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10 Jun 15:02

Primeiras Estrelas e Matéria Escura: ciência faz novas descobertas

by noreply@blogger.com (Ronald Sanson Stresser Junior)



Os cientistas sabem agora quando se formaram as primeiras estrelas no universo
por Kristin Houser - Futurism ¹

As Primeiras Estrelas se formaram a 180 milhões de anos. Crédito da Imagem:  N.R.Fuller, National Science Foundation

Usando uma antena de rádio compacta, pesquisadores descobrem evidências dos sóis mais antigos do universo conhecido. Eles publicaram suas descobertas na Nature.

Quando olhamos para as estrelas, as vemos como elas eram e não como elas são. Isso ocorre porque a luz leva tempo para viajar de sua fonte para nossos olhos. Com telescópios poderosos, podemos ver diretamente as estrelas mais antigas do universo. Infelizmente, esses telescópios não existem.

Em vez disso, temos que confiar em evidências indiretas. Então, é isso que uma equipe de astrônomos da Universidade Estadual do Arizona (ASU), do Massachusetts Institute of Technology (MIT) e da Universidade do Colorado, em Boulder, decidiram encontrar. Sua pesquisa foi parte do Experimento para Detectar a Assinatura EoR Global (EDGES), financiado pela National Science Foundation (NSF)

Os pesquisadores postularam que as primeiras estrelas provavelmente mudaram a radiação eletromagnética de fundo do universo, também conhecida como microondas cósmicas de fundo (CMB). Embora eles soubessem o que estavam procurando - uma pequena mudança na intensidade dos sinais de rádio CMB, entre certos comprimentos de onda - achar isso não seria fácil, considerando todo o resto no universo.

"Fontes de ruído podem ser 10.000 vezes mais claras do que o sinal - é como estar no meio de um furacão e tentar ouvir a aba da asa de um colibri", disse Peter Kurczynski, um diretor de programa da NSF, em um comunicado de imprensa.

Com base em pesquisas anteriores, a equipe também sabia que as primeiras estrelas do universo lançavam grandes quantidades de luz ultravioleta (UV). Quando essa luz interagia com átomos de hidrogênio, ela absorvia fótons CMB, deixando um sinal nas radiofrequências; uma indicação de que as estrelas estavam se formando.

Usando uma antena de rádio personalizada, no deserto australiano, a equipe coletou dados de ondas de rádio até que, finalmente, encontraram o que procuravam: um mergulho claro na intensidade de CMB. Este mergulho indicou que sóis antigos surgiram cerca de 180 milhões de anos pós-Big Bang. Durante vários anos os pesquisadores verificaram e revisaram os dados antes de concluir sua validade.

"Encontrar este minúsculo sinal abriu uma nova janela no universo inicial", disse o principal investigador, Judd Bowman, cosmólogo da ASU, no comunicado de imprensa. "É improvável que possamos ver mais cedo, na história das estrelas, em nossa vida".

Não só essa descoberta nos dá um vislumbre das primeiras estrelas do universo, como também pode nos ajudar a resolver um dos seus maiores mistérios: a natureza da matéria escura.

O sinal no centro do projeto EDGES foi duas vezes mais intenso do que o esperado, indicando que os átomos absorventes de hidrogênio estavam mais frios do que os pesquisadores achavam que estaria. Uma possível explicação pode ser uma interação com a matéria escura.

"Se essa idéia for confirmada, então aprendemos algo novo e fundamental sobre a misteriosa matéria escura, que representa 85% da matéria no universo", disse Bowman. "Isso proporcionaria o primeiro vislumbre da física além do modelo padrão".

Mesmo sem a possível conexão com a matéria escura, a descoberta é inovadora. O time de follow-up , da equipe do projeto EDGES, tem planos para desenvolver ainda mais esta pesquisa notável já em andamento. 


Referências: The Guardian, National Science Foundation
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Fonte: 1- Futurism | Scientists Now Know When the First Stars Formed in the Universe (tradução livre)


10 Jun 13:35

Novo tratamento do Alzheimer restaura função da memória

by noreply@blogger.com (Ronald Sanson Stresser Junior)


Novo tratamento do Alzheimer restaura totalmente a função da memória - Pesquisadores australianos criaram uma tecnologia de ultra-som não-invasiva que limpa o cérebro das placas amilóides neurotóxicos responsáveis ​​pela perda de memória e pelo declínio da função cognitiva em pacientes com Alzheimer.


Se uma pessoa tem a doença de Alzheimer, isso é geralmente o resultado de uma acumulação de dois tipos de lesões – placas amilóides e emaranhados neurofibrilares. As placas amilóides ficam entre os neurônios e criam aglomerados densos de moléculas de beta-amilóide.

Os emaranhados neurofibrilares são encontrados no interior dos neurônios do cérebro, e são causados por proteínas Tau defeituosas que se aglomeram numa massa espessa e insolúvel. Isso faz com que pequenos filamentos chamados microtúbulos fiquem torcidos, perturbando o transporte de materiais essenciais, como nutrientes e organelas.

Como não temos qualquer tipo de vacina ou medida preventiva para a doença de Alzheimer – uma doença que afeta 50 milhões de pessoas em todo o mundo – tem havido uma corrida para descobrir a melhor forma de tratá-la, começando com a forma de limpar as proteínas beta-amilóide e Tau defeituosas do cérebro dos pacientes.

Agora, uma equipe do Instituto do Cérebro de Queensland, da Universidade de Queensland, desenvolveu uma solução bastante promissora. Publicando na Science Translational Medicine, a equipe descreve a técnica como a utilização de um determinado tipo de ultra-som chamado de ultra-som de foco terapêutico, que envia feixes de ondas sonoras para o tecido cerebral de forma não invasiva.

Por oscilarem de forma super-rápida, estas ondas sonoras são capazes de abrir suavemente a barreira hemato-encefálica, que é uma camada que protege o cérebro contra bactérias, e estimular as células microgliais do cérebro a moverem-se. As células da micróglila são basicamente resíduos de remoção de células, sendo capazes de limpar os aglomerados de beta-amilóide tóxicos.

Os pesquisadores relataram um restauração total das memórias em 75 por cento dos ratos que serviram de cobaias para os testes, havendo zero danos ao tecido cerebral circundante. Eles descobriram que os ratos tratados apresentavam melhor desempenho em três tarefas de memória – um labirinto, um teste para levá-los a reconhecer novos objetos e um para levá-los a relembrar lugares que deviam evitar.
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Nota: As informações e sugestões contidas neste artigo têm caráter meramente informativo. Elas não substituem o aconselhamento e acompanhamentos de médicos, nutricionistas, psicólogos, profissionais de educação física e outros especialistas. - Fonte: Ciência Online


10 Jun 13:34

Resiliência: Bonsai sobreviveu a bomba de Hiroshima e ainda floresce

by noreply@blogger.com (Ronald Sanson Stresser Junior)



O poder da resiliência: Esta árvore de bonsai, de 393 anos de idade, sobreviveu aos séculos, a explosão atômica de Hiroshima, e ainda floresce até hoje

O Bonsai de Yamaki - Crédito da imagem: Sage Ross, via Wikimedia Commons

Se quatro anos parecerem muito tempo, deixe-me ajudar a colocar as coisas em perspectiva.

A bela árvore de bonsai representada acima - vamos chamá-lo de "Bonsai de Pinheiro de Yamaki" - começou sua jornada pelo mundo por volta de 1625. Foi aí que a família Yamaki começou a treinar a árvore, trabalhando pacientemente, geração após geração, para podar a árvore transformando-o no pequeno e majestoso exemplar que é hoje.

Sem dúvida, ao longo dos séculos, o antigo bonsai testemunhou muitos dias, bons e maus, no Japão - foram alguns altos e baixos. Mas nada foi tão baixo quanto o que aconteceu em 6 de agosto de 1945, quando os Estados Unidos lançaram uma bomba atômica sobre Hiroshima, devastando a cidade e deixando 140 mil civis mortos. 

A bomba explodiu a 3 km da casa dos Yamaki. Mas desafiando as chances, o Pinheiro Yamaki sobreviveu à explosão. (Foi protegido por uma parede que cercava o berçário de bonsais dos Yamaki.) A família também sobreviveu à explosão, sofrendo apenas pequenos cortes de vidro voador.

Três décadas depois, em um ato de perdão bastante notável, a família Yamaki doou o pinheiro (juntamente com outras 52 árvores apreciadas) aos Estados Unidos, durante a celebração bicentenária de 1976. Entretanto, eles nunca disseram nada sobre os traumas pelos quais a árvore passou e sobreviveu. 

Somente em 2001, quando uma geração mais nova dos Yamakis visitou Washington, os cuidadores do United States National Arboretum aprenderam a história completa sobre a resiliência da árvore. A árvore sobreviveu ao pior do que o homem poderia jogar sobre ela. E manteve sua beleza intacta. Certamente você pode fazer o mesmo quando a vida coloca desafios menores em seu caminho.

Você pode ver mais de perto o Pinheiro Yamaki no vídeo abaixo:


Fonte: Open Culture (tradução/edição livre)


10 May 19:51

Incendiando a casa pra matar os cupins!

by As Cartas do Pai

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Rio de janeiro, 27 de Março de 2018

Pai,
Eu tava lembrando de uma charge sua, onde um juiz tentava colocar no Lula, a culpa de crimes da direita. Aqueles crimes que nunca ninguém foi punido! E como ele não estava envolvido em nada , o juiz fala que assim não vai ter como absolve-lo.
Pois é as coisas continuam assim na justiça brasileira.

Ontem o juiz que conduz este processo estava na TV, dando entrevistas. Virou pop star! O brasil anda realmente numa Roda Viva, aonde juiz finge que está julgando segundo as leis, jornalista finge que está entrevistando alguém! E cineasta finge estar fazendo uma obra de ficção. E no final estão todos fazendo a mesma coisa: Campanha partidária pra direita!
Mas o que mais me surpreende é ver que muita gente ainda acredita que o que este juiz está fazendo é combater a corrupção.
Eles já viram as denuncias contra o Mineirinho serem ignoradas, e sua irmã solta.
Já viram o Fora Temer ser impedido de ser investigado.
Viram a esposa e filha do Cunha serem liberadas pela justiça.
Este juizinho, recebeu os dados do MP da Suíça sobre as contas do Cunha e ignorou. Pra dar tempo dele concluir o Golpe na presidenta, pra só ai mandar prender, meses depois. E quando foi pegar os 221 milhões das contas dele, elas estavam zeradas! Competente ele né, pai?
Vi gente comemorando a recuperação de 654 milhões para a Petrobrás, enquanto a própria Fiesp mostra no seu site que a “lava jato” está tendo um impacto de 140 Bilhões na economia brasileira.
Tão incendiando a casa pra matar os cupins! Só que estão fazendo isso com os moradores dentro! E pior estão salvando os cupins…
Vamos ver o que vai sobrar da casa, né! O que vai sobrar do país!
Um beijo
Ivan

10 May 19:51

Mais um assassinato!

by As Cartas do Pai

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Rio de janeiro, 20 de Março de 2018

Pai,
estou triste, muito triste!
Mais uma vítima, pai, mais uma vítima!
Vítima que jurou defender as leis, a constituição. Que queria um lugar mais tranquilo pra se viver. Uma pessoa que por causa do seu trabalho foi morta a tiros! Com 37 anos!
“Quantos mais vão precisar morrer pra que essa guerra acabe?”
Ontem, Rogério Lima dos Santos, policial do batalhão de Queimados, aqui no RJ, e foi morto em uma troca de tiros com bandidos.
Como vai ficar sua família?
Quem vai ajudar desta vez?
Semana passada, a vítima foi exatamente uma pessoa que ajudava essas famílias, pai. Marielle coordenava comissão de apoio a famílias de policiais mortos, na Câmara dos Vereadores.
A morte dela foi notícia no mundo todo!
Aí apareceu um monte de gente falando que morre gente todo dia, e que não entendia por que estava tendo esta comoção toda por ela.
Perguntei se sabiam porque o assassinato do Ghandi ou do Martin Luther King teve mais repercussão do que os das pessoas que eles defendiam?

