Levi Lugato
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Pesquisadores desenvolvem sensor capaz de detectar câncer através do hálito
Pegadinha de Silvio Santos homenageia Star Wars
As reações das crianças são impagáveis<3
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Essas foram as últimas fotos de 16 pessoas famosas antes de morrerem
A vida é uma coisa curta e frágil. Enquanto você a está vivendo, você pode não perceber o quão delicada ela é até que você experimente uma tragédia. É fácil se esquecer de que nada dura para sempre. Estas fotos são...
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Inovação²: caças de guerra com armas a laser

Todas as segundas, quartas e sextas, Igor Lopes e Reinaldo Normand discutem temas relacionados à Inovação. No programa de hoje: canhão de laser em caças.
Homem compra Kindle pela internet e recebe pacote com um tumor dentro
James Potten comprou um Kindle pela internet e aguardou ansiosamente o pacote, assim como qualquer fã de tecnologia. Quando a encomenda chegou via FedEx, entretanto, uma supresa bem desagradável: no lugar do leitor digital da Amazon, o britânico de 37 anos ganhou uma caixa contendo uma amostra de um tumor humano.
O pacote estava totalmente selado e pertencia ao Royal Free Hospital. Originalmente, ele iria para uma das instituições parceiras da entidade. Porém, acabou entregue para o endereço errado, apesar de estranhamente conter o nome e o endereço de Potten como destinatário.
Casa Branca está no Snapchat e vai publicar bastidores do governo
Para se aproximar cada vez mais dos jovens americanos, a Casa Branca anunciou a criação de um perfil no aplicativo Snapchat. A conta já está no ar com algumas publicações sobre os bastidores do governo. Para adicionar, busque por “WhiteHouse”.
Lançado no fim de 2011, o aplicativo ficou mesmo popular nos últimos dois anos. Ele é usado para enviar fotos e vídeos que desaparecem em segundos. Disponível para aparelhos iOS ou Android.
De acordo com o texto oficial do anúncio, o aplicativo soma 100 milhões de usuários nos EUA, entre os quais 60% têm de 13 a 34 anos. “À luz do número de americanos que usam o serviço para consumir notícias e compartilham com seus amigos, a Casa Branca se junta ao Snapchat para envolver esta ampla parcela da população de maneiras novas e criativas”, diz o comunicado.
O envolvimento do governo americano com as redes sociais deu um salto em junho de 2013, com a criação de uma conta oficial da presidência dos EUA no Twitter. Em novembro de 2015, abriu-se uma página do presidente Barack Obama no Facebook.
Dilma sanciona Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação

Nesta segunda-feira (11), a presidente Dilma Rousseff sancionou o Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação que permitirá que ações entre os setores públicos e privados que formam o sistema de CT&I sejam mais flexíveis, ágeis e menos burocráticas. Para Dilma, a sanção do Marco Legal garante simplicidade, transparência e segurança jurídica à cooperação que considera fundamental para o crescimento econômico, a geração de emprego e renda, o desenvolvimento sustentável e a ampliação de oportunidades para os brasileiros.
"Celeridade, regras simples e ações tempestivas são imprescindíveis para que o ciclo de transformação da ciência em tecnologia e inovação e em competitividade e desenvolvimento seja bem-sucedida", disse a presidente em seu discurso durante cerimônia no Palácio do Planalto. "Com o novo marco, promoveremos uma reforma profunda na legislação que regula a relação entre agentes públicos e privados. Hoje é um dia marcante para o futuro do Brasil", acrescentou.
A ideia vital por trás do Marco Legal de CT&I é aproximar as instituições educacionais das empresas, tornando mais dinâmicos a pesquisa, o desenvolvimento tecnológico e científico e a inovação no país. "De nada adianta uma tecnologia revolucionária se permanecer na estante de um laboratório de centro de pesquisa ou que só seja certificada após anos de tramitação burocrática, perdendo seu caráter de vanguarda", observou.
Um dos importantes avanços do novo Marco Legal é a introdução do conceito de capital intelectual como ativo a ser objeto de cooperação entre empresas e órgãos públicos. "Isso irá possibilitar a justa remuneração das universidades públicas e dos centros de pesquisa, propiciando mais recursos para investimento e para novos avanços na qualidade da educação e da produção de conhecimento. Permitirá, portanto, transformar a inovação bem-sucedida em patrimônio de toda a sociedade brasileira", disse a presidente.
A lei simplifica o processo de emissão de visto para pesquisadores estrangeiros que vierem ao Brasil para participar de projetos de pesquisa. Além disso, amplia o tempo máximo que os professores das universidades federais poderão trabalhar em projetos institucionais de ensino, pesquisa e extensão, ou exercer atividades de natureza científica e tecnológica. Durante o evento, foi garantido R$ 200 milhões para projetos de pesquisa científica e tecnológica nos próximos dois anos.
Via MCTI
Sua mãe nunca sai de moda

