schreck, Graf Orlok de Nosferatu (1922)

Nosferatu

(via The Weeklings)


Katsumi Tezuka e Haruo Nakajima, os atores por trás dos icônicos filmes de ficção científica japoneses nos anos 1950 e 60 — Gorija (Godzilla, 1954), Rodan (1956), Mothra (1961), dentre outros

Godzilla

Apenas um fato interessante: no próximo sábado Tezuka completará 101 anos.

Gozilla (1)

Você pode ver mais fotos de bastidores de filmes clássicos aqui.

Nakajima

Nakajima em 2011.

(via Armandsrancho and drnorth)


Ricou Browning e Ben Chapman, ao Monstro da Lagoa Negra (1954)

Gill Man

O Monstro (Gill Man) era interpretado por Ben Chapman em terra e Ricou Browning na água.

Gill Men

Monstro da Lagoa Negra

(via Comic Book ResourcesMWCToys Monster Island News)


Gunnar Hansen, Bubba Sawyer ou apenas o Leatherface do Massacre da Serra-Elétrica original (1974)

Leatherface

Leatherface Papai Noel

(via TerrorpsicoseSporting Legends Online e Horrorbug)


Kenny Baker, de 112 cm, o R2D2 de Star Wars

R2D2

Em O Retorno do Jedi (1983), ele interpretou um papel extra: Papplo, o Ewok que rouba a motoca voadora imperial.

R2D2 vestido de Ewok

(via MentalFloss)


Doug Jones, o Homem Pálido/Fauno de Labirinto do Fauno (2006) e Abe Sapien nos dois Hellboy (2004; 2008)

Doug Jones

original

Abe Sapien

 

(via The Horror HoneysAssignmentX e Design Is Everything)

17 Oct 13:30

Superando a Índia, Governo Brasileiro institui cotas pra Apps em Smartphones subsidiados

by Carlos Cardoso

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Nos anos 80 cinema era muito mais tranquilo. Era normal chegar com 10, 15 minutos de atraso, pois além dos trailers (não havia avisos de segurança nem merchã de seguradora) passavam noticiários, Canal 100 e o inevitável curta-metragem.

Cinema nacional era associado com sacanagem, mas havia ainda um certo carinho, por causa dos Trapalhões, Grande Otelo, essa turma. Já o curta-metragem provocava ódio. Em geral era um documentário sobre oleiros da Paraíba, rendeiras de Olinda ou artesãos da casa do pênis.

Só passavam por obrigação Legal. Em décadas, nunca contribuíram em NADA para divulgar nossa cultura, promover o cinema nacional e gerar novos talentos. Uma geração inteira teve que ser reeducada, pois curta-metragem era sinônimo de LIXO, quando há coisa muito boa no meio, vide Guilherme de Almeida Prado e seus Ilha das Flores, Barbosa e O Dia Em Que Dorival Encarou a Guarda, Arthur Fontes com seu Trancado (por dentro) e vários outros autores mais jovens.

Agora imagine esse cenário apocalíptico nos celulares.

É o que o Governo Federal está exigindo, nas regras para subsidiar via renúncia fiscal smartphones nacionais.

Os aparelhos terão isenção de PIS/PASEP e COFINS, em troca além de características técnicas como 3G, Wi-Fi e preço máximo de R$ 1.500,00, deverão vir com… aplicativos desenvolvidos no Brasil.

Manjam crapware, que infesta computadores comprados de empresas como Dell e HP, e que a Microsoft chegou a criar um selo premium para identificar computadores sem lixo que ninguém queria, como leitores de PDF de 1 GB de HD? Teremos isso nos celulares.

Citando o Terra:

A medida vale a partir do dia 10 de outubro para aparelhos produzidos no Brasil. A portaria estabelece que a partir de janeiro de 2014, os aparelhos deverão vir com 15 aplicativos; em julho este número passa para 30 e em dezembro de 2014; os smartphones deverão conter 50 apps nacionais.”

SIM, Virgínia, 50 apps.

Eu não uso isso no iPhone. No Lumia não tenho nem tantos apps assim instalados, que dirá das nacionais.

Vivemos em um mundo globalizado. Não é mais Nós vs Eles, apps brasileiros vendem na App Store americana com a mesma facilidade que os de lá vendem aqui. A tecnologia democratizou o TALENTO, os apps de sucesso o fazem por mérito, não por decisão burocrática.