Expliquei que foram pessoas que levantaram a voz contra as injustiças, tiveram a coragem que a maioria não tem, por isso se destacaram e por isso suas mortes tiveram mais repercussão!
Perguntei se tinham a coragem que a Marielle teve, e se topavam entrar nesta briga, mas ninguém respondeu! Estranho né!?

Vi que quem pergunta sobre indignação com policial morto, não vai pra rua nem por um nem por outro, fica em casa reclamando, e só!
Não foram pra rua pela Marielle, não foram pra rua pelo Rogério, não vão pra rua por ninguém.
Um beijo do seu filho que vai pra rua,
Ivan

13 Apr 14:48

CIRCO SDRUWS

by Saudades do Rio

 
Em 1969, o irreverente Juca Chaves, montou o Circo SDRUWS, na Lagoa, em frente à Favela da Catacumba. O programa inaugural constou de uma tarde de coquetel para a crítica e favelados, na noite seguinte uma sessão beneficente em traje de gala, e no dia subsequente funcionamento normal para o público pagante. A noite para os críticos teve entrada franca: “única maneira dos críticos assistirem o espetáculo”. Na estréia exigiu traje a riogor, “pois é um teatro”.

 
Conforme o próprio Juca, o nome do circo era uma sigla: S de "snob", D de "divino Dener”, R de "ralé", U de "uanderful", W de "water-closet", S de "Sdruws mesmo". Este nome, segundo o Juca foi escolhido numa lista tríplice. Os outros dois eram N.S. Aparecida e Estrela Dalva, propostos por um grupo de 14 agências de publicidade...

 
Juca contou que convidara para o circo políticos, empresários e também pessoal da alta-sociedade carioca, e antes da primeira apresentação resolveu reunir os líderes da favela para lhes falar com franqueza, indo direto ao assunto: "Vim aqui para saber como vai ficar o negócio do roubo!" - Uma mulher baixinha, morena (líder da favela), foi logo respondendo com firmeza: "Olha aqui seu Juca, nós entendemos a sua preocupação e lhe agradecemos pela sinceridade, mas pode o senhor ficar tranquilo, porque a nossa comunidade já se garantiu e pediu proteção à polícia!”

 
O “Senta que o Leão é manso” no “Gran Circo Sdruws”, tinha reservas pelo telefone 257-2603 como podemos ver no anúncio acima.

 
Dizia o Juca que “para entrar de graça, só se lavar o elefante”. Além de música de câmara e uma banda, só trabalhava o Juca. Segundo ele, montar o circo na Lagoa foi para ajudar a região tão abandonada. Foi preciso fazer obras de infraestrutura como colocar rede de esgoto e canalizações, para haver água e banheiros. O ar era “condicionado natural”: levanta-se a lona e entra aquele ventinho...

 
Para uma mulher que certa feita reclamou: “Está chovendo água da lona!”, Juca respondeu: “Também, pelo preço da entrada que a senhora pagou queria que chovesse uísque escocês?”

 
Com o sucesso do Circo Sdruws, Juca se animou a aumentar o empreendimento, projetando montar no mesmo local o JuCabaré ou Juca Bar E: seria um “misto de bar-dancing, dentro do espírito mais cafona, com luzes vermelhas, verdes e amarelas piscando sobre mesas cobertas por toalhas plásticas e um tremendo elefante vermelho reluzindo na parede. Fundo musical de cabaré, como não podia deixar de ser, será restrito a boleros, à tragédia dos tangos e ao pranto esganiçado das guarânias”.

 
Não sei se o cabaré chegou a funcionar.


13 Apr 11:57

Pão de fruta-pão

by Neide Rigo
Continuação do post anterior

PÃO DE FRUTA-PÃO 


200 g de levain reformado e borbulhante*

200 g de fruta-pão cozida 

200 ml de água – corrija na hora de fazer de acordo com a umidade do legume e a marca da farinha usada 

½ colher (sopa) ou 10 g de sal

500 g de farinha branca (prefira Paullinia ou Biorgânica - procure no Instituto Feira Livre ou Instituto Chão)**


**variação – 300 g de farinha branca + 200 g de farinha integral ou de centeio. Corrigir a água. Se quiser, acrescente nozes etc



Bata no liquidificador o levain e a fruta-pão com a água. Passe para uma tigela e junte a farinha de trigo de uma só vez. Vá acrescentando mais água se for preciso para fazer uma massa homogênea e um pouco pegajosa como massa de pão de queijo.

Passe para uma tigela de vidro ou plástico limpa e untada com azeite, feche bem e espere 30 minutos.

Faça dobras na massa, espichando e dobrando para cima como se fosse um embrulho.  Espere meia hora.  Neste momento, se quiser, pode sovar por 10 min, na batedeira com gancho.

Repita as dobras. Cubra e espere 30 minutos. 

Repita as dobras. Cubra e espere 30 minutos. 

Modele e coloque numa cestinha com pano enfarinhado. Cubra com plástico e espere crescer por cerca de 2 horas ou até que ao enfiar o dedo a massa retorne rapidamente à posição inicial.

Preaqueça o forno a 250 ºC (e, dentro dele, uma panela de ferro / barro e sua tampa, se for usar)

Coloque a massa na panela (só enfarinhada), tampe e deixe assar por 20 minutos.

Destampe, abaixe a temperatura para 230 ºC e deixe assar mais 20 ou 30 minutos.


A depender da temperatura ambiente - em dias mais quentes, pode fazer mais dobras e com intervalo menor – no mínimo de 10 minutos. 

Para responder às suas dúvidas sobre o levain e a técnica de assar com vapor, com ou sem panela, veja a postagem sobre o levain do zero ao pão rústico:

Para ver a postagem sobre o pão de forma - para quem não tenha um forno que aqueça a 250 ºChttps://come-se.blogspot.com.br/2017/05/pao-de-forma-integral-com-fermentacao.html


E aqui, outros pães de forma com legumes:


 Para reformar o levain - de 6 a 24 horas antes de fazer o pão 


50 g de isca que estava na geladeira
100 ml de água

150 g de farinha de trigo branca, de preferência orgânica  

Usar 200 g e guardar o restante na geladeira de isca 

Tire a isca da geladeira, dilua com a água em temperatura ambiente, acrescente a farinha, misture bem pra ficar uma massa pastosa. Se precisar, junte mais água ou mais farinha. Feche com plástico e espere fermentar em temperatura ambiente até ficar borbulhante.  Use a quantidade que precisa e guarde o restante em pote fechado na geladeira (deixe sempre pelo menos 50 g).  
Caso precise de mais levain (para um pão maior), basta aumentar farinha e água da reforma e esperar fermentar. Espere ficar bem aerado (em tempo de calor, deve demorar umas 6 horas)  e use em até 24 horas (com o passar do tempo aumentam as chances de estragar fora da geladeira).   
Mesmo que o fermento cresça e abaixe, em até 24 horas depois de reformado, ainda estará bom para usar, sem precisar reformar. Guarde a  isca sempre na geladeira, em vidro fechado com plástico e elástico  ou com tampa de rosca mas sem rosquear  totalmente.
11 Apr 13:44

Fechadura eletrônica com Arduino e RFID

by Giovanni Bauermeister

A tecnologia RFID (Radio Frequency Identification) já está presente em nosso meio a um bom tempo. RFID pode ser visto no dia-a-dia, por exemplo em ônibus quanto passamos o cartão da passagem, quando saímos do estacionamento do shopping ou quando passamos na catraca da empresa. Basta aproximar o cartão RFID de um leitor e uma ação será realizada. Outras áreas de aplicação são: identificação de produtos em armazéns, rastreamento de cargas, identificação de animais e até mesmo para armazenamento de dados pessoais.

RFID

Aprenda neste tutorial como fazer uso desta tecnologia montando um sistema de abertura de caixa usando uma mini trava elétrica solenoide, Arduino e leitor RFID. Você poderá ir além aplicando os conceitos deste projeto na gaveta da estante, porta do armário ou em qualquer compartimento onde você queira fazer o controle de acesso usando uma trava elétrica e um cartão RFID.

Material Utilizado

Para o circuito da trava elétrica com RFID vamos utilizar o seguinte material:

Visite nossa loja parceira FILIPEFLOP onde você pode encontrar esses materiais.

Funcionamento da Trava Elétrica Solenoide

A trava elétrica solenoide funciona aplicando uma tensão de 12V em seus terminais. Então o pino da trava é recolhido, mantendo-se na posição enquanto a tensão estiver sendo aplicada. Quando não há tensão, o pino volta ao seu estado normal. A trava foi testada também com uma fonte de 9V e notou-se apenas que a força de recolhimento foi reduzida, mas não impediu o funcionamento.

Como o Arduino trabalha em seus pinos apenas com 5V e uma corrente relativamente baixa (20mA) para acionamento de dispositivos, um relé pode ser usado para acionar dispositivos que requerem mais de 5V e correntes maiores como é o caso da trava elétrica solenoide. A trava elétrica solenóide precisa de 12V e 600mA para funcionar corretamente.

Conexão do leitor RFID no Arduino

O módulo RFID utiliza o protocolo de comunicação SPI e pode ser facilmente conectado ao Arduino da forma indicada na tabela abaixo:

Montagem do Circuito trava elétrica com RFID

O relé possui dois contatos, um normalmente aberto (Normal Open – NO) e outro normalmente fechado (Normal Closed – NC). Na montagem do circuito utilizamos o contato NO, assim, quando colocamos a porta digital do Arduino conectada ao pino S(Signal) do relé em HIGH(nível alto), o contato NO se fecha ativando a trava solenoide. Também foi colocado na proto-board um LED vermelho e outro verde para indicar o estado da trava.

Realize as conexões conforme o circuito a seguir:

RFID

Utilizamos também 2 LEDs, vermelho e verde, para indicar quando a fechadura está aberta e fechada.

Programação Arduino com leitor RFID e trava elétrica

Para que o Arduino comunique com o módulo RFID é necessário instalar a biblioteca MFRC522 pelo Gerenciador de Bibliotecas. Para isso clique em Sketch -> Incluir Biblioteca -> Gerenciador de Bibliotecas…

No campo de pesquisa procure por mfrc, selecione a biblioteca MFRC522 by GithubCommunity e clique em Instalar.

