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05 Sep 16:50

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14 Oct 02:44

psychojello: I’m pretty sure this is the happiest gif on...



psychojello:

I’m pretty sure this is the happiest gif on Earth.

14 Oct 02:29

é assim também que você sente

by vodca barata
eu também morro com esse estêncil... é tão eu hahaha

porto, naqueles bequinhos da rua das flores, 2012



clica aqui pra adquirir seus itens no saldão especial de natal!
12 Oct 05:08

Bedford Cheese Shop

by admin


 
O mercado gourmet Bedford Cheese Shop foi um dos primeiros lugares “de gente grande” a abrir em Williamsburg. O bairro, que ficou conhecido pelos barzinhos e baladas, tem cada vez mais mercados e lojinhas bacanas desse tipo. E o Bedford Cheese Shop é a chance que os hipsters tem de esnobar sobre outros assuntos que não música e cerveja, sabe?
 

 
Lá a gente encontra queijos do mundo inteiro, frios, pães, temperos, azeitonas, chocolates… basicamente tudo o que há de melhor na vida:) Os atendentes são super eficientes, atenciosos e nada menos que ‘cheesemongers’ – sommeliers de queijos.
 

 
O sucesso da BCS foi tanto que eles acabaram de abrir uma unidade em Manhattan – em uma das ruas mais charmosas da cidade, a Irving Place. As descrições dos queijos, escritas em plaquinhas divertidas, já viraram marca registrada da casa. Sem dúvida, define o padrão do que é um bom ‘gourmet shop’.
 

 
Serviço:

http://bedfordcheeseshop.com/

 

Brooklyn:

229 Bedford Avenue

 

Manhattan:

67 Irving Place

Tel: +1 888 484 3243

Email:info@bedfordcheeseshop.com
 

 
(fotos via bridge and tunnel, shaggy elephant e farm house urban)
 

12 Oct 05:04

St. Anselm

by gisela


 
Não tem muita discussão… O St. Anselm é o restaurante do momento no Brooklyn:) O lugar consegue ser roots e sofisticado ao mesmo tempo e ainda tem preço justo. Mas a espera é proporcional! Prepare-se para o jantar se transformar na programação da noite inteira. O dono, Joe Carroll, foi muito esperto e juntou num espaço só tudo de melhor que o bairro tem para oferecer – comida impecável, décor estiloso, serviço eficiente e até a fila é prazerosa.
 
Eles têm um esquema que torna a espera bem menos cruel. Você chega lá – com o grupo todo presente – e a hostess coloca seu nome na lista, num iPad. Você vai para o bar ao lado, o Spuyten Duyvil, (que é super legal, do mesmo dono) para passar o tempo – uma horinha pelo menos. Poucos minutos antes de finalmente chegar a sua vez, eles enviam uma mensagem de texto para o seu celular para avisar que a mesa está quase pronta. Alegria geral! Dá tempo de pagar a conta no bar e andar até a porta ao lado. Para quem não gosta de esperar e ponto final, a solução é chegar às 17:30h, logo que o St. Anselm abre e jantar com os passarinhos.
 
As carnes são espetaculares, mas o menu também tem boas opções para quem prefere peixe. Não deixe de provar o creme de espinafre e o purê de batatas gratinado – não existe nada igual!
 
O ambiente tem paredes de tijolo aparente, mesas e teto de madeira, luminárias industriais vintage, serrotes e serras pendurados na parede e um grande balcão. Os garçons simpáticos deixam a experiência ainda mais agradável. Do tipo “tem que ir”! E só como curiosidade, o dono é o mesmo do restaurante logo em frente, o Fette Sau.
 

 

 

 
Serviço:
 
355 Metropolitan Avenue
Tel: + 1 (71 384 5054
 
Horário:
De domingo a quinta das 17h às 23h
Sextas e sábados das 17h à meia noite
 

 

(foto via mighty sweet, grub street, food gps e bloomberg)
 

11 Oct 18:14

em ny

by vodca barata
pronto, com imenso atraso vim contar que não ganhei o prêmio do ny photo awards, mas ganhei fotos fofas feitas por minha amiga gisela gueiros. achei a montagem não exatamente bonita, mas também não achei horrorosa não. e o espaço achei bem charmosinho! brigada giso!

falando em gisela, e em nova iorque, ela era dona do meu falecido blog preferido, que era com umas fotos minimalistas e sem legendas da grande maçã. eu amava. depois veio o minas de ouro (onde fomo co-autoras) e, entre outras peripécias internéticas (além das peripécias da vida real!), giselo acabou de abrir um site próprio, o táxi amarelo.

o nome é o mermo da seção que mantém no minas de ouro, mas agora bem concentrado, com dicas diárias sobre o que ver, fazer, comer, ouvir etc em nova iorque. gisela se mudou pra lá pra estudar e foi ficando (e o ficante virou marido haha e depois vieram os dois pirras gêmeos lindos), então as dicas são (odeio essa palavra mas vou usar) insider, de uma moradora com olhos atentos.

recomendo muito, pra quem vai pra ny ou não (linkei mais uma vez pra ratificar hahah).

