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08 Oct 18:45

Livro Construindo APIs Rest com Node.js

Livro Construindo APIs Rest com Node.js

Publicação: | Tags: Node.js

Livro: Construindo APIs Rest com Node.js

Fala pessoal! Meu terceiro livro acabou de ser publicado mais uma vez pela editora Casa do Código. Dessa vez o assunto é sobre como construir APIs Rest usando Node.js e seus principais frameworks. O livro esta com conteúdo avançado e ficou sensacional.

Sinopse: Hoje em dia, é muito comum criar aplicações client-side para web e mobile que consomem dados de uma API (Application Programming Interface), que são sistemas back-end focados apenas no processamento e envio de dados, de forma centralizada. Isso permite que sejam desenvolvidas múltiplas aplicações clientes com interfaces específicas para usuários mobile, desktop ou web. Desde 2010, o Node.js provou ser uma excelente plataforma escalável na solução de diversos problemas, principalmente para construção de APIs RESTful. Neste livro, Caio Ribeiro Pereira mostra na prática os motivos por que optar pelo Node.js, que é uma plataforma altamente escalável e de baixo nível. Nele, você vai aprender boas práticas sobre como construir uma API utilizando código ECMAScript 2015 (aka ES6) e frameworks populares como Express, Passport, Apidoc, Mocha e muito mais. O projeto será integrado com banco de dados relacional através do Sequelize.js e, para finalizar, será construída uma aplicação cliente web em formato SPA (Single Page Application) utilizando apenas o melhor do mais puro Vanilla JavaScript.

Os códigos-fontes dos projetos usados no livro estão publicados neste link:

Se precisar de alguma ajuda, ou reportar algum feedback você pode participar do grupo desse livro através desse link: Google Groups APIs Node.js

Se curtiu o livro você pode comprá-lo através desse link: Construindo APIs Rest com Node.js, lembrando que o livro é recomendado para desenvolvedores já familiarizados com Node.js, caso você queira aprender do início, recomendo que leia o meu primeiro livro: Aplicações web real-time com Node.js. Até a próxima!

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02 Aug 17:17

Por que eu devo aprender Python?

by Vinícius Vieira

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Dizem que se você quer trabalhar no Google o caminho mais fácil é aprender Python. Será que este é o único motivo?

De fato, a linguagem Python é usada intensivamente pelo Google – apesar de não ser a única – e é também usada por outras grandes empresas de internet como por exemplo o DropBox e Disqus. Mas ao mesmo tempo que é usado em ambientes de missão crítica que suporta milhões de usuários diariamente , ela também é indicada como a linguagem mais apropriada e fácil para quem vai aprender programação.

São por estes 2 motivos – aparentemente tão antagônicos – é que torna o Python é uma linguagem tão poderosa.

Veja abaixo alguns motivos para você aprender Python.

  • Fácil de Aprender

Mas não se iluda, pois esta simplicidade não significa ser inferior as demais linguagens. Aprender a programar em Python é algo mais simples principalmente quando se quer iniciar na programação orientada a objeto. Python também requer menos código para concluir tarefas básicas, tornando-se uma linguagem econômica para aprender. Código Python é muitas vezes de 3 a 5 vezes mais curto do que Java, e de 5 a 10 vezes menor do que C ++. Quanto menos código se escreve menor a probabilidade de erros para quem está iniciando.

Por este motivo, Python pode ser seu trampolim para o universo de programação. As empresas estão procurando programadores flexíveis e Python vai ajudá-lo a chegar lá. Python é uma linguagem orientada a objetos, como Javascript, C ++, C #, Perl, PHP, Ruby e outras linguagens de programação chave. Para as pessoas que pretendem se tornar desenvolvedores de software, aprendendo os conceitos de programação que existem na linguagem Python elas poderão facilmente adaptar-se em outros ambientes.

  • Python é DEVOPS

Se você é um profissional de infraestrutura de T.I. e quer se aventurar na área de programação; Python é a linguagem mais natural pois ela é a que mais se aproxima do mundo DevOps (Desenvolvimento e Infraestrutura). Aprender um linguagem para resolver problemas de infraestrutura e começar a enxergar a sua infraestrutura como código pode ser o caminho mais fácil para um SysAdmin se tornar um programador. Enquanto para o Mundo de Infraestrutura, é possível fazer scripts que ajudam qualquer SysAdmin você pode posteriormente ir para o mundo DEV e construir aplicações Web ou corporativas com Python. Resumindo: Python é uma linguagem que navega muito bem no DevOps.

  • Menor distância para o emprego de desenvolvedor.

Por mais que muitos programadores sintam um prazer enorme – como se estivessem criando uma obra de arte enquanto codificam – não podemos descartar o aspecto financeiro da escolha de uma linguagem de programação. Não possuímos números do Brasil sobre popularidade de linguagens ou oportunidades de empregos mas o mercado americano e mundial podem nos dar uma boa ideia sobre quais as linguagens que devem gerar mais oportunidade de empregos. O Python está entre elas.

O IEEE é a maior associação mundial de profissionais dedicados à engenharia, as ciências aplicadas e ao avanço tecnológicos e por isso é muito preocupado em medir tendências tecnológicas. O IEEE Spectrum ( http://spectrum.ieee.org/ ) é responsável pela revista e o website do IEEE e anualmente publica o ranking que classifica a popularidade de dezenas de linguagens de programação. O rankings são criados através da ponderação e combinando 12 métricas de 10 fontes diferentes e esta abrangência dá credibilidade ao ranking. Veja a popularidade das linguagens em 2014.

