Levi Lugato
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Microsoft integra Office 365 ao Skype for Business
EICAR – Teste de Antivírus
EICAR é um Instituto Europeu de Pesquisas de Antivírus que atua em parceria com diversas empresas de Antivírus afim que aprimorar suas varreduras com o foco de eliminar e impedir a atuação de um vírus em um dispositivo, como, roubo ou destruição de dados, espionagem, ou qualquer fim malicioso com a intenção de gerar prejuízos pessoas ou financeiros.
Segue abaixo a equipe do Conselho da EICAR.

Manuel Hüttl, Rainer Fahs, Robert Niedermeyer, Eddy Willems, Marc Schneider, Eric Filiol
Site Oficial: www.eicar.org
Os especialistas da EICAR desenvolveram o código abaixo para que você pode realizar testes de qualquer ferramenta de Antivírus que sigam padrões internacionais de detecção, eles afirmam que o arquivo gerado não gera nenhum tipo de ameaça ao computador pelo fato de ser apenas utilizado para testes.
Siga os passos.
01 Passo
Cole o texto: X5O!P%@AP[4\PZX54(P^)7CC)7}$EICAR-STANDARD-ANTIVIRUS-TEST-FILE!$H+H* dentro do Bloco de notas

02 Passo
Salve o arquivo com o nome e extensão que desejar, no exemplo, virus.exe

03 Passo
virus.exe salvo!, dependendo o antivírus que você utiliza a detecção é automática, porém há casos que você deve executar o arquivo criado.