ah e antes queusisqueça, as fotos de ny, com crédito giselal:


o título não coube no padrão e o curador teve que encurtar haha (ele foi correto e perguntou se podia)








11 Oct 18:13

look do dia milionária russa

by vodca barata
comprei uma ilha, minha gente! hahahaha


contrato na mão (munique, verão de 2012)
11 Oct 18:13

seguindo minhas próprias regras,

by vodca barata
consegui visitar nos últimos dias muito mais expos do que tinha determinado pra mim mesma. #autoorgulho

aqui os links dos artistas, a quem interessar possa:

ontem, 9 de outubro
. zoé bausire na kominek gallery. achei que tinha que ir ver porque ela também fez uma série sobre os avós, rosette, mauricette et roby. um trabalho lindo, mais situativo, sobre o corpo envelhecido. na expo também tinha outros trabalhos dela, que não curti não. bem chatos. a expo inclui ainda um livro ca série sobre os avós, que também não curti, achei mal impresso, "apertado". mas a série em si é muito boa.



. saindo da expo, parei na livraria que sempre vou olhar. fui descoberta (ha!) pelo livro nowhere but here, de jocelyn lee. ela tem uma pesquisa muito bonita em relação ao corpo, uma abordagem mística ao que é, à primeira vista, pura materialidade. é demais. o livro, editado pela steidl, é uma compilação de duas pesquisas de jocelyn ("portraits" e "the physical world"), uma publicação impecável como quase tudo feito pelo steidl.  o trabalho dela é muito foda, muito impactante, de tão complexo e tão simples. no site dela dá pra ver fotos das duas séries e mais.



terça retrasada, 2 de outubro
. lee miller, na galerie hiltawsky. ex-modelo e musa do surrealismo vira fotógrafa de guerra. quer dizer... humilhou todo mundo.
filha do governador nazista em dresden se suicida pouco antes da invasão dos aliados


. voltando da expo de lee miller, sem querer e sem saber passei pela recém-inaugurada mila kunstgalerie e entrei pra olhar. tinha uma expo mark shaw e sua série the kennedys. tudo bonitinho, bem limpinho, bem kennedys, né. depois de lee miller fica difícil se comover com outra coisa. mas fiquei mal com essa foto:




na sexta-feira vamos visitar essa expo, com meu prof de história da fotografia. mal posso esperar. depois conto como foi. .

11 Oct 18:11

pras blogueira de moda!

by vodca barata
contrariando mr. descartes, um pixo (a)político nas ruas de porto, no meio de um crise econômica e pulítchca que não tá pra brincadeira. porto, 2012

para participar deste saldao politizado de natal, clica!


11 Oct 18:10

Os patterns comunistas dos anos 20

by Valerie Scavone

A propaganda comunista das décadas de 20 e 30, usou patterns em tecidos de toalhas de mesa, lençóis e cortinas, para apoiar a lavagem cerebral pretendida com uma mensagem subliminar sutil.

Mas não dá pra negar que o design russo é sempre arrebatador.

| via
.

Tweet Tags: comunismo, pattern, propaganda, União Soviética
09 Oct 13:22

A vitória de Chávez e seus significados

by Antonio Martins
Chávez abre, diante de 500 mil pessoas, o comício que encerrou sua campanha

Chávez abre, emocionado e diante de 500 mil pessoas, o comício que encerrou sua campanha

Oposição reconhece caráter democrático das eleições. Resultado referenda projeto do presidente, porém com ressalvas. Futuro parece depender de criatividade política

Por Antonio Martins

Para um país conflagrado, nos últimos catorze anos, por uma tentativa de golpe de Estado, troca de acusações incessante entre governo e oposição e tensão política permanente, o desfecho das eleições presidenciais na Venezuela parece marcar uma virada. Por volta das dez da noite de ontem (7/10), o candidato da oposição, Capriles Radonsky, reconheceu a vitória de Hugo Chávez, afirmando que “para saber ganhar, é preciso saber perder”. Pouco mais tarde, o presidente reeleito dirigiu-se a uma multidão, que o aguardava diante do Palácio Miraflores. Comemorou a vitória, por pouco menos de dez pontos percentuais de diferença (54,42% x 44,97%). Frisou o caráter plebiscitário do pleito, felicitando a oposição por “reconhecer a verdade, reconhecer a vitória do povo”. Ao mesmo tempo, estendeu a mão: “Minhas palavras de reconhecimento vão para todos os que votaram contra nós: um reconhecimento a sua postura democrática (…) Convido-os ao diálogo, ao debate e ao trabalho conjunto pela Venezuela bolivariana”.

Para compreender os gestos de conciliação dos dois adversários, vale analisar em algum detalhe os resultados das eleições. Por parte da oposição, o elogio ao caráter democrático do pleito foi certamente influenciado pela rara participação popular – destacado, entre outros, por Ignacio Ramonet, editor do Le Monde Diplomatique espanhol. Foram às urnas cerca de 15 milhões de venezuelanos – um índice de comparecimento de 80,94%, impressionante para um país em que o voto não é obrigatório (é quase o mesmo índice do registrado nas eleições municipais brasileiras – 83,59% – e quase o triplo da média venezuelana pré-Chávez).

