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08 Apr 02:18

submissivecdjackie: ~ More Of My Life Long Love Affair With...



submissivecdjackie:

~ More Of My Life Long Love Affair With Beautiful Sexy Redheads ~

Fuck Yeah Nice Boobs/Ass

Submission   Boobs/Ass

Ask Boobs/Ass

mail: boobs2012@live.com

08 Apr 02:17

Fuck Yeah Nice Boobs/Ass Submission   Boobs/Ass Ask...



Fuck Yeah Nice Boobs/Ass

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08 Apr 02:17

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08 Apr 01:31

Dinosaurs Did It Like This

by Ryan Britt

What Was Dinosaur Sex Like

My curmudgeon father had a huge influence on me in a variety of ways, but the impact of his subscription to the now defunct Omni may have been the most lasting. Featuring both science fiction and actual science articles, Omni was also chock-full of wonderful images which made it one of my favorite periodicals to be swallowed up by. Plus, it appealed to my interests: space, robots, and dinosaurs! But one particular article gave a me special shock and then, in adulthood, somehow snuck up behind me, and attacked me again. And it’s all about how dinosaurs did it.

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08 Apr 01:19

QRorschach by David Eberhardt.



QRorschach

by David Eberhardt.

07 Apr 04:37

video of the day



video of the day

05 Apr 16:52

On Twitter, anti-vaccination sentiments spread more easily than pro-vaccination sentiments

On Twitter, a popular microblogging and social-networking service, statements about vaccines may have unexpected effects—positive messages may backfire, according to a team of Penn State University researchers led by Marcel Salathé, an assistant professor of biology. The team tracked the pro-vaccine and anti-vaccine messages to which Twitter users were exposed and then observed how those users expressed their own sentiments about a new vaccine for combating influenza H1N1—a virus strain responsible for swine flu. The results, which may help health officials improve strategies for vaccination-awareness efforts, will be published in the journal EPJ Data Science on 4 April 2013.
05 Apr 03:55

producer

1. a schmooze artist who has had surgery to destroy the part of the brain which governs shame.
2. the revolting combination of big-shot and suck-up which is sent skipping along Hollywood’s party scene with a wad of cash and an ounce of coke, plus a memo in his khaki coat pocket which reminds him of his only purpose: “Make sure nothing too fresh hits the screen.”
05 Apr 03:54

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05 Apr 03:54

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05 Apr 03:54

Tabu Ley Rochereau

05 Apr 03:53

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05 Apr 03:53

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05 Apr 03:53

The Two Alarm Fire





The Two Alarm Fire

05 Apr 03:52

“I have a competition in me. I want no one else to...



“I have a competition in me. I want no one else to succeed.”

There Will Be Blood (2007)

05 Apr 03:52

Termék elhelyezés

by huziii123

Megosztom Facebookon! Megosztom iWiWen! Megosztom Twitteren! Megosztom Google Buzzon! Megosztom Google Readeren! Megosztom Tumblren!

05 Apr 03:52

Moonwalk Gif

by Doublebanker
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05 Apr 03:52

Big Girl, Little Cat

by Doublebanker



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05 Apr 03:51

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05 Apr 03:51

King of the Mardi Gras



King of the Mardi Gras

05 Apr 03:51

“Yes, we’re men. Men is what we are.” Fight...



“Yes, we’re men. Men is what we are.”

Fight Club (1999)

05 Apr 03:51

Etetnéd?

by huziii123

 

Megosztom Facebookon! Megosztom iWiWen! Megosztom Twitteren! Megosztom Google Buzzon! Megosztom Google Readeren! Megosztom Tumblren!

05 Apr 03:50

Steaming Gif

by Doublebanker



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05 Apr 03:50

this completely went over my head as a kid





this completely went over my head as a kid

image

05 Apr 03:50

Statue Gif

by Doublebanker
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05 Apr 03:50

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05 Apr 03:50

Ratos e Reiki

by Carlos Orsi
Você talvez já tenha visto, em alguma rede social, um texto proclamando que um estudo brasileiro envolvendo camundongos "provou" a validade do uso da imposição das mãos, ou do reiki, ou do toque terapêutico -- todas modalidades em que o praticante gesticula sobre o corpo do paciente, sem tocá-lo, na tentativa de diagnosticar ou curar doenças, supostamente por meio de algum tipo de transferência de energia.

