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06 Mar 02:32

What Makes Gripen The Best Aircraft For FAB

by Neha Bareja
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"The government decided to follow the technical advice of the Brazilian Air Force," said FAB commander Lieutenant Brigadier Juniti Saito, describing the factors that led to Gripen’s selection by Brazil.

In an interview with IHS Jane’s, Brig Saito mentioned that there was a team of aviators, engineers, area maintenance personnel, and project management specialists working on the project for years, examining all the options and came to the conclusion that the Gripen was the best technical aircraft for the FAB. 

He added that technology transfer played a vital role in the decision.

"We were also influenced by Saab's willingness to include us in the development of the Gripen project. Overall we took into account performance, effective transfer of technology and cost; not just the acquisition costs but maintenance costs as well. The choice was based on the best balance of these three factors," Brig Saito said.

"The advantage is the Gripen is a work in progress," Brig Saito said. "The plan is that Brazil will develop 40% of the aircraft's components. The FAB will play a key role in co-ordinating the transfer of essential skills between Saab and the Brazilian companies that participate in the project. We will be responsible for verifying that technology is shared and ensuring domestic industries are able to absorb and meet the requirements laid down in the contracts.

Read the full story here.

Published: 3/5/2014 11:39 AM
06 Mar 02:27

Representante da ONU é ameaçado por milícia na Crimeia

by giinternet

Na VEJA.com:
O enviado das Nações Unidas à Ucrânia, Robert Serry, foi ameaçado nesta quarta-feira por uma milícia armada na Crimeia, depois de deixar uma instalação militar. A informação foi confirmada pelo vice-secretário-geral da ONU Jan Eliasson. Os homens armados queriam que Serry entrasse em um carro, mas ele recusou. Em seguida, seu carro foi bloqueado e ele seguiu a pé em direção ao hotel onde está hospedado.

Um jornalista da ITV, afiliada da CNN na Grã-Bretanha, informou que depois da ameaça inicial, a milícia voltou a prender o representante da ONU em um café. Segundo James Mates, que entrou no café com Serry, os homens bloquearam as portas do estabelecimento, impedindo a saída do membro das Nações Unidas, que acabou concordando em seguir direto para o aeroporto e encerrar suar missão na Crimeia. O jornalista contou ainda que ao entrar no carro, Serry foi cercado por uma multidão que gritava “Rússia! Rússia!” A informação sobre o fim da missão do enviado na república autônoma ainda não foi confirmada pela ONU. O representante foi enviado à península para fazer “um balanço da situação” no local, conforme Eliasson disse a jornalistas em Kiev.

A região da Crimeia tornou-se o principal foco de tensões na Ucrânia depois da destituição do presidente Viktor Yanukovich, há pouco mais de uma semana, e um governo interino pró-Europa assumiu o país. Nesta quarta, o premiê interino Arseniy Yatseniuk elogiou os militares ucranianos na Crimeia e prometeu apoio financeiro às tropas. “O fato de as Forças Armadas ucranianas não terem se rendido aos agressores é prova do alto espírito patriótico e da dignidade nacional que existe hoje na Ucrânia”, disse, em pronunciamento transmitido pela TV.

06 Mar 02:26

Israel intercepta de armas para a Faixa de Gaza e acusa o Irã

by giinternet

Na VEJA.com. Volto no próximo post.
O exército de Israel anunciou ter interceptado nesta quarta-feira um navio no Mar Vermelho que transportava um carregamento de “armamento avançado” destinado à Faixa de Gaza, onde seria usado por terroristas. O Ministério da Defesa acusou o Irã pelo envio da carga. As armas teriam sido fabricadas na Síria.

“Parece, mais uma vez, que o Irã continua sendo o principal exportador de terrorismo no mundo”, declarou o ministro da Defesa, Moshe Yaalon, em um comunicado. A operação ocorre justamente em meio a uma visita do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, aos Estados Unidos, onde o chefe de governo vem fazendo seguidos discursos para que a comunidade internacional tome ações mais enérgicas contra o Irã e seu programa nuclear.

O navio, chamado KLOS C, de bandeira panamenha, levava dúzias foguetes de fabricação síria M-302 e foi interceptado mais de 1.600 quilômetros ao sul de Israel, entre as costas do Sudão e da Eritreia, afirmou o porta-voz militar, tenente-coronel Peter Lerner. Segundo ele, o armamento foi transportado de avião de Damasco, na Síria, para o Irã. A partir dali, ele foi levado inicialmente para o Iraque e depois partiu com destino ao Sudão, de onde seria provavelmente contrabandeado até a península do Sinai, no Egito, e, depois, para a Faixa de Gaza.

O coronel ressaltou que os M-302 têm alcance de até 160 quilômetros e teriam melhorado significativamente a capacidade dos terroristas de Gaza, colocando quase todo o território de Israel sob alcance. O grupo libanês Hezbollah usou M-302 em uma guerra com Israel em 2006, segundo as Forças Armadas israelenses. Autoridades iranianas ainda não se manifestaram sobre as acusações de Israel. Já o grupo terrorista Hamas, que controla a Faixa de Gaza, declarou, segundo a rede BBC, não ter nenhum tipo de envolvimento com o caso e disse que ação é apenas uma desculpa para manter o bloqueio israelense contra a Faixa de Gaza.

Conforme o tenente-coronel, a tripulação de dezessete homens do navio, que navegava com bandeira do Panamá, não era considerada suspeita e, provavelmente, não sabia o qual era o conteúdo do carregamento. O ministro da Defesa de Israel, Moshe Yaalon, disse que as armas eram estrategicamente “importantes”. “O Irã treina, financia e arma grupos terroristas na região e em todo o mundo e suas tentativas frustradas de transferir armas descobertas esta manhã são mais uma prova disso”, afirmou.

06 Mar 02:26

A naturalização do terrorismo iraniano

by giinternet

O Irã não admitiu nem vai admitir que está na origem do armamento que tinha como destino os terroristas da Faixa de Gaza (ver post anterior). Ninguém, obviamente, vai acreditar na sua inocência, até porque conhece a verdade, e tudo ficará, mais uma vez, por isso mesmo.

A esta altura, está mais do que claro que o Irã ainda não tem “a” bomba, mas é quase como se a tivesse. Impressionante! Mesmo sem dispor do artefato, o país já faz chantagem nuclear, e tudo lhe é permitido, então, desde que não construa a dita-cuja — ou, ao menos, a retarde. Imaginem, então, se um dia chegar lá…  O Irã não é exatamente um financiador do Hezbollah — na verdade, esse grupo é um braço do regime dos aiatolás no sul do Líbano. A região virou um enclave iraniano, que atua como um satélite. Por motivos que nada têm a ver com a religião, os iranianos também são os principais financiadores do Hamas. Na cabeça dos facinorosos, as divergências entre sunitas (Hamas) e xiitas (governo iraniano) ficam para depois.

O governo iraniano é comprovadamente um financiador de atividades terroristas em pelo menos três países — Líbano, Israel e Iraque —, e, nas recentes negociações com Barack Obama, este gênio da tergiversação, nada de adicional lhe foi exigido: só que dê uma maneirada no índice de enriquecimento de urânio. E pronto!

Ok, ok… Alguém poderia perguntar: “O que você queria? Que Obama bombardeasse Teerã?”. Antes disso, parece que haveria outas coisas a fazer. Inaceitável é que um país comprovadamente terrorista seja aceito no concerto das nações sob o pretexto de que, ao menos, vai retardar um pouquinho a sua bomba.

A boa lógica indica que, então, o país já tem a bomba e a utiliza, só que na forma de negociações diplomáticas. Obama, convenham, é a figura certa para passar a impressão de que as coisas melhoram mesmo quando elas pioram.

 

06 Mar 02:26

Militantes profissionais tentam dominar greve dos garis no Rio

by giinternet

Por Pâmela Oliveira e Daniel Haidar, na VEJA.com. Volto no próximo post.
Ação da Comlurb mostra como fica a praia de Copacabana sem a realização do trabalho de limpeza. Os resíduos coletados durante a noite do dia 20 e madrugada de hoje ficaram expostos para mostrar quanto lixo é jogado de maneira incorreta, alertando o que aconteceria se os garis não limpassem

Os black blocs ainda não chegaram, mas é questão de tempo. Uma reunião entre garis grevistas e representantes do município e da Companhia Municipal de Limpeza Urbana do Rio (Comlurb), iniciada por volta do meio-dia, tem, do lado de fora, a estranha participação de um contingente que nada tem a ver com os profissionais encarregados da limpeza urbana do Rio. O grupo, nitidamente, não tem intimidade com a vassoura, mas manipula com destreza equipamentos como megafones, faixas e redes sociais. Quem está nas cordas, no momento, são os garis, que podem ter seu legítimo direito de greve e manifestação transformado em pretexto para mais um levante com transtornos imprevisíveis para a cidade.

Uma equipe da TV Globo que chegou ao local às 14h foi expulsa, com gritos de “abaixo a Rede Globo”. Pessoas que chegaram ao local pouco depois das 13h circulam querendo saber quem são os jornalistas e para que empresa trabalham. Por volta das 14h10, uma mulher, com um megafone, convocou os cerca de 300 garis presentes para “sentar no chão e fechar a rua”. Os próprios garis recusaram a proposta. Disse um deles: “Não vamos fazer isso. A população está do nosso lado, não queremos que ela fique contra”.

Surgiram no local panfletos que, segundo os próprios garis, não foram feitos por grevistas. Assim como faixas da cor laranja – a mesma dos uniformes dos garis – para tentar repetir o que se viu no Rio em 2012, quando fitas vermelhas nas antenas dos automóveis indicavam quem simpatizava com a greve dos bombeiros.

Três grevistas foram detidos na Avenida Vieira Souto, na tarde desta quarta-feira, por supostamente ameaçar garis que tentavam trabalhar. Eles foram levados por policiais militares para a 12ª DP (Copacabana), segundo a assessoria de imprensa da Prefeitura do Rio.

A greve iniciada no último sábado foi declarada ilegal pela Justiça do Trabalho. Ainda assim, um grupo se recusou a voltar ao trabalho. Cerca de 300 garis, segundo a Comlurb, seriam demitidos. Há, no entanto, a possibilidade de reintegração para os que voltarem ao trabalho. A cidade ainda tem pilhas de lixo acumuladas em algumas ruas. O presidente da empresa, Vinícius Roriz, afirmou esta manhã que prevê a normalização dos serviços em no máximo três dias. O impasse com os grevistas, no entento, não parece perto do fim.

Uma manifestação de grevistas foi convocada para as 12h na sede da Comlurb, na Rua Major Ávila, na Tijuca, Zona Norte. Por volta das 13h, uma comissão composta de dez garis entrou no prédio, acompanhada de um defensor público. Surgiram, em seguida, integrantes da ONG Instituto de Defesa dos Direitos Humanos (DDH), a mesma que auxiliou a família do pedreiro Amarildo de Souza, desaparecido em julho, e que atuou para defender manifestantes presos. Segundo a assessoria de imprensa, a Comlurb e a Prefeitura do Rio não receberam representantes de grevistas e não vai negociar com eles.

Mandado para garantir segurança- A Prefeitura do Rio obteve um mandado de intimação do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região para garantir a segurança de garis que não estejam em greve. O desembargador José da Fonseca Martins Junior determinou que um oficial de Justiça compareça a cada gerência de operação para garantir o acesso e a segurança dos trabalhadores. Pode até requisitar o acompanhamento de policiais. Também foi dobrada a multa diária de 25 mil reais para 50 mil reais para o Sindicato dos Empregados de Empresas de Asseio e Conservação do município do Rio de Janeiro, em caso de não retorno ao trabalho. O sindicato, no entanto, não apoia a greve e não tem a legitimidade reconhecida pelos grevistas.

Apesar de ter divulgado que deu um aumento de 9% para o piso salarial dos garis como se fosse uma concessão aos grevistas depois dos protestos, na verdade esse reajuste era obrigatório por lei. A Assembleia Legislativa do estado do Rio de Janeiro aprovou no último dia 25 que o piso no estado do Rio para serventes e trabalhadores de conservação seja elevado de 802,53 reais para 874,76 reais. A lei ainda precisa ser sancionada pelo governador Sérgio Cabral (PMDB) nos próximos dias, mas, na prática, a Comlurb se antecipou a esse reajuste. Procurada, a assessoria de imprensa alegou que apenas uma minoria de trabalhadores recebe o piso salarial e que todas as outras faixas salariais tiveram um reajuste de 1,68%, além dos 9%.

Os grevistas foram informados na segunda-feira que, a partir das 19h daquele dia, quem não voltasse ao trabalho seria demitido. Ao longo da terça-feira, foram enviadas correspondências para os cerca de 300 grevistas que insistiam na paralisação. Eles pedem aumento do piso salarial para 1.224 reais, além de aumento do vale-refeição para 20 reais e outras gratificações. Desde que a paralisação começou na noite de sexta-feira, a Prefeitura do Rio aumentou o piso salarial para 874,70 reais, que é somado aos 40% de adicional de insalubridade.

06 Mar 02:25

Presidente do PT-RJ reage a Cunha, do PMDB, e o chama de “líder do bocão”. Cresce o número de peemedebistas inclinados a um novo amor

by giinternet

O bate-boca entre petistas e peemedebistas continua. Já está quase na hora de chegar a turma do “deixa disso”. Pelo PMDB, falará então o vice-presidente, Michel Temer, ou Valdir Raupp, presidente da legenda. Pelo governo, Aloizio Mercadante, novo chefe da Casa Civil, ou Ideli Salvatti, ministra das Relações Institucionais, que ainda existe, embora poucos acreditem nisso.