Além disso, a disputa foi marcada pela lisura. Em entrevista ao jornalista Sérgio Ferrari, o eurodeputado Andrés Perelló relata que, além de totalmente eletrônico (como o brasileiro), o sistema de votação venezuelano inclui as garantias da identificação do eleitor por impressão digital e da impressão paralela do voto (o que permite ter certeza de que o voto não foi alterado e possibilita eventuais conferências, em caso de contestação dos resultados).

Mas também o próprio presidente, agora reeleito, foi obrigado a mudar de atitude, ao longo da disputa. Acostumado a lidar, nos treze pleitos anteriores de que participou, com uma oposição primitiva (que tentou depô-lo em 2002 e que boicotou as eleições legislativas de 2005), Chávez iniciou a eleição no tom de desafio que o caracteriza. Em diversos momentos, associou Capriles e a oposição a “ianques”, “fascistas” ou majunches (inúteis).

Porém lidava, desta vez, com um oponente mais inteligente e audacioso. Capriles aproveitou-se dos ataques do presidente para agarrar a bandeira da unidade entre todos os venezuelanos – bastante simpática, num país cansado de tensões. Conduziu uma campanha incessante, dispondo-se a visitar inclusive os redutos clássicos do chavismo, como os bairros pobres das periferias. Lá, contrariava o discurso que a elite venezuelana sustenta há mais de uma década. Afirmava-se disposto a manter os programas de redistribuição de riqueza lançados pelo presidente (prometendo inclusive aperfeiçoá-los…).

As urnas mostraram um país polarizado, porém mais parelho. A vantagem conquistada por Chávez sobre Capriles (9,45 pontos percentuais) é bastante larga; mas seu percentual de votos (54,42%) é inferior ao de todas as eleições presidenciais que ele venceu anteriormente (56% em 1998; 59,95% em 2000 e 62,84% em 2006).

Que futuro as urnas permitem prognosticar para a Venezuela? O aspecto mais decisivo parece ser a consolidação das transformações lideradas por Chávez. Ele venceu a quarta eleição sucessiva, superando o desgaste natural sofrido por todos os governantes. Se derrotar também o câncer contra o qual luta há dois anos, completará duas décadas no poder em 2019, quando terminará o mandato conquistado ontem. Poucos países viveram, em igual período, mudanças tão vastas relacionadas à afirmação de direitos sociais, distribuição de riquezas, questionamento das antigas estruturas de poder e afirmação das maiorias. O fato de a oposição reinserir-se no jogo democrático e aceitar (ainda que verbalmente) parte das transformações revela quanto será difícil revertê-las.

Um segundo efeito é contraditório ao primeiro. Tudo indica que Chávez não poderá mais governar quase sem obstáculos políticos, como fez durante a maior parte de seu período no poder. Ao aceitar a disputa democrática, a oposição ocupa espaços institucionais que antes desprezava. Se conseguir manter-se unida em torno de Capriles (o que é incerto), empregará estes espaços para refrear o ímpeto das reformas do presidente.

Qual será, então, o futuro da chamada Revolução Bolivariana? É provável que, para avançar, ela requeira nova criatividade e capacidade de invenção política. O sociólogo Edgardo Lander – que poderia ser grosseiramente rotulado como “chavista crítico” – é estudioso profundo deste tema. Entrevistado por Outras Palavras em 2010, um momento difícil da Venezuela, ele falou numa “esquizofrenia”. Opiniou que a ascensão e as mudanças lideradas por Chávez haviam desencadeado, entre os setores populares, um movimento inédito de mobilização e exigência de direitos e democracia. No entanto, esta participação era muito dependente do Estado e subordinada às decisões finais do próprio presidente.

Ouvido há poucos dias, pelo site Otra América, Edgardo reafirma esta contradição, porém em tom mais otimista. Frisa a importância do “projeto de mudanças na Venezuela, e das enormes expectativas que ele gera, no país e em todo continente”. Trata-se, diz, de lutar para que não se perca esta “extraordinária oportunidade histórica” – o que poderia ocorrer de duas diferentes maneiras. A primeira, no caso de recuperação do governo pela direita e retrocesso neoliberal. O segundo risco poderá se materializar se, “para evitar esta primeira possibilidade, as demandas democráticas forem deixadas de lado e continuarem avançando as tendências estatistas, verticalistas e (ineficientemente) desenvolvimentistas, que parecem indicar que pouco se aprendeu com as experiências do socialismo do século passado”.

A esta altura, Edgardo Lander já sabe que, entre estes dois riscos, terá – felizmente – de enfrentar o mais complexo…

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  3. Até tu, Chávez?
07 Oct 22:49

Fachadas diferentes

by ligiafascioni

A pessoa quer que seu prédio fique diferente dos outros e ousa um pouco na cor, é isso?

Nem sempre; as possibilidades vão muito além! Olha só as fachadas que andei fotografando por aí. Adorei a de gatinhos…

Dá para colocar mensagens ideológicas

Dá para homenagear os ícones da arte

Dá para fazer uma intervenção artística apocalíptica

Dá para manifestar seu desprezo pela simetria

Dá para imaginar que mora num aquário

E dá até para demonstrar seu amor por gatinhos fofos!