Então copie e cole o código abaixo na IDE Arduino

//Programa: Sistema de trava eletrica com RFID
#include <SPI.h>
#include <MFRC522.h>
 
#define SS_PIN 10
#define RST_PIN 9
MFRC522 mfrc522(SS_PIN, RST_PIN);   // Create MFRC522 instance.

void setup() 
{
  Serial.begin(9600);   // Inicia a serial
  SPI.begin();      // Inicia  SPI bus
  mfrc522.PCD_Init();   // Inicia MFRC522
  Serial.println("Aproxime o seu cartao do leitor...");
  Serial.println();
  pinMode(2, OUTPUT);
}

void loop() 
{
  // Procura por cartao RFID
  if ( ! mfrc522.PICC_IsNewCardPresent()) 
  {
    return;
  }
  // Seleciona o cartao RFID
  if ( ! mfrc522.PICC_ReadCardSerial()) 
  {
    return;
  }
  //Mostra UID na serial
  Serial.print("UID da tag :");
  String conteudo= "";
  byte letra;
  for (byte i = 0; i < mfrc522.uid.size; i++) 
  {
     Serial.print(mfrc522.uid.uidByte[i] < 0x10 ? " 0" : " ");
     Serial.print(mfrc522.uid.uidByte[i], HEX);
     conteudo.concat(String(mfrc522.uid.uidByte[i] < 0x10 ? " 0" : " "));
     conteudo.concat(String(mfrc522.uid.uidByte[i], HEX));
  }
  Serial.println();
  Serial.print("Mensagem : ");
  conteudo.toUpperCase();

  if (conteudo.substring(1) == "F3 DE 90 55") //UID 1 - Cartao
  {
    Serial.println("Ola FILIPEFLOP !");
    Serial.println();
    digitalWrite(2, HIGH); // ativa rele, abre a trava solenoide
    delay(3000);           // espera 3 segundos
    digitalWrite(2, LOW);  // desativa rele, fecha a trava solenoide
  }  
}

O código funciona da seguinte maneira: quando o Arduino reconhece a tag do leitor RFID correto, ele aciona o relé por 3 segundos. O relé por sua vez, fecha o contato entre a fonte de 12V e a trava elétrica recolhendo o pino da trava. Após 3 segundos o relé abre contato e a trava volta ao seu estado normal. A mesma saída do Arduino que aciona o relé, é usada para acionar um LED verde e outro vermelho.

Esse projeto pode ser facilmente modificado de acordo com suas necessidades. Por exemplo você pode trocar o leitor RFID por um teclado matricial de 16 teclas e programar uma senha para abrir a trava. E indo além, você pode implementar um display LCD que mostra a identificação da pessoa dona do cartão.

RFID

Quer aprender ainda mais sobre Raspberry Pi? Acesse nossos conteúdos aqui :)

 

Este artigo Fechadura eletrônica com Arduino e RFID foi originalmente publicado em Fazedores. [CC-BY-SA]

02 Apr 15:57

É mentira, Terta? - flor que se cheire

by none
O gênero Rafflesia, consistindo atualmente de cerca de 28 espécies conhecidas de plantas parasitas do Sudeste Asiático, foi descrito pela primeira vez em 1820 pelo botânico britânico Robert Brown - o descobridor do movimento browniano.

As Rafflesia não têm folhas, caules nem raízes verdadeiras, parasitando cipós do gênero Tetrastigma do qual suga a seiva por meio de estruturas especializadas denominadas haustórios. A espécie R. arnoldii possui uma das maiores flores do mundo, com mais de 1 metro de diâmetro (mesmo a espécie com a menor flor conhecida, R. baletei, tem um órgão reprodutivo com respeitáveis 12 cm de diâmetro).

Além da redução extrema das porções vegetativas, a alta especialização e modificação e o fato de apresentar um alto grau de transferência horizontal - cerca de 3% do genoma nuclear e 50% do mitocondrial parecem ter origem do hospedeiro - tornam sua classificação especialmente complicada. Análises genéticas indicam que pertençam à ordem Malpighiales (que inclui de violetas a maracujazeiros e outras 16 mil espécies conhecidas) e possivelmente esteja aninhada dentro da família Euphorbiaceae - que, em contraste com as Rafflesia, possuem flores bem mais modestas, entre 0,07 e 2 cm (Barkman et al. 2004; Davis & Wurdack 2004; Davis 2008).

Figura 1. Flor e botões de R. arnoldii. Fonte: Wikimedia Commons.
Mas um aspecto que talvez seja o mais distintivo seja a intensa cor vermelha salpicada de pontos brancos e o pungente cheiro de carne pútrida das flores. (Fig.1)

Beaman et al. 1988 descreveram o processo de polinização da R. pricei. As flores são visitadas por moscas verejeiras dos gênero Lucilia e Chrysomya.

As moscas, especialmente as fêmeas, visitam as flores machos, voando em seu interior aleatoriamente até encontrarem a coluna central com os estames. As moscas sobem, guiadas por uma fenda, até as anteras, que grudam massas de polén no tórax dos insetos.

Para testar o efeito das cores e do odor, Beaman et al. 1988 cobriram algumas flores fêmeas com tecido escuro - mantendo a abertura da região do diagrama - e cobrindo com folhas secas e outras com filme plástico transparente. Aparentemente tanto as cores (e os padrões visuais) e o cheiro são importantes para atrair moscas. Não devendo ser uma mera coincidência que as flores lembrem a corpos de tetrápodos terrestres (em particular mamíferos) em decomposição.

Talvez não seja a flor mais popular para se dar no dia dos namorados. E nem deveria. Lamentavelmente, as Rafflesia e espécies próximas estão seriamente ameaçadas de extinção por perda de hábitat.
01 Apr 13:34

Posters de fã imaginam A Nova Geração em filme de Tarantino

by Ralph Pinheiro

Um conjunto de pôsteres feitos por fã que se intitula “Fly Nebula” na Deviant Art (via Geeks Are Sexy), feitos em dezembro passado, foram publicados logo após a notícia de que Quentin Tarantino estaria interessado num filme Star Trek. Os cartazes vislumbram como um filme de A Nova Geração poderia ser promovido pelo cineasta.

Na Deviant Art temos os cartazes dos personagens Jean-Luc Picard, William T. Riker, Geordi LaForge, e Miles O’Brien. Eles lembram um pouco com o cartaz do filme Logan.

 

23 Mar 23:20

BANGU

by Saudades do Rio
 
A foto, do acervo do Correio da Manhã, mostra a Rua Istambul em 1966, nas vizinhanças do Estádio de Moça Bonita, em Bangu.
 
1966 foi o ano em que o Bangu foi campeão carioca de futebol pela última vez.
 
Lembro de ter ido algumas vezes a este estádio, mas para assistir ao time juvenil do Flamengo. Era preciso acordar bem cedo, pois levava quase uma hora para ir da Zona Sul até lá. Os jogos começavam às 9h15 da manhã e o gramado ainda estava úmido devido ao sereno da noite.
 
 

23 Mar 15:07

Sobremesas com Ferrero Rocher para a Páscoa

by Chris Benseler

Quer surpreender os convidados no almoço em família? Confira três receitas irresistíveis com Ferrero Rocher que deixarão sua Páscoa ainda mais deliciosa. Spoiler: chocolate é o que não vai faltar!

Bolo Glaceado

ETAPA 1 – O Bolo

  • 4 ovos
  • 200g de açúcar
  • 180ml de leite
  • 180g de manteiga derretida

Misture os ovos e o açúcar na batedeira. Adicione o leite e a manteiga misturando até incorporar.

Misture os ingredientes secos:

  • 200g de farinha de trigo
  • 40g de cacau em pó
  • 2 colheres de chá de fermento em pó

Reserve.

Incorpore os secos à massa e misture até ficar homogênea. Acrescente 100g de avelãs em lasca e misture.

Unte a forma com manteiga e forre com papel manteiga.

Leve ao forno pré aquecido por 1 hora a 200°C

ETAPA 2 – Mousse de chocolate

Misture 300g de chocolate ao leite e 200g de creme de leite.
Adicione 300g de chantilly batido e 50g de cacau em pó. Misture até incorporar.

ETAPA 3 – Glaceado

  • 150ml de água.
  • 375g de açúcar.
  • 100g de glucose.
  • 150g de chocolate em pó
  • 300g de creme de leite.
  • 20g de gelatina hidratada e aquecida.

Adicione à água junto do o açúcar e a glucose. Mexa em fogo baixo até a calda atingir o ponto fino.
Junte o chocolate em pó e acrescente 300g de creme de leite. Aqueça 20g de gelatina hidratada e misture com os outros ingredientes.
Reserve.

ETAPA 4 – Montagem

Cubra o bolo com mousse, nivele com uma espátula e leve para gelar.
Banhe com a glaçagem.
Decore com 300g de avelãs trituradas e finalize com um toque especial de Ferrero Rocher.

Tartelette de avelãs Ferrero Rocher

Ingredientes

  • 220g de farinha de trigo
  • 40g de cacau em pó
  • 80g de açúcar
  • 120g de manteiga sem sal
  • 3 gemas

Modo de preparo

Misture todos os ingredientes em uma tigela e amasse até ficar homogêneo.
Com a massa pronta, forre uma forma para torta de falso fundo, para facilitar na hora de desenformar.
Fure a massa várias vezes com um garfo e leve para assar em forno a 170 °C por aproximadamente 20 minutos, ou até que fique crocante.

Ganache

  • 350 g de chocolate amargo
  • 350 g de creme de leite

Derreta o chocolate em banho maria e misture em seguida o creme de leite. Depois é só rechear a torta com a ganache e decolar com avelãs e bombons Ferrero Rocher.

Le Petit

ETAPA 1 – Massa de chocolate

  • 4 ovos
  • ½ xícara de açúcar

Bata até dobrar de volume.

  • 1 xícara de farinha de trigo.
  • 1 colher (sobremesa) de fermento em pó.
  • 1 cholher (sopa) de chocolate em pó.

Misture e adicione à massa. Mexa até ficar homogêneo.

  • 2 colheres (sopa) de manteiga derretida e fria.

Mexa até incorporar. Unte a forma com manteiga e sal e coloque papel manteiga. Nivele e leve ao forno a 160°C, por 20 minutos.

ETAPA 2 – Crocantes de avelã

  • 200g de açúcar em fogo médio.
  • Acrescente 5 colheres (sopa) de mel.

Mexa até obter uma mistura de cor âmbar. Acrescente 2 colheres (chá) de bicarbonato de sódio.

  • 200g de avelã sem casca, torradas e trituradas.

Misture bem. Unte um aro retangular com manteiga e despeje o caramelo. Ajeite as laterais.

ETAPA 3 – Chantilly ao leite

  • 200g de chantilly batido.
  • 1 colher (sobremesa) de chocolate em pó.

Mexa até ficar homogêneo.

ETAPA 4 – Mousse de chocolate

  • 200g de chantilly batido.
  • 200g de chocolate ao leite derretido.
  • 100g de creme de leite.

Misture bem. Junte aos 200g de chantilly batido e misture até ficar homogêneo.

ETAPA 5 – Acabamento

Em uma folha de acetato despeje o chocolate ao leite. Faça uma placa de chocolate e deixe secar completamente.
Corte o bolo no formato retangular. Desenforme a massa e passe mousse sobre o crocante de avelãs.
Fatia do bolo no mesmo formato por cima. Acrescente uma camada de mousse e leve para gelar.
Desenforme e decore com chantilly. Apoie a placa de chocolate e faça outra gota de chantilly em cima.
Finalize com um Ferrero Rocher.