Gente eu ia falar algo sobre isso, mas tô atrasado pra um compromisso, e eu vou ter que ir por um caminho mais longo, porque a rodovia de 6 pistas tá bloqueada, pois sua mãe tá atravessandoUAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!
Google quer abandonar Java no Android e migrar para o OpenJDK
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Levono vai aposentar a marca Motorola
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Como viajar mais em 2016 com passagens baratas
Fechamos hoje a primeira semana do ano e, para que você aproveite melhor os feriados prolongados e suas férias, analisamos as promoções que aconteceram em 2015 e prevemos algumas coisas que, provavelmente, se repetirão em 2016. Assim, você já pode começar a se programar para as melhores oportunidades e voar pelo Brasil e até pelo mundo. Confira!
- Março, maio e setembro = amor e economia
No ano passado, quem decidiu comprar as passagens nesses meses, conseguiu pagar menos pelos voos nacionais de ida e volta - desde R$ 62! Hoje, só para você ter uma ideia, as tarifas começam em R$ 116. Foi em março também que os preços para os EUA começaram a cair, até chegar no cenário atual, em que é possível embarcar para a Flórida, saindo de São Paulo, a partir de R$ 895 (ida e volta, sem as taxas). E maio concentrou as melhores promoções internacionais do ano, principalmente para o Caribe, com vários destinos por menos de R$ 1.000.
Dica amiga: nesse ano há feriados prolongados em março, abril e maio, considerados meses de baixa estação, ou seja, é possível conseguir passagens baratas para esses períodos também!
- Passagens aéreas nacionais mais baratas que rodoviárias
Se você se programar com antecedência de até dois meses, a chance de conseguir aproveitar alguma promoção das companhias aéreas nacionais é grande, já que em 2015 elas apareceram, em média, a cada 15 dias, sempre durante o fim de semana (das 18h de sexta-feira até às 8h da segunda), com tarifas para vários destinos por menos de R$ 200 (ida e volta, sem as taxas)! Aqui, é preciso um adendo, para não criar expectativas frustrantes: isso vale apenas para as capitais com muitos voos, como São Paulo, Rio, Brasília, Curitiba... Para cidades com menos conexões aéreas, infelizmente, não é possível prever quando acontecerão promoções.
Dica amiga: para não perder nenhuma oportunidade, é bom criar um alerta de preços e receber um aviso por e-mail quando o valor da passagem que você deseja baixar.
- Promoções para EUA por menos de R$ 1.000 (ida e volta, sem as taxas)
Sim, o ano já começou com passagens de ida e volta para Miami, sem as taxas, desde R$ 895. Mas a previsão é que, ao longo de 2016, principalmente a partir de maio, as passagens para outros destinos americanos, como Nova York e até Las Vegas e Los Angeles, também caíam. Em 2015 nossos usuários encontraram tarifas de ida e volta para a Flórida por até R$ 640! E as promoções incluiram mais de 20 cidades brasileiras, não apenas o trio Rio-SP-Brasilia.
Dica amiga: você está preocupado que as oscilações do câmbio atrapalhem a sua viagem? Veja aqui 7 dicas de como viajar sem medo da alta do dólar.
- Colômbia em alta (e com preços baixos)!
Durante o ano rolarão várias promoções de passagens para as praias do Caribe por menos de R$ 1.000, para Aruba, Curaçao, Panamá... Mas Cartagena e San Andrés se destacarão, por ter passagens abaixo de R$ 700, pode anotar! Hoje, por exemplo, já é possível encontrar tarifas de ida e volta para o caribe colombiano, a partir de R$ 867 (mais as taxas).
Dica amiga: se você ainda não tomou a vacina contra febre amarela ou não tirou seu certificado internacional de vacinação, faça o mais breve possível, para poder embarcar para todos os destinos do Caribe!
- Europa com promoção de passagens por menos de R$ 1.500
Sim, é possível e aconteceu com uma certa frequência em 2015, principalmente de maio até julho, para quem queria voar em maio, junho, setembro, outro ou novembro. Encontramos passagens baratas partindo principalmente do Nordeste, de São Paulo e do Rio de Janeiro. Como não há previsão de novas frequências para a Europa saindo de mais cidades, provavelmente, as grandes promoção serão para essas mesmas regiões. A boa notícia é que, com os acordos de code share entre as companhias aéreas --como o da Gol com a Air France e a KLM, por exemplo--, a tendência é que o preço saindo de outras cidades caiam um pouco durante as promoções.
Dica amiga: fiz um post com 10 dicas de como viajar para a Europa gastando pouco!
- Canadá "sem visto" e por menos de R$ 1.500
A partir de março, quem tem o visto americano ou quem já teve o visto canadense poderá entrar no Canadá após preencher uma autorização on-line, bem mais barata e menos burocrática que o processo atual. Além disso, no último ano, o preço médio das passagens para o país caíram consideravelmente (30%) e muitos viajantes conseguiram embarcar pagando a desde R$ 1.138, por passagens promocionais de ida e volta, sem as taxas.
Dica amiga: você ainda precisa ter um passaporte válido para entrar no Canadá. Fique atento a data de validade do seu!
- O Oriente mais próximo dos seus planos de viagem
Desde que as companhias aéreas árabes, como Emirates, Qatar e Etihad, chegaram ao Brasil, as nossas conexões com países orientais melhoraram muito, não só pelo preço mais competitivo das passagens, como também pela otimização do tempo do voo. Em 2015 rolaram três grandes promoções para China e Japão, por exemplo, em março, maio e outubro, com tarifas de ida e volta, sem as taxas, por menos de R$ 2.500, o que é um excelente valor. Então, se você sonha em conhecer o outro lado do mundo, vale a pena ficar atento porque na baixa temporada devem aparecer novamente boas oportunidades.
Dica amiga: as cias aéreas do Oriente são premiadas pelo excelente serviço que oferecem e você pode voar com elas para Buenos Aires também!
- Chile e Uruguai chamando mais atenção que a Argentina
Aos poucos, os hermanos estão perdendo a soberania na preferência dos brasileiros, já que sua moeda vem se recuperando frente ao real e muitos viajantes daqui já conhecem a capital argentina. Em 2015 Montevidéu foi o destino sul-americano com a passagem mais barata, desde R$ 281 (ida e volta, sem as taxas), e Santiago apresentou tarifas competitivas, a partir de R$ 340 (ida e volta, sem as taxas).
Outro destino sul-americano que ganhou mais destaque em 2015 e que tende a continuar crescendo em 2016 é o Peru, cujas passagens promocionais de ida e volta, sem as taxas, saíram por menos de R$ 800.
Dica amiga: para viajar por esses países sul-americanos você não precisa de passaporte, muito menos de visto, é só apresentar o seu documento de identidade (RG) com foto recente e bom estado de conservação.
Gostou?
Essa é a nossa forma de desejar um feliz Ano Novo! 😉
Trabalho incrível retrata todo o universo em apenas uma imagem
Agora você pode conferir tudo que há no universo olhando para apenas uma imagem. Exatamente, a representação criada pelo artista e músico Pablo Carlos Budassi reúne todos os elementos que compõe o cosmos em apenas uma figura.
Aqui no Mega Curioso nós gostamos muito do universo e sempre publicamos notícias, teorias, estudos, imagens e qualquer novidade que envolva o tema. Sobre isso, inclusive, já apresentamos aqui o mapa que lhe dá uma noção melhor sobre o tamanho do Sistema Solar. E o nosso sistema é justamente o ponto central da figura criada por Budassi, que se trata de um mapa logarítmico.
CES 2016: nova mala inteligente segue dono para não ser esquecida
TP-Link lança primeiro roteador 802.11ad do mundo
A TP-Link anunciou o lançamento do primeiro roteador do mundo com suporte à tecnologia 802.11ad, também conhecida como WiGig. O dispositivo, chamado Talon AD7200, foi apresentado na CES 2016, em Las Vegas, e estará disponível para compra no início de 2016. A empresa não divulgou informações sobre o preço do aparelho.
O padrão 802.11ah tem o dobro do alcance da norma atual de 2,4 GHz, consome menos energia e proporciona melhor penetração em paredes. Ele é visto como uma tecnologia chave para a Internet das Coisas e dispositivos domésticos conectados.
O Talon AD7200 não é apenas um roteador WiGig: ele também oferece suporte aos habituais protocolos de 2,4 GHz e 5 GHz. A ideia é que quando você puder usufruir do WiGig, ele estará disponível, caso contrário ele vai voltar às conexões mais lentas. O roteador é capaz de chegar a 800 Mbps em 2,4GHz, 1733 Mbps em 5 GHz, e 4600 Mbps em 60 GHz (WiGig).
Imagem: Divulgação
Para exemplificar a velocidade do novo roteador, a TP-Link diz que os usuários poderão fazer downloads de vídeos 4K em apenas quatro minutos ou transferir milhares de fotos para um dispositivo de armazenamento em cerca de cinco segundos, sem qualquer preocupação com a interferência de rede.
Como era de esperar de um roteador deste tipo, o Talon também tem outras características high-end. São quatro portas gigabit ethernet, duas USB 3.0 e oito antenas. "A TP-Link continua focada na entrega de velocidade ultrarrápida, maior confiabilidade e aumento da capacidade de redes domésticas", disse Lewis Wu, vice-presidente executivo da TP-Link nos Estados Unidos. "Nosso roteador multi-band Wi-Fi Talon AD7200 vai catalisar a indústria como um todo, trazendo velocidades mais rápidas do que nunca para as casas".
Fonte: TP-Link
Amazon entra oficialmente no mercado de processadores

