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30 Oct 13:54

Git :: Configurando o Bash do usuário para mostrar a Branch atual do projeto

by noreply@blogger.com (Matheus Fidelis)


Fala galera, tudo bem?
Mais uma vez aqui fazendo um post na correria por conta do tempo apertado por conta do trabalho e uns projetos pessoais, mas pra não deixar passar em branco vou dar uma dica bem bacana pra quem trabalha ou usa o Git para coisas recreativas.

Quem mandou essa dica foi meu amigo Rafael, que trabalha comigo, gente boa pra caramba e manja muito de Git. Ele mandou o link lá do blog do Glauco Custodio, uma dica inicialmente pra quem trabalha em projetos que utiliza várias branches, e uma vez ou outra faz algum tipo de confusão e desenvolve uma nova feature ou commita algo em uma branch errada e acaba atrasando ou perdendo todo o trabalho. Coisas feias acontecem as vezes. Nós iremos customizas a bash do nosso usuário para ler o arquivo .git de dentro do repositórios e nos mostrar em qual branch estamos desenvolvendo, onde vai ficar basicamente assim:


Basta editar o .bashrc ou o .bash_profile dentro da pasta home do usuário, e alterar o PS1, pattern responsável pela customização do template do bash do usuário, e adicionar a seguinte linha:

 # vim ~/.bashrc # Ou...  
# vim ~/.bash_profile
 export PS1='\u@\h\[\033[01;34m\] \w\[\033[0;32m\]$(__git_ps1 " (%s)")\[\033[01;34m\]$\[\033[00m\] '  

Agora é só reiniciar a sessão, ou dar um source no arquivo de configuração que você modificou
 # source ~/.bashrc # Ou  
# source ~/bash_profile


Espero ter ajudado :)
08 Oct 18:50

Robomongo :: Um cliente muito poderoso para MongoDB

by noreply@blogger.com (Matheus Fidelis)



O Robomongo é um client de consulta bem bacana e performático para bancos não relacionais de alta performance MongoDB. Ele possibilita configurar várias conexões e realiza as consultas de forme bem simples e intuitiva, possibilitando até mesmo vários modos de visualização e exportação das querys construídas no console pra te auxiliar no desenvolvimento das suas aplicações.

Site do projeto: https://robomongo.org/

Download do projeto:

Faça o Download do software para a sua plataforma no link de Download do site do projeto. Baixando o mesmo vamos descompactar e mover o mesmo para a pasta /opt do sistema.

Link de Download: https://robomongo.org/download

 # wget https://download.robomongo.org/0.9.0-rc9/linux/robomongo-0.9.0-rc9-linux-x86_64-0bb5668.tar.gz  
# tar xvf robomongo-0.9.0-rc9-linux-x86_64-0bb5668.tar.gz
# mv robomongo-0.9.0-rc9-linux-x86_64-0bb5668/ robomongo ; mv robomongo /opt/
# cd robomongo/bin/
# ./robomongo


:)


04 Oct 01:23

Docker e Jenkins para build de aplicações

by Cristhian Bicca

Olá pessoal,

Hoje queremos demonstrar para vocês como podemos utilizar Docker e Jenkins para o build de aplicações de forma rápida e fácil, primeiro vamos entender como é o ambiente de diversas empresas de TI hoje e você que estiver lendo este post possivelmente estará se identificando com isso.

Hoje diversas empresas utilizam a ferramenta Jenkins para build e deploy de aplicações, muitas vezes (Se não forem todas) essa maquina de Jenkins é compartilhada entre diversos times, Java, PHP, Python, Rails e NodeJS acabam utilizando. O que deixa essa máquina com ferramentas desnecessárias para as equipes, sobrecarregando o sistema e qualquer problema acaba parando todas as equipes.

Porém existem alguns casos mais organizados que a maquina onde irá ocorrer o build será uma máquina para cada equipe, o que torna o processo um pouco melhor, porém sempre que sair uma nova versões de softwares alguém precisa ficar atualizando essa máquina, o que pode acabar por muitas vezes impactando em prazos do projeto.

Então existe o que acreditamos que seja a melhor solução que seria a utilização de containers para o build de suas aplicações. mas porque usar containers?

  • Só dependências para aquela aplicação
  • Fácil manutenção
  • Ambiente de produção e local iguais.
  • Escabilidade

Então visto o porque que devemos utilizar containers para realizar o build, vamos mostrar como podemos utilizar essas duas ferramentas em sincronia.

Primeiramente vamos até as configurações do nosso repositório e clicar em “WebHooks & Services:4

Vamos até “Add Service” e adicionar o “Jenkins (Github Plugin)”
5
Agora em nosso servidor com Docker instalado, vamos iniciar o container que terá o Jenkins Master instalado.

############# SERVIDOR1 #################
docker run -p 8080:8080 -p 50000:50000 -d jenkins

Iniciado, agora vamos até o nosso browser e digitar http://ipserver:8080 e vamos fazer a configuração base do Jenkins.

1

Para pegar a senha você irá executar

docker exec idcontainer cat /var/jenkins_home/secrets/initialAdminPassword

Na pŕoxima página você pode escolher a opção de usar os plugins recomendados, então depois irá pedir para você criar um usuário.

2

Feito isso agora estamos na página inicial do jenkins.

3

Esse será nosso servidor de Jenkins Master que sera o responsável por avisar e mandar rodar alguns comandos no nosso servidor onde estará o Docker. Para isso, vamos acessar o servidor 2 e realizar a instalação do Jenkins:

############# SERVIDOR2 #################
sudo wget -O /etc/yum.repos.d/jenkins.repo http://pkg.jenkins-ci.org/redhat/jenkins.repo
sudo rpm --import https://jenkins-ci.org/redhat/jenkins-ci.org.key
sudo yum install jenkins -y
sudo yum install java -y 
sudo service jenkins start/stop/restart
sudo chkconfig jenkins on
firewall-cmd --zone=public --add-port=8080/tcp --permanent
firewall-cmd --zone=public --add-service=http --permanent
firewall-cmd --reload
sudo yum install java-1.7.0-openjdk -y

Após realizar a instalação do servidor2, vamos até o nosso servidor de Jenkins Master e adicionar o outro nó nele, colocando o IP e a forma pela qual o agente fosse instalado: Para isso você deve ir até “Gerenciar Jenkins” >> “Gerenciar nós”

6

Após isso você irá clicar em novo nó, colocar o ip desse novo servidor e clicar na opção de “Permanent” e OK. Após isso irá aparecer algo parecido com a tela abaixo então, você tera que fazer download do slave.jar, ir até o outro servidor e executar o comando do java que é mostrado na imagem abaixo, porem com as suas configurações.

