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21 Apr 15:00

¡Te estamos vigilando, linier!

¡Te estamos vigilando, linier!
23 Apr 15:36

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19 Apr 03:37

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20 Apr 04:15

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20 Apr 05:10

gang sign cat’s cradle







gang sign cat’s cradle

15 Apr 07:20

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by Alexandre Matias

this-is-internet

15 Apr 19:20

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by Alexandre Matias

pineapple

17 Apr 18:00

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16 Apr 13:33

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16 Apr 01:57

Tumblr do dia: B4XVI

by Alexandre Matias

B4XVI-00

Cecilia Azcarate se prestou a uma tarefa heróica – traçar os paralelos entre a cultura hip hop no século 21 e o mundo da arte antes do século 16. O resultado é este tumblr maravilhoso – separei umas imagens abaixo:

B4XVI-05 B4XVI-03 B4XVI-02 B4XVI-08 B4XVI-06 B4XVI-07 B4XVI-01 B4XVI-00 B4XVI-04

Tem outras tantas lá, confere!

13 Apr 19:20

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by thehilariousblog






12 Apr 20:18

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13 Apr 14:17

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11 Apr 13:35

Mario Kart IRL. [zdedwards]



Mario Kart IRL. [zdedwards]

10 Apr 19:59

Qual é o futuro do catálogo das bibliotecas?

by Moreno Barros

Catálogos de biblioteca não são esteticamente atraentes (embora gosto e bunda…), mas o problema mais crítico é que, em muitos casos, eles são impossíveis de usar, especialmente para as pessoas que tentam usá-los pela primeira vez. Daí a necessidade constante de oferecer treinamentos aos usuários sobre o uso do catálogo e demais recursos da biblioteca, como a minha e muitas outras bibliotecas fazem.

Murakami já divagou sobre o catálogo, eu tive algumas ideias sobre a interface dos OPACs, e o próprio conceito de catálogo 2.0 já vem sendo abordado há algum tempo, mas nenhuma proposta que eu conheça envolve diretamente o design a partir da demanda dos usuários. Na evolução do catálogo sob a ótica do usuário temos muito a aprender com o Google em termos de usabilidade e apresentação dos resultados de busca. Claro que como um sistema de recuperação o Google funciona de maneira diferente, porque a representação de páginas web não é feita da mesma maneira como nós descrevemos registros bibliográficos (e o investimento em user experience é infinitamente maior, porque o produto deles afinal são os usuários).

A discussão técnica entre bibliotecários deveria sugerir um catálogo de biblioteca que altera seu foco sobre a informação bibliográfica (metadados) para o foco no desempenho da busca realizada pelo usuário em relação ao item de biblioteca. O catálogo funcionaria mais como uma ferramenta que auxilia as pessoas a realizar suas tarefas, e os dados bibliográficos existiriam silenciosamente em segundo plano, expostos somente quando necessário (mais necessário em uma biblioteca acadêmica do que em uma biblioteca pública, por exemplo).

Um outro aspecto é que os vendedores de software estão cada vez mais aprimorando e cobrando caro por sistemas de “discovery e delivery” (Primo da ExLibris, Chamo da VTLS, por ex), quando na verdade os usuários estão encontrando seus caminhos em sistemas de busca abertos (Google Scholar, por ex). Nesse sentido, a segunda discussão técnica deveria sugerir que as bibliotecas não devem investir em novas ferramentas de descoberta, porque o benefício para os usuários é marginal. Em vez disso, poderíamos nos concentrar em melhorar a entrega dos materiais comprados e licenciados para usuários, permitindo que os metadados sejam rastreados e anexados pelos sistemas que os usuários costumam utilizar (google, facebook e wikipedia, por exemplo).

Entendo que existe uma resistência por parte da classe em liberar seus dados, já que delegar essa função a outros players pode eliminar nosso status de guardiões. Mas se isso já é feito sem qualquer problema com os atuais provedores de software de bibliotecas (Pergamum, Sophia, Aleph, etc), pagando caro por isso, e os resultados, em termos de aceitação e apreciação estética por parte dos usuários não são satisfatórios, temos que repensar e redesenhar a maneira que nós oferecemos nossos serviços e produtos para o acesso à informação bibliográfica (e em paralelo, no curto prazo, cobrar dessas empresas que contratem designers front end, porque a interface é pífia).

Muita coisa ainda precisa ser discutida, mas por enquanto, tomando o texto da Mariana Mathias como partida, gostaria de me concentrar nos aspectos estéticos e de design dos catálogos, sob a ótica do usuário final. Assim como eu fiz anteriormente na compilação dos melhores design e usabilidade de sites de biblioteca (que aliás sofrem a maioria do mal de não contar com um catálogo que seja integrado ao próprio site ou que junte as coleções de ebooks, de periódicos e de livros), percorri alguns sites e sistemas de apresentação de livros (catálogos de bibliotecas ou não) que operando no modelo de “estante virtual” com ênfase nas capas dos livros, representam um salto qualitativo enorme na perspectiva estética de busca e recuperação.