Nesta quarta, foi a vez de Washington Quaquá, presidente do PT do Rio, sair atirando contra o deputado federal fluminense Eduardo Cunha, líder do PMDB na Câmara. Afirmou, segundo informa a Folha: “Tenho o maior respeito pela história do PMDB, que tem importância na estabilidade política do Brasil. Mas não vamos ser chantageados por um cidadão bocudo como Eduardo Cunha. Já ouvi declarações do Raupp, do Michel Temer dizendo que a aliança tem a maioria da convenção. Nem o PMDB, que tem uma história no Brasil, nem o PT podem virar reféns de gente como Eduardo Cunha”. Referindo-se ao “blocão” formado pelo peemedebista, o petista o chamou de líder do “bocão”. E acrescentou: “Eles estavam acostumados com o PT do Rio, que ficava orbitando em torno dos cargos do governo. Não se acostumaram com o novo PT do Rio, que, de fato, tem ojeriza a esse tipo de gente, a banda podre do PMDB”.

A convenção a que se refere Quaquá é a do PMDB, que vai decidir se o partido vai apoiar a candidatura de Dilma à reeleição — o que é certo — ou escolher um outro nome. No Twitter, Cunha chegou a defender o rompimento da aliança e, nos bastidores, ameaça sugerir a antecipação da convenção do partido para encaminhar essa proposta. O petista tem razão numa coisa ao menos: o rompimento não vai acontecer nem com “reza braba”, como se diz lá em Dois Córregos, mas o PMDB que vai para as eleições neste 2014 reúne insatisfeitos em penca. 

É claro que o PT não tem ojeriza a nada que diga respeito ao poder desde que possa fazer as suas vontades e que isso seja útil ao partido — ou não dividiria o governo do Maranhão com a família Sarney. Isso é bobagem. Se o partido se conformou em ser satélite de Sérgio Cabral por longos sete anos é porque não tinha, até então, uma candidatura viável no estado. Agora julga ter: a de Lindbergh Farias. Como é hábito no petismo, se um adversário é útil à sua causa, passa a ser tratado como aliado; se um liado é incômodo, passa a ser tratado como inimigo.

Reitero o que escrevi aqui ontem: não haverá o rompimento do PT com o PMDB, mas as escaramuças vão se acumulando. Um fator a mais de preocupação para Dilma Rousseff, até porque o presidenciável Aécio Neves (PSDB) tem, vamos dizer assim, várias fontes de interlocução no partido. Não se esqueçam de que, em 2008, houve um flerte explícito entre Aécio e o partido. Numa homenagem a Tancredo Neves no Congresso, naquele ano, o então presidente do Senado, Garibaldi Alves, que hoje é ministro da Previdência, afirmou, dirigindo-se ao agora senador tucano: “Espero que, nas próximas visitas, o senhor não seja mais um convidado especial tão ilustre, mas seja nosso companheiro”. Ao que emendou o deputado Henrique Eduardo Alves, hoje presidente da Câmara: “Posso dizer que o namoro começou, agora se vai dar em casamento, só o tempo dirá”.

Não acredito, insisto, no rompimento da aliança entre o PMDB e o PT, mas é certo que cresce enormemente o contingente de peemedebistas dispostos a experimentar um novo amor.

05 Mar 13:56

Putin intensifica ameaças, Obama diz coisas incompreensíveis, mas Rússia terá de se contentar com relativo domínio da Crimeia

by giinternet

O presidente da Rússia, Vladimir Putin,  não só não recuou das ameaças que vinha fazendo à Ucrânia como as intensificou. Seria isso sinal de força ou evidência de que já perdeu o principal? Vamos ver.

Diante dos protestos dos EUA em razão da ocupação da Crimeia — até agora, quase sem tiros — e dos muxoxos, não muito mais do que isso, da União Europeia, o presidente russo foi bem mais explícito do que vinha sendo até então. Numa entrevista coletiva concedida nesta terça, deixou claro que não reconhece o governo provisório da Ucrânia; afirmou que o que se deu no país foi um golpe de estado; que Victor Yanukovich, que foi deposto pelo Parlamento ucraniano, é o presidente legítimo do país e que não descarta uma intervenção militar. Ao contrário: disse, sim, considerar essa possibilidade.

O presidente dos EUA, Barack Obama, reagiu à entrevista de Putin com uma declaração francamente incompreensível. Afirmou: “Putin parece ter outra equipe de advogados, talvez outro conjunto de interpretações. Mas eu acredito que  não esteja enganando ninguém”.

Ora, Putin pode ser acusado de muita coisa, menos de estar tentando enganar. Ao contrário até: ele foi muito explícito na sua truculência. E deu de ombros até mesmo para a ameaça de isolamento internacional. A Rússia vende 36% do gás consumido na Alemanha, 27% do consumido na França e 23% do consumido na Itália. Os países europeus se posicionaram claramente contra a intervenção russa, deram um prazo até esta quinta para Putin retirar os soldados da Crimeia — ou prometem maiores dificuldades nas relações diplomáticas —, mas não parecem dispostos a ir muito além disso, com sanções também comerciais.

Putin já deixou claro que pode, sim, usar o gás como moeda de troca: ele cortou os 30% de desconto que oferecia ao governo anterior da Ucrânia. John Kerry, secretário de Estado americano, está em Kiev e ofereceu US$ 1 bilhão em “ajuda energética” para os ucranianos — justamente para pagar a conta do gás. Os demais países europeus prometeram colaborar.

O governo alemão, no entanto, já deixou claro que não vê sentido em suspender, como querem os EUA, a reunião do G8 — as sete nações mais ricas do mundo e a Rússia. Em sua entrevista, diga-se, Putin também se referiu ao encontro, previsto para acontecer em seu país. Disse que está pronto para receber os líderes dos sete países ricos, mas que, caso decidam não comparecer, paciência.

Nesta terça, um grupo de 300 soldados ucranianos tentou se aproximar da base área de Belbek, na Crimeia, e foi repelido por militares da Rússia, que deram tiros para o alto. Não houve confronto. O evento, embora sem importância em si, revela a natureza da intervenção, que é pacífica até o momento em que deixa de ser.

O urso ameaça, mas será que tem todo esse poder? A ideia de que um país possa ser tutelado desse modo por outro é incompatível com uma Europa civilizada. A única saída, parece, é realizar eleições na Ucrânia, sob severa vigilância internacional. E aí seja o que o povo quiser. A decisão tende a ser contra a tutela russa.

A Crimeia, no entanto, que tem um governo local e goza de relativa autonomia, jamais deixará de ser pró-Rússia porque essa é a vontade da esmagadora maioria do seu povo, que é russa. Talvez seja esse o preço de Putin por uma derrota no resto da Ucrânia, que, a esta altura, parece certa.

05 Mar 13:56

Há um ano, morria Chávez; a Venezuela está nas ruas; cresce solidariedade internacional à luta por democracia; Dilma manda “Top Top Garcia” se sujar de sangue na festa do chavismo

by giinternet

Marcha Venezuela

Há exatamente um ano, no dia 5 de março de 2013, morria Hugo Chávez, o homem que só ascendeu ao poder, em 1999, em razão de uma grave crise política na Venezuela. Ele permaneceu no poder por 14 anos, boa parte do tempo como ditador, e criou um modelo de governo que conduziu o país ao colapso.

Nicolás Maduro, o psicopata que sucedeu o coronel liberticida, tentará nesta quarta-feira, mais uma vez, instituir o culto à memória do tirano. As milícias armadas do chavismo foram convocadas para grandes manifestações públicas. O risco de confronto é grande.

Nesta terça, milhares de venezuelanos (fotos) voltaram às ruas para protestar contra o governo. Os motivos vão se multiplicando: crise econômica, autoritarismo, violência, pedido para que se apurem as responsabilidades pelos 18 mortos nos protestos etc. Para o desespero de Maduro, a luta da população venezuelana começa a despertar a solidariedade internacional.

Marcha Venezuela três

A Câmara dos Deputados dos Estados Unidos aprovou uma resolução em que “deplora os atos do governo que constituem uma afronta à vigência da lei, a indesculpável violência perpetrada contra os líderes da oposição e contra os manifestantes e os crescentes esforços para usar politicamente leis criminais para intimidar a oposição política do país”.

Também a Câmara do Chile teve uma atitude decente. Aprovou uma resolução, que deve ser examinada nesta quarta pelo Senado, que insta o presidente do país, Sebastián Piñera, a convocar o embaixador chileno em Caracas para expressar sua repulsa aos atos de violência.

Ex-presidentes de países latino-americanos cobraram o diálogo com a oposição em nome dos princípios da Carta Democrática Interamericana. Assinam a nota Oscar Arias Sánchez, da Costa Rica, também Prêmio Nobel da Paz; Ricardo Lagos, do Chile; Alejandro Toledo, do Peru, e Fernando Henrique Cardoso, do Brasil.

O governo Dilma, no entanto, este impávido colosso, segue mudo. Na verdade, pior do que isso. Marco Aurélio “Top Top”  Garcia, assessor da presidente para assuntos internacionais, deve estar presente hoje às festas oficiais em homenagem a Chávez. Não há como dizer de outra maneira: ao fazê-lo, o governo Dilma suja as mãos no sangue dos opositores venezuelanos.

Marcha Venezuela dois

 

05 Mar 13:54

A farra da cocaína e da maconha no Brasil. Por que seria diferente? E vai piorar, é claro!

by giinternet

O consumo de cocaína no Brasil corresponde a mais do que o quádruplo da média mundial. Se você tem a impressão de que os EUA, digamos, cheiram mais do que o Brasil, você está errado — ao menos em termos relativos. Banânia também é um sucesso internacional no consumo na queima de mato — refiro-me à maconha. Leiam o que informa Jamil Chade, no Estadão. Volto em seguida.
*
O consumo de cocaína no Brasil mais que dobrou em menos de dez anos (…). Os dados foram divulgados nesta terça-feira pelo Conselho Internacional de Controle de Narcóticos, entidade ligada à Organização das Nações Unidas (ONU), em seu informe anual. A entidade também critica a liberalização do consumo de maconha no Uruguai e regiões dos EUA e alerta: jovens sul-americanos parecem ter uma “baixa percepção do risco” que representa o consumo de maconha.

Em 2005, a entidade apontava que 0,7% da população entre 12 e 65 anos consumia cocaína no Brasil. Ao fim de 2011, a taxa chegou a 1,75%. De acordo com os dados da ONU, o consumo brasileiro é bem superior à média mundial, de 0,4% da população. A média brasileira também supera a da América do Sul, com 1,3%, e é mesmo superior à da América do Norte, com 1,5%.
(…)
Citando o governo brasileiro, a ONU aponta que o Brasil apreendeu em 2012 um volume recorde de 339 mil tabletes de ecstasy, cerca de 70 quilos. A média dos últimos dez anos aponta que as apreensões são de menos de 1 quilo por ano. Em 2012, houve ainda 10 mil unidades de anfetamina retidas, além de 65 mil unidades de alucinógenos, o maior volume desde 2007.
(…)
Se o consumo brasileiro cresceu, a ONU constatou uma queda no cultivo da coca na América do Sul em 2012. No total, 133 mil hectares foram plantados, 13% menos do que em 2011. O Peru se consolidou como líder, com 45% do total, seguido por Colômbia e Bolívia, com 36% e 19%, respectivamente.
(…)
Se a cocaína cai, o confisco de “grandes quantidades de maconha” na América do Sul “sugere um possível aumento na produção de maconha da região nos últimos anos”, segundo a ONU. A apreensão de maconha teve uma forte queda no Brasil entre 2011 e 2012, de 174 toneladas para apenas 11,2 toneladas.
(…)
A entidade ligada à ONU deixou clara sua preocupação diante de leis que regularizam o consumo. “O Conselho nota com preocupação a baixa percepção de risco diante do consumo da maconha entre a população jovem em alguns países sul-americanos”, indica, apontando para estudos que mostram que 60% dos jovens no Uruguai consideram o risco do uso baixo.

Retomo
Por que seria diferente? O consumo de droga é um crime leve, bem levinho, só no papel. De fato, o sujeito que é encontrado com droga apenas para o seu consumo só acaba diante de um juiz se o policial for do tipo caxias, que não liga de perder o seu tempo em nome de sua missão. Eu mesmo, fosse um deles, não daria a menor bola. Pra quê? O máximo que o juiz pode fazer é condenar o sujeito a prestar algum serviço comunitário. É o que está no Artigo 28 da Lei 11.343, que fica a um passo de chamar o usuário de “majestade” e “excelência”. Transcrevo em vermelho. Volto seguida.

Art. 28. Quem adquirir, guardar, tiver em depósito, transportar ou trouxer consigo, para consumo pessoal, drogas sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar será submetido às seguintes penas:

I – advertência sobre os efeitos das drogas;

II – prestação de serviços à comunidade;

III – medida educativa de comparecimento a programa ou curso educativo.

§ 1º Às mesmas medidas submete-se quem, para seu consumo pessoal, semeia, cultiva ou colhe plantas destinadas à preparação de pequena quantidade de substância ou produto capaz de causar dependência física ou psíquica.

§ 2º Para determinar se a droga destinava-se a consumo pessoal, o juiz atenderá à natureza e à quantidade da substância apreendida, ao local e às condições em que se desenvolveu a ação, às circunstâncias sociais e pessoais, bem como à conduta e aos antecedentes do agente.

§ 3º As penas previstas nos incisos II e III do caput deste artigo serão aplicadas pelo prazo máximo de 5 (cinco) meses.

§ 4º Em caso de reincidência, as penas previstas nos incisos II e III do caput deste artigo serão aplicadas pelo prazo máximo de 10 (dez) meses.