7

Feito isso, vamos até a tela da esquerda na opção de configurações e configurar parecido com a imagem abaixo: A parte mais importante dessa tela é a configuração do “rótulo” que é o apelido que vamos dar a esse servidor, e também o “uso” que estamos dizendo que vamos executar esse servidor apenas como jobs.

8

Agora vamos até a página inicial do nosso jenkins e então criar o nosso build. Vamos até “Novo Build”

9

Após selecionar “Novo Build” vamos até a opção de configuração:

10

Vamos colocar o nome do nosso servidor de slave na opção de “Restringe onde este projeto pode ser executado”

11

Abaixo vamos colocar o nosso caminho do “GitHub” e também de qual branch irá baixar o código.

12

Vamos marcar  a opção de “Build when a change is pushed to github” e também a opção de quanto em quanto tempo vamos ir consultar o nosso “SCM”.

14

Em nosso ultimo passo, vamos colocar os comandos que iremos executar em nosso servidor. Vamos criar uma imagem a partir do Dockerfile que está em nosso GitHub e após isso vamos iniciar o container com essa imagem.

15

Então por hoje era isso pessoal, espero que tenham gostado do post e gostaríamos que vocês interagissem através de comentários propondo novos posts e arquiteturas que vocês gostariam que a gente fizesse com Docker. Em breve teremos mais posts nesse estilo.

Obrigado!

Referências: https://www.docker.com/sites/default/files/RA_CI%20with%20Docker_08.25.2015.pdf

: https://jenkins.io/solutions/docker/

: https://wiki.jenkins-ci.org/display/JENKINS/Installing+Jenkins

04 Oct 01:22

Docker Service

by Cristiano Diedrich

Oi Pessoal,

Hoje queremos trazer em detalhes para vocês uma das features implementadas no Docker 1.12 (que foi lançado no último dia 29), e que já mencionamos aqui, que é o Docker Service. Para quem ainda não leu o nosso post sobre as novidades do Docker 1.12, o Docker Service é uma feature que foi incorporada pela engine Docker em sua última versão e que permite ao administrador criar e administrar sua stack de serviço dentro de um cluster Swarm, sem precisar utilizar uma segunda ferramenta para isso. Ela é parte integrante de uma série de melhorias que permitiram ao Docker 1.12 ter a camada de orquestração nativa em sua engine.

Mas afinal, como isso me ajuda? Bem, nas versões anteriores do Docker, para você ter algum tipo de orquestração você teria que utilizar uma série de ferramentas, como por exemplo: Docker Swarm, Docker Compose isso sem falar, que, se você quisesse provisionar isso em larga escala mesmo, o recomendado era utilizar Kubernetes, Mesos ou alguma outra forma de orquestração mais adequada. Agora está tudo dentro da própria engine do Docker, o que permite você ter maior controle sob o que está utilizando, e claro, permite você manipular esse ambiente de forma mais simples.

Para serviço especificamente, foi adicionado o sub-comando: docker service, e dentro dele alguns itens, veja:

  1. docker service create: Possibilita a criação de sua stack de serviço, é ele o que você mais vai ver hoje ;)
  2. docker service inspect: Verifica as informações sobre seu serviço e retorna informações sobre parametro utilizados para inicialização do mesmo, imagem utilizada, etc.
  3. docker service ls: Lista todos os serviços que você tem criado, e lhe retorna informações sobre nome, quantidade de replicas, etc.
  4. docker service rm: Remove o serviço desejado do cluster
  5. docker service ps: 2° comando mais útil, retorna para você o status de cada container que atende um serviço, é muito parecido com o docker ps, com a diferença de lhe trazer apenas informações sobre os container que fazem parte de um serviço criado, você pode ainda utilizar filtros para ter um retorno mais simplificado.
  6. docker service scale: Com o scale é possível realizar o escalonamento de seu serviço, é possível você aumentar a quantidade de containers que atenderão o seu serviço.
  7. docker service update: Comando que lhe permite realizar modificações no serviço criado, através dele é possível modificar informações sobre quantidade de memória, cpu, dentre muitas outras coisas em seu serviço.

Tudo certo com a teoria? Então vamos a prática :), nosso problema: Queremos criar uma stack para nosso ElasticSearch, nosso objetivo é escalar esse ambiente quantas vezes eu quiser e atualiza-lo de forma consistente.

Primeiro temos que criar nosso service:

docker service create --replicas 1 --update-delay 10s --update-parallelism 1 --name elasticsearch elasticsearch

O que isso quer dizer? Vamos lá:

  • Replicas – Número de containers que eu quero criar nesse momento, deve ser no mínimo um (por motivos óbvios);
  • Update-delay – Quando for realizado uma procedimento de atualização do ambiente, qual será a cadência de atualização dos containers.
  • Update-parallelism – Quantidade de containers que desejamos atualizar por vez
  • Name – Nome do serviço e por último a imagem que vamos utilizar para esse serviço.

O retorno do comando será algo parecido com isso:

docker-service1

Certo, meu serviço está criado, como escalono ele agora? Fácil, olha o print 🙂

docker-service2

Note que para escalar, basta executar o comando: docker service scale $(seu-servico)=numero. Agora vamos atualizar o nosso ambiente, certo? Muito fácil, basta executar o comando: docker service update, com ele é possível modificar diversos atributos do serviço, como por exemplo: Portas publicadas, limites de recursos, número de replicas, imagem, politica de escalonamento, etc.

Em nosso exemplo vamos atualizar a imagem que nosso serviço utiliza, veja que quando criamos, a imagem utilizada era a elasticsearch:latest, agora queremos testar a última versão do elasticsearch, que está em alpha (no dia da criação desse post) que é a 5.0, para isso basta executar: docker service update –image elasticsearch:5.0 elasticsearch, veja o que aconteceu:

docker-service3

Veja que nosso serviço não foi atualizado de uma vez só, esse processo foi sendo realizado conforme os containers iam sendo atualizados, isso devido a nossa politica de update que definimos na criação do serviço. Com o update você pode realizar diversas ações, veja mais em: docker service update –help, ele lhe mostrará todas as opções disponíveis.

Como removemos um serviço? Bem, você já deve ter imaginado como: docker service rm nome_do_servico.

Ahh, você se lembra que falamos aqui que no Docker 1.12 era possível criar um serviço distribuído dentro Swarm e acessá-lo de qualquer lugar? Pois bem, quando você criar um serviço você pode especificar qual será a porta publica dele, no exemplo acima não utilizamos isso, mas você pode definir (através do parâmetro -p) que a porta 8080 seja a porta de seu serviço, com isso todo o trafego enviado para a porta 8080 nos ips de seus nós do cluster de Swarm será redirecionado para os containers que atendam esse serviço. Lembrando que para você criar um serviço distribuído é necessário ter um cluster de Swarm ativo.