04 Passo
O Windows Defender já realiza a detecção automaticamente.

05 Passo
Agora basta remover o vírus detectado.

Entenda a rastreabilidade de medicamentos no Brasil em cinco passos
15 projetos open source que mais se destacaram em 2015
Fim de ano chegou e alguns projetos open source se destacaram durante esses últimos tempos, principalmente do ano passado pra cá. Assim, segue lista com 15 projetos open source que mais se destacaram em 2015.
A lista a seguir está disposta em ordem alfabética e não representa ou qualifica o melhor projeto!
1 – Ansible
Ansible é uma plataforma de automação de TI, simples, que faz com que suas aplicações e sistemas fiquem fáceis de implementar. Evite criar scripts personalizados para implantar e atualizar o seu parque tecnológico; usando SSH (por exemplo). O Ansible se posiciona na frente da geração dos sistemas de gerenciamento de configuração (configuration management). Em resumo, o Ansible é independente de linguagem e agente remoto instalado, usa o SSH como camada de comunicação; e é fácil de instalar sendo capaz de se integrar com qualquer linguagem que tenha suporte a JSON.
2 – Apache Mesos
>Apache Mesos é um gerenciador de cluster que oferece isolamento eficiente de recursos e de partilha entre as aplicações ou estruturas distribuídas. Mesos é um software de código aberto originalmente desenvolvido na Universidade da Califórnia em Berkeley. Ele fica entre a camada de aplicativo e do sistema operacional e torna mais fácil de implantar e gerenciar aplicativos em ambientes em cluster em grande escala de forma mais eficiente. Ele pode executar vários aplicativos em um pool compartilhado de forma dinâmica de nós. Alguns cases, incluem Twitter, Airbnb, MediaCrossing e Xogito.
Site Oficial
3 – Apache Spark
O Spark é um framework para processamento de Big Data construído com foco na velocidade, facilidade de uso e análises sofisticadas. Está sendo desenvolvido desde de 2009 pelo AMPLab da Universidade de Califórnia em Berkeley e em 2010 seu código foi aberto como projeto da fundação Apache. O Spark tem muitas vantagens se comparado as outras tecnologias de Big Data e do paradigma MapReduce, como o Hadoop e o Storm.
Nesse ano (2015), foi anunciado um novo recorde mundial em processamento de dados definido pelo Apache Spark; 100 TB de dados em apenas 23 minutos. Assim, esse projeto merece um destaque especial, pois vem de uma ascensão muito grande.
4 – Blender
Blender foi criado em dezembro de 1993 e nasceu, para o mundo como um produto utilizável, em agosto de 1994; como uma aplicação integrada, que permitia a criação de uma ampla gama de conteúdos 2D e 3D. Destinado a profissionais de mídias digitais, o Blender pode ser usado para criar visualizações 3D, imagens foto realísticas, bem como de difusão e vídeos com qualidade de cinema, enquanto incorpora um motor 3D de tempo real (Blender Game Engine) que permite a criação de conteúdo 3D interativo. Originalmente desenvolvido pela empresa ‘Not a Number’ (NaN), o Blender é agora continuado como Software Livre, com o código fonte disponível sob a licença GNU GPL. Seu desenvolvimento continua agora desenvolvido pela Blender Foundation, na Holanda.
Nesse ano (2015), o software Blender vem sendo utilizado no processo de reconstrução facial de animais; como ganso, papagaio e tucano. Além disso, diversos projetos de filmes curta metragem.
Site Oficial
5 – D3
D3.js é uma biblioteca JavaScript para manipulação de documentos com base em dados. D3 (Data-Driven Documents) ajuda tornar os dados legíveis usando HTML, SVG e CSS. Tem foco em padrões web onde utiliza recursos dos navegadores modernos, combinando componentes de visualização poderosas e uma abordagem orientada a dados para manipulação DOM (Document Object Model).
Como vivemos numa época onde existem uma quantidade enorme de informações (dados), é muito importante que existam ferramentas de manipulação de dados que venham facilitar nossa leitura da informação. Por isso, o D3 obteve destaque esse ano (2015).
6 – Docker
Docker é um projeto de código aberto que automatiza a implantação de aplicativos dentro de recipientes de software (containers), fornecendo uma camada adicional de abstração e automação de virtualização de sistema de nível operacional em Linux, Mac OS e Windows. Segundo uma análise da 451 Research, o Docker é uma ferramenta que pode empacotar um aplicativo e suas dependências em um recipiente virtual que pode ser executado em qualquer servidor Linux. Isso permite flexibilidade e portabilidade de onde o aplicativo pode ser executado, independentemente do seu local de instalação; como nuvem pública, nuvem privada, entre outros.
O Docker é uma tecnologia que vem de uma ascendente desde de 2013; e vem crescendo cada vez mais. A combinação da leveza do Docker com o fluxo de trabalho, rápido e a facilidade para usar; fez com o Docker tornar-se uma ferramenta perfeita para adoção da cultura DevOps no ambiente de trabalho.
7 – Git
Git é um sistema de controle de versão de arquivos, com ênfase em velocidade. O Git foi inicialmente projetado e desenvolvido por Linus Torvalds para o desenvolvimento do kernel Linux, mas foi adotado por muitos outros projetos. Cada diretório de trabalho do Git é um repositório com um histórico completo e habilidade total de acompanhamento das revisões. Através deles podemos desenvolver projetos na qual diversas pessoas podem contribuir simultaneamente no mesmo, editando e criando novos arquivos e permitindo que os mesmos possam existir sem o risco de suas alterações serem sobrescritas. O Git é um software livre, distribuído sob os termos da versão 2 da GNU General Public License.
Desde da sua criação, o git rapidamente se tornou a ferramenta mais popular para controlar alterações em arquivos. Git ajuda no desenvolvimento colaborativo e melhora o fluxo de trabalho de um projeto.
Site Oficial
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8 – Kubernetes
Kurbenetes é um sistema de gerenciamento de contêineres virtuais, desenvolvido pela Google. Conforme notícia, a Google “disseminou sua mágica para operação de aplicações de larga escala na web aos administradores de TI corporativos”. Esse ano (2015) foi lançada uma nova versão do Kubernetes para o mercado em geral.
O Kurbenetes entra numa tendência emergente na abordagem de design dos sistemas, o “micro-services” que divide as aplicações em componentes distintos, unindo-os em contêineres virtuais capazes de serem movidos ou duplicados como forma de lidar com pesadas cargas de trabalho.
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9 – Mattermost
Mattermost é uma ferramenta moderna para conversas instantâneas (IM) entre equipes de trabalho. Dispõe de chats privados e públicos. Atualmente em sua versão beta. Tem uma interface muito semelhante ao Slack (proprietário) e uma alternativa interessante a esse chat corporativo que investiu bastante esse ano. Se você já está usando Slack, há uma função fácil de importação que lhe permite migrar seus canais atuais e arquivos. Mattermost também integra em sua organização de sistemas de autenticação LDAP ou Active Directory existente.
10 – OpenDayLight
O Projeto OpenDaylight, fundado em 2013, é open source e apoiado como projeto Colaborativo da Linux Foundation. O objetivo do projeto é acelerar a adoção de redes definidas por software (SDN) e criar uma base sólida para a Virtualização das Funções da Rede (NFV). O software é escrito em Java.
11 – Piwik
O Piwik é uma solução open source para criar relatórios detalhados do acesso aos nossos sistemas. O Piwik consegue produzir relatórios com base ao número de acessos únicos de utilizadores, Keywords, browsers, entre outros. A plataforma foi desenvolvida em PHP e utiliza o MySQL como SGBD. Desta forma, basta ter, por exemplo, um servidor web com suporte para essas tecnologias e em alguns minutos o PiWiki estará funcinando. Para cada site é gerado um código para tracking em javascript, que deverá ser colocado no código do seu site.
Site Oficial
3 alternativas open source para o Google Analytics
12 – R
Na era do big data, agora pode ser um bom momento de aprender a linguagem R. Ela se tornou a linguagem de programação mais usada por analistas de dados e outros que se interessam por estatística ou gráficos. No início deste ano (2015), a R Consortium tornou-se um projeto colaborativo apoiado pela Linux Foundation.
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13 – SugarCRM
SugarCRM é uma ótima solução para as organizações que desejam obter o controle sobre seus contatos. É um produto CRM (Customer relationship management) corporativo com módulos para gerenciamento de empresas e divisões, contatos, oportunidades e outros. Sendo um produto open source, é distribuído gratuitamente na versão Sugar Community Edition.
14 – Taiga
Atualmente, com métodos como o Agile se tornando cada vez mais populares, tornou-se essencial possuir uma ferramenta de gerenciamento de projetos. Assim, ainda em estágio beta de desenvolvimento, foi disponibilizado o Taiga. Uma ferramenta de código aberto focada em gerenciamento de projetos usando a metodologia Agile como base para a maior parte de suas ideias. Ele tem alguns recursos bem interessantes para o gerenciamento de projetos, bem como: backlog, separação de tarefas por sprints, Gráfico de burndown, entre outros.
15 – Vagrant
Vagrant é uma ferramenta de linha de comando para deploy e configuração de máquinas virtuais. Com ele, ambientes ficam portáteis. Os dados que definem o ambiente são armazenados em arquivos de texto, tornando fácil de controlar e gerenciar as máquinas virtuais. Para um desenvolvedor, o Vagrant permite configurar ambientes de desenvolvimento em máquina local que são quase idêntico ao ambiente de produção, independentemente do sistema operacional hospedeiro.
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16 fotografias que mostram como o mundo é um lugar incrível
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O mundo é um lugar incrível. E as fotografias nos ajudam a registrar um pouquinho do que ele nos reserva. Seja com localidades sensacionais, objetos curiosos ou criaturas interessantes.
Esta é uma coleção com imagens que valem a pena ver ao menos uma vez na vida.
Fotografias que retratam a diversidade do mundo e nos faz pensar como nós somos um componente mínimo neste emaranhado.
Fotografias incríveis
Uma tartagura em cima de uma medusa
Foto: Mainfun
Hyperion, a árvore mais alta do mundo. Mede 115,6 metros de altura e tem cerca de 800 anos de idade
Foto: National Geographic
Mateorito Fukang, un precioso presente do Universo. Tem 4,5 bilhões de anos
Foto: Blazepress
Um eclipse é visto assim do espaço
Foto: Universe-Beauty
Pássaros iluminados pelo fogo abaixo e voando entre a névoa
Foto: Norma4
Templo em Kyoto, Japão, depois de uma tempestade de neve
Foto: Imgur
Sombras criadas pelas nuvens
Foto: Mmbiz
Kayak no meio da lava, no Havaí
Foto: Imgwykop
Nebulosa de Orión na mais alta qualidade possível
Foto: Webodysseum
Opala com o reflexo do amanhecer em seu interior
Foto: Twimg
Poço de Thor em Oregon, Estados Unidos
Foto: Google User Content
Captura do Sol em ultravioleta
Foto: Doba
A fúria de uma tormenta
Foto: Google User Content
A íris do olho humano
Foto: Suren Manvelyan
Lago congelado que cria incríveis figuras geométricas
Foto: Imgur
Traços de um monge que rezou no mesmo lugar por 20 anos
Foto: Imgur
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WhatsApp pode ganhar função de videochamadas em breve