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23 Mar 15:07

GC Grilled Cheese Brothers: o melhor “queijo quente”

by Chris Benseler

Depois de muuuito tempo passando vontade, conseguimos ir conhecer (e comer as delícias) do GC Grilled Cheese. Fazia tempo que queríamos ir, na verdade desde a época em que era um food truck e se chamada QG Foot Truck. A idéia: servir “queijo quente” com queijos especiais e combinações com carnes, molhos e saladas. É muito bom! Ah, vale a pena ler um pouco da história do GC, que passa entre outras coisas pela ida ao Shark Tank Brasil e tem como um dos donos o radialista Edu Parez – pra quem, como nós, é de São Paulo e gosta de rock’n roll, reconhece fácil a voz dele. Aliás, logo de cara fomos recepcionados por ele, absolutamente gentil, simpático e explicando como funciona tudo por ali. Ponto muito positivo!

GC Grilled Cheese - cardápio
O cardápio

Pedimos para começar o Ultimate Pork e o Super Charger

Ultimate Pork: queiojo gruyere com pernil desfiado e coleslaw (R$26,90)

 

Supercharger: queijo reno com carne louca e Mac’n Cheese (R$26,90)

Depois finalizamos com o Favorite

GC Grilled Cheese - Favorite
Favorite: queijo emmental, com tomate, manjericão e mel (R$19)

Os sanduíches são beeeem gostosos e bem servidos (o pão usado não é um pão de forma “comum”, é especialmente feito para o restaurante, bem maior que o normal). Os queijos todos são bem gostosos, as combinações são boas, vêm tostadinho. É bem aquele estilo que a gente vê em filmes e séries americanas (pra quem leu sobre como o food truck começou, vem de lá a influência).

GC Grilled CHeese - conta
A conta deu R$91 para 2 pessoas, com os 3 lanches, uma água, um refrigerante e uma cerveja

Ainda faltam opções de sobremesa (mas parece que em breve isso mudará!), mas esse é o único porém. A visita vale muito a pena. O restaurante fica na Rua João Ramalho, em Pinheiros, quase esquina com a Aryur Azevedo. Para saber mais vejam o Facebook e o Instagram!

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23 Mar 13:44

Rambo & Tarzan the Jack Russell Terriers

by Dogs

This is Rambo and Tarzan, a 2 and 5 year old male Jack Russell Terriers from Walvis Bay, Namibia. Rambo was alone for two years, after much consideration we decided to get him a brother, scared initially of conflict, but just after two days they were on the grass and inseperable! The love of an animal goes a long way. Photo sent by Amy Theron.

19 Mar 12:25

3096 - Mitologia antinupcial

by obiscoitomolhado


O  BISCOITO  MOLHADO

Edição 5356 FM                           Data: 15 de Março de 2018


FUNDADOR: CARLOS EDUARDO NASCIMENTO - ANO: XXXV



                OS 12 TRABALHOS DE HÉRCULES

Eis uma série de episódios antigos ligados entre si por uma narrativa contínua, relativa a uma penitência que teria sido cumprida por um dos maiores heróis gregos, Héracles, mais conhecido pela romanização como Hércules. Seria um ciclo fixo de 12 trabalhos, constantes de um poema épico, perdido no tempo, que teria ocorrido no ano 600 a.C. Não são trabalhos contados em um único lugar, foram reunidos de modo a que seis deles se passaram no Peloponeso e terminaram com a consagração de Olímpia. Os outros seis seguiram o mesmo modelo: Hércules era enviado para matar, subjugar ou buscar uma planta ou animal mágico, para Euristeus, representante de Hera. Foram tarefas que só podiam ser executadas por alguém com força sobre-humana.

Hércules era filho de uma mortal com Zeus, o mais importante dos deuses do Olimpo. Seu nascimento provocou a ira de Hera, esposa oficial de Zeus. Por vingança, Hera mandou duas serpentes matarem o recém-nascido que, sem grande esforço, matou as duas serpentes, revelando ter uma força descomunal. Hércules cresceu, mas Hera continuou a persegui-lo, usando seus poderes para leva-lo a um estado de loucura, que o fez matar a esposa Megara, filha de Creonte, e os três filhos .Quando se deu conta do que havia feito, isolou-se fugindo para o campo, tendo sido encontrado por seu primo Teseu, que o convenceu, já com a  razão recuperada,   procurasse  o Oráculo  de Delfos – o mais famoso templo de consulta às divindades gregas, para obter orientação sobre como enfrentar a tragédia. O Oráculo mandou-o entregar-se por 12 anos como servo de Euristeus, rei da cidade de Micenas, o homem que ele mais odiava, por haver herdado o direito de nascença. Zeus, que havia engravidado Alcmene, proclamou que o próximo filho a nascer, da casa de Perseu, seria coroado rei de Micenas. Hera, ao descobrir o caso, fez com que Euristeus nascesse prematuro, de sete meses, antes do nascimento do filho de Hércules com Alcmene. O rei ordenou-lhe o cumprimento de 12 tarefas, para que Hércules se redimisse das mortes cometidas e, também, para elevá-lo à condição divina, tornando-se imortal ao fim da jornada.

Em seu trabalho, Hércules teve a companhia de um jovem sobrinho, que o ajudou. Os trabalhos, pela ordem estabelecida foram:

1 -  No Peloponeso, Hércules  estrangulou o Leão de Nemeia, o maior do mundo, filho dos monstros Ortros e Equidana, que os habitantes do lugar não conseguiram executar, que seria furar o couro do animal, com suas próprias garras. Hércules usou o couro como vestimenta, convertendo-se na Constelação do Leão.

2- Matou a Hidra de Lerna, monstruosa filha de duas grotescas criaturas:. Uma serpente com corpo de dragão de nove cabeças, uma delas imortal e parcialmente de ouro, que se regeneravam. Logo que cortadas, emitiam um vapor que matava quem estivesse por perto. O sobrinho de Hércules queimava as cabeças para evitar sua reprodução. A deusa Hera enviou ajuda à serpente – um enorme caranguejo, que foi esmagado por Hércules, convertendo-o na Constelação de Câncer. Depois, banhou suas flechas com o sangue da serpente, para que ficassem envenenadas.

3 – Alcançou, correndo, a Corça de Cerineia, um animal lendário com chifres de ouro e pés de bronze. Era Taigete, ninfa que, para fugir da perseguição de Zeus, foi transformada por Ártemis no animal. Hércules perseguiu a corça durante um ano até que exausta, foi atingida por uma flecha. Ferida, foi levada nos ombros do herói até o reino de Euristeus.

4 – Capturar vivo o javali de Erimanto, que devastava os arredores. Ao ver o animal nas costas de Hércules, Euristeus teve medo, escondendo-se dentro de um caldeirão. As presas do animal foram mostradas no templo de Apolo, em Cumas.

5 – Em apenas um dia, Hércules limpou os currais do rei Áugias, que cercava três mil bois e, durante 30 anos, jamais haviam sido limpos. O odor era insuportável,  devido  a um gás mortal que exalavam. Para o trabalho, Hércules teve  que desviar dois rios.

6 – Com suas flechas envenenadas, matou no lago Estínfale alguns monstros, cujas asas, cabeças e bicos eram de ferro. Pelos seus gigantescos tamanhos, interceptavam, em seus voos, a passagem dos raios do Sol. Outros monstros foram expulsos para outras terras distantes.

7 -A tarefa era Hércules levar o touro de Creta, vivo, até Euristeus, que, por sua vez, o entregaria a Hera. O touro era enraivecido e aterrorizava o povo da ilha de Creta, pois Poseidon, o deus dos mares, o havia oferecido em sacrifício ao rei Minos, que não teve coragem de matar o animal bonito e forte. Hércules capturou-o e seguiu montado no animal.

8 – Castigou Diômedes, rei da Trácia, filho de Ares, possuidor de cavalos que vomitavam fogo, e a que ele dava a comer os estrangeiros que eram levados pelas tempestades. Hércules entregou Diômedes à voracidade de seus próprios animais.

9 –Hipólita, rainha das amazonas, tribo de mulheres guerreira que viviam perto do Mar Negro, tinha um belo cinto que era desejado pelas filhas de Euristeus. Héercules foi incumbido de conseguir o cinto. Hera incitou as amazonas à resistência, porém elas foram abatidas por Hércules, que se apossou do objeto desejado.

   10 – Matou o gigante Genão, monstro de três corpos, seis braços e seis asas, tomou-lhe os bois que estavam guardados por um cão de duas cabeças e por um dragão de sete.

   11 – O penúltimo trabalho de Hércules foi colher os pomos de ouro do jardim das Hespérides, após matar o dragão de 100 cabeças, que os guardavam. O dragão foi abatido por Átila, a seu pedido. Durante o trabalho, ele sustentou  o céu nos ombros, no lugar do Titã.

  12 – O último trabalho consistiu em trazer do mundo dos mortos o seu guardião, o cão Cérbero. Hades o autorizou a levar o animal de três cabeças  e cauda em forma de serpente para o cimo da Terra, sob a condição de domá-lo sem usar armas. Hércules lutou com o cão usando apenas a força dos braços, quase o sufocou, ao dominá-lo. Levou-o a Euristeus que, com medo, ordenou-lhe que devolvesse o animal ao inferno.

Após o último trabalho, Hércules casou-se com Djanira. Numa viagem o centauro Néssus tentou violentá-la, mas foi morto por Hércules. Entretanto, antes de morrer e disposto a se vingar, disse a Djanira que seu sangue era um elixir do amor, aconselhando-a guardar um pouco, caso o marido deixasse de amá-la. Quando Hércules se apaixonou por outra mulher, a esposa mandou-lhe um manto com gotas do sangue,  que iria matá-lo. Seu corpo foi queimado numa pira, porém sua essência elevou-se ao Olimpo, a morada dos deuses.






16 Mar 13:09

Buddy Lee the Wheaten Terrier

by Dogs

This is Buddy Lee, an 8.5 year old male Wheaten Terrier from Greensboro, NC. This is a photo of my dog, Buddylee.  He loves sleeping upside down, and he'll often sleep up against a wall with his feet up. His favorite chair position is head hanging down, and ears flopped over. Photo sent by Beth.

 

16 Mar 12:27

COLÉGIO ANGLO-AMERICANO

by Saudades do Rio


 
Hoje temos três fotos do Colégio Anglo-Americano na época em que ficava na Praia de Botafogo (na esquina ficava a Sears, a seguir o Banco do Brasil e o terceiro prédio era o do colégio). A primeira e terceira são do acervo do Correio da Manhã e mostram o belo prédio. Na segunda foto, de Kurt Klagsbrun, podemos ver a extensa fila de pedestres, que aguardava a inauguração da Sears, se estendendo em frente ao Anglo-Americano.

Este colégio é originário da British American School, do começo do século XX. A professora inglesa Marguerite Coney veio para o Rio  lecionar na "Graded School", indo morar numa pensão estrangeira, onde conheceu o também educador Ricardo Ligonto, com quem se casou em 1918.

Como a “Graded School” não aceitava crianças brasileiras e este fato a desagradava, eles fundaram seu próprio colégio, em 1919, no prédio alugado à Light & Power, na Praia de Botafogo nº 482. Em 1929 o colégio foi transferido para o nº 374 da Praia de Botafogo, antigo palacete do Barão de Alegrete, onde até 1927 estivera o Colégio Aldridge.