Gostaram do post? Deixe seu feedback e novamente, nos ajudem divulgando o blog.

Grande abraço!

 

04 Oct 01:22

Troubleshooting e dicas de Docker

by Cristhian Bicca

Olá pessoal,

Já faz mais de 1 ano que criamos esse blog e hoje resolvemos fazer um post referente a como solucionar algumas dificuldades e problemas que tivemos no começo, visto que trabalhamos a mais de 2 anos já com Docker, tivemos muitos problemas que queremos demonstrar para vocês.

Instalando a versão mais recente

A maioria das pessoas que acabam por usar Ubuntu, Centos, RedHat ou qualquer outra distribuição utiliza seus próprios comandos para realizar a instalação do Docker, com yum ou apt-get. Mas a forma de utilizar as versões mais recentes são essas:

Versão oficial para se utilizar em produção:

curl -sSL https://get.docker.com/ | sh

Versão que se encontra ainda em fase de testes:

curl -fsSL https://test.docker.com/ | sh

Versão alpha que está em constante desenvolvimento:

curl -fsSL https://experimental.docker.com/ | sh

 Como remover todos os containers parados:

docker rm $(docker ps -a -q)

 Sincronizar o relógio do host com o container:

Isso é um dos principais problemas que as pessoas acabam encontrando as vezes.

Para Centos (Na hora de criar o container mapeia o diretório do host com o do container)

docker run -v /etc/localtime:/etc/localtime:ro centos date

Para Ubuntu (Na hora da criar o container passa como variável o timezone(tz)

docker run -e "TZ=America/Salvador" ubuntu date

 Comunicação entre containers:

Por padrão no Docker a comunicação entre os containers na mesma rede é liberado através de IP interno. Mas caso você queira que os containers não se comuniquem diretamente basta mudar na hora da criação da rede colocar icc=false.

docker network create -o com.docker.network.bridge.enable_icc=false rede_isolada

Montando volumes com services:

Quando criamos um container simples com docker run, existe a opção do -v onde podemos passar como parâmetro o nosso volume, porém com a implementação do services no Docker 1.12 ficou um pouco mais complicado na hora de passar um volume para o serviço:

Como você pode ver na opção “type” temos o “bind” que seria um diretório em nosso host:

docker service create --mount type=bind,source=/diretoriohost,target=/diretoriocontainer imagem

E também temos a opção volume que é passado o volume que é criado com “docker volume create…..

docker service create --mount type=volume,source=meuvolume,target=/diretoriocontainer imagem

 Docker commit e volume:

O comando “docker commit” gera uma imagem do nosso container, porém ele NÃO vai armazenar os dados do volume que estão atrelados a aquele container. Então o docker commit não irá servir de backup para os seus dados que estão no volume.

Não rode containers com –privileged

Com a opção de –privileged o container consegue facilmente acessar diversas áreas do seu host na qual podem ser cruciais caso alguém ache alguma brecha de segurança em sua aplicação.

Um processo para cada container.

Não instale pacotes desnecessários em seus containers, se você quer ter um container para apache, só instale o apache nele. Quer ter o PHP também? então suba outro container.

Cuidado com as regras de IPTABLES

Como o Docker trabalha com toda a sua parte de redes através de iptables, é bem provável que se você fizer alguma manutenção em seu firewall e editar alguma regra errada, toda a sua estrutura de Docker pode parar de funcionar por algum problema.

Coloque o diretório do docker em outro disco:

O docker utiliza o caminho “/var/lib/docker” para colocar todos os seus arquivos de instalação e também toda a sua estrutura de containers, volumes e mais outros recursos que ele utiliza. Então não deixe esse diretório no mesmo disco do seu SO.

Gostaram do post? Deixe seu feedback e novamente, nos ajudem divulgando o blog.

Grande abraço!

12 Sep 17:54

Novidade: Adicione imagens a perguntas e respostas no Google Formulários

by Henrique Augusto

forms

O Google Formulários facilita a criação, distribuição e análise de pesquisas e questionários. Visando melhorar ainda mais a sua interação e efetividade, agora é possível inserir imagens em perguntas de opinião, adicionar imagens como opções de múltipla escolha ou como opções de caixa de seleção no aplicativo do Formulários para web.

Por exemplo, um designer gráfico pode enviar um formulário para a diretoria escolher qual consideram o melhor logo ou como reagem a uma determinada imagem.

forms 1

forms 2

Ou até mesmo um fotógrafo pode enviar uma foto e saber a opinião de críticos ou de amigos.

forms 3

forms 5

O que achou da nova funcionalidade? Não deixe de assinar nossa newsletter para ficar sempre por dentro das novidades Google Apps.

O post Novidade: Adicione imagens a perguntas e respostas no Google Formulários apareceu primeiro em Qi Network - Especialista Google Apps for Work & Google for Education.

09 Sep 20:55

Mundo Docker: Troubleshooting e dicas de Docker

Olá pessoal,

Já faz mais de 1 ano que criamos esse blog e hoje resolvemos fazer um post referente a como solucionar algumas dificuldades e problemas que tivemos no começo, visto que trabalhamos a mais de 2 anos já com Docker, tivemos muitos problemas que queremos demonstrar para vocês.

Instalando a versão mais recente

A maioria das pessoas que acabam por usar Ubuntu, Centos, RedHat ou qualquer outra distribuição utiliza seus próprios comandos para realizar a instalação do Docker, com yum ou apt-get. Mas a forma de utilizar as versões mais recentes são essas:

Versão oficial para se utilizar em produção:

curl -sSL https://get.docker.com/ | sh

Versão que se encontra ainda em fase de testes:

curl -fsSL https://test.docker.com/ | sh

Versão alpha que está em constante desenvolvimento:

curl -fsSL https://experimental.docker.com/ | sh

 Como remover todos os containers parados:

docker rm $(docker ps -a -q)

 Sincronizar o relógio do host com o container:

Isso é um dos principais problemas que as pessoas acabam encontrando as vezes.