Pelo WhatsApp, você pode enviar clipes de áudio, mensagens de texto e fotos. Em breve, o mensageiro pertencente ao Facebook vai realizar videochamadas, misturando voz e imagem em conversas realizadas por meio do aplicativo. A informação vem de uma publicação alemã, que garante ainda o iOS como a plataforma de estreia da nova função — depois, ela chegará também ao Android.
De acordo com o site Macerkopf.de, a videochamada do WhatsApp deve chegar junto da versão 2.12.16.2 para iOs — atualmente, a versão do aplicativo disponível na App Store é a 2.12.12. Isso sugere que as conversas misturando voz e vídeo na plataforma de comunicação podem se tornar disponível já na próxima atualização, ao menos no sistema mobile da Apple.
Suposta tela de videochamada do WhatsApp. (Foto: Reprodução/Macerkopf.de)
Além da videochamada, outra novidade a chegar em breve no WhatsApp é a conversa em abas. Com ela, será possível transitar de forma mais suave e prática entre a chats com diferentes pessoas e grupos, sem ter que retornar à tela inicial do aplicativo para abrir algum bate-papo.
Por fim, o WhatsApp deve receber alguns retoques visuais em sua nova versão. Segundo a publicação alemã, o aplicativo de mensagens deve ter sua interface reformada a fim de dar ainda mais destaque para a cor verde.
Fonte: Macerkopf.de
Claro inicia testes com frequência de 700 MHz no Brasil

