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05 Aug 17:40

"Qualidade" também podem ser sintoma de transtorno mental

by noreply@blogger.com (Ronald Sanson Stresser Junior)


16 doenças mentais que confundimos com virtudes
Reprodução de: ESTÚDIO DA MENTE

O que diferencia um comportamento razoável de outro patológico é a intensidade, frequência e grau de prejuízo que causa para a própria pessoa e os outros.

Nossa sociedade não é das mais saudáveis mentalmente, visto que psicopatas são CEO’s, estelionatários podem ser políticos e malandro é o bon vivant encostado em casa e sustentado pelos pais.

Então o fato é que aquilo que é visto como virtude na real pode dar indícios de um fundo patológico que ninguém percebe.

Aquela pessoa ultra-alegre que sempre anima as festas pode ser afetada por algum transtorno de humor sem que você desconfie.

A virtude é sempre um comportamento opcional, como alguém que poderia ficar fechado, mas prefere se relacionar com os outros, ou seja tem liberdade real de fazer uma coisa ou outra. Agora, se a pessoa não tem a opção de se abrir e ter outro comportamento, então o fato de se fechar não é uma virtude, mas uma prisão psicológica.

Essa lista não é definitiva nem deve ser tomada ao pé da letra, mas vista com certa leveza e bom humor, enxergando uma pista para aquele comportamento estranho do seu vizinho, parente, amigo ou parceiro amoroso. Em última instância você também pode estar na lista.

Nem todas as pessoas que têm essas características têm a psicopatologia, mas todas as pessoas com o distúrbio costumam ter esses pontos em comum, ou seja, um item isolado não faz o diagnóstico completo (normalmente mais de cinco em cada patologia).

Sexy a sensualidade está longe de ser um problema, principalmente em contexto adequado ela é um afrodisíaco para conquistar alguém para intenções afetivas ou sexuais. Mas se ela é inadequada, invasiva, exagerada, dramática e acompanhada de uma necessidade desesperada de chamar atenção pode ser sinal de Transtorno de Personalidade Histriônico.

Esse anseio por admiração e comportamento persistente e manipulativo pode apontar para sérios problemas de relacionamentos e impedir uma vida com estabilidade emocional e construção de histórias consistentes e significativas.

Dedicação pessoal excessiva ou devota existem pessoas que vivem de maneira quase religiosa seus relacionamentos amorosos, endeusando seus parceiros como se fossem a única razão de viver. Elas costumam ter comportamentos parecidos com time de futebol, partido político ou religião, pois caem de cabeça e demonstram uma fé “inabalável”.

Se essa entrega toda vier acompanhada de um sentimento de vazio intenso e oscilações de humor e comportamentos destrutivos, pode estar longe do seu eixo pessoal e ter indícios de um transtorno difícil de diagnosticar como o de Personalidade Borderline.

Obstinação – a pessoa que persegue os próprios objetivos pode chegar muito longe. O problema é quando, sem nenhuma perspectiva, ela segue como um trator insistindo teimosamente no resultado ao qual se apegou na imaginação.

Pode ter uma personalidade obsessiva e não ser alguém que segue seus sonhos. Mesmo que quisesse desistir não conseguiria, mas não porque é virtuosa e sim por padecer do transtorno de personalidade obsessivo.

Bonzinho – uma pessoa de bom coração sabe exatamente quando deve ou não ajudar a outra e sabe se posicionar sobre sua capacidade de beneficiar ou dar um basta. Já as boazinhas podem ter um comportamento submisso, passivo e dependente da aprovação de outras pessoas. Fazem o bem mais por medo, covardia ou falta de opção do que por virtude.

Na verdade não sabem se posicionar e enfrentar as pessoas de frente. Ela pode ser portadora de Transtorno de Personalidade Dependente e nem saber que na verdade se submete por não ter capacidade de seguir suas próprias escolhas.

Organização pessoal – é lindo ver uma casa bem arrumada sem ter que ficar falando para as visitas “não repara na bagunça”. O problema é quando a pessoa é obcecada por deixar tudo limpo e não consegue sentar quieta e relaxar se algo está fora do lugar. Ser limpo e organizado é sinal de saúde, mas ser obcecado por isso pode ser doença.


Dieta incrível – sabe aquela pessoa que você tem inveja porque faz dieta à risca ou que malha desesperadamente para ter barriga negativa? Pois é, se essa pessoa consegue ter uma filosofia de vida, é natural, tranquilo e opcional, está tudo certo. O problema é se ela faz isso como resultado de uma sensação crescente de ansiedade caso não malhe ou esteja no peso, ou se ela tiver sempre a certeza de estar fora do peso (muito acima) e não consegue perceber que já está muito magra ou musculosa.

Nesses casos, pode haver uma suspeita de um Transtorno Dismórfico Corporal, que altera a imagem corporal, faz a pessoa não notar com precisão qual a forma real e usar métodos cada vez mais drásticos para chegar no ponto “ideal”.

Meiguice – uma pessoa querida, calada, que aceita tudo e não se opõe a nada pode ser só uma pessoa meiga e querida. Mas se ela nunca consegue se posicionar, enfrentar obstáculos e barrar abusos então talvez tenha algum problema de fobia social que a impede de lidar com acontecimentos da vida cotidiana sem ficar alarmada imaginando uma catástrofe.

Alegria intensa – ter na turma de amigos alguém que sabe se divertir e tem mil ideais é indispensável.

Mas se esse amigo não consegue para quieto, fala pelos cotovelos, é inconveniente, se acha a pessoa mais incrível do mundo e perde a noção do bom senso, pode ser que esteja num acesso de mania e precise de tratamento.

Autenticidade – tem gente que acha que é uma virtude falar tudo que vem na cabeça. Ledo engano. A incapacidade de filtrar os conteúdos mentais e falar qualquer coisa inconveniente na mesa do jantar pode ser sinal de verborreia um sintoma que está presente em várias doenças mentais.

Produtividade – é bem verdade que ser uma pessoa produtiva ganha destaque no mundo em que vivemos, mas o problema é se esse desempenho é resultado do excesso de necessidade de se antecipar, fazer tudo com perfeição tendo controle de cada tarefa e “fazendo tudo para ontem”.

Um desempenho aparentemente formidável pode ter como pano de fundo a ansiedade.

Perfeccionismo – quando alguém se gaba de que seu único defeito é ser perfeccionista acredite. O perfeccionismo pode tornar uma pessoa ranzinza, chata, metódica, procrastinadora e de presença pesada e cheia de impedimentos.

Transtorno de personalidade obsessiva pode estar acometendo essa pessoa que na verdade não consegue caminhar com tranquilidade pela vida e está sempre pressionada por um ditador interno.

Pessoa cheia de opinião – ele pode até ser o líder da turma e tomar a dianteira de todas as conversas, digno de inveja, mas se ele não tiver um tempero de afetuosidade, capacidade de dar espaço para os outros brilharem e terem sua vez pode ser que você esteja na presença de um portador de Transtorno de Personalidade Narcisista.

Certamente a presença dessa pessoa pode ser legal por alguns minutos, mas com o tempo você terá vontade de manda-la calar a boca de tanto autoelogio que ouvirá. Muitas pessoas com personalidade passiva costumam se associar aos narcisistas, mas certamente é o tipo de pessoa que acaba falando sozinha e dizendo que os outros “têm inveja dela, por isso se afastam”.

Diversão no bar – tem sempre um amigo que é o primeiro a chegar no bar e o último a sair e provavelmente aguenta todas as rodadas com todo mundo. Está presente em todas as reuniões e sempre entornando um copo na mão, se gabando de que não é fraquinho para bebida.

Pode ser que ele esteja no grau mais alto de alcoolismo, que implica numa tolerância maior ao álcool e uma impossibilidade de se divertir sem o acessório etílico na mão. Se ele só sabe se divertir bebendo e está sempre forjando um encontro social para ter ocasião de beber isso já é uma pista.

Liderança assertiva e dura – é muito comum grandes chefões de empresas terem comportamento impiedoso, frio, preciso e até cruel.

Há quem admire essa filosofia pitbull que esmaga quem se oponha ao seus interesses, mas a realidade é que isso pode ser sinal de Transtorno de Personalidade Antissocial, a antiga psicopatia.

Justiceira – ter senso de justiça e lutar para que os direitos sejam cumpridos é um dever de todo cidadão, mas o problema é quando isso vira justificativa para acessos de descontrole emocional, raiva e atitudes violentas.

A raiva costuma ser resultado de pessoas perfeccionistas que se acham superiores aos outros e imaginam que sempre têm razão. Pode ser que esse comportamento seja resultado do Transtorno Explosivo Intermitente e mereça atenção especializada.

Visionárias – existem pessoas que parecem ter a cabeça na lua e viver com ideias extraordinárias que nunca saem do papel, mas que são sentidas como incríveis e à frente de seu tempo.

Muitas vezes esse comportamento excêntrico que é visto com certo humor por pessoas queridas pode ser resultado de um quadro mais grave de Transtorno de Personalidade Esquizotípica que leva essas pessoas a se sentirem isoladas e esquisitas frente às demais.

ALERTA: o importante é ver nessas características indícios para buscar mais informações, sem que se faça um autodiagnóstico descuidado. Para isso, procure a associação de um especialista médico psiquiatra e de um psicólogo ou hipnoterapeuta (terapeuta que usa a hipnose para tratamentos mais rápidos e efetivos) para suporte emocional.


04 Aug 13:22

Jazmine the Mixed Breed Dog

by Dogs

This is Jazmine Martin a 6-year-old female dog in Music City. Photo sent by Ann Johnson Martin.

02 Aug 18:21

SENNHEISER

by Mundo das Marcas

A alemã SENNHEISER está moldando hoje o mundo do áudio de amanhã. Essa declaração de visão descreve o que a marca pretende atingir: excelência quando o assunto é áudio, através de produtos inovadores e soluções futuristas que são feitas de forma otimizada para as necessidades dos consumidores. Para a marca, um som bom não é o suficiente. Ela quer alcançar o som perfeito. Deseja que o som ganhe vida. Por isso, seus produtos podem ser encontrados na Broadway em Nova York, ou no lendário estúdio Abbey Road em Londres. 

