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23 Jun 14:58

More Effective Studying

by John Ragan

I spend a lot of my free time studying computer science.  For about a year and half, I spent about 20 hours/week.  Now I am down to only about 10 or 12.

Historically, I typically studied only one item at a time, whereas I had a friend who would do two or three.  I believe his approach to be better and have adopted it.

When you study a single technical book, all items are not equal.  The earlier items provide a required base for the later items; you have to fully understand and recall them in addition to the later material you are studying.  What helps with that fuller comprehension?  Removal and time.

If I read part A of a book and wait until the next day to read part B, my subconscious mind has a chance to process that material and master it.  Thus, coming back the next day makes reading and comprehending part B all that much easier.  It the same science that allows me to suddenly make connections on problems I have been working on when taking a shower.

Sometimes you may be aware of that processing.  For example, some nights I may recall having intense problem solving dreams around something I am studying as my brain forms new neural networks.  This also works for new video games.

Now, I am studying about five different subjects simultaneously.  Not only is the process less taxing and stressful, but I am mastering it more effectively.

11 Jan 02:06

Lançamentos 2012: 1984 – Animal Farm

by FunBox Ludolocadora
Por Ricardo Stávale


“Todos os companheiros Animais acreditam que 1984 foi um grande ano para a Fazenda Animal. Pelo menos é isso que o ministro da Verdade diz….”

1984 : Animal Farm, um jogo dos designers de Alcatraz: The Scapegoat, apresenta uma realidade distópica onde os animais sobrepujaram seus mestres humanos. Quando os fogos da revolução se acalmaram, um jogo político começou para estabelecer o regime totalitário adequado. Os jogadores assumem os papéis de Ditadores animais que não irão parar por nada até ganhar poder absoluto sobre a Fazenda Global.


1984: Animal Farm é um jogo de negociação para 3 a 5 jogadores que se baseia no conceito de cooperação forçada. Por um lado, jogadores compartilham alguns negócios com seus vizinhos, por outro lado eles se dividem pela sua vontade de ganhar.


O jogo favorece estratégia eficiente, negociação habilidosa e blefes bem feitos. Ao mesmo tempo, os jogadores são forçados a formarem alianças temporárias com seus inimigos e manter um olho em seus amigos.


Tudo isso faz com que cada rodada do jogo tenha em abundância discussões acaloradas (publicas e secretas), pactos, promessas e traições.

Habilidades especiais são compradas antes do jogo, assim como as condições para se ganhar, garantindo que dois jogos nunca serão iguais.


“Relembrem amigos revolucionários: Todos os animais são iguais, mas alguns são mais iguais que outros!”

Ricardo Stávale é caiçara de Itanhaém, arquiteto de sistemas, baixista e pai sem manual de instrução. Verdadeiro fã de jogos de tabuleiro e RPG, atualmente é responsável pelo blog Redomanet.
© 2012 FunBox Ludolocadora. Todos os direitos reservados.
08 Jan 15:05

Aquelas noites.

by Tati
A gente sempre foi de cerveja, mas teve aquela noite em que você trouxe vinho. E buscamos um restaurante que tivesse os nossos pratos favoritos. Levamos a garrafa na mochila e impressionamos o garçom com a nossa capacidade de beber uma garrafa inteira de vinho de uma vez só. Depois tiveram outras vezes em que repetimos a dose e a receita, mudando apenas o restaurante. Devemos ter visitado uns três ou mais assim. Foi um esquema que foi moda entre a gente no final de outubro, novembro. Não lembro ao certo, você sabe que eu sou péssima com datas, ainda mais se misturadas com vinho. A gente fingia que era rico levando o nosso vinho passear em restaurantes caros, depois voltávamos de taxi pra casa, felizes da vida com a nossa arte. Nem os ricos são tão felizes como nós. Eles não entendem de vinho como a gente.
Nambara - via Flickr
08 Jan 14:56

Top 10: Cultura e Entretenimento em 2012

by noreply@blogger.com (Anderson)
10- "Call me Maybe"




