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30 Jan 17:00

Armazenar dados no Brasil não significa maior segurança

by Rogério Reis

O Marco Civil da Internet, projeto ainda em discussão na Câmara dos Deputados que pretende regular a rede mundial de computadores aqui no Brasil, estabelece as regras do jogo para todos – sejam pessoas físicas, jurídicas ou instituições governamentais. A proposta é que, a partir de sua aprovação e posterior sanção presidencial, o País passe a contar com um conjunto de leis para regular o uso da Internet por meio da previsão de princípios, garantias, direitos e deveres de quem usa a rede, além da determinação de diretrizes para a atuação do Estado.

Já são quase quatro anos de discussão em torno de sua votação, mas o debate em torno desse projeto se intensificou bastante depois da revelação de casos de espionagem por parte da Agência Nacional de Segurança (NSA) dos Estados Unidos aqui no Brasil e em outras nações.

Na esteira das denúncias do monitoramento feito pelos norte-americanos, surgiu uma proposta que tem gerado bastante controvérsia. Defendida pelo Governo para que seja incluída no texto do Marco Civil, ela prega a obrigatoriedade do armazenamento de dados no Brasil por empresas de TI e Internet. Mas seria essa medida realmente eficaz, ao ponto de proporcionar maior segurança e combater a espionagem?

A obrigação de hospedagem de dados é uma medida inócua para confrontar esse tipo de ação, uma vez que a localização dos data centers não impedirá que as empresas aqui instaladas continuem colaborando com a NSA. Além disso, circula a tese jurídica de que o fator que define a jurisdição é a nacionalidade da companhia que controla os dados, e não o local em que eles estão armazenados.

Pelo ponto de vista da segurança do cidadão, o balanceamento entre custo e viabilidade é outro fator que complica essa regra. O impacto financeiro às empresas seria enorme, já que as despesas para a implantação de um data center custariam no mínimo o dobro do que, por exemplo, nos Estados Unidos ao avaliar o custo de importação de tecnologia.

Se considerados os gastos com terreno, construção civil e mais a cadeia de distribuição, o custo seria triplicado, podendo atingir proporções ainda maiores. Há ainda que se ponderar a mão de obra – enquanto no Brasil ela incide 60% sobre o orçamento, nos Estados Unidos fica em torno de 10%. E todo o investimento deve ser minuciosamente estudado e muito bem feito, pois o perfeito funcionamento exige robusta infraestrutura de telecomunicações, englobando a tecnologia empregada e o material humano.

Levando-se em conta todos esses aspectos, a única vantagem de se estabelecer o armazenamento de dados de empresas no Brasil residiria na redução da latência, ou seja, no tempo de resposta para o acesso às informações por parte dos usuários. Mas, ainda assim, é importante ressaltar que a infraestrutura disponível teria de ser igual, ou melhor, àquela presente nos países de origem de empresas estrangeiras, especialmente as norte-americanas.

Em todo esse debate, deve-se imperar o bom senso e pensar a possibilidade de migrar essa exigência para dados específicos. Na Coreia do Sul, por exemplo, os dados bancários de coreanos não podem ser armazenados fora do país; na Austrália, há projetos para evitar que o armazenamento de informações e dados de saúde de seus cidadãos saia de suas fronteiras.

O Marco Civil da Internet é o primeiro passo na direção de uma rede mais segura no Brasil e, portanto, é fundamental que seja rapidamente aprovado e sancionado para que sejam feitos todos os reparos necessários no futuro.

O que não se pode admitir é que seja usado como mera resposta às acusações de espionagem, por meio da criação de subterfúgios inócuos. Já existem inúmeras formas e tecnologias eficazes para proteger empresas – públicas ou privadas – de monitoramentos e fiscalizações inapropriados. Nenhuma delas é por decreto.

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26 Jan 19:53

E quanto a este?

by Francisco Nunes

“Vendo-o, pois, Pedro perguntou a Jesus: E quanto a este? Respondeu-lhe Jesus: Se Eu quero que ele permaneça até que Eu venha, que te importa? Quanto a ti, segue-Me.” (João 21.21, 22)

Se Deus chamou você para que seja verdadeiramente como Jesus com todas as forças de seu espírito, Ele o estimulará para que leve uma vida de crucificação e de humildade, e exigirá tal obediência que você não poderá imitar aos demais cristãos, pois Ele não permitirá que você faça o mesmo que fazem os outros, em muitos aspectos.

Outros, que aparentemente são muito religiosos e fervorosos, podem ter a si mesmos em alta estima, podem buscar influência e ressaltar a realização de seus planos; você, porém, não deve fazer nada disso, pois se tentar fazê-lo, fracassará de tal modo e merecerá tal reprovação por parte do Senhor, que você se converterá em um penitente lastimável.

Outros poderão fazer alarde de seu trabalho, de seus êxitos, de seus escritos, mas o Espírito Santo não permitirá a você nenhuma dessas coisas. Se você começar a proceder dessa forma, Ele o consumirá em uma mortificação tão profunda que você depreciará a si mesmo tanto quanto a todas as suas boas obras.

A outros será permitido conseguir grandes somas de dinheiro e dar-se a luxos supérfluos, porém Deus só proporcionará a você o sustento diário, porque quer que você tenha algo que é muito mais valioso que o ouro: uma absoluta dependência Dele e de Seu invisível tesouro.

O Senhor permitirá que os demais recebam honras e se destaquem, enquanto mantém você oculto na sombra, porque Ele quer produzir um fruto seleto e fragrante para Sua glória vindoura, e isso só pode ser produzido na sombra.

Deus pode permitir que os demais sejam grandes, mas você deve continuar sendo pequeno; Deus permitirá que outros trabalhem para Ele e ganhem fama, porém fará com que você trabalhe e se desgaste sem que saiba sequer quanto está fazendo. Depois, para que seu trabalho seja ainda mais valioso, permitirá que outros recebam o crédito pelo que você faz, com o fim de lhe ensinar a mensagem da cruz: a humildade e algo do que significa participar de Sua natureza. O Espírito Santo manterá sobre você uma estrita vigilância e, com zeloso amor, lhe reprovará por suas palavras, ou por seus sentimentos indiferentes, ou por malgastar seu tempo, coisas essas que parecem não preocupar aos demais cristãos.

Por isso, habitue-se à idéia de que Deus é um soberano absoluto que tem o direito de fazer o que Lhe apraz com os que Lhe pertencem, e que não pode explicar-lhe a infinidade de coisas que poderiam confundir sua mente pelo modo como Ele procede com você. Deus lhe tomará a palavra; e se você se vende para ser Seu escravo sem reservas, Ele o envolverá em um amor zeloso que permitirá que outros façam muitas coisas que a você não são permitidas. Saiba-o de uma vez por todas: você tem de se entender diretamente com o Espírito Santo acerca dessas coisas, e Ele terá o privilégio de atar sua língua, ou de colocar algemas em suas mãos ou de fechar seus olhos para aquilo que é permitido aos demais. Entretanto, você conhecerá o segredo do reino. Quando estiver possuído pelo Deus vivo de tal maneira que se sinta feliz e contente no íntimo de seu coração com essa peculiar, pessoal, privada e zelosa tutoria e com esse governo do Espírito Santo sobre sua vida, então, haverá encontrado a entrada dos céus, o chamado do alto, de Deus.

(Autor conhecido somente por Deus)

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26 Jan 19:48

Felicidade (A. W. Tozer)

by Francisco Nunes

Quanto a mim, há muito tomei a decisão de que preferiria conhecer a verdade a ser feliz na ignorância. Se não posso ter a verdade e a felicidade ao mesmo tempo, prefiro a verdade. Teremos muito tempo para sermos felizes no céu.

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24 Jan 12:40

Google lança projeto para determinar a velocidade de reprodução de vídeo no mundo

by Denise Helena

Video Quality Report

Google Video Quality Report é o nome do novo projeto que podemos ver em www.google.com/get/videoqualityreport, um serviço desenhado para avaliar as velocidades de conexão dos provedores da Internet, com o objetivo de identificar os que estão oferecendo a melhor experiência para os consumidores que querem ver vídeo de alta definição pela Internet.

Comentam em financialpost que os canadenses serão os primeiros usuários que terão acesso ao serviço, na verdade, já existem os primeiros boletins nos quais podemos ver que a maioria dos provedores de Internet do Canadá estão preparados para o vídeo mD.

Os provedores se qualificam em uma escala que mede como suas redes podem transmitir vídeos de alta definição de YouTube aos clientes em uma área determinada. Se os usuários de uma região são capazes de carregar 90% dos vídeos do YouTube que vem em 720p, aparecerá nos boletins como “verificado”, ao contrário que os marcados como “definição estandar”, que só podem ver vídeos de 360p de forma fluida.

Um dos motivos da criação do projeto foi poder ter um ranking de provedores com os pacotes de tarifas e de velocidade oferecidas, para que os usuários sejam capazes de compreender melhor a qualidade dos planos da Internet que estão pagando, embora comentem que os ISP também possam se beneficiar, jé que podem obter informação para divulgar seus produtos de forma mais transparente: “somos certificados por Google, podemos transmitir HD nom Youtube sem problemas”.


Artigo escrito no br.wwwhatsnew.com
Acompanhe também as notícias pelo twitter: twitter.com/pooldigital ou pelo RSS


23 Jan 13:01

amor

by Francisco Nunes

casaram de papel passado
vestido amassado
terno emprestado
padrinho enciumado
sogro endividado
natal adiado
irmão desconfiado
padre apressado
bolo confeitado
patê salgado
retrato antiquado
suco arrotado
baile agitado
avô desdentado
coração dilacerado
primo desgrenhado
choro encomendado
ridículo filmado

passeio parcelado
vento inesperado
hotel meio acabado
quarto mofado

lençóis manchados
beijos apaixonados
abraços demorados
amor desfrutado
sussurros gritados
risos cortados
corpos emaranhados
demorado, demorado
sono relaxado

dia ensolarado
casal no quarto trancado
o amor, tão sonhado,
no terno amassado,
no lençol amassado,
no beijo manchado,
no abraço inesperado,
no mundo lá fora mofado,
meio acabado,

e o que importava
é que nada mais importava

(s, 27912)

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21 Dec 17:34

DatabaseCast 40: Automação de tarefas

by pichiliani

VitrineDatabaseCast40

Olá, pessoal! Neste episódio do DatabaseCast, o podcast brasileiro sobre banco de dados, Mauro Pichiliani (@pichiliani) e Wagner Crivelini (@wcrivelini) automatizam suas tarefas com o convidado Laerte Junior (@LaerteSQLDBA). Neste episódio você vai descobrir porque é importante automatizar uma tarefa, como monitorar servidores remotos, gerenciar scripts, confundir outros DBA com comandos de uma linha só, gerenciar centenas de servidores, elaborar testes que dependam da interface do usuário e cuidar do sonho da casa própria de muitas galinhas.