O estudo citado é uma dissertação de mestrado realizada na USP, em 2003, e que foi tema de uma matéria da Revista Galileu. O trabalho chegou a ser discutido na seção de comentários deste blog, no ano passado, mas eu nunca havia escrito nada a respeito, confesso, por profunda preguiça. Mas, vendo o assunto voltar à baila, senti que era hora de tratar dele para, como dizia Arthur Conan Doyle, não deixar a coisa passar como verdade apenas "por default".

Reproduzo, abaixo, o resumo do estudo apresentado pela Galileu:

No experimento, a equipe de pesquisadores dividiu 60 camundongos com tumores em três grupos. O grupo controle não recebeu nenhum tipo de tratamento; o grupo “controle-luva” recebeu imposição com um par de luvas preso a cabos de madeira; e o grupo “impostação” teve o tratamento tradicional sempre pelas mãos da mesma pessoa.

Depois de sacrificados, os animais foram avaliados quanto a sua resposta imunológica, ou seja, a capacidade do organismo de destruir tumores. Os resultados mostraram que, nos animais do grupo “impostação”, os glóbulos brancos e células imunológicas tinham dobrado sua capacidade de reconhecer e destruir as células cancerígenas.

É um bom resumo. Cabe apenas acrescentar que as luvas, cheias de algodão, tinham o papel de simular uma condição-placebo -- isto é, produzir nos camundongos um efeito psicológico e emocional igual, ou ao menos bem semelhante, ao da presença de um par de mãos humanas, numa tentativa de isolar os efeitos desses fatores, digamos, "naturais", do poder das "energias sutis" a que o autor do trabalho gostaria de atribuir os resultados obtidos. Esses resultados imunológicos positivos saíram de quatro de seis testes estatísticos realizados (dois deles não produziram resultados significativos). Citando a dissertação, constatou-se que:

Elevação na contagem do número de monócitos (p<0,05);
Diminuição na contagem do número de plaquetas (p<0,05);
Elevação da citotoxicidade de células não-aderentes com atividade NK e LAK (p<0,005).

Neste ponto, parecem ficar claros alguns problemas metodológicos, que enumero a seguir:

1. Quem disse que luvas cheias de algodão são um bom placebo para imposição das mãos?

A questão de qual o placebo adequado para testes de reiki é discutida na literatura científica internacional, e luvas não parecem a melhor solução. Luvas, afinal, não têm o cheiro das mãos, não suam como as mãos, não têm a temperatura das mãos. Aliás, as luvas usadas, neste experimento específico, sequer se parecem com mãos! (A imagem abaixo foi copiada do corpo da dissertação).


2. A análise das amostras foi feita de modo cego?

A matéria da Galileu não diz, e a dissertação, também não. Num teste cego, a análise das amostras dos camundongos "tratados" e dos animais dos dois grupos de controle (com ou sem placebo) seria feita por profissionais ignorantes quanto à origem do material. A longa experiência humana em estudos de tratamentos médicos e, também, de fenômenos paranormais mostra que "cegar" o estudo é a única forma de garantir que os preconceitos, crenças, desejos e expectativas dos experimentadores não contaminem o resultado. 

3. Os níveis de significância estatística são adequados?

Quando se diz que o resultado de um teste estatístico é significativo com "p<0.05", isso quer dizer que a chance de o resultado obtido ser fruto de mero acaso -- e não do fenômeno que você está investigando -- é menor que 5%. Esse número mágico, 5%, é usado por questões de conveniência e tradição histórica, embora algumas ciências, como a física de partículas, já tenham assumido que valores de "p" muito menores que 0,05 são necessários para comprovar determinados fenômenos. Um problema comumente ignorado é o de que, quantos mais testes se realizam numa amostra, menor deve ser o valor de "p" considerado significativo.

O motivo é fácil de entender: imagine que cada teste realizado na base de dados corresponda a um sorteio. A diferença, aqui, é que ser "sorteado", no caso, é sinal de azar: você está obtendo um resultado que parece confirmar sua hipótese, mas que na verdade não passa de ruído. Bem, cada novo teste representa um novo sorteio. Isto é, uma nova oportunidade de ser enganado pelo acaso. Ao realizar seis testes com "p" de 0,05, a chance de se obter pelo menos um resultado falso positivo sobe de 0,05 para 0,26. Passa de 5% para 26%. Em outras palavras, sua chance de estar certo ao afirmar que evento é real cai de 95% para 74%.

A dissertação não informa se alguma correção foi aplicada para dar conta dessa possibilidade.