O Natan Gorin precisou de um app para gerenciar boletins. Não esperou subsídio ou “apoio” governamental. Meteu as caras e criou o iBoletim, isso com 12 anos de idade. Do. Or do not. There is no try, motherfucker!

Temos também o MedPrice, para consulta de preços de medicamentos, o 9Dígitos e uma penca de outras boas peças do logiciário nacional, NENHUMA delas instaladas por obrigação em NENHUM celular nacional. Nem mesmo o pequeno, simples e excelente app da Infraero para controle de vôos.

Agora querem enfiar CINQUENTA, CINCOENTA, CINQÜENTA apps em um pobre smartphone?

O Brasil é um país onde querem fazer revolução comunista por decreto, onde gente incapaz de construir uma estante acha que tem programa espacial,

O texto original da porta do Ministério das Comunicações é digno de Kafka. Não só os aplicativos precisam ter “utilidade pública” como o Ministério das Comunicações pode decidir indicar aplicativos obrigatórios, escolhidos através de concurso.

Lembram quando o Galaxy S4 de 16 GB vinha só com 8,8 GB disponíveis para o usuário? No futuro usuários de smartphones nacionais chamarão isso de “bons tempos de memória farta”.

Parabéns a todos os envolvidos.

Fonte: Dica do Marcio Rubens, via tuinto.








17 Oct 13:29

Gênios militares indianos monitoram drones chineses por 6 meses até descobrirem que eram Vênus e Júpiter

by Carlos Cardoso

fazmerdinhadaestrelaindiana

General Mohinder Suresh, supremo comandante das forças armadas indianas

Existe uma estatística por aí de que boa parte dos avistamentos de OVNIs são visualizações de Vênus, que as pessoas desconhecem existir por passar a maior parte do tempo olhando pro chão. Isso é compreensível (mas não deveria) para gente que nasce cresce e vive em cidades, mas algumas vezes mesmo gente de regiões mais rurais confunde objetos celestes com “coisas estranhas”.

Só que nunca como esse caso na região de Ladakh, no norte do país. Durante seis meses tropas estacionadas na área, que é fronteiriça com a China e Tibet, reportaram estranhos objetos, que suspeitaram ser drones. 329 avistamentos foram reportados, com os observadores anotando que os objetos apareciam cada dia 4 minutos mais tarde, seguiam a mesma trajetória mas surgiam de pontos distintos no céu. Um aparecia de noite, outro logo no fim da tarde.

Dois astrônomos do Instituto de Astrofísica de Bangalore foram chamados para tentar resolver o caso, e palmas pra eles por não caírem na gargalhada. Só pela descrição já sabia que eram planetas, não drones, e os dados foram tão completos que conseguiram identificar como Júpiter e Vênus, os “culpados”.

Ficam, entretanto, algumas perguntas.

1 – Será que ninguém naquele fim de mundo tinha olhado pra cima durante a noite, pra saber reconhecer um planeta?

2 – Que porcaria de exército mal-equipado é esse, que não disponibiliza uma porcaria de um binóculo para seus soldados? Mesmo em um modelo simples Júpiter já aparece em detalhes, com direito às quatro principais luas.

3 – Que país peninsular da Europa eles acham que a China é, para colocar LUZES DE NAVEGAÇÂO em drones durante missões de espionagem?

Fonte: TI



11 Oct 16:34

Este jogo incrível ensina a história da tipografia

by Adam Clark Estes

Nós já mostramos tudo o que você precisa saber sobre a história da tipografia; mas você pode aprender sobre isso de uma forma bem mais divertida e interativa. O Type:Rider, novo jogo para iOSAndroid e PC, pega a história da tipografia e a transforma em um jogo lindo e hipnotizante.

O conceito básico é fácil de entender, afinal é bem semelhante a Super Mario Bros: você corre pela tela pulando por cima de buracos e coletando objetos, até chegar ao fim e subir de nível. Mas aqui, seu personagem são dois-pontos saltitantes, em vez de um encanador italiano; e os objetos a coletar são asteriscos, em vez de moedas.

Então chegamos à tipografia. Para cada asterisco que você coletar, você desbloqueia uma parte sobre a história da tipografia, de pinturas rupestres à Comic Sans. Cada nível representa um período diferente na história, começando com “Origens”, seguido de “Gótico” e assim por diante. O design de cada nível é baseado na fonte que representa cada período; e os níveis até incorporam a arquitetura da época.