§ 5º A prestação de serviços à comunidade será cumprida em programas comunitários, entidades educacionais ou assistenciais, hospitais, estabelecimentos congêneres, públicos ou privados sem fins lucrativos, que se ocupem, preferencialmente, da prevenção do consumo ou da recuperação de usuários e dependentes de drogas.

§ 6º Para garantia do cumprimento das medidas educativas a que se refere o caput, nos incisos I, II e III, a que injustificadamente se recuse o agente, poderá o juiz submetê-lo, sucessivamente a:

I – admoestação verbal;

II – multa.

§ 7º O juiz determinará ao Poder Público que coloque à disposição do infrator, gratuitamente, estabelecimento de saúde, preferencialmente ambulatorial, para tratamento especializado.

Retomo
Como se nota, o capítulo encarregado de “punir” o usuário termina dando uma atribuição nova ao estado. País que pune com severidade o tráfico, mas, na prática, libera o consumo — e vocês sabem que a pressão é grande para que haja a descriminação total no país — está atuando em parceria com os traficantes. O que pode haver de melhor para o fornecedor ilegal do que demanda liberada com oferta reprimida?

“Ah, então que se legalize tudo…” Bem, já temos uma experiência de legalização total das drogas: é a Cracolândia, que rebatizei de Haddadolândia. Ali, até os viciados foram estatizados — de certo modo, é uma experiência ainda mais radical do que a do Uruguai. O prefeito de São Paulo os transformou, metafórica e literalmente, em funcionários públicos.

É evidente que a explosão do consumo está ligada à tolerância com a droga e aos lobbies cada vez mais fortes em favor da descriminação do consumo, o que deve levar os traficantes a rir de orelha a orelha. Na cadeia, os Marcolas e os Fernandinhos Beira-Mar devem pensar: “Como é fácil ser bandido no Brasil com essa elite de bananas deslumbrados!” Eles sabem, obviamente, que a legalização do que hoje é chamado “tráfico” dificilmente chegará — a menos que os estados nacionais queiram ser governados por uma Internacional das Drogas.

No fim das contas, eles e os ditos “intelectuais” que defendem a descriminação das drogas trabalham em parceria. Associações objetivas independem de disposições subjetivas.

05 Mar 13:53

Christina Rossetti’s Lenten Life

by Catherine Addington

The Victorian poet Christina Rossetti (1830–1894) is most celebrated for her popular Christmas carols, but her most prolific liturgical season was Lent. A fervent Anglican, Rossetti expressed in her poems a deeper understanding of suffering than pieces like “Love Came Down At Christmas” might lead you to suspect. In her Lenten poetry, she focuses not only on her own sins, but highlights how her intense brokenness united her to God.

Known as a beautiful and charming young woman, Rossetti embraced lifelong singlehood after rejecting three marriage proposals on religious grounds. She dressed in black, matronly attire that suited her way of life and supported herself financially by writing. Her status as a cultural anomaly was strengthened by her schedule: She spent hours a day in prayer and attended church services whenever her health permitted her, including on weekdays.

But Rossetti’s life was marked by suffering as well as religious devotion. She was frequently the victim of ill health (including breast cancer and Graves Disease) and had what we would now consider depression. Despite her writing, she was always seen as a family burden. These contrasts have made her difficult to understand—not only for her contemporaries but for her present-day critics, who have often missed Rossetti’s Christian understanding of suffering.

The importance of this suffering becomes clear in “Ash Wednesday,” a poem she wrote in two parts over several years. The first part of “Ash Wednesday,” published in 1885, begins:

My God, my God, have mercy on my sin,
For it is great; and if I should begin
To tell it all, the day would be too small
To tell it in.

Rossetti’s awareness of her own sin was no mere piety. Along with depression, she suffered from a passionate temper. This violent mental disposition took on its lifelong religious expression when, at age thirteen, Rossetti began attending Christ Church Albany Street with her mother Frances and her sister Maria. The three women were drawn to the Oxford Movement, which postulated that Anglicanism, along with Catholicism and Orthodoxy, was one of the three branches of the “one Catholic Church.” The movement (also known as Tractarianism) was fairly short-lived, but Rossetti would retain its “high church” Anglo-Catholic expression for the rest of her life.

Rossetti was attracted to this fervent religious setting in part because of her her youth, passion, and depression—but her overenthusiastic piety gave her occasion for self-harm. She would later recall in a letter to her niece an anecdote about tearing up her own arm with scissors after being rebuked by her mother. Faith did not cure her depression, but it freed her to experience her mental and spiritual state in a meaningful way by allowing her to unite it to the suffering of others.

Her long path toward that liberating solidarity began with her loving confidence in Christ, a sentiment that fills her poetry from a young age. We see this as the first part of “Ash Wednesday” continues:

My God, Thou wilt have mercy on my sin
For Thy Love’s sake: yea, if I should begin
To tell This all, the day would be too small
To tell it in.

Here, Rossetti is sure of God’s mercy and love, and emphasizes it even in the most penitent of liturgical moments. She does not need to beg. In Rossetti’s Lenten writing, God’s justice is his mercy. Lent is a season of ascetic fasting, discipline, and preparation, but the merciful end is never out of sight, and she mastered that reconciliation of sober externals and interior joy in her own life.

Rossetti’s tone changes drastically in the second part of “Ash Wednesday,” which was published eight years after the first two stanzas. Over those eight years, she went through two major trials that informed her attitude toward suffering as a religious experience. Her mother, who had been her lifelong companion, died in 1886, and Rossetti’s breast cancer required a mastectomy—performed in her own home—in 1892. Her Graves Disease advanced all the while. In this pain, she wrote:

Good Lord, today
I scarce find breath to say:
Scourge, but receive me.
For stripes are hard to bear, but worse
Thy intolerable curse;
So do not leave me.

“Scourge,” Rossetti asks, seeking solidarity with the suffering of Christ. She had occupied herself with this suffering her whole life. After all, she was a poor girl in an immigrant family with a great deal of financial and medical troubles, for all their pre-Raphaelite pretensions. She also had been drawn to the suffering of others, attempting to become a nurse with Florence Nightingale in 1854 and failing to do so only because of her young age. After gaining experience in school, she spent a decade working alongside the Anglican nuns (including her sister Maria) who ran the St. Mary Magdalene House of Charity reformatory for former prostitutes in Highgate.

Rossetti identified with these women by uniting her own suffering with their own. This was rough work with rough consequences—associating with prostitutes and nuns did not elevate her socially. But that was a benefit, if anything, for her. Her voluntarily assumed profession of fellow sufferer freed her little by little from societal expectations. Her service of others as a lay celibate Christian allowed her to fulfill her own vocation as writer and servant of the community. It was a phenomenon firmly in tune with Christianity, a religion that preaches exactly that liberation of those who take up their cross.

Rossetti voluntarily assumed fellow-suffering with these women freed her little by little from societal expectations. And so Rossetti felt her own burden lightened by this communal suffering, as she finished the poem:

Good Lord, lean down
In pity, tho’ Thou frown;
Smite, but retrieve me:
For so Thou hold me up to stand
And kiss Thy smiting hand,
It less will grieve me.

It was no small thing for Rossetti to feel less grieved. Yet her poetry is filled with proclamations of the Lord’s joy and her life’s meaning in His light (many of them are positively cheerful). Contemporaries and biographers remained mystified, but her Lenten religiosity sees no difficulty in synthesis. Her reclusive writing and communal service were two expressions of a single mission: To use asceticism to engage, rather than to escape. In this, Christina Rossetti is the very model of the Lenten spirit.

Various speculations about the cause of Rossetti’s depression have plagued her biographies. Jan Marsh, for instance, theorized that her father had sexually abused her, while feminist critics in the 1970s chalked up her late adolescent breakdown to generic Christian repression. Even Rossetti’s family doctor condescendingly diagnosed her with “religious mania” at age eighteen. But no one really knows what exacerbated her depression. What we realize in reading “Ash Wednesday,” however, is how little that matters.

When Christ Church Albany Street was built, its brick and stucco were painted bright yellow. They have since chipped away to a stale brownish-red. In one sense the church has been darkened and beaten, but it has also been stripped down to a bare honesty that matches the surrounding discarded alleys. The church meets its neighborhood on its own battered terms.

Rossetti’s Christianity did not necessarily lose its youthful joy and vibrance as a post-traumatic response to a single event. Rather, she realized over time that the central symbol of her religion was a crucified man, a realization we can see form over the course of “Ash Wednesday.” What remains through the poem, however, is her steadfast hope in the God that she knows hears her.

Lent is a season of preparation, and it takes two forms: penitent examination of self and communal observance of fasting and liturgy. But a season of preparation is also a season of hope. Rossetti’s poetry, filled as it is by her suffering, can help us to understand what this season means. Though Rossetti’s Lenten life has ended, her example can still help us join our suffering to that of others through the transformative power of the cross.

Catherine Addington is a writer currently based in New York. She tweets here. Image from Wikimedia Commons.

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05 Mar 13:49

These Bones Shall Live

by Ian Tuttle

Three white leopards open the second movement of T. S. Eliot’s Ash-Wednesday. What they are supposed to represent is anyone’s guess: the Holy Trinity; the three sins of avarice, gluttony, and lust; the divine agents of destruction that occasionally appear in the Old Testament—the scholarship is indecisive, to put it mildly. In any case, these leopards have devoured our poet’s innards—heart and liver and brain—leaving only a skeleton, broken and blanched. Then, in this valley of dry bones, comes a question: “Shall these bones live?”

That might well be, too, the question of Lent, which we begin today. Unto bones, “scattered and shining,” we shall return, as God promised guilty Adam. But shall these bones live?

By his late thirties, Eliot had realized that the secular order could not remedy the drought of the spirit in the modern age. His conversion in 1927 to the Anglican Communion was the culmination of a long period of searching, and it made possible the grand poetic vision that would occupy works such as his “Choruses from The Rock ”; his dramatization of the murder of Thomas Becket, Murder in the Cathedral; and, ultimately, Four Quartets.

But his rejection of the age’s secular dogmas was not well received; even fifty years after his death Eliot’s post-conversion poetry is regularly ranked below his early work—if it is read at all. As Allen Tate observed in 1931, “Eliot’s critics are a little less able each year to see the poetry for Westminster Abbey; the wood is all trees.” It says much about the fragility of the intellectual class of Eliot’s day that it refused to entertain his poems for fear of accepting his convictions. They were dry bones, indeed.

In his indispensable study of T. S. Eliot’s life and work, Eliot and His Age, Russell Kirk contends that Eliot’s oeuvre parallels the principal work of Eliot’s favorite poet, Dante: at one end, The Waste Land (1922), Eliot’s Inferno; at the opposite end, Four Quartets (1943), Eliot’s Paradiso. Between those two works—both large, complex, heavily allusive, symphonic—is a curious poem, of equal, if not greater, beauty, less a symphony than a chamber piece: Ash-Wednesday (1930), Eliot’s Purgatorio.

It is a revealing comparison, for Purgatorio too is a strange poem. Following Virgil, Dante winds his way up the seven-storey mountain, encountering along the terraces atoning sinners, willingly taking to their suffering in order to be purified. In Purgatorio the grotesquerie of Inferno vanishes; the symbolism becomes more subtle; we begin to encounter touches of the divine that defy language. Compared with the demons of Hell below, and the saints in the heavenly strata above, this is a human realm—one of not good enough , of striving and struggling, of fixing our eyes on the unseen.

Ash-Wednesday is a purgatorial poem in this same way: earthbound but ascendant, the humble expression of one sinner’s solitary hope. It is, in Tate’s words, “a brief moment of religious experience in an age that believes religion to be a kind of defeatism and puts all its hope for man in finding the right secular order.”

Eliot’s first major post-conversion poem, Ash-Wednesday is not discontinuous with his earlier work, as some contend, but it is open to truths previously cordoned off. It opens with the conviction of a familiar weariness: “Because I do not hope to turn again.” What is done cannot be undone; all that remains to us is to pray for God’s mercy, that “the judgement not be too heavy upon us.” The simplicity of the poem, its straightforward lyricism contrasted with the dense tangles of verbiage in The Waste Land and Four Quartets, is born of a profound experience of humility. Ash-Wednesday is an expression for our age of an ancient plea: “Have mercy upon me, O God, according to thy loving kindness. . .”

What follows is a winding ascent. The poet makes a perilous climb, distracted from distraction by distraction, up the turning stairs, where he is able to rebuff temptation only by a “strength beyond hope and despair.” We encounter him in the garden, in the desert, upon the shore, praying to a Lady who will not refuse him: “Suffer me not to be separated / And let my cry come unto Thee.”

Tate notes that Ash-Wednesday fuses two orders of imagery: “the visual and tactile imagery common to all poetry, without significance in itself for any kind of experience, and the traditional religious symbols.” The latter, by Eliot’s time, had become hollow; the symbols of Christianity survived, but evacuated of their power. Only the mingling of the two orders could stimulate a return to the reality of the experience—and only a return to the reality of the experience could reanimate the symbols. It was just this “expression anew of transcendent experience [that] was Eliot’s achievement in Ash-Wednesday,” writes Kirk. “He was not refurbishing old formulas merely: what mattered to those who understood or half-understood him, he was relating his own experience of ‘the higher dream’” (italics original). For both critics, Eliot demonstrated how religious poetry could be revived in a secular age—namely, by returning to the ground of the language, the experience, to restore to parched symbols their substance.

During Lent, our desert season, we face a similar challenge. The symbols of our lived faith are constantly going dry, being exposed as conventions without particular significance. Eliot invites us to return to the ground of our beseeching, to encounter again the figure veiled in light who quenches our thirst among the rocks. Our experience of the “heart of light” (Eliot’s phrase in Four Quartets) can “redeem the time”—can restore to us the hours and the years consumed by sin, now seen through the lens of God’s abundant grace. But this filling up requires submitting ourselves to being emptied out: to being consumed anew by God’s love, to being reduced to bones. But it is a trial so beautiful that our bones, scattered in the sand, will sing.

