
LoL by: Unknown (via Neatorama)
Tagged: fancy , dogs , human-like , sweaters , captions , elegance , not for everyone Share on Facebook
LoL by: Unknown (via Neatorama)
Tagged: fancy , dogs , human-like , sweaters , captions , elegance , not for everyone Share on FacebookEu tinha sete anos, quando a professora de minha escola pediu para que nós, alunos, somássemos os números inteiros de um a cem. A turma se agitou, em nítido desconforto diante do exercício. Já eu bocejei, cocei a cabeça e, antes mesmo que o professora ameaçasse sentar na cadeira, respondi em voz alta : 5050. Também, né? Bastava deduzir a fórmula da soma de uma progressão aritmética.

Blog do “príncipe da matemática”
Aos doze, comecei do nada a questionar a geometria euclidiana, assim como quem critica o sistema defensivo do Palmeiras. Na puberdade, resolvi estudar por conta própria línguas clássicas e quase tornei-me filólogo. Com dezoito anos, formulei o método dos mínimos quadrados, que até hoje é usado em pesquisas geodésicas.
Com vinte e poucos anos, localizei um pequeno planeta, utilizando informações visuais insuficientes. Para tanto, precisei aplicar complexas teorias de órbitas e improvisar métodos numéricos. Quem foi conferir encontrou o pequeno corpo celeste justamente na órbita pré-calculada. Convém lembrar que fiz isso em 1801. Enfim, até o fim da vida, dei demonstrações sobre-humanas de minhas habilidades mentais.
Provavelmente, você não teve e nem tem evidencias abundantes que confirmem sua genialidade. Não é candidato a verbete da Wikipidia e nem está perto de ter seu nome batizando fórmulas e teoremas. Mas não se desespere. Este post não pretende ser um exercício de humilhação. Nem quero, por contraste, tornar minha capacidade intelectual ainda maior. Pelo contrário. Venho aqui com um alento.
Segundo o especialista em sucesso, o psicólogo Anders Ericsson, a genialidade está disponível a todos. Depois de observar grandes talentos de diversas áreas, Anders concluiu que a característica preponderante entre eles é a dedicação. Em outras palavras, o talento natural não é o fator determinante. O sueco defende sua tese até quando ela é confrontada ao exemplo de Mozart. Segundo ele, o menino prodígio começou a compor com 6 anos de idade, mas suas primeiras composições não tinham nada de excepcionais. Amadeus só pariu sua primeira obra prima aos 21 anos, depois de ralar bastante. Os grandes gênios, por esta visão, são frutos de uma obstinação absurda. Treinam, estudam, praticam muito mais do que a média.
Ericsson quantificou o número de horas de dedicação necessários para ter um desempenho excepcional em alguma atividade: 10 mil. Voltando ao exemplo de Mozart, estima-se que aos 6 anos ele já tivesse estudado 3500 horas de piano. É o treino que modifica o cérebro para que ele execute tarefas de um jeito que causa admiração.
Se acreditarmos nos estudos de Ericsson, o Brasil terá em breve o maior número de especialistas em usar o Facebook. O brasileiro, de acordo com a pesquisa realizada pelo Instituto ComScore, é o líder mundial em número de horas gastas na rede do Zuckerberg. O tempo médio dos usuários do país na rede cresceu 33% em relação ao ano passado e superou ao período médio dos americanos. Logo, você que passa umas 5 por dia no Facebook, será um craque, um gênio da postagem, do comentário e do curtir em apenas 5,47 anos. O problema é saber se a febre dura até lá. Imagina se o Face morre feito um Orkut e obriga a você a se dedicar a outra rede?
Leia mais em Blogs do Além.

Renata Chebel faz fotos lindas de lugares pra onde a gente quer ir e de momentos que a gente adora viver: um dia na praia com os amigos, outro na rede lendo um livrinho e mais um inventando imagens com um pano que lembra um embrulho de presente.
Mais em > http://www.flickr.com/photos/chebel/
















Um viva para as pessoas que são incompetentes nas simples coisas da vida para os infomerciais.


