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Sobre o Farol Santander

Quem acompanha as redes sociais deve ter visto a repercussão, nestes últimos dias, da notícia de reinauguração do antigo prédio do Banespa, um velho marco de São Paulo.
O arranha-céu está cheio de novidades, e a primeira é no nome: não será mais Edifício Altino Arantes, mas sim Farol Santander, servindo ao marketing do banco espanhol. Em termos simbólicos, a nova denominação não ambiciona pouco: é o Santander se colocando no papel de guia, de luz que orienta São Paulo do alto. Pessoalmente não gosto dessa imagem, que por sinal também não combina com o “non ducor duco” do brasão da cidade. Mas não sei se ela vai pegar: meu palpite é que o prédio continuará sendo chamado de Banespão mesmo, seu justo apelido há muitos anos.
Mas a repercussão nas redes nem foi por causa do nome, e sim pelo preço que será cobrado do público para visitar o centro cultural ali instalado. É algo como 20 reais para um ingresso completo, ou 15 reais para acesso só ao mirante no topo do prédio. Valores proibitivos para o grosso da população, cobrados pelo Santander, um banco que tem tido lucros no Brasil da ordem de 2,5 bilhões de reais por trimestre. Pessoalmente, também achei isso meio feio, um pouco constrangedor.
A polêmica se potencializa pelo fato de lá dentro haver um loft em que qualquer um pode se hospedar, pagando uma diária de 4 mil reais, e uma pista de skate cuja principal característica é ser pouco acessível aos skatistas. Tudo isso anunciado em um 25 de janeiro, aniversário da cidade. Belo presente.
Mas apesar da polêmica gerada, ou até mesmo por causa dela, eu vejo um lado positivo: acredito que o projeto recém-inaugurado combina bem com o prédio que o abriga. O Banespão sempre foi, pelo menos para mim, um pouco constrangedor. Cópia acanhada do Empire State Building, imitação macaqueada de art déco nova-iorquino, é um prédio que já nasceu curvado e caricatural. E também nasceu meio velho, inaugurado em pleno 1947 numa São Paulo que já tinha arquitetura moderna mais arrojada do que esse seu estilão anos 30.
Por isso não me incomoda tanto o “farol” que estão fazendo dele, um projeto muito bem sintonizado com a grandeza meio pequena e com o espírito anacrônico e subserviente, cafona mesmo, que o prédio tem de nascença.
Nesse aspecto particular, justiça seja feita, o Farol Santander merece elogios.
As imagens são reproduzidas de piratininga.org (foto de 1976, quando o prédio ainda era sede do Banespa) e de netleland.net (proposta original do arquiteto Plínio Botelho do Amaral, depois modificada para tornar o edifício “parecido” com o Empire State).

NÃO MATEM OS MACACOS! - Qual o papel dos macacos nos casos de febre amarela?
Resposta longa:
Com o recente surto de febre amarela e diversos casos reportados da doença em *macacos* na cidade de São Paulo, infelizmente os primatas vêm sendo alvo de ataques e vários foram encontrados mortos com sinais de violência e envenenamento.
A imprensa e várias autoridades sanitárias vêm alertando que tais atos de crueldade não têm fundamento uma vez que os macacos não transmitem a febre amarela. Isso é correto? Afinal, qual o papel dos primatas na doença?
Existem dois ciclos da doença. O ciclo urbano - ausente no Brasil desde 1942 - envolve a transmissão do vírus amarílico de uma pessoa infectada para outra não infectada através da picada do mosquito do gênero Aedes: Aedes aegypti e Aedes albopictus principalmente. No ciclo silvestre - endêmico e virtualmente impossível de erradicar, presente no Brasil - o vírus circula de um mamífero, especialmente macacos, mas também alguns marsupiais e roedores, para outro tendo como vetor mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabethes. Todos os casos no país são do tipo silvestre. Ocasionalmente, pessoas que se embrenham nas matas ou em seu entorno (trabalhadores rurais, campistas e turistas, soldados...) são picadas por um mosquito Haemagogus ou Sabethes contaminado e são infectadas. (Para uma revisão, veja Monath e Vasconcelos 2015.)
Macacos não são considerados reservatórios do vírus porque normalmente adoecem e morrem. Os reservatórios acabam sendo os próprios vetores, onde a população de vírus se mantém em um certo nível; podendo ocorrer inclusive transmissão vertical - da fêmea para seus descendentes - por infecção transovariana (o vírus acaba penetrando os ovos que se desenvolvem dentro do corpo da fêmea). Mas os macacos são considerados um dos principais amplificadores. Quando um símio é infectado, o vírus se multiplica em seu organismo, podendo infectar vários mosquitos que se alimentam de seu sangue e com cargas virais mais altas.