Lent is our purgatorial season, and we must start from our unworthiness. We are “children at the gate / Who will not go away and cannot pray.” We are the faithless crowd who “chose thee and oppose thee.” Yet the poet still cries to Heaven, trusting that God will not forsake us. The desert of our wandering will be restored to the Garden of the single Rose, where all is gathered into God’s love. He will crush and scatter our bones, but these bones shall live.

Ian Tuttle is a senior at St. John’s College in Annapolis, Maryland.

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05 Mar 13:48

Carta de Campina Grande

by Norma

Elaborada durante esta 16a Consciência Cristã (Vinacc).

CARTA DE CAMPINA GRANDE

Nós, membros da igreja de Jesus Cristo, participantes do 16º Encontro para a Consciência Cristã, celebramos a comunhão que desfrutamos com o povo de Deus, unidos ao redor do evangelho de Cristo.

No início deste século e milênio a igreja evangélica brasileira tem enfrentado imensos desafios e inesperadas oportunidades. O crescimento numérico das denominações evangélicas tem sido notório, levando-nos à plena convicção de que o Deus Todo-Poderoso tem salvado um número incontável de pessoas para a glória do seu Nome. Entretanto, é possível constatar que uma parcela significativa do evangelicalismo brasileiro tem abandonado o compromisso com o evangelho ensinado por Cristo.

Lamentavelmente, um tipo crasso de religiosidade popular tem prevalecido na mídia e na proliferação de templos e denominações, causando escândalo para a fé cristã e distanciando as pessoas que mais necessitam do poder transformador do evangelho. Ao mesmo tempo, muitas igrejas têm se omitido no cumprimento da Grande Comissão, deixando-se influenciar por um avançado processo de secularização. Crescem por oferecer entretenimento e não por fazer discípulos radicalmente comprometidos com Cristo. Pensadores evangélicos antes consagrados à proclamação do evangelho da Salvação Eterna hoje pronunciam-se publicamente rompendo com as convicções que um dia defenderam. Os líderes já não são mais vistos como referências de espiritualidade e integridade, mas como embusteiros, que exploram a credulidade do povo, enriquecendo ilicitamente. Nesse cenário, muitas igrejas conservadoras, ainda que mantendo fidelidade às doutrinas evangélicas fundamentais, mantêm-se apáticas em relação ao desafio missionário e à tarefa de influenciar a sociedade como sal da terra e luz do mundo.

Por outro lado, vemos um país sucumbindo diante da corrupção sistêmica, da violência generalizada, da desagregação familiar, do abandono dos valores cristãos, da desigualdade social e de práticas ocultistas.

Diante dessa realidade, oramos por um avivamento espiritual em terras brasileiras. Não um avivamento de emocionalismo e misticismo, que não produz transformações duradouras, mas um que, como ocorreu em outros lugares e outros tempos, proporcionou a conversão verdadeira de milhares e até milhões de pessoas, chegando a mudar o rumo de nações. Para demonstrar nosso compromisso com o avivamento da igreja brasileira, nós declaramos juntos:

NÓS CREMOS NO EVANGELHO

O evangelho de Jesus Cristo é a boa notícia da salvação graciosa de Deus somente pela fé em Jesus Cristo. Nós não compactuamos com as grandes distorções da mensagem cristã, ensinadas por grupos que, em sua essência, exploram a credulidade do povo e buscam o enriquecimento ilícito em nome do evangelho. De acordo com as Escrituras, esses são lobos vorazes, mercadores da fé, charlatães. Sua existência não nos surpreende, pois, desde o início, Jesus e os apóstolos nos alertaram contra suas práticas.

O evangelho de Cristo exalta Deus que, em sua santidade, justiça e amor, oferece ao ser humano caído salvação através do sacrifício redentor de Cristo, o Messias prometido, o Filho de Deus. Afirmamos que ninguém pode ser justificado por suas obras, pois todos pecaram e distanciaram-se da glória de Deus. Somente pela fé em Cristo como Senhor e Salvador, o ser humano é salvo dos seus pecados e transformado em nova criatura.

NÓS PROCLAMAMOS O EVANGELHO

A missão principal da igreja é glorificar a Deus, proclamando o evangelho e fazendo discípulos de todas as nações.

Reconhecemos que a igreja foi chamada para proclamar o evangelho em sua inteireza, mas nos recusamos a vinculá-lo a ideologias políticas ou agendas de ambições pessoais. Cremos que o evangelho deve ser proclamado nos termos e ênfases do evangelho, não nas circunstâncias mutáveis da sociedade. Nós proclamamos o evangelho em sua totalidade, sem omitir seus aspectos essenciais como a justiça e a santidade de Deus, a culpa do ser humano, a salvação somente pela fé, a ressurreição dos mortos, o julgamento final, o céu e o inferno. Nós proclamamos o evangelho a todas as pessoas, independentemente de raça, nacionalidade, sexo, religião ou condição social. Cremos que todas as pessoas precisam ouvir o evangelho em sua própria língua e cultura, de forma contextualizada, que tenham a oportunidade de ser discipuladas e fazer discípulos, formando igrejas locais autóctones comprometidas com o pleno ensino do Reino de Deus, fazendo da proclamação do evangelho um estilo de vida.

Nós repudiamos mensagens que substituam o evangelho de Cristo por conteúdos humanistas de autoajuda, que promovam um misticismo desvinculado das Escrituras e transformem Deus em um negociador de bênçãos.

NÓS DEFENDEMOS O EVANGELHO

Desde os seus primórdios, o ensino de Cristo esteve sob o ataque de crenças e filosofias hostis à mensagem da salvação pela graça mediante a fé. Somos chamados a lutar diligentemente por essa fé que nos foi entregue de uma vez por todas, estando preparados para dar razão da esperança que existe em nós e vigiando contra lobos vorazes que não poupam o rebanho. A defesa da fé faz parte essencial da missão da igreja enquanto ela proclama o evangelho de Cristo. Nós rejeitamos o evangelho do relativismo pós-moderno, do ateísmo militante, do secularismo pragmático, do liberalismo teológico, das seitas e cultos, do nominalismo religioso, de todas as ideias e ideologias que se levantam contra ou pretendem substituir o evangelho de Cristo. Nós afirmamos nossa plena convicção na existência de Deus, em sua revelação objetiva e inerrante através das Escrituras, na singularidade de Cristo e na realidade da eternidade. Nós defendemos o evangelho com amor, sabedoria, compaixão e firmeza, sem qualquer contemporização, visando a conversão dos perdidos e a proteção daqueles que crêem, na firme convicção de que o próprio Jesus edificará sua igreja e a portas do inferno não prevalecerão contra ela.

NÓS NOS COMPROMETEMOS A VIVER À LUZ DO EVANGELHO

Mártires, reformadores, avivalistas através da história têm assumido o absoluto compromisso com o evangelho. O maior apelo para a veracidade do evangelho é o testemunho de vidas radicalmente comprometidas com ele. Nós nos comprometemos a viver de forma digna do evangelho de Cristo como indivíduos, discípulos, profissionais e cidadãos, recusando-nos a ceder ao materialismo, ao relativismo e à corrupção, aceitando carregar a cruz de Cristo como prioridade absoluta do testemunho do evangelho de Cristo. Como cidadãos do reino de Deus, assumimos o compromisso de, na dependência da graça de Cristo, viver o poder transformador do evangelho em todas as suas dimensões. Diante da corrupção generalizada e do relativismo moral na sociedade brasileira, nós estamos prontos para assumir as plenas implicações éticas e morais do evangelho, não somente na esfera da igreja, mas também da sociedade: educação, trabalho, política, economia, cultura.

NÓS ORAMOS PELO PROGRESSO DO EVANGELHO

Reconhecemos que, sem a intervenção soberana e sobrenatural de Deus, não veremos o verdadeiro progresso do evangelho. Esforços humanos produzem resultados humanos. Através da história, o evangelho tem impactado nações pelo poder do Espírito Santo. Embora o Brasil nunca tenha experimentado um avivamento espiritual de grandes proporções, nós nos comprometemos diante de Deus a orar por esse avivamento, na expectativa de uma transformação radical no curso de nossa nação através da igreja do Senhor, cheia do Espírito Santo, vivendo a plenitude do evangelho.

NÓS NOS UNIMOS PELO EVANGELHO

Dizemos não a uma união que compromete a essência do evangelho de Cristo. Não cremos que todos os caminhos levam a Deus, pois Jesus é o caminho, a verdade e a vida. Não cremos que todas as instituições ditas cristãs de fato seguem a Cristo, pois muitas afirmam o nome de Cristo sem conhecê-lo. Mas afirmamos sim nosso compromisso de unidade com todos aqueles que abraçam o evangelho de Cristo, como nos foi transmitido por Jesus e seus apóstolos. Ao mesmo tempo, reconhecemos que as verdades essenciais, comuns a todos os evangélicos herdeiros da Reforma, podem nos unir não institucionalmente, mas como corpo vivo de Cristo, que, na sua diversidade, cumpre a sua missão. Desejamos ser a resposta a oração de Cristo quando ele orou para que fôssemos um. Nós nos unimos pela proclamação do evangelho a todas as nações.

Assim, confiantes na graça de Deus, assumimos este compromisso diante de Deus e de seu povo para vermos em nossa nação brasileira um poderoso progresso do evangelho de Cristo.

Subscrevemos,

Pr. Euder Faber Guedes Ferreira (Coordenador do 16º Encontro para a Consciência Cristã)
Pr. Jorge Noda (ILEST/PB)
Pr. Renato Vargens (ICA/RJ)
Dra. Norma Braga (IPB/RN)
Pr. Paul Washer (Heart Cry/EUA)
Pr. Hernandes Dias Lopes (IPB/ES)
Dr. Russell Shedd (IB/SP)
Pr. Augustus Nicodemus (IPB/SP)
Pr. Ronaldo Lidório (IPB/AM)
Dr. Heber Campos Jr. (IPB/SP)
Pr. Jonas Madureira (IB/SP)
Pb. Solano Portela Neto (IPB/SP)
Prof. Adauto Lourenço (IPB/SP)
Pr. Joide Miranda (MEI/MT)
Pr. José Bernardo (AMME/SP)
Pr. Geremias Couto (AD/RJ)
Prof. Ricardo Marques (IBC/CE)
Pr. Joaquim de Andrade (CREIA/SP)
Miss. Gleydice Bernardes (ACEV/PB)
Miss. Socorro Teles (IPB/PB)
Pr. Robson Tavares (ICNV/PB)
Pb. José Mário (IPB/PB)
Pr. Luiz Vieira (ICNV/PB)
Pr. Valter Vandilson (ICD/PB)
Pr. José Américo (IB/PB)
Pr. José Pontes (IN/PB)
Miss. Joyce Clayton (Inglaterra)
Profª. Janeide Andrade (OBPC/PB)
Miss. Edna Miranda (MEI/MT)
Miss. Rosali Melo (IC/PB)
Dra. Paumarisa Vieira (IPB/PB)
Pr. Weber Alves (ICES/PB)

Jorn. Josué Sylvestre (AD/PR)

05 Mar 05:11

Land Mammals

Bacteria still outweigh us thousands to one--and that's not even counting the several pounds of them in your body.
04 Mar 21:44

Líder do PMDB ataca presidente do PT e diz que seu partido deveria rever aliança nacional. Não vai acontecer, mas…

by giinternet
Eduardo Cunha: caça ao Falcão e defesa do rompimento

Eduardo Cunha: caça ao Falcão e defesa do rompimento

A presidente Dilma Rousseff segue sendo a franca favorita no pleito de 2014, ao menos nas condições de hoje, segundo informam os institutos de pesquisa. Mas a instabilidade está no ar, e o PMDB pode dar muita dor de cabeça. Nesta terça de Carnaval, o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), líder inconteste do seu partido na Câmara, rasgou a fantasia e chamou para o confronto o deputado estadual Rui Falcão (SP), presidente do PT. Segundo informa Gabriela Guerreiro, na Folha, chegou a defender o rompimento da aliança nacional do PT com o PMDB.

Há alguma chance de isso acontecer, leitor? Resposta: nenhuma! Michel Temer, vice-presidente da República, é do PMDB e deve ser, de novo, parceiro na chapa de Dilma. Uma coisa, no entanto, é certa: desta vez, os peemedebistas de Pernambuco e do Rio Grande do Sul não serão os únicos rebeldes.

“A cada dia que passa, me convenço mais que temos de repensar está aliança, porque não somos respeitados pelo PT”, escreveu Cunha em seu perfil no Twitter. Ele reagia a declarações atribuídas a Falcão, que, ao visitar o sambódromo, no domingo, teria dito que o grupo de Cunha está descontente porque Dilma se recusou a lhes dar um ministério. Na entrevista à Folha, o líder peemedebista afirmou, referindo-se ao presidente do PT: “Não preciso xingá-lo como fizeram outras lideranças do PMDB porque não sou igual a ele. Mas, por onde passa o Rui Falcão, mais difícil fica a aliança”.

A bancada do PMDB na Câmara decidiu declarar independência nas votações da Casa, e Cunha, pessoalmente, articulou o chamado “blocão”, uma união de partidos da base que, além do PMDB, reúne PP, PR, PTB, PDT, PSC e PROS. Também está no grupo uma legenda que já declarou apoio a Aécio Neves: o Solidariedade. Caso realmente votem em conjunto, somam-se aí 250 dos 513 deputados da Câmara. O grupo ameaça, por exemplo, apoiar uma CPI da Petrobras.