Finalmente os resultados do leilão da frequência de 700 MHz de serviço móvel 4G realizado pela Anatel em 2014 começam a aparecer. Nesta terça-feira (15), a Claro anunciou que deu o pontapé inicial nos testes com a nova frequência na cidade goiana de Rio Verde.
A notícia marca a primeira vez que uma operadora utiliza a faixa de 700 MHz em um ambiente de testes externo. Dessa forma, será possível acessar simultaneamente os recursos das três frequências, com uma experiência de navegação diferenciada e mais próxima do conceito 5G.
“O uso da frequência de 700 MHz é um passo muito importante para o aprimoramento do 4G e para a evolução ao 5G. Apesar da banda ainda não estar liberada para uso comercial, os testes permitirão à Claro aperfeiçoar os serviços já oferecidos e continuar liderando a inovação em serviços móveis no país”, afirma Carlos Zenteno, CEO da Claro, unidade Mercado Pessoal.
Quando a frequência puder ser utilizada comercialmente, os clientes navegarão com mais velocidade e qualidade em sites e aplicativos que exigem uso intensivo de dados, como jogos online, vídeos sob demanda em alta resolução (a exemplo do Claro Vídeo e NET NOW) e videoconferências. No entanto, para que a faixa de 700 MHz seja usada comercialmente pelas operadoras é preciso que ela deixe de ser usada pelas emissoras de TV.
A novidade vai permitir que a operadora alcance uma velocidade média 45% maior que a do 4G tradicional e velocidades instantâneas máximas próximas a 300 Mbps, além de aumentar a capacidade do número de usuários navegando com alta qualidade. A Claro diz ainda que haverá melhora no sinal em ambientes fechados e ampliação de cobertura 4G e 4,5G, já que as bandas de 1800 MHz e 700 MHz são menos propensas a obstruções.
Para tentar se destacar na próxima geração de internet móvel, a Claro adquiriu o lote mais disputado do leilão de 700 MHz por R$ 2,9 bilhões. A licença adquirida – Lote 1 – que é de caráter nacional, contempla autorização de uso de radiofrequência de 10 + 10 MHz.
Em novembro, a empresa de telefonia iniciou os testes de internet 4,5G no Brasil. Anápolis (GO) foi a cidade escolhida, por sua representatividade na região Centro-Oeste e pela alta demanda pelo uso de dados móveis. Lá, a Claro utilizou, em todas as torres, o espectro na frequência 2.600 MHz e, em algumas áreas especificas, 1800 MHz + 2600 MHz.
Novo algoritmo da Netflix consome menos dados sem afetar qualidade do streaming