Não deixe de nos incentivar digitando o seu comentário no final deste artigo, mandando e-mail para  databasecast@gmail.com, seguindo o nosso twitter @databasecast, vendo informações de bastidores no nosso Tumblr e curtindo a nossa página no Facebook. O DatabaseCast pode ser acompanhado no iMasters e também:

Clique aqui para obter o endereço do feed RSS e assinar o DatabaseCast

Veja no gráfico abaixo a duração e os tempos aproximados de início e fim de cada bloco:

GraficoTamanhoDatabaseCastEpisodio40

Veja na tag cloud abaixo a contagem das palavras mais usadas nos emails, comentários e tweets do episódio anterior:

TagCloud_ep39

Links do episódio:




15 Nov 18:43

32 dicas de segurança para WordPress

by Augusto Campos

Enviado por Rogério da Costa (rogerioΘpcredesecia·com·br):

“Ter segurança não significa possuir sistemas completamente seguros, até porque sistemas assim seriam impossíveis de encontrar ou manter. Um software, sistema ou servidor seguro deve prover o trio CID, confidencialidade (ou privacidade), integridade e disponibilidade dos recursos que estão sob o controle do seu administrador. A implementação de segurança trata-se de um conjunto de ações, ferramentas e processos, todos voltados para reduzir o risco de invasões e comprometimento de informações. No link a seguir irei listar um conjunto de 32 dicas para aumentar a segurança de um site Wordpress.” [referência: pcredesecia.com.br]

O artigo "32 dicas de segurança para WordPress" foi originalmente publicado no site BR-Linux.org, de Augusto Campos.

15 Nov 13:40

bimensal

by Cláudio Moreno

Um leitor de Porto Alegre, que usa o pitoresco pseudônimo de Fenergan, diz não ter entendido muito bem a declaração de um proprietário de casa noturna dada a um telejornal local: depois de informar que tinha contratado uma firma especializada para fazer inspeções bimensais na rede elétrica de seu estabelecimento, aproveitou para avisar o público de que, a cada dois meses, teria de fechar por três dias seguidos para que este serviço pudesse ser feito. “A cada dois meses, professor? Bimensais? Eu jurava que seriam de quinze em quinze dias, mas, para minha surpresa, as obras que fui consultar não me tiraram a dúvida, pois Napoleão Mendes de Almeida, em seu Dicionário de Questões Vernáculas, sustenta que bimensal é sinônimo de bimestral; para tanto, remonta à origem latina e menciona Aulete e Cândido Figueiredo como autoridades”.

Meu caro Fenergan, não há dúvida alguma de que ambos foram feitos do mesmo barro: ambos ostentam o prefixo bi- e ambos derivam de mês. O produto final, contudo, é totalmente diferente. O velho Napoleão Mendes de Almeida, às vezes tão esperto, às vezes nem tanto, faz aqui uma grande mistura de opinião com etimologia. Recorre ao Latim e ao Inglês para nos informar, com veemência, que bimensal e bimestral  vêm do mesmo radical (até aí morreu Neves…), para então deduzir que as duas palavras podem ser usadas uma pela outra, já que dizem mesma coisa. Ora, esse é aquele tipo de raciocínio equivocado que chamamos de non sequitur (“não se segue”, isto é, a conclusão não é apoiada pela premissa), pois nele está escondida a presunção absurda de que uma palavra é imutável como uma pedra preta.

O discutido Cândido Figueiredo, assim como Caldas Aulete, nosso venerável dicionarista da Belle Époque, realmente registraram bimensal com o mesmo significado que atribuímos hoje a bimestral (“de dois em dois meses”). No entanto, se os  dois termos um dia chegaram a ser sinônimos, hoje deixaram de sê-lo, pois felizmente a língua fez aqui o que sempre deveria fazer nessas situações: aproveitou a duplicidade de formas para marcar, com elas, uma utilíssima  diferença semântica. O Aulete atual faz uma distinção taxativa entre os dois vocábulos, acompanhando o Houaiss e o Aurélio: bimestral, que está vinculado a bimestre (da mesma série de trimestre, quadrimestre, etc.), é o que ocorre de dois em dois meses; bimensal, que deriva de mensal, é o que ocorre duas vezes por mês. Uma casa noturna que sofra inspeções bimestrais estaria muito mais segura se elas fossem bimensais; neste último caso, em nome da clareza, seria recomendável falar em quinzenal, uma palavra que todos entendem da mesma maneira.       

Infelizmente, nosso idioma não dispõe de distinção semelhante quando se trata de anos. O léxico não é necessariamente simétrico. Se bimensal significa duas vezes ao mês e biebdomadário significa duas vezes por semana,  bianual deveria corresponder a duas vezes por ano, cabendo a bienal, associada a biênio, designar as coisas que acontecem a cada dois anos. Os falantes, contudo, também usam bianual com este mesmo sentido; a Bienal do Mercosul, por exemplo, é um evento bianual…  Alguns dicionários registram uma terceira forma, bisanual, perigosamente ambígua (e, portanto, inútil), por atribuírem a ela ambos os significados (tanto de dois em dois anos quanto de duas vezes ao ano).  

Essas diferenças, quando existem, são extremamente valiosas, e a morte de uma delas sempre deixa a língua mais pobre. Uma que está periclitante, atualmente, é a que existe entre atrativo e atraente. “Com as novas taxas, nossos fundos de investimento ficaram muito mais atrativos“, diz o comercial. Não; ficaram mais atraentes. Embora venham ambos do verbo atrair, têm valor e uso diversos. Atraente é o adjetivo que qualifica aquilo que atrai, seduz, encanta: “a proposta  era atraente”, “a solução mais atraente”, “era uma pessoa muito atraente”. Atrativo é o substantivo que designa os detalhes que atraem: “esta ilha tem atrativos turísticos”, “seu maior atrativo era a baixa taxa de juros”, “é difícil resistir a seus atrativos”. Para o uso geral, vale ainda a velha (mas interessante) correlação entre ter e os substantivos  e entre ser e os adjetivos. Lembram os leitores? Os bons professores ensinavam que temos substantivos, mas somos adjetivos: eu tenho medo (substantivo), mas sou medroso (adjetivo); elas têm inteligência (substantivo), mas são inteligentes (adjetivo); a poupança tem novos atrativos (substantivo); ela é (ou ficou, parece, etc.) mais atraente (adjetivo).

Aproveito para lembrar aos amigos que no último DOMINGO da Feira do Livro de Porto Alegre, dia 17,  às 18 horas, estarei autografando (calma, revisor: esta construção é Português da gema!) o terceiro volume de O PRAZER DAS PALAVRAS. Quem puder passar por lá vai me dar grande prazer. 

 

            

15 Nov 13:34

Josh Berkus: Moving tablespaces

PostgreSQL has a feature called "tablespaces" which allows you to put separate data directories on different mount points.  There's a variety of uses for this, including: storing data somewhere different from $PGDATA, putting your hot tables on SSD, or expanding the amount of storage space available to your database without taking it down.  In some cases, they can even be used to help parallelize IO access.

However, it's not infrequently the case that at some point you want to move an existing tablespace to a different mount point, because you're changing storage, re-arranging the filesystem, or making backup easier.  There's two different ways to move tablespaces in current PostgreSQL: the slow online way and the fast downtime way.

The slow online way works like this:
  1. create a new tablespace in the desired new location
  2. go through all of the tables/indexes stored in the old tablespace, and do ALTER <object> TABLESPACE <new_tablespace> on each of them.
  3. drop the old tablespace
This approach, which is the only possible one for older versions of PostgreSQL, has some disadvantages.  One is that it's slow, since you need to move one object at a time unless you script some ad-hoc parallelism, and Postgres doesn't use any tricks like rsync to speed up moving files.   And while it lets you keep the database running, each table is locked for the duration of moving it.  However, if the tables you're moving aren't a critical part of your application (if they're the old partitions, for example), then it's probably the best way.

The second approach requires a database downtime and some understanding of how PostgreSQL stores tablespaces.  Note that this technique will not work on versions prior to 9.2, since those versions also store the tablespace path in a system table, which forces you to use the online method.

If you look in your $PGDATA directory, you will find a subdirectory called pg_tblspc.  This directory contains entries like this:

lrwxrwxrwx 1 josh josh 26535 -> /home/josh/tblspc

Each listing is a link to a directory location.  If you follow that link, you find something like this:

rwx------ 3 josh josh 4096 PG_9.3_201306121








... in the target directory, there is a subdirectory named after the exact version which created it, which actually contains your tablespace data.  At this point, a different way to move the tablespace should have occurred to you, and it does work.


  1. shut down the database system
  2. move or copy the PG_9* subdirectory from the old tablespace mount to the new one.
  3. change the link in pg_tblspc to point to the new mount point
  4. start the database system back up
The reason why this is a "faster" method is that step 2 allows you to use whatever filesystem copying tricks you wish to speed things up, such as a 2-stage rsync.  It also allows you to handle cases where both tablespaces won't be online at the same time.

Also note that I'm not sure this works the same way on Windows.

Hope that helps!
15 Nov 12:40

convivência

by Francisco Nunes

A primeira lei da boa convivência é a tolerância, já que todos temos um monte de erros e fraquezas.

(Voltaire)

15 Nov 12:40

O crescimento espiritual consiste mais no crescimento da raiz que está fora do alcance da visão

by Giul

O crescimento espiritual consiste mais no crescimento da raiz que está fora do alcance da visão.

Matthew Henry

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04 Nov 23:14

Google remove serviço de DNS no Brasil e transfere solicitações para os EUA

by Augusto Campos

Via idgnow.uol.com.br:

O Google está usando servidores baseados nos Estados Unidos para responder a consultas de endereços de sites do Brasil depois que a presidente do País propôs leis de privacidade mais fortes, de acordo com a empresa de monitoramento de Internet Renesys.

A companhia disse na quarta-feira (30) que a gigante das buscas começou a responder consultas de DNS (Domain Name System) do Brasil para os servidores baseados nos EUA desde 12 de setembro, mesmo dia em que a presidente Dilma Rousseff manifestou apoio a uma lei que obriga as empresas de Internet a armazenar dados coletados sobre os cidadãos do País a nível local.

Os comentários dela vieram após documentos vazados pelo ex-funcionário da NSA, Edward Snowden, mostrando que ela e o Brasil foram espionados pela Agência de Segurança Nacional dos EUA (NSA).

Quando perguntado, uma porta-voz do Google respondeu via e-mail em 23 de outubro que "estes dois eventos não estão relacionados", mas não deu mais detalhes sobre a mudança.

O artigo "Google remove serviço de DNS no Brasil e transfere solicitações para os EUA" foi originalmente publicado no site BR-Linux.org, de Augusto Campos.

04 Nov 23:11

O triste estado da divulgação científica. Há esperança?

by Cardoso

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Espero que me perdoem esse desabafo, mas é necessário.

Primeiro de tudo, eu não sou um cientista. Já fui. Carl Sagan dizia que toda criança nascia cientista, até os adultos expulsarem dela o senso de deslumbramento, a curiosidade e a coragem de dizer “não sei” e explorar seu mundo em busca de respostas.

Tive kits de química, microscópios, eletrônica, me interessava por tudo, lia Júlio Verne e assistia ao Mundo Animal, nos sábados de manhã na Globo. Vi ao vivo o primeiro pouso da Colúmbia, uma das raras vezes em que a TV brasileira parou a programação para exibir ciência.

Não segui uma carreira em ciência por dois motivos: Primeiro, sabia o quanto era complicado ganhar a vida como cientista no Brasil, e segundo, eu gostava de todas as ciências (as de verdade, claro. Enquanto isso, percebi que admirava não só os cientistas, mas o que divulgavam a ciência. Nomes como Sagan, Asimov, Clarke, Beakman, James Burke e tantos outros.