Suponhamos, porém, que a alteração fisiológica nos camundongos tratados seja real, estatisticamente significativa e não tenha sido causada pelo cheiro do sabonete com que o aplicador de reiki lavou as mãos: resumindo, que nenhuma das armadilhas metodológicas tenha afetado o resultado final. Ainda assim, há problemas conceituais que permeiam todo o trabalho, e que surgem, de modo mais grave, na reportagem da Galileu

O trabalho acadêmico ainda menciona algumas possíveis causas alternativas -- para além da interação de um suposto "campo de energia" do corpo humano com o organismo dos roedores -- para o resultado, como estresse ou variações hormonais. A investigação da questão hormonal, no entanto, é postergada (o texto diz que amostras foram preservadas para análise posterior) e o estresse é posto de lado por não terem sido encontrados outros marcadores desse tipo de condição. 

O que nos traz a uma questão curiosa: o que é mais provável -- que animais estressados não apresentem todos os marcadores bioquímicos da condição, mas apenas alguns, ou que os marcadores tenham surgido por influência de um campo energético misterioso, desconhecido pela ciência?

A dissertação não responde diretamente à pergunta, mas a opção do autor é clara. O texto fala, de passagem, em Einstein e mecânica quântica, mas a referência dada é um livro popular de divulgação científica (O Universo Elegante, de Brian Greene), cujo autor provavelmente ficaria roxo de vergonha -- ou raiva -- ao ver seu trabalho invocado dessa forma. 

Menciona ainda "energias sutis, que seriam um conjunto de energias que ainda não foram exatamente esclarecidas pela ciência", como se fosse uma categoria científica estabelecida, e não um conceito altamente polêmico, quando não francamente marginal e associado a charlatanismos de todo tipo. Também insiste em tratar o eletromagnetismo -- talvez a força mais longamente conhecida a estudada pelos físicos -- como se fosse algo misterioso e vagamente místico, numa espécie de regressão atávica aos tempos de Mesmer

É sintomático que o livro citado como referência para escorar essa associação entre eletromagnetismo e "energias sutis", Energy Medicine: The Scientific Basis, tenha sido impiedosamente demolido numa crítica publicada na revista Skeptic, assinada pela médica Harriet Hall. E, ao mesmo tempo em que cita Energy Medicine, a dissertação se esquiva de mencionar o artigo de Emily Rosa, publicado no periódico com revisão pelos pares JAMA, em 1998, demonstrando que praticantes de "toque terapêutico" são incapazes de detectar o suposto "campo de energia" do corpo humano.

Mas eu ia dizendo que a dissertação é menos problemática que a reportagem. Isso porque a peça acadêmica, em suas conclusões, é de um tímido conservadorismo: 

"A diferença dos resultados obtidos entre os grupos Controles e o grupo Impostação não sugerem que as alterações fisiológicas encontradas sejam decorrentes de condicionamento dos animais ou efeito placebo. Novos estudos experimentais devem ser realizados para melhor avaliar os efeitos dessa prática, investigando a função plaquetária e os diversos fatores que podem estar envolvidos nessa resposta e na regulação das respostas imunológicas e endócrinas."

Nada de campos eletromagnéticos biológicos ou energias sutis, veja só. Nenhuma palavra, nas conclusões, dando a entender que o reiki ou o toque terapêutico foram "provados cientificamente" (lembre-se disso da próxima vez que encontrar essa alegação no Facebook). 

Já na revista, livre das amarras da prudência acadêmica, o pesquisador é mais explícito: “Não sabemos ainda distinguir se a energia que o reiki trabalha é magnética, elétrica ou eletromagnética. Os artigos descrevem- na como ‘energia sutil’, de natureza não esclarecida pela física atual”.

"Energia (...) de natureza não esclarecida pela física atual", até onde eu sabia, era a energia escura que está afastando as galáxias. Será a mesma coisa?  
05 Apr 03:50

Photo









05 Apr 03:48

Superman inspires all…

by bryanwashere


Superman inspires all…

05 Apr 03:48

Life Hack of the Day: Turn an IKEA Stool into a Kid's Bike

Life Hack of the Day: Turn an IKEA Stool into a Kid's Bike

IKEA instructions can be difficult enough to follow as is, but what happens if you didn't follow them at all and made something else instead? Samuel Bernier and Andreas Bhend spent two days reverse-engineering the Swedish furniture company's FROSTA stool into a kid-sized bike. According to the duo, the handlebars feel "a bit stiff" but the wheels "roll like a dream." Wanna make your own? Check out Bhend's step-by-step modification instruction on Instructables!

Submitted by: Unknown (via Fast Company)

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