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13 Nov 22:54

Inhotim: um presente pra dar a si mesmo.

by Tha

Se tem uma coisa que eu tive muita sorte nessa vida foi de ter uma mãe comissária de bordo. Por causa da sua profissão vocação, já tive a oportunidade de conhecer muito pedacinho de chão desse mundão-de-meu-deus. Lembro uma vez, da minha mãe ter sido chamada na escola, pois quando a professora pediu para fazer uma redação sobre como tinha sido o fim de semana de cada aluno, não entendeu nada quando eu insisti que meu passeio ao Coliseu no sábado e ao Vaticano no domingo tinha, de fato, acontecido. Minha mãe, sem ter com quem me deixar naquele fim de semana, me levou a tiracolo para um bate-e-volta em Roma. A professora achou que era lorota da braba e minha mãe teve que ir até lá se explicar e me livrar dessa rs. Enfim... essa historinha foi, na verdade, pra dividir com você a alegria que essa pessoa aqui, que já botou os pézinhos no mundo algumas vezes, sentiu ao constatar que um dos lugares mais inesquecíveis já visitados por ela é, no fim das contas, tu-pi-ni-quim. ♥ 

Você já ouviu falar em Inhotim? Não? Já, mas nunca foi? Então puxe uma cadeira, aperte o play que eu vou te apresentar a sua viagem inesquecível - que você ainda vai fazer.



Inhotim é um grande museu de arte contemporânea a céu aberto. Aliás, um dos maiores do mundo. Mas essa descrição é muito simplista para esse lugar que, na verdade, é indescritível. Pra mim, Inhotim está mais para um grande parque de diversões, daqueles temáticos,  para os amantes de arte moderna, design, arquitetura... 

Aqui, você vai encontrar dezenas de fotos - mas, vai por mim, nem todas as fotos do mundo fazem jus ao que lá se vê com os próprios olhos. São dezenas de galerias que você vai percorrendo e se surpreendendo. Entre uma galeria e outra, um paisagismo exuberante, de perder o fôlego e recuperar também, como se, no percurso, sua mente relaxasse, descomprimisse e se preparasse para absorver intensamente o que vem pela frente. E não precisa ser entendido de arte para que ela te impacte, te envolva e te faça virar uma chave na cabecinha.


A maioria das galerias foram construídas especialmente para abrigar as exposições que ali se encontram. Para cada uma delas, a localização, distância e paisagismo foram também pensados para completar o conjunto da obra. Ou seja: tudo faz sentido. Tudo conversa. Tudo tem intenção. E ainda assim, não tem explicação! Cada galeria é um verdadeiro templo que homenageia a arte, a mensagem, a emoção, a reflexão, a forma e, acima de tudo o artista que materializa ali uma das maiores experiências da sua vida, sem sombra de dúvidas.

Agora, se me permite, uma dica valiosa: a sua companhia. Cada um tem seu tempo, ritmo e entendimento para contemplar uma obra. É muito importante que você vá com uma companhia tranquila e disposta a viver essa experiência. Pela grandiosidade do lugar, é complicado se separar muito e correr o risco de se perder. Por isso, minha dica é fazer o seguinte combinado: em cada galeria, todo mundo entra junto. Cada um olha o que quer, vê o que quer e sai quando quiser. Quem sair primeiro, aproveita a paisagem e espera do lado de fora. Sabe por quê tô dizendo isso? Porque fiquei com pena de certas pessoas que entravam acompanhadas em uma galeria e mal conseguiam ver nada, com o outro apressando. Não seja o mala do programa ou, mais importante, não leve um como companhia! Afinal, cada um merece ter seu tempo de contemplação, uns vão se impactar mais com uma obra do que outros. Não se deixe ter uma experiência rasa quando ela por ser a mais rica de todas. Aliás, a minha tava ótima, obrigada. E acho que essa parte é fundamental para que sua viagem seja sensacional como foi a minha. Te contei que esse foi meu presente de 30 anos? Pois é. Não podia ter sido melhor. :)



Essa imagem acima é de uma obra que fica ao ar livre e se chama Beam Drop. São vergalhões que foram erguidos a dezenas de metros de altura por um guindaste e despejados em uma grande piscina de cimento ainda molhado. Depois de seco, ficou assim. Essa obra fica em um dos pontos mais distantes e altos do parque e muita gente opta por usar o carrinho para chegar até lá. Minha dica? Se o dia for de sol, aproveite o calor e suba à pé mesmo, aproveitando o sol e a paisagem! Você vai chegar ao topo, se deparar com essa obra e, ainda cansado, vai virar a esquina, com calor, suando e também extasiado e encontrar uma... piscina. Sabe miragem? Daquelas piscinas límpidas, lindas, no meio do verde e que, sim, você pode mergulhar. Imaginou a experiência? Pois é. Não vou nem colocar a foto dela porque acho que você merece ter esse impacto ao vivo. :) Por isso, leve roupa de banho na mochila ou vais se arrepender até o próximo retorno. 