A história 
Tudo começou no dia 1 de junho de 1945, poucas semanas após o fim da Segunda Guerra Mundial, quando o engenheiro eletrônico Dr. Fritz Sennheiser, um apaixonado por rádios e eletrônicos desde a adolescência e formado pelo Berlin Institute of Technology, resolveu juntamente com sete amigos engenheiros fundar o Laboratorium Wennebostel, ou abreviando-se “Lab W”, em um acanhado prédio com a fachada de madeira e alvenaria, em Wennebostel, próxima a cidade de Hanover. A jovem empresa inicialmente fabricava voltímetros eletrônicos valvulados. No ano seguinte, a empresa lançou no mercado seu primeiro microfone, conhecido como DM1, que serviria como base para o desenvolvimento dos mais sofisticados microfones. Em 1949, outra inovação: DM 4, o primeiro microfone condensado com compensação de ruídos. Nos anos seguintes também surgiram os primeiros pré-amplificadores e amplificadores, bem como aparelhos auditivos em miniatura. Em 1956, lançou o microfone MD 93 com transdutor reversível, que atuava também como falante.


Já em 1957 a empresa introduziu no mercado o primeiro Mikroport, nome que é utilizado até hoje como sinônimo de canais de áudio sem fio. Pouco depois, em 1958, a empresa foi renomeada para SENNHEISER ELECTRONIC. Essa década ainda guardaria uma surpresa com o lançamento em 1959 do primeiro microfone estéreo. Na década de 1960 a marca ampliou sua linha de produtos com o lançamento do primeiro microfone direcional (1966) e do primeiro fone de ouvido aberto do mundo (1968), que revolucionou o segmento, pois conseguia produzir um som mais natural e já vendeu mais de 10 milhões de unidades até os dias de hoje. A evolução prosseguiu na década seguinte com o lançamento de microfones com transmissão via infravermelho no ano de 1975 e o desenvolvimento do primeiro microfone profissional de lapela para transmissão sem fio de rádio frequência. Pouco depois, em 1977, para atender a alta demanda por seus produtos a empresa inaugurou uma segunda linha de produção em Burgdorf. Este ano também foi marcado por um importante acontecimento quando os engenheiros da empresa combinaram o princípio dos fones de ouvido abertos com a tecnologia de transdutores eletrostáticos pela primeira vez. O resultado foi o lançamento do modelo Unipolar 2000, que oferecia uma resolução extremamente fina e baixa distorção harmônica total. No ano seguinte apresentou o sintetizador de voz VSM201, que introduziu a voz humana no mundo do som eletrônico.


Em 1982, a empresa começou a produzir microfones sem fio modernos. Ainda nesta década a marca surpreendeu mais uma vez por suas inovações em transmissão sem fio RF multi-canal. Além disso, ingressou no segmento da aviação, em 1987, fornecendo fones de ouvido headset para comunicações no cockpit para a companhia área Lufthansa. Desde então, trabalhando em estreita colaboração com pilotos e companhias aéreas, a empresa continuou a desenvolver novas soluções para o setor de aviação, como por exemplo, a tecnologia de proteção auditiva (ActiveGard™) e proteção de ruído (NoiseGard™). No início da próxima década a empresa inaugurou filiais no Reino Unido, Estados Unidos e Canadá, além de escritórios na Ásia. O ano de 1991 marcou o lançamento do fone de ouvido eletrostático Orpheus HE 90/HEV 90, com seu impressionante pré-amplificador de tubo. Devido à tecnologia extremamente complexa envolvida, o Orpheus foi produzido em uma edição limitada de apenas 300 unidades. Pouco depois, em 1993, apresentou o primeiro fone de ouvido digital com infravermelho (sem fio); e no ano de 1995, o primeiro fone de ouvido do mundo que funcionava por transmissão sem fio de alta frequência, RS 5. Em 1998, lançou o primeiro fone de ouvido tipo stethoset, que encanta pela transmissão por radio frequência perfeita e operação clara, desenvolvido para assistir TV sem perturbar quem está por perto.


Em 2000 inaugurou o mais avançado centro de produções de microfones do mundo. Já em 2001, ocorreu a primeira instalação do novo sistema de informações para visitas guiadas GuidePort. Nos anos seguintes, sua expansão internacional atingiu Índia, Rússia e Japão. No ano de 2011, dois novos microfones shotgun, o MKH 8060 e o MKH 8070, estabeleceram novos padrões de qualidade no segmento. No ano seguinte a marca lançou no mercado um de seus maiores e mais recentes sucessos: Momentum Sennheiser, uma linha de fones de ouvido que oferece alta fidelidade sonora e um design luxuoso, acompanhada por uma variedade de padrões e cores. Em 2015 ocorreu o lançamento do novo sistema de fones de ouvido eletrostáticos Sennheiser Orpheus, que custa US$ 55.000. Fones de ouvido eletrostáticos criam o som através de uma película bem fina posicionada entre duas placas grandes de metal nos fones. No novo Orpheus, essa película tem apenas 2.4 mícrons de espessura, e ela é mais leve que o ar ao redor.


Há mais de 70 anos a SENNHEISER vem continuamente ditando tendências dentro da indústria de áudio. Até o presente momento, sua inspiração para a inovação, curiosidade e paixão tem feito seus produtos e serviços serem imensamente bem sucedidos. Em qualquer lugar em que se encontrem pessoas apaixonadas em gravar, transmitir ou tocar, a SENNHEISER estará presente. Afinal, sejam artistas, DJs, pilotos de avião, cientistas, técnicos de som e exigentes amantes da música, o nome da SENNHEISER será para eles um sinônimo de produtos de alta qualidade e prazer auditivo sem distorção alguma.


Inovação e tecnologia 
Ao longo de mais de sete décadas a lista de inovações da SENNHEISER é tão extensa quanto impressionante. A marca teve um impacto significativo na evolução da tecnologia de áudio, desde a invenção do microfone shotgun nos anos de 1950, passando pelos primeiros fones de ouvido abertos do mundo, o HD 414, até inovações atuais, como o sistema de microfone sem fio Digital 9000 e o MobileConnect, solução de transmissão para pessoas com deficiência auditiva. Um ótimo exemplo da inovação que a empresa persegue como um mantra é o desenvolvimento do sistema digital de microfone via rádio. A SENNHEISER pesquisou durante 15 anos e teve a coragem de rejeitar ideias e recomeçar do zero até a qualidade sonora finalmente ser atingida com perfeição.


Em 2012, a empresa inaugurou um moderno centro de pesquisa e desenvolvimento na cidade de San Francisco. Além disso, o Sennheiser Innovation desenvolve conceitos de vanguarda para todas as divisões de negócios da empresa, cujas tarefas principais compreendem pesquisa de tendências, bem como o desenvolvimento de produtos e de cenários inovadores. Atualmente a SENNHEISER, que investe mais de €50 milhões anualmente no setor de P&D, possui grande e moderno centro de pesquisa e desenvolvimento na Alemanha e escritórios de P&D na Dinamarca, Califórnia, Singapura e Suíça, que garantem sua posição de liderança como fornecedores de tecnologia de ponta.


A evolução visual 
A identidade visual da marca passou por pequenas remodelações ao longo dos anos. Mais recentemente, em 2017, a marca alemã apresentou um logotipo com nova tipografia de letra e na cor preta, além de um novo design para seu símbolo.


Os slogans 
The Pursuit of Perfect Sound. (2013) 
Enjoy music everywhere. (2003) 
Let the sound take you away. 
Defining sound.


Dados corporativos 
● Origem: Alemanha 
● Fundação: 1 de junho de 1945 
● Fundador: Dr. Fritz Sennheiser 
● Sede mundial: Wedemark, Hanover, Alemanha 
● Proprietário da marca: Sennheiser Electronic GmbH & Co. KG 
● Capital aberto: Não 
● Chairman: Dr. Frank Heinricht 
● CEO: Daniel Sennheiser e Andreas Sennheiser 
● Faturamento: €658.4 milhões (2016) 
● Lucro: €34.9 milhões (2016) 
● Presença global: 90 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 2.830 
● Segmento: Áudio 
● Principais produtos: Fones de ouvido, microfones e soluções de áudio 
● Concorrentes diretos: Bose, Pioneer, Audio-Technica, V-Moda, Grado, JBL, AKG, Sony, Monster e Beats by Dre 
● Slogan: The Pursuit of Perfect Sound. 
● Website: pt-br.sennheiser.com/ 

A marca no mundo 
Atualmente a SENNHEISER, uma marca especialista em áudio de altíssima qualidade, é uma das líderes mundiais na produção de fones de ouvido, microfones e tecnologia de transmissão sem fio. Com seus produtos, que englobam fones de ouvido, microfones, sistemas de microfones sem fio, sistemas de informação e conferências, assim como produtos de audiologia e aviação, vendidos em mais de 90 países ao redor do mundo, a marca alemã possui fábricas na Alemanha, Irlanda e Estados Unidos, e teve faturamento superior à €655 milhões em 2016. 

Você sabia? 
● As inovações fizeram com que a SENNHEISER conquistasse muitos prêmios internacionais, incluindo em 1987 o “Oscar técnico” (Scientific and Engineering Award) pelo microfone shotgun MKH 816; no ano de 1996 o Emmy Award, mais importante prêmio da televisão americana, pelo desenvolvimento pioneiro em tecnologia de microfones sem fio de rádio frequência; e mais recentemente em 2013 homenageada com o prestigioso prêmio Philo T. Farnsworth na última noite do 65° Prêmio Emmy de Engenharia em Hollywood. 
● Ao redor do mundo estrelas como Pink, Seal, Katy Perry, Beyoncé e Celine Dion usam tecnologia da marca alemã. Técnicos por todo o mundo confiam na fidelidade de seus sistemas de transmissão. Além disso, os produtos para controle de tráfico aéreo garantem aos controladores e pilotos comunicação efetiva sem interferências. 
● Em 2013, Daniel Sennheiser e Dr. Andreas Sennheiser, da terceira geração da família, assumiram o comando da empresa. 