Para Centos (Na hora de criar o container mapeia o diretório do host com o do container)

docker run -v /etc/localtime:/etc/localtime:ro centos date

Para Ubuntu (Na hora da criar o container passa como variável o timezone(tz)

docker run -e "TZ=America/Salvador" ubuntu date

 Comunicação entre containers:

Por padrão no Docker a comunicação entre os containers na mesma rede é liberado através de IP interno. Mas caso você queira que os containers não se comuniquem diretamente basta mudar na hora da criação da rede colocar icc=false.

docker network create -o com.docker.network.bridge.enable_icc=false rede_isolada

Montando volumes com services:

Quando criamos um container simples com docker run, existe a opção do -v onde podemos passar como parâmetro o nosso volume, porém com a implementação do services no Docker 1.12 ficou um pouco mais complicado na hora de passar um volume para o serviço:

Como você pode ver na opção “type” temos o “bind” que seria um diretório em nosso host:

docker service create --mount type=bind,source=/diretoriohost,target=/diretoriocontainer imagem

E também temos a opção volume que é passado o volume que é criado com “docker volume create…..

docker service create --mount type=volume,source=meuvolume,target=/diretoriocontainer imagem

 Docker commit e volume:

O comando “docker commit” gera uma imagem do nosso container, porém ele NÃO vai armazenar os dados do volume que estão atrelados a aquele container. Então o docker commit não irá servir de backup para os seus dados que estão no volume.

Não rode containers com –privileged

Com a opção de –privileged o container consegue facilmente acessar diversas áreas do seu host na qual podem ser cruciais caso alguém ache alguma brecha de segurança em sua aplicação.

Um processo para cada container.

Não instale pacotes desnecessários em seus containers, se você quer ter um container para apache, só instale o apache nele. Quer ter o PHP também? então suba outro container.

Cuidado com as regras de IPTABLES

Como o Docker trabalha com toda a sua parte de redes através de iptables, é bem provável que se você fizer alguma manutenção em seu firewall e editar alguma regra errada, toda a sua estrutura de Docker pode parar de funcionar por algum problema.

Coloque o diretório do docker em outro disco:

O docker utiliza o caminho “/var/lib/docker” para colocar todos os seus arquivos de instalação e também toda a sua estrutura de containers, volumes e mais outros recursos que ele utiliza. Então não deixe esse diretório no mesmo disco do seu SO.

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Grande abraço!

22 Aug 19:14

Nasa planeja privatizar estação espacial

by Rafaela Pozzebon

Nesta sexta-feira (19), dois astronautas da Nasa deixaram a Estação Espacial Internacional para realizar uma caminhada espacial de mais de 6 horas. O objetivo é instalar uma vaga de acoplagem para futuros táxis espaciais comerciais e, com isso, acabaria com a dependência norte-americana da Rússia.

Nasa está preparando Estação Espacial Internacional para receber voos comerciais.
Nasa está preparando Estação Espacial Internacional para receber taxis comerciais.   

Jeff Williams, comandante da estação, juntamente com a engenheira de voo, Kate Rubins, flutuou ao redor da câmera de vácuo da estrutura por volta das 9h 15 (Horário de Brasília) e seguiram para a vaga de acoplagem que é usada pelos aposentados ônibus espaciais da Nasa.

Continue a leitura...

19 Aug 12:56

PowerShell da Microsoft agora é open source e disponível no Linux

by Augusto Campos

Não bastou colocar o Bash no Windows 10: agora a shell da Microsoft também é open source, e disponível para rodar no Linux.

O anúncio de hoje informa que a PowerShell agora é open source, e está disponível (ainda em versões iniciais) para Ubuntu, CentOS e Red Hat, e também para Mac OS X.

Segundo o Github do projeto, a licença é a MIT, que é livre e open source. Mais detalhes (incluindo um histórico) no link a seguir. (via azure.microsoft.com - “PowerShell is open sourced and is available on Linux | Blog | Microsoft Azure”)

O artigo "PowerShell da Microsoft agora é open source e disponível no Linux" foi originalmente publicado no site BR-Linux.org, de Augusto Campos.

18 Aug 20:14

Onion Omega2: plaquinha de US$5 é um servidor Linux com WiFi nativo

by Augusto Campos

A Onion Omega2 é um servidor Linux com Bash, Apache e tudo o mais, com WiFi incorporado, 64MB de RAM, 16MB de armazenamento local e WiFi B/G/N, feito sob medida para desenvolvimento de aplicações da IoT: compatibilidade com Arduino, incluindo 15 pinos de GPIO (2 com PWM), duas UARTs, mais suporte a I2C e SPI.

A plaquinha está no Kickstarter, onde já arrecadou bem mais do que o valor estipulado para a campanha, e tem previsão de envio para novembro deste ano. Os proponentes já lançaram outra placa anteriormente via Kickstarter, com sucesso, o que ajuda a explicar os mais de 8000 financiadores da Omega2. Sou um deles.

Atualização: escrevi um pouco mais sobre a Onion Omega2 no BR-Arduino.

O link abaixo tem bem mais detalhes, imagens, acessórios, comentários sobre o software, a aplicabilidade pretendida e mais. (via www.kickstarter.com - “Omega2: $5 Linux Computer with Wi-Fi, Made for IoT by Onion — Kickstarter”)

O artigo "Onion Omega2: plaquinha de US$5 é um servidor Linux com WiFi nativo" foi originalmente publicado no site BR-Linux.org, de Augusto Campos.

14 Aug 12:43

Rambox – ferramenta open source que reúne mais de 30 serviços de mensagens em um único local

by Ricardo Ferreira

Com a possibilidade de gerenciar mais de 30 serviços de mensagens em único local, o Rambox é uma nova forma de organizar e centralizar serviços de comunicações, tais como: Gmail, Whatsapp, Hangout, Voxer, Skype e outros. Além disso, permite adicionar e gerencias serviços de mensagens em único local. É perfeito para pessoas que precisam estar conectadas em muitos desse serviços simultaneamente. Ele é gratuito e open source; e está disponível para Linux, Windows e Mac.

Rambox

Similar ao Franz, ferramenta que reúne 23 serviços de mensagens em único local, o Rambox vem para se tornar uma ferramenta mais completa. Pois, além de ser open source, tem foco na segurança e privacidade dos dados.

Rambox

É distribuído sob a licença MIT e seu código fonte está disponível no GitHub. Além disso, é possível adicionar mais serviços manualmente, conforme instruções da wiki do projeto.

Suas principais características são:

  • Sincronização das configurações da ferramenta entre diversos computadores;
  • Notificações;
  • Adição de serviços de mensagens que não estão na lista dos 33 serviços padrões;
  • Personalização do dashboard da aplicação;
  • E mais…

Privacidade e Segurança

Nenhuma informação pessoal será guardada!

Sessões irão persistir usando o atributo partition:persist para Webviews. Assim, cada vez que for iniciado o Rambox, as sessões dos usuários irão manter-se ativas até que seja removido o serviço.

O recurso de sincronização usado é o Auth0 for Single Sign On (SSo) & Token Based com a integração com Firebase para armazenar os serviços que o usuário está usando.

Além disso, o código-fonte é aberto; você poderá consultá-lo quantos vezes for preciso 😉

Instalação

Download aqui.