Quando teremos catálogos de biblioteca que se pareçam com os exemplos abaixo?

11 Apr 13:01

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10 Apr 12:02

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08 Apr 13:15

Autoliniers: 2014-04-08

by Javyer
08 Apr 16:57

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07 Apr 07:22

Caretão

by Marco Oliveira

Quase que me esqueço como se faz tiras, mas nada como um cu de parâmetro para voltar às origens.

Estou no processo final do livro Aos Cuidados de Rafaela. Aguardem. E falando em livro, já adquiriu o seu Overdose Homeopática? Pois corra antes que acabe (pressão na psique).


 
07 Apr 21:26

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04 Apr 15:47

Biblioteca Parque Estadual – Rio de Janeiro

by Moreno Barros

Mais uma grande biblioteca pública do país reabriu suas portas, depois de longos anos fechadas, e taí. Nada melhor do que um projeto inovador para oxigenar a crença pública nas bibliotecas.

Todas as informações da biblioteca podem ser encontradas no site, que também ficou da hora: bibliotecasparque.org.br

[fotos encontradas livremente na internet, preguiça de conceder créditos]

03 Apr 00:37

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03 Apr 10:08

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03 Apr 17:24

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01 Apr 21:13

Ilusão de ética

by Gustavo Henn

Desde estudante eu coleciono histórias e causos em que a ética ou a falta dela foram determinantes na situação profissional. Desde esconder um livro para que outros não tenham acesso a casos de demissão por denúncia e difamação. Temos o código de ética do bibliotecário, basta denunciar ao conselho e está resolvido? Sabemos, não é assim. E ainda se assim fosse seria um remédio para o que já deu errado e não uma garantia que isso não ocorresse de novo e de novo e de novo. Não podemos contar muito com o código de ética. A ética está em cada um de nós, nas inúmeras pequenas decisões que tomamos ao longo da nossa vida e que acabam repercutindo ao longo do tempo e em varias pessoas.

Recentemente uma bibliotecária morreu e o problema foi que “ela nao tinha crb”. Quando aparecem na novela personagens criando bibliotecas logo nas listas aparecem as broncas. Aliás, ser um bibliotecário é ter o Crb? As listas de bibliogatas foram criticadas por que algumas eleitas eram estudantes, nao tinham Crb.

Um bibliotecário foi condenado pelo Crb por uma charge enquanto uma não bibliotecária passou em concurso e assumiu cargo público de bibliotecária sem nunca ter feito o curso e o Crb não pode fazer nada.

Recentemente vi um blog de biblioteconomia com uma caçamba de livros de biblioteconomia digitalizados (vários da Briquet de Lemos) e compartilhados por bibliotecários. Quando será que os bibliotecários vão considerar isso falha ética? Uma vez uma bibliotecária me enviou um email dizendo que tinha xerocado metade do meu livro e perguntou-me se eu poderia enviar a outra metade para ela imprimir.

Existem bibliotecários que passam em 3, 4 concursos e não tem o cuidado de avisar os que não assumirão, eu mesmo confesso fiz isso, ou assumem passam 1 mês mudam de emprego, sem ter se dedicado como se deve aquele emprego. Também confesso já ter feito isso, passado só uma chuva em um emprego público podendo passar a oportunidade a outra pessoa mais comprometida.

Na época de estudante, conheci vários que tinham 2,3 estágios e só iam na faculdade para renovar a matricula por que estudar que é o que um estudante faz não faziam. Muitos desses sequer se formaram, mas tiraram a oportunidade de estudantes de Biblio de verdade terem uma formação prática melhor.

Existem bibliotecários que não apenas normalizam como também fazem tcc, dissertações e teses. Artigos também, ora pois. Conheço ainda os que dizem fazer mas na verdade copiam da Internet (ladrão que rouba ladrão?).

Os exemplos são vários e precisam acabar. Se somos éticos, precisamos ser mais éticos. Se não somos, precisamos começar a ser.

Ser ético, a meu ver, é refletir, ponderar, antes de agir e optar em fazer o certo por ser o certo. Como diz aquele principio, creio que bíblico, “tudo me é permitido mas nem tudo me convém”.

Ao fim das contas refletimos na profissão o nosso mau caráter diário em outras esferas de nossas vidas. Somos todos brasileiros. Temos agora a facilidade da comunicação para espalharmos nosso azedume a todos, e só pensar nas consequências depois. Todos se sentem com razão de destruir alguém ou alguma instituição. Se por algum motivo não gostamos de algo não mais tentamos resolver, vamos ao facebook.