Tudo isso pode soar um pouco acadêmico, mas não é: mesmo que você não queira aprender nada sobre tipografia, o jogo é muito divertido e intuitivo. Porém, em muitos aspectos, a história da tipografia é a história da civilização – e você deveria saber mais sobre isso. O jogo custa US$ 3 na App Store e cerca de US$ 3,60 no Google Play; a versão para Windows custa US$ 10. [FastCo]

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11 Oct 12:32

Foxconn confirma: estudantes de TI foram forçados a montar o PS4 sob ameaça de não se graduarem

by Ronaldo Gogoni

Dá para ver pelas caras que amam MESMO a Foxconn

Mês que vem a nova geração de consoles estará chegando, com o PS4 e o Xbox One lendo lançados mundialmente. Mas se uma turma está ansiosa pelo lançamento, outra não está nem um pouco contente pelo simples fato que foram cruelmente explorados. Segundo denúncias milhares de estudantes do Instituto Xi’An de Tecnologia, um dos maiores da China foram forçados a trabalhar sem remuneração para a Foxconn na montagem do novo console da Sony, em um conluio entre a fábrica e a órgão educacional sob ameaça de impossibilidade de graduação caso se recusassem.

Segundo informações do site Tencent Games (com tradução aqui), a Foxconn teria oferecido um estágio não-remunerado aos estudantes, mas uma vez na fábrica como sempre a história mudou: eles foram forçados a trabalhar e ameaçados com a perda de seis créditos estudantis (essenciais para se graduarem) caso não cooperassem. Com isso os estagiários foram alocados na linha de montagem do PS4, muitos deles executando trabalhos que nada tinham a ver com sua graduação, serviços braçais mesmo: embalamento do console, colagem de adesivos, outros foram alocados no departamento de entregas… sem mencionar que muitos deles faziam turnos noturnos excessivamente longos e muitas horas extras, lembrando, de graça e sob a possibilidade de não se formarem. Cruel é pouco.

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A Foxconn admitiu a irregularidade em sua fábrica e tomou “ações imediatas” para resolver a situação. Entretanto, com uma frieza de fazer inveja declarou que “os estudantes podem deixar o programa de estágio a qualquer momento, mas de fato perderão os créditos estudantis”.

Que a Foxconn não é santa a gente sabe há muito tempo; ela inclusive tentou importar seu estilo de trabalho para o Brasil, algo que não deu muito certo pois bem ou mal nossas leis trabalhistas funcionam (se bem que Samsung conseguiu driblar o MPT por um tempo). Porém o que ocorre na China é um verdadeiro conluio: o Instituto Xi’an se recusou a comentar o caso, se limitando a dizer que “o programa de estágio ensina aos alunos como a vida funciona, e isso é legal”. Já a Sony tirou o seu da reta, declarando que a Foxconn atende o código de conduta da empresa, se comprometendo “no cumprimento de todas as leis, ética e condições de trabalho, respeito pelos direitos humanos, preservação do meio ambiente, saúde e segurança.”.

No fim nada mudará: o console chegará às lojas no prazo, os estudantes receberão seus créditos após se matarem de trabalhar e a Foxconn (que também monta o Xbox One e o Wii U, é bom frisar) sai pela tangente de novo, pois ninguém deixará de consumir o que ela fabrica. Mas que o PS4 ficou com um sabor mais amargo, isso ficou.

Fontes: ET e Ars Technica.

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07 Oct 19:50

17 renderizações espetaculares que você vai ter certeza que são fotografias

by Kestutis Neverauskas - CGTrader

Está cada vez mais difícil definir o que é verdadeiro e o que não é quando falamos em arte digital hoje em dia. Mas não se torture com isso: estas são 17 das renderizações 3D mais fotorrealistas que você vai encontrar na web. Todas elas são sintéticas, todos os detalhes foram geratos por artistas 3D talentosos. Nada é real, por mais que pareça uma fotografia. Aprecie.