O RedMonk ( www.redmonk.com) é uma empresa de análise de mercado focada em desenvolvimento de software e em seu ranking de Janeiro de 2015 sobre a popularidade das linguagens de programação nos fornece um ranking muito similar ao ranking do IEEE e coloca o Python entre as mais populares no GITHUB e no Stack OverFlow.

:

Reflita sobre estes 3 fatores acima quando for escolher qual linguagem de programação aprender.

Conheça os cursos que a 4Linux oferece de Python.

Curso Python Fundamentals      Python Programming for SysAdmins       Palestra Python Brasil

26 May 14:26

Intel Core vPro 6a geração inclui Autenticação por Hardware

by Pablo Roots

Suporte Ninja

A mais nova geração de processadores Intel Core vPro (6a geração) inclui agora em seuhardware uma série de mecanismos que possibilitam Autenticação de Usuário e Estação.   Chamado de “Intel Authenticate”, esta metodologia vem combater o furto e violações de dados decorrentes de furtos de credenciais de usuários, num mecanismo que, promete a empresa, solucionará a vulnerabilidade hoje existente em relação à...

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14 May 13:22

Não atualize mais seus softwares

by Gomex

Levando em consideração que estamos caminhando para um modelo totalmente automatizado, com propostas de containers e servidores Phoenix, se preocupar com a atualização recorrente de softwares tem se tornado cada vez mais irrelevante. Duvida? Vamos lá!

Assim como a ave mitológica, o servidor também pode renascer das cinzas

Imaginemos que você dispõe de um serviço fácil para disponibilizar uma nova máquina, que pode ser um serviço “Cloud” ou não. Nesse caso basta que uma chamada simples seja o suficiente para criar uma máquina a partir de uma imagem padrão, que conterá todo requisito mínimo que seu ambiente precisa, ou seja, com um simples comando você terá a disposição um servidor instalado com a versão mais atual do seu sistema operacional homologado, com a versão homologada mais atual dos softwares básicos do seu ambiente (Ex. Agente de backup, monitoramento, inventário e afins).

Com o servidor disponibilizado, continuemos a imaginar que todos os seu serviços são instalados e configurados automaticamente, usando algum ferramenta de gerência de configuração (Ex. Ansible, Chef, puppet). Com apenas um comando é possível configurar tudo que precisa, seja instalar os pacotes necessário, como configurar os serviços, habilitar regrais locais de firewall e afins.

automation

Com automatização e processo bem definido é bem difícil de algo não funcionar bem

Por fim imagine que caso haja necessidade de armazenar dados, eles foram guardados fora dessa máquina, ou seja, esse servidor é “uma casca” que apenas aponta para onde os dados de fato estão e caso esse ativo seja substituído por um outro parecido o serviço que ele hospeda identificará os dados automaticamente e os usuários não sentirão nenhuma diferença. Isso é possível utilizando Storage com volumes NFS, por exemplo.

Se tudo é feito automaticamente, em alguns poucos minutos, qual a real necessidade de gerenciar os impactos da atualização de pacotes nos servidores, com todo aquele processo de gerência de mudança, com reuniões semanais, longos procedimentos escritos em .doc que nunca serão lidos novamente? Se tudo pode ser feito em paralelo, testado automaticamente e colocado em produção sem que você note a diferença? No máximo receberia um email avisando o que aconteceu.

Quem sabe até não poderíamos refazer todos os dias nossos servidores e assim teríamos os serviços mais atualizados possíveis, pois os testes automatizados se encarregariam em analisar se a nova versão traria algum impacto ao seu atual ambiente. Sei que pode parecer exagero, mas é uma proposta para uma conversa franca sobre uma possível evolução do nosso ambiente.

Se você, assim como eu, acha que o processo convencional de atualização de software pode facilmente se transformar em um desperdício de tempo, pense sobre o uso das ferramentas de automação apresentadas e teste minha teoria. Quem sabe logo não posto novidades sobre como fazer isso na prática.

Obrigado,

01 May 15:17

Docker e .Net

by Cristiano Diedrich

Oi pessoal!

Rodar .Net em container? SIM!! é possível, e vamos mostrar hoje como você pode fazer esse ambiente funcionar e testar sua aplicação. Bem, antes de tudo você precisa entender todo o movimento que a Microsoft vem fazendo para que sua linguagem de programação torne-se cada vez mais utilizada pelos desenvolvedores, para isso eles repensaram tudo que já fizeram, e lançaram uma versão do .Net com features muito parecidas como as encontradas em node e ruby on rails, e a batizaram de ASP.NET Core. Conceitualmente o ASP.NET Core é uma plataforma open source de desenvolvimento leve e eficiente para aplicação escritas em .net, veja abaixo uma lista dos principais pontos do asp.net Core:

  • Suporte integrado para criação e utilização de pacotes NuGet;
  • Pipeline de request mais leve e modular;
  • Ambiente configurado para cloud;
  • Suporte a injeção de dependência;
  • Novas ferramentas que facilitam o desenvolvimento web;
  • Capacidade de hospedar o processo no IIS ou em um Self-Host;
  • Suporte para desenvolvimento de aplicação asp.net em Windows, Linux e Mac;
  • Open Source e com comunidade ativa;
  • Todos os pacotes do .Net no NuGet;
  • .Net Core construido com suporte a versionamento side-by-side;
  • Uma unica Stack para Web UI e Web APIs;

Por que a Microsoft vem tomando esse rumo? Simples, para atrair mais pessoas para o seu produto, tendo em vista que as principais linguagens, ou as que mais crescem tem nativas todas essas features, a melhor alternativa para a Microsoft foi mudar a abordagem e atrair pessoas para melhorar seu produto/serviço e claro, isso consolida ainda mais o Windows Azure, fazendo com o desenvolvimento e deploy de Apps em .net torne-se menos doloroso.