Com o tempo percebi que o grande diferencial desses divulgadores não era o conhecimento –que tinham- mas o entusiasmo. E isso faltava na mídia já nos anos 80. Imagine agora então.

Isso gera um paradoxo onde temos cientistas que querem divulgar seu trabalho mas só entre seus pares, ao mesmo tempo em que reclamam que não são reconhecidos ou respeitados pela sociedade. Muitos não querem, outros não conseguem simplificar sua pesquisa, o que é um absurdo.

Um grande cientista cujo nome estava nos neurônios que meu último gin-tônica matou disse, certa vez, que se uma teoria não pode ser explicada a uma garçonete, é perda de tempo explorá-la. É verdade. Mas demanda didática.

Eu não vejo isso na maioria dos blogs de cientistas, o que é compreensível, mas não vejo isso também nos blogs de ciência. Não há didática nem há paixão. O redator que escreve o artigo sobre o asteroide russo o faz como se descrevesse uma batida de fuscas num estacionamento.

Pior ainda: Há muitos, demais casos onde o redator não tem a menor noção sobre o que está escrevendo, transcreve burocraticamente releases, que são replicados por sites terciários, que por sua vez alimentam outros e outros sites, numa comédia de erros que só desinforma o leitor.

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Um excelente exemplo é a nãotícia sobre o maçarico de uma empresa chamada SafeFlame. Em essência é um maçarico que utiliza uma chama de Hidrogênio. Você coloca água num recipiente, liga o aparelho numa tomada de alta Amperagem, ele faz eletrólise, separando as moléculas de H2O, que em seguida são recombinadas no bico do maçarico, em uma reação exotérmica clássica. O Hindenburg que o diga.

Não há NADA demais nisso. Qualquer criança, ao menos nos anos 80 brincou de eletrólise no colégio ou em casa. Você precisa de uma pilha, dois tubos de ensaio, água e sal. E uns fios. É um experimento básico, pra lá de conhecido, e que como qualquer um com um mínimo de conhecimento científico sabe, é terrivelmente ineficiente.

Como neste Universo respeitamos as Leis da Termodinâmica, a energia que você gasta para produzir o Hidrogênio e o Oxigênio é muito maior do que a que você obtém recombinando-os.

O resultado? Manchetes em vários sites alardeando a incrível tecnologia –um usou o termo “mágica”- que permitia que um maçarico “funcionasse apenas com água”. Vários sites omitiram o pequeno detalhe da necessidade de eletricidade.

Equivale a eu dizer que tenho um carro mágico que aparece no alto de prédios quando eu estalo os dedos, omitindo que o processo envolve um guindaste e vários dias de planejamento.

Quando o “inimigo” da divulgação científica são os fanáticos religiosos, os bigoleiros, vegans, anti-vacinas, vegans (são tão chatos que entram duas vezes) naturebas, ufeiros, nova era, “quânticos”, teóricos da conspiração, tudo bem. Só que agora além desse pessoal todo, temos que consertar as cagadas de “coleguinhas” que trabalham de má-vontade.

Ontem mesmo vieram me perguntar sobre planetas “gêmeos da Terra” que haviam sido descobertos. Nope, Apenas planetas com tamanho parecido com o nosso, com uma margem de erro de uns 800%. Todo asteroide descoberto é um asteroide mortal, todo terremoto é o Big One.

Mais ainda: Eu percebi que quem espalha pânico é recompensado. Sites de “ciências” com mensagens apocalípticas são incensados, as pessoas gostam de divulgar os “perigos” da ciência, mas quando você mostra que estão erradas, ficam irritadas, xingam ou na melhor das hipóteses, te ignoram.

Quando a Internet (re)descobriu as vacas Belgian Blue, que parecem halterofilistas anabolizados, imediatamente espalharam que era terríveis vacas transgênicas criadas por corporações inexcrupulosas. Vi posts com essa bobagem com mais de 10 mil compartilhamentos.

Fiz um texto, expliquei, mostrei que eram uma mutação com mais de 100 anos, absolutamente natural, tão comum quanto cenouras laranjas. Depois de 3 meses mal passei de 800 compartilhamentos. Ninguém quer ser contestado, ninguém quer ter sua verdade, por mais tênue e embasada em nada, contestada.

A “divulgação científica” da mídia atual sabe disso, então abrem sempre espaço para a “outra opinião”, mesmo que seja um astrólogo, a mídia covarde sempre termina seus textos com interrogações, sempre deixa um túnel da Mancha aberto para que todo mundo que não quer ser convencido pela argumentação científica possa passar, com suas certezas.

O resultado é que os textos são escritos em cima do muro, pensados para não ofender, não colocar em xeque NENHUMA crença do leitor, por menor que seja. Quem os escreve não conhece a área, não tem paixão pelo tema e muitas vezes mal o tolera.

E não é preciso muito. Fiz um texto sobre o desafortunado incidente onde um foguete russo colidiu com um micro-satélite do Equador. Um país pobre, com PIB menor que a cidade de São Paulo, mas com investimentos modestos e honestos em exploração espacial, sem abraçar o mundo com as pernas e dar calote pra todo lado como o Brasil. Consegui me entusiasmar, me solidarizar mesmo sem investimentos de bilhões de dólares. Mais ainda: Consegui passar isso no texto.

Mendel criou as bases da hereditariedade com ervilhas. Um “jornalista” de ciências falaria de ervilhas, um entusiasta chegaria no Golden Rice e humanos imunes ao HIV.

Só que esse tipo de texto dá trabalho, consome tempo, pesquisa e proporcionalmente ninguém lê. “Conheça as Pedras de Seu Signo” rende muito mais visitas. Mapa astral de cientistas, qualquer lixo com o sufixo “quântico”, tudo rende mais.

Divulgação Científica é ESSENCIAL, mas não é algo que se faça sozinho, não por muito tempo. É muito moinho de vento pra pouco Don Quixote. Não podemos depender dos cientistas, eles não querem falar, não consigo sequer lembrar da última vez que recebi uma pauta diretamente de um. Vamos buscar nossas pautas na marra, direto dos sites onde eles as escondem.

Temos que mostrar aos leitores que a divulgação científica feita por quem ama ciência é muito melhor do que o lixo burocrático que os jornais publicam. Temos que compartilhar essa paixão. Mostrar que não estamos na torre de marfim da academia, que qualquer um pode fazer parte de nosso clubinho.

Também temos tem que interagir mais entre nós, colegas divulgadores, precisamos de uma rede de feedback E incentivo, não adianta ser uma vela na escuridão se temos um estádio inteiro para iluminar. Temos que virar um candelabro.



Leia Também:

12 Oct 21:25

Pensamentos breves e imprecisos sobre amor, ódio e indiferença.

by Francisco Genciano

Imagem              

O amor é um conceito positivo, implica em ações. Quem ama faz. Amar não se comunica negativamente, deixando de fazer algo. Ainda que o amor por vezes implique em negar, é uma negação positiva, um não ativo, intencional e dirigido.

O antagonismo do amor, assim, não poderia ser o ódio. O ódio como o amor também é ativo, intencional, embora geralmente irracional. O ódio pode ser ainda consequência natural do amor, não como seu inverso, mas como complemento. Quem ama a justiça precisa odiar a injustiça, a desigualdade, a opressão, etc.

A indiferença sim é o legítimo oposto do amor. A indiferença é a negação vazia e cruel da práxis do amor. O olhar, o ouvir e os saberes desinteressados, típicos da indiferença, causam ainda mais desconforto e dor do que o ódio. Aqueles que são odiados, ainda que não entendam completamente o ódio de seu agressor, podem se precaver das ações odientas. Mas quem pode se prevenir da indiferença?

Como o necessitado pode evitar ser agredido com a indiferença de quem poderia lhe ser um benfeitor? De seu inimigo ele sabe sempre o que esperar, e do indiferente ele sabe sempre que vai ser molestado com a negação de sua dignidade e humanidade. Mas ele nunca sabe quem é o indiferente, ou quando alguém pode vir a tornar-se um, ou deixar de sê-lo.

A indiferença é mais ardilosa e inopinadamente má que seu parente, o ódio. Aquele que hoje tem um parecer fraterno, amanhã lhe ataca sorrateiramente com a indiferença. O ódio raramente se dissimula em afeição, mas a indiferença consegue fazê-lo com maestria, posto ser a negação fria e oca do amor, deixando confusas, indecisas e feridas suas vítimas.

09 Oct 20:45

Falta de atualizações deixa blogs do WordPress vulneráveis - não seja o dono de um deles

by Augusto Campos

Via idgnow.uol.com.br:

Falta de atualizações - algumas vezes até nenhuma - está deixando um grande número de sites do WordPress abertos a exploração em campanhas cibercriminosas, de acordo com uma análise da empresa de consultoria WP WhiteSecurity e EnableSecurity, do Reino Unido. O estudo com 42.106 sites - listados em um período de três dias no começo do mês - identificou surpreendentes 74 versões do software em uso, com apenas 18,5% atualizadas para a última versão 3.6.1.

O estudo foi realizado em 12 de setembro, apenas um dia após o lançamento da nova versão - mas a prevalência de versões mais antigas ainda é gritante. Um total de 6.859 páginas usavam a versão 3.5.1 (que tem oito vulnerabilidades documentadas); 2.204 usavam a versão 3.4.2 (com 12 vulnerabilidades) e 1.655 usavam a versão 3.5 (com dez vulnerabilidades).

"Isso significa que 73,2% das instalações WordPress mais populares são vulneráveis ​​a brechas que podem ser detectadas usando ferramentas automatizadas livres", disse o relatório. "Para um cracker é necessário apenas dois minutos para executar as ferramentas automatizadas que podem descobrir essas vulnerabilidades e explorá-las."

Parte do problema é o volume de novas versões - liberadas a medida que novas vulnerabilidades são descobertas, que ocorrem além da atenção de alguns usuários para manter o software atualizado.

Também pode haver aqueles que relutam em atualizar por conta da possibilidade do update quebrar o site ou interferir em plugins.

(...) "Os servidores do WordPress se tornaram apenas mais um alvo fácil para crackers apoiados por Estado, exércitos eletrônicos e extremistas técnicos que acordaram com o pé esquerdo em um dia qualquer", disse Stephen Gates, evangelista chefe de segurança da Corero Network Security.

"É uma equação simples de matemática. Se você quisesse construir uma botnet que pudesse gerar 100 Gbps de tráfego de ataque usando computadores mais velhos atrás de modens DSL e se cada máquina pudesse gerar modestos 1 Mbps de tráfego de ataque, quantos bots você precisaria para gerar 100Gbps de tráfego? A resposta é de 100 mil máquinas", disse. "Se, em vez disso, você infectasse um grande número de servidores em ambientes de hospedagem e cada servidor pudesse gerar 1 Gbps de tráfego de ataque (que a maioria dos servidores hoje poderia facilmente executar) quanto você precisaria para gerar 100 Gbps de tráfego? A resposta é simples: 100 máquinas. Essa é uma pequena botnet com alguns sérios cavalos de potência."

