
An expertly done three point turn
Weren’t expecting that house

An expertly done three point turn
Weren’t expecting that house
Escola Zelda Merda de Comunicação orgulhosamente apresenta "A morte do Cheirão"
Longe de mim querer saturar o assunto do dia (do ano?) mas gente...

Se pra conseguir mandar uma DM direito já é essa dificuldade, imagina se um dia esse casal maravilhoso fizer uma sex-tape? Tirica vai querer deletar e acabar sem querer publicando no Youtube.
Inspirado pela lista da Forbes com os pastores mais ricos do Brasil, o designer curitibano Butcher Billy resolveu fazer uma homenagem.
Edir Macedo, Valdomiro Santiago, Silas Malafaia, R.R. Soares, Hestevam Hernandes Filho e a pastora Sonia, sua esposa. Marco Feliciano nem tá na lista, veio de bônus (confundindo os maus, toda hora leio Marco Miliciano).
"a portrait of my children, once a week, every week, in 2013."
julian: nerf gun war in the empty house.
milla plum: she is in love with the snow.
birdie: kept throwing snowballs in the house.
sailor: a tiny tooth popped up the other day.
footnote: i have been on hiatus for the past week due to the move. i have so much to share with you about our trip. stay tuned, i will be back to regular blogging this week!
this week has been so great. we are all adjusting to our new home and loving being here in nashville. our house backs up to a big state park with woods and hills and my kids have been exploring every day. so far they have seen several deer in our yard, a wild turkey in the valley behind our fence, a mama and baby coyote and a little fox. needless to say, they are loving it! unpacking is going a little slow, as we have had painters in here for the past four days, but my kitchen is completely unpacked and fully functioning. we went to trader joes yesterday and stocked our fridge and pantry and are starting to make regular family meals again. i truly love our kitchen. it is one of my very favorite rooms in the house. i promise to share our new space with you as we get more settled.
we have already made some really great friends here and i am looking forward to meeting more. the people are so warm and inviting. i can tell that we made a great decision making this move. my friend darrell is flying in to visit this weekend to help me unpack. i'm hoping we make some good progress in between the wine, kitchen dance parties and city exploring.
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Want a cheap and simple way to project photographs from your smartphone onto your wall? Photojojo writes that you can actually make a makeshift projector with a few things you might already have lying around. Total cost: $1.![]()
The basic ingredients are a shoebox and a large magnifying glass. The shoebox will house everything, and the glass will serve as the projector’s lens.
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Basically, you’ll want to darken the inside of your shoebox, and then carefully mount your magnifying glass lens onto one end (making sure there are no light leaks).
Then, simply place your smartphone inside to have what’s on the screen be projected through the glass. You’ll want to figure out how to flip the screen upside-down (it’s different for each smartphone), since the magnifying glass will do a flipping of its own.
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Focusing the image on the wall involves moving the phone closer and farther away from the lens. For best viewing, you’ll want to make your screen as bright as possible and the environment as dark as possible.
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You can find a step-by-step guide on this idea over on Photojojo and in this Instructables tutorial by Matt Bothell.
Image credits: Photographs by Photojojo









If you're lucky enough to have a laundry space in your home, you know that it's an area that gets quite a workout. Whether it's a whole room or just a small nook, it's important to make the most of the space and to keep it functioning in tip-top shape. Simple organization tricks make these fifteen laundry rooms into multi-purpose marvels. More ![]() |
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O trabalho da artista californiana Pakayla Rae Biehn combina pintura, foto e delicadeza sem fim. A técnica conhecida como hiper-realismo brinca com nosso olhar e surpreende pela perfeição. Clique nas imagens pra ver melhor!
Pra sentir o perfume das flores e sonhar com um jardim de vento fresco e beleza. Vamos? ![]()
O post galeria – jeito de flor apareceu primeiro em adoro!.
Esse ano eu não tive disciplina o suficiente para fazer um relatório mensal dos filmes assistidos, mas aqui em casa tem um calendário onde anotamos cada filme visto, então, resolvi passar a limpo no blog para controle futuro (Alzheimer vem aí).
Entre os filmes vistos no cinema os melhores foram indicações de uma professora, a Maria Elisa Cevasco. Acho que o mais legal de todos foi O Exercício do Poder. Entre os livros lidos, o Oscar vai para Kuzuo Ishiguro.
Se tiver com paciência de ler um texto maior que fiz sobre um filme, indico esse aqui, sobre o Anticristo. É trabalhinho de escola, mas está divertido. Já quem ama Match Point deveria ler a tese da Ana Paula Biancocini analisando cena a cena do filme.