Cresceu a fama do colégio graças ao bom ensino e às belas instalações que incluíam uma piscina e um ginásio equipado com o que de melhor e mais moderno havia para a prática de esportes.

A revista “O Malho”, em janeiro de 1930, publicou nota enaltecendo as atividades do colégio: “O desenvolvimento das aulas de Educação Física e a obrigação em que estão todos os seus alunos de estudar o Inglês e o Francês, em todas as classes, mesmo as primárias, além da preocupação do colégio em habilitar as senhoritas que fazem o Curso Comercial a serem admitidas como secretárias e correspondentes das grandes companhias americanas que dia a dia se multiplicam no Brasil.”

Durante a 2º Guerra Mundial, como Getúlio Vargas decretou a nacionalização das instituições estrangeiras, o British American School mudou seu nome para Colégio Anglo-Americano e a direção passa para o Dr. Frederico Ribeiro. Depois assumiram a direção o Dr. Alberto Correia de Almeida e o Prof. Ney Suassuna.

É importante assinalar o depoimento de um ex-aluno, o nosso prezado Conde di Lido: “O Anglo-Americano foi meu primeiro colégio, quando cheguei de São Paulo. Preterido pelo Santo Inácio por ser filho de desquitada, fui parar no Anglo até o 4º ano primário. Tinha um ótimo ginásio poliesportivo, uma piscina semiolímpica e alojamento para alunos internos com toda a estrutura para tal como refeitório, banheiros, vestiários etc... Em matéria de ensino deixava muito a desejar mas nos esportes era imbatível. No Anglo a nossa musa era a Norma Blum, que era filha do professor de inglês Mr. Blum e era uma gracinha. Não sei o que ela fazia por lá, mas estava sempre enfeitando o ambiente. Outra lembrança eram as sungas e os maillots azul-marinho que os rapazes e moças usavam para a piscina. Eram de lã, adquiridos no "A Colegial". Pinicavam uma barbaridade!

Outra coisa interessante eram os vestiários que ficavam no pátio, acima dos banheiros. O masculino ficava à direita e o feminino à esquerda. Na parede que separava os dois os "arquitetos" colocaram um basculante de vidro canelado que se abria ao menor esforço. Já viu, né? A gente empilhava os bancos, subia na pilha e forçava o basculante até dar uma brecha para ver as meninas trocarem de roupa. Deve ter sido uma das maiores emoções das nossas vidas àquela época. O pátio era de terra batida e a gente cavava buracos para jogar bola de gude. As brigas dentro deste ônibus eram homéricas.”

O prédio do Anglo-Americano na Praia de Botafogo foi vendido para a Shell em 1974 e foi ao chão em 1977.


16 Mar 12:23

JONN´S

by Saudades do Rio

 
No final da década de 60, ali por 1967, começaram a aparecer os "traillers" da Jonn´s Gêneros Alimentícios Ltda, para a venda de sanduíches, refrigerantes e salgadinhos pela Barra da Tijuca e São Conrado.
 
O negócio visava as pessoas que não tinham condições para um almoço nos caros restaurantes da região.
 
De certa forma era um concorrente da GENEAL.
 
Salvo engano, o empresário responsável foi um dos criadores, mais adiante, do Orla Rio, empresa que explora os quiosques da orla carioca.
 

16 Mar 12:22

MORRO DA VIÚVA

by Saudades do Rio

 
Vemos duas fotos aparentemente do mesmo trecho da Av. Rui Barbosa em épocas diferentes (em uma das fotos a mureta é vazada e na outra não é).

 

É curioso ver este espaço na mureta. Para que serviria? Acesso a um cais?

 

Contam que esta abertura foi feita para o Bispo Rolleiflex, o desaparecido Lavra, atravessar a nado até o Cassino da Urca. As más línguas do FRA – Fotologs do Rio Antigo, dizem que o Bispo atravessou do Morro da Viúva à Urca, mas não nadando. Foi caminhando sobre as águas.

 

A primeira foto foi garimpada ou colorizada pelo Nickolas. A segunda foto, provavelmente, é de 1962, pois esta área nesta data ainda estava recebendo areia da dragagem do fundo da Baia de Botafogo pela draga STER.


15 Mar 09:34

MINISTÉRIO DA FAZENDA: AS OBRAS DE ARTE DO JARDIM DE INVERNO

by orioqueorionaove

MINISTÉRIO DA FAZENDA: AS OBRAS DE ARTE DO JARDIM DE INVERNO

Olá, amigos! Escrevo hoje sobre as obras de arte colocadas no jardim de inverno do edifício-sede do Ministério da Fazenda no Rio de Janeiro, na Avenida Presidente Antonio Carlos, 375, no Centro. Antes, porém, permitam-me uma rápida explicação histórica.

Através do Decreto número 24.504, de 29 de junho de 1934, Getúlio Vargas autorizou a criação de um concurso para escolher o projeto da nova sede do Ministério da Fazenda, que deveria ser construída no lugar da antiga, na Avenida Passos – o mesmo prédio que outrora havia sido sede da Academia Imperial de Belas Artes, projetado pelo arquiteto francês Grandjean de Montigny e aqui tratado nesta postagem.

Saiu vencedor do concurso – entre 28 concorrentes – o projeto dos arquitetos Enéas Silva e Wladimir Alves de Souza – um prédio “em linhas modernas, de feição racional, predominando na fachada o brise soleil”.[1]

Anunciado o resultado do concurso e premiados os vencedores, quis o ditador voltar atrás quanto ao local da construção,[2] e acabou decidindo pelos vastos terrenos da Esplanada do Castelo[3] para abrigar seu “sólido e imponente edifício”.[4] Estávamos em pleno Estado Novo, quando mais do que nunca prevalecia a máxima “Manda quem pode, obedece quem tem juízo”. O projeto finalmente executado foi o do arquiteto Luiz Eduardo Frias Pereira de Moura, de 1939, um imenso templo neogrego de concreto armado com 102 mil metros quadrados, bem ao encontro das pretensões da propaganda varguista de poder.

Bem, passemos agora ao que especificamente nos interessa aqui – as obras de arte do jardim de inverno localizado no 14° andar do gigantesco edifício.[5]

Ali encontramos duas esculturas e cinco mosaicos em pastilhas de vidro. As esculturas, construídas em vidrado cerâmico, são de Hildegardo Leão Velloso (Palmeiras/SP, 1899 – Rio de Janeiro, 1966), famoso por ter tomado parte da notória Semana de Arte Moderna de 1922. Representam duas cenas em temática indígena: na primeira, à direita do observador, um destemido nativo enfrenta uma onça, tacape em punho; a escultura da esquerda revela uma índia dominando uma imensa cobra, tendo a seu lado uma anta. O braço dominador e a cabeça da serpente, infelizmente, estão faltando hoje. Emolduram as duas cenas plantas supostamente nacionais. Na base dessa segunda escultura, à esquerda, o autor assinou H. LEÃO VELLOSO / RIO 1944.

Necessitam de restauração urgente, como tantas outras na cidade. Podem ser vistas abaixo.

 

Leão Velloso executou ainda, para o mesmo prédio, o busto do Presidente Getúlio Vargas.

Os cinco mosaicos em pastilha de vidro são do grande pintor, ilustrador e ceramista Paulo Werneck (Rio de Janeiro, 1907 – 1987), um dos introdutores da técnica do mosaico entre nós.

O artista teria sido convidado pelo arquiteto do prédio, Luiz Moura, porque sabia desenhar, apesar de ser da “corrente moderna”. O tema era livre, mas o site sobre o artista – paulowerneck.org – afirma que os primeiros desenhos propostos teriam sido recusados pela comissão construtora, pois eram por demais “avançados” para a época. Foram então substituídos por desenhos figurativos da mesma temática indígena, que até hoje lá estão.

Afirma Werneck, em seu depoimento sobre a obra, que foram seus modelos na concepção do índio e da índia um ajudante e uma funcionária da Escola de Belas Artes. “O índio representava um bravo que a serviço dos jesuítas defendia as Missões, chamava-se Sepé Tiaraju. (…) Um dos painéis representa a Amazônia, onde se vê um tucano. Em outro, temos patos selvagens, muita água, palmeiras…”[6]

Os mosaicos, de 1943, constituem a segunda mais antiga execução do artista na técnica. São anteriores apenas aqueles executados para o Instituto de Resseguros no Brasil, também no Rio de Janeiro, de 1942. A ideia de fazê-los em mosaico teria partido do arquiteto e amigo Marcelo Roberto, que apresentou Werneck a Jorge Ludolf, da Companhia Cerâmica Brasileira.

Dois deles possuem uma moldura azul, também em mosaico. Num deles, no canto inferior direito da imagem, está a assinatura do artista: PW.

Estão representados abaixo, em toda a sua imponência e beleza.

Falta agora escrever sobre os gigantescos baixos-relevos do hall, do escultor Humberto Cozzo. Aguardem. E não deixem de ler as várias postagens anteriores sobre este prédio, aqui mesmo, no site.

Um abraço e até a próxima!

 

[1] Ministério da Fazenda e outros. Edição comemorativa dos 60 Anos de Inauguração do Edifício-sede do Ministério da Fazenda no Estado do Rio de Janeiro. Brasília: ESAF, 2003.

[2] Diz a lenda que Vargas, referindo-se ao terreno resultante da derrubada do prédio da Avenida Passos, teria exclamado: – Ficou pequeno, né?

[3] A Esplanada do Castelo foi o imenso espaço resultante da derrubada do Morro do Castelo na gestão do Prefeito Carlos Sampaio (1920-1922).

[4] Foi assim que ao edifício se referiu o ditador ao iniciar o discurso de inauguração do edifício, em 10 de novembro de 1943.

[5] Qualquer cidadão tem o direito de entrar no prédio e pedir para ver as obras. Conseguir é outra estória. Gato escaldado, eu costumo dizer que “vou ao SPU”…

[6] Op. Cit.

13 Mar 09:01

Grupo Alpha comemora 25 anos de DS9 em evento dia 24 em São Paulo

by Fernando Penteriche

Este é o ano de aniversário de um quarto de século da série Star Trek: Deep Space Nine e no sábado 24 de março o Grupo Alpha realiza mais um Alpha Fiction em São Paulo, com a celebração dos 25 anos de Sisko & cia como tema. O evento será na Biblioteca de Ciências Mário Schenberg (Rua Catão, 611, Vila Romana, capital), e a entrada é franca.

Além da exibição de episódios, e da filmagem de um painel com atores de DS9, haverá palestras e sorteios de três kits de DVDs doados pela Paramount/Sony Pictures. Quem for, ainda poderá fazer fotos em vários cenários de Jornada nas Estrelas, e apreciar uma exposição de vários itens do universo trekker, entre eles a placa original da nave USS Sao Paulo, mostrada no episódio “The Dogs of War“, da sétima temporada da série, e que agora é de propriedade do colecionador brasileiro Sidnei Tricarico.

Confira o material enviado pelo clube:

Entrada Franca. Estaremos arrecadando alimentos. Solicitamos a doação de no mínimo 2 kg de alimentos não perecíveis (exceto sal). Quem trouxer a maior quantidade de alimentos ganhará um Bluray com os filmes “Star Trek”, “Além da escuridão – Star Trek” e “Star Trek Sem Fronteiras”, e um DVD do filme “Os eleitos”, sobre a história da corrida espacial americana. Caso haja empate de quantidades, ganhará quem chegar primeiro ao evento.  