Cunha é do Rio de Janeiro, estado em que a tensão entre PT e PMDB se eleva a cada dia. Os petistas deixaram o governo Sérgio Cabral e vão lançar o senador Lindbergh Farias para o governo do Estado.

O PT e o PMDB fecharam alianças regionais, até agora, em nove estados: Amazonas, Rondônia, Pará, Tocantins, Distrito Federal, Rio Grande do Norte, Alagoas, Sergipe e Santa Catarina. Juntas, essas unidades da federação reúnem 21,7 milhões de eleitores, ou 15,43% do total. Serão, com certeza, adversários em 11 estados: Acre, Roraima, Piauí, Pernambuco, Bahia, Minas, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Rio, Paraná e Rio Grande do Sul, o que corresponde a 95,9 milhões de eleitores — ou 68,21% do total. Em sete estados, não há definição, a saber: Amapá, Maranhão, Paraíba, Ceará, Mato Grosso, Goiás e Espírito Santo: são 23 milhões de eleitores, ou 16,36% do total. Ainda que os dois partidos se unissem em todos os estados em que hoje há indefinição, não se chegaria nem à metade do eleitorado daqueles em que estarão separados: 95,9 milhões contra 44,7 milhões.

O problema para Dilma, evidentemente, não está no risco de rompimento formal do PMDB com o PT, mas na possibilidade de o partido passar a flertar com o tucano Aécio Neves em vários estados.

04 Mar 21:43

Página de Olavo de Carvalho no Facebook está de volta

by giinternet

A página de Olavo de Carvalho está de volta. Que fique o alerta para o próprio Facebook contra a ação de milícias criminosas que atuam para cercear a liberdade de expressão no Brasil.

 

04 Mar 19:33

Teaching Calculus To 5-Year-Olds

by Soulskill
Doofus writes "The Atlantic has an interesting story about opening up what we routinely consider 'advanced' areas of mathematics to younger learners. The goals here are to use complex but easy tasks as introductions to more advanced topics in math, rather than the standard, sequential process of counting, arithmetic, sets, geometry, then eventually algebra and finally calculus. Quoting: 'Examples of activities that fall into the "simple but hard" quadrant: Building a trench with a spoon (a military punishment that involves many small, repetitive tasks, akin to doing 100 two-digit addition problems on a typical worksheet, as Droujkova points out), or memorizing multiplication tables as individual facts rather than patterns. Far better, she says, to start by creating rich and social mathematical experiences that are complex (allowing them to be taken in many different directions) yet easy (making them conducive to immediate play). Activities that fall into this quadrant: building a house with LEGO blocks, doing origami or snowflake cut-outs, or using a pretend "function box" that transforms objects (and can also be used in combination with a second machine to compose functions, or backwards to invert a function, and so on).' I plan to get my children learning the 'advanced' topics as soon as possible. How about you?"

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04 Mar 15:42

Modern Chumpatronic Engineering.

by Stanislav

A reader recently asked me to comment on the demise of MtGox and its implications for Bitcoin enthusiasts.

I refused to do so, on account of the MtGox scam having been thoroughly beaten to death elsewhere – long before the recent and final convulsive fit people erroneously describe as ‘its demise.’ – The unwashed masses, eager to be fleeced, have no plans to listen now, just as they did not listen then.

So, instead, I wrote this.


In the English-speaking world, the period of lawless bacchanalia “enjoyed” by millions of people in the decade following the Soviet collapse is sometimes called the “Roaring ’90s.” 1

Just as much of the nautical terminology used by modern sailors was born during the famed “age of sail,” an epoch of “bold and free experiments” in the fields of… fraud, corruption, murder – likewise gave us a wealth of new “terms of art.”

Useful, catchy words for the defining concepts of an era tend to migrate, slowly but surely, across cultural and linguistic boundaries. But, since words are not themselves alive, they cannot do it without some help. So, like many other people, I intend to do my fair bit to help them.

You have already met our old friend, rectothermal cryptoanalysis. (I should hope – in the written word, rather than in person!) Now meet the Chumpatron (Лохотрон) – a short and self-documenting term, encompassing a variety of concepts essential to the daily life of modern man.

A chumpatron is not necessarily a physical contrivance, like a cyclotron. Although it can be. Modern, state-of-the-art chumpatrons tend to rely heavily on automatic machinery. But the machinery alone never suffices, for its operator must always take care to bring the machine fuel. That is to say, chump (Лох.) To be fair, chumps are not the fuel per se – merely the containers in which fuel is packaged and transported.

The fuel of a chumpatron is not necessarily money, as a naive reader might suppose. It could be something else entirely. But more often than not, it is something that, when reprocessed (perhaps in another kind of chumpatron) can be alchemically-converted into wealth. The chumps, as we noted above, are not necessarily consumed when the fuel is burned – being mere containers; and containers are often re-usable! In fact, these particular containers have arms, legs, and rudimentary nervous systems – and will, if correctly cared for, amble about the world semi-autonomously and gather more… fuel for the chumpatron.

A chumpatron, given as it converts human beings, their labour, hopes, aspirations, etc. into something tangible and useful for its master can easily be confused with other types of machines. Say, a biodiesel fermenter. But it is not the same thing! Anyone with the ill-fortune to end up in a biodiesel reactor will be fermented. But there is nothing fortuitous or accidental about ending up in a chumpatron.

The defining attribute of a chumpatron is that it does not run on just any kind of human being, but on chumps in particular. A conquering war-machine which practices ordinary, traditional enslavement of the conquered (with or without reprocessing into biodiesel!) is therefore not a chumpatron. The fuel-containers for a chumpatron carry out their duties on their own free will.

The chumpatron is more usefully-specific concept than the ordinary English word “scam” – because it implies an automatic, mechanical regularity to the workings of the people-to-resource converter. This is a considerable improvement on mere scamming – which is a somewhat unreliable, labour-intensive, and, more importantly – risky – affair. The perpetrator of an ordinary scam, should he fail to abscond with the proceeds in a timely manner, is liable to face some angry victims and perhaps some sharp pointed sticks. The operator of a chumpatron, on the other hand, can operate the mechanism by remote control. The highest grade of Chumpatronic Engineer can even make use of chumps directly in the machine’s control system, thoroughly shielding himself from the inevitably hot, fast-moving fragments of an exploding chumpatron (perhaps the only well-known, established fact about chumpatrons is: they tend to explode. Though almost never without some warning.)

When chumps find their way into a chumpatron, they tend to emit a variety of crunching and squeaking noises, as the gears turn, grind, and empty them of their useful contents. If you are not yet in the gears, have not yet been emptied – and would like to stay out, and remain full – you can try to learn something from these noises. But it will be, by and large, a waste of time. Don’t listen to the noises. Instead, learn from other people. For example, from people who have stood near the hopper, but at a safe distance – and have not wound up inside despite the mighty suction of the intake manifold.

One could spend years in the study and cataloging of chumpatrons. And others have done this, and you, dear reader, are invited to learn from them. One such man is the well-known Dmitri Orlov. Whether or not you agree with his uncommonly poor health prognosis for modern civilization, his analysis of today’s subject – how chumps find their way into a chumpatron – is worth considering:

“…the first hurdle, for many people, is in understanding what trust actually is, because there is no innate human quality called trustworthiness, possessed by some people, lacking in others. Rather, it is more along the lines of a generalization concerning a given individual’s behavior over time, within a given relationship. Trust is transactional: a person needs a reason to trust you, and you need a reason to trust that person. There is, however, such a quality as trustfulness: this is the property of small children, tame animals and, most unfortunately for them, many regular, salt-of-the-earth, mainstream Americans. It is of negative survival value in the context of financial collapse. It is being exhibited for all to see by some of the people who recently lost money when MF Global stole it to cover some private bets it had made. They licked their wounds, complained bitterly, and then…went looking for another financial company—to be taken advantage of again. Since the head of MF Global wasn’t punished, why wouldn’t another company do the same to them, knowing that it can do so with impunity? There also seems to be a certain set of traits possessed in abundance by a category of highly effective American financial operators that makes it easy for them to prey on trustful people. It may be the suits they wear, or the English they speak or their general demeanor—let us call it “trustiness,” to go along with the “truthiness” of their financial disclosures. Deep down, trustful people feel privileged to be robbed by such superior specimens. The predator-prey relationship has been honed to the fine point of a pen: told to sign their life away on the dotted line, the besotted, trustful American gulps quietly—and signs.”

Dmitri Orlov, “The Five Stages of Collapse.”

“…we need a word that describes the artifacts generated in response to irrational actors who demand to be fooled. As the old saying goes, “A fool and his money are soon parted” – at the fool’s own insistence, no less! If the deer comes out of the forest and walks up to the hunter, it is not proper hunting, and this is not proper con artistry or grift or embezzlement or any other term we use to describe proper works of evil. If the victim, at the sight of the economic predator, goes into doggie submission, we must stop discussing the phenomenon in terms of conflict and consider whether what we are observing might be some strange instance of symbiosis.”

Dmitri Orlov, “Welcome to Fuffland!”

If you have read this far, and happen to be one of the people who suffered from the collapse of MtGox, learn to recognize yourself in Mr. Orlov’s zoological portrait.

Given as falling into a chumpatron is entirely voluntary, you can easily opt out of doing so if you can 1) decide that you do not want to, and 2) learn to distinguish the business end (hopper) of an operating chumpatron from your everyday surroundings (I should hope that there is, at the present time, a difference!)

For instance, was MtGox a proper, free-standing automatic chumpatron in its own right, implementing the entire “fuel cycle?” Or was it merely one component of a larger chumpatron? That is, a media machine which made sure that every glossy magazine page mentioning Bitcoin would take care to also mention “MtGox, the premier Bitcoin exchange…” And now that MtGox is gone, are you in search of a new, improved, glossier magazine, so that you can be introduced to a new MtGox, in which you can lose whatever remains of your coin?

Are you eager to trust your cryptographic private keys to some “trustworthy” fellow, by using Bitcoin “banks” – or otherwise?

If so, you are fuel, and you belong in a fuel tank. If you do not care to be fuel, use your gifts as an advanced living organism (e.g. nervous system) and learn to identify and evade your predators. You don’t even need a human brain for this – the brain of an insect will easily suffice. But you must use it.


  1. Perhaps there exists a more flavourful and/or historically-analogous translation of what those who lived through this period called it. But Americans, generally familiar with “The Roaring ’20s,” probably understand the basic idea. 
04 Mar 15:40

Pode invadir que o governo financia, garante e aplaude

by giinternet

José Rainha Jr. é uma espécie de dissidência do MST, o Movimento dos Sem-Terra. Seus métodos de luta são tão heterodoxos que mesmo um grupo que não hesita em recorrer à violência e à destruição da propriedade privada o rejeita. Por isso, ele criou seu próprio MST, por ele batizado de Frente Nacional de Lutas (FNL). Neste fim de semana, durante o que chamou de “Carnaval Vermelho”, a tal frente invadiu nada menos de 24 fazendas em São Paulo — a Justiça já determinou a reintegração de posse de nove delas.

Ora, por que não faria isso? É o Palácio do Planalto que incita a invasão; é o governo; é Gilberto Carvalho. No dia 12 do mês passado, os sem-terra promoveram uma arruaça na Praça dos Três Poderes. Ameaçaram, entre outras coisas, tomar o Supremo Tribunal Federal. Trinta policiais ficaram feridos, oito deles com gravidade. No dia seguinte, por mais escandaloso que pareça e realmente seja, a presidente Dilma Rousseff recebeu os líderes do MST no Palácio do Planalto, e Carvalho compareceu à abertura do seminário da turma, em Brasília.

Descobriu-se depois que o BNDES, a Caixa Econômica Federal e a Petrobras haviam dado dinheiro para o evento do MST em Brasília, aquele mesmo que degenerou em pancadaria. Ora, se espancadores e arruaceiros são financiados pelo poder público e recebidos pela presidente no Palácio, por que os ditos sem-terra iriam se intimidar? É claro que não!

Em entrevista ao Estadão Online, afirmou Luiz Antonio Nabhan Garcia, presidente da União Democrática Ruralista: “Os sem-terra invadem porque o governo apoia, jogam todos no mesmo time. Estamos caminhando no mesmo rumo que a Venezuela”.

Exagero? Não! Ele está certo. Milícias armadas do oficialismo espancam hoje nas ruas os que protestam em favor da democracia na Venezuela. São grupos financiados pelo governo para se impor na base da pancadaria, da violência e da intimidação.

Questionado sobre o financiamento oficial aos eventos do MST, o que disse Carvalho? Reafirmou que o governo continuará a repassar dinheiro ao movimento e deu a entender que uma das funções do estado é financiar grupos ideológicos. É justamente essa a concepção de poder que vigora na Venezuela, que é, hoje, sem sombra de dúvidas, uma ditadura. Mais: há dias, num seminário no Ministério da Justiça, Carvalho, por palavras oblíquas, censurou a Justiça por conceder reintegrações de posse. Ele defendeu que os casos de invasão sejam sempre “resolvidos” por uma espécie de junta de conciliação. Ou por outra: para o ministro, invasor e invadido são partes igualmente legítimas do conflito.

Não custa lembrar: Rainha, o líder das invasões de São Paulo, já foi preso 13 vezes — nem sempre por questões ligadas à terra. É uma das ditas lideranças do petismo que estão empenhadas no movimento “volta Lula”. Há dias, esse patriota foi visitar na cadeia o ex-deputado presidiário João Paulo Cunha, um dos mensaleiros.

No país em que o crime compensa e é financiado por estatais, os criminosos se sentem livres par agir.