Depois, extraia o arquivo zip disponível para download:

unzip Rambox-linux-x64.zip

Acesse o conteúdo da pasta descompactada:

cd Rambox-linux-x64

Dê permissões de execução para o arquivo ‘Rambox':

chmod +x Rambox

Por fim, execute o arquivo ‘Rambox’ para iniciar a aplicação 😉

./Rambox

Via | MuyLinux.com

O post Rambox – ferramenta open source que reúne mais de 30 serviços de mensagens em um único local apareceu primeiro em Linux Descomplicado.

12 Aug 19:56

Melhor lápide BR

by ninja negro

marquin

Preferia estar pescando mas já que não tem jeito, né…

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12 Aug 18:47

Protegendo as partes baixas

by ninja negro

ue

Hum……….

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11 Aug 22:53

D-Link apresenta o DIR-895L, o novo roteador mais rápido da América Latina

A D-Link realizou ontem o lançamento oficial do Ultra Wi-Fi AC 5300 DIR-895L, segundo modelo da sua série Ultra de roteadores e, segundo a empresa, o mais rápido disponível em toda a América Latina. O aparelho tri-band oferece até 5.300 Mbps (1.000 em 2,4GHz e 4.334 em 5GHz) e consegue conectar até 50 dispositivos diferentes em grandes distâncias, sendo recomendado para espaços maiores do que 200m². O DIR-895L incorpora também as seguintes tecnologias: - Quad-Stream 4x4 1024QAM: modulação de frequências para transporte de dados digitais na rede Wi-Fi que tem capacidade 4 vezes maior do que modulações usadas em sistemas de televisão digital. - MU-MIMO: tecnologia que possibilita a transmissão simultânea (no mesmo tempo espacial) de todos os streams da rede Wireless. Em outras palavras, todos os clientes conectados ao DIR-895L falam com ele exatamente ao mesmo tempo, não havendo disputa pelo meio físico. - Advanced AC Beamforming: aumenta e concentra a força do sinal Wi-Fi na direção dos clientes conectados, ampliando a performance e throughput. - Smart Connect: atribui automaticamente os usuários para uma das três bandas Wi-Fi que estiver melhor disponível usando um único nome de identificação para a rede Wireless.  - QoS avançado: prioriza a comunicação de aplicações e dispositivos conforme configurações do usuário - Processador ARM® Cortex A9 Dual Core 1.4GHz O roteador D-Link DIR-895L já está disponível no mercado pelo preço sugerido de R$...
02 Aug 19:17

Hyperflex: entenda a tecnologia que deixa os servidores mais flexíveis

by Fernanda

Hiperconvergência. Essa palavra faz toda a diferença nas estruturas mais modernas de servidores e de datacenters. E com a tecnologia Hyper Flex da Cisco, o caminho para isso é mais que suave…

Mas… talvez, para você ter uma ideia mais profunda do que isso significa, o melhor seja voltar um pouco atrás.

Imagine um carro. Agora, imagine que, toda vez que você tivesse que trocar o pneu do carro, você tivesse que ajustar também o volante. Essa era, mais ou menos, a lógica das modificações na infra-estrutura de dados, antes da tecnologia Hyperflex da Cisco. Toda vez que um elemento novo era introduzido no sistema, havia a necessidade de várias etapas de adequação do ambiente como um todo…

A partir da tecnologia Hyperflex, aumentar, alterar ou adaptar sua infra-estrutura ficou muito mais fácil! Por exemplo: se você tiver que incluir uma nova máquina no seu parque, não há necessidade de reconfigurar todo o seu ambiente para que ela seja reconhecida: esse processo é automático.

Entre outros recursos, a tecnologia Hyperflex integra funções de armazenamento – também chamadas de storage – às ferramentas de gerenciamento. O resultado é que você consegue clonar, fazer registros imediatos – conhecidos como snapshots – e até mesmo alocar máquinas instantaneamente, para atender demandas pontuais.

Além disso, o sistema de compressão e deduplicação de dados é contínuo, está sempre ativo. No final, você consegue aproveitar muito melhor os storages, diminuindo o custo de armazenamento de dados.

Para completar, a estrutura flexível que é criada a partir da tecnologia Hyperflex é ideal para atender aplicações na nuvem e aplicações independentes. Você pode aumentar de modo isolado tanto as capacidades de armazenamento quanto as capacidades de processamento. E tudo isso está reunido numa interface gráfica absolutamente fácil de usar.

Fonte: Olhar Digital 

02 Aug 13:32

Os 11 Melhores Documentários, Entrevistas e Vídeos sobre GNU/Linux, Software Livre e Open Source( o 1º e o 7º são os que eu gostei mais)

by Cassio Augusto

Muitas pessoas usam Linux, seja como sistema operacional para uso pessoal no dia a dia, seja para trabalho ou para uso em servidores e muitos desses usuários querem saber mais sobre a História do sistema, a história do software livre e sobre a forma como toda essa comunidade extremamente ativa e conectada começou. Querem conhecer melhor as várias pessoas e empresas que estiveram envolvidas nesse processo.

Tudo isso traz muita curiosidade sobre como as coisas chegaram ao que nós vemos hoje em dia no mundo atual, todo esse grande progresso que o GNU/Linux e as suas distribuições tiveram desde o início até agora, desde quando era um pequeno projeto até dominar grande parte do mercado de Servidores e Dispositivos móveis, e uma parte menor do mercado de Desktops.

Você quer entender melhor como tudo isso aconteceu?

Para você conhecer essa interessante e curiosa história eu selecionei os 11 melhores documentários, entrevistas e vídeos sobre GNU/Linux, Software Livre e Open Source que eu já assisti.

1 – Revolution OS(2001)

2 – O Código Linux(2001)

3 – Entrevista com o Linus Torvalds no TED(2016)

4 – Palestra do Richard Stallman no TEDx Geneva(2014) – Free Software, Free Society(Software Livre, Sociedade Livre)

 5 – inProprietário, O Mundo do Software Livre(2009)

6 – Libertação do Usuário – 30 Anos da FSF(Free Software Foundation – 2014)

7 – Hackers: Outlaws and Angels(Hackers: Criminosos e Anjos)

Esse vídeo na verdade é um documentário sobre Hackers, Pentest e Segurança da Informação mas uma parte dele fala sobre Software Livre e Opensource, e tem uma entrevista com o Eric Raymond, vale a pensa conferir.

8 – Reportagem do Linus Torvalds na Rede Globo(2010)

9 – Entrevista com o diretor de negócios da Canonical para a America Latina, Fábio Filho(Olhar Digital – Trend Makers)

10 – Como o Linux é construído(2012)

11 – A Origem do Linux(2015)

O post Os 11 Melhores Documentários, Entrevistas e Vídeos sobre GNU/Linux, Software Livre e Open Source( o 1º e o 7º são os que eu gostei mais) apareceu primeiro em Ninja do Linux.