Filmes:
A Fantástica Fábrica de Chocolate, Mel Stuart ★★★
Sob Fogo Cerrado, Roger Spottiswoode ★★★★
Um Dia, Lone Scherfig ★
As Aventuras de Tintim: O Segredo do Licorne, Steven Spielberg ★★★
Deus da Carnificina, Roman Polanski ★★★★
Shame, Steve McQueen ★★
O Artista, Michel Hazanavicius ★★★★
Drive, Nicolas Winding Refn ★★★
Nikita – Criada para Matar, Luc Besson ★★★★
Noivo Neurótico, Noiva Nervosa, Woody Allen ★★★★★
A Invenção de Hugo Cabret, Martin Scorsese ★★
Bastardos Inglórios, Quentin Tarantino ★★★★★
Cemitério Maldito, Mary Lambert ★★★
Rebobine, Por Favor, Michel Gondry ★★★
Aladdin, John Musker e Ron Clements ★★★
Faca na água, Roman Polanski ★★★★★
Flakes, Michael Lehmann ★
Pense num filme ruim: é esse Flakes com Zooey Deschanel. A sinopse parecia legal: o filme se passa em um bar que só vende sucrilhos de todos os tipos. Já a execução…
A Última Tentação de Cristo, Martin Scorsese ★★★★
Se Meu Apartamento Falasse, Billy Wilder ★★★★★
Um projeto para 2013: assistir todos os filmes do Billy Wilder.
Toda Forma de Amor, Mike Mills ★★★
Woody Allen – American Masters I e II, Robert Weide ★★★
Durval Discos, Anna Muylaert ★★★★
Manhattan, Woody Allen ★★★★★
Perversa Paixão, Clint Eastwood ★★★★★
Pina 3D, Wim Wenders ★★★★★
Me arrependo de só ter visto no cinema uma única vez.
Aprile, Nanni Moretti ★★★★★
Beleza Adormecida, Julia Leigh ★★★
Donnie Darko, Richard Kelly ★★★★
Tão Forte e Tão Perto, Stephen Daldry ★★★★
Arizona Nunca Mais, Ethan e Joel Coen ★★★★★
Um Método Perigoso, David Cronenberg ★★★
Ghost World – Aprendendo a Viver, Terry Zwigoff ★★★
Minha Semana Com Marilyn, Simon Curtis ★★★
As Neves do Kilimanjaro, Robert Guédiguian ★★★★
O Último Portal, Roman Polanski ★★
Tiny Furniture, Lena Dunham ★★
Romance de Formação, Julia De Simone ★
Incêndios, Denis Villeneuve ★★★★
À Espera de Turistas, Robert Thalheim ★★★
Psicose, Alfred Hitchcock ★★★★★
Razão e Sensibilidade, John Alexander ★★
E Aí, Meu Irmão, Cadê Você?, Ethan e Joel Coen ★★★★★
A Vida Marinha com Steve Zissou, Wes Anderson ★★★
Tudo Pelo Poder, George Clooney ★★★★
Precisamos Falar Sobre o Kevin, Lynne Ramsay ★★★★
No fio da navalha, John Byrum ★★★★★
Para Roma Com Amor, Woody Allen ★★★★
Maridos e Esposas, Woody Allen ★★★★★
Faça a Coisa Certa, Spike Lee ★★★★★
Fausto, Alexander Sokurov ★★★★★
Na Estrada, Walter Salles ★★★
Os Irmãos Cara de Pau, John Landis ★★★★★
Como Enlouquecer Seu Chefe, Mike Judge ★★★
Moonrise Kingdom, Wes Anderson ★★★
Desconstruindo Harry, Woody Allen ★★★★★
Sete Anos no Tibet, Jean-Jacques Annaud ★★★
O Exercício do Poder, Pierre Schöller ★★★★★
Melhor filme novo que vi no ano.
Tiros na Broadway, Woody Allen ★★★★★
O Espelho Tem Duas Faces, Barbra Streisand ★★
Grande Hotel, Allison Anders, Alexandre Rockwell, Robert Rodriguez e Quentin Tarantino ★★★
Cidadão Kane, Orson Welles ★★★★★
Os Sete Suspeitos, Jonathan Lynn ★★★
Gigante, Adrián Biniez ★★
Crepúsculo dos Deuses, Billy Wilder ★★★★★
O Solteirão, Noah Baumbach ★★
Charada, Stanley Donen ★★★
Tudo Sobre Minha Mãe, Pedro Almodóvar ★★★★★
A Firma, Sydney Pollack ★★★
Kicking and Screaming, Noah Baumbach ★
A Praia, Danny Boyle ★★★★★
Atraídos pelo Destino, Andrew Bergman ★★
O Professor Aloprado, Jerry Lewis ★★★★★
Mamãezinha Querida, Frank Perry ★★★★
Um Corpo Que Cai, Alfred Hitchcock ★★★★★
As Vantagens de Ser Invisível, Stephen Chbosky ★
Filme muito fraco, mas é impressionante pensar que Ezra Miller, ator que faz o irmão gay de Emma Watson, é o mesmo sujeito que faz Kevin em Precisamos Falar Sobre o Kevin.