A Amazon entrou oficialmente no mercado de semicondutores com a notícia de que está vendendo sua própria marca de chips baseado em ARM. A nova linha de chips se chama "Alpine" e será destinada para serviços digitais da próxima geração de casas conectadas.
A novidade é fruto de uma aquisição da Amazon, que no ano passado comprou a israelense Annapurna Labs por supostos US$ 350 milhões. A startup foi fundada em 2011 e sabe-se que ela estava trabalhando na criação de "processadores ARM para data centers que transmitem mais dados e consomem menos energia".
De acordo com o comunicado de imprensa divulgado pela empresa, a Amazon vai vender, essencialmente, semicondutores para as OEMs (fabricantes do equipamento original) e fornecedores de serviços relacionados que podem abranger roteadores Wi-Fi, streaming de dispositivos, gateways domésticos e dispositivos dedicados ao armazenamento de dados em rede.
"Com o rápido crescimento do mercado de aplicativos para casas, novos casos de uso e necessidades estão sendo inventados e adotados", disse Gary Szilagyi, vice-presidente de Annapurna Labs. "Para se manter competitivos, os provedores de serviços e as OEMs precisam oferecer rapidamente suporte para os novos recursos que dão aos consumidores a capacidade de apreciar os mais recentes aplicativos sem alterar hardwares ou esperar meses para obter um software atualizado. Nossos chips Alpine dão aos prestadores de serviços e OEMs uma plataforma de alto desempenho onde eles podem projetar hardwares que irão suportar a crescente demanda dos consumidores por serviços inovadores, conectividade rápida e muitos dispositivos conectados".
A Amazon já vende uma das principais plataformas de computação na nuvem, a Amazon Web Services (AWS), e agora está pensando em incorporar-se ainda mais no mercado do mundo conectado, oferecendo seus novos chips. Por enquanto, a líder de mercado Intel pode ficar tranquila, dado que os chips ARM ainda precisam fazer incursões significativas no mercado de servidores atualmente dominado pela companhia.
Via Venture Beat
Medo: Estado Islâmico está criando carro bomba que é controlado remotamente
Um vídeo compartilhado pela rede Sky News gerou preocupação no mundo todo. De acordo com a reprodução, o grupo extremista Estado Islâmico está testando novas criações para realizar atentados terroristas ainda mais destruidores na Europa e no resto do Ocidente.
Este novo jato executivo da Embraer é quase um iate voador
Os bilionários gostam de jatos executivos e iates, certo? Então a Embraer, em parceria com o estúdio de design americano SottoStudios, decidiu reunir as duas coisas numa só para facilitar a vida deles — afinal, sabe, eles têm uma vida muito dura.
Assim nasceu o jato Skyatch One, praticamente um iate voador. O objetivo dele, como o nome já diz, é oferecer uma experiência com o luxo de um iate a 3 mil metros de altura.
Desenvolvido em cima do Lineage 1000E, o Skyacht One tem 113 metros cúbicos de área, toda preenchida de móveis e objetos de decoração luxuosos. Eu poderia ficar falando aqui sem parar dos detalhes, mas é melhor ver com os próprios olhos nas fotos a seguir, né?
Se você ficou curioso em relação ao preço, lá vai a bomba: nem mesmo acertando a Mega da Virada dá para comprar. Custa a partir de US$ 83 milhões, o que significa quase R$ 340 milhões na cotação atual do dólar.
Interessados?