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers). 

Última atualização em 4/7/2017

29 Jul 17:50

Praia da Joatinga no Rio de Janeiro

by Flávia Peixoto

A Praia da Joatinga é uma das mais bonitas praias do Rio de Janeiro e uma das que tem mais difícil acesso. Eu diria até que é “escondidinha”.

a praia é point de surfistas e as pedras fazem parte do seu cenário 

Localizada no bairro do Joá, um bairro de casas e mansões que fica em um morro entre São Conrado e Barra da Tijuca, a pequena Praia da Joatinga, tem apenas 300 metros, é acessada através de um condomínio, que embora tenha uma guarita com segurança, o acesso pode ser feito por qualquer um. Mas esse é o acesso de carro… depois de estacionar no pequeno estacionamento que só comporta 60 carros e fica no alto do Joá, ou na rua que leva à ele, é preciso descer uma trilha (que lá atrás já foi de terra e hoje é asfaltada) e passar por pedras. E não são só as pedras que são obstáculos para a chegada à praia.. é preciso ficar de olho na tábua de maré, pois na maré cheia o mar toma conta de quase tudo, ou até tudo e é impossível chegar na areia como também acontece de não ter areia.

Mas isso tudo vale a pena.. diria que o passeio já vale a pena ao estacionar e admirar a vista linda do Mirante Ricardo Menescal. Do alto da montanha é possível ver os surfistas pegando onda na Joatinga, a galera jogando altinho e a pequena faixa de areia da praia abraçada pela montanha. E a descida da trilha também é com esse visual.

o acesso é por uma trilha/escada além de pedras

Pode imaginar que com esse acesso difícil prejudica também o pessoal que vende bebidas, biscoitos e etc na praia. É uma praia onde se vê poucos vendedores e em determinada época do ano eles nem descem, pois o sol para de bater na areia bem cedo no inverno. Mas tem pelo menos um por ali, mesmo que seja na parte de cima, por isso recomendo já comprar algo antes de descer, porque não é tão tranquilo fazer essa travessia várias vezes no mesmo dia. Cansa rs

O acesso difícil ajuda inclusive a ser uma praia mais segura.. o que deixa a Joatinga mais atraente ainda na minha opinião.

pra chegar na areia é preciso passar por essas pedras

Como chegar

O ideal é ir de carro. Se bem que nos finais de semana, principalmente no verão,  vale a pena pegar um taxi, uber ou algo do gênero pois além do acesso ser complicado, são poucas as vagas.

Se estiver de carro vindo da Zona Sul, ao chegar em São Conrado mantenha a direita e siga as placas para a Estrada do Joá. É uma estrada sinuosa e o condomínio que dá entrada para o estacionamento fica por volta do número 2649, esse ponto já é o começo da descida em direção à Barra da Tijuca. Uma maneira de achar o caminho pelo GPS (Maps e etc) é colocar como referência o Clube Costa Brava.

Existem poucas linhas de ônibus que passam “perto” da  Praia da Joatinga. Uma delas que parte de Copacabana, bairro onde muitos turistas se hospedam, é a 557, Copacabana-Rio das Pedras. O ponto de desembarque é na Estrada do Joá número 2649, se falar com o motorista ele dá as direções. Nesse caso ainda vai andar acho que um 1km, por aí, até chegar à escada/trilha que desce na praia.

o acesso à trilha/escada é feito por essa guarita de um condomínio

Dicas para curtir a Praia da Joatinga 

  • Procure ir em dia de semana, principalmente no verão. Não só pela quantidade de vagas mas também por conta da pequena faixa de areia.
  • Não é uma praia com muita infraestrutura, portanto se precisa de barraca, cadeira e etc (inclusive seu saquinho para colocar lixo), o ideal é levar.
  • Não recomendo ir com crianças, a travessia pelas pedras pode não ser tão tranquila para elas, sem contar que as ondas são fortes e não dá pra curtir direto a água, como criança gosta.

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Mais fotos

28 Jul 22:15

BOTAFOGO

by Saudades do Rio


 
Continuando com o tema de ontem, a região no entorno do viaduto Pedro Alvares Cabral, no Mourisco, temos uma excelente fotografia, ainda da época de construção do viaduto em meados dos anos 60, enviada pelo Joel Almeida, a quem o “Saudades do Rio” agradece.

Nesta foto vemos o belo prédio do Arquivo Geral do Estado do Rio de Janeiro cercado de grandes prédios em construção. A data da foto, por volta de 1966, é confirmada pela presença dos ônibus elétricos trafegando pela Praia de Botafogo e na saída da Rua Voluntários da Pátria.

Na segunda foto, uma panorâmica da região, vemos as sedes dos clubes Guanabara e Botafogo (o ginásio e a piscina foram palcos de grandes eventos esportivos) e o prédio branco onde funcionou o cinema Guanabara,construído em 1920, na Praia de Botafogo nº 506, no local onde funcionava o Cinema High-Life. Chegou a ter 1770 lugares e foi demolido em 1977.

A sede do Botafogo foi construída no local onde funcionou o antigo Pavilhão Mourisco, demolido em 1952, quando das obras para a construção do Túnel do Pasmado. Por quase trinta anos o Botafogo manteve esta sede, resultado de um acordo entre a Prefeitura e o clube. Com o fechamento desta sede, em 1998 foi inaugurado o Centro Empresarial Mourisco, uma construção espelhada, na minha opinião de mau-gosto, apelidado de "Ferrero Rocher", onde hoje se encontram as sedes de várias empresas, salas comerciais e garagens.  Bem à esquerda vemos a Policlínica de Botafogo que há décadas presta bons serviços aos cariocas.

Finalmente, na terceira foto, colorida, vemos o viaduto que, durante muito tempo, por conta de uma curva mal projetada, foi palco de inúmeros acidentes, inclusive com a queda de ônibus (acho que foram dois ônibus que caíram de lá), com vários mortos (uma foto sobre isto já foi postada por aqui).

 

28 Jul 22:13

BOTAFOGO

by Saudades do Rio


 
A primeira foto, garimpada pelo Nickolas, mostra a Praia de Botafogo, perto da região do Mourisco, provavelmente nos anos 50. Nela podemos ver, à direita, um belo prédio que sobrevive até os dias de hoje.

Inicialmente ali funcionou a sub-estação transformadora da Companhia Ferro-Carril Jardim Botânico. Depois, nos anos 60, com o fim dos bondes, o Estado da Guanabara assumiu o prédio. Hoje em dia, já tombado, abriga o Arquivo Geral do Estado do Rio de Janeiro.

Ainda nesta primeira foto, segundo o desaparecido Rafito o prédio alto da direita deve ser o Bel-Air e o telhado ao fundo pode ser o edifício Mourisco, na Rua São Clemente nº 45.

A segunda foto é  de Malta, da primeira metade do século XX, mostrando a sub-estação transformadora da Companhia Ferro-Carril Jardim Botânico, em Botafogo.

Em princípios de 1910, a Companhia obteve da Prefeitura licença para construir, nos terrenos da Praia de Botafogo de números 266/270, esta sub-estação, para o seu serviço de tração e viação. Concluída a sub-estação, desde novembro de 1911 passaram os carros da "CFCJB" a ser movidos por energia hidro-elétrica, fornecida pela Light. Grande parte da via permanente e da rede aérea já tinha sido renovada e reforçada, assim como muitos motores dos carros foram substituídos por outros de maior potência, provendo-se ainda os veículos de alavanca de conta de arco e freios de ar comprimido.

A terceira foto, do Google, mostra o aspecto atual do prédio tombado onde funciona o Arquivo Público do Estado.


28 Jul 22:13

BONDES

by Saudades do Rio



 
Repito, para enfatizar e divulgar para o maior número possível de visitantes, a mensagem recebida do Helio Ribeiro:


“Para quem se interessa pela história dos bondes do Rio, eu me ofereci e o Allen Morrison aceitou que eu fizesse a tradução das páginas sobre bondes do Rio, no site dele. O link é http://tramz.com/br/rj/th/thp1.html. São três páginas, com 75 fotos, divididas em 3 períodos: 1859-1890; 1890-1910 e 1910-1967.”


Como ilustração deste magnífico trabalho vemos na foto 1: “o local é a Praça Tiradentes – onde começou a primeira linha de bondes do Rio, em 1859, e por onde passa atualmente uma das linhas do VLT recém-entrado em operação  (acervo William Janssen)”.


Na foto 2 vemos um bonde já deteriorado. “No dia 31 de dezembro de 1960 a Companhia Ferro-Carril do Jardim Botânico, que deu origem à indústria de bondes no Brasil, deixou de existir. Seus bondes passaram a ser operados durante algum tempo por uma empresa municipal. Os motorneiros e condutores ainda usavam os antigos uniformes, mas os bondes e trilhos deixaram de sofrer manutenção (acervo Allen Morrison).”


Na foto 3 “um tipo diferente de bonde recebe passageiros na estação ferroviária de Campo Grande, em setembro de 1963. A garagem dos bondes ficava no Monteiro (acervo de Earl Clark)”.


O trabalho do Allen Morrison é imperdível e tem a expressiva colaboração do Helio Ribeiro. Não deixem de lê-lo por inteiro no site acima citado.


27 Jul 21:59

física?

by André Czarnobai

Talvez o salto de compreensão mais importante do universo que tive nos últimos anos foi o de perceber, de forma definitiva e inescapável, que o que existe entre o seu nariz e o nariz da gata que logo mais irá beijar, este mesmo espaço por onde se deslocam os pássaros e os aviões, não é, de fato, um espaço, e sim um FLUIDO, onde estamos todos nós imersos, o tempo todo, desde sempre.