Não está absolutamente claro o papel da transmissão vertical na manutenção do ciclo silvestre; os especialistas tendem a dar mais importância à população de macacos de uma região. Surtos epizoóticos (grande aumento do número de casos em animais não humanos) ocorrem em intervalos de cinco a oito anos em uma região; a população de mosquitos não se altera tanto, mas é possível que o período decorra em função do tempo que leva para a população de macacos se recuperar - já que os que são afetados pela doença frequentemente morrem, diminuindo muito o número de animais na área. Na maior parte dos casos, tais surtos se deslocam por áreas contíguas, o que possivelmente se deve ao deslocamento de macacos contaminados por um novo local em que há animais não afetados.
Ocorre também casos em que o vírus de uma linhagem, subitamente, aparece em uma nova área muito distante de onde normalmente circula. Geralmente isso é interpretado pelo deslocamento de pessoas infectadas - os macacos e os mosquitos têm um deslocamento mais limitado - ou, de modo não mutuamente incompatível - pelo tráfico de animais silvestres (com indivíduos virêmicos - com vírus no sangue).
Então, os casos humanos no Brasil - e onde não há o ciclo urbano - ocorre quando um mosquito selvático que se alimentou previamente do sangue de um macaco infectado eventualmente pica uma pessoa. O macaco não transmite a febre amarela diretamente, mas por meio do vetor - os mosquitos.
A população de macacos é um fator de risco para a ocorrência de febre amarela em humanos. Hamrick et al. 2017 analisaram vários fatores: coordenadas geográficas, tipo de hábitat predominante (floresta, campo, cerrado...), temperatura, pluviosidade, intensidade de uso do solo (como áreas agrícolas), perda de dossel (desmatamento), presença de primatas não-humanos. O principal fator de risco são as chuvas: pluviosidade de 1.000 a 1.700 mm/ano aumenta o risco em mais de 7 vezes em relação a regiões com índices de chuva menores; regiões com pluviosidade superior a 2.700 mm/ano tem um risco quase 20 vezes maior de haver casos de febre amarela em humanos. Altitudes abaixo de 800 m têm um risco de cerca de 5 vezes maior do que em áreas de altitude superior a 1.800 m. Regiões com temperaturas médias superior a 20°C têm risco de 2 vezes ou mais de regiões com temperaturas abaixo de 15°C. E a diversidade de primatas na região também afeta: a presença de um gênero de macaco aumenta as chances em mais de 3 vezes em relação a áreas sem sua presença.
Isso, no entanto, de modo algum justifica a crueldade com os primatas, nem mesmo um abate humanitário. Boa parte dos primatas são espécies vulneráveis - estão em algum grau em risco de extinção -, eles têm um importante papel ecológico ao predarem pequenos artrópodos e vertebrados e dispersarem sementes; são também espécies capazes de sentir dor e têm alguma habilidade cognitiva.
Como os mosquitos selváticos têm uma limitada capacidade de deslocamento e não se aventuram para fora de áreas de mata, as pessoas podem evitar de pegar a febre amarela não se aproximando de regiões de mata em que há registros da doença. As pessoas que moram no entorno podem ser perfeitamente protegidas por meio da vacinação, que é altamente eficaz e suficientemente segura.
Assim, uma vez que existem outros meios e muito mais eficientes de se evitar a febre amarela em humanos e considerando as características biológicas e seu status de conservação, razões éticas, legais e ecológicas muito fortes contra a matança dos macacos existem.
Resumo: NÃO MATEM OS MACACOS!
Carro 1000
Pela semelhança física, as moças parecem irmãs.
E pela anotação no verso, certamente feita por uma delas, sabemos que são italianas, que a cena é de 1950 e que a foto foi enviada como lembrança para os pais.
O resto de história se perdeu. A imagem é cheia de enigmas: quem são as duas italianas, que endereço é esse em que elas estão, e até mesmo se o carro é delas ou se estava estacionado ali por acaso na hora da foto.
Mas pra não dizer que eu não resolvi nenhum enigma, pelo menos um deles eu decifrei: o que significa essa numeração tão curiosa na placa do carro: “10-00”.
Na verdade, não foi difícil: encontrei a maior parte da resposta neste texto, publicado em 2009 pelo Ralph Giesbrecht.