Remember the time you thought about making a time-lapse, but then you realized that meant leaving your DSLR out in the elements? ::scary::
Well, the rain, dew, and snow just rolls off the Digital Time-Lapse Camera’s back ‘cause it’s built to stand the brunt of the weather!
The best part? It shoots a time-lapse at the press of a button. Just set how often you want it to shoot a photo (i.e. 30 seconds, 5 minutes, etc), and when it’s done, it’ll give you a finished video!
The Digital Time-Lapse Camera — Time-Lapses at the Push of a Button
hahaha o bom e velho "prove que você não é um robô" do google fica em francês tão mais filosófico
"as paredes têm ouvidos. seus ouvids têm paredes" morro.
tipo mick jagger
Às vezes ele era muito chato falando dessa coisa de religião. Sentava, vamos dizer, numa mesa de lanchonete depois de um filme qualquer e perguntava em tom falsamente casual se a gente queria ir na igreja no domingo. Eu dizia: “Passo. E passa o sal”; já ela ficava bem mais chateada. Para ela, esse era um convite que não devia nem ser feito.
Ele era católico de verdade, com carteirinha de dizimista disputando lugar com a carteirinha da biblioteca num porta-documentos minúsculo e ensebado. Fazia esse tipo de convite uma vez por semestre, geralmente perto do Natal e perto do São João. Acho que é porque nessas épocas a gente entrava em férias e ela teria vários meses para se deschatear.
Se fosse comigo, eu seria bem mais insistente. Imagine que você pensa que seus amigos vão pro inferno — pro inferno! — só porque não aceitam Jesus no coração. Imagine que você realmente acredita nisso, como ele acreditava, em um inferno concreto e prolongado. E que todos os seus amigos iriam parar lá por uma bobagem ou outra.
Por muito menos eu já insisto. Por muito menos encho o saco das pessoas dizendo como elas precisam assistir Mad Men ou ler Never Let Me Go. Não sei em que ponto todos nós perdemos o direito de sermos insistentes, mas acho que foi em alguma tarde do início dos anos 2000, em algum almoço na Pastel Mel onde dois dos meus amigos brigavam para ver quem iria pro inferno primeiro.
Susan Sontag queria comer pouco. Não por dieta, mas para ser uma pessoa controlada, regrada. Sair da mesa estufada era perder as estribeiras. Uma pessoa que sequer tem noção da quantidade de comida que sua barriga comporta não poderia estudar em Harvard, criar um menino e escrever feito louca aos 24, do modo como ela fazia.
Já Fellini tinha um raciocínio semelhante, mas com uma avaliação oposta à dela. Ele gostava de mulheres voluptuosas (hoje gordas) em seus filmes. Achava que eram mais sensuais e interessantes. Por que? Porque se perdiam o controle à mesa provavelmente perderiam em outros aspectos da vida, if you know what this pervert Italian means.
No começo do ano, entrevistei a historiadora canadense Elizabeth Abbott para uma pauta sobre assexualidade. Ela me disse que a perda de desejo sexual frequentemente tinha relação com outros “distúrbios de controle do corpo” que são comuns em sociedades que tentam regrar as funções do corpo. Que tentam ser civilizadas além da medida.
Anorexia e mania de limpeza, por exemplo, são doenças que podem ser entendidas como distúrbios de controle. Segundo ela, essas coisas eram comuns na Idade Média, por exemplo, e voltaram a ser comuns hoje. Na Idade Média as pessoas não queriam ter um corpo porque ele era mortal e cheio de pecados. Somente uma casca nojenta aprisionando a alma. Hoje não querem porque ele é sujo, gordo, envelhece e é contraproducente. Enquanto você quer trabalhar, produzir, seu corpo de primata só pensa em dormir e vasculhar a geladeira.
O que impera hoje é uma versão banalizada do controle de Susan Sontag. Queremos ser regrados, mas ninguém usa o controle adquirido para escrever como ela. Há uma epidemia de Jay Gatsbys com suas listinhas de afazeres, de objetivos tacanhos. Acordo em pleno sábado de feriado me perguntando qual a programação que não cumprirei hoje.
Com ações de suas empresas em queda abrupta e ajuda cada vez maior do governo federal, o empresário diz que não merece apenas os recursos do BNDES; ele quer também que os brasileiros levantem um monumento em sua homenagem, apesar do estouro da bolha do mundo X; e ele fala sério!