Fora isso, acho um ótimo exercício mental tentar compreender isso – e também a forma como o tempo e a velocidade se apresentam de formas radicalmente diferentes em diferentes escalas (uma formiga correndo freneticamente ainda chegará muito depois de um elefante arrastando-se morosamente pela mesma superfície).

25 Jul 17:36

Stanley Kubrick

by ThisIsNotPorn

Stanley Kubrick | Rare celebrity photosStanley Kubrick playing football.

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24 Jul 20:35

Apanhando de macintosh velho

by noreply@blogger.com (Alexandre Souza - PU1BZZ)
Oi gente!

Macintosh velho é um problema. Eu vou contar pra voces uma looooooooooonga historia que espero que os divirta, mas que tambem ilustre como é complicado mexer em macintosh velho. E velho, estou falando de mac 128, 512 e plus.

Tudo começou quando eu anunciei um mac plus que tinha "sobrando" aqui (tudo que tenho em 2 ou mais unidades estou vendendo) e uma pessoa comprou. Beleza.

Tchau, amigão! :o)

Antes de embalar e enviar, fui testar o mac. Obvio, SEMPRE tem problema. Primeiro foi o teclado, e nem vou contar o INFERNO que foi pra pegar o teclado do OUTRO mac plus, caçar as teclas que funcionavam, substituir no teclado que ia embora, testar todas as teclas uma dezena de vezes e...descobrir que o drive nao ejetava. Por sorte, eu tinha um drive razoavelmente novo com o mecanismo de ejeção em perfeito estado. Sorte porque o Texugo me trouxe uma sucata de Mac Classic com o drive funcionando NO DIA ANTERIOR (!). Sempre que eu vendo um micro, eu faço o possivel pra testar e ter certeza que nao há nada de errado. Alias, falando no mecanismo de ejeção, a shapeways fabrica essas engrenagens pra substituir as que SEMPRE quebram. Elas servem nos drives do Apple IIGS, Apple //c Plus, Mac 128, 512, plus, classic, SE, SE/30, Color Classic e outros "aquarios". Procure no google.

Ok, eu tinha um par de discos de boot originais, mandei pro comprador os discos originais. E nao tirei copia...


Ai fiquei com o meu Mac Plus que comprei do meu amigo Sergio Costa, com um teclado todo bichado e sem mouse.

Ia usar como???

Bem, eu podia bolar um emulador de mouse e um emulador de teclado que sirva nos macs antigos :) Tudo bem, bolei o circuito, o emulador de mouse funcionou. Mas pra testar o emulador de teclado tinha que dar boot no Mac Plus. Ai começa a historia engraçada...



Mas Tabajara, qual a diferença do drive do Mac?

Apple é apple. Faz tudo diferente. Ato continuo, no mac nao podia ser igual a nada. Os drives do mac - alem da ejeção automatica - tem um monte de diferencas de velocidade e codificacao em relacao ao PC. Pra nao perder tempo ensinando o que tem em varios sites, vamos assumir que a gravacao é TOTALMENTE diferente, e nao pode ser feita no pc para os macs antigos de 400 e 800K. O drive do Mac128 é de 400K. O drive do Plus é 800K. NAO DA pra gravar disquetes de mac no PC. E se alguem achar um metodo, me mostra que eu quero conhecer.

(o drive de 1.4MB que tem a partir do SE/HD e do Classic ja pode ler discos escritos em formato MAC no PC. O WinImage grava os discos, embora nao mostre o conteudo)



E como faz pros discos de 400K e 800K? Ora bolas, grava em um outro mac.

MAS COMO? NAO TEM OUTRO MAC!!!

Primeiro eu peguei um Quadra 605 que tinha aqui e tentei bootar/ler um CD. Nao consegui.

Depois, peguei outro Quadra 605. Nao rolou tambem.

Ai hoje me aparece aqui o Texugo com um Color Classic II (com placa de Classic I) que bootava o system 7. O kernal do System 7 que estava instalado nao dava pra gerar um disco bootavel de 800K.



Depois liguei um zip drive SCSI. FINALMENTE consegui gravar uma midia "bootavel". Porem, o System 7 do mac do texugo, nao bootava o Mac Plus.

Ai achei em UM site, (depois deveria ser legal colocar esse link aqui, é um site com imagens pra um tal de vMac, emulador de macintosh) uma imagem de disco de boot de 1.4MB que ea feita "especificamente" para o Plus. Gravei essa imagem num disquete (no PC), li no Classic do Texugo, copiei os arquivos pro HD, formatei um zip disk via SCSI, copiei os arquivos de boot e - FINALMENTE - consegui bootar o Mac Plus.

Isso levou um dia inteiro pra descobrir o que fazer. Parece que sumiram os sites que ensinavam a fazer esse tipo de gambiarras.


Mas valeu a pena. Consegui bootar o Mac Plus, e criar uma imagem de disco ZIP que consegue ser USAVEL. Agora vou trabalhar pra conseguir gerar uma imagem ZIP que possa ser distribuida e usada em Mac Plus com varios aplicativos e utilitarios. Em breve, neste mesmo bat canal.

Ah, o emulador de teclado, que foi o objetivo dessa parafernalha toda?


:o)
24 Jul 20:30

johnbirkel:New drawing. Exu Mor-Belzebu



johnbirkel:

New drawing. Exu Mor-Belzebu

22 Jul 20:26

Adonde?

by Martin Jayo

Os quatro postais foram enviados à terrinha por um português recém-chegado a São Paulo.

Não sabemos muito sobre ele, mas é possível inferir algumas coisas. Seu nome começa com R, pela forma como assina um dos cartões. A data em que escreve não é conhecida, mas os cartões que manda parecem ser da década de 1910. E pela forma como escreve, dá pra ver que não é uma pessoa com muita instrução.

Mas, de tudo o que se percebe, o que chama mais a atenção é seu deslumbramento com a cidade. A começar pelo postal em que R. mostra o local “adonde” estava empregado. Ele trabalhava em cima da Loja do Japão, na moderna e elegante rua São Bento.

“Adonde tem Lisboa uma rua como esta, ponhão aqui os olhos!”, escreve o português, maravilhado pelo lugar:

Outros motivos de admiração são o museu do Ipiranga e a estação da Luz.  “Adonde tem Lisboa um predio como este, olhem bem!”, pergunta R. sobre o museu.  “Adonde tem Portugal uma estação como esta? Olhem bem que não é feita de palha não!”, exclama sobre a estação.

 

Passado um século, eu não sei muito bem o que R. escreveria se visse esses lugares. A Loja do Japão fechou nos anos 30, e a São Bento há muito tempo entrou em decadência. Lisboa de fato não tem muitos prédios do tamanho do museu do Ipiranga, mas eles estão em geral mais firmes: nosso museu foi interditado às pressas em 2013, perigando desabar, e não tem previsão de reabrir pelos próximos anos. E a estação da Luz de fato não é de palha, mas isso não impediu que ardesse em fogo, em 2015. Imaginem se fosse!

Nossa vez de perguntar: Adonde erramos?

22 Jul 20:14

VIADUCTO DE SÃO DIOGO

by Saudades do Rio


Mais uma colorização do Reinaldo Elias, do “Colorizando o Passado”.

Vemos o Viaducto de São  Diogo - Ponte dos Marinheiros.

O texto referente à primeira foto, de Heliete Fonseca, fala da primitiva Aguada dos Marinheiros, onde os navios entravam pelo mangal de São Diogo a fim de se reabastecer das águas até então límpidas do Rio Comprido. que desciam pelas fraldas do Maciço da Tijuca, sendo irmãs das do Rio carioca.

Com o progresso e a expansão da cidade para São Cristóvão, foi construída na região uma ponte ultrapassando o rio na altura de uma das pistas da atual Av. Pres. Vargas (pista sentido Zona Norte), no leito da antiga Rua Senador Euzébio.


A primeira versão da ponte foi construída pelo grande Marquês do Lavradio e reformada e ampliada por D. João VI. Nos seus primórdios contava com um posto da guarda que, com cancelas, fechava aquela entrada da cidade. Foi por ela que os corsários de Duclerc invadiram a cidade vindo de Guaratiba.

A segunda e a terceira foto mostram uma panorâmica da área, já com parte do Viaduto dos Marinheiros construído.


14 Jul 20:56

13 de julho, Dia Mundial do Capital Inicial

09 Jul 23:58

Jogo dos 7 erros

by Martin Jayo

Dizem que no final dos anos 50 e início dos 60, quando estava recém-construído, o edifício Bretagne era ponto de peregrinação turística. Os ônibus encostavam na avenida Higienópolis para que a turistada pudesse ver de perto aquele verdadeiro monumento, de finíssimo e arrojado mau gosto.

Esta foto parece confirmar a lenda. Ela apareceu num lote de slides velhos à venda em Columbus, Ohio, e deve ter sido feita por algum americano em viagem por aqui. A moldura do slide tem a data de revelação: janeiro de 1960. Pelo enquadramento ruim e pela má qualidade geral, a foto só pode ser de turista mesmo.

Mas apesar da qualidade, ela permite ver algumas características originais do prédio de Artacho Jurado que hoje não existem mais.

O que mais chama a atenção é a maior integração que havia entre o condomínio e o espaço público, mais tarde quebrada pela instalação de grades de segurança. Mas há outros detalhes. Um deles é a entrada para carros que parece estar funcionando à direita, hoje anulada. Outro é o guarda-corpo do terraço sobre o salão de festas, bem mais interessante que o atual. E ainda há as luminárias vermelhas e brancas dos postes, substituídas por uns globos brancos bem menos artachianos.

Deve haver mais diferenças que eu não notei. Se alguém perceber alguma, avise!