Vamos ver isso rodando em um container?

Simples, tendo o Docker instalado (em qualquer host, seja ele Windows, Linux ou Mac), execute:

docker run -it microsoft/dotnet:latest

Dentro do container, você deve criar sua aplicação, de forma parecida com o que ocorre com o ruby on rails, para isso o .net core disponibiliza um utilitário chamado: dotnet, veja:

mkdir app
cd app
dotnet new

O comando dotnet new criará toda a estrutura necessária para rodar uma aplicação hello world básica, ele criará um arquivo chamado project.json com o seguinte código:

{
 "version": "1.0.0-*",
 "compilationOptions": {
 "emitEntryPoint": true
 },
 "dependencies": {
 "Microsoft.NETCore.Runtime": "1.0.1-beta-*",
 "System.IO": "4.0.11-beta-*",
 "System.Console": "4.0.0-beta-*",
 "System.Runtime": "4.0.21-beta-*"
 },
 "frameworks": {
 "dnxcore50": { }
 }
}

Esse arquivo project.json contém as informações de dependência que sua aplicação precisará para rodar, é fundamental que você informe nesse aquivo todos os pacotes que necessita. Nessa mesma estrutura será criado um arquivo chamado Program.cs com este código:

using System;
namespace ConsoleApplication
{
 public class Program
 {
 public static void Main(string[] args)
 {
 Console.WriteLine("Hello World!");
 }
 }
}

Agora basta realizar a instalação das dependências:

dotnet restore

E pronto, sua aplicação estará pronta para rodar, basta executar o comando:

dotnet run

 Fácil certo? E é possível deixar ainda mais fácil, para isso, basta criar Dockerfile e gerar uma imagem com esse ambiente:

FROM microsoft/dotnet:latest
RUN mkdir /app
WORKDIR /app
RUN ["dotnet", "new"]
RUN ["dotnet", "restore"] 
ENTRYPOINT ["dotnet", "run"]

Agora crie a imagem: docker build -t myapp .

E crie um container baseado nessa nova imagem: docker run -d myapp , quer ver o que retornou nessa execução? docker logs iddocontainer, ele deverá retornar algo desse tipo: Hello World!.

É claro que você pode aprimorar esse ambiente, principalmente se quiser rodar uma aplicação web, mas esse ambiente básico já serve como inicio para seus testes ;).

Gostou? Então nos ajude divulgando o mundodocker.com.br, grande abraço!

29 Apr 23:42

Mundo Docker: Docker e .Net

Oi pessoal!

Rodar .Net em container? SIM!! é possível, e vamos mostrar hoje como você pode fazer esse ambiente funcionar e testar sua aplicação. Bem, antes de tudo você precisa entender todo o movimento que a Microsoft vem fazendo para que sua linguagem de programação torne-se cada vez mais utilizada pelos desenvolvedores, para isso eles repensaram tudo que já fizeram, e lançaram uma versão do .Net com features muito parecidas como as encontradas em node e ruby on rails, e a batizaram de ASP.NET Core. Conceitualmente o ASP.NET Core é uma plataforma open source de desenvolvimento leve e eficiente para aplicação escritas em .net, veja abaixo uma lista dos principais pontos do asp.net Core:

  • Suporte integrado para criação e utilização de pacotes NuGet;
  • Pipeline de request mais leve e modular;
  • Ambiente configurado para cloud;
  • Suporte a injeção de dependência;
  • Novas ferramentas que facilitam o desenvolvimento web;
  • Capacidade de hospedar o processo no IIS ou em um Self-Host;
  • Suporte para desenvolvimento de aplicação asp.net em Windows, Linux e Mac;
  • Open Source e com comunidade ativa;
  • Todos os pacotes do .Net no NuGet;
  • .Net Core construido com suporte a versionamento side-by-side;
  • Uma unica Stack para Web UI e Web APIs;

Por que a Microsoft vem tomando esse rumo? Simples, para atrair mais pessoas para o seu produto, tendo em vista que as principais linguagens, ou as que mais crescem tem nativas todas essas features, a melhor alternativa para a Microsoft foi mudar a abordagem e atrair pessoas para melhorar seu produto/serviço e claro, isso consolida ainda mais o Windows Azure, fazendo com o desenvolvimento e deploy de Apps em .net torne-se menos doloroso.

Vamos ver isso rodando em um container?