07 Oct 22:48

Arte Contemporânea em Versailles

by Dafne Grozovsky

Decididamente, Versailles não é um local como os outros. O Chateau de Versailles é um lugar de arte por excelência. Um lugar construído por artistas de todos os gêneros, um lugar rico, cheio de detalhes onde acreditamos que nada mais diferente disso poderia ser inserido. Muito menos, ser o espaço para uma exposição de arte moderna. Esse justamente é o lugar ideal para se colocar em pratica a audácia, a experimentação e a liberdade. E foi isso que a estrela portuguesa da arte contemporânea – Joana Vasconcelos - conseguiu fazer. Ela foi a primeira mulher a ser convidada para expor as suas obras extravagantes e monumentais nesse cenário histórico.


Cada espaço teve uma obra particular e dedicada a ele. As obras de Joana são artesanais, confeccionadas com linhas, tricô, passamanarias e tecidos, muitos tecidos. Nem precisamos dizer que os todos os holofotes se voltaram para essa jovem artista portuguesa que conseguiu misturar a arte contemporânea com feminilidade no cenário mítico e histórico de Versailles.  Joana Vasconcelos se junta à lista dos célebres artistas que já expuseram em Versailles como Jeff Koons, Takashi Murakami e Bernar Venet. E acaba de se tornar mais uma “star”!


www.chateaudeversailles.fr














07 Oct 19:49

Paris, vista por Hollywood

by Mariana Berutto

Por Kátia Becho

Tire o tempo de uma sessão de cinema e dê um pulinho no Hôtel de Ville para conferir, de graça, a exposição Paris vu par Hollywood. É uma deliciosa exposição que traz alguns fragmentos de filmes rodados na cidade, além de documentos e objetos interessantes sobre alguns dos mais de 800 longas que tiveram Paris como cenário. E, em alguns deles, a cidade era isso mesmo: apenas um cenário. O cineasta alemão Ernst Lubitsch, que fez grandes filmes com Greta Garbo e Marlene Dietrich nos anos 30, sentenciou com bom humor: “Existe a Paris-Paramount, a Paris-MGM e a Paris na França. A Paris-Paramount é a mais parisiense de todas”. Depois de filmar 8 vezes “em Paris” sem nunca ter colocado um tripé na cidade, ele devia saber do que estava falando.

Nessa exposição, que fica até o dia 15 de dezembro, você vai ver extratos de filmes, de roteiros, de planos de filmagem e até de plano de marketing para divulgação de um filme nos anos 50. Verá croquis delicadíssimos da diretora de arte francesa que trabalhou para Sofia Coppola em “Maria Antonieta” e para Woody Allen em “Meia-noite em Paris”. Verá fotos raras e objetos icônicos, como as criações de Givenchy para serem vestidas pela bonequinha Audrey Hepburn, a mais parisiense das atrizes de Hollywood. Mas verá, principalmente, como a sétima arte contribuiu decisivamente para que os turistas americanos construíssem uma imagem idílica de Paris. E assim, de clichê em clichê e de frame em frame, verá como o cinema americano influencia nosso olhar sobre Paris há quase 100 anos.

Hôtel de Ville: Salle Saint-Jean

(atrás da fachada principal, pertinho da Rivoli)

Todos os dias, exceto domingos e feriados, de 10h às 19h.

04 Oct 14:27

PhD em cinismo

by Letícia F.
Flaviazett

tem como piorar essa história toda do Papo de Homem? O site poderia mudar o nome para Papo de Babaca mesmo, como diz a Letícia. Não sei o que Alex Castro faz nesse site, pelamor.

Depois dos últimos posts sobre o Papo de Babaca, algumas dúvidas surgiram e eu vou escrever a respeito em tópicos e mostrando parte dos prints acerca do assunto. Eles MENTEM ao dizerem que apagaram o texto ofensivo logo que souberam da existência dele.

Aqui você encontra um comentário da própria menina agredida, ligeiramente editado (só cortei algumas partes, não modifiquei nada do que ela escreveu).

E a história termina aqui. Se alguém tiver qualquer dúvida, é só me escrever no cemmaisum@gmail.com.

O CASO DA CABANA

1) Todas as informações postadas aqui sobre o caso foram previamente discutidas com a agredida. Jamais colocaria no ar qualquer coisa que a constrangesse. Vocês me conhecem melhor que isso.

2) Soube do tal texto na noite do dia 16 pro dia 17 de setembro, quando recebi a mensagem de despedida da garota. Nela, a agredida cita nominalmente um dos editores do Papo de Homem e repete alguns trechos do texto injurioso.

3) Como eu não sabia quem ela era, achei que pudesse se tratar de algum trote e imediatamente procurei um ex funcionário do PdH e o ~diretor de olhar~ (risos), Gustavo Gitti.

4) Infelizmente era tudo verdade e, como não se tinha notícias dela, fiquei em pânico. Tudo o que recebi do Gustavo Gitti foram algumas mensagens de SMS. Também falei por mensagem com o autor do texto misógino. Nenhum deles entrou em contato comigo depois para saber se ela estava bem. Nenhum deles tentou ajudá-la.