969

08 Jul 18:24

3048 - O cantor

by obiscoitomolhado

           

O  BISCOITO  MOLHADO

Edição 5308 FM                           Data: 03 de julho de 2017


FUNDADOR: CARLOS EDUARDO NASCIMENTO - ANO: XXXIV



ASSUNTO PESSOAL


Peço licença aos fregueses desta ilustre fábrica de produtos destinados ao prazer do intelecto, como o biscoito molhado, para o qual, modestamente eu também contribuo com algum fermento -  sou o FM, que, com prazer, falo das coisas do Ceará, embora também trate de outros assuntos, uns relevantes, outros que dão ânsia de vômito citá-los, pois tratam daqueles que se aproveitaram para roubar do poder público bilhões, transformados cinicamente em propina ou Caixa 2. Simplesmente revelaram ser uns canalhas sem caráter. São personagens que deveriam ser ilustres, pelos cargos que ocupam, mas são apenas ladrões chinfrins, vergonha da raça humana. Urgh! Estão sendo merecidamente condenados a prisão.


Volto ao propósito inicial: falar de um assunto pessoal, de um parente pelo qual devoto muito afeto, por ser ele meu primo, cunhado (sou casado com uma de suas irmãs), meu irmão e meu amigo, que está gravemente enfermo. Uma pessoa encantadora, amado por quantos o admiram como um dos maiores cantores populares do país: Gilberto Milfont.


Dele falo com orgulho e prazer, pois, ainda na pré-adolescência, nos idos anos de 1935/36, por indicação de um tio, fomos à emissora de rádio de Fortaleza, a única existente, ainda modesta, que estava nos seus começos. Ao se apresentar ao proprietário, bastou que cantasse uma única música, com voz semelhante à da cantora da época, Carmen Miranda. O dono da emissora deu-se por encantado e mandou prepara o estúdio, para uma apresentação especial.


Com isso, começava uma longa e exitosa carreira artística, como abrira as portas para a criação de um programa infantil, que revelou muitos novos artistas, ente os quais os conjuntos “Quatro ases e um coringa” e “Vocalistas tropicais.” Anos depois, o “Trio Nagô” e muitos outros,  quando a emissora já havia sido adquirida pelos Diários Associados, e se transformava em poderosa organização, com a participação de profissionais vindos do Rio de Janeiro e de estados vizinhos. O Menino Prodígio, de nome João, foi rebatizado em 1944/45 pelo produtor Antônio Maria, pernambucano que foi contratado para dirigir a emissora, ou por Dermeval Costa Lima, que o substituiu no cargo.  Já nem me lembro o autor, que considerou “Gilberto” nome mais radiofônico. E, como Gilberto, já com voz possante de rapaz, o rádio brasileiro ganhou um notável artista, que decidiu viajar para o Rio, de “Mala e cuia”, com um só propósito, enfrentar uma verdadeira selva, onde brilhavam os grandes nomes da MPB: Francisco Alves, Orlando Silva, Carlos Galhardo e muitos outros, que formavam o elenco da poderosa Rádio Nacional, que contratou o Gilberto, já iniciado na Rádio  Globo. Logo o cantor cearense estava brilhando ao lado daqueles grandes astros, dos quais era um fervoroso admirador. Seu primeiro disco (78rpm, pois não existia o LP), foi gravado em 1946, com duas belas canções do médico e compositor famoso Joubert de Carvalho:  “Geremoabo” e “Maringá.” Foi uma sucessão de êxitos, mais de 100 músicas gravadas, algumas de grande sucesso, como “Eu não queria de perder”, “Esmagando rosas” e, a mais famosa, “Senhora”, um bolero mexicano de Orestes Santos, versão de Lourival  Faissal. A música dominou as ondas de rádio em todo o Brasil. Ao longo do ano, Gilberto participava da programação da RN cantando músicas românticas, era comumente escolhido para cantar canções de outros repertórios, por solicitação dos grandes maestros da emissora, pois tinha ele imensa facilidade de  decorar as letras para o mais famoso e importante programa  da emissora, “Um milhão de melodias”.


Durante o carnaval, contudo, era o preferido dos principais compositores, que participavam dos concursos para escolha das campeãs.  E Gilberto ganhou pelo menos cinco desses famosos campeonatos carnavalescos nos anos de 1950, a mais famosa, “Pra seu governo”, ainda hoje lembrada nos bailes populares.


Com o advento da TV, o rádio caiu em declínio. Gilberto passou a cantar na TV Record, de São Paulo, para onde ia uma vez por semana. Com a crise política, veio o golpe de 64, o rádio esfacelou-se, a Nacional perdeu seus melhores artistas e alguns, por serem efetivos, foram transferidos para repartições públicas federais. Gilberto foi mandado para a Rádio MEC, onde trabalhou como burocrata de programação, até que se aposentou.  Terá perdido o prazer de cantar, só o fazendo por insistência dos produtores de eventos populares, durante o carnaval.


Além de excelente intérprete, Gilberto Milfont se tornou um notável e inspirado compositor, tendo produzido umas duas dezenas de músicas, entre as quais “Reverso”, gravada por Silvio Caldas, Lúcio Alves, Elizeth Cardoso e Tito Madi, e “Esquece”, gravado (entre outros) por Dick Farney. Músicas modernas, estilizando a nascente Bossa Nova.


Um pequeno detalhe de sua adorável companhia, ocorreu em Porto Alegre, logo no início de sua carreira. Acabara de cantar na emissora local. Já no hotel, foi procurado por um modesto cidadão, que disse ser compositor, pedindo para apresentar algumas de suas “musiquinhas”.


Gilberto concordou, ouviu, prometeu gravá-las, com as quais fez grande sucesso em todo o Brasil: “Castigo”, “Remorso” e “As aparências enganam” foram algumas. Seu autor, fã e amigo do cantor: Lupicínio Rodrigues.



Eis um pequeno perfil de uma pessoa generosa, que só fez amigos ao longo de sua carreira artística de grande sucesso. Agora vivendo momentos de grande padecer, gravemente enfermo, internado em hospital, esperando, quem sabe, ainda poder atravessar uma longa e difícil estrada, de curvas perigosas. Enternecido e comungando de seu padecer, peço a Deus que ilumine o seu caminho e lhe proporcione mais tempo para ainda poder usufruir alguns momentos de vida. Ele está com 94 anos.

08 Jul 12:19

MATERNIDADE LARANJEIRAS

by Saudades do Rio


 
A primeira foto (acervo do MIS) mostra onde funciona a Maternidade-Escola da UFRJ. O prédio abrigou uma maternidade, criada em 18 de janeiro de 1904 pelo Presidente Rodrigues Alves e instalada em um palacete da Rua das Laranjeiras nº  180. Criada como instituição filantrópica, foi incorporada à Faculdade de Medicina em 1918, que lá instalou a cátedra de Obstetrícia.

O “Correio da Manhã” de 18/10/1908 anunciava um evento para angariar fundos para a maternidade: “ o imponente festival da Maternidade de Laranjeiras. Entre os números do programma figuram a opera Philemon et Beaucis, cantada com raro brilhantismo, e um grande concerto de professores, regido pelo maestro Francisco Braga. O theatro do Parque Fluminense vae regorgitar. O espirito do nosso povo, amigo da caridade, não lhe deixará um único logar vazio.”

Vários médicos, no início do século passado, colocavam anúncio dos seus serviços destacando pertencerem ao quadro de médicos da Maternidade de Laranjeiras. Um destes anúncios, de 02/01/1920, dizia: “Dr. Raul Pacheco – Parteiro e Gynecologista Assistente da Maternidade de Laranjeiras. Partos sem dôr, molestias de senhoras, tumores do seio e ventre, hérnias, appendicites, operação cesariana. Trata pelo radium os fibromyomas uterinos e os tumores malignos do seio e útero. Consultorio: R. Ouvidor 173. Tel 1862. Residencia: Cattete 238, Teleph. 816 e 631. Beira Mar”.

Bons tempos em que os médicos davam o endereço residencial e o telefone de casa pelos jornais...

A segunda foto (acervo da UFRJ) é um pouco mais recente, mas não tenho a data exata.

A terceira foto, de Malta (acervo do MIS), mostra a Sala de Parturientes da Maternidade de Laranjeiras em 13 de maio de 1903 (colorização encomendada por Heliete Fonseca e realizada pelo Reinaldo Elias do “Colorizando o Passado”).

A maternidade continua lá, fica bem ao lado do viaduto que sai do Túnel Santa Barbara. Sofreu reformas, ficou mais comprida, e tinha, não sei se ainda tem, um bonito exemplar de pau-mulato ou pau-marfim, em frente. Ao lado da Maternidade Escola havia a embaixada do Japão, que foi abaixo para mais um espigão. Um pouco à direita, ficava a embaixada da Itália, cujo prédio foi também demolido, segundo contou a tia Nalu.


08 Jul 12:16

PALACETE SMITH VASCONCELOS

by Saudades do Rio





 
Hoje vamos revisitar a fantástica casa do Barão Jayme Smith de Vasconcelos na Av. Atlântica. As fotos do interior, tão raras nas casas antigas, foram garimpadas pelo Maximiliano Zierer em edições da revista “A Cigarra”. O fotograma colorido foi garimpado pelo Nickolas. A foto do panorama de Copacabana com o palacete de Smith Vasconcelos é do acervo do Silva.

Os comentários foram transcritos de uma aula do Andre Decourt:

“Essa é a casa do barão Smith de Vasconcelos, construída em 1915 na Av. Atlântica que dominava o “skyline” do bairro antes do Copacabana Palace ser construído, pois sua torre chegava a 30 metros de altura ou um prédio de 10 andares .


Tinha o apelido de “máquina de escrever” pela sua curiosa forma do telhado, com paredes externas ocres e janelas azuis, possuía um forte efeito cromático, e foi junto com o prédio do Elixir Nogueira construído no mesmo ano uma das obras mais marcantes do arquiteto Antônio Virzi .


Com formas que misturavam estilos, que iam do Art Noveau ao Medieval, a casa foi um marco de Copacabana e ficava no número 680 da Av. Atlântica entre a Santa Clara e a Constante Ramos.