Para que você consiga ver tudo com a atenção que Inhotim merece, 2 dias inteiros são mais do que suficientes. Um dia fica apertado demais e, com certeza, ou você não vai aproveitar, ou vai deixar muitas obras pra trás. Com calma, dá pra conhecer o parque todo em um dia e meio, dois. Aliás, se puder escolher, vá em um fim de semana de sol - o verde das folhagens fica indescritível e parece que você está dentro  de um filme do Kurosawa - ou de um protetor de tela do Windows, pronto, pra não pagar de cine-chata rs. Quanto ao calor, as galerias são climatizadas, e o sol no jardim é muito bem vindo, até para se estender uma canga, deitar e fazer nadica de nada... só descansar os pés e contemplar.


Esse aí de cima é um dos cafés do Instituto, que também tem boas lanchonetes, restaurantes deliciosos e um buffet a quilo também muito saboroso. A comida não é muito barata, mas é tão caprichada quanto o restante que você tá vendo por aqui. Você não se sente em roubada de turista, pagando caro e comendo mal, sabe? É tudo gostoso e no capricho. Para beber água, leve a sua garrafinha para encher em um dos muitos bebedouros espalhados por lá. Filtro solar, boné, biquini/sunga, canga e calçados confortáveis também fazem parte dos essenciais. Toalhas? Não se preocupe: estão à sua disposição nos vestiários para quem vai se trocar para mergulhar. E de graça. Estamos no Brasil? Sim eu sei... só queria lembrar...


Esqueça tudo o que você sabe sobre a cor verde e reaprenda num intensivão:






Inhotim fica nos arredores de Brumadinho, a 60km de BH. Nós fomos de avião até BH e, de lá, alugamos um carro. Nós não ficamos hospedados em Brumadinho, ficamos em Casa Branca, a 40 minutos de carro do parque. Mas o caminho é tão lindo, mas tão lindo, que o tempo parecia voar no trajeto. Ficamos hospedados na pousada Verde Folhas, uma charmosa casinha de fazenda com café da manhã delicioso e um verde... bom... um verde que faz jus ao nome!



Foram 2 dias de viagem. Mas tão intensos, de tantas descobertas, reflexão e comunhão com a arte - e com si próprio - que parece que foram 10. 

Para mais informações de como chegar, como comprar ingresso e programação, visite a página do Instituto aqui. Aliás, as imagens das três obras aqui exibidas foram retiradas de lá, pois não é permitido fotografar dentro das galerias. E fazem muito bem. :)

A pedidos, esse post faz parte da mais nova seção do blog: "Passeie mais". Porque faz bem, porque inspira, porque a gente precisa e porque a gente merece! Quer ver os outros posts com dicas de passeios e viagens? Então passeie aqui.
14 Nov 12:10

O cúmplice

by Notas sobre uma escolha

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Eu sempre acreditei em um grande amor, desses que preenchem os cantos do corpo e tomam a alma inteira da gente. Eu sempre quis esse amor. Eu sempre soube que a vida cruzaria nossos caminhos, fosse como e quando tivesse que ser. E acho, cá com meus botões, que essa certeza foi plantada em mim quando tinha seis nos de idade, quando era uma pirralha na escola e conheci um pirralho que se dizia apaixonado por mim. Era um moleque bem pra frente, com um redemoinho engraçado no cabelo liso de doer e dos mais bagunceiros da área. Ele vivia me rodeando, me dando presentes, insistindo nessa paixão. Eu sempre na defensiva, sem saber direito o que ele queria de mim com a incansável determinação de um adulto. Por anos ele foi meu par na quadrilha da escola, até que as mães de outros meninos vieram reclamar junto a diretora e pedir um sorteio para determinar, democraticamente, meu “noivo”. E assim foi feito, sendo sorteado ninguém mais ninguém menos do que o danado do menino apaixonado. “Marmelada! Repita o sorteio, professora!” Mas não adiantava, a vida parecia já ter escolhido meu par, saiu o nome dele pela segunda vez! 25 anos depois disso, aquele moleque insistente apareceu na minha vida com a mesma paixão daquela época. Só então eu pude entender quem ele era, o que ele queria de mim e tudo o que poderíamos construir juntos. Eu sabia que meu grande amor chegaria, só não sabia que ele estava guardado nas gavetas do nosso peito desde a infância.