01 Aug 21:09

Tecnologia será grande aliada do Exército para garantir segurança durante as Olimpíadas

by Débora Pricila Silveira

Estamos a nove dias do início das Olimpíadas 2016. A competição esportiva ocorrerá pela primeira vez no Brasil e uma das maiores preocupações que norteiam o evento diz respeito à segurança, seja ela de atletas, autoridades, turistas ou anfitriões. Para garantir a tranquilidade de todos, o Exército brasileiro vem se preparando para combater possíveis ataques terroristas (motivo maior de alerta) e nesta missão de paz a tecnologia vem como grande aliada das forças militares.

Abertura dos jogos Olímpicos será no dia 5 de agosto
Abertura dos jogos Olímpicos será no dia 5 de agosto

Para os jogos Olímpicos e Paraolímpicos Rio 2016, o Exército irá fazer uso de equipamentos com tecnologia de ponta para atuar na prevenção e no combate de ataques químicos, biológicos, radiológicos e até mesmo nucleares. Alguns dispositivos serão utilizados pelas forças militares pela primeira vez, enquanto outros, já foram testados em outros eventos de grande porte. 

Radar Saber M60

Uma destas tecnologias de última geração que será utilizada pelas Forças Armadas é o radar móvel Saber M60 (Sistema de Acompanhamento de Alvos aéreos Baseado em Emissão de Radiofrequência), capaz de detectar alvos de até cinco mil metros altura em um raio de 60 quilômetros e acompanhar até 40 objetos simultâneos, transmitindo em tempo real, para um Centro de Operações Antiaéreas.

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01 Aug 10:30

Fusion 8 – compositor de vídeo profissional é liberado para Linux

by Augusto Campos
Blackmagic Design, empresa australiana especializada na produção de hardware e software para captura, processamento e edição de vídeo, liberou a edição de seu compositor de vídeo profissional, chamado Fusion, para o Linux.

A versão liberada para Linux, desde a semana passada, é a Fusion 8.2 Beta.

Enviado por Ricardo Ferreira Costa (linuxdescomplicadoΘgmail·com)

O artigo "Fusion 8 – compositor de vídeo profissional é liberado para Linux" foi originalmente publicado no site BR-Linux.org, de Augusto Campos.

28 Jul 22:47

Mundo Docker: Docker 1.12 – O que vem por aí

Oi Pessoal,
Já vimos aqui no blog algumas ferramentas e soluções, como por exemplo: Docker Compose, Docker Swarm, SwarmkitDocker Network, dentre outros. Bom, o que você sabe sobre elas é essencial para entender a nova versão do Docker, que será lançada em agosto e que está em RC4 atualmente.

A grande novidade no Docker 1.12 é ter a orquestração nativa, sem a necessidade de ter duas ou mais ferramentas para criar seu cluster de Docker, basta apenas que você tenha a engine instalada e a partir dela poderá montar seu ambiente. Outra grande novidade é o conceito de serviço, esse conceito nós já tratamos em Swarmkit, e é algo que foi incorporado ao Docker para facilitar o deploy e escalonamento das aplicações. Vamos ver o que muda?

Orquestração:

Agora para você criar um cluster de Docker, basta rodar:

docker swarm init

Com isso você iniciará o primeiro nó do cluster, para adicionar mais nós ao cluster execute o seguinte comando em outro nó:

docker swarm join IP-DO-MANAGER:2377

Veja na imagem abaixo a sequência de comandos:

docker_swarm

Serviços:

No Docker 1.12 foi introduzido o conceito de serviço, que já existe no Kubernetes, e que agora possibilita a criação, atualização e escalonamento da sua camada de serviço (seja ela de frondend ou backend) de forma muito mais fácil. Por exemplo:

docker service create --replicas 1 --name servico1 alpine echo "Ola Mundo"

Dessa forma você estará criando um serviço com um container de Alpine, você pode aumentar a quantidade de containers que irão atender este serviço, para isso execute:
docker_service

Além de poder criar e escalonar, você pode ainda realizar a atualização de seu ambiente, basta utilizar o comando update, e pode ainda definir uma politica de atualização (por exemplo, executar a atualização em um container por vez, com isso ele removerá um container e iniciará um novo baseado na nova imagem). Você pode ainda, definir um bloco de rede para cada serviço, com isso você isola totalmente os ambientes, veja:

docker service create --replicas 3 --name webservers --network web --publish 80:80/tcp nginx

Dessa forma, serão criados 3 containers (caso você tenha colocar 2 ou mais hosts no cluster de Swarm, será criado um container por host). O mais interessante nesse ambiente é que, se você acessar a porta 80 de qualquer host que esteja no cluster Swarm, seu acesso será redirecionado ao serviço, independente se o container esteja nele ou não, isso por que o Docker garante que o serviço esteja acessível mesmo que um nó venha a falhar. E como o Docker faz isso? Simples, através da 3 feature adicionada nessa versão:

Roteamento:

Quando você criar um cluster via Docker Swarm, o Docker se encarregará de atribuir ao serviço um identificador único dentro do cluster, com isso, quando for solicitado acesso á porta exposta na criação do serviço, o acesso será roteado para o container que é responsável por aquele serviço (ou mais de um é claro), ele faz isso através do algoritmo de routing mesh que está presente na engine, ele identifica quem possuí o container que atende o serviço e redireciona o trafego para ele, por isso é importante que, quando você criar um novo serviço define uma rede também, pois reduzirá o tempo de processamento que a engine precisará para identificar onde encontra-se o container.

Segurança:

Por último e não menos importante, vem a questão de segurança. No Docker 1.12, toda a comunicação do cluster é realizada via tls, e quem garante o rotacionamento desses certificados (renovação e deploy) assim como a criação de certificados para novos nós é o nó manager, que é eleito baseado em uma série de parâmetros (disponibilidade e saúde), mas que de maneira geral é o primeiro nó onde você iniciou o cluster. Os certificados são rotacionados de tempos em tempos, e você pode modificar essa politica também.

Há mais coisas? Claro! Foi adicionado também um sub comando do comando docker plugin que permite você plugar de forma mais fácil os plugins do Docker, quando você realizar um docker plugin install nome_do_plugin, lhe será informado ao que exatamente aquele plugin terá acesso, e poderá assim permitir ou não sua instalação.

Bacana né? Se gostou nos ajude divulgando o blog e caso tenha dúvida nos avise 😉

Grande Abraço!