5) Três dias mais tarde eu mandei mensagens no Facebook para o Gustavo Gitti falando que eu ficara sabendo do conteúdo do texto da injúria e disse o que pensava a respeito.

6) Eu respondi ao Gitti aquele texto que coloquei no último post.

7) Soube de vários absurdos nessa história toda, mas não me manifestei em respeito ao momento delicado que a leitora do PdH estava passando e também porque acreditava que as coisas deveriam ser resolvidas entre eles. Começou uma fofoca, um “ah, ela fez isso” e “mas ele fez aquilo” que eu achei melhor ignorar.

8) No entanto, o que não tem qualquer ligação com a relação entre os dois é o fato de que o texto misógino ficou no ar durante oito meses.

Detalhe: eles não se conheceram pelo Ok Cupid. Ela era leitora do PdH. 

 

9) O texto acima foi postado na Cabana PdH em 16 de janeiro de 2012. De fato ligaram as coisas (até porque eles não terminaram o relacionamento) e o texto chegou até ela meses depois.

10) Lembro que o autor do texto é EDITOR do Papo de Homem e postou tal absurdo numa área que os leitores do site pagam para entrar.

11) Segundo mensagem enviada ao Gustavo Gitti, a ofendida pediu durante três meses ao autor que retirasse a postagem do ar. Veja a data da mensagem enviada ao diretor de conteúdo do PdH:

 

12) Três dias mais tarde eu recebi a carta da moça.

13) Em 19 de setembro os diretores do PdH publicaram um texto na Cabana citando o caso (tenho os prints, só não vejo necessidade de postar aqui). De todo modo, o texto injurioso continuou no ar.

14) A ofendida pediu que o autor publicasse um texto de retratação. Segundo ele, Guilherme Valladares, dono do site, não permitiu que ele postasse.

15) Segundo o comunicado postado pelo Papo de Homem hoje (03/10), eles retiraram o conteúdo ofensivo do ar tão logo a ofendida entrou em contato com eles. É mentira. Eis a resposta de Gustavo Gitti à moça em 13 de setembro. Ele estipula uma condição para retirar o texto do ar: que ela dissesse quem vazou.

16) Gustavo Gitti só pediu para tirarem o post do ar em 24 de setembro, oito meses após a publicação e 11 dias depois de saber da insatisfação da garota.

17) Portanto, o Papo de Babaca MENTE ao dizer que retiraram o conteúdo do ar imediatamente.

18) Decidi expor essa história justamente no dia em que publicaram aquele texto ~supremo~ sobre feminismo porque é ABSOLUTAMENTE INCOERENTE que um site promova, às vistas de todo mundo, uma postura bacana. E, ao mesmo tempo, esteja provocando danos morais dessa natureza.

19) Acho o texto equivocado, sim, como apontei no post. Porém, o que me incomoda (e me revolta) é a desfaçatez de se posicionarem como defensores da mulher enquanto oprimem uma garota por causa do peso dela.

20) Antes de colocar qualquer post sobre o assunto  no ar, entrei em contato com o Guilherme e disse que iria escrever a respeito. Deixei as portas abertas para que ele falasse o que quisesse sobre o assunto. Ele preferiu não se manifestar. As críticas feitas ao post do Alex também foram feitas diretamente a ele, via Twitter, antes de eu escrever meu texto.

21) Pra finalizar: trata-se de uma EMPRESA. Não é militância. Ninguém está fazendo favor ao falar de feminismo. Existe uma agenda por trás disso e não reconhecer tal fato é compactuar com essa palhaçada.

Abaixo escrevo um pouco sobre a minha relação com o Papo de Homem, mas são coisas que não têm nada a ver com o caso acima. Escrevi porque algumas pessoas levantaram suspeitas dos motivos pelos quais eu estaria envolvida nisso. Não existe motivo escondido. Eu sempre, sempre, sempre falo a verdade.

O MEU RELACIONAMENTO COM O PAPO DE HOMEM

1) Eu não leio o Papo de Homem. Nunca li, à exceção de alguns links que apareciam na timeline. Não sou o público alvo e acho algumas postagens extremamente misóginas, como essa.

2) Em março deste ano tive o primeiro desentendimento com o pessoal do site. Eles retuitaram o Silvio Koerich e, quando a Polícia Federal prendeu os responsáveis por tal site, o RT do PdH veio à tona. Não fui eu quem procurou. Ele apareceu na timeline e eu os questionei a respeito.

 3) A resposta dada foi absolutamente ridícula, tipo “ah, o texto era sobre música”. Não era sobre música. Era uma postagem falando como as mulheres são piranhas e, no meio musical, isso ficaria mais exposto, com danças sensuais e etc.

4) Quando insisti no questionamento, recebi de volta um tuite “Estamos num bêbados num churrasco no QG e não vamos te responder”. O responsável pela postagem foi Rodrigo Cambiaghi, gerente comercial do Papo de Homem.