Simples, tendo o Docker instalado (em qualquer host, seja ele Windows, Linux ou Mac), execute:

docker run -it microsoft/dotnet:latest

Dentro do container, você deve criar sua aplicação, de forma parecida com o que ocorre com o ruby on rails, para isso o .net core disponibiliza um utilitário chamado: dotnet, veja:

mkdir app
cd app
dotnet new

O comando dotnet new criará toda a estrutura necessária para rodar uma aplicação hello world básica, ele criará um arquivo chamado project.json com o seguinte código:

{
 "version": "1.0.0-*",
 "compilationOptions": {
 "emitEntryPoint": true
 },
 "dependencies": {
 "Microsoft.NETCore.Runtime": "1.0.1-beta-*",
 "System.IO": "4.0.11-beta-*",
 "System.Console": "4.0.0-beta-*",
 "System.Runtime": "4.0.21-beta-*"
 },
 "frameworks": {
 "dnxcore50": { }
 }
}

Esse arquivo project.json contém as informações de dependência que sua aplicação precisará para rodar, é fundamental que você informe nesse aquivo todos os pacotes que necessita. Nessa mesma estrutura será criado um arquivo chamado Program.cs com este código:

using System;
namespace ConsoleApplication
{
 public class Program
 {
 public static void Main(string[] args)
 {
 Console.WriteLine("Hello World!");
 }
 }
}

Agora basta realizar a instalação das dependências:

dotnet restore

E pronto, sua aplicação estará pronta para rodar, basta executar o comando:

dotnet run

 Fácil certo? E é possível deixar ainda mais fácil, para isso, basta criar Dockerfile e gerar uma imagem com esse ambiente:

FROM microsoft/dotnet:latest
RUN mkdir /app
WORKDIR /app
RUN ["dotnet", "new"]
RUN ["dotnet", "restore"] 
ENTRYPOINT ["dotnet", "run"]

Agora crie a imagem: docker build -t myapp .

E crie um container baseado nessa nova imagem: docker run -d myapp , quer ver o que retornou nessa execução? docker logs iddocontainer, ele deverá retornar algo desse tipo: Hello World!.

É claro que você pode aprimorar esse ambiente, principalmente se quiser rodar uma aplicação web, mas esse ambiente básico já serve como inicio para seus testes ;).

Gostou? Então nos ajude divulgando o mundodocker.com.br, grande abraço!

28 Mar 16:43

Lançado Raspberry PI 3 Modelo B

by Douglas Santos
Em celebração ao quarto ano da The Raspberry PI Foundation, foi anunciado hoje no blog rasbperry.org o novo Raspberry PI 3 Modelo B. As novidades deste novo modelo são: Processador ARM Cortex-A53 (v8) de 1.2GHz 64-bit quad-core; Wi-fi 802.11n on board; Bluetooth 4.1 on board (classico e de baixa energia); De acordo com o blog […]
25 Mar 15:42

Câmera IP com Webcam e Motion

by Alexandre Vicenzi
As câmeras IPs ganharam grande destaque pela sua facilidade de uso, e preço relativamente acessível. Hoje é simples monitorar a sua casa e enviar imagens para o seu smartphone quando algum movimento for detectado. O Motion é um programa que monitora o sinal de câmeras e permite fazer detecção de movimento. É uma ferramenta de grande utilidade para quem deseja fazer stream de vídeo, mais precisamente criar uma câmera IP.
18 Mar 12:27

Como analisar tráfego tempo-real no Wireshark em sistemas baseados em texto

by Marco Filippetti
Normalmente, quando precisamos fazer uma análise de tráfego em sistemas sem interface gráfica (como Linux puro ou servidores ESXi, por exemplo), o que fazemos é usar o TCPDUMP (uma ferramenta de captura de trafego baseada em texto) e interpretar a saída no próprio sistema, em texto puro (não muito amigável convenhamos), ou gravar a captura …

Continue lendo »

18 Mar 12:22

Netflix muda-se para a Amazon e leva 40% da internet junto para a gigante

by Marco Filippetti
Esta é uma notícia que merecia ser compartilhada aqui…! Para quem não sabe, a Netflix – sozinha – responde hoje por cerca de nada menos de 40% do volume de dados transmitidos pela Internet. E a gigante da área de conteúdo percebeu que seria mais negócio contratar um serviço de cloud de um terceiro do …

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09 Mar 02:30

Top 10 supercomputadores no mundo que usam Linux

by Ricardo Ferreira

Um supercomputador é um computador com alto nível computacional capaz de executar tarefas complexas (científicas) em grande escala. Normalmente, a capacidade operacional de um supercomputador é medida em FLOPS (Floating-point operations per second) em vez de MIPS (Milion instructions per second). Assim, diversos supercomputadores atingem a barreira dos quatrilhões de FLOPS.

Contextualizando

Supercomputadores desempenham um papel importante no campo da ciência, pois são utilizados para uma ampla gama de tarefas intensivas em vários campos, bem como: mecânica quântica, previsão do tempo, pesquisa de clima, a exploração de petróleo e gás, modelagem molecular e simulações físicas. Ao longo de sua história, eles têm sido essenciais nesses ramos da ciência.

Atualmente (começo de 2016), o supercomputador mais rápido do mundo é o Tianhe-2 (computador chinês) com 33,86 petaFLOPS (TFLOPS), ou 33,86 quatrilhões de FLOPS.

TOP 10

supercomputadores-linux

Via Fonte

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08 Mar 20:32

Postando aquele salmo famoso…

by ninja vermelho

02-20_01-37-09--186-AM

É mais ou menos isso,  maaaah o menos…

Certeza que é obra dessa perola

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04 Mar 17:23

O futuro dos cartões: crédito, débito, celular ou carro?

by Paulo Higa

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Direto de Barcelona — Eles estão demorando para se popularizar no Brasil, mas os sistemas de pagamento móveis já começaram a chegar. A Samsung fechou parcerias com Visa, MasterCard, Bradesco, Itaú, Nubank, Porto Seguro e outras instituições para oferecer nos próximos meses a possibilidade de pagar pelo smartphone em estabelecimentos locais, sem precisar andar com o dinheiro de plástico na carteira.