Abertura I

ku-xlarge

Por Atelier Feuerroth


Estes SÃO os droids que estávamos procurando

ku-xlarge (1)

Por Joel Erkkinen


Casa de Arte Henrik Bus

ku-xlarge (2)

Por Jeffrey Faranial


Juventude

ku-xlarge (3)

Por Shang-peng Leng


Sala de estar e sala de jantar

ku-xlarge (4)

Por Marwan M. Saliba


Guindaste-aranha

ku-xlarge (5)

Por Tim Diaz


A Cadeira

ku-xlarge (6)

Por Eduardo Souza


Sensação trançada

ku-xlarge (7)

Por Yasin Hasanian


IFA

ku-xlarge (9)

Por Marcel Haladej


Apartamento em Nova York

ku-xlarge (8)

Por Dennis Kaya Iversholt


Máquina de soldagem móvel EGR-8

ku-xlarge (10)

Por Daniil Alikov


Last of Us

ku-xlarge (11)

Por Michael Knowland


Substituto natural

ku-xlarge (13)

Por Stefan Schneider


Da Nao Tian Gong

ku-xlarge (12)

Por Wei Long Zhong


Majilis marroquino

ku-xlarge (16)

Por Muhammad Taher


Lago Perdido

ku-xlarge (15)

Por Marek Denko


Após o Carnaval

ku-xlarge (17)

Por Olga Anufrieva


Este artigo apareceu originalmente no CGTrader e foi reproduzido aqui com permissão do autor.




07 Oct 19:43

A Nebulosa da Águia nunca esteve tão linda como nesta imagem

by Lily Newman

A imagem acima é bonita, mas a única forma de ver esta incrível combinação de poeira e gás é na versão completa, logo abaixo. Que maravilha, né?

A imagem, que usa dados do telescópio Hubble e cores atribuídas digitalmente, mostra a Nebulosa da Águia cercada por – e entrelaçada com – pilares de poeira, moldados lentamente pela luz e vento cósmico.

A nebulosa tinha dez anos-luz de altura (ou 95 trilhões de quilômetros) e emitia radiação incrivelmente quente. Trata-se de uma grande concha de gás e poeira que criou um buraco onde se formavam jovens estrelas.

A Nebulosa da Águia foi descoberta em 1745, e ficou famosa após uma bela fotografia do Hubble mostrando os “Pilares da Criação“, que eram um enorme berço de estrelas. Parece justo que elas nascessem em locais cósmicos épicos como este.

Mas todos os pilares – inclusive este! – foram destruídos por uma supernova que aconteceu há 6.000 anos. Como estamos a 7.000 anos-luz da nebulosa, e a luz demora até chegar aos nossos telescópios, vemos apenas uma imagem do passado. Descanse em paz, nebulosa. [Astronomy Photo of the Day]

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07 Oct 18:56

Para surpresa de vários poríferos, upgrade pro iOS 7 não torna seu iPhone à prova d’água.

by Carlos Cardoso

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Que o bicho usuário não entende muito de tecnologia, não é novidade. Já tive que brigar, quando acharam que era pura má-vontade minha não arrumar um programa que fizesse um drive de CD-ROM tocar DVDs, afinal “era a mesma coisa”. Houve uma época em que havia um software de overclock pra PC, com um teste próprio de velocidade e todo leigo JURAVA que funcionava.

Usuários acham que computadores são coisas mágicas, muito por causa de Hollywood, onde qualquer software é escrito com uns 15 toques de teclado e – curiosamente – nenhum movimento de mouse. Não entendem sequer que um computador faz o que você manda ele fazer, não o que você quer que ele faça.

Se aproveitando dessa ingenuidade galopante e do eclipse de bom-senso que tecnologia costuma causar mesmo em pessoas inteligentes, os malandrinhos do 4Chan espalharam pelas interwebs anúncios falsos dizendo que o iOS 7 tornava o iPhone… à prova d’água. Ele (magicamente) desligaria a bateria e outros componentes, em caso de emergência, evitando danos causados pela imersão em líquido.

Note, ninguém questionou detalhes como… oxidação.

Já há relatos de que alguns usuários menos brilhantes (se comparados com fungos) estão destruindo seus celulares testando o upgrade. Como resultado, os portais EM PESO estão alertando para que as pessoas NÃO acreditem na sacanagem do 4Chan.

Não consigo entender esse protecionismo, como o usuário de tecnologia é tão mimado por todo mundo. Se alguém soltar um anúncio falso dizendo que colocar sorvete na panela de feijoada é excelente, nenhum blog de culinária vai se dar ao trabalho de desmentir. Nenhum blog de moda perderá tempo retrucando um look do dia que ensine a menina moderna e transada a usar calcinha por cima da calça.

O 4Chan já fez muita coisa legal e muita coisa questionável, mas nessa, sinceramente prefiro encarar como um teste pra saber se você merece usar um smartphone high-end.