5) A namorada de Rodrigo à época (não sei se continuam juntos) começou a me trollar no Twitter, me xingando, entre outras coisas, de “feia” (que madura!). Ela estava na redação do Papo de Homem naquele momento; sei disso pois ela havia feito check in no Foursquare.

6) Falei sobre o ocorrido por e-mail diretamente com Gustavo Gitti (diretor de conteúdo do site) e com o Guilherme Valladares (criador e editor chefe do PdH). A troca de e-mails aconteceu em 23 de março de 2012.

7) Naquela mesma sexta-feira o Guilherme, que estava fora do país, intercedeu para apaziguar os ânimos. Enviou um e-mail para mim e para outras femininistas tentando explicar a questão do RT do Silvio Koerich. Alex Castro e Gustavo Gitti estavam copiados.

8) Eu respondi citando um texto meu sobre o machismo no Papo de Homem. O post é esse.

9) No fim do meu e-mail, disse o seguinte:

Hoje não posso dizer que fiquei surpresa com a patética reação de um “beberrão” no Twitter por não achar que vocês (não individualmente, repito mais uma vez) não fossem capazes de resposta tão absurda, mas porque achei que, COMO EMPRESA, vocês teriam mais cuidado com as bobagens que dizem online.   Eu realmente não vejo como posso ajudá-los, Guilherme e Gitti. Acho que se vocês querem se manter nessa linha editorial, que é “bem sucedida” (rende cliques, dá dinheiro e gera emprego), estão no caminho certo. Eu só faço o que eu acredito e, me desculpem, mas não acredito no PdH. Especialmente depois da grosseria de hoje.

10) Dias mais tarde (em 3 de abril) eles escreveram sobre como eram injustiçados, tentaram explicar o caso Koerich, etc, etc. Me linkaram diretamente. Muitos dos comentários eram me xingando, me chamando de puta, histérica, louca, etc. Pedi para eles moderarem tais agressões. Não foi feito. Eu deixei pra lá, porque já estava acostumada.

11) Desde então eu não entrei mais no site, não falei com mais ninguém, à exceção do Alex Castro, com quem tinha uma relação cordial. Por divergências de atitude em relação à vida, pura filosofia mesmo, nós paramos de nos falar.

12) Isto posto, reitero que não quero caçar bruxas. Eu simplesmente não gosto do site e não entro lá. Agora, pior ainda.

 

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04 Oct 12:36

Frases de efeito (retardado)

by Arnaldo Branco

Algumas frases que não entraram no meu livro (algumas devem ter entrado, mas essas eu achei em um arquivo chamado “sub judice”, hehe).

O cinema brasileiro é catástrofe por vocação

Não importa o tamanho da sua obra, ela sempre pode ser reduzida para caber na visão de mundo de alguém

Nasceu o filho da Gisele Bundchen, oremos que tenha herdado a beleza da mãe e a inteligência de algum parente distante

Quando lançarem o viagra do trabalho, entenderei

É por causa dessas bandas recomendadas por amigos e blogs da cena alternativa que sinto saudade do jabá

A ditadura da moda é uma espécie rara de totalitarismo, já que suas vítimas se submetem voluntariamente

Não sei como a Igreja ainda não excomungou o Manoel Carlos, com todas essas cenas sobre a necessidade de usar camisinha

O legal de não ter amigos é que você não precisa perder a piada

Toda vez que ignoro a reforma ortográfica me sinto como aquele japonês preso numa ilha que não sabia que a 2a guerra mundial tinha acabado

Método investigativo bem brasileiro: orelhada

Você percebe que habita outro universo sensorial quando alguém lhe pede motivos concretos para não gostar de Seu Jorge

Filme oficial da Copa de 1982 no Sportv, me sinto como um alemão assistindo o History Channel

Esse papo de que todo homofóbico é na verdade gay tem a mesma raiz do argumento de que toda lésbica é uma hetero mal comida

Merecida aposentadoria é um dos chavões mais batidos, deve ter sido usado até com o Pinochet

Poesia às vezes lembra o diário de uma adolescente que não sabe datilografar

Se você sente necessidade de dizer que não se leva a sério, já está se traindo

Qual a diferença entre um condenado a morte e a vítima de um acidente aéreo? O condenado tem direito a uma última refeição decente

Com essa mania de segmentação não quero nem saber do que se trata a revista Bons Fluidos

Brasileiro pede dinheiro emprestado como quem cobra uma dívida

Não tenho discernimento suficiente para entender a diferença entre perder feio e perder de cabeça erguida

Quando eu ficar velho também quero trabalhar como obstáculo em supermercado

Pessimista é o cara que acha que brasileiro só é patriota em Copa do Mundo; otimista é o que pensa que pelo menos tem uma ocasião

Não existe tema no mundo imune ao ponto de vista de um brasileiro

Jornalistas esportivos que não conseguem comentar sem estatísticas acham que o futebol brasileiro está muito amarrado a esquema tático

Se Cristo anunciasse sua volta agora sofreria séria concorrência de bandas gringas

Você que trabalha de 9 as 6 não fica cabreiro de ver músico reclamar da obrigação de tocar os hits?