Vivemos uma ilusão de ética também na nossa profissão. A ética passou a ser uma desculpa e não um esteio.

Quando vamos parar?

01 Apr 00:02

There’s always that one guy… [x]



There’s always that one guy… [x]

01 Apr 20:54

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30 Mar 23:26

Como criar um poster para conferências e congressos

by Moreno Barros

Paula Macedo, que é bibliotecária e/ arquiteta de informação compartilhou nas interwebs o poster que apresentará no IA SUMMIT, e eu me recordei que foram poucas as vezes, nos congressos que participei, que vi um poster tão decente e tão bem desenhado quanto o dela.

poster congresso

Como a maioria dos pesquisadores e pessoas que apresentam trabalhos em eventos, não sou designer, nem trabalho com UX (como a Paula), então o que podemos fazer para impedir ou minimizar o impacto dos nossos posters com padrão de apresentação sofrível?

Pois bem, um poster de grande formato nada mais é do que um grande pedaço de papel (ou monitor de tv) que serve para comunicar a sua pesquisa em uma conferência, geralmente composto de um título curto, uma introdução para a questão de pesquisa, uma visão geral de sua (nova) abordagem, os resultados relevantes em forma gráfica, alguma discussão esclarecedora dos resultados acima mencionados, uma lista de artigos previamente publicados que foram importantes para sua pesquisa e um breve reconhecimento da ajuda e apoio financeiro que você recebeu. Se todo o texto for mantido a um mínimo, uma pessoa pode (deve ser capaz de) ler totalmente o seu poster em menos de 5 minutos.

Embora você possa ​​comunicar todos os itens acima através de uma palestra de 15 minutos na mesma conferência, apresentar um poster permite que você interaja mais pessoalmente com as pessoas que estão interessadas em seu tópico. Posters também são úteis porque eles normalmente podem ser vistos mesmo quando você não está nas dependências do congresso, e até depois do término do evento, se você encontrar um bom prego e local onde possa pendurá-lo. Além disso, apresentar um poster é bastante recomendado se você não sabe falar bem em público (evidência bastante comum nos congressos, de diferentes áreas).

O melhor conselho que eu posso dar a quem está criando um poster pela primeira vez é descrever as circunstâncias em que um cartaz será visto: algum espaço ou sala quente, barulhenta, congestionada e com má iluminação. As sessões de pôsteres são muitas vezes concomitante com as palestras principais e ou até os coffee breaks, de modo que os participantes estão muitas vezes mais preocupados com a comida do que os trabalhos dos colegas. Mas pode piorar. Os organizadores dos eventos invariavelmente situam seu poster entre dois outros que são infinitamente mais interessantes e melhor elaborados, e em algum momento você será obrigado a permanecer ereto ao lado do seu poster, aguardando que uma comissão avaliadora julgue a qualidade do seu trabalho. Por causa de todas essas situações, o poster precisa ser visualmente interessante se ​​você quiser atrair apreciadores ou telespectadores.

Se você é um posteiro de primeira viagem é de bom grado gastar alguns minutos navegando por posters disponíveis online, só para ver a diversidade de layouts que as pessoas têm usado. Além de uma pesquisa no Google Images (tente pôster congresso, por exemplo), navegue pela coleção de posters da Faculty of 1000 ou do PhD posters. Mas não imite tudo que você vê – a maioria dos posters na internet são horríveis e alguns são possíveis crimes contra a humanidade. Parte do problema é que a maioria das pessoas que acabam em disciplinas que exigem posters (hard sciences, engenharias, saúde, etc) nunca são devidamente treinadas na maioria dos conceitos básicos de tipografia, escolha de cores e layout de página. Independentemente da causa, evite modelar seu design do poster sobre outros já publicados na internet (veja abaixo alguns posters que eu selecionei como exemplos de design e concepção, e esses sim, podem servir de modelo).

Ao contrário de um artigo, um poster pode adotar uma variedade de layouts, que usam como base gráficos e fotografias. Na verdade, você provavelmente não quer que seu poster se pareça com qualquer outro poster na sala. Enquanto você manter o espaço em branco suficiente, os alinhamentos de coluna de forma lógica e fornecer pistas claras para seus leitores sobre como eles devem percorrer os elementos de seu poster, você pode e deve ser criativo. Como esse aqui abaixo:

poster conferencia

Que seções incluir e o que eles devem conter?

Título: deve transmitir brevemente o “problema”, a abordagem experimental e o sistema em questão (ex. organismo, planeta, serviço, biblioteca, etc). Precisa ser atraente, a fim de cativar transeuntes desligados [aproximadamente 1-2 linhas]

Resumo: não inclua um resumo em um poster. Se por algum motivo você for forçado a incluir um resumo no seu poster, obedeça a essas regras. Mas saiba que o poster é um resumo de sua pesquisa, por isso é um desperdício de espaço ter um resumo do resumo. Mas é comum a confusão sobre isso: se você for apresentar seu poster em um evento, provavelmente será solicitado a enviar um resumo. Mas esse resumo é para inclusão nos anais ou catálogo do congresso e não para aparecer espremido no poster.