Resistiu bravamente à especulação dos anos 40 e 50, mas tombou em 1964, no início da guerra suja das construtoras, que passaram a demolir verdadeiras obras de arte em plena ditadura, onde a grita era praticamente zero. Nessa época uma por uma as obras do grande arquiteto, como o Solar Monjope na rua Jardim Botânico, o Elixir Nogueira na Rua da Glória com Cândido Mendes , o Palacete Martinelli na Av. Oswaldo Cruz desapareceram. Em nossa cidade hoje só sobram quatro construções do arquiteto, a Casa Villiot na Rua Sá Ferreira 80, o Villino Silveira no Russel, a igreja Matriz de Nossa Senhora de Lourdes na Av. 28 de Setembro 200 e um galpão no Catumbi na Rua Aníbal Benévolo 315.”

Uma curiosidade sobre o Barão Smith de Vasconcelos contada pelo Gustavo Lemos: o seu título era português e vinha do seu avô. Com a queda da monarquia de Portugal em 1910, a nova Constituição cassou todos os títulos de nobreza do país. Inconformado com a perda do título, o barão foi ao Vaticano e obteve um novo título, que ostentou até a morte. O Vaticano oficialmente não vendia títulos: oferecia aos beneméritos da Igreja. Mas todos sabiam como funcionava. Muitos condes que viviam por aqui passaram por lá: Francisco Matarazzo, Ernesto Pereira Carneiro, Antonio Dias Garcia, Afonso Celso, etc. O Papa Pio XII acabou com isso.



07 Jul 14:56

ANNA K, CADÊ VOCÊ?

by Gabriela Pedrão

Preciso desabar: estou revoltada e pasma com a situação das livrarias-bibliotecas-sebos de Ribeirão.

Vou contar a história. Mês que vem meu clube do livro vai discutir ‘Anna Kariênina’ (é aberto e de graça para quem quiser!) e então comecei a ir atrás do meu exemplar.

QUE ODISSÉIA.

Queria muito um da finada Cosac Naify, traduzido direto do russo, arte lindíssima, enfim, uma joia. Está esgotado, o mais barato que encontrei foi R$200,00, nesse momento de bolsista em que vivo, é impossível.

Comecei a buscar opções para mim e meu grupo nas bibliotecas de Ribeirão e livrarias. O resultado é deprimente.

Fui na Biblioteca Altino Arantes, apenas um exemplar, já emprestado e com fila de espera. Liguei na Biblioteca Padre Euclides, a pessoa que me atendeu não quis dizer se havia o livro no acervo, me falou que essa informação só por email (custava dizer ‘sim, tem’ ou ‘não tem’ apenas?). Fui nos sebos, nada. Em um apenas o volume dois, nos outros apenas um exemplar que já havia sido vendido. Ribeirão tem 3 sebos.

E AÍ? COMO ACHAR ESSE LIVRO?

Comecei a ligar e ir nas livrarias para ver quanto estavam as edições novas.

Liguei na Livraria Cultura, a pessoa me disse que estava esgotado na Cosac, ok. Perguntei se havia outras opções, ela me indicou da Editora 34, ‘porque as traduções são boas’.

Esse livro nunca foi publicado pela Editora 34.

Perguntei de outras, ela me respondeu ‘tem que ver se tem por encomenda’. E só.

Fui na Travessa, perguntei, ‘não tem nenhum, vai lançar da Companhia das Letras’. E fim. Liguei hoje e me disseram que tem o lançamento no Rio e chega ‘a qualquer momento’ aqui.

Fui na FNAC, perguntei, a pessoa sequer sabia do que eu estava falando. Ela vende livros e não conhece ‘Anna Kariênina’. Ok. E nem vem, a pessoa vende livros. Numa livraria. E não conhece um dos maiores clássicos da literatura mundial.

Liguei na Saraiva, me disseram ‘tem da Cosac por encomenda’. Já quase infartei. Achei melhor ser específica, disse que está esgotado, talvez ela pudesse ter, no máximo, um perdido no estoque. Ela refez a busca e, obviamente, não tinha por encomenda.

Por fim, liguei na Livraria Cultura para saber se o exemplar da Companhia das Letras já tinha lançado hoje, 07/07 (é a data de lançamento na internet). A pessoa me deixou esperando uma cara no telefone (se é lançamento deveria estar com mil exemplares na loja, em destaque, né?), voltou e disse que não tinha. Comentei ‘ia lançar hoje’, ela respondeu ‘ah vai lançar, é? ’. Achei que a vendedora de livros era você.

No fim das contas, estou lendo no Kindle uma versão piratex, porque não existe outra possibilidade. Essa é Ribeirão Preto, a capital da cultura.

E posso parecer amarga com as livrarias, mas hoje existe um hype de chamar vendedor de livro de ‘livreiro’. Mas sinto informar, falta um infinito para essa galerinha chegar perto de um livreiro.

Livreiro sabe e conhece o que vende.

Essas pessoas não tem iniciativa, não tem empatia pelo cliente. Ninguém se aprofundou em nenhuma busca, ninguém foi ver quando a Companhia das Letras ia lançar, ninguém fez o menor esforço para me vender nada E EU QUERIA COMPRAR! Fui tratada em todas as lojas como se eu estivesse pedindo um favor ou o livro de graça ou como eu estivesse falando de algo totalmente obscuro.

E fiquei sem Anna K.

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02 Jul 01:12

AVENIDA ATLÂNTICA

by Saudades do Rio

Este primeiro fotograma foi garimpado e tratado pelo Luiz Anciães. Faz parte do filme "Rio, Verão e Amor" de Watson Macedo, de 1966.  Os atores eram Milton Rodrigues, Walter Foster, Elizabeth Gasper, Renato e seus Blue Caps, Augusto Cesar Vanucci. Era uma comédia musical com muito iê-ê-iê e bossa nova. Foi o primeiro filme colorido de Watson Macedo. Foi produzido para a juventude da época, procurando atingir os jovens com uma história leve, agradável e bem temperada.
 
Esse casarão ficava na quadra entre Almirante Gonçalves e Sá Ferreira, na Av. Atlântica, ao lado do prédio onde hoje é o Hotel Debret.
 
Quanto à placa de pensionato ela foi colocada apenas para a filmagem. No filme este casarão era um pensionato.
 
A segunda foto foi garimpada pelo Maximiliano Zierer e é do AGCRJ.  Vemos, à esquerda, parte do Edifício Ferrini, que ficava no início da Rua Sá Ferreira, ao lado do simpático Posto Texaco, na Av. Atlântica.
 
O Ferrini, construído nos anos 20, foi ao chão nos anos 70. Construído no meio dos anos 20, respeitando o afastamento do Plano Agache o Ferrini era um dos primeiros grandes prédios da Av. Atlântica, apesar de seus 6 andares, contemporâneo do Guarujá. Era mais novo que o Palacete Atlântico mas, erguido antes do conjunto “art-déco” do Lido, possuía o que tinha de melhor na arquitetura de sua época. Além da fachada totalmente trabalhada, com uma portaria monumental virada para a Rua Sá Ferreira o prédio tinha outros elementos muito interessantes, como o pátio interno com chafariz central.

01 Jul 11:55

Carta aberta à Gazeta do Povo

by Duas Fridas

Senta que lá vem textão.

Há uns 15 dias mais ou menos, a Gazeta do Povo, um dos importantes jornais do Paraná, publicou um texto —  que dificilmente poderia ser chamado de reportagem  —  atacando o que o redator chamou de “teses e dissertações pouco convencionais financiadas com dinheiro público”.

(Há muito a dizer sobre o assunto, mas antes quero explicar por que digo que o texto dificilmente poderia ser chamado de reportagem: é que, pelo menos até a última vez que eu chequei, reportagem é o relato de um fato, a partir da verificação presencial ou da escuta das partes envolvidas, sei lá, algo assim. O texto da Gazeta não mostra exatamente um fato, está mais para uma opinião mal fundamentada. E o pior: seu autor não parece ter consultado ninguém além do Google. O resultado foi uma uma colcha de retalhos feita de frases fora de contexto, apenas organizadas para produzir um efeito caricato.)

Uma das pesquisadoras citadas no texto escreveu uma resposta muito boa, muito acadêmica, explicando o porquê a pesquisa em Ciências Humanas é importante. A Gazeta publicou, mas continuou a polêmica, desta vez apresentando opiniões contra e a favor, mas em seguida elencando alguns dos supostos motivos pelos quais o dinheiro público deveria ser usado em coisas que o redator considera mais importantes que “pesquisas com pouco retorno visível à sociedade”, como as realizadas nos campos da Medicina, da Engenharia, etc.

Questã de opiniã. O texto segue tentado demonstrar, com muitos números e gráficos, que não faz sentido financiar as Ciências Sociais, as Ciências Humanas, essas coisas de quem faz um monte de coisas que não dá dinheiro.

Mais aí vem a ironia.

Ao acessar o site do jornal, a gente é obrigado a dispensar um pop-up (peloamor, quem ainda usa isso?) que tenta vender assinaturas do jornal com um argumento curioso: “não caia em fake news”.

 
Surpresa: os jornais também são feitos por gente de Humanas!

 

Embora eu não tenha trabalhado muito em redações, passei nelas tempo suficiente para saber que — pelo menos naquelas onde estive  — há uma firme separação entre as equipes editorial e comercial. Isso talvez explique a esquizofrenia da situação. Quer dizer, o mesmo jornal que inicia uma campanha inexplicável contra a pesquisa em Ciências Sociais, destacando trechos descontextualizados de pesquisas sobre cujas conclusões pouco podemos inferir apenas pelo título, pretende que seu público adquira milagrosamente o senso crítico necessário para distinguir as notícias “fake” das “verdadeiras”. (A propósito, há pesquisadores em Comunicação Social que não concordam com o termo “fake news”, pois… se são fake… não podem ser chamadas de notícia. Uma filigrana inútil, que não contribui muito para o progresso da sociedade, mas acho que a Gazeta do Povo deveria dar importância pelo menos a este tipo de pesquisa, não é?)