Talvez você nem perceba, mas na hora de assistir a um vídeo no YouTube ou na Netflix, a plataforma executa o conteúdo com base na sua velocidade de internet - quanto maior ela for, maior será a qualidade da transmissão. Neste quesito, a companhia norte-americana responsável por House of Cards e Jessica Jones tem se esforçado, desde 2011, para aprimorar a forma como transmite seus programas aos usuários. E os trabalhos de melhoria vão continuar no ano que vem, com uma novidade que promete agradar principalmente quem utiliza conexões mais lentas.
Em entrevista à revista Variety, Anne Aaron, chefe de desenvolvimento e algoritmos de vídeo na Netflix, confirmou que a companhia em breve terá um novo algoritmo mais inteligente e mais rápido. Na prática, o objetivo é oferecer streaming de vídeos que consome 20% menos dados e sem reduzir a qualidade daquilo que o usuário está assistindo.
Atualmente, o catálogo da entidade ocupa mais de 3 petabytes de armazenamento na nuvem, uma vez que é preciso guardar cada título em diferentes resoluções (tanto de imagem quanto de áudio) e tamanhos oferecidas pela plataforma. Isso sem contar que cada um desses filmes roda de uma maneira diferente em cada dispositivo, seja ele um tablet, uma TV ou smartphone.
Com o novo algoritmo, ao invés de adequar a transmissão com base única e exclusivamente na velocidade de conexão do usuário, a Netflix passará a levar em conta também o filme, série ou programa de TV visualizado naquele momento. Para a plataforma, nem todos os títulos precisam ter exatamente a mesma taxa de bits, que varia de acordo com tipo de conteúdo. "Você não deve atribuir a mesma quantidade de bits para My Little Pony e para Os Vingadores", destacou Aaron.
O exemplo citado pela executiva faz todo o sentido para justificar a criação do novo algoritmo. Enquanto o filme de super-heróis da Marvel exige a máxima qualidade de áudio e imagem para reproduzir todos os efeitos visuais e sonoros, o desenho My Little Pony precisa de uma taxa de bits muito inferior - mais precisamente de apenas 1.500 kbps para rodar em Full HD. Lembrando que, quanto maior for a quantidade de bits (ou bitrate), maior é a quantidade de informação armazenada pelo vídeo em um segundo.
Ainda segundo a Netflix, a empresa está fazendo testes com a audiência para saber se os usuários são capazes de notar a diferença desse novo algoritmo. Como informa a Variety, que participou de uma apresentação na sede da companhia, dois episódios de Orange is the New Black foram exibidos em alta resolução em duas TVs lado a lado: uma delas rodava a 5.800 kbps, enquanto a outra transmitia a mesma imagem a 4.640 kbps. Segundo a revista, a qualidade de imagem era praticamente a mesma, o que significa que, pelo menos no aspecto técnico, houve uma economia de 20% no consumo de dados.
A Netflix afirma que o algoritmo estará disponível em todos os países em que a empresa atua até o final de 2016 e que todo o catálogo deve ser adequado à novidade até o primeiro trimestre do próximo ano.
Fonte: Variety
Quando a zueira não encontra limites
Levi Lugatokkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Ta sobrecarregando o site galera, manéra na zueira
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Casos de familia Facebook edition