Confesso que a primeira vez que vi Life Underground (2001), do artista Tom Otterness, fiquei meio sem saber do que se tratava. E com o tempo fui descobrindo dezenas de novos bonequinhos espalhados pela plataforma da estação de metrô da rua 14, esquina com a Oitava Avenida.
A cada dia me apego mais a eles! A sensação que dá é de que as esculturas estão meio que invadindo a estação, fazendo travessuras debaixo da terra. Super simpáticas, elas aparecem cortando o pilar que sustenta o teto, se infiltrando por debaixo da catraca (sem pagar, claro), observando um jacaré saindo de dentro da tampa do bueiro, entre outras bizarrices.
Por serem pequeninos e estarem sempre aprontando, os bonecos não se preocupam muito em chamar a atenção de quem passa. Na verdade, dá mais a impressão de que, como as formigas, eles vão continuar ali trabalhando duro independente da vida que está rolando na cidade.
A estação da rua 14 devia servir de exemplo para todas as outras! Imagina que legal seria se cada parada tivesse um projeto de arte para a gente curtir enquanto espera o metrô nosso de cada dia? E mesmo para os turistas… O superprefeito Mike Bloomberg (em seu terceiro mandato!) bem que podia se animar com a ideia. Sou fã:)


(esse pilar está pedindo uma faxina, né?)
(fotos Gisela Gueiros)
No fim de setembro uma grande amiga minha se mudou de São Paulo para Nova York. Via email, ela pediu ajuda: “Gi, passei horas na Ikea, mas não encontrei nada do que eu queria! Preciso saber onde posso comprar coisas para a casa legais que não sejam tão ‘descartáveis’ quanto as de lá nem tão caras quanto as da ABC Home. Alguma ideia?”.
Enviei para ela a seguinte listinha:
Bed, Bath & Beyond – nesse supermercadão de coisas para a casa tem desde tapetinho felpudo para o banheiro e panelas até lençóis, balança para se pesar e travesseiros.
Blu Dot – essa loja foi criada por três amigos que queriam, exatamente, oferecer bom design a preços mais camaradas. (Minha escrivaninha é de lá e eu amo!)
Container Store – para quem vem morar nos mini apartamentos de Manhattan a CS é parada obrigatória. Tudo o que você pode imaginar que tenha a ver com a organização de um lar, vende aqui! Cestos de roupa suja, potinhos, cabides, caixas, closets personalizados da Elfa, prateleiras, etc e tal.
Crate & Barrel – essa marca original de Chicago agrada muito os americanos e não é à toa: eles oferecem tudo o que você precisa para decorar a sua casa, com preços razoáveis e estilo bem basicão (às vezes careta demais pro meu gosto!).
CB2 — essa loja é a filhotinha da Crate & Barrel. Lá você encontra móveis coloridos, louças e copos bonitos, acessórios para a casa, luminárias… Tudo a preços acessíveis.
Fishs Eddy – essa é mais para decorar a mesa do que a casa! Talheres, copos, pratos, cinzeiros e outros cacarecos graciosos super em conta.
Room & Board – essa é uma boa opção para quem gosta do estilo contemporâneo clássico. Ângulos retos, cores neutras e boa qualidade. Tem ótimos armários e camas.
West Elm – a impressão que tenho é a de que tudo na West Elm vai durar. Móveis e objetos básicos, bem acabados e com um toque cool no design. Eles fazem ótimas reproduções de produtos vintage, como o mid-century nightstand, por exemplo.

(West Elm)

(CB2)
Mas a Ikea está sempre lá, né? Para quando a gente precisa de coisas bem baratinhas e fofas :)
(Ikea)
Serviço:
Como a maioria dessas lojas tem mais de uma unidade espalhada pela cidade, é melhor clicar em cima do nome de cada uma para ser redirecionado ao site e ver os endereços todos.
(fotos divulgação)
Quem segue o Taxi Amarelo no Instagram (@taxiamarelony) deve ter visto que hoje cedo fui conferir o ensaio aberto que o coreógrafo francês Jérôme Bel fez no MoMA. Em teoria é dança contemporânea, mas por ser super conceitual acaba sendo difícil dizer qual a diferença entre dança e performance (especialmente dentro do museu, né?). O que importa é que é muito bom:) Filmei um pouquinho com meu iPhone só para dar uma ideia da empolgação! Adorei e fiquei bem animada para acompanhar o resto do programa que vai durar três semanas.
A boa notícia? As performances de Some Sweet Day vão ser transmitidas ao vivo no site do MoMA. Todo mundo pode ver sem ter que estar em NY ou pagar a entrada do museu! Veja aqui os horários do live streaming, lembrando que NY está uma hora atrás de SP. Os coreógrafos que fazem parte da série são os americanos Deborah Hay, Steve Paxton e Dean Moss, o francês Jérôme Bel, o congolês Faustin Linyekula e a inglesa Sarah Michelson.
Trechinho do ensaio de The Show Must Go On:
Serviço:
moma.org

foto de helmut newton no flyer
diane arbus, editorial pra glamour, 1948
clifford coffin, editorial de moda praia pra vogue américa de 1949
Prepare-se. Se já estava difícil escutar o termo curadoria para qualquer um que te indica uma música ou o esmalte do dia, agora você pode, literalmente, se deparar com um curador de arte. No Art.sy você pode selecionar as obras de arte que mais gosta e fazer o seu próprio museu virtual. Ideia simples e genial, o projeto já ganhou apoio de inúmeras galerias e alguns artistas famosos. Eu nem recebi ainda minha inscrição e já me deliciei pesquisando. Dica do Follow The Colours.