Pelo sistema de emplacamento vigente na época, os carros registrados em cada estado recebiam placas com números sequenciais: o primeiro a ser emplacado recebeu a placa “1”, o segundo ganhou a placa “2”, e assim por diante. Mas os números, para facilitar a leitura à distância, eram separados de dois em dois algarismos. Desta forma, a centésima placa recebeu a inscrição “1-00”. A de número 941, por exemplo, acabou ficando “9-41”.
A placa número 59.998 era “5-99-98”. Esta, segundo o Ralph conta, era do pai dele.
E a milésima placa recebeu um “10-00”. Justamente a da foto.
O que não significa que o carro da foto tenha sido o milésimo a ser emplacado em São Paulo. Ele é muito novo pra isso. O que ocorria é que, ao contrário de hoje, as placas não estavam vinculadas ao carro, mas ao proprietário. Quando alguém trocava de carro, a mesma placa do carro velho passava para o novo. Por isso alguns carros nos anos 50, mesmo não sendo tão velhos, tinham placas com número baixo. É o caso deste.
Talvez não seja muito difícil descobrir quem era o dono da placa 1000. Mas eu já cumpri minha cota de descobertas, e deixo isso para quem quiser ir atrás.
Atualização em 20 de janeiro: O João José Basso, leitor do blog, acaba de resolver mais um dos enigmas da foto. Ele reconheceu o local exato onde ela foi tirada. E não é um lugar qualquer: trata-se do edifício Columbus, demolido em 1971, sobre o qual eu já havia escrito em 2013. Para matar qualquer dúvida de que o prédio é esse mesmo, basta comparar a foto com as que aparecem neste artigo da professora Maria Lúcia Bressan Pinheiro: https://goo.gl/E2jmgZ. Obrigado, João, e parabéns pela memória fotográfica!
Atualização em 22 de janeiro: Aos poucos os enigmas vão se resolvendo: já sabemos de quem é o carro! Desta vez a novidade vem do próprio Ralph Giesbrecht, citado no post, que me escreveu há pouco. Ele tem a lista das placas registradas em São Paulo em 1940, e verificou que a de número 1000, ou 10-00, pertencia um tal João Giannini. E mais: o automóvel emplacado com ela em 1940 era um Packard. Como é a mesma marca do da foto, é bem provável que seja o mesmo carro, visto aqui dez anos depois. Obrigado, Ralph!
Olive the Basset Hound
This is Olive, a 2 month old female Basset Hound from Port Orchard, WA. She was sleeping right up next to me on the couch while I was watching a show. When it ended, I had to get up, but I didn't want to disturb her. Without touching her, I gently slid off to the side…and she didn't budge. Her ears fell this way without human interference. She remained in this position, dead asleep for the next hour and a half! Photo sent by Shauna.
PROJETOS
The Alternative to Emulation
Back in 2004 we lived in a time when not all ports of games were simply emulation based, but instead many were genuine reprogrammed piece of software. I briefly mentioned the Radica ‘5-in-1’ Space Invaders TV Game in my previous update, and that’s what I’ve been working on over the past week. If you follow my YouTube channel you’ll have noticed various Work in Progress updates on it.
It’s an interesting piece of hardware / software, and emulating it has so far been a lot closer to emulating a console than a piece of arcade hardware. Everything is driven off a 6502, but with various DMA channels and an unusual video system which stores graphics in texture pages, but then for the tilemaps, still addresses them as tiles etc. and in the case of Qix can also change the base pointer from ROM to RAM.
It also shows that back in 2004 this kind of thing was a viable product. Sure, there were emulators, and you could easily make a case that MAME ran all the games in this collection just fine back in 2004, although truth be told MAME wasn’t actually great back then (which is why it’s so painful to see people using MAME cores older than that just for the sake of running it on some god-awful hardware like the SNES mini)
So far I’ve managed to get most of the video features working, or at least have some understanding of them, although I don’t think anything is quite perfect yet. Transparency pen is definitely wrong, as is palette selection on the 8bpp sprites. Palette itself was an interesting one, it’s clearly based on some kind of HSL type colour model, not RGB, again making it very unusual compared to most arcade hardware I’ve emulated. Colours are mostly correct in MAME with this model, but certainly not quite right yet.
Sound, which I haven’t got around to emulating yet, appears to be 6-channel ‘DMA’ DAC style, where the game code sets pointers to rom and fires off a trigger. It looks like these might also generate a custom ‘finished’ interrupt too, as well as setting ‘finished’ flags (which the games wait on sometimes, hence the Radica logo vanishing so quickly I believe, because we’re always reporting sound finished right now)
Before continuing, here are some shots of the Space Invaders one running.