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03 Oct 18:31

Agents of S.H.I.E.L.D. – primeiras impressões

by Ronaldo Gogoni

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Na última terça-feira a ABC finalmente exibiu o episódio piloto de Agents of S.H.I.E.L.D. nos Estados Unidos, e como o canal Sony o exibiu na TV brasileira ontem, é hora de discorrer um pouco sobre as primeiras impressões sobre a série que é a maior estreia da ABC em anos.

Aviso: este post contém SPOILERS PESADOS sobre o episódio piloto, portanto leia por conta e risco. O conselho vale também para quem não assistiu Os Vingadores (alguém ainda não viu?) e Homem de Ferro 3, correndo o risco de ficar boiando.

Neste piloto é revelado todo o estrago causado pela Batalha de Nova York na opinião pública: antes um povo forte e confiante de que era capaz de fazer qualquer coisa, os americanos agora vivem em dúvida, se sentindo menores ao descobrirem que heróis, deuses e monstros caminham entre – e acima – deles. E para completar a S.H.I.E.L.D., a agência super-secreta do governo americano foi exposta, aumentando ainda mais a sensação de paranoia da população.

É nesse cenário que o agente Phil Coulson (Clark Gregg), trazido de volta da morte de maneiras misteriosas – e pelas dicas dadas nem ele sabe o que aconteceu por completo -, que recebeu a ordem de criar uma equipe de campo encarregada de lidar com problemas relacionados à tecnologia alienígena que possa ter vazado e o surgimento de novos super-humanos antes que eles possam se tornar uma ameaça.

É importante notar como Joss Whedon (criador da série e quem dirigiu o piloto) sabe construir bem os personagens: à exceção da agente Maria Hill (em uma pontinha da atriz Cobie Smulders, que ainda está ligada à série How I Met Your Mother; aliás, é dela uma das melhores falas do episódio), é apresentado um resumo de cada um dos personagens e suas motivações: o agente Grant Ward (Brett Dalton) é o líder de campo e a princípio não quer fazer parte por ser um homem de ação, achando que o trabalho da equipe será mais investigativo; a agente Melinda May (Ming-Na Wen, que continua linda aos 49 anos) não quer voltar à ação, preferindo um trabalho burocrático; ela é docemente convencida por Coulson a atuar apenas como piloto, mas isso não a impede de desferir umas boas porradas em quem merece. O mesmo pode-se dizer da dupla científica: a bioquímica especializada em fisiologia humana e alienígena Jemma Simmons (Elizabeth Henstridge) e o engenheiro Leo Fitz (Iain De Caestecker), que trabalham em sincronia tal quase como se fossem um só. Mas é o carisma de Coulson que mantém todos ligados. Ele faz piadinhas boa parte do tempo e não esconde que é um nerd como todos nós. Um nerd que dá porrada em qualquer um, é bom frisar.

A série se passa depois de Homem de Ferro 3 e problema apresentado faz referência a ele: uma tecnologia que está transformando pessoas comuns em super-humanos, e no caso do civil Mike Peterson, por se sentir inferiorizado ao descobrir a existência de heróis e ao olhar para sua própria vida em pedaços: sem mulher, sem emprego e com um filho pequeno para criar, o que o levou a se voluntaria como cobaia num projeto que lhe deu super-força e resistência ampliadas. o único problema é que se trata de uma mescla de radiação gama, o soro do supersoldado e a tecnologia Extremis, ou seja, absurdamente instável.

O intuito da série é expandir o universo Marvel cinematográfico mas dessa vez tirando o foco dos heróis e centrando nas pessoas comuns, e ainda que não tenha sido de forma intencional essa abordagem remete à Marvels, a aclamada minissérie de Kurt Busiek e Alex Ross que relata o surgimento dos primeiros heróis da Marvel sob o ponto de vista do fotógrafo do Clarim Diário Phil Sheldon.

"Surpresa!"

Aqui Sheldon é Skye (Chloe Bennett), uma hacker sem passado que faz de tudo para expôr a agência em busca da verdade. Ao colaborar com a agência ela é o vínculo mais próximo com o espectador: ainda que o plot gire em torno de Coulson é preciso lembrar que não há mocinhos na S.H.I.E.L.D.: eles são agentes do governo, e como tais acostumados a lidar com trabalho sujo na maior parte do tempo em nome da segurança mundial. Já Skye traz a visão de alguém de fora, que busca a verdade a todo o custo e o faz tentando tirar a S.H.I.E.L.D. de trás da cortina, o que não é lá uma coisa muito esperta de se fazer.