Dado o tamanho das botnets alimentadas por esses ataques, o potencial para criar um monstro DDoS era óbvio, disse ele. Uma análise da Trend Micro no início deste mês colocou alguns números sobre a escala do que vem acontecendo, com uma campanha backdoor comprometendo cerca de 100 mil domínios em uma única semana.

O artigo "Falta de atualizações deixa blogs do WordPress vulneráveis - não seja o dono de um deles" foi originalmente publicado no site BR-Linux.org, de Augusto Campos.

09 Oct 20:44

Como se tornar um dev front-end

by diego@tableless.com.br (Tableless.com.br)
tornando-dev-front-end

Estava navegando por aí e acabei encontrando um artigo bem legal do Leandro Oriente, que fala sobre um assunto muito interessante e que sempre me perguntam por aí. Decidi então escrever minha versão do artigo, colocando meus pontos de vista sobre como se tornar um desenvolvedor front-end.

Entrar na área de front-end é algo muito fácil. Você não precisa ter habilidades técnicas muito avançadas. É por isso que durante muito tempo o mercado andou saturado e muito, muito prostituído por gente que entregava trabalhos sem qualidade e que cobravam barato demais. Hoje o mercado está aquecido. É muito difícil encontrar um dev Front-end dando sopa por aí.

Eu não organizei os tópicos abaixo em ordem de dificuldade, mas dividi os assuntos na ordem que eu acho, particularmente, mais importante você aprender para atuar no mercado de trabalho. Portanto esqueça o nível de dificuldade.

O objetivo aqui é que pelo menos você conheça o caminho das pedras e tenha um checklist com assuntos mais importantes para estudar e pesquisar.

Editores de código

Não use editores WYSIWYG. Dizendo com todas as palavras: fique longe de coisas como o Dreamweaver.

O Dreamweaver é um símbolo. Qualquer editor ou ferramenta que vire uma muleta para o dev é algo ruim. Você precisa digitar e entender de cabo a rabo o significado do código escrito. Se você tem uma ferramenta que faz tudo sozinha, você não é um desenvolvedor, você é apenas um operador de software.

Por isso procure aprender a digitar código na mão sempre. Se você está começando e tem algum editor como o Sublime Text, que fica auto-completando tudo o que você escreve, desabilite essa função, pelo menos por enquanto. Isso vai te obrigar a pesquisar, a procurar a resposta, vai te forçar a lembrar daquele negócio que você esqueceu. Isso vai te fazer pensar.

HTML

HTML é parte essencial da web. Sem HTML a web não existe. Por isso, aprenda HTML e todo o seu contexto de semântica e organização de informação. Não fique preso a versões do HTML, como: “Hoje vou aprender HTML5″. Esquece, esse negócio de versões. Você vai aprender HTML.

CSS

Eu li não sei aonde e não consegui encontrar o link, mas um dos ban-ban-bans gringos disse mais ou menos assim: “você leva algumas horas para aprender CSS, mas uma vida para se tornar um mestre.”

CSS é simples. A maioria das propriedades você vai acabar decorando. Na verdade você não vai usar mais do que umas 15 propriedades todos os dias. É fácil encontrar algum lugar que explique o que é CSS e que lista todas as suas propriedades. Na pior das hipóteses sempre existe a documentação do W3C para consulta. O importante é que você precisa aprender algo novo de CSS todos os dias. Não importa o que, não importa como, mas você precisa aprender um truque, uma nova propriedade, uma novidade que só vai se popularizar dali alguns anos…

Esqueça o FTP e aprenda um controle de versão

Eu não sei quantas vezes eu ouvi de devs que não usavam o Sublime Text por que não tinha FTP acoplado (!). Deixa eu dizer uma coisa e vou ser bem duro: Se você ainda edita seu código usando FTP, você é júnior. Se você baixa o arquivo pro seu computador, edita e depois sobe pro FTP, você é Júnior.

O Dreamweaver é um símbolo. Qualquer editor ou ferramenta que vire uma muleta para o dev é algo ruim.

Um desenvolvedor que se preze aprende um controle de versão. Se você não sabe o que é um controle de versão veja este, este e este link. Não é nada difícil e isso vai te salvar a vida.

Controlar seu código fonte deve ser uma premissa. Um princípio. Se você acha que o undo do seu editor predileto salva sua vida, imagina ter um undo do seu projeto inteiro. Imagine ter o histórico de edição de cada um dos arquivos do seu projeto.

Usar um controle de versão, como o GIT, é pré-requisito para trabalhar em qualquer grande empresa. Algumas usam SVN, mas se você aprender a usar um deles, vai ser fácil aprender a usar o outro.

Imagine você não precisar passar horas no FTP para atualizar código, arquivos e etc. Imagine com 1 comando, você clonar seu projeto inteirinho para o servidor, exatamente do jeito que você deixou. Nada de ficar se matando por que o FTP travou, por que a conexão perdeu pacotes, por que o servidor matou a conexão, nenhum destes problemas fará mais parte da sua vida.

O básico do terminal

Se você vai aprender GIT ou qualquer outro controle de versão, você vai precisar mexer um pouquinho no terminal. Claro, existem programas cheio de botões que facilitam as principais tarefas, mas se você tiver que atualizar o projeto direto no servidor, não tem jeito, vai precisar usar o terminal para atualizar o projeto lá.

Outro motivo é que dependendo do projeto que você se envolver, principalmente se for em Ruby, Python e coisas desse tipo, você vai precisar aprender a iniciar o projeto, parar o projeto, atualizar as dependências e algumas outras tarefas recorrentes via terminar.

Um desenvolvedor que se preze aprende um controle de versão.

Sem falar que uma série de ferramentas essenciais para os devs front-end como Grunt, Bower, Yeoman, Middleman, Jekyll e etc, são feitos em Ruby e você vai precisar usar o terminal para fazer a mágica acontecer.

Acessibilidade

Acessibilidade não é altruísmo. Você não faz um site acessível por que você está com pena de alguém cego ou por que não tem os dois braços. Você faz um site acessível por que você precisa que seu site seja visto por TODOS. É a mesma coisa se você não fizer um site responsivo hoje em dia. Como assim seu site não consegue ser bem visto via mobile?

Acessibilidade é algo que ainda está engatinhando aqui no Brasil, mas algo me diz que não demora muito e esse assunto vai cair na boca do povo, vai virar moda e aí todo mundo vai passar a fazer pra não ficar de fora do grupinho. Por isso, seja pioneiro e comece fazendo desde o princípio em seus projetos.

Veja aqui uma pequena seleção de slides de palestras sobre acessibilidade.

Nós temos uma categoria sobre acessibilidade aqui no Tableless. Dá uma sapeada por lá.

Javascript

O Leandro Oriente falou no seu artigo que ter uma base sólida em Javascript é um requisito essencial. É uma das únicas partes que me diferencio do artigo dele.

Javascript tem que saber sim, não estou dizendo o contrário. Mas se você sentir que não tem o menor dom (sem trocadilhos) para isso, não fique preocupado, você não precisa ser alguém avançado em Javascript para ser um bom front-end. Mas precisa entender o básico e principalmente as boas práticas. Mas se você quiser se destacar da média, e ser um ÓTIMO MOTHER-FUCKER front-end, vai ter que aprender muito, muito bem essa linguagem.

Geralmente existem dois tipos de front-ends: aqueles que ficam mais pro lado do design e outro grupo que fica mais do lado da programação. Geralmente, quem está mais perto do design tem mais dificuldades para assuntos ligados à programação. Se você for um desses, não se preocupe. Entenda qual o seu perfil, saiba no que você é forte e foque-se em melhorar sua fraqueza. Se for em Javascript, tente concentrar mais as suas forças para começar a aprender bem essa linguagem.

Para ficar claro: todo o dev front-end precisa saber pelo menos o básico de Javascript. Você vai usá-lo sempre. Por outro lado, nem todos precisam saber o que é Node, Backbone, Ember e etc… Dependendo do lugar que você trabalhar, por exemplo em agências, você só precisa saber o básico/intermediário de Javascript. Agora, se você for para algum lugar que produz seus próprios produtos, muito provavelmente você vai precisar ser rato nessas tecnologias.

JQuery

JQuery não é Javascript. Pelamordedeus. JQuery é uma biblioteca que abstrai a liguagem original, tornando muito mais fácil seu controle.

Você precisa saber pelo menos o básico de Javascript para começar a aprender JQuery. Isso é importante!

Mesmo assim o JQuery é a biblioteca Javascript mais usada no mundo todo. Você precisa dele para rodar plugins que usamos todos os dias, para rodar outros frameworks como o Bootstrap, por exemplo. JQuery é requisito básico em algumas empresas.

Performance

80% da performance de um website está do lado do client-side. Client-side também é responsável pro 90% da performance de um site mobile.

Você prejudica a performance se escreve um javascript ruim, se usa muitas imagens, se você não minifica seu código, se você não serve bem seus assets e uma série de outros pontos.

O Google tem um site que mostra muitos destes pontos e te ajuda a melhorar a performance do seu código. Dá uma olhada.

Já falamos sobre performance aqui e aqui.

SEO

Ao contrário do que muitos acham, SEO não é feito por apenas uma iniciativa, mas várias. Não adianta nada você escrever um texto cheio de palavras chaves e a estrutura do HTML não ser semântica. Ou você ter um ótimo código HTML, mas fazer seu menu em flash (ok, eu abusei, ninguém faz mais menus em flash).

Todo o dev front-end precisa saber pelo menos o básico de Javascript.

SEO é um trabalho que você precisa ter em várias frentes. É necessário usar as tags corretas, melhorar a performance, medir a prioridade dos links na página e várias outras coisas. O responsável por isso é o dev front-end. Não se preocupe, pesquisa de palavras chaves, relevância do texto e qualquer coisa ligada ao conteúdo não são de sua responsabilidade. Você precisa fazer com que o conteúdo seja “encontrável” e principalmente seja fácil dos sistemas de busca consumirem esse conteúdo por meio de um bom código client-side.

WordPress

Falo para aprender WordPress por que é o mais badalado. Você pode aprender Joomla! ou Drupal, não tem problema. Mas não tem como, o WordPress é o CMS mais usado no mundo. E pessoalmente eu acho muito melhor que os outros dois.

A boa notícia é que você não precisa aprender PHP para fazer websites em WordPress. Ele está tão maduro que você consegue fazer sites relativamente complexos usando sem muitos problemas as funções que o WordPress dispõe. Se você é um freelancer, é interessante saber WordPress para poder vender o pacotinho “código client-side + wordpress”.

Pré-processadores

Aprenda algum pré-processador. Eu, particularmente, não gosto muito. Mas eu uso bastante. E algumas grandes empresas os pré-processadores facilitam a manutenção do código CSS e o deixam escalável. O SASS é o mais utilizado. LESS é o segundo. Para se ter uma ideia LESS é usado pelo pessoal que faz o framework Bootstrap.

Não importa qual pré-processador você decida usar, mas entenda que você precisa saber exatamente como eles geram o código final. Se um pré-processador for mal usado, ele pode acabar com o seu projeto. Eu ecrevi algo sobre isso aqui.

Manipulação de JSon e etc

Em algumas empresas programadores back-end não encostam no front-end. Eles não editam o HTML, nem tão pouco o Javascript. Isso acontece por que ele passa mais tempo construindo e melhorando uma API do que qualquer outra tarefa. O dev front-end por sua vez consome essa API e então começa a popular as páginas com as informações encontradas nela. Suponha que você precise fazer uma listagem em uma determinada página do projeto. As informações serão requisitadas via Javascript, que consumirá um JSon, promovido pela API. Neste JSon haverá todas as informações que você precisa exibir na página. O resto é definir o HTML e formatar com CSS. As informações virão do Javascript.