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Hugo é meu companheiro de aventuras, alguém que me completa de forma tão intensa que não sobra espaço para pensar como seria a vida sem ele agora. É o cara que me enche os olhos toda vez que o vejo de longe, que o observo em silêncio, prestando atenção nos seus trejeitos, sua forma de parar os pés quando fuma um cigarro, no movimento das suas mãos quando fica ansioso. A noite, enquanto Hugo dorme e eu amamento Nina, fico olhando pra ele e lembrando das nossas viagens pelo mundo, pensando na nossa cumplicidade, sentindo a força da nossa união, desejando que ele nunca saia dali, do meu lado, de dentro de mim. E agradeço, com o peito cheio de alegria, por tê-lo como parte tão linda da minha história, que agora é nossa.

Foi ele quem me trouxe a grandeza de ser plural, de dividir tudo e multiplicar por amor. Me ajudou a lidar melhor com as diferenças, aceitá-las quando se dá conta e entendê-las quando se abre o peito pra isso. Me mostrou que ligar o “foda-se” pode ser a melhor saída para uma determinada situação e que ser sempre a boa moça sucks! Nossas trocas são diárias, regadas a boas risadas, choro ou silêncio. Silêncio este que foi trazido por ele também, a não necessidade de discutir, de argumentar, de questionar. Calar, ás vezes, é respeitar o lugar do outro, é olhar pra dentro, é se perguntar e se descobrir.

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Depois de quase quatro anos juntos, ainda choro de amor, ainda sinto arrepios quando ele me toca, ainda me emociono quando olho pra família que construímos juntos. é tudo tão cheio de amor, de verdade, de carinho e respeito que eu nem sei falar. Eu me sinto tão segura ao lado dele, tão forte que poderia viver cem anos recomeçando vidas e vidas com a filharada toda nas costas! Hugo é o cara que me faz crescer todo dia, junto com nossos pequenos e a vida que escolhemos viver. Ele é meu cúmplice nas aventuras dessa estrada, a melhor de todas as surpresas que a vida me deu.

Com os olhos cheio d’água, com o corpo vibrando esse amor que tanto me emociona, agradeço a ele por tudo que foi, é e ainda será. E deixo aqui, nessa pequena declaração de amor, toda a alegria em dividir minha existência com ele e nossos filhos. Quem dera um dia a gente poder traduzir essa plenitude em palavras, melhor mesmo é sentir a certeza de que somos melhores juntos. Te amo, Magrelo, daqui até a lua, ida e volta.

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13 Oct 02:28

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28 Sep 08:00

Uma tentação!

by Susi
Ter um docinho à mão é sempre bom e muitas vezes é tudo o que a gente precisa pra melhorar o dia. Então sem culpa pelos excessos do final de semana, vez ou outra uma bobagenzinha com açúcar é mais que bem-vinda. É uma tentação essa bandeja de cactos em forma de cupcake. Pra quem tem dotes culinários confira o passo a passo.



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04 Oct 14:11

Quiche de Queijos com Alho-poró ou Esqueçam tudo o que eu falei sobre quiches até aqui!

by Katita

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(foto: Karina Muniz, para A Pequena Escola de Culinária da Katita)

Adoro esses meus processos evolutivos compartilhados aqui, e a minha última receita “definitiva” é de quiche.

Depois de muitos anos fazendo quiches com várias possibilidades de massas (com e sem ovo, com e sem água, com e sem condimentos) e recheios à base de roux, foi experimentando e estudando o modus operandi dos franceses com mais afinco ultimamente, que cheguei à conclusão de que as melhores quiches tem recheio à base de ovos e queijos, de modos que acho que aboli a farinha de trigo definitivamente dos meus recheios. Uma receita da Carlota Pernambuco, que talvez tenha seguido este mesmo caminho, também me ajudou muito a chegar nesta tal receita “definitiva”, até que alguém me prove o contrário. Portanto, esqueçam tudo o que eu disse até agora sobre quiches; essa é a melhor de todas.