Sua provável reação quando começa a prestar atenção no que elas estão tentando falar:

ALGUÉM CHAMA O RATINHO AÍ PFV
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Ano novo na igreja sem bebidas

Começou tentando evangelizar, acabou alisando a jeba…
Essa história tá tão estranha que eu vou é me retirar em silêncio, fui!
Dica dos leitores Priscila C. e Willian-Evaldo.
7 Softwares poderosíssimos que são open source
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Microsoft lança certificação em Linux para o Azure
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Transição de IPV4 para IPV6 foi discutida ontem no Conselho de Comunicação Social
99% dos computadores mais poderosos do mundo rodam Linux
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Fazendo algo pelo povo brasileiro


Pq sempre quando alguém faz algo de produtivo a gente fala que ele deveria ter feito mais sendo que pelo menos ele tá fazendo algo enquanto a gente não faz nada a não ser criticar quem faz algo pequeno mas na nossa cabeça deveria ser grande pq eles tem responsabilidade e a gente não, né? #reflitão
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Da série: o melhor do Brasil é o brasileiro

Claudião manja mais das montagens do que muita gente.
RÁ… ENTENDERAM? MONTAGEM…
DE MÓVEIS… E DA IMAGEM…
AAAAAAAAAAAAAAAAAA ME MATEM
Do leitor Levi Campos.
MagicStick - O mais poderoso computador em forma de pen drive que roda Ubuntu, Windows e Android
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Conheça o fone de ouvido mais caro do mundo
Futurecom 2015: qual o futuro e desafios dos carros conectados?