Acessibilidade não é altruísmo.

Para você ser um front-end top de linha, entender essa dinâmica é essencial. Esse tópico ficou por último por que não é algo trivial. Você precisa entender muito bem sobre boas práticas de escrita e de código e performance. Você também consegue sobreviver em muitas empresas sem ter essa skill. Normalmente isso é necessário em empresas que trabalham com sistemas. Quase nunca uma agência web terá uma necessidade assim.

Estude a teoria

Nunca, nunca comece pela parte prática. Eu sei que praticar e colocar a mão na massa é a parte mais esperada por qualquer pessoa que está começando na área. Mas acredite em mim: se você quer ser um front-end acima da média, procure entender o “por que” das coisas.

Não basta sentar, abrir um PSD e começar escrever HTML. Há uma série de conceitos que vão te ajudar a escrever código acessível, escalável e semântico. Tem que saber que seu código vai ser consumido muitas vezes por robôs de busca, leitores de tela, browsers, scripts e etc. É responsabilidade sua entender que HTML é tudo sobre organizar e dar significado à informação.

Concluindo

Você pode saber todos estes assuntos ou apenas alguns, não importa, você sempre terá mais informações para aprender. Existem uma série de outros assuntos que eu não abordei como por exemplo aprender Jekyll ou Middleman, entender como se usa o Grunt, RequireJS, Yeoman, Bower e etc. O artigo iria ficar gigantesco e você ficaria assustado. Por isso, eu estou escrevendo um livro que poderá te ajudar nesses assuntos todos. :-)

Esse é o universo que os devs front-ends devem enfrentar.

Mais do mesmo:

O post Como se tornar um dev front-end foi originalmente publicado em Tableless .

02 Oct 21:29

5 dicas para jogar dinheiro no lixo com email marketing

by diego@tableless.com.br (Tableless.com.br)
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Todo mundo pelo menos imagina que o serviço mais utilizado na Internet – e provavelmente o mais “fundamental” de todos – é o e-mail. É claro que muitos outros serviços vem crescendo e há um determinado nicho que só se comunica por facechat, mas eles ficam adultos e passam a usar o e-mail, é natural.

Mas se engana quem pensa que e-mails são utilizados para assuntos tão essenciais quanto a importância do serviço. Dados recentes de uma pesquisa do Pigdom mostram que, dos 144 bilhões do tráfego de e-mails diários(!) em todo o mundo no ano de 2012, 61% deles foi considerado “não essencial” (encaixe aqui os PPTs da sua tia, correntes, SPAM, golpes, piadas e aquele porn que você assina). Pior ainda, quase 70% dos e-mails foi classificado como SPAM. Isso mesmo, 7 em cada 10 emails que cada uma das 2,2 bilhões de contas de e-mails existentes em 2012 eram mensagens não solicitadas.

Isso é um problema recorrente, porque as pessoas encaram o e-mail como uma “mala direta grátis” e abusam, mas abusam mesmo. Só que não consideram que não existe isso de grátis. Tudo tem custo e – veja só – você pode estar pensando nesse exato momento que está jogando o seu dinheiro na lata do lixo, fazendo disparo de e-mail marketing.

Compre listas de e-mails

Essa é uma ótima forma de jogar dinheiro no lixo. Você encontra listas de e-mails enormes vendidas em qualquer canto, até na rua, em bancas de CD pirata. Ao comprar uma lista de e-mails, você adquire endereços de todo o tipo, até mesmo os “webmaster” e “root” da vida, coletados muitas vezes de forma automática na Internet mesmo. Além disso, contas antigas – que sempre estão presentes nessas listagens – são utilizadas como “armadilhas” de instituições anti-SPAM para identificar e punir quem faz esse tipo de propaganda. Ao disparar mensagens para essas listas, boa parte dos e-mails simplesmente não será entregue, além de haver uma chance muito alta de seu e-mail e seu servidor serem bloqueados em blacklists internacionais.

Dispare o máximo de e-mails que puder

Esse negócio de segmentação é pura bobagem! Se a taxa de abertura é baixíssima, quanto mais e-mails você disparar, maior o número de pessoas impactadas. Envie 3 vezes por dia, pra garantir, para as mesmas pessoas. Vai que em um dos disparos sua mensagem vai parar na inbox, certo? Errado. Quanto mais disparos, maior a chance de bloqueio por SPAM. Mesmo tendo uma lista legítima, a frequência alta também pode irritar o usuário, que marca os e-mails como indevidos e colabora com seu bloqueio. Parabéns, campeão, dinheiro jogado fora.

Use “pegadinhas” no título da mensagem

Essa é uma dica fantástica para aquele seu e-mail que tem taxa de abertura baixa. Use umas pegadinhas nos assuntos do e-mail. Colocar “Re:” ou “Fw:” no início da mensagem, por exemplo, para que o usuário pense que é uma mensagem respondida ou encaminhada. Ou quem sabe usar títulos como “Me desculpe” ou “Você ficou sabendo disso?”, pra atiçar a curiosidade. Ah! Tem também aquela “Segue o orçamento solicitado”. Essa é batata! Você pode também tentar colocar caracteres especiais, como aviõezinhos ou setinhas. Quem sabe chama a atenção do usuário, não? Claro, vai chamar atenção também dos detectores de lixo e provocar o usuário a clicar no botãozinho que delata os engraçadinhos. Eu faço isso direto.

Visual é tudo. Faça fotos grandes e bonitas

Ignore que boa parte dos usuários acessa os e-mails do celular ou de webmails, que possuem uma área de leitura limitada. Apenas envie lindas imagens de seu produto, o seu logotipo bem grande e esqueça esse negócio de enviar texto. Texto é ruim, cai nos algoritmos dos anti-SPAM, mande apenas imagens enormes e mostre como você entende de e-mail marketing e sabe mesmo como torrar o seu orçamento.

Não perca seu assinante. Esconda o unsubscribe

Essa é sensacional. Eu já recebi diversos e-mails não solicitados que simplesmente não possuíam o link de descadastro. Cliquei no botãozinho de SPAM, óbvio. O que eu poderia fazer, não é? Quanto mais escondido está o seu link de descadastro, qual pior a explicação de onde o usuário pode controlar seu próprio e-mail, maior a coceira no dedo que leva o mouse até o botão de SPAM.

Seguindo corretamente essas dicas, o seu budget será muito bem empregado. Ele alimentará empresas picaretas de e-mail marketing que apresentam relatórios mentirosos sobre a entrega de suas mensagens. Sim, a maioria mente. O dia em que você tratar de gerenciar internamente o seu e-mail marketing (super aconselhado para listas grandes e legítimas), você perceberá o quanto foi enganado esse tempo todo com taxas de abertura altíssimas, entregas de quase 100% e cliques que desafiam seu Analytics, afinal, o Google mente ;-) .

Tem mais dicas? Manda aí nos comentários.

O post 5 dicas para jogar dinheiro no lixo com email marketing foi originalmente publicado em Tableless .

02 Oct 21:03

Ubuntero: Review – Notebook Dell Inspiron 14R com Ubuntu pré-instalado de fábrica

by Ivan Brasil Fuzzer

Artigo enviado por Jonathan

É chato, iniciar um artigo com alguma desculpa, mas não escrevi o artigo antes por problemas pessoais. Cheguei a gravar todo processo, mas por usar uma webcam o áudio ficou horrível, tentei instalar um editor de vídeo para tentar resolver, o que não ajudou, daí a iniciativa de escrever o texto. Quando estava pesquisando sobre este notebook Inspiron 14R, não encontrei muita informação a não ser a do próprio site da Dell, motivando a escrever o artigo pensando em outros usuários que pretendam adquirir uma dessas máquinas. Bem vamos ao que interessa…

inspiron-14r-1

Já na próxima imagem você confere como ele vem bem protegido de fábrica, gostei desse cuidado, o notebook vir com essas bolsas de ar como ocorre com cartuchos do tipo toner.

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Dentro do conteúdo da caixa o que vem é bem simples. Apenas manuais, notebook e a fonte de alimentação.

inspiron-14r-3 inspiron-14r-4

Quem ainda não viu o notebook com Ubuntu pré-instalado, vai curtir estes pequenos cuidados que a Dell teve, como o selo que indica que o sistema é o Linux, super bacana.

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Ao ligar o notebook pela primeira vez, nós realizamos a instalação do sistema. Surge uma tela com um pequeno vídeo levando a entender o que encontraremos no sistema. Depois dessa introdução começa realmente a instalação do sistema, algo comum para quem já instalou o Ubuntu alguma vez com configuração de idioma etc…

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Nessa próxima imagem vocês conferem como ficou a configuração do sistema. O sistema vem de fábrica com o Ubuntu precise 12.04, foi a distribuição de longo suporte que a Dell adotou para seus notebooks com Linux, no meu entender uma decisão bem acertada. Todavia devo destacar que o sistema precisa ser atualizado, recordo que logo de início foram necessários baixar pouco mais de 500mb de atualização. Não compreendi o motivo da Dell, não trazer uma imagem mais atualizada do 12.04, atualmente na 12.04.3. A consequência imediata é ter vários programas desatualizados como o libreoffice que estava na versão 3.4.

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O sistema tem um boot, bem rápido cerca de 10s à 9s. Muito rápido para abrir programas(óbvio que tem a influência de outros fatores).

Escolhi o Dell Inspiron 14R de melhor configuração:

  • Core i5 de terceira geração
  • 6 giga de RAM DDR3
  • hd de 1 terabyte
  • placa de video NVIDIA 730m de 2 giga de RAM

Tem algo que devo comentar em maior detalhe, sobre a placa dedicada da NVIDIA, escolhi o notebook por ele vir com ela, pouco depois soube de alguns problemas envolvendo o uso de placas híbridas de vídeo. A placa não tem um driver específico para ela no Linux, devido a tecnologia optimus, olhe o link . O que fiz foi usar a alternativa chamada bumblebee, para poder economizar bateria, pois antes dela o note esquentava muito rapidamente, já que não conseguia identificar em que momento ativar a placa, o que resolveu a questão.

Não adquiri o notebook para jogar, mas se tivesse vontade, que fosse no mínimo com uma configuração razoável. Tinha imaginado o uso da placa com o programa Blender 3d que utilizo, para fazer coisas mais básicas. Quem mexe com programas 3d deve entender o que estou falando. Como esperamos saber a bateria do notebook tem maior desgaste conforme o uso do sistema. Daí a solução bumblebee e outras aliadas para aumentar o tempo de duração da bateria, caso não tivesse uma tomada próxima. Para se ter uma ideia a bateria na configuração original durava cerca de 4 horas e com as alterações saltou para 7 horas aproximadamente. Esse foi um dos motivos que posteriormente me fizeram quase arrepender de ter comprado com a placa da NVIDIA. Porém para a felicidade geral de todos, a NVIDIA divulgou recentemente que pretende melhor esse problema.