A canadense Carly Rae Jepsen saiu do nada para ter a música-chiclete mais tocada de 2012. Se vai ser uma one hit wonder só o tempo dirá, mas fato é que a música rendeu tro-cen-tas versões no YouTube, teve um vídeo divertido e ainda suscitou discussões sérias sobre a afirmação da identidade gay. Enfim, um fenômeno inescapável.
9- Livros digitais avançam no Brasil




Em 2012, o Brasil de uma vez por todas entrou na rota da venda de livros digitais. Em outubro a Apple lançou a iBookstore; esse mês, o Google Play começou a vender livros e finalmente foi lançada a Amazon brasileira. Em breve a Amazon vai começar a vender o Kindle, mas seu principal concorrente, o Kobo, já está a venda na Livraria Cultura. Os preços dos livros digitais não estão lá muito competitivos, mas se depender dos rumores do mercado, isso vai mudar logo logo. 
8- Abertura/encerramento Olimpíadas



As Olimpíadas de Londres tinham tudo para ser inesquecíveis... e foram. Em termos de cultura pop, realmente os britânicos são insuperáveis. Da abertura com James Bond e Mr. Bean ao encerramento que teve revival das Spice Girls e The Who, foi um espetáculo que só quem tem Beatles, Bowie e Beckham pode fazer. E o encerramento das Para-Olimpíadas também teve momento marcantes, com showzaço de Coldplay.

7- Empreguetes



Nas colunas de política, economia, entretenimento, moda e se bobear até esportes, o assunto mais falado foi a "ascensão da Classe C". Diante desse "fenômeno", um dos mais marcantes foi o da novela Cheias de Charme, onde as Empreguetes saíram da ficção para virar referência pop da tão falada "nova classe média". O vídeo de "Vida de Empreguete" virou um hit, o tecno-brega definitivamente passou a ser levado a sério e Claudia Abreu arrasou como Chayene. Até a Lady Praga apareceu!
6- "Gangnam Style"



Não teve jeito: o fenômeno coreano pegou todo mundo de surpresa e foi imitado, parodiado, espinafrado, analisado e se tornou o vídeo mais assistido da história do YouTube. Se até o Chomsky se rendeu...


5- Madonna x Lady Gaga




Para além de briguinhas de fãs, os shows das divas do pop serviu para levantar uma série  de discussões sobre os preços, o público e as produtoras brasileiras. Se nem a maior estrela pop viva e nem a cantora mais badalada do momento conseguem lotar seus shows, de quem é a culpa? Fato é que ambas tiveram que utilizar promoções de última hora (Madonna baixando os preços, Lady Gaga apelando para o velho "leve 2 e pague 1") para se salvarem do fiasco. Agora que o Brasil se encontra de vez na rota internacional de grandes artistas, será que o público vai continuar a pagar ingressos caríssimos? A conferir.


4- Adele




Pelo segundo ano consecutivo, Adele reinou no mundo da música. Depois de um problema nas cordas vocais, a cantora voltou com tudo no Grammy e levou os principais prêmios. Seu disco 21 foi o mais vendido do ano no iTunes. Para quem não aguentava mais "Someone Like You", vieram "Set Fire to the Rain" e "Rumour Has it", que também tocaram (e ainda tocam) sem parar nas rádios. E quando parecia que a overdose de Adele já estava completa, a cantora lança a ótima "Skyfall" para a trilha do novo James Bond. Quem para essa mulher?

3- Cinquenta Tons de Cinza




O livro mais comentado do ano, uma espécie de Julia/Sabrina/Bianca para fãs crescidas de Crepúsculo, foi tratado como se tivesse inventado o sexo. Obviamente, o público médio comprou a ideia e, com personagens sedutores (e altamente materialistas), a trilogia Cinquenta Tons de Cinza conquistou o mercado editorial. No caso brasileiro, chama atenção o crescimento da editora Intrínseca, que se confirma com atual rainha dos best-sellers.