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Tecnicamente o episódio é muito bom. A ABC não mediu esforços e investiu pesado nesse piloto, que periga ser um dos mais caros que ela já bancou. O retorno foi impressionante: com quase 12 milhões de espectadores Agents of S.H.I.E.L.D. é a maior estreia da emissora em quatro anos. A preocupação aqui é se o nível técnico será mantido pois há o risco de acontecer algo similar à série do Robocop, onde cada episódio custava uma fábula e se mostrou inviável.

Quem está acostumado com as obras de Whedon na TV como Buffy, Angel e Serenity vai se sentir em casa aqui, as piadas correm com naturalidade e em nenhum momento o episódio se torna maçante. Para os letrados em Marvel o piloto é um deleite, com diversas referências óbvias e obscuras: o próprio Mike Peterson é uma delas: trata-se do primeiro parceiro de um herói da terceira divisão da editora, o Pastelão (Slapstick no original).

Mike Peterson e Pastelão

Isso sem citar o manjado “com grandes poderes” e uma referência à revista Journey Into Mistery, uma publicação clássica da Marvel onde o Thor apareceu pela primeira vez.

No fim, Agents of S.H.I.E.L.D. é uma série que cumpre o intuito de divertir o espectador e satisfaz os fãs da Marvel, seja com os easter eggs ou com o preenchimento da lacuna entre os filmes, já que fatalmente ela será usada como ponte para a Fase 2 de filmes, culminando com Os Vingadores 2: A Era de Ultron.

P.S.: Ainda que não seja essencial eu recomendo fortemente os curtas The ConsultantA Funny Thing Happened on the Way to Thor’s Hammer e Item 47; os dois primeiros para dar uma melhor ideia de quem é o agente Coulson e o último por desenhar um panorama do tipo de problemas que a S.H.I.E.L.D. tem de lidar após a Batalha de NY.

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25 Sep 19:26

Samsung apresenta Galaxy S4 Dourado

by Vítor M.
A Apple lançou o novo iPhone 5S dourado… e este fez furor tendo esgotado rapidamente nas Apple Store. Cinco dias depois deste lançamento, a Samsung decidiu também lançar um modelo nesta cor. A empresa sul-coreana revelou que irá lançar dois modelos do Galaxy S4, ambos com as bordas em dourado. Foi através das redes sociais, […]
23 Sep 19:36

Preciso de um transplante de rim: Vou imprimir um aqui em 3D, guenta aí…

by Matheus Gonçalves

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Cientistas chineses conseguiram desenvolver uma técnica capaz de obter pequenos órgãos vivos impressos em 3D. Trata-se de uma evolução de um estudo publicado pelo cirurgião Anthony Atala, há dois anos atrás no TED. Atala apresentou ao mundo a ideia de que órgãos humanos poderiam ser impressos em três dimensões em um futuro próximo. Ele não poderia estar mais certo.

A gente já apresentou aqui no Meio Bit alguns casos parecidos, como o rim de um rato e um coração do mesmo roedor, feitos com bioengenharia e células tronco.

A proposta original apresentada por Atala previa a construção do tecido à base de bio-ink, um material líquido feito à partir de células vivas. Mas, veja: apesar de permitir uma réplica em formato perfeito do órgão, o tecido obtido neste processo não é um tecido “vivo“, por assim dizer, e isso impossibilitava o transplante.

O que a equipe chinesa está fazendo é um pouco diferente. Eles de fato estão conseguindo imprimir rins vivos, em série. Trata-se de um passo importantíssimo em busca da criação de órgãos para a gigantesca fila de pacientes em busca de um transplante, no mundo todo.

É bom lembrar que ainda existem vários obstáculos nesta corrida, antes que eles possam apresentar um órgão apto para tal cirurgia de substituição. Por exemplo, os testes com o lote atual revelaram que tais rins impressos em 3D possuem uma vida útil de apenas quatro meses. Para uma solução permanente, como em casos de pessoas com insuficiência renal, outros modelos muito mais duradouros precisam ser desenvolvidos. A expectativa inicial é de 10 a 15 anos para que esse milestone seja estabelecido.

Ainda assim, estamos mais perto do que nunca da produção de órgãos que podem salvar a vida de milhões de pessoas. Só na China, como lembra Xu Mingen, um dos responsáveis pelo estudo, apenas 1% da população tem acesso ao transplante de órgãos.