Charlie Brown Jr é o equivalente poético da cantada de pedreiro

O mundo se divide entre os que querem alimentar o debate e os que acham que ele já comeu demais

A verdadeira escola do crime é a família

Brasileiro: telefonando atrasado para avisar que vai chegar atrasado desde 1500

Reductio Ad Invejinha: ato ou efeito de atribuir qualquer crítica ao recalque

Gente fazendo questão de crédito por piada ruim lembra grupo terrorista reclamando autoria de atentado

A justiça tinha que interferir nesses casos e tirar o direito de guarda dos Mutantes do Sérgio Dias

Os mendigos do Leblon são cenográficos

Quando se trata de patrulhamento ideológico, indie é pior que comunista

Quem escreve “petralha” é um petista do mundo bizarro

Não esperava o carro voador, mas achava que o futuro ia acabar com a fila de banco

Tenho impressão que só gente que faz artesanato compra artesanato

Só acredito em artista que faz voto de pobreza antes de fracassar

Hoje em dia tem tantas marcas diferentes no supermercado que parece que passei minha infância na Rússia comunista

A internet é o lar do inocente útil

Abraham Lincoln, que disse ser impossível enganar todo mundo o tempo todo, não conhecia o Gerald Thomas

Podia chamar Horário Eleitoral Obrigatório e Serviço Militar Gratuito, dava na mesma

A internet diminuiu o índice de músicos apadrinhados pelo Caetano Veloso

As operadoras de celular também se beneficiam dessas campanhas que dizem que não se deve reagir em um assalto

Não sei mais distinguir as celebridades das subcelebridades

Lendo os nossos colunistas a gente vê como é fácil fingir autoridade em um assunto

Dizem que a natureza é sábia, mas eu só conheço seu lado vingativo

Infelizmente nenhum aspirante a artista me mostra seu trabalho em busca de desencorajamento

Todo poeta que se declara marginal estudou em colégio particular

No dia em que conseguir distinguir duas músicas da Zélia Duncan vou considerar que tenho ouvido perfeito

Sujeito que se exalta com política ou tira partido ou é chato mesmo

Se você fizer uma música realista e descritiva sobre sexo e uma sobre amor perfeito e eterno adivinhe por qual vai ser chamado de imaturo

A independência do Brasil foi como se um playboy sem grandes ambições resolvesse conquistar seu espaço indo morar em outro apartamento da família

Nossa classe média às vezes lembra o chato do escritório que acha que só ele trabalha demais, só ele paga imposto, só ele merece ganhar bem

Reputação é aquele negócio que o pessoal anda sacrificando pela fama

Será que um dia os cientistas vão desenvolver um assunto imune à opinião do Caetano Veloso?

Uma coisa que acontece frequentemente na política brasileira: episódios isolados

Pra mim todos esses atores que fazem propaganda de banco sorrindo merecem o Oscar

Para sua manifestação de indiferença funcionar direito é preciso não se importar de verdade

Não sei em que país vive esse pessoal que só se dá conta da precariedade do nosso material humano em época de eleições

Em um país ideal as pessoas teriam que tirar brevê de comentarista político

“Você está podendo, hein?” No Brasil tem dessa: ostentador de pobreza

Respeito as religiões, especialmente aquelas que exigem horas de meditação em silêncio

O que diferencia o sacana do filho da puta é a pró-atividade

Na dúvida se no Brasil tem tanto filho da puta assim ou eles só estão ocupando lugar-chave

Acho que a intenção dessas palestras motivacionais em que funcionários de uma empresa dançam e cantam é estimular a falta de senso crítico

Deus mata os incréus por punição e os crentes como recompensa, que merda de programa de fidelidade

Bolei um jogo de cartas chamado Lógica de Mulher: é parecido com truco, mas faz menos sentido

Camiseta com frase espirituosa é para quem curte andar por aí exibindo uma piada vencida

Se Deus tiver o mesmo senso de humor dos seus seguidores vou preferir queimar no inferno

Assertivo: sinônimo de caga-regra para ser usado em entrevistas de emprego

E esse pessoal que diz que não leva desaforo pra casa? Paga imposto igual todo mundo

Um bom indicativo da ignorância é o tom professoral

O Brasil parece a Estrela da Morte, você atinge um ponto fraco e o sistema todo cai

Invenção últil: um corretor ortográfico que sublinhe clichês

A esposa atira os pratos e a amante é a destruidora de lares

Manobra diversionista clássica: se o camarada não fez nada de útil no ano, a culpa é do ano

Tenho certeza que o lucro recorde dos bancos vem da grana que eles economizam em atendente

Talento não é uma tatuagem nas partes íntimas: se a pessoa tem, é visível

Acho que as mulheres deveriam se preocupar mais com a desnutrição do que com a celulite

Não sei quem tem os mitos de origem mais idiotas, os super-heróis ou as religiões

A imprensa não sabe lidar direito com uma tragédia em que não pode culpar as vítimas

04 Oct 12:22

Extra! O Melhor do Twitter: #Lolla900 Edition

by Lúcio Ribeiro

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* Edição extraordinária! É o Lollapalooza deixando os indies “TENÇOS”. E matando de susto. E arrancando muitas opiniões. Separando os que gostaram dos haters. Botando eles para reclamarem de quem não está na lista. De quem está. De quem já veio e de quem nunca veio e nem devia estar vindo. Falando que já viram X vezes a banda Y em Berlim em 2004, e que só vale ter visto a tal banda Y em Berlim. E em 2004… Revelando que “fulano da banda tal me disse que…”. Chiando sobre o preço do ingresso. Chiando com quem estava chiando com o ingresso.
Enfim, o de sempre no maravilhoso mundo livre do Tuírerrrrr.