Que fique claro, com esta base você pode evoluir, e muito. Tanto colorindo e condimentando a massa, como andei experimentando na quiche de salmão aqui uma vez e ficou bem bacana, como no recheio. Você vai perceber que esta quiche, tem duas camadas de creme de queijo (que pode ser o/os que você quiser) e uma de alho-poró, mas que poderia ser espinafre, endívia, escarola, brócolis, ou qualquer outra verdura. E não só verduras… misturada ou alternada à massa de queijo, podem entrar palmitos, cogumelos, crocantes de nozes, tomates cerejas… percebem o céu como limite? Libertè!

Para uma forma média (23cm de diâmetro) de fundo removível, eu usava 250g de farinha, mas dos dois um: ou ela ficava mais grossa do que necessário, ou sobrava um pouquinho de massa. Não é para acontecer nenhuma dessas coisas. Daí a Carlota me convenceu: basta 200g de farinha (que pode ser integral). Abra um buraco no meio e deposite ali uma colher bem cheia de manteiga. Vá trabalhando a massa até ficar homogênea, salpique um ‘cadim de sal se o da manteiga não for suficiente. E repare se ela não vai te pedir um pouquinho de água… mas é tão pouquinha a sua sede que basta pingar algumas gotas com as pontas dos dedos sobre a massa e ir amassando até que ela se torne macia e maleável. É uma massa delicada, difícil de abrir com rolo. O ideal é ir tomando pequenos pedacinhos, e ir abrindo contra a mesa com a lateral das mãos para começar a forrar a forma, ali pela junção do fundo com as laterais, que é para vedar aquela emenda. Depois sim, forre o fundo e as laterais, mas com muita calma nessa hora pois precisamos de uniformidade nesta espessura, que deve ser fina, mas no limite para não quebrar muito facilmente depois de desenformada. De nada vai adiantar um recheio delicioso se a massa não estiver bem distribuída, pois não há nada pior do que aqueles pedaços grossos de massa no fundo e pontas das quiches e tortas. Invista atenção e carinho nesse trampo. As bordas, para ficar bonitinho, você modela, empurrando um pouquinho com as pontas dos dedos (veja na foto 1, de uma quiche de gouda com alho-poró).

Pré-aqueça o forno; corte um talo de alho-poró grande em rodelinhas beeeeeem fininhas e refogue numa colher rasa de manteiga. Reserve.

Tome um liquidificador e bata 2 caixinhas de creme de leite (se tiver fresco, tanto melhor), 4 ovos, 300g de queijo minas em pedaços, sal e pimenta do reino a gosto, pitada de noz moscada moída na hora, punhadinho de manjericão.

Agora deite metade do creme sobre a massa na forma, depois uma camada com o alho-poró, para depois cobrir de novo com o resto da massa e levar ao forno médio pré-aquecido por algo em torno de 35 min, ou quando ela estiver dourada, crescida (foto 2) e muito, muito cheirosa.

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(esta é uma quiche de queijo Minas com alho-poró)

Você não vai mais precisar de nenhuma outra receita de quiche, vai por mim.


Filed under: Quiches, tortas salgadas e afins
30 Aug 18:21

Arroz thai com curry verde e camarões

by Katita

arrozthai

Fiz esse arroz para redimir o Restaurante Tokai, que costumava ser o meu oriental preferido, mas quando estive em sua nova loja no Barra Gourmet há alguns dias, concluí que não é mais aquele. O camarão nan thai que eu pedi deixou tanto a desejar, que no dia seguinte fui para a colônia de pescadores do Rio Vermelho comprar camarão para suprir a minha carência. No caminho, peguei o meu cúmplice Nanã, que mais tarde me confessou que este foi um dos melhores pratos que ele comeu na vida.

Fiz uma parte de cada vez, e depois juntei tudo: molho thai, camarão salteado e flambado, arroz basmati, amêndoas na manteiga. Mas organizando o baba, o passo-a-passo é esse:

1- Limpar os camarões frescos (1,5 kg para 4 pessoas), colocar as cabeças e cascas numa panela com 2 litros d´água com, um pedaço de cebola, um pedaço de cenoura, 2 dentes de alho inteiros, ervas que tiver em casa. Há quem faça apenas com as cascas e água. Ferva muito até reduzir um pouco, coe e reserve.

2- Preparar 1 1/2 xícara de arroz basmati, refogando no alho e azeite de oliva, e cozinhando com água quente em fogo médio até ficar soltinho e al dente. Reserve.