Scott Pilgrim Contra o Mundo, Edgar Wright ★★
O Inglês que Subiu a Colina e Desceu a Montanha, Christopher Monger ★★
A Marca da Pantera, Paul Schrader ★★★
Cubo, Vincenzo Natali ★
Deixe guardado para um dia em que estiver com muita vontade de ver um filme ruim.
Duplex, Danny DeVito ★★★★★
O Selvagem, Jean-Paul Rappeneau ★★★★★
Vestígios do Dia, James Ivory ★★★
Match Point, Woody Allen ★★★★★
Crimes e Pecados, Woody Allen ★★★★★
Nosferatu, F.W. Murnau ★★★★
Frankenweenie, Tim Burton ★★★
O Mundo de Andy, Milos Forman ★★★
Os EUA Contra John Lennon, David Leaf e John Scheinfeld ★★
Anticristo, Lars Von Trier ★★★★★
O Balconista, Kevin Smith ★★★
Cleópatra, Joseph L. Mankiewicz ★★★
Rei Davi, Bruce Beresford ★★★
Mulher Solteira Procura, Barbet Schroeder ★★★
Malcolm X, Spike Lee ★★★★★
Gosford Park, Robert Altman ★★★★★
Time, Ki-duk Kim ★★★★
Os inocentes, Jack Clayton ★★★
Genio Indomável, Gus Van Sant ★★★
Celeste e Jesse Para Sempre, Lee Toland Krieger ★★
Melancolia, Lars Von Trier ★★★★★
Nascido para Matar, Stanley Kubrick ★★★★
Holy Motors, Leos Carax ★★★
A State of Mind, Daniel Gordon ★★★★
O Segredo da Cabana, Drew Goddard ★★
Argo, Ben Affleck ★★★
Cosmópolis, David Cronenberg ★★★
Estômago, Marcos Jorge ★★★★
Apenas Uma Vez, John Carney ★
Zohan – O Agente Bom de Corte, Dennis Dugan ★★★
O Conde de Monte Cristo, Kevin Reynolds ★★
Passagem para a Índia, David Lean ★★★
Shampoo, Hal Ashby ★★
O Impossível, Juan Antonio Bayona ★
Homens e Deuses, Xavier Beauvois ★★★★
Livros:
How to Dress for Success, Edith Head ★★
Os Vestígios do Dia, Kazuo Ishiguro ★★★★★
Tess of the d’Urbervilles, Thomas Hardy ★★★
Retrato do Artista Quando Jovem, James Joyce ★★★★★
Bombaim: Cidade Máxima, Suketu Mehta ★★★★
Karma Cola, Gita Mehta ★★★
Teatro:
O Fantasma da Ópera, Harold Prince ★★
Opereta de Botequim, Luiz Carlos Moreira ★★★
Dança:
Ocean’s Kingdom, Peter Martins ★★
Union Jack, George Balanchine ★★★
Shows:
Não existe nada melhor do que viajar. Viajar é a única coisa que você compra e que te faz mais rico. Juntando esse presuposto com as viagens à Índia, Nepal ou Indonésia que o talentoso fotógrafo Lukas Kozmus de Berlim fez, aí é que não temos mais nenhuma dúvida.
Via.
Eu já me interessava pelo aplicativo WhatsApp, mas depois que iniciei meus estudos em Boston, o meu interesse aumentou mais. Tornei-me um usuário assíduo do aplicativo multiplataforma de mensagens.
Há um tempo ele substituiu o meu Facebook.
Não estou sozinho nessa. Colegas meus de Boston também utilizam assiduamente o WhatsApp. O Facebook ficou em segundo ou até terceiro plano.
É lógico que isso não aconteceu do dia para a noite e nem se aplica a todos os usuários da plataforma de rede social. Mas para quem utilizava o Facebook mais como um utilitário de comunicação (conversar e estar em contato com os amigos) do que uma plataforma de mídia (publicar e consumir conteúdo), o WhatsApp tem se saído como uma boa alternativa.