Só que essa novidade é parte de uma mudança maior na maneira como pagamos as nossas compras — e as bandeiras de cartão de crédito não querem ficar de fora, claro. Durante a Mobile World Congress, a Visa apresentou novas formas de pagamento que dispensam o pedaço de plástico, mas o colocam em todos os lugares. A ideia é que o cartão de crédito esteja onipresente, dentro do seu celular, automóvel, relógio ou até na roupa.

Para a Visa, uma das principais dificuldades enfrentadas para popularizar os meios de pagamento alternativos é o medo do consumidor. Ainda não está claro para o público se esses sistemas são realmente seguros, nem como agir em caso de perda ou roubo do celular, por exemplo. Com certeza o obstáculo não é a falta de tecnologia, afinal, o Brasil tem o maior parque de terminais contactless do mundo (!), com mais de 2,5 milhões de maquininhas aptas a receber pagamentos sem a necessidade do cartão físico.

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A chave do funcionamento dessas tecnologias alternativas de pagamento é a tokenização. Normalmente, você depende dos 16 dígitos do seu cartão (e alguns dados de confirmação, como sua senha ou código de segurança) para fazer compras. Nos meios novos, esses dígitos são substituídos por um identificador único que a Visa chama de token de pagamento.

O token de pagamento é fornecido pela própria bandeira. Funciona assim: você cadastra seu cartão no smartphone, automóvel ou qualquer outro dispositivo, que entra em contato com a administradora do cartão para verificar as informações. Se tudo estiver correto, um código único e exclusivo (o token) é enviado para a carteira virtual do seu dispositivo.

Com o token registrado de maneira segura no dispositivo, você não precisaria mais memorizar a senha ou digitar os números do cartão em alguma página da web: basta pegar o aparelho no qual você registrou o cartão e… pagar. No caso do Samsung Pay, você só precisa ligar o smartphone, escolher o cartão e confirmar que você é você mesmo, com sua impressão digital. Mas outras formas de pagamento podem usar a palma da mão ou a íris, por exemplo.

Eu fui conferir algumas dessas novidades tecnológicas no mercado de pagamentos. Assista ao vídeo:

Isso abre algumas possibilidades. Primeiro, seu cartão pode estar em qualquer lugar, não apenas na sua carteira. Entrou no posto de gasolina? Seu próprio carro pode pagar o abastecimento, afinal, o token já está registrado nele. Esqueceu a carteira em casa? Tem um chip no seu relógio ou manga com o token: encoste-o na maquininha e pague a conta, sem problemas.

Além disso, você não precisa se preocupar se alguém roubar seu smartphone, relógio ou automóvel (ok, talvez um pouco). Basta cancelar remotamente o token armazenado nesses dispositivos e pronto, ninguém conseguirá fazer compras não autorizadas. A vantagem é que, como o token é único e exclusivo para cada dispositivo, você só precisa cancelar o token que foi “roubado” — e nem precisa esperar o pedaço de plástico novo chegar, afinal, ele continua intacto.

Já trocamos o dinheiro em papel por um pedaço de plástico. Na internet, nem usamos mais o pedaço de plástico, apenas os números aleatórios que estão impressos nele. Agora, vamos substituir tudo isso por… qualquer coisa.

Paulo Higa viajou para Barcelona a convite da Intel.

O futuro dos cartões: crédito, débito, celular ou carro?








03 Mar 18:39

Como compartilhar seus documentos facilmente em TVs e projetores?

by Redação PTI
Imagine uma situação em que você chega em uma reunião onde precisa apresentar uma proposta, porém, o lugar não possui equipamentos que suportem o seu Tablet/PC/Smartphone, e sua apresentação fica comprometida. Agora pense em uma situação inversa, você chegou em uma palestra onde o apresentador consegue interagir com as imagens mostradas e, ao mesmo tempo, todos […] O post Como compartilhar seus documentos facilmente em TVs e projetores? apareceu primeiro em Profissionais TI.
01 Mar 04:08

Raspberry 3 é lançado com processador de 64 bits, Wi-fi, Bluetooth e o dobro da potência

A Raspberry Foundation apresentou hoje o Raspberry Pi 3, computador do tamanho de um cartão de crédito com processador de 64 bits, wi-fi e bluetooth e o dobro da performance do modelo anterior. Este é o primeiro Raspberry que não carrega um chip de 32 bits e que contém soluç...
29 Feb 21:28

NASA estuda tecnologia para chegar em Marte em apenas 30 minutos

by Flávio Croffi

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marte-capa

A NASA estuda uma técnica de lançamento de naves chamada de propulsão de energia direcionada, que pode reduzir o tempo de uma viagem para Marte apenas 30 minutos. Atualmente, esta viagem leva de seis até oito meses para ser concluída.

Esta tecnologia usaria uma espécie de tiro a laser em alta potência (entre 50 e 100 gigawatts), que seria desferido em uma nave para gerar propulsão. A aceleração deste tiro seria uma fração da velocidade da luz, cerca de 30%.

A ideia da NASA é usar isso para explorar exo-planetas que podem ter vida a uma distância de até 25 anos-luz da Terra.

Alpha Centauri, a terceira estrela mais brilhante no céu vista a olho nu também poderia ser visitada. Ela está a quatro anos-luz do Sol, e a viagem até lá levaria 15 anos.