2- OS VINGADORES



Arrasa-quarteirão na bilheteria e superprodução mais comentada do ano, OS VINGADORES foi a redenção dos nerds e de Joss Whedon. Mas também da Marvel e da Paramount, obviamente. OS VINGADORES representa perfeitamente a fase atual de Hollywood, onde o termo "franquia" significa não só uma série, mas a construção metódica de um "investimento" de olho no mercado de um público consumidor em potencial. Sobre o filme em si, achei meio bobo e só valeu a pena porque assisti na ótima sala 4DX.
1- Avenida Brasil




A culpa é da Rita. Eu quero ver tu me chamar de amendoim. Me serve vadia. Oi oi oi. Não teve pra ninguém: o assunto mais comentado no Twitter, no escritório, na feira, na sala de aula, no Facebook e até em seminários sobre Shakespeare (é verdade!) foi a novela de João Emanuel Carneiro. Várias explicações foram dadas: personagens carismáticos, texto criativo, a nova classe média (sempre ela!), organização temática como se fosse temporada de série e, claro, Carminha. Fato é que nenhuma novela recente foi tão representativa e captou a imaginação de um país como essa. Acredito que no futuro entenderemos melhor sua importância.
08 Jan 14:53

Top 10: Melhores filmes de 2012

by noreply@blogger.com (Anderson)
Mariane.machado

Vontade de assistir vários

2012, que começou como um ano cheio de produções decepcionantes (VALENTE, NA ESTRADA) ou realmente pavorosas (BRANCA DE NEVE E  CAÇADOR, O CORVO), felizmente conseguiu se redimir no final: de setembro pra cá, várias produções ambiciosas e provocadoras estrearam no cinema. Uma das temáticas mais presentes nos filmes desse ano (e especialmente na minha lista abaixo) é a relação entre o amor (pelo outro, pelo trabalho, pela vida, ou até mesmo amor-prório) e a morte. Abaixo, os melhores filmes que vi esse ano.
10- ARGO


Ben Affleck, que vem construindo uma sólida filmografia, realiza mais uma vez um ótimo filme. ARGO acerta não só na abordagem direta com que lida com a trama do resgate dos funcionários da embaixada americana no Irã no início dos anos 80, mas também pela eletrizante meia-hora final que se transforma numa aula de suspense. Um extremamente competente thriller político que não fica nada a dever às produções de Sidney Lumet dos anos 70.

9- OSLO, AUGUST 31ST


Narrando um dia na vida de um ex-viciado em drogas, o segundo filme do norueguês Joachim Trier é uma experiência devastadora. Anders Danielsen Lie, cujo personagem tem o mesmo primeiro nome, transmite em antológica atuação a tristeza de se encontrar um passado fragmentado onde as próprias lembranças se tornam acusações. Moralmente complexo, o filme transforma a própria cidade de Oslo em personagem, com sua frieza árida. A sequência final mais lindamente chocante do ano.

8- RUBY SPARKS


Zoe Kazan, a protagonista e roteirista de RUBY SPARKS, espertamente usa as regras da construção de uma manic pixie dream girl para desconstruí-las. Tanto ela quanto Paul Dano (seu namorado na vida real), tranformaram uma história que poderia ser nada mais que uma série de esquetes sobre de uma narrativa de realismo mágico em uma profunda discussão sobre a (re-)construção de subjetividades que inevitavelmente acontece no meio de um relacionamento amoroso. Além disso, a mais triste cena de discussão de casal da história do cinema.

7- AS AVENTURAS DE PI


A partir do "infilmável" best-seller de Yann Martel, Ang Lee mostra mais uma vez porque é um dos mais inventivos e sensíveis cineastas do mundo hoje. A história do "menino e tigre num barco" ganha proporções épicas em um espetáculo visceral de imagens arrebatadoras. Se alguns momentos parecem "explicadinhos" demais, outros lançam luz sobre as escolhas morais, religiosas e narrativas do protagonistas.

6- AMOR


Nessa ode ao amor e à morte, Michael Haneke mostra como seu cinema, geralmente associado à brutalidade e ao niilismo, também pode ter elementos de delicadeza. Apoiado  pelas atuações monumentais de Emmanuelle Riva e Jean-Louis Trintignant, o filme mostra que certas vezes o limite do companheirismo é o mesmo do desapego.