Outro dia nasceu o primeiro filho de um amigo meu. Onde a foto do bebê foi parar? No Whatsapp. Marcar para ir a um pub? Ou comentar sobre algum jogo que está passando na televisão? WhatsApp.
Não é à toa que o Facebook andou recentemente interessado em comprar o WhatsApp e chegou a lançar um aplicativo que emula o mesmo. O WhatsApp realiza uma das principais funções das plataformas de redes sociais do ponto de vista de utilitário de comunicação – unir comunicações em grupo.
No Brasil, o aplicativo tem um apelo a mais, pois reduz a zero o custo com o envio de SMS. Nos EUA, SMS é barato e abundante. A maioria das operadoras de telefonia fornece planos com SMS ilimitado. A questão da conveniência que o WhatsApp proporciona tem mais peso nos EUA – o aplicativo trabalha com vários formatos de mídia (fotos, vídeos, sons) e plataformas (iOS, BB, Android, Windows Phone), além de permitir a criação de grupos de conversa com até 30 usuários.
Se a gente parar para pensar, veremos que o WhatsApp está criando uma nova forma de rede social, com base em mobile e mensagens instantâneas, mas, ao mesmo tempo, está realizando um retorno às origens das chamadas mídias sociais.
O serviço de comunicação trabalha ancorado em um dos meios mais sociais – o telefone. Ao instalar o aplicativo, ele se conecta ao seu catálogo de contatos. Ou seja, tudo gira em torno do seu número de telefone e de seu catálogo de contatos, que, cá entre nós, é uma rede social (não no formato tradicional, mas com a mesma função – agregar e permitir comunicação com contatos importantes).
Para entender melhor o que estou falando, vale dar uma olhada em America Calling: A Social History of the Telephone to 1940. No livro, o pesquisador Claude S. Fisher mostra que a rede de telefones é, na realidade, a “maior plataforma de rede social do mundo”, pois conecta pessoas de forma eficiente e indiscriminada. Tem um telefone? Você já está em rede e conectado a pessoas do mundo inteiro.
O telefone, portanto, seria a “primeira mídia social“.
Quanto ao Facebook, não é de hoje essa desaceleração da plataforma de rede social. Em sua terra natal, o Facebook há um bom tempo perdeu o seu caráter de “novidade” e agora vem perdendo o de “ser essencial” (você pode ficar dias sem acessar o Facebook que não faz muita diferença).
Uma das últimas discussões sobre mídia em Boston envolveu os executivos dos principais restaurantes da cidade. Uma das principais conclusões é que o Facebook perdeu atratividade. É tanta mensagem e propaganda travestida de conteúdo dentro da rede social que fica difícil você ser ouvido ou visto na linha do tempo de um usuário. Tem muito palco e pouca plateia.
É interessante o aparecimento de alternativas e a desaceleração do Facebook, que até outro dia queria ser o “centro da internet”. Parece que há um revezamento. Ou melhor, parece que toda vez que tentam colonizar integralmente a nossa experiência digital, sempre surgem alternativas.
Eu não sabia que os alemães aplaudem quase todas as aulas na universidade. Eles fazem isso, só que sem bater palmas. O que acontece, em vez disso, é uma série de batidinhas na mesa com os punhos fechados. É meio praxe por aqui.
Flaviazettmil likes!
É mentira. Eu quase nunca tinha pensado em Berlim antes de cogitar morar na Alemanha. Claro que ouvia falar, mas nunca me animava o suficiente para vir. Não sei bem porque, já que Berlim é um ponto histórico importante na Europa, cheia de museus e vida artística interessante. Mas nunca teve o brilho distante de Londres, Paris, Roma… Estava um pouco fora dos meus roteiros.
Há alguns anos os amigos começaram a ir para lá e voltar falando maravilhas. E ainda assim a ideia de Berlim parecia distante. Só que uma vez na Alemanha, é uma parada quase obrigatória no roteiro do país. E ainda assim eu teria esperado mais tempo para ir se não tivesse surgido uma oportunidade de ouro de conhecer a cidade com amigas queridas. Depois de alguma pouca preparação, lá fui eu de trem de Hamburgo para Berlim. Sempre sai mais barato de Hamburgo, dessa vez cada perna foi 35 lindos euros. Duas horas num trem absolutamente lotado me fizeram feliz de ter reservado um lugar para sentado. Muita gente não fez isso e ficou sentada no chão, entre os vagões. Aqui isso é bem comum nos finais de semana e para ter um assento garantido tem que pagar extra. Como em média os alemães adoram economizar, eles sentam nos espaços entre vagões, em cima de malas ou ficam em pé mesmo.