Philip Lubin, do Grupo de Cosmologia Experimental da Universidade de Santa Bárbara, é o responsável por estudar esta tecnologia. E a NASA tem abordado o assunto recentemente no Youtube.

Lubin diz que “poderíamos impulsionar um veículo robótico de 100 kg e com 1m de altura para Marte em poucos dias”. E ressalta que a tecnologia já existe, não é ficção científica.

Mesmo assim, a agência espacial ainda não traçou missões oficiais com o uso da tecnologia.

Marte em apenas 30 minutos

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29 Feb 14:11

Como vender um Iphone usado

by ninja amarelo

ihpone

Pelo menos a câmera dele está impecável.

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29 Feb 13:58

Aquela tatuagem maneira

by ninja vermelho

馬鹿外人

ALGUÉM FOI TROSLADO

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26 Feb 10:53

Receita Federal lança programas para declarar IR 2016

by Redação

Leão

Os mais adiantados já podem baixar, a partir desta quinta-feira (25), o IRPF 2016, necessário para composição da da declaração de Imposto de Renda 2016, e o Receitanet 2016, responsável pela transmissão do documento. A Receita Federal já liberou o download dos softwares por meio de seu site oficial, com versões para Windows, Linux, Mac e Solaris.

Além destas, o Leão também promete o lançamento de uma edição dos aplicativos para celulares e tablets, que ainda não foi liberada. No caso dos computadores, são dois downloads necessários – o IRPF 2016, que serve para preencher os dados necessários e compor a declaração; e o Receitanet, que é o responsável pelo envio do documento para o órgão.

Softwares dos anos anteriores não funcionam, e, como sempre, é preciso instalar a versão mais atualizada. Dependendo das necessidades do contribuinte, programas adicionais também podem ser utilizados para preenchimento de informações especiais, como os softwares do Carnê-Leão, Atividade Rural e Ganho de Capital no Brasil ou em moeda estrangeira. Todos também estão disponíveis no site da Receita Federal.

As declarações podem ser preenchidas desde já, é claro, mas só podem ser transmitidas a partir do dia 1º de março. Depois da data, o prazo de estende até 29 de abril, que é o dia final para transmissão das declarações de imposto de renda para a Receita Federal. O ideal, entretanto, é não deixar as coisas para última hora e fazer o mais rapidamente possível, uma vez que o domínio do Leão, notoriamente, apresenta instabilidade nos momentos de maior procura, o que pode dificultar a entrega dos documentos no prazo final.

Faça o download do app do IRPF 2016!

Fonte: Receita Federal

03 Feb 17:48

Toshiba mostra robô que ajudará a remover escombros do desastre nuclear de Fukushima

by Emerson Alecrim

Robô Toshiba - Fukushima

O dia 11 de março de 2011 foi um pesadelo para o Japão. Nessa data, um terremoto de 9 graus na escala Richter e um tsunami que ocorreu logo na sequência provocaram sérios danos na planta 1 da Central Nuclear de Fukushima. Trata-se do pior acidente nuclear registrado desde o desastre de Chernobyl. O governo japonês trabalha para recuperar a área e, para isso, está recorrendo à tecnologia: um dos mais recentes aliados nessa empreitada é um robô construído pela Toshiba.

Esse é um trabalho de longo prazo, razão pela qual não há tempo a perder: estima-se que a limpeza da zona afetada pode demorar entre 30 e 40 anos para ser concluída. Não é de se surpreender, portanto, que robôs já tenham explorado o reator atingido para, entre outras tarefas, fazer reconhecido do estado das instalações.

A limpeza das áreas externas das centrais nucleares já avançou bastante. O próximo passo é desmantelar o reator 3 da planta afetada. É nesse ponto que o robô da Toshiba entra em cena: os níveis de radiação do local são, presumivelmente, altos demais para esse trabalho ser feito por humanos.

Caberá ao robô da Toshiba (empresa que, coincidência ou não, respondeu por boa parte da construção da planta 1 da usina) retirar escombros do reator, mais precisamente, 566 peças de tubos de combustível que caíram sobre um tanque de resfriamento. Essa operação é extremamente importante porque as barras de combustível estão entre as partes mais radioativas dos escombros, podendo ficar assim por séculos.

Para tanto, o robô conta com dois braços: um levanta e mantém firme cada tubo enquanto o outro corta as peças recolhidas. A máquina será controlada remotamente por um operador graças ao auxílio de um conjunto de câmeras.

Estamos falando de uma operação que exigirá doses bastante generosas de paciência: se nada der errado, o recolhimento dos tubos será encerrado no início de 2017. Pudera: todo cuidado é pouco. Cada barra deve ser retirada de dentro do tanque e reduzida a pedaços menores para a sua remoção ser feita com segurança. Qualquer precipitação pode, consequentemente, piorar a situação do local.

Um detalhe curioso nessa história toda é que o Japão manteve de 1999 a 2002 um programa voltado ao desenvolvimento de robôs especializados em limpeza de áreas afetadas por desastres nucleares. O programa foi descontinuado e os robôs criados ficaram guardados até 2006, quando foram entregues a museus.

Assim como outras máquinas usadas na região da usina, o robô da Toshiba foi desenvolvido especificamente para atuar na limpeza da área. Depois da retirada dos tubos, o robô deverá ser empregado em outras tarefas desse extenso trabalho.