3- Tempere o camarão com sal, raspas de gengibre, raspas de limão e 1 colher de chá de curry verde.

4- O molho thai: tome uma panela (usei de barro), deite ali as sementes de 10 vagens de cardamomo para que estourem e liberem sabor. Se tiver coentro em grãos, também pode. Baixe o fogo, some azeite de oliva, 1 colher de manteiga, 1 cebola branca picadinha, 2 pimentas dedo-de-moça picadinhas sem as sementes, e 2 dentes de alho sem o bulbo central. Deixe refogar, some um pouco de cachaça e deixe evaporar o álcool, agora uma colher de sopa de curry verde ou vermelho para diluir ali, e vá acrescentando 1 garrafa pequena de leite de coco, aos poucos; quando estiver bem homogêneo, some duas garrafinhas do caldo de camarão, e agora é reduzir até ficar bem encorpadinho. Reserve.

5- Tome uma frigideira de teflon, unte com óleo e aqueça. Quando estiver bem quente, deite o camarão temperado e vá salteando. Quando mudarem de cor, flambe com conhaque, vinho ou cachaça. Importante: os camarões devem apenas tomar um susto, e não cozinharem. Transfira para um prato e reserve.

6- Na mesma frigideira, 1 colher de manteiga; derreter, clarificar (recolher a espuminha branca, que são impurezas e queimam), e somar um punhado de amêndoas torradas com casca (isso porque não tinha amendoim descascado e torrado, que eu super prefiro), com o fogo baixo, sacudindo a panela para não queimar, que é rápido.

7- Agora é esquentar o molho thai, e ir juntando as outras partes, uma a uma: o arroz, o camarão, e por fim, com o fogo já apagado, um topo de amêndoas e cebolinha verde em rodelinhas finíssimas.

Foi um lindo dia, desde a compra dos camarões direto dos pescadores na beira da praia de um dia bem azul, até a preguicinha pós-deleite junto a duas pessoas que amo muitíssimo.


Filed under: Arroz e risotos, Do mar, Do mundo
25 Sep 11:49

Batatas Hasselback

by Dani Valente

Batata!!! Eu sou louca por batata!!! Quem não é? Estou aqui pensando… Não conheci ninguém ainda nesta vida que não goste de batata.

Ah, batata… Bichinha pra lá de versátil, a gente sempre acha um jeito diferente e delicioso de preparar, não é mesmo? Todo prato que acompanha batatas, pra mim, já tem ‘score’ pra categoria Meu Prato Favorito! :P

A idéia é ter uma base de batatas bem assadas, como um purê e as partes cortadas, crocantes como a melhor batata chips. Esse é o melhor dos mundos, né?

Batatas Hasselback 01

Essa receita de origem sueca é super fácil de se preparar e ficam tão lindas, que vão dar um charme todo especial pra qualquer prato que for acompanhar. Pra fazer, é assim:

  •  Mais ou menos 25 batatinhas pequenas, ovais;
  • 50 gramas de manteiga;
  • 5 colheres (sopa) de azeite;
  • Flor do sal, sal Maldon ou sal comum à gosto.

Comece cortando as batatas, com casca mesmo. O segredo desta receita é o corte. Como se fosse fatiar bem fininho, mas nunca até o fim, cria-se uma base pra essas fatias, como dá pra ver nas fotos. Faça isso com todas elas.

Pré aqueça o forno em torno de 200ºC.
Numa assadeira, coloque a manteiga e o azeite na boca do fogão mesmo, até que comece a borbulhar. Adicione as batatas primeiro com o lado cortado pra baixo, e dê aquela ‘fritadinha’… então polvilhe cada uma delas com o seu sal favorito ( nesse caso, fizemos com flor do sal ) e leve ao forno para assá-las por aproximadamente 40 minutos.