Veja abaixo um vídeo que mostra como é que os cientistas criaram órgãos vivos impressos em 3D:

Fonte: Inhabitat.

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23 Sep 19:08

Descoberto novo problema grave no iOS 7

by Pedro Simões
O iOS 7 tem estado debaixo de fogo, pelo bom e pelo mau argumento. Desta vez apareceu um novo problema, 2 dias após ter sido apontada uma falha grave de segurança. Agora o problema prende-se com permissões que deixam fazer chamadas mesmo sem desbloquear o equipamento. Se o problema anterior requeria uma combinação de teclas […]
12 Sep 19:34

Instale já a versão final do IOS7 no iPhone, iPad e iPod Touch

by Vítor M.
A Apple disponibilizou, logo após a keynote, a versão iOS7 GM, uma versão final do novo sistema operativo, para os developers. Ao contrário de edições no passado, esta não está limitada aos developers por imposição de autorização da Apple. Isto quer dizer que pode já actualizar o seu iPhone ou iPad para o novo iOS [...]
10 Sep 15:03

Cavalo de troia “do bem” leva emulador do SNES para App Store

by Matheus Gonçalves

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Todo mundo sabe a Apple possui restrições específicas para dizer o que entra ou não na App Store. Isso se faz necessário para tentar garantir a segurança aos seus clientes. Uma das regras do jogo dita que não são aceitos emuladores de games (algo que existe à rodo na loja de aplicativos do Google). Bem, mas um emulador de SNES conseguiu se enfiar na App Store, a um custo de US$ 0,99, se disfarçando de gerenciador remoto de arquivos.

O Remote File Manager, como se chama o programa, trabalha com o acesso de conteúdo salvo no Dropbox ou em servidores FTP, o que já é bacana do ponto de vista de usuário, por permitir que você acesse suas músicas, documentos e vídeos desta maneira diferenciada e talvez em um servidor próprio. Mas seu recurso mais divertido é executar ROMs do Super Nintendo.

Pra fazer a mágica acontecer, você precisa comprar o app, se conectar a uma conta do Dropbox que possua alguns arquivos do tipo SMC e tentar executá-los. O Remote File Manager vai carregar uma instância do Snes9x (versão 1.53) e rodar o jogo.

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Lembre-se que aplicativos que se escondem em outros aplicativos pra conseguir furar o bloqueio da Apple são considerados trojan horses, e violam as regras da loja online. Por isso, use, por sua conta e risco e lembre-se que é muito provável que a Apple vá remover o aplicativo das prateleiras virtuais em breve.

Fonte: TouchArcade.

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09 Sep 18:21

Mais um trailer de Agents of S.H.I.E.L.D.

by Mau Faccio

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Agents of S.H.I.E.L.D (sigla em inglês para Divisão Estratégica para Intervenção, Aplicação da Lei e Logística Nacional), são membros de uma organização global de espionagem integrada por um grupo restrito e altamente seleto de agentes, reunidos e liderados pelo agente Phil Coulson, papel interpretado pelo conhecido ator Clark Gregg, que reprisa seu papel dos filmes da Marvel.

A equipe de Coulson é composta pelo Agente Grant Ward (Brett Dalton), altamente treinado em combate e espionagem; pela Agente Melinda May (Ming-Na Wen), piloto experiente e especialista em artes marciais; pelo Agente Leo Fitz (Iain De Caestecker), um engenheiro brilhante, e pela Agente Jemma Simmons (Elizabeth Henstridge), um gênio da bioquímica. Quem também participa dessa jornada rumo ao mistério é a novata e hacker Skye (Chloe Bennet). Juntos, eles investigarão o novo, o estranho e o desconhecido pelo mundo, protegendo pessoas comuns de eventos e indivíduos fora do comum.

“Agents of S.H.I.E.L.D da Marvel”, a primeira série de televisão da Marvel, tem produção executiva de Joss Whedon (“The Avengers [Os Vingadores] da Marvel”, “Buffy the Vampire Slayer [Buffy, a Caça-Vampiros]“), de Jed Whedon e Maurissa Tancharoen, que também foi co-roteirista do piloto (“Dollhouse”, “Dr.Horrible ‘s Sing-Along Blog”). Jeffrey Bell (“Angel”, “Alias”) e Jeph Loeb (“Smallville”, “Lost”, “Heroes”) também são produtores executivos da série.