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Você vê o que eu vejo?

Ai que besteira.
Não tenho escolha senão chamar mais um convidado especial:

Que pena.
Helicópteros mais letais da atualidade: Aeronaves de combate caçam tanques e podem atacar com precisão
Aeronaves de combate caçam tanques e podem atacar com precisão
Valve admite que queda da Steam no natal foi por causa de um ataque DoS
O bug que aconteceu na Steam durante o natal e deixou muitos usuários confusos, apesar de rapidamente resolvido, não chegou a ser muito bem explicado. Nessa semana, a Valve finalmente entrou em detalhes sobre o que aconteceu e admitiu que foi por causa de um ataque de DoS (Denial...
Volvo Cars e Ericsson estão trabalhando em streaming inteligente para carros autônomos
Durante a CES 2016 (Consumer Electronics Show), as empresas Volvo Cars e Ericsson anunciaram que estão desenvolvendo um sistema inteligente de transmissão de dados através de banda ultralarga. Essa solução terá como objetivo permitir que as pessoas nos carros autônomos possam apr...
Vídeos da Netflix passarão a ter melhor qualidade em conexões lentas
Mais de 60% do tráfego da internet em todo mundo é ocupado por serviços de streaming de vídeo, entre eles a Netflix. Tendo em mente a importância desse conteúdo digital, ela resolveu desenvolver uma tecnologia que melhora a qualidade dos vídeos do serviço, ajudando usuários com conexões mais lentas a terem vídeos de melhor qualidade.
O serviço de streaming, desde 2010, faz com que todos os filmes e séries sejam analisados por seu sistema e enviados da mesma forma ao usuário. A partir de agora, cada filme será analisado e encodado separadamente, afim de ser enviado pela internet ao usuário de forma diferente com o objetivo de otimizar a quantidade de dados enviados e, com isso, melhorar a qualidade que o filme chega ao aparelho. Segundo Anne Aaron, gerente de algoritmo de vídeos do Netflix, o objetivo é "melhorar a qualidade visual para todos os usuários independentemente do dispositivo que usam e da velocidade da internet que possuem. Queremos uma melhor experiência de streaming".
Aaron conta que em 2010 foi definido que, em média, conexões com velocidade em torno de 2 Mbps trazem imagens de 480p de resolução, enquanto que velocidades acima de 6 Mbits fornece 1080p ou Full HD. A partir de agora, cada filme terá sua própria regra de envio, deixando de praticar a regra anterior. Com a mudança, filmes que antes não reproduziam imagens em HD para conexões mais baixas agora podem rodar. "Cada cena será analisada e encodada de forma única", disse.
Filmes com menos imagens de ação, menos movimentados, e até mesmo desenhos, rodarão em resoluções mais altas com conexões mais lentas, visto que o sistema da Netflix fará essa análise durante o processo de codificação do vídeo.
Cerca de 30% dos títulos disponíveis já utilizam essa tecnologia. Até o final de 2016, a expectativa é que todo o catálogo já utilize a nova tecnologia. Com a melhoria, o tamanho dos vídeos vai diminuir. Sendo assim, será menos tráfego de dados na rede. "Queremos ser legais com a internet e não desperdiçar banda. O que conseguimos salvar desta banda em um videogame na casa do usuário poderemos usar em outro dispositivo na mesma casa, que também poderá assistir a outro vídeo da Netflix", afirmou Aaron. Após todo o catálogo de filmes Full HD passar pelo processo, a Netflix irá submeter os filmes em 4K.
Via IGN
Lei que acaba com isenção fiscal de eletrônicos é sancionada