Batatas Hasselback 02

Ficam simplesmente perfeitas! Pra acompanhar aquela deliciosa refeição, ou sozinhas mesmo, o sucesso é garantido! :D

19 Sep 19:03

Lebre bronzeada

by noreply@blogger.com (ANDRÉ Montejorge)
O artista holandês Florentijn Hofman realmente adora grandes criaturas! Suas obras já apareceram aqui no blog duas vezes: em 2007, com o maior patinho de borracha do mundo e em 2011, com um enorme coelho amarelo. Agora ele acaba de terminar uma gigantesca lebre num reconfortante banho de sol. O bichão todo feito de madeira ficou pronto dia 14, sábado passado, e está se bronzeando em um gramado de São Petersburgo, na Rússia. Com 15 x 8 metros, a obra faz parte do The Netherlands Bilateral Year 2013 e fica exposta até 13 de outubro. “Bronzeantemente legaus”!
24 Sep 12:40

As caras da ruas

by noreply@blogger.com (ANDRÉ Montejorge)
Eu sei que o nosso país é cheio de excelentes artistas que enfeitam as ruas de cidades do mundo todo com suas pinturas e grafites, mas eu não poderia deixar de postar o trabalho de Mr. Thoms! Ele que mora em Roma, é um cara multitalentoso e tem em seu currículo ofícios como escritor, pintor, escultor, designer gráfico, caricaturista, cenógrafo, cineasta e ilustrador. Na arte urbana, em muros, túneis, prédios abandonados, viadutos, etc, é que ele mostra a quem quiser ver, toda a sua criatividade. Selecionei algumas imagens, mas para ver mais é só clicar no link após as fotos. "Urbanamente legaus"!
01 May 16:30

An omelette-flipping dog

by Joanna Goddard
Andrea Behmer

so cute!

This two-and-a-half-minute short by Maddie Sharafian about a stressed-out guy and his foodie dog will make you smile (and want a dog of your own). That's all :)

P.S. Dog names.
29 Apr 06:30

Prateleiras subindo pelas paredes

by Susi
Andrea Behmer

genial!

Mas essa internet é mesmo fonte inesgotável de ideias maravilhosas. A gente vai clicando, clicando e quando menos espera encontra uma lindeza como essa.
Jamais imaginei que pedaços de madeira roliços grudados na parede apoiando pequenas prateleiras, pudesse render uma estante bacana. Adorei a ideia e as infinitas possibilidades.

Imagina preencher uma parede todinha pra exibir uma coleção, ou então rechear as prateleiras com um mix de peças, objetos de decoração, livros, bibelôs e tantas outras coisas. E se colocar os suportes cada um de uma cor criando uma atmosfera meio que despreocupada, também fica bacana.
Pra quem vive em um espaço que não permite exageros, a dica cai como uma luva. Só vantagens pro achado de hoje, percebeu?
estante-decoraçao



via 
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23 Apr 16:30

Cozinhando fácil em casa

by Fernanda Floret
Andrea Behmer

genial!

Essa dica é ótima para as recém-casadas de São Paulo. Casa nova, receber visitas, vontade de cozinhar um jantar especial para o marido… a parte chata é separar os ingredientes, picar, deixar tudo preparado, certo? Fora ter que comprar o pacote inteiro de tal alimento para usar só um pouquinho, que sempre gera desperdício. Para ajudar, acabou de ser lançado o site gulalá, achei super bacana: você compra créditos, escolhe os pratos do cardápio sugerido pelo site e eles entregam na sua casa o kit com todos os alimentos já separados na quantidade certa e picados, juntamente com o manual de preparo da receita. Para você fica a parte legal de cozinhar uma refeição bem gostosa e receber os elogios!

gulala

Antes que me perguntem, isso não é post publicitário gente, nenhum aqui no blog é! Uma amiga minha (alô Ligia!) quem usou, gostou e me deu a dica, eu achei o máximo e estou compartilhando com vocês! Para quem quiser conhecer: gulala.com.br – eles entregam em 3 dias, programe-se para aquele jantar especial ;-)

12 Mar 15:00

Posters vintage

by noreply@blogger.com (Vivianne Pontes)

Teve um tempo que o líquido mais caro do mundo era tinta de impressora. Agora, gasto 10 reáu pra recarregar meus cartuchos na bodega ali na praça. E muitas gráficas, com a concorrência e o barateamento dos equipamentos, tem o preço em conta.


Pra deixar esse cenário feliz, vira&mexe uma alma boa libera imagens imprimíveis lindas pra gente. Agora é o Free Vintage Posters. De graça, na faixa, um monte de posters vintage de circo, cinema, comerciais...

Download do "Milk for summer thirst" aqui. É só clicar em "DOWNLOAD High Resolution Poster File - CLICK HERE" e salvar no seu computador.


O poster do Frankenstein tá aqui. Mas o que não falta é poster bacana no Free Vintage Posters. Se joga! :-)

♥ Imagens, Trendenser.
♥ O dcoracao.com já deu muito, mais muito, link pra imprimir coisas legais. Dê só uma olhada aqui.