Evento Alpha Fiction “Deep Space Nine – Uma Jornada de 25 anos”
Data: 24/3/2018 – sábado
Horário: Das 11h00 às 16h00
Local: Biblioteca de Ciências Mário Schenberg (Rua Catão, 611 – Lapa – São Paulo) –  próxima ao terminal de ônibus da Lapa e estação de trem da Lapa – Integração com o metrô na Estação Barra Funda). Veja aqui como chegar.

Próximo à Biblioteca há vários estacionamentos, não conveniados com o evento. Passe em frente à Biblioteca e vire na Rua Tito (segunda à esquerda). O primeiro e mais próximo estacionamento estará a sua direita.

Programação* Evento “Deep Space Nine – Uma jornada de 25 anos” – 24/3/18

11h00 – Abertura do Evento – Clip em homenagem aos 25 anos da série “Jornada nas Estrelas – Deep Space Nine”.

11h05 – Especial “A história de Deep Space Nine”.

11h20 – Episódio “O outro lado do espelho” (Through the Looking Glass): Episódio de Deep Space Nine ambientado no Universo Espelho, em que Sisko é convencido por um O’Brien desse universo a assumir o papel do falecido capitão Sisko. O Universo Espelho foi apresentado pela primeira vez no episódio “Mirror Mirror” da série Clássica, e recentemente ressurgiu na nova série Star Trek: Discovery”.

12h05 – Palestra “Estações espaciais reais” – Palestrante Renato Azevedo, jornalista e escritor.

12h35 – Intervalo para fotos em diversos cenários de Jornada nas Estrelas, entre eles o portal de Deep Space Nine e a Cadeira do Capitão Kirk, agora remodelada e funcional; e para apreciação das exposições com itens diversos do universo de Jornada nas Estrelas.  Sidnei Tricarico irá expor vários itens de sua coleção relacionados à Deep Space Nine, entre eles a placa original da USS Sao Paulo, usada nas filmagens.

12h55 – Especial “The oficial Star Trek Convention Las Vegas 2017”. Este vídeo apresenta o painel com os atores de Deep Space Nine, durante a convenção americana que ocorreu no ano passado.

13h35 – Episódio “Cães de Guerra” (The Dogs of War): A rebelião é destruída enquanto Kira, Garak e Damar escapam de uma emboscada Dominion em Cardassia. Grande Nagus Zek diz a Quark que ele será seu sucessor.  Neste episódio temos a presença da nave USS Sao Paulo.

14h20 – Intervalo para fotos em diversos cenários de Jornada nas Estrelas, inclusive o portal de Deep Space Nine e a Cadeira do Capitão Kirk, agora remodelada e funcional; e para apreciação das exposições com itens diversos do universo de Jornada nas Estrelas.  Sidnei Tricarico irá expor vários itens de sua coleção relacionados à Deep Space Nine, entre eles a placa original da USS Sao Paulo, usada nas filmagens.

14h40 – Bate papo sobre o que há de melhor em Deep Space Nine, com Paulo Gustavo Pereira, consultor da Paramount Brasil DVD e apresentador dos programas “Loucos por séries” e “Café Panorâmico”.  Também é autor dos livros “Mini Manual dos Desenhos Animados” e  “Almanaque dos Seriados”.

15h40 – Apresentação dos fã-clubes presentes.

15h50 – Sorteio de três kits doados pela Paramount DVD / Sony Pìctures, contendo cada um três boxes:

  • Box Jornada nas Estrelas “Original Motion Picture Collection”, com os filmes I a VI;
  • Box Jornada nas Estrelas “The Next Generation Original Motion Picture Collection”, com os filmes VII, VIII, IX e X.
  • Box “Star Trek”, “Além da escuridão – Star Trek” e “Star Trek Sem Fronteiras”.

– Entrega do prêmio “maior quantidade de alimentos”: um Bluray com os filmes “Star Trek”, “Além da escuridão – Star Trek” e “Star Trek Sem Fronteiras”, e um DVD do filme “Os eleitos”, sobre a história da corrida espacial americana. Caso haja empate de quantidades, ganhará quem chegar primeiro ao evento.

16h00 – Encerramento

*programação sujeita a alterações

Realização: Grupo de Ficção Científica Alpha

Apoio: Paramount Brasil DVD

Sony Pictures

Biblioteca de Ciências Mario Schenberg

09 Mar 12:38

PRAÇA DA BANDEIRA

by Saudades do Rio



 
As quatro fotografias, do Acervo do Correio da Manhã, são da Praça da Bandeira, da década de 60.

A primeira foto mostra o andamento das obras da Praça da Bandeira em 1961. A parte da pavimentação está semiconcluída, restando arremates em continuação à Av. Radial Oeste e pequenos retoques. A urbanização da praça e também a colocação do chafariz que se está retirando da Praça XV são complementos que farão da Praça da Bandeira um ponto notável da Zona Norte, escrevei o Correio da Manhã. Todavia existe uma novidade na pavimentação para os veículos: concreto claro em contraste com o asfalto, servindo de faixa para pedestres e para livrar as ruas das trabalhosas pinturas e os pneumáticos das tachas do Serviço de Trânsito. É a "faixa bossa nova".

A legenda da segunda foto comentava que os "balões" (dos paulistas) e "la rotunda" (dos argentinos), de utilidade nas ruas de maior movimento para disciplinar o trânsito e encurtar distâncias, no Rio foram substituídos pelas "ilhotas" de cimento, que, ao contrário, dificultam o tráfego e são autênticas armadilhas para os automóveis. Esta da Praça da Bandeira é um exemplo.

A terceira foto serve para ilustrar que desde sempre este local foi de travessia difícil, perigosa. Nos meus tempos de plantonista no Hospital Souza Aguiar os atropelamentos eram frequentes, mesmo depois de, anos depois da foto, ter sido instalada uma passarela.

A caminhonete da quarta foto era um “camburão”?


02 Mar 22:19

O EGITO É AQUI!

by orioqueorionaove

Amigos,

Olá! Evidentemente que o Egito não é aqui. Alguns diriam infelizmente, mas é porque eles não moram lá… Outro dia peguei-me pensando nas várias referências na arquitetura eclética carioca à civilização humana que tanto impressionou – e continua impressionando – os estudiosos: o Antigo Egito.

Vamos, então, por ordem de minha preferência, aos endereços no Centro carioca onde podemos encontrar alguma alusão explícita ao Egito.

Sobrado Neoegípcio
Este sobrado de 1910, localizado nos números 40 e 42 da Rua Pedro Alves, no Santo Cristo, está entre as mais curiosas construções da cidade. Segundo o excelente Guia da Arquitetura Eclética no Rio de Janeiro, publicado em 2000 pela Prefeitura da cidade, trata-se de “um raríssimo exemplar de ornamentação neoegípcia ingenuamente aplicada”.

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O centro da fachada traz a escultura de corpo inteiro de uma divindade egípcia, provavelmente Hator, deusa do amor, da beleza e da música. / The main façade brings the sculpture of an egyptian deity, probably Hator, the egyptian goddess of Love, Beauty and Music.

 

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O disco solar alado – atributo do deus Hórus – está aqui presente tanto no gradil da bandeira da janela como no baixo-relevo em argamassa, acima deste (no detalhe, abaixo). / A winged solar disc – named Horbehutet – appears here both in the fanlight and in the mortar bas-relief above it (seen in the detail, below).

 

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Vemos acima um escaravelho alado, atributo do deus Khepri, também relacionado ao deus solar Ra. Nota-se a inclusão um tanto peculiar de uma concha sobre o conjunto. / Above we see a winged scarab, an attribute of god Khepri, also related to solar god Ra. It is noticeable the inclusion of a shell, a symbol not very often associated with egyptian faith…

 

Museu Nacional de Belas Artes
Também O MNBA (Avenida Rio Branco, 199) carrega em sua fachada, entre tantas outras, referências decorativas às antigas civilizações, entre elas o Egito. Para saber mais, visite esta e esta postagem.

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Um dos 8 belíssimos baixos-relevos em terracota do escultor Honório da Cunha e Mello (1879-1949) homenageia o Egito, trazendo as imagens de uma esfinge e de três pirâmides, provavelmente aquelas da cidade de Gizé. / One of the 8 beautiful terracota bas-reliefs made by scupltor Honório da Cunha e Mello (1879-1949) pays hommage to Egypt by picturing a sphinx and three pyramids, probably those of the egyptian city of Giza.

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A fachada cega da Rua México traz quatro imensos painéis em terracota, do escultor inglês Edward Caldwel Spruce (1849-1923). Entre eles está a cena acima, de um momento no cotidiano artístico do Antigo Egito. / The blind façade of Rua Mexico brings four giant terracota panels, from english sculptor Edward Caldwel Spruce (1849-1923). Among them is the scene above, a moment in the daily life of Ancient Egypt.

 

Edifício junto à Avenida Rio Branco
Neste endereço – Rua do Ouvidor, 116 – teria funcionado a famosa casa comercial Ao Rei dos Mágicos, de Antonio Ribeiro Chaves, pioneiro brasileiro na área das comunicações telefônicas. O atual edifício, restaurado lá pelos anos 1920 – quando já abrigava a Joalheria Luiz de Rezende -, carrega hoje uma decoração para lá de eclética, que traz desde referências medievais, como elmos e capacetes, até aquelas por nós aqui estudadas: duas grandes esculturas metálicas representam um faraó e uma deusa egípcios, e o gradil metálico está decorado com um escaravelho dotado de asas de falcão e serpentes, atributos relacionados ao deus solar egípcio Ra.

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Sede carioca da PETROS
Finalmente, dois baixos-relevos em metal bem acima das cabeças dos pedestres decoram a fachada da PETROS, na apertada Rua do Ouvidor, 98. Apesar de não poderem ser “acusados” de bonitos, foram executados pelo grande escultor brasileiro Bruno Giorgi (1905-1993). Num deles – abaixo – podemos ver os perfis de uma esfinge e de uma pirâmide, provavelmente inspiradas na cidade egípcia de Gizé.

É isso! Até a próxima!

 

 

 

22 Feb 23:32

A invasão dos Clones na Globo.com

by gafesdaimprensa
Quer sensacionalismo? Então toma! E deu certo A nota é uma das mais lidas do site.   Não poderia ser feita com um tom mais científico e menos “Star Wars”?    
17 Feb 21:08

Estações do Ano

by Clara Gomes

17 Feb 19:21

CLIMATEMPO

by Mundo das Marcas

Faça chuva ou faça sol, o Climatempo está presente no cotidiano de milhões de brasileiros. Utilizando tecnologia de ponta, equipe técnica qualificada e profunda experiência em estatística e análise de dados, a empresa é capaz de oferecer uma previsão do tempo altamente acurada e a melhor prestação de serviço meteorológico do mercado brasileiro, com total independência. 