No mês de agosto, a presidente Dilma Rousseff assinou uma medida provisória que colocava fim na isenção fiscal de eletrônicos como smartphones, tablets e notebooks. Para se tornar lei, a medida precisava passar pela Câmara e Senado. O Congresso Nacional aprovou a medida em dezembro. Sendo assim, a lei 13.241, publicada nesta sexta-feira (1) no Diário Oficial da União, diz que os eletrônicos têm que pagar os impostos PIS/Pasep e Cofins quando comercializados pelo varejo, uma taxa de 11,75%.
O fim da isenção já valia desde o mês de dezembro, mas ainda havia alguma esperança, principalmente entre as fabricantes de eletrônicos, de que a medida seria revertida. Os efeitos certamente serão grandes nas vendas de novos aparelhos. Com os impostos, os preços dos produtos fabricados no Brasil podem aumentar de R$ 50 a R$ 500, isso sem contar com a alta do dólar, tendo em vista que muitos dos componentes são importados do exterior.
Para conseguir a isenção fiscal, os eletrônicos deveriam preencher alguns requisitos para serem enquadrados na Lei do Bem. Os smartphones de até R$ 1.500 teriam que ter obrigatoriamente aplicativos desenvolvidos no Brasil. Os tablets deveriam custar até R$ 2.500 com alguns componentes feitos no país. Já os desktops de até R$ 2.000 se encaixavam no benefício, enquanto laptops de até R$ 4.000 também eram beneficiados,
É importante afirmar que a lei sancionada por Dilma não é o fim da Lei do Bem — ela ainda tem 121 artigos em vigência, dos quais três foram alterados. A lei ainda prevê a isenção de imposto para empresas que compram bens de capital e que desenvolvem software e serviços de TI no Brasil.
Com a volta da tributação, os smartphones ficaram ainda mais caros. Visto que eles não terão mais um teto máximo de R$ 1.500, as fabricantes testarão níveis de preço cada vez maiores. Com a crise econômica, o governo quer arrecadar mais impostos e espera arrecadar uma receita adicional de cerca de R$ 7,7 bilhões em 2016.
Via Gizmodo
5 coisas que devem dar lugar às novas tecnologias em nossas vidas até 2020

Enfim, 2016 está aí. E, como você já deve ter cansado de ouvir nesse fim de ano, o futuro já começou — principalmente quando falamos de tecnologia. Basta olhar para trás e ver como tudo mudou radicalmente em pouquíssimo tempo. Em 2010, os tablets ainda eram uma promessa e as redes sociais algo que muita gente ainda lutava para entender o que era. Mas já passamos da metade da década e a realidade é completamente diferente.
Por isso, mais do que ficar resgatando essas memórias do passado, é hora de olhar para frente e pensar no que queremos para os próximos anos. Como você vê o mundo em 2020? Não se trata de um exercício de adivinhação, mas de olhar para aquilo que temos hoje e que pode crescer e mudar a forma como fazemos qualquer atividade, assim como o Facebook, o iPad e o próprio Kickstarter fizeram nos últimos anos.
Para isso, o caminho é matar alguns velhos hábitos para que novos surjam. Assim, para que possamos ter essas pequenas revoluções no cotidiano, é preciso abrir mão de algumas coisas que nos parecem tão naturais e simples. Afinal, você consegue imaginar um mundo sem o controle remoto ou sem aquela papelada do escritório? Pois esses são apenas alguns dos exemplos de coisas que precisamos deixar para trás caso queiramos dar um passo adiante.

O site TechCrunch listou alguns exemplos de tecnologias e outros conceitos que devem desaparecer nos próximos anos para que entremos em 2020 com a inovação que tanto desejamos. Se queremos tanto que o futuro comece, precisamos largar alguns ossos primeiro.
Adeus, papelada
Isso é algo que certamente ninguém vai sentir falta. Sabe aquele monte de documento que a sua empresa armazena em um arquivo com contratos antigos e que volta e meia precisam ser organizados, mas que não servem para nada além de ocupar muito espaço e tomar um tempo absurdo quando você precisa encontrar algo? Isso precisa ser eliminado.
Não há nada mais que represente o passado do que essa papelada. Isso porque ela não é nada prática e não condiz em nada com a agilidade e a simplicidade que a tecnologia como um todo oferece. Seja para encontrar algo ou mesmo enviar para outra pessoa, eles não são nada práticos. Enviar um arquivo para outra pessoa é quase um sofrimento, seja na briga com o scanner ou naquela viagem ao passado com um fax. Quem diabos ainda usa isso hoje em dia?

E a alternativa para isso é mais do que clara: a nuvem. O cloud computing já é uma realidade na vida de muita gente, mas ainda é preciso dar um passo a mais nessa direção, sobretudo dentro do meio empresarial. Não há mais necessidade de aqueles contratos e demais documentos serem impressos na hora de enviar algo a um cliente ou a um fornecedor; basta fazer isso digitalmente para agilizar o processo e cortar alguns custos. É simples, prático e moderno — e o meio ambiente ainda agradece.
É claro que a tecnologia da nuvem ainda precisa melhorar alguns aspectos para que toda essa documentação empresarial seja levada para um ambiente digital, sobretudo em termos de segurança. Contudo, já há uma série de empresas especializadas trabalhando em soluções desse tipo para otimizar todo o processo e fazer com que o papel seja mesmo coisa do passado.
O controle remoto perdido (no tempo)
Quantos controles remotos você tem na sua sala? O da televisão, do receptor da TV a cabo, do home theater, do aparelho de Blu-ray e seja lá mais do que você tem instalado na sua casa. E, mais importante ainda: você sabe onde todos eles estão? Pois a promessa é que entremos na nova década sem essa preocupação boba e totalmente conectados.