Introdução: faça com que o visualizador se interesse no problema ou questão usando o mínimo de informação conceitual e definições. Rapidamente coloque a sua questão no contexto da literatura primária publicada, então apresente uma nova hipótese interessante. Em seguida você pode descrever (brevemente) a abordagem experimental que testou sua hipótese. Ao contrário de um artigo, a introdução de um poster é um lugar apropriado para colocar uma fotografia ou ilustração que comunica algum aspecto de sua pergunta de pesquisa [cerca de 200 palavras].

Materiais e métodos: Faça uma breve descrição dos equipamentos e procedimento experimental, mas não com o detalhamento usado para um artigo. Utilize figuras e fluxogramas para ilustrar o delineamento experimental. Se possível, inclua uma fotografia ou desenho rotulado do organismo ou da configuração. Mencione as análises estatísticas que foram usadas ​​e como isso lhe permitiu abordar hipótese [cerca de 200 palavras]

Resultados: Em primeiro lugar, mencione se o seu procedimento experimental efetivamente funcionou (por exemplo, “90% das aves sobreviveram…”). No mesmo parágrafo, descreva brevemente os resultados qualitativos e descritivos (por exemplo, “as aves sobreviventes apresentaram letargia e tiveram dificuldade em localizar sementes”). Para dar um tom mais pessoal ao seu poster, no segundo parágrafo, comece a apresentação da análise de dados que aborda mais especificamente a sua hipótese. Utilize gráficos ou imagens como apoio. Forneça legendas autoexplicativas para as figuras (ou seja, capazes de transmitir alguma ideia para o leitor mesmo que ele ignore todas as outras seções, o que eles normalmente fazem). Você pode também incluir tabelas com legendas, mas opte por figuras sempre que possível. Esta é sempre a maior seção (exceto se você não possui dados). [cerca de 200 palavras, sem contar as legendas das figuras]

Conclusões: Relembre o leitor do resultado maior e rapidamente indique se sua hipótese foi confirmada. Tente convencer o visitante o por que esse resultado é interessante. Afirme a relevância de seus resultados com outros trabalhos publicados e a aplicação no mundo real. Indique as direções futuras. [cerca de 200 palavras]

Literatura citada: siga o formato descrito por sua área de pesquisa (a polícia bibliográfica de algumas conferências vai encontrar até mesmo as pequenas infrações, fique atento). Procure citar sempre outros trabalhos acadêmicos e publicações de periódicos científicos reconhecidos. [5-10 citações]

Agradecimentos: agradeça indivíduos por contribuições específicas (consultoria estatística, assistência laboratorial, comentários sobre as versões anteriores do poster, etc). Mencione quem concedeu financiamento. Não se exceda nos títulos das pessoas (João da Silva pode funcionar melhor do que Dr. Silva). Também inclua nesta seção divulgações explícitas para quaisquer conflitos de interesse e de compromisso. [cerca de 40 palavras]

Mais informações: se você mandou bem, alguns visitantes vão querer saber mais sobre a sua pesquisa e você pode usar esta seção para fornecer seu endereço de e-mail, o endereço do site, ou talvez uma URL, onde eles podem baixar uma versão em PDF do poster ou dados relevantes. Apenas certifique-se de editar a URL (não precisa ser azulada ou sublinhada. Utilize um encurtador).

Alguns dias antes da apresentação solicite que algumas pessoas critiquem seu poster, preferencialmente quando você não estiver presente (se você estiver por perto elas vão dizer “está muito bom!”). Peça-lhes para deixar as suas sugestões anotadas, levando-os a comentar sobre o conteúdo, contagem de palavras, o fluxo da ideia, a clareza das figuras, o tamanho da fonte, ortografia, etc. Você pode imprimir uma versão em miniatura de seu poster. Se você tiver acesso a um projetor, exiba o seu cartaz em uma tela grande e peça às pessoas para indicar na tela suas sugestões (mais uma vez, você deve estar em outro lugar, elas podem deixar post-its colados).

Outra maneira de solicitar comentários é converter o poster a um JPG e postá-lo no Twitter, Facebook ou no grupo Pimp My Poster do Flickr, e depois esperar pelas sugestões (“queridos amigos, por favor, me ajudem a tornar meu poster menos horrível. Comentários serão apreciados”).

SOFTWARES DE EDIÇÃO
Posters exigem visualização e impressão em grande formato, então você precisará de um programa específico para isso. A melhor saída é encontrar algum amigo designer que fará o processo de criação em softwares gráficos como Corel, Photoshop, Illustrator, Inkscape. Você pode tentar um software exclusivo para confecção de posters, como PosterGenius, Scribus ou até mesmo LaTeX, mas todos são bastante complicados.