28 Jul 00:46

Era digital abre espaço para mais rentabilidade nas aplicações financeiras

by Fernanda

Até hoje, no Brasil, a tradição sempre foi usar bancos comuns para também fazer investimentos. No exterior – especialmente em países desenvolvidos – a lógica é outra, com corretoras e bancos de investimentos cuidando das aplicações e os bancos de varejo limitados às operações de recebimentos e pagamentos. As vantagens desse modelo são óbvias, com empresas mais focadas e especializadas, garantindo um melhor gerenciamento e, é claro, melhores rendimentos para as aplicações.

A boa novidade é que esse modelo começa a chegar por aqui, graças à tecnologia. Algumas empresas – especialmente corretoras de valores que, até então, só eram acessíveis a um público de alta renda, com grandes volumes disponíveis para investir – começam a lançar mão de recursos digitais para oferecer esse mesmo tipo de serviço a um público mais amplo.

Nesse novo universo, alguns pontos chamam a atenção e outros precisam ser levados em conta. Baseadas principalmente em aplicativos para smartphones, já há várias opções no mercado brasileiro que oferecem investimentos em renda fixa ou aplicações no chamado Tesouro Direto, por exemplo. São plataformas fáceis de usar, intuitivas, sem complicações. Basta fazer o download do aplicativo na Google Play ou na App Store, preencher um cadastro rápido e passar a operar. As melhores plataformas oferecem, também, painéis detalhados, em que é possível acompanhar em tempo real a evolução das aplicações e dos investimentos. Por outro lado, a tecnologia por si só não é suficiente. Ela democratiza o acesso, mas você precisa prestar atenção nas credenciais da empresa. E aí, quando o assunto é dinheiro, solidez quase sempre tem a ver com longevidade.

A plataforma da Easynvest é o melhor exemplo dessa combinação, aliás, é o único. Trata-se do único aplicativo do gênero no Brasil, e a corretora é uma das mais tradicionais e respeitadas empresas do país, com mais de 50 anos de atuação em diferentes segmentos do mercado de capitais. A empresa conseguiu criar um aplicativo que é leve, extremamente fácil de usar e super seguro. Outro destaque é o fato de que você pode começar a investir com apenas R$ 30,00 e não há cobrança de taxa de administração para renda fixa. No vídeo abaixo, você conhece um pouco melhor a plataforma.

Fonte: Olhar Digital

 

27 Jul 21:18

As Crônicas de Brisolo: o estado das coisas

by Joe

brisolo

As pessoas não entendem, a pergunta na verdade foi uma questão existencial… MINAS GERAIS É UM BOM ESTADO???

Não sei, então vou perguntar pra quem mais manja de Minas Gerais: FLAUCYSÉRGIO, O CACHORRO HIPOCONDRÍACO!

O QUE TU ACHA, FLAU?

flaucysergio

Falou, tá falado.

Dica do leitor Luiz Henrique Frigo.

27 Jul 18:27

O fabuloso destino da Capetinha matadora de polícia

by Joe

Era uma vez uma menina chamada Jennifer, que gostava de ser chamada de… de…

Essa coisa aí:

capetinha

Ela se dizia “matadora de polícia”. Gostava muito de ostentar sua vida no crime:

capetinha2

E ela curtia os próprios posts, o que também deveria dar cadeia.

E falando em cadeia, é claro que uma hora ela ia dar bobeira, e todo mundo sabe que quando uma pessoa vacila, ela precisa pedir perdão…

E essa foi mais uma linda história de uma menina que não matou nem a própria fome.

Fiquem na escola, crianças. Não vacilem.

26 Jul 16:33

Melhores títulos sobre espaço e universo na Netflix

by Maximiliano Meyer

Se você acompanha meus posts aqui no Oficina sabe que tenho uma leve inclinação em escrever sobre ciências, universo e coisas afim. Além disso toda sexta publico as atualizações da Netflix na semana, bem como, as remoções do que sairão do serviço de streaming do mês todo dia 1º.

Pensando em uma nova série de posts de sucesso que me façam conquistar a internet mundial e interplanetária e me torne o próximo Steve Jobs resolvi criar uma série de posts com os melhores títulos do catálogo sobre uma temática específica. E o primeiro tema escolhido foi: Universo e espaço sideral o/ Podem comemorar, amigos.

Mas essa não é tanto a sua praia, espere que logo virão os melhores títulos sobre games, ficção científica, os melhores originais da Netflix, documentários, super-heróis e o que mais a minha criatividade e as sugestões de vocês mandarem.

Os títulos sobre universo – e ciência de um modo geral – ainda não são significativos no catálogo brasileiro, mas dá pra achar algumas coisas legais. Claro que você terá que assistir legendado, mas isso não é problema, certo? A baixa procura por este tipo de conteúdo ainda não paga a dublagem dos mesmos.

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23 Jul 14:26

Dicas para trabalhar com Tecnologia da Informação na Austrália.

by noreply@blogger.com (Cláudio Florenzano)
Dicas para trabalhar com Tecnologia da Informação na Austrália.
Dicas para trabalhar com Tecnologia da Informação na Austrália. 
Quem trabalha em alguma das diferentes áreas da computação e informática sai em vantagem quando o assunto é emprego na Austrália. É que segundo uma lista publicada este ano na rede social profissional Linkedin, das 25 habilidades mais requisitadas em 2015 na Austrália, cerca de 15 giram em torno de conhecimentos em computação.

A lista foi feita a partir de uma compilação do que os recrutadores australianos mais buscaram na hora de contratar em 2015. Entre os skills mais requisitados aparecem: Análise Estatística e de Dados, Software Middleware e de Integração, SEO/ SEM, Segurança de Rede e Informação, Desenvolvimento Mobile, Desenvolvimento de Java, Sistemas SAP e ERP, Data Warehousing, Design de Algoritmo, entre outros.


Segundo MaCson Queiroz JP, Diretor da M.Quality, empresa especializada em Assessoria em Imigração e Negócios para a Austrália, as áreas que envolvem ciência da computação e tecnologia são, geralmente, bem remuneradas e, como são áreas em crescimento, sempre oferecem vagas. “Várias profissões desta área estão contempladas na Skilled Occupations List (SOL), lista de profissões aceitas pelo governo australiano para o programa de imigração. Como exemplo, posso citar programadores, analistas de sistema, engenheiros de software e engenheiros de sistema. Ou seja, profissionais dessa área têm ótimas chances de vir trabalhar no país”, acrescenta.

Como obter o visto?

Ter a profissão citada na SOL já é um ponto positivo. “Isso significa que a Austrália está com uma alta demanda de trabalhadores estrangeiros nessa área”, afirma MaCson.

Para solicitar o visto, é de fundamental importância contar com uma agência imigratória especializada e que seja devidamente registrada junto ao governo australiano para cuidar do processo. “O objetivo da agência é fazer a pessoa ganhar tempo, já que o processo é demorado e requer conhecimento da legislação australiana, listas de profissões e demais regras do país”, explica.