E o algoz do bom e velho controle tem um nome que vem se tornando cada vez mais frequente: a Internet das Coisas. Essa ideia de uma casa cada vez mais conectada é algo que já vemos acontecer aos poucos e que vai ganhar ainda mais força nos próximos anos — e a sua sala vai ser o ponto de partida para isso. Já temos algumas investidas para isso dando as caras, desde a nova Apple TV até o Amazon Echo, que executam as mesmas tarefas de um controle remoto, mas a partir de comandos de voz.
Segundo a empresa de pesquisa norte-americana Strategy Analytics, serão mais de 17,6 bilhões de dispositivos conectados até 2020 nessas casas inteligentes. E a razão para isso é mais do que simples; afinal, por que você precisa acumular controles em frente ao seu sofá quando consegue fazer tudo isso a partir da tela de seu smartphone ou apenas conversando com a sua TV ou com o assistente doméstico? É o tipo de coisa futurista que imaginávamos lá atrás, mas que tem tudo para se tornar realidade em poucos anos.
USB pra quê?
Lembra-se quando você pegou um pendrive pela primeira vez e se encantou com o fato de que aquele pequeno acessório poderia armazenar mais documentos do que uma pilha de DVDs? Pois eles também estão fadados a desaparecer. E, neste caso, há dois culpados por este fim prematuro: os dispositivos móveis e, mais uma vez, a computação na nuvem.

Como o TechCrunch aponta, um relatório recente divulgado pela Ericsson indica que 70% da população mundial estará usando um smartphone em 2020 e que a cobertura de dados móveis vai abranger cerca de 90% do globo. Isso significa que o compartilhamento de arquivos vai ser muito maior do que o que vemos hoje e isso vai refletir no modo como utilizamos serviços como Dropbox, OneShare, iCloud e Google Drive.
É claro que essas plataformas já são bastante populares, mas os números mostrados pela Ericsson mostram que a tendência é que o alcance e o uso desses sistemas na nuvem ganhem força nos próximos cinco anos. E, como isso deve refletir em um espaço de armazenamento quase ilimitado, os velhos pendrives não terão mais a mesma utilidade. O lado bom é que você não vai mais precisar perder seu trabalho no bolso de alguma calça.
Qual era mesmo a senha?
Por mais que seja difícil imaginar um mundo sem senhas, as projeções para o futuro mostram que teremos um 2020 com menos coisas para memorizar. Isso pode parecer algo sem sentido, principalmente se formos mesmo utilizar os serviços da nuvem com mais força na próxima década. No entanto, as projeções para os próximos anos é que tenhamos novas técnicas de proteção e acesso de dados muito mais seguras que essas senhas.

O real problemas dessas chaves de acesso que usamos hoje é que elas podem ser dribladas a partir de uma série de técnicas, o que cria a urgência de um modo mais eficiente, e uma das alternativas que já vemos por aí é o uso de leitores biométricos, sobretudo a impressão digital. Vários smartphones já contam com esse sistema de reconhecimento que é mais seguro do que qualquer senha que você possa criar. E a expectativa é que esse escaneamento seja ampliado também para reconhecimento de voz e até identificação facial.
É claro que isso traz uma série de outros problemas e riscos, mas não há como negar que essas técnicas oferecem muito mais confiança do que um conjunto de letras e números que nem sempre são tão difíceis de adivinhar. Assim, essa alternativa pode ir além dos computadores e chegar até a porta da sua casa. Sabe aquelas chaves que você sempre carrega no bolso? Pois elas podem dar adeus e dar lugar a uma fechadura que se abre ao toque do seu dedo.
A promessa das carteiras digitais
Talvez essa seja a projeção feita pelo TechCrunch mais difícil de imaginar, sobretudo quando trazemos isso para a realidade brasileira. Afinal, as carteiras digitais ainda não chegaram por aqui, embora já tenham caído no gosto popular lá fora. Mas esse atraso não quer dizer que as mudanças não estejam a caminho — mesmo que isso signifique que elas possam demorar um pouco mais a aportar por aqui.

E, por mais que o Apple Pay e outras carteiras digitais ainda sejam algo estranho para nós, elas já representam um impacto real dentro da economia norte-americana. Somente entre 2000 e 2012, o país viu uma redução de 57% no uso de cheques. De acordo com um levantamento feito pela First Data, 20% das pessoas com menos de 35 anos que possuem algum tipo de banco online nunca assinaram um talão de cheques, o que mostra que essa forma de pagamento está cada vez mais com os dias contados.
Ao mesmo tempo, essa população mais jovem abraçou muito bem as novas formas oferecidas por dispositivos móveis, sobretudo por conta de sua simplicidade. Por que andar com vários cartões de crédito e dinheiro no bolso quando tudo isso pode estar armazenado em seu smarpthone? Pois a tendência é que, até 2020, esse comportamento ganhe mais força e até mesmo os cartões como conhecemos percam força entre a população.
O TechCrunch vai um pouco além e diz que o futuro vai acabar também com o dinheiro na forma de papel moeda, deixando-o inteiramente virtual a partir dessas transações. No entanto, essa é uma projeção um pouco mais ousada, pois é realmente difícil imaginar algo tão presente em todas as culturas desaparecendo em questão de alguns poucos anos. É claro que teremos uma diminuição na sua circulação e um aumento em outros métodos, mas isso não significa o seu fim — ao menos não por enquanto.
E o que mais?
Esses são apenas alguns exemplos de coisas que estão com os dias contados neste restinho de década — mas não são os únicos. O que mais você gostaria de ver sumir de nossas vidas para dar lugar a algo novo nos braços da tecnologia? Conte nos comentários e lembre-se: 2020 está logo aí e, quando você menos receber, uma nova revolução tecnológica pode ter acontecido em sua vida e você nem se deu conta.
Via: TechCrunch
Novo padrão Wi-Fi oferece maior alcance e menos consumo de energia