É duro trabalhar com um objeto de estudo que não tem uma materialidade concreta e facilmente identificável, seja criada pela natureza ou construída por seres humanos: a“sociedade”, este ente indefinível, que nos condiciona a todos, e a “cultura”, essa fôrma que nos modela e que tem tantas definições que quando a gente fala dela é sempre bom explicar qual significado estamos adotando. São coisas abstratas, que aparentemente existem por si mesmas e que não precisam ser estudadas para continuarem funcionando.

Só que não.

Ouso dizer que nunca precisamos tanto dos cientistas sociais quanto agora. A sociedade brasileira está visivelmente se reinventando, a um custo altíssimo. A cultura brasileira está em xeque — o “jeitinho”, que nos parecia quase uma travessura nacional, se revela como um alicerce para uma estrutura corrompida, de alto a baixo. Se não houver quem reflita sobre o que estamos vivendo, se, como diz irresponsavelmente a Gazeta do Povo, “o financiamento integral e indiscriminado de pesquisas com pouco retorno” for considerado irrelevante, bem, quem irá apontar os caminhos do país que queremos construir? Engenheiros constroem pontes de concreto: quem construirá as pontes metafóricas de que o Brasil tanto precisa?

Estudar Mr. Catra, os LGBTs e os youtubers é colocar pequenos tijolos nessas pontes metafóricas: falar desses assuntos deveria servir para aproximar pessoas de diferentes classes sociais, sexualidades, e até mesmo filhos de pais (quem tem adolescente em casa e não vive reclamando que “esse menino passa o dia assistindo vídeo, não entendo isso” levanta a mão).

O pessoal da Gazeta do Povo deveria saber que a imprensa tem um papel social fundamental. E que num momento como este é muito mais importante construir tolerância que cultivar polêmicas inúteis. O pessoal da Gazeta do Povo devia assumir que eles, também, são “gente de humanas”, ou então ir construir uns edifícios, fazer umas cirurgias, contribuir para a sociedade com essas coisas que eles consideram tão mais relevantes que escrever umas palavras para os outros lerem.

-Monix-

(Texto publicado originamente no meu outro blogue, onde escrevo sobre assuntos mais profissionais, e trazido para cá pois acho que o assunto é tão importante que quanto mais pessoas lerem, melhor. Se você curtiu e quer saber mais do meu blablabla sobre jornalismo / comunicação, dá um pulo na minha página e fica à vontade.)


01 Jul 11:48

Qual a maior profundidade do mar?

by noreply@blogger.com (Ronald Sanson Stresser Junior)


O ponto mais fundo dos oceanos é a fossa das Ilhas Marianas, Micronésia, Oceano Pacífico, que é uma área rebaixada do Oceano Pacífico, como se fosse a parte mais funda de uma piscina. 

Ela se estende por 2.500 quilômetros, ocupando uma área que está inteiramente a mais de dez mil metros abaixo do nível do mar. É uma espécie de vale submarino e está, na sua parte mais profunda, 11 500 metros abaixo da superfície do mar – o que equivale a sete vezes o tamanho do Grand Canyon, nos Estados Unidos. 

O recorde de profundidade em mergulho foi obtido lá, por Jacques Piccard, oceanógrafo suíço, e Donald Walsh, tenente da Marinha americana. “Ambos comandaram o submersível Triest I (um pequeno submarino, muito mais resistente à pressão), que desceu 35 800 pés (cerca de 11 037 metros) – a maior profundidade oceânica registrada -, no dia 23 de janeiro de 1960, em uma das fossas das Marianas chamada Challenger Deep, a cerca de 360 quilômetros ao sul das Ilhas Guam, no Oceano Pacífico”. 

Para se ter uma ideia, o Monte Everest, localizado na Cordilheira do Himalaia (8.848 metros), caberia com folga dentro da fossa, pois mesmo totalmente submerso ainda sobrariam 2.652 metros de altura. (veja no vídeo compartilhado no final da postagem). 
Pense! Onze mil e quinhentos metros abaixo do nível do mar é o tamanho do Grand Canyon multiplicado 7 vezes! Essa profundidade foi verificada através de equipamentos desenvolvidos especialmente para suportar níveis altíssimos de pressão e baixas temperaturas.

Desertos Marinhos

Grandes porções dos oceanos são chamados de desertos marinhos por conta do baixo teor de nutrientes, oxigênio e por isso a produtividade é baixa pois poucos organismos habitam lá. 

O fundo do mar reserva muitos mistérios que a ciência procura desvendar. Um deles é o ecossistema que se desenvolveu em um local onde não existe luz solar e a pressão atinge altos níveis de intensidade. Estima-se que região abissal represente 42% dos fundos oceânicos, abrigando seres que se adaptaram às condições extremas do meio ambiente.

Confira a tabela com as maiores profundidades oceânicas (Wikipédia):
Fossa oceânica Localização Profundidade (m)
Fossa Challenger ou das Marianas Pacífico (sul das ilhas Marianas) 11 034
Fossa de Tonga Pacífico (noroeste da Nova Zelândia) 10 822
Fossa do Japão Pacífico (este do Japão) 10 554
Fossa das Curilas ou da Kamchatka Pacífico (Sul das ilhas Curilas) 10 542
Fossa das Filipinas Pacífico (este das Filipinas) 10 540
Fossa de Kermadec Pacífico (Nordeste da Nova Zelândia) 10 047
Fossa de Porto Rico Atlântico (este de Porto Rico) 8 800
Fossa de Bougainville Pacífico (E Nova Guiné) 9 140
Fossa Sandwich do Sul Atlântico (este das ilhas Sandwich) 8 428
Fossa do Peru-Chile Pacífico (oeste do Peru e Chile) 8 065
Fossa das Aleutas Pacífico (S Ilhas Aleutas) 7 822
Fossa das Caimão Mar do Caribe (sul de Cuba) 7 680
Fossa de Java Índico (sul da ilha de Java) 7 450
Fossa de Cabo Verde Atlântico (oeste das Ilhas Cabo Verde) 7 292


27 Jun 23:53

Cem Anos de Solidão. Gabriel García Márquez. pág. 32 (via...



Cem Anos de Solidão. Gabriel García Márquez. pág. 32 (via @elisalopess) #cemanosdesolidao #gabrielgarciamarquez #grifeinumlivro

24 Jun 20:00

3042 - Piadas de caserna

by obiscoitomolhado

           

O  BISCOITO  MOLHADO

Edição 5302 D                           Data: 18 de junho de 2017


FUNDADOR: CARLOS EDUARDO NASCIMENTO - ANO:XXXIV



                                      O BELICHE DO GALO

Aconteceu comigo, um dos poucos brasileiros que teve a oportunidade de servir à Pátria duas vezes. E jurar à Bandeira por duas instituições militares diferentes. 


Até hoje, já livre dos fardos de ser um reservista bidirecionado, ainda sinto arrepios em pensar a qual arma deveria servir, caso uma se colocasse contra a outra e não contra a Argentina.


A primeira viagem de instrução de aspirantes a oficial estava prevista para julho de 1969 e fui escalado para tripular o Cruzador Barroso, o famoso Charlie 11, até Salvador, Bahia.


Charlie é o nome da letra C no Código Internacional de Sinais, e onze era o número do Barroso. Não há número de um dígito nas marinhas, certamente para impressionar e iludir os agentes inimigos. Tudo começa em onze. E em todas as marinhas.


Na nossa Marinha, o Barroso era o 11 e o Tamandaré, o 12. 

Quem tripulou o Charlie 11 não esquece dos alto falantes que berravam 24 horas por dia; Charlie Onze, e o corneteiro tocava a Alvorada, Charlie Onze, início do Exercício XPTO, Charlie Onze, um apito avisava que chegou o Comandante, Charlie 11, Postos de Combate.


O chamado para Postos de Combate era odiado. Não porque fosse ocorrer qualquer escaramuça, mas porque todas as passagens, portas, escadas, tudo era tornado estanque com as devidas tampas e deixada uma abertura circular de 40 centímetros por onde você tinha que se esgueirar e achar, do outro lado, o primeiro degrau, em locais com iluminação reduzida.


Era tombo atrás de tombo. Enquanto isso, um oficial combatente ficava com um cronômetro, esperando que os bravos aspirantes chegassem a seus postos, devidamente encapacetados, encoletados e prontos para a batalha.


Aí, o fonoclama – é esse o nome do alto falante – chamava Charlie Onze e apitava, com potência redobrada, o fim do combate, mas de maneira que todos pudessem ouvir o aviso em qualquer ponto do Oceano Atlântico. Irritante demais.


Aguardávamos, esperançosos, o esganiçado chamar Charlie Onze e apitar Postos de Abandono do Navio, mas este sucesso nunca foi tocado.


No dia do embarque no Charlie Onze, a ansiedade era enorme. Nós todos tínhamos uniformes iguais e portávamos um saco de lona, redondo, branco e igual, onde tudo que coubesse era o que teríamos para a viagem. Fosse de 3 dias, ou de 40.


Alguém nos contou que os beliches eram cinco, um em cima do outro, com um espaço bem restrito entre camas. Aqueles que fossem mais aptos deveriam escolher as camas superiores, onde o espaço era bem maior. Dito e feito, mal a lancha atracou na escada de portaló, nós tomamos o Barroso de assalto, com a selvageria típica de vikings ocupando uma capela de freiras.


Bem capacitado fisicamente pelos torneios de Medicine Ball dos velhos tempos do Primeiro Exército, subi a escada em terceiro ou quarto lugar, e segui a orientação dos oficiais verdadeiros, que incentivavam e se divertiam com a corrida. Cinco conveses abaixo (ou andares, se preferirem) encontrei o nosso alojamento e, bem chegado, joguei o saco no beliche mais alto.


À noite, ao fim do primeiro dia de navegação, que inclui sempre a saída do Rio de Janeiro ao por do Sol, voltei à gruta que eu tão sabiamente escolhera. Tudo certo, meu saco de viagem estava lá, troquei de roupa e subi.