Texto publicado originalmente às 2h115
04 Mar 15:40

Governo brasileiro pede extradição de Pizzolato, mas torcendo para que seja recusada

by giinternet

O governo brasileiro entrou formalmente com o pedido de extradição do mensaleiro Henrique Pizzolato. Duas questões: será que essa extradição sai? Se a Itália negar, o Planalto vai estrilar? Respondo às duas questões de imediato: tomara que a extradição saia, mas é muito difícil que aconteça. Se os italianos se negarem, não haverá tristeza nenhuma nas bandas do governo. Ao contrário: haverá gente soltando rojão de felicidade.

Vamos à extradição: Pizzolato está preso na Itália porque entrou com documentos falsos naquele país — não têm nada a ver com os crimes do mensalão. Ele é acusado por lá de substituição de pessoa, falso testemunho e falsidade ideológica. Como vocês devem se lembrar, ele fugiu do Brasil e entrou na Itália usando documentos em nome de um irmão que morreu em 1978, chamado Celso Pizzolato.

O ex-diretor de marketing do Banco do Brasil nasceu em Concórdia, em Santa Catarina, mas obteve também a cidadania italiana. A Itália não costuma extraditar seus cidadãos para cumprir pena em outro país — aliás, a esmagadora maioria das nações age desse modo. Lembro, mais uma vez, que esse caso nada tem a ver com o do terrorista Cesare Battisti: aquele, sim, era italiano, condenado em seu país e pediu asilo ao governo Lula. Tratado vigente entre Brasil e Itália prevê a extradição nesse caso. Mesmo assim, os petistas fizeram a barbaridade de ficar com o terrorista.

Por outro lado, é evidente que Pizzolato é, antes de mais nada, brasileiro e usou a dupla cidadania para práticas dolosas, com a claríssima intenção de se livrar da punição. Não hesitou em cometer crimes novos. É difícil que a Itália o entregue, mas não é impossível.

Será que o Ministério da Justiça, cujo titular é o petista José Eduardo Cardozo, está torcendo para que haja a extradição? É evidente que não! Tudo o que os petistas querem, em ano eleitoral, é ver Pizzolato bem longe do Brasil. Hoje, ele é o canhão solto no convés, e a bomba petista ambulante.

Condenado a 12 anos e 7 meses de prisão — o que lhe rende regime inicial necessariamente fechado — por corrupção passiva, peculato, que é roubo de dinheiro público, e lavagem de dinheiro, Pizzolato é um homem desesperado, que já deu sinais de que se sente abandonado pelo PT.

Mais do que ninguém, ele desmoraliza as versões fantasiosas que os petistas tentam consolidar sobre o mensalão. Só do Fundo Visanet — dinheiro público —, foram desviados R$ 73,8 milhões para o grupo criminoso. Se mensaleiros como José Dirceu, Delúbio Soares e José Genoino fazem suas vaquinhas indecentes para pagar multa, Pizzolato — que, na prática, era chefiado pelo trio — deixa claro que não tinha problemas financeiros. Viveu vida de rico na Europa. Comprou nada menos de três apartamentos só no litoral da Espanha — dois deles avaliados em R$ 3 milhões. Por que será que seus chefes posam de coitadinhos?

A virtude que os petistas mais apreciam em Delúbio é a sua capacidade de aguentar tudo calado, de não denunciar ninguém, de ser um homem do partido — é, em suma, a cara de pau. Já deu para perceber que Pizzolato é de outra natureza: não aguenta o tranco. Tem queixo de vidro.

Não custa antecipar: caso seja extraditado para o Brasil, a primeira coisa que se tem de fazer é dar garantias de vida a Pizzolato.

Texto publicado originalmente às 3h07
04 Mar 15:40

União Europeia não demonstra entusiasmo com a proposta de punir a Rússia

by giinternet

Na VEJA.com:
O presidente americano Barack Obama voltou nesta segunda-feira a ameaçar o Kremlin com sanções para “isolar” a Rússia caso o governo de Vladimir Putin não recue na sua pretensão de invadir a Crimeia, no sul da Ucrânia, e disse que a Rússia está “do lado errado da história” ao violar o direito internacional e acordos prévios que cederam à Ucrânia o controle da região. Diante das evidências de que Putin não pretende ceder, os Estados Unidos começaram a adotar medidas diplomáticas para pressionar Moscou: anunciaram a suspensão de toda a cooperação militar com a Rússia, incluindo encontros bilaterais e manobras militares conjuntas, e a suspensão das negociações de um tratado comercial.

O próximo passo caso o Kremlin não reverta seu curso é, segundo diplomatas americanos, cancelar a emissão de vistos e congelar os ativos financeiros nos EUA dos oficiais russos no comando da operação na Crimeia, bem como os de instituições financeiras controladas pelo Estado russo. A estratégia da Casa Branca é tentar, aos poucos, impactar a Rússia no bolso, freando as relações comerciais e financeiras de Moscou com o Ocidente.

Mas o plano ganhou nas últimas horas um obstáculo de peso: a União Europeia. Em resposta à ação russa na Crimeia, os líderes do bloco indicaram que pretendem adotar medidas bem mais limitadas, como suspender a venda de armas à Rússia e as conversas diplomáticas com Moscou não relacionadas à crise na Ucrânia. Sanções econômicas foram descartadas por enquanto, por uma simples razão: o enorme volume de negócios entre russos e UE.

Sem o apoio europeu, as sanções adotadas unilateralmente pelos Estados Unidos podem se revelar inócuas para convencer Vladimir Putin a bater em retirada – os EUA não figuram sequer entre os 10 maiores parceiros comerciais da Rússia; o total de exportações e importações entre os dois países está na casa dos 40 bilhões de dólares por ano. Enquanto isso, os negócios russos com a União Europeia somam por volta de 340 bilhões de dólares no mesmo período.

Diplomacia
Com o bloco europeu mais avesso aos riscos de uma paralisia nas relações comerciais, autoridades alemãs enfatizaram a necessidade de diplomacia, enquanto diplomatas holandeses ressaltaram que sanções econômicas estão descartadas agora. Nesta segunda, um documento do governo britânico fotografado por um jornalista afirmava que o governo do primeiro-ministro David Cameron também não apoiaria sanções comerciais ou o bloqueio do mercado britânico ao capital russo.

O documento, revelou a rede britânica BBC, foi fotografado quando era levado por uma autoridade para uma reunião na residência de Cameron, em Downing Street. “A Grã-Bretanha não deveria apoiar por ora sanções comerciais ou fechar o centro financeiro de Londres aos russos”, dizia o texto. Pela foto, o documento não pôde ser totalmente entendido, mas o trecho legível revela que ministros britânicos estudam restrições a vistos e proibições de viagens para altas autoridades russas. Quando indagada sobre a reportagem, uma porta-voz do gabinete de Cameron disse que o governo não faz comentários sobre documentos vazados.

04 Mar 15:40

Petrobras adota real forte em seus planos e preocupa analistas

by giinternet

Por Samantha Lima, na Folha:
A Petrobras está estimando, para este ano, um real bem mais forte do que especialistas e o próprio Banco Central na hora de prever seus gastos e investimentos, o que tem preocupado analistas em bancos e corretoras. Na semana passada, ao anunciar seu plano de investimento até 2018, a estatal disse que trabalha com um dólar a R$ 2,23 neste ano. Cenário bastante distinto do que preveem analistas consultados pelo Banco Central, que calculam uma cotação média de R$ 2,45. Já o Comitê de Política Monetária do BC trabalha com um valor médio de R$ 2,40. Atualmente a moeda americana está cotada a R$ 2,32.

A previsão é que ela ganhe força durante o ano, à medida que o Fed (BC dos EUA) continue a retirada de estímulos iniciada no fim de 2013 e que tem feito o dólar ganhar força ante divisas emergentes. Esse movimento fez o real perder 13,3% do seu valor ante o dólar em 2013. “Ninguém no mercado consegue entender de onde saiu isso”, diz Flávio Conde, analista da Corretora Gradual. “Não posso acreditar na seriedade disso, porque todas as previsões, de dívida, de investimento, de importação, ficam maquiadas”, afirma o economista Mauro Rochlin, do Ibmec/Rio. Em relatório global, o banco suíço UBS considerou a taxa “uma surpresa”. Procurada, a Petrobras não quis comentar o tema.
(…)

 

04 Mar 15:39

Saving Rock and Roll

by Stephen H. Webb

Rock and roll has a rebellious sound. I write that hesitantly, because there is really no such thing as rock and roll, in terms of having a permanent nature or ongoing essence. Speed, loudness, and distorted acoustical effects do not a musical genre make. Rock is a mishmash of various musical traditions—Gospel, blues, jazz, folk, country, swing—rather than a tradition of its own. Like a vampire, rock needs fresh blood to survive, and it leaves its victims forever altered by draining their lifeblood. When bands began using string instruments in the late sixties, for example, they changed the way most people hear classical music, and classical music, to the extent that it is still culturally relevant, has had to adapt accordingly. Even calling rock rebellious is a dated description. But what will happen when all music becomes, to one degree or another, rockified? Can rock be, musically speaking, everything and still be rock and roll?

Monopolies have no competitors, but there is a competing brand to rebellious rock, and that is contemporary Christian music. Once derided not just by traditionalist Christians but also by rock devotees, Christian rock has come of age. Precisely because it tries to sound different from the rock mainstream, much of it is as good as or better than secular rock—although it is still tightly segregated, like Christian fiction, from the mainstream markets.

If I were a trend-spotter, I would wager that secular rock will increasingly look to its Christian rival for new infusions of creativity and power. Take, for example, Patty Griffin’s “Wild Old Dog,” an intensely meditative song that gains in theological power with each new hearing. It begins:

God is a wild old dog

Someone left out on the highway

I seen him running by me

He don’t belong to no one now.

The song tells the story of a family that pulls over on the side of a highway in order to abandon their mangy and nearly blind old dog. When they set out for the ride, one of the family members tries to kick him into the car, but “He just climbed on in just like he knew.” He is a willing victim. Indeed, his destiny is to have his broken bones crushed and whittled down to nothing.

The pathos in this song is heavy, but it is redeemed from its own melodrama by the soaring quality of Griffin’s voice. She can be uplifting even when the words are driving you down, while the gracefulness of her singing sounds utterly forlorn. I know nothing about Griffin’s religious beliefs, but she has written a great religious song that begs to be interpreted theologically.

When the dog is let go, to the surprise of the singer and against all expectation, he tears “off runnin’ like we set him free.” The dog is not running away from the family, nor is he blindly running around, with no direction. In fact, with bad hips and knees, it is a miracle that he is running at all. It is uncertain what this does to the singer’s faith. The dog disappears right in front of her and leaves her thinking about how

Sometimes a heart can turn to dust

Get whittled down to nothing

Broken down and crushed.

The dog’s fate deeply wounds the singer, and this song is her attempt at healing.

But what about the dog, who is, after all, identified with God? The dog never loses his dignity. In fact, his sudden running seems to be telling the family that it is all right that they have kicked him out. The dog is old, but by embracing the wildness they have forced on him, he takes away the consequences of their cruelty. The dog is not just any kind of God, but the God who died to set us free.

We live in a world where sound has become a salvific commodity. Plugging in is how many people escape the drudgery of the ordinary and everyday. Favorite songs provide three minutes of transcendence. Nevertheless, rock is so ubiquitous that it is in danger of becoming musical wallpaper, with one style looking like another and none looking all that interesting, which leaves you wanting to tear them all down just to see the wall again.

Music lets us hear ideas that can be hard to grasp on an abstract or conceptual level. Griffin’s voice in this song, for example, makes the sadness of her words come alive in a way that expands our theological senses. We can hear in her voice the sound of the loss she is describing. More specifically, we can hear in her song the hard truth that Jesus Christ was never more like us than when we abandoned him.

Griffin is not Christian rock. But secular rock will increasingly look like Griffin, or it should. The future of rock is either to suffer a slow cultural death or be saved by more satisfying sounds by rebelling against its original rebellion and becoming more explicitly spiritual. Even if I am wrong about that prediction, the possibility that the best popular music can carry rich theological themes is something to celebrate.

Stephen H. Webb is a columnist for First Things. He is the author of Jesus Christ, Eternal God and, forthcoming, Mormon Christianity. His book on Bob Dylan is Dylan Redeemed.

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04 Mar 15:39

Abbot Zerchi and the Dictatorship of Relativism

by Matthew J. Franck

At the urging of a couple of friends who had recently read it for the first time, I reread (after about thirty years) Walter M. Miller, Jr.’s modern classic A Canticle for Leibowitz. It was far better than I appreciated its being in my younger days (oh, for a nickel every time I realize how dumb I used to be). Published in 1959, this apocalyptic work of science fiction imagines a very long future in which, after the utter collapse of our present civilization, scientific knowledge and literate culture are preserved by a Catholic monastery. 

In Miller’s future history, familiar struggles recur, including those between church and state. When, many centuries from now, a nuclear weapon is detonated over a population center near our monastery, a medical officer in the public service approaches the abbot about conducting radiation triage on the refugees crowding the old abbey’s courtyard. The doctor has orders to inform the high-dose radiation victims about where they may go to a government-run euthanasia facility. The abbot thinks it over:

“Very well. You need only make me one promise, and you may use the courtyard.”

“What promise?”

“Simply that you won’t advise anyone to go to a ‘mercy camp.’ Limit yourself to diagnosis. If you find hopeless radiation cases, tell them what the law forces you to tell them, be as consoling as you wish, but don’t tell them to go kill themselves.”

The doctor hesitated. “I think it would be proper to make such a promise with respect to patients who belong to your Faith.”

Abbot Zerchi lowered his eyes. “I’m sorry,” he said finally, “but that’s not enough.”

Why? Others are not bound by your principles. If a man is not of your religion, why should you refuse to allow—” He choked off angrily.

“Do you want an explanation?

“Yes.”