Quando o assunto é aplicações práticas para a Internet das Coisas e o futuro conectado, talvez poucos setores estejam tão avançados quanto o dos carros conectados, que reúne atualmente esforços convergentes das indústrias automobilística, de tecnologia e de telecomunicações. Carros conectados já são uma realidade e a cada ano que passa novos produtos e serviços para automóveis são introduzidos não só em salões de automóveis, mas cada vez mais em eventos de tecnologia e telecom.
O tema já tem se tornado tão relevante nesse mercado que foi discutido pela primeira vez em um painel na manhã desta quinta-feira (29) durante a Futurecom, o maior evento de telecomunicações da América Latina.
"Não dá para pensar nesse futuro sem que essas indústrias estejam juntas", avaliou Diretor da consultoria KPMG para o setor telecom e automotivo. "Elas vão caminhar em uma realidade na qual a Internet das Coisas será uma grande plataforma que vai viabilizar o que nós chamamos da Internet do Comportamento, que é todas as tecnologias interagindo com nosso dia-a-dia".
Nesse momento de convergência entre indústrias, o carro conectado se tornou uma forma de transformar as montadoras em um setor mais pró-ativo na relação com o consumidor, oferecendo informações e serviços extras através da chamada telemetria. Através dos sistemas embarcados em veículos e conectados, hoje os automóveis são capazes de fornecer dados em tempo real para motoristas, com diagnósticos remotos do status do veículo como monitoramento de rota e qualidade do óleo.
Esses serviços já estão disponíveis nos veículos da General Motors (GM) que lançou em outrubro uma nova versão da sua tecnologia de conectividade, OnStar. A ideia do sistema é ir além da simples conexão do carro com o smartphone do motorista, mas sim utilizar o dispositivo móvel como uma "central de controle" de informações sobre o veículo.
"A necessidade de evoluir a conectividade no carro transformou com a gente vê nosso futuro como empresa de automobilismo. Somos provedores de um serviço de transporte", comentou durante o painel o Diretor de Marketing da GM para a América Latina, Samuel Russell. "O tempo no carro tem que ser produtivo".
A Peugeot também disponibiliza hoje um sistema próprio de conectividade através de celular, apelidado de Link My Peugeot, que disponibiliza dados sobre o carro como a quantidade de gasolina no tanque. A integração vai além do veículo: se você estiver dirigindo até algum lugar e tiver que fazer o final do caminho a pé, é possível transmitir o trecho a pé do GPS do carro direto para o smartphone. "As montadoras vão ter que reinventar", afirmou Fabrício Biondo, Diretor de Marketing das PSA Peugeot-Citröen para a América Latina.
Para Alexandre Abreu, responsável pela Engenharia Eletroeletrônica da FCA, além de ajudar o motorista, essas conexões proporcionam informações que podem se tornar vantagens para o próprio condutor. Citando o exemplo do novo Fiat Uno, que tem 17 centrais conectadas, Abreu conta que hoje já é possível conferir remotamente como o motorista está dirigindo e a a qualidade de emissões de gás de seu carro. "Junto ao governo, ele pode ter um IPVA mais barato, por exemplo".
Esses são só alguns exemplos de produtos e serviços que existem no setor, mas já mostram as possibilidades de novas integrações, serviços e funções, como a chamada navegação preditiva, que irá conjugar informações sobre o tráfego com sistemas de todos os veículos ao redor - freando seu carro quando um acidente acontecer na sua frente ou até detectando um carro vindo na contramão antes mesmo de virar uma esquina. Isso, é claro, sem falar dos tão esperados carro autônomos, que já dão suas primeiras voltas ao redor de São Francisco no projeto encabeçado pelo Google.
"A conexão do carro para poder operar, diagnosticar, localizar a distância e monitorar isso em uma rede é a pedra fundamental de inúmeros serviços que podem vir depois", avaliou Russell.
Os desafios do setor
Apesar do otimismo em relação às possibilidades dos carros conectados, ainda existem uma série de desafios que precisam ser enfrentados não só pelas montadoras, mas também parceiros do setor. Talvez o principal deles é a conectividade: sem redes móveis, não há carros conectados. O problema é ainda mais crítico no Brasil, que pela própria extensão territorial ainda possui diversas sombras de conexão que impediriam o funcionamento de sistemas conectados.
"Sem dúvida, a infraestrutura para esse mundo novo é um grande desafio, o que a gente pergunta é qual o tamanho desse desafio", questionou Pablo Larrieux, responsável pelo setor de inovação e B2B Telefónica Vivo no Brasil.
No entanto, Larrieux acredita que o mercado de telecomunicações tem historicamente se preparado para novas evoluções e demandas tecnológicas e conseguirá se adaptar bem ao futuro dos carros conectados. Mais do que isso: para o executivo, as inovações da indústria automotiva provocarão a inovação das próprias telcos, que avançarão seus sistemas e habilitarão ainda mais inovação, em um "ciclo de crescimento" benéfico para todas as indústrias.
Já para Alexandre Brunaldi, Diretor Comercial da Qualcomm Brasil, a tecnologia que realmente trará confiança para os carros autônomos é o 5G, a nova geração de redes móveis que deverá trazer uma nova arquitetura para dispositivos e sensores machine-to-machine (M2M).
Além da conectividade, a segurança é outra questão ainda incerta no setor e levanta ao menos dois problemas: fora a segurança dos sistemas do próprio carro, como garantir a segurança das informações que os carros conectados produzirão?
"A partir do momento que o celular é porta de entrada para o carro e vice e versa, precisa de segurança", avaliou o engenheiro da FCA. "Esse é um assunto para o qual precisamos ter especialistas dentro de montadoras que conheçam de software, de apps e de segurança".
Esse mindset de colaboração motivará as mudanças dentro das próprias montadoras, que precisarão de processos para lidar com as informações dos usuários de seus carros, além de contar com criptografia e firewalls de segurança que protejam tanto os equipamentos físicos quanto dados do veículo.
Para promover a segurança entre veículos, também será importante que sejam criados padrões abertos para a indústria, para que diferentes veículos de diferentes montadoras possam se conversar e garantir a fluidez do tráfego. "Dentro do ecossistema todos têm que participar, não dá para ter um rebelde", explicou o Diretor da GM, Russell "Se isso vai ser legislado ou se a indústria vai tomar decisão, não sabemos".
Apesar de necessária, essa integração pode se provar mais difícil que o esperado, dentro de um setor que historicamente não costuma colaborar muito. Abreu cita o caso do consórcio de montadoras realizado entre 2007 e 2008 para criar o padrão aberto de software Autosar, que passou por uma série de dificuldades para ser implementado. "Comunicação veículo a veículo não será a curto nem a médio prazo", alertou.
Altwork Station: A estação de trabalho que você não sabia que quer
A Altwork Station é uma estação de trabalho desenvolvida ao longo de 5 anos e que passou por vários protótipos antes de chegar à versão que você confere no vídeo acima. Ela foi pensada para atender a quem passa longas horas em frente ao computador trabalhando, mas prefere evitar ficar sentado na mesma posição por tempo demais.
Microsoft pode estar trabalhando em um fork próprio do Android
Mesmo com a proximidade do lançamento do Windows 10 Mobile, a Microsoft já pode estar desenvolvendo um “Plano B” para sua estratégia mobile. Segundo previsões feitas pelo site Business Insider, a Gigante dos Softwares pode estar prestes a revelar um fork próprio do Android como uma maneira de chamar mais atenção dos consumidores.
Um fork se trata de uma versão do sistema da Google que abandou a integração com os serviços e recursos da empresa. O exemplo mais conhecido disso é o Cyanogen, que conta com recursos parecidos ao oferecidos na versão-padrão, mas não oferece os recursos disponíveis no pacote Google Apps.
Bilionário russo está construindo maior iate do mundo [vídeo]
Batizada de “Sailing Yatch A” – Iate à Vela A, em inglês –, a extravagante embarcação que você confere no vídeo acima é nada menos do que o maior iate do mundo. O nome, escolhido para que o barco aparece em primeiro lugar em qualquer lista, foi escolhido por seu proprietário, o bilionário russo Andrey Igorevich Melnichenko.
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Como fazer um homem ser produtivo