Por sorte, a maioria das conferências hoje em dia solicita apenas a versão digital do poster, já que a apresentação deles é feita (horizontal ou verticalmente, verifique antes com a organização do evento) em telas de tv ou monitores de muitas polegadas. Sendo assim, a maneira mais simples é confeccionar o poster no próprio Power Point, Keynote ou Draw.

TEMPLATES
Você pode buscar por templates na internet ou utilizar os modelos abaixo (Microsoft PPT). Basta ajustar as dimensões na área de configuração do Power Point para que você tenha um modelo do tamanho que deseja (as conferências geralmente especificam o tamanho dos posters). Depois que o tamanho for corrigido, basta substituir o “blá, blá, blá” com seu próprio texto, adicionar alguns gráficos e está feito.

Aqui você encontra 5 tipos diferentes de templates, horizontais e verticais. Cada um deles evidencia melhor uma determinada área, alguns com três, outros com mais colunas. Escolha aquele que melhor se adequa ao conteúdo que você pretende apresentar. Clique sobre as imagens para baixar o arquivo template do Power Point.

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O QUE FAZER E O QUE NÃO FAZER
Algumas referências interessantes:
Como fazer um pôster para um Congresso
Como fazer um pôster científico
Preparando um pôster para conferência
Designing conference posters
Michael Barton’s poster tips
Conference posters
Speaking guidelines

INSPIRAÇÃO
Alguns posters que humilham a humanidade científica no quesito design:

Todos os posters acima criação do português Osvaldo Branquinho

Projeto acima de Cátia Costa

[tradução adaptada do post original de Colin Purrington "Designing conference posters"]

31 Mar 12:30

As mulheres brasileiras e sua literatura gostosa… de ler!

by William Okubo

Desculpem o trocadilho, mas o assunto é sério: a literatura produzida pelas mulheres brasileiras atualmente é muito gostosa de ler! Ela é tão, tão, tão gostosa que não queria parar de ler, situação que motivou o atraso desta postagem que deveria ter sido feita no Dia Internacional da Mulher.

Ficou para os últimos minutos do mês da mulher.

A ideia de escrever sobre o tema estava em mente desde o ano passado, mas como havia lido um número pequeno de romances ou livros de contos de “novas” autoras nacionais, nada aconteceu, mas o fato que deu início à saga foi a leitura de um artigo no blog de literatura Posfácio, onde o colunista falou da campanha mundial traduzida aqui com o horroroso #LeiaMulheres2014.

Não estou menosprezando autoras consagradas como Clarice Lispector, Hilda Hilst, Raquel de Queiroz, Maria José Dupré, Ana Maria Machado, Lygia Fagundes Telles, Maria Carolina de Jesus ou autoras com obras já consolidadas e amadas como Martha Medeiros, Cíntia Moscovich e Lya Luft ou mesmo a multimidiática Thalita Rebouças e a Paula Pimenta, estas últimas best-sellers infantojuvenis.

Meu objetivo é tornar mais conhecidas entre os profissionais (torço para que conheçam!) e leitores do blog algumas boas escritoras que podem ser indicadas e lidas, ampliando o leque de leituras para além das autoras internacionais que infestam o mercado literário nacional.

Antes de começar, eu admito, eu sou muito influenciado por aquele maldito discurso do Ortega y Gasset a respeito da Missão do Bibliotecário….

De antemão, informo que as escolhidas escrevem de forma um tanto diferente uma das outras, com estilos bem diferentes e humores idem. Mas vamos a quem interessa: elas e suas obras!

Começo com uma escritora que conheci pessoalmente em meados de 2005, mas cujo primeiro foi lido somente agora.

Ana Paula Maia, nascida no Rio de Janeiro, é autora dos romances O habitante das falhas subterrâneas (7 letras, 2003) e A guerra dos bastardos (Língua geral, 2007). Em 2006 publicou o primeiro folhetim pulp da Internet brasileira em 12 capítulos. Tem contos publicados em diversas antologias, entre elas 25 Mulheres que estão fazendo a nova literatura brasileira (Record, 2004) e Sex´n´Bossa (Mondadori, Itália, 2005).

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De gados e homens (Record, 2013), é seu último romance (é uma novela, pois tem apenas 124 páginas) e é simplesmente devastador. Ana Paula conta o dia-a-dia de trabalhadores em um abatedouro em algum canto do país (o local me lembra muito o interior de Mato Grosso do Sul, lugar onde tenho um primo que trabalha em um abatedouro) sem fazer concessões. É um livro para os fortes e depois de lê-lo você vir a desistir de comer um bom hambúrguer!