Eu fui feliz sentada, mas infelizmente não vi absolutamente nada do caminho, pois já era noite fechada. Quando cheguei em Berlim, mal vi a cidade de longe. A estação de trem já foi absolutamente impressionante e comecei a sentir uma expectativa e ansiedade boas, felizes. Com meu celular quase sem bateria, tirei a primeira foto óbvia da cidade:
Foram só três dias por lá e na maior parte do tempo me senti andando por um labirinto frio, cinza e desconhecido. E no entanto… como eu amei cada minuto. A cidade é gigantesca, com proporções inesperadas. E também é gelada já nessa época do ano. Anda-se muito, há inúmeras opções de transporte público e, curiosamente, há pouca gente andando na rua na maior parte do tempo. É o inverno chegando, dizem. Acredito.
A sensação da cidade não é fria, no entanto. Como toda cidade grande, tenho certeza de que Berlim bate regularmente nos seus moradores. Só que há sons nas ruas, as pessoas sorriem no metrô, as meninas se arrumam e os rapazes são estilosos. Até os idosos são menos sisudos do que em Bremen. A melhor coisa é que todos esses pequenos detalhes resultam numa energia perceptível ao andar pelas ruas. E, como São Paulo, essa energia é mais forte a noite. Há menos bêbados cambaleantes do que Bremen e mais grupos de pessoas transitando pelas ruas com garrafas na mão (aqui é a coisa mais comum do mundo, a todas as horas do dia).
Daí você passa por restaurantes, bares, boates, teatros, cafés… Há pessoas. Elas interagem. Ouve-se vozes, eventualmente até música. Ouve-se sotaques dos mais variados, inglês nas suas versões mais estranhas, alemão com um sotaque bem diferente. Tive a sensação de estar no centro de um universo que ainda não conheço. Me senti desorientada, perdida, confusa. Nas primeiras 24hs meu cérebro tentou entender a cidade, ter alguma forma de classificá-la, ter alguma palavra para explicá-la. Não consegui chegar em nada. E ao entrar no August Fengler, tudo isso sumiu. Dentro de uma portinha pequena, achei calor, pessoas, música, sorrisos. Em parte, sair desse lugar não quebrou o encanto. Todos os outros lugares visitados foram exatamente a mesma sensação, em maior ou menor grau.
E ali Berlim se fixou na minha cabeça sem que eu conseguisse entendê-la. É como conhecer uma pessoa estranhíssima, que você não consegue sacar, mas que você também não consegue parar de conversar com, de olhar e até admirar. É assim, irracional. E a sensação foi tão forte que eu precisei ficar mais tempo. Também fiquei imersa em confusão na viagem de volta. E desde então estou no frenesi total de querer voltar, agora, hoje, amanhã, logo!

E, para melhorar, Berlim tem um museu dedicado aos Ramones com um dos melhores cafés que já visitei na Europa. Poltronas de vovó e paredes cobertas de assinaturas e mensagens de bandas, incluindo alguns famosos de verdade.

E também tinha bandinha de rua tocando música boa, mas depois perdendo pontos ao tocar “Ai se eu te pego”…
Também achei o milagre da comida gostosa por um preço camarada, afinal tudo é mais barato em Berlim! Esse foi o prato do restaurante alemão incrível onde comemos: medalhões de porco com batata gratinada, salada e cogumelos salteados num molho delícia.

O resumo de tudo isso é muito simples: Ich war glücklich in Berlin <3
FlaviazettIn luv!

For fans of Minks, Teenage Fanclub, Beach House, Tobin Sprout and George Harrison. Read the release.
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LaNola Kathleen Stone is a New York City-based professional photographer and dog lover who uses her talents and free time for a very heartwarming cause: Stone visits the dog pound near her home and specifically asks to shoot portraits of the dogs that are the “least likely to be adopted”, some of which have been there for over half a year and are likely in danger of being put down.
She says her goal is to create “fashionesque images” of those dogs — photos that portray the dogs’ personality and youth. Official pound portraits often do a terrible job at “selling” the dogs’ good qualities, and Stone wants to use her knowledge of portraiture to help speed up adoptions.
The resulting series is titled, “Least Likely to Be Adopted: Dog Pound Portraits.” It has changed the lives of many of her subjects: all the dogs featured in these portraits were later adopted.
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You can see more of Stone’s work (and drop her a note of encouragement) over on her website.
(via Behance via Flavorwire)

Keira Knightley in Erdem at the LA premiere of Anna Karenina, November 14th