A história 
Tudo começou na década de 1980 com a chegada a cidade de São Paulo dos meteorologistas Carlos Magno do Nascimento e Ana Lúcia Frony (imagem abaixo). O casal trocou as praias cariocas pelo trabalho no Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), ligado ao Ministério da Agricultura. Depois de um tempo trabalhando no instituto, eles perceberam que aqui havia enorme demanda por esse tipo de informação e os órgãos públicos não davam conta. E começaram a pensar em montar um negócio próprio. Isto aconteceu no mês de setembro de 1988, quando com um capital de aproximadamente US$ 10 mil, emprestados de familiares, o casal resolveu criar uma pequena consultoria na garagem do sobrado onde moravam, no bairro da Aclimação, em São Paulo. Era o embrião do Climatempo. O primeiro cliente da empresa foi a Nestlé, que precisava de uma fonte segura para previsão de geada no parque cafeeiro do Brasil. Depois vieram a Rádio Eldorado AM/FM de São Paulo e o jornal O Estado de S. Paulo. Da ideia inicial de fornecer boletins informativos à imprensa e aos agricultores, rapidamente eles passaram a atuar como “garotos do tempo” da Rádio Eldorado e a prestar serviços personalizados para os mais variados tipos de indústria.


Nos anos seguintes teve como marcas registradas o pioneirismo, a liderança e a inovação. E começou a expandir seus serviços, que se estenderam à internet, com trabalhos realizados para o UOL, IG, entre outros portais. Foi a primeira a oferecer boletins informativos para meios de comunicação e análises customizadas para diversos setores da indústria. Além disso, em 1999, tornou-se também pioneira no segmento ao criar seu próprio canal, a TV Climatempo, único canal brasileiro de meteorologia em rede nacional que oferece informações meteorológicas confiáveis e pontuais, 24 horas por dia, 7 dias na semana. O canal atinge um grande público no Brasil com uma programação de prestação de serviço e de conteúdo socioeducativo. Durante todo o dia a programação apresenta conteúdos sobre as condições climáticas, previsão de temperaturas, notícias sobre o clima no Brasil e no mundo, além de alertas meteorológicos. O canal também apresenta uma programação socioeducativa com diversos conteúdos sobre turismo, meio ambiente, sustentabilidade, agricultura, lazer, moda e cultura.


Com a ampliação cada vez mais rápida do universo digital, o portal Climatempo, nasceu em 2000, com informações precisas de previsões climáticas e boletins de todas as regiões do país, além de imagens de satélites em tempo real. As análises das previsões também passaram a ser feitas para períodos de tempo cada vez maiores, o que auxiliou indústrias, agricultores e órgãos governamentais na tomada de decisões com mais segurança em áreas que dependiam das condições climáticas. Ainda em 2000, a empresa aproveitou o boom da internet para lançar um portal dedicado unicamente ao agronegócio (AgroClima), que com notícias diárias rapidamente se tornou referência no setor. No início de 2006 foi criado o Grupo Climatempo, uma holding formada pela união do Climatempo Meteorologia (consultoria), a TV Climatempo, a Climatempo Produções, a Agência Climatempo e a Climanet (serviços de tecnologia e informática que incluem os portais e os produtos para celulares). Em 2010, para que milhões de brasileiros tivessem a previsão climática na palma da mão, a empresa lançou seu primeiro aplicativo para iOs e Android. No ano seguinte, introduziu o Sistema de Monitoramento e Alerta Climático (SMAC) para o mercado da construção civil. O produto emite alertas em tempo real de tempestades, ventanias, granizo ou ocorrência de raios.


O Climatempo sempre à frente do seu tempo investe em ideias de projetos de pesquisa científica. Por isso, criou um grupo de Pesquisa e Desenvolvimento para criar técnicas de melhoramento para prever o tempo. Quando a telefonia engatinhava no país, criou o serviço inovador de previsão do tempo por telefone. Na época em que internet e TV por assinatura ainda eram um item de luxo para muitos, lançou o primeiro portal sobre meteorologia e também o pioneiro canal de meteorologia 100% nacional. De olho na tecnologia foram criados aplicativos para todos os sistemas operacionais móveis, sem contar a interação com as redes sociais mais populares do país. A inovação também acompanha a evolução dos serviços de consultoria meteorológica e dos canais segmentados do Climatempo. Por exemplo, no portal Climakids (criado em 2012 através de uma parceria com a Maurício de Sousa Produções), as crianças aprendem sobre previsão do tempo de maneira divertida e didática. Já o Tempo de Moda informa às mulheres não apenas sobre o clima, mas também qual a melhor combinação de roupa nas principais capitais do país. Para quem gosta de atividade esportiva ao ar livre conta com o canal exclusivo sobre intensidade e direção ventos, além de informações sobre subida de maré, altura das ondas e qualidade do ar. O portal Clima de Viagem (lançado em 2015) oferece conteúdos que envolvem tempo, clima e informações turísticas das principais cidades do Brasil e do mundo, além de dicas de viagem e passeios.


Seus mais recentes produtos, lançados em 2017, foram o Agroclima PRO (uma solução focada no mercado de agricultura e pecuária, que por meio da análise de modelos numéricos e meteorologia de precisão, oferece previsões de curto, médio e longo prazo) e o AGROtalk (evento agrícola pioneiro, online e gratuito sobre clima e produtividade no campo, que oferece informações para aperfeiçoar o planejamento da safra e a operação do dia a dia no campo com a ajuda do conhecimento meteorológico e de tecnologias). O Grupo Climatempo trabalha para um perfil variado de clientes, que vai da empresa de sorvete que deseja saber quando fará calor para aumentar o estoque à produtora de cinema que necessita marcar uma gravação durante um dia ensolarado. E de olho nesses vários públicos, a empresa tem criado produtos diferenciados, como previsão sob encomenda para noivos que programam a festa de casamento ao ar livre e até um programa de meteorologia na internet, com linguagem mais jovem, apresentado por três garotas do tempo.


Os avanços tecnológicos também fazem parte da cultura do Grupo Climatempo. Com constantes investimentos na área e em equipamentos modernos de última geração para a produção de conteúdo meteorológico, atua fortemente na convergência de mídias, fornecendo previsões em qualquer lugar e a qualquer hora, seja por meio de texto, internet, TV, celular e podcasts. Agilidade, precisão e alta tecnologia, além de profissionais com muitos anos de experiência no mercado são alguns dos fatores decisivos para o sucesso e pioneirismo do Grupo Climatempo.


A consultoria 
Utilizando a meteorologia como ferramenta estratégica e fundamental na gestão de riscos, a CLIMATEMPO CONSULTORIA realiza previsões e análises customizadas conforme a necessidade de cada cliente: Monitoramento 24 horas (oferece o acompanhamento das variações meteorológicas por meio da análise de radares e satélites, estações meteorológicas, aeroportos, além de equipamentos que permitem alertas de temporais, queda de granizo, descargas elétricas e rajadas de vento), Previsão de tempo (fornece, diariamente, as condições meteorológicas esperadas para os próximos 15 dias), Boletins náuticos (serviço específico de previsão para a região litorânea, que informa a previsão da altura e orientação das ondas, direção e intensidade do vento e a previsão de tempo para os próximos dias), Weather index (oferece uma projeção de consumo baseado em parâmetros de correlação com as variáveis do clima, sendo possível compreender de forma detalhada o impacto das condições do tempo e do clima na lucratividade das empresas, possibilitando tomadas de decisões estratégicas na produção e no marketing), Monitoramento de descargas elétricas (serviço que acompanha, por meio da análise de informações de radares, satélites e de uma rede própria de sensores, e fornece, com antecedência, informações para que uma empresa possa se proteger das descargas elétricas), Previsão climática (análise da tendência do clima com até 12 meses de antecedência), Relatórios e laudos meteorológicos (documento com valor legal que atesta as condições do tempo para uma determinada data e local) e Boletim de Safras (dispõe de uma previsão de tempo esperada para os próximos 15 dias e climática para um ano. Com este boletim, é possível entender o impacto do tempo e do clima no desenvolvimento de plantações e ter um acompanhamento das safras nas principais áreas produtoras do Brasil e do mundo – monitorando aproximadamente 90% da produção agrícola do mundo).


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por algumas remodelações ao longo de sua história. A primeira mudança aconteceu em 2007, quando seu logotipo passou por uma reformulação e modernização de imagem, ganhando o icônico slogan: O céu fala. A gente entende. Mais recentemente o logotipo adotou um tom de azul mais claro.


Dados corporativos 
● Origem: Brasil 
● Fundação: Setembro de 1988 
● Fundador: Carlos Magno do Nascimento e Ana Lúcia Frony 
● Sede mundial: São Paulo, Brasil 
● Proprietário da marca: Climatempo Assessoria E Consultoria Meteorológicas Ltda. 
● Capital aberto: Não 
● CEO: Carlos Magno do Nascimento 
● Faturamento: Não divulgado 
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: Não (presente somente no Brasil) 
● Funcionários: 150 
● Segmento: Meteorologia 
● Principais produtos: Canal de TV, portal e aplicativo com previsão do tempo 
● Concorrentes diretos: The Weather Channel, Somar e TempoAgora 
● Slogan: O céu fala. A gente entende. 
● Website: www.climatempo.com.br 

A marca no Brasil 
Atualmente o Climatempo, maior empresa privada de previsão do tempo e análises meteorológicas da América Latina, oferece seus serviços em todo o Brasil através da TV Climatempo, do portal de internet (que recebe uma média de 2 milhões de visitantes únicos por dia) e aplicativos (com mais de 2.5 milhões de downloads). A empresa oferece ainda análises customizadas para os meios de comunicação e mais de 22 segmentos da economia brasileira, como por exemplo, agricultura, moda, varejo, energia elétrica, construção civil, entre outros mercados que investem em consultoria meteorológica para tomada de decisão. A empresa conta com mais de 150 profissionais, das áreas de tecnologia da informação, meteorologia, geografia, jornalismo, física, engenharia e de artes, que se dedicam diariamente à prestação de serviços, garantindo a qualidade e a credibilidade da marca Climatempo. 

Você sabia? 
● Na década de 1990, Carlos Magno, um dos fundadores da empresa, também atuou como “homem do tempo”: apresentou o quadro no Jornal Nacional, no Bom Dia Brasil e no Jornal Hoje, na Rede Globo
● O Grupo Climatempo tem seu próprio modelo matemático de previsão do tempo a partir do uso de um supercomputador aumentando a precisão dos seus serviços e realiza previsões para 15 dias em apenas uma hora. 
● Em 2014, o aplicativo do Climatempo foi eleito o segundo mais importante para os moradores de São Paulo, atrás apenas do Google Maps. A pesquisa foi realizada pelo Ibope e constatou que 62% dos entrevistados consideravam o aplicativo o mais importante para o dia a dia na cidade. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Exame, Isto é Dinheiro, Veja e Época Negócios), jornais (Valor Econômico, Estadão, Folha e O Globo), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 14/2/2018

17 Feb 18:44

Clarence the Jack Russell Mix

by Dogs

This is Clarence, a 9 year old male Probably some Jack Russell, perhaps some corgi, possibly a bit of Beagle, definitely some pig, from Gold Coast, Australia. My wife and I found Clarence in 2006 on the street in Kotor, Montenegro where dogs are considered pests, not pets. We smuggled him out of the country and into the UK where we lived for four years before flying him to Australia in January 2011. We are so lucky to have found him, he is such a little champ. Photo sent by Tim.

14 Feb 20:45

Uma vida sem guarita

by Martin Jayo

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A foto foi enviada pelo cineasta Lufe Steffen, e de cara isso me deixou muito feliz: há tempos eu sou um admirador do trabalho do Lufe (adorei “São Paulo em Hi-Fi”, documentário sobre a vida LGBT na cidade nos anos 60 e 70), mas não fazia ideia de que ele conhecia o blog. Fiquei sabendo agora que ele não só conhece, mas é um leitor assíduo!