The programming on these is interesting too, the hardware clearly has a way of having higher priority tile clip out sprites and based on real hardware footage Lunar Rescue uses this at the edges of the screen to create a slightly narrower view. Strangely Space Invaders doesn’t, and instead has some ugly wrapping effects with the UFO even on real hardware. It seems like the individual games might have had different programmers behind them, because each one seems to make use of the hardware in slightly different ways. Aside the aforementioned clipping there are a number of other annoying issues issues too, for example the code buffers the sprites, so there’s a noticeable input delay. This delay is really noticeable in Qix where the background layer isn’t buffered so while moving you can see your line being drawn where the player sprite should be, ahead of the actual sprite! I’ve checked real hardware videos and the same is present there.
This is really where I was going when I said in 2004 these things were more viable than maybe they are today. None of the reproductions on offer here are perfect, it’s easy to tell them all apart from the arcade originals, but at the time standard definition CRT TVs were still in the majority and a number of these games ran on vertical monitors, so you’ve automatically got a resolution issue with most TVs being unable to display the required resolutions without at least altering the graphics / screen arrangement. It would also have been relatively expensive to have a CPU capable of emulating these things back then (the mainstream consoles of the period were only just capable of it) Likewise filling the units with the CPUs etc. that the original games used would also have been expensive (and likely the parts difficult to source) so instead you got ports, rewrites of the games that were suitable for the hardware available at the time. It’s not actually too different to how/why the 8-bit computers got ports in the 90s, except by 2004 it was much easier for developers to get access to original resources such as graphics / sound rather than having to do those from scratch too.
These days emulation has set the bar much higher, and while you still do see sub-par products like the NES Classic and various Raspberry Pi based solutions somehow selling despite still based on 15-20 year old emulation knowledge, they’re still a step up in quality than something you could just plug into your TV in 2004. Admittedly there are still hundreds of cheap Chinese handheld devices based on similar evolved 8-bit tech to these things, but very few of those claim to be in any way licensed.
I guess that’s what makes this kind of device fascinating to me, they’re official ports of the games just like any other, but they’re also “dead-end” ports, versions of the codebase that existed at the time and have no commercial reason to be brought forward; creations that exist because limitations of the time made them more acceptable back then.
Obviously MAME has roots in arcade emulation, and being able to show the course of evolution of these arcade games, how they ended up on home systems and in devices like this one actually means the path of the project is reflecting the course of the original material. How was Taito giving access to their 1978 hit Space Invaders in 2004? By allowing Radica to license the IP produce these devices so people could play it at home. Now, thanks to emulation, we can help to document that part of the story too, show where these things got it right, and where they got it wrong, and what possible reasons there were for that.
Radica didn’t only use this hardware for the Space Invaders product, there was also a gimmicky version of Tetris running on it, and probably plenty of other titles. We know they switched to a XaviX based solution at some point (which is more complex and has actual custom CPU opcodes etc.) but there are almost certainly a whole bunch of other products running off the same hardware as this one.
The Tetris one is interesting for many of the same reasons I highlighted above, it’s another thing that was licensed and ported all over the place, and being able to document / show that is culturally and historically important. Unfortunately the Tetris one crashes in MAME when you try to start a game at the moment, so it’s not too interesting to show at this point.



One thing of note about the Tetris one is that you can access a hidden test mode by holding Down and Anticlockwise. Space Invaders contains images for a similar test mode, but I haven’t worked out how to access that one.

This also allows player 2 inputs to be tested, which is going to be fun to figure out because I think they’re being read in a strange way, maybe via Serial or some hack of the ADC because they’re not read directly (which maybe shouldn’t be surprising, the P2 controller is optional and plugs into the P1 controller)
Anyway, I’m going to continue to try and improve these, look into adding the sound, see if I can figure out why Tetris crashes, and fix up the transparencies. I’m also hoping some more games on this hardware get dumped. Sean Riddle picked up a “Golden Tee Home Edition” and “Skateboarding” which both look like they might fit here (and if they do, both use horizontal scrolling to, so will provide additional evidence for improving the hardware emulation as nothing we have so far does)
*edit* I’ve improved the video emulation a bit, here’s an updated video showing the current state, some of this is a bit hacky due to lack of software to make conclusions, but at this point I think any visual problems aside the slightly off colours are the same as the real hardware.
Need to look into adding sound next.