Com informações: The Next Web, Japan Times

Toshiba mostra robô que ajudará a remover escombros do desastre nuclear de Fukushima










01 Feb 21:45

Artista que nasceu sem os braços faz desenhos incrivelmente realistas

by Ana Soares

Mariusz Kedzierski é um artista polonês de 23 anos que faz retratos realistas. Mariusz nasceu sem os braços, mas isso não foi empecilho para ele fazer o que gosta.

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22 Jan 19:15

Facebook cria arena virtual para interação entre torcedores durante uma partida

by Redação

Eventos esportivos movem multidões e mexem com os corações de milhares de pessoas em basicamente qualquer canto do mundo. Tentando aproveitar o apelo emocional dos esportes mais populares do planeta, o Facebook lançou nesta quarta-feira (20) o serviço Sports Stadium, uma arena virtual na qual você pode acompanhar o lance a lance de uma partida esportiva, bem como conversar com outros torcedores em tempo real e conferir a opinião de especialistas, postagens dos clubes envolvidos na disputa e muito mais, tudo enquanto o duelo acontece.

Estatísticas, placares atualizados ao vivo e informações amplas sobre o game também estarão presentes “como aquelas encontradas em um jogo na TV”, garante o gerente de produto do Facebook Steve Kafka. “Você pode seguir as ações do jogo conforme elas se desenrolam com um lance a lance ao vivo, e até mesmo curtir, comentar e compartilhar jogadas individuais”, prossegue o executivo.

Facebook Sports StadiumNova plataforma do Facebook é focada nos esportes. (Foto: Divulgação/Facebook)

Por enquanto, o Sports Stadium está disponível apenas para iPhone e restrito ao futebol americano nos Estados Unidos. Em breve, garante Kafka, a plataforma será expandida para outras plataformas e também para outros esportes, como futebol e basquete. Ou seja, ainda não há previsão de quando o recurso deve chegar ao Brasil, mas podemos arriscar que, dado o envolvimento dos brasileiros na internet quando o assunto é o futebol, a novidade não demorará muito para estrear por aqui.

Fonte: Facebook

22 Jan 19:05

Operadora americana lançará internet banda larga via satélite no Brasil em julho

by Redação

Internet via satélite

Apesar da expansão da internet por todo o território brasileiro, muitas áreas ainda carecem de cobertura ou de um sinal forte o suficiente para garantir acesso à web. Por conta disso, a operadora americana Hughes anunciou que vai lançar em julho um serviço de banda larga via satélite por aqui, justamente para locais que não são bem antedidos pelas operadoras que transmitem a rede por cabos.

Os planos devem ter preço médio de R$ 200 e velocidade de 10 Mbps. Os pacotes terão a mesma estratégia adotada em planos de internet nos smartphones, o que significa que a banda larga terá limite de franquia de dados. Neste caso, serão 60 GB, sendo que 20 GB são para navegação durante o dia e os outros 40 GB para as noites. Caso o assinante exceda a franquia contratada, ele terá a velocidade de conexão reduzida para um percentual que ainda não foi informado — o usuário ainda poderá comprar pacotes de dados adicionais por meio de um aplicativo nos smartphones.

Em entrevisa à revista EXAME, Rafael Guimarães, presidente da Hughes no Brasil, explicou que a companhia iniciou suas operações no país há cerca de três anos, bem antes da crise econômica atual. A empresa tem um plano de expansão dividido em três fases: primeiro, o serviço estará disponível para 82% dos brasileiros até 2017; depois, para 90% em 2018; e por fim, 100% no ano de 2020.

"A ideia é promover o serviço em áreas que não são bem atendidas por outras operadoras. A Hughes já oferece esse serviço há mais de dez anos nos Estados Unidos. Não estamos fazendo testes, estamos trazendo o serviço que já oferecemos com sucesso no mercado americano" destacou Guimarães.

Como a internet chegará à casa do cliente via satélite, o sinal será captado por uma antena e levado para o roteador por um cabo. Apesar do receptor ficar exposto ao tempo, Guimarães declara que o uso de antenas não prejudicará a experiência do usuário em condições normais. "O serviço de internet banda larga funcionará normalmente durante uma chuva normal. Agora, qualquer tempestade forte pode afetar o serviço, assim como também pode afetar rede cabeadas e a energia elétrica", disse o executivo.

Haverá também três canais de atendimento aos assinantes, que poderão contatar a empresa via telefone, chat com atendentes e um portal de autoatendimento.

Segundo a Federal Communications Comission, órgão dos Estados Unidos equivalente à nossa Anatel, a Hughes é reconhecida como uma empresa que entrega 80% ou mais da velocidade contratada pelo cliente, mesmo em horários de pico do serviço.

Fonte: EXAME

22 Jan 18:24

Imposto sobre o software: afinal, ICMS ou ISS?

by Jorge Sukarie Neto

Imposto de Renda

Uma discussão que estava adormecida há muitos anos voltou à tona recentemente com a publicação, no apagar das luzes de 2015, do Convênio ICMS 181 do CONFAZ (Conselho Nacional de Política Fazendária), que orienta a cobrança de ICMS pelas Fazendas Estaduais nas operações comerciais de software padronizado, com uma carga tributária de 5%.

A Lei nº 9609, de 1998, conhecida como a Lei do Software, define programa de computador como sendo a expressão de um conjunto organizado de instruções para fazer equipamentos funcionar de modo e para fins determinados. Não existe nesta norma nenhuma qualificação que possa distinguir o software para efeito de tributação. A Lei Complementar nº 116, de 2003 - por meio do código 1.05 da lista de serviços - estabelece a cobrança de ISS (Imposto Sobre Serviços) nas operações de cessão e licenciamento de software. Desta forma, a exigência do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), conforme proposto no Convênio 181 do CONFAZ, configuraria bitributação, ato considerado inconstitucional no Brasil.