A foto é daquelas que, à primeira vista, só fazem sentido para um círculo restrito de pessoas e não têm muito a dizer para quem é de fora. Ela mostra os pais do Lufe, posando felizes e cheios de expectativa em 1975. O próprio Lufe de certa forma também está na foto, tirada dias antes do nascimento dele. Mas para quem não os conhece, a cena não diz lá grande coisa.

Mas isso é só à primeira vista, pois a foto também é daquelas que, com o tempo, viram interessantes documentos acidentais da vida na cidade.

O que confere essa característica a ela é o local que casal escolheu para a pose. Eles estão na porta de casa, mais precisamente no jardim da entrada do Edifício Marajó, prédio de classe média na rua Ministro Gabriel Rezende Passos, esquina com rua Inhambu, em Moema.

Em 1975, esses lugares ainda se prestavam a fotos de família como esta. De lá para cá, perderam completamente essa vocação. Qual é o casal que, hoje em dia, vai querer eternizar esse momento tendo ao fundo, como cenário, a guarita, a grade e os equipamentos de segurança do prédio?

Para quem quiser tirar a prova, aqui vai uma foto atual, tirada do mesmo ângulo pelo próprio Lufe.

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13 Feb 12:16

Passo a passo: um pudim de tapioca que nem vai ao fogo!

by Marcelo Katsuki

Para esses dias de bloquinho, nada como um pudim de tapioca para repor a energia depois de cair na folia! E essa receita, que recebi do chef Carlos Ribeiro, é muito prática, nem vai ao fogo! Eu fazia uma versão com leite quente, mas virava um gororoba, rs. Essa é muito melhor. Vem pro bloco do pudim!

 

Disponha 500 gramas de tapioca em flocos em uma tigela.

 

Misture 1/2 litro de leite com 1 vidrinho pequeno de leite de coco e junte à tapioca. Deixe descansar por 2 horas em temperatura ambiente, até a tapioca absorver o líquido.

 

Junte 1 lata de leite condensado, 1 pacote pequeno de coco ralado (120 g), 2 colheres (sopa) de açúcar e misture.

 

Unte uma forma com um pouquinho de óleo e despeje a mistura. Leve à geladeira por 4 horas antes de desenformar.

 

Na hora de servir, finalize com leite condensado e coco ralado. Também vai bem com ameixas em calda, “como um manjar”, conta o chef Carlos Ribeiro, do restaurante Na Cozinha.

05 Feb 11:58

Por que não temos febre amarela urbana no Brasil?

by none
Desde 1942 não há registro de casos da febre amarela urbana no Brasil. Mas a área considerada indene - sem registro de casos de febre amarela e sem necessidade de vacinação - vem retraindo nos últimos 20 anos (Fig. 1).

Aumento dos deslocamentos internos - temporários e permanentes, a trabalho e a turismo -, perda da cobertura vegetal e tráfico de animais, além de alterações climáticas são alguns dos fatores que podem estar envolvidos.


Figura 1. Evolução das áreas epidemiológicas de febre amarela no Brasil. Notar a retração das áreas indenes. Modificados de: FNS/MS 1999, CVE/CDD/SES-SP 2008, MS 2018 (elaboração: ?Prefeitura de Curitiba/PR).

Os esforços de vacinação - em parte pela limitação da capacidade de produção de vacinas, em parte pelos riscos, baixos, mas não ausentes, de reações adversas à vacina - há muito tempo concentram-se nas áreas endêmicas e de transição. No entanto, falhas da cobertura vacinal, em particular nas regiões de transição, parecem estar ligadas ao grande surto iniciado em 2017, especialmente em MG e ES, e que parece continuar, agora em SP.

Duas grandes áreas de concentração populacional - São Paulo e Rio de Janeiro -, por décadas mantiveram-se na região indene, o que significa um enorme contingente de pessoas sem imunidade à febre amarela. Ao mesmo tempo, são regiões com grande infestação de mosquitos do gênero Aedes, A. aegypti e A. albopictus, vetores cujas linhagens presentes por aqui se mostram em laboratório altamente competentes de transmitir as cepas do vírus amarílico em circulação no país (Couto-Lima et al. 2017). O risco de reurbanização da febre amarela no Brasil existe e não parece ser baixo.

Na verdade, o fato de haver áreas urbanas de grande população não imunizada convivendo com vetores competentes e circulação do vírus em áreas próximas torna a ausência de registros de casos urbanos da doença bastante inusitado. Que fator tem, pelo menos até o momento, evitado que isso ocorra? Apenas sorte?

Pode ser que, apesar da presença de mosquitos do gênero Aedes nas cidades brasileiras, o nível de infestação predial prevalente (IIP, a porcentagem de casas em que há presença do inseto) esteja abaixo do necessário para se iniciar e manter uma epidemia. No caso da dengue, um IPP de 1% representa baixo risco de epidemia da doença; entre 1 e 3,9%, um risco moderado; e, acima de 3,9%, um alto risco. De 3.946 municípios que realizaram o levantamento em 2017, 2.450 (62,1%) apresentaram índices baixos; 1.139 (28,9%), médios; e 357 (0,9%) índices altos. A OPAS utiliza um índice de 5% como limiar para alerta de risco de febre amarela.

Embora os mosquitos do gênero Aedes no Brasil sejam competentes para transmitir o vírus da febre amarela (YFV), a taxa de transmissão (TR, isto é, a fração dos insetos que se tornam positivos para a presença do vírus na saliva após se alimentar de sangue) parece ser ligeiramente menor em comparação à competência para transmitir o vírus da dengue (DENV). Para uma viremia entre 10^5 e 10^6 PFU/ml (PFU = 'plaque-forming unit', 'unidade formadora de placa', uma contagem da quantidade de antígenos na solução) de YFV no sangue ingerido, há uma TR entre 3,3 e 25% em relação ao total de mosquitos analisados (Couto-Lima et al. 2017). No caso do DENV, a TR chega a 8 a 47% (Guedes 2012).

O tempo de incubação também é um fator a se considerar. No caso da dengue, o tempo extrínseco de incubação, EIP - período entre a ingestão de sangue virêmico pelo mosquito e o tempo em que este se torna infeccioso -, a 25°C é de cerca de 15 dias (variando de 5 a 33 dias) e a 30°C, de 6,5 dias (2 a 14 dias); o tempo intrínseco de incubação, IIP (não confundir com o índice de infestação predial) - período entre uma pessoa ser infectada e o início da manifestação dos sintomas -, é de cerca de 5,9 dias (variando de 3 a 10 dias). Já no caso da febre amarela, o EIP é de cerca de 14 dias (2 a 37 dias) a 25°C e de 10 dias (1,4 a 27 dias) a 30°C e o IIP, de 4,3 dias (2,3 a 8,6 dias). De um lado, isso quer dizer que uma pessoa infectada com o DENV pode ficar mais tempo sem procurar atendimento médico enquanto permanece infecciosa (capaz de transmitir o vírus para outra pessoa, por meio dos mosquitos, no caso), enquanto que o paciente com o YFV desenvolve mais rapidamente os sintomas procurando ajuda médica mais cedo (e a família deverá tomar cuidado para evitar que outras pessoas possam ser infectadas). De outro, o intervalo para o mosquito ser capaz de infectar outra pessoa após picar pela primeira vez alguém infectado é maior para o caso da febre amarela em temperaturas superiores a 25°C. Isso pode significar que a febre amarela demande tanto uma densidade maior de mosquitos quanto de pessoas infectadas em relação à dengue para que uma epidemia se instale nas cidades.

Além disso, é preciso também verificar a viremia mínima para que um certa fração de mosquitos tornem-se capazes de transmitir os vírus para outro hospedeiro e como a carga viral varia nos pacientes ao longo do tempo.

Outra possibilidade seria uma interação entre a ocorrência de casos de febre amarela e de dengue. Como ambos são flavivírus e, portanto, geneticamente próximos, os anticorpos produzidos contra um são capazes de atuar sobre o outro em uma reação imunológica cruzada (Houghton-Triviño et al. 2008), o que chega a dificultar o diagnóstico correto em exame sorológico. E, de fato, a incidência de surtos de febre amarela parece ser complementar à de dengue, com relativamente pouca sobreposição (Fig. 2).

Figura 2. Áreas de ocorrência de surtos de febre amarela (painel superior) e de dengue (painel inferior) entre 1960 e 2005. Modificado de Rogers et al 2006.

A ausência de casos de febre amarela no sul e sudeste da Ásia poderia se dever à prevalência de imunidade contra a dengue. Na verdade, embora haja uma reação cruzada, a imunidade contra a dengue não parece evitar a infecção pelo vírus amarílico, porém parece reduzir a gravidade da doença (Izurieta et al. 2009). Em um levantamento de soropositividade para a dengue em Belo Horizonte entre os anos de 2006 e 2007, não se encontrou associação entre a detecção de anticorpos contra o DENV e a vacinação contra a febre amarela: embora a taxa de soropositividade de DENV (12,6%) entre os que disseram haver se vacinado contra o YFV tenha sido o dobro da entre os que disseram não haver se vacinado (6,7%), a diferença não foi significativa (Pessanha et al. 2010). Infelizmente não foi reportado se os indivíduos manifestaram sintomas da dengue, nem a gravidade do quadro. Martins et al. 2013 obtiveram uma viremia pós-vacina anti-amarílica significativamente mais baixa entre os que apresentavam soropositividade para o DENV (1,03 PFU/ml de YFV) do que para os soronegativos (1,71 PFU/ml). Esses dados e outros levam alguns pesquisadores a realmente defenderem a hipótese de que a epidemia prévia de dengue em várias cidades brasileiras teria um efeito protetivo (embora não absoluto) contra a febre amarela, o que dificultaria a reurbanização desta. No entanto, não há trabalhos formalmente publicados avançando essa hipótese, nem tampouco é defendida pelas autoridades de saúde e órgãos internacionais como a OMS.

De qualquer modo, é melhor procurar fazer a prevenção. Tanto por meio da vacinação nas áreas de risco, quanto, nas áreas urbanas, o combate à proliferação dos mosquitos. Lembrando que os Aedes spp. transmitem não apenas a dengue e a forma urbana da febre amarela, mas também outras arboviroses que recentemente foram epidemias como a zika e a chicungunha.

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A produção limitada de vacinas - a Bio-Manguinhos da Fiocruz tem capacidade de produzir até 9 milhões de doses completas de antiamarílica por mês e o Ministério da Saúde tem recebido uma média de 4 a 5 milhões de doses completas por mês - e a necessidade de proteger subitamente um grande contingente levaram as autoridades de saúde a optarem pelo fracionamento da vacina em parte da população. A dose completa, de 0,5ml, contém, no mínimo, aproximadamente 50.000 PFU (ou cerca de 26.000 IU); a dose fracionada, com 0,1ml da vacina em concentração original, contém cerca de 10.000 PFU (ou cerca de 5.230 IU). Mesmo a vacina fracionada representa uma dose 9 vezes maior do que a mínima necessária para uma taxa de imunização de 97% por pelo menos cerca de 10 meses (Martins et al. 2013). Acompanhamento futuro deve verificar quando e se uma vacinação de reforço será necessária entre os que tomaram a dose fracionada.