[Pô, tive de comprar]

 

Tatiana Salem Levy, é escritora, tradutora e doutora em Estudos de Literatura. Publicou o livro A experiência do fora: Blanchot, Foucault e Deleuze (Relume Dumará) e contos na revista Ficções 11 (7Letras) e nas antologias Paralelos (Agir) e 25 mulheres que estão fazendo a nova literatura brasileira (Record). A chave de casa, seu romance de estréia, foi publicado primeiramente em Portugal, pela editora Cotovia.

chavedacasa

A chave da casa (Record, 2007) foi seu romance de estréia e já chegou provocando. Composto de pequenos capítulos (moda na literatura brasileira atual) em narrativa não linear, este livro de tom autobiográfico consegue ser terno, histórico e radical, pois cada em capítulo um momento da vida da personagem é contado, e ela passeia por Portugal, Turquia, Rio de Janeiro, Estados Unidos e por sua cama…. e por falar em cama há trechos quentes, que podem interessar àqueles que curtem uma pegada mais sensual. Mas também há um trecho de tortura (sim, a mãe da personagem viveu a Ditadura brasileira).

[Disponível em várias Bibliotecas Municipais de São Paulo e Biblioteca de Niterói]

 

Carola Saavedra nasceu em Santiago do Chile, em 1973, e veio com a família para o Brasil três anos depois. Morou na Alemanha, onde concluiu um mestrado em comunicação, e também na Espanha e na França. Hoje vive no Rio de Janeiro e é escritora e tradutora. Em 2005, publicou o livro de contos Do lado de fora (7Letras, 2005). Recebeu o prêmio APCA de melhor romance pelo livro Flores azuis (2009). Está entre os vinte melhores jovens escritores brasileiros escolhidos pela revista Granta.

todaterca

Toda terça (Companhia das Letras) é um livro escrito a partir de um Divã, local onde dois personagens, uma mulher e um homem, contam seus encontros e desencontros amorosos. Ou seja, aparentemente um livro simples e tradicional mas muito bem escrito.

[Disponível em várias Bibliotecas Municipais de São Paulo e Biblioteca Parque de Manguinhos]

 

Adriana Lisboa começou oficialmente sua carreira em 1999, com a publicação do romance Os fios da memória, ao qual se seguiram outros quatro: Sinfonia em branco (2001), que a levou a ser apontada pela crítica como uma das mais importantes revelações da nova literatura brasileira, Um beijo de colombina (2003), Rakushisha (2007) e Azul-corvo (2010). Em 2004 lançou uma coletânea de contos curtos e poemas em prosa, Caligrafias, com desenhos originais de Gianguido Bonfanti. Em 2007 publicou a novela O coração às vezes para de bater, adaptada para o cinema por Maria Camargo. Sua obra se completa com três livros infanto-juvenis: Língua de trapos (2005), A sereia e o caçador de borboletas (2009), ambos ilustrados por Rui de Oliveira, e Contos populares japoneses (2008), ilustrado por Janaína Tokitaka.

Capa Sinfonia em branco alta.indd

Sinfonia em branco (Alfaguara, 2011) se encontra entre os livros mais belos e trágicos que já li. Do ponto de vista de beleza ele me lembrou muito alguns trechos de “Reparação” do Ian McEwan um dos livros que indiquei outro dia como um dos dez melhores que já li. Alguns silêncios parece que gritavam mil palavras enquanto lia. Já o trágico lembrou-me “Os sofrimentos do jovem Werther” do Goethe. Me recuso revelar a história, mas apesar da leveza da escrita o livro é tão pesado quanto o da Ana Paula Maia.

[Disponível na Mário de Andrade e Biblioteca de Niterói]

 

Luisa Geisler nasceu em Canoas (RS), mas passa dois terços de seu tempo em Porto Alegre, estudando Relações Internacionais. Contos de mentira é seu livro de estreia, mas conquistou o prêmio Sesc de literatura. Para alguém que nasceu em 1991, não é pouco o que já fez: ganhou prêmios literários, publicou contos em antologias, revistas e na internet, traduziu, lecionou inglês, arrancou os sisos, tentou fugir de casa, estudou cinco idiomas estrangeiros e somou outros tantos feitos afins.

Quica

Quiçá (Record, 2013) é o segundo livro da jovem autora e nele ela demonstra muita habilidade para misturar vários momentos em um único capítulo do livro, ou seja, ela utiliza a narrativa não linear que cai muito bem nos dois jovens personagens principais, os primos Clarissa, de 11 anos, e Arthur de 18 anos, onde o segundo, após uma tentativa de suicídio, vai morar com a família da garota. Mas o grande problema de convivência não será entre os dois jovens tão diferentes entre si, mas sim com seus pais, família e porque não com a sociedade. Vale muito a pena ser lido!