*por Arnaldo Branco, tirinha de 2011

@fvanzo Gente, treta da torcida do Coritiba já acabou às 12h, agora é ingressos do Lolla, vamos organizar os turnos aí.

@pandica_ O nome da minha filha vai ser 900 reais

@MACUMBElRA Falta só R$900 pra eu ter R$900

@ahvalentino ”R$900″ pfvr saia dos trending topics e venha pra minha carteira seu lindo

@jnflesch Paga R$ 650 para ver show de diva que dubla e reclama do preço do Lolla.

‏@fabriciovianna Reclama de 900 pila pra 3 dias de festival mas sempre usa carteirinha falsa pra pagar meia-entrada.

‏@alanasmorri7 Como alguem paga 900 reais p ir num festival e com ctz nao pegam ngm pois vao p ver o show

‏@toshii_ Tem gente que tem as moral de dar R$900 pra ver foo fighters e não tem coragem de dar R$ 5 num Kg de carne e ficam comendo vegetais

‏@dexter_ Por 900 reais eu faço U2 vir aqui lavar meu banheiro isso bono esfrega bem falto um canto ali na sabonetera ai agora sim

@theCdude Com 900 reais eu compro uma banda cover de pearl jam com todos os integrantes sendo anões

@MestreUalar Solos de guitarra com ingressos à 900 reais não vão me conquistar.

‏@ikkiweber Alguem sabe onde tá em alta o preço do rim ai pra vender esse lolla ta de sacanagem

@mateuspera Se o mundo acabar no final do ano mesmo vou dar mt risada de quem vai passar essa madrugada na fila do lolla rsrsrsrsrs

@kamsmadeira Eu acho que por 900 reais o minimo que deviam fazer é um holograma da claudia leitte pendurada de cabeça pra baixo

@rodrigojames Com o tanto de gente dizendo que não vai no Lolla porque tá caro, acho que essa pré-venda vai esgotar em uns……9 minutos

‏@jsebba O Scorpions veio ao Brasil sete vezes em 40 anos. O Franz Ferdinand, que tem uma década de vida, virá em 2013 pela sexta vez #sopraconstar

@revistaclaudio 900 REAIS um jovem pode montar sua própria banda

@diegomaia Vocês cogitando viajar até Santiago para Lollapalooza sabiam que não é permitido beber nos festivais de lá?

@vyktorb Você pode medir a qualidade da sua timeline pela quantidade de gente que fez a piada “lolla pra loser”

@arturdotcom E VOCÊ, O QUE FARIA PARA CONSEGUIR R$ 900 E IR AO LOLLAPALOOZA?? – envie já sua resposta, a mais criativa será ignorada junto com as outras.

‏@LUISaureliano Os cara paga 900 pra ir no lollapaloza sendo q eu vejo de graça no youtube dps

@siaht Do jeito que cês tão falando aí tá parecendo que tem alguém com uma faca no pescoço de vcs “PAGA O INGRESSO PRO LOLLA OU MORRE”

‏@fcorazza Espera o lineup, reclama do lineup, elogia duas bandas, fala o preço, reclama do preço, xinga quem reclama do preço, liga pro Mantega, repet

@arnaldobranco Aliás a comoção com o Lolla me lembrou dessa http://bit.ly/uXVWpB 

‏@DebbieHell Ainda tá permitido falar do Lolla, ou isso é mto 11 hrs da manhã?

03 Oct 21:24

Recently The Gordon Parks Foundation discovered over 70...









Recently The Gordon Parks Foundation discovered over 70 unpublished photographs by Parks at the bottom of an old storage box wrapped in paper and marked as “Segregation Series.” These never before series of images not only give us a glimpse into the everyday life of African Americans during the 50′s but are also in full color, something that is uncommon for photographs from that era.

03 Oct 20:42

Mil e uma noites estreladas

by almirdefreitas

Já observei algumas vezes (aqui, por exemplo) que Jane Austen virou provavelmente a vítima favorita dos mashups. Vai entender a razão. E parece que Van Gogh é outro bom de atrair malucos, em especial com a tela Noite Estrelada. Depois dessa “recriação” da obra com um software automatizado de pintura (aqui), um (?) canadense, FlippyCat, fez este Vincent van Dominogh, para acrescentar à sua coleção de gigantescos e bizarros dominós em queda. E outro cara, o astrônomo americano Alex Harrison Parker, usou centenas de fotos tiradas pelo telescópio espacial Hubble num mosaico (abaixo), fazendo a sua própria e contemporânea versão da tela.

[Via My Modern Met e io9]