5- MOONRISE KINGDOM


O cinema de Wes Anderson, por ser tão fortemente apoiado em suas marcas visuais, na maioria das vezes parece distante e frio. Porém, em MOONRISE KINGDOM o diretor consegue aliar o artificialismo das imagens (em uma fotografia absurda toda em tons de amarelo, bege e marrom) à singela história de amor entre duas crianças que só querem  ser felizes. O elenco coadjuvante, especialmente Bruce Willis e Edward Norton, consegue em rápidas aparições construir um universo de lirismo e sensibilidade. 

4- 007 - OPERAÇÃO SKYFALL


Com um requinte visual intocável (fotografia de Roger Deakins) e uma profundidade temática insuspeita, James Bond retorna em grande estilo pelas mãos de Sam Mendes. Para além das características usuais que fazem parte dos filmes da série, SKYFALL coloca o agente 007 em territórios politicamente, socialmente e até sexualmente desconhecidos. E quem diria que um filme de James Bond teria o melhor elenco do ano? Mais sobre o filme, no artigo que escrevi para o blog Ensaio Acadêmico.

3- COSMÓPOLIS


David Cronenberg, depois do decepcionante UM MÉTODO PERIGOSO, retorna à boa forma com essa simbólica mas ao mesmo tempo precisa discussão sobre os males da sociedade contemporânea. Meio ficção especulativa, meio jornada individual, COSMÓPOLIS     é um tratado em forma narrativa que analisa os limites da liberdade individual onde a busca por novas sensações é principal moeda de troca. 
2- THE DEEP BLUE SEA


Não é sempre que Terence Davies lança um filme, mas quando lança - sai de baixo! Retomando o assunto-chave de sua filmografia - o anseio pela morte a partir da culpa (cristã) - o diretor adapta a peça de Terence Rattigan em tons semi-operáticos. Rachel Weisz, na atuação de sua carreira, consegue com pequenos gestos e olhares variar entre a depressão profunda, a desilusão e a mais genuína esperança. A sequência inicial está entre as coisas mais bonitas do cinema nos últimos anos, com sua sincronia perfeita de edição, música e movimentação de câmera. Em meio a uma história de amor rica em sentimento mas também em decepção, Davies ainda lança um olhar altamente refinado para os valores religiosos e sociais da Inglaterra da metade do século passado. Uma pequena jóia.

1- HOLY MOTORS


Quando terminei de assistir a HOLY MOTORS, jamais pensei que acabaria escolhendo esse como o melhor filme que vi em 2012. Mas verdade é que desde então as imagens belas, assustadores e absurdas criadas pelo diretor Leos Carax não saem de minha cabeça, assim como as diferentes personas vividas pelo enigmático Sr. Oscar (interpretado magistralmente por Dennis Lavant). Dizer que o filme é uma experiência é pouco - se assemelha mais a uma viagem pelo inconsciente, com seus tortuosos caminhos e inevitáveis surpresas. Mais que tudo, HOLY MOTORS é prova que o cinema ainda é capaz de encontrar soluções ricas e variadas para além de regras narrativas formulaicas - a verdadeira definição de um "filme-evento".

CATEGORIAS:

Melhor ator: Anders Danielsen Lie - OSLO, AUGUST 31ST

Melhor atriz: Rachel Weisz - THE DEEP BLUE SEA

Melhor cena: "Aborto" em PROMETHEUS


Melhor atuação que ninguém esperava: Garrett Hedlund - NA ESTRADA

Melhor atuação de Marion Cotillard: FERRUGEM E OSSO

Pior atuação de Marion Cotillard: BATMAN - O CAVALEIRO DAS TREVAS RESSURGE

Filme que todo mundo detestou e eu gostei: PROMETHEUS

Filme que todo mundo gostou e eu detestei: INTOCÁVEIS

Melhores vilões: Criancinhas iranianas de ARGO

Melhor uso de música pop: "Can't Get You Out of My Head" de Kylie Minogue em HOLY MOTORS e "Firework" de Katy Perry em FERRUGEM E OSSO.

Pior filme: IMORTAIS

Frases do ano:

- "Puny God" - OS VINGADORES

- "Argo fuck yourself" - ARGO

- "What makes you think this is my first time?" - 007 - OPERAÇÃO SKYFALL


08 Jan 14:46

October 09, 2012


WOOP! Shooting in LA complete. Next mission: Defeat NYCC. You're all gonna come see me, right?