[Disponível na Mário de Andrade - Circulante, Biblioteca de São Paulo e Biblioteca de Niterói]

 

Vanessa Bárbara nasceu em 1982, é jornalista e escritora. É colunista do International New York Times e da Folha de S.Paulo. Publicou o romance Noites de alface (Alfaguara, 2013), a graphic novel A máquina de Goldberg (Quadrinhos na Cia., 2012, em parceria com Fido Nesti), o livro-reportagem O livro amarelo do terminal (Cosac Naify, 2008, Prêmio Jabuti de Reportagem), o romance O verão do Chibo (Alfaguara, 2008, em parceria com Emilio Fraia) e o infantil Endrigo, o escavador de umbigo (Ed. 34, 2011). É também tradutora e preparadora da Companhia das Letras. Ela contribui para o blog com uma coluna mensal.

Capa Noites de alface.indd

Noites de alface (Alfaguara, 2013) é delicioso. A história dos dois velhinhos do bairro do bairro do Mandaqui em São Paulo (não, o livro não se passa no Mandaqui, mas tudo leva a crer que sim, pois é o bairro onde a autora mora e idolatra) me fez rir à toa em vários momentos. Em seguida, com um deles sozinho após a partida de um deles, certa melancolia toma conta da obra, mas mesmo assim o humor (mesmo que negro) é visível a cada momento até o desfecho inesperado. Recomendo, e dou meu exemplar de presente para quem lembrar de algo que ligue ela aos bibliotecários e bibliotecas…. (risos sarcásticos).

[Pô, tive que comprar] 

 

Beatriz Bracher nasceu em São Paulo, em 1961. Formada em Letras, foi editora da revista 34 Letras, de literatura e filosofia, e uma das fundadoras da Editora 34, onde trabalhou por oito anos. Sua experiência com cinema inclui o argumento do filme Cronicamente inviável (1994), co-autora do roteiro premiado do longa-metragem Os inquilinos (2009), pelo o qual ganhou o prêmio de “Melhor Roteiro do Festival do Rio”, ambos em parceria com Sérgio Bianchi e co-autora do roteiro de O abismo prateado (2011), longa-metragem de Karim Aïnouz, selecionado para a Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes. Sua estréia como escritora de livros foi em 2002, com o romance Azul e dura. Em 2009, lançou seu primeiro livro de contos, Meu amor, vencedor do Prêmio Clarice Lispector, da Biblioteca Nacional.

meuamor

Meu amor (34, 2009) é a obra da autora mais experiente da lista, mas não a considero tão conhecida, por isso, entrou na lista. Também a conheço, pois fiz uma visita monitorada especial para ela na Biblioteca Mário de Andrade quando trabalhava lá, e admito que parecia que andava com uma nobre de alguma corte inglesa ao mesmo tempo que ela ria de alguns comentários deste bobo. Mas deixemos minha paixão platônica de lado: a obra traz alguns contos de alguém com severo olhar crítico e ao mesmo tempo amoroso sobre o viver no Brasil hoje. Do ponto de vista privilegiado de alguém ligado a famosa classe média brasileira é incrível a sensibilidade para escrever algo como o trecho abaixo:

Estava parada em um engarrafamento, no final de um dia poluído. O homem surgiu e bateu na janela com uma arma preta. O movimento de sua boca berrava e a voz chegava baixa. Passa o dinheiro, passa o dinheiro ou vai morrer. Agora, abre a janela, agora, agora, ou vai morrer, ou vai morrer. Olhava louco para mim, olhava louco para mim. Ou vai morrer, ou vai morrer. Olhava sua boca, seus olhos, a arma preta, a aflição e a raiva e me convencia que era cinema. Não tentei explicar-lhe, ele entenderia. O vidro blindado transformava sua ação, eu podia olhar, observar os detalhes de sua roupa, a língua escura e o tamanho pequeno das mãos agarrando a arma preta. A arma preta apontada contra meus olhos, o canal oco da arma preta tremendo, argumento claro, abre, sua vaca, eu vou atirar. Minha curiosidade apática minava sua decisão, o argumento oscilava.
O rapaz entendeu sua impossibilidade, titubeou, apoiou as mãos no vidro, uma fechada na arma, aproximou o rosto e cuspiu minha morte mais uma vez. Eram de um animal os olhos, a palma da mão suada e a saliva. Furioso, enjaulado, um fila brasileiro latindo e pulando atrás das grades enquanto caminhamos na calçada. Ele segurou a arma com as duas mãos e mirou meu rosto. Eu mirava calma e hipnotizada, intrigada com o fim.
Um frio monstruoso me sobe do estômago e para meu coração. Hoje é dia de rodízio, eu não estou no blindado. Meus olhos pulam de horror, as mãos crispadas na boca aberta e hirta, sem qualquer possibilidade de voz, pedi piedade. Ele entendeu e riu. Num só golpe, quebrou o vidro com a mão da arma, esmurrou meu rosto e sumiu deixando o revólver de brinquedo no meu colo manchado com o nosso sangue.