A associação Wi-Fi Alliance finalmente aprovou o padrão 802.11ah, apelidado de "HaLow". Dispositivos aprovados irão operar na banda de 900 MHz, que tem o dobro do alcance da norma atual de 2,4 GHz, consome menos energia e proporciona melhor penetração em paredes.
O padrão é visto como uma chave para a Internet das Coisas e dispositivos domésticos conectados, que ainda não despertam tanto o interesse das pessoas. Um dos problemas enfrentados atualmente é que dispositivos com sensores, como portas, lâmpadas e câmeras conectadas precisam ter energia suficiente para enviar dados a longas distâncias para hubs remotos ou roteadores. No entanto, o padrão Wi-Fi atual não oferece muita vantagem no quesito vida útil da bateria e transmissão a longas distâncias.
A Wi-Fi Alliance disse que a HaLow irá adotar alguns princípios dos protocolos já existentes, como a conectividade IP e interoperabilidade. A companhia acrescentou que muitos novos produtos, como roteadores, vão operar nas bandas de 2.4 e 5 GHz. Isso deve abrir as portas para uma série de novos dispositivos habilitados para 900 MHz em um futuro próximo, e não estamos falando apenas de torradeiras inteligentes.
O grupo disse ainda que a nova norma "vai permitir uma variedade de novos casos de baixo consumo de energia em casas e carros inteligentes, bem como na indústria, varejo, agricultura e ambientes de cidades inteligentes".
Via Engadget
Nova tecnologia para carregamento sem fio será apresentada na CES

A startup norte-americana Ossia anunciou nesta terça-feira (22) que fechou uma parceria com a operadora de telecomunicações japonesa KDDI para a entrega de sua tecnologia de carregamento sem fio que Cota.
Diferente de outras tecnologias atuais de carga por indução, o sistema desenvolvido pela Ossia é completamente remoto, o que significa que qualquer dispositivo pode ser carregado sem nenhum tipo de acessório, como uma base de carga.
Para distrubuir a energia elétrica, a tecnologia Cota utiliza um hub parecido com um roteador Wi-Fi, que carrega dispositivos como smartphones, tablets, controles remotos e outros sistemas à distância. De acordo com a empresa, a antena do sistema é capaz de identificar automaticamente quais os dispositivos no ambiente que precisam de carga, e distribui a energia diretamente para os gadgets em um raio de até 10 metros - mesmo através de obstáculos, como paredes.
A KDDI já havia apostado na tecnologia da Ossia e se tornou um dos primeiros investidores da empresa norte-americana, através do seu fundo de inovação. Agora, com o anuncio da parceria de distribuição, a expectativa é que a tecnologia da Ossia tenha acesso a base de 40 milhões de clientes da japonesa.
A parceria entre as empresas também rendeu alguns novos produtos que prometem "revolucionar o carregamento sem fio" e que serão demonstrados pela Ossia durante a CES 2016, um dos principais eventos anuais do calendário de tecnologia que acontece na primeira semana de janeiro, em Las Vegas.
Um dos grandes potenciais de aplicação para a tecnolgia de carregamento sem fio remoto da Ossia é para a tendência da Internet das Coisas (IoT). Com a necessidade de manter milhões de dispositivos interconectados o tempo todo, uma forma eficiente de distribuir energia elétrica para esses gadgets é uma questão central para o avanço da IoT.
"A capacidade de transmitir dados sem fio foi o primeiro passo na revolução móvel. Libertar as pessoas da dependência dos carregadores de dispositivos móveis é o próximo passo", comentou o fundador e CEO da Ossia, Hatem Zeine, em um comunicado.
Sistema criado pela Coreia do Norte é tão controlador quanto o governo do país

A Coreia do Norte, república socialista localizada no leste asiático, não permite que seus cidadãos acessem a internet livremente, como nós aqui no Brasil. O país possui um sistema de intranet que garante o acesso a mídias estatais e alguns sites e serviços aprovados pelo governo. A chegada do Red Star OS deu um controle ainda maior do que é acessado pelos usuários norte-coreanos. Agora, pesquisadores alemães analisaram mais a fundo a versão mais recente do sistema operacional, que é ainda mais restrito e controlador do que se imaginava.
Refletindo o sistema político local, o Red Star OS é bastante autoritário, mesmo sendo baseado em Linux (um sistema open source), impedindo personalizações e modificações em seus arquivos de sistema. Caso alguém tente alterar algum desses arquivos, ou até mesmo desabilitar o anti vírus ou o firewall, o sistema reiniciará automaticamente o computador. E nenhuma ação passa longe dos olhos do governo norte-coreano, que não mede esforços para detectar e penalizar quem ousar desobedecer suas diretrizes.
Apesar do sistema ser estável e seguro, Florian Grunow e Niklaus Schiess, da empresa de segurança em TI ERNW GmbH, acreditam que o SO mantém os habitantes do país ainda mais isolados do restante do planeta, além de ferir a liberdade individual dos usuários. “A Coreia do Norte abusa os princípios do software livre oferecendo um sistema operacional que suprime o discurso livre. Portanto, achamos necessário divulgar essa informação ao público e apresentar soluções para contornar as limitações introduzidas no país”, diz o documento que pode ser acessado aqui.
O estudo teve como principal objetivo investigar funcionalidades que possam ser usadas para invadir a privacidade do usuário, e encontrou recursos de monitoramento surpreendentes, como a capacidade do sistema de marcar diferentes tipos de arquivos para monitorar sua distribuição, recurso considerado importante para controlar a pirataria de filmes, músicas e textos estrangeiros que são considerados ilegais por lá.