Para descobrir se você tem boas chances de ser aceito no programa de imigração para a Austrália com a nova lista SOL para 2017, a M.Quality disponibiliza no site o “1º. Passo Gratuito, um serviço que oferece uma orientação básica para avaliar se o candidato é realmente elegível para uma das categorias de vistos australianos. Ao preencher o formulário no site, e sendo elegível a uma das categorias, ele recebe um convite para assistir gratuitamente ao vídeo “Elegibilidade e Agora?”, no qual será explicado o escopo do trabalho da M.Quality e demais orientações e esclarecimentos imigratórios.
22 Jul 12:04

A equipe de resgate dos jogos olímpicos está preparada

by Joe

Avisa lá os gringo que pode pular dos prédio, se atirar na frente dos carros, entrar nas favela, tá tudo de boa, a equipe de resgate tá preparadaça…

22 Jul 02:55

Huawei completa primeira fase de testes com 5G

by Fernanda

A Huawei concluiu em Chengdu, na China, os testes com macrocélulas externas que verificaram tecnologias “habilitadoras essenciais” e interface aérea integrada para a 5G.

Segundo informou a companhia nesta sexta, 15, trata-se da conclusão da primeira fase de testes de campo definidos pelo IMT-2020 5G Promotion Group, projeto lançado pela Academia de Tecnologia da Informação e Comunicação (CAICT), entidade chinesa que busca esforços conjuntos para promover o futuro padrão, incluindo testes de campo e do ecossistema móvel.

A tecnologia de interface aérea foi implantada com os três recursos como base: Orthogonal Frequency Division Multiplexing (F-OFDM), Sparse Code Multiple Access (SCMA) e Polar code. Na interface de antenas, o sistema de múltiplas saídas e entradas multiusuários (MU-MIMO) conseguiu velocidades de 3,6 Gbps por célula usando 100 MHz de largura de banda, além de suportar 24 usuários e até 24 camadas paralelas de transmissão. A Huawei também testou o modo Full Duplex para fornecer capacidade de cancelamento com autointerferência.

Serão três fases entre 2016 e 2018. Segundo a fornecedora, a empresa colaborou com o CAICT, China Mobile, China Unicom e China Telecom para explorar a tecnologia com melhor eficiência espectral e capacidades “massivas” de link.

Fonte: Exame.com

22 Jul 00:34

Entenda a Arquitetura do Whatsapp e outras.

by Fabio Silva

Olá pessoal

Na crista da onda dos bloqueios do Whatsapp eu hoje estarei postando para os leigos como funciona a arquitetura do Whatsapp.

whatsapp-logo-variant_318-54566

A ferramenta foi muito bem construída, ainda mais a forma visual e funcional.

Mas ela é baseada em XMPP, muito conhecido na comunidade Linux. Como o Jabber muito usado para comunicação interna em pequenas empresas.

figure2

A Arquitetura técnica do protocolo XMPP como na figura acima é o client manda a mensagem ou a a mídia para a internet ou um servidor local, ele recebe a informação, transmite para um gateway que que intermedia os pacotes de mensagens e midia (Foto e video) entrega para outro SMS Server (Mensagem) ou XMPP Server dependendo do tamanho da arquitetura e depois envia para o client que é um celular ou um PC.

Simples assim? Sim, é simples assim, Os servidores só faz o papel de transportar os dados, identificar os usuários e enviar para os usuários corretos, com seus índices nas bases dentro dos servidores. É claro que estou resumindo ao máximo como funciona.

Veja um infográfico simples abaixo:whatsapp_arquitetura

Resumo um usuário pelo seu celular envia uma mensagem para o outro usuário ele passa pela internet é transportado para um servidor ele identifica os usuário e transporta para o outro usuário. Todos os dados ficam com os usuários (Mensagens, Imagens, videos e PDF).

O servidor tem papel de identificação e transporte dos dados.

Varias aplicações ou APP usam este tipo de protocolo e cada um com a sua particularidade. mas todos usam os mesmos protocolos.

Capturar1

O que muda de um para o outro é hoje a popularidade, com foco no Whatsapp que é o mais popular.

Sendo um pouco mais técnico veja abaixo a arquitetura em especifico do Whatsapp.

whatsapp_fluxo_de_dados

As imagens, os videos e os pdfs ficam armazenados no seu celular, um banco de dados leve faz os indices das mensagens imagens, pdfs e midias, identificam para quem vai enviar via XMPP e HTTP, o transporte é feito aos servidores que pertencem ao Facebook, passam por uma série de tecnologias que façam os dados serem transportados mais rapidos como CDN, clusters e bandas de internet rapidas e magica está feita, a imgem ou mensagem chega para os destinos traçados.

Falta um pouco de conhecimento e seriedade com os órgãos locais para conhecer a ferramenta e como funciona.

Eu acredito que os bloqueios são só uma forma de retaliar a ferramenta, seja ela qual for e neste momento a atingida é o Whatsapp.

Resumindo é o celular que armazena tudo e não os servidores das instituições. Então fazendo uma comparação é preciso mais conhecimento de tecnologia nos órgãos governamentais para que haja uma ação correta para busca de dados.

Eu espero estar ajudando todo publico de como funciona as ferramentas de protocolo XMPP.

Até mais.

 


22 Jul 00:17

Apenas uma situação do cotidiano

by Joe

cotidiano

TODO DIA ELE FAZ TUDO SEMPRE IGUAL

ME ESFAQUEIA AS 6 HORAS DA MANHÃ

ME DÁ SEMPRE UM TIRO PONTUAL

E AMEAÇA MATAR A SUA IRMÃ

Nada demais, tudo normal, segue a vida.

20 Jul 23:47

Microsoft criou "a sua própria" versão do FreeBSD

by Dionatan Simioni
Levi Lugato

chama-se AZURE

Depois de customizar uma imagem do Linux para utilizar do Azure, agora é a vez da Microsoft criar a sua própria versão do FreeBSD. A Microsoft anunciou que customizou uma versão do FreeBSD 10.3...

Visite o site para ver o restando do artigo...
20 Jul 15:09

Troca do RG com chip já começou no Brasil

by Michele Schlichting

A lei 9.454/97 sancionada em 1997 de autoria do senador Pedro Simon do PMDB-RS tornou realidade apenas no fim do ano passado com a afirmação do lançamento das novas identidades utilizando um cartão magnético com impressão digital e um chip instalado.

A carteira de identidade (RG) começou a ser trocada pelo novo documento do Registro de Identidade Civil (RIC) no dia 17 de Julho, através da convocação de pessoas de estados pré-selecionados.

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