O Open Table é um daqueles sites que faz você se perguntar: como era possível viver sem esse serviço antes? Através da página você faz reservas para almoçar ou jantar na maioria dos restaurantes legais de Nova York. Nada daquela espera infernal na porta dos lugares ou na linha do telefone… super prático! E ainda tem o detalhe de o Open Table te avisar qual a opção mais próxima do que você está procurando, caso o horário ou o dia não estejam disponíveis.
Serviço:
www.opentable.com
Flaviazettpra dotora cogumelo!
Há um tempo eu coloquei na cabeça que queria começar a falar aqui no blog sobre os cafés que eu frequento em Curitiba (e os que frequentarei futuramente em outras cidades e, quem sabe, em outros países haha – sou sonhadora mesmo!). Muitas pessoas têm me pedido pra dar mais dicas sobre a cidade então, a partir de agora, vocês terão dicas de onde tomar sucos, cafés e chocolate quente ;)
Na quarta-feira eu e o Gui fomos encontrar com a Nina no New York Cafe (sugestão da Nina) e eu simplesmente me encantei com o lugar – o único problema é que quando saí de lá fiquei com mais saudade ainda dos dias que passei em NY em julho. Como não estava com a câmera na bolsa eu e o Thi fomos lá na sexta para almoçar e fotografar.

(acho que esse letreiro fica tão bonito desfocado)
A decoração do lugar é bem legal. As paredes tem quadros, placas e desenhos de prédios de Manhattan. Tem um lustre enorme, papel de parede, espelho…mas o que mais me chamou atenção é que ele foi projetado para receber todos os tipos de pessoas: as mesas têm a altura certa para pessoas que usam cadeira de rodas, cardápio em braile, banheiro espaçoso etc. Achei isso muito bonito mesmo!
Bom, tirei algumas fotos do ambiente bem desfocadas porque eu amo fotos assim (!), mas não se preocupem que também tirei fotos com foco pra mostrar melhor pra vocês:

(amei essa parede “inacaba” cheia de quadros e placas)










Agora que mostrei a decoração, vou mostrar o que nós pedimos:


Como estava mais friozinho (oba!) resolvi experimentar o chocolate quente com ganache


Pra comer: bagel tradicional com cream cheese

O Thi pediu suco de laranja

E pra comer New York Burger
Se preparem porque agora vocês vão ficar chateados comigo: hora da sobremesa!

Cheesecake de frutas vermelhas (o nome no cardápio é mais bonito, mas eu não lembro agora)

Cheesecake com cobertura de ganache (não é nem um pouco enjoativo!)

Hum…

Gente, deixa eu contar uma coisa: fiquei desejando esse copo na minha coleção! Imagina que lindinho ele na minha mesa ou na minha prateleira do lado do copo da Starbucks *-*
Fiz uma montagem com algumas fotos que tirei com o iphone na quarta-feira:

Como estava calor, eu pedi milkshake de chocolate (aprovadíssimo), bagel com creamcheese e um chá gelado de framboesa!
Agora algumas fotos que tirei no lado de fora:


Ali na frente (perto da janela) eles deixam um potinho duplo de água pra cachorros. Achei uma graça!




(bicicletas das funcionárias)

Quem gostou e ficou com vontade de conhecer, ele fica na Rua XV de Novembro, 2916 – Alto da XV, Curitiba. O telefone é (41) 3077-6922 e quem quiser acompanhar as novidades, é só curtir a fanpage!
Ai quase esqueci de um detalhe muito importante: a “trilha sonora” de lá é excelente!
Estou empolgada pra mostrar mais alguns cafés pra vocês aqui no blog ;) (podem anotar aí que ainda darei dicas de cafés em Paris, na Inglaterra, em NY…)
Ahhh, falando em dicas gastronômicas, um amigo criou uma página no facebook chamada *In Gula Curitiba* é um espaço para as pessoas publicarem fotos de experiências gastronômicas em Curitiba. Lá também tem promoções oferecidas por restaurantes e bares daqui. Quem se interessou é só curtir e publicar por lá :)
Obrigada por tudo, pessoal!
xoxo