Pode aumentar o tamanho da letra, fessora?
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Wireless conectando automaticamente

Sim, ele já identifica a senha, coloca pra vc e tal risos
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Microsoft anuncia o Azure Cloud Switch, sua solução Linux para redes de data center
Reconhecendo a dominação do Linux em ambientes de trabalho em rede como data centers e switches, a Microsoft resolveu programar em cima do código aberto para oferecer sua própria solução multi-plataforma para esses sistemas que se comunica com Windows, o Azure Cloud Switch...
15 fotos para você viajar virtualmente para a Nova Zelândia
Dividida em duas grandes ilhas principais, a Nova Zelândia apresenta paisagens impressionantes. Na Ilha Norte, concentra-se praias perfeitas, e a temperatura é relativamente agradável nessa região. No interior da ilha há vulcões ativos, lagos multicoloridos e formações geológicas surpreendentes.
Já na Ilha Sul, os dias são mais gélidos e as atrações são os picos nevado, a bela vista da costa ocupada por focas e baleias também encanta os visitantes da ilha.
Para quem ainda não conhece a Nova Zelândia, o Submarino Viagens separou uma coleção de imagens para você viajar virtualmente pelo país. Mas se você quiser viver pessoalmente as inesquecíveis experiências proporcionadas por esse destino, o site oferece passagens aéreas com preços atrativos.
Lago esmeralda de Tongariro
Cathedral Cove em Coromandel
O condado dos Hobbits
Um dos céus mais estrelados do mundo
Os fiordes de Milford Sound
Lago Pukaki em Canterbury
As geleiras de West Coast
A cultura Maori
Trilha de bicicleta em Taupo
A Piscina Champagne em Rotorua
Vagalumes da caverna de Waitomo
Águas cristalinas de Abel Tasman
Estação de esqui Cecil Peak
Bungy jump em Queenstown
Lago Matheson, West Coast





















