A dupla de especialistas contou que o Red Star OS não é somente uma cópia restrita dos sistemas ocidentais, mas sim “um sistema operacional completo onde eles controlam a maior parte do código”. No entanto, a maior parte dos equipamentos da Coreia do Norte ainda utiliza o Windows XP, segundo pessoas que visitaram recentemente o país.
Pode parecer absurdo, mas esse não é o único país a possuir um sistema operacional próprio. Cuba, por exemplo, possui o Nacional Nova, enquanto a China e a Rússia ainda tentam construir os seus. Na Coreia do Norte, a maioria da população acessa a internet em locais públicos e monitorados pelas autoridades, como bibliotecas, que oferecem materiais educacionais, artigos científicos e propagandas do governo.
Conheça mais sobre o Red Star OS (ative as legendas, se necessário):
Fonte: Reuters
Malware do Boleto, DDoS e mais: o cenário da segurança da informação em 2015

Já comentei mais de uma vez sobre um intrigante dado da edição 2015 do Internet Security Threat Report (ISTR), estudo anual produzido pela Symantec: a cada novo dia, quase um milhão de malwares é criado no mundo. Esse universo tão grande e estruturado dificulta a tarefa à qual me proponho agora, a de fazer um balanço das principais ocorrências no cenário de segurança da informação ao longo deste ano no Brasil.
Produzi, então, uma lista não necessariamente com as maiores ocorrências, mas as mais diversas e complexas.
Malware do Boleto
Um dos modelos que mais me chamou a atenção foi um golpe nascido em 2014, mas que ganhou corpo nos últimos 12 meses: um malware que intercepta e frauda boletos bancários enviados por e-mail ou baixados da internet. Ele não mexe em nenhuma informação do documento – valores e nome de beneficiário permanecem –, exceto, claro, a conta beneficiada pelo pagamento. Os ataques são perpetrados por meio de técnicas como Man-in-the-browser, Browser Helper Objects (BHOs) maliciosos, extensões maliciosas do Chrome e manipulações de Document Object Model (DOM) no Internet Explorer. O vírus se instala na máquina via phishing, o usuário é convidado a clicar em um link, seja para participar de uma promoção convidativa, seja para ter acesso a alguma informação que interesse a ele, e fica em estado de espera até que um boleto seja exibido na tela do computador. Há alguns que varrem os arquivos do computador e alteram os que já estão na máquina. Vimos mais ocorrências do tipo porque, no Brasil, existe uma cultura muito forte de se utilizar antivírus gratuitos, que muitas vezes não possuem um banco de dados suficientemente completo para garantir a detecção e remoção de códigos maliciosos deste tipo.
Malvertising, a publicidade que não vende
Outro ataque que chamou a atenção foi o malvertising, um anúncio publicitário online fraudulento usado para espalhar malware. Em um ataque criado especificamente para o Brasil, ao clicar no banner, que poderia ser encontrado em sites populares, como MSN, UOL e Globo, o usuário era redirecionado a um site que infectava seu computador. Uma investigação realizada pela Symantec identificou quase 150 mil ataques por dia de um mesmo invasor, localizado na Califórnia (Estados Unidos).
Vai um DDoS aí, chefe?
Também houve ocorrências significativas de ataques do tipo de negação de serviço (Distributed Denial of Service, ou DDoS), quando milhares de máquinas acessam um mesmo site com o objetivo de sobrecarregar o servidor e tornar o tráfego lento ou, até mesmo, tirar o endereço do ar. Esse tipo de ataque se torna cada vez mais recorrente graças a uma profissionalização de grupos cibercriminosos, que os vendem no modelo "como serviço". Notamos uma maior predileção, no Brasil, para ataques voltados ao sistema financeiro, causando lentidão no serviço de internet banking. Normalmente, os atacantes pedem um "resgate" para devolver o ambiente à normalidade, mecânica muito utilizada também no Ransomware.
Ransomware, cada dia mais popular
Impossível comentar o cenário de segurança da informação brasileiro em 2015 sem falar do Ramsonware, ou sequestro de dispositivos ou informações. O golpe consiste em invadir um dispositivo, principalmente computares, e dominá-lo. O usuário só recebe o controle de seu aparelho ou o acesso a seus dados se pagar um resgate. O documento "Evolução do Ransomware” publicado pela Symantec em agosto de 2015 revela que, entre 2013 e 2014, houve um aumento de 250% em novas famílias de crypto ransomware (aquele que utiliza criptografia para sequestrar os dados) no cenário de ameaças. Outubro de 2015 foi o mês mais movimentado em termos de ocorrências do tipo: 44 mil registros, 5 mil a mais do que em setembro. Vale reforçar que os Ransomwares são focados em empresas de pequeno e médio porte, que normalmente não possuem uma estratégia de segurança da informação formal, baseada em antivírus, firewalls e backup atualizado. Mais de 60% dos ataques visam a esses alvos.
Esses são os temas que mais me chamaram a atenção no ano. E para você, quais foram?