Talvez o cenário econômico adverso, com a necessidade de busca de arrecadação adicional, tenha feito com que as Fazendas Estaduais tenham decidido avançar na cobrança de ICMS em algumas operações realizadas com software, criando uma distinção entre “software padronizado” e “não padronizado” para poder atribuir ao primeiro a obrigatoriedade do recolhimento de ICMS. O fato é que o CONFAZ não tem competência para definir a incidência desse tributo sobre um bem e/ou serviço, sobrepondo uma Lei Federal, neste caso a Lei Complementar nº 116.

Desde 1992, ou seja, mesmo antes da Lei do Software (Lei 9609 de 1998), e da Lei Complementar 116 (2003), o Estado de São Paulo, por exemplo, cobrava ICMS nas operações com software somente sobre o valor do suporte informático (CD, DVD, Blu-ray, Manuais, etc.), reconhecendo que não tinha competência para cobrar sobre o valor total do software.

Em setembro de 2015, o Decreto 61.522 revogou esta legislação e o Estado de São Paulo pretendia passar a cobrar ICMS com a alíquota de 18% sobre o valor total das operações de venda de “software padronizado”.

Agora em janeiro, o governo de São Paulo já publicou um Decreto específico adotando as bases do Convênio 181 do CONFAZ, excluindo de cobrança do ICMS o software adquirido via transferência eletrônica “até que fique definido o local de ocorrência do fato gerado para determinação do estabelecimento responsável pelo pagamento do imposto”, de acordo com o texto. Assim, somente as operações com software acompanhado de meio físico terão cobrança de 5% no território paulista.

A Lei Complementar nº 116 prevê que, ainda que o software venha acompanhado de meio físico, ele não deve se sujeitar ao ICMS. Portanto, mesmo a cobrança deste tributo praticado pelo Estado de São Paulo até o final do ano passado - tendo como base de incidência o suporte informático - não era prevista na Legislação Federal. Ainda assim, algumas empresas de software estabelecidas no Estado optavam por recolher o ICMS por se tratar de um valor baixo de imposto, ainda que recolhessem também o ISS sobre o valor total da operação, sofrendo, portanto, bitributação em parte do valor.

Esse foi mais um capítulo do drama que o setor tem enfrentado no ambiente tributário inóspito brasileiro. Apesar de ser um dos setores reconhecidos pela sua capacidade de impulsionar a economia, o setor de Tecnologia da Informação viu, no ano passado, entrar em vigor a reoneração da folha de pagamento, a revogação dos benefícios da Lei do Bem que pode trazer de volta a informalidade ao segmento, entre outras medidas que atingiram sua atuação.

As empresas que decidirem pagar os dois tributos para não incorrer em autuação municipal ou estadual - pois não há notícias de que algum município deixará de cobrar ISS - provavelmente, vão transferir esse aumento tributário para os preços e, no final, o impacto negativo dessas sucessivas medidas vão refletir diretamente em toda a sociedade, que conta com a Tecnologia como um agente transformador e como um instrumento para alavancar negócios em todos os setores da economia.

20 Jan 20:20

2015 foi o ano mais quente em 136 anos, afirma Nasa

O ano passado registrou 0,13 grau centígrado mais quente que 2014, ano que tinha o recorde de maiores temperaturas, segundo a Nasa.
19 Jan 12:45

Uber poderá oferecer caronas em helicópteros em parceria com Airbus

A fabricante de aviões Airbus anunciou que pretende testar um sistema de caronas em helicópteros em parceria com o aplicativo Uber. Segundo a empresa europeia, ela irá "colaborar com o provedor de soluções em mobilidade terrestre Uber para propor transporte sob demanda em he...
19 Jan 12:45

Criador de Futurama e Os Simpsons estaria trabalhando em série animada para a Netflix

Matt Groening, o homem por trás de "Futurama" e "Os Simpsons", estaria trabalhando em parceria com a Netflix para desenvolver uma série animada exclusiva do serviço. Segundo informações dos sites Deadline e Variety, a Netflix teria encomendado um show animado...
19 Jan 00:18

O melhor cinema do mundo

by Paula Muniz

Imagine só assistir seus filmes e serie preferidas em um lugar como esse, seu próprio cinema… THATS PERFECT!!

take my money


Só faltou uma cama pra ficar 11/10

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19 Jan 00:12

A Terra vista do espaço

by Flávio Croffi

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A Terra vista do espaço

Estas são fotografias fornecidas pela NASA em que vemos o nosso belo planeta Terra do espaço.

Dá para conferir diferentes cidades, continentes, relevos e também descobrir a vida através da luz que é produzida na superfície.

As imagens foram feitas por satélites da agência espacial norte-americana e tiveram a arte final de Anton Balazh, artista que tratou as fotos com balanço de cores, contraste e relevos.

O resultado é maravilhoso. Confira.

A Terra vista do espaço

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Aproveite para ler sobre nossas colunas sobre o universo e tudo mais, por Maíra Testa.

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14 Jan 16:28

Muitas paradas e pouco conforto: Tem medo de viajar de avião? Imagine como era um voo em 1930

Tem medo de viajar de avião? Imagine como era um voo em 1930

National Air and Space Museum Archives