“Because if a man is ignorant of the fact that something is wrong, and acts in ignorance, he incurs no guilt, provided natural reason was not enough to show him that it was wrong. But while ignorance may excuse the man, it does not excuse the act, which is wrong in itself. If I permitted the act simply because the man is ignorant that it is wrong, then I would incur guilt, because I do know it to be wrong. It is really that painfully simple.”

Maybe it’s just my occupational hazard, but I could not read this without thinking of the HHS mandate controversy. The amazingly wrongheaded argument deployed by the Obama administration against Hobby Lobby, Notre Dame, even the Little Sisters of the Poor, is that they are “imposing their religion” on others who do not share their particular faith or moral beliefs. In Miller’s novel, Abbot Zerchi handily refutes this nonsense. Those whose faith teaches them the truth about right and wrong must live that truth in all they do, and in all their own involvement in what others do under their aegis. And they must be in control of the use of their own resources in this respect—their own property, their own finances, and their own labor—or their religious freedom will not mean much at all.

And it is not just in the HHS mandate controversy that we see this. The recent fiasco in Arizona illustrates the point as well. When the state legislature passed a couple of minor clarifying amendments to a fifteen-year-old statute protecting religious freedom, the media-generated panic about “discrimination” by religious business owners was enough to mau-mau the Republican governor into vetoing the bill. In strict legal terms, the status quo left in place in Arizona is little different from the new conditions the vetoed legislation would have brought about. But politically, the episode was truly malodorous, with the stench arising in roughly equal parts from the mendacity of the bill’s opponents, their deluded self-righteousness, and their ignorance of what religious freedom means. One of the leading journalistic antagonists of the Arizona legislation has gone on record in recent weeks in defense of the Little Sisters of the Poor and their right not to be implicated in insurance coverage for contraceptives, yet this same columnist cannot see that a baker, a florist, or a photographer refusing business to a same-sex couple’s “wedding” is claiming exactly the same freedom claimed by the sisters. There is no difference between them other than the observer’s “gut” sympathies, or lack thereof, for the call of conscience in each case.

But the ability to reason these things through, and to see that the same principle governs claims of conscience in seemingly different settings, appears to be on the wane. Instead we are experiencing something the pope emeritus, Benedict XVI, discussed with interviewer Peter Seewald several years ago. Benedict had spoken, in his homily that opened the 2005 conclave that resulted in his own election as pope, of the “dictatorship of relativism.” This is, as many have observed, a paradoxical expression. On the one hand, “relativism” sounds like a judgment against judgments. What could be more easygoing and tolerant? Yet to speak of a “dictatorship” is to identify something harsh and judgmental. “Thou shalt make no claims of truth” is the commandment of this new dictatorship—a rationally unsustainable commandment unless it is itself based on a truth claim, which at the instant of its enunciation becomes self-refuting.

And so, as Benedict remarked to Seewald in the book-length interview Light of the World, “the concept of truth has become suspect,” with the result being the “abolition of tolerance,” and the imposition of legal constraints under which “the Christian faith is no longer allowed to express itself visibly.” Benedict’s own treatment of this “abolition of tolerance” is worth quoting at length:

When, for example, in the name of non-discrimination, people try to force the Catholic Church to change her position on homosexuality or the ordination of women, then that means that she is no longer allowed to live out her own identity and that, instead, an abstract, negative religion is being made into a tyrannical standard that everyone must follow. That is then seemingly freedom—for the sole reason that it is liberation from the previous situation.

In reality, however, this development increasingly leads to an intolerant claim of a new religion, which pretends to be generally valid because it is reasonable, indeed, because it is reason itself, which knows all and, therefore, defines the frame of reference that is now supposed to apply to everyone.

In the name of tolerance, tolerance is being abolished; this is a real threat we face. The danger is that reason—so-called Western reason—claims that it has now really recognized what is right and thus makes a claim to totality that is inimical to freedom. I believe that we must very emphatically delineate this danger. No one is forced to be a Christian. But no one should be forced to live according to the “new religion” as though it alone were definitive and obligatory for all mankind.

Benedict is talking about something many of us know who have discussed the problem of relativism with a roomful of college freshmen. That is that no human being who ever lived was actually a moral relativist. Everyone, if pushed, will draw a line somewhere and stand behind it to defend the right as he understands it. “Toleration” itself, whether the authentic kind or the false, must rest on a claim, however limited, to right opinion of some truth about morality. The “relativist” differs from the “absolutist” only in being unwilling to defend his claims on the basis of some commonly accessible reasoning about permanent verities of the human condition. Instead he merely asserts them as the dispensations of “progress” or “history,” as in that most irritating expression, “on the right side of history.” A passion for progress in “liberation” substitutes, in what Benedict called the “new religion,” for reasoning about any principles outside ourselves—which is to say, intrinsic to ourselves—to which we are bound.

And thus do we reach the heart of the paradox in the “dictatorship of relativism.” It is hardly at all about the relativism, and almost all about the dictatorship. It is merely that species of dictatorship most plainly marked by irrationality, evading the discipline of actual thought because its pretensions would be thereby unmasked. If the reader will permit me to quote one final commentator on the question—perhaps a surprising one—here is Leo Strauss in his profound meditation On Tyranny:

The manifest and deliberate collectivization or coordination of thought is being prepared in a hidden and frequently quite unconscious way by the spread of the teaching that all human thought is collective independently of any human effort directed to this end, because all human thought is historical.

There is our passionate “right side of history,” gussied up as a profound teaching. Later, in the conclusion of his exchange on the subject of tyranny with its left-wing Hegelian defender Alexandre Kojève, Strauss writes:

On the basis of Kojève’s presuppositions, unqualified attachment to human concerns becomes the source of philosophic understanding: man must be absolutely at home on earth, he must be absolutely a citizen of the earth, if not a citizen of a part of the inhabitable earth. On the basis of the classical presupposition, philosophy requires a radical detachment from human concerns: man must not be absolutely at home on earth, he must be a citizen of the whole.

Ah, but a citizen of the “whole” what?

To change our vocabulary from Strauss’s philosophy to Benedict’s theology, the Christian must consider himself a citizen of the City of God. This city is brought to our attention by the breaking into history of the Lord who came to tell us that our city, the City of Man in the stream of that history, is not where we will finally be at home. Don’t get too comfortable here, he says, don’t buy into such an “unqualified attachment to human concerns.” Sometimes the “radical detachment” from what a tyrannical “history” clamorously tells us means a painful answering of the call of conscience, a call to utter an obstinate “no” like the refusal of Abbot Zerchi to countenance the counseling of euthanasia.

Sometimes that is the “no” that leads to martyrdom. Sometimes it is much, much easier, just saying “no” to the request to bake a cake—or to arrange for abortifacients in health coverage. Our new dictators will not tolerate such a mild-mannered “no.” The question now is, how many more “yesses” will they demand?

Matthew J. Franck is Director of the William E. and Carol G. Simon Center on Religion and the Constitution at the Witherspoon Institute in Princeton, New Jersey.

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04 Mar 15:33

Ucrânia: quando o óbvio se lembra de acontecer

by giinternet

Era tão evidente o que estava para acontecer na Ucrânia que a gente custa a acreditar que tenha acontecido conforme o roteiro. Nunca antes na história deste mundo, Estados Unidos e Europa estiveram entregues a líderes tão fracos, patéticos mesmo. Comecemos pelo óbvio: a Crimeia já era! Vladimir Putin, o presidente russo, pode até abrir mão de ocupar o resto da Ucrânia, o que não se faria sem um custo político gigantesco, mas a República Autônoma da Crimeia segue sendo autônoma, só que agora se reporta à Rússia.

É claro que Putin está indo além de suas sandálias e rasgando um tratado internacional ao ocupar — ainda que sem tiros — a Crimeia. Ocorre que isso era certo como dois e dois são quatro, a menos, claro!, que Estados Unidos e algumas nações da Europa decidissem ir à guerra. Por causa da Ucrânia? Não vai acontecer! Os europeus se mostram reticentes até mesmo em retaliar economicamente a Rússia — especialmente num momento em que a economia exibe alguns sinais de recuperação.

Quando Viktor Yanukovich, o agora presidente deposto da Ucrânia, aceitou negociar, inclusive com antecipação de eleições, o sensato teria sido aceitar a proposta — até porque, a despeito de sua biografia pouco recomendável, havia sido eleito num pleito que foi considerado limpo e legítimo. Sempre se pode dizer “Não!”, eu sei, mas aí é preciso saber quais armas estão à disposição, inclusive as da diplomacia, para aguentar o tranco. E o Parlamento ucraniano disse “não” e derrubou o presidente. Mas não tinha, e não tem, um plano para o momento seguinte.

Como as coisas andavam um tanto confusas por lá, a diplomacia dos EUA e a dos países europeus relevantes deveriam ter feito chegar o recado: “Se Putin reagir, não há muito o que gente possa fazer. Melhor seguir com a negociação”. Não se fez isso. Não de modo eficaz ao menos. Tanto EUA como Europa foram surpreendidos pela deposição de Yanukovich, quando se imaginou que um acordo estava próximo.

A minha simpatia por Vladimir Putin e pela, se me permitem a brincadeira, democradura russa é abaixo de zero. Não estou tentando livrar a cara do herdeiro da truculência soviética, não! Ao contrário! Mas também cumpre ser realista nessas coisas — até porque, com frequência, poupam-se muitas vidas.

Ao mandar soldados para a Crimeia, mas não ainda para outras partes da Ucrânia, Putin está deixando claro que considera essa área inegociável. Essa já é uma parte que não compreende mais negociação — ainda que a região conserve uma autonomia de fachada. Os quase 60% de russos que formam a população da área tornam tudo mais fácil.

E uma última nota sobre a tragédia intelectual brasileira. É impressionante como os sites e blogs de partidos e grupelhos de esquerda, muitos deles alinhados com o governo petista, passaram a fazer uma defesa entusiasmada, ensandecida mesmo!, da Rússia e de Putin. O que aquele país ou seu líder conservam da esquerda? Fora a truculência, nada! Então por que essa postura? Ah, é que essa gente sempre torce contra os EUA, pouco importa quem esteja do outro lado. Não custa lembrar que alguns deles chegam a tratar o carniceiro Bashar Al Assad, da Síria, quase como herói. A burrice pode até ter cura. O mau-caratismo não.

04 Mar 15:23

All Else Being Equal: Disputing Claims of a Gender Pay Gap In Tech

by timothy
An anonymous reader writes "Synthia Tan writes that when you investigate the actual data, controlling for non-gender factors (like number of hours worked) the gender pay gap seems to disappear. 'A longitudinal study of female engineers in the 1980s showed a wage penalty of essentially zero.' In some cases women make more than men: women who work between 30 and 39 hours a week make 111% of what their male counterparts make." The researchers were studying more recent data, too; what are things like on this front where you work?

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03 Mar 12:49

A Tribute to the Humble Hamentaschen

by Robert P. George

Remarks delivered at Princeton University’s 2014 Annual Latke-Hamentaschen Debate.

Our semi-official second national motto is e pluribus unum, famously mistranslated by Sarah Palin as “out of one, many,” but correctly translated as precisely the reverse: “out of many, one.”

(No, wait. That isn’t right. It wasn’t Sarah Palin. It was, ummmm . . . oh yes, I remember now . . . it was Al Gore. Palin is the one who predicted that Putin would invade Ukraine.)

In any event, the problem of the “one” and the “many” is a classic problem in philosophy as it is in political science. How can “many” be one? The humble hamentaschen provides an answer, or at least an example. There are, after all, many fruits. The many fruits can be made into many fillings—prune, apricot, strawberry, raspberry, and on and on. Just like the diversity of Americans, coming from many lands, many faiths, many cultures. But just as we are made one by our common foundation in the American creed, the splendid diversity of fruit fillings are made one in the concept and reality of the hamentaschen. The foundation of their unity is in the luscious and delicate pastry—a pastry at once so Jewish that it is named for the pockets (or ears) of the tyrant Haman, and so American that its very shape recalls the tri-cornered hat of the patriots whose revolt against the tyranny of George III gave birth to our great nation.

As Ed Koch would say, “How am I doing so far?”

Now what about the latke? First, let me for the sake of self-preservation and a bed to return to this evening say that nothing I say here today is to be construed as in any way casting so much as the slightest of aspersions on the delectable latkes made by my beloved wife at holiday times; nor on the magnificent latkes made by my esteemed mother-in-law; nor on those made by my sainted grandmother-in-law, may she rest in peace. In fact, I will not today resort to the low and unworthy debaters stratagem of defending the goodness of my side by impugning what it is the task of my friends on the other side to defend.

So I will say nothing negative about the latke. The word “oil,” will not so much as pass my lips. Or the word “oily.” Nor will I mention any concerns about obesity or other health issues connected with the consumption of oily things fried in oil, if that is, I were to mention the words “oil” and “oily,” which I will not. Nor will I sink so low as to note that we should be doing everything we can, including on the dietary front, to lessen our dependence of foreign oil—especially oil from places that I will not mention, since it would be a low blow to mention them. Places that, were I to mention them, would have names like Saudi Arabia and Iran. Not that I am mentioning them, mind you.

But let us return to the splendors and wonders of the simple and humble hamentaschen. You may ask, how can something simple and humble be splendid and wonderful? Indeed, it is a mystery. Like the mystery of Moses simply striking a humble rock, and splendidly and wonderfully, out flowed humble water—just when our ancestors needed it. And what about the simple yet splendid and wonderful miracle of God feeding our ancestors during forty years in the desert with hamentaschen sent from heaven itself.

What? You doubt me? I appeal to the authority of the Bible and to the teachings of the great sage Maimonides on the divine attributes. We are told that God sent hamentaschen from heaven to sustain those sojourning. Of course, the word “hamentaschen” is a translation of the word “manna” which is the word that we generally use in speaking of the miracle of the feeding of the people. Yet, what was manna? Here interpretation is required. And interpretation requires bringing all the relevant knowledge available to us to the interpretative task.