Dei de cara com uma viga estrutural (sicorda) que passava, gigante, exatamente ao longo do meio do beliche, deixando sobre o meu nariz uns cinco centímetros de ar.


Todo dia um galo novo.



Registro I: Tripulei o Barroso em 69 e ajudei a construir, em 73, um Rebocador de Alto Mar, o Aquarius, da Wilson Sons. Uma tarde brumosa, poucos meses depois da entrega do Aquarius, eu voltava de Niterói enquanto o Barroso saía rebocado, justamente pelo Aquarius em direção ao desmanche, em Santos, onde nasci.


Fiquei olhando, olhando, até aquelas duas silhuetas tão conhecidas se fundirem ao cinza molhado daquela tarde triste.



Registro II:  O Barroso e o Tamandaré, embora de projeto idêntico, tiveram destinos separados. Na Segunda Guerra Mundial, o Barroso (então USS Philadelphia) operou no Norte da África e no Mediterrâneo, enquanto o pré-Tamandaré (USS Saint Louis) sobreviveu ao ataque em Pearl Harbor e, modernizado, batalhou no Pacífico.


Sofreu um ataque kamikaze, que danificou seriamente a proa, mas não o afundou e consta que, desde então, a alma do piloto japonês assombrava o navio, ora fechando válvulas, ora apitando à meia noite, ora projetando no radar a bolinha do avião de Toshiro Kaskatayama, tudo sobrenaturalmente inexplicável.


O Tamandaré foi desmobilizado três anos depois do Barroso e foi vendido para ser desmanchado no Extremo Oriente. Durante a operação de reboque, a proa cedeu e, lentamente, o navio penetrou para sempre no Atlântico, já próximo da costa africana.


O ataque kamikaze teve sucesso, finalmente. Muito melhor assim.




24 Jun 19:51

Astronauta libertado (Catedral de Salamanca)

by noreply@blogger.com (Ronald Sanson Stresser Junior)


Conheça a história por trás do astronauta esculpido na Catedral de Salamanca, construída há mais de 300 anos

A figura talhada de um astronauta moderno pousado sobre a fachada da entrada norte da Catedral de Salamanca, na Espanha, destoa de todo o resto e impressiona a todos que passam por ali. A igreja, nos estilos barroco e gótico, foi construída entre 1513 e 1733. De forma inevitável, as teorias que envolvem os astronautas antigos, as viagens através do tempo e acontecimentos sobrenaturais surgem com explicações variadas.


No entanto, e apesar do mistério pairar sob uma nuvem de incerteza, o astronauta enigmático da Catedral de Salamanca parece ter uma explicação muito mundana. A figura está localizada em uma coluna, na entrada da Nova Catedral, e representa um astronauta com botas, capacete e o que parece ser um sistema de respiração em seu peito, com tubos que se conectam a uma mochila na parte traseira de seu traje. Com a mão direita, ele segura uma espécie de vara e com a esquerda se apoia em uma folha. Seu rosto expressa uma perplexidade imutável.


Como é possível alguém ter esculpido uma imagem tão nítida de um astronauta moderno em uma catedral construída há centenas de anos e muito antes de tal personagem existir? 

Ao que tudo indica, isso teria acontecido, na verdade, há muito pouco tempo, quando, em 1992, a catedral foi restaurada. 

Na época, a “Porta de Ramos”, como é chamada a entrada norte da Catedral, sofreu uma grande deterioração com o passar do tempo. Dessa forma, a escultura do astronauta seria uma adição do pedreiro Miguel Romero e teria escapado da observação do arquiteto Jerómio García de Quiñones, o responsável pela restauração. O fato teria obedecido a uma velha tradição, na qual os restauradores costumam incluir algum elemento moderno, próprio da época em que é realizada a restauração – neste caso, um astronauta.

Claro que essa é apenas uma hipótese, e muitos afirmam que a figura está lá desde a construção original da catedral, que teria sido restaurada por causa de alguns danos em sua estrutura. Sem fotos, testemunhas ou evidências que permitam saber a história real, as conclusões, sejam quais forem, ainda são mera teoria.

Fonte: lagranepoca.com | seuhistory.com

24 Jun 10:54

ENCHENTES

by Saudades do Rio




Definitivamente nossos políticos nos consideram a todos uns idiotas. Após o caos instalado no Rio por conta das chuvas de anteontem o Sr. Prefeito disse que “a cidade passou bem pelo teste”. Já o Sr. Secretário de Ordem Pública afirmou que não avisou à população do que estava por vir “para não causar pânico”.
 
Fico imaginando o que eles diriam em casos de um furacão, de um incêndio de grandes proporções ou algo semelhante...
 
E o descaso vem desde sempre, como bem sabemos. Obras de infra-estrutura como manutenção preventiva raramente são realizadas. As enchentes em caso de qualquer chuva, às vezes até de média intensidade, causam os alagamentos costumeiros, com grande transtorno para a população.
 
A primeira foto de hoje, do Correio da Manhã, mostra um fusquinha enfrentando bravamente um alagamento em Copacabana, na Rua Tonelero, em 1967.
 
A segunda foto, de Evandro Teixeira, é famosa e mostra a enchente da Rua Jardim Botânico em 1988.
 
A terceira foto, de Bippus, é da enchente na Rua Senador Vergueiro no início do século passado.
 
A quarta foto é na Rua do Senado.
 
E vamos parar por aqui por falta de espaço para tantas fotos semelhantes.

24 Jun 10:51

BELVEDERE DO GRINFO

by Saudades do Rio



O local das fotos de hoje é conhecido e familiar, muitos conhecem, outros já pararam aí, mas as informações são poucas. Vemos o Belvedere do Grinfo. Quem é o autor do projeto? Qual a data exata da inauguração? Desde quando está abandonado? Qual é o seu futuro?

A primeira foto do Belvedere da Estrada Rio-Petrópolis é do acervo do Rouen. A arquitetura desta construção é a conhecida como “pé de palito”.  Construído no final da década de 50, o Belvedere fica no km 89 da rodovia, na pista sentido Rio de Janeiro. O Belvedere foi inaugurado na década de 1960 para sediar um restaurante, o Disco, logo após a abertura da nova pista. Na época o restaurante era bastante movimentado, quase uma parada obrigatória para quem trafegava na Rio-Petrópolis. Consta que D. Helena Pavelka, durante certo tempo alugou este local para a excelente Casa Pavelka.

A segunda foto, de 1959, é do acervo da família Soares Leite, do ilustre, competente e saudoso obstetra Dr. Laércio. É dos bons tempos em que havia segurança para parar no Belvedere e apreciar a paisagem que se descortinava dali. Tinha tudo para dar certo, mas não deu. Lindo local, vista deslumbrante, farto estacionamento, infra-estrutura completa para restaurante, etc.

A terceira foto, do início da década de 70, é do acervo do desaparecido comentarista Manolo. Chegado há pouco ao Rio de Janeiro, apaixonado pelo Rio, explorava os arredores da cidade (reparem a moda da época com as calças “boca de sino”.

PS: o projeto lembra o MAC – Museu de Arte Contemporânea, em Niterói, construído na década de 90 com projeto de Oscar Niemeyer.

23 Jun 18:29

John Lennon, Ringo Starr, Paul McCartney and George Harrison

by ThisIsNotPorn

John Lennon, Ringo Starr, Paul McCartney and George Harrison | Rare celebrity photosJohn Lennon, Ringo Starr, Paul McCartney and George Harrison waiting to cross Abbey Road during the shooting of their legendary album cover.
Photo by Linda McCartney

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21 Jun 00:00

Maurice Evans and Kim Hunter

by ThisIsNotPorn

Maurice Evans and Kim Hunter | Rare celebrity photosMaurice Evans and Kim Hunter having a break on the set of Planet of the Apes.
Filmed by Roddy McDowall

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20 Jun 15:15

Senadores empresários

by Leandro Mazzini
Dez dos 14 votos favoráveis às mudanças na legislação trabalhista na Comissão de Assuntos Econômicos são de senadores que declararam à Justiça Eleitoral participação em empresas ou fazendas.
Proposta será votada na terça-feira, 20, na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), onde o relator, senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), manteve o texto aprovado pela Câmara dos Deputados e pela CAE, com sugestões à Presidência da República de vetos e aperfeiçoamentos por meio de Medida Provisória. Confira no site da Coluna os nomes e ramos de cada um deles. 
Ramos empresariais diversificados
De acordo com levantamento feito pela Coluna, os senadores que disseram “sim” à reforma trabalhista são proprietários ou têm participação em ramos empresariais diversificados. Confira abaixo:
Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN): participação no Capital Social da Rádio Cabugi do Seridó Ltda. e na Empresa Jornalística Tribuna Do Norte; Raimundo Lira (PMDB-PB): participação na empresa Bravesa Brasília Veículos;
Simone Tebet (PMDB-MS): proprietária de uma gleba da Fazenda Santo Antonio da Matinha, no município de Caarapo (MS); Valdir Raupp (PMDB-RO): proprietário de ações na Cooperaram Ltda. e quotas da empresa Aj Rocha e Matos Ltda; José Agripino Maia (DEM-RN): proprietário de quotas em várias empresas comunicação: rádios  Ouro Branco, Santa Cruz, Trairy Ltda, Libertadora, Tropical Comunicações e participação na empresa Empreendimento São João Ltda; Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE): proprietário de quotas do posto BVM Ltda. e na empresa APJ Empreendimentos; Wellington Fagundes (PR-MT): 96% do capital da empresa Waf Gestão e Investimentos Ltda; Armando Monteiro (PTB-PE): participação na Cia. Geral de Melhoramentos (PE) e Noraco S/A Ind. Laminados; Ataídes oliveira (PSDB-TO): 99% das quotas do capital da empresa Araguaia Administradora de Consorcio Ltda e 90% das quotas da empresa Avel Automóveis e Eletrodomésticos Ltda; Cidinho Santos (PR-MT): 50% do capital social da empresa União Avícola Agroindustrial Ltda.