Mr. Harper the Jack Russell Mix
This is Mr. Harper, a 9-month-old male Jack Russell and Chihuahua Mix. Mr. Harper is full of vem&vinger& this is the only time you can get a good picture of him, when he's asleep!! Definitly a busy boy, his personality is so much fun! Everything is always so new for him and interesting for him!! My lil boy, I just love him to pieces. Photo sent by Kara.
CORCOVADO
CALÇADA DA AV. ATLÂNTICA
Jaxson the Maltipoo
This is Jaxon, a 4-year-old male Maltipoo from Arroyo Grande, CA. Jaxon dances for his his dinner! Every night when I walk over to where his food bowl goes he gets on his hind legs and twirls! He's never been trained to do it and definitely won't do it on command (unfortunately!) but it's pretty darn cute! Photo sent by Teena.
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Finding the perfect hat for the droogs
Stanley Kubrick trying out different hats for the droogs to wear in A Clockwork Orange.
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Princesa Isabel, por duas vezes Monumento.
As Coisas Que Você Só Vê Quando Desacelera. Haemin Sunim...

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Grileiros de terra ameaçam geoglifos de Palpa e Nazca
A Orca, o novo geoglifo de Palpa e Nazca que surpreende o mundo após sua restauração - O impressionante patrimônio cultural foi recuperado pelos arqueólogos, mas corre risco por causa de grileiros de terra, que cercaram a área e impedem o acesso aos turistas.
Os achados arqueológicos nos pampas de Nazca e Palpa continuam a surpreender o mundo e não que esta iconografia seja nova. Desta vez se trata da recuperação de um enorme geoglifo que representa uma orca, um cetáceo que faz parte da cultura Nazca. Após 50 anos de sua descoberta, o estado peruano conseguiu recuperar o geoglífo de La Orca, que está desenhado ao lado de uma colina fora de Palpa, em Ica.
A Orca é um dos desenhos mais enigmáticos e antigos do circuito Palpa-Nazca. O cetáceo que vive em todos os mares do mundo, é conhecido como a "baleia assassina" por sua ferocidade e grande tamanho. Mas, no antigo Peru, os Nazca consideraram que se tratava de uma divindade ligada ao mar e ela também foi representada em sua delicada escultura de cerâmica.
![]() |
| A cultura Nazca considerou a orca como uma divindade ligada ao mar e representada em suas finas esculturas em cerâmica |
"Ao contrário das linhas de Nazca, o geoglifo de Orca é desenhado ao lado de uma colina, o que indica que é um dos primeiros geoglifos da região", diz Isla e reconhece que "existem outros geoglifos deste tempo em Palpa, algo que quase não ocorre em Nazca, onde a maioria das linhas e geoglifos são desenhados em áreas planas ".
Deve-se salientar que este sítio arqueológico está em risco por causa dos grileiros de terra presentes na área, eles cercaram o território para restringir o acesso e tomar posse do local. Uma vez que o consideram uma "posse" eles impedem o acesso ao sítio e que este se torne uma potencial atração turística para a região de Ica.
O desenho gigantesco que foi gravado na encosta de uma colina localizada nos arredores de Palpa, na região de Ica, conhecida por ser o lugar onde viveu e estudou - essa cultura impressionante - a arqueóloga Maria Reiche.
[Fonte: Tiempo26 | Dados: República | Imagem da capa: San Telmo Exposition, Wikipedia]
Em 10 anos robôs podem substituir 4 milhões de trabalhadores na GB
Fonte: Science | The Guardian, RSA (tradução livre)
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A síndrome de Gabriela
Certamente alguma vez já escutou alguém falar a seguinte frase
“Meu, isso sempre foi assim. Desde que eu cheguei aqui, a gente sempre fez desse jeito e funciona!”
principalmente se você trabalha em uma empresa com muitos anos de existência. A *Síndrome de Gabriela *(uma referência a Gabriela da novela que foi exibida em 1975 e depois em 2012) é uma doença muito comum nas empresas. E pior, muitas vezes, é um mal imperceptível por conta de já fazer parte da cultura das empresas e das pessoas que lá estão.
E por que ela acontece com tanta frequência? Principalmente porque mudar dá (e muito!) trabalho. Retirar aquele puxadinho que você tem naquele processo ou aquela gambiarrinha que você tem naquele código, pode ser bem doloroso e custoso também. E é aí que Gabriela vem e pega as pessoas pelo braço! As pessoas tendem a assumir um estado de conforto, muito conhecido como cômodo. O comodismo é uma das principais causas dessa síndrome. Se já está funcionando assim, para que vamos mexer nisso, não é mesmo?