Para concluir, outra coisa que não gostei muito foi como o sistema veio particionado, acredito que poderia vir com uma partição /home separada, o que não ocorre, ela é útil pois numa futura atualização do sistema você pode manter seus arquivos, apenas atualizando a distribuição sem ter todo esforço de fazer vários backups. No mais o notebook é muito bom, depois das atualizações e pequenos ajustes a máquina ficou ótima. Espero que as informações aqui, possam ter ajudado.

Gostou do review do notebook? Compre por este link e ajude o site.

02 Oct 20:44

Motivação: uma casa bonita e arrumada sempre tem gente feliz

by Roberto Machado

Um fator importante que você deveria levar em consideração para manter funcionários motivados é o ambiente da sua empresa. Que tal uma reforma no escritório pensando no seu pessoal?

Espaço Aberto

Pequenas empresas, devido sua constituição enxuta, sentem mais diretamente os efeitos da motivação em seu pessoal. Isso é bom e ruim. Bom porque é mais fácil realinhar os ânimos e ruim porque se descuidar a insatisfação simplesmente varre sua empresa do mapa.

Já escrevi aqui algumas dicas de motivação, sobre a influência da liderança na motivação  e até fiz considerações sobre a visão do Daniel Pink sobre a motivação na empresa. Nestes artigos cheguei a levantar a lebre sobre a influência que o ambiente tem nas pessoas.

Hoje compartilho contigo alguns pensamentos sobre como efetivamente aplicar mudanças ambientais no seu escritório a fim de melhorar o astral. :)

Proporcionar um espaço que suporte as necessidades – físico, mental e emocional – é uma maneira simples de reforçar seu compromisso com a sua equipe e estabelecer a confiança no escritório, disse Gauld (designer de interiores)

Uma reforma do espaço de trabalho pode ajudar a impulsionar o moral no escritório, pois mostra aos funcionários que são valorizados e suas necessidades são uma prioridade.

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  • Pense como um grande urbanista: Cidades vibrantes têm várias zonas, e cada espaço de trabalho também deve ser bem dividido – áreas para jogar, concentrar-se, colaborar, socializar e criar . Olhe para o tipo de trabalho que sua equipe está fazendo, em uma base diária aplique algum feng shui, reorganizando as áreas atuais de trabalho para criar zonas distintas.
  • Trate o escritório como um restaurante fino: Todo espaço bacana deve ter um elemento de hospitalidade. É importante para um ambiente de trabalho ser acolhedor. Seus funcionários recebem a mensagem que você está preocupado com seu bem-estar se prover um local de trabalho reconfortante. Uma dica simples é ter sempre café bom, balas e doces, salgadinhos, etc. A equipe vai apreciar ter essas conveniências bem ao alcance dos dedos.
  • Deixe os malucos tomarem conta do hospício: A criatividade só está livre se as pessoas puderem ser elas mesmas e a lealdade só se instala quando os funcionários sentem que são genuinamente parte da “familia” da empresa. Expresse a personalidade e a cultura da empresa encorajando seu pessoal a personalizar o espaço com fotos, decoração, pequenos objetos e selecionando músicas para tocar no ambiente. Isso faz com que os funcionários sintam-se engajados nas decisões da empresa e se sintam mais em casa.
  • Tenha móveis que realmente dão suporte: Pode parecer um detalhe bobo, mas ter móveis de qualidade que dão suporte ao corpo e a mente vai dar um grande impulso na performance e no bem-estar na sua empresa e pode até mesmo evitar algum dano causado por um estilo de vida sedentário que muitos funcionários adotam em suas horas de folga. Incorporar móveis que suportem diferentes tipos de postura também é muito importante.
  • Incorpore elementos de diversão: Só trabalhar sem nenhuma diversão não só vai fazer com que seus funcionários fiquem desmotivados mas também improdutivos. Tente trazer um elemento de diversão para seu escritório como uma mesa de ping-pong ou um lounge para as horas de intervalo. Assim você mostra à sua equipe que o trabalho na sua empresa não tem que ser ininterrupto, já que isso não existe, e se você pensa que seus funcionários trabalham sem parar está sendo iludido.
  • Adicione cores, cores, cores: As cores podem ter um surpreendente efeito no moral dos funcionários. Considere pintar uma ou duas paredes com cores vibrantes ou adicione cores que acentuam a concentração no escritório. Estudos comprovam que a cor azul promove a calma e a produtividade, enquanto o vermelho é ótimo para tarefas que requerem atenção ao detalhe. Muitas empresas tem uma cor ou duas que representam sua marca ou logo, então tente incorporar essas cores no escritório de uma maneira que reforce sua cultura.

mesa

Pense na sua empresa como a sua pátria e nos seus funcionários como seus cidadãos. Como você quer tratá-los?

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02 Oct 20:42

Ações para fomentar a adoção do IPv6

by Antonio M. Moreiras

cgi

O Comitê Gestor da Internet no Brasil aprovou em 20 de setembro e publicou recentemente uma nova resolução com recomendações sobre a implantação do IPv6 nas redes. Na resolução, o CGI.br aponta alguns dos potenciais problemas ocasionados pelo atraso na implantação do protocolo, aponta também os principais pontos de atenção para a Internet brasileira. Termina citando algumas ações que tomará e fazendo recomendações. A resolução é um alerta para os provedores, operadoras de telecom, bancos, lojas de comércio eletrônico, empresas em geral, universidades e órgãos do governo. Já gerou repercussão na imprensa: Acesse: http://cgi.br/regulamentacao/resolucao2013-033.htm ou veja o texto na íntegra a seguir:
Resolução CGI.br/RES/2013/033 O COMITÊ GESTOR DA INTERNET NO BRASIL – CGI.br, em sua 8ª Reunião Ordinária de 2013, realizada em 20 de setembro de 2013, na sede do NIC.br, e no uso das atribuições que lhe confere o Decreto nº 4.829/2003, resolve aprovar esta Resolução, da seguinte forma: Resolução CGI.br/RES/2013/033 – Ações para fomentar a adoção do IPv6 Considerando que a disponibilidade de números IP, protocolo básico da Internet, em sua versão 4 (IPv4) e utilizada para comunicação entre todos os dispositivos da Internet desde janeiro de 1983, tem o seu esgotamento previsto para o primeiro semestre de 2014, e que isso gera a necessidade urgente da implantação da versão 6 do referido protocolo, o IPv6; Considerando que o atraso na disseminação do IPv6 dificultará sobremaneira a expansão sustentável da Internet e que, sem o IPv6 adequada e tempestivamente implementado surgirão diversos entraves na Internet, entre os quais notem-se:
  • Para usuários, uma experiência de navegação pior, eventual falha no funcionamento de serviços específicos como VoIP, jogos online, compartilhamento de arquivos peer to peer, streamings de video etc;
  • Para provedores de acesso Internet, uma complexidade maior em suas estruturas, com custos e complexidade crescentes;
  • Para provedores de conteúdo e serviços, necessidade de adaptação nos sistemas de autenticação baseados no endereço IP, em sistemas de geolocalização e medições de seus usuários e serviços;
  • Para segurança e estabilidade da Internet, dificuldade adicional na utilização de sistemas de segurança baseados em reputação dos IPs, como blacklists, e no uso do IPSec;
  • Para desenvolvedores, eventual quebra da conectividade fim-a-fim, dificultando a inovação;
Considerando ainda que,
  • Alguns dos principais fornecedores de acesso Internet ainda não oferecem conectividade IPv6 para os demais Sistemas Autônomos em toda sua área de abrangência, nem serviços completos de conectividade Internet com suporte a IPv6 para empresas e outras redes interessadas em usar IPv6 imediatamente;
  • Equipamentos são comercializados no mercado nacional, sem suporte a IPv6, ou com funcionalidade diminuída em relação ao IPv4, incluindo-se aí telefones móveis e roteadores para uso doméstico;
  • "Datacenters" e serviços de hospedagem ("hosting"), mesmo tendo conectividade externa IPv6, nem sempre a oferecem aos clientes de seus produtos e serviços;
  • Sítios de comércio eletrônico, bancos e instituições do governo ainda não oferecem IPv6, dificultando a utilização do protocolo pelos novos usuários que venham com IPv6;
  • Grande parte das universidades ainda não efetuou a implantação do IPv6 mesmo quando há a possibilidade de obtenção de conectividade externa, nem inclui o tema em seus cursos cabíveis, dificultando a formação de técnicos;
  • Não existe um cronograma de consenso entre os setores envolvidos para a implantação do IPv6.
Resolve:
  • Enviar ofício para SBC e sua Comissão Especial em Redes de Computadores e Sistemas Distribuídos (CE-ReSD), LARC, ANDIFES, ABRUEM, FEBRABAN, Câmara-e.net, principais operadoras de telecomunicações, principais empresas e entidades representativas ou com destaque, em diferentes setores, reforçando a urgência da implantação do IPv6 e questionando sobre que medidas estão sendo adotadas ou planejadas, e seu cronograma de implementação;
  • Instruir o NIC.br para que incremente a produção de vídeos educativos e materiais didáticos sobre o assunto, com o objetivo de informar: (i) os gestores não familiarizados com tecnologia, (ii) os profissionais da área de TIC em geral, (iii) os profissionais de Internet, integrando uma campanha extensiva de conscientização sobre IPv6;
  • Apoiar a Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação, do Ministério de Planejamento, Orçamento e Gestão na criação de um plano de metas para a adoção do IPv6 nas entidades do Governo Federal.
E, recomenda, ainda, que:
  • A Rede Nacional de Pesquisa apoie e incentive, utilizando os Pontos de Presença existentes, gestores de TI dos diferentes campi universitários na implantação do IPv6;
  • As universidades ofereçam cursos de formação, capacitação ou educação continuada em IPv6.
  • Os docentes de disciplinas de computação e redes utilizem em suas aulas estudos de casos, exemplos e laboratórios com IPv6.
  • O Governo, considerando aqui os três poderes e suas instâncias Federal, Estadual e Municipal, inclua IPv6 como requisito na compra de equipamentos e em seu provimento de acesso à Internet, e estabeleça normas internas com cronograma e com metas claras para a implantação do IPv6, em especial nos serviços oferecidos aos cidadãos através da Internet.
02 Oct 20:39

Blogs com WordPress estão sendo invadidos e usados em massa para ataques de negação de serviço

by Augusto Campos

Blogs rodando o WordPress e cuja segurança foi comprometida por agentes externos agora estão sendo usados para ataques de negação de serviço contra outros sites. O log de um exemplo recente, em que mais de 500 blogs atacaram um servidor com requisições simultâneas e repetitivas, foi postado para análise dos interessados.

Na minha opinião, trata-se do início de uma tendência, já que servidores rodando o popular CMS e serviço de acesso remoto a shell WordPress vêm sendo alvo de ataques de força bruta constantes há alguns meses e, considerando que menos de 20% dos "top 1.000.000" de blogs WordPress mais populares rodam a versão mais recente da ferramenta, e todas as anteriores têm vulnerabilidades conhecidas, é de se imaginar que haja alguns ataques mais específicos e discretos em andamento automatizado também.

Quanto mais blogs forem comprometidos, mais ouviremos falar no seu uso para espalhar malware, cometer DDoS e/ou espalhar informações falsas. Não espera acontecer com o seu blog, faça upgrade e verifique a segurança dele regularmente! (via www.heise.de - “WordPress-Blogs für DDoS-Attacken missbraucht | heise open”)

O artigo "Blogs com WordPress estão sendo invadidos e usados em massa para ataques de negação de serviço" foi originalmente publicado no site BR-Linux.org, de Augusto Campos.