A série estreia dia 24 de setembro no Estados Unidos. Aqui no Brasil o canal a cabo Sony Entertainment Television informou que vai transmitir o seriado no dia 26 de setembro.


MauMau curtiu!

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03 Sep 18:23

Google não quer que apps de terceiros façam stream para o Chromecast [Bônus: app disponível para iOS]

by Ronaldo Gogoni
Eduardo.barion

Capaz de valer mais a pena do que uma Apple TV nova...

chromecast

Quando o Chromecast foi lançado, uma das limitações iniciais era o fato de que ele não foi projetado inicialmente para realizar streaming de mídia armazenada localmente ou na nuvem. Por questões de contrato ele se resume a espelhar as abas do Chrome (o que rendeu uma reação curiosa de executivos de TV) e por uma parceria, a princípio o Netflix é o único serviço de streaming que oferece suporte total, fora serviços do próprio Google, como o YouTube.

Alguns desenvolvedores preencheram essa falta desenvolvendo apps como o AllCast, que permitia fazer streaming de arquivos na Galeria, no Dropbox ou no Google Drive, ou o AirCast, com funcionalidade similar. Entretanto o Google não gostou, pegou a bola e botou ambos pra fora do play com a última atualização do firmware do dongle, que segundo o desenvolvedor do AllCast Koushik Dutta, foi feita de propósito:

“Atenção. A última atualização do Chromecast quebra o AllCast intencionalmente .

Como esta é a segunda vez que eles removem/desabilitam de propósito a habilidade de executar mídia de fontes externas, isso confirma algumas das minhas suspeitas que tenho sobre o programa para desenvolvedores do Chromecast:

A política parece ter uma abordagem bastante seletiva, dentro da qual apenas conteúdo aprovado pode ser executado através do dispositivo. O Chromecast provavelmente não será amigável com desenvolvedores independentes. A equipe do Google TV provavelmente terá uma lista de empresas de mídia liberadas (para usar o dispositivo).

Eu recomendo fortemente que evitem comprar o Chromecast agora, para vermos como o Google vai se comportar com aplicações de terceiros. Há outras plataforma (abertas) que você pode comprar e/ou apoiar, como LeapCast, NodeCast, etc.”

A mudança que o Google fez no SDK se resume a três linhas no código, que dizem respeito à reprodução de vídeo. Agora elas se encontram assim:

if("mirror_tab" != a) {
return null;
}

Com isso qualquer coisa que não seja mirroring de abas (fora dos apps que já dão suporte) será bloqueado. Não demorou muito e o Google através do The Verge respondeu às acusações de Dutta, dando a entender que o bloqueio realmente foi deliberado (grifos nossos):

“Nós estamos empolgados para trazer mais conteúdo e gostaríamos de suportar todos os tipos de apps, incluindo aqueles que permitem acesso à conteúdo local. Ainda estamos nos primeiros dias do Google Cast SDK, que foi lançado numa versão para desenvolvedores apenas para testes.  Nós acreditamos que o SDK vai continuar a mudar até o lançamento oficial, e queremos proporcionar aos usuários e desenvolvedores uma grande experiência, antes de tornar o SDK e apps adicionais conversarem.”

E é isso. O recurso de abrir arquivos de mídia diretamente no Chrome e jogar para o dongle funciona normalmente, mas esta é uma gambiarra e está longe de ser o cenário ideal. Não se sabe o que o Google pretende, se limitar o acesso de desenvolvedores apenas na atual fase inicial ou se por força de contratos com emissoras e provedores de conteúdo, manter o Chromecast na rédea curta. E sabendo como os executivos de TV pensam, a segunda opção não é algo tão difícil de acontecer.

Rapidinha: enquanto desenvolvia este texto, o Google anunciou que o app do Chromecast agora está disponível também no iOS, permitindo o controle do dongle também através de iGadgets. Isso claro, se o dono já não tiver uma Apple TV.

Fonte: Ars Technica e The Verge.








26 Aug 18:10

Confirma-se que a Apple irá lançar iPhone Dourado

by Vítor M.
Segundo informações do site AllThingsD, a Apple vai adicionar à sua oferta na linha iPhone uma nova cor. Sim, estamos a falar no iPhone Dourado. As fortes informações que esta publicação tem dentro da Apple permitiu confirmar esta nova vertente de cor, o que, faz todo o sentido num smartphone com este prestigio. Fontes bem [...]