Vai além de fator psicológico
Nesse momento, apesar de não me aprofundar muito, esse fenômeno psicológico tem explicação científica. A famosa zona de conforto não é clichê e sim uma área onde nosso cérebro gosta de estar. Para diminuir nossa atividade cerebral, nós precisamos automatizar partes da nossa vida (como dirigir, andar, respirar) para que o cérebro dê conta de processar tudo. Imagina se tivéssemos que pensar para respirar!
É exatamente por isso que, uma vez que estamos acostumados com um comportamento, sempre vamos tender a pensar “Foi sempre assim.” ao invés de fazer questionamentos do tipo “Será que sempre foi certo assim?”. O primeiro pensamento não faz nenhum neurônio se movimentar, já o segundo é uma festa de neurônios acordando (pra saber mais indico esses dois livros 1 e 2).
Além desse fator científico que pode estar nas pessoas, outro fator decisivo que faz com que essa síndrome exista na sua empresa é o ambiente e a cultura que existe nela. Muitas vezes, as pessoas querem mudar mas não o fazem por medo. Ambientes em que as pessoas não conseguem se expressar livremente e expor ideias, automaticamente cantarolam
Eu nasci assim, eu cresci assim. Eu sou mesmo assim Vou ser sempre assim
todos os dias. E aí das duas, uma: ou elas vão sair em algum momento ou se acostumam com aquilo e se tornam cômodas.
Os sintomas são graves
Um grande problema de sua empresa ter contraído a Síndrome de Gabriela é que ela provavelmente não deve estar conseguindo evoluir efetivamente. Pode haver a falsa sensação de progresso, mas essa sensação está fundamentada em processos e ações que, a longo prazo, podem se tornar insustentáveis. Resumindo: você não está resolvendo seus problemas, está postergando-os.
Outro grande problema é que nesses ambientes é muito difícil que exista inovação. No sentido mais simples da palavra, inovação significa “ação nova” e é muito difícil inovar em um ambiente em que as pessoas não querem evoluir e mudar a maneira como agem e fazem as coisas. E como sabemos, quem não inova está propício a desaparecer!
Tem cura?
Uma possível “cura” para essa Síndrome está nas pessoas que não a contrai. Como o nosso cérebro não funciona da mesma maneira para todas as pessoas, algumas estão menos propícias ou são totalmente imunes à contraí-la. Essas pessoas podem ser agentes de mudança nas organizações que estão sofrendo com esse mal.
Muitas vezes, quando alguém novo chega na empresa ou a organização dos times muda e novas pessoas começam a trabalhar com outras, agentes de mudança inconscientes entram em ação, questionando tudo que dizem que “sempre foi assim”.
O principal remédio contra Gabriela é mudar. Mudar a maneira como fazemos as coisas, como enxergamos o mundo e como entendemos o que é certo e errado. Por isso volto a repetir: mudar, como já sabemos (e para os que não sabem, saibam agora!) é muito difícil. É preciso coragem para realmente fazer mudanças que tenham impacto verdadeiro. E aqui, não falo somente de ambientes empresarias, mas da nossa vida também. A Síndrome de Gabriela é super contagiosa e pode estar impedindo que você evolua como pessoa e profissional. Até quando você vai deixar ela fazer parte da sua vida? Shake yourself!
Grande Sertão: Veredas. Guimarães Rosa (via @di.van_)...

Grande Sertão: Veredas. Guimarães Rosa (via @di.van_) #grifeinumlivro
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This scene appears in the movie “Other Life" during the...

This scene appears in the movie “Other Life" during the 14th minute. The main character is supposedly trying to correct a bug in the virtual-reality software. It looks like the code corresponds to GLSL and is written in Sublime Text. That’s pretty realistic except it has been taken from a demo sample (http://glslsandbox.com/e#26701.0) and every occurrence of “SEA” (uppercase) has been replaced by “snow” (lowercase), resulting in constant variables named like “snow_TIME”, “snow_SPEED”. Also if you observe carefully you can see that the conditional block she’s adding in the movie uses a variable that’s declared only a few lines after… But even funnier: she’s returning a float while the signature of the method is…void!
At least they tried?BASIC from Stranger Things, Season 2.

At least they tried?
BASIC from Stranger Things, Season 2.

















