17 Sep 19:52

Sabe?

by Francisco Nunes

Sabe aquele dia em que você acorda com vontade de dormir?
Em que o Sol parece tão quente e desanimador?
Dia em que um banho frio é tão gostosa como chá de boldo sem açúcar?
Em que os passarinhos cantam tão bonito e desafinados e atrasados?
Em que seu mau hálito ofende até o cara do espelho?
Dia em que os chinelos desaparecem?
Dia em que o despertador parece um serial killer?
Em que a remela SuperBonder acorda mais cedo que você?
Em que a vizinha de cima dormiu de salto-agulha e roncou?
Em que o travesseiro lembra colo de mamãe?
Em que um iceberg passou a noite em seu quarto?
Dia em que um suicídio seria terapêutico?
Em que tudo é sem sentido leste-oeste?
Em que o outro lado da cama é tão imenso quanto o Saara?
Dia em que os lençóis donzela-de-ferro são boa companhia?
Em que sua música preferida provoca náuseas e cólica?
Dia em que se pensa se não teria sido melhor… ou…?
Em que um sorriso é um convite pra uma luta de rolar no chão?
Em que os monstros embaixo da cama são de pelúcia?
Pois é.
Meu dia não acordou assim.
Há dias.

(scs, 10913)

10 Sep 15:20

PostgreSQL 9.3 released!

The PostgreSQL Global Development Group announces the release of PostgreSQL 9.3, the latest version of the world's leading open source relational database system. This release expands PostgreSQL's reliability, availability, and ability to integrate with other databases. Users are already finding that they can build applications using version 9.3 which would not have been possible before.

"PostgreSQL 9.3 provides features that as an app developer I can use immediately: better JSON functionality, regular expression indexing, and easily federating databases with the Postgres foreign data wrapper. I have no idea how I completed projects without 9.3," said Jonathan S. Katz, CTO of VenueBook.

Writable External Data

Version 9.3 makes PostgreSQL's Foreign Data Wrappers writable, enabling two-way data interchange between systems. Today's complex IT environments involve multiple databases and semi-structured data sources, and PostgreSQL helps you integrate them into a coherent stack. The project has also released postgres_fdw, a higher-performance, read/write PostgreSQL-to-PostgreSQL federation driver.

"Writable foreign data wrappers enable us to plug in and seamlessly test various backend alternatives, allowing us to address different needs quickly and prototype intelligently," explained Lee Holloway, Co-founder and Lead Engineer at CloudFlare. "It is exciting to conceive and toss up new data stores (including our in-house experimental ones written in Go) and then watch them read, write, and even transact each other."

Enhanced Reliability and Availability

"Postgres has been my favorite choice for its well known stability, robustness, strong coherency, safety, ACID, and SQL conformance," said Pascal Bouchareine, director of research and development at Gandi.net. "I'm especially excited to hear more about the fast failover coming in 9.3."

This new release includes features to further improve and extend PostgreSQL's well-known reliability and availability:

  • Data Page Checksums: help administrators quickly detect failing disks and bad hardware that corrupts data
  • Fast Failover: enables sub-second switchoffs from master to replica, supporting "carrier-grade" availability
  • Streaming-Only Remastering: easier, faster reconfiguration of cascading replicas after failover

Developer-friendly Features

As with every annual release, PostgreSQL 9.3 includes many features to make working with PostgreSQL easier, more flexible and more fun for application developers, administrators and architects. These features include:

  • Additional JSON constructor and extractor methods
  • Automatically updatable VIEWs
  • Parallel pg_dump to speed backups of large databases
  • LATERAL JOINs

Further, PostgreSQL 9.3's User-Defined Background Workers allow developers to write task managers, request handlers, parallel processors, queuing tools and other helper applications to enable PostgreSQL as a workload coordinator. One example of this already released is Mongres, a background worker which accepts MongoDB queries, interprets them and passes them on to PostgreSQL.

Links

06 Sep 17:11

A idéia de que Deus perdoará o rebelde que não desistiu de sua rebelião é contrária tanto à Escritura quanto ao bom senso

by Giul

A idéia de que Deus perdoará o rebelde que não desistiu de sua rebelião é contrária tanto à Escritura quanto ao bom senso.

A W Tozer

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03 Sep 19:33

Unindo SSD e disco rígido no Linux: rápido e seguro

by Augusto Campos

Conectando em RAID 1 um SSD e um disco rígido tradicional, você ganhará mais confiabilidade e também mais desempenho de leitura. Mas o array precisará ser configurado de maneira especial, e o artigo da Heise/c't no link a seguir explica como fazer. (via www.heise.de - “SSD + Festplatte im RAID: Schnell und ausfallsicher”)

O artigo "Unindo SSD e disco rígido no Linux: rápido e seguro" foi originalmente publicado no site BR-Linux.org, de Augusto Campos.

03 Sep 18:32

Três mentiras em que facilmente caímos (Jim Savastio)

by Francisco Nunes

Quando escolhemos (*) nos ausentar da reunião dos santos, é bem possível que sejamos vítimas de uma ou mais mentiras de Satanás.

A primeira mentira é: eu não preciso ‘disso’. Quando falo ‘disso’ quero dizer: o tempo de adoração, o tempo de instrução, o tempo de comunhão ou o tempo de oração. No momento em que coloco “isso” na balança do que quero ou prefiro, passo a acreditar na mentira de que os meios de graça têm pouco valor. Eu não ganho muito com reuniões de oração, não me beneficio muito da Escola Dominical, eu não gosto quando aquele pastor prega. Certamente eu não preciso disso.

A segunda mentira é: eu não preciso ‘deles’. Isto é, dos santos. Eu poderia estar com eles. Poderia estar em comunhão com eles, desfrutar da presença deles, ser fortalecido por eles. Quando consistentemente escolho me ausentar de seus momentos de reunião, estou acreditando na mentira do diabo de que sou suficiente em mim mesmo.

A terceira mentira em que podemos facilmente acreditar é: eles não precisam de ‘mim’. Minha presença ou ausência não faz diferença. Estar ou não do lado daquele irmão ou irmã, meu pastor me ver e interagir comigo ou não, minha voz unir-se ou não em louvores, meu coração ser elevado ou não com meus irmãos em oração  - tudo isso é indiferente. É verdade que a igreja sobreviverá, mas há uma grande diferença entre força total e força parcial. Há uma diferença entre uma família onde todos estão presentes, um corpo sem partes faltando, um prédio com todas as paredes ou pedras no lugar.

A reunião dos santos é importante. Não podemos descuidadamente negligenciá-la.

(*) Não estou me referindo ao que geralmente chamamos de “obstáculo providencial” ou ausência necessária. Refiro-me ao hábito de nos ausentarmos dos meios da graça.

(Fonte)

03 Sep 18:29

Como Jesus venceu o mundo (Charles Spurgeon)

by Francisco Nunes

Ele não usou aquela forma de energia que é peculiar ao mundo mesmo para fins altruístas. Não posso conceber um homem, mesmo à parte do Espírito de Deus, tornando superior à riqueza e desejando somente a promoção de algum grande princípio que tomou seu coração. Mas você normalmente vai notar que, quando os homens o fizeram, eles estavam prontos para promover o bem usando o mal, ou pelo menos julgaram que os grandes princípios poderiam ser imputados pela força das armas, ou da propina ou da política. Maomé tinha agarrado uma grande verdade quando disse: “Não há Deus senão Deus.” A unidade da divindade é uma verdade de máximo valor; mas, então, vem o meio a ser utilizado para a propagação dessa grande verdade: a cimitarra. “Cortem a cabeça dos infiéis! Se eles têm falsos deuses ou se não possuem a unidade da divindade, não são dignos de viver.”

Você pode imaginar nosso Senhor, Jesus Cristo, fazendo isso? Pois, se tivesse feito, então, o mundo o teria conquistado. Mas ele conquistou o mundo sem ter empregado essa forma de poder nem no menor grau. Ele poderia ter reunido uma tropa a seu redor e, com Seu exemplo heróico juntamente com Seu poder miraculoso, teria rapidamente varrido o império romano e convertido. Depois, em toda a Europa e na Ásia e na África, Suas legiões vitoriosas poderiam ter pisando sobre todo o mal, e, com a cruz como Sua bandeira e a espada como Sua arma, os ídolos teríam caído e faria todo o mundo se curvar a Seus pés. Mas não. Quando Pedro tirou a espada, “Jesus disse-lhe: Embainha a tua espada; porque todos os que lançarem mão da espada, à espada morrerão” (Mt 26.52). Bem disse Ele: “O meu reino não é deste mundo; se o meu reino fosse deste mundo, pelejariam os meus servos” (Jo 18.36).

E Ele poderia ter-se agradado de aliar Sua Igreja com o Estado, como Seus amigos equivocados têm feito nestes tempos degenerados, e, em seguida, poderia ter criado leis penais contra aqueles que ousassem discordar, e poderia ter obrigado que se fizessem contribuições para o apoio de Sua Igreja, e outras coisas semelhantes. Você leu, ouso dizer, que coisas assim estão sendo feitas, mas não nos Evangelhos nem em Atos dos Apóstolos. Essas coisas são feitas por aqueles que esquecem o Cristo de Deus, pois Ele não usa nenhum instrumento, mas o amor, não a espada, mas a verdade, não o poder, mas o Espírito Eterno, e, no próprio fato de ter colocado todas as forças mundanas de lado, Ele venceu o mundo.

(Traduzido por Francisco Nunes de um trecho do sermão “Cristo, o que venceu o mundo”, proferido em 3 de dezembro de 1876. Original aqui.)

03 Sep 18:27

Latência: o novo gargalo do desempenho Web

by Ilya Grigorik

Se queremos uma experiência de navegação mais rápida, então reduzir o tempo de ida e volta (round trip time – RTT) deve estar perto do topo da nossa lista. Ou, como Mike Belshe colocou: mais banda larga não importa (muito).

Agora, vamos ser claros, maior banda larga não é uma coisa ruim, especialmente para os casos de uso que requerem transferência de grandes volumes de dados: streaming de vídeo, grandes downloads, e assim por diante. No entanto, quando se trata de sua experiência de navegação web, verifica-se que a latência, não a banda larga, é provavelmente o fator limitante hoje. Como consumidor, você considerou isso quando você escolheu o seu provedor de Internet? Provavelmente não, ainda estou para ver qualquer menção do provedor, ainda mais anunciar latência.

Banda larga vs latência

As estatísticas do State of the Internet da Akamai mostra que, a partir de 2011, um consumidor médio dos EUA começou a acessar a web em uma conexão de 5Mbps+. Na verdade, com o rápido crescimento da banda larga em todo o mundo, muitos outros países estão pairando em torno do mesmo número, ou se aproximando rapidamente. Quando isso acontece, 5Mbps é um limite importante.

desempenho-web-1

Os dois gráficos acima mostram os resultados de variação da banda larga e latência no tempo de carregamento da página (page load time – PLT). Fazer um upgrade da sua conexão de 1Mbps para 2Mbps divide o PLT, mas logo depois disso estamos em resultados decrescentes. Na verdade, a atualização de 5Mbps para 10Mbps resulta em uma simples melhoria de 5% nos tempos de carregamento da página! Em outras palavras, um consumidor médio nos EUA não vai se beneficiar muito ao atualizar sua conexão quando se trata de navegação web.