[Disponível em várias Bibliotecas Municipais de São Paulo, Biblioteca de São Paulo e Bibliotecas Parque de Manguinhos e Niterói]

 

Natércia Pontes é uma escritora nascida em Fortaleza, filha de Augusto Pontes, ex-secretário da Cultura do Ceará. Estudou Radialismo no Rio de Janeiro. Mudou-se em 2007 para São Paulo.

Copacabana-dreams

Copacabana Dreams (Cosac Naify, 2013) é o primeiro livro oficial da Natércia e é outra daquelas obras que te faz rir sozinho, mas não só, pois há alguns contos, todos ambientados no Rio de Janeiro (de novo!), trágicos ou que demonstram algumas realidades deste lugar emblemático da cidade maravilhosa. Recomendo a leitura de um conto interessante sobre culinária (spoiler: a personagem frita uma parte de seu próprio corpo). O design do livro também se destaca, pois todos os textos são acompanhados por letras e formatação individualizadas! Acompanho a autora no Twitter e suas tuitadas também são bem humoradas, como são muitas das postagens e textos da Vanessa Bárbara que sigo no Facebook.

[Disponível na Mário de Andrade - Circulante]

 

Veronica Stigger, gaúcha radicada em São Paulo desde 2001, é doutora em história da arte, crítica de arte e professora universitária. Defendeu tese sobre a relação entre arte, mito e modernidade, enfatizando as obras de Kurt Schwitters, Marcel Duchamp, Piet Mondrian e Kasimir Malevitch. Em seu pós-doutorado estudou, entre outros, os artistas brasileiros Maria Martins e Flávio de Carvalho. Seu primeiro livro, O trágico e outras comédias, foi publicado pela editora portuguesa Angelus Novus, em 2003 e, no Brasil, pela 7Letras, em 2004. Pela Cosac Naify, publicou Gran cabaret demenzial (2007) e Os anões (2010). Alguns de seus contos foram traduzidos para o catalão, o espanhol, o francês e o italiano.

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Os anões (Cosac Naify, 2010) deve ser o mais radical dos livros indicados até aqui. Os pequenos textos, pequenos como a própria obra, são repletos de violência, como o conto do título que pode ser lido online (aqui). Apesar da forma literária de escrever os textos deixam bem claro como a violência está em todo lugar no mundo contemporâneo.

[Disponível na Biblioteca de São Paulo e Mário de Andrade - Circulante]

 

Helena Terra é jornalista e escritora, ilustradora e artista plástica. Nasceu em Vacaria (RS), mas mora em Porto Alegre. Participou de oficinas literárias e publicou contos.

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A condição indestrutível de ter sido (Dublinense, 2013) é a estréia da autora na narrativa longa. Última obra descoberta e lida em algumas horas de tão instigante e trata de uma blogueira que se apaixona desesperadamente por um comentarista de seu blog. O grande mérito do livro é sua atualidade, pois via literatura nos faz pensar sobre as novas formas de conhecer e amar, mas que mantem os mesmos problemas de sempre: pode dar certo ou pode ser uma grande ilusão. Há trechos de poesia pura, e momento interessantes onde os personagens parecem se transformar em textos, como no último trecho que transcrevo, veja:

Em menos de um mês, de blogueira passei a ser o mais colorido, incomensurável e perfumado vaso humano.

Escapavam-me doses extravagantes e tumultuadas de ciúmes pelos dedos.

Na primeira vez em que ele escreveu Nós vamos nos misturar feito letras em uma palavra, vi os seus dedos, as falanges, as suas unhas em ação.

[tive de comprar o livro eletrônico na Amazon, saiu por R$13,00 contra R$29,90  em papel e mesmo assim teria que trazer de outro Estado]

 

O fato triste na coisa toda é que alguns destes livros não fáceis de encontrar em Bibliotecas Públicas, tanto que não encontrei o livro que queria de outra autora nova, a Carol Bensimon. Isso é um grande problema, principalmente para quem não tem recursos, e infelizmente acredito que esse problema vá continuar, pois ainda não se aprendeu a comprar com diversidade ou não há recursos mesmo nas Bibliotecas. Pode ser que alguns destes títulos venham a ser comprados, mas só chegam depois de meses ou até anos, se chegarem, mais um problema, a lentidão.  E por fim, que falta faz um catálogo nacional de  acervos de Bibliotecas Públicas, facilitaria minha vida e evitaria a impressão de bairrismo meu ao colocar só livros encontrados no Rio de Janeiro e São Paulo (deu preguiça de abrir outros catálogos!).

Enfim, pretendo continuar lendo sempre que possível alguma nova autora brasileira, agora de preferência de fora do eixo sul-sudeste e também das quebradas (ou periferias), e claro, aceito dicas.