Now, it is generally said that manna was a kind of “bread.” But we must ask: What kind of bread? Surely it wasn’t tasteless plain white bread. Would a loving and merciful God feed his chosen people on Wonder Bread? Heavens no! Interpreted in light of the attributes of God as taught to us by Maimonides, we can only judge that a loving and merciful God would feed his people on a tasteful bread, a sweet bread, a bread adorned with fillings made from the many wonderful fruits of his creation—prune, apricot, raspberry, strawberry, and so forth.

Indeed, it would be an offense to the name of God to suppose him to be so stingy and uncaring that he would feed his chosen people with anything less than the sweetness of the hamentaschen. He certainly would not feed them on Wonder Bread, nor would be feed them on oily potatoes. (Oh, I’m sorry; I didn’t mean to say the word “oily.” It just slipped out. Please notice that I didn’t say the word “latkes,” though, in speaking of oily potatoes.)

Robert P. George is the McCormick Professor of Jurisprudence at Princeton University. 

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03 Mar 02:42

Anonymous Venezuela: verdade aterradora ou desinformação cubana?

by G. Salgueiro
Recebi há pouco um vídeo de “Anonymous Venezuela” onde, ao que tudo indica, os hackers dessa organização invadiram o site do PSUV e entraram na conta de Diosdado Cabello, pois é assim que o vídeo começa. Digo “ao que tudo indica” porque não confio 100% nesse grupo, pelo menos nos do Brasil, que já demonstrou muita “informação” plantada e que depois mostrou-se ser falsa. Entretanto, considerando o teor do que é dito, que está em absoluta consonância com a praxis cubana e chavista, resolvi transcrever todas as mensagens apresentadas no vídeo e publico-as aqui já traduzidas.

O original pode ser visto através do próprio vídeo que é apenas um “passeio” pela conta de Cabello, onde as mensagens enviadas a ele vão sendo apresentadas, uma a uma. As pessoas que se dirigem a ele falam como se ao verdadeiro chefe e não assinam, exceto uma mulher chamada “Delcy Rodríguez”.

É muito preocupante o que dizem e propõem nas mensagens, pois há coisas tais como: a militância dos coletivos está insatisfeita com o dinheiro que está recebendo pelo “serviço”, o que prova que não há espontaneidade nas manifestações governamentais e que o governo “paga” a matadores profissionais para destruir a resistência. Impedir que jornalistas contrários a eles apareçam na mídia e tentar comprá-los, torturar ou “inutilizar” Leopoldo López, infiltrar mais “avispas” e tirar os chefes dos coletivos de cena, contatos das FANB (Força Armada Nacional Bolivariana) com as FARC e participação destas nas manifestações de rua, e numa mensagem encriptada, ao que tudo indica entre dois cubanos conhecidos que só indico no texto, propõem assassinar Maduro.

Segundo alguém que parece pertencer ao “Anonymous Venezuela”, este vídeo é 100% confiável porque é difícil configurar um servidor zimbra, dá trabalho; quase ninguém conhece a interface gráfica (desenho) que esse servidor de correios do PSUV tinha, exceto uns poucos do grupo; ninguém conhece os e-mails que o servidor havia criado, entre eles o de Nicolás Maduro, Diosdado Cabello e outros; as coisas que os e-mails dizem são prova do que está acontecendo atualmente no país, etc. As mensagens são quase todas mal escritas, não respeitando pontuação, acentuação ou letras maiúsculas mas traduzo corretamente, procurando manter o mais exato possível o que foi dito, inclusive com os palavrões. As notas nos parênteses são minhas, para facilitar a compreensão.

Então, sem mais delongas, vamos à transcrição traduzida, que vocês podem conferir no original em espanhol no vídeo que segue abaixo.




“Resumo todo o contato.
Não nos interessa ter um coletivo inútil, a FANB ainda se encontra inutilizada. Lembra o propósito desde o começo, FARC e FANB comem juntos e defendem a revolução juntos, não lhes permitiremos mobilizações falsas. Já contactei as FARC, infiltraremos alguns locais, (pois) nos interessa desprestigiar esses sarnentos (a resistência).
A Leopoldo torturá-lo ou inutilizá-lo é o melhor. Seria bom um vídeo fazendo um chamado à paz, o aborrecimento com Raúl (Castro) se nos torna difícil; é por isso que devemos fazer uma mudança nos planos: ou mudamos a estratégia ou nos fodem, camarada. O fornecimento a Cuba não podemos eliminá-lo, tu sabes porquê. Solucionemos já, não podemos deixar continuar crescendo este peido”.

“Camarada
Te informo que estamos tendo inconvenientes com os coletivos, há um grupo forte que exige uma melhora econômica porque a coisa está irritando. Atualmente estão recebendo 2.000 por jornada. Exigem um aumento para continuar. Já falei com o coletivo uma melhora adicional de 1.000 mas não posso acessar sem sua respectiva ordem, camarada.
Por outro lado, lhe informo que já me comuniquei com alguns camaradas de peso, e eles farão a mobilização se lhes outorgam um contrato por 25 milhões das verdes (dólares).
Considero tirar os coletivos locais e trazer coletivos estrangeiros (piqueteros argentinos? Black Block brasileiros?). Os locais se cansaram e provavelmente se coloquem contra nós. O senhor diz, camarada.
PS: Brevidade, camarada”.

“Porra, camarada, temos que solucionar o negócio com a galinha desplumada, (pois) está chamando as pessoas para a rua, caralho! Temos que tirá-lo do jogo já! Ou o matamos ou o metemos preso mas esse tipo não pode continuar lá. (Referem-se ao vidente Reinaldo dos Santos, que não para de dizer que a resistência não pode desistir da Guarimba?)
Camarada, solução, solução, amanhã é tarde”.

"Meu camarada e amigo, lhe informo que em Zulia temos tudo sob controle, não se preocupe, aqui temos bom apoio. Os esquálidos (como pejorativamente Chávez apelidou a oposição) tentam nos dobrar mas a obrigação do trabalho aqui é necessária. Enviarei bandos armados para realizar saques locais. O objetivo é que as pessoas se vejam na necessidade de sair para comprar comida e não tenham tempo de protestar.
Qualquer novidade lhe informo.
Um abraço, compatriota”.

“Compatriota, entendo sua angústia pela informação que se está difundindo por distintos meios de comunicação. Estamos tentando comprar alguns jornalistas para controlar a ameaça yankee, e o que não aceite, simplesmente será eliminado das emissoras a cabo. São as ordens que me indicou, camarada.
Por outro lado, as cifras são devastadoras, estamos fazendo o possível para controlar todo este lixo midiático, mas as gravações e fotos de aficcionados nos estão atirando o trabalho pelas bordas. Têm que exigir aos comandos que tirem as câmeras sob qualquer condição, do contrário estamos fodidos.
Também há setores exigindo que se informe o controle de fornecimento alimentar. Temos evadido qualquer quantidade de perguntas, do resto tudo bem, jornalista que se revele vai para fora.
Lhe informo que também necessitamos de um controle mas exaustivo no uso do serviço de internet. O filtro geral está sendo interceptado por alguns usuários e portanto desviam tal filtro. Necessitamos mais pessoal nas instalações de inteligência. Por favor, necessitamos apoio aqui, camarada.
Seguimos suas ordens, camarada.
Delcy”

"Chefe, a inteligência foi realizada. Há muitas novidades. Interceptamos comunicações entre ra.cas (Raúl Castro?) e ram.va (Ramiro Valdés?). Aqui em ha.ban@ há um plano distinto desinformando a nação. O objetivo é uma estocada de traição.
As avispas infiltradas nos grupos começaram uma deserção para se unir com um grupo de cub-an.os. Não podemos das muita informação de todo o movimento. Você conhece a filtração. Juntarei a conversação encriptada, já sabes com quem tratar esta informação. 
É urgente a eliminação dos coletivos, já não são confiáveis, podemos continuar controlando alguns, muitos deles são ignorantes, porém devemos eliminar os líderes”.

(Segue a mensagem encriptada entre 1 - ra.cas, e 2 - ram.va, que posteriormente foi apresentada desencriptada).

“Estamos esperando suas ordens, camarada, a reunião é urgente, os coletivos já estão armados mas necessitamos que se limitem os meios de comunicação no estado para poder atacar, espero seu telefonema”.

“Envio-lhe um cordial e grande abraço, meu camarada e compatriota. A seguinte mensagem é para lhe informar que não pudemos adiantar os pedidos solicitados. O recomendável é limitar de algum modo a compra de produtos, já que a demanda de solicitações ativas no Brasil, Argentina, Nicarágua entre outros, é muito alta. Para realizar um fornecimento imediato pedem uma muito alta quantidade de dinheiro, pelo que vejo conveniente uma melhora no convênio a favor deles, ou esperamos até que nos enviem os produtos (Que produtos são esses, armas?). As conversações já foram realizadas mas não podem adiantar nenhum procedimento.
(Isso) É tudo, camarada, espero sua informação”.

Desencriptação - 1. ra.cas (Raúl Castro) - 2. ram.va (Ramiro Valdés)

1. Necessitamos uma mobilização forte.

2. Mobilizaremos as avispas e o coletivo contra os principais objetivos de preocupação.

1. A idéia é que ni-co.las não saiba o que sucede, já não é confiável, o homem perdeu o controle.

1. Necessito que me mantenhas informado de todos os movimentos, contactarei um amigo e tentarei convencê-lo de que faça uma mobilização, assassine ma.dur.o e se implante Cabello.

1. Organiza os coletivos e tira os mais duros, oferece-lhes um bom dinheiro que solucionamos isto. Mantém-me informado.

2. Sim, senhor, mas lembre que ao tirar este do jogo acalmamos a situação, mas as pessoas não vão querer Cabello lá.

1. Este é difícil de controlar; lembra porquê não o designamos à missão.

1. Esse homem gosta de dinheiro, encarrega-te disso. O compramos depois metemos um militante cubano, mas temos que infiltrá-los. Me mantenha informado. Cambio e fora (desligo).

Bem, as transcrições estão aí. Verdade aterradora ou desinformação cubana plantada de propósito? Que os Castro são frios o bastante para mandar matar mesmo o melhor amigo se este começar a atrapalhar seus planos, não é novidade, pois o General Arnaldo Ochoa é o caso mais patente disso. Entretanto, eles também são mestres em desinformação, e contra-espionagem, portanto, a pergunta continua no ar. Leiam e julguem por si mesmos. Fiquem com Deus e até a próxima!

Comentários e traduções: G. Salgueiro
02 Mar 18:56

Thom Brown: Students, we want you involved in Google Summer of Code

The PostgreSQL Project is yet again participating in Google Summer of Code for 2014. Google will be funding students who take part at $5,500 USD per student (see GSoC FAQ for more details). We would like to hear from students who would be willing to work on projects to add new or enhance existing features. You won't be going it alone, we'll assign experienced community developers to mentor you throughout your project.

Have a look at the TODO list on the wiki for inspiration, or the list of project ideas submitted so far by the community, although these are by no means what projects are limited to. Whether you've spotted something you think you could work on, or have a new idea to propose, submit it to the pgsql-students mailing list for discussion (see the mailing list page to subscribe) but do it soon as there's less than 3 weeks to register final proposals.

Also, if you know of any students who may be interested in participating, please send them our way.

More information can be found on the PostgreSQL GSoC page

02 Mar 18:55

Girl's Facebook Post Costs Her Dad $80,000

by samzenpus
Hugh Pickens DOT Com writes "BBC reports that when Dana Snay learned her father had been awarded an $80,000 cash settlement in an age-discrimination lawsuit against his former employer, she couldn't resist bragging about it on Facebook. 'Mama and Papa Snay won the case against Gulliver,' the teen posted to her 1,200 Facebook friends. 'Gulliver is now officially paying for my vacation to Europe this summer. SUCK IT.' Trouble was her father had signed a confidentiality agreement so the school refused to pay a dime and a Florida appeals court has found in the school's favor. 'Snay violated the agreement by doing exactly what he had promised not to do,' wrote Judge Linda Ann Wells. 'His daughter then did precisely what the confidentiality agreement was designed to prevent.' Snay's father said in depositions that he and his wife knew they had to say something to their daughter because she suffered 'psychological scars' from issues during her enrollment at the school and was aware that they were in mediation with Gulliver attorneys. Attorneys say it's unlikely confiding in Dana Snay would have jeopardized the settlement — it was the facebook post that did them in. 'Remember when all you had to worry about was your daughter posting naked selfies of herself on Facebook?' writes Elie Mystal at Above the Law. 'Now, things are worse.'"

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02 Mar 11:23

WikiLeaks Cables Foreshadow Russian Instigation of Ukrainian Military Action

by Soulskill
Now that Russia has sent troops to seize the Crimean Peninsula, international politics are tense and frantic. An anonymous reader notes an article from Joshua Keating at Slate, which points out that some of the diplomatic cables on WikiLeaks illustrate how this situation is not at all unexpected. Quoting a cable from October, 2009: "... pro-Russian forces in Crimea, acting with funding and direction from Moscow, have systematically attempted to increase communal tensions in Crimea in the two years since the Orange Revolution. They have done so by cynically fanning ethnic Russian chauvinism towards Crimean Tatars and ethnic Ukrainians, through manipulation of issues like the status of the Russian language, NATO, and an alleged Tatar threat to 'Slavs,' in a deliberate effort to destabilize Crimea, weaken Ukraine, and prevent Ukraine's movement west into institutions like NATO and the EU." The article points out another cable from a few days later, which was titled, "Ukraine-Russia: Is Military Conflict No Longer Unthinkable?"

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