No entanto, o gráfico de latência conta uma história totalmente diferente. Para cada melhoria de 20ms na latência, temos uma melhoria linear no tempo de carregamento da página. Existem muitas boas razões para isso: uma página média é composta de muitos recursos pequenos, que exigem muitas conexões TCP, e o desempenho de cada um está intimamente ligado ao RTT.

Desenvolvendo uma intuição para latência

Então, o que é 20ms de latência? A maioria de nós tem um bom modelo mental de banda larga, estamos acostumados a pensar em megabytes e tamanhos de arquivos. Para latência, a distância percorrida pela luz é a nossa melhor comparação.

A latência é limitada pela velocidade da luz. Assim, 20ms RTT é equivalente a ~3000 km, ou um raio de 1,860 milhas de luz que viaja no vácuo. Não podemos fazer melhor sem mudar as leis da física. Nossos pacotes de dados viajam através de fibras, o que diminui nossa velocidade por um fator de ~1.52, o que se traduz em 2027 km, ou um raio de 1.260 milhas. O que é notável é que já estamos dentro de um pequeno fator constante do limite teórico.

Veja neste mapa um exemplo simples, mas de cenário irreal: você está no centro do círculo, qual é a distância máxima de um caminho de via única que o pacote pode viajar para um X ms RTT? Irreal porque o “Fiber RTT”, assume que temos um link de fibra direto entre o centro e a borda, mas ainda assim nos dá uma boa ferramenta para aguçar a nossa intuição. Por exemplo, o envio de um pacote a partir de San Francisco para Nova York carrega um RTT mínimo de 40ms.

latencia-1

Se você clicar no círculo e movê-lo, vai notar algo muito importante: o Mercator Projector, que estamos tão acostumados a ver, tem muita distorção. Os mesmos 20ms, quando no Equador, cobrem uma área muito menor do que se você mover o círculo para o Norte ou para o Sul.

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Melhorar a banda larga e a latência

A demanda por banda larga está crescendo rapidamente, mas a boa notícia é que ainda temos muita capacidade na fibra atual (~20% da capacidade de iluminação utilizada) e, ainda mais importante, a capacidade pode ser melhorada por atualizações dos cabos submarinos existentes: a capacidade de ligações do trans-Pacífico triplicou entre 2007 e 2011, a maior parte por meio de upgrades.

A latência, por outro lado não oferece nenhuma desses vitórias “fáceis”. Sim, o equipamento pode ser melhorado para ganhar alguns milésimos de segundo, mas, se você quer melhorias significativas, então a resposta é simples: você precisa de cabos novos e mais curtos para reduzir o atraso de propagação. Como você deve ter adivinhado, esta é uma proposta cara:

A Huawei está trabalhando com outra empresa, Hibernia Atlantic, para lançar o primeiro cabo submarino transatlântico de fibra ótica em uma década, um projeto de mais de $400 milhões que vai permitir que os comerciantes economizem 5 milésimos de segundo. Para fazer isso, Hibernia está colocando cerca de 3.000 quilômetros de cabos através dos Grandes Bancos fora do Canadá e do Atlântico Norte, uma rota mais curta que a maioria das empresas têm evitado porque atravessa águas relativamente rasas.

desempenho-web-2

Isso representa mais de US$ 80 milhões economizados por milissegundo ganhos; a latência é cara – literalmente e de modo figurado. Ainda mais impressionante, o limite teórico entre Nova York e Londres é de 37.2ms, o que significa que esse novo cabo (60ms RTT) só adiciona 38% de sobrecarga de comutação e amplificação.

A “última milha” da latência e seu provedor de Internet

40ms entre Nova York e Londres é ótimo na teoria, mas na prática os nossos tempos de ping são muito maiores. Quando Mike Belshe publicou seu estudo em 2010, a média mundial de RTT para o Google foi ~100ms, e ~60-70ms dentro os EUA. Em 2012, a média mundial de RTT para o Google ainda é ~100ms, e ~50-60ms dentro os EUA. Essa é uma tendência positiva dentro os EUA, mas ainda há muito espaço para melhorias.

Acontece que a “última milha” de conexão entre sua casa e seu provedor de Internet é muitas vezes um gargalo significativo. De acordo com o recente relatório Measuring Broadband America, da FCC, nos horários de pico:

Serviços de fibra-para-casa forneceram 17 milissegundos (ms) de latência de ida e volta em média, enquanto os serviços baseados em cabo forneceram uma média de 28 ms, e aqueles baseados em DSL, uma média de 44 ms.

Isso é 17-44ms de latência apenas para o nó de medição mais próximo dentro do seu provedor de Internet, antes de seu pacote atingir qualquer backbone de Internet. Você pode executar um traceroute simples para testar seu próprio provedor, o meu primeiro hop (<60 milhas) para Comcast oscila na faixa de 15-45ms:

$> traceroute google.com
 traceroute to google.com (74.125.224.102), 64 hops max, 52 byte packets
 1  10.1.10.1 (10.1.10.1)  2.322 ms  1.084 ms  1.002 ms # local router
 2  96.157.100.1 (96.157.100.1)  38.253 ms  16.489 ms  24.702 ms # comcast
 ...

Latência de web móvel: 100-1000ms

A web móvel é um jogo totalmente diferente, e não um melhor. Se você tiver sorte, seu rádio está ligado, e dependendo de sua rede, qualidade do sinal e hora do dia, então apenas atravessar o seu caminho para o backbone da Internet pode levar de 50 a 200ms. A partir daí, aumente o tempo de backbone e multiplique por dois: estamos olhando para um intervalo de 100-1000ms RTT no dispositivo móvel. Aqui estão algumas letras miúdas do FAQ da Virgin Mobile (de propriedade da Sprint):

Usuários da rede 4G da Sprint podem esperar velocidades médias de 3 Mbps a 6 Mbps de download, e de até 1,5 Mbps de upload, com uma latência média de 150ms. Na rede 3G da Sprint, os usuários podem esperar velocidades médias de 600 kbps – 1,4 Mbps de download, e de 350Kbps – 500Kbps de upload, com uma latência média de 400ms.

Para adicionar insulto à injúria, se o telefone estiver ocioso e o rádio desligado, então você tem que adicionar outros 1000-2000ms para negociar o link de rádio. Testando meu Galaxy Nexus, que está sendo executado no Sprint, ele mostra o primeiro hop com uma média de 95ms. Se a latência é importante em conexões com fio, então é um gargalo crítico para a web móvel.

“Alta velocidade” de Internet

Se você está encarregado de otimizar o seu site ou serviço, então certifique-se de investigar a latência. Relatórios do Google Analytics Site Speed podem dar exemplos e e relatar a realidade da experiência de latência de seus visitantes. Resultado: como um consumidor, verifique os números de latência para além do tamanho do tubo (pipe).

Finalmente, se não podemos fazer os bits viajarem mais rápido, então a única maneira de melhorar a situação é mover os bits para mais perto: coloque seus servidores mais perto de seus usuários, alavanque o CDN (Content Delivery Network), reutilize conexões sempre que possível (TCP de início lento) e, é claro, nenhum bit é mais rápido que um bit que seja – ou seja, envie menos bits. Quanto menos bits, melhor. Nós precisamos de mais foco, ferramentas e discussões sobre o impacto da latência, especialmente em links de alta latência, como a web móvel. Conectividade de “alta velocidade” não é tudo sobre banda larga, ao contrário do que muitos de nossos provedores de Internet gostariam de promover.

***

Artigo traduzido pela Redação iMasters, com autorização do autor. Publicado originalmente em http://www.igvita.com/2012/07/19/latency-the-new-web-performance-bottleneck/

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17 Aug 17:13

despedida

by Francisco Nunes

nenhuma outra angústia
em teu olhar
jamais foi tão terna e suave
como a do dia de cabelos ao vento,
imersos em solidão
pensávamos em outro tempo:

uma nova brisa quando no começo
a saudade inexistiu
e os desenhos no ar eram tão pequenos.
eu e tu,
imersos no desconsolo,
fervorosamente inertes, e o chá
esfriava;

mesmo assim sentíamos a mesma dor
estranha, na pele, na íris –
e já era lembrança
na neve, nas folhas secas,
em tuas pegadas sobre as pedras.
a luz se refletia nos meus olhos cerrados,
espalhando um aroma que
outro dia esteve em nossa pele
e naquela flor à luz de velas.

agora só há essa indefinida presença
de um nada afável,
e, então, de novo,
a despedida.

(scs, 9512)

04 Aug 15:27

CORRÃO! Espiões do Obama podem acionar remotamente o microfone do seu Android! (ou talvez não)

by Carlos Cardoso

simpsons_NSA

Dizem que o maior truque do diabo é fazer todo mundo acreditar que ele não existe, já no mundo da espionagem, é o contrário. Historicamente as agências de inteligência adoram Hollywood, por fazer com que todo mundo acredite que são incrivelmente competentes, poderosos e estão em todo lugar.

James Bond chega em qualquer canto e tem um contato local, em geral uma dona boa que não está lá somente para seus olhos. Na prática os ingleses foram completamente surpreendidos na Guerra das Malvinas, assim como os EUA no fatídico 11 de Setembro.

Essa imagem de agências com poderes super-humanos fazem com que os inimigos se preocupem e gastem recursos desnecessariamente. Bin Laden chamou muito mais atenção pelas medidas de segurança que tomou do que se a rotina da casa fosse normal.

Agora com o caso de Edward Snowden, nerd fofoqueiro e futura moeda de troca do Putin, a mídia histérica acredita que os EUA são capazes de monitorar, guardar e principalmente utilizar todas as comunicações do país. “Analistas” estimaram que o Datacenter da NSA em Utah tinha capacidade de armazenar 1 yottabyte de dados, ou 1.000⁸ bytes.

Em termos de custo só em discos isso equivale a US$ 100 trilhões. O PIB dos EUA do mundo em 2012 foi de US$ 62,7 trilhões.

A última novidade entretanto, que está sendo espalhada inclusive pela mídia especializada é que as agências de espionagem seriam capazes de acionar remotamente o microfone de seu Android, utilizando-o como uma escuta ilegal.

Terrível, incrível violação de segurança, etc, etc, morte ao Google, certo?

Menos. Primeiro de tudo a informação toda vem de “ex-agentes federais anônimos”, não exatamente a fonte mais confiável. Segundo, lendo o texto original do Wall Street Journal, fica claro que as agências utilizam os velhos truques de sempre, como bugs 0 Day, cavalos de tróia, vírus e Fotos_Da_Sandy_Pelada.exe.

Temos aqui um caso clássico de FUD – Medo, Incerteza, Dúvida, Que me desculpem os “agentes anônimos”, mas não acredito que o Android tenha um backdoor desse nível. A própria essência do Open Source impede que algo assim seja inserido no sistema. A não ser que todos os programadores envolvidos façam parte da Conspiração.

Portanto, fica a dica: governos são malvados e implacáveis, mas a realidade cotidiana deles lida muito mais com isto:

apollo-13

do que tem a ver com isto:

avengers1w

Fonte: SG.